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A Nova Regulamentação

para Elaboração de PPCI


Arq. Lisiane Coelho Nunes Garcia do Nascimento
Um contexto de mudanças
RTCBMRS n.º 05, partes 01 e 03 – Mar/16

DE n.º 53.085 – Jun/16 – Altera o DE n.º 51.803/14

LC n.º 14.924 – Set / 16

DE n.º 53.280 – Nov/16 – Altera o DE n.º 51.803/14

RTCBMRS n.º 05, partes 01.1, 2, 03.1 e 7 – Nov/16

Lei Federal n.º 13.425 – Mar/16

RTT – Mai/17

Portarias e Instruções Normativas CBMRS


Um contexto de mudanças
Organização
normativa

Edificações
Responsabilidades
existentes

Principais
alterações

Isolamento de
Licenciamento
riscos
1. Organização normativa
1.1 Espécies normativas em SCI
Leis
Federais

Legislação Federal Decretos

Resoluções,
Portarias,
Instruções
Leis
Normativas Estaduais

Decretos
Legislação Estadual
Resoluções,
Portarias,
Instruções
Normativas
Leis
Municipais

Legislação Municipal Decretos

Resoluções,
Portarias,
Instruções
Normativas
1.2 “Normas especiais” em SCI

Serviços 700 m²

Comércio 300 m²

População ≥ 100
F-1 = 300 m²
Reunião de F-8 = 100 m²
Público F-6 = 50 m²

E = 150 m²
Estabelecimentos B = 1500 m²
H (clínicas) = 400 m²
1.2 “Normas especiais” em SCI

Qualquer
população
Idosos A-3: Residencial geriátrico
H-2: Asilo

Serviço
Comércio E-1: Ensino Fundamental
Crianças E-5: Pré-Escola
Reunião de Público
H-2: Orfanato
Estabelecimentos

E-6: Escola para PCD


Dificuldade de H-2: Hospital Psiquiátrico
H-3: Hospital
locomoção
1.2 “Normas especiais” em SCI

Qualquer
população
Líquido combustível e/ou inflamável: 400 l
GLP: 521 Kg
Grande quantidade de Explosivos: qualquer quantidade
material de alta
Serviço inflamabilidade
Comércio
Reunião de Público
Estabelecimentos 1 saída de emergência
Uma direção de saída VETADO
2 ou mais saídas de emergência na
mesma fachada
1.3 Principais inovações da legislação federal

“Normas especiais”

Competência do Poder Público Municipal

Atribuições dos Conselhos Profissionais

Ensino de SCI

Obrigatoriedade do Alvará do CB

Prazos para licenciamento

Extinção da licença provisória


1.4 Reorganização da legislação estadual

Lei Estadual n.º 14.376/13

Decreto Estadual n.º 51.803/14

Normas Específicas para cada Medida de


Resoluções Técnicas de Procedimento
Segurança Contra Incêndio

Instruções Normativas Portarias

Pareceres Técnicos

Decisões Administrativas
1.4 Reorganização da legislação estadual

• Resolução Técnica n.º 014/CCB-DTPI/2009


Brigada de Incêndio
• Resolução Técnica CBMRS n.º 14/2016
Extintores de Incêndio
• Resolução Técnica CBMRS n.º 11 – Parte 1/2016
Saídas de Emergência
• Resolução Técnica CBMRS n.º 16 /2017
Hidrantes Urbanos
1.4 Reorganização da legislação estadual

Acesso de Viaturas de • Instrução Técnica n.º 06/2011


Bombeiros
Compartimentação • Instrução Técnica n.º 09/2011
Horizontal e Vertical

Controle de Fumaça • Instrução Técnica n.º 15/2011

Controle de Materiais de • Instrução Técnica n.º 10/2011


Acabamento
Segurança Estrutural em • Instrução Técnica n.º 08/2011
Situação de Incêndio
1.4 Reorganização da legislação estadual
• ABNT NBR 17240/2010 e 11836/1991
Detecção e Alarme de Incêndio

• ABNT NBR 13714/2000


Hidrantes e Mangotinhos

• ABNT NBR 10898/2013


Iluminação de Emergência

• ABNT NBR 10897/2014


Chuveiros Automáticos

• ABNT NBR 15219/2005


Plano de Emergência

Sinalização de Emergência • ABNT NBR 13434-1 a 2/2004 e NBR 13434-3/2005

SPDA • ABNT NBR 5419/2015


1.5 Aplicação das normas

3.5 As resoluções técnicas, portarias e instruções normativas tem efeito imediato e geral aos
PPCI/PSPCI protocolados para primeira análise e cadastro eletrônico para obtenção do
CLCB realizado a partir de sua entrada em vigor.

3.5.1 A aplicação retroativa das normas referidas no item 3.5 se dará:

a) nos dispositivos que contiverem esta previsão no texto da norma, de modo automático;

b) nos casos em que a norma otimizar o dimensionamento de medidas de segurança


contra incêndio, por opção do proprietário ou responsável pelo uso da edificação ou área
de risco de incêndio.
Lei Complementar n.º 14.376/2013 Transição para a Lei Complementar n.º 14.376/2013

Exigências de medidas da legislação em vigor na época do


PRIMEIRO PROTOCOLO
+ Exigências de medidas e regulamentação e normatização para
Regulamentação e normatização para dimensionamento e execução dimensionamento e execução de medidas de segurança contra
de medidas VIGENTES À ÉPOCA DO NOVO PROTOCOLO incêndio VIGENTES À ÉPOCA DO NOVO PROTOCOLO
1.5 Aplicação das normas

Lei Complementar n.º 14.376/2013


Exigências = PRIMEIRO PROTOCOLO
+
Dimensionamento e execução = NOVO PROTOCOLO
Afinal, como fica?

A Lei Estadual n.º 14.376/13 continua sendo aplicada


como está até a entrada em vigor da Lei Federal n.º
13.425/17

Até a entrada em vigor da da Lei Federal n.º


13.425/17 deverá ser publicada a alteração dos
dispositivos em contrário na Lei Estadual n.º
14.376/13

Caso não haja obrigatoriedade expressa de adaptação, as


edificações já licenciadas permanecem como estão. Os
efeitos atingem somente os novos PPCI – protocolados a
partir da entrada em vigor da Lei Estadual n.º 14.376/13 .
2. Responsabilidades
2.1 Entes envolvidos em SCI

CBMRS

Estabelecimentos Responsáveis
de ensino Técnicos

COESPPCI

Proprietário e
CREA / CAU Usuários da
Edificação

Prefeitura
Municipal
2.1 Entes envolvidos em SCI
2.2.1 Corpo de Bombeiros MILITAR

Pesquisa Prevenção

Investigação Combate
2.2.1 Corpo de Bombeiros Militar

LEI ESTADUAL n.º 14.376/2013

Art. 10. Compete ao CBMRS, ouvido seu corpo técnico, regulamentar, analisar
vistoriar, fiscalizar, aprovar as medidas de segurança, expedir o APPCI e aplicar as
sanções previstas nesta Lei Complementar, bem como estudar e pesquisar
medidas de segurança contra incêndio em edificações e áreas de risco de incêndio.
(Redação dada pela Lei Complementar n.º 14.924/2016)

Art. 16. Compete ao CBMRS realizar vistorias ordinárias e extraordinárias, de


acordo com a ocupação e uso das edificações. [...] (Redação dada pela Lei
Complementar n.º 14.924/2016)
2.2.1 Corpo de Bombeiros Militar

LEI FEDERAL N.º 13.425/2017

Art. 3o Cabe ao Corpo de Bombeiros Militar planejar, analisar, avaliar, vistoriar,


aprovar e fiscalizar as medidas de prevenção e combate a incêndio e a desastres
em estabelecimentos, edificações e áreas de reunião de público, sem prejuízo das
prerrogativas municipais no controle das edificações e do uso, do parcelamento e
da ocupação do solo urbano e das atribuições dos profissionais responsáveis pelos
respectivos projetos.

§ 1o Inclui-se nas atividades de fiscalização previstas no caput deste artigo a


aplicação de advertência, multa, interdição e embargo, na forma da legislação
estadual pertinente.
2.2.2 Responsável Técnico

Prestar informações corretas para instrução do PPCI / PSPCI

Elaborar o PrPCI – RT de PROJETO (dimensionar medidas conforme normas)

Apresentar para análise e vistoria os elementos exigidos nos Anexos “L” e “N” das RTCBMRS n.º 05, conforme o caso

Executar as medidas de segurança contra incêndio – RT de EXECUÇÃO (instalação e correto funcionamento conforme
normas)

Emitir as ART / RRT pertinentes

Emitir Laudos Técnicos ou providenciar emissão por outro profissional

Garantir que as instalações prediais não ofereçam risco de incêndio e iminente risco à vida

Assegurar as condições de conservação e funcionamento das medidas instaladas – RT de RENOVAÇÃO


2.2.3 Proprietário e Responsável pelo uso

Prestar informações corretas para instrução do PPCI / PSPCI / CLCB

Utilizar a edificação ou área de risco de incêndio para o fim que foi declarado no PPCI / PSPCI / CLCB

Providenciar a manutenção das medidas de segurança contra incêndio instaladas

Solicitar a renovação do APPCI, com a antecedência mínima de 2 (dois) meses

Realizar procedimento para regularização junto ao CBMRS ou atualizar o PPCI / PSPCI, conforme o caso

Manter documentos obrigatórios na edificação, conforme as RTCBMRS

Providenciar a instalação das medidas de segurança contra incêndio nas edificações enquadradas em PSPCI e
CLCB
2.2.4 Responsabilidades – Prefeitura Municipal

Art. 57. Os municípios deverão atualizar sua legislação, recepcionando o disposto na


presente Lei Complementar, no prazo máximo de 12 (doze) meses a partir da publicação
da sua regulamentação. (Redação dada pela Lei Complementar n.º 14.555/14)

Art. 57-A. A atualização da legislação municipal sobre segurança, prevenção e proteção


contra incêndios suplementará o disposto nesta Lei Complementar, a partir de sua
regulamentação, assegurada a autonomia e independência dos municípios nos assuntos
de interesse local. (Incluído pela Lei Complementar n.º 14.555/14)

Art. 24. As legislações municipais devem seguir o mesmo padrão e exigências mínimas
desta legislação.
2.2.4 Responsabilidades – Prefeitura Municipal

Art. 2o O planejamento urbano a cargo dos Municípios deverá observar normas


especiais de prevenção e combate a incêndio e a desastres para locais de grande
concentração e circulação de pessoas, editadas pelo poder público municipal,
respeitada a legislação estadual pertinente ao tema.
2.2.4 Responsabilidades – Prefeitura Municipal

Art. 4º

§ 4o Além do disposto neste artigo, cabe ao poder público municipal requerer outros
requisitos de segurança nos estabelecimentos, nas edificações e nas áreas de reunião de
público, considerando-se:

I - a capacidade e a estrutura física do local;

II - o tipo de atividade desenvolvida no local e em sua vizinhança; e

III - os riscos à incolumidade física das pessoas.


2.2.4 Responsabilidades – Prefeitura Municipal

Art 5º§

4o Constatadas condições de alto risco pelo poder público municipal ou pelo Corpo
de Bombeiros Militar, o estabelecimento ou a edificação serão imediatamente
interditados pelo ente público que fizer a constatação, assegurando-se, mediante
provocação do interessado, a ampla defesa e o contraditório em processo administrativo
posterior.
2.2.4 Responsabilidades – Prefeitura Municipal

Art. 10. O poder público municipal e o Corpo de Bombeiros Militar manterão


disponíveis, na rede mundial de computadores, informações completas sobre todos os
alvarás de licença ou autorização, ou documento equivalente, laudos ou documento
similar concedidos a estabelecimentos, edificações e áreas de reunião de público, com
atividades permanentes ou temporárias.
§ 1o A obrigação estabelecida no caput deste artigo aplica-se também:
I - às informações referentes ao trâmite administrativo dos atos referidos no caput
deste artigo; e
II - ao resultado das vistorias, perícias e outros atos administrativos relacionados à
prevenção e ao combate a incêndio e a desastres.
2.2.5 Responsabilidades – Conselhos
Profissionais

Art. 21. Os órgãos de fiscalização do exercício das profissões de engenheiro e


arquiteto, disciplinadas respectivamente pela Lei no 5.194, de 24 de dezembro de 1966,
e pela Lei no 12.378, de 31 de dezembro de 2010, em seus atos de fiscalização, exigirão a
apresentação dos projetos técnicos elaborados pelos profissionais, devidamente
aprovados pelo poder público municipal.
§ 1o Nos projetos técnicos referidos no caput deste artigo incluem-se, conforme o
caso, projetos de arquitetura, cálculo estrutural, instalações prediais, urbanização e
outros a cargo de profissionais das áreas de engenharia e de arquitetura.
§ 2o Se a edificação estiver sujeita a projeto de prevenção de incêndios, também
será exigida a sua apresentação aos órgãos de fiscalização profissional.
2.2.6 Responsabilidades – Estabelecimentos de Ensino

Art. 8º Os cursos de graduação em Engenharia e Arquitetura em funcionamento no


País, em universidades e organizações de ensino públicas e privadas, bem como os
cursos de tecnologia e de ensino médio correlatos, incluirão nas disciplinas ministradas
conteúdo relativo à prevenção e ao combate a incêndio e a desastres.

Parágrafo único. Os responsáveis pelos cursos referidos no caput deste artigo terão o
prazo de seis meses, contados da entrada em vigor desta Lei, para promover as
complementações necessárias no conteúdo das disciplinas ministradas, visando a
atender o disposto no caput deste artigo.
3. Licenciamento
3.1 Formas de licenciamento

Cadastramento
PSPCI
eletrônico
PPCI forma
completa

Alvará Certificado
APPCI CLCB

Licenciamento
CBMRS
3.1.1 Definição do procedimento administrativo

Ocupação

Área

Pavimentos

Grau de Risco de
Incêndio
3.1.2 Planos simplificados
Art. 21
Lei Estadual

Requisitos Restrições RT 05 –
03.1/2017

Divisões G-3, G-5, G-6, M-1, M-2, M-5 e


Área TOTAL até 750 m² - REGRA, ou M-6 e grupo F com risco médio e alto
1.500 m² - F-11 e F-12
Depósitos e revendas de GLP a partir de
521 Kg

Até 3 pavimentos Combustíveis, inflamáveis e explosivos

Central de GLP
Risco baixo ou médio
Elevado risco de incêndio e sinistro
3.1.3 CLCB
Art. 4º, § 2º
Lei Estadual

Requisitos Restrições RT 05 -
02/2017

Divisões F-5, F-6, F-7, F-11, F-12, G-3, G-4, G-


Área TOTAL até 200 m² 5, G-6 e grupos L e M

Depósitos ou áreas de manipulação de


combustíveis, inflamáveis, explosivos ou
substâncias de alto potencial lesivo
Até 2 pavimentos

Mais de 26 kg de GLP

Risco baixo ou médio


Subsolo com área superior a 50 m²
3.1.4 Características dos procedimentos eletrônicos

CLCB
Não tem ENCAMINHADO
Não tem PELO
vistoria
planta PROPRIETÁRIO
ordinária
PSPCI
Risco baixo

Tramitam
Eletrônicos em ordem ENCAMINHADO
PSPCI PELO
separada
Risco Médio RESPONSÁVEL
TÉCNICO
3.1.4.1 Planos simplificados com risco médio

TAXA ÚNICA

ENCAMINHAR APÓS
OBRA PRONTA

Medidas diferentes da
Tabela 5 ou inviabilidade
técnica = PPCI

Sem ART/RRT de
renovação no risco médio
até 750 m²
TEM ANÁLISE!!!
Observar RTCBMRS de
medidas de SCI
específicas
3.1.4.2 Planos simplificados com risco baixo

OBSERVAR AS Os critérios de
EXIGÊNCIAS DE MEDIDAS dimensionamento e
NO DECRETO execução das medidas de
segurança contra incêndio
estão na RTCBMRS n.º 05 –
Medidas diferentes da Parte 3.1/2016
Tabela 5 ou inviabilidade
técnica = PPCI
TEM
ENCAMINHAR APÓS ANÁLISE!!!
OBRA PRONTA

NÃO APRESENTAR
ART/RRT
3.1.4.3 CLCB

OBSERVAR AS NÃO TEM


EXIGÊNCIAS DE MEDIDAS
DA RTCBMRS ANÁLISE!!!

Medidas diferentes da
Tabela 5 ou inviabilidade
técnica = PPCI

ENCAMINHAR APÓS
OBRA PRONTA

NÃO APRESENTAR
ART/RRT
Diretrizes nacionais
Lei Complementar n.º 123/2006
Art. 6o Os requisitos de segurança sanitária, metrologia, controle ambiental e prevenção contra incêndios,
para os fins de registro e legalização de empresários e pessoas jurídicas, deverão ser simplificados,
racionalizados e uniformizados pelos órgãos envolvidos na abertura e fechamento de empresas, no âmbito
de suas competências.

§ 1o Os órgãos e entidades envolvidos na abertura e fechamento de empresas que sejam responsáveis pela
emissão de licenças e autorizações de funcionamento somente realizarão vistorias após o início de
operação do estabelecimento, quando a atividade, por sua natureza, comportar grau de risco compatível com
esse procedimento.

Lei Federal n.º 11.598/2007


Art. 5o Para os fins de registro e legalização de empresários e pessoas jurídicas, os requisitos de segurança
sanitária, controle ambiental e prevenção contra incêndios deverão ser simplificados, racionalizados e
uniformizados pelos órgãos e entidades que componham a Redesim, no âmbito das respectivas competências.

§ 1o As vistorias necessárias à emissão de licenças e de autorizações de funcionamento poderão ser realizadas


após o início de operação do estabelecimento quando a atividade, por sua natureza, comportar grau de risco
compatível com esse procedimento.
Cuidado!

27
Advertência
Infrações

Natureza:
Leve,
Multa média,
grave e
gravíssima

Caráter
Interdição
educativo
Cuidado!
Cuidado!
Cuidado!
3.1.4.4 PPCI na forma completa
3.1.4.4 PPCI na forma completa
• Sinalização de Emergência (Exceto orientação e salvamento)
• Iluminação de Emergência (exceto balizamento)
SOMENTE ANÁLISE DO

• Controle de Materiais de Acabamento e Revestimento


• Segurança Estrutural em Incêndio
• Compartimentação Horizontal e/ou Vertical
MDASCI

• Chuveiros Automáticos
• Detecção de Incêndio
• Controle de Fumaça
• Sistema de Proteção Contra Descargas Atmosféricas
• Sistema de espuma e resfriamento, controle de temperatura e pó
• Brigada de Incêndio
• Plano de Emergência
• Riscos Específicos
NORMAS APLICÁVEIS
QUESTÃOÀIMPORTANTE!
SCI NO RS

Conceituais

Técnicos

PPCI
Executivos
X
PrPCI
Operacionais

OS BOMBEIROS ANALISAM OS PROJETOS DE SCI?


3.1.4.4 PPCI na forma completa

CÓPIA do comprovante de pagamento de taxa de análise

Procuração do proprietário (se necessário)

Anotação de Responsabilidade Técnica – ART, ou Registro de Responsabilidade


Técnica – RRT, de projeto OU projeto e execução

Memorial Descritivo de Análise para Segurança Contra Incêndio – MDASCI

Plantas de situação/localização, plantas baixas e corte (somente para


isolamento de riscos)
3.1.4.4 PPCI na forma completa
3.1.4.4 PPCI na forma completa

CÓPIA do comprovante de pagamento de taxa de vistoria

Anotação de Responsabilidade Técnica – ART, ou Registro de


Responsabilidade Técnica – RRT, de execução E dos laudos
técnicos emitidos

Memorial Descritivo de Vistoria para Segurança Contra Incêndio –


MDVSCI

Laudos Técnicos pertinentes


3.1.4.4 PPCI na forma completa

• Compartimentação Horizontal e/ou Vertical - Anexo “M.1”

• Laudo Técnico de Isolamento de Riscos - Anexo “M.2”

• Laudo Técnico de Segurança Estrutural em Incêndio - Anexo “M.3”

• Laudo Técnico de Controle de Materiais de Acabamento e Revestimento


- Anexo “M.4”

• Laudo Técnico de Equipamentos de Utilização de Público - Anexo “M.5”


3.1.4.4 PPCI na forma completa

PrPCI impresso
Certificados de Treinamento de Plano de
Prevenção e Combate a Incêndio – TPCI Emergência

Fundamentação dos Laudos Técnicos dos


APPCI e CA
laudos técnicos riscos específicos

Certificados de TPCI e o Plano de Emergência poderão ser elaborados em, no máximo,


30 (trinta) dias após a habitação total ou parcial da edificação.
3.1.4.4 PPCI na forma completa

As distâncias a percorrer e distâncias de cobertura das medida de segurança


contra incêndio indicadas na Tabela L.1, do Anexo “L” continuam sendo
analisadas, porém NÃO DEVEM SER REPRESENTADAS EM PLANTA COM
LINHAS

Na vistoria, será verificada a EXISTÊNCIA dos chuveiros automáticos e dos


detectores de incêndio.
3.1.4.4 PPCI na forma completa

Protocolo em uma via – 2ª via opcional, mediante taxa

Simbologia conforme RTCBMRS n.º 05 – Parte 8/2016

Permanece na edificação apenas o CA

Na retirada do APPCI, entrega-se somente a mídia eletrônica


com o PrPCI
3.1.4.4 PPCI na forma completa

áreas comuns

“B1”, “C2”, “C3”, “F3”


estabelecimentos comerciais com
e “F4” serão área superior a 750 m²
analisados e
vistoriados, conforme
estabelecimentos comerciais nos
o Anexo “L”, apenas: quais sejam instalados, em seu
interior, hidrantes e mangotinhos e
alarme de incêndio,
independentemente de área

UM ÚNICO PPCI!!!
3.1.4.4 PPCI na forma completa

Extintores de incêndio: 01 (um) extintor de incêndio de Pó Químico Seco


(PQS), com capacidade extintora de 2-A:20-B:C, a cada 150 m²

Estabelecimentos com
área total igual ou Sinalização de emergência: placa de sinalização de saída de
inferior a 750 m² não emergência, fotoluminescente, com dimensão mínima de 300 x 150
serão objeto de análise e mm
vistoria.

Devem ser instalados: Saídas de emergência: acessos demarcados, bem como escadas e
portas desobstruídas

Brigada de Incêndio: 01 (uma) pessoa com Treinamento de Prevenção e


Combate a Incêndio – TPCI, por turno de funcionamento
3.1.4.4 PPCI na forma completa

•6 meses a partir da
Análise NCA

•2 anos a partir do CA
Vistoria ou NCV
3.1.4.4 PPCI na forma completa

FACT MAAC FAL


- Dados;
- Ampliação de área até - Alteração sem
- Atividade sem 10%, uma vez; supressão ou acréscimo
mudança de divisão; de medidas;
- Novo APPC com
- Outras solicitações. mesma validade do - Continua com mesmo
anterior. APPC.
3.2 Validade do licenciamento

Indefinida - CLCB

5 anos – Regra PPCI e PSPCI

2 anos – Grupo F risco médio e alto, locais de elevado risco de incêndio e sinistro

Locais de elevado risco de incêndio e sinistro – RTCBMRS n.º 05 – Parte 1.1/2016

- indústria e/ou depósito, como ocupação predominante, com armazenamento ou manipulação de líquidos combustíveis e/ou
inflamáveis, em volume total superior a 400 litros;
- divisão G-3 com tanques de combustíveis não enterrados;
- depósitos e revendas de gases inflamáveis e/ou combustíveis, a partir de 521 Kg;
- explosivos;
- divisões M-1 (túneis), M-2 (inflamáveis e combustíveis), M-5 (silos) e M-6 (central energia);
- carga de incêndio superior a 1200 MJ/m².
3.3 Licenças provisórias

Alvará Certificado
APPCI CLCB

Licenças de
Funcionamento
Prefeitura

Licenças Provisórias – Com protocolo de PPCI/PSPCI/CLCB


Art. 5º, §§ 2º, 3º e 4º

- Estado e Município
- Risco baixo e MÉDIO; serviços de caráter essencial, independentemente do risco
- ART/RRT de projeto e execução
- Excluídos: F-5 e F-6
- 1 ano + 1 ano (Certidão CBMRS – Portaria n.º 005/2016)
3.3 Licenças provisórias

Art. 4º O processo de aprovação da construção, instalação, reforma, ocupação ou


uso de estabelecimentos, edificações e áreas de reunião de público perante o poder
público municipal, voltado à emissão de alvará de licença ou autorização, ou
documento equivalente, deverá observar:

V - as exigências fixadas no laudo ou documento similar expedido pelo Corpo


de Bombeiros Militar, por força do disposto no art. 3° desta Lei.

Validade da licença = validade do APPCI/CLCB


3.4 Exigência de licenciamento - generalidades

Construção / Regularização de edificação existente /


Evento Temporário

Mudança de divisão / Aumento do grau de risco de


incêndio / Alteração da capacidade de lotação

Ampliação de área construída / Aumento de altura


3.4 Exigência de licenciamento - generalidades

Residências
exclusivamente
Edificações de uso
unifamiliares localizadas
residencial
em edificação com
exclusivamente
ocupação mista de até 2
unifamiliares
(dois) pavimentos, com
acessos independentes

Art. 4º, § 1º
Lei Estadual
Empreendedor que
Propriedades destinadas utilize residência RTT/2017
a atividades unifamiliar como ponto
agrossilvipastoris, de referência para
excetuando-se silos e correspondência, sem
armazéns atendimento ao público
ou estoque de materiais.
3.4.1 Exigência de licenciamento – condomínios
horizontais
Instalar ACESSO DE VIATURAS com
largura mínima útil de 5 m, não
Dispensados CLCB sendo objeto de análise e vistoria
ordinária pelo CBMRS.
A área a ser considerada será igual
a zero.
Até 120m entre o portão de Distância entre 120 e 900m
acesso até a porta principal Instalar HIDRANTE URBANO E DE
da edificação mais distante
OU ACESSO DE VIATURAS com largura
Distância superior a 900m mínima útil de 5 m, não sendo
objeto de análise e vistoria
Sem edificações de uso +
comum ordinária pelo CBMRS.
Sem edificações de uso A área a ser considerada será igual
comum a zero.

Sem central de GLP


Sem central de GLP
3.4.1 Exigência de licenciamento – condomínios
horizontais

Licenciamento independente
Até 120m entre o portão de acesso até a
porta principal da edificação mais distante
PPCI/PSPCI/CLCB
COM edificações de uso comum
separados para cada
edificação de uso
comum
Sem central de GLP
3.4.1 Exigência de licenciamento – condomínios
horizontais

PPCI - Para fins de emissão de taxas


e exigências de medidas de
segurança contra incêndio,
deverá ser considerado o
somatório da área total
Superior a 120m entre o portão de acesso até
construída de todas as
a porta principal da edificação mais distante
edificações de uso comum.

- Para fins de dimensionamento


COM edificações de uso comum e execução de medidas de
segurança contra incêndio,
deverá ser considerada a área a
ser protegida de cada edificação
de uso comum separadamente,
Com ou sem central de GLP
quando isoladas.
3.4.1 Exigência de licenciamento – condomínios
horizontais

PPCI
Independentemente da distância entre o
portão de acesso até a porta principal da
edificação mais distante - Caso não existam
edificações de uso
comum, a área a ser
Com ou sem edificações de uso comum
considerada será igual
a zero.

COM central de GLP


3.4.1 Exigência de licenciamento – condomínios
horizontais

4.4.6 Os salões de festas, portarias, guaritas, salas de jogos, musculação ou ginástica e


demais ocupações subsidiárias das Divisões A-1 e A-2 serão considerados como
pertencentes à respectiva ocupação predominante.

4.4.6.1 As exigências de medidas de segurança contra incêndio serão as determinadas para


a ocupação do Grupo A, constantes na Tabela 5 ou Tabela 6A, do Decreto Estadual n.º
51.803/2014, e suas alterações, RTCBMRS n.º 05 – Parte 02/2016, e suas alterações,
RTCBMRS n.º 05 – Parte 3.1/2016, e suas alterações e RTCBMRS n.º 05 – Parte 07/2016, e
suas alterações, conforme as características da edificação.

4.4.6.2 Para o dimensionamento e execução das saídas de emergência, as ocupações


subsidiárias deverão ser enquadradas de acordo com a atividade a ser desenvolvida dentro
da dependência.
4. Isolamento de riscos
4.1 Isolamento de riscos - generalidades

4.12.1 As edificação(ões) e parte(s) de edificação(ões) ou área(s) de risco de incêndio isoladas PODERÃO


ter processos administrativos independentes para obtenção de APPCI e/ou CLCB.

4.12.1.1 No caso de encaminhamento de um único PPCI, na forma completa, para edificações e/ou parte(s)
de edificação(ões) ou área(s) de risco de incêndio isoladas, será emitido um único APPCI, que poderá ser
FRACIONADO à medida que cada edificação ou parte de edificação isolada seja vistoriada e aprovada pelo
CBMRS.

4.12.1.1.1 Deverão ser acrescentadas sucessivamente ao APPCI as áreas licenciadas, constando em


observação as edificações e/ou partes de edificação(ões) isoladas contempladas, cancelando os APPCI
emitidos anteriormente e permanecendo inalterada a data de validade do primeiro APPCI emitido.

4.12.1.1.2 O disposto no item 4.12.1.1 aplica-se somente quando todas as edificação(ões) ou e/ou parte(s)
de edificação(ões) ou área(s) de risco de incêndio isoladas do mesmo PPCI estiverem INICIALMENTE
DESABITADAS, independentemente de serem consideradas existentes ou a construir de acordo com a LC
n.º 14.376/2016.
4.1 Isolamento de riscos - generalidades

4.12.1.1.3 Aplica-se o disposto nos itens 4.1.12, 4.1.12.1 e 4.1.12.1.1 às partes de edificação em
construção, com ou sem isolamento de riscos, desde que seja RESTRINGIDA A UTILIZAÇÃO DA
PARTE NÃO CONCLUÍDA.

Parte isolada 2

APPCI
Parte isolada 1 A=1+2
23/06/2022
APPCI
A=1
23/06/2022
4.2 Isolamento de riscos por separação de áreas

3 HORAS
Risco alto

2 HORAS
Riscos baixo e
médio
4.2 Isolamento de riscos por separação de áreas

Risco baixo
1,2 m
Mesmo ou médio
paramento
2m Risco alto
Distância entre aberturas

Horizontal
Paredes
3m
opostas
Todas as
Vertical 3m
situações
4.2 Isolamento de riscos por separação de áreas
Mesmo TRRF exigido para
os elementos de
separação.
4.2 Isolamento de riscos por separação de áreas
4.2 Isolamento de riscos por separação de áreas

Risco baixo
1,2 m
Mesmo ou médio
paramento
2m Risco alto
Horizontal
Paredes
3m
opostas

Prolongamento da parede de
Recuo de uma área isolada em
isolamento em direção ao exterior da
relação à outra, com dimensão
edificação, com dimensão mínima
mínima horizontal de 0,90 m
horizontal de 0,90 m
4.2 Isolamento de riscos por separação de áreas
4.2 Isolamento de riscos por separação de áreas

Recuo
mínimo de
Todas as
Vertical 3m 3 m de um
situações pavimento
isolado em
relação ao
outro
Aba ou marquise corta-fogo com balanço
mínimo de 0,90 m

Recuo mínimo de 0,90 m de um pavimento


isolado em relação ao outro

1,2 m
Recuo mínimo de 0,90 m de um pavimento
isolado em relação ao outro
4.2 Isolamento de riscos por separação de áreas
4.2 Isolamento de riscos por separação de áreas
4.2 Isolamento de riscos por separação de áreas
4.2 Isolamento de riscos por separação de áreas

Acessos independentes, vedada qualquer


comunicação interna através de aberturas.

4.12.2.5 Em qualquer caso de isolamento de riscos, as instalações elétricas,


hidrossanitárias, de ventilação, rede lógica e demais sistemas da edificação deverão ser
independentes para cada área isolada por separação de áreas em uma mesma edificação
ou afastamento entre edificações.
4.2 Isolamento de riscos por separação de áreas

4.12.2.5.1 É permitida a passagem de:

a) ramais troncais de rede lógica e elétrica, estritamente necessárias para a distribuição


das redes;

b) instalações hidrossanitárias de passagem ou tubulações de queda, caixas ou ralos


estritamente necessários à ligação com a rede pública.

4.12.2.5.1.1 A passagem deverá ser realizada através de shafts isolados e sem acesso à
inspeção, com proteção passiva contra incêndio (selagem corta-fogo) em todas as
saídas do shaft, devendo sempre garantir o mesmo TRRF exigido para os demais
elementos do sistema
de isolamento de risco.

4.12.2.5.1.2 As caixas e os ralos e tubulações conexas deverão possuir proteção


passiva contra incêndio (selagem corta-fogo) em todas as penetrações nos elementos do
sistema de isolamento de risco, devendo sempre garantir o mesmo TRRF exigido.
4.2 Isolamento de riscos por separação de áreas

4.12.2.6 No caso de edificações que possuam coberturas sem proteção por laje corta-
fogo, a parede de isolamento deverá:

a) estender-se, no mínimo, 1 m acima da face superior do elemento de vedação mais


baixo da cobertura, quando as coberturas das áreas isoladas estiverem no MESMO NÍVEL,
conforme Figura 14, do anexo único, desta RTCBMRS;

b) estender-se, no mínimo, 1 m acima da face superior do elemento de vedação mais


baixo da cobertura mais baixa e, adicionalmente, 0,5 m acima da face superior do
elemento de vedação mais baixo da cobertura mais alta, quando as coberturas das áreas
isoladas estiverem em NÍVEIS DIFERENTES, conforme Figura 15, do anexo único, desta
RTCBMRS.
4.2 Isolamento de riscos por separação de áreas
4.3 Isolamento de riscos por afastamento de
edificações
Afastamento entre
edificações

Todas as
5m
situações
IMPORTANTE!!!

4.11 Para as edificações com ocupação mista sem isolamento de riscos, deverá ser
considerado como maior nível de segurança, para fins de definição das medidas de
segurança contra incêndio exigidas e seu dimensionamento:

a) o maior grau de risco de incêndio dentre as ocupações predominantes;

b) a ocupação predominante que possuir o maior número de medidas de segurança


contra incêndio exigidas pelas tabelas do Decreto 51.803/2014, e suas alterações, caso
as ocupações predominantes possuam mesmo grau de risco de incêndio.

4.11.1 O disposto no item 4.11 NÃO SE APLICA ÀS EDIFICAÇÕES E ÁREAS DE


RISCO DE INCÊNDIO COM OCUPAÇÃO MISTA QUE ABRIGUEM AS DIVISÕES F-5
E/OU F-6 SEM ISOLAMENTO DE RISCOS. Neste caso, as divisões F-5 e F-6 definirão
as medidas de segurança contra incêndio e seu dimensionamento.
5. Edificações Existentes
5.1 Enquadramento

Regularizadas Não Regularizadas

Habite-se
Fotografias, com data

Projeto PROTOCOLADO na Prefeitura

Documentos públicos ou particulares SEM área


PPCI/PSPCI PROTOCOLADO no CBMRS
ou ocupação

Documentos PÚBLICOS c/ área e ocupação


Outros registros, mediante aprovação do
Certidão de Preservação, Declaração de Valor CBMRS
cultural ou equivalente
5.2 Exigências

REGULARIZADAS
Medidas de segurança
Tabelas Anexo “A” RTCBMRS n.º 05 – Parte
7/2016

NÃO REGULARIZADAS
Medidas de segurança
Tabelas Decreto Estadual n.º
51.803/2014
5.3 Prerrogativas

PRAZOS PARA ADAPTAÇÃO À LC N.º 14.376/2013

INVIABILIDADE TÉCNICA e MEDIDAS COMPENSATÓRIAS

DISPENSA DE ADEQUAÇÃO DE MEDIDAS DE SCI


5.3.1 Prazos para adaptação à LC n.º 14.376/13

• 30 dias – extintores, TPCI e sinalização de emergência

• 12 meses – saídas de emergência, iluminação de emergência,


alarme e detecção de incêndio, plano de emergência

• 24 meses – demais medidas de segurança contra incêndio


5.3.2 Inviabilidade técnica

Diretrizes para medidas compensatórias = Anexo “C” da


RTCBMRS n.º 05 – Parte 7/2016

Não se aplica à divisão F-6

Tombados, históricos e inventariados = documento com


intervenções admissíveis, recomendáveis e não-permitidas
5.3.2 Inviabilidade técnica

CLCB PSPCI Demais


• RTCBMRS n.º 05
– Parte 2/2016
• RTCBMRS n.º • RTCBMRS n.º
05 – Parte 05 – Parte
3.1/2016 1.1/2016
5.3.3 Dispensa de adequação

• Larguras e enclausuramento de escadas


Regularizadas até e rampas
1997 • Sistemas hidráulicos, caso não instalados

• Saídas de emergência
Regularizadas • Instalações hidráulicas
entre 1997 e 2013

- Exceção F-6;
- População máxima compatível com a saída de emergência;
- Escadas e rampas NUNCA INFERIORES a 80 centímetros.
5.4 Ampliação de área

• EXISTENTE
Até 10% • MAAC – Renovação entra para análise
• Exceção: CLCB e PSPCI = NOVA REGULARIZAÇÃO

• EXISTENTE
10 a 100% • Novo PPCI = LC n.º 14.376/2013
• COM INVIABILIDADE TÉCNICA

• A CONSTRUIR
Acima de 100% • Novo PPCI = LC n.º 14.376/2013
• SEM INVIABILIDADE TÉCNICA

A partir da segunda • A CONSTRUIR


• Novo PPCI = LC n.º 14.376/2013
ampliação • SEM INVIABILIDADE TÉCNICA
5.5 Transição normativa

Processo
Administrativo
Legislação

IN n.º 001/2014
IN n.º 001.1/2014
RT n.º 05 – Parte 1/2014 Lei Estadual n.º 10.987/1997
RT n.º 05 – Parte 3/2014 Lei Municipal n.º 420/1998 (POA)

RTCBMRS n.º 05 – Parte 1.1/2016 Lei Complementar n.º 14.376/2013


RTCBMRS n.º 05 – Parte 3.1/2016
TRANSIÇÃO PARA A LC N.º 14.376/2013

Art. 7º
II – As edificações e áreas de risco de incêndio existentes regularizadas, definidas no art. 6º, inciso XVII, alínea
“a”, da Lei Complementar nº 14.376/2013 e alterações, que possuam PPCI/PSPCI PROTOCOLADO
NO CBMRS, no período de 28 de abril de 1997 até 26 de dezembro de 2013, poderão obter e renovar o
APPCI até 27 de dezembro de 2019 obedecendo à legislação e regulamentação vigente à época do protocolo
de análise, exceto as divisões F-5, F-6, F-11, F-12, M-2 e o grupo L; e

Regra: PPCI/PSPCI
protocolado
Lei Estadual entre 1997
n.º 10.987/97 e 2013
Transição legislativa das
TRANSIÇÃO PARA A LC N.º 14.376/2013
edificações existentes

Art. 7º
I – as edificações e as áreas de risco de incêndio existentes regularizadas, definidas no art. 6º, inciso XVII, alínea “a”, da Lei
Complementar nº 14.376/2013 e alterações, que possuam PROJETO PROTOCOLADO NA PREFEITURA MUNICIPAL no
período de 28 de abril de 1997 até 26 de dezembro de 2013, desde que possuam PPCI/PSPCI PROTOCOLADO NO CBMRS
até a entrada em vigor da Lei Complementar nº 14.924, de 22 de setembro de 2016, poderão obter e renovar o APPCI até 27 de
dezembro de 2019 obedecendo à legislação e à regulamentação vigente à época do protocolo na Prefeitura Municipal, exceto as
divisões F-5, F-6, F-11, F-12, M-2 e o grupo L;

Exceção: PPCI/PSPCI
Legislação protocolado
Municipal até
23/10/16
Exemplo: Desde que possua projeto
LC n.º 420 protocolado na Prefeitura entre
Porto Alegre 1997 e 2013
TRANSIÇÃO PARA A LC N.º 14.376/2013

Em Art. 35-A. Os PPCI/PSPCI/CLCB de


tramitação: edificações ou de áreas de risco de
LC n.º incêndio a construir, PROTOCOLADOS A
14.376/13 PARTIR DE 27 DE DEZEMBRO DE 2013,
obedecerão à legislação e à
PPCI/PSPCI regulamentação vigentes à época do
protocolados protocolo para a primeira análise no
a partir de CBMRS ou CONSTANTE NA SUA
27/12/13 APROVAÇÃO, CASO JÁ TENHA SIDO
EMITIDA.
Já aprovado:
Legislação do
CA/CC
Exemplo: OBRIGATORIAMENTE DEVE TER
LC n.º 420
Porto Alegre
CERTIFICADO DE APROVAÇÃO
5.5.1 Transição para a LC n.º 14.376/13

Não se aplica às divisões F-5, F-6, F-


11, F-12, M-2 e grupo L

APPCI pela legislação antiga paralelo


à tramitação do novo Plano
6. Ocupação F-7
6.1 Regulamentação
RTCBMRS n.º 05
Parte 4A/2017
Eventos
Temporários
Construções
Provisórias

RTCBMRS n.º 05
Parte 4B/2017
Espetáculos
Pirotécnicos

RTCBMRS n.º 05
Parte 4C/2017

PPCI naDivisão
formaF-7
completa
6.1 Regulamentação

RTCBMRS n.º 05
Espetáculo
Parte 4C/2017
pirotécnico
Espetáculo
pirotécnico RTCBMRS n.º 05
em evento Parte 4A/2017
temporário

Divisão F-7
Ciência

Arte
Direito

Legislação Aplicada à SCIP


Arq. Lisiane Coelho Nunes Garcia do Nascimento
LEGISLAÇÃO ESTADUAL
Material didático fornecido exclusivamente para
consulta do aluno. É permitida sua referência em
trabalhos de cunho acadêmico, desde que
devidamente citada a fonte.
É PROIBIDA SUA UTILIZAÇÃO PARA
QUAISQUER OUTRAS FINALIDADES
SEM A EXPRESSA LICENÇA DA AUTORA.
Arq. Lisiane Nunes
Arquiteta e Urbanista
Bacharel em Direito
Bacharel em Ciências Militares
Especialização em Bombeiro Militar
arquilisiane@gmail.com
Especialização em Gestão de Riscos
Mestranda em Engenharia Civil UFRGS