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Universidade Federal do Maranhão

A Formação do Artista Circense:


Relatos de experiência do Coletivo O Circo Tá na Rua

Donny dos Santos Andressa Passos


Programa de Pós-graduação em Licenciatura em Teatro
Cultura e Sociedade
QUEM SOMOS?

PROJETO? CIRCO SOCIAL?

GRUPO?

TRUPE? INDEPENDENTE?
C.O.L.E.T.I.V.O.
“Como parte integrante dos movimentos sociais, os coletivos culturais são também políticos. Sua
ação de transformação acontece no plano simbólico, o que, embora intangível, imperceptível
imediatamente aos olhos, atua como resistência ao “centro nervoso” da hegemonia capitalista.

(MARINO, 2013. p. 12)


DE ONDE SURGE O ARTISTA CIRCENSE?
TRADIÇÃO ORAL

Academia Piolin de Artes Circenses (1977)

Circo Escola Picadeiro (1984)

Escola Nacional de Circo (1982)

(DUPRAT, 2014)
E O CIRCENSE O QUE É?
NÔMADE ARTISTA

AUTÔNOMO PROFESSOR
CIRCENSE
“[...] a partir de um conceito preciso de seu papel na sociedade. Tal conceituação implica discutir o
espaço ocupado, [...] e, mais, implica verificar a relação, decorrente, entre o processo formativo do
artista e sua real possibilidade de atuação”. (RESENDE, 1975, p. 23)
A FORMAÇÃO ARTÍSTICA NO COLETIVO
“Aprendendo enquanto se ensina e ensinando enquanto se aprende”.
(Projeto LUMINI de Pesquisa - USP)

Escola a céu aberto Ausência de Professor

Educação Não formal Liberdade Metodológica

Autonomia Técnica Valorização Profissional

Autonomia Estética Reconhecimento Social


RUA, RESISTÊNCIA E FORMAÇÃO

“O poder coletivo dos corpos no espaço público continua sendo o instrumento mais
efetivo de oposição quando o acesso a todos os outros meios está bloqueado”.
(HARVEY. 2012, p. 60)
REFERÊNCIAS
DUPRAT, Rodrigo Mallet. Realidades e particularidades da formacão profissional circense no
Brasil: rumo a uma formacão técnica e superior. Tese (Doutorado em Educação Física e
Sociedade) - Universidade Estadual de Campinas. Campinas, 2014.

HARVEY, David. Os rebeldes na rua: o Partido de Wall Street encontra sua nêmesis. In: Occupy,
movimentos de protesto que tomaram as ruas – São Paulo: Boitempo: Carta Maior. 2012.

MARINO, Aluízio. Coletivos Culturais na Cidade de São Paulo: ação cultural como ação política.
Especialização (Gestão de Projetos Culturais e Organização de Eventos) - Centro de Estudos Latino
Americanos sobre Cultura e Comunicação/CELACC-USP. São Paulo, 2013.

RESENDE, José. Formação do artista no Brasil. In: Revista Malasartes. São Paulo, set./out./nov.
1975, p. 24-25.