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17/07/2018

RE: Anexos Nulidade Lei Trabalhista - Plinio Marcos Moreira da Rocha

RE: Anexos Nulidade Lei Trabalhista

Bezerra, Ana Maria <bezerra@ilo.org>

ter 03/07/2018 12:05

Para:Plinio Marcos Moreira da Rocha <pliniomarcos@pliniomarcosmr.com.br>;

Cc:Canestrelli, Ana Paula <canestrelli@ilo.org>;

Prezado Sr. Plinio,

Acuso recebimento.

A .

Prezado Sr. Plinio, Acuso recebimento. A . Ana Maria Bezerra Santos Assistant to the Director ILO

Ana Maria Bezerra Santos Assistant to the Director ILO Office in Brasil SEN - lote 35 70800-400 - Brasília - DF tel: +55 61 2106-4603 fax: +55 61 3322-4352 e-mail: bezerra@ilo.org

From: Plinio Marcos Moreira da Rocha [mailto:pliniomarcos@pliniomarcosmr.com.br] Sent: 03 July 2018 11:35 To: Canestrelli, Ana Paula <canestrelli@ilo.org>; Bezerra, Ana Maria <bezerra@ilo.org> Subject: Enc: Anexos Nulidade Lei Trabalhista

Prezadas Sra. Ana Maria Bezerra Santos e Sra. Ana Paula Canestrelli,

17/07/2018

RE: Anexos Nulidade Lei Trabalhista - Plinio Marcos Moreira da Rocha

Em função da no cia "OIT: reforma trabalhista respeita negociação

coletiva", divulgada pela Empresa Brasileira de Comunicações,

p://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/no cia/2018-06/oit-reforma- trabalhista-respeita-negociacao-cole va-de-trabalhadores , sen mo-nos obrigado a apresentar os documentos em anexo que corroboram o fato, concreto, de que a chamada "Nova Lei Trabalhista" VIOLA o Rito Processual Legisla vo, com Crime de Abuso de Poder/Corrupção A va pelo Presidente da República Federa va do Brasil, e crime de Prevaricação pela maioria dos Senadores Federais da República Federa va do Brasil.

h

Na expecta va de que tais informações possam ser agregadas à Avaliação, ora feita, pela OIT, e na expecta va de que tais fatos, concretos, possam provocar uma REAVALIAÇÃO, com vistas ao necessário RESPEITO à Cons tuição da República Federa va do Brasil, que em qualquer contexto internacional é REQUISITO BÁSICO, subscrevo-me,

Atenciosamente, Plinio Marcos Moreira da Rocha Rua Gustavo Sampaio nº112 apto. 603 - LEME - Rio de Janeiro - RJ - Brasil CEP - 22.010-010 Tel. Cel. (21) 9 8618-3350

De: Plinio Marcos Moreira da Rocha Enviado: terça-feira, 3 de julho de 2018 10:01 Para: fstsindical@fstsindical.com.br Assunto: Anexos Nulidade Lei Trabalhista

Prezados,

Segue os anexos conforme contato telefônico.

É impera vo, e premente, que ação popular ques onando a NULIDADE da Lei, bem como, liminar suspendendo imediatamente seus efeitos até avaliação da NULIDADE seja efe vada o mais breve possível.

17/07/2018

RE: Anexos Nulidade Lei Trabalhista - Plinio Marcos Moreira da Rocha

Chamo a atenção para o item 9 das Exposições de mo vos da MP 808, que de forma clara reconhece que o Rito Processual Legisla vo DETERMINADO pela Cons tuição Federal não foi cumprido, por crime de abuso da Presidência e crime de prevaricação pela maioria de Senadores, que não foi reconhecido pela Câmara de Deputados Federais, razão pela qual, teve sua vigência encerrada.

"Disto isto, a presente proposta de Medida Provisória tem por obje vo o aprimoramento de disposi vos pontuais, relacionados a aspectos discu dos durante a tramitação do PLC nº 38, de 2017, no Senado Federal. Se, por um lado, tais aspectos refletem o profundo processo de diálogo e análise realizado pelo Senado Federal, por outro, esta Casa Legisla va observou a desnecessidade de alteração do projeto no momento de sua tramitação, o que implicaria atrasos desnecessários à eficácia deste importante diploma legal. É neste sen do que, como consequência da atuação do Senado Federal, e sem maiores atrasos, aguardamos a entrada em eficácia da Lei nº 13.467, de 2017 em da data de 11 de novembro de 2017."

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02/07/2018

Aprovação da reforma trabalhista na CCJ foi o destaque da semana — Senado Notícias

Senado Notícias

Aprovação da reforma trabalhista na CCJ foi o destaque da semana

Da Redação | 30/06/2017, 17h02 - ATUALIZADO EM 30/06/2017, 18h42

02/07/2018

Aprovação da reforma trabalhista na CCJ foi o destaque da semana — Senado Notícias

na CCJ foi o destaque da semana — Senado Notícias

02/07/2018

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02/07/2018 Aprovação da reforma trabalhista na CCJ foi o destaque da semana — Senado Notícias
na CCJ foi o destaque da semana — Senado Notícias Roque de Sá/Agência Senado A votação

Roque de Sá/Agência Senado

A votação da reforma trabalhista pela Comissão de Constituição, Justiça

e Cidadania (CCJ) foi o tema que mais movimentou o Senado esta semana. O texto será analisado agora pelo Plenário. Saiba como foi a semana de debates e votações.

R eforma trabalhista

A reforma trabalhista (PLC 38/2017) foi analisada pelas comissões permanentes e seguiu para pelo Plenário, que analisará na terça o pedido de urgência para sua votação. O texto recebeu parecer favorável na CCJ e na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), tendo sido rejeitado pela Comissão

de Assuntos Sociais (CAS). Na CCJ, a reforma trabalhista do governo Temer recebeu 16 votos a favor

e 9 contrários. Houve uma abstenção. O relatório do senador Romero Jucá (PMDB-RR) manteve o

texto que saiu da Câmara dos Deputados. A reunião na CCJ durou quase 14 horas, em que foram lidos seis votos em separado, sendo cinco pela rejeição total da matéria. A oposição também tentou adiar a decisão, mas o pedido foi rejeitado. A CCJ também ainda derrubou três destaques, que tirariam do texto os artigos sobre trabalho intermitente; afastamento de gestantes e lactantes de

02/07/2018

Aprovação da reforma trabalhista na CCJ foi o destaque da semana — Senado Notícias

locais insalubres; e a prevalência do negociado sobre o legislado. Antes da votação, Jucá, que também é líder do governo, leu uma carta em que o presidente da República Michel Temer pedindo a aprovação da matéria. Para convencer os parlamentares, Temer disse que “haveria a possibilidade” de vetar pontos da reforma trabalhista e editar uma medida provisória para atender às sugestões dos senadores. A oposição e até senadores da base do governo criticaram a carta. Mas houve também parlamentares em sua defesa: além de Jucá, falaram a favor da proposta a senadora Marta Suplicy (PMDB-SP) e o senador Roberto Rocha (PSB-MA).

P sicólogos em escolas

A proposta que garante assistência psicológica obrigatória a professores e alunos da educação básica foi aprovada na terça-feira (27) pela Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE). Conforme o texto, a oferta de apoio e acompanhamento psicológico, de forma individual ou coletiva, deverá ser prestada por um profissional de psicologia habilitado ou por uma equipe multidisciplinar. Caberá agora ao Plenário dar a decisão final sobre o PLC 76/2011. Em caso de aprovação pelo Congresso e posterior sanção, a norma entra em vigor em 180 dias.

Notificação de acidentes

02/07/2018

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A Comissão de Assuntos Sociais (CAS) aprovou substitutivo ao PLC 13/2017, que obriga os

estabelecimentos de saúde da rede pública e privada a notificarem os órgãos públicos competentes casos de acidentes envolvendo crianças e adolescentes. O autor, deputado Eduardo Barbosa (PSDB- MG), argumenta que a notificação obrigatória é necessária para que os gestores públicos possam planejar ações que previnam mortes e hospitalizações de crianças e jovens. A proposta vai agora ao Plenário, para decisão final.

A cordos internacionais

7/2017), Senegal (PDS 9/2017), Santa Lúcia, no Caribe (PDS 13/2017), Luxemburgo (PDS 10/2017), Serra Leoa (PDS 17/2017), São Cristóvam e Névis (PDS 23/2017) e Geórgia (PDS 21/2017). Os textos seguem para promulgação.

Indicações

O Senado aprovou a indicação do diplomata Luciano Helmold Macieira para exercer o cargo de

embaixador do Brasil em Belize e confirmou a nomeação do engenheiro Ricardo Medeiros de Andrade para a direção da Agência Nacional de Águas (ANA).

02/07/2018

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A gricultura familiar

A Comissão de Desenvolvimento Regional e Turismo (CDR) aprovou o PLS 189/2016, que autoriza a

renegociação, com descontos, de dívidas de produtores rurais de Roraima que fazem parte do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf). A concessão de bônus de adimplência e rebate será aplicada em operações de crédito rural contratadas sob o amparo dos grupos “A” e “A/C” do Programa Nacional da Agricultura Familiar (Pronaf), para produtores rurais de Roraima.

Rio Parnaíba

A CDR também aprovou o PLS 67/2017, que define normas gerais visando à revitalização da bacia

hidrográfica do Rio Parnaíba. O autor, senador Elmano Férrer (PMDB-PI), lembrou durante a reunião que, depois da bacia do São Francisco, a região hidrográfica do Parnaíba é hidrologicamente a segunda mais importante de toda a região Nordeste. Atinge quase totalmente o Piauí (223 em 224 municípios), parte do Maranhão (38 municípios) e uma área do Ceará (19 municípios), totalizando 280 cidades em uma área de 344.112 km².

Multa para frigoríficos

02/07/2018

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A Medida Provisória (MPV) 772/2017, foi aprovada pela comissão mista que a analisou. O texto

elevou de R$ 15 mil para R$ 500 mil o valor máximo de multa a ser aplicada a frigoríficos que infringirem a legislação sanitária. A MP alterou a Lei 7.889/1989, que trata da inspeção sanitária e industrial de produtos de origem animal. Além da multa, a lei estabelece outros tipos de penas, como advertência, apreensão de mercadorias e até interdição do estabelecimento. A MP segue agora para os Plenários da Câmara dos Deputados e do Senado.

F im de desonerações

A comissão mista que analisa a Medida Provisória (MPV) 774/2017 também aprovou seu relatório. A

MP retomou a contribuição previdenciária patronal de 20% sobre a folha de pagamentos para todos os setores da economia, com algumas exceções. Por acordo firmado entre as lideranças, os 15 destaques apresentados ao texto serão analisados na próxima terça-feira (4). Pelo texto aprovado, a medida passa a valer a partir de janeiro de 2018.

Garantias em operações

Também foi aprovado o relatório da comissão mista que analisa a Medida Provisória (MPV) 775/2017.

A MP torna obrigatório o registro dos bens constituídos em todas as operações realizadas no

mercado financeiro (bancário, interbancário e acionário). Estabelece que o registro será feito

02/07/2018

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independentemente da natureza do negócio e nas mesmas entidades registradoras ou depositárias dos ativos negociados, como as câmaras de custódia de ações. Os ativos constituídos são aqueles dados pelo devedor ao credor como garantia de uma operação. Eles ficam à disposição do credor até que a operação seja quitada. Sem o registro do ativo, o credor não tem direito ao bem.

U so do mercúrio

A Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional (CRE) ratificou a adesão do Brasil à Convenção

de Minamata sobre o Mercúrio, assinada durante reunião no âmbito das Nações Unidas no Japão, em 2013. A análise do texto (PDS 114/2017) segue agora para o Plenário. O relator, senador Jorge Viana (PT-AC), lembrou os danos aos seres humanos que a exposição excessiva ao mercúrio pode causar, como problemas neurológicos, cardíacos, pulmonares, renais e imunológicos. O acordo prevê a eliminação ou redução do uso de mercúrio em produtos e processos industriais, assim como o manejo sustentável dos resíduos e o gerenciamento das áreas contaminadas.

Relatório da LDO

A Comissão Mista de Orçamento (CMO) aprovou o parecer preliminar do deputado Marcus Pestana

(PSDB-MG) à Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2018 (PLN 1/2017). O parecer amplia o número de emendas a serem apresentadas ao anexo de metas e prioridades, que elenca as ações

02/07/2018

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prioritárias para 2018. Pela nova versão do parecer preliminar, deputados e senadores poderão apresentar três emendas ao anexo e não apenas uma, como previa o texto original. Já as comissões das duas Casas terão direito a duas emendas. Pestana também incluiu a possibilidade de as sete comissões mistas, como a própria CMO, apresentarem duas emendas. Segundo o relator, a ampliação do número de emendas foi feita para atender a pedido dos membros da comissão, mas contra a sua vontade.

C riminalização da homofobia

A proposta de um internauta para criminalizar a homofobia recebeu, em apenas 8 dias (até quarta- feira), mais que o dobro das 20 mil adesões necessárias para se tornar uma Sugestão Legislativa. O cidadão Lucas Veiga Couto, do Paraná, propôs no portal e-Cidadania, do Senado, como Ideia Legislativa a punição de pessoas que atacam ou ofendem outras por sua orientação sexual. Para se tornar uma Sugestão Legislativa e começar a tramitar uma Ideia Legislativa deve receber no mínimo 20 mil manifestações de apoio. Em seguida, ela é encaminhada para a Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH), responsável por receber as propostas dos cidadãos em primeira instância. Caso aprovada na CDH, a ideia pode então virar projeto de lei e passar a tramitar na Casa.

02/07/2018

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V isita temática ao Congresso

Ficou definido que, a partir de julho, o Programa de Visitas ao Congresso Nacional oferecerá acesso a espaços específicos do Senado e da Câmara dos Deputados não contemplados pelo roteiro da visitação diária. As visitas especiais incluirão as bibliotecas, os arquivos e os viveiros das duas Casas, para que qualquer cidadão possa conhecer como é feita a gestão da informação e documentação, os acervos artístico e cultural, inclusive com peças raras, e as ações socioambientais. As visitas já podem ser agendadas, no endereço www2.congressonacional.leg.br/visite. Em breve começarão a ser oferecidas visitas temáticas tratando de processo legislativo e arte e arquitetura.

Representação contra Aécio Neves

O senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) protocolou recurso contra o arquivamento da representação que pede a cassação do mandato do senador Aécio Neves (PSDB-MG) por quebra de decoro parlamentar. O recurso foi assinado no Conselho de Ética pelos senadores Lasier Martins (PSD-RS), José Pimentel (PT-CE), Antonio Carlos Valadares (PSB-SE), João Capiberibe (PSB-AP) e Pedro Chaves (PSC-MS). Também assinaram as senadoras Regina Sousa (PT-PI), Angela Portela (PDT-RR) e Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM), que são suplentes no Conselho. O presidente do Conselho, senador João Alberto Souza (PMDB-MA), havia adiantado que cumprirá o regimento e convocará reunião do

02/07/2018

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colegiado com 48 horas de antecedência para a votação do recurso. No entanto, ele não tem prazo para fazer essa convocação. João Alberto passou a semana internado e foi submetido a um procedimento para colocação de um marca-passo, mas já recebeu alta.

R etorno de Aécio ao Senado

Nesta sexta-feira (3O), o ministro do Supremo Tribunal Federal Marco Aurélio de Mello revogou o afastamento do senador Aécio Neves (PSDB-MG), que havia sido decidido pelo ministro Edson Fachin após a delação do empresário Joesley Batista. Aécio retornou imediatamente ao exercício de seu mandato.

Corregedor do Senado

O senador Roberto Rocha (PSB-MA) será o novo corregedor do Senado. O corregedor tem como funções manter o decoro, a ordem e a disciplina, fazer cumprir determinações da Mesa relacionadas à segurança interna e externa do Senado, supervisionar o cumprimento da proibição de porte de arma e realizar sindicâncias sobre denúncias de ilegalidades envolvendo senadores. De acordo com o artigo 25 da Resolução 20/1993 do Senado, o corregedor também participa das deliberações do Conselho de Ética e Decoro Parlamentar, com direito a voz e voto, competindo-lhe promover as diligências de sua alçada, necessárias aos esclarecimentos dos fatos investigados.

02/07/2018

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L iderança do PMDB

O senador Renan Calheiros (PMDB-AL) anunciou sua saída da liderança do PMDB no Senado. Renan acusou o governo de tratar o partido como "um departamento do Poder Executivo", de perseguir parlamentares e de tentar impedir o debate de projetos no Senado, entre eles o da reforma trabalhista. Para o senador, a postura de Temer "é covarde" diante da consolidação do trabalho.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

02/07/2018

Relator rejeita emendas e reforma trabalhista será votada na terça — Senado Notícias

Senado Notícias

Relator rejeita emendas e reforma trabalhista será votada na terça

Anderson Vieira | 06/07/2017, 13h28 - ATUALIZADO EM 06/07/2017, 20h39

02/07/2018

Relator rejeita emendas e reforma trabalhista será votada na terça — Senado Notícias

trabalhista será votada na terça — Senado Notícias

02/07/2018

Relator rejeita emendas e reforma trabalhista será votada na terça — Senado Notícias

trabalhista será votada na terça — Senado Notícias Senador Romero Jucá (à dir.) assumiu a relatoria

Senador Romero Jucá (à dir.) assumiu a relatoria das emendas de Plenário apresentadas à reforma trabalhista

Edilson Rodrigues/Agência Senado

O relator da reforma trabalhista (PLC 38/2017), senador Romero Jucá (PMDB-RR), deu parecer

contrário a todas as 178 emendas apresentadas ao texto em Plenário. Na sessão desta quinta-feira (6), os senadores encerraram a discussão da proposta, que deve ser votada na próxima terça-feira

(11).

Jucá assumiu a relatoria das emendas em Plenário no lugar de Ricardo Ferraço (PSDB-ES), que havia sido escolhido pelo presidente Eunício Oliveira, mas estava ausente.

O líder do governo informou que o voto dele foi remetido à Mesa, para que os demais senadores

tenham acesso, e lembrou que não haverá mais debates sobre o tema, apenas a votação do texto principal e de destaques de bancadas apresentados.

- Vamos fazer o debate de alto nível. É natural que cada um marque sua posição num tema tão importante. Que prevaleça a vontade da maioria - disse Jucá.

02/07/2018

Relator rejeita emendas e reforma trabalhista será votada na terça — Senado Notícias

Contrário à reforma, o senador Paulo Paim (PT-RS) protestou e disse que se tivesse sido indicado relator das emendas de Plenário, seria favorável a todas elas. Paim foi o autor do relatório que saiu vencedor na Comissão de Assuntos Sociais (CAS), recomendando a rejeição total do projeto.

A lterações

O prazo para emendas encerrou-se. A maioria das sugestões de mudanças levadas ao Plenário foi

apresentada por oposicionistas, mas até senadores do PMDB, partido do governo, também indicaram alterações à proposta, como a senadora Kátia Abreu (TO) e o senador Eduardo Braga (AM). Ambos já tinham criticado o projeto durante a tramitação nas comissões.

A representante do Tocantins, por exemplo, quer suprimir da proposição a autorização para que

gestantes e lactantes possam trabalhar em local insalubre. Ela também pretende excluir do texto a parte relativa ao trabalho intermitente, segundo o qual o trabalhador pode prestar serviços com interrupções, em dias alternados ou apenas por algumas horas na semana. Ela entregou 17 emendas no total.

A última sugestão foi apresentada pelo senador Reguffe (sem partido-DF), que quer impedir a

"prevalência do negociado sobre o legislado" para trabalhadores que ganham até três salários mínimos.

02/07/2018

Relator rejeita emendas e reforma trabalhista será votada na terça — Senado Notícias

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

02/07/2018

'Nem a ditadura militar ousou ocupar a mesa do Congresso', diz Eunício — Senado Notícias

Senado Notícias

'Nem a ditadura militar ousou ocupar a mesa do Congresso', diz Eunício

Da Redação | 11/07/2017, 19h13 - ATUALIZADO EM 11/07/2017, 19h20

Antes da votação da proposta de reforma trabalhista (PLC 38/2017), o presidente do Senado, Eunício Oliveira, disse que considerava “inacreditável” a ocupação da Mesa desde a manhã desta terça-feira (11) por senadores contrários ao projeto.

— Querem impedir o funcionamento de uma das Casas do Congresso Nacional. É legítimo que a oposição se posicione em contrário, é legítimo que a oposição faça a sua discussão. Ninguém foi mais democrático até o dia de hoje nesta Casa do que eu, nesse processo, inclusive — afirmou.

Eunício ressaltou também que na última terça-feira (4) já poderia ter votado a matéria, mas fez acordo de procedimento com o líder do PT, senador Lindbergh Farias (RJ), e com toda a bancada do partido para a discussão da proposta.

02/07/2018

'Nem a ditadura militar ousou ocupar a mesa do Congresso', diz Eunício — Senado Notícias

— Eu fui além do Regimento permitindo a discussão da oposição por dois dias, quando o Regimento diz que apenas cinco líderes tem cada um cinco minutos para encaminhar a matéria, que podia ter sido discutida na terça-feira — disse.

O presidente do Senado lembrou ainda que a questão de ordem sobre o impacto orçamentário da proposta, indeferida por ele, também foi negada pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Ele voltou a criticar a atitude das senadoras que protestam no Plenário.

— Nem a ditadura militar ousou ocupar a Mesa do Congresso Nacional. Isso não existe no regime democrático — declarou antes de reabrir a sessão plenária.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

02/07/2018

Senado aprova texto-base da reforma trabalhista — Senado Notícias

Senado Notícias

Senado aprova texto-base da reforma trabalhista

Da Redação | 11/07/2017, 20h13 - ATUALIZADO EM 11/07/2017, 20h35

02/07/2018

Senado aprova texto-base da reforma trabalhista — Senado Notícias

texto-base da reforma trabalhista — Senado Notícias

02/07/2018

Senado aprova texto-base da reforma trabalhista — Senado Notícias

02/07/2018 Senado aprova texto-base da reforma trabalhista — Senado Notícias

Edilson Rodrigues/Agência Senado

Com 50 votos favoráveis, 26 contrários e uma abstenção, o Senado aprovou na noite desta terça- feira (11) o Projeto de Lei da Câmara 38/2017, da reforma trabalhista. A matéria segue agora para a sanção do presidente da República, Michel Temer.

A votação ocorreu depois de, por quase sete horas, senadoras de oposição terem ocupado a Mesa do Plenário e, com isso, impedido o início dos trabalhos. Durante toda a tarde, parlamentares negociaram a retomada da votação, mas não houve acordo e a sessão foi reaberta pelo presidente do Sendo, Eunício Oliveira, pouco depois das 18h30, mesmo com as senadoras ainda na Mesa.

Durante o encaminhamento da votação, parlamentares de oposição voltaram a criticar a reforma. A senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM) alertou para a possibilidade de trabalhadores serem substituídos por pessoas jurídicas. Ela afirmou que a medida provoca a perda de direitos. Já o senador Benedito de Lira (PP-AL) defendeu a proposta, argumentando que os direitos assegurados na Constituição não podem ser alterados por um projeto de lei — logo não seriam atingidos com a reforma.

02/07/2018

Senado aprova texto-base da reforma trabalhista — Senado Notícias

A senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) atacou duramente o governo Temer, que a seu ver não tem qualquer legitimidade para propor uma reforma trabalhista, enquanto o senador Magno Malta (PR-ES) dirigiu suas críticas aos governos Lula e Dilma e ao PT.

Para assegurar a aprovação do texto, que altera pontos importantes da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), o líder do Governo e relator da reforma trabalhista no Plenário, senador Romero Jucá (PMDB-RR), voltou a afirmar que o Palácio do Planalto deve promover ajustes no PLC 38/2017, seja por veto ou medida provisória. Para ele, o texto vai promover a geração de empregos.

Mais informações a seguir

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

02/07/2018

Senadores protocolam representação no Conselho de Ética contra colegas que ocuparam a Mesa — Senado Notícias

Senado Notícias

Senadores protocolam representação no Conselho de Ética contra colegas que ocuparam a Mesa

Da Redação | 11/07/2017, 18h08 - ATUALIZADO EM 12/07/2017, 08h45

| 11/07/2017, 18h08 - ATUALIZADO EM 12/07/2017, 08h45 Senador José Medeiros (PSD-MT) concede entrevista após

Senador José Medeiros (PSD-MT) concede entrevista após protocolar no Conselho de Ética ação por quebra de decoro contra as senadoras que protestam no Plenário contra a reforma trabalhista (PLC 38/2017). Foto: Roque de Sá/Agência Senado

Roque de Sá/Agência Senado

O senador José Medeiros (PSD-MT) protocolou no Conselho de Ética e Decoro Parlamentar nesta terça-feira (11) um pedido de denúncia contra as senadoras que ocuparam a Mesa do Plenário para tentar impedir a votação da reforma trabalhista (PLC 38/2017). Medeiros conseguiu o apoio de

02/07/2018

Senadores protocolam representação no Conselho de Ética contra colegas que ocuparam a Mesa — Senado Notícias

outros 13 colegas, que também assinaram a representação: Ana Amélia (PP-RS), Cidinho Santos (PR- MT), Gladson Cameli (PP-AC), Eduardo Lopes (PRB-RJ), Garibaldi Alves Filho (PMDB-RN), Antonio Anastasia (PSDB-MG), Elmano Ferrer (PMDB-PI), Wilder Morais (PP-GO), Cristovam Buarque (PPS-DF), Ciro Nogueira (PP-PI), Romario (Pode-RJ), Ataídes Oliveira (PSDB-TO) e Ronaldo Caiado (DEM-GO).

— O Senado ficou extremamente constrangido, com vergonha alheia, porque os pilares da democracia foram externamente abalados hoje. Aqui, as pessoas podem falar o que quiserem, tem a tribuna, tem imunidade, mas com a força do argumento, não com o argumento da força — afirmou o senador à A gência Senado pouco depois de protocolar o requerimento no Conselho.

No documento, Medeiros solicita a instauração de procedimento disciplinar “para verificação de prática de ato incompatível com a ética e o decoro parlamentar”. Ele relata que a sessão deliberativa desta terça (11) foi aberta às 11h pela senadora Fátima Bezerra (PT-RN) mas, uma hora depois, ela e outras senadoras de oposição — como Gleisi Hoffmann (PT-PR), Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM) e Regina Sousa (PT-PI) — se recusaram a ceder as cadeiras aos membros da Mesa, o que fez o presidente do Senado, Eunício Oliveira, suspender a reunião.

“A conduta perpetrada extrapola a postura que se espera em ambiente democrático, vez que viola e subtrai o direito dos demais parlamentares ao regular funcionamento da Casa e à continuidade dos debates dos projetos da Ordem do Dia”, escreveu Medeiros na representação.

02/07/2018

Senadores protocolam representação no Conselho de Ética contra colegas que ocuparam a Mesa — Senado Notícias

Para Medeiros, os senadores e senadoras que participaram do ato cometeram abuso das prerrogativas constitucionais asseguradas aos membros do Congresso Nacional pela Constituição. Ele chama a conduta dos colegas de “autoritária, ilegal e abusiva” e sugere que imagens da TV Senado e de outros veículos sejam usadas para identificar os senadores e senadoras que participaram do ato e que se abra procedimento disciplinar contra eles.

— Você não pode chegar e desalojar um presidente do Senado, da cadeira a fórceps. É a primeira vez que ocorre na história do Senado. Nós não podemos ficar quietos, porque o exemplo que passa para o restante do país, para câmaras de vereadores, câmaras estaduais, é que quando eu não tiver voto, eu ocupo a presidência. Os senadores precisam se chamados aqui, ter uma sanção exemplar apara que isso não volte a acontecer — disse Medeiros.

" Gesto antiparlamentar"

Para Cristovam Buarque, a atitude da oposição foi “um gesto antiparlamentar, antidemocrático”. Ele disse só ter visto esse tipo de ato em assembleias estudantis. O senador acrescentou que, no Parlamento, os impasses devem ser resolvidos com conversas, diálogos, discursos e negociações.

Alvaro Dias também não aprovou a atitude das senadoras. Para ele, foi um “lamentável espetáculo de arrogância, de prepotência, de truculência, de ausência de inteligência”.

02/07/2018

Senadores protocolam representação no Conselho de Ética contra colegas que ocuparam a Mesa — Senado Notícias

— O contraponto sempre é salutar, a possibilidade de contestar, de protestar e de tentar aprimorar com sugestões a legislação é saudável. Agora, isso que se faz aqui hoje é violência, é prepotência, é ausência de educação política. Isso faz muito mal a esta instituição, uma instituição já desgastada, que agora sofre o impacto da descompostura de senadores que não estão preparados para o exercício da democracia — afirmou Alvaro.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

02/07/2018

Veja íntegra da carta em que Temer prometeu mudanças na reforma trabalhista - Economia - Estadão

mudanças na reforma trabalhista - Economia - Estadão PUBLICIDADE Veja íntegra da carta em que Temer

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na reforma trabalhista - Economia - Estadão PUBLICIDADE Veja íntegra da carta em que Temer prometeu

Veja íntegra da carta em que Temer prometeu mudanças na reforma trabalhista

Presidente enviou documento a senadores durante votação na CCJ, que foi lido por Romero Jucá (PMDB-RR)

Malena Oliveira, O Estado de S.Paulo 12 Julho 2017 | 12h05

Para negociar a aprovação da reforma trabalhista no Senado, o presidente Michel Temer enviou a parlamentares ainda durante a votação na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) uma carta em que se comprometeu a fazer modificações na reforma trabalhista. O projeto de lei foi aprovado ontem na etapa final de votação na Casa e agora aguarda a sanção presidencial para entrar em vigor.

Entenda o que muda na relação entre patrões e empregados Carta de Temer foi lida por

Carta de Temer foi lida por Romero Jucá na CCJ Foto: Dida Sampaio/Estadão

02/07/2018

Veja íntegra da carta em que Temer prometeu mudanças na reforma trabalhista - Economia - Estadão

O documento foi lido pelo senador Romero Jucá (PMDB-RR), líder do governo no Senado, a quem

Temer deu carta branca para negociar as modificações necessárias. Veja aqui o documento na íntegra.

A carta afirma que o projeto da reforma trabalhista foi "melhorado" na Câmara e que, durante as

discussões no Senado "haveria a possibilidade de, através de vetos e da edição de uma medida provisória, agregar as contribuições e realizar os ajustes sugeridos".

"(

colocados ao líder do governo, Senador Romero Jucá, e à quipe da Casa Civil, serão assumidos pelo governo, se esta for a decisão final do Senado da República", diz o documento assinado por Temer.

)

quero aqui reafirmar o compromisso de que os pontos tratados como necessários para os ajustes, e

6

pontos tratados como necessários para os ajustes, e  6 Promessas do governo para aprovar a

Promessas do governo para aprovar a reforma trabalhista

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EDIÇÃO EXTRA

ISSN 1677-7042 Ano CLIV N o 218-A Brasília - DF, terça-feira, 14 de novembro de
ISSN 1677-7042
Ano CLIV N o 218-A
Brasília - DF, terça-feira, 14 de novembro de 2017
-

.

Sumário

Atos do Poder Executivo

Presidência da República

PÁGINA

1

2

Atos do Poder Executivo

.

MEDIDA PROVISÓRIA Nº 808, DE 14 DE NOVEMBRO DE 2017

Altera a Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, aprovada pelo Decreto-Lei nº 5.452, de 1º de maio de 1943.

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 62 da Constituição, adota a seguinte Medida Provisória, com força de lei:

Art. 1º A Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, apro- vada pelo Decreto- Lei nº 5.452, de 1º de maio de 1943, passa a vigorar com as seguintes alterações:

"Art. 59-A. Em exceção ao disposto no art. 59 e em leis específicas, é facultado às partes, por meio de convenção coletiva ou acordo coletivo de trabalho, estabelecer horário de trabalho de doze horas seguidas por trinta e seis horas ininterruptas de des- canso, observados ou indenizados os intervalos para repouso e alimentação.

§ 1º A remuneração mensal pactuada pelo horário previsto

no caput abrange os pagamentos devidos pelo descanso semanal remunerado e pelo descanso em feriados e serão considerados compensados os feriados e as prorrogações de trabalho noturno,

quando houver, de que tratam o art. 70 e o § 5º do art. 73.

§ 2º É facultado às entidades atuantes no setor de saúde

estabelecer, por meio de acordo individual escrito, convenção coletiva ou acordo coletivo de trabalho, horário de trabalho de doze horas seguidas por trinta e seis horas ininterruptas de des- canso, observados ou indenizados os intervalos para repouso e alimentação." (NR)

"Art. 223-C. A etnia, a idade, a nacionalidade, a honra, a imagem, a intimidade, a liberdade de ação, a autoestima, o gê- nero, a orientação sexual, a saúde, o lazer e a integridade física são os bens juridicamente tutelados inerentes à pessoa natural." (NR)

"Art.

§ 1º Ao julgar procedente o pedido, o juízo fixará a re-

paração a ser paga, a cada um dos ofendidos, em um dos se- guintes parâmetros, vedada a acumulação:

I - para ofensa de natureza leve - até três vezes o valor do

TABELA DE PREÇOS DE JORNAIS AVULSOS

Páginas   Distrito Federal de 04 a 28 R$ 0,50 de 32 a 76 R$
Páginas   Distrito Federal de 04 a 28 R$ 0,50 de 32 a 76 R$
Páginas   Distrito Federal de 04 a 28 R$ 0,50 de 32 a 76 R$
Páginas   Distrito Federal de 04 a 28 R$ 0,50 de 32 a 76 R$

Páginas

 

Distrito

Federal

de 04 a 28

R$

0,50

de 32 a 76

R$

0,90

Demais

Estados

R$

R$

2,00

2,40

de 80 a 156 R$ R$ 1,90 3,40 de 160 a 250 R$ 2,50 R$
de 80 a 156 R$ R$ 1,90 3,40 de 160 a 250 R$ 2,50 R$
de 80 a 156 R$

de 80 a 156

R$

R$

1,90

3,40

de 160 a 250

R$

2,50

R$

4,00

de 254 a 500

R$

5,00

R$

6,50

- Acima de 500 páginas = preço de tabela mais excedente de páginas multiplicado por R$ 0,0179

limite máximo dos benefícios do Regime Geral de Previdência Social;

II - para ofensa de natureza média - até cinco vezes o valor

do limite máximo dos benefícios do Regime Geral de Previdência Social;

III - para ofensa de natureza grave - até vinte vezes o valor

do limite máximo dos benefícios do Regime Geral de Previdência

Social; ou

IV - para ofensa de natureza gravíssima - até cinquenta vezes

o valor do limite máximo dos benefícios do Regime Geral de Previdência Social.

§ 3º Na reincidência de quaisquer das partes, o juízo poderá elevar ao dobro o valor da indenização.

§ 4º Para fins do disposto no § 3º, a reincidência ocorrerá se

ofensa idêntica ocorrer no prazo de até dois anos, contado do trânsito em julgado da decisão condenatória.

§ 5º Os parâmetros estabelecidos no § 1º não se aplicam aos danos extrapatrimoniais decorrentes de morte." (NR)

"Art. 394-A. A empregada gestante será afastada, enquanto durar a gestação, de quaisquer atividades, operações ou locais insalubres e exercerá suas atividades em local salubre, excluído, nesse caso, o pagamento de adicional de insalubridade.

§ 2º O exercício de atividades e operações insalubres em

grau médio ou mínimo, pela gestante, somente será permitido quando ela, voluntariamente, apresentar atestado de saúde, emi- tido por médico de sua confiança, do sistema privado ou público de saúde, que autorize a sua permanência no exercício de suas atividades.

§ 3º A empregada lactante será afastada de atividades e

operações consideradas insalubres em qualquer grau quando apresentar atestado de saúde emitido por médico de sua con- fiança, do sistema privado ou público de saúde, que recomende o afastamento durante a lactação." (NR)

"Art. 442-B. A contratação do autônomo, cumpridas por este todas as formalidades legais, de forma contínua ou não, afasta a qualidade de empregado prevista no art. 3º desta Consolidação.

§ 1º É vedada a celebração de cláusula de exclusividade no contrato previsto no caput.

§ 2º Não caracteriza a qualidade de empregado prevista no

art. 3º o fato de o autônomo prestar serviços a apenas um to-

mador de serviços.

§ 3º O autônomo poderá prestar serviços de qualquer na-

tureza a outros tomadores de serviços que exerçam ou não a

mesma atividade econômica, sob qualquer modalidade de con- trato de trabalho, inclusive como autônomo.

§ 4º Fica garantida ao autônomo a possibilidade de recusa de realizar atividade demandada pelo contratante, garantida a apli- cação de cláusula de penalidade prevista em contrato.

§ 5º Motoristas, representantes comerciais, corretores de

imóveis, parceiros, e trabalhadores de outras categorias profis- sionais reguladas por leis específicas relacionadas a atividades

compatíveis com o contrato autônomo, desde que cumpridos os requisitos do caput, não possuirão a qualidade de empregado prevista o art. 3º.

§ 6º Presente a subordinação jurídica, será reconhecido o vínculo empregatício.

§ 7º O disposto no caput se aplica ao autônomo, ainda que

exerça atividade relacionada ao negócio da empresa contratante."

(NR)

"Art. 452-A. O contrato de trabalho intermitente será ce- lebrado por escrito e registrado na CTPS, ainda que previsto acordo coletivo de trabalho ou convenção coletiva, e conterá:

I - identificação, assinatura e domicílio ou sede das partes;

II - valor da hora ou do dia de trabalho, que não poderá ser

inferior ao valor horário ou diário do salário mínimo, assegurada

a remuneração do trabalho noturno superior à do diurno e ob- servado o disposto no § 12; e

III - o local e o prazo para o pagamento da remuneração.

§ 2º Recebida a convocação, o empregado terá o prazo de

vinte e quatro horas para responder ao chamado, presumida, no silêncio, a recusa.

§ 6º Na data acordada para o pagamento, observado o dis-

posto no § 11, o empregado receberá, de imediato, as seguintes parcelas:

§ 10. O empregado, mediante prévio acordo com o em-

pregador, poderá usufruir suas férias em até três períodos, nos termos dos § 1º e § 2º do art. 134.

§ 11. Na hipótese de o período de convocação exceder um

mês, o pagamento das parcelas a que se referem o § 6º não poderá ser estipulado por período superior a um mês, contado a partir do primeiro dia do período de prestação de serviço.

§ 12. O valor previsto no inciso II do caput não será inferior àquele devido aos demais empregados do estabelecimento que exerçam a mesma função.

§ 13. Para os fins do disposto neste artigo, o auxílio-doença

será devido ao segurado da Previdência Social a partir da data do

início da incapacidade, vedada a aplicação do disposto § 3º do art. 60 da Lei nº 8.213, de 1991.

§ 14. O salário maternidade será pago diretamente pela Pre-

vidência Social, nos termos do disposto no § 3º do art. 72 da Lei nº 8.213, de 1991.

§ 15. Constatada a prestação dos serviços pelo empregado,

estarão satisfeitos os prazos previstos nos § 1º e § 2º." (NR)

"Art. 452-B. É facultado às partes convencionar por meio do contrato de trabalho intermitente:

I - locais de prestação de serviços;

II - turnos para os quais o empregado será convocado para

prestar serviços;

III - formas e instrumentos de convocação e de resposta para

a prestação de serviços;

IV - formato de reparação recíproca na hipótese de can-

celamento de serviços previamente agendados nos termos dos § 1º e § 2º do art. 452-A." (NR)

"Art. 452-C. Para fins do disposto no § 3º do art. 443,

considera-se período de inatividade o intervalo temporal distinto daquele para o qual o empregado intermitente haja sido con- vocado e tenha prestado serviços nos termos do § 1º do art. 452-

A.

§ 1º Durante o período de inatividade, o empregado poderá

prestar serviços de qualquer natureza a outros tomadores de ser-

viço, que exerçam ou não a mesma atividade econômica, uti- lizando contrato de trabalho intermitente ou outra modalidade de contrato de trabalho.

§ 2º No contrato de trabalho intermitente, o período de ina-

tividade não será considerado tempo à disposição do empregador

e não será remunerado, hipótese em que restará descaracterizado

o contrato de trabalho intermitente caso haja remuneração por tempo à disposição no período de inatividade." (NR)

Este documento pode ser verificado no endereço eletrônico http://www.in.gov.br/autenticidade.html, pelo código 10002017111400001

Documento assinado digitalmente conforme MP n o

-

2.200-2 de 24/08/2001, que institui a

Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira - ICP-Brasil.

29/03/2018

Cai MP que ajusta reforma trabalhista

Cai MP que ajusta reforma trabalhista

Editada para promover ajustes à reforma trabalhista, a Medida Provisória (MP) 808 perderá a validade. O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), mandou ofício dizendo que a comissão mista tem até terça-

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29/03/2018

Cai MP que ajusta reforma trabalhista

feira para aprovar um relatório ou não pautará mais o assunto. A comissão, que não tem nem presidente, sequer marcou sessão na próxima semana.

As mudanças efetuadas pela MP na legislação, como uma quarentena para um trabalhador ser demitido e recontratado no regime intermitente e restrições ao trabalho de grávidas em locais insalubres, continuarão a valer até o prazo final da MP, em 23 de abril. Mas, na prática, a proposta não será votada e os ajustes cairão ao fim desse prazo. Valerá integralmente a lei sancionada pelo presidente Michel Temer em 11 de novembro.

O ofício de Maia, encaminhado dia 19, é baseado em entendimento entre os presidentes da Câmara e do Senado e os líderes partidários na época da MP dos Portos para que cada Casa tenha um prazo mínimo para analisar as MPs após a aprovação na

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29/03/2018

Cai MP que ajusta reforma trabalhista

comissão mista, composta por deputados e senadores.

No total, esse prazo dá cerca de 20 dias. A ideia, que não está no regimento, é evitar o que ocorreu na MP dos Portos: a Câmara passou 40 horas votando a proposta e o Senado teve menos de 24 horas para apenas referendá-la para que não perdesse a validade.

A MP foi editada por Temer num acordo com os senadores. Para evitar que o Senado alterasse o projeto aprovado pela Câmara, e atrapalhasse a discussão da reforma da Previdência, já que os deputados teriam que votar novamente as alterações na CLT, Temer prometeu publicar uma MP com mudanças nos pontos que os senadores considerassem prejudiciais aos trabalhadores. Isso ocorreu logo após a lei entrar em vigor, em novembro.

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29/03/2018

Cai MP que ajusta reforma trabalhista

Foram alterados diversos pontos da lei. Um dos principais é uma tentativa de por fim a discussão sobre se a reforma, que alterou mais de 100 artigos da CLT e determinou que as negociações coletivas prevalecerão sobre o legislado, vale apenas para os contratos de trabalho assinados após 11 de novembro ou para todos. Pela MP, todos seriam afetados. A perda de validade reforça que a decisão será do Judiciário.

Outra mudança era exigir que a jornada de 12 horas de trabalho por 36 de descanso fosse permitida apenas por convenção ou acordo coletivo - a reforma permitiu isso por acordo direto com o empregado. A MP também altera o cálculo de indenizações trabalhistas, proíbe cláusula de exclusividade para os autônomos e regulamenta como os intermitentes (que podem receber menos que um salário mínimo) contribuiriam para a Previdência.

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29/03/2018

Cai MP que ajusta reforma trabalhista

A MP recebeu 967 propostas de emendas, um

recorde, e está envolta em disputas. Entidades empresariais trabalharam pelo arquivamento. Maia acertou com o governo indicar o relator da reforma trabalhista na Câmara, deputado Rogério Marinho (PSDB-RN), como relator da proposta para evitar mudanças substanciais na reforma. O presidente do Senado, Eunício Oliveira (MDB- CE), contudo, queria um senador na função, que define a versão final do texto a ser votado, e travou a comissão por quase três meses.

O presidente do colegiado, que escolhe o relator,

seria do PP do Senado. Líder do partido, o senador Benedito de Lira (AL) queria o posto, mas cedeu, depois de muita insistência, a Gladson Cameli (AC). Só que Gladson, há duas semanas e sem qualquer explicação, renunciou - nos bastidores, comenta-se que o PP da Câmara pressionou ele contra a MP. "Eu ia ser o presidente, Gladson atravessou. Ele usa desse expediente, quer tudo e

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29/03/2018

Cai MP que ajusta reforma trabalhista

depois não quer nada. É brincadeira, um negócio sério desses?", esbravejou Lira. Sem presidente, a comissão não realizou e nem deve realizar mais nenhuma reunião.

Uma das lideranças do governo no Senado, reservadamente, afirma que "está dado" que a MP perderá a eficácia. A fonte diz que Temer cumpriu sua parte no acordo feito com a Casa em julho, numa sinalização de que, mesmo que seja possível ao presidente editar uma nova MP com os ajustes à reforma, é improvável que isso ocorra.

Por Raphael Di Cunto e Vandson Lima | De Brasília

FONTE: Valor Econômico

Cunto e Vandson Lima | De Brasília FONTE: Valor Econômico Ricardo Calcini PRO Instrutor de Cursos

Ricardo CalciniPRO Instrutor de Cursos e Treinamentos "In Company" e Eventos Corporativos

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29/03/2018

Cai MP que ajusta reforma trabalhista

Professor de Pós-Graduação e de Cursos Jurídicos. Instrutor de Treinamentos “In Company”. Palestrante em Eventos Corporativos. Mestrando em Direito do Trabalho pela PUC/SP. Pós-Graduado em

Direito Processual Civil pela EPM do TJ/SP. Especialista em Direito Social pela Universidade Presbiteriana Mackenzie. Membro do IBDSCJ, da ABDPC, do CEAPRO, da ABDPro, do IDA e do IBDD. Contatos:

rcalcini@gmail.com (e-mail) e/ou www.ricardocalcini.com (site)

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02/07/2018

Legislação Federal do Brasil

MPV 808/2017 (MEDIDA PROVISÓRIA) 14/11/2017

Ementa:

Situação:

Chefe de Governo:

Origem:

VIGÊNCIA ENCERRADA

MICHEL TEMER

EXECUTIVO

Fonte:

Link:

Referenda:

MINISTÉRIO DO TRABALHO - MTB

Alteração:

Prorrogação de prazo: ATO DO PRESIDENTE DA MESA DO CONGRESSO NACIONAL Nº 5 , DE 19/02/2018 - DOU DE 20/02/2018, P. 107: PRORROGA A VIGÊNCIA PELO PERÍODO DE SESSENTA DIAS. Vigência encerrada: ATO DECLARATÓRIO Nº 22, DE 24/04/2018, DOU DE 25/04/2018, P. 98:

PRAZO DE VIGÊNCIA ENCERRADO NO DIA 23 DE ABRIL DO CORRENTE ANO.

Correlação:

Interpretação:

Veto:

02/07/2018

Legislação Federal do Brasil

Assunto:

Classificação de Direito:

Observação:

MPV 808/2017 (MEDIDA PROVISÓRIA) 14/11/2017 ALTERAÇÃO , CONSOLIDAÇÃO DAS LEIS DO TRABALHO (CLT) , CORRELAÇÃO , TRABALHO INTERMITENTE , FERIAS , JORNADA DE TRABALHO , TEMPO , EXERCICIO EFETIVO , INTERVALO , GESTANTE , TRABALHADOR AUTONOMO , INCORPORAÇÃO , VERBA , GORJETA , SALARIO , ACORDO COLETIVO DE TRABALHO , SINDICATO .

DIREITO DO TRABALHO .

02/07/2018

MPV 808

Brastra.gif (4376 bytes)

Brastra.gif

(4376

bytes)

Presidência da República

Casa Civil

Subchefia para Assuntos Jurídicos

Altera a Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, aprovada pelo Decreto-Lei nº 5.452, de 1º de maio de

1943.

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 62 da Constituição, adota a seguinte Medida Provisória, com força de lei:

Em exceção ao disposto no art. 59 e em leis específicas, é facultado às

partes, por meio de convenção coletiva ou acordo coletivo de trabalho, estabelecer horário de trabalho de doze horas seguidas por trinta e seis horas ininterruptas de descanso, observados ou indenizados os intervalos para repouso e alimentação.

§ 1º A remuneração mensal pactuada pelo horário previsto no caput abrange os pagamentos devidos pelo descanso semanal remunerado e pelo descanso em feriados e serão considerados compensados os feriados e as prorrogações de trabalho noturno, quando houver, de que tratam o art. 70 e o § 5º do art. 73.

02/07/2018

MPV 808

§ 2º É facultado às entidades atuantes no setor de saúde estabelecer, por meio de acordo individual escrito, convenção coletiva ou acordo coletivo de trabalho, horário de trabalho de doze horas seguidas por trinta e seis horas ininterruptas de descanso, observados ou indenizados os intervalos para repouso e alimentação.” (NR)

A etnia, a idade, a nacionalidade, a honra, a imagem, a intimidade, a

liberdade de ação, a autoestima, o gênero, a orientação sexual, a saúde, o lazer e a integridade física são os bens juridicamente tutelados inerentes à pessoa natural.” (NR)

“Art.

§ 1º Ao julgar procedente o pedido, o juízo fixará a reparação a ser paga, a cada um dos ofendidos, em um dos seguintes parâmetros, vedada a acumulação:

I - para ofensa de natureza leve - até três vezes o valor do limite máximo dos benefícios

do

Regime Geral de Previdência Social;

II - para ofensa de natureza média - até cinco vezes o valor do limite máximo dos benefícios do Regime Geral de Previdência Social;

III

benefícios do Regime Geral de Previdência Social; ou

- para ofensa de natureza grave - até vinte vezes o valor do limite máximo dos

IV

dos benefícios do Regime Geral de Previdência Social.

- para ofensa de natureza gravíssima - até cinquenta vezes o valor do limite máximo

§ 3º Na reincidência de quaisquer das partes, o juízo poderá elevar ao dobro o valor da indenização.

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MPV 808

4º Para fins do disposto no § 3º, a reincidência ocorrerá se ofensa idêntica ocorrer no prazo de até dois anos, contado do trânsito em julgado da decisão condenatória.

§

§ 5º

decorrentes de morte.” (NR)

Os parâmetros estabelecidos no § 1º não se aplicam aos danos extrapatrimoniais

Art. 394-A. A empregada gestante será afastada, enquanto durar a gestação, de quaisquer atividades, operações ou locais insalubres e exercerá suas atividades em local salubre, excluído, nesse caso, o pagamento de adicional de insalubridade.

O exercício de atividades e operações insalubres em grau médio ou mínimo, pela

gestante, somente será permitido quando ela, voluntariamente, apresentar atestado de saúde, emitido por médico de sua confiança, do sistema privado ou público de saúde, que autorize a sua permanência no exercício de suas atividades.

§ 3º A empregada lactante será afastada de atividades e operações consideradas insalubres em qualquer grau quando apresentar atestado de saúde emitido por médico de sua confiança, do sistema privado ou público de saúde, que recomende o afastamento durante a lactação.” (NR)

“Art. 442-B. A contratação do autônomo, cumpridas por este todas as formalidades legais, de forma contínua ou não, afasta a qualidade de empregado prevista no art. 3º desta Consolidação.

§

1º É vedada a celebração de cláusula de exclusividade no contrato previsto no caput.

2º Não caracteriza a qualidade de empregado prevista no art. 3º o fato de o autônomo prestar serviços a apenas um tomador de serviços.

§

§

serviços que exerçam ou não a mesma atividade econômica, sob qualquer modalidade de

3º O autônomo poderá prestar serviços de qualquer natureza a outros tomadores de

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MPV 808

contrato de trabalho, inclusive como autônomo.

§ 4º Fica garantida ao autônomo a possibilidade de recusa de realizar atividade demandada pelo contratante, garantida a aplicação de cláusula de penalidade prevista em contrato.

§ 5º Motoristas, representantes comerciais, corretores de imóveis, parceiros, e trabalhadores de outras categorias profissionais reguladas por leis específicas relacionadas a atividades compatíveis com o contrato autônomo, desde que cumpridos os requisitos do caput, não possuirão a qualidade de empregado prevista o art. 3º.

§

6º Presente a subordinação jurídica, será reconhecido o vínculo empregatício.

7º O disposto no caput se aplica ao autônomo, ainda que exerça atividade relacionada ao negócio da empresa contratante.” (NR)

§

“Art. 452-A. O contrato de trabalho intermitente será celebrado por escrito e registrado na CTPS, ainda que previsto acordo coletivo de trabalho ou convenção coletiva, e conterá:

I - identificação, assinatura e domicílio ou sede das partes;

- valor da hora ou do dia de trabalho, que não poderá ser inferior ao valor horário ou diário do salário mínimo, assegurada a remuneração do trabalho noturno superior à do diurno e observado o disposto no § 12; e

II

III - o local e o prazo para o pagamento da remuneração.

§ 2º Recebida a convocação, o empregado terá o prazo de vinte e quatro horas para responder ao chamado, presumida, no silêncio, a recusa.

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MPV 808

§ 6º Na data acordada para o pagamento, observado o disposto no § 11, o empregado receberá, de imediato, as seguintes parcelas:

§ 10. O empregado, mediante prévio acordo com o empregador, poderá usufruir suas férias em até três períodos, nos termos dos § 1º e § 2º do art. 134.

§

parcelas a que se referem o § 6º não poderá ser estipulado por período superior a um mês, contado a partir do primeiro dia do período de prestação de serviço.

11. Na hipótese de o período de convocação exceder um mês, o pagamento das

§ 12.

empregados do estabelecimento que exerçam a mesma função.

O valor previsto no inciso II do caput não será inferior àquele devido aos demais

13. Para os fins do disposto neste artigo, o auxílio-doença será devido ao segurado da Previdência Social a partir da data do início da incapacidade, vedada a aplicação do disposto § 3º do art. 60 da Lei nº 8.213, de 1991.

§

§ 14.

O salário maternidade será pago diretamente pela Previdência Social, nos termos

15. Constatada a prestação dos serviços pelo empregado, estarão satisfeitos os prazos previstos nos § 1º e § 2º.” (NR)

§

É facultado às partes convencionar por meio do contrato de trabalho

intermitente:

   

I - locais de prestação de serviços;

II

- turnos para os quais o empregado será convocado para prestar serviços;

III - formas e instrumentos de convocação e de resposta para a prestação de serviços;

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IV

previamente agendados nos termos dos § 1º e § 2º do art. 452-A.” (NR)

formato

de

reparação

recíproca

hipótese

de

cancelamento

de

serviços

-

na

“Art. 452-C. Para fins do disposto no § 3º do art. 443, considera-se período de inatividade o intervalo temporal distinto daquele para o qual o empregado intermitente haja sido convocado e tenha prestado serviços nos termos do § 1º do art. 452-A.

§ 1º Durante o período de inatividade, o empregado poderá prestar serviços de qualquer natureza a outros tomadores de serviço, que exerçam ou não a mesma atividade econômica, utilizando contrato de trabalho intermitente ou outra modalidade de contrato de trabalho.

§ 2º No contrato de trabalho intermitente, o período de inatividade não será considerado tempo à disposição do empregador e não será remunerado, hipótese em que restará descaracterizado o contrato de trabalho intermitente caso haja remuneração por tempo à disposição no período de inatividade.” (NR)

“Art. 452-D. Decorrido o prazo de um ano sem qualquer convocação do empregado pelo

empregador, contado a partir da data da celebração do contrato, da última convocação ou

do

rescindido de pleno direito o contrato de trabalho intermitente.” (NR)

último dia de prestação de serviços, o que for mais recente, será considerado

hipótese de extinção do contrato de trabalho intermitente serão devidas as seguintes verbas rescisórias:

Ressalvadas as hipóteses a que se referem os art. 482 e art. 483, na

I - pela metade:

a) o aviso prévio indenizado, calculado conforme o art. 452-F; e

b) a indenização sobre o saldo do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço - FGTS, prevista no § 1º do art. 18 da Lei nº 8.036, de 11 de maio de 1990; e

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II

- na integralidade, as demais verbas trabalhistas.

A extinção de contrato de trabalho intermitente permite a movimentação da conta

§ 1º

§ 2º A extinção do contrato de trabalho intermitente a que se refere este artigo não autoriza o ingresso no Programa de Seguro-Desemprego.” (NR)

“Art. 452-F. As verbas rescisórias e o aviso prévio serão calculados com base na média dos valores recebidos pelo empregado no curso do contrato de trabalho intermitente.

§

durante os quais o empregado tenha recebido parcelas remuneratórias no intervalo dos últimos doze meses ou o período de vigência do contrato de trabalho intermitente, se este for inferior.

1º No cálculo da média a que se refere o caput, serão considerados apenas os meses

2º O aviso prévio será necessariamente indenizado, nos termos dos § 1º e § 2º do art. 487.” (NR)

§

“Art. 452-G. Até 31 de dezembro de 2020, o empregado registrado por meio de contrato de trabalho por prazo indeterminado demitido não poderá prestar serviços para o mesmo empregador por meio de contrato de trabalho intermitente pelo prazo de dezoito meses, contado da data da demissão do empregado.” (NR)

“Art. 452-H. No contrato de trabalho intermitente, o empregador efetuará o recolhimento das contribuições previdenciárias próprias e do empregado e o depósito do FGTS com base nos valores pagos no período mensal e fornecerá ao empregado comprovante do cumprimento dessas obrigações, observado o disposto no art. 911-A.” (NR)

“Art.

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Integram o salário a importância fixa estipulada, as gratificações legais e de função e as comissões pagas pelo empregador.

§

As importâncias, ainda que habituais, pagas a título de ajuda de custo, limitadas a cinquenta por cento da remuneração mensal, o auxílio-alimentação, vedado o seu pagamento em dinheiro, as diárias para viagem e os prêmios não integram a remuneração do empregado, não se incorporam ao contrato de trabalho e não constituem base de incidência de encargo trabalhista e previdenciário.

§

§

destina-se aos trabalhadores e será distribuída segundo os critérios de custeio e de rateio

definidos em convenção coletiva ou acordo coletivo de trabalho.

12. A gorjeta a que se refere o § 3º não constitui receita própria dos empregadores,

§

critérios de rateio e distribuição da gorjeta e os percentuais de retenção previstos nos § 14 e § 15 serão definidos em assembleia geral dos trabalhadores, na forma estabelecida no art. 612.

13. Se inexistir previsão em convenção coletiva ou acordo coletivo de trabalho, os

§ 14. As empresas que cobrarem a gorjeta de que trata o § 3º deverão:

I - quando inscritas em regime de tributação federal diferenciado, lançá-la na respectiva nota de consumo, facultada a retenção de até vinte por cento da arrecadação correspondente, mediante previsão em convenção coletiva ou acordo coletivo de trabalho, para custear os encargos sociais, previdenciários e trabalhistas derivados da sua integração à remuneração dos empregados, hipótese em que o valor remanescente deverá ser revertido integralmente em favor do trabalhador;

II

respectiva nota de consumo, facultada a retenção de até trinta e três por cento da arrecadação correspondente, mediante previsão em convenção coletiva ou acordo

- quando não inscritas em regime de tributação federal diferenciado, lançá-la na

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coletivo de trabalho, para custear os encargos sociais, previdenciários e trabalhistas derivados da sua integração à remuneração dos empregados, hipótese em que o valor remanescente deverá ser revertido integralmente em favor do trabalhador; e

III

percentual percebido a título de gorjeta.

- anotar na CTPS e no contracheque de seus empregados o salário contratual fixo e o

§

critérios definidos em convenção coletiva ou acordo coletivo de trabalho, facultada a retenção nos parâmetros estabelecidos no § 14.

15. A gorjeta, quando entregue pelo consumidor diretamente ao empregado, terá seus

16. As empresas anotarão na CTPS de seus empregados o salário fixo e a média dos valores das gorjetas referente aos últimos doze meses.

§

§

cobrada por mais de doze meses, essa se incorporará ao salário do empregado, a qual

terá como base a média dos últimos doze meses, sem prejuízo do estabelecido em convenção coletiva ou acordo coletivo de trabalho.

17. Cessada pela empresa a cobrança da gorjeta de que trata o § 3º, desde que

§

empregados, mediante previsão em convenção coletiva ou acordo coletivo de trabalho,

para acompanhamento e fiscalização da regularidade da cobrança e distribuição da gorjeta de que trata o § 3º, cujos representantes serão eleitos em assembleia geral convocada para esse fim pelo sindicato laboral e gozarão de garantia de emprego vinculada ao desempenho das funções para que foram eleitos, e, para as demais empresas, será constituída comissão intersindical para o referido fim.

18. Para empresas com mais de sessenta empregados, será constituída comissão de

§

empregador pagará ao trabalhador prejudicado, a título de multa, o valor correspondente a um trinta avos da média da gorjeta por dia de atraso, limitada ao piso da categoria, assegurados, em qualquer hipótese, o princípio do contraditório e da ampla defesa.

19. Comprovado o descumprimento ao disposto nos § 12, § 14, § 15 e § 17, o

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§

empregador.

20.

A limitação prevista no § 19 será triplicada na hipótese de reincidência do

§ 21.

descumprir o disposto nos § 12, § 14, § 15 e § 17 por período superior a sessenta dias.

Considera-se reincidente o empregador que, durante o período de doze meses,

§

vezes ao ano, em forma de bens, serviços ou valor em dinheiro, a empregado, grupo de empregados ou terceiros vinculados à sua atividade econômica em razão de desempenho superior ao ordinariamente esperado no exercício de suas atividades.

22. Consideram-se prêmios as liberalidades concedidas pelo empregador, até duas

§

parcelas referidas neste artigo, exceto aquelas expressamente isentas em lei específica.” (NR)

23. Incidem o imposto sobre a renda e quaisquer outros encargos tributários sobre as

“Art. 510-E. A comissão de representantes dos empregados não substituirá a função do sindicato de defender os direitos e os interesses coletivos ou individuais da categoria, inclusive em questões judiciais ou administrativas, hipótese em que será obrigatória a participação dos sindicatos em negociações coletivas de trabalho, nos termos do incisos III e VI do caput do art. 8º da Constituição.” (NR)

XII - enquadramento do grau de insalubridade e prorrogação de jornada em locais insalubres, incluída a possibilidade de contratação de perícia, afastada a licença prévia das autoridades competentes do Ministério do Trabalho, desde que respeitadas, na integralidade, as normas de saúde, higiene e segurança do trabalho previstas em lei ou em normas regulamentadoras do Ministério do Trabalho;

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§ 5º Os sindicatos subscritores de convenção coletiva ou de acordo coletivo de trabalho participarão, como litisconsortes necessários, em ação coletiva que tenha como objeto a anulação de cláusulas desses instrumentos, vedada a apreciação por ação individual.” (NR)

“Art. 911-A. O empregador efetuará o recolhimento das contribuições previdenciárias próprias e do trabalhador e o depósito do FGTS com base nos valores pagos no período mensal e fornecerá ao empregado comprovante do cumprimento dessas obrigações.

§

auferidas de um ou mais empregadores no período de um mês, independentemente do tipo de contrato de trabalho, receberem remuneração inferior ao salário mínimo mensal, poderão recolher ao Regime Geral de Previdência Social a diferença entre a remuneração recebida e o valor do salário mínimo mensal, em que incidirá a mesma alíquota aplicada à contribuição do trabalhador retida pelo empregador.

1º Os segurados enquadrados como empregados que, no somatório de remunerações

Na hipótese de não ser feito o recolhimento complementar previsto no § 1º, o mês

em que a remuneração total recebida pelo segurado de um ou mais empregadores for menor que o salário mínimo mensal não será considerado para fins de aquisição e manutenção de qualidade de segurado do Regime Geral de Previdência Social nem para cumprimento dos períodos de carência para concessão dos benefícios previdenciários.” (NR)

§ 2º

Art. 2º

O disposto na Lei nº 13.467, de 13 de julho de 2017, se aplica, na integralidade, aos contratos de

trabalho vigentes.

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Art. 4º Esta Medida Provisória entra em vigor na data de sua publicação.

Brasília, 14 de novembro de 2017; 196º da Independência e 129º da República.

MICHEL TEMER Ronaldo Nogueira de Oliveira

Este texto não substitui o publicado no DOU de 14.11.2017 - Edição extra

*

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EM nº 00023/2017 MTB

Excelentíssimo Senhor Presidente da República,

Brasília, 9 de Novembro de 2017

1. Submetemos à elevada consideração de Vossa Excelência a proposta de Medida

Provisória que altera a Consolidação das Leis do Trabalho CLT, aprovada pelo Decreto-Lei n.º

5.452, de 1º de maio de 1943.

2. A presente Medida Provisória tem como ponto de partida e referencial normativo os

recentes trabalhos de atualização e modernização da legislação trabalhista. Como é de conhecimento, o Projeto de Lei nº 6.787, de 2016, proposto por Vossa Excelência, tramitou no Congresso Nacional e foi aprovado pelo Plenário da Câmara dos Deputados em 26 de abril de 2017, contando com expressiva votação de 296 Deputados pela aprovação do Projeto. A proposta seguiu para apreciação pelo Senado Federal por meio do PLC nº 38, de 2017, o qual também contou com expressiva votação pela aprovação de 50 Srs. Senadores, vindo então à sanção presidencial. O texto, sancionado em 13 de Julho de 2017, foi incorporado ao ordenamento jurídico brasileiro como Lei nº

13.467, de 2017.

3. Cabe salientar que com o objetivo de promover amplo debate sobre a matéria, a

Comissão Especial criada com a finalidade de proferir parecer ao Projeto de Lei nº 6.787, de 2016, realizou extenso diálogo com representantes de vasta gama de setores do Governo Federal, da Justiça Trabalhista, do Ministério Público do Trabalho, bem como também com entidades representantes dos trabalhadores e dos empregadores, especialistas e demais interessados no assunto por meio de audiências públicas, seminários, mesas redondas, reuniões de trabalho e reuniões

técnicas realizados em diversos estados da Federação.

4. É notório que as discussões da Comissão Especial contaram com participação

expressiva dos Deputados na construção conjunta da proposta de modernização da legislação

trabalhista brasileira.

5. No Senado Federal, o PLC nº 38, de 2017, foi distribuído inicialmente para apreciação

pelas Comissões de Assuntos Econômicos e de Assuntos sociais. Na Comissão de Assuntos Econômicos foram realizadas audiências públicas com ampla discussão, havendo aprovação integral do projeto pelo colegiado após apresentação de parecer favorável proferido pelo relator. A

Comissão de Assuntos Sociais pronunciou-se pela rejeição do projeto, contando com votos em separado pela aprovação do parecer. Em seguida foi apresentado requerimento ao plenário do Senado Federal, que aprovou a oitiva da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania quanto à matéria, posteriormente às discussões realizadas nas outras comissões.

6. A Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania, por sua vez, analisou o PLC não

apenas quanto à constitucionalidade, mas também quanto ao mérito do tema, sendo aprovado na comissão e remetido para apreciação pelo Plenário do Senado Federal que, finalmente, deliberou

pela aprovação do projeto.

7. Em suma, senhor Presidente, o Projeto de Lei de iniciativa do Poder Executivo enviado

ao Congresso Nacional foi objeto de discussão e aprimoramento pelo Parlamento resultando em lei que tem como objetivos primordiais a atualização e modernização da legislação trabalhista

brasileira, adequando-a à dinâmica social e à realidade das relações estabelecidas entre trabalhadores e empregadores, com a manutenção de todos os direitos constitucionais conferidos aos trabalhadores, sem prejuízo de primar por um ambiente de maior liberdade contratual, com segurança jurídica e menor interferência do Estado nessas relações.

8. A lei aprovada visa também promover a pacificação das relações de trabalho, a partir do

fortalecimento das negociações coletivas e de soluções extrajudiciais na composição de conflitos,

prestigiando o respeito à autonomia coletiva da vontade. Por fim, também se buscou a formalização das relações de trabalho no Brasil, que hoje conta com aproximadamente 45% da sua força de trabalho em caráter informal, alheia aos direitos conferidos pela Carta Magna e pela CLT. Com efeito, é claro o escopo do novo marco legal de criar as condições para promoção e geração de novos empregos formais por meio da regulamentação de novas modalidades de contratação que permitirão adequar as necessidades de trabalhadores e empregadores à atual dinâmica das novas profissões e atividades econômicas.

9. Disto isto, a presente proposta de Medida Provisória tem por objetivo o aprimoramento

de dispositivos pontuais, relacionados a aspectos discutidos durante a tramitação do PLC nº 38, de

2017, no Senado Federal. Se, por um lado, tais aspectos refletem o profundo processo de diálogo e análise realizado pelo Senado Federal, por outro, esta Casa Legislativa observou a desnecessidade de alteração do projeto no momento de sua tramitação, o que implicaria atrasos desnecessários à eficácia deste importante diploma legal. É neste sentido que, como consequência da atuação do Senado Federal, e sem maiores atrasos, aguardamos a entrada em eficácia da Lei nº 13.467, de 2017 em da data de 11 de novembro de 2017.

10. Feitas estas observações sobre o processo legislativo que ultimou a aprovação da Lei nº

13.467, de 2017, e observados os motivos que nos levam à propositura desta Medida Provisória, cumpre-me destacar os pontos que a presente proposta de Medida Provisória pretende aperfeiçoar:

Jornada 12 x 36

10.1

Por meio da alteração do caput do art. 59-A do Decreto-Lei nº 5.452, de 1943,

além da inclusão no dispositivo dos §§ 1º e 2º, fica estabelecido que a jornada de doze horas de trabalho seguidas por trinta e seis horas ininterruptas de descanso poderá ser estipulada por meio de convenção coletiva ou acordo coletivo de trabalho, conforme jurisprudência do Tribunal Superior do Trabalho TST, sendo que, no caso de entidades atuantes no setor de saúde, essa jornada poderá

ser pactuada por meio de acordo individual escrito.

Bens inerentes à pessoa física

10.2 A proposta também altera o caput do art. 223-C do Decreto-Lei nº 5.452, de 1943,

ao melhor enumerar aqueles bens inerentes à pessoa física que são juridicamente tutelados. Pelo texto proposto, a etnia, a idade, a nacionalidade, a honra, a imagem, a intimidade, a liberdade de ação, a autoestima, o gênero, a orientação sexual, a saúde, o lazer e a integridade física passam a ser

os bens juridicamente tutelados, inerentes à pessoa natural.

Dano extrapatrimonial

10.3 No que se refere ao dano extrapatrimonial, a fixação de limites para as indenizações por danos morais com base em critérios objetivos tem por objetivo evitar que haja decisões judiciais díspares para situações semelhantes, ao mesmo tempo em que busca estabelecer uma gradação de valores a partir da classificação da ofensa por sua gravidade. Para tanto, são realizadas alterações nos §§ 1º e 3º, além de inclusões dos §§ 4º e 5º ao art. 223-G do Decreto-Lei nº 5.452, de 1943, apresentando dosimetria para a fixação da reparação a ser paga aos ofendidos em casos de dano moral ou existencial, estabelecendo o limite máximo dos benefícios do Regime Geral de Previdência Social RGPS como parâmetro de reparação. São apresentados limites máximos a depender do grau de gravidade da ofensa variando de ofensa de natureza leve a gravíssima. Os cenários apresentados visam possibilitar que o juízo arbitre a reparação que melhor se adequar ao caso concreto, além de reservar a possibilidade de o Juízo dobrar o valor da indenização nos casos em que haja reincidência de qualquer das partes.

10.4 Por fim, o texto estipula que a reincidência ocorrerá se idêntica ofensa ocorrer em

até 2 (dois) anos do transito em julgado da condenação. Ficam afastados os limites propostos no

caso de extrapatrimoniais decorrentes de morte.

Empregadas gestantes/lactantes e ambiente insalubre

10.5 A Medida Provisória proposta promove alterações na redação do caput e do § 2º,

além de incluir os §§ 3º e 4º ao art. 394-A do Decreto-Lei nº 5.452, de 1943, buscando garantir o afastamento da mulher gestante de atividades insalubres em grau máximo como forma de preservar a sua saúde e a do nascituro, ao mesmo tempo em que se permite que, nos casos de atividades insalubres em grau médio e mínimo possam ser exercidos pela mulher, quando esta, voluntariamente, apresentar atestado de saúde emitido por médico de sua confiança que autorize sua

permanência no exercício das atividades.

10.6 Já no que tange ao exercício de atividades insalubres por mulheres lactantes,

propõe-se que a mulher seja afastada da atividade insalubre em qualquer grau, caso apresente atestado de saúde emitido por médico de sua confiança que recomende o seu afastamento durante o

período de lactação.

10.7 Este dispositivo tem o cuidado de não promover situações de discriminação da

mulher em locais com atividades insalubres, o que pode afetar a sua empregabilidade, principalmente quando se tratar de mulher em idade reprodutiva. É de grande importância atingir ambos objetivos, quais sejam a garantia da saúde da mulher e a sua empregabilidade, notadamente

em atividades ligadas à área de saúde.

Trabalhador autônomo e cláusula de exclusividade

10.8 Com a inclusão dos §§ 1º ao 6º ao art. 442-B do Decreto-Lei nº 5.452, de 1943,

pretende-se conferir maior clareza à contratação do trabalhador autônomo, inclusive para aquelas atividades e profissões reguladas por leis específicas, vedando cláusula de exclusividade em

contratos dessa natureza, sob pena de reconhecimento de vínculo empregatício, caso cumpridos os requisitos previstos no art. 3º da CLT.

10.9 As modificações visam salvaguardar a atividade dos autônomos, especialmente

aqueles que, por uma questão prática, prestam serviços a apenas um tomador. Caso permaneçam a descoberto, atividades como a de venda direta de produtos serão postas em risco, haja vista a insegurança jurídica promovida por diferentes decisões judiciais de reconhecimento de vínculo empregatício. Ao mesmo tempo, o texto proposto assevera que, preenchidos os requisitos previstos

no art. 3º da CLT, notadamente a subordinação jurídica, será reconhecido o vínculo empregatício.

Contrato de trabalho intermitente

10.10 Para melhor definir os elementos que caracterizam o regime de contratação de

trabalho intermitente, propõe-se alterar o art. 452-A e incluir os arts. 452-B a 452-H ao Decreto-Lei nº 5.452, de 1943, para não restar dúvida quanto às diferenças desta forma de contração das demais

já previstas na legislação, como o contrato por prazo indeterminado, o contrato com jornada parcial e o contrato temporário.

10.11 O art. 452-A estabelece que o contrato de trabalho intermitente deverá ser

celebrado por escrito e registrado em carteira de trabalho, ainda que previsto em acordo ou convenção coletiva, e estabelece também integrantes básicos deste contrato de trabalho, como identificação, valor da hora ou do dia de trabalho, que não poderá ser inferior ao valor horário ou diário do salário mínimo, as parcelas integrantes do pagamento imediato (remuneração, férias

proporcionais com acréscimo de um terço, décimo terceiro salário proporcional, repouso semanal remunerado e adicionais legais), dentre outros dispositivos.

10.12 De grande importância, e de modo a esclarecer quaisquer dúvida sobre os direitos

do trabalhador em contrato intermitente, o § 13 estabelece que o auxílio-doença será devido ao segurado da Previdência Social, empregado com contrato de trabalho intermitente, a partir da data do início da incapacidade, não se aplicando o disposto no § 3º do art. 60 da Lei nº 8.213, de 24 de Julho de 1991. Já o §14 estabelece que o salário maternidade da contratada para prestação de trabalho intermitente será pago diretamente pela Previdência Social, aplicando-se o disposto no §3º do art. 72 da Lei nº 8.213, de 24 de Julho de 1991. Trata-se de provisões indispensáveis para a correta estipulação dos direitos do trabalhador intermitente, que não estiveram disciplinados na Lei

nº 13.467, de 2017.

10.13 O art. 452-B convenciona que é facultado às partes convencionar no instrumento

contratual os locais de prestação de serviços, os turnos para os quais o empregado será convocado para prestar serviços, as formas e instrumentos de convocação e de resposta para a prestação de serviços e o formato de reparação recíproca em caso de cancelamento de serviços previamente

agendados.

10.14 Observe que, ao alterar texto original da Lei nº 13.467, de 2017, o novo texto

propõe-se também a eliminar a multa de 50% (cinquenta por cento),prevista para os casos de

descumprimento contratual.

10.15 Em seguida, o art. 452-C caracteriza o significado de inatividade para o contrato

intermitente e disciplina que durante o período de inatividade, o empregado poderá prestar serviços de qualquer natureza a outros empregadores, utilizando contrato de trabalho intermitente ou outra modalidade de contrato de trabalho, inclusive àqueles que exerçam a mesma atividade econômica. Ainda, para evitar que o contrato intermitente seja confundido com outros tipos de contrato, no intermitente o período de inatividade não será considerado tempo à disposição do empregador e não será remunerado, restando descaracterizado o contrato como intermitente caso haja remuneração

por tempo à disposição no período de inatividade.

10.16 Importante inovação aposta pela presente Medida Provisória, nos termos do art.

452-D, será considerado rescindido de pleno direito o contrato de trabalho intermitente caso decorrido 1 (um) ano sem qualquer convocação do empregado pelo empregador, contado a partir da celebração do contrato, da última convocação ou do último dia de prestação de serviços, o que for

mais recente. A medida é indispensável para que os contratos não permaneçam indefinidamente abertos, sem dar ensejo ao pagamento de verbas rescisórias aos trabalhadores.

10.17 Além disto, pelo art. 452-E, todas as rescisões do contrato intermitente, ressalvados nos casos previstos no art. 482 e 483 da CLT, se darão pelos termos dos distrato, ou demissão negociada, no qual o trabalhador recebe por metade o aviso prévio e a indenização do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço FGTS, mas acessa 80% do seu saldo na conta vinculada do mesmo Fundo. Tal provisão visa beneficiar o trabalhador, na medida em que o empregador

poderia optar por não encerrar o contrato de trabalho até o prazo de 1 (um) ano, importando atraso desnecessário no pagamento de verbas rescisórias ao trabalhador. Ao estabelecer as mesmas condições financeiras para qualquer momento, empregado e empregador poderão decidir o momento de rescisão, sem prejuízos desproporcionais para uma parte ou outra.

10.18 De igual importância para o trabalhador e o mercado de trabalho de maneira

geral, o art. 452-G estabelece mecanismo de quarentena de 18 meses entre a demissão e contratação do mesmo trabalhador em regime de contrato intermitente. O dispositivo permanecerá válido pelo prazo de 3 (três) anos, de forma a impedir quaisquer riscos de oscilações bruscas nas formas de

contratação.

10.19 Por fim, o art. 452-H estipula que no contrato de trabalho intermitente, o

empregador efetuará o recolhimento das contribuições previdenciárias próprias e do trabalhador, e o

depósito do FGTS, na forma da lei, com base nos valores pagos no período mensal e fornecerá ao empregado comprovante do cumprimento dessas obrigações, observado o disposto no art. 911-A, também introduzido na CLT por esta Medida Provisória e abordado posteriormente nesta Exposição de Motivos.

Verbas remuneratórias

10.20 Por meio da alteração dos §§ 1º e 2º e da inclusão dos §§ 12 e 13 ao art. 457 do

Decreto-Lei nº 5.452, de 1943, a presente medida tem como objetivo definir de forma clara as importâncias pagas ao trabalhador que, por sua natureza, não integram a remuneração do empregado. Assim, integram o salário a importância fixa estipulada, as gratificações legais e de função e as comissões pagas pelo empregador. Já as importâncias, ainda que habituais, pagas a título de ajuda de custo, limitada a 50% da remuneração mensal, auxílio-alimentação, vedado seu pagamento em dinheiro, diárias para viagem e prêmios, não integram a remuneração do empregado, não se incorporam ao contrato de trabalho e não constituem base de incidência de encargo trabalhista e previdenciário. O novo texto traz importante contribuição à Lei nº 13.467, de 2017, ao eliminar o conceito de “abono” e limitar as “ajudas de custo” a 50% da remuneração mensal. O objetivo é manter o incentivo à remuneração por produtividade, mas evitar possíveis excessos por

parte das empresas.

10.21 O § 4º do proposto art. 457, busca corrigir alteração inadequada, não intencional,

promovida pela Lei nº 13.467, de 2017, no que diz respeito às gorjetas, que não constituem receita própria dos empregadores, destinando-se aos trabalhadores e serão distribuídas segundo critérios de

custeio e de rateio definidos em convenção ou acordo coletivo de trabalho.

10.22 O § 12 esclarece que se consideram prêmios as liberalidades concedidas pelo

empregador, até duas vezes ao ano, em forma de bens, serviços ou valor em dinheiro, a empregado, grupo de empregados, ou terceiros vinculados à sua atividade econômica, em razão de desempenho superior ao ordinariamente esperado no exercício de suas atividades. Uma vez mais, o objetivo aqui

é manter o incentivo à remuneração por produtividade, mas evitar possíveis excessos por parte das empresas, limitando o pagamento de prêmios a duas vezes ao ano.

10.23

Já o § 13º do mesmo artigo procura trazer clareza quanto à incidência dos

encargos tributários em todas as parcelas previstas no art. 457, com exceção daquelas isentas por lei

especifica, conforme as normas tributárias.

Comissão de representantes dos empregados e salvaguardas sindicais

10.24 Com a inclusão do art. 510-E no Decreto-Lei nº 5.452, de 1943, a proposta visa

explicitar o disposto nos incisos III e VI do art. 8º da Constituição Federal no que se refere à atuação do sindicato na defesa dos direitos e interesses coletivos ou individuais da categoria, inclusive em questões judiciais ou administrativas e da sua participação obrigatória nas negociações

coletivas de trabalho.

Garantia da participação dos sindicatos nas negociações coletivas

10.25 Também é proposta a alteração do caput e do inciso XII do art. 611-A do Decreto- Lei nº 5.452, de 1943, que dispõe sobre a prevalência da convenção coletiva e do acordo coletivo de trabalho sobre a lei quanto a um rol de aspectos a serem pactuados entre empregados e empregadores, observando o disposto nos incisos III e VI do art. 8º da Constituição Federal. Dispõe também sobre a possibilidade de acordo ou convenção coletiva dispor sobre o enquadramento do grau de insalubridade e da prorrogação de jornada nesses ambientes desde que respeitadas, na sua integralidade, as normas de saúde, higiene e segurança do trabalho, previstas em leis ou em normas regulamentadoras deste Ministério do Trabalho MTb.

Contribuições previdenciárias

10.26 A presente Medida Provisória inclui o art. 911-A ao Decreto-Lei nº 5.452, de

1943, que passa a dispor sobre o recolhimento das contribuições previdenciárias e o depósito do FGTS pelo empregador, com base nos valores pagos no período mensal. O § 1º dispõe sobre a exigência, para os segurados empregados cuja remuneração mensal, em função do tipo de contrato ou da quantidade de horas trabalhadas no mês, for inferior ao salário mínimo, de recolherem por conta própria ao RGPS, com base na diferença entre a remuneração recebida e o valor do salário mínimo mensal, aplicando-se a mesma alíquota aplicada à contribuição do trabalhador retida pelo empregador. O § 2º prevê que, não sendo feito o recolhimento previsto no § 1º, os valores inferiores

ao salário mínimo mensal não serão considerados para fins de aquisição e manutenção da qualidade de segurado do RGPS, bem como para o cumprimento dos períodos de carência para concessão dos benefícios.

10.27 A inclusão deste dispositivo visa disciplinar o recolhimento das contribuições

previdenciárias para aqueles empregados que, em função da jornada reduzida ou da modalidade de contratação, como se dá com os trabalhadores contratados sob o regime de trabalho parcial ou

intermitente, venham a receber, de uma ou mais empresas, remuneração mensal inferior ao valor do salário mínimo. Assim, fica garantida a possibilidade desses segurados contribuírem sobre a diferença entre o valor recebido de uma ou mais empresas e o valor do salário mínimo, com base na mesma alíquota utilizada para sua contribuição enquanto empregado, permitindo que a competência seja considerada para fins previdenciários. Igualmente, garante-se o adequado equilíbrio do custeio da Previdência Social.

11. As mudanças propostas acima, Senhor Presidente, vem ao encontro das discussões

ocorridas no Congresso Nacional e visam dar clareza, objetividade e segurança jurídica a diversos aspectos propostos pela modernização da legislação trabalhista por meio da Lei nº 13.467, de 2017.

12. A urgência e a relevância do conjunto das medidas apresentadas se fundamentam a

partir da necessidade de conferir segurança jurídica e dar clareza a dispositivos da modernização da

legislação trabalhista, aprovados pelo Congresso Nacional e introduzidos no ordenamento jurídico pátrio pela Lei nº 13.467, de 2017.

13. A iminente entrada em eficácia da referida Lei, em 11 de novembro de 2017, requer

imediata ação dos poderes Executivo e Legislativo, razões que reforçam os preceitos de urgência e

relevância desta Medida Provisória.

14. Essas, Senhor Presidente, são as razões que justificam a elaboração da proposta de

Medida Provisória que ora submeto à elevada apreciação de Vossa Excelência.

Respeitosamente,

RONALDO NOGUEIRA DE OLIVEIRA