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Programa de Condições e Meio ambiente de Trabalho na Indústria da Construção- PCMAT

MRV Engenharia e Participações S/A

RESERVA DO TUCUMÃ
Tipo de obra: Conjunto multifamiliar contendo 02 blocos com 08 pavimentos cada
perfazendo um total de 122 apartamentos.
Construtora: MRV Engenharia e Participações S/A.
Endereço da obra: Rua Antonio Delloiagono Junior, 91– Pq São Vicente – Mauá – SP
Data prevista de início: Abril de 2010
Data prevista de conclusão: Outubro de 2011
Número de trabalhadores (máximo previsto): 80 (oitenta)

1. O LOCAL

Encontra-se situado numa área residencial da cidade de Mauá, entre a Rua


Jasson Marques e a Av. Papa João XXIII. O tráfego local é tranqüilo, passando
eventualmente veículos de moradores dos arredores. A vizinhança é composta de
prédios e casas residenciais.
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2. O EMPREENDIMENTO

O empreendimento é constituído por 02 blocos de apartamentos com 08


pavimentos cada perfazendo um total de 122 apartamentos.

3. O CANTEIRO

O canteiro inicial contará com área de vivência situada conforme croqui


abaixo. O referido canteiro não é definitivo.
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4. ÁREA DE VIVÊNCIA

Os banheiros, chuveiros e vestiário serão construídos conforme a figura abaixo.

4.1 Banheiros

Características:
 Serão utilizadas bacias turcas, com instalações individuais e portas;
 Ventilação natural através de paredes;
 Paredes divisórias com altura de 1,80m;
 Recipiente de papeis usados em cada ambiente;
 Papel higiênico a disposição no almoxarifado;
 Limpeza no início e final do expediente, “diariamente”.

4.2 Chuveiros

Características:
 Piso de cimento e antiderrapante;
 Porta sabonete para cada chuveiro;
 Aterrados
 A limpeza será diária sempre no início do expediente, retirando os estrados de
madeira.
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4.3 Vestiário

A obra terá à disposição armários e bancos em número suficiente.

Características mínimas:
 Armários: serão oferecidos armários de aço em número suficiente para atender aos
trabalhadores na fase de maior pique. Não será permitida a guarda de bebidas
alcoólicas, nem arma de qualquer natureza;
 Iluminação artificial.

4.4 Local de refeições

O local das refeições está construído conforme figura abaixo.

Características mínimas:

 Mesas com tampo de material impermeável;


 Lixeira para resíduos;
 Limpeza realizada após as refeições todos os dias.
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5. INSTALAÇÕES ELÉTRICAS

No quadro geral serão identificados os disjuntores das instalações de apoio,


iluminação do canteiro, máquinas e equipamentos ( betoneira, serra circular, bombas,
etc).
O quadro geral será aterrado além de dispor de terminal neutro para alimentar
o sistema monofásico.
A rede de distribuição nas instalações de apoio será protegida por eletrodutos
de PVC.Toda rede elétrica deverá ser aérea e dimensionada de forma a não obstruir
passagens de veículos de carga e não encostar nos andaimes fachadeiros

6. MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS

As máquinas e equipamentos serão aterrados adequadamente a haste de


aterramento.
Todos os operadores de máquinas e equipamentos receberão instruções do
mestre-de-obras e do técnico de segurança sobre os métodos mais seguros para cada
operação.

6.1 Serra Circular

Somente será operada por funcionários qualificados, identificados e com o


devido EPI (protetor facial e protetor auricular).
Atenderá os seguintes requisitos mínimos:
 Coifa protetora;
 Disco em perfeitas condições;
 Empurradores (para corte de cunhas);
 Caixa coletora de resíduo;
 Fechamento inferir, deixando abertura para coleta de resíduos.
 Extintor de incêndio adequado.

Figura 5 - Serra Circular

DISCO DE
SERRA SEM
DENTES OU
VIDIAS
QUEBRADAS
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MESA ESTÁVEL E SEM COIFA PROTETORA ORGANIZAÇÃO E


RACHADURA LIMPEZA DA
CARPINTARIA

DISPOSITIVO
EMPURRADOR

ÁREA DE
SEGURANÇA

6.2 Policorte

Somente será operada por funcionários qualificados, identificados e com o


devido EPI (protetor facial e protetor auricular).
Atenderá os seguintes requisitos mínimos:
 Dispositivo de acionamento isolado de modo que apenas o operador possa
manuseá-la.
 Disco em perfeitas condições;
 Bancada estável
 Caixa coletora de restos de vergalhões.
 Iluminação protegida contra impactos.
 Extintor de incêndio adequado.
 Baia para vergalhões
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 Motor aterrado

6.3 Betoneiras

NUNCA LUBRIFICAR A BETONEIRA COM O MOTOR


LIGADO
PROIBIR BRINCADEIRAS COM O EQUIPAMENTO.

O ATERRAMENTO DEVERÁ SAIR DA CARCAÇA


DO MOTOR.

Serão utilizadas betoneira com carregador e misturador. Será operada apenas


por funcionário qualificado, identificado com o devido EPI (protetor auricular, botas
de couro ou borracha, óculos e máscara de poeiras).
O equipamento obedecerá aos seguintes requisitos mínimos:
 Terá suas partes verificadas semanalmente;
 Devem ser limpas no final do expediente, colocando sempre um calço de suporte
na caçamba.

6.4 Mini-gruas e Guincho Velox

Deverão ter dispositivo próprio para fixação. Será operada apenas por
funcionário qualificado, identificado com o devido EPI (cinto de segurança tipo
para-quedista).
O equipamento obedecerá aos seguintes requisitos mínimos:
 Terá suas partes verificadas semanalmente.
 Deverá ter placa de carga máxima permitida.
 Deverá ter área isolada.
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6.5 Elevador de obra para transporte de carga

Algumas informações na instalação e manutenção dos Elevadores:

É proibido o transporte de Carga no Elevador de Passageiros.


É proibido o transporte de Passageiros no Elevador de Cargas.
Os cabos de tração (devem estar sempre engraxados) e dos freios de segurança
(devem estar sempre isentos de graxa) são de diâmetro de 5/8 com alma de Fibra,
construção 6 x 25.

Principais detalhes para as Torres:

A base onde se instala a torre e o guincho deve ser única, de concreto, nivelada e
rígida.
A fixação das torres ‘a estrutura da edificação deve ser a cada laje ou pavimento.
As torres devem estar estaiadas, através dos montantes posteriores, à edificação por
meio de cabos de aço em intervalos de 6 m.(Observar que estes estaiamentos devem
formar com a edificação um ângulo de 45°).
As torres devem ser revestidas com tela de arame galvanizado (tipo pinteiro) ou por
materiais similares.

Principais detalhes para Elevadores de Transporte de Materiais:

O elevador deve possuir dispositivo de tração na subida e na descida para impedir


queda livre da Cabina.

Deve possuir sistema de segurança eletromecânica no limite superior 2 metros abaixo


da viga superior da torre.

Deve possuir interruptor de corrente para que só movimente com as portas fechadas.
Sistema de Segurança, Freios :
 Freio Tipo Cinta, chamado de Freio de Estacionamento, utilizado apenas no
Elevador de Carga e é acionado pelo operador.
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 Freio Moto freio, conhecido como anti – banguela, é acionado


automaticamente na falta de energia elétrica ou através da Botoeira “Pare”
pelo operador. Utilizado no Elevador de Carga.
 Freio Eletromagnético, conhecido também como anti-banguela é acionado
automaticamente na falta de energia elétrica ou através da Botoeira “Pare”
pelo operador. Utilizado no Elevador de Passageiro.
 Freio de Segurança do Eixo, no enrolar e desenrolar do cabo de tração quando
o eixo adquirir uma velocidade maior que a normal de operação o sistema é
acionado travando o giro do eixo. Utilizado no Elevador de Passageiro.
 Freio tipo cunha, acionado automaticamente, quando a cabina entra em queda
livre. Também pode ser acionado operador. Utilizado em ambos elevadores.

Todo Elevador, antes de ser liberado para operação deve ser submetido ao teste de
queda livre para que seja confirmada a eficiência tanto do freio cunha (carga e
passageiro) quanto do freio excêntrico (passageiro).
A inspeção do cabo de aço de tração deve ser sempre muito rigorosa, utilizamos para
tanto as recomendações do fabricante ou seja, solicitar a substituição do cabo quando
este apresentar rompimento de fios, sendo mais de três fios por perna ou mais de 6
fios por passo

6.6 Ferramentas

O almoxarifado disporá adequadamente de todas as ferramentas necessárias a


etapa da obra. Antes de sua saída será verificado o seu perfeito funcionamento, não
sendo permitidas gambiarras principalmente nos cabos elétricos. Serão
periodicamente vistoriadas as cabeças das entalhadoras, cabos de ferramentas diversas
e orientado para a não utilização das ferramentas para outros fins que não os
destinados.

6.7 Bob-cat

Será operado por funcionário habilitado e identificado. Durante os


serviços os cuidados serão os mesmos do trator comum. Deve-se utilizar
abafador de ruído. O Bob-cat deverá trabalhar com giroflex e cabina em
perfeito estado.
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7. ANÁLISE PRELIMINAR DE RISCOS – APR

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Etapa: Fundação

1 – Risco 2 – Agente 3 – Fontes Geradoras 4 – Meios de propagação

Físico Ruído, Vibrações Máquinas, veículos e equip. Ar, sons e compactação.


Serviços a céu aberto

Químico Sílica Argamassa (cimento) Ar /Ambiente em contato com


as vias respiratórias, olhos e
pele.

Ergonômico/Acidente Esforço físico intenso, Material pesado, desnível de Fadiga, stress, imprudência.
queda e choque piso, fio desencapados.
elétrico.
5 – Trabalhadores 6 – Função 7 – Atividades / Tipo de 8–Possíveis danos à saúde:
expostos exposição Ruído/Vibrações/ Rad. não íon.

Poceiro Escavação do solo. Surdez temporária ou


20-funcionários Servente Confecção e montagem de permanente, perturbações do
Pedreiro formas de madeira. sistema nervoso e câncer de
Carpinteiro Montagem de armações de pele.
Armador aço, Compactação de solo.
Concretagem de Químico: irritações nos olhos,
embasamento. Desforma. alergias, doenças respiratórias
Impermeabilização de e de pele.
embasamento.
Erg/Acidente: Lesões,
Todos com movimentação de fraturas, irritações, parada
materiais. cardiorrespiratória, podendo
levar ao óbito.
Exposição direta ao risco.

9 – Avaliação 10 – Limites de 11 – Tempo de 12 – Medidas de


Ruído: Os tolerância Exposição controle existentes
levantamentos 85 dB (A) x 08 horas 08 horas / dia Orientar e cobrar quanto ao
quantitativos estão trabalhadas uso dos EPI: protetor auricular,
descritos no item luvas, botas, máscara PFF2,
15 capacete, óculos, cinto de
segurança se necessário e
uniforme.
Treinamentos: Periódicos
sobre todos os riscos
envolvidos.
13 – Medidas de controle proposta
Cumprir o Cronograma de Atividades
Treinamento e inspeção quanto ao uso de EPI´s
Para as medições de ruído será utilizado o equipamento de medição de nível de pressão sonora da
marca “INSTRUTHER” Modelo DOS - 500, devidamente calibrado. Para tanto será utilizado o
circuito de resposta lenta “Slow” e circuito de compensação “A” de acordo com a NR 15 Anexo I
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Etapa: Alvenaria estrutural e estrutura.

1 – Risco 2 – Agente 3 – Fontes Geradoras 4 – Meios de propagação

Físico Ruído, Vibrações Máquinas, veículos e equip. Ar, sons e compactação.


Serviços a céu aberto

Químico Sílica Argamassa (cimento) Ar /Ambiente em contato com


as vias respiratórias, olhos e
pele.

Esforço físico intenso, Material pesado, desnível, de Fadiga, stress, imprudência...


Ergonômico/Acidente queda corte e choque piso, fios desencapados e
elétrico. amarração aço.
5 – Trabalhadores 6 – Função 7 – Atividades / Tipo de 8–Possíveis danos à saúde:
expostos exposição
Pedreiro Ruído/Vibrações: Surdez
20-funcionários Servente Execução de alvenaria. temporária ou permanente,
Carpinteiro Confecção de forma. perturbações do sistema nervoso
Armador Concretagem
Químico: irritações nos olhos,
Eletricista Armação de aço alergias, doenças respiratórias e de
Encanador Serviços de elétrica e pele.
hidráulica.
Execução de escadas fixas. Erg/Acidente: Lesões, fraturas,
irritações, parada
cardio/respiratória, podendo levar
ao óbito.
9 – Avaliação 10 – Limites de 11 – Tempo de 12 – Medidas de
Ruído: Os tolerância Exposição controle existentes
levantamentos 85 dB (A) x 08 horas 08 horas / dia Orientar e cobrar quanto ao uso
trabalhadas dos EPI: protetor auricular, luvas,
quantitativos estão
botas, Mascara PFF2, capacete,
descritos no item 15 óculos, Cinto de segurança se
necessário e uniforme.
Treinamentos: Periódicos sobre
todos os riscos envolvidos.
13 – Medidas de controle proposta
Cumprir o Cronograma de Atividades
Treinamento e inspeção quanto ao uso de EPI´s
Para as medições de ruído será utilizado o equipamento de medição de nível de pressão sonora da
marca “INSTRUTHER” Modelo DOS – 500, devidamente calibrado. Para tanto será utilizado o
circuito de resposta lenta “Slow” e circuito de compensação “A” de acordo com a NR 15 Anexo I
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Etapa: Instalação Elétrica e Hidráulica.

1 – Risco 2 – Agente 3 – Fontes Geradoras 4 – Meios de propagação

Físico Ruído Equipamentos diversos. Ar, sons Ambiente através das


. vias auditivas

Químico Solventes. Cola de cano Ar /Ambiente em contato com


as vias respiratórias, olhos e
pele.
Ergonômico/Acidente Esforço físico intenso, Material pesado, desnível de Fadiga, stress, imprudência.
queda e choque piso, fio desencapados.
elétrico.
5 – Trabalhadores 6 – Função 7 – Atividades / Tipo de 8–Possíveis danos à saúde:
expostos exposição
Encanador Realização de instalações Ruído/Vibrações: Surdez
10-funcionários Eletricista elétricas e hidráulicas em temporária ou permanente,
geral. perturbações do sistema nervoso

Químico: irritações nos olhos,


Todos com movimentação de alergias, doenças respiratórias e de
materiais. pele.

Exposição direta ao risco. Erg/Acidente: Lesões, fraturas,


irritações, parada
cardio/respiratória, podendo levar
ao óbito.
9 – Avaliação 10 – Limites de 11 – Tempo de 12 – Medidas de
Ruído: Os tolerância Exposição controle existentes
levantamentos 85 dB (A) x 08 horas 08 horas / dia Orientar e cobrar quanto ao uso
trabalhadas dos EPI: protetor auricular, luvas,
quantitativos estão
botas, Mascara PFF2, capacete,
descritos no item 15 óculos, Cinto de segurança se
necessário e uniforme.
Treinamentos: Periódicos sobre
todos os riscos envolvidos.
13 – Medidas de controle proposta
Cumprir o Cronograma de Atividades
Treinamento e inspeção quanto ao uso de EPI´s
Para as medições de ruído será utilizado o equipamento de medição de nível de pressão sonora da
marca “INSTRUTHER” Modelo DOS - 500, devidamente calibrado. Para tanto será utilizado o
circuito de resposta lenta “Slow” e circuito de compensação “A” de acordo com a NR 15 Anexo I
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Etapa: Massa interna, externa e contra piso.

1 – Risco 2 – Agente 3 – Fontes Geradoras 4 – Meios de propagação

Físico Ruído Equipamentos diversos. Ar, sons / Ambiente


Serviços a céu aberto

Químico Sílica Cimento (argamassa) Ar /Ambiente em contato com


as vias respiratórias, olhos e
pele.

Esforço físico intenso, Material pesado, desnível de Fadiga, stress, imprudência,


Ergonômico/Acidente
queda e choque piso, fio desencapados. postura,queda.
elétrico. Balancins / Andaimes.
5 – Trabalhadores 6 – Função 7 – Atividades / Tipo de 8–Possíveis danos à saúde:
expostos exposição
Pedreiro Realização de serviço de Ruído: Surdez temporária ou
20-funcionários Servente emboço e paredes internas e permanente, perturbações do
externas, execução de contra sistema nervoso
piso.
Químico: irritações nos olhos,
alergias, doenças respiratórias e de
Todos com movimentação de pele.
materiais.
Erg/Acidente: Lesões, fraturas,
Exposição direta ao risco. irritações, parada
cardio/respiratória, podendo levar
ao óbito.
9 – Avaliação 10 – Limites de 11 – Tempo de 12 – Medidas de
Ruído: Os tolerância Exposição controle existentes
levantamentos 85 dB (A) x 08 horas 08 horas / dia Orientar e cobrar quanto ao uso
trabalhadas dos EPI: protetor auricular, luvas,
quantitativos estão
botas, Mascara PFF2, capacete,
descritos no item 15 óculos, Cinto de segurança se
necessário e uniforme.
Treinamentos: Periódicos sobre
todos os riscos envolvidos.
13 – Medidas de controle proposta
Cumprir o Cronograma de Atividades.
Treinamento e inspeção quanto ao uso de EPI´s
Para as medições de ruído será utilizado o equipamento de medição de nível de pressão sonora da
marca “INSTRUTHER” Modelo DOS - 500, devidamente calibrado. Para tanto será utilizado o
circuito de resposta lenta “Slow” e circuito de compensação “A” de acordo com a NR 15 Anexo I
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Etapa: Revestimentos Azulejo, piso cerâmico.

1 – Risco 2 – Agente 3 – Fontes Geradoras 4 – Meios de propagação

Físico Ruído Equipamentos diversos. Ar, sons ambientes através das


vias auditivas.

Químico Sílica/Cerâmica Argamassa/ Cimento Ar /Ambiente em contato com


as vias respiratórias, olhos e
pele.
Ergonômico/Acidente Esforço físico intenso, Material pesado, desnível de Fadiga, stress, imprudência,
queda e choque piso, fio desencapados. postura, queda
elétrico
5 – Trabalhadores 6 – Função 7 – Atividades / Tipo de 8–Possíveis danos à saúde:
expostos exposição
Pedreiro Serviços de revestimento Ruído Surdez temporária ou
20 - funcionários Servente cerâmicos (paredes e pisos) permanente, perturbações do
Azulejista sistema nervoso

Químico: irritações nos olhos,


Todos com movimentação de alergias, doenças respiratórias e de
materiais. pele.

Exposição direta ao risco. Erg/Acidente: Lesões, fraturas,


irritações.
9 – Avaliação 10 – Limites de 11 – Tempo de 12 – Medidas de
Ruído: Os tolerância Exposição controle existentes
levantamentos 85 dB(A) x 08 horas 08 horas / dia Orientar e cobrar quanto ao uso
trabalhadas dos EPI: protetor auricular, luvas ,
quantitativos estão
botas, Mascara PFF2, capacete,
descritos no item 15 óculos, Cinto de segurança se
necessário e uniforme.
Treinamentos: Periódicos sobre
todos os riscos envolvidos.
13 – Medidas de controle proposta
Cumprir o Cronograma de Atividades
Treinamento e inspeção quanto ao uso de EPI´s
Para as medições de ruído será utilizado o equipamento de medição de nível de pressão sonora da
marca “INSTRUTHER” Modelo DOS - 500, devidamente calibrado. Para tanto será utilizado o
circuito de resposta lenta “Slow” e circuito de compensação “A” de acordo com a NR 15 Anexo I.
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Etapa: Acabamentos (gesso, pintura e caixilhos).

1 – Risco 2 – Agente 3 – Fonte Geradora 4 – Meios de propagação

Físico Ruído, Vibrações Máquinas e equipamentos. Ar, sons

Químico Tiner,Tinta,Pó de gesso Exposição direta ao risco Ar /Ambiente em contato com


as vias respiratórias, olhos e
Vírus, Bactérias, pele.
Biológico Insetos, etc. Local úmido, Sanitários.

Esforço físico intenso,


Ergonômico/Acidente queda e choque Material pesado, desnível de Fadiga, stress, imprudência.
elétrico. piso, fio desencapados.
5 – Trabalhadores 6 – Função 7 – Atividades / Tipo de 8–Possíveis danos à saúde:
expostos exposição
Gesseiro Serviços de montagem de Ruído/Vibrações: Surdez
10-funcionários Pintor esquadrias de temporária ou permanente,
alumínio/madeira. perturbações do sistema
Realização de Pinturas e nervoso.
gesso nas paredes internas e
externas. Biológico: doenças
respiratórias e circulatórias e
Todos com movimentação de alteração da temperatura do
materiais. corpo e outras.

Exposição direta ao risco. Químico: irritações nos olhos,


alergias, doenças respiratórias
e de pele.

Erg/Acidente: Lesões,
fraturas, irritações, parada
cardio/respiratória, podendo
levar ao óbito.
9 – Avaliação 10 – Limite de 11 – Tempo de Exposição 12 – Medidas de controle
tolerância 08 horas / dia existentes
Ruído: Quantitativa 85 dB (A) x 08 horas Orientar e cobrar quanto ao
(as medições serão trabalhadas uso dos EPI: protetor auricular,
realizadas no decorrer luvas, botas, Mascara PFF2,
da obra) capacete, óculos, Cinto de
segurança se necessário e
Demais Riscos: Não Mensurável Indeterminado uniforme.
Qualitativa. Treinamentos: Periódicos
sobre todos os riscos
envolvidos.

13 – Medidas de controle proposta


Cumprir o Cronograma de Atividades
Treinamento e inspeção quanto ao uso de EPI´s
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Para as medições de ruído será utilizado o equipamento de medição de nível de pressão sonora da
marca “INSTRUTHER” Modelo DOS - 500, devidamente calibrado. Para tanto será utilizado o
circuito de resposta lenta “Slow” e circuito de compensação “A” de acordo com a NR 15 Anexo I

8. RISCOS GERAIS DE ACIDENTES

A seguir, a relação dos riscos mais freqüentes que podem acontecer durante os
diversos serviços da construção do empreendimento, assim como os equipamentos de
proteção individual (EPI) que devem ser utilizados, além da instalação dos
equipamentos de proteção coletiva (EPC), mais adiante.
SERVIÇO RISCOS EPIs, específicos
Tubulões /escavações/ Soterramento, pontas vivas, Cinto de segurança tipo
fundações/locais molhados quedas, cortes e choques pára-quedista, bota de
borracha
Concretagem geral, ponta Queda de nível, estouro do Cinto de segurança tipo
do mangote, adensamento mangote, respingos de pára-quedista, bota de
do concreto concreto, queda e choque borracha, óculos ou
elétrico protetor facial, sobrecalça
de PVC
Fôrmas transporte de Contusões nas mãos, Luva de raspa cano curto,
formas, montagem, problemas de posição, óculos ou protetor facial,
Içamento pilar externo, quedas de nível, estilhaços cinto de segurança
montagem/desmontagem do tensor aos olhos, rosto,
de tensor, desforma pescoço, etc.; ferimentos
por pregos, queda das
fôrmas
Serra circular, policorte, Amputação de dátilos, Óculos ou protetor facial,
makita, cortadora de ferimentos nas mãos, abafador de ruídos e uso
parede, martelete detritos nos olhos, ruído de empurradores
Armação de ferro, disco Ferimentos nas mãos, Luva de raspa, máscara
de corte, lixadeira para detritos nos olhos, poeiras, contra poeiras, óculos
concreto quedas de nível ampla visão
Montagem e Quedas em diferença de Cinto de segurança tipo
desmontagem de guincho nível pára-quedista
Trabalhos em periferia de Queda em diferença de Cinto de segurança tipo
laje, com altura superior a nível pára-quedista
2 metros do nível do solo
Abertura de concreto ou Ferimentos nas mãos, Luva de raspa, óculos de
paredes detritos nos olhos segurança de alto impacto
Carga e descarga de Dermatites diversas, esforço Luvas, máscara contra
cimento, cal e outros físico, poeira em suspensão poeiras, capuz e
ensacados (manual) eventualmente faixa
protetora de coluna
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Preparo de massa com Irritação nos olhos, Luva industrial pesada


cimento, queima de cal e queimaduras, respingos no (borracha), óculos ampla
preparo de cal fina rosto, possibilidade de visão, máscara contra
problemas pulmonares em poeiras, avental de PVC,
funcionários propensos bota de borracha
Alvenaria, emboço interno Irritações dermatológicas Luva de borracha, bota de
e externo, serviços gerais e quedas em nível e em borracha, óculos ampla
contrapisos diferença de nível visão quando necessário
Trabalhos em cerâmicas Detritos nos olhos, Óculos de segurança de
(cortes, colação, etc.) ferimentos nas mãos alto impacto, luva de
raspa
Colocação de prumadas Quedas de nível Cinto de segurança pára-
externas quedista
Montagem de andaimes Quedas de nível Cinto de segurança pára-
quedista
Serviços gerais (serventes) Quedas, contusões, EPI específico para a
ferimentos tarefa
Serviços em dias de chuva Quedas, resfriados Capa de chuva e botas de
borracha
Serviços em eletricidade Choques elétricos Luvas, botinas isolantes
Limpeza de fachadas Quedas de nível Cinto de segurança pára-
quedista
Soldas Queimaduras, fumos Elmo, luvas, avental,
perneiras tudo de raspa
Ferimentos nas mãos, Luvas de raspa e óculos de
Corte de Ferragem manual detritos nos olhos proteção
Corte de ferragem com Ferimentos nas mãos, Protetor facial, abafador
policorte detritos nos olhos e ruído de ruído e luva de raspa

Observação: Capacete e botina de segurança serão utilizados em todas as


fases da obra.
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9. SINALIZAÇÃO

9.1 Interna

Toda a obra será sinalizada com avisos de advertência. Estas placas de


sinalização serão divididas em: placas de perigo, placas de atenção e placas de aviso.

PERIGO ATENÇÃO
POÇO USE PROTETOR
DE ELEVADOR FACIAL

AT E N Ç Ã O ATENÇÃO
RISCO

OBRIGATÓRIO DE QUEDAS
Modelos placas de sinalização
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9.2 Locais de fixação dos cartazes

TIPO DE CARTAZ LOCAL RECOMENDADO

Uso obrigatório de Máscara Próximo a betoneira, queima de cal, corte de tijolos ou


de Respiração cerâmica, pintura.
Coloque o Lixo na Lixeira No local de refeições, no vestiário, no almoxarifado etc.

Uso Obrigatório de Capacete Principalmente na entrada da obra. Outros setores que


julgar necessário.
Use Protetor Auricular Próximo à serra circular, policorte, a máquinas muito
ruidosas e maquitas.
Obrigatório Uso de Luvas Próximo a locais de fechamento com alvenarias,
concretagem, carga e descarga de materiais, preparação
de ferragens, lavagens de pastilhas, impermeabilização.
Uso Obrigatório de Óculos de Próximo de equipamentos tipo: serra circular, policorte,
Segurança ou Protetor Facial maquita, ou em pedestais próximo de serviços com
entalhadoras, chapisco, reboco de paredes ou teto,
concretagem etc.
Primeiros Socorros Colocar na caixa de primeiros socorros.

Cuidado! Queda de Objetos Colocar nos locais de projeção da fachada (logo abaixo
do bandejão).
Uso Obrigatório de Cinto de Colocar em pedestal próximo das beiradas da laje em
Segurança execução, afixar dentro do balancim e divulgar para
serviços de montagem de torre de elevador e outros
Cuidado! Eletricidade Nas caixas de distribuição elétrica e locais energizados.

Não Fume neste Local No almoxarifado, no local de refeições, no vestiário e


nos locais com manuseio de inflamáveis.
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9.3 Externa

A execução de serviço externo (fora dos limites do canteiro, principalmente na


rua) deve ter sinalização adequada com cavaletes, cones e fita zebrada.

1,30m

0,30m

Preto Amarelo 1,00m

Amarelo 0,75m

Preto

Cone sinalizador
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10. RISCOS GERAIS DE ACIDENTES


Relacionamos os riscos mais freqüentes que podem acontecer durante os diversos serviços da
construção do empreendimento, assim como os equipamentos de proteção individual (EPI) que devem
ser utilizados, além da instalação dos equipamentos de proteção coletiva (EPC), mais adiante discute
em “proteção coletiva”.
SERVIÇO RISCOS EPIs, específicos

Tubulões,escavações, Soterramento, quedas, Cinto de segurança tipo


fundações, locais molhados cortes e choques pára-quedista e bota de
borracha
Concretagem geral, Queda de nível, respingos Cinto de segurança tipo
adensamento de concreto do concreto, queda e choque pára-quedista, bota de
elétrico. borracha, óculos ou protetor
facial
Fôrmas, transporte das Contusões nas mãos, Luva de raspa cano curto
fôrmas, montagens, problemas de posição, óculos ou protetor facial,
içamento pilar externo, quedas de nível, estilhaços cinto de segurança tipo
montagem/desmontagem do tensor aos olhos, rosto pára-quedista.
pescoço etc.; ferimento por
pregos, queda das fôrmas
Serra circular, policorte, Amputação de dátilos, Óculos ou protetor facial,
maquita, cortadora de ferimentos nas mãos, abafador de ruídos e uso de
parede, martelete detritos nos olhos, ruído empurradores
Armação de ferro, disco de Ferimento nas mãos, Luvas de raspa, máscara
corte, lixadeira para detritos nos olhos, poeiras, contra poeiras, óculos ampla
concreto quedas em nível visão
Montagem e desmontagem Quedas em diferença de Cinto de segurança tipo
de guincho nível pára-quedista

Trabalho em periferia de Queda em diferença de Cinto de segurança tipo


laje com altura superior a 2 nível pára-quedista
metros do nível do solo
Abertura de concreto ou Ferimentos nas mãos, Luva de raspa, óculos de
parede detritos nos olhos segurança de alto impacto
Carga e descarga de Problemas ergonômicos, Uso de luvas de raspa,
ferragens. (Manual) contusões nos ombros, mau ombreiras de raspa e
jeito nas costas, ferimento eventualmente faixa
nos membros inferiores protetora de coluna.
Carga e descarga de Dermatites diversas, esforço Luvas, máscara contra
cimento e outros ensacados físico, poeira em suspensão poeira, capuz e
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eventualmente faixa
protetora de coluna.
Preparo de massa com Irritação nos olhos, Luva de borracha, óculos de
cimento, queima de cal e queimaduras, respingo no ampla visão, máscara contra
preparo de cal fina. rosto, possibilidades de poeira, avental de PVC,
problemas pulmonares. bota de borracha.

SERVIÇO RISCOS EPIs, específicos

Alvenaria, emboço interno e Irritações dermatológicas, Luvas de borracha, bota de


externo, serviços gerais e quedas em nível e em borracha, óculos ampla
contrapisos. diferença de nível. visão quando necessário.
Trabalho em cerâmica Detritos nos olhos, Óculos de segurança de alto
(cortes, colocação, etc.) ferimentos nas mãos impacto, luvas de raspas.
Colocação de prumadas Queda de nível Cinto de segurança tipo
externas pára-quedista

Montagens de andaimes Queda de nível Cinto de segurança tipo


pára-quedista

Montagem dos balancins Queda de nível, ferimentos Cinto de segurança tipo


nas mãos por cabo de aço pára-quedista luva de raspa
ou similar
Trabalho em fachada com Queda do balancim e queda Cinto de segurança tipo
balancins com o balancim pára-quedista engatado em
corda própria
Serviços gerais (servente) Quedas, contusões, EPI Específico para a tarefa.
ferimentos.
Serviços em dias de chuva Quedas, resfriados Capa de chuva e bota de
borracha
Serviços em eletricidade Choque elétrico Luvas, botina isolante
Impermeabilizações (caixa Riscos de asfixia, conforme Máscara contra gases,
d’água, fachadas externas e a concentração de vapores (carvão ativado ou
internas) dos produtos. específico para o tipo de
produto químico utilizado).
Limpeza de fachadas Queda de nível Cinto de segurança tipo
pára-quedista.
Soldas Queimaduras, fumos Luvas, avental, perneira
tudo de raspa.
Corte de ferragem manual Ferimentos nas mãos, Luvas de raspa, óculos de
detritos nos olhos e ruído. proteção e abafador de
ruído.
Corte de ferragem com Ferimentos nas mãos, Protetor facial, abafador de
policorte detritos nos olhos e ruído ruído e luva de raspa

OBSERVAÇÃO: CAPACETE E BOTINA DE SEGURANÇA SERÃO


UTILIZADOS EM TODAS AS FASES DA OBRA.
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10.1Produtos Químicos

Os produtos químicos a serem utilizados durante as várias etapas da obra


estarão corretamente armazenadas (identificadas e fechadas) no almoxarifado.

11. PROCEDIMENTO DE EMERGÊNCIA

Em caso de ocorrência de acidente, onde a vítima precisa ser


removida para centro de atendimento, devem ser tomadas as
seguintes providências:

11.1 Acidente de pequena gravidade (escoriações, contusões, etc.)

Encaminhar a vítima para o local onde se encontra a caixa com o material de


primeiros socorros.

11.2Acidente de maior gravidade

 Hospital mais próximo:

Hospital Municipal Drº Radamés Nardini


Endereço: Rua Regente Feijó, nº 166 – Vl. São Francisco - Mauá
Telefone: (011) 4547-6999 – (011) 4514-1866

UBS Pq São Vicente


Endereço: Rua Mal. Deodoro da Fonseca, 509 A – Pq São Vicente
Telefone: (011)4555-8181 – (011) 4555-9878

Atendimento básico

 Prestar primeiro socorro à vítima (quando possível e por pessoa treinada).


 Acionar o Corpo de Bombeiros pelo telefone 193.
 Comunicar o setor de segurança do trabalho e ao RH da empresa.
 Acionar o Corpo de Bombeiros pelo telefone 193.
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11.3 Acidente com óbito

 Isolar a área do acidente


 Comunicar a Polícia Civil pelo telefone 197
 Comunicar a Delegacia Regional do Trabalho pelo telefone (011) 3105-8055
 Não mexer no local até liberação por parte da Polícia ou DRT.
12. PROTEÇÃO COLETIVA
12.1 Escavações

Toda escavação com profundidade superior a 1,20m, deverá ter escoramento


com pranchões. O material retirado deve ser colocado a uma distância nunca inferior a
1/2 da altura da escavação.

 Pranchões: o escoramento com pranchões será efetuado quando for constatado


risco de desabamento. Estes pranchões serão colocados sempre sobressaindo
pelo menos 15 cm do nível do solo. Serão afixados por ripas horizontais.
Haverá escoramento entre pranchões com vigote perpendicular à face dos
mesmos.
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 Passarelas: serão construídas em madeira resistente seguindo as dimensões da


Figura acima

12.2 Escavações / Fundação

Execução de hélice contínua

 A hélice propriamente dita é composta de chapas em aspiral que se


desenvolvem, como uma hélice, em torno de tubo central.
 Sua extremidade inferior é composta de garras que permite cortar o terreno, e
de uma tampa destinada a impedir a entrada de solo no tubo central durante a
escavação, e permitir a saída de concreto durante a concretagem.
 A perfuração consiste na introdução da hélice no terreno, por meio de
movimento rotacional proveniente de motores hidráulicos acoplados na
extremidade superior da hélice, ate a cota do projeto, sem que em nenhum
momento, a hélice seja retirada da perfuração.

Sistemas de Proteção em estacas executadas.

Riscos Comuns

 Tombamento do bate - estacas;


 Ruptura de cabos de aço;
 Ruptura de tubulações de cabos elétricos e de telefonia;
 Circulação de trabalhadores junto ao hélice continua.

Medidas Preventivas

 Utilizar os equipamentos de proteção individual em toda execução do


trabalho;
 Fazer isolamento em toda área de trabalho da hélice continua, para evitar a
circulação de pedestres;
 Preparação da área de trabalho levando-se em conta o acesso, o nivelamento
necessário e a capacidade do solo de suportar o apoio da torre.
 O responsável técnico deve avaliar a interferência da execução na estabilidade
de construções vizinhas e na qualidade dos serviços de utilidade pública.
 Os cabos devem passar por inspeção periódica.
 As operações de instalação, de funcionamento e de deslocamento da hélice
continua devem ser executadas segundo procedimentos de segurança
estabelecidos pelos responsáveis das referidas atividades.
 Após a concretagem dos tubulões, fechar os mesmos com maderit.

12.3 Procedimentos de Segurança em diferença de nível


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Atribui a seguir aos principais tipos de acessos temporários mais utilizados em


obras de engenharia civil: escadas de uso individual, escadas de uso coletivo, rampa e
passarela.

12.3.1.Escada de uso individual

Dos acessos temporários de madeira, a escada de uso individual é a que


acarreta o maior número de acidentes ao trabalhador, não só pela freqüência de seu
emprego como também porque a maioria das escadas são construída e utilizada de
forma inadequada.
Para se construir uma escada de uso individual corretamente deve-se utilizar
montantes iguais, tipos de travessas iguais e ter espaçamento entre as travessas
variando de 0,25m a 0,30m e máximo de 7,00m de extensão e não apresentar
rachaduras.
Os pontos mais importantes para se obter uma utilização mais segura da
escada de uso individual estão relacionados ao comprimento da escada, ao ângulo que
ela forma com o piso e aos sistemas de fixação no piso inferior e no superior, para
maior estabilidade da escada, recomenda-se que o ângulo em relação ao piso tenha
valor aproximado de 75º, podendo variar entre 65 a 80º.
A distância entre o ponto mais elevado do montante e o piso superior deve ser
no mínimo 1,00, para dar melhor condições de apoio ao operário que deseja alcançar
o piso superior ou que, estando no piso superior, necessite utilizar a escada para
descer.
Fixá-la no piso, de forma que não venha escorregar. Crava-se um piquete no
solo, ao qual será amarrada por arame.
Para assegurar uma completa proteção ao trabalhador que utiliza a escada,
além da fixação ao solo, amarra-se a parte superior da escada, por exemplo, por meio
de arame ligado ao chumbador previamente instalado no piso superior.

Nunca se poderão usar mesas, caixas, blocos de concreto ou qualquer outro


tipo de apoio que permita que a escada se movimente, acarretando um acidente ao
operário.
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A escada de mão deve Ter seu uso restrito para acessos provisórios e serviços de
pequeno porte.

12.3.2.Escada de uso coletivo

As escadas provisórias de uso coletivo devem ser dimensionadas em função do


fluxo de trabalhadores que estiverem realizando um trabalho de longa duração, cujo
desnível a ser vencido necessite do emprego de um acesso temporário de madeira.
A largura da escada de uso coletivo é fixada em função do número de
operários que utilizam como acesso ao piso superior. Assim sendo:
 acesso para máximo 45 operários - largura mínima de 0,80 m
 acesso para 46 a 90 operários – largura mínima de 1,20
 acesso para 91 a 135 operários – largura mínima de 1,50 m
Visando à proteção dos funcionários contra queda, a escada de uso coletivo
deve ser provida de um corrimão, cuja altura mínima é de 90 cm em relação ao
degrau, e de um rodapé com altura mínima de 20 cm. Deve ter pelo menos a cada
2,90m de altura um patamar intermediário.

12.3.3.Rampas

Na realização de serviços de engenharia civil, em muitas ocasiões há


necessidade de transpor uma vala ou vão, cujas margens estão em desnível. Para tanto,
opte pela rampa , como acesso temporário de madeira.
A rampa forma com piso um ângulo de inclinação, que não deve ultrapassar
30º , para que os operários não desprendam grande esforço físico.
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As rampas devem ser provida de corrimão a 90 cm do piso, com a finalidade


de proteger os funcionários contra queda, e de rodapé de 20 cm no mínimo de altura ,
para evitar a queda de algum objeto da rampa.
Fixar bem a rampa no piso superior e inferior, evitando-se um deslizamento da
estrutura. Um bom sistema de fixação da rampa pode ser alcançado com a utilização
de piquetes cravados no solo.
Ser dotada de piso anti-derrapante, ou seja, fixar travessas no piso, com
espaçamento constante de 40 cm, cuja a finalidade é de impedir que os funcionários
escorreguem.
As larguras consideram-se as mesmas da escada de uso coletivo.

12.3.4.Passarelas

O acesso temporário de madeira que se destina à passagem de funcionários


por sobre uma vala ou vão, cujas margens estão em nível é a passarela, que será
confeccionada quando os vãos forem superiores a 40 cm de largura.
Como finalidade e as formas de utilização de rampas e passarelas em muito
se assemelham, as condições de construção das passarelas são praticamente as
mesmas descritas para rampas. Sendo assim, destaca-se a presença de guarda-corpo e
rodapé, com 90 cm e 20 cm de altura mínima.

12.3.5 Concretagem

Esta é a fase onde há um maior


número de funcionários envolvidos e é
maior a possibilidade de acidentes
diversos. Os procedimentos de execução
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da concretagem deverão ser seguidos rigidamente. Os trabalhos de fôrmas, armações


de aço, concretagem e desforma deverão seguir as recomendações seguintes:

 FÔRMAS - as fôrmas serão montadas na Central de Formas e virão prontas para o


canteiro de obras, onde serão montadas seguindo a planificação. Para eventuais
serviços de reforma das formas no canteiro, será designada uma equipe de
carpinteiro para trabalhar na serra circular.

 DESFORMA - será realiza por equipe qualificada que deverá tomar as seguintes
precauções:

a) Desforma da laje - realizada com pé-de-cabra, tendo antes amarrada com corda
um dos extremos da forma permitindo a retirada lenta das chapas (rebatendo os
pregos)
b) Desforma das colunas: começar pela periferia colocando cordas de forma a
garantir uma retirada segura (contra eventuais quedas de materiais), sendo que o
desformador utilizará cinto de segurança para realizar este serviço.

12.3.6 Proteção de periferia

Durante a montagem da laje o guarda-corpo será executado antes do início dos


trabalhos da colocação da armadura, aproveitando as escoras da laje imediatamente
inferior.
Esta proteção contra quedas será construída com 1,20 m de altura, com rodapé
de 20cm e 70 cm até o segundo travessão. Finalmente terá sem mãos entre travessas
preenchidas com tela garantindo o fechamento seguro da abertura.
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12.3.7 Aberturas na laje

Os fechamentos das aberturas na laje serão construídos por rede construída


com a própria ferragem conforme mostra a figura, de forma que a malha tenha no
máximo 0,30m se a abertura estiver próxima dos locais de trânsito de funcionários,
ainda será sinalizado com anteparo do tipo cavalete.

0,20m

0,20m

12.3.8 Poço do elevador


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Proteção vertical - será fechado com caibros entroncados verticalmente e


sarrafos perpendiculares seguindo o sistema de guarda-corpo com rodapé em madeira
conforme mostra a figura com todas as lajes.

Caibro Estroncado

1,20m

Proteção horizontal - horizontalmente será adotado o sistema de rede de


ferragem como apresentado na figura a seguir. O fechamento será realizado a cada
três lajes.

12.3.9 Plataforma em balanço (Bandejas)

Fixa: será instalada na primeira laje e retirada somente após a conclusão da fachada
até altura dela.
Característica - os suportes serão metálicos com 3,50m de comprimento e um
complemento de 0,80m em 45. O madeirit colocado será de 20mm, fixado em
estrutura de caibros.

0,80m
45

0,50m

0,50m 2,50m 0,50m

Estrutura metálica
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3 1

Estrutura metálica com prancha em madeirit

Referências:
1. Complemento em tela 3. Prancha em madeirit 5. Caranguejo
2. Complemento (45) madeirit 4. Laje

Desmontagens das plataformas móveis

A desmontagem será realizada logo após o fechamento da periferia das lajes


superiores. A equipe começará sempre pelo corpo indicado, assoalho e finalmente a
retirada dos suportes. Todas estas operações serão realizadas sempre com cinto de
segurança engatado à corda de segurança de segurança auxiliar.

13.ANDAIMES SUSPENSOS
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13.1Balancim

O trabalhador deve utilizar cinto de segurança tipo pára-quedista, ligado ao trava –


quedas de segurança e este ligado a um cabo-guia, fixado a uma estrutura
independente da estrutura de fixação e sustentação do andaime suspenso.
A sustentação dos andaimes suspensos deve ser feita por meio de vigas,
afastadores ou outras estruturas metálicas de resistências equivalentes a, no mínimo,
três vezes o maior esforço solicitante.
Em caso de Sustentação de andaimes suspensos em platibanda ou beiral da
edificação, essa deverá ser procedida de estudos de verificação estrutural sob
responsabilidade de profissional legalmente habilitado.
É proibida a fixação de sistemas de sustentação dos andaimes por meio de sacos
com areia, pedras ou qualquer outro meio similar.
Ter contraventamentos que impeçam seu deslocamento horizontal.
Diariamente, antes de iniciados os trabalhos, os dispositivos de suspensão devem
ser verificados na obra por seu responsável e seus usuários.
Os usuários e o responsável pela verificação deverão receber treinamento e um
manual de procedimentos para a rotina de verificação diária.
É proibido acrescentar trechos em balanço ao estrado de andaimes suspensos.
Sobre os andaimes suspensos somente é permitido depositar material para o uso
imediato
É proibida a utilização de andaimes suspensos para transporte de pessoas ou
materiais que não estejam vinculados aos serviços em execução.

13.2 Acabamento externo


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Emboço externo será realizado por meio dos balancins mecânicos pesados
suspensos com largura de 1,50m e interligados até o comprimento máximo de 8,0m.
A fixação dos guinchos aos estrados será executada por meio de armações de aço,
havendo em cada armação dois guinchos. Em cada balancim será colocado o aviso
“Uso obrigatório do cinto de segurança” preso à corda de segurança, assim como
cada posto de trabalho (balancim) terá uma numeração de identificação.

Fixação do Balancim

2
3

4
5
6

7
8
Referências:
1. Viga metálica de sustentação tipo “I” ; 2. Cabos de aço com duplo clip; 3. Grampo chumbado na laje
de 5/8 de polegada; 4. Viga ; 5. Cabo de sustentação; 6. Alvenaria; 7. Guarda-corpo; 8. Catracas.

A sustentação do balancim será feita por meio de vigas metálicas, com


resistência equivalente a três vezes o maior esforço solicitante. Antes do início dos
trabalhos e diariamente serão verificadas as condições do conjunto. Os balancins
serão providos de guarda-corpo de 1,20m em madeirit (cabeceiras e corpo posterior)
pintadas externamente de braço e com logotipo da empresa.

Durante as operações com o balancim leve os cuidados serão os mesmos do pesado.

 O balancim deverá está amarrado à laje para a entrada e saída do empregado.


 Para entrar no balancim , o empregado deverá estar com o cinto de segurança tipo
pára-quedas e fixar o mosquetão na laçada da corda de segurança.
 Sair do balancim sempre que ventar fortemente.
 Retirar diariamente a massa que cai nas catracas.
 Manter sempre os balancins nivelados uns com os outros.
 Não colocar excesso de carga no estrado, principalmente no meio do vão entre os
guinchos.

Durante a utilização de produtos químicos para a limpeza das pastilhas é


obrigatório o uso de equipamento de proteção individual.
Durante a colocação de vidros será isolada a área abaixo de forma à garantir a não
permanência de pessoas não autorizadas.

13.3 Cadeira suspensa


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13.3.1. Fixação direta (sem uso de suportes)


Nesse caso, não há distância entre os cabos e a fachada, sendo possível a
movimentação da cadeira, com facilidade, do solo ao penúltimo andar.
As cordas devem ser protegidas da quina da parede por meio de material flexível, tipo
borracha.
Os cabos de aço não devem ser apoiados nas quinas, mesmo com proteção, tipo
borracha, visto que sofrem deformação permanente e ficam com a resistência
comprometida. Para sua correta fixação é necessário usar corrente ou outro cabo de
aço (com diâmetro maior) ligados por meio de mosquetão ou manilhas.

13.3.2. Instruções de uso das cadeiras:

1. A cadeira suspensa deve ser usada em conjunto com trava-queda e cinturão pára-
quedista (NR18).

2. O ponto de ancoragem do cabo de sustentação da cadeira deve ser independente do


ponto de ancoragem do cabo do trava - queda e resistirem a, no mínimo, 1500 kg (NR
18 e NBR 14751).

3. Os cabos de aço e as cordas de segurança devem ser protegidos das quinas vivas e
saliências (NBR 14751).

4. A conexão do cabo de aço da cadeira ao ponto de ancoragem deve ser feita com uso
de cabo de aço independente, corrente, mosquetão ou manilha, isto é, não se deve usar
o próprio cabo de aço da cadeira para amarração (NBR 14751).

13.3.3. Procedimentos de segurança para montagem e acesso à cadeira:

a) A cadeira suspensa e seu trava-queda integrado devem ser preparados para


funcionamento por um trabalhador habilitado e protegido por cinturão pára-quedista e
talabarte de corrente (máximo 2 m) ligado à sua argola dorsal ou frontal (Fig. a).
b) O trabalhador só deve sentar-se à cadeira com o talabarte de corrente ligado ao seu
cinturão (Fig.b).
c) O trabalhador só deve soltar-se do talabarte de corrente após ligar seu cinturão à
cadeira (Fig.c).
Nota: para sair da cadeira deve-se fazer o procedimento inverso.

13.4 Alvenaria
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A alvenaria de periferia será cuidadosamente travada com cunhas na última


fiada de tijolos assentados e a laje superior. Seguidamente serão realizados os
trabalhos em alvenaria das caixas dos elevadores, escadas, prisma de ventilação, etc.,
assim reduzindo os riscos de queda em diferença de nível.
Serviço realizado na periferia da laje será executado tendo uma corda de nylon
amarrada entre as colunas laterais e que servirá para o engate do cinto de segurança. O
cinto será usado até a alvenaria atingir a altura de 1m.

Viga

Cunhas (travas)

Alvenaria

Travamento da última fiada

Fixação na laje de ganchos de aço de  de 8 mm em


cada cômodo para fixação de cinto de segurança tipo pára-
quedista.

Os blocos e os demais materiais necessários são


transportados através de guincho velox fixado no solo e baldes
com roldanas.
Em cada laje, a alvenaria será iniciada sempre pela periferia
fechando a laje .

ATENÇÃO

O serviço realizado na periferia da laje será


executado tendo uma corda de extensão amarrada entre aos
ganchos chumbados na laje e que servirá para o engate do
cinto de segurança. O cinto será usado até a alvenaria atingir a
última fiada.

14. LIMPEZA – RETIRADA DE ENTULHO


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A remoção do entulho (tijolos, argamassa, gesso, cerâmicas etc.) será realizada


periodicamente e despejado em caçambas.

15. AVALIAÇÃO DOS RISCOS E DA EXPOSIÇÃO AOS


TRABALHADORES

Ruído – NR 15 – Anexos 1 e 2
Nível de Ruído dB(A) Exposição
Dose 0,5 Observações
Local Máximo
Existente Permitido Período Permitido
Canteiro de Obra 82/84 85 8h/dia continua atende
Lixadeira 99/101 85 1h/dia Intermitente Uso de EPI
Rompedor/Martelete 108/115 85 7min/dia Intermitente Uso de EPI
Serra Circular 99/104 85 35min/dia Intermitente Uso de EPI
Serra circular manual. 111/113 85 10min/dia Intermitente Uso de EPI
Serra Policorte 99/102 85 45min/dia Intermitente Uso de EPI
Furadeira 99/102 85 45min/dia Intermitente Uso de EPI
Compactador 97/100 85 1h/dia Intermitente Uso de EPI
Betoneira 86/88 85 5h/dia Intermitente Uso de EPI
Obs.: (1) As medições foram realizadas em Junho/2010.
(2) A exposição será mensurada conforme o cronograma da obra.
Para as medições de ruído foi usado medidor de nível de pressão sonora da marca “TES 1351”, devidamente calibrado. Para tanto foi
utilizado o circuito de resposta lenta “ Slow” o circuito de compensação “A” de acordo com a NR 15 anexo I.

Nível de Iluminamento – NR 17 – Ergonomia


Nível de Iluminamento (LUX 2000)
Local Existente Adequado Observações
Sala do mestre 140 250
Almoxarifado 240 250
Sala Engenheiro 1080 250
Sala Engenharia 997 250
Sala Adm 240 250
Obs.: (1) As medições foram realizadas em Junho/2010.
Para as medições de níveis de iluminamento será utilizado o
Luxímetro Digital marca ICEL modelo LD-600

16.EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL


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A seguir a relação dos equipamentos de proteção individual (EPI), conforme a função e serviço a serem
executados no empreendimento:

Abafador de ruído

Luvas de Raspa

Cinto de Segurança

Máscara conta Pó

Capacete e Botinas
Luvas de PVC
Óculos de Segurança

Luvas de Latex

Botas de Borracha

Máscara contra solventes


Protetor Facial
EPI

FUNÇÃO

Administração X
Almoxarife X
Armador X X
Azulejista X X X X
Bombeiro X X X
Carpinteiro X X X X X
Eletricista X X
Equipe Mont. Torre Guincho X X X
Equipe de Concretagem X X X X
Equipe Mont. de andaimes X X X
Operador de Betoneira X X X X X
Operador de Policorte X X X X
Operador de Guincho X X X
Pedreiro de Alvenaria X X X
Pedreiro de Fachada X X X X
Pedreiro de Acabamento X X X X X
Pintor X X X X
Servente Os mesmos da Equipe de Trabalho
Faxineiras X X X X X
Gesseiros X X X X

16.1 Especificações dos EPI´s

TIPO DO EPI Características


Finalidades Forma de uso Local de uso

Resiste ao teste de Impacto Ajustar na cabeça Trabalhos em céu


uma esfera de aço proveniente de através de carneira aberto. Na
de 3500 kg, solta de queda ou projeção construção civil
uma altura de de objetos onde haja trabalhos
Capacete de 1.50m de movimentação
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segurança de carga em
suspenso

Com solados ante Proteger os pés Uso tradicional Na construção civil


derrapantes e em contra umidade
couro
Botas de Couro

Botas Proteger os pés Uso tradicional Nos locais de


impermeáveis de contra umidade trabalhos úmidos,
PVC ou de lamacentos,
borracha encharcados e
Botas de Borracha concretagem

Protetores semi Contra impactos de Uso tradicional, Nos trabalhos onde


circulares partículas com especial ocorrem projeção
articulados nos aros atenção ao ajuste estilhaços e
Óculos das lentes. Com do protetor lateral partículas volantes
lentes temperadas articulado

Visor de acetato de Proteger a face e os Ajustar na cabeça No trabalho com


celulose ou acrílico olhos contra através de carneira máquinas
transparente, sem partículas operatrizes e
ondulação esmeril
Protetor Facial

Com aparência de Proteger contra Ajustar nos ouvidos Usado em


fones ruídos de e com alça apoiada ambientes onde o
freqüências altas na cabeça ruído é mais
intenso e
Abafador de ruídos principalmente de
alta freqüência
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TIPO DO EPI Finalidades Forma de uso Local de uso


Características
Não tem forma
definida. É feito de Proteger contra Moldado no ouvido Usado em
algodão, de lã, de ruídos de para isolar o ambientes onde o
vidro ou sintética freqüências altas pavilhão auricular ruído é mais
pastoso, tipo intenso e
Protetor auricular poliester ou cera, principalmente de
moldável ao ouvido alta freqüência

De vaqueta, raspa, Proteger contra Uso tradicional Geralmente usadas


ou grafatex materiais ou para trabalhos
objetos escoriantes, pesados, nos de
abrasivos cortantes soldagem e
Luvas ou perfurantes dobragem de ferro

De borracha Proteger contra Uso tradicional Utilizados onde são


produtos químicos manuseados
corrosivos, produtos químicos
cáusticos, tóxicos e ou derivados de
Luvas de Borracha alérgicos petróleo
Avental de raspa Proteger contra Cobrindo todo o Nas áreas onde se
queimadura, peças tronco, a partir da utilizam os
cortantes e peças base do pescoço trabalhos de
com rebarbas soldagem e corte
Avental geral
Peça facial inteira, Proteger contra Colocado de modo Usado onde o
com tirantes, e névoas e poeiras a permitir vedação trabalho produz
material filtrante perfeita nas áreas poeiras e névoas
de contato com o
Respirador rosto
Peça facial inteira, Proteger contra Tirantes reguláveis Em ambientes
com tirantes, gases e vapores na cabeça fazendo fechados ou quando
válvulas de nocivos compressão para da manipulação de
inspiração e uma perfeita produtos químicos
Aspirador expiração. Há uma vedação
Purificador do Ar traquéia que liga a
máscara ao
elemento filtrante
Com suspensório , Para amparar o Cinto e Nos trabalhos em
tipo pára-quedista trabalhador em Suspensórios altura
caso de quedas ajustados. A corda
ancorada num
Cinto de Segurança ponto de
escoramento e na
argola do cinto
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17.PROGRAMAS EDUCATIVOS E PREVENTIVOS.


Local:

Integração de Novos Funcionários - 6 horas


Data: Horário: Conteúdo Programático:
Na admissão 07hs00min Normas e Procedimentos
Importância, Obrigatoriedade e Uso de EPI´s
Atos e Condições Inseguras
Riscos inerentes a cada função

Palestra sobre Prevenção de Acidentes – 02 horas


Data: Horário: Conteúdo Programático:
Atos inseguros
07hs00min Condições inseguras
Equipamento de Proteção Individual
Equipamento de Proteção Coletiva

Trabalhos com riscos Químicos/Físicos/Acidente– 02 horas


Data: Horário: Conteúdo Programático:
definir Avaliação de Riscos
Controle de Riscos
Resgate e Primeiro Socorros
Liberação de O.S.

Noções de Primeiros Socorros – 03 horas


Data: Horário: Conteúdo Programático:
definir Explanação geral do assunto

18. CONTROLE E AVALIAÇÕES


O programa será monitorado em dois estágios:

Mensal:
O técnico de segurança da empresa realizará visitas rotineiras ao canteiro, levantando
as suas condições e acompanhando a implementação deste programa. As
irregularidades serão descritas em impresso próprio no qual constarão também os
prazos para execução das providências que serão negociadas diretamente com o
engenheiro e mestre de obras.

Bimestral:
De forma a realizar correções necessárias a problemas de adequações surgidas durante
a implementação do PCMAT.
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19.TREINAMENTO

Todos os novos empregados da empresa, logo após aprovados no exame


médico passarão pelo treinamento realizado na empresa antes de qualquer uma das
fases os empregados receberão instruções de objetivos e medidas de segurança a
serem adotadas, assim como serão informados sobre os diversos E.P.C’s que farão
parte da fase e os EPI’s necessários à função.
Os membros da cipa serão treinados fazendo o curso de cipeiro e
rotineiramente. Serão identificados pelo uso do capacete de cor verde. As reuniões
mensais serão acompanhadas pelo de técnico de segurança e as sugestões da
comissão serão analisadas e debatidas nas reuniões com os responsáveis pela obra.

20. CIPA

Devido ao grande número de empregados, quarenta (40), a empresa montará


uma Comissão Interna de Prevenção de acidentes no canteiro de obra seguindo as
instruções da NR-5.

21. CONTROLE E AVALIAÇÕES

O programa será monitorado em três estágios.

1 - Mensal: o técnico de segurança da empresa realizará visitas rotineiras ao canteiro,


levantando as suas condições e acompanhando a implantação deste programa. As
irregularidades serão próprio, no qual constarão também os prazos para execução das
providências

2 - Bimestral: de forma a realizar correções necessárias a problemas de adequação


surgidos durante a implementação do PCMAT.
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22 – CRONOGRAMA FÍSICO – EXECUTIVO


2010 2011
Fases da obra 04 05 06 07 08 09 10 11 12 01 02 03 04 06 07 08
1.- SERVIÇOS INICIAIS
-Projetos X
- Sondagem X
- Corte d’água X X X
- Corte de energia elétrica X X X
- Demolições
- Tapumes X
- Locação da obra X X
- Previsão de empregados X X X X X X X X X X X X X X X X
2.- INSTALAÇÕES PROVISÓRIAS
- Escritório X X
- Sanitário X X
- Local de Refeições X X
- Cozinha
- Vestiário X X
- Alojamento
- Área de lazer
- Almoxarifado X X
3.- MOVIMENTAÇÃO DE TERRA
- Escavação mecânica X X
- Escavação manual X X X X X X X X X X X X X X X X
- Fundação X X X
4.- SERVIÇOS GERAIS
-Armação de ferragens X X X
- Concr. de fundação X X X
- Inst. elevador de carga X
5.- EX DA ESTRUTURA
- Subsolos
- Térreo X X
- Periferia X X
- Torre X X
6.- ALVENARIA
- Interna X X X X X X X X
- Externa X X X X X X X X
7.- ESQUADRIAS
- Esquadrias de alumínio X X X X X X X
- Batentes X X X X X X X
- Portas X X X X X X
- Guarnições X X X X X X
- Fechaduras X X X
8.- VIDROS
- Instalação de vidros X X X X X X X X X
9.- MPERMEABILIZAÇÃO
- Caixas d’água X
- Pisos X X
- Cobertura X X
- Piscina
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2010 2011
Fases da obra 04 05 06 07 08 09 10 11 12 01 02 03 04 06 07 08
10.- FORRO
- Madeira
- Gesso X X X X
11.- REVESTIMENTO INTERNO
- Chapisco X X X X X
- Massa X X X X X
- Azulejo X X X X X X
- Gesso X X X X X X X
12.- REVESTIMENTO EXTERNO
- Chapisco X X X X
- Massa X X X X
- Cerâmica ou tijolo
13.- PISOS
- Contrapiso X X X X X X
- Cerâmica X X X X X X X
- Outros
14.- INSTALAÇÕES HIDRÁULICAS
- Prumadas X X X X X
- Distribuição X X X X X X X X X X
- Esgoto X X X X X X X X X X X X
- Louças e metais X X
15.- INSTALAÇÕES DE GÁS
- Prumadas X X X
- Distribuição X X X X X
-16.- INSTALAÇÕES ELÉTRICAS
- Tubulação das lajes X X X X X
- Tubulação X X X X X
- Alvenaria X X X X X X
- Caixas e esquadros X X X X X X X X X X X
- Entrada de energia X X X X X
- Fiação X X X X X X X
- Tomadas e interruptores X X X X
- Luminárias e interfones X
- Prumadas X X X
17.- PINTURA
- Interna X X X
- Externa X X X X
18.- ELEVADORES
- Instalação dos elevadores definitivos
19.- SERV.COMPL.
- Pavimentação X X X X X X X X X X
- Paisagismo
- Limpeza
- Lavagem da fachada
- Instalação de extintores X
- Instalação de pára-raios X X
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22.1 NÚMERO DE TRABALHADORES (ESTIMATIVA)

2010 2011
Etapas/Meses 04 05 06 07 08 09 10 11 12 01 02 03 04 06 07 08 09 10
-Serviços iniciais 02 01 01
-Instalações provisórias 04 04
-Movimentação de terra 06 06
-Serviços Gerais 02 08 12
-Execução da estrutura
-Alvenaria 12 12 12 14
-Esquadrias 04 06 08 08 04 06
-Vidros 01 01 01 01
-Impermeabilização 02 04 04
-Forro 02 04 04 04
-Revestimento Interno 12 12 16 16 16 12 08
-Revestimento Externo 16 16 16 16 20 08
-Pisos 04 08 12 16 12 12 08 04
-Instalações hidráulicas 05 06 06 06 06 06 06 06 05 04 04 03 03 0
-Instalações elétricas 03 06 06 06 06 08 06 08 06 10 04 03 03 03 0
-Pintura 10 20 25 25 25 25 1
-Serviços complementares 10 10 10 10 10 10 10 10 10 15 20 2
TOTAL GERAL 02 13 19 27 28 59 65 75 80 80 76 55 44 43 46 51 34 3

22.2 CRONOGRAMA DE MEDIDAS DE SEGURANÇA

2010 2011

04 05 06 07 08 09 10 11 12 01 02 03 04 06 07 08
Proteções/Meses
-Tapumes X X X
-Escoramento X X X X X
-Proteção de periferia X X X X X
-Bandejas X X X X X X X X X X X X X
-Telas de proteção X X X X X X X X X X X X X X X X
-Cancelas (elevador) X X X X X X X X X X X X X
-Proteções em aberturas de pisos X X X X X X X X X X X X
-Proteções da serra circular X X X X X X X X X
-Proteção na policorte X X X X X X X X
-Proteção no Velox X X X X X X X
-Rampas, escadas e passarelas X X X X X X X X X X X X X X
-Sinalização X X X X X X X X X X X X X X X X

-Proteção contra incêndio X X X X X X X X X X X X X X X X


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22.3 CRONOGRAMA DE MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS

2010 2011

04 05 06 07 08 09 10 11 12 01 02 03 04 06 07 08 09 10
Máq. e equip./meses
-Serra circular X X X X X X X X
-Policorte X X X X X X X X
-Guincho Vélox X X X X X
-Vibradores X X X X X X X
-Betoneiras X X X X X X X X X X X X
-Ferr. elétrica manual X X X X X X X X X X X X X X X
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23. ART
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24.CRONOGRAMA DE IMPLANTAÇÃO DAS MEDIDAS PREVENTIVAS

Medidas Preventivas 2010 2011


Implantação do PCMAT 04 05 06 07 08 09 10 11 12 01 02 03 04 06 07 08 09
Treinamentos e Campanhas
Prevencionistas.
Inspeção de Segurança/OS – Ordem
de Serv.
Monitoramento das Exposições ao
Risco
DDS – Dialogo Diario de Segurança
Inspeção em EPIs e Equipamento
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25. ENCERRAMENTO.

Este PCMAT – Programa de Condições e Meio Ambiente de Trabalho – NR18, possui


50 (Cinquenta) páginas digitadas e seus anexos, seqüencialmente em ordem crescente
e rubricadas de um só lado, sendo a última folha datada e assinada,

São Paulo, 14 de Junho de 2010.

Responsável pela elaboração do PCMAT:

___________________________________
DOUGLAS AGUIAR GOMES
Eng.º de Seg. do Trabalho
CREA n.º 5061355711

Responsável pela implantação do PCMAT:

____________________________________________
ENGº. MARCELLO POMPERMAYER
Engenheiro Civil
CREA n.º5062797184
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DE: DEPARTAMENTO DE SEGURANÇA NO TRABALHO

OBRA: RESERVA DO TUCUMÃ

ENGENHEIRO: MARCELLO POMPERMAYER

Sr. Engenheiro,

Você tem em mãos o PCMAT (Programa de Controle do Meio


Ambiente de Trabalho da Indústria da Construção) de sua obra.
Lembramos que, mais do que um documento, isto é um
PROGRAMA e como tal, para sua execução, pressupõe etapas e
acompanhamento diário. De agora em diante, as ocorrências, prazos e
execuções das etapas deverão ter o seu acompanhamento e sua
participação efetiva para um maior aproveitamento.
Portanto, divulgue, exija e cumpra todas as etapas, pois, o objetivo
maior é a Saúde e Segurança dos trabalhadores nos canteiros de obra e,
em última análise, a principal responsabilidade é sua.

IMPORTANTE
Ao receber este documento, aporá sua assinatura se comprometendo
em zelar pelo seu cumprimento.

“Não dê o peixe pronto, ensine a sua equipe a pescar”. Implante nas


suas obras a Cultura da Segurança. Nós só temos a ganhar!!

DATA:
NOME: Marcello Pompermayer
ASSINATURA: