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Questão 21

Questão 21.21
As Diretrizes Curriculares Nacionais para o Curso de Graduação em Pedagogia (Resolução
CNE/CP No 1, de 15/05/2006), em seu art. 4.o, dispõem: “O curso de Licenciatura em
Pedagogia destina-se à formação de professores para exercer funções de magistério na
educação infantil e nos anos iniciais do ensino fundamental, nos cursos de ensino médio, na
modalidade Normal, de Educação Profissional na área de serviços e apoio escolar e em
outras áreas nas quais sejam previstos conhecimentos pedagógicos.

Considerando o disposto acima, elabora um texto dissertativo acerca do tema a seguir.

A atuação do pedagogo em espaços não escolares

Em seu texto, faça o que se pede nos itens a seguir.


a) Cite um dos espaços não escolares de atuação do pedagogo, descreva as atividades
pertinentes ao trabalho pedagógico que podem ser nele realizadas e explicite de que
maneira essas atividades se relacionam com os aspectos teóricos da formação desse
profissional.
b) Apresente argumentos que defendam a importância da participação do pedagogo em
espaços não escolares.

1. Introdução teórica

A atuação do pedagogo em espaços não escolares

As mudanças nas relações de trabalho implicam o fato de as empresas precisarem se


reorganizar em diversos âmbitos, sobretudo com relação a cargos, funções e atividades
organizacionais.
Segundo Minarelli (1996),

as grandes empresas e corporações, para sobreviver à crise econômica


mundial e atender às novas demandas do mercado, eliminaram ou
redesenharam cargos e, em muitos casos, operações inteiras. Os
trabalhadores precisarão reciclar-se periodicamente para manter seus
conhecimentos atualizados e desenvolver outras habilidades.
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Questão Discursiva 5 – Enade 2014.
Ainda segundo o autor, muito desse novo cenário deve-se à mudança de foco das
atividades profissionais, que, atualmente, são menos centradas em trabalhos físicos e
passaram a ser mais intelectuais.
Resultam, dessa nova configuração do mundo do trabalho, novos acontecimentos que
demandam um profissional que seja capacitado para ajudar a organização, de qualquer
segmento, a atingir os objetivos e as metas organizacionais: trata-se do pedagogo que atua
em espaços não escolares e que facilita a interação entre as habilidades dos profissionais
das instituições e as necessidades e anseios das empresas.
O pedagogo em espaços empresariais deve ser dotado de:
 flexibilidade em suas ações,
 conhecimento e experiências relativos à gestão participativa,
 competências e habilidades na busca de soluções para os impasses que possam
surgir,
 compreensão do processo histórico, social, administrativo e operacional em que está
inserido,
 comprometimento e envolvimento com a rotina da empresa e
 habilidade para planejar, organizar, liderar, monitorar e empreender.
A formação do pedagogo deve, portanto, ser generalista, com ênfase em gestão dos
processos educativos em diferentes instituições educacionais e também fora delas, em
diversos contextos socioculturais e profissionais.

Questão 23.23
Uma jornalista baiana passou pelo que classificou como “enorme constrangimento” ao tirar a
foto para renovar o passaporte, em Salvador: agentes da Polícia Federal pediram que ela
prendesse o cabelo estilo black power, pois o sistema não aceitava a imagem gerada. “Eu gosto
do meu cabelo e, naquela foto, fiquei terrível”, disse. A jornalista descarta ter recebido qualquer
tratamento racista dos funcionários do local, mas reclamou no Facebook: “essas coisas podem
não ser intencionais, mas tudo, no fundo, tem um padrão que desvaloriza a estética que foge do
convencional”. O delegado, chefe do setor, explicou que um cabelo de proporções maiores
diminui o rosto do fotografado, e foi isso que o sistema impediu. “A gente concorda com ela que
isso é inadmissível. O caso já foi passado para nossa sede em Brasília, para sabermos que
medidas podem ser adotadas”, afirmou.
Diários Associados. Estado de Minas, 18 jul. 2014 (com adaptações).

A notícia publicada no jornal abre um leque de possibilidades para o professor abordar o


tema da diversidade cultural, por meio de práticas educativas que contemplem as questões
históricas e suas implicações na vida cotidiana. Nessa perspectiva, avalie as afirmativas a
seguir.
I. A temática diversidade cultural é parte do currículo de História do Brasil, conforme
preconiza a Lei No 9.394/1996 (LDB), e, por estar relacionada a aspectos referentes a
identidade nacional, portanto, a abordagem das temáticas correlatas deve restringir-se
ao âmbito da referida disciplina.
II. A abordagem disciplinar da diversidade cultural deve ser priorizada, buscando-se
associações com conhecimentos não constantes do programa da disciplina.
III. A diversidade cultural é tema a ser abordado na perspectiva da transversalidade, o que
possibilita colocar em prática a relação entre as áreas dos conhecimentos em sua
aplicabilidade transformadora dos fenômenos sociais e naturais.
IV. A principal característica do trabalho com temas transversais é a condição de
estabelecimento de relações entre disciplinas e teoria e prática; sujeito e sua produção
de conhecimento; conhecimento trabalhado em sala de aula e conhecimentos não
constantes dos programas escolares.
É correto apenas o que se afirma em
A. I e II.
B. I e III.
C. III e IV.
D. I, II e IV.
E. II, III e IV.

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Questão 28 – Enade 2014.
1. Introdução teórica

A Lei No 9.394/1996 e a diversidade cultural

A Lei Nº 9.394/1996, de 20 de dezembro de 1996, estabelece, com relação à questão


da diversidade cultural brasileira, o que segue.

Art. 26o-A. Nos estabelecimentos de ensino fundamental e de ensino


médio, públicos e privados, torna-se obrigatório o estudo da história e
cultura afro- brasileira e indígena (Redação dada pela Lei Nº 11.645, de
2008).
§ 1o O conteúdo programático a que se refere este artigo incluirá diversos
aspectos da história e da cultura que caracterizam a formação da
população brasileira, a partir desses dois grupos étnicos, tais como o
estudo da história da África e dos africanos, a luta dos negros e dos povos
indígenas no Brasil, a cultura negra e indígena brasileira e o negro e o
índio na formação da sociedade nacional, resgatando as suas
contribuições nas áreas social, econômica e política, pertinentes à história
do Brasil (Redação dada pela Lei nº 11.645, de 2008).
§ 2o Os conteúdos referentes à história e cultura afro-brasileira e dos
povos indígenas brasileiros serão ministrados no âmbito de todo o
currículo escolar, em especial nas áreas de educação artística e de
literatura e história brasileiras (Redação dada pela Lei Nº 11.645, de
2008).

Recentemente, cresceram, nos principais debates sobre educação, as discussões em


torno do conceito de cultura como construção sócio-histórica e o tema tem ganhado
notoriedade em diversos espaços sociais, acadêmicos, midiáticos etc. Há um discurso
frequente de tolerância, comumente confrontado com outro que se refere a direitos civis,
políticos, sociais e identitários, de reconhecimento e de respeito às diferenças.
O trabalho com a diversidade cultural na escola deve ser realizado para que nasça a
devida revisão de determinados padrões formativos, estéticos e, sobretudo, éticos.
Assim, a lei em questão preconiza que o estudo da história e da cultura afro-brasileira
e indígena deve acontecer no âmbito de todo o currículo escolar, não estando restrito
somente a algumas disciplinas específicas.
Esse trabalho, iniciado há quase duas décadas, é a chave para evitar
constrangimentos como os que a jornalista baiana do texto base da questão viveu, pois,
acredita-se na relação direta entre conhecimento e aceitação de diferentes padrões de
beleza e de comportamento. Pretende-se que o estudo seja capaz de superar a visão de
mundo eurocêntrica, substituída por uma visão poli ou pluricêntrica.
2. Indicações bibliográficas

 BRASIL. Lei NO 9.394/96. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Disponível em


<http://www.planalto.gov.br/ ccivil_03/leis/L9394.htm>. Acesso em 11 out. 2017.
 RIBEIRO, D. O povo brasileiro: a formação e o sentido do Brasil . São Paulo: Cia das
Letras, 1995.
 SANTOMÉ, J. T. As culturas negadas e silenciadas no currículo. In: SILVA, T.T. (Org.).
Alienígenas em sala de aula: uma introdução aos estudos culturais em educação.
Petrópolis: Vozes, 1995.

Questão 24.24
Hoje, o aluno traz para a escola o que descobre na Internet para discutir com seus colegas e
professor. Ele não vê mais o professor como um transmissor ou principal fonte de
conhecimento, mas espera que ele se apresente como um orientador das discussões travadas
em sala de aula ou mesmo nos ambientes online integrados às atividades escolares.
A possibilidade de pesquisar, ler e conhecer os mais variados assuntos por meio da Internet
confere ao aluno um novo perfil de estudante, que exige um novo perfil de professor.
Cabe ao professor estar atento a essa nova fonte de informações, para transformá-las, junto
com os alunos, em conhecimento. O professor é parte inerente e necessária a todo esse
processo, possui um lugar insubstituível de mediador e problematizador do conhecimento; ele
aprende com o aluno.
FREITAS, M. T. Letramento Digital e formação de Professores. Educação em Revista. Belo Horizonte, v. 26, n. 03, 2010, p.
335-362 (com adaptações).

Considerando os desafios colocados para o educador diante das exigências de novas práticas
pedagógicas decorrentes dos avanços das tecnologias digitais, avalie as afirmativas a seguir.
I. As novas tecnologias estimulam a busca de mais informações por parte do aluno nativo
digital, mas, por si só, não mudam diretamente o processo de ensino aprendizagem, o
qual depende do uso que se faz delas.
II. O professor que não domina as tecnologias digitais deve ser capaz de identificar o aluno
nativo digital pelas informações que ele obtém pela Internet.
III. A utilização das novas tecnologias nos ambientes online, integrada às atividades
escolares e aos conhecimentos prévios do aluno, é suficiente para a construção do
conhecimento.
IV. Uma das tarefas do professor é desenvolver novas formas de ensinar e aprender,
incentivando o olhar crítico do aluno frente às inúmeras informações que a tecnologia
digital oferece.
É correto apenas o que se afirma em
A. II. B. IV. C. I e III. D. I e IV. E. II e III.
Questão 25.25

Na atualidade, o surgimento de um novo tipo de sociedade tecnológica é determinado


principalmente pelos avanços das tecnologias digitais de comunicação e informação e pela
microeletrônica. Essas novas tecnologias – assim consideradas em relação às tecnologias
anteriormente existentes –, quando disseminadas socialmente, alteram as qualificações
profissionais. A ciência, hoje, na forma de tecnologias, altera o cotidiano das pessoas e coloca-
se em todos os espaços. Não há dúvida de que as novas tecnologias de comunicação e
informação trouxeram mudanças consideráveis e positivas para a educação. Vídeos, programas
educativos na televisão e no computador, sites educacionais e softwares diferenciados
transformam a realidade da aula tradicional, dinamizam o espaço de ensino aprendizagem, onde
anteriormente predominava a lousa, o giz, o livro e a voz do professor. Para que as Tecnologias
de Comunicação e Informação (TIC) possam fazer alterações no processo educativo, elas
precisam, no entanto, ser compreendidas e incorporadas pedagogicamente. Isso significa que é
preciso respeitar as especificidades do ensino e da própria tecnologia para poder garantir que
seu uso realmente faça diferença.
KENSKI, V. M. Educação e Tecnologias: o novo ritmo da informação . Campinas: Papirus, 2007 (com adaptações).

Na perspectiva do texto acima, avalie as seguintes asserções e a relação proposta entre


elas.
I. O avanço das tecnologias digitais de comunicação e informação e da microeletrônica
podem ser incorporados às tecnologias mais antigas do trabalho educativo, desde que se
compreendam as especificidades do ensino e da própria tecnologia.
PORQUE
II. O ensino mediado pelas TIC permite ampliar não somente as possibilidades pedagógicas
de aprendizagem, mas também a interação entre os atores do processo educativo.
A respeito dessas asserções, assinale a opção correta.
A. As asserções I e II são proposições verdadeiras e a II justifica a I.
B. As asserções I e II são proposições verdadeiras e a II não justifica a I.
C. A asserção I é uma proposição verdadeira e a II é uma proposição falsa.
D. A asserção I é uma proposição falsa e a II é uma proposição verdadeira.
E. As asserções I e II são proposições falsas.

1. Introdução teórica

O uso da tecnologia na educação

Se, por um lado, é impossível, na atualidade, ignorar a importância da tecnologia na


vida de pessoas do mundo inteiro, especialmente das mais jovens, por outro, o uso da
tecnologia em sala de aula ainda causa acalorados debates entre educadores e acadêmicos.
Isso acontece porque não há consenso a respeito do assunto, pois muitos estudos
ainda não encontraram correlações diretas entre uso da tecnologia e a melhora no
aprendizado.
Evidências indicam que a internet, tablets, computadores e aplicativos estimulam a
imaginação e a criatividade dos alunos, além de auxiliarem o trabalho do professor. No
entanto, usar a tecnologia não deve ser um fim em si mesmo, e, sim, um meio, uma
ferramenta, um instrumento agregador e facilitador do aprendizado e do trabalho docente.
Além disso, o uso bem sucedido da tecnologia, em situações ideais, deve vir acompanhado
de mudanças de caráter mais profundo, como currículo, avaliação e capacitação e
desenvolvimento profissional dos professores.
Dito de outra forma, o uso das novas tecnologias, embora muito estimulante se
devidamente utilizadas, não muda diretamente o processo de ensino aprendizagem, que
depende de como essas tecnologias são aplicadas. Tanto professores quanto alunos devem
ter olhar crítico frente às inúmeras informações que a tecnologia digital coloca a nosso
dispor.
Também é de suma importância não perder de vista que a tecnologia deve agregar
valor ao trabalho do professor, e não substituí-lo. As novas ferramentas tecnológicas devem
ser incorporadas aos métodos e recursos mais antigos do trabalho educativo.
Diversos estudos acadêmico-científicos indicam que não tem serventia usar a
tecnologia apenas para se ter uma aparência de escola moderna; projetos sem objetivos
claros nem integração com o currículo escolar vão agregar pouco ao aprendizado, pois o
ensino mediado pela tecnologia só amplia as possibilidades pedagógicas quando há
objetivos bem determinados e interação entre os atores do processo educativo.
É importante que as escolas sejam capazes de ver a internet além dos sites de busca
e das redes sociais e que consigam orientar os alunos na elaboração de tarefas bem feitas e
criteriosas, que fujam do habitual gesto de "Ctrl+C Ctrl+V" (comandos de computador de
“copiar e colar”).

2. Indicações bibliográficas

 HABERMAS, J. Teoría de la acción comunicativa. Madrid: Taurus, 1987.


 LÉVY, P. A conexão planetária: o mercado, o ciberespaço, a consciência . São Paulo:

Questão 26.26

Os currículos organizam conhecimentos, culturas, valores e artes a que todo ser humano tem
direito. Assim, o currículo deve ser analisado conforme as experiências vividas pelos estudantes,
nas quais se articulam os saberes, aprendidos por eles na vivência e na convivência em suas
comunidades, com os conhecimentos sistematizados que a escola deve lhes tornar acessíveis.
ARROYO, M. G. Educandos e educadores: seus direitos e o currículo. In: ARROYO, M. G . Indagações sobre o currículo,
educandos e educadores: seus direitos e o currículo. Brasília: Ministério da Educação, Secretaria de Educação Básica, 2007,
p.67 (com adaptações).

A partir da definição de currículo abordada pelo autor, avalie as afirmativas a seguir.


I. A construção do currículo constitui um processo de seleção cultural, o que pode colocar
em desvantagem determinados grupos sociais e culturais.
II. O sistema educativo confere ao currículo efetividade que envolve uma multiplicidade de
relações, razão pela qual este deve ser considerado práxis e sua materialização
corresponder à forma como foi idealizado.
III.As teorias críticas reconhecem a existência de poderes diversos diluídos nas relações
sociais, conferindo ao currículo a função de atuar em processos para a inclusão escolar.
IV. É desafio da escola incluir no currículo experiências culturais diversificadas, que não
reproduzam estruturas da vida social em suas assimetrias e desigualdades.
É correto o que se afirma em
A. I, apenas.
B. II e III, apenas.
C. II e IV, apenas.
D. I, III e IV, apenas.
E. I, II, III e IV.

1. Introdução teórica

Composição curricular

O termo currículo sofreu mudanças e passou por várias definições no campo da


Pedagogia. Significava, tradicionalmente, a relação entre matérias/disciplinas e uma
sequência lógica, um corpo organizado de conhecimento. Na prática, a visão mais comum,
que, muitas vezes, perdura até hoje, é a de que se trata de um conjunto de disciplinas a

26
Questão 33 – Enade 2014.
serem ensinadas em cada curso ou série associado ao tempo destinado a cada uma dessas
disciplinas.
Com os problemas socioeconômicos surgidos a partir do processo de industrialização
e urbanização do século XVIII, teorias progressivistas foram ganhando força e a escola
passou a ser vista, naquele contexto, como a instituição responsável pela “compensação dos
problemas da sociedade”. Assim, as teorias críticas passaram a reconhecer que há vários
poderes diluídos nas relações sociais, o que confere ao currículo a função de atuar em
processos para a inclusão escolar e social. O foco do currículo deixou de ser o conteúdo e
passou a ser a forma de organização das atividades.
A composição curricular é um dos temas de maior sensibilidade e complexidade no
campo educacional. De acordo com Souza (2009), “o professor deve ter a consciência de
que os currículos não são conteúdos prontos a serem transmitidos aos alunos”. Ainda
segundo o autor, o currículo é uma construção, uma seleção de conhecimentos e práticas
que devem ser reinterpretados em cada contexto histórico.
A construção do currículo é, portanto, um momento que reúne múltiplas e
diversificadas forças sociais e culturais que, por vezes, se aproximam, se complementam ou
estabelecem conflitos de valores e prioridades. Isso é natural em decorrência da
multiplicidade de valores e de manifestações culturais que cada grupo social tem e não é
diferente no Brasil, país de grandes dimensões territoriais e de enorme diversidade social e
cultural.
Isso significa que a construção do currículo pode colocar em desvantagem certos
grupos sociais e culturais. Dessa forma, é desafio da escola atual incluir experiências
culturais diversificadas, a fim de dirimir desigualdades e não reproduzir, por conseguinte,
estruturas da vida social em que haja assimetrias.
Outro aspecto extremamente significativo na composição curricular é a política
educacional, que é dinâmica e deve ser interpretada e reinterpretada em cada contexto
sócio-histórico. Sua aplicação requer uma estratégia de ação complexa, composta por
diversos conteúdos, valores e procedimentos metodológicos. Como as propostas curriculares
adotadas nas escolas são provenientes de saberes situados em contextos sociais e históricos
delimitados, os saberes devem ser articulados com os conhecimentos sistematizados que a
escola deve tornar acessíveis aos alunos e baseados na vivência e na convivência dos alunos
em suas comunidades.
2. Indicações bibliográficas

 ARROYO, M. G. Educandos e educadores: seus direitos e o


currículo. In: ARROYO, M. G. Indagações sobre o currículo,
educandos e educadores: seus direitos e o currículo. Brasília:
Ministério da Educação, Secretaria de Educação Básica, 2007.
 LOPES, A. R. C. Pluralismo cultural em políticas de currículo nacional. In
MOREIRA, A. F.
B. Currículo: políticas e práticas. São Paulo: Papirus, 1999.
 SOUZA, T. M. L C. O currículo e a cultura. In: Das 1001 noites aos
200 dias letivos: a representação do livro didático para os
professores e o currículo necessário ao mundo contemporâneo .
Rio de Janeiro: Saci, 2009.
 UNESCO. Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência
e Cultura. Disponível em
<http://www.unesco.org/new/pt/brasilia/>. Acesso em 23 nov.
2015.