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10 DICAS

DE COMO MELHORAR
SUA COMUNICAÇÃO
NA VIDA PESSOAL E PROFISSIONAL

Aprenda a desenvolver
relacionamentos de melhor qualidade,
em casa e na empresa

$
INTRODUÇÃO

Comunicamos por muitas razões. Uma das principais é a necessidade de ser compreendido e de conseguir mudar
algo no outro com quem estamos interagindo. Por estratégias equivocadas na comunicação, acabamos frustrados
ao perceber que o outro não vai nos entender, como se não se importasse em nem tentar e de quebra ouvi-lo que
não está com a mínima intenção de arredar o pé do próprio ponto de vista.

O raciocínio que usamos para escolher as mensagens acaba contaminado pelo


desejo de estar certo, quer tenhamos consciência disso, quer não. Muitas conver-
sas não resolvem a questão discutida e fica a sensação de uma comunicação fra-
cassada. Em seguida, muitas vezes há a tortura de remoer toda a conversa, com o
resultado frequente e infeliz de se machucar ou se irritar novamente.

Quanto mais refletir pela mesma ótica, mais reforça o mind-set que provoca o pro-
blema inicialmente. Como sair de todas estas ciladas?

O e-book 10 dicas de como melhorar sua comunicação na vida pessoal e pro-


fissional, desenvolvido pela Sociedade Brasileira de Programação Neurolinguística
(SBPNL), ajudará você na comunicação, destacando a importância do saber ouvir,
sentir, pensar, falar e agir. Entenda como essa “Ciência do Como” ensina a geren-
ciar os nossos pensamentos e a arte de se comunicar bem.

Tenha uma ótima leitura!


ÍNDICE

INTRODUÇÃO ............................................................................................................................................................ 2

DICA 1 Faça seu inventário pessoal .................................................................................................................................... 4

DICA 2 Entenda o seu objetivo de comunicação ............................................................................................................... 5

DICA 3 Você controla as suas mensagens, mas não controla as mensagens dos outros ............................................ 6

DICA 4 Em todo o processo de comunicação nós temos corresponsáveis .................................................................... 7

DICA 5 Para influenciar na comunicação, coloque-se sempreno lugar do outro ......................................................... 8

DICA 6 Como ajudar o outro a alcançar o sucesso na meta de comunicação............................................................... 9

DICA 7 Seja um bom ouvinte ............................................................................................................................................... 10

DICA 8 Controle sua impaciência e ansiedade quando estiver no papel de ouvinte ................................................... 11

DICA 9 Evite "Leituras Mentais"........................................................................................................................................... 12

DICA 10 Diante de pontos de vista diferentes, concorde que você discordar................................................................. 13

SOBRE A SBPNL ......................................................................................................................................................... 14


DICA 1 | FAÇA SEU INVENTÁRIO PESSOAL

Faça uma reflexão! Se queimar esta etapa da comunicação, há um grande risco de criar
metas distorcidas, mensagens truncadas e uma escuta comprometida.

Para um diálogo eficiente é preciso estar claro o que se quer com a comunicação. “Onde
quero chegar com isso?” e “O que pretendo saber?” são perguntas que norteiam a meta de
comunicação. O bom comunicador tem claro para si o seu desejo de comunicação em

Pensar Falar qualquer âmbito social. Seja quando for falar com um filho ou cônjuge, no trabalho, com
seu chefe ou subordinado, você precisa ter definida a sua intenção de comunicação, ou
seja, o que você quer daquela pessoa.

Resultado da comunicação

Sentir Agir Para criar seu inventário pessoal e chegar à proposta da sua meta de comunicação, é pre-
ciso entender e responder as seguintes perguntas:
Como você está pensando? Como você está falando?
Como você está sentindo? Como você está agindo?

E depois desta reflexão, pergunte-se: para ter um resultado satisfatório para ambas as
partes, como ajustar o pensamento, o sentimento, a fala e os comportamentos para ter
uma comunicação bem sucedida?

Assim, será possível definir a melhor maneira de se comunicar com a finalidade de atingir

“ estado
a sua meta de comunicação. Livrando-se de qualquer percalço que seu lado emocional
Entenda seu próprio ponto de vista e
pode trazer pelo caminho do seu objetivo.
de espírito como um ponto de
partida na comunicação

Racional (meta) x Emocional (motivos e valores)
Unir seu universo interno ao externo é parte importante para a comunicação.

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DICA 2 | ENTENDA O SEU OBJETIVO DE COMUNICAÇÃO. O QUE VOCÊ QUER DIZER?

Trabalhe sua inteligência emocional

Qual resultado você quer no final? Qual resultado interessante você pode oferecer para o
seu interlocutor? Compreender o motivo da comunicação faz com que você aprenda a
cuidar da qualidade desta interação. Para isso, é preciso conhecer seu lado emocional,
revisar seus sentimentos para que eles não sejam fatores influenciadores no ato de fala.

Raciocinar com a emoção aflorada pode criar ruídos na comunicação.

Suas emoções podem fazer com que sua comunicação chegue à pessoa de forma agressi-
va, chegando até ao ponto da pessoa encarar como um ataque. Por isso, é tão importante
ser empático consigo mesmo.

Quem nunca experimentou uma comunicação que saiu às avessas? Entender as falhas e
ter empatia com a sua própria dificuldade neste aspecto é algo importante para o bem-es-
tar da forma de transmitir informações. Porque assim, você pode refletir e ver o que se
passa pela mente e pelo seu emocional, para conduzir o diálogo de forma saudável para
ambos os lados.

“ Aprofunde-se em si e desenvolva sua


inteligência intrapessoal.

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DICA 3 | VOCÊ CONTROLA SUAS MENSAGENS, MAS NÃO AS MENSAGENS DOS OUTROS

Uma comunicação eficiente depende da:


Forma com que você expressou sua intenção + a maneira que a pessoa
recebeu e entendeu.

O bom comunicador está ciente desta troca no momento de fala e, por isso, se preocupa

X
não somente com a sua forma de passar a informação, mas também em como a outra
pessoa está no momento da comunicação.

A pessoa pode não estar em um bom dia, fator que precisa ser levado em consideração.
Estar triste, impaciente, com ansiedade… Inúmeros são os estados de humor que podem
interferir na comunicação. Não os deixe de lado.

Focar na sua meta da comunicação, desvencilhando-se de qualquer apego emocional, é o


caminho mais efetivo para alcançar seu objetivo.

Lembre-se: a comunicação pode não sair como você planejou.

Nunca culpe a outra pessoa pelo não entendimento da mensagem. Você também tem sua
parcela de responsabilidade. Ambos são corresponsáveis pela comunicação.

“ O significado da sua comunicação é o


resultado atingido. ”

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DICA 4 | EM TODO O PROCESSO DE COMUNICAÇÃO, NÓS TEMOS CORRESPONSÁVEIS

Os dois lados da comunicação

Você como comunicador é responsável pela mensagem que escolheu e pela maneira que
a entregou a outra pessoa. A pessoa, por sua vez, é responsável pela forma que recebe e
por como interpreta a mensagem.

A comunicação é constituída de várias trocas

É comum procurarmos culpados pela falha na comunicação. O culpado por não explicar
direito ou o culpado por não entender direito. Isso deve ser evitado por ambos os lados.
Não é uma busca por quem está mais certo ou mais errado, é preciso empenho mútuo
para entender a mensagem.

Não podemos controlar a forma de comunicação do outro. Não podemos garantir que o
nosso modo de se comunicar é a adequado para que a mensagem seja entendida plena-
mente, sem ruídos. No entanto, podemos influenciar melhor na comunicação procurando
entender como o outro receberá a informação.

Ao planejar a comunicação e ao transmiti-la, pense em como aquela pessoa poderá rece-


bê-la. Pratique colocar-se no lugar do outro.

“ A mensagem que funciona para você pode


não fazer sentido para a outra pessoa.

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DICA 5 | O PODER DA EMPATIA, COLOQUE-SE SEMPRE NO LUGAR DO OUTRO

Saiba e entenda o que você quer falar, porém compreenda o que o outro
busca nessa interação.

A comunicação plena está relacionada à perspectiva de ver o diálogo de forma dimensio-


nal e não apenas sobre uma linha reta. É preciso ver por outros prismas.

Colocar-se no lugar do outro é uma forma poderosa (e eficiente) para que você se torne
um comunicador claro e objetivo. E isso não é apenas pelo coração, seu lado emocional, é
preciso ser mais dinâmico levando em consideração:

Os critérios do outro. O histórico do outro.


Os valores do outro. O objetivo do outro.
O papel do outro.

Entendendo o outro lado, compreendendo melhor aquilo que em Programação Neurolin-


guística (PNL) chamamos de “Modelo de Mundo” da outra pessoa, você terá informações
que podem nortear a sua comunicação, oferecendo-lhe respaldo e direcionando de ma-
neira muito mais eficaz o seu discurso, corroborando para uma posição mais empática.
Essa forma também demonstra interesse pelo outro e auxilia na imagem que você passa
para a pessoa que está dialogando.

“ A comunicação plena não apenas


informa, ela cria vínculos. ”

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DICA 6 | COMO AJUDAR O OUTRO A TER SUCESSO NA META DE COMUNICAÇÃO
CONSIDERANDO A LINGUAGEM VERBAL E NÃO VERBAL

Além de administrar suas emoções, é necessário entender que a razão não tem dono. Em
situações de conflitos, por exemplo, o outro também precisa receber a devida atenção e
ter espaço para falar. É fundamental desenvolver a capacidade de respeitar opiniões
divergentes e considerar a individualidade de cada pessoa.

Sinais verbais e não verbais

Ao reconhecer sinais verbais e não verbais, como a entonação da voz e expressões faciais,
você desenvolve competências humanas que melhoram sua relação intrapessoal e
interpessoal. Consequentemente, organiza seus pensamentos e a forma sobre como
continuará um diálogo.

Naturalmente procuramos ler a linguagem não verbal para entender o que chama-
mos de “meta-mensagens”, que nos ajudam a entender a mensagem verbal.

“Vem conversar comigo no final do dia” pode ter vários significados – uma paquera, uma
advertência, uma ameaça ou um convite. As palavras em si não contêm significado o sufi-
ciente para uma compreensão correta. O ser humano usará a linguagem não verbal –
expressões faciais, postura, respiração, olhares, tom de voz, enfim, todo o conjunto com-
portamental para extrair significado. Muita comunicação no dia a dia desanda por conta
de equívocos de leitura destes sinais. “ A comunicação eficiente
Ao reconhecer que não existe apenas o seu jeito de resolver problemas, você aprende
é colaborativa ”
novas maneiras de olhar e solucionar embates. É importante ser um bom ouvinte.

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DICA 7 | SEJA UM BOM OUVINTE

Entenda o que o outro pensa e sente sobre o assunto que está


sendo comunicado
Toda pessoa que se propõe a transmitir uma mensagem quer ser ouvida. Se simplesmen-
te ouvir o outro com atenção, você vai obter mais facilmente o que busca por meio da
comunicação. Parece óbvio, mas esquecemos desse fator com frequência, deixando com
que o tempo curto prejudique a atenção que devemos direcionar a outra pessoa.

Um dos elementos mais importantes da comunicação é o timing. Caso apresente uma


mensagem perfeita, mas no momento errado, não é garantia de que alcance um resultado
efetivo.

Respeite o que a outra pessoa pensa, sente e precisa

O forte desejo de se apropriar da comunicação prejudica não só a sua mensagem, como-


também atrapalha a identificação de novas possibilidades e soluções que precisa aplicar
com sua família, amigos e no trabalho.

Após ouvir o que o outro tem para dizer, você aciona o seu pensar e sentir a respeito do
assunto em discussão, além de gerar e ganhar a confiança. Já que um diálogo envolve

“ Falta de atenção no
dois ou mais indivíduos - cada um com suas respectivas perspectivas, inseguranças e obje-
tivos diferentes - Como lidar com essas diferenças? Uma das alternativas é controlar sua
relacionamento gera impaciência e ansiedade para demostrar o que quer.
conflitos desnecessários ”

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DICA 8 | CONTROLE SUA IMPACIÊNCIA E ANSIEDADE QUANDO ESTIVER NO PAPEL DE OUVINTE

Para entender a meta do outro, é preciso idas e voltas em todo o


processo da comunicação
Em PNL, existe uma máxima que diz: “acompanhe, acompanhe, acompanhe, acompanhe; e
só então conduza”. Traduzindo: ouça, ouça com atenção, escute com interesse profundo,
entenda a mensagem de seu interlocutor. E só então coloque sua mensagem de forma
apropriada e adequada ao discurso e o mais próximo possível do modelo de mundo dele.
Em alguns momentos o ouvinte não percebe que está perto de entender a proposta e
então a ansiedade, impaciência e até mesmo a agressividade começam a dominar o diálo-
go, impedindo o progresso dos envolvidos. Isso agrava a possibilidade de não se conseguir
o que se quer.
...
Não crie uma arena com adversários

Não entre no mérito emocional, não manipule as emoções da pessoa e nem mesmo as
suas para alcançar algum conforto. Ao querer derrubar o argumento do outro, você se
afasta do seu melhor estado, perde de vista a meta e prejudica a comunicação.
Espere o indivíduo terminar o discurso, absorva o que ele disse, esclareça o que não enten-
deu para, finalmente, apresentar seu argumento e alcançar sua meta de comunicação. Para
socializar conhecimento e expandir seu potencial, não faça e não siga leituras mentais,
ou seja, pré-conceitos que podem prejudicar todos os tipos de relacionamentos.

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DICA 9 | EVITE "LEITURAS MENTAIS"

Desapegue dos pré-conceitos


É comum tirar conclusões precipitadas sobre a comunicação verbal e não verbal das pes-
soas. Isso é natural. O problema é fazer uma leitura mental e acreditar que sabe o que
outro está pensando e sentindo, quando na verdade não tem as evidências necessárias.

?
Essa distorção interfere na sua percepção do que o outro
está transmitindo realmente

Ao racionalizar suas leituras mentais, você esvazia-se do seu apego aos pré-conceitos
para realmente ouvir as mensagens da outra pessoa sem pré-planejar sua resposta. Caso
receba uma informação em estado comprometido, sua mente aplica estratégias para der-
rubar o argumento do outro. Se você “achou” algo por meio da sua “leitura mental”, faça
algo simples: pergunte se esta impressão está correta ou não ao seu interlocutor. Você se
surpreenderá com os resultados. Simples assim!

Modelo de mundo – entenda o seu e o dos outros


A leitura da mente feita com empatia e Evite julgamentos na comunicação, porque quando as emoções estão afloradas é comum
resiliência, ou seja, demonstrando sua projetar conclusões erradas sobre o que a outra pessoa pensa e quer. Você pode estreitar
preocupação em ajudar a resolver pro-
laços ao perceber reações que estão além da comunicação verbal. Isso faz parte do
blemas e enfrentar pressões, resulta na
melhor comunicação, garante respeito rapport, fenômeno psicológico cuja definição é estabelecer confiança, harmonia e coope-
nas relações, fazendo com que ambas as ração em um relacionamento. O rapport é prejudicado quando se identificam gestos que
partes possam concordar que discordam. sinalizam algum desequilíbrio emocional, como expressões faciais, ritmo da respiração e
postura corporal.

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DICA 10 | DIANTE DE PONTOS DE VISTA DIFERENTES, CONCORDE QUE VOCÊ DISCORDA

Nem sempre as relações interpessoais chegam a um consenso

Diante de um impasse e discórdia, desprenda-se de expectativas e busque ser realista. É


importante que os envolvidos entendam e concordam que discordam um do outro.

Entender isso é poderoso!

Fazer com o que o outro entenda a causa pela qual discorda dele pode ser um combustível
para encontrarem uma solução, terem tempo para estruturar novas estratégias ou até
mesmo fechar alguma negociação.

Ao reconhecer essa diferença, você aprimora seu entrosamento com familiares, amigos e
parceiros de trabalho, além de melhorar a qualidade de vida.

Como você se trata? Como você trata os outros?


As pessoas que gostam de ter razão atacam com frequência, com alto nível de estresse

e esquecem o objetivo da comunicação. Não gaste a sua energia quando as pessoas não
estão dispostas a mudar seu próprio ponto de vista, mesmo que equivocadas. Aproveite
sua capacidade humana de lidar com os impasses.

Ao mostrar que “concorda que discorda”, você fortalece sua empatia, maturidade e descontrói
a crença de que sempre precisa ter consenso para alcançar sucesso pessoal e profissional.

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SOBRE A SBPNL

A Sociedade Brasileira de Programa Neurolinguística (SBPNL) introduziu a


Programação Neurolinguística em território nacional ao ser criada pelo presi-
dente, palestrante e consultor Gilberto Cury, em 1981.

Como referência em PNL na América Latina, a entidade tem como objetivo me-
lhorar a comunicação intra e interpessoal em todos os tipos de relacionamen-
to, considerando o que transcende a palavra.

A Programação Neurolinguística é uma ciência capaz de gerar transformações


que permitam uma evolução real do ser humano para viver melhor. Por isso, a
parte prática é a maior parcela dos cursos oferecidos pela SBPNL.

Para conhecer mais sobre nossa equipe e especialidades, acesse nosso site -
www.pnl.com.br - e nos acompanhe nas redes sociais.
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