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Escola Secundária de Paços de Ferreira

Escola Secundária de Paços de Ferreira Operações Bancárias Trabalho realizado por: Tânia Leão nº 19 10ºS

Operações

Bancárias

Escola Secundária de Paços de Ferreira Operações Bancárias Trabalho realizado por: Tânia Leão nº 19 10ºS

Trabalho realizado por:

Tânia Leão nº 19 10ºS

Escola Secundária de Paços de Ferreira Operações Bancárias Trabalho realizado por: Tânia Leão nº 19 10ºS
 

Introdução

 

Neste trabalho vou caracterizar a actividade bancária, o que é

um

banco,

a

importância

da

actividade

bancária

no

desenvolvimento de outras actividades, e o que é um titulo de

credito, vou explicar o que é o cheque e tudo que o envolve e por

fim a letra.

 

Noção e Classificação das operações Bancárias

Ø Noção de Banco

Banco é uma instituição financeira que aceita depósitos e concede

empréstimos.

Dentre as principais funções dos bancos actualmente podemos destacar:

Ä Depósitos: são as contas correntes ou poupança realizadas pelos

depositantes;

Ä Transacções:

aceite

de

correntes e pagamentos;

Ä Empréstimos;

cheques,

transferências

entre

contas

Ä Cofres: guarda de valores para seus clientes;

Ä Câmbio: troca de moedas estrangeiras.

Ø A importância da actividade bancária no desenvolvimento de outras actividades

Câmbio: troca de moedas estrangeiras. Ø A importância da actividade bancária no desenvolvimento de outras actividades

É com os depósitos, as transacções e os empréstimos que um país se

desenvolve, e se movimenta.

Ø Caracterização das operações passivas e activas

As operações activas são:

Ø o desconto

Ø o redesconto

Ø o reporte

Ø a antecipação sobre títulos de mercadorias

Ø a abertura de crédito em conta corrente

Ø o crédito por aceite, por aval e outras garantias

As Operações bancárias passivas são:

Ø os depósitos às ordem, a prazo e com pré-aviso

Ø a colocação de títulos

Ø a emissão do papel-moeda

Ø outras operações bancárias passivas

Ø Tipos de contas bancárias

Em linguagem comum, a conta bancária é quando um indivíduo deposita

dinheiro em alguma agência bancária ou instituição financeira (banco). O

indivíduo se torna o titular de uma conta bancária. Mas as contas possuem

inúmeras

finalidades

e

registram

diversas

outras

operações

como

empréstimos, linha de crédito, controle de recursos governamentais, etc.

 
 

Como o titular do dinheiro dá a posse ao banco, que imediatamente passa

a

utilizar

seu

dinheiro

em

suas

próprias

operações,

ou

então

os

transferiremos para o Banco Central, pode ocorrer de que quando o

depositante vier a sacar seu saldo, não haja recursos disponíveis para tanto.

É um caso extremo que no Brasil já ocorreu em várias ocasiões: o governo

pode congelar ou bloquear o dinheiro ou tomá-lo para si (tributando-o

integralmente, já que a Constituição proíbe o confisco); também ocorre do

banco ir a falência ou ficar com a imagem comprometida por algum evento

(crise de confiança) e sofrer uma onda de saques. Para diminuir essa

possibilidade de desconfiança, o governo patrocina algumas formas de

seguro de crédito para os depósitos em conta poupança, por exemplo.

 

Assim, existem vários tipos de contas, entre elas:

 
 

A

conta de depósito à vista é o tipo mais usual de conta bancária. Nela, o

dinheiro do depositante fica à sua disposição para ser sacado a qualquer

momento.

 
 

A

conta de depósito a prazo é o tipo de conta onde o seu dinheiro só pode

ser sacado depois de um prazo fixado por ocasião do depósito.

 
 

A conta de poupança foi criada para estimular a economia popular e

permite a aplicação de pequenos valores que passam a gerar rendimentos

mensalmente.

 

Ø Procedimento da abertura de uma conta bancária

Dispor da quantia mínima exigida pelo banco, preencher a ficha-proposta

de abertura de conta, que é o contrato firmado entre banco e cliente, e

apresentar os originais dos seguintes documentos:

· no caso de pessoa física:

-

documento de identificação (carteira de identidade ou

equivalente, como carteira profissional, carteira de trabalho ou

certificado de reservista);

- inscrição no Cadastro de Pessoa Física (CPF); e

- comprovante de residência.

· no caso de pessoa jurídica:

-

documento de constituição da empresa (contrato social e

registro na junta comercial);

-

documentos que qualifiquem e autorizem os representantes,

mandatários ou prepostos a movimentar a conta;

-

inscrição no Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ).

A letra

A letra é um dos títulos de pagamento e crédito mais usado pelas PME

portuguesas.

A letra, sendo um título de crédito pela qual uma determinada pessoa ou

empresa ordena a outro o pagamento de uma certa importância, a si ou a

uma terceira entidade.

Ao ordenante do pagamento chamaremos de sacador da letra. À entidade

que tem a obrigação de pagamento, define-se como sacado, que ao apor a

sua

assinatura

na

letra

designar-se-á

igualmente

como

aceitante.

O

pagamento da letra será o valor nominal da letra, e a data de pagamento, o

vencimento da letra.

A regulamentação deste título de crédito encontra-se na «Lei Uniforme

sobre Letras e Livranças» (Dec.-Lei 26 556, de 30 de Abril de 1936).

encontra-se na «Lei Uniforme sobre Letras e Livranças» (Dec.-Lei 26 556, de 30 de Abril de

«A letra contém:

encontra-se na «Lei Uniforme sobre Letras e Livranças» (Dec.-Lei 26 556, de 30 de Abril de

1.

A

palavra “letra” inserta no próprio texto do título e expressa na língua

 

empregada para a redacção desse título;

2. mandato puro e simples de pagar uma quantia determinada;

O

3. nome daquele que deve pagar (sacado);

O

4. época do pagamento;

A

5. indicação do lugar em que se deve efectuar o pagamento;

A

6. nome da pessoa a quem ou à ordem de quem deve ser paga;

O

7. indicação da data em que e do lugar onde a letra é passada;

A

8. assinatura de quem passa a letra (sacador).»

A

A

época de pagamento, que quando não estipulado, assume-se como letra

pagável à vista. O lugar de pagamento, que quando não referenciado será o

 

domicílio do sacado.

Havendo divergência entre o valor da letra por algarismo e por extenso,

 

prevalece o valor por extenso. O mesmo artigo 6.º também nos diz que se o

valor da letra que a satisfizer estiver escrita por extenso e por algarismos,

mais que uma vez, em ambas as condições, havendo divergências entre os

mesmos, prevalecerá o valor mais pequeno. Para se obter uma maior garantia

no pagamento da letra o sacador da mesma pode exigir

ao sacado

a

prestação de um aval (artigos 30.º a 32.º da Lei Uniforme).

A

letra está sujeita, como outros títulos de crédito, a um conjunto de

operações que permitem assim executar as diversas vontades entre as

 

partes envolvidas na subscrição deste documento, a saber: saque, endosso,

aceite, desconto, reforma, recâmbio e, por fim, o protesto.

O saque é efectuado pelo sacador, em que este ordena ao sacado o

 

pagamento de uma certa quantia na data de vencimento (sobre o vencimento

da letra poderá ser consultado o capitulo V artigos 33. º a 41.º da Lei

Uniforme.)

 

O

endosso consiste na transmissão da letra a um terceiro pelo tomador

ou portador da letra.

 

A

transmissão por endosso corresponde ao pagamento de uma dívida por

meio de letra, daí que o endossado seja, geralmente, credor do endossante.

Este último fica obrigado perante os endossados posteriores.

Para efectivar o endosso, basta inscrever no verso da letra a expressão

«pague-se a F ou à sua ordem» seguido da assinatura do endossante.

 

O

aceite é dado pelo sacado e consiste na declaração da responsabilidade

deste pelo pagamento da letra na data do vencimento. Tal declaração de

responsabilidade consiste apenas na assinatura do sacado na face da letra.

O

sacado, após ter aceite determinada letra, passa a designar-se aceitante.

O

desconto de letras é uma parte fundamental da existência da letra como

título de crédito. O desconto realiza-se nos bancos comerciais e consiste na

realização antecipada do seu valor, isto é, possibilita ao portador realizar o

valor da letra antes do vencimento, pagando-se para tal juros e encargos

relativos ao período compreendido entre a data da apresentação a desconto

e o seu vencimento.

 
 

Preenchimento correcto da letra e algumas dicas menos habituais

 

A - Local para a assinatura do aceitante, data do aceite ou outras

indicações, tal como aceite parcial.

 

A1 – Caso o aceitante pretenda impedir o sacador de endossar a letra,

deverá apor juntamente à sua assinatura a denominação “Não à ordem”.

B

- Local para preenchimento da denominação e morada do sacador, ou

carimbo, desde que não tenha qualquer outro tipo de publicidade.

 
 

C - Número fiscal do sacador.

 

D - Local de pagamento/domiciliação da letra. Neste local deverá colocar-

se o número de conta a debitar conforme as regras da domiciliação de

letras, em concreto o número que se deve colocar é o NIB, número de

identificação bancária. O preenchimento deste campo é importante, na

medida que o seu não preenchimento agravará substancialmente os encargos

bancários com a letra.

 
 

E - Nome do banco e localidade do seu balcão.

 

F – Número fiscal do sacado / aceitante.

G - Deve existir um mapa que registe os dados fundamentais da letra

para controlo do próprio aceitante. Os dados fundamentais são: nome do

sacador, valor, domicílio, data de emissão e data de vencimento. Nesse

registo o sacado deverá atribuir um número sequencial para cada aceite que

faz.

 

H - Local onde a letra é emitida e data da emissão da letra.

 

I - Colocação da importância da letra em algarismos.

 

J - Da mesma forma que o sacado deverá manter um mapa com o registo

de letras a pagar, o sacador, deverá ter o mesmo registo de letras a

receber, como os mesmos dados fundamentais do sacado, atribuindo por

cada registo de saque um número sequencial.

 

K

-

Campo

usado

exclusivamente

pelo

sacador

para

informações

adicionais.

 
 

L - Neste local dever-se-á inscrever o vencimento da letra. Existem

quatro formas de descrever a forma de vencimento da letra.

L1

– Formas de vencimento:

1 - Letra pagável à vista, inscrevendo-se no local de vencimento “À vista”,

isto é, a letra é pagável no momento da sua apresentação, sempre dentro do

prazo de um ano a contar da data de emissão.

2

- Letra pagável a certo termo de vista. É uma letra pagável num certo

prazo, a contar da data do aceite, significando que o aceite deverá estar

devidamente datado.

Devendo inscrever-se no local de vencimento, por exemplo “A 2 meses de

 

vista”.

Exemplificando: uma letra emitida em 15 de Julho, vencer-se-á a 15 de

 

Setembro.

3

- Letra pagável a certo termo de data. Determina-se o vencimento em

função de um prazo de contado a partir da data do saque. Deverá inscrever-

se no local de vencimento

“A 1 mês de vista”. Exemplificando, uma letra sacada em 10 de Fevereiro,

vencer-se-á no dia 10 de Março. Se for sacada a 30 de Janeiro, vencer-se-á

no dia 28 de Fevereiro ou 29, caso seja ano bissexto.

4

- O caso mais comum é letra pagável num dia fixado, bastando para o

efeito colocar no local de vencimento uma determinada data.

 

M - Campo onde se indica o motivo que originou o saque, geralmente o

número de uma ou várias facturas, notas de débito, etc.

A

não indicação de qualquer referência poderá, eventualmente, presumir a

existência de uma letra de “favor”, isto é, uma letra sacada sem qualquer

sustentação comercial.

Geralmente as instituições bancárias são avessas a descontar este tipo de

letras

pelo

elevado

risco

de

incumprimento

que

as

mesmas

podem

comportar.

 

N

- Deverá ser aqui colocada a ordem de pagamento com o valor por

extenso.

 

O

- Assinatura dos sacadores e, se for caso disso, o respectivo carimbo

da gerência.

 

P - Nome e morada do sacado.

 

Q

- Local para leitura magnética, não devendo inscrever-se nada neste

espaço.

 

O

aval pode ser completo, podendo dar-se no alongue da letra conforme

exemplo, ou no verso da letra inscrevendo-se a seguinte denominação: “Por

aval ao aceitante”, seguido da respectiva assinatura.

 

O

aval também pode ser incompleto. Neste caso, o avalista limita-se a

assinar,

tendo

para

o

efeito

fazê-lo

no

rosto

do

título

conforme

exemplificado no esquema.

 

Para terminar este capítulo, regressemos ao desconto comercial, isto é, um

contrato bilateral, em que o banco, sob proposta do cliente, adquire a

propriedade da letra resultante da sua actividade comercial, cujo valor

adianta. O banco cobra antecipadamente o juro da operação e reembolsa-se

pela cobrança da letra no vencimento da mesma.

 

O

sacador,

munido

da

letra,

dirige-se

à

sua

instituição

bancária,

preenchendo uma proposta de desconto disponibilizado pelo banco.

 

O banco rejeita ou aceita a proposta de desconto. Por vezes, as empresas

negoceiam um tecto para desconto de letras, facilitando assim o desconto.

Caso esse tecto não tenha sido atingido, na prática os descontos são

negociados casuisticamente, estando a empresa, sujeita à análise financeira

da sua empresa, do aceitante, e porventura, a existência de um avalista.

 
 

Cheque

Cheque é a ordem de pagamento dada pelo sacador (titular da conta) ao

sacado

(banco),

para que

este pague a

si

próprio

ou

a

um

terceiro

(beneficiário) uma determinada quantia.

 

Da respectiva noção resultam os seguintes intervenientes:

 

· Sacador – a pessoa que dá a ordem de pagamento.

· Sacado – o banco a quem e dada a ordem de pagamento.

 

· Beneficiário – a pessoa a favor de quem reverte o valor do cheque.

– a pessoa a favor de quem reverte o valor do cheque. 1.Palavra cheque   2.Mandato

1.Palavra cheque

 

2.Mandato de pagar

 

3.Quantia determinada (em algarismos e por extenso)

 

4.Nome do sacado (Banco)

5.Lugar de pagamento

6.Data e lugar da emissão

7.Número da conta

8.Número do cheque

Principais intervenientes:

Sacador: José António Silva

Sacado: Banco Comercial Português

Beneficiário: Direcção-geral do Tesouro

Modalidades de emissão do cheque e formas de transmissão

De acordo com o artigo 5° da LUC, são as seguintes as modalidades

possíveis de emissão do cheque:

· À ordem – o que contém o nome da pessoa a quem deve ser pago.

· Não à ordem – o que contém o nome da pessoa a quem deve ser

pago, seguido da cláusula: "não à ordem".

· Ao portador – o que não contém o nome da pessoa a quem deve ser

pago, podendo conter ou não a expressão "ao portador".

Quanto à forma de transmissão, o artigo 14° da LUC prevê as seguintes

modalidades:

Ä À ordem – é transmissível por meio de endosso.

Ä Não à ordem – não é transmissível por endosso. Este tipo de

cheque contém a designação "não à ordem", normalmente à

frente do nome do beneficiário.

Este tipo de cheque contém a designação "não à ordem", normalmente à frente do nome do
Ä Ao portador – pode ser endossado, mas geralmente é transmissível por tradição – entrega
Ä Ao portador – pode ser endossado, mas geralmente é transmissível
por tradição – entrega pura e simples.
Das três modalidades de cheques apresentadas, a que oferece maior
segurança é o cheque não à ordem, pois não só obriga à identificação do
beneficiário, como impede a sua transmissão por endosso. O cheque ao
portador é o que oferece menor segurança, pois é pagável à pessoa que com
ele se apresentar no banco. O cheque à ordem obriga à identificação do seu
apresentante, mas permite a sua transmissão por endosso.

Noção e formas de endosso

Endosso é o acto através do qual o beneficiário (endossante) transmite a

um terceiro (endossado) todos os direitos inerentes ao cheque transmitido

(art° 160 da LUC).

Como se efectua um endosso:

O endosso deve ser escrito no verso do respectivo cheque ou numa folha

ligada a este (anexo), quando já não houver lugar no verso do cheque. O

endosso deve ser assinado pelo endossante (beneficiário que transmite o

cheque), sendo nulo o endosso parcial. O mesmo cheque pode ser endossado

um número ilimitado de vezes.

cheque pode ser endossado um número ilimitado de vezes. Formas de endosso: · Completo - quando

Formas de endosso:

·

Completo - quando o endossante designa o nome do endossado e

formaliza a transmissão através da expressão "pague-se a

",

- quando o endossante designa o nome do endossado e formaliza a transmissão através da expressão
 

indicando de seguida o nome do beneficiário, a expressão "ou à sua

ordem", apondo a data e respectiva assinatura.

 

·

Incompleto ou em branco – quando o endossante não designa o nome

do endossado, limitando-se a apor a assinatura.

 
 

O aval e o pagamento

O pagamento de um cheque pode ser garantido, no todo ou em parte do

seu valor, por um aval.

 

Aval

é

uma

garantia

dada

por

uma

determinada

pessoa

(avalista),

relativamente ao pagamento do cheque (no todo ou em parte) (art° 250 da

LUC).

Pagamento o cheque é pagável à vista, isto é, no momento em que é

apresentado a pagamento no banco respectivo. Se o cheque for apresentado

a pagamento antes do dia indicado como data da emissão, é pagável no dia da

apresentação (art.º 280 da LUC).

 

O cheque deve ser apresentado a pagamento no prazo de oito dias a

contar do dia indicado como data de emissão (art° 290 da LUC). Caso o

último dia do prazo coincida com o fim-de-semana ou feriado, este prolonga-

se até ao primeiro dia útil seguinte (art° 550 das LUC).

 
 

Espécies de cheques relativamente á segurança

 

No intuito de proporcionar uma maior segurança aos utentes, os cheques

podem revestir as seguintes modalidades:

 

·

Cheque cruzado é o cheque em cuja face são traçadas duas linhas

paralelas e transversais.

face são traçadas duas linhas paralelas e transversais. O cruzamento do cheque pode ser: · Geral

O cruzamento do cheque pode ser:

· Geral – quando consiste em dois traços paralelos, ou se entre eles

 

está escrita a palavra "banqueiro" ou outra equivalente. O cheque com

cruzamento geral terá de ser depositado na conta do beneficiário

antes de ser levantado.

· Especial – quando tem escrito entre os dois traços o nome do banco.

 

Terá de ser depositado no banco cujo nome figura entre os dois

traços. Só poderá ser levantado se o cruzamento for sobre o próprio

banco sacado de que o beneficiário é cliente.

Cheque para levar em conta é o cheque em cuja face se encontra aposta

transversalmente a menção "para levar em conta" ou outra equivalente (art°

390 da LUC). Daqui resulta que o sacado r ou o portador deste cheque

podem proibir o seu pagamento em numerário.

A finalidade da utilização dos cheques apresentados é dar segurança aos

seus portadores reduzindo ou eliminando os riscos de alguém poder levantar

o valor dos cheques em caso de perda ou roubo. Existe, no entanto, outro

tipo de segurança que diz respeito à garantia de provisão - cheque com

cobertura - que é dada pelo cheque visado.

tipo de segurança que diz respeito à garantia de provisão - cheque com cobertura - que

Conclusão

Neste trabalho abordei tudo que era pedido, e fiquei a

perceber melhor o que é a actividade bancária e tudo o que a

envolve.

trabalho abordei tudo que era pedido, e fiquei a perceber melhor o que é a actividade