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Sumário

Conceitos de Informática, hardware e Software

3

Entrada dos dados

3

Saída dos dados

3

Entrada/Saída de dados

3

Energia

4

Barramentos

4

 

Barramentos

internos

4

Barramentos

de expansão

5

Chipset

5

Unidade Central de Processamento

7

Tipos de memórias

8

Memórias

Principais

8

Memórias

Secundárias

9

Memória Virtual

12

Unidades de Armazenamento

12

Sistema Operacional Windows

14

Janelas do windows

15

Acessórios

15

Painel de Controle

16

Windows Explorer

17

Trabalhando com arquivos e pastas

19

Movendo e copiando arquivos usando o método arrastar e soltar

19

Lixeira

20

Introdução ao Software Livre

21

O que é o sistema GNU / Linux ?

21

Por que

utilizar software livre?

22

Quem faz o software livre ?

23

Distribuições Linux

23

Características do Linux

26

Principais comandos

26

Estrutura de Arquivos

27

Sistema de arquivos

28

 

Nomenclatura

dos dispositivos

29

Br Office Writer 2.4

30

Barra

de

Menus

30

Barra

de

Ferramentas

Padrão

37

Barra

de

Ferramentas

Formatação

38

Barra

de

Ferramentas

Desenho

40

Selecionando textos no writer

41

Teclas de Atalho do Br Office Writer

41

Br Office Calc 2.4

45

Barra

de

Ferramentas

Padrão

45

Barra

de

Ferramentas

Formatação

46

Referências para células

48

Assistente de Gráfico

50

Inserindo fórmulas e funções

51

Principais fórmulas

52

Teclas de Atalho do CALC

53

Microsoft Word 2010

54

Conhecendo a interface

54

Principais teclas de atalho do Word

55

Selecionando textos no word

56

Formatado textos

57

Adicionando Estilos

58

Salvar, imprimir e fechar o documento

58

Tabelas

59

Segurança do

documento

61

Microsoft Excel 2010

63

Operadores do Excel

63

Ordem de resolução de funções

64

Alça de preenchimento

64

Trabalhando com intervalos

64

Funções

64

Principais erros no excel

65

Criando gráficos no excel

65

Referências para

células

66

Conceitos de Básicos de Internet

68

Funcionamento Técnico

68

Internet x Intranet

68

Camada

de

rede

68

Camada

de

transporte

68

Camada

de

aplicação

69

Cloud computing (computação nas nuvens)

69

Conceitos de proteção e segurança (Backup)

70

Tipos de Backup

70

Programas

Maliciosos

71

Segurança da

Informação

74

Conceitos de Segurança da informação

74

Criptografia

74

Assinatura Digital

 

75

Certificado Digital

75

Apostila de Informática para Concursos

Prof. Vimerson Dantas

Conceitos de Informática, hardware e Software

Antes de mais nada precisamos entender que o computador é um equipamento que permite a entrada, o processamento e a saída das informações, partindo desse princípio fica bem mais fácil entendermos os dispositivos que envolvem a parte do hardware do computador.

O termo hardware, refere-se aos componentes físicos do computador.

Veja como podemos descrever melhor esse processo:

Entrada dos dados

podemos descrever melhor esse processo: Entrada dos dados Existem dispositivos específicos que permitem a entrada dos

Existem dispositivos específicos que permitem a entrada dos dados para serem enviados ao processador, veja alguns exemplos:

Teclado É formado por um conjunto de teclas alfanuméricas, teclas especiais e teclas de função. Existem atualmente dois tipos de teclado, o ABNT e o ABNT-2.

Mouse dispositivo utilizado para posicionar o cursor na tela do computador, existem atualmente esses tipos de mouse: Óptico, trackball, touchpad e a mesa digitalizadora.

Joystick Dispositivo utilizado para controlar os movimentos de personagens em jogos eletrônicos, por exemplo.

Scanner (Digitalizador) Dispositivo utilizado para digitalizar imagens, ou seja, nesse dispositivo existe um sensor luminoso que lê os pontos que formam a imagem em um papel e transfere esses pontos para o computador.

Microfone Envia informações de áudio para a placa de som.

Webcam captura imagens e envia para o processamento, não possui um dispositivo de armazenamento de dados, portanto para capturar as imagens necessita estar conectada ao computador.

Leitor de código de barras Dispositivo que tem a capacidade de interpretar os pontos de código de barras e transformar em uma informação para o computador.

Saída dos dados

Dispositivos de saída de dados, são aqueles que permitem que o usuário veja o resultado dos dados já processados, conheça alguns deles:

Monitor Existem atualmente três tipos monitores, os monitores LCD (Liquid Cristal Display, Tela de Cristal Líquido), CRT (Catodic Ray tube, tubo de raios catódicos) e LED (Light Emissor Diode, Diodo emissor de luz).

Impressoras Utilizam papel para exibir os dados, temos vários tipos de impressoras as principais são: Matricial, Jato de tinta e Laser. Elas se diferenciam pelo qualidade de impressão (DPI pontos por polegada) e pela velocidade de impressão (PPM páginas por minuto).

Traçador Gráfico (Plotter) São impressoras para grandes formatos, bastante utilizados na área de engenharia para a impressão de plantas da imóveis, banners para eventos, placas para empresas, etc.

Caixas de som São utilizadas para reproduzir os sons enviados pela placa de som.

Datashow A sua principal função é ampliar as imagens que seriam transmitidas pelo monitor, bastante utilizado em apresentações, aulas, palestras, etc.

Entrada/Saída de dados

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Existem dispositivos que servem tanto para enviar dados para o processamento como exibir os dados já processados, além de dispositivos que armazenam dados. Veja alguns dispositivos de entrada e saída de dados:

Impressora Multifuncional esse tipo de impressora está sendo bastante utilizado atualmente, pois, reúne duas funcionalidades: o digitalizador de imagens (scanner) que transforma imagens impressas em arquivos digitais e a impressora que transforma arquivos digitais em arquivos impressos.

Monitores Touch Screen São monitores que permitem capturar, por meio de sensores, os pressionamentos realizados diretamente na tela. Lembre-se que as telas touch screen podem ser colocadas quem qualquer tipo de monitor LED, LCD ou CRT.

Pen Drive (Flash Memory) São os dispositivos de armazenamento de dados mais utilizados hoje em dia, podem armazenar o conteúdo de dezenas e dezenas de disquetes.

Gravadores de CD/DVD são dispositivos que permitem a leitura e gravação de mídias do tipo

CD e DVD.

Drive de disquete atualmente é um dispositivo que vem sendo utilizado cada vez menos, por possuir pouco espaço para armazenamento de informações e a durabilidade dos dados.

Zip Drive são dispositivos muito parecidos com um disquete, só que tem capacidade de armazenamento superior ao disquete de 3,5’’.

Energia

Filtro de linha Protege o computador contra picos de energia, evitando a queima do equipamento.

Fonte de energia é um dispositivo interno ao gabinete, onde tem a função de alimentar eletricamente a placa-mãe e todos os outros dispositivos conectados ao gabinete. Possui um cooler (ventilador) e fusível para proteger o computador contra picos de energia.

Estabilizador protege contra subtensões, picos de energia e ou ruídos. Regula a tensão de entrada. Normalmente incorpora funções de um filtro de linha para a proteção do hardware.

Nobreak - protege contra subtensões, picos de energia, ruídos e blackouts. A principal função desse equipamento é garantir, no caso de interrupção no fornecimento da energia elétrica, o funcionamento do comutador ou de qualquer outro dispositivo a ele conectado por um tempo extra para que o usuário salve seus trabalhos e faça o desligamento correto e seguro do sistema.

Barramentos

Barramentos são os meios de transmissão de dados entre dois ou mais componentes. Exemplos são os barramentos PCI, AGP e ISA da placa mãe, que ligam os periféricos ao chipset e consequentemente ao processador.

Os barramentos se dividem em duas grandes categorias, os barramentos seriais e os barramentos paralelos. Os barramentos seriais transmitem dados através de um único par de fios (um para enviar, outro para receber) de forma serial, onde um bit trafega de cada vez. Exemplos são as portas seriais, portas USB e o novíssimo Serial ATA (SATA) desenvolvido pela Intel, para substituir as interfaces IDE, capaz de transmitir a 150 MB/s logo em sua primeira versão.

Os barramentos paralelos por sua vez utilizam um número maior de fios para transmitir vários bits de cada vez. Nas portas paralelas (muito utilizadas por impressoras), por exemplo, temos 8 bits por transferência, no barramento PCI temos 32 bits e assim por diante.

As duas tecnologias possuem seus prós e contras. Os barramentos seriais são mais baratos e

sofrem menos com o problema de interferência, mas em compensação são mais lentos do que poderiam

ser caso fossem utilizados vários pares de fios em conjunto com a mesma tecnologia.

Apesar disso alguns barramentos seriais são muito rápidos, como é o caso do Serial ATA e também do USB 2.0, capaz de transmitir a 480 Mbps.

Barramentos internos

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Barramento de dados (Data Bus) - tem por função transmitir dados entre os componentes do computador. O barramento de dados é bidirecional, pode transmitir em ambas as direções. É o barramento mais importante e, normalmente, quando se fala em barramento, é a este que se está referindo.

Barramento de endereço (Address Bus) - tem por função selecionar a origem ou o destino dos sinais transmitidos num dos outros barramentos ou numa das suas linhas

Barramento de controle (Control Bus) - tem por função sincronizar as atividades do sistema. Conduz o status e a informação de controle que vieram e que vão para o processador.

Barramentos de expansão

IDE - Integrated Device Electronics, geralmente são interfaces utilizadas para conexão com drives de CD-ROM, gravadores de DVD/CD e Discos Rígidos.

ATA Tipo de conexão para discos rígidos que utilizam a interface IDE, podem alcançar velocidades de transmissão de até 100 MB/s

SATA Nova versão da conexão ATA, denominada Serial ATA, pode alcançar velocidades de até

150MB/s

USB - Universal Serial Bus. Barramento plug-and-play relativamente lento (12 mbps) que pode ser usado por vários tipos de dispositivos. As placas-mãe mais novas trazem pelo menos 2 portas USB. Cada porta pode ser compartilhada por vários dispositivos.

USB 2.0 Nova versão do barramento USB, a grande diferença é que a velocidade de transmissão saltou de 12mbps para 480mbps.

ISA - Industry Standard Architeture, padrão de barramento desenvolvido para os micros 286, mas usado até hoje. É composto pelos os slots pretos da placa mãe.

PCI - Peripheral Component Interconnect. O padrão de barramento atual, usado pela maioria dos dispositivos. Os slots brancos da placa mãe. Além do baixo custo e da alta velocidade, o PCI possui outras vantagens, como o suporte nativo ao plug-and-play. Atualmente, todos os periféricos rápidos, placas de vídeo, placas de som, placas de fax modem, usam quase que obrigatoriamente o barramento PCI.

PCI Express ou PCI-X Nova versão do barramento PCI.

AGP - Acelerated Graphics Port. Barramento de dados extremamente rápido usado pela placa de vídeo. Aparece como um slot marrom na placa mãe. Existem várias versões do AGP, chamadas AGP 1X, 2X, 4X e AGP Pro, o padrão mais novo. Os três primeiros, diferenciam-se pela velocidade: O AGP 1X permite transmissão de dados a 266 MB/s, o AGP 2X trabalha a 533 MB/s, enquanto o AGP 4X atinge 1066 MB/s

SCSI - Small Computer System Interface. Um padrão de barramento para a conexão de discos rígidos, CD-ROMs, scanners, impressoras e vários outros dispositivos. As controladoras e discos SCSI são superiores às IDE em vários aspectos, porém não são tão populares devido ao preço.

Chipset

Chipset é o nome dado ao conjunto de chips (set significa “conjunto”, daí o seu nome) usado na placa-mãe. Com o lançamento do barramento PCI, um novo conceito, que ainda hoje em dia é utilizado, pôde ser empregado pela primeira vez: a utilização de pontes. Geralmente as placas-mãe possuem dois chips grandes: um chamado ponte norte e outro chamado ponte sul. Às vezes, alguns fabricantes de chip podem integrar a ponte norte e a ponte sul em um único chip; neste caso a placa-mãe terá apenas um circuito integrado grande!

A maioria das pessoas confunde o fabricante do chipset com o fabricante da placa-mãe. Por exemplo, se uma placa-mãe usa um chipset fabricado pela Intel não significa necessariamente que a Intel também é a fabricante da placa. ASUS, ECS, Gigabyte, MSI, DFI, Chaintech, PCChips, Shuttle e também a Intel são alguns dos vários fabricantes de placas-mãe presentes no mercado. Os fabricantes de placas-mãe compram dos fabricantes de chipsets os chipsets para serem integrados em suas placas. Na verdade, existe um aspecto muito interessante nessa relação. Para construir uma placa-mãe, o fabricante da placa pode seguir o projeto padrão do fabricante do chipset, também conhecido como

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“modelo de referência”, ou pode criar seu próprio projeto, fazendo modificações no circuito para oferecer maior desempenho e mais funcionalidades.

Ponte Norte

O chip ponte norte, também chamado de MCH (Memory Controller Hub, Hub Controlador de

Memória) é conectado diretamente ao processador e possui basicamente as seguintes funções:

Controlador de Memória

Controlador do barramento AGP (se disponível)

Controlador do barramento PCI Express x16 (se disponível)

Interface para transferência de dados com a ponte sul

Alguns chips ponte norte também controlam o barramento PCI Express x1. Em alguns outros é a ponte sul quem controla o barramento PCI Express x1. Em nossas explicações assumiremos que a ponte sul é o responsável por controlar as pistas PCI Express x1, mas tenha em mente que isso pode variar de acordo com o modelo do chipset.

que isso pode variar de acordo com o modelo do chipset. Como você pode ver o

Como você pode ver o processador não acessa diretamente a memória RAM ou a placa de vídeo. É a ponte norte que funciona como intermediário no acesso do processador a estes dispositivos. Por causa disso, a ponte norte tem influência direta no desempenho do micro. Se um chip de ponte norte tem um controlador de memória melhor do que outro, o desempenho geral do micro será melhor. Isto explica o motivo pelo qual você pode ter duas placas-mãe voltadas para a mesma classe de processadores e que obtêm desempenhos diferentes.

Como o controlador de memória está na ponte norte, é este chip que limita o tipo e a quantidade máxima de memória que você pode instalar no micro (no caso do Athlon 64, quem é o responsável por tais limites é o próprio processador, já que o controlador de memória está embutido nele).

A conexão entre a ponte norte e a ponte sul é feita através de um barramento. No início, o

barramento utilizado para conectar a ponte norte à ponte sul era o barramento PCI. Atualmente, o barramento PCI não é mais usado para esse tipo de conexão e foi substituído por um barramento dedicado.

Ponte Sul

O chip ponte sul, também chamado ICH (I/O Controller Hub, Hub Controlador de Entrada e

Saída) é conectado à ponte norte e sua função é basicamente controlar os dispositivos on-board e de entrada e saída tais como:

Discos Rígidos (Paralelo e Serial ATA)

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Portas USB

Som on-board

Rede on-board

Barramento PCI

Barramento PCI Express (se disponível)

Barramento ISA (se disponível)

Relógio de Tempo Real (RTC)

Memória de configuração (CMOS)

Dispositivos antigos, como controladores de interrupção e de DMA

A ponte sul é também conectada a dois outros chips disponíveis na placa-mãe: o chip de memória ROM, mais conhecido como BIOS, e o chip Super I/O, que é o responsável por controlar dispositivos antigos como portas seriais, porta paralela e unidade de disquete.

como portas seriais, porta paralela e unidade de disquete. Como você pode ver, enquanto que a

Como você pode ver, enquanto que a ponte sul pode ter alguma influência no desempenho do disco rígido, este componente não é tão crucial no que se refere ao desempenho geral do micro quanto à ponte norte. Na verdade, a ponte sul tem mais a ver com as funcionalidades da sua placa-mãe do que com o desempenho. É a ponte sul que determina a quantidade (e velocidade) das portas USB e a quantidade e tipo (ATA ou Serial ATA) das portas do disco rígido que sua placa-mãe possui, por exemplo.

Unidade Central de Processamento

A CPU (Central Unit Process) é considerado o coração do computador, é por ela onde passa todo o processamento de informações no computador. O Processador como é mais conhecido, fica localizado em uma placa chamada de placa-mãe, onde fica conectado a todos os outros dispositivos de hardware por meio de barramentos.

É considerado o “cérebro” do computador, pois é onde todas as ações realizadas pelo computador são processadas, existem basicamente dois tipos de arquiteturas de processadores:

CISC (Conjunto complexo de instruções): Usado em processadores AMD e Intel suporta uma quantidade grande de instruções o que causa lentidão para executar algumas tarefas.

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RISC (Conjunto reduzido de instruções): Usado em processadores PowerPC (Apple), IBM e sun. Suporta menos instruções e faz com que o computador execute mais rapidamente as tarefas.

Partes da CPU

ULA (Unidade Lógica e Aritmética)

É a principal parte da CPU, porque é a que realmente processa os dados. A ULA realiza operações lógicas e aritméticas com os dados.

UC (Unidade de controle)

Coordena os outros componentes internos da CPU para a execução de instruções armazenadas em um programa. A unidade de controle não processa, apenas gerencia o processador para que o processamento ocorra da forma mais apropriada.

 

Tanto a

ULA

como a

UC necessitam de locais para

o

armazenamento

temporário

de

dados.

Os

registradores

Registradores

armazenam instruções ou dados que não estão sendo processados.

Temos diversos modelos de processadores, porém todos eles são fabricados por duas empresas a Intel e a AMD, veja alguns modelos de processadores de cada fabricante:

Intel

I3, I5, I7, dual core, Core 2 Duo, Core 2 Quad, Pentium D, Xeon, linha Pentium (II, III, IV, M), Centrino, Celeron

AMD

Turion, Turion 64, Athlon, Athlon 64, Duron, Sempron, Opteron, K5, K6, K6 II

A velocidade dos processadores atuais é medida em GHz (gigahertz), que também pode ser chamada de velocidade de clock. Alguns exemplos de velocidades de processadores (clock) são: 1.6 GHz, 2.2 GHz, 3.02 GHz e 4 GHz.

Tipos de memórias

Uma definição de memória é que são dispositivos que têm a capacidade de armazenar dados para depois serem enviadas ao processador e/ou para outros dispositivos de armazenamento.

As memórias se dividem em dois grupos: As memórias principais, as memórias secundárias ou auxiliares.

Memórias Principais

Essas memórias são utilizadas pelo computador para armazenarem instruções a serem utilizadas junto como processador, já que o processador não armazena nenhuma instrução ele apenas processa. Existem dois tipos de memórias principais a RAM e a ROM.

Memória ROM Read Only Memory, é uma memória somente leitura, sua função é enviar para o processador instruções para verificar o hardware do computador, estas instruções estão armazenadas na própria memória ROM. Essa memória armazena a BIOS (Basic Input Output System, sistema básico de entrada e saída), esse sistema é um conjunto de rotinas de inicialização de sistema do computador, que identifica a configuração durante o BOOT (Processo de inicialização do computador).

Ele também testa a memória principal, teclado, vídeo e impressora, inicia a maioria dos dispositivos de hardware e inicia o sistema operacional, que após sua inicialização será responsável por gerenciar todos os dispositivos de hardware e os softwares instalados no computador.

Memória RAM Random Access Memory, conhecida como memória de acesso aleatório e volátil, pois essa memória armazena temporariamente instruções que estão sendo utilizadas no

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computador, como programas e aplicativos executados pelo usuário ou pelo hardware que são automaticamente apagados quando o computador é desligado.

Essa memória é uma referência para se adquirir um determinado computador, é a memória comercial, facilmente comprada em lojas de informática. Atualmente, é recomendado que se adquira um computador que possua, no mínimo, 512 MB de memória RAM.

As memórias RAM podem ser do tipo DRAM (Memória RAM Dinâmica) e do tipo SRAM (Memória RAM Estática). A tabela abaixo compara características desses dois tipos de memória mostrando as vantagens e desvantagens de cada uma.

 

Vantagens

Desvantagens

SRAM

Mais rápida e não usa o “refresh”

Alto Custo

DRAM

Baixo Custo

Mais lenta, uso do “refresh”

Já foi dito que as memórias RAM são as do tipo comercial, mas isso só vale para as memórias RAM do tipo DRAM, as memórias DRAM comerciais são divididas em:

SDRAM memória RAM Dinâmica com Sincronismo. Essas memórias apresentam um barramento de freqüência de 133MHz.

DDR SDRAM memória SDRAM de dupla leitura, ou seja, enquanto a SDRAM possui um ciclo de leitura apenas na subida do clock, a DDR possui ciclo de leitura na subida e na descida, conseguindo assim uma freqüência que é o dobro da SDRAM. No mercado existem memórias com freqüência de 533MHz.

RDRAM (RAMBUS) conhecida por sua alta capacidade de processamento. No mercado existem modelos com freqüência de 800MHz. Esse é um tipo especial de memória que estão presentes nas placas da Intel.

Memórias Secundárias

São conhecidas como memórias secundárias e memórias de Massa os chamados Periféricos de armazenamento as memórias secundárias são utilizadas para armazenar permanentemente os dados do computador, por este motivo elas não são memórias voláteis. Vejamos alguns exemplos de memórias secundárias:

Vejamos alguns exemplos de memórias secundárias: HD (Hard Disk / Disco rígido / Winchester) – o

HD (Hard Disk / Disco rígido / Winchester) o HD é um periférico de armazenamento importante porque é nele que estão instalados os principais programas do computador, como o sistema operacional. Tais programas permanecem fixos até que sejam apagados pelo usuário, isso significa dizer que o disco rígido, não perde os dados quando o computador é desligado. A capacidade de armazenamento desse tipo de dispositivo atualmente varia entre 60 Gb e 3 TB.

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Apostila de Informática para Concursos Prof. Vimerson Dantas SSD (Solid State Disks - discos de estado

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SSD (Solid State Disks - discos de estado sólido) - são possivelmente a maior revolução dentro do ramo dos HDs desde o IBM 350, já que eles utilizam um princípio de armazenamento completamente diferente, com os discos magnéticos dando lugar aos chips de memória Flash. A vantagem óbvia dos SSDs é que eles oferecem tempos de acesso muito baixos, combinados com excelentes taxas de leitura e gravação em setores aleatórios, onde mesmo os melhores HDs magnéticos oferecem apenas alguns poucos MB/s. Isso melhora o desempenho consideravelmente em uma grande gama de aplicativos e reduz bastante o tempo de boot, tornando o sistema muito mais veloz. Os SSDs também oferecem um consumo elétrico mais baixo (o que os tornam um componente atrativo especialmente para os notebooks), são silenciosos, resistentes a impactos e oferecem uma melhor segurança contra perda de dados devido a defeitos de hardware, já que não possuem partes móveis.

A capacidade desses dispositivos variam entre 32GB, 64GB, 128GB, 256GB e 512GB atualmente.

A única desvantagem atualmente é com relação ao seu preço, fica em torno de 5 a 8 vezes mais

caro que um HD.

preço, fica em torno de 5 a 8 vezes mais caro que um HD. CD /

CD / DVD O Compact Disc (CD) e o Disco de Vídeo Digital (DVD) são periféricos de armazenamento de dados em massa, não são voláteis e são bastante utilizados como dispositivos de armazenamento de dados e para backups (cópias de segurança de dados importantes), existem capacidades de armazenamentos diferentes para esses dispositivos, veja a tabela abaixo:

CD

700

MB

CD-RW

650

MB

DVD

4.7 GB

BD

50 GB

Existem diferentes tipos de cd/dvd, por exemplo:

CD-ROM Esse tipo de mída permite apenas a leitura dos dados, não permitindo nenhum tipo de gravação de dados.

CD-R Permite apenas a gravação e leitura dos dados, não permite a regravação dos dados.

CD-RW Permite que os dados sejam gravados e apagados por diversas vezews utilizando o mesmo CD.

DVD-ROM Permite apenas e leitura de dados.

DVD-R / DVD+R Permite apenas a gravação e leitura de dados, não podendo apagar o dados nele armazenados.

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DVD-RW / DVD+RW Permite a gravação e regravação de dados.

A diferença, entre o DVD+RW e o DVD-RW, é que o DVD+RW suporta gravação aleatória

(significa que é possível adicionar e remover arquivos sem a necessidade de apagar todo o disco para recomeçar), sendo mais parecido com um disco rígido removível, enquanto que o DVD-RW não (será

preciso limpar todo o disco e recomeçar). A desvantagem do DVD+RW é o seu custo maior.

Blu-ray e HD DVD (High Definition Digital Video Disc - Disco Digital de Vídeo de Alta Definição) - Foram lançados no mercado duas novas tecnologias para substituir o DVD, com maior capacidade de armazenamento. São os formatos Blu-ray e HD DVD. Estes formatos utilizam um disco diferente, que é gravado e reproduzido com um laser azul-violeta ao invés do tradicional vermelho. O laser azul possui um comprimento de onda menor, o que permite o traçado de uma espiral maior no disco, podendo render até 50 GB e 30 GB de capacidade no caso do Blu-ray e HD DVD, respectivamente. Os dois formatos têm suas vantagens e desvantagens: o Blu-ray tem maior capacidade de armazenamento, chegando a 25 GB com camada única ou 50 GB com dupla camada, mas seus discos, assim como os aparelhos para leitura, são mais caros para serem produzidos. O HD DVD por sua vez, é capaz de armazenar apenas 15 GB com camada única ou 30 GB com dupla camada, mas teria um custo menor de produção.

Apoiando o formato HD-DVD estavam Microsoft, Intel e Toshiba, entre outros. Do lado do Blu-ray estão Philips, Apple e Sony, entre outros. O espaço extra dessas novas tecnologias de DVD será utilizado para comportar filmes e jogos em alta definição, de acordo com esta geração de aparelhos televisores e videogames. Em 19 de Fevereiro de 2008, a Toshiba comunicou a decisão de não continuar com o desenvolvimento, fabricação e comercialização do HD DVD. Sendo assim, o Blu-ray é o sucessor do DVD.

Memória CACHE O cache de memória reduz o tempo que o microprocessador leva para obter informações da memória principal. Os chips de Memória de Acesso Aleatório (RAM) são encontrados em todos os computadores, mas nem sempre os chips de memória são feitos da mesma forma.

O cache geralmente entre 256 e 512 Kb de memória ajuda a movimentar os dados entre a

memória principal e o processador, no menor tempo possível. Sem cache, o processador poderia ficar vários ciclos de clock inativo, esperando que os dados solicitados lhe fossem transmitidos. Com o cache,

o computador pode manter o que necessita ao seu alcance, ou seja, os dados mais prováveis de serem solicitados pelo microprocessador. Nos chips mais rápidos, os dados podem ser fornecidos para o processador com tempo de espera mínimo, às vezes nulo.

Quando um novo dado é solicitado pelo programa que é utilizado, o cache substitui o dado mais antigo que está nos chips de maior velocidade pelo novo dado e pelos demais dados que ficam ao redor dos endereços de memória. Isto obedece a regra FIFO (acrônimo de “First In, First Out”, primeiro a entrar, primeiro a sair), baseada no princípio de que o dado há mais tempo sem uso tem menos chances de ser solicitado futuramente pelo programa.

A memória cache surgiu quando percebeu-se que as memórias não eram mais capazes de

acompanhar o processador em velocidade, fazendo com que muitas vezes ele tivesse que ficar “esperando” os dados serem liberados pela memória RAM para poder concluir suas tarefas, perdendo muito em desempenho.

Se na época do 386 a velocidade das memórias já era um fator limitante, imagine o quanto este problema não atrapalharia o desempenho dos processadores que temos atualmente. Para solucionar este problema, começou a ser usada a memória cache, um tipo ultra-rápido de memória que serve para armazenar os dados mais frequentemente usados pelo processador, evitando na maioria das vezes que ele tenha que recorrer à comparativamente lenta memória RAM. Sem ela, o desempenho do sistema ficará limitado à velocidade da memória, podendo cair em até 95%!. São usados dois tipos de cache, chamados de cache primário, ou cache L1 (level 1), e cache secundário, ou cache L2 (level 2).

O cache primário é embutido no próprio processador e é rápido o bastante para acompanhá-lo

em velocidade. Sempre que um novo processador é desenvolvido, é preciso desenvolver também um tipo mais rápido de memória cache para acompanhá-lo. Como este tipo de memória é extremamente caro (chega a ser algumas centenas de vezes mais cara que a memória RAM convencional) usamos apenas uma pequena quantidade dela.

Para complementar, usamos também um tipo um pouco mais lento de memória cache na forma do cache secundário, que por ser muito mais barato, permite que seja usada uma quantidade muito maior.

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Discos Flexíveis Mais conhecidos como disquetes, esses dispositivos são meios de armazenamento extremamente simples que possibilitam o transporte de informações de um computador para outro com grande facilidade. Entretanto eles possuem o desprazer de ser uma mídia de armazenamento com pouca capacidade e pouca confiabilidade. A capacidade atual dos disquetes é de 1,44MB, depois de formatado sua capacidade é reduzida para 1,38MB, por causa da tabela FAT (File Allocation Table)

Zip Drive É um dispositivo bastante semelhante ao disquete de 3½ polegadas. O tamanho dos discos é 3½ polegadas, porém um pouco mais espesso que os discos tradicionais e a sua capacidade de armazenamento pode ser de 100MB, 250MB, 750MB ou 1GB. Hoje em dia ele não é mais utilizado por serem muitos mais caros que as mídias CD e DVD.

Pendrives É uma forma moderna de armazenamento e transporte de dados. Eles são pequenas unidades de memória que se conectam ao micro através de portas USB, facilitando o transporte dos dados. Podem ser conectados e desconectados, sem a necessidade de desligar o computador. Atualmente a capacidade de armazenamento de um pendrive varia entre 1 GB e 64 GB.

Cartões de memória São dispositivos de armazenamento largamente utilizados em câmeras digitais, celulares, computadores de mão e outros equipamentos portáteis. Utilizam a mesma tecnologia dos pendrives, ou seja, memória elétrica, porém, não volátil. Por ser bastante rápida é chamada de memória flash.

Memória Virtual

No momento em que se deseja armazenar mais dados do que realmente cabem na memória RAM, o sistema operacional apresenta um mensagem de erro, informando que não há mais memória disponível, ou seja, houve um “estouro” na memória. Com esse esquema pode-se simular um computador com mais memória RAM do que ele realmente tem. A memória extra conseguida através dessa técnica é armazenada em um arquivo do disco rígido, chamado de arquivo de troca (swap file). Criar um arquivo de troca de 100 MB, por exemplo, fará com que o processador pense que o micro tem 100MB de memória RAM. O processador 386 e superiores permitem que o arquivo de troca tenha até 64 Terabytes de tamanho.

Nos sistemas operacionais mais atuais, o sistema operacional controla o tamanho do arquivo de troca automaticamente, aumentando e diminuindo o tamanho do arquivo de troca deforma automática, à medida que o usuário precisar (ou não) do uso desse recurso. Com isso, o arquivo de troca tenha até o tamanho do espaço disponível no disco rígido da máquina.

Unidades de Armazenamento

Tudo que é armazenado no computador ocupa espaço, esse espaço é calculado de acordo com a quantidade de Bits ocupado pelo arquivo. Existem várias unidades de medida, veja abaixo as mais utilizadas.

O byte é a menor unidade de armazenamento, se trata de um conjunto de 8 bits, por exemplo:

1

0

1

0

0

0

1 1 - Esse número equivale a 1 Byte.

Unidade

Valor

Bit (b)

0 ou 1

Byte (B)

8 bits

Kilobyte (KB)

1 024 bytes

Megabyte (MB)

1 024 Kilobytes

Gigabyte (GB)

1 024 Megabytes

Terabyte (TB)

1 024 Gigabits

Petabyte (PB)

1 024 Terabytes

Apostila de Informática para Concursos

Prof. Vimerson Dantas

Apostila de Informática para Concursos

Sistema Operacional Windows

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A principal função do sistema operacional é servir de interface entre o usuário e a máquina.

Todos os programas trabalham sob um sistema operacional.

Quando o computador é ligado primeiramente ocorre uma leitura da memória ROM e estando tudo certo o Sistema Operacional é carregado na memória RAM.

O sistema MS Windows (fabricado pela Microsoft) é o mais conhecido mundialmente. Sua aparência atraente e a fácil utilização dos seus componentes o tornam o sistema operacional mais usado no mundo todo. Você pode usar as ferramentas para aproveitar ao máximo sua experiência com computadores, e outras tecnologias de segundo plano que tornam o computador mais eficiente e confiável.

O Windows facilita a configuração e o gerenciamento das contas de todas as pessoas que usam o

mesmo computador. Vários usuários podem alternar entre as contas sem precisar desligar o computador.

Além disso, você pode obter ajuda para lembrar de uma senha, armazenar vários nomes de usuários e senhas em muito mais.

Depois do sistema ter mostrado a sua tela inicial ele habilita para o usuário uma tela conhecida como Área de Trabalho. A figura a seguir mostra uma área de trabalho do windows.

A figura a seguir mostra uma área de trabalho do windows. A área de trabalho é

A área de trabalho é composta de:

Atalhos são os ícones de programas que estão na forma de atalho e para serem acessados precisam de um duplo clique. Um exemplo é o ícone do Internet Explorer na área de trabalho que possui uma seta preta para indicar que é um atalho.

Barra de Tarefas Nessa barra são mostradas as janelas estão abertas neste momento, mesmo que algumas estejam minimizadas ou ocultas sob outra janela, permitindo assim, alternar entre estas janelas ou entre programas com rapidez e facilidade.

Botão Iniciar é através do botão iniciar que o usuário entra no menu iniciar, onde se encontra todos os programas e aplicativos do sistema operacional.

É onde estão localizados todos os programas que estão instalados no computador. Utilizando o

programas que estão instalados no computador. Utilizando o mouse, clique no botão Iniciar ou aperte a

mouse, clique no botão Iniciar ou aperte a tecla com o símbolo do Windows do teclado. Percorra a lista que for exibida com o ponteiro do mouse. Para cada item listado, ao apontar o mouse e clicar uma vez com o botão esquerdo do mouse, o item será executado. Note que existe menu e cada item pode conter um submenu quando tiver uma seta preta indicando para a direita.

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Janelas do windows

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O sistema operacional Windows (janelas em inglês), utiliza o conceito de janelas para representar cada programa em utilização.

Tem formato contendo padrão: Área retangular selecionável, móvel e de dimensões que podem ser alterados, um menu de opções, botões que ficam na parte superior direito da janela, que servem

para encerrar e fechar janela e barras de rolagem do conteúdo da

janela, com movimento vertical e outro horizontal.

para minimizar,

para maximizar e

e outro horizontal. para minimizar, para maximizar e Botão Minimizar – Utilizado para retirar a janela

Botão Minimizar Utilizado para retirar a janela da área de trabalho e colocá-la unicamente na barra de tarefas.

Botão restaurar Dimensiona a janela para um tamanho anterior, que não seja maximizado. Esse botão fica oculto quando a janela está no modo restaurado.

Botão Maximizar Faz com que a janela ocupe toda a área de trabalho, esse botão fica oculto quando a janela está maximizada.

Botão Fechar Fecha a janela do aplicativo em execução. Fazendo com que o mesmo saia tanto da área de trabalho quando da barra de tarefas.

Acessórios

Paint: é um programa para criação, visualização ou edição de desenhos/imagens. Ele possui poucos recursos se comparado aos modernos editores de imagem. Ele permite abrir e editar arquivos em diversos formatos dentre eles temos: .JPG, .JPEG, .GIF e .BMP que é o tipo de arquivo padrão desse programa.

Bloco de Notas: é um editor de texto sem muitas opções de formatação. É utilizado para fazer anotações simples ou abrir arquivos com a extensão .TXT. Como seu texto não possui formatação, é comum se dizer que pode ser utilizado para criar códigos de programação (HTML, PHP, JAVA, entre outros).

Wordpad:é um editor de textos com mais recursos de formatação de texto que o bloco de notas, dentre alguns recursos de formatação disponíveis nesse editor podemos citar: Formatação de fonte, de parágrafo, tabulações, listas com marcadores. Ele pode criar arquivos nos formatos .DOC, .RTF e .TXT

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Painel de Controle

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O painel de controle permite que sejam feitas as configurações mais importantes dentro do sistema operacional. Configurações de hardware como teclado, instalação de novos periféricos, impressoras, configurações de áudio e vídeo, configurações de periféricos referentes a redes de computadores e configurações de softwares como a instalação de novos programas e a configuração de perfis de usuário.

de novos programas e a configuração de perfis de usuário. Vejamos uma breve descrição de alguns

Vejamos uma breve descrição de alguns itens do painel de controle:

Vídeo: Altera a aparência dos itens da área de trabalho, aplica um tema ou proteção de tela no computador ou personaliza o menu iniciar e a barra de ferramentas.

para adapta-lo a

portadores de necessidades especiais visuais, auditivas ou motoras.

Fontes: Permite adicionar, alterar e remover fontes do computador. As fontes são utilizadas para exibir texto na tela e impresso. No Windows, uma fonte é o nome de um tipo de letra, elas possuem estilos como itálico, negrito e negrito e itálico.

Adicionar e remover programas: Permite instalar ou remover programas e componentes do windows (acessórios, ferramentas, jogos e outros componentes adicionais).

Sons e dispositivos de áudio: Permite alterar o esquema de som ou um som individual do computador, alterar a configuração dos alto-falantes e dos dispositivos de gravação.

Configuração de rede: Permite criar as conexões à internet, criar uma rede doméstica ou para uma pequena empresa. É possível configurar conexão para acessar redes externas (extranets). Também pode-se alterar as configurações do modem, de telefone e de internet.

Contas de usuário: altera as configurações de contas de usuários, senhas e a imagem que cada usuário pode escolher para personalizar a sua conta de acesso ao sistema.

Opções de acessibilidade: Ajusta

as configurações do computador

Data e hora: Permite alterar a data, a hora e o fuso horário do computador.

Opções regionais e idioma: Permite alterar o idioma do teclado e o modo de exibição de números, moedas, datas e horas.

Exibir impressoras e dispositivos: Traz opções para que se proceda à alteração das configurações das impressoras que estejam instaladas no computador.

Atualizações automáticas: permite abrir o site da microsoft, que é utilizado para instalar novos recursos no windows, instalar drivers de dispositivos atualizados e também corrigir erros que o sistema já tinha, tornando o sistema mais estável e seguro.

Tarefas Agendadas: Agendar tarefas do computador para execução automática.

Opções de pasta: Personaliza a exibição de arquivos e pastas, altera associações de arquivos e disponibiliza arquivos de rede off-line.

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Barra de tarefas e menu iniciar: personaliza o menu iniciar e a barra de tarefas, como os tipos de itens a serem exibidos e a maneira como devem ser mostrados.

Conexões de rede: conecta o computador ataual a outros computadores, redes e à internet. Nesta opção, tem-se uma lista das conexões configuradas no computador atual.

Adicionar ou remover programas: O windows apresenta uma lista de programas regularmente instalados e, ao clicar em um dos programas, são apresentadas as opções de alteração e de remoção.

Fala: Altera as configurações para reconhecimento de fala e texto-em-fala (caso instalados).

Opções de energia: As opções de energia permitem controlar as transições entre os diversos estados de energia possíveis: Ligado, desligado, modo espera e hibernação

Windows Explorer

O Windows Explorer tem a mesma função do Meu Computador: Organizar o disco e possibilitar

trabalhar com os arquivos fazendo, por exemplo, cópia, exclusão e mudança no local dos arquivos. Enquanto o Meu Computador traz como padrão a janela sem divisão, você observará que o Windows Explorer traz a janela dividida em duas partes. Mas tanto no primeiro como no segundo, esta

configuração pode ser mudada.

Podemos criar pastas para organizar o disco de uma empresa ou casa, copiar arquivos para disquete, apagar arquivos indesejáveis e muito mais.

No Windows Explorer, você pode ver a hierarquia das pastas em seu computador e todos os arquivos e pastas localizadas em cada pasta selecionada. Ele é especialmente útil para copiar e mover arquivos.

O painel da esquerda é uma árvore de pastas hierarquizada que mostra todas as unidades de

disco, a Lixeira, a área de trabalho ou Desktop (também tratado como uma pasta); O painel da direita exibe o conteúdo do item selecionado à esquerda e funciona de maneira idêntica às janelas do Meu Computador (no Meu Computador, como padrão ele traz a janela sem divisão, mas é possível dividi−la também clicando no ícone Pastas na Barra de Ferramentas) Para abrir o Windows Explorer, clique sob o botão iniciar com o botão direito do mouse e selecione a opção Explorar.

Quando você abrir uma pasta ou biblioteca, você a verá em uma janela. As várias partes dessa janela foram projetadas para facilitar a navegação no Windows e o trabalho com arquivos, pastas e bibliotecas. Veja a seguir uma janela típica e cada uma de suas partes:

no Windows e o trabalho com arquivos, pastas e bibliotecas. Veja a seguir uma janela típica

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1 Painel de navegação

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Use o painel de navegação para acessar bibliotecas, pastas, pesquisas salvas e até mesmo discos rígidos inteiros. Use a seção Favoritos para abrir as pastas e pesquisas mais utilizadas. Na seção Bibliotecas, é possível acessar suas bibliotecas. Você também pode expandir Computador para procurar pastas e subpastas.

2 Botões Voltar e Avançar

procurar pastas e subpastas. 2 Botões Voltar e Avançar Use os botões Voltar e Avançar para
procurar pastas e subpastas. 2 Botões Voltar e Avançar Use os botões Voltar e Avançar para

Use os botões Voltar e Avançar para navegar para outras pastas ou bibliotecas que você já tenha aberto, sem fechar, na janela atual. Esses botões funcionam juntamente com a barra de endereços. Depois de usar a barra de endereços para alterar pastas, por exemplo, você pode usar o botão Voltar para retornar à pasta anterior.

3 Barra de ferramentas

Use a barra de ferramentas para executar tarefas comuns, como alterar a aparência de arquivos e pastas, gravar arquivos em um CD ou iniciar uma apresentação de slides de imagens digitais. Os botões da barra de ferramentas mudam para mostrar apenas as tarefas que são relevantes. Por exemplo, se você clicar em um arquivo de imagem, a barra de ferramentas mostrará botões diferentes daqueles que mostraria se você clicasse em um arquivo de música.

4 Barra de endereços

Use a barra de endereços para navegar para uma pasta ou biblioteca diferente ou voltar à anterior.

5

Painel da biblioteca

O

painel da biblioteca é exibido apenas quando você está em uma biblioteca (como a biblioteca

Documentos). Use o painel da biblioteca para personalizar a biblioteca ou organizar os arquivos por

propriedades distintas.

6 Títulos de coluna

Use os títulos de coluna para alterar a forma como os itens na lista de arquivos são organizados. Por exemplo, você pode clicar no lado esquerdo do cabeçalho da coluna para alterar a ordem em que os arquivos e as pastas são exibidos ou pode clicar no lado direito para filtrar os arquivos de maneiras diversas. (Observe que os títulos de coluna só estão disponíveis no modo de exibição Detalhes)

7 Lista de arquivos

É aqui que o conteúdo da pasta ou biblioteca atual é exibido. Se você digitar na caixa de

pesquisa para localizar um arquivo, somente os arquivos correspondentes ao seu modo de exibição atual (incluindo arquivos em subpastas) serão exibidos.

8 Caixa de pesquisa

Digite uma palavra ou frase na caixa de pesquisa para procurar um item na pasta ou biblioteca atual. A pesquisa é iniciada assim que você começa a digitar; portanto, quando você digita "B", por exemplo, todos os arquivos cujos nomes começam com a letra B aparecem na lista de arquivos.

9 Painel de detalhes

Use o painel de detalhes para ver as propriedades mais comuns associadas ao arquivo selecionado. As propriedades do arquivo são informações sobre um arquivos, como autor, a data que fez a última alteração no arquivo e quaisquer marcas descritivas que você tenha adicionado ao arquivo.

Painel de visualização

Use o painel de visualização para ver o conteúdo da maioria dos arquivos. Se você selecionar uma mensagem de email, um arquivo de texto ou uma imagem, por exemplo, poderá ver seu conteúdo sem abri-lo em um programa. Caso não esteja vendo o painel de visualização, clique no botão Painel de

visualização

vendo o painel de visualização, clique no botão Painel de visualização na barra de ferramentas para

na barra de ferramentas para ativá-lo.

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Trabalhando com arquivos e pastas

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Pasta é o local onde os arquivos são armazenados. No antigo sistema operacional MS-DOS as pastas eram chamadas de diretórios. Todo arquivo tem que estar armazenado em uma pasta. Para criar uma nova pasta no Windows Explorer, temos os seguintes procedimentos:

Clicar em uma área vazia do lado direito da janela, escolher a opção NOVO e a sub-opção PASTA, será criada uma nova pasta com o nome NOVA PASTA, então é aconselhável que seja colocado um nome mais apropriado para a nova pasta.

No Windows 7, ir na Barra de Ferramentas, escolher a opção NOVA PASTA, será criada uma nova pasta com o nome NOVA PASTA, basta inserir o nome desejado para a nova pasta.

Arquivo é um conjunto de informações organizado com características comuns e armazenado em disco. Cada arquivo de uma pasta obrigatoriamente tem o nome diferente dos demais, e o nome é constituído por duas partes: O nome em si que pode ter até 256 caracteres, porém os caracteres:

/\:*?”<>|, não podem ser utilizados no nome do arquivo. A outra parte do nome é constituída pela extensão do arquivo, que pode ter até 4 caracteres, geralmente a extensão é formada por 3 caracteres, essa extensão identifica em qual programa o arquivo pode ser aberto e/ou editado.

Podemos realizar diversas atividades com os arquivos e as pasta, veja na tabela abaixo as principais funcionalidades.

Funcionalidade

Tecla de Atalho

Menu

Mouse

Copiar

CTRL + C

Editar - Copiar

Botão direito - Copiar

Colar

CTRL + V

Editar - Colar

Botão direito - Colar

Recortar

CTRL + X

Editar - Recortar

Botão direito - Recortar

Renomear

F2

Arquivo - renomear

Botão direito Renomear

Pesquisar

F3

Arquivo - Pesquisar

 

Excluir

Delete (DEL)

Arquivo - Excluir

Botão direito Excluir

Selecionar tudo

CTRL + A

Editar Selecionar tudo

 

Movendo e copiando arquivos usando o método arrastar e soltar

A maneira mais comum de copiar e mover arquivos e pastas é usando o método arrastar e soltar, que significa que você seleciona um ou mais arquivos e os arrasta para outro local. Por exemplo, você pode arrastar um arquivo até a Lixeira para excluí-lo ou até uma pasta para copiar ou movê-lo para aquele local.

pode arrastar um arquivo até a Lixeira para excluí-lo ou até uma pasta para copiar ou

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Quando você arrasta um arquivo ou pasta, o que acontece exatamente depende do que você arrasta e para onde arrasta. Janelas pop-up contendo informações aparecem quando você arrasta um arquivo até um destinopreste atenção a isso para descobrir o que irá ocorrer quando você soltar o botão do mouse. Você também pode consultar a seguinte tabela para saber mais sobre o que acontece quando você arrasta arquivos e pastas.

Ao arrastar um arquivo

 

Acontece isso

Para uma pasta no mesmo disco rígido

O

arquivo é movido para a pasta de destino.

Para uma pasta em um disco rígido diferente

O

arquivo é copiado para a pasta no disco de destino.

Para uma pasta no mesmo disco rígido e pressionando a tecla CTRL

O

arquivo é copiado para a pasta de destino.

Para uma pasta em um disco rígido diferente e pressionando a tecla SHIFT

O

arquivo é movido para a pasta no disco de destino.

Para uma pasta no mesmo disco rígido ou para uma pasta em um disco rígido diferente, pressionando a tecla ALT

É

criado um atalho para o referido arquivo.

Lixeira

Arrastando-se o ícone do arquivo e colocando-o sobre o ícone da lixeira.

Selecionando-se o arquivo e pressionando a tecla DEL ou DELETE.

Clicando-se com o botão direito do mouse e clicando-se em excluir no menu que aparece.

Clicando-se no botão excluir da barra de ferramentas padrão.

Os arquivos enviados para a lixeira podem se restaurados para o seu local de origem, a partir do clique com o botão direito do mouse sobre o arquivo desejado e escolhendo a opção Restaurar. Outro procedimento é abrir a lixeira (por exemplo através do ícone na área de trabalho/desktop), selecionar o arquivo e no menu ARQUIVO escolher a opção Restaurar.

Existe uma outra forma de excluir os arquivos sem enviá-los para a lixeira, para executar esse procedimento basta pressionar a tecla SHIFT juntamente com algum dos procedimentos descritos acima.

Por definição a lixeira serve para armazenar os arquivos excluídos acidentalmente, porém os arquivos excluídos de discos flexíveis, pendrives, cartões de memória e outros dispositivos de armazenamento removível, não são armazenados na lixeira.

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Introdução ao Software Livre

Diante de nossa atual situação tecnológica seria impossível falarmos de GNU / Linux sem antes entendermos o que é Software Livre ou de onde surgiu essa filosofia.

Durante muito tempo a tecnologia vem se desenvolvendo e tornando-se cada vez mais necessária para os dias atuais. Para tal evolução, pessoas do mundo inteiro, chamadas programadores, contribuíram de forma significativa criando programas ou softwares para customizar o funcionamento dos computadores. Em boa parte desta evolução, ao precisar de algo que outro já criou, o programador receberia prontamente deste outro para assim poder fazer suas devidas mudanças ou mesmo aperfeiçoamentos poupando-lhe esforço e tempo. O autor original como agradecimento recebia seu programa melhorado. Porque refazer o que já foi feito antes?

Desta forma se dava a troca de informações e conhecimento entre a comunidade como um todo até que uma outra idéia surgiu: Fechar o código fonte e ganhar dinheiro em cima disso.

Foi nesta época que o conhecimento passou a deixar de ser livre passando a ter um dono e uma patente em cima do mesmo. Sendo vendido em caixas com a permissão para instalação em apenas uma máquina limitando-se ao uso técnico sem poder estudar aquela

tecnologia a fundo ou repassar para outros interessados. Aí mostrava-se o limite da tecnologia como uma linha que não se podia ultrapassar, já que você não mais poderia aperfeiçoar um software adaptando-o às suas necessidades por não mais ter acesso ao código fonte do mesmo. O conhecimento passou a ser então manipulado e controlado criando uma enorme dependência tecnológica.

Em meados de 1983-1984 o programador americano Richard Stallman percebeu que o senso de união e integração estava perdendo espaço para um senso de egoísmo e monopólio passando assim a iniciar um movimento ativista criando assim o Projeto GNU em 1985 defendendo a idéia do Software Livre. Por que refazer todo um programa quando você tinha programas parecidos com o que você queria desenvolver? Por que não ajudar em um programa que você achava que estava rodando lento e que possivelmente saberia como deixa-lo mais rápido contribuindo assim para o seu código fonte? Essas perguntas não faziam sentido para o Richard, e por essas e outras ele começou este projeto, que de tão óbvio que era, rapidamente caiu na simpatia de toda a comunidade. A partir daí milhares de pessoas espalhadas pelo mundo inteiro uniram-se a ele nessa luta de forma a mostrar à todos que o compartilhamento da informação é fundamental para o desenvolvimento assim como a união e a solidariedade. Para tal filosofia foram criadas algumas regras que na verdade são liberdades. Não poderia ser diferente tratando-se de Software LIVRE. São as 4 liberdades do Software Livre listadas abaixo:

* Liberdade de executar o programa, da forma como quiser.

* Liberdade de estudar o funcionamento do programa podendo inclusive modificá-lo de acordo com sua necessidade.

* Liberdade de redistribuir cópias do programa livremente.

* Liberdade de melhorar o programa e tornar estas melhorias públicas de forma a beneficiar o próximo.

O projeto GNU não é somente desenvolvimento e distribuição de alguns softwares livres úteis. O coração do projeto GNU é uma idéia: que software deve ser livre , e que a liberdade do usuário vale a pena ser defendida. Se as pessoas têm liberdade mas não a apreciam conscientemente, não irão mantê-la por muito tempo. Se quisermos que a liberdade dure, precisamos chamar a atenção das pessoas para a liberdade que elas têm em programas livres. Com o passar dos anos, e baseado nessa filosofia do Software Livre, surgiu então o sistema operacional que hoje chamamos de GNU / Linux.

O que é o sistema GNU / Linux ?

Em 1989 um estudante finlandês chamado Linus Torvalds inicia um processo pessoal de aprimoramento do Kernel do Minix, um sistema operacional do tipo Unix escrito por Andrew Tannenbaum, chamando esta vertente de Linux como abreviação de Linus´s Minix.

O que parecia um projeto acadêmico foi tomando novos ares e Linus passou a perceber as possibilidades que aquilo poderia trazer assim como suas possíveis proporções, então depois de um certo tempo de trabalho, Linus lança a seguinte mensagem na internet: "Você sente saudade dos bons dias do minix-1.1, quando homens eram homens e escreviam seus próprios device drivers? Você está sem um

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bom projeto e morrendo de vontade de colocar as mãos em um sistema operacional o qual possa modificar de acordo com suas necessidades? Você acha frustrante quando tudo funciona bem no Minix? Sem mais noites em claro para fazer com que um programa funcione? Então esta mensagem pode ser exatamente para você. :-)

Como eu mencionei há um mês, estou trabalhando em uma versão livre de um sistema operacional similar ao minix para computadores AT-386. Ele finalmente alcançou o estágio onde pode ser utilizado (ou não, dependendo do que você deseja), e eu estou disposto a colocar os fontes disponíveis para ampla distribuição. Ele está apenas na versão 0.02, mas eu tenho executado nele, sem problemas, programas como bash, gcc, gnu-make, gnu-sed, compress, etc."

Esta mensagem chama a atenção de muitas pessoas, entre elas programadores, analistas ou até mesmo entusiastas do movimento de Software Livre ou GNU. Logo essas pessoas passaram a entrar em contato com Linus e então um grande time de desenvolvimento formou-se em cima do que hoje chamamos de GNU / Linux. Com pessoas espalhadas pelo mundo inteiro trabalhando em cima do mesmo objetivo, não fica difícil imaginar porque o GNU / Linux passou a ser tão estável, seguro e maduro como sistema operacional.

Finalmente em 1991 Linus lança a primeira versão oficial do Linux, juntando-se mais tarde, em 1992, ao projeto GNU de Richard Stallman com o objetivo de produzir o sistema operacional completo como o conhecemos hoje.

Por que utilizar software livre?

Imaginemos o seguinte padrão: Softwares são programados através de uma linguagem. O que é Linguagem? É um conjunto de códigos que funciona como Meio de Comunicação, seja ele entre Humano / Humano ou Humano / Máquina por exemplo.

Então imaginemos que a língua portuguesa é como um Software, e precisamos dela para nos comunicar com outras pessoas, correto? Agora imagine você se os códigos da língua portuguesa fossem patenteados por alguém ou mesmo fechados. Além de você não ter livre acesso aos vários códigos que formam a língua portuguesa você ainda teria de pagar para quem a patenteou. Sim, você teria que pagar para falar!

O que isto tudo importa para a informática? Bom, infelizmente a maioria dos softwares ou programas de computador vem enfrentando esta mesma situação no Brasil, pois é através do software que eu consigo me comunicar com meu computador, e a maioria das pessoas ainda tem de pagar para falar com seu computador. O mais absurdo é que o pagamento recolhido sequer fica no Brasil, pois é entregue para uma empresa no exterior que monopoliza o mercado. O Brasil paga cerca de R$ 1.000.000.000,00 (1 bilhão) por ano em troca desses softwares.

Num sistema fechado, também não conseguimos desenvolver nossa própria autonomia tecnológica, pois não temos como estudar o seu código e não temos segurança de acesso e envio de informações em nossas próprias máquinas. Quem garante que naquele software fechado instalado em minha máquina não há junto um programa espião vasculhando minhas contas e arquivos pessoais?

No software livre você não tem obrigatoriedade de pagar nada a ninguém, desenvolvido por milhares de programadores ao redor do mundo, voluntários ou não, que compartilham seus códigos com o mundo, no software livre você usa produtos testados por milhares de pessoas que entendem do assunto e que procuraram de todas as formas possíveis, brechas, falhas, bugs e você mesmo pode ajudar nisso, você como usuário é parte importante da comunidade do software livre, sugerindo, reportando alguma falha, opinando, discutindo, ensinando e aprendendo, ou seja, o software livre vai além do uso da ferramenta, ele vai a democratização do conhecimento.

Principais vantagens da utilização de Software Livre:

* Segurança (praticamente isento de vírus, você “sabe” o que está instalando em sua máquina, pois seu código é aberto)

* Economia (você pode baixar ele sem custo da internet, tanto o software quanto a sua documentação de uso)

ao ser surpreendido por fiscais cobrando por

* Alternativa à pirataria (você não corre riscos licenças)

em

desenvolvimento como o Brasil)

*

Engajamento

(você

estará

utilizando

uma

solução

mais

viável

para

um

país

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* Autonomia (você tem liberdade para fazer o que quiser com este software desde que siga as 4 liberdades básicas a ele atribuídas) ** As 4 liberdades foram citadas mais acima no tópico "De onde vem o conceito de Software Livre".

Quem faz o software livre ?

A resposta para essa pergunta é bem simples; Você! Contribuindo com código fonte, engajando

em projetos de softwares existente, reportando bugs de programas, repassando o conhecimento adquirido, ajudando outras pessoas por meios diversos, chat, eventos ou mesmo um bate-papo na rua difundindo a cultura do software livre, você também pode engajar em uma comunidade ou diretamente em um PSL (Projeto Software Livre) que tem como fundamento principal integrar as comunidades de software livre, usuários, empresas que apóiam a iniciativa, e pessoas interessadas, unindo essas pessoas para fazer ações coletivas.

Busque informações através da rede e comece a participar de comunidades, grupos de usuários, coletivos, listas de discussão etc. e passe a interagir com quem você tem mais afinidade.

Distribuições Linux

Por se tratar de um sistema operacional livre e de código aberto não demorou para que milhares de pessoas começassem a fazer modificações no Linux de forma a customizar ou adequá-lo às suas necessidades pessoais. Cada vez que alguém altera o Linux com personalizações e particularidades, esta alteração é chamada de Distribuição Linux, e como tal cada pessoa que o fizer pode dar um nome para sua distribuição e publicá-la na rede para que outras pessoas possam utilizar a sua distribuição.

Cada distribuição tem sua característica própria, atendendo as necessidades de seus usuários, tais como o sistema de instalação, o objetivo, a localização de programas, nomes de arquivos de configuração, etc. A escolha de uma distribuição é pessoal e depende das necessidades e finalidades de cada um.

Atualmente existem centenas de distribuições Linux, porém, como tudo na vida, algumas se destacaram. Algumas distribuições bastante conhecidas e destacadas nos dias de hoje são: Slackware, Debian, Red Hat, Fedora, Mandriva, Suse, Ubuntu e Kurumin, todas usando o SO Linux como kernel principal.

Debian é simultaneamente o nome de uma distribuição não comercial livre (gratuita e de código fonte aberto) de GNU/LINUX (amplamente utilizada) e de um grupo de voluntários que o mantêm à volta do mundo. Uma vez que o Debian se baseia fortemente no projecto GNU (e a distribuição oficial do Projeto GNU é Debian), é usualmente chamado Debian GNU/Linux. O Debian é especialmente conhecido pelo seu sistema de gestão de pacotes, chamado APT, que permite: atualizações relativamente fáceis a partir de versões realmente antigas; instalações quase sem esforço de novos pacotes e remoções limpas dos pacotes antigos.

de novos pacotes e remoções limpas dos pacotes antigos. O projecto Debian é mantido por doações

O projecto Debian é mantido por doações através da organização sem fins lucrativos

Software in the Public Interest (SPI). O nome Debian vem dos nomes dos seus fundadores, Ian Murdock e de sua mulher, Debra. A palavra "Debian" é pronunciada em Português como Débian. Várias distribuições comerciais baseiam-se (ou basearam-se) no Debian, incluindo: Lindows (atual Linspire), Xandros, Kurumin, Debian-BR-CDD e Libranet. O Ubuntu Linux também se baseia em Debian.

e Libranet. O Ubuntu Linux também se baseia em Debian. A Conectiva foi a primeira distribuidora

A Conectiva foi a primeira distribuidora brasileira do sistema operacional Linux.

Suas distribuições são fáceis de instalar e configurar. A distribuição é direcionada

a usuários brasileiros, sendo que o hardware que ela suporta é aquele mais

comumente encontrado no Brasil. Essa distribuição está disponível em português, espanhol e inglês. A empresa Conectiva é integrante do "United Linux".

No dia 24 de fevereiro de 2005 a MandrakeSoft, companhia número 1 em Linux na Europa, anunciou a compra da Conectiva. Adquiriu todas as ações da Conectiva por US$2,3 milhões. A MandrakeSoft é a empresa que distribui o Mandrakelinux, uma das mais populares distribuições Linux. A empresa passou a se chamar Mandriva.

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Apostila de Informática para Concursos Prof. Vimerson Dantas Mandrakelinux é uma distribuição GNU/Linux de origem

Mandrakelinux é uma distribuição GNU/Linux de origem francesa baseada originalmente na distribuição Red Hat Linux (ambas usam pacotes RPM) criada em 1998 por Gaël Duval que é também co- fundador da Mandrakesoft; empresa responsável pela distribuição e manutenção dos produtos derivados do Mandrakelinux. Sua principal característica é a facilidade no uso, pois conta com diversos assistentes

gráficos que evitam o uso de comandos de linha e reconhece automaticamente diversos dispositivos de hardware.

Até 2004 a distribuição era oficialmente chamada Mandrake Linux, ou simplesmente Mandrake. A alteração no nome ocorreu devido a um problema jurídico envolvendo a King Features Syndicate dona dos direitos do personagem de quadrinhos Mandrake, o mágico Recentemente a Mandrakesoft adquiriu a empresa brasileira Conectiva. Esperasse com isso que o Mandrakelinux consiga aumentar sua presença no mercado latino americano.

consiga aumentar sua presença no mercado latino americano. Mandriva é junção do nome das duas empresas

Mandriva é junção do nome das duas empresas MandrakeSoft e Conectiva. A Mandriva Conectiva é a operação brasileira da Mandriva, desenvolvedora e distribuidora do sistema operacional Mandriva Linux, resultado da fusão ocorrida em 24 de fevereiro de 2005 entre a MandrakeSoft, uma das principais distribuições Linux da Europa, com atuação mundial em mais de 120 países, e a Conectiva, pioneira na distribuição Linux e código aberto em português, espanhol e inglês para toda a América Latina. A Mandriva possui escritórios nos Estados Unidos, França e Brasil, tem mais de 8 milhões de usuários e uma carteira de 170 grandes clientes corporativos, além de contar com 130 funcionários. É uma das distribuições linux mais potentes e relativamente fácil de usar, seja para uso doméstico e/ou corporativo.

Encontra-se para baixar no site oficial, nas interfaces GNOME e KDE. Como qualquer outra distribuição Linux, o Mandriva pode ser usado pelo CD, sem instalar no disco rígido, método chamado de Live CD. Segundo o site oficial seus requisitos são: 256 MB de memória RAM no mínimo, recomendados 512 MB, tanto para live CD quanto instalar no HD e cerca de 3 GB para a instalação deste no HD. Gratuitamente temos o Mandriva ONE 2007 Spring, que gasta apenas 1 CD, é voltado para iniciantes e temos também o Mandriva FREE 2007 Spring, que gasta 1 DVD, voltado para usuários mais experientes.

que gasta 1 DVD, voltado para usuários mais experientes. Slackware Linux é o nome de uma

Slackware Linux é o nome de uma das mais antigas e conhecidas distribuições (sistema operacional e conjunto de aplicativos) do Linux; é a mais antiga, distribuição que permanece mantida, além de ser, junto com suas derivadas, a distribuição Linux mais UNIX-like existente.

Criada em meados de 1993 e mantida por Patrick Volkerding, a Slackware (ou simplesmente "Slack") tem como objetivo manter-se fiel aos padrões UNIX, rejeitando também ferramentas de configuração que escondam do usuário o real funcionamento do sistema. Além disso a Slackware é composta somente de aplicativos estáveis (e não de versões beta ou pré-releases). Nos anos 90, por um bom tempo outras distribuições Linux foram avaliadas com base em sua compatibilidade com o Slackware. Se no começo ainda trabalhava só, ao longo dos anos Patrick Volkerding acabou aceitando a ajuda de alguns colaboradores, muito poucos por sinal, a fim de o ajudarem no desenvolvimento da distribuição.

Por sua concepção UNIX-like, o Slackware e seus derivados fazem uma abordagem bastante differente das outras distribuições populares como Red Hat, Fedora, Debian, Gentoo, SuSE, e Mandriva. Sua política de incluir somente applicativos estáveis e nenhuma interface gráfica de configuração específica a apenas essa distribuição. Há quem diga: "Quando você conhece o Slackware, você conhece Linux; quando conhece Red Hat, tudo que você conhece é o Red Hat"

Simplicidade e estabilidade são duas características marcantes nesta distribuição muito comum em servidores, distribuição que procura ser uma distribuição "leve", sem enfeites e rápida, e que é muito apreciada por usuários mais experientes. Apesar de o termo "slack" ser uma gíria para preguiça em inglês, em "Slackware" o termo "slack" está relacionado à definição feita pela chamada Church of the SubGenius (Igreja dos Sub-Gênios). De acordo com esta organização, "slack" significa ter "senso de liberdade, independência e originalidade para alcançar suas metas pessoais". Dessa forma, o nome "Slackware" traduz bem a filosofia do sistema, que não possui ferramentas gráficas de configuração (apenas as do KDE, por exemplo) que fazem tudo pelo usuário, o que inibe o seu "slack". Assim sendo,

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as configurações do sistema são feitas a partir da edição de documentos de texto, por isso sendo a preferida entre os usuários mais experientes.

Ubuntu é um sistema operativo (no Brasil, chamam-lhe sistema operacional) Linux baseado na distribuição Debian. É patrocinado pela Canonical Ltd (dirigida por Mark Shuttleworth) e o seu nome deriva do conceito sul africano Ubuntu (pronuncia-se /ùbúntú/ - u- BÚN-tu; IPA:

/ubuntu/) diretamente traduzido como "humanidade para com os outros".

Diferencia-se do Debian por ser lançado semestralmente, por disponibilizar suporte técnico nos dezoito meses seguintes ao lançamento de cada versão (em inglês) e pela filosofia em torno de sua concepção, uso e distribuição.

A proposta do Ubuntu é oferecer um sistema operacional/operativo que qualquer pessoa possa

utilizar sem dificuldades, independente de nacionalidade, nível de conhecimento ou limitações físicas. A distribuição deve ser constituída totalmente de software gratuito e livre, além de isenta de qualquer taxa. Actualmente uma organização cuida para que cópias sejam remetidas em CDs para todo o mundo sem custos.

A Comunidade Ubuntu ajuda-se mutuamente, não havendo distinção de novatos ou veteranos; a

informação deve ser compartilhada para que se possa ajudar quem quer que seja, independentemente do nível de dificuldade.

Há vários meses a distro Ubuntu está em primeiro lugar no DistroWatch, site especializado em catalogar o desempenho e uso das milhares de distros Linux.

catalogar o desempenho e uso das milhares de distros Linux. A SuSE, mais precisamente SUSE LINUX
catalogar o desempenho e uso das milhares de distros Linux. A SuSE, mais precisamente SUSE LINUX

A SuSE, mais precisamente SUSE LINUX AG, é uma empresa alemã, que disponibiliza soluções baseadas no sistema operativo GNU/Linux, incluindo várias distribuições. Em Janeiro de 2004 a empresa foi adquirida pela Novell, uma empresa americana que na década de 1980 ficou famosa por seu sistema operacional de rede (Netware) e que perdeu fatia substancial de mercado com o advento do Windows NT da Microsoft.

de mercado com o advento do Windows NT da Microsoft. Red Hat Linux é uma distribuição

Red Hat Linux é uma distribuição de Linux muito conhecida, líder do mercado nos EUA, criada e mantida pela Red Hat. Um grupo de programadores na Carolina do Norte decidiu tornar o Linux mais fácil para possibilitar às pessoas uma experiência mais tranquila com o mesmo. Como muitos grupos, seu objetivo era empacotar todos os bits necessários numa distribuição coerente, facilitando aos inexperientes o contato com o novo sistema operacional.

Esta distribuição porém tinha uma característica distinta das demais. Em vez de ser uma cópia de um disco rígido que tivesse o Linux instalado, ou um conjunto de disquetes com partes diferentes do sistema operacional que podiam ser copiadas, esta distribuição foi baseada no conceito de pacotes.

Cada pacote fornece um pedaço diferente de software, configurado, completamente testado e pronto para rodar. Quer experimentar um novo editor? Carregar o pacote e instale-o. Em segundos, é possível estar executando o pacote instalado. Não gosta dele? Emita um único comando e o pacote será removido.

Além disso o conceito de pacotes traz uma vantagem adicional: Esta distribuição do Linux podia ser atualizada facilmente. O desenvolvimento do Linux no mundo é muito rápido, provocando a geração de novas versões com freqüência. Em outras distribuições, a actualização do software tornou-se complexa, em uma atualização completa, normalmente o usuário teria que deletar tudo em seu disco rígido. Desse modo você provavelmente supõe que o grupo de programadores na Carolina do Norte é a Red Hat Software, e o pacote de distribuição é o Red Hat Linux. Desde a introdução do Red Hat Linux em 1994, o Linux e o Red Hat tiveram um crescimento extraordinário. Muito mudou: suporte para hardwares mais sofisticado, grande aumento de fiabilidade, e o crescente uso do Linux por companhias ao redor do mundo.

e o crescente uso do Linux por companhias ao redor do mundo. O Kurumin Linux é

O Kurumin Linux é uma distribuição Linux baseada no Knoppix e que mantém o mesmo sistema de detecção de hardware desta distribuição. Todavia, o

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Kurumin foi projetado para que fosse bem mais compacto, cabendo, assim, em suas versões iniciais, em um mini-CD de 80 mm.

Inicialmente o seu desenvolvedor, Carlos E. Morimoto, deu início ao projeto apenas para fins de uso pessoal; porém, ao anunciar a sua criação no seu site, muita gente demonstrou interesse pelo projeto, o que incentivou Morimoto a levar o projeto adiante.

Segundo o sítio DistroWatch, Kurumin é a distribuição Linux mais popular no Brasil. O nome kurumin vêm da Língua tupi-guarani, onde "curumim" significa “menino”, “criança”, em uma alusão a uma distribuição Linux mais leve e simples, para iniciantes no sistema. A letra k no início da palavra é uma referência ao Knoppix. O logotipo do Kurumin é um pingüim com aspecto infantil: pequeno, simpático e mais magro do que o Tux, o pingüim que representa o Linux em si. Outras características notáveis são o cocar na cabeça do mascote e uma bandeira do Brasil em sua barriga.

Tendo sido focado sempre na língua portuguesa, recentemente foi anunciada a formação de um grupo de trabalho para traduzir a versão 6.0 para as línguas inglesa e espanhola.

Características do Linux

O S.O. Linux possui várias características que diferenciam dos outros sistemas operacionais e que o aproximam do Unix, sendo um dos motivos da sua escolha em várias aplicações nas quais são necessárias estabilidades e segurança.

Antes de continuarmos, convém estabelecermos alguns termos utilizados.

convém estabelecermos alguns termos utilizados. Kernel - É o núcleo do sistema operacional, a parte mais

Kernel - É o núcleo do sistema operacional, a parte mais próxima do nível físico (hardware). Composta de chamadas ao sistema, de acesso aos dispositivos de entrada e saída e de gerência dos recursos da máquina.

Shell - É o nome genérico de uma classe de programas que funcionam como interpretador de comandos e linguagem de programação script (interpretada) no Unix. Os Shell mais populares são bash, chs, tsh, zsh.O Shell é a interface entre o usuário e o Kernel. O usuário pode escolher qual dos shells vai utilizar. O Shell padrão do Linux é o bash.

Script - Script é um arquivo que contém comandos de Shell, que, numa situação normal,poderiam ser executados em modo prompt. Esses comandos são executados sequencialmente,

então) e

do

meio do prompt de comando ou de outros arquivos.

Um script também pode usar variáveis. A entrada pode ser recebida por

dependendo de situações, dependendo de condições estruturais de laço, como if

then(se

while(faça

enquanto).

Principais comandos

cd Mudar de diretório actual, como por exemplo cd diretório, cd

, cd /

chmod Mudar a protecção de um arquivo ou diretório, como por exemplo chmod 777, parecido com o attrib do MS-DOS

chown Mudar o dono ou grupo de um arquivo ou diretório, vem de change owner

chgrp Mudar o grupo de um arquivo ou diretório

cmp Compara dois arquivos

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comm Seleciona ou rejeita linhas comuns a dois arquivos selecionados

cp Copia arquivos, como o copy do MS-DOS

crypt Encripta ou Desencripta arquivos (apenas CCWF)

diff

Compara o conteúdo de dois arquivos ASCII

file

Determina o tipo de arquivo

grep Procura um arquivo por um padrão, sendo um filtro muito útil e usado, por exemplo um cat a.txt | grep ola irá mostrar-nos apenas as linhas do arquivo a.txt que contenham a palavra “ola”

gzip Comprime ou expande arquivos

ln Cria um link a um arquivo

ls Lista o conteúdo de uma diretório, semelhante ao comando dir no MS-DOS

lsof Lista os arquivos abertos, vem de list open files

mkdir Cria uma diretório, vem de make directory”

mv Move ou renomeia arquivos ou diretórios

pwd Mostra-nos o caminho por inteiro da diretório em que nos encontramos em dado momento, ou seja a pathname

quota Mostra-nos o uso do disco e os limites

rm Apaga arquivos, vem de remove, e é semelhante ao comando del no MS-DOS, é preciso ter

cuidado com o comando rm * pois apaga tudo sem confirmação por defeito

rmdir Apaga diretórios, vem de remove directory

stat Mostra o estado de um arquivo, útil para saber por exemplo a hora e data do último acesso ao mesmo

sync Faz um flush aos buffers do sistema de arquivos, sincroniza os dados no disco com a memória, ou seja escreve todos os dados presentes nos buffersda memória para o disco

sort Ordena, une ou compara texto, podendo ser usado para extrair informações dos arquivos de texto ou mesmo para ordenar dados de outros comandos como por exemplo listar arquivos ordenados pelo nome

tar

Cria ou extrai arquivos, muito usado como programa de backup ou compressão de arquivos

tee

Copia o input para um standard output e outros arquivos

tr Traduz caracteres

umask Muda as protecções de arquivos por defeito

uncompress Restaura um arquivo comprimido

uniq Reporta ou apaga linhas repetidas num arquivo

wc Conta linhas, palavras e mesmo caracteres num arquivo

Estrutura de Arquivos

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Apostila de Informática para Concursos Prof. Vimerson Dantas O sistema GNU/Linux possui a seguinte estrutura básica

O sistema GNU/Linux possui a seguinte estrutura básica de diretórios:

/ Diretório principal (raiz).

/bin - Contém arquivos de programas do sistema que são usados com freqüência pelos

usuários.

/boot - Contém arquivos necessários para a inicialização do sistema.

/cdrom - Ponto de montagem da unidade de CD-ROM.

/dev - Contém arquivos usados para acessar dispositivos (periféricos) existentes no

computador.

/etc - Arquivos de configuração de seu computador local.

/floppy - Ponto de montagem de unidade de disquetes.

/home - Diretórios contendo os arquivos dos usuários.

/lib - Bibliotecas compartilhadas pelos programas do sistema e módulos do kernel.

/lost+found - Local para a gravação de arquivos/diretórios recuperados pelo utilitário fsck.ext2. Cada partição possui seu próprio diretório lost+found.

/mnt - Ponto de montagem temporário.

/proc - sistema de arquivos do kernel. Este diretório não existe em seu disco rígido, ele é colocado lá pelo kernel e usado por diversos programas que fazem sua leitura, verificam configurações do sistema ou modificar o funcionamento de dispositivos do sistema através da alteração em seus arquivos.

/root - Diretório do usuário root

/sbin - Diretório de programas usados pelo superusuário (root) para administração e controle do funcionamento do sistema.

/tmp - Diretório para armazenamento de arquivos temporários criados por programas.

/usr - Contém maior parte de seus programas. Normalmente acessível somente como leitura.

/var - Contém maior parte dos arquivos que são gravados com freqüência pelos programas

do sistema, e-mails, spool de impressora, cache, etc.

Sistema de arquivos

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Ext2 - Para partições GNU/Linux usando o Extended File System versão 2 (a mais comum).

Ext3 - Para partições GNU/Linux usando o Extended File System versão 3, com suporte a journaling.

Reiserfs - Para partições reiserfs, com suporte a journaling.

Vfat - Para partições Windows 95 que utilizam nomes extensos de arquivos e diretórios.

Msdos - Para partições DOS normais.

Iso9660 - Para montar unidades de CD-ROM. É o padrão.

No GNU/Linux, os dispositivos existentes em seu computador (como discos rígidos, disquetes, portas de impressora, modem, etc) são identificados por um arquivo referente a este dispositivo no diretório /dev.

Nomenclatura dos dispositivos

Os nomes de dispositivos no sistema GNU/Linux são acessados através do diretório onde esses dispositivos físicos são tratados como arquivos. Estes arquivos são um tipo especial no sistema de arquivos Linux. Esses dispositivos são: impressoras, CD-ROMs, modems, entradas USB, mouse, Hds, etc.

Dispositivos Linux

Dispositivos Windows

/dev/hda1

C: (Partição 1)

/dev/hda2

D: (Partição 2)

/dev/ttyS0

COM1 (Porta serial 1)

/dev/ttyS1

COM2 (Porta serial 2)

/dev/ttyS2

COM3 (Porta serial 3)

/dev/ttyS3

COM4 (Porta serial 4)

/dev/fd0

disquete(drive A:)

/dev/lp0

LPT1(porta paralela)

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Br Office Writer 2.4

O aplicativo BR Office Writer, é um editor de textos bastante semelhante ao Microsoft Word, porém o BR Office Writer, conta com alguns recursos que o Word não disponibiliza e alguns recursos do Writer têm nomes diferentes no word.

e alguns recursos do Writer têm nomes diferentes no word. 1 – Barra de menus 2

1 Barra de menus

2 Barra de Ferramentas Padrão

3 Barra de Ferramentas Formatação

4 Barra de Ferramentas Desenho

5 Barra de Status

6 Barra de Rolagem

Barra de Menus

Menu Arquivo

Contém comandos que se aplicam a todo o documento.

Novo - Cria um novo documento do BrOffice.org.

Abrir - Abre ou importa um arquivo.

Documentos recentes - Lista os arquivos abertos mais recentemente. Para abrir um arquivo da lista, clique no nome dele

Assistentes - Guia você na criação de cartas comerciais e pessoais, fax, agendas, apresentações

etc.

Fechar - Feche o documento atual sem sair do programa.

Salvar - Salva o documento atual.

Salvar como - Salva o documento atual em outro local ou com um nome de arquivo ou tipo de arquivo diferente.

Salvar tudo - Salva todos os documentos abertos do BrOffice.org. Este comando só estará disponível se dois ou mais arquivos tiverem sido modificados.

Recarregar - Substitui o documento atual pela última versão salva.

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Versões - Salva e organiza várias versões do documento atual no mesmo arquivo. Você também pode abrir, excluir e comparar versões anteriores.

Exportar - Salva o documento atual com outro nome em um local que você especifica.

Exportar como PDF - Salva o arquivo atual no formato PDF (Portable Document Format).É possível ver e imprimir um arquivo PDF em qualquer plataforma sem perder a formatação original, desde que haja um software compatível instalado.

Enviar - Envia uma cópia do documento atual para diferentes aplicativos.

Assinaturas digitais - Esta caixa de diálogo adiciona e remove assinaturas digitais do documento. Você também pode usá-la para exibir certificados.

Propriedades - Exibe as propriedades do arquivo atual, inclusive estatísticas, como contagem de palavras e a data da criação do arquivo.

Modelos - Permite organizar e editar os modelos, bem como salvar o arquivo atual como um

modelo.

Visualizar no navegador da Web - Cria uma cópia temporária do documento atual no formato HTML e abre o navegador Web padrão do seu sistema para exibir o arquivo HTML.

Visualizar página - Exibe uma visualização da página impressa ou fecha a visualização.

Imprimir - Imprime o documento atual, a seleção ou as páginas que você especificar. Você também pode definir as opções de impressão para o documento atual.

Configurações da impressora - Selecione a impressora padrão para o documento atual.

Sair - Fecha todos os programas do BrOffice.org e solicita que você salve suas alterações.

Menu Editar

Este menu contém comandos para a edição do conteúdo de um documento.

Desfazer - Reverte o último comando ou a última entrada digitada. Para selecionar o comando que você deseja reverter, clique na seta ao lado do ícone Desfazer na barra Padrão.

Refazer - Reverte a ação do último comando Desfazer. Para selecionar a etapa Desfazer que você deseja reverter, clique na seta ao lado do ícone Refazer na barra de ferramentas Padrão.

Repetir - Repete o último comando.

Cortar - Remove e copia a seleção para a área de transferência.

Copiar - Copia a seleção para a área de transferência.

Colar - Insere o conteúdo da área de transferência na posição do cursor e substitui o texto ou os objetos selecionados. Clique na seta ao lado do ícone para selecionar o formato.

Colar especial - nsere o conteúdo da área de transferência no arquivo atual em um formato que você pode especificar.

Selecionar texto - Você pode ativar um cursor de seleção em um texto somente leitura ou na Ajuda. Escolha Editar - Selecionar texto ou abra o menu de contexto de um documento somente leitura e escolha Selecionar texto. O cursor de seleção não fica intermitente.

Modo de seleção - Escolha o modo de seleção do submenu: modo de seleção normal, ou modo de seleção por bloco.

Selecionar tudo - Seleciona todo o conteúdo do arquivo, quadro ou objeto de texto atual.

Alterações - Lista os comandos que estão disponíveis para rastrear as alterações em seu

arquivo.

Comparar documento - Compara o documento atual com um documento que você seleciona.

Localizar e substituir - Procura ou substitui textos ou formatos no documento atual.

Navegador - Mostra ou oculta o Navegador. Você pode usá-lo para acessar rapidamente diferentes partes do documento e para inserir elementos do documento atual ou de outros documentos abertos, bem como para organizar documentos mestre. Para editar um item do Navegador, clique com o

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botão direito do mouse no item e, em seguida, escolha um comando do menu de contexto. Se preferir, você pode encaixar o Navegador na borda do espaço de trabalho.

AutoTexto - Cria, edita ou insere AutoTexto. Você pode armazenar texto formatado, texto com figuras, tabelas e campos como AutoTexto. Para inserir AutoTexto rapidamente, digite o atalho do AutoTexto no documento e pressione F3.

Trocar banco de dados - Altera a fonte de dados do documento atual. Para exibir corretamente o conteúdo dos campos inseridos, o banco de dados que foi substituído deve conter nomes de campos idênticos.

Campos - Abre um caixa de diálogo na qual você pode editar as propriedades de um campo. Clique antes de um campo e selecione este comando. Na caixa de diálogo, você pode usar as setas para ir para o próximo campo ou voltar para o anterior.

Notas de rodapé - Edita a âncora de nota de rodapé ou de nota de fim selecionada. Clique antes ou depois da nota de rodapé ou da nota de fim e, em seguida, escolha este comando.

Entrada de índice - Edita a entrada de índice selecionada. Clique antes da entrada de índice ou na própria entrada e, em seguida, escolha este comando.

Entrada bibliográfica - Edita a entrada bibliográfica selecionada.

Hyperlink - Abre uma caixa de diálogo que permite que você crie e edite hyperlinks.

Links - Permite a edição das propriedades de cada link no documento atual, incluindo o caminho para o arquivo de origem. Este comando não estará disponível se o documento atual não contiver links para outros arquivos.

Plug-in - Permite a edição de plug-ins no seu arquivo. Escolha este comando para ativar ou desativar este recurso. Quando ativado, aparecerá uma marca de seleção ao lado do comando, e você verá comandos para editar o plug-in em seu menu de contexto. Quando desativado, você verá comandos para controlar o plug-in no menu de contexto.

Mapa de imagem - Permite que você anexe URLs a áreas específicas, denominadas pontos de acesso, em uma figura ou em um grupo de figuras. Um Mapa de Imagem é um grupo com um ou mais pontos de acesso.

Objeto - Permite editar um objeto selecionado no arquivo, inserido com o comando Inserir - Objeto.

Menu Exibir

Este menu contém comandos para controlar a exibição do documento na tela.

Layout de impressão - Exibe a forma que terá o documento quando este for impresso.

Layout da Web - Exibe o documento como seria visualizado em um navegador da Web. Esse recurso é útil ao criar documentos HTML.

Fonte HTML - Exibe o texto de origem (fonte) do documento HTML atual. Para exibir a fonte HTML de um novo documento, é necessário primeiro salvar o novo documento como um documento HTML.

Barras de ferramentas - Abre um submenu para mostrar e ocultar barras de ferramentas. Uma barra de ferramentas contém ícones e opções que permitem acessar rapidamente os comandos do BrOffice.org.

Barra de status - Mostra ou oculta a barra de status na borda inferior da janela.

Status do método de entrada - Mostra ou oculta a janela de status do IME (Input Method

Engine).

Régua - Mostra ou oculta a régua horizontal, que você pode usar para ajustar margens de página, marcas de tabulação, recuos, bordas, células da tabela e para dispor objetos na página. Para mostrar a régua vertical, escolha Ferramentas - Opções - BrOffice.org Writer - Exibir e, em seguida, marque a caixa de seleção Régua vertical na área Régua.

Limites do texto - Mostra ou oculta os limites da área imprimível da página. As linhas de limite não são impressas.

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Sombreamentos de campos - Mostra ou oculta os sombreamentos de campos no documento, incluindo espaços incondicionais, hifens personalizados, índices e notas de rodapé.

Nomes de campos - Alterna a exibição entre o nome e o conteúdo do campo. A presença de uma marca de seleção indica que os nomes dos campos são exibidos e a ausência dessa marca indica que o conteúdo é exibido. O conteúdo de alguns campos não pode ser exibido.

Caracteres não-imprimíveis - Mostra os caracteres não-imprimíveis no texto, como marcas de parágrafo, quebras de linha, paradas de tabulação e espaços.

Parágrafos ocultos - Mostra ou oculta parágrafos ocultos. Esta opção afeta somente a exibição de parágrafos ocultos. Ela não afeta a impressão desses parágrafos.

Fontes de dados - Lista os bancos de dados registrados para o BrOffice.org e permite que você gerencie o conteúdo deles.

Tela inteira - Exibe ou oculta os menus e as barras de ferramentas no Writer ou no Calc. Para sair do modo de tela inteira, clique no botão Ativar/Desativar tela inteira.

Zoom - Reduz ou amplia a exibição de tela do BrOffice.org.

Menu Inserir

Este menu contém todos os comandos necessários para inserir novos elementos em um documento, como, por exemplo, seções, notas de rodapé, notas, caracteres especiais, figuras e objetos de outros aplicativos.

Quebra manual - Insere uma quebra manual de linha, de coluna ou de página na posição atual em que se encontra o cursor.

Campos - Insere um campo na posição atual do cursor. O submenu lista os tipos de campos mais comuns. Para exibir todos os campos disponíveis, escolha Outro.

Caractere especial - Insere os caracteres especiais a partir das fontes instaladas.

Marca de formatação - Abre um submenu para inserir marcas especiais de formatação.

Seção - Insere uma seção de texto no mesmo local em que o cursor está posicionado no documento. Também é possível selecionar um bloco de texto e, em seguida, escolher esse comando para criar uma seção. Use as seções para inserir blocos de texto de outros documentos, para aplicar layouts de colunas personalizados ou para proteger ou ocultar os blocos de texto quando uma condição for atendida.

Hyperlink - Abre uma caixa de diálogo que permite que você crie e edite hyperlinks.

Cabeçalho - Adiciona ou remove um cabeçalho do estilo de página que você selecionar no submenu. O cabeçalho é adicionado a todas as páginas que usam o mesmo estilo de página. Em um novo documento, é listado apenas o estilo de página "Padrão". Outros estilos de páginas serão adicionados à lista depois que você aplicá-los ao documento.

Rodapé - Adiciona ou remove um rodapé do estilo de página selecionado no submenu. O rodapé

é adicionado a todas as páginas que usam o mesmo estilo. Em um novo documento, somente o estilo de

página "Padrão" é listado. Outros estilos serão adicionados à lista depois que forem aplicados ao

documento.

Nota de rodapé - Insere uma nota de rodapé ou uma nota de fim no documento. A âncora para

a nota será inserida na posição atual do cursor. Você pode escolher entre numeração automática ou um símbolo personalizado.

Legenda - Adiciona uma legenda numerada à figura, tabela, quadro, quadro de texto ou objeto de desenho selecionado. Você também pode acessar este comando clicando com o botão direito do mouse no item ao qual deseja adicionar a legenda.

Marcador - Insere um marcador na posição do cursor. Você pode então utilizar o Navegador para, posteriormente, ir rápido até o local destacado. Em um documento HTML, os marcadores são convertidos em âncoras para as quais você pode ir rapidamente através de um hyperlink.

Referência cruzada - Esta é a posição em que você insere as referências ou os campos referidos no documento atual. As referências são os campos referidos no mesmo documento ou em subdocumentos de um documento mestre.

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Nota - Insere uma nota na posição atual do cursor. Para exibir ou editar o conteúdo de uma nota, selecione-a e escolha este comando.

Script - Insere um script na posição atual do cursor em um documento HTML ou de texto.

Índices e índices gerais - Abre um menu para inserir entradas de índice e inserir índices e

tabelas.

Envelope - Cria um envelope. Nas três páginas de guias, você pode especificar o destinatário e o remetente, a posição e o formato dos dois endereços e o tamanho e a orientação do envelope.

Quadro - Insere um quadro que você pode usar para criar um layout com uma ou mais colunas de texto e objetos.

Tabela - Insere uma tabela no documento. Você também pode clicar na seta, arrastar o mouse para selecionar o número de linhas e colunas a serem incluídas na tabela e, em seguida, clicar na última célula.

Linha horizontal - Insere uma linha horizontal na posição atual do cursor.

Figura - Selecione a origem da figura que deseja inserir.

Objetos - Insere um objeto em seu documento. Para filmes e sons, use Inserir - Filme e som.

Quadro flutuante - Insere um quadro flutuante no documento atual. Os quadros flutuantes são usados em documentos HTML para exibir o conteúdo de outro arquivo. Não há suporte para quadros flutuantes no Netscape Navigator 4.x.

Filme e som - Insere um arquivo de vídeo ou de som no documento.

Arquivo - Insere um arquivo de texto na posição atual do cursor.

Menu Formatar

Contém comandos para formatar o layout e o conteúdo de documentos.

Formatação padrão - Remove formatação direta da seleção.

Caractere - Muda a fonte e a formatação de fonte dos caracteres selecionados.

Parágrafo - Modifica o formato do parágrafo atual, por exemplo, alinhamento e recuo.

Marcadores e numeração - Adiciona marcadores ou numeração ao parágrafo atual e permite que você edite o formato da numeração ou dos marcadores.

Página - Especifique os estilos de formatação e o layout do estilo de página atual, incluindo margens da página, cabeçalhos, rodapés e o plano de fundo da página.

Alterar capitalização - Altera o uso de maiúsculas e minúsculas nos caracteres selecionados ou, se o cursor estiver em uma palavra, altera o uso de maiúsculas e minúsculas de todos os caracteres nela.

Manual fonético asiático - Permite que você adicione comentários sobre caracteres asiáticos para serem usados como manual de pronúncia.

Esses comandos só podem ser acessados depois que você ativa o suporte para idiomas asiáticos em Ferramentas - Opções - Configurações de idioma - Idiomas.

Colunas - Especifica o número de colunas e o layout de coluna para um estilo de página, quadro ou seção.

Seções - Altera as propriedades das seções definidas no documento. Para inserir uma seção, selecione o texto ou clique no documento e, em seguida, escolha Inserir - Seção.

Estilos e formatação - Use a janela Estilos e formatação para aplicar, criar, editar, adicionar e remover estilos de formatação. Clique duas vezes para aplicar o estilo.

AutoFormatação - Formata automaticamente o arquivo de acordo com as opções definidas em Ferramentas - AutoCorreção.

Ancorar - Define as opções de ancoramento para o objeto selecionado.

Quebra Automática - Define as opções de quebra automática de texto para figuras, objetos e quadros.

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Alinhamento (objetos) - Alinha os objetos selecionados, um em relação ao outro.

Alinhamento (objetos de texto) - Define as opções de alinhamento para a seleção atual.

Dispor - Altera a ordem de empilhamento do(s) objeto(s) selecionado(s).

Inverter - Inverte o objeto selecionado, horizontalmente ou verticalmente.

Grupo - Agrupa os objetos selecionados de forma que possam ser movidos ou formatados como um único objeto.

Objeto - Abre um submenu para editar propriedades do objeto selecionado.

Quadro - Insere um quadro que você pode usar para criar um layout com uma ou mais colunas de texto e objetos.

Figura - Formata o tamanho, a posição e outras propriedades da figura selecionada.

Menu Ferramentas

Contém ferramentas de ortografia, uma galeria de objetos gráficos que você pode adicionar aos documentos, além de ferramentas para a configuração de menus e de preferências de programas.

Verificação ortográfica - Verifica a ortografia manualmente.

Idioma - Abre um submenu para você poder escolher comandos específicos do idioma.

Contagem de palavras - Conta as palavras e caracteres da seleção atual e do documento

inteiro.

AutoCorreção - Define as opções para a substituição automática de texto à medida que você

digita.

Numeração da estrutura de tópicos - Especifica o formato de número e a hierarquia para a numeração de capítulos no documento atual.

Numeração de linhas - Adiciona ou remove e formata números de linha no documento atual. Para desativar a numeração de linhas em um parágrafo, clique no parágrafo, escolha Formatar - Parágrafo, clique na guia Numeração e, em seguida, desmarque a caixa de seleção Incluir este parágrafo na numeração de linhas

Notas de rodapé - Especifica as configurações de exibição de notas de rodapé e notas de fim.

Galeria - Abre a Galeria, onde você poderá selecionar figuras e sons para inserir em seu documento.

Banco de dados bibliográfico - Insira, exclua, edite e organize arquivos no banco de dados bibliográfico.

Assistente de Mala Direta - Inicia o Assistente de Mala Direta para criar cartas-modelo ou enviar mensagens de e-mail a vários destinatários.

Classificar - Faz a classificação alfabética e numérica dos parágrafos selecionados. Você pode definir até três chaves de classificação e combinar chaves de classificação alfanuméricas e numéricas.

Calcular - Calcula a fórmula selecionada e copia o resultado para a área de transferência.

Atualizar - Atualiza os itens do documento atual com conteúdo dinâmico, como campos e

índices.

Media Player - Abre a janela do Media Player, em que você pode visualizar arquivos de filme e som e inseri-los no documento atual.

Macros - Permite gravar, organizar e edite macros.

Gerenciador de extensão - O Gerenciador de extensão adiciona, remove, desativa, ativa, atualiza e exporta extensões do BrOffice.org.

Configurações do filtro XML - Abre a caixa de diálogo Configurações do filtro XML, onde você pode criar, editar, excluir e testar filtros para importar e exportar arquivos XML.

Personalizar - Personaliza menus, teclas de atalho, barras de ferramentas e atribuições de macros do BrOffice.org para eventos.

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Opções - Este comando abre uma caixa de diálogo para configuração personalizada do programa.

Menu Tabela

Mostra todos os comandos para inserir e para editar uma tabela em um documento de texto.

Inserir Tabela - Insere uma nova tabela.

Colunas - Insere colunas.

Linhas - Insere linhas.

Excluir Tabela - Exclui a tabela atual.

Colunas - Exclui as colunas selecionadas.

Linhas - Exclui as linhas selecionadas.

Selecionar Tabela - Seleciona a tabela atual.

Coluna - Seleciona a coluna atual.

Linha - Seleciona a linha atual.

Célula - Seleciona a célula atual.

Mesclar células - Combina o conteúdo das células selecionadas da tabela em uma única célula.

Dividir células - Divide a célula ou o grupo de células, horizontalmente ou verticalmente, no número de células que você inserir.

Mesclar tabelas - Combina duas tabelas consecutivas em uma única tabela. As tabelas devem estar lado a lado, e não separadas por um parágrafo vazio.

Dividir tabela - Divide a tabela atual em duas tabelas separadas na posição do cursor. Você também pode clicar com o botão direito do mouse em uma célula da tabela para acessar este comando.

AutoFormatação de tabela - Aplica automaticamente formatos à tabela atual, incluindo fontes, sombreamento e bordas.

AutoAjustar Largura da coluna - Abre a caixa de diálogo Largura da coluna, na qual você pode alterar a largura de uma coluna.

Largura de coluna ideal - Ajusta automaticamente a largura das colunas para coincidir com o conteúdo das células. A alteração da largura de uma coluna não afeta a largura das outras colunas na tabela. A largura da tabela não pode exceder a largura da página.

Distribuir colunas uniformemente - Ajusta a largura das colunas selecionadas para corresponder à maior largura de coluna da seleção. A largura total da tabela não pode exceder a largura da página.

Altura da linha - Abre a caixa de diálogo Altura da linha, na qual você pode alterar a altura de uma linha.

Altura de linha ideal - Ajusta automaticamente a altura das linhas para que corresponda ao conteúdo das células. Esta é a definição padrão para novas tabelas.

Distribuir linhas uniformemente - Ajusta a altura das linhas selecionadas de acordo com a altura da linha mais alta na seleção.

Permitir quebra de linha em páginas e colunas - Permite uma quebra de página na linha

atual.

Repetir linhas de título - Repete os cabeçalhos das tabelas nas páginas subseqüentes quando a tabela se estende por uma ou mais páginas.

Converter Texto em tabela - Abre uma caixa de diálogo em que você pode converter em tabela o texto selecionado.

Tabela em texto - Abre uma caixa de diálogo em que você pode converter a tabela atual em

texto.

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Prof. Vimerson Dantas

Classificar - Faz a classificação alfabética e numérica dos parágrafos selecionados. Você pode definir até três chaves de classificação e combinar chaves de classificação alfanuméricas e numéricas.

Fórmula - Abre a Barra de fórmulas para inserir ou editar uma fórmula.

Formato numérico - Abre uma caixa de diálogo na qual você pode especificar o formato de números na tabela.

Bordas da tabela - Mostra ou oculta as bordas em torno das células da tabela. As bordas só são visíveis na tela e não são impressas.

Propriedades da tabela - Especifica as propriedades da tabela selecionada, como, por exemplo, nome, alinhamento, espaçamento, largura da coluna, bordas e plano de fundo.

Menu Janela - Contém comandos para manipulação e exibição de janelas de documentos.

Nova janela - Abre uma nova janela que exibe os conteúdos da janela atual. Você pode agora ver diferentes partes do mesmo documento ao mesmo tempo.

Fechar - Fecha a janela atual. Escolha Janela - Fechar ou pressione Ctrl+F4. Na visualização de página dos programas BrOffice.org Writer e Calc, você pode fechar a janela atual por meio de um clique no botão Fechar visualização.

Lista de documentos - Lista os documentos abertos no momento atual. Selecione o nome de um documento ma lista para alternar para esse documento.

Menu Ajuda

O menu da Ajuda permite iniciar e controlar o sistema de Ajuda de BrOffice.org.

Ajuda do BrOffice.org - Abre a página principal da Ajuda do BrOffice.org do aplicativo atual. Você pode percorrer as páginas da Ajuda e procurar por termos do índice ou por outro texto.

O que é isto - Ativa as dicas de ajuda adicionais sobre o ponteiro do mouse até o próximo

clique.

Suporte - Mostra informações de como obter suporte.

Registro - Conecta ao site do BrOffice.org na Web, onde você pode registrar sua cópia BrOffice.org.

Verificar se há atualizações - Ative uma conexão com a Internet para o BrOffice.org. Se precisar de um proxy, marque as configurações de proxy do BrOffice.org Proxy em Ferramentas - Opções - Internet. Em seguida selecione Verificar se há atualizações para comprovar se está disponível uma nova versão do conjunto de Office.

Sobre - Exibe informações gerais do programa, como o número da versão e os direitos autorais.

Barra de Ferramentas Padrão

versão e os direitos autorais. Barra de Ferramentas Padrão 1 2 3 4 5 6 7

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Apostila de Informática para Concursos

1 Novo, cria um novo documento do BrOffice.org.

2 - Abrir Arquivo, abre ou importa um arquivo.

3 Salvar, Salva o documento atual.

Prof. Vimerson Dantas

4 - Documento como e-mail, abre uma nova janela no programa de e-mail padrão com o documento atual como anexo. O formato do arquivo atual usado. Se o documento for novo e não salvo, o formato especificado em Ferramentas - Opções - Carregar/Salvar - Geral é usado.

5 - Editar arquivo - Use o ícone Editar arquivo para ativar ou desativar o modo de edição.

6 - Exportar como PDF, salva o arquivo atual no formato PDF (Portable Document Format).É possível ver e imprimir um arquivo PDF em qualquer plataforma sem perder a formatação original, desde que haja um software compatível instalado.

7 - Imprimir arquivo diretamente, clique no ícone Imprimir arquivo diretamente para imprimir o

documento ativo com as configurações de impressão padrão. Tais configurações podem se encontradas na caixa de diálogo Instalação de impressora, que você pode chamar por meio do comando de menu Configurações da impressora.

8 - Visualizar página, exibe uma visualização da página impressa ou fecha a visualização.

9 Verificar, faz uma verificação ortográfica no documento atual ou na seleção.

10 - Ativar/Desativar AutoVerificação ortográfica, verifica automaticamente a ortografia à medida

que você digita e, então, sublinha os erros.

11 Cortar, remove e copia a seleção para a área de transferência.

12 Copiar, copia a seleção para a área de transferência.

13 Colar, insere o conteúdo da área de transferência na posição do cursor e substitui o texto ou

os objetos selecionados. Clique na seta ao lado do ícone para selecionar o formato.

14 - Pincel de Estilo, copia a formatação do objeto ou do texto selecionado e aplica-a a outro

objeto ou a outra seleção de texto. Clique no ícone Pincel de Estilo na barra de ferramentas Padrão.

15 Desfazer, reverte o último comando ou a última entrada digitada. Para selecionar o comando que você deseja reverter, clique na seta ao lado do ícone Desfazer na barra Padrão.

16 Refazer, reverte a ação do último comando Desfazer. Para selecionar a etapa Desfazer que

você deseja reverter, clique na seta ao lado do ícone Refazer na barra de ferramentas Padrão.

17 Hyperlink, abre uma caixa de diálogo que permite que você crie e edite hyperlinks.

18 Tabela, insere uma tabela no documento. Você também pode clicar na seta, arrastar o

mouse para selecionar o número de linhas e colunas a serem incluídas na tabela e, em seguida, clicar na

última célula.

19 - Mostrar funções de desenho, clique para abrir ou fechar a barra Desenho, onde você pode

adicionar ao documento atual formas, linhas, texto e textos explicativos.

20 - Localizar e substituir, procura ou substitui textos ou formatos no documento atual.

21 - Navegador, clique no ícone Ativar/Desativar Navegador para ocultar ou mostrar o Navegador.

22 - Galeria, abre a Galeria, onde você poderá selecionar figuras e sons para inserir em seu

documento.

23 - Fontes de dados, lista os bancos de dados registrados para o BrOffice.org e permite que

você gerencie o conteúdo deles.

24 - Caracteres não-imprimíveis, mostra os caracteres não-imprimíveis no texto, como marcas de

parágrafo, quebras de linha, paradas de tabulação e espaços.

25 - Zoom, reduz ou amplia a exibição de tela do BrOffice.org. O fator de zoom atual é exibido

como um valor de porcentagem na barra de status.

24 - Ajuda do BrOffice.org, abre a página principal da Ajuda do BrOffice.org do aplicativo atual.

Você pode percorrer as páginas da Ajuda e procurar por termos do índice ou por outro texto.

Barra de Ferramentas Formatação

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1 - Estilos e formatação, especifica se a janela Estilos e formatação será mostrada ou ocultada; é nela que você pode atribuir e organizar os estilos.

2 - Aplicar estilo, permite que você atribua um estilo ao parágrafo atual, aos parágrafos

selecionados ou a um objeto selecionado. Outros estilos podem ser encontrados em Formatar - Estilos e formatação.

3 - Nome da fonte, permite que você selecione um nome de fonte na lista ou digite um nome de

fonte diretamente.Você pode inserir várias fontes, separadas por ponto-e-vírgulas. O BrOffice.org usará

cada fonte nomeada em sucessão se as fontes anteriores não estiverem disponíveis.

4 - Tamanho da fonte, permite que você escolha entre diferentes tamanhos de fonte na lista ou

que digite um tamanho manualmente.

5 Negrito, aplica o formato negrito ao texto selecionado. Se o cursor estiver sobre uma palavra,

ela ficará toda em negrito. Se a seleção ou a palavra já estiver em negrito, a formatação será removida.

6 Itálico, aplica o formato itálico ao texto selecionado. Se o cursor estiver sobre uma palavra,

ela ficará toda em itálico. Se a seleção ou palavra já estiver em itálico, a formatação será removida.

7 Sublinhado, sublinha o texto selecionado ou remove o sublinhado do texto selecionado.

8 Esquerda, alinha o parágrafo selecionado em relação à margem esquerda da página.

9 - Centralizar, centraliza na página os parágrafos selecionados.

10 Direita, alinha os parágrafos selecionados em relação à margem direita da página.

11 Justificar, alinha os parágrafos selecionados às margens esquerda e direita da página. Se

preferir, você pode especificar as opções de alinhamento para a última linha de um parágrafo,

escolhendo Formatar - Parágrafo - Alinhamento.

12 - Ativar/Desativar numeração, adiciona ou remove a numeração dos parágrafos selecionados.

Para definir o formato da numeração, escolha Formatar - Marcadores e numeração. Para exibir a barra Marcadores e numeração, escolha Exibir - Barras de ferramentas - Marcadores e numeração.

13 - Ativar/Desativar marcadores, atribui pontos de marcação aos parágrafos selecionados ou os

remove dos parágrafos com marcadores.

14 - Diminuir recuo, clique no ícone Diminuir recuo para reduzir o recuo esquerdo do conteúdo

da célula ou do parágrafo atual e defina-o como a posição da tabulação anterior.

15 - Aumentar recuo, aumenta o recuo à esquerda do parágrafo atual e o define para a próxima

parada de tabulação.

16 - Cor da fonte, clique para aplicar a cor da fonte atual aos caracteres selecionados. Você também pode clicar aqui e arrastar uma seleção para alterar a cor do texto. Clique na seta ao lado do ícone para abrir a barra de ferramentas Cor da fonte.

17 Realce, aplica a cor de realce atual ao plano de fundo de uma seleção de texto. Se não

houver texto selecionado, clique no ícone Realce, selecione o texto que deseja realçar e, em seguida,

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clique novamente no ícone Realce. Para alterar a cor de realce, clique na seta ao lado do ícone Realce e, em seguida, clique na cor desejada.

18 - Plano de fundo do parágrafo, clique para abrir uma barra de ferramentas onde você pode clicar em uma cor de plano de fundo para um parágrafo. A cor é aplicada ao plano de fundo do parágrafo atual ou dos parágrafos selecionados.

Barra de Ferramentas Desenho

dos parágrafos selecionados. Barra de Ferramentas Desenho 1 2 3 4 5 6 7 8 9

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1 - Seleção, permite selecionar objetos do documento atual. Para selecionar um objeto, clique no

objeto com a seta. Para selecionar mais de um objeto, arraste um quadro de seleção ao redor dos objetos. Para adicionar um objeto a uma seleção, pressione Shift e, em seguida, clique no objeto.

2 - Linha, desenha uma linha reta para a qual você arrasta o documento atual. Para restringir a linha a 45 graus, mantenha pressionada a tecla Shift enquanto arrasta.

3 - Retângulo, desenha um retângulo para o qual você arrasta o documento atual. Para desenhar

um quadrado, mantenha pressionada a tecla Shift enquanto arrasta. Clique onde você deseja posicionar

um canto do retângulo e arraste até o tamanho desejado.

4 - Elipse, desenha uma forma oval para a qual você arrasta o documento atual. Clique no local

em que você deseja desenhar a forma oval e arraste até o tamanho desejado. Para desenhar um círculo,

mantenha pressionada a tecla Shift enquanto arrasta.

5 - Linha à Mão Livre, desenha uma linha à mão livre para a qual você arrasta o documento

atual. Para finalizar a linha, solte o botão do mouse. Para desenhar uma forma fechada, solte o botão do mouse próximo ao ponto inicial da linha.

6 - Texto, desenha uma caixa de texto com direção de texto horizontal no local em que você

arrasta o cursor no documento atual. Arraste uma caixa de texto até o tamanho desejado em qualquer lugar do documento e, em seguida, digite ou cole o texto. Gire o texto para obter texto girado.

7 - Textos Explicativo, desenha uma linha que termina em um texto explicativo retangular com

direção de texto horizontal a partir do local do qual você arrasta o cursor no documento atual. Arrasta uma alça do texto explicativo para redimensioná-lo. Para adicionar texto, clique na borda do texto explicativo e, em seguida, digite ou cole seu texto. Para transformar um texto explicativo retangular em um texto explicativo arredondado, arraste a alça do canto maior quando o ponteiro se transformar em mão.

8 - Formas básicas,abre a barra de ferramentas Formas básicas, que você pode usar para inserir figuras em seu documento.

9 - Formas de símbolo, abre a barra de ferramentas Formas de símbolo, por meio da qual você pode inserir figuras em seu documento.

10 - Setas largas, abre a barra de ferramentas Setas largas, a partir da qual você pode inserir figuras em seu documento.

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11 - Fluxogramas, abre a barra de ferramentas Fluxogramas, para você inserir figuras de fluxogramas em seu documento.

12 - Textos explicativos, abre a barra de ferramentas Textos explicativos, a partir da qual você

pode inserir elementos gráficos em seu documento.

13 - Estrelas e faixas, abre a barra de ferramentas Estrelas e faixas, para você inserir figuras de

estrelas ou faixas em seu documento.

14 - Pontos, permite que você edite pontos no desenho.

15 - Galeria do Fontwork, o ícone abre a Galeria do Fontwork, por meio da qual você pode inserir

texto gráfico em seu documento.

16 - Do arquivo, insere uma figura no documento atual.

17 - Ativar/Desativar extrusão, ativa e desativa os efeitos 3D dos objetos selecionados.

Selecionando textos no writer

Como todos os editores de texto o BROffice Writer, tem várias formas de selecionar textos, dentre as principais formas de seleção cobradas nos concursos públicos estão as formas de selecionar textos com o mouse dentro da área de texto e na margem esquerda da página, abaixo seguem os procedimentos para utilizar as duas formas de seleção.

Na área de texto:

1 Clique

Posiciona o cursor

2 Cliques

Seleciona a palavra

3 Cliques

Seleciona o parágrafo

Na margem esquerda da página:

1 Clique

Posiciona o cursor no início da linha

2 Cliques

Seleciona a primeira palavra da linha

3 Cliques

Seleciona o parágrafo

Teclas de Atalho do Br Office Writer

Tecla de atalho

Efeito

F7

Verificação ortográfica

F2

Barra Fórmulas

Ctrl+F7

Dicionário de sinônimos

Ctrl+F2

Inserir campos

F8

Modo de extensão

F3

Concluir AutoTexto

Ctrl+F8

Ativar/Desativar sombreamentos de campos

   

Ctrl+F3

Editar AutoTexto

Shift+F8

Modo de seleção adicional

   

F4

Abrir exibição da fonte de dados

Ctrl+Shift+F8

Modo de seleção por bloco

   

Shift+F4

Selecionar próximo quadro

F9

Atualizar campos

   

F5

Ativar/Desativar Navegador

Ctrl+F9

Mostrar campos

   

Ctrl+Shift+F5

Ativar Navegador, ir para número da página

Shift+F9

Calcular tabela

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Ctrl+Shift+F9

Atualizar campos e listas de entrada

 

Ctrl+F10

Ativar/Desativar

caracteres

não-

imprimíveis

F11

Ativar/Desativar

janela

Estilos

e

formatação

Shift+F11

Criar estilo

Ctrl+Shift+F11

Atualizar estilo

F12

Ativar numeração

Ctrl+F12

Inserir ou editar tabela

 

Shift+F12

Ativar marcadores

 

Ctrl+Shift+F12

Desativar Numeração/Marcadores

 

Ctrl+A

Selecionar tudo

Ctrl+J

Justificar

Ctrl+D

Sublinhado duplo

Ctrl+E

Centralizado

Ctrl+F

Localizar e substituir

 

Ctrl+Shift+P

Sobrescrito

Ctrl+L

Alinhar à esquerda

 

Ctrl+R

Alinhar à direita

Ctrl+Shift+B

Subscrito

Ctrl+Y

Refazer última ação

 

Ctrl+0 (zero)

Aplicar estilo de parágrafo Padrão

 

Ctrl+1

Aplicar estilo de parágrafo Título 1

 

Ctrl+2

Aplicar estilo de parágrafo Título 2

 

Ctrl+3

Aplicar estilo de parágrafo Título 3

 

Ctrl+5

Espaçamento de 1 linha e meia

 

Ctrl+ Tecla de sinal de adição(+)

Calcula o texto selecionado e copia o resultado para a área de transferência.

Ctrl+Hífen (-)

Hifens personalizados; hifenização definida pelo usuário.

 

Ctrl+Shift+sinal de menos (-)

Traço incondicional (não é usado para hifenização)

 

Ctrl+ * (teclado numérico)

Executar campo de macro!

 

Ctrl+Space

Espaços incondicionais. Esses espaços não serão usados para hifenização nem serão expandidos se o texto estiver justificado.

 

Shift+Enter

Quebra de linha sem alteração de parágrafo

 

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Ctrl+Enter

Quebra manual de página

Ctrl+Shift+Enter

Quebra de coluna em textos com várias colunas

Alt+Enter

Inserção de um novo parágrafo sem numeração

Alt+Enter

Inserção de um novo parágrafo diretamente antes ou depois de uma seção ou tabela.

Seta para a esquerda

Mover o cursor para a esquerda

Shift+Seta para a esquerda

Mover o cursor com a seleção para a esquerda

Ctrl+Seta para a esquerda

Ir para o início da palavra

Ctrl+Shift+Seta para a esquerda

Seleção à esquerda, uma palavra de cada vez

Seta para a direita

Mover o cursor para a direita

Shift+Seta para a direita

Mover o cursor com a seleção para a direita

Ctrl+Seta para a direita

Ir para o fim da palavra

Ctrl+Shift+Seta para a direita

Seleção à direita, uma palavra de cada vez

Seta para cima

Mover o cursor uma linha acima

Shift+Seta para

Seleção de linhas de baixo para cima

cima

Ctrl+Seta para

Mova o cursor para o início do parágrafo

cima

Shift+Ctrl+Seta

Selecione o início do parágrafo

para cima

Seta para baixo

Mover o cursor uma linha para baixo

Shift+Seta para

Seleção de linhas de cima para baixo

baixo

Ctrl+Seta para

Mova o cursor para o fim do parágrafo

baixo

Shift+Ctrl+Seta

Selecione o fim do parágrafo

para baixo

Home

Ir para o início da linha

Shift+Home

Ir e selecionar até o início de uma linha

Fim

Ir para o fim da linha

Shift+End

Ir e selecionar até o fim da linha

Ctrl+Home

Ir para o início do documento

Ctrl+Shift+Home

Ir e selecionar o texto até o início do documento

Ctrl+End

Ir para o fim do documento

Ctrl+Shift+End

Ir e selecionar o texto até o fim do documento

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Ctrl+PageUp

Alternar o cursor entre o texto e o cabeçalho

Ctrl+PageDown

Alternar o cursor entre o texto e o rodapé

Inserir

Ativar/Desativar modo de inserção

PageUp

Mover página da tela para cima

Shift+PageUp

Mover página da tela para cima com a seleção

PageDown

Mover uma página da tela para baixo

Shift+PageDown

Mover uma página da tela para baixo com a seleção

Ctrl+Del

Excluir texto até o fim da palavra

Ctrl+Backspace

Excluir o texto até o início da palavra Em uma lista: exclua um parágrafo vazio na frente do parágrafo atual

Ctrl+Shift+Del

Excluir texto até o fim da frase

Ctrl+Shift+Backsp

Excluir o texto até o início da frase

ace

Ctrl+Tab

Próxima sugestão com Completar palavra automaticamente

Ctrl+Shift+Tab

Use a sugestão anterior com Completar palavra automaticamente

Ctrl+ duplo clique ou Ctrl+Shift+F10

Use esta combinação para encaixar ou desencaixar rapidamente a janela do Navegador, a janela Estilos e Formatação ou outras janelas

Tecla Enter

Ativa o botão em foco na caixa de diálogo

Esc

Termina a ação ou fecha a caixa de diálogo. Se estiver na Ajuda do BrOffice.org: sobe um nível.

Barra de espaço

Alterna a caixa de seleção realçada em uma caixa de diálogo.

Teclas de seta

Altera o campo de controle ativo em uma seção de opção da caixa de diálogo.

Tab

Avança o foco para a próxima seção ou o próximo elemento de uma caixa de diálogo.

Shift+Tab

Desloca o foco para o elemento ou a seção anterior em uma caixa de diálogo.

Alt+Seta para

Abre a lista do campo de controle atualmente selecionado na caixa de diálogo. Essas teclas de atalho podem ser usadas tanto para caixas de combinação como para botões de ícone com menus instantâneos. Para fechar uma lista aberta, pressione a tecla Escape.

baixo

Del

Envia o(s) item(ns) selecionado(s) para a lixeira.

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Shift+Del

Exclui os itens selecionados sem colocá-los na lixeira.

Backspace

Quando uma pasta é mostrada: sobe um nível (retorna)

Ctrl+Shift+Barra

Remove a formatação direta do texto ou dos objetos selecionados

de espaço

Ctrl+Tab

Estando no início de um cabeçalho,

é

inserida uma tabulação.

Enter (se um objeto OLE estiver selecionado)

Ativa o objeto OLE selecionado.

Enter (com objeto ou texto selecionado)

Ativa o modo de entrada de texto.

Ctrl+O

Abre um documento.

Ctrl+S

Salva o documento atual.

Ctrl+N

Cria um novo documento.

Shift+Ctrl+N

Abre a caixa de diálogo Modelos e documentos.

Ctrl+P

Imprime o documento.

Ctrl+Q

Sai do aplicativo.

Ctrl+X

Remove os elementos selecionados.

Ctrl+C

Copia os itens selecionados.

Ctrl+V

Cola o conteúdo da área de transferência.

Ctrl + Shift + V

Abre a caixa de diálogo Colar especial.

Ctrl+A

Seleciona tudo.

Ctrl+Z

Desfaz a última ação.

Ctrl+Y

Refaz a última ação.

Ctrl + Shift + Y

Repete o último comando.

Ctrl+F

Chama a caixa de diálogo Localizar

e

substituir.

Ctrl+Shift+F

Busca o termo de pesquisa inserido pela última vez.

Ctrl+Shift+J

Alterna a exibição entre o modo de tela inteira e o modo normal no Writer ou no Calc

Ctrl+Shift+R

Desenha uma nova exibição do documento.

Shift+Ctrl+I

Ative ou desative o cursor de seleção em textos somente leitura.

Ctrl+I

O

atributo Itálico é aplicado na área

selecionada.

Ctrl+B

O

atributo Negrito é aplicado à área

selecionada.

Ctrl+U

O

atributo Sublinhado será aplicado

Apostila de Informática para Concursos

à área selecionada. Se o cursor estiver posicionado em uma palavra, esta também será sublinhada.

à área selecionada. Se o cursor estiver posicionado em uma palavra, esta também será sublinhada.

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Br Office Calc 2.4

O BrOffice.org Calc é um aplicativo de planilhas que pode ser utilizado para calcular, analisar e gerenciar dados. Você também pode importar e modificar planilhas do Microsoft Excel. O Calc oferece funções (por exemplo, funções estatísticas e financeiras) que você pode utilizar para criar fórmulas que executem cálculos complexos dos dados.

criar fórmulas que executem cálculos complexos dos dados. Barra de Ferramentas Padrão 1 2 3 4

Barra de Ferramentas Padrão

cálculos complexos dos dados. Barra de Ferramentas Padrão 1 2 3 4 5 6 7 8

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