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REPl BLICA DOS EST \DOS lN IDO DO BR ZIL

RÉPUBUQ

E

DES ETATS-UNIS DU BRESIL

MI N ISTERIO

DA

INDUSTRIA,

VIAÇÃO

E

OBRAS

PU BLlCAS

MINISTERE DE L'INDUSTRIE,IlESTRANSPORTS ET DESTRAVAVX Pl'BLICS

DIRECTORIA .GERAL DE

EST ATISTICA

BUREAU GÉJ:\<ERAL DE STA TlS'rlQUE

DE EST ATISTICA BUREAU GÉJ:\<ERAL DE STA TlS'rlQUE SYNOPSE DO RECENSEA]fENTO PRÉCIS DU RECENSEMENT 31 DE

SYNOPSE DO RECENSEA]fENTO

PRÉCIS DU RECENSEMENT

31 DE

DE

nu

DEZEMBRO

31 DÉCEl\iBRE

1890

DE 1890

RECENSEMENT 31 DE DE nu DEZEMBRO 31 DÉCEl\iBRE 1890 DE 1890 RIO DE JA- EIRO OFFICIN'"

RIO DE JA- EIRO

OFFICIN'" A

DIPRDIER1E

DA

ESTA TISTICA

OU

Bl'REAU

DE

ESTA'flSTIQUF,

1898

1890 DE 1890 RIO DE JA- EIRO OFFICIN'" A DIPRDIER1E DA ESTA TISTICA OU Bl'REAU DE
a do
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do

Nous l'a\lous \lU; 011 a fait de tout lemps ele la stalistique, mais la slatistique, 10rsqu'elJe est faite irréguli remenl par eles hOJ1lmes incompétellts el 10rsqu'eJle n'esl pas publiée. est forcément inexacte et illut ilisée.

J.

BER'l'JT.LON.

No estudo da estatistica, como em todos aquelles em que se apreciam uumeros, nã se deve dar a estes senão o valor que elles merecem, segundo o gráo de approximação que apresentarn. Toda a con ideração baseada sobre numeras que não traduzam a realidade dos phenomenos que se pretende estudar, levará neces 'ariamente a conclusões falsas, po- dendo mesmo ser opposta á verdade que se procura. E', pois, de\'er de lealdade de todo aquelle que fornece materiaes a estudo de qual- quer natureza, declarar quaes os vicios presumiveis d'~sses elementos, já devidos á imperfeição dos in trumentos e ás causas perturbadoras da operação, já mesmo áqu lles que emanarem do praprio observador. Apresentados assim, com probidade, todos os numeros podem ser estudados e as conclusões só poderão confirmar a verdade. E', pois, em cumpl'imento d'esse dever de probidade, que, ao apresentar hoje a synopse do recenseamento de r890, não aconselho aos que de seus algarismos se forem servir, 1ue o façam senão com todo criterio, não ievendo con iderar a segundo operação censitaria da Republica, mais que um segundo en 'aio de recenseamento e quiçá em con- dições inferiores ao primeiro. Muitas fora.!11 as causas que fizeram a sim desmerecer essa obra, cujos resultados deveriam bem corresponder aos sacrificios exigidos para a sua execução. Tendo o Brasil pa sado pela mais completa transformação politica em r5 de 0- vembro de r889, não era certamente em 1890, quando todo o paiz se preoccupava com a sua reorganização a época mais propicia para uma c,peração cen ·itaria. N'e e ar1l1O procedeu- e em toda a Republica á eleição de Deputado.' á Constituinte, que se reuniu a 15 de To\'embro, e preparavam-se todos os E. lados para as eleições de suas respectivas Assembléas. As autoridades federae , como as estaduaes, achavam-se inteiramente absorvidos com a organização dos diversos serviços, e não era natural acre- ditar-se que uma operação, difficilmente realizavel em um periodo normal, fôsse exequi vel em circumstancias tão criticas. As necessidades do momento não exigiam mesmo tão grandes sacrificios dos cofres publicas com um recenseamento cujo insuccesso deveria ser previsto.

IV

A operação de 1872, feita em muito melhores condições, deveria satisfazer as exi-

gencia do momento, até que, reorganizado o paiz, se tentasse com mais probabilidade de exito, o recenseamento da população brazileira.

aos olhos d' aquelles que

tomaram a si tão grande tarefa.

O numero d:ls parochias que deixaram de enviar mappas foi extraordinariamente

grande, comparado com o do recenseamento de 1872.

A triste confirmação d' essa verdade se apresentou

cedo

E' assim que tendo deixado de remetter mappas na primeira operação censitaria

apena 25 parochias, que foram calculadas tomando- e 400 habitantes para I eleitor (I),

na de 1890 esse numero subiu a 103, que foram calculadas tomando-se por base os algarismos de 1872.

Si passarmos agora a estudar a parochias cujas remessas não puderam ser tomadas

em consideração pelo reduzido numero de mappas que apresentaram, a desolação será completa. Só nos Estados da Bahia e 1iua' Geraes, unicos que foram estudados, por completo, depois do rigoroso exame por que passou o recen 'eamento de 1890, e se numero attingiu a 285, e, como no caso anterior, foram as respectivas populações calcu- ladas com o elementos que nos forneceu o recen. eamento de 1872. No Estado da Bahia, o numero de parochias onde não hom-e recenseamento subiu a 37, elevando-se esse mesmo numero, para o Estado de Minas Geraes, a 54; e, nas re- messas incompletas, o primeiro d'esses Estado apresentou-se com 101 parochias e o segundo com 187. "\ ê-se que, tratando-se do Estado da Bahia, teve a Repartição de recorrer ao recen- seamento de 1872 para determinar a população de 64 "lo de suas parochias. E não é demais aqt.ú notar que só com a distribuição e collecta dos mappas, assim evidentemente feitas de modo tão pouco satisfactorio, despendeu- e dos cofres da União a somma de

5 I : 2 7?$7 88 .

A escassez do tempo de que se dispunha para tão complexa operação concorreu de

modo poderoso para algumas das faltas aqt.ú apontadas.

A esse respeito assim se exprime o então.Director da Directoria Geral de Estatistica :

(C ETa intuivo que, não obstante toda a actividade empregada e a bôa vontade que em geral se manifestou nos Estados, a certos clistrictos mai afastados não chegariam em tempo os impressos destinados ao recenseamento. ) E o Director da Directoria de Esta- ti tica do Rio Grande do Sul, diz, tratando do recenseamento de 1890, no seu ultimo relatorio: (C 'e te Estado foi este sen'Íço confiado á Directoria de Estatistica, que não pÔde, como lhe cmnpria, desempenhar satisfactoriamente sua missão, cooperando muitis- SinlO para esse facto a morosidade havida na remessa elos boletins, que só foram recebidos em fins de K o\'embro e principios de Dezembro, e a grande clifficuldade com que a mesma Directoria luctou para organizar as cOlllmissões censitaria . ) Essa Repartição, que tão tardiamente recebeu os boletins que devia di:tribuir, execu- tou com tanto zelo o seu dever, que foi o Estado do Rio Grande do Sul mn dos poucos em que toda as parochias e fizeram representar' e por tal fórma se manifeston a bôa von- tade lI' es e glorioso Estado, que a e ta Directoria chegaram 357 mappas riscados á mão! Accentúa-se bem a inferioridade do recenseamento de 1890, ainda sob esse ponto considerado.

(1)

A eleição era indirecta.

v

Emquanto nO recenseamento de 1872 apenas 29 freguezias deixaram de o rea- lizar no dia marcado ( alvo as tres pro,"incias recens_ada posteriormelJte, na infeliz tentativa de 1890, só no Estado de Minas Gerae, era calculado aquelle numero, 121a

terceira Commissão de Estatistica d'esse Estado, em 18 municipios, ou cerca de 90 paro-

chias!

Pretendeu remediar esse inconveniente o Aviso do Miuisterio do

Interior n. 5 I 68,

de 17 de Dezembro, mandando que se l)rocedesse ao recenseamento, nas parochias nde não se pudesse realizar no dia marcado, á medida que fossem ch gando os impre 50',

tendo em

Bem se póde a"aliar do effeito de wna tal medida, para um recenseamento que de- veria realizar- e 14 dias depois. Accrescente-se a todos esses obices urna imperfeita distribuição de mappas, de modo

a terem uus Estados excesso, emquanto que, em outros, a falLa veiu perturbar aiuda

mais o mal feito serviç , e teremos o quadro dos vicios originaes de que se deveria reselltir forçosamente o recenseamento le 1890, dadas mcsmo as melhores condições de execução.

attenção o dia 3 I de Dezembro.

A escolha da parochia para base do recenseamento de 189 pretende ao que pa-

rece, ter explicação na possibilidad~de comp3.ração dos re ultados ahi obtidos c 111 os do recenseamento de 1872. Mas, o decreto n. 119 A de 7 de Janeiro de 1890 deveria ser sufficiente para afastar da idéa dos directores d'esse er\'iço a ac itação de uma tal base,

cujo uso em 1872 era perfeitamente j u tificavel, da as as relações de então entre o Governo

e a

obitos. PÔndo mesmo de parte todas a difficuldades que no tempo do Imperio recla- mavam continuas explicações, como será facil vêr percorrendo a legislação provincial,

a unica consideração de que o citado decreto de 7 de Janeiro havia irrevogavelmente extinguido toda relação entre a Igreja e o Estado, impedia certamente o uso de uma tal divisão, como base. E, se então considerarmos que em nenhum recenseam nto fu- turo a parochia poderá apparecer, por sua caducidade, a condell1nação da escolha será inevitavel por irreflectida e illegal. O facto das alterações administrativas já não se preoccuparem com as divisões eccle- siasticas, veiu tornar cada vez mais patente a impropriedade da escolha e cOllde111nal-a como um do vicios insanaveis do ultimo recenseamento. Da preferencia do mappa ou carta (te família ao b letim individual, cliz o eutão Director da Directoria Geral de EstatH:iÚ'-d, em seu relatorio apresentado ao Ministerio do Interior no anno de 1891 :

cc Desde os primeiros estudos n'esta materia foj afastada a idéa da adopção do boI tilll individual, não por se desconhecer a conveniencia q ue a muitos respeitos offerece a

engenhosa combinação do sabia Eugel, mas, por parecer de inteü-a applicação ao Brazil o que reco111ll1el1dou o Congresso Intemacional de Estatistica d S. Petersl urgo em 1872.»

E cita em

Franco adepto do boletim individual, como in trumento de recenseamento, sempre acompanhado da inclispen avel carta auxiliar, considero essa judiciosa preferellcia um

obstacul0 a maiores male , dada a situação de 1890. O boletim individual, primeiramente empregado na França, no recenseamento de 1836, encontrou logo cm Moreallde JOl~nes, um admirador que faz asua apologia quando transmitte á Sociedade de Estatistica de Londres, um exemplar das instrucções do Pre- feito do Sena.

Igreja e

o modo

por

que

se

faziam

os

registros

de

baptizados,

casamentos

eguida os votos do Congresso, de que M. Block dá uma ligeira noticia.

VI

Effecti\"amente Engel, na Al1emanha, sem conhecer o ensaio de Pariz, e induzido pelo uso das cartolinas, fez substituir as cartas de família p~los boletins individuaes no recenseamento de 187 I. Ensaiado e abandonado depois na Inglaterra, veiu o boletim individual soffrer larga

e erudita di cu

em S. Peter burgo. Foi ahi que Sémenow,

ln ecção, procurou e tabelecer os ca os em que o boletim individual deveria er

empregado. Começando por se declarar (C aclherente sem re erva ás cartas individuaes, Sémenow conclue assim o seu parecer: II e·t incontestable, par contre, que l'établissement immédiat de bLllletins individueIs au moment du recensement accélere et facilite le dépollillement qu'on a, en outre, l'avantage d'opérer sur des matéliaux or.iginatL~et non sur des copie toujours entachées d'erreurs. Mais le systeme individueI ne présente ces avantages et même n' est praticable que 'i la population est suffisamment développée et préparée aux recensements. Lor 'qu'il en est autrement, on ne peut que gagner à réduire les obligations de la popl1lation et iI faut préférer des cartons dressés sur des bulletins de ménage par des personnes habituées à ce travail à des cartons remplis par une population à demi lettrée. Ainsi le systeme individueI n'est pas entierement applicable, du moins dans les conditions voulues, même à beaucoup des villes d'Europe; à plus forte raison ne saurait-il

I être, croyons-nous, aux populations rurales de la pll1part des pays» (I). Pelo relatorio assignado por Sémenow e Maksheew se deve concluir que só nas grandes cidades se poderá applicar o boletim individual. Entretanto, o relatorio de Bodenheimer (2), que serviu directamente ás conclusões do Congresso, anima o emprego do boletim, nos seguintes termos:

(C Comme source de renseignements et comme objet à manipuler pendant le dépouil- lement, le bulletin individueI est préfér:able au bulletin de ménage. Partout ou pel1t se faire; partout ou le développement de l'instruction populaire le permet, iI faut l'employer.) Segundo Bodenheimer, só quando fôr impossivel, por não perrnittir a instrucção da lJopulação, se deve desprezar esse valioso instrumento de recenseamento. ão é certamente por descouhecer as suas vantagens, senão por uma questão de systema, que algumas das nações mais cultas permanecem no uso da carta de familia. Sem recorrer a recenseamentos anteriores, a Inglaterra em Abril de 1881, Portugal em JLU1ho de 1890, a Italia em 31 de Dezembro de 1891 e os Estados Unidos em lU de Junho de 1890, realizaram seus recenseamentos por meio da carta de família. O art. 7 u dos voto do Instituto, deixou de ser ali satisfeito, não porque a isso se oppuze se o gráo de il1 trução, mas para attender ao habitos da população, já instruida no systema de cartas de familia; porque i a Inglaterra, a Italia, a Allemanha não e podem ervir do boletins, esse proce o uão deve ser preconisado e o eu uso deve ser condemnado por impraticavel.

ão na oitava

essão do

Instituto Iuternacional

de Estatistica, em 1872

director do Comité central de estatistica e presidente da

(1) Programme de la huit:1eme session. St. Pétersbourg, 1872. (2) Huitieme session. St. Pétersbourg, 1872. Rapports et résolutions.

VII

Mas, outras nações o têm empregado com tanto proveito, que nenhuma, depoi do

seu emprego, retrocedeu á carta de familia, cujo destino se reduzirá afinal ao comple- mento indispensavel do boletim individual.

A França desde 1881, realizando por qt.únquennios os eus recen eamento ; a B 1-

gica e a Suissa em 3 I de Dezembro e a Dinamarca em Fevereiro de 1890, exeCl1 taram com boletins os seus recenseamentos.

A idéa de que o boletim individual é destinado a ser preenchido pelo proprio indi-

viduo que se faz recensear é de todo falsa. Devendo a cada pessoa, não importa o sexo ou a idade, corresponder um boletim, mesmo ás creanças em tenra idade, como se faz notar nos boletins para os ultimos recen- seamentos francezes, excluindo mesmo a classe dos illettrados, que em toda parte se encontraria, e a d'aquelles que por molestia e, tivessem impossibilitados de preencher os

seus boletins, teriamos irremediavelmente a dos menores de 5 anllos, em que os chefe de familia, ou os agentes recenseadores, teriam de executar esse trabalho. Realmente, sempre que seja possivel, o preenchimento deve ser feito pelo recenseado, não querendo isto dizer que d'essa falta provenha outro inconveniente além da sobre- carga do agente recenseador. O que é preciso fazer chegar aos boletins, e principal- mente ás cartas de família, é a simplicidade extrema e a reducção a seu minimo do nu- mero de perguntas,

Não attendeu, entretanto, a estas duas condições o extenso e complicado mappa distribuido em 1890, cuja obscuridade mereceu a critica dos jornaes da occasião. Emquanto a Allemanha, no anuo de 1890, achava sufficientes onze quesitos para todo

o paiz, ahi incluídos dois especialmente destinados a hospedes e a militares, o Brasil, que não conhecia sequer o numero de seus habitautes, entendia que cc não era possivel retro- ceder de 18]2» e ao munero, já crescido, de quatorze quesitos addicionou mais cinco.

A França em seus boletins, distribuídos em 12 de Abril de J891, inseriu apenas o

nome, o sexo, a idade, o logar do nascimento, a nacionalidade, o estado civil, a profissão,

a residencia e o numero de filhos por familia, sendo que este ultimo s6 começou a figurar no recenseamento de 1886, a instancias de Cheysson e Jacques Bertillon.

A Italia e a Inglaterra partilham da opinião geral de que não representa progresso,

antes uma inexperiencia, o accumulo de quesitos nos recenseamentos decennaes. Os Estados Unidos da America, que fizeram do recenseamento um inventario, não sómente da população, mas de todos os seus elementos de riqueza, tiveram de despender com esse colossal serviço, no aDJI0 de 1890, cerca de 10.500.000 dollars ahi comprehen- dido o valor dos impressos. E só foi devido ao emprego da engenhosa descoberta de Hollerith e de cerca de 4.000 apuradores que consegui li reduzir o tempo da apuração dos

dados recolhidos pelos seus 5°.000 agente: recenseadores. N'esse paiz, onde tudo se molda em typo differente, sempre comsuccesso a cau'ar admiração geral, não é sem prejuizo para os outros ramos da estati tica que esse sys- tema se tem executado, apezar da admiravel creação de r884, Department of Labor, dirigido pelo antigo chefe do Board of Labor de Boston. Tantos eram já os motivos de imperfeição com que aqui chegavam o elementos do recenseamento de 1890 que todos os esforços deveriam convergir no sentido de reduzir taes irregularidades.

A primeira condição seria necessariamente a unidade de direcção, sem a qual difficil-

mente se obteria uniformidade no serviço. Tendo occupac1o mais de uma attenção, coube-me finalmente a honra de continuar esse serviço, que me chegou ás mãos com as mais honestas e leaes prevenções.

VIII

Cedo senti a nece sidade de fazer examinar por uma Commissão, tudo quanto ha, ia oido feito, o que se realizou a 2 de Outubro de 1895, em virtude de ordem do Sr. Mi- nistro da \ iação.

O relatorio de sa Commissão, que tudo examinou detidamente, e cujos sen'iços

ine timaveis aqui agradeço, (1) assim resnme o seu parecer: (C Pelo que .fica exposto, 'vê-se que, mais de 5 annos depois de eJfedllado o 1'ecenSeamellto, aillda não !ta sequer um Estado dtifinüi7!amente coucl1fido, e que nem ao 111e1lOS se conllCce o total bruto da população da Republica em r89o.l O atrazo é geral e C1lorme.)) E conclue, depois de larga exposição, que, (C exceptuando a comarca de Palmas, tudo mais que foi posterio1'1nente prepa1'ado pela turma do 1'egistro, carece de 1'czoisão, corrccçüo ou justificação, cí. vista das irregularidades eucontradas. )l

Tal era o estado do mais impOlia.lte de todos os selTiçcs commettido á Directoria Geral de Estatistica, no principio do anno de 1895.

os lados surgiam, a critica severa da imprensa, como as indicavam bem que a impaciencia começava a apparecer

manifestações do Parlamento,

um cen'iço que já havia consumido a somma

de 1.492:330$000. Foi para arrancar d' esse mysterioso silencio, em que se hayia mergulhado, o recen- seamento de 1890, do qual só se tinha noticia por promessas vagas e sempre illusorias, que a 6 de Outubro de 1894, dois mezes apenas depois ele assumir a direcção da Reparti- ção, contratei com uma firma d'esta praça a impressão de lUll volume, contendo dados referentes ao Di trieto Federal, taes como se achavam arranjados, fazendo coucluir com

a maxima urgencia o que faltava para completar todos os quadros do suml11aIio. Não obstante o engenhoso ananjo d'esses quadro', a mesma criteriosa re en-a aconselhada será preci o áquelies que de seus' algarismos se forem en;r. Ficará aqui conigida a lamentayel equh'ocação que n'esse \ohmle apparece obre as diversas categorias de população. (2) A (C população de direito)l, que é obtida quando na (C população de facto )l se substi- tuem os individuos accidentalmente presentes, no momento do recenseamento, pelos residentes momentaneamente ausentes, não podia ser obtida, por não ter sido computado

á parte no trabalho de 1890, esse ultimo algarismo. No relatorio do Millisterio da Viação, no anl10 de 1894, na parie referente á Dire- ctoria Geral de Estatistica, depois do stunmario do yolume, mais tarde publicado, do recenseamen to do Districto Federal, lê- e o seguin te: (C A respei to dos Estados, não póde estender-se a igualminuciosic1ade a organização dos quadros finaes, á vista da enorme quautidade c.e daelos a classificar. Para ob en-ar, entretanto, o mesmo rigor e exactidão, os trabalhos fiuaes a que :c proced n esta parte 11flO têm sido ma,is rapidos_ A publicação dos dados sobre a população dos Estados, para prevenir o illconveni~nte da demora que possa t r a verificação completa de cada U1l1 d'elles, far-se-ha duplameute: primeiro, por um resumo do recenseamento geral, em quadros synopticos, que constarão de U1l1 volume

e pecial;

apurado sobre o Estado da Alagôas, representa o plano adoptado para o volume da synopse. ll E segue-se l1lll quadro que vae aqui reproduzido no logar competente.

As reclamações que de todo

e que não era possivel mais delongas com

depoi,

ucce sivamente,

E tado

por E ·tado, em completo.

O mappa junto,

(T) Faziam parte d'essa COllimi são os Srs. José l\larques de Oliveira, como chef~,Antonio Rodri- gues de Campos Sobrinho e OctaYiano Augusto de Figueiredo_ (2) Recenseamento do Districto Federal, pago 44.

IX

Além d'esta parte do relatorio citado e do summario do ",olume destinado ao E tado das Alagôas, publicado em 1895, nada mais consta sobre o plano de publicação do r cen- seamento de r890. Bastam, porém, ° summario publicado e a declaração de que, além da 'ynop 'e, seriam depois publicados, Estado por Estado, para se concluir que os Estados seriam publicados com o mesmo sUlTImario do volume destinado ao E. tado das Alagoas, isto é,

o Estado de Alagôas como typo, visto que nenhuma razão justificaria maior clesenvoh'i- mento em uns do que em outros. Pois bem, a simple reflexão basta para evidenciar, que não se cogitou sequer de quanto custariam essas publicações. O volume do Estado das Alagôas foi feito por parochias, attendendo-se a todos os quadros do summario, que já está simplificado em relação ao do Districto Federal, con- forme o trecho do relatorio citado. E tendo esse Estado 34 parochias, a publicação l)elo plano adoptado produziu mais de 440 paginas.

E' simples determinar o numero de volumes que produziriam as 1883 parochias em

que se achava dividido o territorio nacional no anno de 1890. Aos 42 voltl11les iguaes ao do Estado das Alagôas, necessarios á publicação do recenseamento de r890, se deveriam ajuntar ° presente volume da synopse, o do Districto Federal, e o da comarca de Palmas já publicados. Essa bibliotheca de máos livros custaria ao Estado, dado que a Imprensa acional cobrasse pelos volumes posteriores o mesmo que cobrou pelo Estado das Alag6as, a fabulosa somma de 667 :000$000, ahi inclnidas as despezas com o Districto F deral e a synopse. O exame do tempo que gastaria a publicação d'esses volume não é menos interessante: admittindo que a Imprensa Nacional não interrompe se tal trabalho, mesmo com o accumulo de serviço trazido pelos relatorios Ministeriaes e annae do Par- lamento, chegariamos a reconhecer que 12 annos não seriam sufficientes para que fossem divulgados tão preciosos estudos. Vem ao caso referir aqui uma proposta cuja minuta, a lapis, ainda hoje existe, mas, de cuja passagem pelas Secretarias apenas resta a lembrança a alguns fUl1ccionario , e que consistia em fazer-se por empreitada a apuração do recen eamento de 1890, alle- gando-se que esse serviço, pelo processo administrativo, gastaria 2 r annos. O Governo Provisorio repelliu com energia tão indigno embu te. Diante da impraticabilidade de um tão desconcertado plano, nenhum espirito refle- ctido podelia n'elJe insistir, e, a exemplo do que se faz nas grandes nações, quando outra razões não houvesse, a Directoria de EstatistiCc1. deverá, de hoje em diante, pnblicar vo- lumes contendo informações de todo O' Estados, com o que, sobre dar tl11l cunho federal á publicação, procederá com mais equidade, prestando ao mesmo tempo a todos, infor- mações identicas.

A necessidade de Clúdar do recen eamento de 1900 impõe a redncção dos volumes

a publicar, dadas a estreiteza da officina da Estatistica e a escassez da verba destinada ao exercicio de 1898.

Constituindo o Estados da Bahia e Minas Geraes quasi metade da população da Re- publica, o e crupulo com que foram feitos muito concorre para approximar da ,-erdade da apttração o total já publicado.

A' illexcedivel actividade do Sr. José Marques de Oliveira, chefe de ecção d' sta Directoria, alliada ao mais fervoroso interesse pelo serviço pnblico, de, e a Direct ria Geral de Estatistica os reaes progressos do serviço do recenseamento, de cuja tLmna é elle chefe desde 6 de Junho de r896.

A necessidade de recorrer á legislação para conhecer as alterações havidas nos ter-

x

ritorios da Bahia e Minas Geraes, sempre que se deviam calcular as populações das paro- chias com os elementos de 1872, e a apuração de 86.222 mappas, dos quae 2123 nunca haviam sido tomados em consideração, determinaram alguma demora no apparecimento do presente trabalho. Devendo succeder á synopse, novo volume de recenseamento, cujos materiaes se acham concluídos, será adiada a publicação do registro civil de 1895 pela impossibili- dade de attender simultaneamente aos dois serviços a omcina typographica da Repar- tição. Taes são os reparos que julgo indispensavel fazer, apresentando as primeiras infor- mações sobre o conjuncto da população por parochia· devendo irremediavelmente subor- dinar-me aos totaes anteriormente publicados.

Dezembro de 1897.

por parochia· devendo irremediavelmente subor- dinar-me aos totaes anteriormente publicados. Dezembro de 1897.
    -   LINHA   I ERRO     CORRltCÇi\.O III   .1  
    -   LINHA   I ERRO     CORRltCÇi\.O III   .1  
   

-

 

LINHA

 

I

ERRO

   

CORRltCÇi\.O

III

 

.1

 

segundo

   

segunda

 

III

absorvidos

absorvidas

18

 

I[

(c01. 7)

 

4835·

 

4834

2

.0

7

(col. 5)

6J5·

616.

.6

Ultima

(observação)

99

97

 

.0

(colo 4)

 

2162

216

4

48

3. (coI.

3)

 

S. José do Quibombo.

 

S.

José do QlIilombo.

64

9

(coI. 4)

 

248.

   

2484

 

68

3.

e

33

(coI.

3)

~ Sant'Anna do Sapllcaby-Minm (ligada ao mllnicipio de S. Miguel de GlIanbães)

} Pertence ao

municipio de S.

José do Paraiso.

   

onde foi inclllida.

 

Dentre ellas,

porém,

deixa m

especia 1-

}

 

7

1

5

(observação)

\

 

Deixam de ser especialmente representadas.

   

mente de

ser

representadas.

74

31

e

32

(coi.

3)

N. S. da Conceição de Mazagão.

 

N. S. da AssullIpçllo de Mnzagllo. Jaguaryahiva. N. S. da Conceição de S. José do Rio Formoso.

82

6

(coI.

3)

 

Jaguarahivn.

 

90

20

(colo 3)

N. da Conceição de S. José do Rio Formoso.

101

9

(coI. 4)

 

8947

   

8497

 

n2

19

(co\' 6)

79

22

79 2 7

II3

21

(coI. 4)

6805

 

6851

128

16

(co\' I)

S. João Baptista da BOa Vista.

 

S.

João da DOa Vista.

INDICE

DAS MATERIAS

TABLE

DE8

MATIERE8

PREFACIO

 

.

A YAXT-PROPOS.

 

INDICE DAS

MATERIAS

 

.

 
 

SYNOPSE

DO

RECE)J"SEAME

TO

.

 

PRÉCIS ou RECE~SE::\IE:'{T.

QUADRO GERAL (a

nião)

.

TAULEAU GÊ:"lERAL (l'Ullion).

 

QUADROS PARCIAES

(Estados e Districto Federal)

.

TAULEAUX l'ARTlIlLS (Élnls el Dislrict Fédéral).

 

Alagôas

 

.

Amazonas

.

Bahia

.

Ceará

.

Districto Federal.

.

Espirita Santo

.

Goyaz

.

1aranhão

.

Nlatto

Grosso

.

Minas Geraes

.

Pará

.

Parahyba

 

.

Paraná

.

Pernambuco

.

Piauhy

.

Rio Grande do Norte

.

Rio

Grande do SuL

.

Rio de Janeiro

 

.

Santa Catbarina

.

S.

Paulo

.

Sergipe

 

.

III-

9-

13 --

17

-

27 -

35-

37-

41 -

47-

73-

77-

8r-

85-

93-

97-

101

109

II7 -

-

-

121 -

13 1 -

X

3

5

7

II

15

26

3 2

33

3 6

39

44

45

7 r

7 6

80

83

9 2

95

99

107

II5

II9

130

133

SYNOPSE DO RECE SEA11E TO

PRÉCIS

D

RECENSElVIE

T

QUADRO

GERAL

 

TABLEAU GÉ

ÉRAL

 
 

NUMERO

NU1tIERO

NU1tIERO

POPULAÇÃO

 
 

ESTADOS E DISTRICTO FEDERAL

DE

DE

DE

 

POPUI,ATION

 

MUNlCIPIOS

DISTRICTOS

PAROCHIAS

 
 

NOMllRE

NOMBRE

NOMBRE

     
 

E'lals el District Fédéral

DêS

DES

DES

HOMENS

MU1IfERES

TOTAL

I

 

IIIUNIOIPF.!l

DISTRIOTS

PAROISSF.!l

HOMIIIF.!l

FEMMES

TOTAL

 

I

           
 

Alagôas

 

33

1°7

34

25

0 4 80

260960

5II 440

 

Amazonas

 

16

1°3

24

809 2 1

66994

1479

1 5

Bahia

 

1I0

293

199

9

602 7 0

95953

2

J9 1gSo2

Ceará

84

186

9

2

394909

4 10 77 8

805687

Districto

FederaL

   

1

29

21

293

6 57

228

994

5

226 5 1

Espirito Santo

 

14

57

27

69 8J 3

6618

4

135997

 

Goyaz

 

3

1

7

8

57

1J2583

Jl49 ti 9

22757 2

:l\1aranhão

 

47

1I8

58

212586

218268

43

08 54

Matto Grosso

'"

12

3

1

17

47 1 9 6

45 6 3 1

 

9 282 7

lVlinas Geraes

1I7

744

53

6

J 62 746 1

155 66 3 8

3 18 4099

 

Pará

52

88

81

166 357

162098

3

28

455

Parahyba

 

41

121

47

21

9 8 33

237399

457 2 3 2

 

Para11á

35

71

43

J28209

121282

24949(

Pernambuco

 

62

25

2

85

5

0 3555

5 2 6 66 9

 

I

 
 

Piauhy

 

33

7

2

34

1337 0 7

13390

2

26

7 60 9

 

Rio Grande do Norte Rio Grande do

 

"

3

6

89

3 6

13°7[2

1375

61

2682

73

 

63

260

99

459

II8

438337

897455

Rio

de Jaueiro

 

4

6

19

1

134

445

6 73

43[2II

876884

Santa Catharina

'"

22

71

55

14 1 9 8 9

14 1 780

28

37 6 9

I

S.

Paulo

 

,

136

21

5

17°

7

080lI

67 6 74 2

Sergipe

 

,

33

60

34

J50 8 9 2

r 60034

3[°9 26

 
   

-

   
 

A

nião

1024

3 2 3 6

J883

7 2 3793 2

7 0 95983

143339 1 5

 

L'Union

     
 

I

 

I

   

-

QUADROS

TABLEAUX

PAReIAE

PARTIELS

Estado das A lagoas

ÉTAT D' ALAGOAS

MUNICIPIOS

1I1UNICIPES

 

Agua

Branca

.

2

Alagôas

(

3 Anadia

[

4 Atalaia

.

 

.

Bello Monte

5 .

.

.

.

.

.

.

.

6 Cururipe

7 Limoeiro

.

8 MACEIÓ (capital)

 
 

\

9 Maragogy············1

IO

Muricy

.

DISTRICTOS

D1STRICTS

I Agua

Branca

.

2 AlagOas

\

3

Sauta Rita

\

4 Auadia

}

5 Tanque d'Arca 6 Pindoba . 7 Atalaia ) 8 Ingazeira . 9 Sapucaia .
5 Tanque d'Arca
6 Pindoba
.
7 Atalaia
)
8 Ingazeira
.
9 Sapucaia
.
10 Fazenda de Porangaba
.
III
Be.l1o Monle
}
12 RIacho do Serlào
.
/1
3 Cururipe
\
i
J4 POXilll
• •
15 LitllOeiro
,
.
16 Jnuqueiro
17 Canna Brava
18
Arapiraca
·1
19
1I1aceió
·
·
·
20 Mutange
.
21
Levada
.
22
Trapiche da
Barra
.
23
Bebedouro
.
24
Fernão Velho
.
1
25
Jaraguá
······
··
·
26
Poço
27
Riacho Doce
28 1\'li1'1111
J
29 Pióc.l.
.
I 30 Maragogy
31
Barra Grande
)
32
Mnricy
.
33 SanloAntolllo da Boa Vista
34 Cunalinho

PAROCHIAS

PAROISSES

I

N.

S. da Conceição

.

2 N. S. da Conceição

.

3

N. S. da Piedade

 

4

N.

S.

das

5

.

S.

do Bom Conselho

6

N.

S.

da

Conceição

7

N.

S.

da Conceição

.

8

N.

S.

dos Prazeres

9

N.

S. Mãe do Povo de Ja-

raguá.

.

10 S. Bento

II N. S.

da

PODulaçào das Darochias Populalion des paroisses Ho- Mu· Total mens Iheres llolll' F'em· Tottll lHes
PODulaçào das Darochias
Populalion des paroisses
Ho-
Mu·
Total
mens
Iheres
llolll'
F'em·
Tottll
lHes
Ines
37 201
3 2 4 8
6968
69 68
659J
12220
12220
14251
14169
28420
28420
I053
2034
2034
5783
6175
!I958
II958
79 6 9
7778
15747
15747
S8n
10530
19341)
I
3 1 49 8
5945
6212
12J57
9 1 9 2
933 2
185 2 4
18 5 2 4
126 9 6
12 343
25 0 39
25 0 39

I

I

Palmeira dos Iudios

1 35 Branqninho

3 6 Palmeira 37 Olhos d'Agua do Accioli .

l I

I 3 8 anla ~rUZ'''''''''''''''''j 12

39

I 40

CabaceIras

Caldeirões

I

. S. do Amparo

.

I

7575

8335

15910

159 10

-10 -

poulllação das uarochias PopuJation des paroirses MUNICIrIOS DISTRICTOS FAROCHIAS lIo- Mu- Total MUNICIPES
poulllação das uarochias
PopuJation des paroirses
MUNICIrIOS
DISTRICTOS
FAROCHIAS
lIo-
Mu- Total
MUNICIPES
DISTRICTS
PAROlSSES
lnens
lheres
llol11-
Fcm- Totill
IIlCS
mes
'}I
14 1 Pão d'A sucar.
12 Pio de Assucar.
.
.
.
4'
E~lre ~foutes
.
{
1 43
LImoeIro
.
44 Parahyba
'''1
13 Parahyba
.
.
.
.
J4 N. S. da Conceição
8292
45 Gamelleira
)
{
46 Arrasto
.
47 Camaragibe
)
14 Passo de Camaragibe
1
48 Matriz de Camaragibe
.
15 S. da
N.
Conceição
1I437
Il259
49 Soledade
15 Paulo A:ffonso
50 Paulo Affonso
16 S.
N.
Matta Grande
da. Conceição dai
"
.
.
.
3952
4120
51 Penedo
.

16 Penedo

17 Piassabussú

18 Pilar

19

20 Porto Calvo

2 I

Porto de Pedra

22 Porto Real do

.

.

.

.

.

[

52 Mucambo

53 Salomé

54 ·PÍassabussú

{

55

Pilar.

56 Chã da Ladeira

57 Mucumbo

J 58

Pira \lhas

59 Olhos

60 Sallto Antouio do Jacaré

d'Agua do Casado

61 Porto Calvo

62 JacuhY\le

63 Leopoldina

64 Sant'Anna

65 JundiL

66 Japaratuba

I67 ~orl~de pedras

{

6S S. Mlguel dos Ml1agres

69 Taluall1\1nha

COllegi0170 Porto Real cio Collegio

7[ Sant'Allua do Ipanetna

23 Saut' Anua do Ipanema I 7 2 ~oço_da~ 'l'rincheiras

I 73

erlaoslIIho

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

)

J

}

[

~

)

.

,}I

I

17

18

N. S. do Rosario

S. Francisco de

.

.

.

.

[ ~ ) . ,}I I 17 18 N. S. do Rosario S. Francisco de .

3045

63J

1605

17 18 N. S. do Rosario S. Francisco de . . . . 3045 63J 1605

3380

69 88

1892

64 2

5

I

1334 8

3497

6425

1334 8

3497

19 N. S. do R03ario

20

N.

S.

da

Saude.

21

6425 1334 8 3497 19 N. S. do R03ario 20 N. S. da Saude. 21 N.

N.

S. da Gloria. '"

N. S. da Conceição

.

.

4200

"7 J 3

I

4865 90 6 5

37 8 J 7494

I

90 6 5

7494

Sant'Anna

.

5 0 97

54 28

1°5 2 5

I

10 5 2 5

22

23

24

-11-

.

I

!

(

\

{

PODulação dos Darochias Populalioll das paroisses 110- 1I1u- 'l'olal lUCUS llieres 1lum- Tuu')
PODulação dos Darochias
Populalioll das paroisses
110-
1I1u-
'l'olal
lUCUS
llieres
1lum-
Tuu')
IIICS
=~
='=-=
6221
47 2 [
4 6 5 2
9373
9373
9806
10185
1999 1
1999l
3787
3867
7654
7654
13539
14125
27664
27664
600 7
5977
II9 8 4
II9 8 4
17588
18055
35 643
35643
250480
260960 5u440 5 II440

I

I

I

MUNICIPIOS

MUN1C1PES

DISTRICTOS

D18'l'R1C'l'S

PAROCRIAS

PAROTSSES

===========1==========>==========-

24 Santa

Luzia

do

25 S.

26

S.

Braz.

.

.

.

.

.

.

.

José da Lage

.

74

75

76

Sa u ta Luzia do Norte

CacllOeim

Coqueiro secco

77 Páo AUlarello

78 Malta do Rôlo

79 f'edl'eims e Carrapatos

80 S. Braz

81

L~gôa Compnda

82 S. José

83 Cunlrisitlho

84 Piquete

da [<age

8.;

86

87 Getiluba

S. ~Uiz do QUitllnde

RaIz

88 S. Miguel

89 Jequiá da Pr~ia

90 Lagõa do Periperi

9r Mosquito

92

Barra de S. Miguel

93

94

95

96

'l'raipó

Mumbaça

Lagôa da Cauôa

Capival'as

97

Triulllpbo

.

.

.

.

.

.

.

.

".

.

.

.

1

I

}

I

98

99 MUIldabú-mirim

UUi1l0

100

S. José do Bol1\o

victoria

}

e Jussál'a

.

'I

.

.

.

.

25

26

27

28

29

Sauta Luzia

S. Braz

S.

José da Lage

S.

Luiz do Quitullde

N.

do

S. Miguel

S.

O'

do

Rio

.

de

30 N. S. doO'

31

S.

João da

Igreja Nova

32 Santa Maria Magdaleua

33 Senhor Bom JeSl1S dos Po- bres de Ql1ebrangúlo

Norte l

.

.

.

.

.

27 S. Luiz do Qn1tuude

28 S. Miguel dos

Campos

29 Traipú

30

3 I

32

Triumpho

União

Vlctona

i IOI

.

102 Lourenço

1 104

'lOS

103 Villa viçosa

Bom Socêgo

piudoba

106 Banaual.

107 Lages do Caldeirão

33

Villa Viçosa

34 Senhor Bom Jesus do Bom

fim

Popnlação do Estado

Populaliou de l'État

.

Estado do Amazonas

ÉTAT D'AMAZO. AS

-- "" Po~nlaçao das paIochias~.~ Popul&Uon des p&roisses '§ .~ MU ICIPIOS DISTRICTOS
--
""
Po~nlaçao das
paIochias~.~
Popul&Uon des p&roisses
'§ .~
MU
ICIPIOS
DISTRICTOS
FAROCRIA
s
a
~~
=",
Ho--
1\fl1-
Tolnl
~
~
MUNICIPES
DISTRICTS
PAROISSES
c.>-ã
meus
lheres
~~
liom·
Felll·
Tlllnl
I
IIICS
me:»
~
==============[============1=============:=== =
I
I
Darcellos
•.
,
I
2 Ayrão
.
3 Moreira
.
I
N.
S. da Conceição
69[
907
159 8
I
4 Santa lsabel
,
Barcellos
.
5
Castanheiro ••
I
I
6 ThomaL
.
2
N. S. do Rosario
.
221
13
1208
253 0
94 2 7
7
S.
3 S. Gabriel e S. José de Ma-
1
rabitanas
.
16
S Marabitanas
•.
95
J625
33 20
9
Monra
\
4
Santa Rita de
Cassia
II 24
855
1979
10
Calvoelro
,
'/
2
Barreirinha
II
N.
S,
do
Dom
Soccorro do
5
Barreirilllla
1813
1947
3760
3760
Andirá
I
3
Bôa Vista do Rio Branco
12
Nossa Senhora do Carmo
6
N.
S.
do
Carmo do
Rio
Branco
1804
1653
3457
3457
13
Borba
.
14 1° districto de Aripuanan
15 2' districto de Aripuanan
7
Santo
Antonio
29
62
27
8 9
575 1
4 Borba
.
16 Urná
t10570
17 Maracituba
• •
IS Canumo.n
.
8
S.
do Carmo
2622
21
97
481 9
)
19
Coary
}
9
N.
S.
da
Conceição
de
5
Coary
.
{
2934
2408
534
2
534 2
20
Uará
.
21
Codajás
\
Anary
.
fi Cod.já<
-
(
22
10
N. S. da Graça
.
23
Analnan
0·0
0.0
•••
••
•••••
24 Badaj6z
}
25 Hullluythá
.
26
Baêtas
.
27
Tres Casas
.
II
S.
da
Conceição
do
7
Humaythá.
.
.
.
.
.
.
.
2S
Rio Machado
.
Behêm
.
.
.
3862
202 5
29
Abelhas
.
1
30
Santo Antonio
31
Jacy-Paranan
}

-1±-

PODUlação das Darochias Popnlolion dos puoisses MU JICIPIOS DISTRICTOS PAROCHIAS I Ro- Mu- r-IUNICIPES
PODUlação das Darochias
Popnlolion dos puoisses
MU JICIPIOS
DISTRICTOS
PAROCHIAS
I
Ro-
Mu-
r-IUNICIPES
DISTRICTS
PAROISSES
Total
nlens
lheres
Hom·
Felll'
Tot:ll
lHes
me:.;
========j=======I========i=====
I 32
Labrea
.
33
·anhas
.
34
Itatnba
35
S. João do Ariuan
.
136 Jaburú
.
37
Jamanduã
.
38
Canutama
.
39
Vista Alegre
.
40
Sepatiuy
.
4[ Hyutanahan
.
42 Mamolliá.
.
43 Santo
Antonio
de
Quici-
llhalt
.
8
Labrea
.
.
.
.
.
.
.
.
.
44 Guajanahan
12
N.
S.
de Nazareth
8534
5881
14415
14415
45 Panhiny
46 Triuy
.
47
Acre
.
48
luauhiuy
.
49
Riosinbo
.
50
Sant'Anna
0.0···
··
5r Arapb:y
.
52
Alto Purús
.
53
Jaco
.
54
Silellcio
~
.
55
S. Caetauo
.
56 Autimary
57 r' districlo de Manáos
.
58 3' districto de M'llláos
.
59 Ta rulUan
,
.
60
Mauacapuni
J3
N.
S.
da Conceição
7948
7108
15056
6r Burury
62 Ayapuá
.
9
:rvIANÁos (capital)
63 Gllajaratuba
64 2' districto de Mauáos
.
65 Careiro
.
66
Jananaca
14
N.
S.
dos Remedios
IJ324
9861
21185
'1
67
PII rt1 pu rú
68
CuralJ-
·
·
··
···
·
15
Santo Angelo de Tauapes-
6g Tauapessasslí
'\
sassú
1286
1193
2479
1
70
l' districto de Mauicoré
.
1
10
:NIanicoré
.
.
.
.
.
.
.
7 1
2'
districto de Manicoré
16
N.
S.
das Dores
45 8 9
37 66
8355
8355
72 Araras
.
1
73
Capauan
.
Manés
.
II
17
N.
S.
da Conceição
.
74 Mané
.
547 8
5478

-

15-

I\{ NICIPIOS DI TRICTOS PAROCRIA MUNICIPES DIS'rRIC'rs PAROISSES I 75 I' d:st~cto de S.
I\{ NICIPIOS DI TRICTOS PAROCRIA MUNICIPES DIS'rRIC'rs PAROISSES I 75 I' d:st~cto de S.

I\{

NICIPIOS

DI TRICTOS

PAROCRIA

I\{ NICIPIOS DI TRICTOS PAROCRIA
I\{ NICIPIOS DI TRICTOS PAROCRIA MUNICIPES DIS'rRIC'rs PAROISSES I 75 I' d:st~cto de S.
I\{ NICIPIOS DI TRICTOS PAROCRIA MUNICIPES DIS'rRIC'rs PAROISSES I 75 I' d:st~cto de S.

MUNICIPES

DIS'rRIC'rs

PAROISSES

I

75

I' d:st~ctode S. Paulo

 

I

76

2' dlstncto de S.

paulo

1

 

77

I'

dislncto

de

Julah y

 

1

  I 76 2' dlstncto de S. paulo 1   77 I' dislncto de Julah y

78

2' districto de

Jutahy

.

79

Tonautius

,

!3"

I' districto de Javary

.

81

2' districto de

Javary

.

82 3' districto de

Javar)'

.

 

\

/

.

.

.

.

.

.

.

83 S. Francisco Xavier de Ta-

.

batinga

12 Olivença

 

84 Itacoatiara

·

·

··

1

13 Serpa

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

{ 85 Antas

.

14 Silves

15 Teffé

86 Silves

 

{

87 Urncará

 
 

88 Urucurilnba

 

8g Teffé

 

90

S. Joaquim da Conceição

9'

I' distrito de Juruá

92

2' districto

de Juruá

93

3' dislricto

de Juru:í

94

4'

d istricto

de

J u má

95

5' districto

de Jurná

.

18

S.

Paulo

 

N.

19 S.

do Rosario

.

20 N. S. da Conceição

21

Sant'Anna de Urticará

22

Santa Thereza

.

Sant'Anna de Urticará 22 Santa Thereza . no- Mu- mens Ilheres lltllUo Illes FClII o

no-

Mu-

mens Ilheres

lltllUo

Illes

FClII o

lIles

249 1

J9-1-6

22°3

Illes FClII o lIles 249 1 J9-1-6 22°3 '1'0101 TOlill popn.lação das parocbias

'1'0101

TOlill

lIles 249 1 J9-1-6 22°3 '1'0101 TOlill popn.lação das parocbias Population dos paroisscs
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popn.lação das parocbias

Population dos paroisscs

========"1==

==

4437

343 1

4 II 7

}

65 12 )

4437

754

popn.lação das parocbias Population dos paroisscs ========"1== == 4437 343 1 4 II 7 } 65
 

g6

6' districto de

Juruá

.

97

7' districto de

Juruá

.

         

98 8' districlõ de

Juruá

"1

 

I

99 9' districto de

Juruá

.

 

II34 1

100

lO' dislriclo de

Juruá

1

 

101 II' districto de Jnruá

.

102 Fonte BOa

 

23 N.

S.

de Guadelupe

2975

1854

4 82 9

 

16

Villa Bella

103 Pariutins

24 . S. do Carmo

.

I

3585

74

5J 7450

     

I

 

População

do Estado

 

8o<)2J

6699-1-11479151147915

Populaliou de l'Élat

 

O::aSERV AÇXO

Nas parochias n." 2 e 3 não houve recenseamento

CQJU o accrescimo aUTlual

geometrico de 2 °10.

em ISgo; a população que

lhes corresponde

foi calculada pela obtida em 18 7 2 ,

Estado da Bahia

Él'AT

DE BARIA

popUla~ão das parochias Populotion dos poroissos MUNICIPIOS DI8TRICTOS PAROCHIAS Tro· Mu- MUNICIPES
popUla~ão das parochias
Populotion dos poroissos
MUNICIPIOS
DI8TRICTOS
PAROCHIAS
Tro·
Mu-
MUNICIPES
DIS'l'RICTS
PAROISSE;S
Tola I
lheres
11leU5
II:,~~:,
Totnl
===========1,=========1,========== ---
---
---
-
-
I
Abbadia
.
1 Abbadia
.
I
N. S. da Abbaelia
3 16 3
443 S
760
r
760r
2
Abranles
.
2
Divino Espirito Santo ele
Abrante
2057
2
Abrantes
{
20 9'
4
1 48
}
7620
3
Monte Gordo
S. Bento do Monte
Gorelo
2
3
17 1 3
1759
347
4 Morro do Fogo
)
4
N. S. do Carmo elo Mouo
5 Santa Mada do Ouro
.
do Fogo
.
6907
3
Agua Quente_ - - - - - - --l
6 S. Sebastião de Macahubas
7 Santo Antonio do ParaJlle~
rim
.
5
Santo
Antonio
do
Para-
merim
.
I I
8 Santo Antonio de
Alagoi-
nbas
6
Santo
0.0
•••••••••••••••
n.ha
Antonio de A1agoi-
.
475 0
4375
9'125
9 Jesus, Ma da e José da se5-}
maria do Aranha
.
7
Jesus,
Mada.
e
José
ela
Igreja Nova
.
4
AIagoinllas
.
lO Peripery
5626
5756
113
82
282
Ii CouceiçãodosOlhosd'Agua\
I2 N. S. da Guia da Subaúuaf
7 6
8
N.
S.
da
Conceição
dos
Olhos d'Agua
.
l
19 2 7
2008
3935
'3 Senhor
DeliS
Menino da
l\1angabeira
.
9
Senhor Deus Menino dos
Araçás
.
1905
19 2 9
3 8 34
5
Alcobaça
.
14
Alcobaça
TO S. Bernarelo ele Alcobaça
19 28
19 26
3854
3854
j '5
Blla Viagem e Almas
)
II
N.
S.
da Bôa
Viagem e
6
AI mas.
.
.
.
.
.
.
.
.
.
.
.
.
.
.
I
Ai
li
16
Furados
,
mas
IT394
II Il3
22557
22557
17 Bom Çonselho d'Amargosa
12
N.
S.
do Bom
Conselho
··1
d' Amargosa
.
66n
6819
1 3430
18 GjbOia
} 17042
7
Amaego",_
- - - - - - - - - - -I
13
Sant'Anna da Giboia
1861
3612
19 Patrociuio da Tartal'llga r
20 S. Francisco do Caldeirão
21 Audarahy
\
8
Andarahy
{
J4
S. João elo Paraguassú
1805
J805
.f[
22 ChiqUe-Chique
23
Sant'Anlla da Aldeia
}
[5
Sant'Anl1a ela Aldeia
3559
24 ~iaragogipinho
.
9
Amtuhype - - - - - - - - - - -1
25 Conceição do Cari'·y
}
6
N
S
d
d
1
',:
a
oncelçao . -
o
26 Santo Autouio do Jeql.uriçá I
Canry
177
2 7
1662 9
10
Baixa
Grande
27 Baixa Gmnde
17
N.
S.
da
Conceição
da
Baixa Grande
5 2 5 2
4393
9
6 45
9
6 45
II
Barcellos
28 Barcellos
18
N. S. das Candeias ele Bar-
cellos
12 9 2
1449
274
J
274 J
29 (1° cUstdClO)]
Rio de Contas
12
Barra do Rio de COJltas{
30 Rio de Coutas (2°disldcto)
19
S. Miguel da Barra do Rio
de Contas
.
1682
1744
34 2 6
31 Porto do Vapor, ou Jaqui-
mirilu
.
B
d
R'
G
d
{32BarradORiOGrande
\
20S.FranciscodasChagasda
13
arra
O
10
al1
e
33 Icatú
l
Barra do
Rio Grande
7445
8229
15674
15674
 

-

18-

 
       

popnla~ão das parochias

=

<=

m

 

'B

8-

 

MUNICIPIOS

 

DISTRICTOS

   

PAROCHIAS

 

Population dos paroissos

 
     

S

a

 
     
     

:g

Ro-

 

Mu-

lheres

"='

""

 

MUNICIPES

 

D1STR1CTS

   

PAR01SSES

 

Total

=

§

lueus

ICC

:a

     

Horn·

 

FCI1l-

=';3

8<>-

 

mes

Total

mcs

 
 

---

---

P-<

=

 

34

Lh'l'amento do Banacão

(

21

N.

S.

do

Livramento

do

 

14

Barracão

{

35

Areias

Barracão

4

212

43

00

85

12

85

1

2

 

" N.,.'o~'mOOo

'moo'el

     

IS

B,lmonte

 

'1

37 Cachoeirinha do BaL'<o Je-

quitiu]louha

22

N.

S.

do

Carmo

de

Bel-

 

38 Ilha Gmnde

monte

 

3

12 7

2752

5 8 79

5

8 7

9

16

Bom Conselho

39 BoqueirãO

23

N.

S.

do

Bom

Conselho

 
 

l

dos Montes do Boqlleirão

4151

4

1 75

83

26

83

2

6

4 0 Senhor do Bomfim

 

24

Senhor do Bomfim

 

9077

87

22

17799

} 23 0

60

17

Bomfim

{

41 S. Gonçalo do Amarante

 

25

S.

Gonçalo do Amarante

255

2

27

0 9

5 261

 

42 Meiras

}

     

26

Senhor

Bom

Jesus

dos

18

Bom Jesus dos Meiras

{

43 Pedro

S.

Meiras

 

6286

6062

12

34 8

12

34

8

 

44 Gonçalo da Gamelleira

S.

   

45 :Minas do Rio de contas"'l

27

Senhor Bôm Jesus de Mi-

19

46 Carrapato

nas do Rio de

Contas

17054

16

9 12

339

66

47 Remedios do Rio de Contas

28

N.

S. dos Remedios do Rio de Contas

 

1 3396

6

-

-

-

48 Brejo Grande

29

N.

S. do Allivio do Brejo Grande

 

4

66 9

4349

90

18

I

20

Brejo Grande

{

49 S. Sebastião do Sincorá

 

}

30

S.

Sebastião do Sincorá

599

6

5

6 4 1

Il637

1 2065

5

 

50 Gado

     

21

Brotas de Macahubas. o.

51 Brotas de Macahllbas

0-'"

3 1

N.

S.

das Brotas de ~~a-

 
   

cahubas

 

13

U6

Il154

24

2 7 0

24

2 7

o

52 Rosario da Cachoeira

 

3

2

N.

S.

do Rosario da

Ca-

   
   

choeira

o

54

8 3

7

12 4

1260

7

 

Cachoci,a

 

(

53

Nova FeirA

0.0.

33

N.

S.

da

Conceição

ela

   

22

   
 

Nova Feira

o. o'

73

6

4

8uo

15474

 

2

 

54 S. Thiago do Iguape

 

34

So Thiago do Iguapeo

 

49

1 7

4

82 4

974 1

 
   

55 Santo Estevão cio Jacllhipe

35

Santo Estevão do Jacllhipe

5

18 7

5333

1°5 20

;' "0'" 00. 'o ~"''''''''')

57

Lagôa

   

58

Finad