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SINAIS VITAIS SSVV Enfº. Carlos Rocha Especialista em Docência do Ensino Superior
SINAIS VITAIS
SSVV
Enfº. Carlos Rocha
Especialista em Docência do Ensino Superior
10/09/2014 Conceito  SSVV - São indicadores do funcionamento fisiológico básico, ou seja, estado de equilíbrio
10/09/2014
Conceito
 SSVV - São indicadores do
funcionamento fisiológico
básico, ou seja, estado de
equilíbrio
térmico,
circulatório e respiratório
do corpo.
Sinais Vitais (SSVV) Tipos  Pressão Arterial – PA (mmHg)  Batimentos Cardiacos ou Pulso -
Sinais Vitais (SSVV)
Tipos
Pressão Arterial – PA (mmHg)
Batimentos Cardiacos ou Pulso - P (bpm)
Respiração – FR (rpm)
Temperatura – T (ºC)
Dor (D)
Importante Para manter uma boa avaliação e prestação dos cuidados é necessário:  Interpretação dos resultados;
Importante
Para manter uma boa avaliação
e prestação dos cuidados é
necessário:
Interpretação dos resultados;
Equipamentos adequados;
Variação
de
acordo
com
a
faixa etária
e limite
de cada
organismo.
Quando deve ser realizado?  Na admissão do paciente na unidade;  Antes e após procedimentos
Quando deve ser realizado?
Na admissão do paciente na unidade;
Antes e após procedimentos invasivos;
Antes
e
após
administração de
medicamentos que possam deprimir ou
acelerar os sinais vitais;
Na prestação de cuidados de rotina;
Conforme necessidade do paciente.
Objetivo  Auxiliar no diagnóstico;  Acompanhar a evolução da doença;  No tratamento.
Objetivo
Auxiliar no diagnóstico;
Acompanhar a evolução da
doença;
No tratamento.

10/09/2014

TEMPERATURA
TEMPERATURA
T Temperatura E M  É o equilíbrio entre o calor produzido e eliminado P pelo
T
Temperatura
E
M
É o equilíbrio entre o calor
produzido
e
eliminado
P
pelo corpo;
E
R
A
Grau de calor que o corpo
apresenta.
T
U
R
A
T Mecanismo de perda de calor E M  Eliminação - fezes, urina, saliva, respiração. P
T
Mecanismo de perda de calor
E
M
 Eliminação
-
fezes,
urina,
saliva, respiração.
P
E
 Evaporação - a evaporação
R
pela
pele
(perda
passiva)
A
T
U
associada à eliminação
permitirá a perda de calor
em elevadas temperaturas.
R
A
T Mecanismo de perda de calor E M  P Condução - é a troca de
T
Mecanismo de perda de calor
E
M
P
Condução - é a troca de calor
entre o sangue e o ambiente.
Quanto maior é a quantidade
E
de sangue que circula sob a
R
A
pele maior é a troca de calor
com o meio.
T
U
R
A
T Mecanismo de conservação de calor E M  Vasoconstrição dos vasos sanguíneos; P E 
T
Mecanismo de conservação de calor
E
M
 Vasoconstrição dos vasos
sanguíneos;
P
E
 Reduzindo
o
fluxo
R
sangüíneo para
a
pele
e
A
membros.
T
U
R
A
T Fatores que alteram a temperatura E M  Processo inflamatório. P  Processo infeccioso; E
T
Fatores que alteram a temperatura
E
M
Processo inflamatório.
P
Processo infeccioso;
E
Agasalhos;
R
Atividade física;
A
Cansaço
mental
e
T
emoções,
U
Obesidade.
R
A

10/09/2014

T Fatores que diminuem a temperatura E M P  Repouso; E  Hemorragia; R 
T
Fatores que diminuem a temperatura
E
M
P
Repouso;
E
Hemorragia;
R
A
Drogas que deprimem o
metabolismos e funções
vitais.
T
U
R
A
T Locais de verificação E M  Axilar: menos precisa, porém mais utilizada; P  em
T
Locais de verificação
E
M
Axilar: menos precisa, porém
mais utilizada;
P
em
E
Oral: contra indicada
crianças, idosos, doente
R
mentais e inconscientes;
A
Retal: maior precisão, pouco
T
utilizada;
U
R
Inguinal: mais indicada para
crianças.
A
T Valores da temperatura E M  Temperatura axiliar (Tax): P 36ºC a 37.2ºC E 
T
Valores da temperatura
E
M
Temperatura axiliar (Tax):
P
36ºC a 37.2ºC
E
Temperatura oral (To):
R
36,2ºC a 37,2ºC
A
Temperatura retal (Tr):
T
36,4ºC a 37,2ºC
U
Temperatura inguinal (Ti):
R
36ºC a 36,8ºC
A
Terminologias da temperatura T E M P Variação da Temperatura do corpo Normotermia Estado Térmico -
Terminologias da temperatura
T
E
M
P
Variação da Temperatura
do corpo
Normotermia
Estado Térmico -
Temperatura (°C)
35.5°C a 37.2 °C
E
R
A
Subfebril ou Febricula
Hipertermia
T
Pirexia
37.3°C a 37.7°C
37.8°C a 38.9°C
39ºC a 40ºC
U
R
Hiperpirexia
A
> 40ºC
Hipotermia < 35.5ºC
T Tipos de febre E M  Contínua: mantém-se elevada com poucas oscilações. P E 
T
Tipos de febre
E
M
 Contínua: mantém-se elevada com poucas
oscilações.
P
E
 Intermitente:
quando
ocorre
R
regularmente alternância
entre
um
A
período de hipertermia e um período de
T
temperatura normal.
U
R
A
T Tipos de febre E M  Remitente: é a hipertemia que oscila em P vários
T
Tipos de febre
E
M
Remitente: é a hipertemia que oscila em
P
vários graus, porém, sem nunca chegar ao
patamar normal.
E
R
Recorrente: após um período normal de
A
temperatura, há nova manifestação de
T
hipertermia.
U
R
A
T Sintomas da hipertermia E M  Sede excessiva (polidipsia); P  Pele quente; E 
T
Sintomas da hipertermia
E
M
Sede excessiva (polidipsia);
P
Pele quente;
E
Vermelhidão na face;
R
Agitação ou prostração;
A
Calafrios;
T
Mal-estar;
U
Lábios secos
R
Dores musculares.
A
10/09/2014 T Sintomas da hipotermia E M P  Calafrio; E  Tontura; R  Nauseas;
10/09/2014
T
Sintomas da hipotermia
E
M
P
Calafrio;
E
Tontura;
R
Nauseas;
A
Termores;
T
Dor muscular;
U
Dificuldade respiratória (dispnéia).
R
A
T Cuidados de enfermagem E M Hipertermia: P  Aumentar ingesta hídrica; E  Aplicação de
T
Cuidados de enfermagem
E
M
Hipertermia:
P
Aumentar ingesta hídrica;
E
Aplicação de compressas frias em grandes
vasos;
R
Enfatizar roupas leves;
A
T
Repouso;
U
Controle com maior frequencia até sua
estabilização.
R
A
T Cuidados de enfermagem E M Hipotermia: P E  Aquecer o paciente com agasalhos e
T
Cuidados de enfermagem
E
M
Hipotermia:
P
E
Aquecer
o
paciente
com
agasalhos
e
cobertores;
R
Manter ambiente aquecido;
A
T
Repouso e ingestão de alimentos quentes.
U
R
A
T Termômetros E M P E R A T U R A
T
Termômetros
E
M
P
E
R
A
T
U
R
A
T Procedimento E M  HM (higienizar as mãos); P  Preparar o material; E 
T
Procedimento
E
M
HM (higienizar as mãos);
P
Preparar o material;
E
Comunicar ao paciente o procedimento a
ser realizado;
R
A
Realizar a assepsia do termômetro;
T
Retirar sujidade da região a ser verificada;
U
Colocar
o
paciente
em
posição
de
conforto;
R
A

10/09/2014

T Procedimento E M  Colocar o termômetro na região; P  Retirar após 3 a
T
Procedimento
E
M
Colocar o termômetro na região;
P
Retirar após 3 a 5 minutos;
E
Proceder com a leitura;
R
Realizar a assepsia;
A
Recolher o material;
T
HM e realizar a anotação.
U
R
A
RESPIRAÇÃO
RESPIRAÇÃO
R Respiração E S P  É o ato de inspirar e I expirar, promovendo a
R
Respiração
E
S
P
 É
o
ato
de inspirar
e
I
expirar, promovendo a
R
troca de gases entre o
A
organismo
e
o
ambiente.
Ç
Ã
O
R Tipos de respiração E S  P Externa: é a taxa de gases nos alvéolos
R
Tipos de respiração
E
S
P
Externa: é a taxa de gases nos alvéolos
pulmonares (entre os pulmões e sangue);
I
R
A
Ç
Interno: é a troca de gazes nas células do
organismo ( entre o sangue e as células
tissulares).
Ã
O
R Fatores que interferem a respiração E S  Atividade física; P  Fatores emocionais; I
R
Fatores que interferem a respiração
E
S
Atividade física;
P
Fatores emocionais;
I
Medicamentos;
R
Sono prejudicado;
A
Dor;
Ç
Anemia;
Ã
Gestação.
O
R Classificação da respiração E S P  Frequência I R  Amplitude A Ç 
R
Classificação da respiração
E
S
P
Frequência
I
R
Amplitude
A
Ç
Ritmo
Ã
O

10/09/2014

R Frequência respiratória E S P Referente a observação do ciclo respiratório no I período de
R
Frequência respiratória
E
S
P
Referente a observação
do ciclo respiratório no
I
período de um minuto:
R
A
RN 30 a 60 rpm
Ç
Criança 20 a 30 rpm
Ã
Adulto 14 a 20 rpm
O
R Amplitude respiratória E S P  Profunda I R  Superficial A Ç  Normal
R
Amplitude respiratória
E
S
P
Profunda
I
R
Superficial
A
Ç
Normal
Ã
O
R Ritmo respiratório E S P  Regular I R  Irregular A Ç Ã O
R
Ritmo respiratório
E
S
P
Regular
I
R
Irregular
A
Ç
Ã
O
R Terminologias respiratória E S  Normopnéia: respiração dentro da P frequência de normalidade; I R
R
Terminologias respiratória
E
S
 Normopnéia:
respiração
dentro
da
P
frequência de normalidade;
I
R
 Bradipnéia: frequência respiratória abaixo
A
do valor de referência;
Ç
Ã
 Taquipnéia: frequência respiratória acima
O
do valor de referência;
R Terminologias respiratória E S P  Dispnéia: dificuldade respiratória; I R  Apnéia: parada respiratória;
R
Terminologias respiratória
E
S
P
Dispnéia: dificuldade respiratória;
I
R
Apnéia: parada respiratória;
A
Ç
Ã
Ortopnéia: dificuldade de respirar posição
deitada;
O
R Terminologias respiratória E S  Cheny-Stokes:caracteriza-se por aumento P gradual na profundidade, seguido por I
R
Terminologias respiratória
E
S
 Cheny-Stokes:caracteriza-se por aumento
P
gradual na profundidade, seguido por
I
decréscimo gradual na profundidade das
respirações e, após, segue um período de
R
apnéia.
A
Ç
 Estertorosa: respiração ruidosa.
Ã
O
 Sibilante:
respiração
com
sons
de
assovios.
R Procedimento E S  HM; P  Separar os materiais; I  Comunicar que realizará
R
Procedimento
E
S
HM;
P
Separar os materiais;
I
Comunicar
que
realizará
algum
R
procedimento,
não
deixando
claro
a
percepção para avaliação respiratória;
A
Posicionar o paciente (deitado ou sentado);
Ç
Observar cruzamentos em MMSS e MMII;
Ã
Não permite que ele fale;
O
HM e proseguir com as anotações.
10/09/2014 Obrigado ...
10/09/2014
Obrigado ...