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A Nova Regulamentação

para Elaboração de PPCI


Arq. Lisiane Coelho Nunes Garcia do Nascimento
Um contexto de mudanças
RTCBMRS n.º 05, partes 01 e 03 – Mar/16

DE n.º 53.085 – Jun/16 – Altera o DE n.º 51.803/14

LC n.º 14.924 – Set / 16

DE n.º 53.280 – Nov/16 – Altera o DE n.º 51.803/14

RTCBMRS n.º 05, partes 01.1, 2, 03.1 e 7 – Nov/16

Lei Federal n.º 13.425 – Mar/16

RTT – Mai/17

Portarias e Instruções Normativas CBMRS


Um contexto de mudanças
Organização
normativa

Edificações
Responsabilidades
existentes

Principais
alterações

Isolamento de
Licenciamento
riscos
Aplicação das normas

3.5 As resoluções técnicas, portarias e instruções normativas tem efeito imediato e geral aos
PPCI/PSPCI protocolados para primeira análise e cadastro eletrônico para obtenção do CLCB
realizado a partir de sua entrada em vigor.

3.5.1 A aplicação retroativa das normas referidas no item 3.5 se dará:

a) nos dispositivos que contiverem esta previsão no texto da norma, de modo automático;

b) nos casos em que a norma otimizar o dimensionamento de medidas de segurança contra


incêndio, por opção do proprietário ou responsável pelo uso da edificação ou área de risco de
incêndio.
Aplicação das normas

3.5.1.1 Nos casos previstos pela alínea “b” do item 3.5.1, para as edificações em tramitação
ou com APPCI obtidos pela Lei Complementar n.º 14.376/2013, e suas alterações, deverá ser
apresentado novo PPCI/PSPCI/CLCB da edificação ou área de risco de incêndio, que será
encaminhado cumprindo as exigências de medidas de segurança contra incêndio contidas na
legislação em vigor na época do primeiro protocolo e toda regulamentação e normatização
para dimensionamento e execução de medidas de segurança contra incêndio vigentes à
época do novo protocolo.

3.5.1.2 Nos casos previstos pela alínea “b” do item 3.5.1, para as edificações em processo de
transição para a Lei Complementar n.º 14.376/2013, e suas alterações, deverá ser
apresentado novo PPCI/PSPCI/CLCB da edificação ou área de risco de incêndio, que será
encaminhado cumprindo as exigências de medidas de segurança contra incêndio e toda
regulamentação e normatização para dimensionamento e execução de medidas de
segurança contra incêndio vigentes à época do novo protocolo.
1. Organização normativa
1.1 Espécies normativas em SCI

Legislação Federal

Legislação Estadual

Legislação Municipal
1.2 “Normas especiais” em SCI

Serviços 700 m²

Comércio 300 m²

População ≥ 100
F-1 = 300 m²
Reunião de F-8 = 100 m²
Público F-6 = 50 m²

E = 150 m²
Estabelecimentos B = 1500 m²
H (clínicas) = 400 m²
1.2 “Normas especiais” em SCI

Qualquer
população
Idosos A-3: Residencial geriátrico
H-2: Asilo

Serviço
Comércio E-1: Ensino Fundamental
Crianças E-5: Pré-Escola
Reunião de Público
H-2: Orfanato
Estabelecimentos

E-6: Escola para PCD


Dificuldade de H-2: Hospital Psiquiátrico
H-3: Hospital
locomoção
1.2 “Normas especiais” em SCI

Qualquer
população
Líquido combustível e/ou inflamável: 400 l
GLP: 521 Kg
Grande quantidade de Explosivos: qualquer quantidade
material de alta
Serviço inflamabilidade
Comércio
Reunião de Público
Estabelecimentos 1 saída de emergência
Uma direção de saída VETADO
2 ou mais saídas de emergência na
mesma fachada
1.2 Reorganização da legislação estadual

Lei Estadual n.º 14.376/13

Decreto Estadual n.º 51.803/14

Normas Específicas para cada Medida de


Resoluções Técnicas de Procedimento
Segurança Contra Incêndio

Instruções Normativas Portarias

Pareceres Técnicos

Decisões Administrativas
2. Responsabilidades
2.1 Entes envolvidos em SCI

CBMRS

Estabelecimentos Responsáveis
de ensino Técnicos

Proprietário e
CREA / CAU Usuários da
Edificação

Prefeitura
Municipal
2.2 Responsabilidades – Prefeitura Municipal

Art. 57. Os municípios deverão atualizar sua legislação, recepcionando o disposto na


presente Lei Complementar, no prazo máximo de 12 (doze) meses a partir da publicação
da sua regulamentação. (Redação dada pela Lei Complementar n.º 14.555/14)

Art. 57-A. A atualização da legislação municipal sobre segurança, prevenção e proteção


contra incêndios suplementará o disposto nesta Lei Complementar, a partir de sua
regulamentação, assegurada a autonomia e independência dos municípios nos assuntos
de interesse local. (Incluído pela Lei Complementar n.º 14.555/14)

Art. 24. As legislações municipais devem seguir o mesmo padrão e exigências mínimas
desta legislação.
2.2 Responsabilidades – Prefeitura Municipal

Art. 2o O planejamento urbano a cargo dos Municípios deverá observar normas


especiais de prevenção e combate a incêndio e a desastres para locais de grande
concentração e circulação de pessoas, editadas pelo poder público municipal,
respeitada a legislação estadual pertinente ao tema.
2.2 Responsabilidades – Prefeitura Municipal

§ 4o As medidas de prevenção referidas no § 3o deste artigo serão analisadas


previamente pelo Corpo de Bombeiros Militar, com a realização de vistoria in loco.

§ 5o Nos locais onde não houver possibilidade de realização da vistoria prevista no § 4o


deste artigo pelo Corpo de Bombeiros Militar, a análise das medidas de prevenção ficará
a cargo da equipe técnica da prefeitura municipal com treinamento em prevenção e
combate a incêndio e emergências, mediante o convênio referido no § 2o do art. 3o
desta Lei.
2.2 Responsabilidades – Prefeitura Municipal

Art. 4º

§ 1o Nos Municípios onde não houver possibilidade de realização de vistoria in loco pelo
Corpo de Bombeiros Militar, a emissão do laudo referido no inciso V (APPCI) do caput
deste artigo fica a cargo da equipe técnica da prefeitura municipal com treinamento em
prevenção e combate a incêndio e a emergências, mediante o convênio referido no § 2o
do art. 3o desta Lei.
2.2 Responsabilidades – Prefeitura Municipal

Art. 4º

§ 4o Além do disposto neste artigo, cabe ao poder público municipal requerer outros
requisitos de segurança nos estabelecimentos, nas edificações e nas áreas de reunião de
público, considerando-se:

I - a capacidade e a estrutura física do local;

II - o tipo de atividade desenvolvida no local e em sua vizinhança; e

III - os riscos à incolumidade física das pessoas.


2.2 Responsabilidades – Prefeitura Municipal

Art. 5º O poder público municipal e o Corpo de Bombeiros Militar realizarão


fiscalizações e vistorias periódicas nos estabelecimentos comerciais e de serviços e nos
edifícios residenciais multifamiliares, tendo em vista o controle da observância das
determinações decorrentes dos processos de licenciamento ou autorização sob sua
responsabilidade.

§ 2o Nos locais onde não houver possibilidade de realização de vistoria in loco pelo
Corpo de Bombeiros Militar, a vistoria será realizada apenas pelo poder público
municipal, garantida a participação da equipe técnica da prefeitura municipal com
treinamento em prevenção e combate a incêndio e a emergências, mediante o convênio
referido no § 2o do art. 3o desta Lei.
2.2 Responsabilidades – Prefeitura Municipal

Art 5º§

4o Constatadas condições de alto risco pelo poder público municipal ou pelo Corpo
de Bombeiros Militar, o estabelecimento ou a edificação serão imediatamente
interditados pelo ente público que fizer a constatação, assegurando-se, mediante
provocação do interessado, a ampla defesa e o contraditório em processo administrativo
posterior.
2.2 Responsabilidades – Prefeitura Municipal

Art. 10. O poder público municipal e o Corpo de Bombeiros Militar manterão


disponíveis, na rede mundial de computadores, informações completas sobre todos os
alvarás de licença ou autorização, ou documento equivalente, laudos ou documento
similar concedidos a estabelecimentos, edificações e áreas de reunião de público, com
atividades permanentes ou temporárias.
§ 1o A obrigação estabelecida no caput deste artigo aplica-se também:
I - às informações referentes ao trâmite administrativo dos atos referidos no caput
deste artigo; e
II - ao resultado das vistorias, perícias e outros atos administrativos relacionados à
prevenção e ao combate a incêndio e a desastres.
2.3 Responsabilidades – Conselhos Profissionais

Art. 21. Os órgãos de fiscalização do exercício das profissões de engenheiro e


arquiteto, disciplinadas respectivamente pela Lei no 5.194, de 24 de dezembro de 1966,
e pela Lei no 12.378, de 31 de dezembro de 2010, em seus atos de fiscalização, exigirão a
apresentação dos projetos técnicos elaborados pelos profissionais, devidamente
aprovados pelo poder público municipal.
§ 1o Nos projetos técnicos referidos no caput deste artigo incluem-se, conforme o
caso, projetos de arquitetura, cálculo estrutural, instalações prediais, urbanização e
outros a cargo de profissionais das áreas de engenharia e de arquitetura.
§ 2o Se a edificação estiver sujeita a projeto de prevenção de incêndios, também
será exigida a sua apresentação aos órgãos de fiscalização profissional.
2.4 Responsabilidades – Estabelecimentos de Ensino

Art. 8º Os cursos de graduação em Engenharia e Arquitetura em funcionamento no


País, em universidades e organizações de ensino públicas e privadas, bem como os
cursos de tecnologia e de ensino médio correlatos, incluirão nas disciplinas ministradas
conteúdo relativo à prevenção e ao combate a incêndio e a desastres.

Parágrafo único. Os responsáveis pelos cursos referidos no caput deste artigo terão o
prazo de seis meses, contados da entrada em vigor desta Lei, para promover as
complementações necessárias no conteúdo das disciplinas ministradas, visando a
atender o disposto no caput deste artigo.
3. Licenciamento
3.1 Exigência de licenciamento - generalidades

2.1 Esta Resolução Técnica se aplica a todas as edificações e áreas de risco de incêndio,
permanentes e temporárias, quando não contrariar RTCBMRS mais específica, exceto:

a) as edificações de uso residencial exclusivamente unifamiliares;

b) as residências exclusivamente unifamiliares localizadas em edificação com ocupação mista


de até 2 (dois) pavimentos, desde que as ocupações possuam acessos independentes;

c) as propriedades destinadas a atividades agrossilvipastoris, excetuando-se silos e


armazéns, que serão regulamentadas por RTCBMRS;

d) o empreendedor que utilize residência unifamiliar como ponto de referência para


correspondência, sem atendimento ao público ou estoque de materiais.
3.1.1 Exigência de licenciamento – residência
unifamiliar

4.1 Para enquadramento na alínea “b”, do item 2.1, entende-se por ocupação mista aquela composta por
uma ocupação residencial exclusivamente unifamiliar e outra(s) ocupação(ões) distinta(s).

4.2 A área construída pertencente ao residencial unifamiliar, quando situada no pavimento térreo ou
segundo pavimento ou subsolo de edificação de ocupação mista, com acessos independentes em
comunicação com a via pública, podendo haver comunicação interna, não será computada para fins de
dimensionamento das medidas de segurança contra incêndio, nem computada na soma da área total
edificada para fins de emissão de taxas. A residência não será objeto de análise e/ou vistoria pelo
CBMRS.

4.3 As ocupações residenciais unifamiliares situadas em edificações de ocupação mista que não
atenderem os requisitos da alínea “b”, do item 2.1, deverão ser consideradas no PPCI/PSPCI como
ocupações multifamiliares. Nestes casos, a área residencial será computada para dimensionamento das
medidas de segurança contra incêndio e emissão de taxas. Todas as medidas de segurança contra
incêndio deverão ser instaladas na(s) ocupação(ões) diversa(s) da residencial e nas áreas comuns,
quando existirem. A residência não será objeto de análise e/ou vistoria pelo CBMRS.
3.1.2 Exigência de licenciamento – agrossilvipastoris

2.1.1 Entende-se por atividade agrossilvipastoril de que trata a alínea "c":

a) toda a atividade de criação e cultivo ligados ao setor primário, sem beneficiamento;

b) toda a atividade de criação e cultivo incluindo o beneficiamento, quando enquadrados em


agricultura familiar ou empreendimento familiar rural, conforme Lei Federal n.º 11.326, de 24
de julho de 2006.
3.1.2 Exigência de licenciamento – agrossilvipastoris

2.1.1.1 É permitida a existência de:

a) depósitos para guarda de maquinário, ferramentas, insumos agrícolas, nos casos das
alíneas “a” e “b”, do item 2.1.1;

b) silos destinados ao armazenamento de ração animal, desde que não ultrapassem a


capacidade de 50 toneladas, nos casos das alíneas “a” e “b”, do item 2.1.1;

c) silos para armazenamento da produção, desde que não ultrapasse a capacidade de 50


toneladas, no caso da alínea “b”, do item 2.1.1.
3.1.2 Exigência de licenciamento – agrossilvipastoris

2.1.1.2 É permitida a existência de armazenamento de líquidos inflamáveis/combustíveis,


desde que a soma total não ultrapasse(m) 15.000 litros, nos casos das alíneas “a” e “b”, do
item 2.1.1, desde que:

a) atendam exclusivamente a propriedade;

b) possuam extintores de incêndio conforme a ABNT NBR 17505 – Parte 7, devidamente


sinalizados.
3.1.3 Exigência de licenciamento – condomínios
horizontais

4.4 Os condomínios residenciais horizontais, pertencentes à divisão “A-1”, estão dispensados


das exigências de que trata a Lei Complementar n.º 14.376/2013, suas alterações e
regulamentações, não necessitando apresentar PPCI/PSPCI/CLCB, caso tenham todas as
seguintes características:

a) distância entre o portão de acesso ao condomínio até a porta principal da edificação mais
distante igual ou inferior a 120 m, medida tomando como base o eixo das vias de acesso
interno de uso comum dos moradores;

b) inexistência de edificações de uso comum dos moradores, tais como portarias, guaritas,
salões de festas, salas de jogos, musculação ou ginástica, e similares;

c) inexistência de central predial de Gás Liquefeito de Petróleo - GLP.


3.1.3 Exigência de licenciamento – condomínios
horizontais

4.4.1 Para os condomínios residenciais horizontais que possuírem distância entre o portão de
acesso ao condomínio até a porta principal da edificação ou área de risco de incêndio mais
distante superior a 120 m e possuírem as características descritas nas alíneas “b” e “c” do
item 4.4, deverá ser emitido Certificado de Licenciamento do Corpo de Bombeiros – CLCB,
sendo de inteira responsabilidade do proprietário ou responsável pelo uso do condomínio
providenciar a instalação de acesso de viaturas de combate a incêndio, constituído de pórtico
e vias de acesso internas, com largura mínima útil de 5 m, conforme regulamentações
específicas, não sendo objeto de análise e vistoria ordinária pelo CBMRS.

4.4.1.1 A área a ser considerada será igual a zero.


3.1.3 Exigência de licenciamento – condomínios
horizontais

4.4.2 Para os condomínios residenciais horizontais que possuírem distância entre o portão de
acesso ao condomínio até a porta principal da edificação ou área de risco de incêndio mais
distante superior a 900 m e possuírem as características descritas nas alíneas “b” e “c” do
item 4.4, deverá ser emitido Certificado de Licenciamento do Corpo de Bombeiros – CLCB,
sendo de inteira responsabilidade do proprietário ou responsável pelo uso providenciar a
instalação de hidrante urbano e de acesso de viaturas de combate a incêndio, constituído de
pórtico e vias de acesso internas com largura mínima útil de 5 m, conforme regulamentações
específicas, não sendo objeto de análise e vistoria ordinária pelo CBMRS.

4.4.2.1 A área a ser considerada será igual a zero.


3.1.3 Exigência de licenciamento – condomínios
horizontais

4.4.3 Para os condomínios residenciais horizontais que não possuírem as características


descritas na alínea “b”, do item 4.4, sem a exigência de acesso de viaturas de combate a
incêndio e a exigência de acesso de viaturas de combate a incêndio e hidrante urbano,
poderá ser apresentado PPCI/PSPCI/CLCB separados para cada edificação de uso comum.
3.1.3 Exigência de licenciamento – condomínios
horizontais

4.4.4 Para os condomínios residenciais horizontais que não possuírem as características


descritas na alínea “b”, do item 4.4, cumulado com a exigência de acesso de viaturas de
combate a incêndio ou acesso de viaturas de combate a incêndio e hidrante urbano, deverá ser
apresentado PPCI, na forma completa, constando todas as edificações de uso comum.

4.4.4.1 O acesso de viaturas de combate a incêndio e o hidrante urbano, quando exigido,


deverão ser representados na planta baixa do PPCI na forma completa para análise e vistoria
ordinária do CBMRS, seguindo o rito da RTCBMRS n.º 05 – Parte 1.1/2016, e suas alterações.

4.4.4.2 Para fins de emissão de taxas e exigências de medidas de segurança contra incêndio,
deverá ser considerado o somatório da área total construída de todas as edificações de uso
comum.

4.4.4.3 Para fins de dimensionamento e execução de medidas de segurança contra incêndio,


deverá ser considerada a área a ser protegida de cada edificação de uso comum
separadamente, quando isoladas.
3.1.3 Exigência de licenciamento – condomínios
horizontais

4.4.5 Para os condomínios residenciais horizontais que não possuírem as características descritas na alínea
“c”, do item 4.4, independentemente de possuírem ou não as características descritas nas alíneas “a” e “b”,
do item 4.4, deverá ser apresentado PPCI, na forma completa, constando todas as edificações de uso
comum dos moradores, quando existirem.

4.4.5.1 O acesso de viaturas de combate a incêndio e o hidrante urbano, quando exigidos, deverão ser
representados na planta baixa do PPCI na forma completa para análise e vistoria
ordinária do CBMRS, seguindo o rito da RTCBMRS n.º 05 – Parte 1.1/2016, e suas alterações.

4.4.5.2 Para fins de emissão de taxas e exigências de medidas de segurança contra incêndio, deverá ser
considerado o somatório da área total construída de todas as edificações de uso comum, quando existirem.

4.4.5.3 Para fins de dimensionamento e execução de medidas de segurança contra incêndio, deverá ser
considerada a área a ser protegida de cada edificação de uso comum separadamente, quando existirem e
forem isoladas.

4.4.5.4 Caso não existam edificações de uso comum, a área a ser considerada será igual a zero.
3.1.3 Exigência de licenciamento – condomínios
horizontais

4.4.6 Os salões de festas, portarias, guaritas, salas de jogos, musculação ou ginástica e


demais ocupações subsidiárias das Divisões A-1 e A-2 serão considerados como
pertencentes à respectiva ocupação predominante.

4.4.6.1 As exigências de medidas de segurança contra incêndio serão as determinadas para


a ocupação do Grupo A, constantes na Tabela 5 ou Tabela 6A, do Decreto Estadual n.º
51.803/2014, e suas alterações, RTCBMRS n.º 05 – Parte 02/2016, e suas alterações,
RTCBMRS n.º 05 – Parte 3.1/2016, e suas alterações e RTCBMRS n.º 05 – Parte 07/2016, e
suas alterações, conforme as características da edificação.

4.4.6.2 Para o dimensionamento e execução das saídas de emergência, as ocupações


subsidiárias deverão ser enquadradas de acordo com a atividade a ser desenvolvida dentro
da dependência.
3.2 Formas de licenciamento

Cadastramento
PSPCI
eletrônico
PPCI forma
completa

Alvará Certificado
APPCI CLCB

Licenciamento
CBMRS
3.2.1 Definição do procedimento administrativo

Ocupação

Área

Pavimentos

Grau de Risco de
Incêndio
3.2.2 Características dos procedimentos eletrônicos

CLCB
Não tem ENCAMINHADO
Não tem PELO
vistoria
planta PROPRIETÁRIO
ordinária
PSPCI
Risco baixo

Tramitam
Eletrônicos em ordem ENCAMINHADO
PSPCI PELO
separada
Risco Médio RESPONSÁVEL
TÉCNICO
3.2.3 Planos simplificados

Requisitos Restrições
Divisões G-3, G-4, G-5, G-6 e grupo F
Área TOTAL até 750 m² - REGRA, ou com risco médio e alto
1.500 m² - F-11 e F-12
Depósitos e revendas de GLP a partir de
521 Kg

Até 3 pavimentos Combustíveis, inflamáveis e explosivos

Central de GLP
Risco baixo ou médio
Elevado risco de incêndio e sinistro
3.2.3.1 Planos simplificados com risco médio

TAXA ÚNICA

ENCAMINHAR APÓS
OBRA PRONTA

Medidas diferentes da
Tabela 5 ou inviabilidade
técnica = PPCI TEM ANÁLISE!!!
Sem ART/RRT de
renovação no risco médio
até 750 m²

Observar RTCBMRS de
medidas de SCI
específicas
3.2.3.2 Planos simplificados com risco baixo
Os critérios de dimensionamento e
OBSERVAR AS execução das medidas de segurança
EXIGÊNCIAS DE MEDIDAS contra incêndio estão na RTCBMRS n.º 05
NO DECRETO – Parte 3.1/2016

Medidas diferentes da
Tabela 5 ou inviabilidade TEM ANÁLISE!!!
técnica = PPCI

ENCAMINHAR APÓS
OBRA PRONTA

NÃO APRESENTAR
ART/RRT
3.2.4 CLCB

Requisitos Restrições
Divisões F-5, F-6, F-7, F-11, F-12, G-3, G-4, G-
Área TOTAL até 200 m² 5, G-6 e grupos L e M

Depósitos de combustíveis, inflamáveis,


explosivos ou substâncias de alto potencial
lesivo
Até 2 pavimentos

Mais de 26 kg de GLP

Risco baixo ou médio


Subsolo com área superior a 50 m²
3.2.4 CLCB

OBSERVAR AS
EXIGÊNCIAS DE MEDIDAS
DA RTCBMRS

NÃO TEM ANÁLISE!!!


Medidas diferentes da
Tabela 5 ou inviabilidade
técnica = PPCI

ENCAMINHAR APÓS
OBRA PRONTA

NÃO APRESENTAR
ART/RRT
3.2.5 PPCI na forma completa

Protocolo em uma via – 2ª via opcional, mediante taxa

Simbologia conforme RTCBMRS n.º 05 – Parte 8/2016

Permanece na edificação apenas o CA

Na retirada do APPCI, entrega-se somente a mídia eletrônica


com o PrPCI
3.2.5 PPCI na forma completa

•6 meses a partir da
Análise NCA

•2 anos a partir do CA
Vistoria ou NCV
3.2.5 PPCI na forma completa

FACT MAAC FAL


- Dados;
- Ampliação de área até - Alteração sem
- Atividade sem 10%, uma vez; supressão ou acréscimo
mudança de divisão; de medidas;
- Novo APPC com
- Outras solicitações. mesma validade do - Continua com mesmo
anterior. APPC
3.2.5 PPCI na forma completa

As distâncias a percorrer e distâncias de cobertura das medida de segurança


contra incêndio indicadas na Tabela L.1, do Anexo “L” continuam sendo
analisadas, porém NÃO DEVEM SER REPRESENTADAS EM PLANTA COM
LINHAS

Na vistoria, será verificada a EXISTÊNCIA dos chuveiros automáticos e dos


detectores de incêndio.
3.2.5 Quadro sinóptico de procedimentos
CLCB PSPCI PSPCI PPCI
Risco baixo Risco médio

ÁREA ≤ 200 m² ≤ 750 m² ≤ 750 m²


≤ 1500 m² - F-11 e F-12

PAVIMENTOS ≤2 ≤3

RISCO DE INCÊNDIO Baixo ou médio Baixo Médio

OS DEMAIS
OCUPAÇÕES PROIBIDAS F-5, F-6, F-7, F-11, F-12, G-3, G-4, F risco médio e alto (exceto F-11 e F-12), G-3, G-5, G-
G-5 e G-6 6, L, M-1, M-2, M-5 e M-6

OUTRAS RESTRIÇÕES ≥ 26 kg GLP Central de GLP


Subsolo ≥ 50 m² Depósitos e revendas GLP ≥ 521 kg
Combustíveis, inflamáveis, Ocupações com combustíveis, inflamáveis e
explosivos, substâncias lesivas explosivos
3.3 Validade do licenciamento

Indefinida - CLCB

5 anos – Regra PPCI e PSPCI

2 anos – Grupo F risco médio e alto, locais de elevado risco de incêndio e sinistro

Locais de elevado risco de incêndio e sinistro – RTCBMRS n.º 05 – Parte 1.1/2016

- indústria e/ou depósito, como ocupação predominante, com armazenamento ou manipulação de líquidos combustíveis e/ou
inflamáveis, em volume total superior a 400 litros;
- divisão G-3 com tanques de combustíveis não enterrados;
- depósitos e revendas de gases inflamáveis e/ou combustíveis, a partir de 521 Kg;
- explosivos;
- divisões M-1 (túneis), M-2 (inflamáveis e combustíveis), M-5 (silos) e M-6 (central energia);
- carga de incêndio superior a 1200 MJ/m².
3.4 Licenças provisórias

Alvará Certificado
APPCI CLCB

Licenças de
Funcionamento
Prefeitura

Licenças Provisórias – Com protocolo de PPCI/PSPCI/CLCB


Art. 5º, §§ 2º, 3º e 4º

- Estado e Município
- Risco baixo e MÉDIO; serviços de caráter essencial, independentemente do risco
- ART/RRT de projeto e execução
- Excluídos: F-5 e F-6
- 1 ano + 1 ano (Certidão CBMRS – Portaria n.º 005/2016)
3.4 Licenças provisórias

Art. 4º O processo de aprovação da construção, instalação, reforma, ocupação ou


uso de estabelecimentos, edificações e áreas de reunião de público perante o poder
público municipal, voltado à emissão de alvará de licença ou autorização, ou
documento equivalente, deverá observar:

V - as exigências fixadas no laudo ou documento similar expedido pelo Corpo


de Bombeiros Militar, por força do disposto no art. 3° desta Lei.

Validade da licença = validade do APPCI/CLCB


4. Isolamento de riscos
4.1 Isolamento de riscos - generalidades

4.12 Poderá ser empregada a técnica de isolamento de riscos, por separação de áreas em
uma mesma edificação ou afastamento entre edificações, para definição das medidas de
segurança contra incêndio em edificação(ões), parte(s) de edificação(ões) ou área(s) de risco
de incêndio localizadas no mesmo lote, independentemente da classificação quanto ao grau
de risco de incêndio ou de possuírem o mesmo proprietário ou responsável pelo uso,
devendo cumprir o disposto no item 4.12.2 e 4.12.3, desta RTCBMRS.
4.1 Isolamento de riscos - generalidades

4.12.1 As edificação(ões) e parte(s) de edificação(ões) ou área(s) de risco de incêndio isoladas poderão


ter processos administrativos independentes para obtenção de APPCI e/ou CLCB.

4.12.1.1 No caso de encaminhamento de um único PPCI, na forma completa, para edificações e/ou
parte(s) de edificação(ões) ou área(s) de risco de incêndio isoladas, será emitido um único APPCI, que
poderá ser fracionado à medida que cada edificação ou parte de edificação isolada seja vistoriada e
aprovada pelo CBMRS.

4.12.1.1.1 Deverão ser acrescentadas sucessivamente ao APPCI as áreas licenciadas, constando em


observação as edificações e/ou partes de edificação(ões) isoladas contempladas, cancelando os APPCI
emitidos anteriormente e permanecendo inalterada a data de validade do primeiro APPCI emitido.

4.12.1.1.2 O disposto no item 4.12.1.1 aplica-se somente quando todas as edificação(ões) ou e/ou
parte(s) de edificação(ões) ou área(s) de risco de incêndio isoladas do mesmo PPCI estiverem
inicialmente desabitadas, independentemente de serem consideradas existentes ou a construir de acordo
com a LC n.º 14.376/2016.

4.12.1.1.3 Aplica-se o disposto nos itens 4.1.12, 4.1.12.1 e 4.1.12.1.1 às partes de edificação em
construção, com ou sem isolamento de riscos, desde que seja restringida a utilização da parte não
concluída.
4.2 Isolamento de riscos por separação de áreas

4.12.2 No isolamento de riscos obtido por separação de áreas em uma mesma edificação, o
tempo requerido de resistência ao fogo – TRRF, dos elementos deverá ser de:

a) 2 horas, quando as áreas a serem isoladas tiverem grau de risco de incêndio baixo e/ou
médio;

b) 3 horas, quando pelo menos uma das áreas a serem isoladas tiver grau de risco de
incêndio alto.
4.2 Isolamento de riscos por separação de áreas

4.12.2.1 Para o isolamento de riscos por separação de áreas em uma mesma edificação, a
distância horizontal entre as aberturas será de:

a) 1,2 m, quando as aberturas estiverem no mesmo paramento da fachada, desde que as


áreas a serem isoladas tenham grau de risco de incêndio baixo e/ou médio, conforme Figura
01, do anexo único, desta RTCBMRS;

b) 2 m, quando as aberturas estiverem no mesmo paramento da fachada e pelo menos uma


das áreas a serem isoladas tiver grau de risco de incêndio alto, conforme Figura 02, do anexo
único, desta RTCBMRS;

c) 3 m, quando as aberturas estiverem dispostas em paredes opostas, independentemente do


grau de risco de incêndio, conforme Figura 03, do anexo único, desta RTCBMRS.
4.2 Isolamento de riscos por separação de áreas
4.2 Isolamento de riscos por separação de áreas

4.12.2.1.1 Os afastamentos previstos nas alíneas “a”, “b” e “c”, do item 4.12.2.1, poderão ser
substituídos por:

a) prolongamento da parede de isolamento em direção ao exterior da edificação, com


dimensão mínima horizontal de 0,90 m, medida a partir do paramento externo da fachada,
executado em material ou sistema construtivo com o mesmo Tempo Requerido de
Resistência ao Fogo - TRRF dos demais elementos de isolamento, conforme Figura 04, do
anexo único, desta RTCBMRS;

b) recuo de uma área isolada em relação à outra, com dimensão mínima horizontal de 0,90
m, medido entre os paramentos externos das fachadas das áreas isoladas, executado em
material ou sistema construtivo com o mesmo TRRF dos demais elementos de isolamento,
conforme Figura 05, do anexo único, desta RTCBMRS.
4.2 Isolamento de riscos por separação de áreas
4.2 Isolamento de riscos por separação de áreas

4.12.2.2 Para o isolamento de riscos por separação de áreas em uma mesma edificação, a
distância vertical entre as aberturas será de 3 m entre as vergas da aberturas inferiores e os
peitoris das aberturas superiores, independentemente do grau de risco de incêndio das áreas
a serem isoladas, conforme Figura 06, do anexo único, desta RTCBMRS.
4.2 Isolamento de riscos por separação de áreas
4.2 Isolamento de riscos por separação de áreas

4.12.2.2.1 O afastamento previsto no item 4.12.2.2 poderá ser reduzido para 1,2 m, desde
que, adicionalmente, exista:

a) aba ou marquise corta-fogo, executada em material ou sistema construtivo com o mesmo


TRRF do entrepiso, com balanço mínimo de 0,90 m em direção ao exterior da edificação,
medido a partir do paramento externo da fachada do pavimento superior, conforme Figura 07,
do anexo único, desta RTCBMRS;

b) recuo mínimo de 0,90 m de um pavimento isolado em relação ao outro, medido a partir dos
paramentos externos das fachadas, conforme Figura 08, do anexo único, desta RTCBMRS;

c) projeção com balanço mínimo de 0,90 m de um pavimento em relação ao outro, medido a


partir dos paramentos externos das fachadas, conforme Figura 09, do anexo único, desta
RTCBMRS.
4.2 Isolamento de riscos por separação de áreas
4.2 Isolamento de riscos por separação de áreas

4.12.2.2.1.1 Em caso de utilização de abas ou marquises em conjunto com recuo ou


projeção, as medidas destes elementos poderão ser somadas para atingirem a dimensão de
0,90 m, conforme Figuras 10 e 11, do anexo único, desta RTCBMRS.

4.12.2.2.2 O afastamento previsto no item 4.12.2.2 poderá ser reduzido a zero, desde que
exista recuo mínimo de 3 m de um pavimento isolado em relação ao outro, conforme Figuras
12 e 13, do anexo único, desta RTCBMRS.
4.2 Isolamento de riscos por separação de áreas
4.2 Isolamento de riscos por separação de áreas
4.2 Isolamento de riscos por separação de áreas

4.12.2.3 Os elementos construtivos das fachadas situados entre as aberturas previstas nos
itens 4.12.2.1 e 4.12.2.2 deverão possuir o mesmo TRRF exigido para os elementos de
separação.

4.12.2.4 Em todos os casos, as áreas isoladas deverão possuir acessos independentes,


sendo vedada qualquer comunicação interna através de aberturas.
4.2 Isolamento de riscos por separação de áreas

4.12.2.5 Em qualquer caso de isolamento de riscos, as instalações elétricas, hidrossanitárias,


de ventilação, rede lógica e demais sistemas da edificação deverão ser independentes para
cada área isolada por separação de áreas em uma mesma edificação ou afastamento entre
edificações.
4.2 Isolamento de riscos por separação de áreas

4.12.2.5.1 É permitida a passagem de:

a) ramais troncais de rede lógica e elétrica, estritamente necessárias para a distribuição das
redes;

b) instalações hidrossanitárias de passagem ou tubulações de queda, caixas ou ralos


estritamente necessários à ligação com a rede pública.

4.12.2.5.1.1 A passagem deverá ser realizada através de shafts isolados e sem acesso à
inspeção, com proteção passiva contra incêndio (selagem corta-fogo) em todas as saídas do
shaft, devendo sempre garantir o mesmo TRRF exigido para os demais elementos do sistema
de isolamento de risco.

4.12.2.5.1.2 As caixas e os ralos e tubulações conexas deverão possuir proteção passiva


contra incêndio (selagem corta-fogo) em todas as penetrações nos elementos do sistema de
isolamento de risco, devendo sempre garantir o mesmo TRRF exigido.
4.2 Isolamento de riscos por separação de áreas

4.12.2.6 No caso de edificações que possuam coberturas sem proteção por laje corta-fogo, a
parede de isolamento deverá:

a) estender-se, no mínimo, 1 m acima da face superior do elemento de vedação mais baixo


da cobertura, quando as coberturas das áreas isoladas estiverem no mesmo nível, conforme
Figura 14, do anexo único, desta RTCBMRS;

b) estender-se, no mínimo, 1 m acima da face superior do elemento de vedação mais baixo


da cobertura mais baixa e, adicionalmente, 0,5 m acima da face superior do elemento de
vedação mais baixo da cobertura mais alta, quando as coberturas das áreas isoladas
estiverem em níveis diferentes, conforme Figura 15, do anexo único, desta RTCBMRS.
4.2 Isolamento de riscos por separação de áreas
4.3 Isolamento de riscos por afastamento de
edificações

4.12.3 No isolamento de riscos obtido por afastamento, deverá ser guardada a distância de 5
m entre edificações distintas no mesmo lote, contendo ou não aberturas nas fachadas.
5. Edificações Existentes
5.1 Enquadramento

Regularizadas Não Regularizadas

Habite-se
Fotografias, com data

Projeto PROTOCOLADO na Prefeitura

Documentos públicos ou particulares SEM área


PPCI/PSPCI PROTOCOLADO no CBMRS
ou ocupação

Documentos PÚBLICOS c/ área e ocupação


Outros registros, mediante aprovação do
Certidão de Preservação, Declaração de Valor CBMRS
cultural ou equivalente
5.2 Exigências

REGULARIZADAS
Medidas de segurança
Tabelas Anexo “A” RTCBMRS n.º 05 – Parte
7/2016

NÃO REGULARIZADAS
Medidas de segurança
Tabelas Decreto Estadual n.º
51.803/2014
5.3 Prerrogativas

PRAZOS PARA ADAPTAÇÃO À LC N.º 14.376/2013

INVIABILIDADE TÉCNICA e MEDIDAS COMPENSATÓRIAS

DISPENSA DE ADEQUAÇÃO DE MEDIDAS DE SCI


5.3.1 Prazos para adaptação à LC n.º 14.376/13

• 30 dias – extintores, TPCI e sinalização de emergência

• 12 meses – saídas de emergência, iluminação de emergência,


alarme e detecção de incêndio, plano de emergência

• 24 meses – demais medidas de segurança contra incêndio


Solicitação de
Marco p/ nova Solicitação de
contagem Vistoria nova
de prazos Vistoria

Extintores, Saídas, iluminação, alarme e Demais medidas


sinalização e detecção, plano de emergência
TPCI
CA
30 d 12 m 24 m

APPCI APPCI APPCI

Data limite para instalação


de todas as medidas =
27 de dezembro de 2019
5.3.2 Inviabilidade técnica

Diretrizes para medidas compensatórias = Anexo “C” da


RTCBMRS n.º 05 – Parte 7/2016

Não se aplica à divisão F-6

Tombados, históricos e inventariados = documento com


intervenções admissíveis, recomendáveis e não-permitidas
5.3.2 Inviabilidade técnica

CLCB PSPCI Demais


• RTCBMRS n.º 05
– Parte 2/2016
• RTCBMRS n.º • RTCBMRS n.º
05 – Parte 05 – Parte
3.1/2016 1.1/2016
5.3.3 Dispensa de adequação

• Larguras e enclausuramento de escadas


Regularizadas até e rampas
1997 • Sistemas hidráulicos, caso não instalados

• Saídas de emergência
Regularizadas • Instalações hidráulicas
entre 1997 e 2013

- Exceção F-6;
- População máxima compatível com a saída de emergência;
- Escadas e rampas NUNCA INFERIORES a 80 centímetros.
5.4 Ampliação de área

• EXISTENTE
Até 10% • MAAC – Renovação entra para análise
• Exceção: CLCB e PSPCI = NOVA REGULARIZAÇÃO

• EXISTENTE
10 a 100% • Novo PPCI = LC n.º 14.376/2013
• COM INVIABILIDADE TÉCNICA

• A CONSTRUIR
Acima de 100% • Novo PPCI = LC n.º 14.376/2013
• SEM INVIABILIDADE TÉCNICA

A partir da segunda • A CONSTRUIR


• Novo PPCI = LC n.º 14.376/2013
ampliação • SEM INVIABILIDADE TÉCNICA
5.5 Transição normativa

Processo
Administrativo
Legislação

IN n.º 001/2014
IN n.º 001.1/2014
RT n.º 05 – Parte 1/2014 Lei Estadual n.º 10.987/1997
RT n.º 05 – Parte 3/2014 Lei Municipal n.º 420/1998 (POA)

RTCBMRS n.º 05 – Parte 1.1/2016 Lei Complementar n.º 14.376/2013


RTCBMRS n.º 05 – Parte 3.1/2016
5.5.1 Transição para a LC n.º 14.376/13

Não se aplica às divisões F-5, F-6, F-11, F-12,


M-2 e grupo L

Data máxima: 27 de dezembro de 2019 –


responsabilidade do proprietário

APPCI pela legislação antiga paralelo à


tramitação do novo Plano
TRANSIÇÃO PARA A LC N.º 14.376/2013

Art. 7º
II – As edificações e áreas de risco de incêndio existentes regularizadas, definidas no art. 6º, inciso XVII, alínea
“a”, da Lei Complementar nº 14.376/2013 e alterações, que possuam PPCI/PSPCI PROTOCOLADO
NO CBMRS, no período de 28 de abril de 1997 até 26 de dezembro de 2013, poderão obter e renovar o
APPCI até 27 de dezembro de 2019 obedecendo à legislação e regulamentação vigente à época do protocolo
de análise, exceto as divisões F-5, F-6, F-11, F-12, M-2 e o grupo L; e

Regra: PPCI/PSPCI
protocolado
Lei Estadual entre 1997
n.º 10.987/97 e 2013
Transição legislativa das
TRANSIÇÃO PARA A LC N.º 14.376/2013
edificações existentes

Art. 7º
I – as edificações e as áreas de risco de incêndio existentes regularizadas, definidas no art. 6º, inciso XVII, alínea “a”, da Lei
Complementar nº 14.376/2013 e alterações, que possuam PROJETO PROTOCOLADO NA PREFEITURA MUNICIPAL no
período de 28 de abril de 1997 até 26 de dezembro de 2013, desde que possuam PPCI/PSPCI PROTOCOLADO NO CBMRS
até a entrada em vigor da Lei Complementar nº 14.924, de 22 de setembro de 2016, poderão obter e renovar o APPCI até 27 de
dezembro de 2019 obedecendo à legislação e à regulamentação vigente à época do protocolo na Prefeitura Municipal, exceto as
divisões F-5, F-6, F-11, F-12, M-2 e o grupo L;

Exceção: PPCI/PSPCI
Legislação protocolado
Municipal até
23/10/16
Exemplo: Desde que possua projeto
LC n.º 420 protocolado na Prefeitura entre
Porto Alegre 1997 e 2013
TRANSIÇÃO PARA A LC N.º 14.376/2013

Em Art. 35-A. Os PPCI/PSPCI/CLCB de


tramitação: edificações ou de áreas de risco de
LC n.º incêndio a construir, PROTOCOLADOS A
14.376/13 PARTIR DE 27 DE DEZEMBRO DE 2013,
obedecerão à legislação e à
PPCI/PSPCI regulamentação vigentes à época do
protocolados protocolo para a primeira análise no
a partir de CBMRS ou CONSTANTE NA SUA
27/12/13 APROVAÇÃO, CASO JÁ TENHA SIDO
EMITIDA.
Já aprovado:
Legislação do
CA/CC
Exemplo: OBRIGATORIAMENTE DEVE TER
LC n.º 420
Porto Alegre
CERTIFICADO DE APROVAÇÃO
Arq. Lisiane Nunes
Arquiteta e Urbanista
Bacharel em Direito
Bacharel em Ciências Militares
Especialização em Bombeiro Militar
arquilisiane@gmail.com
Especialização em Gestão de Riscos
Mestranda em Engenharia Civil UFRGS