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PROCEDIMENTO DE

MEDIÇÃO E AVALIAÇÃO

DA RESISTÊNCIA

DE ISOLAMENTO ELÉTRICO

FRANCISCO ANDRÉ DE OLIVEIRA NETO T.C.M.I. I E&P-RNCE\GELOG\GECOM

email

andrenet@ep-rnce.petrobras.com.br

andrenet@serv2000.com.br

MARÇO/98

ver. 4.0

SUMÁRIO

1. TESTE DE ISOLAÇÃO

3

1.1.

TENSÃO DE TESTE EM FUNÇÃO DA TENSÃO NOMINAL DO EQUIPAMENTO

3

2. EQUIPAMENTO E PRINCÍPIO DE MEDIÇÃO

3

2.1. EFEITOS DA TEMPERATURA SOBRE A RESISTÊNCIA DE ISOLAÇÃO

3

2.2. EFEITOS DA UMIDADE SOBRE A ISOLAÇÃO

3

2.3. CORRENTES ENVOLVIDAS

4

2.4. ÍNDICE DE ABSORÇÃO

4

2.5. ÍNDICE DE POLARIZAÇÃO

4

2.6. MODELO PROPOSTO DO ISOLAMENTO EM TESTE

5

3. MÉTODOS DE MEDIÇÃO

6

3.1. MÉTODO DO VOLTÍMETRO

6

3.2. MÉTODO DO MEGAOHMÍMETRO

6

 

3.2.1. TESTE BREVE OU DE LEITURA IMEDIATA

6

3.2.2. RESISTÊNCIA x TEMPO

7

3.2.3. TESTE DE TENSÃO ESCALONADA

7

3.3.

OBSERVAÇÕES GERAIS

7

4. TRANSFORMADORES DE DISTRIBUIÇÃO COM DOIS ENROLAMENTOS

8

4.1.

TRANSFORMADORES COM DOIS ENROLAMENTOS CIRCUITO EQUIVALENTE

8

5. MOTORES ELÉTRICOS COM SEIS TERMINAIS ACESSIVEIS E TRANSFORMADORES

COM TRÊS ENROLAMENTOS

11

 

5.1.1. MEDIÇÃO DA RESISTÊNCIA DE ISOLAMENTO ENTRE FASES

12

5.1.2. MEDIÇÃO DA RESISTÊNCIA DE ISOLAMENTO FASE X TERRA

13

6. CABOS ELÉTRICOS

14

7. ANEXOS

16

8. BIBLIOGRAFIA CONSULTADA

21

3

1. TESTE DE ISOLAÇÃO

Uma boa resistência de isolamento deve ter um valor elevado. Uma regra simples para se esti- mar o valor mínimo de isolação consiste em admitir uma fuga máxima de 1mA , o que é um valor ex-

tomada a uma

tremamente elevado, e que eqüivale a uma resistência de isolação mínima de 1

M

1

KV

temperatura de referência de 75C.

1.1. TENSÃO DE TESTE EM FUNÇÃO DA TENSÃO NOMINAL DO EQUIPA- MENTO

As tensões utilizadas pelos fabricantes são consideravelmente maiores que as utilizadas nos tes- tes de rotina. Nos equipamentos rotativos utiliza-se a seguinte regra:

TESTES C.A. DO FRABRICANTE T.C.A. = 2 x tensão de placa + 1.000 (V) TESTES DE PROTEÇÃO C.C. SOBRE A INSTALAÇÃO T.P. CC(NOVO) = 1,28 x T.C.A. TESTES DE PROTEÇÃO C.C. APÓS FUNCIONAMENTO

T.P. CC(FUNCIONAMENTO) = 0,96 x T.C.A.

Tabela Erro! Argumento de opção desconhecido.

VALORES MÁXIMOS DE TENSÃO DE TESTE PARA EQUIPAMEN- TOS ROTATIVOS

TENSÃO DE

TESTE

Tensão de placa

TCA

T.PCC (novo)

T.PCC (funcionamen-

Valor prático

(V)

(V)

(KV)

to) (KV)

(KV)

110

1220

1,5

1,1

0,5

220

1440

1,8

1,4

1

440

1880

2,4

1,8

1,5

4160

9320

12

9

5

2. EQUIPAMENTO E PRINCÍPIO DE MEDIÇÃO

O equipamento utilizado para a medição da resistência de isolação é o megôhmetro, que utiliza

um gerador de corrente contínua de alta voltagem para fazer circular uma corrente pelo isolamento. Por ser do tipo quocientímetro, sua precisão é independente do exato valor da tensão de ensaio. O valor da

resistência de isolamento é R

i

V

I

, onde V

é a tensão aplicada e I

a corrente medida. Há, contudo,

fatores que afetam o valor da corrente medida tais como: temperatura, umidade, efeito capacitivo, etc

2.1. EFEITOS DA TEMPERATURA SOBRE A RESISTÊNCIA DE ISOLAÇÃO

A resistência dos materiais isolantes diminui substancialmente com a elevação da temperatura.

Se for necessário comparar o valor medido com um padrão, o valor medido terá que ser corrigido para a temperatura padrão ou base. Normalmente o valor da resistência de isolação se reduz à metade para cada 10 0 C de elevação de temperatura. Da mesma forma, o valor da resistência de isolação duplica a cada 10 0 C de redução da temperatura.

2.2. EFEITOS DA UMIDADE SOBRE A ISOLAÇÃO

Se o equipamento está localizado em áreas onde a temperatura alcance valores em torno da “temperatura de saturação” ou de “condensação” , então o valor da resistência medido/obtido estará muito afetado, ainda que o equipamento seja mantido em funcionamento. Deduz-se, portanto, que antes de se efetuar testes de isolação deve-se inspecionar a superfície da isolação a ser medida - sempre que possível -, e limpá-las. Durante as medições é importante assinalar as temperaturas ambiente e do equipamento e se o ar está seco ou úmido.

4

2.3. CORRENTES ENVOLVIDAS

Todo corpo condutor separado por um meio isolante se comporta como um capacitor, embora o que se deseja medir seja a corrente estável que circula no isolamento depois de um certo decurso de tem- po.

CORRENTE DE CARGA CAPACITIVA

É a corrente que circula no isolamento e que instantaneamente tem um valor alto e decresce à

medida que a tensão na isolação se aproxima da tensão aplicada. Desse fato decorre que quando em teste, instantaneamente, o valor da resistência de isolamento é baixo e aumenta com o tempo. A isolação se carrega com o valor da tensão aplicada em um intervalo de tempo menor que 15s, as-

. Levando-se em consideração que o isolamento leva no máximo 15s para se

sim

V

c

1

V

1

t

e

R

1

C

1

carregar com a tensão de teste, e que isso acontece quando

t 5R C , a capacitância pode ser

estimada como C

1

t 3000

5 R

1

R

1

( nF

) , onde R 1 é a resistência em série do ramo em M.

CORRENTE DE ABSORÇÃO

Corrente que circula através do dielétrico e que instantaneamente tem valor elevado e decresce com o tempo. Demora de 10 a 60 minutos até atingir um valor desprezível. Sendo assim:

V

c 2

V

1

t

e

R C

2

2

e a capacitância de absorção pode ser calculada por: 120 000

.

R

2

C

2

720 000

.

R

2

onde C 2 é dado em nF e R 2 em M.

CORRENTE DE FUGA

Corrente que circula através da superfície do corpo isolante representando na maioria das vezes grande parte da corrente total. Valores elevados de corrente de fuga podem indicar a presença de umida- de ou outros contaminantes no isolamento.

CORRENTE DE CONDUÇÃO

Corrente que atravessa o isolamento, de valor estável, é o objetivo do teste de isolação.

CORRENTE TOTAL

É o somatório das correntes capacitavas, de absorção, de condução e de fuga.

IA

IP

2.4. ÍNDICE DE ABSORÇÃO

É

a

razão

entre

os

valores

medidos

nos

I s

30

R

60 s

I é a relação de absorção dielétrica.

60 s

R

30 s

instantes

2.5. ÍNDICE DE POLARIZAÇÃO

É a razão entre os valores medidos nos instantes de tempo t

I

1

min

I

10

min

R

10

min

R

1

min

.

t

1

= 30s e

1 1

min

e

t

2

t

2

60

s

,

10

min

ou

seja:

, ou seja,

5

Tabela Erro! Argumento de opção desconhecido.

Condição da isolação indicada pela relação de absorção dielétrica e o índice de pola- rização. 1

CONDIÇÃO DO ISOLAMENTO

ABSORÇÃO

POLARIZAÇÃO

PERIGOSA

 

<1

DEFICIENTE

<1

< 1,5

QUESTIONÁVEL

1,1 e <1,25

1,5 e <2

REGULAR

1,25 e <1,4

2,0 e <3,0

BOA

1,4 e <1,6

3,0 e <4,0

EXCELENTE

> 1,6

> 4

Esses valores são praticamente impossíveis de se obter na prática, razão pela qual podemos uti- lizar a tabela abaixo:

Tabela Erro! Argumento de opção desconhecido.

VALORES PRÁTICOS 2

CONDIÇÕES DO ISOLAMENTO

 

ÍNDICE DE PLARIZAÇÃO

PERIGOSA

<1

RUIM

1 e <1,1

QUESTIONÁVEL

1,1 e < 1,2

DENTRO DA MÉDIA

1,2 e < 1,4

BOM

1,4 e < 2

EXCELENTE

> 2

2.6. MODELO PROPOSTO DO ISOLAMENTO EM TESTE Circuito Erro! Argumento de opção desconhecido. Onde:
2.6.
MODELO PROPOSTO DO ISOLAMENTO EM TESTE
Circuito Erro! Argumento de opção desconhecido.
Onde:

A resistência de isolamento, em função do tempo, pode ser determinada pela seguinte equação:

Rt

1

L

 

1

 

t

t

1

1

1

R C

1

1

1

R C

2

2

Rf

Rc

R

1

e

R

2

e

Rf - representa a resistência de fuga M

Rc -representa a resistência de condução M

R 1 e C 1 equivalente do efeito capacitivo M e (nF) respectivamente

R 2 e C 2 equivalente do efeito de absorção M e (nF) respectivamente

L - comprimento do isolamento sob teste m

t - tempo decorrido desde o inicio do teste s

1 Valores propostos por James Biddle

2 Valores propostos por Luiz Alberto Verri

6

3. MÉTODOS DE MEDIÇÃO

3.1. MÉTODO DO VOLTÍMETRO

Seja o seguinte esquema:

Circuito Erro! Argumento de opção desconhecido.

esquema: Circuito Erro! Argumento de opção desconhecido. onde: R U V -é a resistência do isolamento

onde:

R

U

V

-é a resistência do isolamento a ser medido (M)

- é a tensão do gerador medida previamente pelo voltímetro(V)

- voltímetro de alta impedancia e de valor conhecido

A corrente que circula pelo isolamento é determinada pela seguinte equação: I

valor da resistência do isolamento é dada por R

U

V

U

V

R

I V

v

3.2. MÉTODO DO MEGAOHMÍMETRO

U

R

R v

e o

O megaôhmimetro é um instrumento portátil e muito utilizado na prática industrial para medir

resistências elevadas. É composto basicamente de um gerador de corrente contínua, um resistor de refe- rência e invariável próprio do instrumento e um conjunto móvel de bobinas tipo quocientímetro cuja

deflexão

K

I

I

1

2

depende do quociente das duas correntes que percorrem as suas respectivas

bobinas.

A figura 1 mostra o seu esquema de principio de funcionamento e podemos observar que é

composto de um resistor R 1 invariável, próprio do instrumento em série com a bobina A e a resistência

R a medir que é ligada em série com a bobina B. Tendo em vista que

I

1

I

2

R

R

1



K

R   


R 1

.

Figura Erro! Argumento de opção desconhecido.

 R 1 . Figura Erro! Argumento de opção desconhecido. 3.2.1. TESTE BREVE OU DE LEITURA

3.2.1. TESTE BREVE OU DE LEITURA IMEDIATA

Neste método, registra-se o valor da resistência de isolação a um dado instante de tempo, ge- ralmente de 1 minuto. Este método porem, não é muito confiável pois não leva em consideração a influ- encia da umidade, das correntes capacitavas e de absorção e da temperatura.

7

3.2.2. RESISTÊNCIA x TEMPO

Consiste no registro dos valores medidos por intervalo de tempo. Geralmente registra-se os va-

e a cada minuto até 10 minutos. Se os valores medidos ao longo do tempo

mantém-se praticamente constante, é um sinal provável de incidência de poeira ou umidade no isola- mento. Uma boa isolação deve apresentar um incremento continuo da resistência no tempo.

lores nos tempos t

1 30

s

Resistência de isolamento x tempo

3600 3200 2800 2400 2000 1600 1200 800 400 0 0 50 100 150 200
3600
3200
2800
2400
2000
1600
1200
800
400
0
0
50
100
150
200
250
300
350
400
450
500
550
600
RESISTÊNCIA DE ISOLAMENTO

TEMPO (s)

3.2.3. TESTE DE TENSÃO ESCALONADA

Consiste em aplicar dois ou mais valores de tensão ao isolamento em teste. Deve-se pesquisar quaisquer diminuição da resistência medida na tensão mais elevada. Quando se aumenta a tensão apli- cada ao equipamento em teste, produzem-se efeitos elétricos que se aproximam ou ultrapassam os encon-

trados durante a operação. A partir dai, os pontos debilitados influenciam cada vez mais os valores de resistência total da isolação.

O método da tensão escalonada, é especialmente indicado para determinar a presença de umi-

dade excessiva ou de outros contaminantes na isolação.

3.2.3.1. ÍNDICE DE ENVELHECIMENTO Como se deseja pesquisar uma possível redução na resistência de isolamento a uma tensão mais elevada, definiremos o índice de envelhecimento como sendo:

I

.

.

E

R

(

2500

v

)

R

(

500

v

)

Se I . E.1 , é uma provável indicação de que existe excessiva umidade ou outro contaminante ou danos a isolação. Se I . E. 0,8 o equipamento deve ser posto fora de operação e tomadas as provi- dências necessárias para a retirada de umidade e sujeira. Deve ser levado em consideração os valores limites de teste do equipamento de modo a não pro- vocar danos. Se a tensão de teste for maior que a admitida pelo equipamento, testá-lo sob o tempo má- ximo de 30s. O importante é que o intervalo de tempo seja igual nas duas tensões. Se a tensão nominal do equipamento for superior a 2.500V, pode-se aumentar a tensão de teste para 5 ou 10 KV.

3.3. OBSERVAÇÕES GERAIS

O equipamento deve ser acompanhado durante toda a sua vida útil, e valores medidos menores

que o esperado não são necessariamente indicadores de um problema sério. Uma tendência decrescente,

no tempo, pode indicar a necessidade de uma investigação. Como a resistência de isolamento varia com a temperatura, é imprescindível que os valores me- didos sejam corrigidos a uma temperatura de referência.

8

Quando o ponteiro do megôhmetro não estabilizar, pode ser indicação de:

1. poeira ou poluição na superfície das buchas, cabos e bobinados sendo recomendado a sua

limpeza.

2. falha na isolação dos cabos do instrumento de medição

3. falha na isolação do equipamento sob ensaio

Figura Erro! Argumento de opção desconhecido. Curvas características das várias correntes envolvidas no teste de isolação em C.C.

C

O

R

R

E

N

T

E

A

no teste de isolação em C.C. C O R R E N T E  A

TEMPO s

4. TRANSFORMADORES DE DISTRIBUIÇÃO COM DOIS EN- ROLAMENTOS

Em funcionamento, os trafos apresentam diferença de potencial entre as bobinas de AT e BT e

dos enrolamentos às partes metálicas. Em medições com instrumentos de CC, a ABNT-NBR-5380 esta-

é de 1KV e 2KV para

belece que a tensão mínima aplicada a um trafo de tensão nominal até 72,5KV

tensões superiores. Os valores medidos, referidos a temperatura de 75°C são:

a) transformadores secos

R

(

75 c

)

V

i

S

i

100

100

(

M )

b) transformadores imersos em óleos

2 , 65  V i  (M ) R ( 75  c )
2
, 65  V
i
(M )
R (
75  c
)
S
n
f

Onde:

R i (75c) - Resistência mínima do isolamento a 75°C para cada fase (M)

V i

S n

f - Freqüência nominal (Hz)

- Classe de tensão de isolamento nominal do enrolamento considerado (KV) - Potência nominal do enrolamento considerado (KVA)

4.1. TRANSFORMADORES COM DOIS ENROLAMENTOS CIRCUITO EQUIVA- LENTE

Como a resistência dos enrolamentos frente à de isolação é desprezível, e os trafos estão ligados internamente em ou , segue-se que o circuito equivalente será o seguinte:

9

Circuito Erro! Argumento de opção desconhecido.

9 Circuito Erro! Argumento de opção desconhecido. Onde: R p t - resistência de isolamento do

Onde:

R pt - resistência de isolamento do primário para a terra

R st - resistência de isolamento do secundário para a terra

R ps - resistência de isolamento do primário para o secundário

Para se medir R ps , procede-se de acordo com o circuitos a seguir:

Circuito Erro! Argumento de opção desconhecido.

a seguir: Circuito Erro! Argumento de opção desconhecido. R ps ( medido )  V /

R

ps

(

medido

)

V / /

I

R

ps

R

pt

R

st

Como podemos observar, estamos medindo um valor diferente do que se deseja incorrendo-se

100% 3 . Onde

K

k 2

em erro. O erro cometido pode ser estimado pela seguinte equação: ERRO

K

R

f

R

t

;

R

ps

R

f

e

R

pt

R

st

R

t

Para K 2 o erro é de 50% e, portanto, o valor real é duas vezes maior que o valor medido. Para eliminarmos o erro devido as resistências em paralelo, conecta-se o terminal G (guarda) a carcaça do trafo obtendo-se o seguinte circuito:

3 O erro foi definido como sendo: ERRO

valor real

valor medido

valor r eal

100%

10

Circuito Erro! Argumento de opção desconhecido.

10 Circuito Erro! Argumento de opção desconhecido. Como o amperímetro se apresenta como um curto circuito,

Como o amperímetro se apresenta como um curto circuito, então R

Para se medir R pt procede-se de acordo com o circuito abaixo:

ps

(

medido

)

R

ps

Circuito Erro! Argumento de opção desconhecido.

 R ps Circuito Erro! Argumento de opção desconhecido. R medido pt ( )  R

R medido

pt

(

)

R

pt

/ /(

R

ps

R

st

)

Novamente nos deparamos com uma medição incorreta, pois o instrumento irá medir um valor menor que o real. A estimativa do erro pode ser feita através da seguinte equação:

ERRO

1

K 2

100%

e para K 2 o erro é de 25% e o valor real é 1,33 vezes maior que o medido.

A MEGABRAS não orienta sobre a utilização do terminal guarda quando se mede a isolação para a terra. No entanto, se conectarmos, o terminal guarda ao secundário do transformador teremos o circuito equivalente abaixo:

Circuito Erro! Argumento de opção desconhecido.

abaixo: Circuito Erro! Argumento de opção desconhecido. R medida pt ( )  R pt Como

R medida

pt

(

)

R

pt

Como o amperímetro é um curto frente a resistência de isolamento entre o secundário e a terra, segue-se que o instrumento irá indicar o valor correto da resistência de isolamento entre o primário e o secundário.

Para se medir R st procede-se de acordo com o circuito a seguir:

11

Circuito Erro! Argumento de opção desconhecido.

11 Circuito Erro! Argumento de opção desconhecido. R st ( medida )  R st Todas

R

st

(

medida

)

R

st

Todas as considerações feitas para a medição da resistência de isolamen-

to primário para a terra, aplicam-se para o caso secundário terra.

REGRA Para se medir a resistência de isolamento entre o primário e o secundário, conectam-se os ter- minais V e -R entre o primário e o secundário respectivamente e o terminal guarda à terra. Para se medir a resistência de isolamento fase terra do enrolamento primário, conectam-se os terminais V e -R entre o enrolamento primário e a carcaça e o terminal guarda ao enrolamento secundá- rio.

Para se medir a resistência de isolamento fase terra do enrolamento secundário, conectam-se os terminais V e -R entre o enrolamento primário e a carcaça e o guarda ao enrolamento primário. Como as resistências de isolamento entre fases estão curtocircuitadas devido as ligações inter- nas dos trafos, segue-se que:

O valor medido de

R

st

e R

pt

representam

que:  O valor medido de R st e R pt representam na verdade 1 3

na verdade 1 3 do valor real.

st e R pt representam na verdade 1 3 do valor real.  O valor medido

O valor medido de R ps representa na verdade 1 9 do valor real.

Os valores medidos deverão ser corrigidos à temperatura de 75C.

5. MOTORES ELÉTRICOS COM SEIS TERMINAIS ACESSIVEIS E TRANSFORMA- DORES COM TRÊS ENROLAMENTOS

A resistência de isolamento mínima de um motor elétrico pode ser obtida pela seguinte expres-

são, conforme consta no informativo WEG.

R

i 25 C

Onde:

20 U

1000

2 P

500V.

R i25C

- resistência do isolamento medida a temperatura de 25C e uma tensão de teste de

U

- tensão nominal do motor (V)

P

- potência nominal do motor (W)

Se o valor medido corrigido a temperatura de 25C for menor que 2M, o motor deve ser aber- to e o enrolamento deve ser seco em estufa à temperatura mínima de 80C e aumentando-se a temperatu- ra de 5C a cada hora até atingir-se 105C.

Circuito equivalente das resistências de isolação:

12

Circuito Erro! Argumento de opção desconhecido.

12 Circuito Erro! Argumento de opção desconhecido. Que se transforma no circuito a seguir: Circuito Erro!

Que se transforma no circuito a seguir:

Circuito Erro! Argumento de opção desconhecido.

a seguir: Circuito Erro! Argumento de opção desconhecido. Teremos dois casos a considerar: 5.1.1. MEDIÇÃO DA

Teremos dois casos a considerar:

5.1.1. MEDIÇÃO DA RESISTÊNCIA DE ISOLAMENTO ENTRE FASES

Circuito Erro! Argumento de opção desconhecido.

FASES Circuito Erro! Argumento de opção desconhecido. Como podemos perceber, no circuito acima, estamos medindo a

Como podemos perceber, no circuito acima, estamos medindo a resistência equivalente e não R 12 . O valor medido é, portanto, menor que o real tendo em vista que a corrente que circula pelo ampe-

rímetro é maior do que aquela que circula por R 12 . Logo a corrente que passa pelo amperímetro é:

I

V

 

V

 

R

12

R

1

t

R

t

2

 

R

13

R

23

V . Se

por esse tipo de leitura será: ERRO

R

12

R

13

1

k

3

k

R

23

R

f

e

100 , onde k

R

1t

R

f

R

t

R

2t

R

3t

R

t

, o erro proporcionado

. O erro é, pois, de 60% e o valor real

é 2,5 vezes maior que o valor medido. Se, como manda o manual do fabricante, ligarmos o terminal G à terra teremos:

13

Circuito Erro! Argumento de opção desconhecido.

13 Circuito Erro! Argumento de opção desconhecido. É fácil verificarmos que o amperímetro irá medir uma

É fácil verificarmos que o amperímetro irá medir uma corrente maior do que a que atravessa

R 12 , conduzindo a um valor de R 12 falso. Contudo, esse método já melhora sensivelmente o valor me-

dido aproximando-o do real. A corrente que circula por R 1t e R 3t já não atravessa o amperímetro e a

corrente que circula por R 13 se divide por R 23 e R 3t . Como R 23 é maior que R 3t , isso implica que

mais da metade da corrente que circula por R 13 não circula por R 23 e, portanto, não passa pelo ampe- rímetro.

K

A corrente que circula pelo amperímetro será então: I

Supondo a igualdade entre as resistências, como R

12

V

R

12

R

13

R

V

R

13

23

R

f

R

23

R

13

R

3

t

R

23

e R

1t

R

2t

R

3t

R

t

.

,

e

R

f

R

t

o erro será: ERRO

1

K 3

100 . O erro é, pois, de 20%, menor que na situação anterior, e o

valor real é 1,25 vezes maior que o valor medido. Para contornar-mos esse inconveniente, devemos desviar a corrente que passaria por R 23 para a terra. Isso é feito conectando o ponto 3 (terminal) à terra. Nesse caso o circuito toma a seguinte confi- guração:

Circuito Erro! Argumento de opção desconhecido.

Circuito Erro! Argumento de opção desconhecido. Agora a corrente que passa pelo amperímetro é a corrente

Agora a corrente que passa pelo amperímetro é a corrente que circula por R 12 , e V

I R 12

5.1.2. MEDIÇÃO DA RESISTÊNCIA DE ISOLAMENTO FASE X TERRA

Medição entre a bobina 1 e a terra:

14

Circuito Erro! Argumento de opção desconhecido.

14 Circuito Erro! Argumento de opção desconhecido. Da mesma forma que no caso 1, estamos medindo

Da mesma forma que no caso 1, estamos medindo a resistência equivalente do circuito e não a resistência fase x terra. O valor medido, pois, resulta menor que o real e o erro pode ser estimado da seguinte forma: a intensidade da corrente que circula pelo amperímetro, tendo em vista a configuração

em ponte, é: I

V V

R

1

t

R

12

R

13

R

2

t

R

3

t

R

12

R

13

R

2

t

R

3

t

E tendo em vista as aproximações anteriores, o erro será: ERRO

2

K

3 . O erro é de 40% e o

valor real é 1,6 vezes maior que o valor medido. Para medirmos o valor exato, devemos proceder da seguinte forma: curtocircuita-se os terminais 2 e 3 (não utilizados) e conecta-se o terminal guarda. O circuito assume a seguinte configuração:

Circuito Erro! Argumento de opção desconhecido.

Circuito Erro! Argumento de opção desconhecido. Agora a corrente que passa pelo amperímetro é a corrente

Agora a corrente que passa pelo amperímetro é a corrente que circula por R 1t , e V

I

R

1 t

REGRA:

1.) Para medir-se a resistência de isolamento entre fases, conectam-se os terminais (V e -R) do instrumento entre as fases à medir o isolamento e conecta-se a fases não utilizada à terra e ao terminal guarda do instrumento. 2.) Para medir-se a resistência de isolamento entre a fase e a terra, conectam-se os terminais V do instrumento na fase a medir a sua isolação, o -R a terra e curtocircuitam-se as fase não utilizadas conectando-se ao terminal guarda do instrumento.

6. CABOS ELÉTRICOS

0 V
0
V

Os cabos de potência são caracterizados por tensões de isolamento V

, onde V 0 é a tensão de

isolamento fase-terra e V é a tensão de isolamento fase-fase. Os cabos de potência são classificados em dois tipos:

a) PVC/A - composto isolante à base de cloreto de polivilina ou copolímero com acetato de vi- nila utilizado em cabos com tensão de isolamento até 0,6/ 1KV.

15

b) PVC/B - composto isolante à base de cloreto de polivilina ou copolímero com acetato de vi- nila utilizado em cabos com tensão de isolamento acima de 0,6/ 1KV

A espessura mínima da isolação não deve ser inferior a 90% do especificado na tabela (08 ou

09) - 0,1mm.

A resistividade volumétrica é calculada pela equação

de isolamento por: K

i

R l

i

2

ln

D

d

.

R l

2

i

1

D

ln

d

e a constante da resistência

A resistência de isolamento de um cabo elétrico, referida a 20C e a um comprimento de 1 Km,

não deve ser inferior ao valor calculado com a seguinte equação:

R

i

K

i

Onde:

log

D

d

- resistividade volumétrica em cm

l 1

l 2

- comprimento da amostra do cabo em cm

- comprimento do cabo em Km

R i - resistência de isolamento em M  Km a 20C, sob tensão de teste de 500V

- constante de isolamento igual a 185M  Km para PVC/a e 370 M  Km para

resistividades volumétricas de 10 13   cm e 10 14   cm

D - diâmetro sobre a isolação, em mm

d - diâmetro sob a isolação, em mm Para condutores de seção não circular, o valor de d é dado pela seguinte expressão:

K i

PVC/B e corresponde as

d 1,13

K i PVC/B e corresponde as d  1 , 1 3 S . Onde S

S . Onde S é a seção transversal do condutor mm 2

O fabricante deve fornecer o coeficiente por C a ser utilizado

Para a medição da resistência de isolamento entre dois condutores, conectam-se os terminais V e -R aos condutores que se deseja medir e curtocircuitam-se todos os outros condutores conectando-os ao terminal guarda e a terra. Para a medição da resistência de isolamento entre o condutor e a terra, conectam-se os termi- nais V e -R ao condutor e a terra respectivamente curtocircuitando-se os condutores não utilizados e conectando-os ao terminal guarda.

16

7.ANEXOS

TABELAS DE CORREÇÃO DE TEMPERATURA TABELA DE RESISTÊNCIAS MÍNIMAS DE ISOLAÇÃO

17

Tabela Erro! Argumento de opção desconhecido.

FATORES DE CORREÇÃO PARA A DETERMINAÇÃO DA RESISTÊNCIA DE ISOLAMENTO MÍNIMA EM TEMPE- RATURAS DIFERENTES DE 75C

(TRANSFORMADORES IMERSOS EM ÓLEO)

TEMPERATURA

FATOR DE

TEMPERATURA

FATOR DE

(C)

CORREÇÃO

(C)

CORREÇÃO

0

181

41

10,6

1

169

42

9,9

2

158

43

9,2

3

147

44

8,6

4

137

45

8

5

128

46

7,5

6

119

47

7

7

111

48

6,5

8

104

49

6,1

9

97

50

5,7

10

91

51

5,3

11

84

52

4,92

12

79

53

4,59

13

74

54

4,29

14

69

55

4

15

64

56

3,73

16

60

57

3,48

17

56

58

3,25

18

52

59

3,03

19

48,5

60

2,83

20

45,3

61

2,64

21

42,2

62

2,46

22

36,4

63

2,3

23

36,3

64

2,14

24

34,3

65

2

25

32

66

1,87

26

29,9

67

1,74

27

27,9

68

1,62

28

26

69

1,52

29

24,3

70

1,41

30

22,6

71

1,32

31

21,1

72

1,23

32

19,7

73

1,15

33

18,4

74

1,07

34

17,2

75

1

35

16

76

0,93

36

14,9

77

,0,87

37

13,9

78

0,81

38

13

79

0,76

39

12,1

80

0,71

40

11,3

   

18

Tabela Erro! Argumento de opção desconhecido.

FATORES PARA CORREÇÃO DA RESISTÊNCIA DE ISOLA- MENTO DO CABO EM FUNÇÃO DA TEMPERATURA

Temperatura

 

Coeficiente por 1C

 

(C)

1,10

1,11

1,13

1,15

1,17

1,18

1,20

1,23

5 0,27

 

0,21

0,16

0,12

0,10

0,07

0,06

0,05

6 0,29

 

0,23

0,18

0,14

0,11

0,09

0,07

0,06

7 0,32

 

0,25

0,20

0,16

0,13

0,11

0,09

0,07

8 0,35

 

0,28

0,23

0,19

0,15

0,13

0,10

0,09

9 0,38

 

0,31

0,26

0,22

0,18

0,15

0,13

0,11

10 0,42

 

0,35

0,30

0,25

0,21

0,18

0,15

0,13

11 0,46

 

0,39

0,33

0,28

0,25

0,21

0,18

0,16

12 0,50

 

0,43

0,38

0,33

0,29

0,25

0,22

0,19

13 0,54

 

0,48

0,43

0,38

0,34

0,30

0,27

0,24

14 0,59

 

0,53

0,48

0,43

0,39

0,35

0,32

0,29

15 0,65

 

0,59

0,54

0,50

0,46

0,42

0,39

0,36

16 0,71

 

0,66

0,62

0,57

0,54

0,50

0,47

0,44

17 0,77

 

0,73

0,70

0,66

0,63

0,59

0,57

0,54

18 0,85

 

0,81

0,79

0,76

0,74

0,70

0,68

0,66

19 0,92

 

0,90

0,89

0,87

0,86

0,84

0,82

0,81

20 1,00

 

1,00

1,00

1,00

1,00

1,00

1,00

1,00

21 1,10

 

1,11

1,13

1,15

1,17

1,18

1,20

1,23

22 1,20

 

1,24

1,28

1,32

1,37

1,40

1,45

1,51

23 1,31

 

1,37

1,45

1,52

1,60

1,67

1,75

1,85

24 1,43

 

1,53

1,63

1,74

1,88

1,98

2,11

2,27

25 1,56

 

1,70

1,85

2,00

2,19

2,35

2,55

2,78

26 1,71

 

1,88

2,09

2,30

2,56

2,79

3,08

3,42

27 1,86

 

2,09

2,36

2,64

3,00

3,32

3,72

4,19

28 2,04

 

2,32

2,66

3,04

3,50

3,95

4,49

5,15

29 2,22

 

2,58

3,00

3,50

4,09

4,69

5,42

6,32

30 2,43

 

2,87

3,40

4,02

4,78

5,57

6,54

7,75

31 2,65

 

3,19

3,84

4,62

5,59

6,62

7,90

9,51

32 2,89

 

3,54

4,34

5,31

6,54

7,87

9,53

11,67

33 3,16

 

3,93

4,90

6,10

7,64

9,35

11,51

14,33

34 3,45

 

4,37

5,53

7,01

8,93

11,11

13,89

17,58

35 3,77

 

4,85

6,25

8,06

10,44

13,20

16,77

21,58

36 4,11

 

5,39

7,06

9,26

12,20

15,69

20,25

26,48

37 4,49

 

6,00

7,98

10,64

14,26

18,64

24,44

32,50

38 4,9

 

6,66

9,01

12,23

16,67

22,15

29,51

39,89

39 5,35

 

7,39

10,18

14,06

19,49

26,32

35,62

48,95

40 5,84

 

8,21

11,5

16,16

22,78

31,28

43,00

60,07

19

Tabela Erro! Argumento de opção desconhecido.

FATORES DE CORREÇÃO DA RESISTÊNCIA COM A TEMPERA- TURA (MOTORES)

TEMPERATURA

ISOLAÇÃO CLASSE A

ISOLAÇÃO CLASSE B

(C)

0

0,21

0,40

5

0,31

0,50

10

0,45

0,63

15,6

0,71

0,81

20

1,00

1,00

25

1,48

1,25

30

2,20

1,58

35

2,24

2,00

40

4,80

2,50

45

7,10

3,15

50

10,45

3,98

55

15,50

5,00

60

22,80

6,30

65

34,00

7,90

70

50,00

10,00

75

74,00

12,60

Tabela Erro! Argumento de opção desconhecido.

VALORES MÍNIMOS DA RE- SISTÊNCIA DE ISOLAMENTO PARA TRAFOS TRIFÁSICOS IMERSOS EM ÓLEO

R i (M)

POTÊNCIA

440 V

13,8 KV

(KVA)

15.900

238.500

5

11.243

168.645

10

9.180

137.698

15

6.491

97.367

35

5.300

79.500

45

4.105

61.580

75

3.352

50.280

112,5

2.903

43.544

150

2.370

35.535

225

2.249

33.729

250

2.053

30.790

300

1.778

26.665

400

1.590

23.850

500

1.124

16.864

1000

20

Tabela Erro! Argumento de opção desconhecido.

ESPESSURA DA ISOLAÇÃO PARA CABOS DE POTENCIA COM ISOLAÇÃO PVC PARA TENSÕES DE 1 A 20KV

 
V 0 V
V
0
V

(kV)

0,6/1

1,8/3

3,6/6

6/10

8,7/15

12/20

Seção nominal do condutor (mm 2 )

           

1,5 e 2,5

 

0,8

-

-

-

-

-

4

e 6

1,0

-

-

-

-

-

10

1,0

2,2

3,4

-

-

-

16

1,0

2,2

3,4

4

-

-

25

1,2

2,2

3,4

4

5,2

-

35

1,2

2,2

3,4

4

5,2

6,4

50

e 70

1,4

2,2

3,4

4

5,2

6,4

95

e 120

1,6

2,2

3,4

4

5,2

6,4

150

1,8

2,2

3,4

4

5,2

6,4

185

2,0

2,2

3,4

4

5,2

6,4

240

2,2

2,2

3,4

4

5,2

6,4

300

2,4

2,4

3,4

4

5,2

6,4

400

2,6

2,6

3,4

4

5,2

6,4

500 e 800

 

2,8

2,8

3,4

4

5,2

6,4

1000

 

3,0

3,0

3,4

4

5,2

6,4

Tabela Erro! Argumento de opção desconhecido.

ESPESSURA DA ISOLAÇÃO PARA CABOS DE POTENCIA COM ISOLAÇÃO PVC PARA TENSÕES ATÉ 750V

V 0 V
V
0
V

(kV)

450/750 e 300/300

Seção nominal do condutor (mm)

Espessura nominal da cobertura (cm)

 

0,5

0,6

0,75

0,6

 

1

0,6

 

1,5

0,8

 

2,5

0,8

 

4

1,0

 

6

1,0

 

10

1,0

21

8. BIBLIOGRAFIA CONSULTADA

ABNT - NBR - 5380 - Transformadores de potência - método de ensaio.

Maio/1993

ABNT - NBR - 6813 - Fios e cabos elétricos ensaios de resistência de isola- mento - método de ensaio, ago/1981 ABNT - NBR- 6980 - Cabos e cordões flexíveis com isolação extrudada de cloreto de polivilina (PVC) para tensões até 750 V - especificações,

set/1988

ABNT - NBR -7288 - Cabos de potência com isolação sólida extrudada de cloreto de polivinila (PVC) para tensões de 1 a 20KV - especificações,

fev/1987

BIDDLE CO, Jaimes G. Manual de teste e avaliação de resistência de isola- mento elétrico. FACEL, 1981, adaptação e tradução de Camilo Lagos. MEDEIROS FILHO, Solon de Fundamentos de medidas elétricas. Editôra Guanabara, 2 a edição, 1981 MEGABRAS - Instruções de uso Manual do meghometro OLIVEIRA, José Carlos de .Transformadores - teoria e ensaios. Edgard Blü- cher ltda, 1983. PETROBRAS - N - 1614 .Construção, montagem e condicionamento de e- quipamentos elétricos - procedimento. Ago/84 PETROBRAS - N - 1659 .Redes e equipamentos elétricos - folhas de testes.

Out/82

PETROBRAS - N - 2369 .Fio e cabo elétrico - especificação. Ago/90 TRIEEL - Procedimento de medição de resistência de isolamento. VERRI, Luiz Alberto .Queima zero de motores. 3 0 encontro de engenharia e- létrica, 12/95, Rio de Janeiro WEG - Instruções para instalação de motores elétricos. Jaraguá do sul- SC WEG - Manual de motores elétricos, 3 a edição, Jaraguá do sul - SC