Hino do município de Itabuna
Hinos de Cidades Sua fauna é conhecida!
Há riquezas nessa terra!
Lá na mata, o ouro fruto, Nessa flora mãe amiga!
O seu brilho atraiu No comércio, na indústria... Sua força!
Homens bravos, corajosos, Esse aroma de cacau no coração
A natureza... O desafio! São braços fortes, que acolhem o seu povo.
Com o machado, o homem na mata Outra terra não há igual!
Ressoa o grito voraz da vitória!
Tabocas!Tabocas!Tabocas... Obs : Repetir no final do último coro:
Itabuna tu és agora! Itabuna, sua glória, sua história
São orgulhos ao coração!
Refrão:
Na madeira, o machado taboca!
E a vila de Ferradas vem surgindo!
O fruto ouro nos olhos, na alma!
Do Cachoeira, a cidade se expandindo!
Amada cidade grapiúna,
Sua glória; sua história
São orgulhos ao coração!
Com muralhas, em seu rio,
Grande espelho se formou!
Pedra preta refletindo
Sua gente, seu progresso, seu valor!
Nas praças, seus contos na memória!
Os compêndios enaltecem sua história!
Amada cidade grapiúna:
Itabuna tu és agora!
Hoje és linda, hoje és forte!
Estado da Bahia
Hinos
Nasce o sol a 2 de julho
Brilha mais que no primeiro
É sinal que neste dia
Até o sol é brasileiro.
Nunca mais o despotismo
Regerá nossas ações
Com tiranos não combinam
Brasileiros corações.
Cresce, oh! Filho de minha alma
Para a pátria defender
O Brasil já tem jurado
Independência ou morrer.
Nunca mais o despotismo
Regerá nossas ações
Com tiranos não combinam
Brasileiros corações.
Salve, oh! Rei das Campinas
De Cabrito a Pirajá
Nossa pátria hoje livre
Dos tiranos não será.
Nunca mais o despotismo
Regerá nossas ações
Com tiranos não combinam
Brasileiros corações.
Hino Nacional Deitado eternamente em berço
esplêndido
Brasileiro Ao som do mar e à luz do céu
profundo
Fulguras, ó Brasil, florão da América
Hinos Iluminado ao sol do novo mundo!
Ouviram do Ipiranga as margens PUBLICIDADE
plácidas
De um povo heroico o brado Do que a terra mais garrida
retumbante Teus risonhos, lindos campos têm
E o sol da liberdade, em raios mais flores
fúlgidos "Nossos bosques têm mais vida"
Brilhou no céu da pátria nesse "Nossa vida" no teu seio "mais
instante amores"
Se o penhor dessa igualdade Ó pátria amada
Conseguimos conquistar com braço Idolatrada
forte Salve! Salve!
Em teu seio, ó liberdade
Desafia o nosso peito a própria Brasil, de amor eterno seja símbolo
morte! O lábaro que ostentas estrelado
E diga o verde-louro dessa flâmula
Ó pátria amada Paz no futuro e glória no passado
Idolatrada
Salve! Salve! Mas, se ergues da justiça a clava
forte
Brasil, um sonho intenso, um raio Verás que um filho teu não foge à
vívido luta
De amor e de esperança à terra Nem teme, quem te adora, a própria
desce morte
Se em teu formoso céu, risonho e
límpido Terra adorada
A imagem do cruzeiro resplandece Entre outras mil
És tu, Brasil
Gigante pela própria natureza Ó pátria amada!
És belo, és forte, impávido colosso
E o teu futuro espelha essa Dos filhos deste solo és mãe gentil
grandeza Pátria amada
Brasil!
Terra adorada
Entre outras mil
És tu, Brasil
Ó pátria amada!
Dos filhos deste solo és mãe gentil
Pátria amada
Brasil!
II
Hino da Independência Brasileira
Hinos de Países Brava gente brasileira!
Longe vá, temor servil
Já podeis, da pátria filhos Ou ficar a pátria livre
Ver contente a mãe gentil Ou morrer pelo Brasil
Já raiou a liberdade
No horizonte do Brasil Parabéns, ó brasileiro
Já raiou a liberdade Já com garbo varonil
No horizonte do Brasil Do universo entre as nações
Resplandece a do Brasil
Brava gente brasileira!
Longe vá, temor servil Brava gente brasileira!
Ou ficar a pátria livre Longe vá, temor servil
Ou morrer pelo Brasil Ou ficar a pátria livre
Ou ficar a pátria livre Ou morrer pelo Brasil
Ou morrer pelo Brasil
Os grilhões que nos forjavam
Da perfídia astuto ardil
Houve mão mais poderosa
Zombou deles o Brasil
Brava gente brasileira!
Longe vá, temor servil
Ou ficar a pátria livre
Ou morrer pelo Brasil
Não temais ímpias falanges
Que apresentam face hostil
Vossos peitos, vossos braços
São muralhas do Brasil
Hino da Heis de ver-nos lutar e vencer!
Proclamação da Liberdade! Liberdade!
Abre as asas sobre nós
República Das lutas na tempestade
Dá que ouçamos tua voz
Hinos Do Ipiranga é preciso que o brado
Seja um grito soberbo de fé!
Seja um pálio de luz desdobrado O Brasil já surgiu libertado
Sob a larga amplidão destes céus Sobre as púrpuras régias de pé
Este canto rebel, que o passado
Vem remir dos mais torpes labéus! Eia, pois, brasileiros avante!
Verdes louros colhamos louçãos!
Seja um hino de glória que fale Seja o nosso País triunfante
De esperanças de um novo porvir! Livre terra de livres irmãos!
Com visões de triunfos embale
Quem por ele lutando surgir! Liberdade! Liberdade!
Abre as asas sobre nós!
Liberdade! Liberdade! Das lutas na tempestade
Abre as asas sobre nós Dá que ouçamos tua voz!
Das lutas na tempestade
Dá que ouçamos tua voz Compositor: Poema: Medeiros e
Albuquerque / Música: Leopoldo Augusto
Nós nem cremos que escravos Miguez
outrora
Tenha havido em tão nobre País
Hoje o rubro lampejo da aurora
Acha irmãos, não tiranos hostis
Somos todos iguais! Ao futuro
Saberemos, unidos, levar
Nosso augusto estandarte que, puro
Brilha, ovante, da Pátria no altar!
Liberdade! Liberdade!
Abre as asas sobre nós
Das lutas na tempestade
Dá que ouçamos tua voz
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Se é mister que de peitos valentes
Haja sangue em nosso pendão
Sangue vivo do herói Tiradentes
Batizou neste audaz pavilhão!
Mensageiro de paz, paz queremos
É de amor nossa força e poder
Mas da guerra, nos transes
supremos