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BGP-4 Para Provedores

Lacier Dias | info@cloudcampus.com.br


BGP4 - Aula 01
Introdução ao Curso e ao BGP-4

Lacier Dias | info@cloudcampus.com.br


Apresentação do Curso
• Instrutor do Curso:
 Lacier Dias – Diretor de Produtos da Titânia Telecom, coordenando
as atividades de concepção, projeto, produção e aprimoramento dos
produtos da organização. Com foco em projetar soluções de
telecomunicações completas para os clientes com base em produtos
da organização ou projetando soluções sob medida a partir do zero
para projetos especiais.
 Atuou como responsável pelas redes da Titânia Telecom e Younet
Internet, onde coordenou as gerencias de administração do
Backbone (BGP, OSPF, MPLS e VRF), monitoramento, manutenção,
suporte nível 2 e 3, infraestrutura e expansão. Possui experiência de
mais de 6 anos com deployment de soluções Mikrotik por todo o
Brasil – incluindo regiões inóspitas. Possui as certificações Ubiquiti
Certified Trainer – UCT, RouterOS Mikrotik – Training, MTCNA,
MTCRE e MTCINE.
 http://br.linkedin.com/in/lacierdias
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OBJETIVO DE AULA

• Apresentação do Curso
• Apresentação da estrutura do curso e do cronograma
• Apresentação do ambiente online
• Instalação e ajuste do GNS3
• Instalação e ajuste do MK para GNS3
• Conceitos básicos do BGP
• iBGP x eBGP
• Quando usar BGP e quando não usar
• Atributos do BGP

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Apresentação do Curso

• O Curso de BGP-4 para Provedores tem como objetivos:

 Abordar através de teoria, simulados e muitos laboratório os recursos


do Protocolo BGP-4 usando o Mikrotik RouterOS como plataforma de
simulados e testes,

 Preparar os alunos para desmistificar o BGP-4 do seu AS de modo a


desvendar o BGP e as melhores práticas para um AS saudável,

 Promover um melhor entendimento do BGP-4 com seus muitos


recursos e possibilidades,

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Estrutura do Curso
• Conteúdo Programático e Agenda de Aulas.

Calendário BGP
Aula Dia Início Termino Conteúdo
1 03/fev 19:30 21:30 Introdução ao BGP-4
2 06/fev 19:30 21:30 Sessão BGP-4
3 10/fev 19:30 21:30 Entendendo e Manipulação atributos do BGP-4
4 13/fev 19:30 21:30 Recursos do BGP-4
5 17/fev 19:30 21:30 Conexões BGP-4 em um PTT e recursos especializados
6 20/fev 19:30 21:30 Práticas, Simulados e Problemas reais.

 As aulas são ministradas seguindo o horário de Brasília.

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Estrutura do Curso

• Todas as VClasses (aulas em tempo real) são


gravadas e posteriormente disponibilizadas para
consulta dos participantes.

• Todos os participantes terão acesso ao Moodle pelo


período de 3 meses, à contar da data de cadastro.

• Durante este período, dúvidas podem ser postadas


e serão respondidas diretamente por mim - e pelos
colegas que se interessarem em participar.

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Estrutura do Curso

• Notem que vocês estão com acesso à DOIS


ambientes no Moodle: BGP-4 e Alumni
CloudCampus.

• O primeiro serve para acesso às aulas em tempo


real (TR) e acesso aos fóruns de aula, gravações,
materiais, biblioteca, etc.
• O ambiente Alumni é onde vocês terão acesso aos
descontos e promoções exclusivas para alunos e
ex-alunos.

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Plataformas utilizadas

• O Curso será baseado no uso de duas plataformas


online: Moodle e o WizIQ (este que estamos
usando agora).
 O Moodle será usado como repositório de materiais, apoio - via
fóruns, encontros virtuais via CHAT e como controle da turma. Nos
slides a seguir, apresento o ambiente a vocês.

 O WizIQ será usado como “Sala de aula virtual”. Usaremos ele para
as aulas em tempo real, como esta que estamos tendo agora. O link
para as aulas será disponibilizado via Moodle, em, no máximo 12hs
antes do início da mesma. Portanto, fiquem ligados no Moodle!!!

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Plataforma: Moodle

• É muito importante que para um ótimo


aproveitamento do aluno ele leia o manual do
Moodle.

• Para isso temos o manual de instruções Moodle


para estudantes, disponível para download na
seção “Biblioteca”, do Moodle e apresentado aqui,
para vocês.

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Plataforma: Moodle

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Plataforma: WizIQ

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VirtualBox
• VirtualBox é um software open source que virtualiza
sistemas operacionais e dispositivos. Vamos usar ele para
virtualizar o Mikrotik e usa-lo no GNS3.
• Baixando a imagem do Mikrotik para aula:
 https://www.dropbox.com/s/jrzch8dzvf9bhnz/mk520.rar

• Baixando o VirtualBox:
 https://www.virtualbox.org/wiki/Downloads

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VirtualBox
• Baixando a maquina virtual do Mikrotik, vamos colocar ele
para funcionar no VirtualBox.
– Menu Maquina -> Acrescentar -> Localiza o arquivo mk.vbox - > clica
em abrir.
– Pronto sua maquina já está importada para o VirtualBox

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VirtualBox
• Agora um único ajuste se faz necessário.
– Botão direito na maquina virtual -> Configurações -> Rede
• Habilitar a Placa de rede, Colocar em modo bridge, escolher a placa de rede na sua
maquina que você acha melhor.
• Entrar em avançado e configurar igual a imagem.
• OK e Pronto.
– Sua maquina já está pronta para ser usada.

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VirtualBox
• Colocando a maquina virtual do Mikrotik para funcionar no
VirtualBox, vamos clonar ela para termos vários roteadores
para trabalhar. Vamos precisa de 7 roteadores.

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GNS3 – Graphical Network Simulator
• GNS3 é um software open source que simulam redes
complexas, sendo o mais próximo possível da forma como
redes reais realizar, tudo isso sem ter hardware de rede
dedicada, como roteadores e switches.

• Baixando GNS3: http://www.gns3.net/download/


– OBS: Baixar a versão GNS3 - v x.x.x all-in-one

• Baixando a imagem do Mikrotik para aula:


https://www.dropbox.com/s/jrzch8dzvf9bhnz/mk520.rar

• Baixando o VirtualBox:
https://www.virtualbox.org/wiki/Downloads

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GNS3 – Graphical Network Simulator
• Salve a imagem do MK em uma pasta de aula do curso,
• Inicie seu GNS3 e no Menu Editar > Preferências entre na opção VirtualBox,
• Click em “Test Settings”, tem q aparecer a frase verde da imagem,
• Entre na Aba VirtualBox Guest,
• Coloque um nome para Maquina Virtual,
• Em “VM List”, use uma das Virtuais,
• Coloque a quantidade interfaces,
• Salvar,
• Repita este processo para todas as Virtuais,

**OBS: Número máximo de interfaces 6.

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GNS3 – Graphical Network Simulator
• Agora Clique na opção aonde temos 4 dispositivos,
• Clique e araste o Item VirtualBox Guest,
• Escolha o Roteador que você quer,
• Assim temos nossos roteadores prontos,

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Introdução ao Roteamento
• Cada roteador utiliza o metodo hop-by-hop, que consiste em abrir os
cabeçalhos dos pacotes que recebe em busca do endereço IP do
destinatário, calcula o proximo salto mais proximo do seu destino e
entrega o pacote neste proximo salto.
• Este processo se repete até o pacote chegar ao seu destino.

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Introdução ao Roteamento
• Routing Information Base (RIB)
– A RIB é o local onde todas as informações acerca de roteamento IP estão
armazenadas. A RIB não é específica para algum protocolo de roteamento,
mas sim um repositório onde todos os protocolos colocam as suas rotas.
Uma rota é inserida na RIB, sempre que um protocolo aprende uma nova
rota.
– É importante entender que RIB não é utilizada para o encaminhamento de
pacotes e não é anunciada para o restante das redes às quais o roteador
está conectado. Este processo se repete até o pacote chegar ao seu
destino.

• Forwarding Information Base (FIB)


– A FIB é a base de dados onde estão todas as informações necessárias para
o encaminhamento dos pacotes relacionando as redes às respectivas
interfaces.
– A FIB contém todas as rotas que podem potencialmente serem anunciadas
aos roteadores vizinhos pelos protocolos de roteamento dinâmico.

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Introdução ao Roteamento
• E quando temos mais de um caminho para chegar na mesma rede,
como é feita a escolha????

 Rede mais especifica (CIDR),


 Métrica ou Custo,

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Quem é BGP-4 ?
• O BGP [RFCs 1771,1772,1773,1774,1657], é um protocolo de roteamento
inter-domínios, criado para uso nos roteadores principais da Internet.

• O BGP, protocolo de roteamento dinâmico, utilizado para comunicação entre


sistemas autônomos (ASs).

• O BGP foi projetado para evitar loops de roteamento em topologias arbitrarias,


o mais serio problema de seu antecessor, o EGP (Exterior Gateway Protocol).
Outro problema que o EGP não resolve - e é abordado pelo BGP - é o do
Roteamento Baseado em Politica (policy-based routing), um roteamento com
base em um conjunto de regras não técnicas, definidas pelos Sistemas
Autônomos.

• A função primária de um sistema BGP é trocar informação de acesso à rede,


inclusive informação sobre a lista das trajetórias dos ASs, com outros sistemas
BGP. Esta informação pode ser usada para construir um gráfico da
conectividade dos ASs a partir do qual loops de roteamento podem ser
detectados e reforçadas as políticas de decisão com outros ASs.
 Vídeo em português ganhador do concurso promovido pela associação
Europeia de PTTs. - http://www.youtube.com/watch?v=hswxxB5MpY8
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Quem é BGP-4 ?
• Atualmente na Versão 4, o protocolo BGP (Border Gateway Protocol) é um
protocolo do tipo “Distance Vector” utilizado para fazer a interconexão dos AS’s
e utiliza a porta 179 – TCP, para garantir a confiabilidade das informações.

• Os prefixos de rede são anunciados com uma lista dos AS’s que estão no
caminho (AS Path).

• A topologia interna de cada AS não é informada, mas somente as informações


sobre como encontrar as redes (reacheability).

• O BGP opera trocando informações sobre as redes por mensagens de NLRI


(Network Layer Reachability Information). As NLRI incluem um conjunto de
atributos do BGP e um ou mais prefixos com os quais esses atributos estão
associados.

• Uma vez estabelecida a conexão, os peers Inicialmente trocam entre si uma


tabela de roteamento completa.

• Posteriormente somente incrementos/modificações na tabela são informados.

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Quem é BGP-4 ?
• Durante a negociação para estabelecer ou mesmo já em funcionamento, uma
sessão BGP pode cair e devido a isso a operação básica do BGP também
precisa saber como lidar com essas situações.
• Para possibilitar várias atividades do BGP o protocolo define 4 tipos de
mensagens obrigatórias para todos os sistemas BGP:

– OPEN - utilizadas para o estabelecimento de uma conexão BGP;


– UPDATE - são utilizadas para os anúncios propriamente ditos, incluindo rotas que
devem ser incluídas na tabela e também rotas que devem ser removidos da tabela
BGP;
– KEEPALIVE - utilizadas para manter a conexão entre roteadores BGP caso não
existam atualizações através de mensagens UPDATE;
– NOTIFICATION - reportam erros e servem para representar possíveis problemas nas
conexões BGP;

• E ainda um tipo de mensagem adicional:


– ROUTE-REFRESH - Forma dinâmica de requisitar o re-anúncio de rotas de um peer.

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Estados de uma Conexão BGP
• A negociação de uma sessão BGP passa por diversos estados até o momento que é
propriamente estabelecida e é iniciada a troca de anúncios de prefixos de cada vizinho
BGP. Para demonstrar os estados possíveis na negociação, apresentamos a Figura
abaixo que ilustra a máquina de estados finitos:

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Estados de uma Conexão BGP
• IDLE: Este estado identifica o primeiro estágio de uma conexão BGP, onde o protocolo está
aguardando por uma conexão de um peer remoto.

• CONNECT: Nesta estado o BGP aguarda pela conexão no nível de transporte, com destino na porta
179.

• ACTIVE: O BGP tenta estabelecer comunicação com um peer inicializando uma conexão no nível de
transporte. Caso esta seja bem sucedida, passa-se ao estado OPENSENT. Se esta tentativa não for
bem sucedida, ele ficará alternando entre o estado de CONNECT e ACTIVE, isso reflete problemas
com a camada de transporte TCP.

• OPENSENT: Neste estado o BGP aguarda pela mensagem de OPEN e faz uma checagem de seu
conteúdo. Caso seja encontrado algum erro como número de AS incoerente ao esperado ou a própria
versão do BGP, envia-se uma mensagem tipo NOTIFICATION e volta ao estado de IDLE.

• OPENCONFIRM: Neste estado o BGP aguarda pela mensagem de KEEPALIVE e quando esta for
recebida, o estado segue para ESTABLISHED e a negociação do peer é finalmente completa. Com o
recebimento da mensagem de KEEPALIVE, é acertado o valor negociado de Hold Time entre os peers.
O sistema também envia periodicamente, segundo o tempo negociado, mensagens de KEEPALIVE. No
caso da ocorrência de eventos como desconexão ou intervenção do operador, retorna-se ao estado de
IDLE reiniciando a negociação da conexão.

• ESTABLISHED: Neste estado, o BGP inicia a troca de mensagens de UPDATE ou KEEPALIVE, de


acordo com o Hold Time negociado.

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eBGP x iBGP
• eBGP – Peering entre roteadores de diferentes AS’s.
• iBGP – Peering entre roteadores do mesmo AS.

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eBGP x iBGP - Split Horizon

• Um BGP speaker pode anunciar para seus vizinhos iBGP os prefixos IP que
aprendeu a partir de eBGP speakers.

• Um BGP speaker pode anunciar para seus vizinhos eBGP os prefixos IP que
aprendeu a partir de iBGP speakers

• Um iBGP speaker não pode anunciar para iBGP speakers, os prefixos IP que
aprendeu de iBGP speakers

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Instruções Padrão
• eBGP

– Formado quase sempre por peers diretamente conectados.


– Configuração Multihop é necessária quando os peers não são diretamente
conectados.
– Adiciona o AS ao caminho anunciado.
– Por padrão o Next-Hop é mudado para o IP do próprio roteador.

• iBGP

– Para a propagação de rotas consistentes dentro do AS, todos os


roteadores participantes devem ter sessão BGP entre si (Full Mesh).
– Roteadores não modificam os anúncios recebidos ao reenvia-lo.
– Devido ao princípio acima, o next hop recebido de um eBGP é repassado
intacto, sendo que o Roteador de borda não se coloca como next hop.

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Atributo Next-Hop no iBGP
• Endereço IP que é utilizado para atingir um certo destino
• Para o eBGP o next hop é o IP do vizinho
• O next-hop anunciado pelo eBGP é carregado pelo iBGP,
que não o modifica.

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Next-Hop Self
• Força o BGP a utilizar o próprio roteador como next-hop
• Configuração usual nos roteadores de borda do iBGP

#router R2:
/routing bgp peer set peer1 nexthop-choice=force-self

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Atributos do BGP
• Para possibilitar que os roteadores selecionem a melhor rota para um destino
específico quando existe mais de uma opção, as rotas aprendidas por BGP
carregam alguns atributos. Os atributos do BGP são divididos em:

• Atributos Well-known
– Devem ser reconhecidos por todos as implementações de BGP.

• Opcionais
– Não são obrigatoriamente reconhecidos por todas as implementações de BGP.

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Atributos Well-Known
• Os atributos do tipo Well Known, por sua vêz são divididos em mandatórios e
discricionários:

• Atributos Well-Known mandatórios


– Devem estar presentes em todas as mensagens de update.

• Atributos Well-Known discricionários


– Podem estar ou não presentes nas mensagens de update.

** Todos os atributos do tipo Well-Known são propagados para outros


vizinhos.

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Atributos Well-Known - Mandatórios

• Origin (Origem da rota BGP)


– Rota originada por um IGP
– Rota originada por um EGP
– Rota foi redistribuída no BGP

• AS-Path
– Sequência de números de AS’s para acessar a rede

• Next Hop
– Endereço IP do roteador do próximo salto.

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Atributos Well-Known - Discricionários

• Local Preference
– Utilizado para uma política de roteamento consistente dentro do AS.

• Atomic Aggregate
– Informa o AS vizinho que foi feitas sumarização (agregação) de rotas.

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Atributos Well-Known - Opcionais

• Os atributos opcionais do BGP podem ser transitivos e intransitivos

• Atributos opcionais transitivos


– São propagados para outros roteadores, mesmo se não reconhecidos

• Atributos opcionais intransitivos


– Não são propagados.

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Atributos do BGP
• Atributos do BGP para a seleção do melhor caminho em ordem de preferência.

 Maior WEIGHT (default = 0)


 Maior LOCAL-PREF (default = 100)
 Menor AS-PATH
 Path gerado localmente (aggregate, Rede BGP)
 Menor tipo de Origin (IGP, EGP, incomplete)
 Menor MED (default = 0)
 Prefere eBGP sobre iBGP
 Prefere a rota gerada no Roteador com o menor Router ID ou menor
ORIGINATOR_ID
 Prefere o menor cluster de route reflector
 Prefere o caminho que vem do vizinho com menor IP

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Atributos do BGP

• Próxima aula vamos ver em detalhes de cada um


dos Atributos.

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Dúvidas?

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Boa noite!!!

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