Você está na página 1de 42
Quarta-feira, 29 de Outubro de 2008 I SÉRIE — Número 44 BOLETIM DA REPUBLICA PUBLICAÇÃO
Quarta-feira, 29 de Outubro de 2008
I SÉRIE — Número 44
BOLETIM DA REPUBLICA
PUBLICAÇÃO OFICIAL DA REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE
IMPRENSA
NACIONAL
DE
MOÇAMBIQUE
PRIMEIRA-MINISTRA
DESPACHO
AVISO
A matéria
a
publicar no
«Boletim da República»
deve ser remetida em cópia devidamente autenticada,
uma por cada assunto, donde conste, além das indi-cações
necessárias para esse efeito, o averbamento seguinte,
assinado e autenticado: Para publicação no «Boletim da
República».
No quadro do processo de rêestruturação do sector empresarial
do Estado, foi a Texlom, SARL, identificada para reestruturação
ao abrigo da Lei n.° 15/91, de 3 de Agosto, conjugada com o
Decreto n.° 2 1/89, de 23 de Maio, e com o Decreto n.° 28/91, de 2 1
de Novembro.
SUMARIO
Primeira-Ministra
A alínea c) do n.° l do artigo 8 da citada Lei n.° 15/91, estabelece
que o processo de reestruturação empresarial que implique a
alienação de estabelecimentos, instalações e participações sociais
poderá seguir a modalidade de negociação particular, a qual é
precedida de diagnóstico do potencial de reestruturação nos
termos do artigo 9 da referida Lei.
D
espacho
Adjudica à Moztex, SA, a aquisição da unidade fabril da
Texlom, SARL, para a implementação do Projecto de
Desenvolvimento de Têxteis de Moçambique.
Concluídas as negociações com a Aga Khan Fund For
Economic Development-AKFED, SA, urge transferir, a título
oneroso, as instalações fabris da Texlom, SARL, a favor da
Moztex, SA, sua representante.
D
espacho
Anula com todas as consequência:» legais, a adjudicação
do Bloco 2 de ex-Empresa de Leite e Lacticínios de Manica
feita a favor da empresa Umbeluzi-Fábrica de Lacticínios,
Lda.
Nestes termos, em ordem à definição precisa dos direitos e
obrigações das partes, no âmbito da alienação deste património
do Estado, a Primeira-Ministra, usando da competência fixada no
n.° l do artigo 10 da Lei n.° 15/91, de 3 de Agosto, decide:
D
espacho
Adjudica ao investidor nacional João Alficha Levessene o
Bloco 2 da ex-Empresa de Leite e Lacticínios de Manica,
sita em Vanduzi, na província de Manica.
1. É adjudicada à Moztex, SA, a aquisição da unidade fabril
da Texlom, SARL para a implementação do Projecto dg
Desenvolvimento de Têxteis de Moçambique.
Ministérios das Finanças e do Turismo
D
iplom a
M inisterial
n.° 101/2008
2. É designado o IGEPE - Instituto de Gestão das
Participações do Estado - Para outorgar em nome do
Estado de Moçambique, a competente escritura pública
de adjudicação.
Aprova a tabela de taxas de licenciamento.
Publique-se.
-A Primeira-Ministra,
Ministério da Função Pública
Maputo, 15 de Setembro de 2008.
Luísa Dias Diogo.
D
iplom a
M inisterial
n.° 102/2008
Aprova o Regulamento Interno da Direcção Nacional de
Gestão Estratégica dos Recursos Humanos do Estado.
DESPACHO
Conselho Superior da Magistratura do Ministério
Público
R
eolução
n." 1/C S M M P /P /2008
No quadrodo processo de reestruturação do sector empresarial
do Estado, foi o Bloco 2 dà ex-Empresa de Leite e Lacticínios de
Manica adjudicado à Empresa Umbeluzi — Fábrica de Lacticínios,
Limitada.
Aprova o Regulamento de funcionamento do Conselho
Superior da Magistratura do Ministério Público.
R
esolução
n.° 2/C S M M P /P /2008
Aprova o Regulamento da Inspecção do Ministério Público.
Do acompanhamento feito pelas competentes estruturas do
Estado, veio a apurar-se o incumprimento reiterado das condições
da adjudicação, nomeadamente, quanto à obrigação legal de
manter o bem em funcionamento.
360 I SÉRIE — NÚMERO 44 O processo de reestruturação do sector empresarial do Estado
360
I SÉRIE — NÚMERO 44
O processo de reestruturação do sector empresarial do Estado
tem como objectivo estratégico i reactivação da economia
nacional, pelo que não pode ser tolerada a posse inactiva de
terras e infra-estruturas, sobretudo das destinadas a actividades
agro-pecuárias, como são as do ca: o vertente.
Nestes termos, sob proposta do Ministério de Agricultura, e
ao abrigo do disposto non.0 1do artigo lOdaLein.0 15/91, de 3 de
Agosto, a Primeira-Ministra determ na:
efectivas prestadas pelo investidor nacional identificado, ao
abrigo do disposto no n.° 1 do artigo-10 da Lei n.° 15/91, de 3 de
Agosto, a Primeira-Ministra determina:
Único: É adjudicado ao investidor nacional João Alficha
Levessene o Bloco 2 da ex-Empresa de Leite e Lacticínios de
Manica, sito em Vanduzi na Província de Manica.
Publique-se
Único: É anulada, com todas as consequências legais, a
adjudicação do Bloco 2 da ex-Empresa de Leite e Lacticínios de
Maputo, 22 de Setembro de 2008.— A Primeira- Ministra, Luísa
Dias Diogo.
Manica feita a favor da Empresa Um aeluzi-Fábrica de Lacticínios,
Lda.-
Publique-se.
MINISTÉRIOS DAS FINANÇAS E DO TURISMO
Maputo,22deSetem biD cle2008A Prrneita-M inigja,Luísa
Dias Diogo.
Diploma Ministerial n.° 101/2008
de
29 de
Outubro
DESPACHO
No quadro do processo de reestn jturação do sector empresarial
do Estado, foi o Bloco 2 da ex-Empresa de Lejte e Lacticínios de
Manica identificado para alienação.
Do referido processo resultou a adjudicação daquele Bloco a
Havendo necessidade de fixar as taxas de licenciamento para
as actividades de Alojamento Turístico, Restauração e Bebidas e
Salas de Dança, previstos no Decreto n.° 18/2007, de 7 de Agosto,
ao abrigo do artigo 267 do mesmo Decreto, os Ministros das
Finanças e do Turismo determinam:
Artigo 1. É aprovada a tabela de taxas de licenciamento, em
anexo, que é parte integrante do presente diploma.
favor da empresa Umbeluzi-Fábric<
de Lacticínios, Lda, que desde
Art. 2. As taxas a que se refere o artigo anterior podem ser
o rnomento da entrega do mesmo nunca desenvolveu nenhuma
actividade no terreno, violando assim as condições impostas pela
objecto de alteração, caso a dinâmica da economia nacional
justifique.
o
lei, o que lhe veio a acarretar a ani laçâo da adjudicação.
Em ordem à revitalização daqjela unidade económica, sob
proposta do Ministério da Agricultura, presentes as garantias
Art. 3 .0
presente Diploma .entra imediatamente em vigor.
Maputo, Abril de 2008. — O Ministro das Finanças, Manuel
Chang. — O Ministro do Turismo, Fernando Sumbana Jr.
29 DE NOVEMBRO DE 2008 361 Tabela das Taxas de Licenciamento N/O Actividade V alor
29 DE NOVEMBRO DE 2008
361
Tabela das Taxas de Licenciamento
N/O
Actividade
V alor a pagar
1
Actividade de alojam ento
turístico
1.1
Hotéis, Hotés Residencias, Hóteis Apartamentos, Hóteis Resort,
Lodges,conjunto turístico e apartamento turístico:
• Análise de Projecto
.7.500,00
• Vistoria
9.000,00
30.500,00 MT
• Alvará
10.000,00
• Denominação
1. 500,00
• Registo de Gestor
2.
500,00
1.2
Pensões e Pensões Residencias:
• Análise de Projecto
6.500,00
• Vistoria
8.000,00
24.500,00 MT
• Alvará 9.000,00
• Denominação 500,00
• Registo de Gestor
500,00
1.3
Parques de campismo:
• Análise de Projecto
4.000,00
• Vistoria
6.000,00
17.500,00 MT
• Alvará 7.000,00
• Denominação 500,00
1.4
Aluguer de quartos para fins turísticos, Casas de Hóspedes,
Alojamento Particular e Quintas para fins Turísticos:'
8.000,00 MT
• Análise de Projecto
2.000.00
• Vistoria
4.000.00
• Alvará 1.500.00
• Denominação 500.00
2
Actividade de licenciamento de restauração e bebidas
2.1
Salas de dança de Luxo e 1aclasses, Bar De Luxo e 1a
classe, Snack-Bar Luxo e 1a classes, Salões de Chá de
Luxo e 1a classe Cervejarias de 1a classe, Pastelarias de
1a classe, Café de 1a classe
22.000,00 MT
a) Análise de Projecto
5.000,00
• Vistoria 7.000,00
• Alvará 8.000,00
• Denominação
500,00
• Registo de Gestor
1500,00'
Salas de dança de 2a, 3a classes, Bar 2a, 3a classes, Snack-
Bar 2a, 3a classes, Salões de chá de Luxo 2a, 3a classes,
Cervejarias 2a e 3a classes, Pastelarias de 2a e 3a
classes, Café de 2a e 3a classes:
16.500,00MT
b) Análise de Projecto
, 3.000,00
Vistoria
6.000,00
Alvará 7.000,00
Denominação 500,00
362 I SÉRIE— NÚMERO 44 2.2 Restaurantes de Luxo e 1“classes • Análiss de Projecto
362
I SÉRIE— NÚMERO 44
2.2
Restaurantes de Luxo e 1“classes
• Análiss de Projecto 5,000,00
23.000,00 MT
• Vistor a
7.000,00
• Alvará 9.000,00
• Denominação
500,00
• Registo de Gestor 2.000,00
Restaurantes de dança de 2a, 3a classes
• Anális; de Projecto 4.000,00
• Vistor a
6.000,00
19.500,00 MT
• Alvará 8.000,00
• Denominação
500,00
• Registo de Gestor
1000,00
O utras taxas
3
Pela alteração do alvará
3.1
Hotéis, Hotés Fesidencias, Hóteis Apartamentos, Hóteis Resort,
Lodges,conjunt 5 turístico e apartamento turístico
6.000,00 MT
3.2
Pensões e Pensões Residencias:
5.000,00 MT
3.3
Aluguer de quartos para fins turísticos, Casas de Hóspedes e
Quintas para fir s Turísticos:
4.000,00 MT
3.4
Parques
de
campismo
e
estabelecimentos
de restauração e
bebidas
3.500,00 MT
3.5
Salas de dança
3.000,00 MT
4
Pela renovação de licença de gestão
4.1
Estabelecimentos de alojamento
2.000,00 MT
4.2
Estabelecimentos de restauração e bebidas
500,00 MT
Regulam ento
Interno da Direcção Nacional
de Gestão Estratégica dos Recursos
MINISTÉRIO DA FUNÇÃO PÚBLICA
Humanos do Estado
CAPÍTULO I
Diploma Ministerial n.° 102/2008
D isposições Gerais
de
29 de
O u tjb ro
A rtigo 1
(N a tu re za )
Pelo Decreto n.° 60/2007, de 17 <le Dezembro, foi aprovado
o Estatuto Orgânico do Ministério d i Função Pública.
Havendo necessidade de se aprovar o Regulamento Interno
da Direcção Nacional de Gestão Estratégica dos Recursos
Humanos do Estado, no uso da faculdade que lhe é concedida
A Direcção Nacional de Gestão Estratégica dos Recursos
Humanos do Estado, abreviadamente designada por DNGERHE,
é uma unidade orgânica do Ministério da Função Pública,
responsável pela criação de condições para a materialização das
competências do Ministério da Função Pública, definidas no
âmbito da gestão estratégica e desenvolvimento de recursos
humanos do Estado
pelo artigo 20 do Decreto n° 60/2007, d ; 17 de Dezembro, a Ministra
CAPÍTULO II
da Função Pública determina:
Estrutura
A rtigo 1. É aprovado o Regulamento 1ntemo da Direcção Nacional
A rtigo 2
de Gestão Estratégica dos Recursos Humanos do Estado, em
(E s tru tu ra)
anexo, e que faz parte integrante dopiesente Diploma Ministerial.
1. A Direcção Nacional de Gestão Estratégica dos Recursos
Humanos do Estado tem a seguinte estrutura:
A rt
2
.0 presente Diploma Ministerial entra em vigor na data da
a) Direcção;
sua publicação.
Ministério da Função Pública, em Maputo, 10 de Setembro de
b) Departamento de Desenvolvimento dos Recursos
Humanos do Estado; e
c) Departamento de Gestão dos Recursos Humanos do Estado.
2008.
2. O Departamento de Gestão dos Recursos Humanos do
Estado compreende:
Publique-se.
a) Repartição de Políticas e Normas
A Ministra, Vitória Dias Diogo
b) Repartição de Monitoria e assistência Técnico
29 DE NOVEMBRO DE 2008 363 CAPÍTULO III c) Elaborar normas e metodologias gerais para
29 DE NOVEMBRO DE 2008
363
CAPÍTULO III
c)
Elaborar normas e metodologias gerais para levantamento
e
identificação das necessidades de formação de
Funções
acordo com a politica vigente;
A rtigo 3
d)
(D ire c ç ã o )
São funções da Direcção Nacional de Gestão Estratégica dos
Recursos Humanos do Estado:
Coordenar com as instituições implementadoras do
SIFAP no estabelecim ento de estratégias
metodologicas e na elaboração dos instrumentos de
levantamento das necessidades de formaçao na área
comum da administração;
e)
Estabelecer critérios de acreditação de .instituições e
a)
Pronunciar-se sobre projectos de actos normativos no
âmbito da gestão dos recursos humanos do Estado;
b)
Monitorar a gestão de recursos humanos e do Sistema
de Carreiras e Remuneração (SCR);
cr.editação da form ação nas areas comuns da
adm inistração pública, em articulação com as
instituições implementadoras do SIFAP;
J)
c)
Controlar a implementação das políticas relativas
Coordenar a elaboração de programas de formação
indicando categorias e funções a serem abrangidas;
à
assistência e à previdência social dos servidores do
g)
Estado;
d)
Emitir pareceres sobre a criação ou extinção de carreiras,
funções e qualificadores profissionais;
D esenvolver estudos visando o aperfeiçoam ento
permanente dos processos de formação e identificar
oportunidades e instituições de form ação em
administração pública para a sua implementação;
e)
Preparar e monitorar a implementação dos modelos de
h)
Coordenar com as instituições implementadoras do
avaliação do desempenho dos funcionários e agentes
do Estado;
SIFAP a assistência técnica aos Órgãos centrais e
locais do Estado na elaboração de programas, selecção
J)
Gerir o quadro de supranumerário;
de conteúdos, metodologias eidefinição dos recursos
g ) Monitorar os concursos de ingresso e de promoção na
função pública;
necessários para a realização de acções de formação;
i) Efectuar analises globais dos resultados e do impacto de
h) Monitorar a observância dos direitos e deveres dos
funcionários e agentes do Estado;
program as de form ação na área comum da
Administração Publica;
/) Elaborar propostas de normas sobre a constituição
j)
e funcionamento de júris de concursos;
j) Gerir o Subsistema de Formação em Administração
Pública (SIFAP);
Propor instrumentos de monitoria e avaliação do impacto
de program as de form ação na área comum da
Administração Pública;
k)
C oordenar as actividades relacionadas com
k) Propor normas
« procedim entos sobre o desenho
a
implem entação dos cursos modulares, Ensino
e realização do Subsistema Electrónico de Informação
de Pessoal (e-SIP);
à Distância e de curta duração no âmbito do SIFAP;
/)
Estabelecer e manter a coordenação permanente com
/) Instruir os processos relativos à fixação de vencimentos
excepcionais dos funcionários;
os
agentes implementadores do Sistema de Formação
em
Administração Pública (SIFAP);
m)
Acompanhar e monitorar a reforma do sector público
quanto a consolidação da profissionalização na
Administração Pública;
tri)
Criar e assegurar a gestão do banco de dados sobre o
SIFAP.
ri)
Incentivar a
form ação
e capacitação nos locais
A rtigo 5
de trabalho, com destaque para o estudo colectivo da
legislação pertinente à Função Pública;
(Departam ento de G estão dos Recursos Hum anos
do Estado-D G R H )
o)
Assegurar a gestão uniforme das carreiras comuns da
Função Pública;
p) Propor políticas e estratégias de gestão dos recursos
humanos afectos à função pública e aos institutos
São funções do Departamento de Gestão dos Recursos
Humanos do Estado:
á)
públicos;
q) Pronunciar-se sobre políticas e estratégias de gestão de
recursos humanos pertencentes aos quadros dos
órgãos do poder local;
Coordenar e orientar a planificação e o controlo das
actividades de gestão de recursos humanos do
aparelho do Estado de acordo com as directrizes e
planos do Governo;
b)
r) Organizar e actualizar a base de dados relativa aos
processos dos titulares dos cargos governativos
Monitorar a observância dos direitos e deveres dos
funcionários e agentes do Estado, recolhendo,
analisando e emitindo pareceres;
e dos dirigentes superiores do Estado;
c)
s) Gerir os recursos materiais e patrimoniais da Direcção.
Elaborar propostas de normas sobre a constituição e
funcionamento de júris de concursos;
d)
Propor normas e procedimentos para a gestão de base
A rtigo 4
de
dados de recursos humanos do Estado;
(D e p a rta m e n to
de
D e s e n v o lv jm e n to
dos
R e cu rso s
H u m an o s
é)
do Estado - DDFÍH)
Preparar pareceres sobre a criação e extinção de carreiras
e qualificadores profissionais;
f) Organizar e gerir o banco de dados dos supranumerários
São
funções do Departam ento
de Desenvolvimento
de
e dos candidatos aprovados em concursos
Recursos Humanos do Estado:
aguardando provimento;
a) Propor a. implementação duma política global de formação
e capacitação permanente de funcionários em matéria
de adm inistração pública em articulação com
g)
Recolher e sistematizar os dados sobre os planos anuais
dos órgãos centrais e locais do Estado sobre as
prom oções e progressões m onitorando a sua
as instituições de ensino públicas e privadas;
implementação;
b) Efectuar análises prospectivas de necessidades de
h)
Propor normas e instrumentos para levantamento e
formação a médio e longo prazos para a área comum
com vista ao desenvolvimento dos funcionários do
aparelho de Estado;
planificação das necessidades de recursos humanos;
/) Instruir os processos relativos à fixação de vencimentos
excepcionais dos funcionários;
364 I SÉ RIE — NÚMERO 44 /') Promover a aplicação correcta e uniforme do
364
I SÉ RIE —
NÚMERO 44
/')
Promover a aplicação correcta e uniforme do estatuto do
funcionalism o público e de outras normas
d) Promover a aplicação correcta e uniforme do estatuto do
funcionalism o público e de outras normas
e
procedimentos referertes à gestão de recursos
e procedimentos referentes à gestão de recursos
humanos;
humanos;
k)
Garantir a implementação de critérios, métodos e técnicas
de avaliação de desempenho na função pública;
e) Promover a actualização periódica dos processos
individuais dos funcionários e agentes do Estado ;
í)
Realizar estudos prospectivo» sobre a força de trabalho
do aparelho de Estado, verificando a sua composição
f) Apoiar tecnicamente aos órgãos centrais e locais do
Estado na aplicação da legislação relativa aos recursos
e
mobilidade;
humanos;
m)
Propor instrumentos de moni .oria da implementação das
políticas de assistência médica e medicamentosa
g) Garantir a implementação de critérios, métodos e técnicas
de avaliação de desempenho na função pública;
e
previdência social;
h) M onitorar a gestão do e-SIP em coordenação com
ri)
Promover a actualização periódica dos documentos nos
processos individuais dos funcionários e agentes do
Estado ;
o D epartam ento de Tecnologias e Sistem as de
Informação (DTSI) do Ministério.
o)
Promover a contagem e publ ícação periódica do tempo
de serviço prestado ao Estado, pelos funcionários
CAPÍTULO IV
e agentes do Estado;
Com petências
p) Realizar estudos e pesquisas sobre a legislação do
pessoal visando a sua permanente revisão e respectiva
A rtigo 8
adequação;
(D irec to r
N acio nal)
q)
Apoiar tecnicamente aos órgãos centrais e locais do
Estado na aplicação da legislação relativa aos recursos
humanos;
/•)
Monitorar a gestão do e-SIP.
1. A Direcção Nacional de Gestão Estratégica dos Recursos
Humanos do Estado é d-irigida por um Director Nacional
coadjuvado por um Director Nacional Adjunto.
2. Compete ao Director Nacional:
A rtigo 6
a)
Dirigir e controlar as actividades da unidade orgânica;
b)
(R epartição
de P olíticas
e N orm ação -
RPN
)
São funções da Repartição de Políticas e Normas:
Analisar e submeter à apreciação superior os planos
anuais ou plurianuais de actividades e os respectivos
relatórios de execução;
a)
Elaborar propostas de políticas e estratégias de gestão
dos recursos humanos afectos â função pública e aos
c)
institutos públicos;
b)
Emitir pareceres sobre políticas e estratégias de gestão
de recursos humanos pertcncentes aos quadros dos
órgãos do‘poder local;
Promover e garantir a articulação da direcção com as
demais unidades orgânicas do Ministério da Função
Pública, com vista a integração e complementaridade
das acções;
d)
Assegurar a representação da Direcção Nacional em suas
ligações externas;
c)
Elaborar propostas de nornas sobre a constituição
é)
e
funcionamento de júris de concursos;
d)
Conceber propostas de normas e procedimentos para
a gestão de base de dados de recursos humanos do
Promover e garantir a articulação técnica com os órgãos
centrais e locais do Estado no âmbito do Sistema
Nacional de Gestão de Recursos Humanos do Estado;
f)
Estado;
Acompanhar e controlar as actividades desenvolvidas
pelos departamentos que lhe estão subordinados;
e)
Preparar parecer sobre a criaçí .o e extinção de carreiras e
g)
qualificadores profissionai;;
/) Preparar propostas de normas e instrumentos para
levantamento e planificação das necessidades de
Coordenar a elaboração e difusão anual da informação
estatística de gestão de recursos humanos no aparelho
de Estado;
h)
recursos humanos;
g) Realizar estudos prospectivos sobre a força de trabalho
do aparelho de Estado, verificado a sua composição
Submeterá aprovação e revisão de metodologias, normas
e manuais de procedimentos relativos às diversas
áreas de gestão de recursos humanos;
/)
Propor a realização de inspecções e auditorias aos órgãos
e mobilidade;
do
Sistema Nacional de Gestão de Recursos Humanos;
h) Elaborar propostas de instrumentos de monitoria da
implementação das políticas de assistência médica
j)
Prom over acções de formação e capacitação dos
funcionários do Estado;
e medicamentosa e previdê ícia social;
k)
/) Realizar estudos e pesquisas so :>re a legislação do pessoal
visando a sua p e rm a n e n t revisão e respectiva
Coordenar as actividades do Sistema de Formação em
Administração Pública (SIFAP);
l)
Propor instrumentos para a monitoria das actividades do
adequação;
f) Instruir os processos relativos à fixação de vencimentos
excepcionais dos funcionários;
k) Emitir pareceres sobre exposi ;ões de funcionários.
1SAP e dos Institutos de Formação em Administração
Pública e Autárquica (IFAPA);
m) Garantir a articulação permanente com as instituições
de formação em administração pública para a realização
A rtigo 7
de acções coordenadas na área comum da
administração pública;
(R epartição
de
M onitoria
e A ssistên cia
Técnica
-
RPAT)
ri) Convocar e dirigir o Colectivo de Direcção e o Conselho
Técnico da Direcção.
São funções da Repartição de Mon toria e Apoio Técnico:
3. Compete ao Director Nacional Adjunto:
a) Monitorar a observância dos direitos e deveres dos
funcionários e agentes do Estado, recolhendo
a)
Coadjuvar o Director Nacional na execução das funções
que lhe são atribuídas;
e analisando os respectivo:, dados;
b)
b) Organizar e gerir o banco de dados dos supranumerários
Colaborar na elaboração, coordenação, execução e
controlo da política de desenvolvimento do sector;
e dos candidatos aprovados em concursos de
c)
promoção que aguardam pr avimento;
Substituir o Director Nacional nas suas ausências, faltas
ou impedimentos;
c) Recolher e sistematizar os dados sobre os planos anuais
dos órgãos centrais e locais do Estado sobre as
d)
Exercer Outras tarefas superiormente incumbidas.
prom oções e p ro g re s s e s e m onitorar a sua
4 .0
Director Nacional e o Director Nacional Adjunto respondem
implementação;
perante o M inistroda Função Pública.
29 DE NOVEMBRO DE 2008 365 A rtigo 9 3. O Director Nacional pode convidar
29 DE NOVEMBRO DE 2008
365
A rtigo 9
3. O Director Nacional pode convidar outros técnicos da
Direcção a participar nas sessões do Colectivo de Direcção, em
(C hefes
de
D epartam ento)
1. Os Departamentos que compõem a Direcção Nacional de
Gestão Estratégica dos Recursos Humanos do Estado são
função da agenda.
4 .0 Colectivo de Direcção reúne-se ordinariamente uma vez
por semana e extraordinariamente sempre que fôr necessário.
chefiados por Chefes de Departamento nomeados, em comissão
de serviço, pelo Ministro da Função Pública.
CAPÍTULO VI
2. Compete aos Chefes de Departamento:
Disposições Finais
a) Dirigir as actividades do departamento, garantindo
A rtigo 12
a implementação das respectivas funções;
b) Zelar pelo cumprimento dos actos normativos
(D úvidas)
e regulamentares no âmbito das suas funções;
c) Distribuir tarefas pelos funcionários afectos no
departamento e zelar pela disciplina e desempenho;
As dúvidas resultantes da aplicação do presente Regulamento
Interno serão resolvidas por despacho do Ministro da Função
Pública.
d) Emitir pareceres sobre assuntos de sua competência;
A rtigo 13
e) Elaborar relatórios de actividades do departamento;
f) Emitir propostas e/ou pareceres sobre distinções,
promoções, progressões e incentivos do pessoal sob
sua gestão;
g) Propor a concessão de bolsas de estudos ou autorização
(Entrada em
vigor)
O presente Regulamento Interno entra em vigor na data da
sua publicação.
Maputo, 16 de Setembro de 2008.
para continuação de estudos do pessoal sob sua gestão.
A rtigo 10
(Chefes
de
Repartição)
1. As Repartições que compõem o Departamento de Gestão
dos Recursos Humanos do Estado são chefiadas por Chefes de
Repartição nomeados, em comissão de serviço, pelo Ministro da
Função Pública.
CONSELHO SUPERIOR DA MAGISTRATURA
DO MINISTÉRIO PÚBLICO
Resolução n.° 1/CSMMP/P/2008
2. Compete aos Chefes de Repartição:
de 25 de Julho
a) Dirigir as actividades da repartição, garantindo
a implementação das respectivas funções;
b) Zelar pelo cumprim ento dos actos norm ativos
e regulamentares no âmbito das suas funções;
c) Distribuir tarefas pelos funcionários afectos na repartição
e zelar pela disciplina e desempenho;
Havendo necessidade de regulamentar o funcionamento do
Conselho Superior da Magistratura do Ministério Público, no
uso das competências estabelecidas na alínea d) do n.° l do
artigo 58 da Lei 22/2003, de l de Agosto, o Conselho Superior da
Magistratura do Ministério Público determina:
d) Emitir pareceres sobre assuntos de sua competência;
e) Elaborar relatórios de actividades da repartição;
f) Emitir propostas e/ou pareceres sobre distinções,
promoções, progressões e incentivos do pessoal sob
sua gestão;
g) Propor a concessão de bolsas de estudos ou autorização
para continuação de estudos do pessoal sob sua gestão.
Artigo L É aprovado o Regulamento de funcionamento do
Conselho Superior da Magistratura do Ministério Público, em
anexo, o qual faz parte integrante da presente Resolução, aprovado
por deliberação n.° 13 /CSMMP/P/2008, de 20 de Fevereiro.
Art. 2 .0 Regulamento de funcionamento do Conselho Superior
da Magistratura do Ministério Público entra imediatamente em
vigor.
CAPÍTULO V
Colectivo
Conselho Superior da Magistratura do Ministério Público, em
Maputo, 17 de Setembro de 2008. — O Presidente, Dr. Augusto
Raul Paulino.
A rtigo 11
(Colectivo dè
Direcção)
1.0 Colectivo de Direcçãoé convocado e dirigido pelo Director
Nacional e tem por. funções:
a) Pronunciar-se sobre as medidas de carácter geral que
promovam a eficiência e a eficácia da Direcção;
Regulamento de Funcionamento
do Conselho Superior da Magistratura
do Ministério Público
b) Analisar e dar parecer sobre as actividades de preparação,
execução e controlo do plano e programa de
CAPÍTULO 1
actividades;
Disposições gerais
c) Preparar o plano de actividades e efectuar o respectivo
balanço periódico;
A rtigo 1
d) Promover a troca de informações entre os sectores de
trabalhos no aparelho do Estado;
(Definição)
e) Propor a elaboração da estratégia de desenvolvimento
do sector e acompanhar a sua execução.
1.0 Conselho Superior da Magistratura do Ministério Público,
adiante designado por CSMMP, é o órgão de gestão e disciplina
2. O Colectivo de Direcção tem a seguinte composição:
do Ministério Público.
2. Na realização dos seus objectivos-, o CSMMP observa a
a) Director Nacional
b) Director Nacional Adjunto
c) Chefes de Departamento
Constituição da República, a lei orgânica, o estatuto dos
magistrados do Ministério Público e as demais leis em vigor.
366 / SÉRIE — NÚMERO 44 A rtigo 2 A rtigo 7 (S e d
366
/ SÉRIE — NÚMERO 44
A rtigo 2
A rtigo 7
(S e d e
e
o rç am en to )
(C o m is s ã o
P erm a n e n te)
1.0
CSMMP tem a sua sede na cidade de Maputo e funciona
1. A Com issão Perm anente do Conselho Superior da
em instalações próprias.
Magistratura do Ministério Público é composta pelo presidente
2. As despesas do CSMMP são suportadas pelo Orçamento
e por seis membros eleitos na primeira sessão do plenário;
Geral do Estado.
2. Compete à Comissão Permanente executar as deliberações
A rtigo 3
do plenário e exercer as funções que lhe tenham sido delegadas
pelo CSMMP;
(D esignação
do
M em bro)
3. A Comissão Permanente do CSMMP reúne-se ordinariamente
O membro do Conselho Superior da Magistratura do Ministério
Público tem a designação de Conselheiro.
uma vez por mês e extraordinariamente quando convocada pelo
Presidente.
4 .0
Plenário e a Comissão Permanente do Conselho Superior
A rtigo 4
(Inicio de funç ão)
da Magistratura do Ministério Público deliberam se estiverem
presentes, pelo menos, dois terços dos seus membros.
1. O membro do CSMMP inicii as suas funções com a
assinatura do termo do início de fiinçc es, em cerimónia pública e
A rtigo 8
solene, perante o Presidente do Conselho Superior da
Magistratura do Ministério Público.
(C o m p e tê n c ia s
d o
p re sid en te )
2. São convidados à cerimónia entidades indicadas pelo
Presidente do CSMMP.
Compete ao Presidente do Conselho Superior da Magistratura
do Ministério Público:
a)
A rtigo 5
Representar o Conselho Superior da Magistratura do
Ministério Público;
(M a n d a to i
b)
Convocar e presidir as respectivas sessões;
Com a excepção do Procurador-G :ral da República e do Vice-
Procurador Geral da República, o membro do CSMMP exerce o
mandato por um período de cinco anos, podendo ser reeleito
para outros mandatos.
c)
Nomear o Secretário do CSMMP;
d)
Promover a execução das deliberações tomadas nas
sessões;
e)
Despachar as matérias de mero expediente;
J)
CAPITULOU
Decidir todas as questões para ás quais tenhá sido
delegado pelo CSMMP;
Com petências do Conselho Superior de Magistratura
g)
Ordenar as inspecções extraordinárias;
Pública
h)
Coordenar as actividades do CSMMP;
A rtigo (i
i)
Exercer as demais funções conferidas por lei.
(C o m p e tê n c ia s )
CAPÍTULO III
1. Compete ao Conselho Superior da M agistratura do
Direitòs e deveres
Ministério Público:
d)
Pronunciar-se sobre a nome ação, exoneração e demissão
dos Procuradores-Gerai;; Adjuntos;
A rtigo 9
(D e v e re s
do
m em b ro )
b)
Nomear, colocar, transferir, promover, exonerar, apreciar
o mérito, profissional, aposentar, exercer a acção
disciplinar e praticar actos de idêntica natureza
respeitante aos magistrados do Ministério Público;
2.
São deveres do membro do Conselho
Superior da
Magistratura do Ministério Público:
a)
Comparecer e participar nas sessões;
c)
Propor ao Procurador-Gera Ida República a realização de
inquéritos e sindtcârcias às Procuradorias da
República dos diferentes níveis;
b)
Assumir as funções para as quais tenha sido eleito;
c)
d)
Aprovar a proposta do seu diploma específico;
Respeitar a dignidade do Conselho Superior da
M agistratura do M inistério Público e dos seus
membros;
e)
Aprovar a proposta de orçamento anual;
d)
J) Deliberar sobre a aposentação dos magistrados do
Ministério Público, quiindo revelam diminuição das
suas faculdades físicas e intelectuais;
Observar a lei, ordem e disciplina do Regulamento do
CSMMP e contribuir para o sucesso e bom nome do
Conselho;
e)
g) Aprovar o plano anual dss inspecções ordinárias;
h) Exercer as demais funçõe >conferidas por lei.
f )
2 .0
Conselho Superior da Mag stratura do Ministério Público
Guardar sigilo sobre assuntos submetidos à apreciação
do CSMMP;
Exercer o mandato com isenção e alto sentido de
responsabilidade;
pode delegar algumas das sua:; competências à Comissão
Permanentç e ao Presidente.
3 .Exceptuam-se do disposto no número anterior a apreciação
do mérito e a aplicação das penas disciplinares.
g)
Participar, com pontualidade e assiduidade, nos trabalhos
do CSMMP;
h)
Justificar as faltas cometidas.
29 DE NOVEMBRO DE 2008 267 2. Os deveres referidos no número 1 do presente
29 DE NOVEMBRO DE 2008
267
2. Os deveres referidos no número 1 do presente artigo
aplicam-se, igualmente, aos membros da Comissão Permanente
do CSMMP.
seguindo-se os membros da Comissão Permanente, de acordo
com a origem e, no fim, os restantes membros do CSMMP,
seguindo o mesmo procedimento.
2. O procedimento previsto no n.° I do presente artigo é
A rtigo
10
aplicável às sessões da Comissão Permanente.
(D ireito s
e
R egalias)
A rtigo 14
1. O membro do Conselho Superior da M agistratura do
Ministério Público tem os seguintes direitos e regalias:
(D e lib e ra ç ã o
e
pub licação )
a) Participar nas sessões do Plenário e da Comissão
Permanente, usando da palavra e expressando o seu
voto;
1 As deliberações do CSMMP são tomadas por maioria de
voto simples, cabendo ao Presidente o voto de qualidade, no
caso de empate, em segunda votação sobre o mesmo assunto;
b) Registar em acta os votos vencidos manifestados
durante as sessões da Plenária ou da Comissão
Permanente;
2. O membro tem direito de declaração de voto vencido, bem
como a apresentação sumária das suas razões;
3. As deliberações do CSMMP revestem a forma de resolução;
c) Elaborar projectos, propostas ou estudos sobre matérias
da competência do CSMMP e apresentá-los, nas
sessões do Plenário ou da Comissão Permanente;
4 .0 CSMMP ordena a publicação das resoluções cuja eficácia
dependam da publicação no Boletim da República, nos termos
da lei.
d) Solicitar qualquer serviço do CSMMP e as informações
que considere úteis para o exercício das suas funções;
A rtigo 15
e) Requerer a inclusão, na ordem de trabalhos das sessões
(P a rtic ip a ç ã o
de
ou tro s
quadros)
do Plenário ou da Comissão Permanente, de assuntos
que entenda dever ser objecto de reflexão e de
deliberação;
j) Desempenhar, além das funções; inerentes ao cargo, as
que lhe forem cometidas pelo CSMMP.
Podem participar, como convidados, quadros e técnicos, sem
direito ao voto, nas sessões do CSMMP, da Comissão
Permanente, por decisão dos respectivos órgãos e quando se
mostre necessário consoante matérias que se trate.
2. São ainda direitos do membro do Conselho Superior da
Magistratura do Ministério Público:
CAPÍTULO V
Delegação de com petências
a)'Usar o cartão especial de identificação, cujo o modelo
consta do anexo ao presente Regulamento;
A rtigo 16
b) Usar o passaporte diplomático;
(P re s id e n te )
c) Requerer um passaporte diplomático para o/a seu/sua
1. Pode ser delegada ao Presidente do CSMMP, na sua
cônjuges e filhos, nos termos da lei;
d) Receber senhas de presença, por sessão, em montante a
fixar nos termos do disposto r o artigo 70 da Lei n.°22/
/2007, de 1 de Agosto.
qualidade de Procurador-Geral da República, a competência de
ordenar a realização de inquéritos e sindicâncias às Procuradorias
da República, aos diversos níveis.
2. Pode ser ainda delegada ao Presidente do CSMMP a
CAPÍTULO IV
Funcionamento
Artigo 11
competência de decidir sobre o início do processo disciplinar em
que seja arguido o magistrado do M inistério Público, de
homologar o plano, de férias e autorizar as licenças e dispensas
dos magistrados.
(F u n c io n a m e n to )
A rtigo 17
0 Conselho Superior da Magistratura do Ministério Público
funciona em Plenário e em Comissão Permanente.
(C o m is s ã o
P e rm a n e n te )
A rtigo 12
Podem ser delegadas à Comissão Permanente as seguintes
competências:
(P le n á rio )
d)
1.0 Plenário é constituído por todos os membros do Conseílho
Superior da Magistratura do Ministério Público.
2 .0 Plenário reúne-se em sessão ordinária duas vezes por ano
e extraordinariamente quando convocado pelo Presidente, por
iniciativa própria ou por pelo menos dois terços dos seus
membros.
Nomear, colocar e transferir os magistrados do Ministério
Público;
b)
Autorizar aos magistrados a realização de actividades de
docência, literária ou de investigação científica;
c) Apreciar e deliberar sobre a proposta do orçamento anual
do CSMMP;
Artigo 13
d) Apreciar a proposta do diploma específico do CSMMP e
submetê-lo à aprovação do Plenáriô;
(Ordem
de precedência)
e) Apreciar e deliberar sobre o plano anual das inspecções
1.O Presidente do Conselho Superior da Magistratura do
Ministério Público, no Plenário, serita-se ao centro da mesa
principal e à sua direita, tom a assento o Vice-presidente,
ordinárias;
f ) Aprovar a proposta das senhas de presença dos membros
do CSMMPe da Comissão Permanente.
368 I SÉRIE— NÚMERO 44 CAPÍTULO VI R egulam ento da Inspecção do M inistério
368
I SÉRIE— NÚMERO 44
CAPÍTULO VI
R egulam ento da Inspecção do M inistério
Público
Serviço de apoio
CAPÍTULO I
A rtigo 18
Dos princípios gerais
(S e c re ta ria )
1
1.0 1
Conselho Superior da Magistra:ura do Ministério Público
A rtigo
é dotado de uma Secretaria própria, dirigida por um Secretário.
2. Compete ao Secretário do Conselho Superior da Magistratura
do Ministério Público:
(B ase
Legal)
a) Dirigir os serviços da Secretaria;
A Inspecção do M inistério Público cumpre objectivos
definidos nos artigos 79 e seguintes da Lei n° 22/2007, de 1 de
Agosto.
b) Executar e fazer executar as deliberações do Conselho
Superior da Magistratura d ) Ministério Público;
A rtigo 2
c) Preparar os projectos de orçam snto do Conselho Superior
da Magistratura do Ministério Público;
(S u b o rd in a ç ã o )
d) Organizar os processos individuais dos magisttados e
dos oficiais de justiça do IV inistério Público;
A Inspecção do Ministério Público, subordina-se ao Conselho
Superior da Magistratura do Ministério Público.
e) Executar as demais funções conferidas por lei.
A rtigo 3
A rtigo 19
(O b je c to )
(R eg im e
do
P ess o a l)
O pessoal da Secretaria do CSMM P rege-se pelas normas do
EGFE e demais legislação sobre o funcionalismo Público.
1. Compete à Inspecção do Ministério Público realizar
inspecções, inquéritos e sindicâncias aos respectivos serviços
nos termos da lei.
2. À Inspecção dó M inistério Público cumpre recolher
A rtigo 2 0
informação sobre o serviço, competência, mérito e idoneidade
dos magistrados do Ministério Público e demais funcionários
(P o rta -v o z)
com base nos seguintes indicadores:
O
CSMMP tem um porta-voz eleito em sessão do Plenário.
a)
Demonstrar conhecimento da legislação, através dos
despachos e promoções proferidos nos processos;
CAPÍTULO \ II
b)
D isposições
fi tais
A plicar, correctam ente as leis, os despachos, as
instruções e as directivas de execução obrigatória;
c)
A
rtigo 2
1
Demonstrar idoneidade, imparcialidade e dignidade no
exercício da função;
(A lte ra ç ã o
do
R e g u la m e n to )
d)
Revelar urbanidade e respeito nos trabalhos e actos
solenes;
O
CSMMP procederá à alteração do seu regulamento interno,
e)
Realizar diligências nas horas previamente designadas;
sempre que se mostre necessário.
f)
Demonstrar assiduidade e pontualidade no serviço;
g)
Manter a compostura e disciplina na Procuradoria;
A rtigo 22
h)
(C a s o s
o m is s o s )
Cumprir, pontualmente, as ordens e as instruções dos
órgãos e dirigentes superiores;
Os casos omissos serão resolvidos por deliberação
Conselho Superior da Magistratura do Ministério Público.
do
/')
Derfionstrar alto grau de organização e controlo dos
serviços do Ministério Público;
j ) Observar os deveres próprios da função e da categoria;
A rtigo 23
k)
(E n tra d a
em
V gor)
Manter um comportamento correcto na vida pública e
privada, tendo em conta as exigências próprias da
dignidade e prestígio da função e da categoria;
O presente regulamento entra cm vigor na data da sua
/)
publicação.
Conservar e manter em boas condições as instalações e
residências dos magistrados.
2. No respeitante aos oficiais de justiça, à Inspecção do
Ministério Público, compete:
R esolução n° 2/CSNIM P/P/2008
a)
de
29
de
O utubro
Havendo necessidade de regularr entar o funcionamento da
Inspecção do Ministério Público, no uso das competências
estabelecidas no artigo 82 da Lei n° 22/2007, de 1 de Agosto, o
Conselho Superior da Magistratura do Ministério Público,
determina:
Fiscalizar o trabalho realizado pelos escrivães e demais
oficiais de justiça, observando, entre outros, a forma
de cumprimento dos actos do cartório e das ordens
emanadas dos magistrados;
b)
Fiscalizar o modo de realização e contagem dos
processos;
c)
Verificar os livros de registo, sua correcta escrituração e
arrumação;
Artigo 1. É aprovado o R eguhm ento da Inspecção do
Ministério Público, em anexo, o qual faz parte integrante da
presente Resolução, aprovado por de iberação n° 26/CSMMP/P/
2008. de 25 de Julho.
Art. 1. O Regulamento da Inspecção do Ministério Público
entra imediatamente em vigor.
d)
Realizar o correcto controlo dos bens apreendidos;
e)
Controlar a forma de atendimento ao público;
f)
Zelar pela assiduidade, pontualidade e aprumo dos
oficiais de justiça e demais funcionários;
g)
Verificar a forma como são redigidos os ofícios e demais
documentos;
Conselho Superior da Magistratur i do Ministério Público, em
Maputo, 17 de Setembro de 2008. — O Presidente, Dr. Augusto
Raúl Paulino.
h)
Controlar o cumprimento das leis, circulares, ordens e
instruções.
29 DE NOVEMBRO DE 2008 369 3. Compete ainda à Inspecção do Ministério Público: c)
29 DE NOVEMBRO
DE 2008
369
3. Compete ainda à Inspecção do Ministério Público:
c) Propor ao Conselho Superior da Magistratura do
a) Averiguar tudo o que possa contribuir para um adequado
conhecimento do funcionamento das procuradorias
provinciais;
b) Averiguar o nível de controlo' das procuradorias
subordinadas.
M inistério Público a
realização de inspecções
ordinárias;
d) Desempenhar as demais funções conferidas ou que
resultem de determinação superior.
A rtigo 11
A rtigo 4
(In s p e c to r -
C hefe
A djunto)
(S e c re ta ria )
Ao Inspector - Chefe Adjunto compete:
1. Junto da Inspecção do Ministério Público, funciona uma
secretaria subordinada ao Inspector - Chefe do Ministério Público.
a) Coadjuvar o Inspector-Chefe e substituí-lo nas suas
2. Compete à secretaria ainda referida, prestar apoio
administrativo e logístico à Inspecção do Ministério Público.
ausências e impedimentos;
b) Execer as demais funções que lhe forem cometidas por
lei.
A rtigo 5
CAPÍTULO III
(R ecolha
de
Inform ação)
1. Cabe aos magistrados e oficiais de justiça do Ministério
Do
Funcionam ento
da
Inspecção
Público, fornecer à Inspecção do Ministério Público, todas as
A
rtigo 12
informações que lhes forem solicitadas, relacionadas com o
exercício das suas funções.
(O rganização
da
Inspecção
e
designação
de
inspectores)
2. As informações requeridas no número anterior são de
1. As inspecções ordinárias são realizadas de acordo com o
carácter urgente.
plano aprovado pelo Conselho Superior da Magistratura do
A rtigo 6
Ministério Público;
2. Com pete
ao
Presidente do Conselho
Superior
da
(C onsulta
de
P rocessos,
P apéis,
Bens
e O bjectos)
Magistratura do Ministério Público ordenar a realização de
1. No exercício das suas atribuições, a Inspecção do Ministério
Público fará a consulta aos processos, papéis de correspondência
e aos livros em uso ou arquivados;
2. Terá, também, acesso aos depósitos onde se encontrem os
bens ou objectos apreendidos.
inspecções extraordinárias;
3. Qs inquéritos e sindicâncias são ordenados pelo
Procurador-Geral da República, sob proposta do Conselho
Superior da Magistratura do Ministério Público;
4. Na elaboração dos planos de inspecções, a Inspecção do
A rtigo 7
Ministério Público deve garantir que sejam inspeccionadas as
procuradorias que não tiverem beneficiado dessa actividade.
(R e c o m e n d a ç õ e s
e
S u g e stõ e s )
A Inspecção do Ministério Público, dará recomendações e
A rtigo
13
sugestões aos magistrados e aos oficiais de justiça, de modo a
ajudá-los a superar as dificuldades surgidas, no exercício das
suas actividades ou funções.
(P e rio d ic id a d e )
1. As inspecções do Ministério Público, realizam-se com a
periodicidade de dois anos.
A rtigo 8
2. Quando a imperiosa necessidade de serviço o exigir, o
(N ão
In terferên cia)
Presidente do Conselho Superior da Magistratura do Ministério
Público pode ordenar a realização de inspecções fora do período
No exercício das suas atribuições, a Inspecção do Ministério
Público não pode interferir directa ou indirectamente na execução
dos serviços da procuradoria da república inspeccionada.
estabelecido no número anterior.
A rtigo 14
CAPÍTULO II
(D uração )
Da Organização da Inspecção do Ministério Público
1. As inspecções realizam-se com pré-aviso e têm a duração
A rtigo 9
máxima de 30 dias, quando extensivos aos distritos e de 15 dias,
quando incidam sobre as sedes das procuradorias provinciais.
(C o m p o s iç ã o )
2. Os prazos referidos no número anterior, por motivo
A direcção da Inspecção do Ministério Público, é composta
por um Inspector - Chefe coadjuvado por um Inspector - Chefe
Adjunto e inspectores nomeados pelo Conselho Superior da
ponderoso podem ser prorrogados por mais 5 .dias, mediante
autorização do Presidente do Conselho Superior da Magistratura
do Ministério Público.
Magistratura do Ministério Público, em comissão de serviço.
A rtigo 15
A rtigo 10
(P razo
de
apresentação
do
relató rio)
(C o m p e tê n c ia s
do
In s p e c to r-C h e fe )
Compete ao Inspector - Chefe:
a) Exercer a actividade de direcção, planificação,
organização, coordenação e controlo da actividade dos
serviços da Inspecção do Ministério Público;
b) Dirigir inspecções, inquéritos e sindicâncias aos
respectivos serviços;
Concluída a inspecção, é elaborado o respectivo relatório no
prazo de quarenta dias úteis, a partir do dia seguinte ao da
apresentação na sede da Inspecção. O relatório deve descrever
e apreciar o nivel de organização e de funcionamento das
procuradorias da república, provinciais e distritais, bem como, o
mérito ou demérito dos magistrados e oficiais de justiça
inspeccionados.
370 / SÉRIE — NÚMERO 44 A rtigo 16 A rtigo 22 (E stru tura
370
/ SÉRIE — NÚMERO 44
A rtigo 16
A rtigo 22
(E stru tura
do
re lító rio )
(S ecretários
da
Inspecção)
O relatório da Inspecção é dividico em capítulos, cada um
deles com conclusões precisas c sucintas; podem ser
apresentadas sugestões, que tenham )or objectivo a melhoria
1. No exercício das suas actividades, os inspectores são
coadjuvados por um secretário de inspecção.
2. Os Secretários de inspecção são nomeados pelo Conselho
dos serviços
obedecendo ao
disposto
rio artigo 3 deste
Superior da Magistratura do Ministério Público, sob proposta
do Presidente.
regulamento:
3. Aos Secretários cumpre executar tudo o que lhes fôr
a) O primeiro capítulo aborda a actuação dá procuradoria
inspeccionada, como órgiio da Administração da
Justiça, fazendo menção aa movimento processual
que tenha sido constatado, durante a inspecção;
ordenado pelo inspector e organizar o expediente relativo à
inspecção.
CAPÍTULO V
b) O segundo capítulo faz referência à organização e
funcionamento do cartório e arquivo;
Das m etodologias de classificação
c) O terceiro capítulo refere-se ao estado das instalações
da procuradoria inspeccionada e à forma de
acomodação dos magistradcs e dos oficiais de justiça;
A rtigo 23
(C la s s ifica ç ã o )
d) O quarto capítulo trata do nérito ou demérito dos
magistrados do Ministério Público e dos funcionários
de justiça da procuradoria inspeccionada;
1. Realizado o trabalho, o Inspector propõe ao Conselho
e) O quinto capítulo aborda outra i questões que se julguem
relevantes.
Superior da Magistratura do Ministério Público a atribuição de
uma classificação de mérito, quer dos magistrados do Ministério
Público, qúer dos Oficiais de Justiça, de acordo com o seu mérito
na escala de muito bom, bom, suficiente e medíocre.
2. A proposta de medíocre, homologada, implica a suspensão
A rtigo 17
(Factos
passiveis
de
procedim ento
d is cip lin ar e
crim inal)
do exercício de funções e a instauração de competente processo
de inquérito.
Sempre que um inspector, na sua actividade, detectar factos
passíveis de procedimento disciplirar e ou criminal, deve
comunica-los de forma confidencial, ao Presidente do Conselho
Superior da Magistratura do Ministcrio Público, através do
Inspector-Chefe, podendo fazer disso menção no relatório.
A rtigo 24
(C la s s ifica ç ã o )
A atribuição dá classificação definitiva da proposta referida
no artigo anterior, é da competência do Conselho Superior da
Magistratura do Ministério Público.
A rtigo 18
(C om un icação
das
conclusões)
A rtigo 25
Finda a inspecção, é feita aos inspec :ionados, a comunicação
das conclusões apuradas e das recomendações. A comunicação
é feita de forma verbal e individualizada, exarando-se no livro de
inspecção, existente na procuradc ria inspeccionada, as
constatações verificadas, no aspecto o ganizativo e processual.
(R eclam ação)
1. Ao inspeccionado deve ser dado conhecimento do relatório
da inspecção e da classificação atribuída.
2. O inspeccionado pode reclamar da classificação obtida ao
Conselho Superior da Magistratura do Ministério Público, no
prazo de 10 dias, contados a partir da data de recepção
CAPÍTULO IV
3. No caso de a reclamação ser aceite, o Conselho Superior da
Dos Inspector* s
Magistratura do Ministério Público, pode ordenar sempre que
A rtigo 19
tal se justifique, a realização de nova inspecção, a ser dirigida por
um inspector diferente do que realizou a inspecção anterior.
(N om eação)
CAPÍTULO VI
Os inspectores do Ministério Pútlico são nomeados em
comissão de serviço e devem ter categoria não inferior à de
Procurador da República de Ia.
Dos Inquéritos e Sindicâncias
A rtigo 26
(D e fin iç õ e s )
A rtigo 20
1. O inquérito tem por fim apurar factos relativos ao
(C om un icação
da
Inspecção)
procedimento dos magistrados e oficiais de justiça.
O inspector designado, comunica o início e o termo de cada
inspecção ao Presidente do Conselho Superior da Magistratura
do Ministério Público, através do Inspector - Chefe.
2. A sindicância destina-se à averiguação geral acerca do
funcionamento dos serviços.
3. São aplicáveis à instrução dos processos de inquérito e
sindicância, com as necessárias adaptações, as disposições
A rtigo 21
relativas ao processo disciplinar.
(V is to )
A rtigo 27
Nos processos, livros e demais documentos examinados, o
inspector marca com um carimbo rectangular com os dizeres,
República de Moçambique, Procuradoria-Geral da República,
Inspecção, e com espaços para a data < rúbrica.
(E n tid ad e
C o m petente
para
O rdenar)
A realização de inquérito ou de sindicância é determinada pelo
Conselho Superior da Magistratura do Ministério Público.
29 DE NO VEMBRO DE 2008 371 A rtigo 2 8 A rtigo 30 (P
29 DE NO VEMBRO DE 2008
371
A rtigo 2 8
A rtigo 30
(P ro c e d im e n to )
(D e lib e ra çõ e s )
O inspector do Ministério Público tem competência para:
a) Receber participações, inquirir testemunhas, tomar
declarações ou ouvir-se em declarações, fazer exames
e ordenar notificações pelo cartório da procuradoria
inspeccionada, devendo ser designado um secretário
para prestar o apoio necessário;
As deliberações, do Conselho Superior da Magistratura do
Ministério Público, proferidas nos processos referidos no artigo
anterior, devem constar dos autos destes.
A rtigo 31
(D isposições
finais)
b) O inspector tem acesso a tódos os elementos que se
considerem necessários, para a prossecução das suas
actividades.
As alterações e revogações do presente Regulamento são
feitas pelo Conselho Superior da Magistratura do Ministério
Público.
A rtigo 29
A rtigo 32
(R elató rio )
(Entrada em vigor)
Concluído o inquérito ou a sindicância, é elaborado um relatório
que é remetido ao Conselho Superior da Magistratura do
Ministério Público, para deliberação.
O presente Regulamento, entra em vigor a partir da data da
sua publicação no Boletim da República.
Preço— 7,00 M T I m p r e n s a N a c
Preço— 7,00 M T
I m p r e n s a
N
a c io n a l
d e
M
o ç a m b iq u e
Quinta-feira, 30 de Outubro de 2008 I SÉRIE — Número 44 BOLEIM DA REPUBLICA PUBLICAÇÃO
Quinta-feira, 30 de Outubro de 2008
I SÉRIE — Número 44
BOLEIM DA REPUBLICA
PUBLICAÇÃO OFICIAL DA REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE
SUPLEMENTO
IM PRENSA
NACIONAL
DE
MOÇAMBIQUE
AVISO
A matéria a publicar no «Boletim da República» deve ser
remetida em cópia devidamente autenticada, uma por cada assunto,
donde conste, além das indicações necessárias para esse efeito, o
averbamento seguinte, assinado e autenticado: Para publicação no
«Boletim da República».
M oçambique Independente, Samora Moisés Machel, e o
simbolismo de que se reveste o lugar para a educação patriótica
dos moçambicanos, urge assegurar a sua preservação e gestão
sustentável, promovendo a sua integração nos planos de
desenvolvimento nacional.
Nestes termos, fazendo uso das competências que lhe são
conferidas pelo disposto no n.° 1 do artigo 7 da Lei n.° 10/88, de
22 de Dezembro, o Conselho de Ministros decreta:
SUMÁRIO
Conselho de Ministros:
D ecreto n." 46/2008:
Artigo 1. É classificado Património Cultural o local histórico de
Chilembene, de acordo com o mapa e as coordenadas em anexo
ao presente Decreto e dele fazendo parte integrante.
Classifica como Património Cultural o local histórico de
Chilembene, de acordo com o mapa as coordenadas em anexo
ao presente Decreto.
Art 2 .0 local histórico de Chilembene está sob tutela do Ministério
que superintende a área da cultura.
CONSELHO DE MINISTROS
Art. 3. O Ministro que superintende a área da cultura aprovará o
Regulamento do local histórico de Chilembene 90 dias após a
/publicação do presente Decreto.
Decreto n.2 46/2008
de 30 de Outubro
Aprovado pelo Conselho de Ministros, aos 27 de Setembro
de 2008.
Publique-se
Considerando o valor histórico de Chilembene, local onde
nasceu, a 29 de Setembro de 1933, o primeiro Presidente de
A Primeira-Ministra, Luísa Dias Diogo.

I SÉRIE— NÚMERO 44

I 8 I 1
I
8
I
1

I m p r e n s a

Preço— 1,00 MT

N

a c io n a l

d e

M

o ç a m b iq u e

Quinta-feira, 30 de Outubro de 2008 I SÉRIE — Número 44 PUBLICAÇÃO OFICIAL DA REPÚBLICA
Quinta-feira, 30 de Outubro de 2008
I SÉRIE — Número 44
PUBLICAÇÃO OFICIAL DA REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE
2.° SUPLEMENTO
IMPRENSA
NACIONAL
DE: MOÇAMBIQUE
Comissão Nacional de Eleições,
determina:
reunida em sessão Plenária,
AVISO
A matéria a publicar no «Boletim da República»
deve ser remetida em cópia devidamente autenticada,
uma por cada assunto, donde conste, além das indi­
cações necessárias para esse efeito, o averbamento
seguinte, assinado e autenticado: Para publicação no
«Boletim da República».
Artigo 1. Ficam definitivamente rejeitadas as candidaturas
dos seguintes cidadãos propostospelo Partido Renamo e Partido
para a Paz, Democracia e Desenvolvimento (PDD),
respectivamente:
a) Benjamim Luís Garife Massangaice - candidato pela
Renamo na Vila de Manica, província de Manica;
b) Manuel
Zeca Bissopo - candidato pela Renamo na
Cidlade de Dondo, província de Sofala.
SUMARIO
Comissão Nacional de Eleições:
Deliberação n.°
120/2008:
Atinente à rejeiçãode candidaturaspor inelegibilidade superveniente
em candidatos apresentados pela RENAMO e pelo PDD e
publicação da nova lista.
COMISSÃO NACIONAL, DE ELEIÇÕES
Deliberação n.° 120/2008
Art. 2. Os dois candidatos acima identificados têm em falta
nos seus respectivos processos individuais, o atestado de
residência com a indicação expressa de que vivem na autarquia
pela qual concorrem há mais de seis meses, nos termos exigidos
pelo artigo 6 da Lei n.° 18/2007, de 18 de Julho.
Art. 3. Cristóvão Filipe Soares - candidato pela Renamo na
Vila de Gòrongosa, província de Sofala, tem a sua candidatura
rejeitada por o seu atestado de residência confirmar que reside a
menos de seis meses na autarquia pela qual concorre.
Art. 4. João Paulo Alfazema, candidato pelo PDD, pelo
município a Vila de Milange, província da Zambézia, rejeitado por
não apresentar duas fotografias tipo passe a constar do boletim
de voto.
Art. 5. É a seguinte a nova lista definitiva, com as alterações
efectuadas, relativa à candidatos a cargo de presidente do
conselho municipal de cada autarquia local, em anexo a presente
Deliberação, fazendo dela parte integrante.
Art. 6. Apresente Deliberação entra imediatamente em vigor.
Registe-se e publique-se.
de 30 de Outubro
Aprovada
pela Comissão Nacional de Eleições, aos 30 de
Havendo necessidade de tornar pública a nova lista de
candidaturas a cargo de presidente d© conselho municipal nas
quarenta e três autarquias locais, nos termos da alínea a) do n.° 1
en.° 2, ambos do artigo 138daLein.° 18/2007,de 18de Julho, a
Outubro dè 2008.
Por Eleições Livres, Justas e Transparentes!
O Presidente, Doutor João Leopoldo da Costa.

REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE COMISSÃO NACIONAL DE ELEIÇÕES ELEIÇÕES AUTARQUICAS DE 19 DE NOVEMBRO DE 2 0 08

Visto O Presidente da CNE

João Leopoldo da Costa

Lista de Candidatos ao Cargo de Presidente do Município

Província Cidade de M aputo

M aputo Província

Gaza

Município em que concorre Cidade de Maputo

Cidade da Matola

Vila da Manhiça

Vila da Namaacha

Vila de Chibuto

Proponente/Sigla

FRELIMO

RENAMO

FRELIMO

RENAMO

CEV

PDD

AND

FRELIMO

RENAMO

NATURMA

FRELIMO

RENAMO

FRELIMO

Nome Completo do Candidato David Simango

António Augusto Eduardo Namburete

Arão Almeida Mazuanhane Nhancale

José Manuel Samo Gudo

João Pedro Massango

Afonso Abílio Nhantumbo Leonardo José Carlos Lichucha

Alberto Fafitine Chicuamba

Júlio Fabião Monteiro Cossa

Alberto Armando Xerinda

Jorge Rafael Tinga Estêvão Neves Pedro

Francisco Soares Mandlhate

 

RENAMO

 

Vila de Mandlakazi

FRELIMO

 

RENAMO

 

Vila da Macia

 

FRELIMO

a

RENAMO

 

Cidade de Xai-Xai

FRELIMO

 

RENAMO

 

Cidade de Chókwè

FRELIMO

 

RENAMO

 

Cidade

de

Inhambane

FREUM O

 

RENAMO

PDD

 

Cidade da Maxixe

FRELIMO

ambane

RENAMO

 

Vila de Vilankulo

FRELIMO

 

RENAMO

 

Massinga

 

FREUM O

 

RENAMO

FRELIMO

RENAMO

 

Beira

PDD

 

GDB

Pedro Alberto Pelembe

Maria Helena José Correia Langa

Sarmento Bernardo Malombe

Reginaldo Paulino Mariquele Ibraimo Cassamo Calidás Premucy Rita Bento Muianga

Bento Carlos Mavie Jorge Samuel Maringo Macuácua

Júlio Manuel Cuna

Lourenço António da Silva Macul

Francisco Joaquim Manuel

Ernesto Dumela Tsambe Narciso Pedro

Ismael Abdul Remane Mussagy

Sulemane Esep Amugi

Tomás Zacarias Tembo Clemente Boca Alberto Samuel

Lourenço Ferreira Bulha

Manuel Fernandes Pereira

António Mário Chico Romão

Filipe Manuel Alfredo

 

GRM

Daviz Mbepo Simango

FRELIMO

Manuel Cambezo

 

Dondo

 

PDD

Carlos Manuel Conde Jeque

FRELIMO

Palmeirim Canotilho Rubino

 

Marromeu

RENAMO

João Germano Agostinho

 

PDD

Adolfo Libânio dos Santos

GMM

Camiro Dambe

FRELIMO

Moreze Joaquim Cauzande

 

Gorongosa

PDD

Alfredo Manuel Magaço

 

FRELIMO

Raúl Conde Marques Adriano

a

Cidade de Chimoio

RENAMO

Eduardo António Leite

 

PDD

Sulemane Mussa

FRELIMO

Eduardo Gimo

 

Vila de Gondola

RENAMO

Augusto Paulo Roque

 

PDD

Felisberto Andrè Braqui

 

Cidade de Magica

FRELIMO

Moguene Materisso Candieiro

Vila de Catandica

FRELIMO

Eusébio Lambo Gondiwa

 

RENAMO

José Augusto João M’pica

 

Cidade de Tete

FRELIMO

César de Carvalho

 

* RENAMO ,

Celestino Bento

 

Vila de Moatize

FRELIMO

Carlos Colarinho Navaia

 

RENAMO

Virgílio Champhata Gumbi

PDD

Maria José Fatissone Sincréia

FRELIMO

Armando Maria Pereira Constantino Júlio

 

Vila de Ulónguè

 

RENAMO

Mário Franque

 

FRELIMO

Pio Augusto Matos

 

Cidade de Quelimane

RENAMO

Latifo Ismael Xarifo

 

PDD

Ana Isabel das Rosas Baptista

FRELIMO

Rogério Francisco dos Santos Gaspar

zia

RENAMO

António Alberto

 

Cidade de Mocuba

PDD

Victor Paulo Ferreira

 

FRELIMO

Bento Beade Chimuaza

 

Vila de Miiange

RENAMO

Inácio Chidembo

 

UN AMO

Carlos Alexandre dos Reis

FRELIM O

José António Aniceto

 

Cidade de Gurúè

RENAMO

Latino Caetano Barros Ligonha

 

PDD

Xavier Luís Alfândega

UM

Maria Isabel Ferreira Lino

 

Vila de Alto Molócuè

FRELIM O

Sertório João M ário Fernando

 

RENAMO

José Carlos Rodriguês Palaço

FRELIMO

Castro Armindo Sanfins Namuáca

RENAMO

Ricardo Sebastião de Oliveira

 

Cidade de Nampula

 

PDD

Isidro Ali Assane

 

Vila de Ribáuè

FRELIMO

Constantino António

 

RENAMO

Gaspar Mulessína

PDD

Andrade Lápis Vinhereque

FRELIMO

Chale Ossufo

Cidade de Nacala Porto

pula

 

Cidade

da Ilha de Moçambique

Vila de Monapo

Cidade de Angoche

Cidade de Pemba

o Delgado

Vila de Mueda

Cidade de Montepuez

Vila da Mocimboa da Praia

Cidade de Lichinga

RENAMO

Manuel José dos Santos

PDD

Julião Pires Cipriano

OCINA

Cesar Akhilimali Gabriel Caisse

FRELIMO

Alfredo Artur Matata

RENAMO

Gulamo Mamudo

F D D

Muahija Àòuiio

FRELIMO

João Luís

RENAMO

Hilário Latino

FRELIMO

Américo Assane Adamugi

RENAMO

Alberto Omar Assane

FRELIMO

Sadique Assamo Yacub

RENAMO

Mussalncacha

AND

Faustino Suadé

FREU M O RENAMO

Móbiro Kilian Namiva Cristóvão Chiluli

FRELIMO

Rafael Manuel Correia

RENAMO

Tomé Fernando

FREU M O

Fernando Abel Neves

RENAMO

Singano Assane

FRELIMO

Augusto Luís Bonomar Assique

RENAMO

Armando Mustafa Rachide

Vila de Metangula

Cidade de Cuamba

Vila de Marrupa

FRELIMO

Anafe Achimo

RENAMO

João Paulo Amade Biavete

FRELIMO

Arnaldo M aximiliano Marcelino Maloa

RENAMO

Maria José Moreno

PDD

Afonso Tiquiua

MONAMO/PMSD

Damião Simione

FRELIMO

Marta da Anunciação Romeu

RENAMO

Paulino M assirira

da:

O

=> Fretimo

O

^ Resistência Nacional Moçambicana

>Partido para a Paz, Democracia e Desenvolvimento MA => Grupo de cidadãos Eleitores, Naturais e Residentes da Vila da Manhiça Grupo para a Democracia da Beira >Grupo de Reflexão e Mudança O ■=>União Nacional de Moçambique Coligação Ecologista Verdes ■ Partido de União para Mudança Aliança Nacional Democrática Grupo para Mudança de Marromeu

MO/PMSD

Partido Moçambicano da Social Democracia

Maputo, 30 de Outubro de 2008

Preço — 4,00 MT Im pr e n sa N a c io n a
Preço — 4,00 MT
Im pr e n sa
N a c io n a l
d e
M o ç a m b iq u e
Sábado», 1 de Novembro de 2008 I SERIE — Número 44 PUBLICAÇÃO OFICIAL DA REPÚBLICA
Sábado», 1 de Novembro de 2008
I SERIE — Número 44
PUBLICAÇÃO OFICIAL DA REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE
3.° SUPLEMENTO
IMPRENSA
NACIONAL
DE
MOÇAMBIQUE
AVISO
A matéria a publicar no «Boletim da República»
deve ser remetida em cópia devidamente autenticada,
uma por cada assunto, donde conste, além das indi­
cações necessárias para esse efí ito, o averbamento
seguinte, assinado e autenticado: Para publicação no
«Boletinn da República».
SUMARIO
Comissão Nacional de Eleições:
Os candidatos, os partidos políticos, as coligações de partidos
políticos e os grupos de cidadãos eleitores proponentes têm
direito a tratamento igual por parte dos órgãos eleitorais, das
entidades públicas e privadas a fim de, livremente e nas melhores
condições que se oferece, realizarem a sua campanha eleitoral
em liberdade.
No decurso da campanha eleitoral não pode ser imposta
qualquer limitação à livre expressão de princípios políticos,
económicos, sociajs e culturais de que se orienta o proponente e
os respectivos candidatos.
Considerando que a campanha eleitoral constitui um dever do
governo, dos partidos< políticos, das coligações de partidos
políticos e dos grupos de cidadãos eleitores proponentes
devendo decorrer em atmosfera de normalidade e tranquilidade,
de responsabilidade e tolerância,impõe-se a observância de
normas básicas comummente aceites em termos de conduta dos
diversos intervenientes.
Deliberação n.° 121/2008:
Aprova o Código de Conduta dos candid itos, Partidos, Coligações
de Partidos Políticos e Grupos ie Cidadãos Eleitores
concorrentes às eleições e revoga a Deliberação n.° 34/2004,
de 23 de Setembro.
Deliberação
n.° 122/2008:
Aprova o Regulamento de Utilização de Lugares e de
Edifícios Públicos para fins eleitorais e revoga
Deliberação n.°40//2004, de 29 do Setembro.
Delíberaçáo
n.° 123/2008:
Aprova o Código de Conduta para of ■Agentes da Polícia da
República de Moçambique nos Processos Eleitorais e
revoga a Deliberação n.° 70/2004, de 13 de Outubro.
O compromisso político recentemente assumido pelos partidos
políticos, coligações de partidos políticos e os grupos de
cidadãos eleitores proponentes no âmbito das actividades de
supervisão, do contacto e do diálogo constante que a CNE tem
vindo a promover com vista a estabelecer uma maior aproximação,
colaboração e.apoio estreito com as diversas partes envolvidas
no quadro dos preparativos para a campanha eleitoral relativa às
Eleições que se avizinham constitui, neste contexto, um
importante contributo para a convivência política sã.
O presente Código de Conduta dos candidatos, partidos
políticos, coligações de partidos políticos e grupos de cidadãos
eleitores proponentes às eleições, situando-se na linha da
constante preocupação do Legislador moçambicano em actualizar
o quadrojurídico legal, reúne os principais aspectos e experiências
a tomar em conta na realização da campanha eleitoral de forma
consciente e com elevado grau e sentido de responsabilidade,
nos direitos atribuídos por lei e nos correlativos deveres.
COMISSÃO NACIONAL HE ÈLEIÇOES
Deliberação n.° 121/2008
Assim, a Comissão Nacional de Eleições, reunida em sessão
plenária, nos termos do preceituado na alínea l) do n.° 1 do
artigo 7 da Lei n.° 8/2007, de 26 de Fevereiro, por consenso,
delibera:
de 1 de Novem bro
A campanha eleitora] é o momento em que nos termos da lei os
partidos políticos, as coligações de partid os políticos e os grupos
de cidadãos eleitores proponentes pro novem as respectivas
candidaturas, através de manifestações, reuniões, publicação de
textos ou imagens que exprimam ou reproduzam o conteúdo da
sua propaganda.
Artigo 1. É aprovado o Código de Conduta dos Candidatos,
Partidos Políticos, Coligações de Partidos políticos e Grupos de
cidadãos eleitores proponentes às eleições, fazendo dela parte
integrante.
Art. 2. É revogada a Deliberação n.°34/2004, de 23 de Setembro,
que aprova o Código de Conduta para as eleições gerais
presidenciais e legislativas de 2004 e toda a regulamentação
anterior sobre a matéria.
372— ( 12) I SÉRIE— NÚMERO 44 Art. 3. A presente Deliberação enlra em vigor
372— ( 12)
I SÉRIE— NÚMERO 44
Art. 3. A presente Deliberação enlra em vigor na data da sua
publicação.
k) Denunciar quaisquer comportamentos que ponham em
causa a observância dos princípios de ética e
deontologia eleitoral.
Aprovada pela Comissão Nacional de Eleições, no dia um de
Novembro de 2008.
Registe-se e publique-se.
2. Constituem direitos gerais dos candidatos, partidos
políticos, coligações de partidos políticos e grupos dê cidadãos
de-eleitores proponentesàs eleições:
Por Eleições Livres, Justas e Transparentes!
O Presidente Prof. Doutor João L zopoldo da Costa.
a) Ter assegurado as condições para que as actividades
eleitorais se organizem e se desenvolvam com ética e
em condições de plena liberdade, justiça e
transparência;
Código de Conduta dos Ciindidatos, Partidos
Políticos, Coligações dc Partidos Políticos
b) Ter igualdade de oportunidade e tratamento em todos os
actos do processo eleitoral;
e G rupos
de
C idadãos
E leitores
p ro ­
c) Ter assegurada as condições de segurança necessárias
à realização dos actos eleitorais, sem qualquer
discriminação;
ponentes às eleições
A rtigo
d) Gozar de igual oportunidade de acesso à cobertura
jornalística por parte dos órgãos de comunicação
social do sector público;
 m bito
e) Ter assegurada a igualdade de tratam ento dos
respectivos delegados e mandatários de candidatura;
O presente Código de Conduta sstabelece regras éticas a
observar na actuação dos Candida :os ao cargo para o qual
concorre, assim como dos partido!; políticos, coligações de
partidos políticos e grupos de cidadãos eleitores proponentes
fi Sendo o caso, apresentar por escrito e em língua
portuguesa, mas sempre de boa-fé, as reclamações e
os, recursos
que considerem pertinentes.
que promovem e sustentam as candidaturas às eleições.
3. Os partidos políticos, as coligações de partidos e grupos de
cidadãos eleitores proponentes têm o dever de colaboração com
os órgãos eleitorais visando o normal desenvolvimento das
A rtigo;!
actividades eleitorais.
Deveres
e direitas
gerais
A rtigo 3
1. Constituem deveres gerais
ios candidatos, partidos
Direitos específicos
relativos à cam panha eleitoral
políticos, coligações de partidos políticos e grupos de cidadãos
eleitores proponentes às eleições:
a)
Respeitar a Constituição da!lepública de Moçambique,
a lei eleitoral e demais leg slação vigente;
Os direitos dos candidatos, partidos políticos, coligações de
partidos políticos e grupos de cidadãos eleitores proponentes
às eleições no que concerne à campanha eleitoral são,
nomeadamente, os seguintes:
b)
Respeitar o presente Códigc de Conduta, para além das
normas gerais de ética e conduta social que se impõe
para uma convivência social sã;
a) Ser dotado de um fundo do orçamento do Estado para a
realização da campanha eleitoral antes do início desta,
nos casos em que a lei assim o determina;
c)
Respeitar as instituições co Estado, Municipais, os
cidadãos e demais entidades públicas e privadas;
d)
Participar no processo ek itoral de forma pacífica,
democrática e transparenle;
b) Realizar livremente a campanha eleitoral em qualquer
lugar do território nacional ou círculo eleitoral de
âmbito autárquico ou provincial, dentro dos limites
da lei e do presente Código de Conduta;
é)
Não obstruir, dificultar ou d 3 qualquer forma impedir a
realização das actividades de outros candidatos,
partidos políticos, coligaç ões de partidos ou grupos
de cidadãos eleitorais proponentes de candidaturas;
c) Acesso a espaços e lugares públicos para actividades
de campanha e propaganda eleitoral;
d) Gozar de igual tratamento por parte das entidades
f
Abster-se de promover actos de desordem, violência,
incitamento à violência ou usar linguagem susceptível
de provocar ou sustentar violência física ou verbal;
públicas e privadas a fim de, livremente e nas melhores
condições oferecidas, realizar a campanha eleitoral;
e) Utilizar o serviço público de radiodifusão e televisão nos
termos da lei;
f) Ter, nos termos do competente sorteio de tempos de
antena, espaço para a promoção da campanha eleitoral
g)
Comprometer-se a resolver, por via do diálogo e com
respeito às diferenças poli .icas, os eventuais conflitos
eleitorais;
no sector público da televisão e radiodifusão.
A rtigo 4
h)
Cooperar com os órgãos eleitorais com vista a que o
Deveres relativos à campanha eleitoral
processo eleitoral seja 1vre, justo, transparente e
pacífico;
i) Comprometer-se a respeitar os resultados eleitorais ou a
Os candidatos, os partidos politicos, coligações de partidos
políticos e grupos de cidadãos eleitores proponentes às Eleições
têm, nomeadamente, os seguintes deveres:
recorrer às instâncias com] >etentes para dirimir litígios
eleitorais que possam ocorrer durante o processo
eleitoral;
j) Não publicar ou disseminar alegações falsas ou
difamatórias em relação a outros partidos, coligações
de partidos políticos ou gr jpos de cidadãos e eleitores
proponentes seus candidatos, representantes ou
membros;
á) Não imitar símbolos, cores ou siglas de outros partidos
políticos,
coligações de partidos políticos ou grupos
de cidadãos eleitores proponentes;
b) Abster-se de fazer propaganda política fora do período
legalmente estabelecido;
c) Proceder às solicitações e comunicações legais às
autoridades administrativas competentes visando a
segurança e protecção dos actos da campanha;
1 DE NO VEMBRO DE 2008 372— ( 13) d) Não promover reclamações infundadas ou
1 DE NO VEMBRO DE 2008
372— ( 13)
d) Não promover reclamações infundadas ou de má fé;
A rtig o 8
Dúvidas
e) Não usar bens públicos na campa lha eleitoral, salvo nos
casos previstos na lei;
f) Não utilizar o tempo de antena proferindo palavras
insultuosas ou injuriosas, nem apelar à desordem,
violência física ou verbal ou a j ódio;
As dúvidas que surgirem na observância do presente Código
de Conduta serão esclarecidas pela Comissão Nacional de
Eleições.
Por Eleições Livres, Justas e Transparentes!
g) Não rasgar cartazes, panfletos, bandeiras, documentos,
folhetos ou qualquer outro meio de propaganda política
pertencente a outros concorre ites.
Deliberação n.° 122/2008
de 1 de Novembro
A rtigo 5
Direitos específicos relativos ao sufrágio
Os direitos dos candidatos, partidos políticos, coligações de
partidos políticos e grupos de cidadãos eleitores proponentes
às eleições, no que concerne à votação e ao apuramento dos
resultados, são, nomeadamente, os seguintes:
a) Ser informado, directamente ou através do respectivo
mandatário, do local, data e hora de realização do sorteio
das candidaturas;
Havendo necessidade de ajustar o regulamento de utilização
de lugares e de edifícios públicos para fins eleitorais à legislação
ora em vigor e na procura de sistematizar a regulamentação desta
matéria num só instrumento jurídico, a Comissão Nacional de
Eleições, reunida em sessão plenária, nos termos do preceituado
na alínea ri)do n.° 1do artigo 7 da Lei n.° 8/2007, de 26 de Fevereiro,
por consenso, delibera:
Artigo 1. É aprovado o Regulamento de Utilização de Lugares
e de Edifícios Públicos para fins eleitorais, fazendo dela parte
b) Verificar, querendo, a conformidade da fotografia,
denominação, sigla e símbolo eleitoral antes da
impressão definitiva dos boletins de voto;
integrante.
Art. 2. É revogada a Deliberação n.°40/2004, de 29 de Setembro,
, que aprovou o regulamento de utilização de lugares e de edifícios
c) Indicar e submeter a lista nominal dos delegados de
candidaturá para fiscalizarem as operações eleitorais
no momento de votação e apu amento;
públicos para fins eleitorais para as eleições gerais presidenciais
d) Acompanhar e intervir, através dos delegados de
candidatura, nas operações eleitorais a nível da mesa
das assembleias de voto;
e legislativas de 2004.
Art. 3. A presente Deliberação entra em vigor na data da sua
publicação.
e) Acompanhar, através do mandat írio, o apuramento dos
resultados a nível distrital o í cidade, provincial e
nacional, nos termos da lei e díis deliberações da CNE
atinentes à matéria.
Aprovada pela Comissão Nacional de Eleições, no dia um de
Novembro de 2008.
Registe-se e publique-se.
Por Eleições Livres, Justas e Transparentes!
O Presidente, Prof. Doutor, João Leopoldo da Costa
A rtigo 6
Deveres relativos ao s ifrá g io
No âmbito da votação e do apuramento dos resultados
eleitorais políticos, os candidatos, os partidos políticos,
coligações de partidos e grupos d<; cidadãos eleitores
proponentes às eleições, têm, nomeadamente, os seguintes
deveres:
Regulamento Sobre a Utilização de Lugares
e Edifícios Públicos Para a Campanha
e Propaganda Eleitoral
A rtig o
1
a) Não praticar quaisquer actos d: intimidação, coacção
física ou psicológica sobre qualquer cidadão;
Titulares do direito
b) Não oferecer qualquer tipo incenl ivo material com vista a
levar ò cidadão a votar a favor ou contra alguma
candidatura ou lista;
c) Não promover actos de desor- ierri ou desobediência
durante a votação ou perturbar >)funcionamento normal
da assembleia de voto;
Os candidatos aos órgãos electivos de soberania, às
assembleias provinciais e aos órgãos de poder local, bem como
os seus proponentes, têm, nos termos da lei eleitoral, direito a
utilização de recintos, edifícios e lugares públicos, para fins de
campanha e propaganda eleitoral, em conformidade com o presente
regulamento.
d) Não se intrometer nem perturbar o desenvolvimento
normal dos actos eleitorais;
A rtigo 2
e) Não promover reclamações ou recursos infundados ou
demá-fé.
Pedido de utilização
1. A cedência de edifícios públicos e recintos pertencentes ao
A rtigo 7
Responsabilidade civil e criminal
Os candidatos, partidos políticos, as coligações de partidos
políticose grupos de cidadãos eleitores proponentes não estão
isentos de responsabilidade civil, administrativa ou criminal pelos
actos por eles cometidos, ressalvado o previsto na lei.
Estado e a outras pessoas colectivas de direito público será feita
pelas autoridades da administração local aos candidatos e
respectivos proponentes mediante solicitação apresentada por
escrito. Tratando-se de lugares pertencentes a entidades privadas,
o pedido será igualmente formulado por escrito.
372— ( 14) I SÉRIE— NÚMERO 44 2. Os pedidos de utilização deverão, para além
372— ( 14)
I SÉRIE— NÚMERO 44
2. Os pedidos de utilização deverão, para além do mais, indicar
Deliberação n.° 123/2008
o dia e a hora em que se pretende faz ir a sua utilização.
de 1 de Novembro
3. Cópia de cada pedido formulado será remetida à comissão
de eleições distrital ou de cidade, até cinco dias antes de cada
evento por todo o concorrente interes >ado na utilização de algum
lugar público.
Havendo necessidade de estabelecer regras de actuação dos
agentes da lei e ordem, no decurso do processo eleitoral, a
Comissão Nacional de Eleições, nos termos do disposto na
alínea tti) do n.° 1do artigo 7 da Lei n.° 8/2007, de 26 de Fevereiro,
reunida em Sessão Plenária, por consenso, delibera:
A rtigo 3
Repartição dos lugares
1. As comissões eleitorais distritais ou de cidade repartirão
equitativamente, pelas candidaturas que o desejarem, a utilização
dos lugares públicos para efeitos d; campanha e propaganda
eleitoral.
2. A utilização dos edifícios pelos partidos políticos eleitorais
e coligações de partidos políticos ou grupos de cidadãos eleitores
Artigo 1. É aprovado o Código de Conduta para os Agentes da
Polícia da República de Moçambique, em anexo à presente
Deliberação, dela fazendo parte integrante.
Art. 2. É revogada a Deliberação n.° 70/2004, de 13
de Outubro.
Art. 3. Apresente Deliberação entra imediatamente em vigor.
Registe-se, notifique-se e publique-se.
Por Eleições Livres, Justas e Transparentes!
O Presidente, Prof. Doutor João Leopoldo da posta.
relativamente aos candidatos a órgãos de soberania, será repartida
de acordo com o número de candid itos apresentados por cada
proponente.
, 3. Verificando-se que diversos con correntespretendem utilizar
Código de Conduta dos Agentes da Polícia
da República de Moçambique nos
Processos Eleitorais
o mesmo recinto ou lugar no mesmo dia e hora, os respectivos
pedidos serão considerados em atenção à ordem da sua entrada,
sem prejuízo dos critérios de equidade.
CAPÍTULO I
Atribuições e Postura Geral dos Agentes da Polícia
da República de Moçambique no Processo Eleitoral
A rtigo 4
Custo da utili cação
A rtigo 1
1, As despesas resultantes dos serviços que sejam prestados
na utilização dos edifícios e lugares pertencentes ao Estado e as
pessoas colectivas de direito público, cedidos para efeitos de
campanha, serão suportadas pelos s ;us utilizadores.
(Atribuições)
No quadro dos processos eleitorais e nos termos da legislação
em vigor, os agentes da Polícia da República de Moçambique
(PRM) têm de entre outras, as seguintes atribuições:
2. A utilização de lugares públicos pertencentes a entidades
a)
privadas será feita sem prejuízo dos respectivos regulamentos
internos.
Proteger as instituições públicas, pessoas e bens,
garantindo a ordem, segurança e tranquilidade pública
nos locais onde decorrem os processos eleitorais;
b)
A rtigo 5
Responsabilidade por danos
Garantir a observância e o cumprimento das disposições
legais- que regem a realização de reuniões,
manifestações políticas e espectáculos públicos;
Os danos verificados na utilização dos recintos e edifícios
públicos, quer do sector estatal quor do sector privado, serão
atendidos segundo o regime geral d í responsabilidade civil por
danos, sem prejuízo de eventual resf onsabilidade criminal.
c)
Apoiar às autoridades judiciais, do Ministério Público e
de Investigação Criminal na realização de diligências
processuais;
d)
A rtigo 6
Restrições
Zelar pelo cumprimento das leis e regulamentos relativos
ao trânsito de veículos e pessoas, bem com a garantia
de regulação do trânsito e a prevenção de acidentes
de trânsito rodoviário.
1. Não é permitida a utilização, para fins da campanha e
A
rtigo 2
propaganda eleitoral, de monumen :os nacionais, edifícios dos
órgãos de soberania ou dos órgãos locais do Estado, locais de
culto, instalações militares ou militai izadas e unidades sanitárias.
, 2. As escolas, repartições pública:; e os centros de trabalho em
geral só poderão ser utilizados para os fins referidos no número
anterior, fora do respectivo período ie funcionamento.
(Postura)
1.0
agente da PRM, no exercício das suas funções, no quadro
dos processos eleitorais deve actuar:
a) Com absoluta neutralidade política e imparcialidade; e,
A r t ig o '
-
Dúvidas
b) Sem discriminação alguma por motivo de raça, religião,
opinião, cor, origem étnica, lugar de nascimento,
nacionalidade, filiação partidária ou a pertença a um
grupo.de cidadãos eleitores proponentes, grau de
instrução, posição social ou profissional.
As dúvidas e omissões que surgúem na aplicação do presente
regulamento serão resolvidas pela Co missão Nacional de Eleições.
Aprovada pela Comissão Nacior al de Eleições, no dia um de
Novembro de 2008.
Por Eleições Livres, Justas e Traisparentes!
2. No cumprimento da missão, o agente da PRM observa a
Constituição da República, a ordemjurídica interna e, em particular,
o estabelecido na Lei n.° 9/91, de 18 de Julho, na Lei n.° 8/2007, de
26 de Fevereiro, na Lei n.° 18/2007, de 18 de Julho, è na demais
legislação aplicável.
1 DE NOVEMBRO DE 2008 372— ( 15) CAPÍTULO II Disposições específicas aos actos eleitorais
1 DE NOVEMBRO DE 2008
372— ( 15)
CAPÍTULO II
Disposições específicas aos actos eleitorais
A rtigo 3
g) Impedir o acesso e retirar cidadãos que estejam a exercer
qualquer propaganda eleitoral no local de assembleias
de voto ou nas suas proximidades, num raio de trezentos
metros;
(D isposições gerai;»)
h) Retirar cidadãos que sejam portadores de qualquer tipo
1. O agente da PRM em serviço de protecção e segurança,
durante a campanha e o sufrágio eleitoral é responsável pela
segurança dos actos
eleitorais, designad; mente em relação aos
cidadãos envolvidos e aos materiais eleitorais.
2. E proibida a presença de qualquer tipo de força armada nos
lugares, onde decorrem reuniões ou manifestações que se
enquadram no processo eleitoral e nas proximidades das
assembleias de voto, salvo nos casos previstos na lei.
3. Exceptuando os casos de solicitação dos promotores, é
de arma ou outros objectos contundentes, quando
determinado pelo presidente da mesa da assembleia
de voto;
/) Retirar os cidadãos notoriamente dementes e
manifestamente embriagados ou drogados e todo
aquele que esteja a perturbar, por qualquer forma, a
ordem pública e a disciplina na assembleia de voto,
nos termos da lei;
j) Acompanhar os materiais da responsabilidade dos órgãos
proibido ao agente da PRM estar presente ero reuniões ou
manifestações realizadas em recinto fechado, salvo, solicitação
especial pelos promotores.
eleitorais na sua movimentação e transporte;
A rtigo 4
(Posicionam ento dos agentes da PRM)
Os agentes da PRM devem estar posicionados em local de
fácil visualização da reunião, manifestação, assembleia de voto
ou eleitores.
k) Retirarjornalistas ou qualquer outra pessoa que pers istam
em violar o seu dever especial, tirando imagens muito
próximo das umas de votação e recolhendo declarações
dentro da área dos trezentos metros do local da
assembleia de voto, mediante a pronta solicitação do
presidente da mesa da assembleia de voto;
A rtigo 5
/) Garantir que as operações de apuramento dos resultados
decorram em clima de normalidade e segurança,
conforme estabelecido na lei e nos regulamentos
emanados pelos órgãos eleitorais.
(Apresentação
pessoal)
O agente da PRM encarregue pelos sírviços de protecção e
segurança das assembleias de voto deve ipresentar-se equipado
em consonância com a natureza dos acios eleitorais, os quais
devem decorrer num ambiente de serec idade e tranquilidade,
conforme o presente regulamento e demais legislação aplicável
aos agentes da PRM.
A rtigo 7
(Uso de meios)
A força armada destinada a pôr termo a tumultos ou obstar
agressões ou violência deve recorrer a formas lícitas de actuação
estabelecidas na lei usando meios proporcionalmente adequados
a cada situação.
A rtigo 6
A rtigo 8
(Responsabilidade pela ordem
e disciplina)
(Procedim ento crim inal)
1. O agente da PRM deve assegurar c respeito pela ordem e
O agente da PRM encarregue pelo serviço de protecção e
disciplina, desde a campanha eleitoral até ao anúncio dos
resultados eleitorais a todos os níveis onde decorrem os actos
eleitorais,
2. É responsabilidade do agente da Folícia encarregue pela
manutenção da ordem e disciplina dos arocedimentos e actos
eleitorais:
segurança dos actos eleitorais, deve agir contra qualquer agente
da infracção ou ilícito eleitoral que haja sido cometido no local da
reunião, manifestação ou votação, para além de óutras
providências que se mostrem necessárias.
A rtigo 9
a) Acompanhar a realização de cortejos e desfiles na
campanha eleitoral, assegurando que os mesmos
decorram sem perturbação da ordem pública;
(Coordenação)
b) Guarnecer e garantir a seguran ?a das assembleias de
voto durante todo o período d) processo de votação,
apuramento dos resultados eleitorais e transporte de
materiais de votação e pós voiação;
Na manutenção da ordem e disciplina, o agente da PRM deve
actuar em estreita coordenação com os promotores da campanha
eleitoral e com as mesas das assembleias de voto.
A rtigo 10
(Cum prim ento
de obrigações)
c) Suster situações de desordem ou cesobediência às ordens
do presidente da mesa de assembleia de voto, quando
solicitado por este para intervi r;
d) Agir prontamente em caso de sc licitação do presidente
Mediante solicitação do presidente da mesa, o agente da PRM
garante o cumprimento dos deveres e obrigações impostas pela
lei quanto á pronta execução das operações eleitorais.
da mesa da assembleia de veto perante indícios de
coacção física ou psicológica que impeçam os seus
membros de prosseguir com a normalidade a sua
actividade;
e) Fôr termo a tumultos, violência )u agressões físicas ou
psicológicas no local de asse nbleia de voto ou nas
suas proximidades;
A rtigo 11
(Disposições diversas)
1.0 agente da PRM em serviço eleitoral deve estar devidamente
credenciado e identificado.
2. O agente da PRM deve ter sempre presente as imunidades
f) Guarnecer as instalações onde sc encontram guardados
os materiais eleitorais;
do delegado de candidatura e do agente dos órgãos eleitorais,
sobre eles, podendo agir nos termos preceituados na lei.
372— ( 16) I SÉRIE— NÚMERO 44 A rtig o 1 1 A rtigo 13
372— ( 16)
I SÉRIE— NÚMERO 44
A rtig o
1 1
A rtigo 13
(Dúvidas)
(A lteração
dos
trajectos)
As dúvidas relativas a aplicação do presente Código de
Conduta serão esclarecidas pela Cor lissão Nacional de Eleições.
1. As autoridades poderão, se se mostrar indispensável ao
Disposições Legais Pertinentes
bom ordenamento do trânsito de pessoas e de veículos nas vias
públicas, alterar os trajectos programados ou determinar que os
desfiles ou cortejos se façam só por uma das metades das faixas
de rodagem.
2. A ordem referida no número anterior será dada por escrito
Anexo I
Extractos da Lei n.a 9/91, de
18 de Julho, regula o exercício
aos promotores, com a antecedência de dois dias em relação ao
início do desfile ou cortejo.
do direito à liberdade de reunião e de manifestação
(Harmonizada com as alterações que lhe são dadas
A rtigo 15
pela Lei n.° 7/2001, de 7 de Julho)
(Proibição de porte de
arm as)
1. É proibido o porte de armas de fogo, brancas ou outros
«A rtigo
3
(Liberdade
de reunião < m anifestações)
instrumentos contundentes não autorizados em reuniões e
manifestações, devendo os portadores delas entregá-las às
autoridades.
1. Todos os cidadãos podem, pacífica e livremente, exercer o
seu direito de reunião e de manifestação sem dependência de
qualquer autorização nos termos da lei.
2. Ninguém pode ser coagido a toi nar ou não parte em qualquer
2. As pessoas que forem encontradas com armas em reuniões
ou manifestações, incorrerão no crime de uso e porte de armas de
fogo ou brancas, previsto e punido pelo artigo 2 5 3 , n.° 1 do Código
Penal; sem prejuízo de outra pena que ao caso couber.
reunião ou manifestação.
Anexo 2
A rtig o ^
(im p e d im e n to s )
O exercício do direito a reunião ou manifestação, não pode
Extractos da Lei n.s 18/2007, de 18 de Julho, estabelece
o regime jurídico-legal relativo à eleição dos órgãos das
autarquias locais
ofender a Constituição da República, a lei, a moral, os bons
costumes e os direitos individuais ou das pessoas colectivas.
«A rtigo 9
A rtig o
‘j
Im u n id ad es
(R e s triçõ es )
1. Nenhum candidato pode ser sujeito a prisão preventiva,
a não ser em flagrante delito, por crime doloso punível com pena
1. Não é permitida a realização de reuniões ou manifestações
de prisão.
com ocupação abusiva de edifícios públicos ou particulares.
2. Movido o processo crime contra algum candidato que não
2. Poderá não ser permitida, por razões estritamente de
segurança, a realização de reuniões ou de manifestações em
lugares públicos situados a menos ce cem metros das sedes dos
órgãos de soberania e das instalaçc es militares e militarizadas,
dos estabelecimentos prisionais, das sedes das representações
diplomáticas e consulares e ainda das: sedes dos partidos políticos.
esteja em regime de prisão preventiva e indiciado este por
despacho de pronúncia ou equivalente, o processo só pode seguir
os seus termos após a proclamação dos resultados das eleições.
A rtigo 31
(Igualdade de oportunidades
das candidaturas)
A rtigo í!
Os candidatos, os partidos políticos ou coligações de partidos
(G arantias das condições de e <ercício das
liberdades)
políticos ou grupo de cidadãos eleitores proponentes têm direito
1. As autoridades civis e policias d<:vem garantir o livre exercício
do direito à liberdade de reunião e de manifestação, ordenando a
comparência e a permanência de re Dresentantes ou agentes seus
nos locais respectivos e tomando as necessárias providências
para que o exercício deste direito decorra sem perturbação,
designadamente, sem a interferência de contra-manifestações.
a igual tratamento por parte das entidades públicas e privadas a
fim de efectuarem, livremente e nas melhores condições, a sua
campanha eleitoral.
A rtigo 33
(Liberdade de reunião
e
de m anifestação)
2. Os cortejos e desfiles podem realizar-se em qualquer dia
2. Os promotores da reunião ou rr anifestação são responsáveis
pela sua organização e devem garantir que estas não se desviem
da sua finalidade inicial.
e hora, respeitando-se os limites impostos pela manutenção da
ordem pública, do ordenamento do trânsito e do período do
descanso dos cidadãos.
A rtigo1)
(M anutenção
da ordem
em
recintos
fechados)
1. Nenhum agente de autoridace poderá estar presente em
reuniões ou manifestações realizadas em recinto fechado, salvo
mediante solicitação dos promotorc s.
3. A presença de agentes da autoridade em reuniões
ou manifestações organizadas por qualquer candidatura apenas
pode ser solicitada pelos seus órgãos competentes, ficando a
entidade organizadora responsável pela manutenção da ordem
quando não faça tal solicitação.
A rtigo 40
2. Os promotores de reuniões u manifestações em lugares
(P ropaganda
sonora)
fechados são responsáveis, nos t;rm os legais comuns, pela
manutenção da ordem no respectivo recinto, quando não solicitem
O recurso à propaganda com utilização de meios sonoros não
a presença de agentes de autoridade.»
carece de autorização, nem de comunicação às autoridades
administrativas e só é permitido entre as sete e vinte e uma horas.
1 DE NO VEMBRO DE 2008 372— ( 17) A rtigo 59 3. Sempre que
1 DE NO VEMBRO DE 2008
372— ( 17)
A rtigo 59
3. Sempre que o comandante da força de manutenção da ordem
(Im unidades
dos
delegados
de candidaturas)
pública verificar a existência de indícios de que se exerce sobre
Os delegados de candidaturas não podt m ser detidos durante
os membros da mesa da assembleia de voto coacção física ou
psicológica que impeça o respectivo presidente de fazer
o funcionamento da mesa da assembleia le voto, a não ser em
a respectiva requisição, pode mandar a força intervir, devendo
flagrante delito por crime punível com pena de prisão superior a
dois anos.
esta retirãr-se logo que o presidente ou quem o substitua assim o
determinar, ou quando a sua presença já não o justifique.
68
4. Para pôr termo a tumultos ou obstar agressões ou violência,
A r tig o
a força de manutenção da ordem pública deve recorrer a formas
(C ontinuidade
das
operações eleitorais)
A votação decorre ininterruptamente, devendo os membros
da mesa da assembleia de voto fazer- >e substituir quando
necessário.
lícitas de actuação estabelecidas na lei eleitoral, na lei relativa à
Polícia da República de Moçambique e nas demais leis sobre a
protecção e segurança de pessoas e bens.
5. Nos casos previstos nos n.0s 2 e 3, suspendem-se
A rtigo 86
(M anutenção da ordem
e da disciplina)
imediatamente as operações eleitorais até que o presidente
considere reunidas as condições para que elas possam prosseguir,
sob pena de nulidade da eleição na respectiva mesa de assembleia
1. Compete ao presidente da mesa de assembleia de voto,
de voto.
coadjuvado pelos membros da respectiva mesa, assegurar a
liberdade dos eleitores, manter a ordem e a disciplina, tomando
para o efeito as providências necessárias.
A rtigo 101
(Publicação do apuram ento parcial)
2. Não são admitidos na assembleia de voto e são mandados
1. O apuramento parcial é imediatamente publicado por acta
retirar pelo presidente da mesa, os eleitoies que se apresentem
manifestamente embriagados ou drogados, os que sejam
portadores de qualquer arma, os dementes ; os que, por qualquer
forma, perturbem a ordem pública e a disciplina.
e edital originais, devidamente assinado e carimbado no local
do funcionamento da assembleia de voto, no qual se discrimina o
número de votos de cada candidatura, o número de votos em
branco e o número de votos nulos.
2. O apuramento parcial só pode ser tomado público após a
A rtigo 87
hora estabelecida para o encerramento da votação ao nível nacional.
(Proibição de propaganda)
1. É proibida qualquer propaganda dentro das assembleias-
A rtigo 105
de voto e fora delas e na área circundante até uma distância
de trezentos metros.
(Envio de m aterial eleitoral à assem bleia de apuram ento
in te rm é d io )
2 .0
disposto no número anterior aplica-st:igualmente à exibição
1. Até doze horas do dia seguinte ao apuramento parcial, os
de símbolos, sinais, distintivos ou autocolantes dos candidatos,
de partidos políticos, coligação de partidos políticos ou grupo de
cidadãos eleitores proponentes.
presidentes das mesas de assembleias de voto entregam
pessoalmente ou remetem pela via mais segura, contra recibo, as
umas, as actas, os cademós e demais documentos respeitantes à
eleição, à respectiva comissão de eleições distrital ou de cidade,
A rtigo 88
através do Secretariado Técnico de Administração Eleitoral.
(P roibição da presença de forç a arm ada)
2. Os delegados das candidaturas e os observadores podem
1. Nos locais onde se reúnem as assembleias de voto, e num
ralio de trezentos metros, é proibida a presença de força armada,
acompanhar e devem ser avisados da hora de partida do transporte
dos materiais referidos no n.° 1 do presente artigo.
com excepção do disposto nos números s jguintes.
A rtigo 183
2. Quando fôr necessário pôr termo a tumultos ou obstar a
(Não com parência de. força policial)
agressões ou Violência, quer no local da ass embleia de voto, quer
na sua proximidade, ou ainda em caso de iesobediência às suas
ordens, o presidente da mesa da assembled de voto pode, ouvida
esta, requisitar a presença de força de manutenção da ordem
pública com menção na acta, das razões da r ;quisição e do período
de presença da força armada.
Se, para garantir o regular decurso da operação de votação, fôr
competentemente requisitada uma força policial e esta não
comparecer e não fôr apresentadajustificação idónea no prazo de
vinte e quatro horas, o comandante da mesma é punido com a
pena de prisão até seis meses e multa de um a dois salários
mínimos nacionais.»
Preço — 4,00 MT Im prensa N acional d e M oçambique
Preço — 4,00 MT
Im prensa N acional d e M oçambique
Terça-feira, 4 de Novembro de 2008 I SÉRIE — Número 44 bole™ da república PUBLICAÇÃO
Terça-feira, 4 de Novembro
de 2008
I SÉRIE — Número 44
bole™ da república
PUBLICAÇÃO OFICIAL DA REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE
4.° SUPLEMENTO
IMPRENSA
NACIONAL
DE
MOÇAMBIQUE
A rtigo 71
(Constituição)
AVISO
A matéria a publicar no «Boletim da República» deve ser remetida em
cópia devidamente autenticada, uma por cada assunto, donde conste, além
das Indicações necessárias para esse efeito, o averbamento seguinte, assinado
e autenticado: Para publicação no «Boletim da República».
As associações desportivas provinciais constituem-se
de conformidade com as disposições das secções I e II do
presente capítulo.
A r tig o 77
SUMÁRIO
(Conceito)
Conselho de Ministros:
Decreto n.° 41/2008:
Altera os artigos 67,71,77,80 e 89 do Regulamento da Lei do
Desporto, aprovado pelo Decreto n.° 3/2004, de 29 de Março.
Decreto n.° 42/2008:
1. Federação é uma pessoa colectiva de direito privado,
sem fins lucrativos, que engloba um conjunto de núcleos e
clubes desportivos, associações desportivas distritais e
provinciais, nela regularmente inscritos, com jurisdição
sobre todo o território nacional.
2. As associações desportivas referidas no n.° 1
do presente artigo correspondem às definidas no n.° 1
do artigo 17 da Lei n.°l 1/2002, de 12 de Março.
Altera os artigos 5,15,18,20,21,24% 25 e 28 do Regulamento
sobre o Processo de Avaliação do Impacto Ambiental,
aprovado pelo Decreto n.° 45/2004, de 29 de Setembro.
A rtigo 80
Decreto m° 44/200»:
(Constituição)
Cria os Serviços Sociais das Forças Armadas de Defesa
de Moçambique, abreviadamente de signados por SSFADM
e aprova os respectivos estatutos.
As federações desportivas constituem -se de
conformidade com as disposições das secções I e II do
presente capítulo.
A rtigo 89
CONSELHO DE MINISTROS
(Constituição)
Decreto n.° 4T/2008
de 4 de Novembro
As associações de agentes desportivos constituem-se
de conformidade com as disposições das secções. I e II do
presente capítulo.»
Havendo necessidade de flexibilizar e conferir maior celeridade
ao processo de licenciamento e registo das associações
desportivas, ao abrigo do artigo 60 da Lei n.° 11/2002, de 12
de Março, o Conselho de Ministros decreta:
Aprovado pelo Conselho de Ministros, aos 16 de Setembro
de 2008.
Publique-se.
A rtigo 1
A Primeira-Ministra, Luísa Dias Diogo.
Os artigos 67, 71, 77, 80 e 89 do Regulamento da Lei do
Desporto, aprovado pelo Decreto n.° 3/2004, de 29 de Março,
passam a ter a seguinte redacção:
« A rtigo 67
Dècreto n.° 42 /2008
(C onstituição)
de 4 de Novembro
As associações distritais constituem -se de
conformidade com as disposições das secções I e II do
presente capítulo.
A implementação do Decreto n.° 45/2004, de 29 de Setembro,
que regula o processo de avaliação do impacto ambiental, tem
demonstrado a necessidade de adequação dos procedimentos
372— < 16) I SÉRIE— NÚMERO 44 nele instituídos, por forma a tomá-los consentâneos com
372— < 16)
I SÉRIE— NÚMERO 44
nele instituídos, por forma a tomá-los consentâneos com a
realidade actual e prosseguir-se o objectivo de simplificação,
imprimindo-se consequentemente uma maior celeridade do
processo de licenciamento ambiental.
Assim, nos termos do disposto no artigo 33 da Lei n.° 2 0 /9 7 ,
de 1 de Outubro, o Conselho de Ministros decreta:
A rtigo 20
C aducidade e validade da licença am biental
2. Oproponente ainda interessado, na implementação
da actividade licenciada, deve requerer a prorrogação da
A rtigo 1
respectiva licença ambiental, ao M inistro para a
Coordenação da Acção Ambiental, até noventa dias antes
da data da sua caducidade.
Os artigos 5 , 15 , 18 , 2 0 ,2 1,2 4 ,2 5 e 28 do Regulamento sobre o
Processo de Avaliação do Impacto Ambiental, aprovado pelo
Decreto n.° 4 5 /2 0 0 4 , de 2 9 de Setembro, passam
redacção:
a ter a seguinte
«A rtigo 5
C om petência em
m atéria
de
avaliação
do
im pacto
a m b ie n tal
Todas as licenças ambientais de actividades em operação,
são válidas por um período de cinco anos, renováveis por
igual período, mediante requerim ento, solicitando
actualização dirigido ao Ministério para a Coordenação
Ambiental, devendo para o efeito, no caso de actividades
de categoria A e B, pagar uma quantia no valor de
10000,00MT e 5000,00MT, respectivamente.
4. A actualização das licenças de actividades referidas
no número anterior está condicionada à apresentação de
um PGA actualizado, para.o caso das licenças de actividades
d )
de categoria A e B e do relatório de desempenho ambiental
nas condições previstas no documento de autorização,
para as actividades de categoria C.
e )
5. O requerimento para renovação deve ser submetido
f )
ao MICOA, até cento e oitenta dias antes do termo da
validade da licença.
g )
h)
o
A rtigo 21
j )
k)
R egisto
de
co n su lto res
am bientais
/) Aprovar o Plano de Gestão Ambiental para todos
os projectos mineiros classificados como de nível
2, nos termos do Regulamento Ambiental para
Actividade Mineira, aprovado pelo Decreto n.° 26/
/2004, de 20 de Agosto.
A rtigo 15
Revisão
do estudlo de
am biental e definição
pré-viabilidade
de am bito
*)
•-
c )
-
3. Todas as manifestações e exposições, por escrito ou
d) O consultor individual deverá ainda apresentar
oNUIT;
orais, feitas no âmbito do processo de participação pública,
apresentadas aos órgãos locais e, ou ao proponente, até
dez dias antes do encerramento do período de revisão do
EPDA, devem ser registadas e são consideradas na decisão
da Comissão Técnica de Avaliação, desde que relacionadas
com os impactos ambientais da actividade.
A rtigo 18
A rtigo 24
Prazo
para
com unicação
de decisões
Inspecção
e auditoria
a)
c )
d) O PGA, para actividades classificadas como de
nível 2, nos termos do Regulamento Ambiental para
Actividade Mineira, aprovado pelo Decreto n.° 26/
/2004, de 20 de Agosto - até 15 dias úteis.
Como resultado das auditorias para as actividades que
forem classificadas como de categoria B nos termos do
presente Regulamento, devem apresentar um PGA, com o
seguinte conteúdo mínimo:
a) Programa de monitorização dos, impactos, indicando
claramente as medidas de mitigação, responsabilização
e periodicidade interventiva das acções respectivas;
b) Programa de educação ambiental; e
c) Plano de contingência de acidentes.
4 DE NO VEMBRO DE 20Ó8 372 — ( 17) A rtigo 25 a) Nome
4 DE NO VEMBRO DE 20Ó8
372 — ( 17)
A rtigo 25
a) Nome completo d© prpponente
Taxas
b) Nacionalidade
c) Número do documento de identificação
1
:
:
d) Local de Emissão
a) Licenciamento de actividades de categoriaA e B, taxa
de 0.2% do valor de investimento da actividade; e
e) Data de emissão dõ documento de identificação
f) Tipo de Projecto
b) Emissão da declaração de isenção para actividades
de categoria C, taxa de 0.02% do valor de
investimento da actividade.
gj Designação do Projecto
h) Valor total de investifoento
0 Latitude
:
j) Longitude
2
k) Número do talhão ou parcela
-3
:
l) Localização
4.
Para efeitos de início do processo, o proponente deve
m) Distrito
pagar uma taxa no valor de 20,00MT para a aquisição da
ficha de pré-avaliação.
n) Província
o) Indicar o tipo do projecto e área da actividade.
5. Em caso de o proponente pretender mudar o nome
constante da licença ambiental, deve pagar 5000,00MT,
3000,00MT e 2000,00MT, conforme se trate de licença
ambiental de actividades de categoria A, B ou C.
D ecreto n.° 44/2008
de 4 de Novembro
A rtigo 28
Considerando a necessidade de se criar um sistema de
assistência social complementar destinada à satisfação das
Actualização e afectação do produto das taxas
e m ultas
1
2
3
necessidades sociais, culturais e económicas dos membros das
Forças Armadas àe Defesa de Moçambique, funcionários e
contratados do Ministério da Defesa Nacional, ao abrigo do
disposto no artigo 6 da Lei n.° 18/97, de 1de Outubro, o Conselho
de Ministros decreta:
4.
O Ministro para a Coordenação da Acção Ambiental,
estabelecerá por diploma específico, a percentagem dos
valores destinados ao FUNAB, que devem ser
disponibilizados para o melhoramento dos serviços de
avaliação do impacto ambiental.»
A rtigo 2
É aprovado o Anexo 5 ao Regulamento sobre o Processo de
Avaliação do Impacto Ambiental, aprovado pelo Decreto n.° 45/
/2004, de 29 de Setembro, em anexo e que e parte integrante do
presente Decreto.
Aprovado pelo Conselho de Ministros, aos 16 de Setembro
de 2008.
Publique-se.
A Primeira-Ministra, LuísaDias Diogo.
Artigo 1. São criados os Serviços Sociais das Forças Armadas
de Defesa de Moçambique, abreviadamente designados por
SSFADM e aprovados os respectivos estatutos, anexos ao
presente Decreto e_que dele fazem parte integrante.
Art. 2. Os Serviços Sociais das Forças Armadas de Defesa de
Moçambique, são uma pessoa colectiva de direito público, dotada
de personalidade jurídica, autonomia administrativa e financeira.
Art. 3. Os Ministros que superintendem as áreas de Defesa
Nacional e das Finanças determinarão por Despacho Conjunto
os bens patrimoniais a transitarem do Ministério da Defesa
Nacional para os Serviços Sociais das Forças Armadas de Defesa
de Moçambique.
Art. 4. O Director-Geral submeterá ao Ministro da Defesa
Nacional, no prazo de Í20 dias, para aprovação, o Regulamento
Interno dos SSFADM.
A N E X O V
Aprovado pelo Coaselííò de Ministros, aos 16 de Setembro
de 2008.
M odelo de Requerim ento para a Instrução
do Processo de Avaliação de Im pacto Am biental
Publique-se.
A Primeira-Ministra, Luísa Dias Diogo.
Exmo Senhor Director Nacional de Avaliação do Impacto
Ambiental
(a)
nacionalidade (b)
/DIRE n.° (c)
de
. portador do BI/Passaporte/
Estatutos dos Serviços Sociais das Forças
Armadas de Defesa de Moçambique
. emitido em (d)
:
aos (e )
/
'
/ . submeter a proposta de actividade
CAPÍTULOI
para a AIA, e solicitar a V. Excia, que com a viabilidade ambiental
do projecto e efectuado o pagamento da taxa de licenciamento
ambiental, se digne emitir a respectiva licença/declaração da
actividade de categoria A/B/C, do projecto de (f)
Disposições gerais
A rtigo 1
com a designação (g)
valor total de investimento de (h)
. com o
coordenadas
(N atureza)
geográficas, latitude (i)
Talhão/Parcela n.° (k)
Administrativo de (1)
Província de (n)
e longitude de (j)
localizada no. Posto
Os SSFADM são uma pessoa colectiva de direito público,
dotada de personalidade jurídica, autonomia administrativa
. Distrito de
(m )
e financeira.
,cuja
área de actividade é
(o) , pelo que
A rtigo 2
Pede deferimento
(O bjectivos)
,aos
de
de 200
Assinatura
Os SSFADM têm por objectivo a satisfação complementar de
necessidades de ordem económica, social e cultural aos membros
das ForçasArmadas dê Defesa de Moçambique e aos funcionários
e contratados do Ministério da Defesa Nacional.
372— ( 18) I SÉRIE— NÚMERO 44 A rtigo 3 (Tutela) Moçambique no activo, reserva
372— ( 18)
I SÉRIE— NÚMERO 44
A rtigo 3
(Tutela)
Moçambique no activo, reserva e reforma e os funcionários e
contratados do Ministério da Defesa Nacional no exercício da
actividade profissional e na reforma, inscritos de forma voluntária.
Os SSFADM são tutelados pelo Ministro que superintende
a área de Defesa Nacional.
2. A inscrição nos SSFADM não afasta a obrigatoriedade de
vinculação, pelos aderentes no sistema de segurança social
obrigatória.
A rtigo 4
CAPÍTULO II
(Atribuições)
Estrutura
São atribuições dos SSFADM:
a)
Garantir assistência social e económica complementar
aos membros das Forças Armadas da Defesa de
Moçambique e aos funcionários e contratados do
Ministério da Defesa Nacional;
A rtigo 8
(Ó rg ão s)
1. A estrutura dos SSFADM compreende os seguintes órgãos:
a)
Assembleia Geral;
b)
Realizar estudos conducentes a definição permanente
da assistência social complementar;
b)
Direcção;
c)
Colectivo de Direcção;
c)
Contribuir para a elevação e manutenção de um estado
de espírito, de dignidade e de socialização dos
m em bros das Forças Arm adas da D efesa de
Moçambique e dos funcionários e contratados do
Ministério da Defesa Nacional.
d)
Conselho Fiscal.
2. Os SSFADM estruturam-se em departamentos, repartições
e delegações provinciais.
A rtigo 9
A rtigo 5
(A ssem bleia
G eral, com posição
e m andato)
(Competências)
1. A Assembleia Geral é um órgão deliberativo com a seguinte
Compete aos SSFADM:
composição:
a)
Prestar assistência complementar em matéria de saúde,
educação, velhice e invalidez a quem se reconheça
necessidade, nos termos a regulamentar;
a) O presidente;
b)
Proporcionar alojamento temporário e promover a
construção de' casas habitacionais em regime de
propriedade resolúvel, nos termos a regulamentar;
b) Dois oficiais generais, quatro oficiais superiores, seis
oficiais subalternos, oito sargentos e dez praças
designados pelos Ramos das Forças Armadas de
Defesa de Moçambique;
c)
Proporcionar a aquisição de bens de consumo
duradouros e de uso corrente, a preços e condições
comportáveis;
c) Quatro funcionários e contratados do Ministério da
Defesa Nacional.
2. A Assembleia Geral constituinte é presidida pelo Chefe do
Estado-Maior General.
d)
Assegurar condições para o repouso e a recreação em
instâncias turísticas e outros estabelecimentos para o
efeito;
3. Participam ainda na Assembleia Geral, sem direito a voto, o
director-geral, director-deral adjunto, chefes de departamento e
delegados provinciais.
e)
Criar condições infra-estruturais para acção cultural e
desportiva;
4. Podem participar nas reuniões da Assembleia Geral; sem
direito à voto, outras entidades convidadas pelo presidente da
/)
Conceder apoio financeiro tios termos a regulamentar;
Assembleia Geral.
g)
Adquirir participações empresariais e financeiras de
qualquer natureza.
5. O processo de designação dos delegados dos Ramos das
Forças Armadas de Defesa de Moçambique e dos funcionários e
A rtigo 6
contratados do Ministério da Defesa Nacional será objecto de
regulamento interno.
(Áreas de intervenção)
6. A Assembleia Geral tem um mandato de três anos.
1. Os SSFADM desenvolvem actividades nas seguintes áreas:
A rtigo 10
d)
Acção social;
b)
Acção cultural;
(C om petências
da A ssem b leia
G eral)
c)
Fomento do desporto;
Compete à Assembleia Geral dos SSFADM:
d)
Mutualidade;
e)
Fomento da habitação;
a) Definir e deliberar sobre a política dos SSFADM no
âmbito do presente Estatuto e da legislação aplicável;
f)
Outras actividades que tenham natureza de apoio e
b) Aprovar o plano e o relatório de actividades;
acção social.
2. As normas referentes as áreas de intervenção referidas no
c) Aprovar o orçamento, relatório e as contas de gerência;
n.° 1 do presente artigo constam do regulamento interno.
d) Apreciar os projectos de estatutos, regulamentos, a
submeter à aprovação do Ministro da Defesa Nacional;
A rtigo 7
e) Apreciar as alterações nos regulamentos, a submeter à
aprovação do Ministro da Defesa Nacional;
(Beneficiários)
f) Aprovar o Regimento da Assembleia Geral;
1. São beneficiários dos SSFADM os oficiais, sargentos e
g) Eleger o presidente de Assembleia Geral, os vogais e o
praças do quadro permanente das Forças Armadas de Defesa de
secretário do Conselho Fiscal.
4 DE NO VEMBRO DE 2008 372 — ( 19) A rtigo 11 4. O
4 DE NO VEMBRO DE 2008
372 — ( 19)
A rtigo 11
4. O director-geral pode convidar outros quadros, se o julgar
(Fun cio nam en to
da
A ssem b leia
G eral)
necessário, para participarem nas reuniões do Colectivo de
Direcção.
1. A Assembleia Geral reunir-se-á, ordinariamente, uma vez
A rtigo 15
por ano e, extraordinariamente, sempre que fôr convocada pelo
presidente, quando requerida por um terço dos seus membros
ou pelo Conselho Fiscal.
(C onselho
Fiscal)
1.0 Conselho Fiscal é o órgão de fiscalização das actividades
2. Para a realização da reunião daAssembleia Geral é necessário
dos SSFADM e dos seus empreendimentos, e tem a seguinte
um quórum de mais de metade dos membros da Assembleia Geral.
composição:
3. As deliberações da Assembleia Geral serão tomadas por
maioria absoluta de votos dos membros presentes. Em caso de
empate na votação, o presidente da Assembleia Geral tem voto
de qualidade.
a) Presidente do Conselho Fiscal;
b) Secretário, com funções de relator;
c) Três vogais.
2. O presidente do Conselho Fiscal é designado pelo Ministro
A rtigo 12
da Defesa Nacional, ouvido o Ministro das Finanças.
(D irecção)
3. Compete ao Conselho Fiscal:
d)
Fisealizar a execução do plano e orçamento;
1. A Direcção é o órgão executivo dos SSFADM.
b)
2. Os SSFADM são dirigidos por um director-geral
e coadjuvado por um director-geral Adjunto, ambos nomeados
pelo Ministro da Defesa Nacional.
Emitir parecer sobre o relatório de actividades e contas
da gerência;
c)
Zelar pela observância da legalidade nos actos praticados
pelos órgãos dos SSFADM;
d)
Elaborar o relatório anual sobre a sua actividade.
A rtigo 13
4. O Conselho Fiscal reúne-se, ordinariamente, uma vez por
(C o m p etên cias
do
d ire cto r-g e ra l)
trimestre e, extraordinariamente sempre que fôr convocado pelo
1.
Compete ao director-geral dos SSFA DM:
seu presidente.
5. Os pareceres e recomendações do Conselho Fiscal são
a)
Apresentar o plano e o relatório anual de actividades
dos SSFADM à apreciação e aprovação da Assembleia
Geral;
adoptados por maioria de votos, tendo o presidente voto de
qualidade.
16
b)
Submeter à aprovação da assembleia geral a proposta
do orçamento e relatório de contas de gerência;
A r tigo
(D e p a rta m e n to s )
c)
Zelar pelo cumprimento do presente Estatuto,
regulamentos e demais legislação aplicável;,
1. Constituem departamentos dos SSFADM:
d)
Representar os SSFADM em juízo e fora dele;
a) Departamento de Acção Social;
e)
Celebrar contratos ou acordos de parceria, ouvido o
Colectivo da Direcção;
b) Departamento de Equipamento Social;
c) Departamento de Administração e Finanças; e
f
Cumprir e fazer cumprir as deliberações da Assembleia
Geral;
d) Departamento de Apoio Técnico.
2. Os chefes dos departamentos são nomeados pelo Ministro
g ) Autorizar a realização de despesas;
da Defesa Nacional sob proposta do director-geral dos SSFADM.
h)
Aceitar doações, legados e heranças, desde que
legalmente constituídos;
A rtigo 17
i) Gerir os recursos humanos dos SSFADM;
j) Praticar
os
demais
actos
necessários
à
boa
(D epartam ento
de A cção
Social)
administração e gestão dos SSFADM.
São funções do Departamento de Acção Social:
2.
O director-geral adjunto exerce as competências que lhe
forem delegadas pelo director-geral e substitui-o nas suas
a) Assistir os beneficiários nas áreas de saúde, educação,
velhice, invalidez, habitação e cultura;
ausências e impedimentos.
b) Controlar e gerir messes, supermercados, clubes militares
e demais infra-estruturas.
A rtigo 14
(C olectivo
de
D irecção)
A rtigo 18
1. 0 Colectivo de Direcção dos SSFADM é um órgão consultivo
(D epartam ento
de
E quipam ento
S ocial)
do director-geral com as seguintes funções:
São funções do Departamento de Equipamento Social:
a) A conselhar o director-geraL em actividades de
planificação, execução e controlo de actividades;
a) Manter actualizado o cadastro do património mobiliário
e imobiliário pertença e à guarda dos SSFADM, e
b) Pronunciar-se sobre contratos ou acordos de parceria;
c) Apreciar propostas de orçamento e contas de gerência;
proceder ao estudo e elaboração de normas de
utilização necessárias;
d) Apreciar o plano e relatório de actividades dos SSFADM.
b) Propor e executar medidas de gestão e conservação do
património mobiliário e imobiliário pertença e à guarda
2 . O Colectivo de Direcção dos SSFADM reúne-se
ordinariamente, uma vez por mês e, extraordinariamente sempre
que fôr convocado pelo director-geral.
dosSSFADM;
c) Assegurar a planificação, execução e controlo de obras
de construção, remodelação, conservação e reparação
3. O Colectivo de Direcção dos SSFADM tem a seguinte
de bens móveis e imóveis pertença dos SSFADM;
composição:
d)
a) Director-geral;
Garantir o uso correcto dos bens móveis e imóveis
pertença dos SSFADM;
b) Director-geral Adjunto; e
é)
c) Chefes de departamentos.
Estudar e propor programas de investimento em Infra-
-estruturas e bens móveis sociais.
372— (20) I SÉRIE— NÚMERO 44 A rtigo 19 (D epartam ento d e A
372— (20)
I SÉRIE— NÚMERO 44
A rtigo 19
(D epartam ento d e A dm inistração e
Finanças)
e) Os fiindos provenientes da exploração dos estabele­
cimentos comerciais, residenciais e instâncias
«turísticas, adstritos aos SSFADM;
São funções do Departamento de Administração e Finanças:
f) Fundos provenientes de créditos financeiros de
a)
Planificar, coordenar e controlar a gestão dos recursos
humanos e financeiros;
instituições financeiras no País;
b)
Realizar operações de aprovisionamento e apoio logístico
aos demais órgãos dos Serviços Sociais;
g) Os SSFADM beneficiam de um subsídio atribuído pelo
Orçamento do Estado.
c)
Elaborar planos financeiros e executar operações
financeiras de acordo com as normas de contabilidade
pública;
A rtigo 23
(Despesas)
d)
Propor, executar, controlar e gerir aplicações financeiras;
Constituem despesas dos SSFADM:
e)
Propor a aquisição de participações financeiras;
a) Os encargos relacionados com o seu funcionamento;
J)
Recrutar e monitorar a formação dó pessoal dos Serviços
Sociais;
b) Os encargos resultantes de assistência aos membros;
g)
Gerir os recursos humanos afectos aos Serviços Sociais.
c) As despesas pela aquisição, manutenção, conservação
de bens móveis e imóveis;
A rtigo 2 0
d) Os encargos resultantes de fornecimentos e prestação
de serviços aos SSFADM.
(D epartam ento
de A poiò
Técnico)
São funções do Departamento de Apoio Técnico:
A rtigo 24
a) Elaborar estudos e pareceres de natureza técnica que lhe
(Quotas)
sejam solicitados;
1. A quotização para os SSFADM é uma prestação directa a
b) Promover, desenvolver e coordenar estudos, projectos
e inquéritos no âmbito da acção social;
c) Coordenar as acções de formação, relações públicas e
que estão sujeito os beneficiários, com base numa percentagem
mensal, a fixar pela Assembleia Geral.
de atendimento;
2. A fixação da percentagem da quota mensal será baseada no
d) Recolher e tratai a informação necessária à organização
dos processos para admissão de beneficiários;
salário ou pensão a comprovar por documento passado pela
entidade empregadora.
e) Proceder à inscrição de beneficiários e manter
3. Os beneficiários a que se refere o n.° 1 do artigo 6 do presente
actualizados os respectivos processos e registos.
Estatuto, pagarão as quotas mensais directamente na secretaria
local dos SSFADM.
A rtigo 21
A rtigo 25
(D e le g a ç õ e s)
(Património)
1. As delegações são órgãos cfos SSFADM que funcionam a
nível provincial.
2 . As atribuições das delegações provinciais sã» definidas em
regulamento interno.
3. Os delegados dos SSFADM :são nomeados pelo Ministro
Constitui património dos SSFADM, os bens móveis e imóveis
do Estado a eles afectos, por si adquiridos ou construídos e em
regime de propriedade resolúvel e participações financeira» em
empresas e outras entidades.
da Defesa Nacional sob proposta do director-gerál.
CAPÍTULO IV
CAPrrULODI
Disposições finais
Receitas, despesas, quotas e património
A rtigo 26
A rtigo 22
(Pessoal)
(R eceitas •
subsídios)-
1. Os trabalhadores dos SSFADM regem-se, consoante os
1. Constituem receitas dos SSFADM:
casos, pelas normas constantes do Estatuto do Militar das Forças
a) O produto das quotizações dos beneficiários;
b) As contribuições, donativos ou subsídios de entidades
públicas ou privadas, nacionais ou estrangeiras;
Armadas de Defesa de Moçambique e pelo Estatuto Geral dos
Funcionários do Estado (EGFE), bem como das que resultem dos
respectivos contratos de trabalho.
c) Os juros dos fundos capitalizados e outros rendimentos
de qualquer natureza;
2. O quadro de pessoal dos SSFADM será aprovado por
despacho do Ministro que superintende a área da Função Pública.
d) O produto de prestação de serviços;
Preço — 3,00MT
Imprensa N acional de M oçambique
Terça-feira, 4 de Novembro cie 2008 I SÉRIE — Número 44 BOLETIM DA REPÚBLICA PUBLICAÇÃO
Terça-feira, 4 de Novembro cie 2008
I SÉRIE — Número 44
BOLETIM DA REPÚBLICA
PUBLICAÇÃO OFICIAL DA REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE
5.° SUPLEMENTO
IMPRENSA
NACIONAL
DE
MOÇAMBIQUE
b
)
c
)
AVISO
d
)
:
A matéria a publicar no «Boletim da República» deve ser remetida em
e
)
:
cópia devidam ente autenticada, uma por cada assunto, donde conste, além
das indicações necessárias para esse efeito, o averbamento seguinte, assinado
f) .
g )
e
a u te n tica d o : P ara p u b lic a ç ã o n o
«Boletim da
República»
h)
i)
SUMARIO
j)~-
k)
Conselho
de
Ministros:
D ecreto
n." 42/2008:
Z) Aprovar o Plano de Gestão Ambiental para todos
os projectos m ineiros classificados como de
nível 2, nos termos do Regulamento Ambiental
Altera os artigos 5,15,18,20,24,25 e 28 do Regulamento sobre
o Processo de Avaliação do Impacto Ambiental, aprovado
pelo Decreto n.° 45/2004, de 29 de Setembro.
para Actividade M ineira, aprovado pelo Decreto
n.° 26/2004, de 20 de Agosto.
CONSELHO
DE MINISTROS
Artigo 15
Revisão do Estudo de Pré-Viabilidade Ambiental
e Definição de Âmbito
D ecreto n.° 4 2 /2 0 0 8
1
d e
4
d e
N o v em b ro
2
A implementação do Decreto n.° 45/2004, de 29 de Setembro,
que regula o Processo de Avaliação do Impacto Ambiental, tem
demonstrado a necessidade de ‘adequação dos procedimentos
nele instituídos, por forma a torná-los consentâneos com a
3.
Todas as manifestações e exposições por escrito ou-
realidade actual e prosseguir-se o objectivo de simplificação,
im prim indo-se consequentemente uma maior
processo de licenciamento ambiental.
celeridade do
orais feitas no âmbito do processo de participação pública,
apresentadas aos Órgãos Locais e/ou ao proponente, até
dez dias antes do encerramento do período de revisão do
EPDA, devem ser registadas e são consideradas na decisão
da Comissão Técnica de Avaliação, desde que relacionadas
com os impactos ambientais da actividade.
Assim, nos termos do disposto no artigo 33 da Lei n.° 20/97,
de 1 de Outubro, o Conselho de Ministros decreta:
4
Artigo 18
Artigo l.O s a rtig o s 5 ,1 5 ,1 8 ,2 0 ,2 4 ,2 5 e 2 8 do Regulamepto
sobre o Processo de Avaliação do Impacto Ambiental, aprovado
pelo Decreto n.° 45/2004, de 29 de Setembro, passam a ter a
' seguinte redacção:
Prazo para comunicação de decisões
1
2
«Artigo 5
o
)
b
)
■■
C o m p e tê n c ia
em
m a té ria
d e
a v a lia ç ã o
do
im p acto
a m b ie n ta l
c
)
1
2
d) O PGA, para actividades classificadas como de
nível 2, nos termos do Regulamento Ambiental para
Actividade Mineira, aprovado pelo Decreto n° 26/
a )
2004, de 20 de Agosto - até quinze dias úteis.
372— (22) I SÉRIE — NÚMERO 44 3. Artigo 25 4. Taxas 1 : Artigo
372— (22)
I SÉRIE — NÚMERO 44
3.
Artigo 25
4.
Taxas
1
:
Artigo 2U
a) Licenciamento de actividades de categoria A e B,
taxà de 0.2% do valor de investimento da actividade;
C aducidade
e validade
da
Licença A m biental
e
1
2. O proponente ainda interessado, na implementação
da actividade licenciada, deve -equerer a prorrogação da
respectiva licença am biental, ao M inistro para a
Coordenação da Acção Ambier tal, até noventa dias antes
da data da sua caducidade.
b) Emissão da declaração de isenção para actividades
de categoria C, taxa de 0.02% do valor de
investimento da actividade.
2
3
3
4.
Todas as licenças ambientais de actividades em
4. Para efeitos de início do processo, o proponente deve
pagar uma taxa no valor de 20,00MT para a aquisição da
ficha de pré-avaliação.
operação, são válidas por urr período de cinco anos,
renováveis por igual período, mediante requerimento,
solicitando actualização dirigido ao Ministério para a
Coordenação Ambiental, devendo para o efeito, no caso
de actividades de categoria A t B, pagar uma quantia no
5. Em caso de o proponente pretender mudar o nome
constante da licença ambiental, deve pagar 5 000.00MT,
3 OOO.OOMT e 2 000,00MT, conforme se trate de licença
ambiental de actividades de categoria A, B ou C.
valor de 10 000,00MT e 5000,00MT, respectivamente.
5. A actualização das licenças de actividades referidas
Artigo 28
no número anterior está condk ionada à apresentação de
um PGA actualizado, para o caso das licenças de actividades
A ctualização
e afectação
do
produto
das taxas
e m ultas
de categoria A e B e do relatório de desempenho ambiental
nas condições previstas no dccumento de autorização,
para as actividades de categoria C.
1
2
6. O requerimento para renovação deve ser submetido
3
ao MICOA, até cento e oitenta dias antes do termo da
validade da licença.-
4 .0
Ministro para a Coordenação da Acção Ambiental,
Artigo 24
estabelecerá por diploma específico, a percentagem dos
valores destinados ao FUNAB, que devem ser
disponibilizados para o melhoramento dos serviços de
avaliação do impacto ambiental.»
Inspecção
e auditoria
1
' 2
3. Como resultado das auditorias para as actividades
Art. 2. É aprovado o Anexo V ao Regulamento sobre o
acesso de Avaliação do Impacto Ambiental, aprovado pelo
Decreto n.° 45/2004, de 29 de Setembro, em anexo e que é parte
integrante do presente Decreto.
que forem classificadas como de categoria B nos termos
do presente Regulamento, devem apresentar um PGA, com
o seguinte conteúdo mínimo;
Aprovado pelo Conselho de Ministros, aos 16 de Setembro
de 2008.
a) Programa de monitorização dos impactos, indicando
claram ente as medidas de m itigação,
responsabilização e per odicidade interventiva das
acções respectivas;
Publique-se.
A Primeira-Ministra, Luísa Dias Diogo.
b) Programa de educação ambiental; e
c) Plano de contingência de acidentes.
Fica sem efeito a publicação inserta no 4." Suplemento do Boletim da República
1.# Série n.° 44, de 4 de Novembro de 2008.
4 DE NO VEMBRO DE 2008 372 — (23) ANEXO V Modelo de Requerimento para
4 DE NO VEMBRO DE 2008
372 — (23)
ANEXO V
Modelo de Requerimento para a Instrução do Processo de Avaliação de Impacto
Ambiental
Exmo Senhor Director Nacional de Avaliação do Impacto Ambiental
(a)
,
de
nacionalidade
(b)
.
portador
do
BI/Passaporte/DIRE
n.°
(c)
emitido
em
(d)
aos ( e )
/
/
submeter a proposta de actividade para a
AIA, e solicitar
a V. Excia, que com a viabilidade ambientar do projecto e efectuado o
pagamento
da
taxa
cie
licenciamento
ambiental,
se
digne
emitir
a
respectiva
licença/declaração
da
actividade
de
categoria
A/B/C,
do
projecto
de
(f)
com
a
designação
(g)
com
o
valor
total
de
investimento
de (h)
;
longitude de (j)
Posto
Administrativo
de
(1)
coordenadas
, Talhão/Parcela n.°
Distrito
geográficas, latitude (i)
e
(k)
, localizada no
,
de
(m)
Província
de
(n) cuja área de actividade é (o)
pelo que
Pede deferimento
, a o s
d
e
de 200
Assinatura
a)
Nome completo do proponente;
b)
Nacionalidade;
c)
Número do-documento de identificação;
d)
Local de de Emissão;
e)
Data de emissão do documento dê identificação;
f)
Tipo de Projecto;
g)
Designação do Projecto;
h)
Vaior total de investi men to;
i)
Latitude;
j)
Longitude;
k)
Número do talhão ou parcela;
l)
Localização;
m)
Distrito;
n)
Província ;
e)
Indicar o tipo do projecto e área da actividade;
Preço — 2,00 MT Im p r e n s a N a c io
Preço — 2,00 MT
Im p r e n s a
N a c io n a l
d e
M o ç a m b iq u e