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SETEMBRO

21, 22 e 23
sábado, domingo e segunda-feira

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21, 22 E 23 | Setembro | 2019

HC está entre os 4 melhores hospitais do país no atendimento a infartados


22/09/2019 18h49 - Atualizada em 22/09/2019 20h06
Por Felipe Gillet (HC)
A Fundação Hospital de Clínicas Gaspar Vianna (FHCGV) recebeu, pelo segundo ano consecu vo, o Selo de Excelência
Máxima do Programa de Qualidade Boas Prá cas Clínicas em Cardiologia, uma inicia va internacional da “American Heart
Associa on”, em parceria no Brasil com o Ministério da Saúde, a Sociedade Brasileira de Cardiologia e Hospital do Coração de
São Paulo. A premiação, que coloca o hospital entre os quatro melhores do Brasil em sua categoria, aconteceu durante o 74º
Congresso Brasileiro de Cardiologia 2019, realizado em Porto Alegre, durante este fim de semana.
Em 2018 a FHCGV já havia recebido o Selo Ouro pelas boas prá cas no atendimento a pacientes com infarto agudo do
miocárdio. Para a ngir esse padrão, a equipe da emergência cardiológica discu u os processos assistenciais para detectar os
problemas e limitações. A par r disso, foram criados procedimentos clínicos para que o serviço atendesse de acordo com as
diretrizes padrão. Uma delas foi a criação de um fluxograma de admissão de paciente com infarto agudo do miocárdio, do
po mais grave, o infarto com supra-desenvolvimento do seguimento ST.
O próximo passo, a par r da criação do fluxograma, foi fazer a contagem de todos os tempos gastos no atendimento do
paciente infartado - desde a admissão na emergência, realização do eletrocardiograma, preparo do paciente, acionamento
do médico responsável pelo atendimento necessário, e o tempo que esse médico levava, em média, para atender à
chamada.
Os tempos foram auditados pela equipe da emergência e pela coordenação nacional do programa, que repassava à equipe
de cardiologia do hospital qualquer alteração, para mais, nos tempos gastos no atendimento. Se isso acontecia, a equipe
revia seus procedimentos para reduzir o tempo desse atendimento. “Isso é necessário porque a rapidez é um dos pilares do
atendimento do infarto, ele tem de ser rápido”, enfa za o dr. Kleber Ponzi, coordenador da Emergência Cardiológica do
hospital.
A emergência cardiológica, para a ngir o Selo Ouro, conseguiu manter em 1h30, em 85% dos casos, o atendimento ao
paciente que chega ao hospital com esse po de infarto, que necessita ter a artéria aberta, passar por cateterismo cardíaco
ou angioplas a.
Selo Pla num - Esse ano, a equipe da emergência cardiológica da FHCGV recebeu a máxima dis nção pelas suas prá cas, o
que o coloca entre os 4 melhores do país nesse po de serviço. O Selo Pla num foi concedido a centros que man veram uma
performance clínica durante 24 meses consecu vos com as melhores prá cas assistenciais recomendadas por diretrizes
aceitas internacionalmente em mais de 85% dos atendimentos de pacientes com infarto.
A honraria foi recebida das mãos do Diretor da “American Heart Associa on” pelo inves gador principal do projeto na
FHCGV, o cardiologista Kleber Ponzi, coordenador da Emergência Cardiológica do hospital juntamente com a equipe do BPC-
FHCGV, também presente ao Congresso.
h p://www.agenciapara.com.br/no cia/15182/

PMs da PRE realizam parto de emergência e salvam vida de bebê


22/09/2019 16h18 - Atualizada em 22/09/2019 20h06
Por Lene Alves (PM)
Policiais militares do Batalhão de Polícia Rodoviária (BPRV), unidade que integra o Comando de Policiamento Especializado
(CPE) da PMPA, receberam neste sábado (21) um chamado bastante incomum aos que estão acostumados. Por volta das 8h,
uma mulher solicitou apoio urgente dos militares para dar assistência à jovem Beatriz dos Santos Oliveira, 17 anos, que
estava tendo um parto prematuro, no município de Acará, nordeste do Estado.
Os cabos Pedro Paulo Santos da Luz e Alberto de Araújo Fausto e o soldado Felipe Carvalho Trindade, que atuam no Batalhão
de Polícia Rodoviária e estavam realizando ações de policiamento na rodovia PA-252, foram ao endereço informado e
observaram que o trabalho de parto já estava avançado. Eles deram início ao procedimento, que foi realizado com sucesso.
Os militares realizaram o corte do cordão umbilical e fizeram a desobstrução das vias aéreas do bebê, que estava bastante
roxo e com dificuldade de respirar. Logo que o recém-nascido respondeu aos es mulos pós-parto, veio o momento de
felicidade, o choro da criança. Em seguida, os policiais conduziram a mãe e seu filho ao Hospital Municipal do Acará, onde
receberem os primeiros atendimentos médicos especializados. Beatriz Oliveira e o seu bebê passam bem.
A médica que estava de plantão no hospital, Socorro Alencar, parabenizou a ação rápida dos militares e, como forma de
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agradecimento, enviou um documento para o comando do Batalhão Rodoviário elogiando o “excelente trabalho dos
policiais, o atendimento em condições adversas e a conduta da equipe, que salvou a vida da criança”. A mãe e o bebê foram
transferidos para o Hospital da Santa Casa da Misericórdia do Pará, em Belém. Bastante emocionada, ela também agradeceu
a ação dos policiais militares.
"Foi uma situação de emergência e vemos de agir de maneira correta. Nós fizemos o que era a nossa obrigação, como
policiais e seres humanos. Graças a Deus, a criança e a mãe estão bem de saúde. Nós vamos, em breve, visitá-los para
entregar algumas lembranças para eles", disse o cabo Pedro Paulo.
“Foi uma experiência inesquecível. “Realizar o parto foi bastante gra ficante, momento único nas nossas vidas. Só temos a
ganhar em conhecimento e felicidade em nossa carreira. Estou muito gra ficado e emocionado”, comentou o cabo Alberto
Fausto.
h p://www.agenciapara.com.br/no cia/15179/
Colaboradores do Hospital de Ipixuna do Pará par cipam de caminhada para falar sobre suicídio
21/09/2019 19h08 - Atualizada em 21/09/2019 20h02
Por Vera Rojas (HEMOPA)
Profissionais do Hospital Geral de Ipixuna do Pará (HGI) par ciparam, na sexta-feira (20), de uma caminhada pelo “Setembro
Amarelo” em parceria com a Prefeitura Municipal, por meio do Centro de Referência Social (CRAS) e Núcleo de Apoio à Saúde
da Família (NASF). A ação teve o obje vo de conscien zar a população sobre a importância da prevenção e manutenção da
saúde mental e evitar algumas doenças, entre elas, a depressão que a principal causa de suicídio no Brasil e no mundo. A ação
reuniu mais de 50 pessoas.
De acordo com a assistente social do HGI, Rosalvina Souza, durante a caminhada, vários profissionais da saúde
compar lharam informações acerca do tema. “Tentamos desmi ficar tabus e reforçar a necessidade das pessoas
procurarem ajuda, junto aos familiares, amigos ou apoio profissional como no Centro de Valorização da Vida (CVV), buscar
assistência nas unidades de saúde, Centro de Apoio Psicossocial (CAPS), serviço social, entre outros”.
O Grupo de Trabalho de Humanização da unidade hospitalar está desenvolvendo ações internas e externas sobre o
“Setembro Amarelo, que vão se estender até o final deste mês.
Programação – Segundo a pedagoga Alcileia Medeiros, nos dias 17 e 18, cerca de 240 alunos da Escola Estadual de Ensino
Médio Irmã Agnes, par ciparam de palestra ministrada por profissionais do HGI. No dia 19, os profissionais do hospital
retornaram ao mesmo estabelecimento de ensino, no período da noite, para tratar sobre o tema.
Segundo ela, as ações de educação em saúde estão programadas até o dia 30, envolvendo funcionários, usuários e
acompanhantes, incluindo as ações programadas para a comemoração do aniversário de um ano do HGI, no período de 24 a
27 de setembro.
De acordo com informações do site do “Setembro Amarelo”, nove em cada dez suicídios podem ser evitados. O dado, da
Organização Mundial da Saúde (OMS), indica que a prevenção é fundamental para reverter essa situação, garan ndo ajuda e
atenção adequadas.
Serviço - O Hospital Geral de Ipixuna (HGI) é uma unidade de saúde do Governo do Pará, que presta assistência de baixa e
média complexidade a usuários do Sistema Único de Saúde (SUS). Fica na Rua Principal, s/n, bairro Centro, em Ipixuna do
Pará. Mais informações pelo telefone (91) 3811-2631.
h p://www.agenciapara.com.br/no cia/15166/

Nasce o primeiro bebê no novo Hospital Abelardo Santos


21/09/2019 16h20 - Atualizada em 21/09/2019 17h45
Por Caroline Rocha (SESPA)
Após seis anos em obras, o Hospital Regional Dr. Abelardo Santos (HRAS) inaugurou na úl ma quinta-feira (19), abriu as
portas para atendimento no dia seguinte, na sexta-feiera (20), e já registrou o primeiro nascimento no novo Hospital. A
expecta va para o primeiro parto foi grande, o que aconteceu às 22h18 da sexta, quando nasceu, de parto normal, o
pequeno Isac Castro Vasconcelos, pesando 3,274 Kg.
Para a avó materna, Alessandra Freitas, o momento é muito representa vo. Há 20 anos ela teve sua filha, Bárbara
Vasconcelos, no an go Hospital Abelardo Santos e hoje está celebrando a chegada do neto, o primeiro bebê do novo
Hospital. “Foi uma experiência incrível, a equipe toda está de parabéns, minha filha foi bem assis da em todos os momentos.
Há 20 anos eu ve a Bárbara no an go Abelardo e ontem o meu neto nasceu aqui. Para mim é uma honra e eu só posso dizer
para as mães que venham, o hospital está apto a receber todas, é um hospital de ponta e público, estou muito grata por
tudo", disse a avó do pequeno Isac. 2

No início deste sábado (21), nasceu o segundo bebê, outro menino. Miguel Mar ns Vale de Farias, que veio ao mundo às
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6h30, também de parto normal, pesando 3,436Kg. Os pais, Amanda Patrícia Mar ns Souza e Victor Vale de Farias, em festa
pelo nascimento segundo filho, se surpreenderam com a estrutura e os serviços oferecido no HRAS, que agora é o maior
hospital público do Pará. “Estou impressionado com a estrutura do hospital e atendimento dos funcionários, muito
atenciosos. Não sabíamos se íamos ser atendidos e se ia dar tudo certo, mas não me arrependo em ter vindo para cá",
garan u Victor Farias.
Ao saber do nascimento do primeiro bebê no HRAS, o governador do Estado, Helder Barbalho, fez questão de parabenizar a
família por meio de suas redes sociais.
Helder, esteve no final da manhã visitando os dois bebês e entregou para as famílias, enxoval e os cer ficados de primeiro e
segundo bebê do Hospital Regional Dr. Abelardo Santos. “Desejo muita saúde, bênçãos e proteção para estes bebês. O
nascimento de um filho é uma grande bênção para toda família e estou muito feliz com o trabalho que estamos oferecendo
no Hospital Abelardo Santos”, disse o governador.
O secretário de Estado de Saúde, Alberto Beltrame, acompanhou a visita do governador e falou da felicidade e sa sfação em
ver o HRAS funcionando de fato e podendo cumprir o seu papel, que é garan r serviços de saúde de qualidade à população.
“Vamos con nuar trabalhando para assegurar o melhor atendimento para a população, pois este é o nosso obje vo",
finalizou o tular da Sespa.
O Hospital Regional Dr. Abelardo Santos atende urgência e emergência em Pediatria, Clínica Cirúrgica e Clínica Médica,
referenciadas por outros serviços de saúde (Prontos-Socorros e UPAs). A par r de 1º de outubro, serviços como Raios-X,
Tomografia, Mamografia, Ultrassom e exames laboratoriais, consultas ele vas em Pediatria, Clínica Médica e Ginecologia e
Obstetrícia para pacientes externos regulados pela Central Estadual estarão disponíveis.
Em seguida, em janeiro, será iniciado o atendimento em Nefrologia, com 25 máquinas de hemodiálise, com capacidade para
atender a 150 pacientes em três turnos, além de suporte hospitalar 24h para intercorrências de pacientes renais crônicos. Ao
mesmo tempo, passa a ser oferecido o serviço de Urologia Clínica e Cirúrgica.
Ampliação – Na terceira fase de implantação do Hospital, mais 100 leitos serão ofertados para a inserção das especialidades
de Reumatologia, Hematologia, Gastroenterologia, Neurocirurgia e Cirurgia Angiovascular.
Quando es ver funcionando em sua totalidade, o Hospital Regional Abelardo Santos, por meio do seu Ambulatório de
Especialidades, trabalhará, principalmente, na prevenção e diagnós co precoce de doenças como a insuficiência renal
crônica, a hipertensão arterial, o diabetes e no controle da obesidade infan l e adulta.
h p://www.agenciapara.com.br/no cia/15163/

Ação do bem do Hospital Galileu leva horta para alunos da rede estadual
21/09/2019 10h04 - Atualizada em 21/09/2019 10h38
Por Rafaela Palmieri (HPEG)
Na manhã da sexta-feira (20), o Hospital Público Estadual Galileu (HPEG), em Belém, presenteou alunos da Escola Estadual
Ariri, em Ananindeua, com uma horta caseira feita a par r de materiais recicláveis. O presente foi idealizado pelos setores de
manutenção, sustentabilidade e humanização do HPEG.
O obje vo da ação foi incen var entre as crianças a importância da preservação ambiental e da sustentabilidade. O evento
faz parte do projeto “Ação do Bem”, organizado pelo Hospital, que já possui parceria com a escola.
U lizando tubos de PVC e vasilhas que seriam descartadas, o colaborador da unidade, Gil Gonçalves, pôde criar uma
sustentação para a horta caseira e uma composteira, que transformará o lixo orgânico em adubo para as hortaliças. “Com
isso, conseguimos eliminar de 3 a 5 kg de plás co, vários restos de alimentos para o adubo e reaproveitar o chorume, que
traria impactos nega vos à natureza”, explica Gil.
Para a coordenadora pedagógica da Escola, Ruth Leia, esse po de inicia va tende a acrescentar ainda mais no processo de
educação dos alunos, além de servir como incen vo para uma alimentação saudável, já que foram plantados cheiro-verde,
pimen nha e salsa na horta. “É importante incen var o hábito de comer legumes e verduras entre eles. E como também
estamos trabalhando sobre o dia da árvore, celebrado neste sábado (21), a ação veio somar ainda mais no conhecimento dos
alunos”, ressalta.
Sobre o HPEG - O hospital Público Estadual Galileu (HPEG) é uma unidade de retaguarda que atende baixa e média
complexidades, e presta assistência hospitalar em trauma-ortopedia, clínica médica e Cardiologia. O hospital está localizado
na Rodovia Mário Covas, nº 2253.
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Paciente celebra noivado no Hospital Oncológico e emociona funcionários


21/09/2019 09h00 - Atualizada em 21/09/2019 12h18
Por Marcelo Leite (HOIOL)
Em uma cerimônia marcada pelo desejo de eternizar o amor e de transformá-lo em inspiração para quem enfrenta um
tratamento contra um câncer, funcionários e voluntários do Hospital Oncológico Infan l Octávio Lobo, em Belém, atenderam
a um pedido especial nesta sexta-feira (20): transformaram a brinquedoteca, onde um dos pacientes conheceu a namorada,
em um palco para uma celebração de noivado.
Matheus Felipe dos Santos e Izabelli Amorim têm 21 anos e o primeiro contato que o casal teve foi durante o período em que
es veram internados no Hospital Oncológico Infan l, ainda em 2015, quando aunidade foi inaugurada e assumia o papel de
ser a referência para o tratamento de crianças e adolescentes com câncer.
Foram só dois encontros até Izabelli receber alta hospitalar em 2016. O reencontro veio tempos depois pelas redes sociais.
Hoje, depois de dois anos e nove meses de união e diante das incertezas que acompanham o tratamento do câncer, o casal
resolveu acreditar no sen mento, sem pensar muito em tempo. “Aprendemos a ter paciência com tudo em nossas vidas e
esse momento marca tudo que vivemos até aqui, que é o mais importante para nós”, conta a noiva.
Nas poucas palavras que conseguiu falar além do recíproco "sim" para a noiva, Matheus agradeceu aos funcionários que o
acompanham desde o início do tratamento, com palavras de carinho e inspiração. “Quanto mais pessoas puderem falar
sobre esse momento, vai ser melhor porque a mensagem que queremos levar é de amor”, destacou o jovem.
Mylene Negrão é uma das médicas do Hospital que acompanha Matheus. Ela falou sobre como a realização da cerimônia de
noivado e de outras ações de humanização do atendimento podem influenciar no tratamento e no dia a dia da unidade.
“Quando a gente mobiliza pacientes e familiares em momentos como esse que envolvam fé, esperança e cuidados que vão
além dos aspectos clínicos, há também um esforço de todas as equipes do hospital para valorizar a cultura dos pacientes e
dar a eles a possibilidade de experimentar, realizar os próprios desejos enquanto es ver no tratamento”, conta a médica.
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Hospital Materno-Infan l de Barcarena completa um ano e celebra mais de mil nascimentos e zero óbitos
21/09/2019 08h00 - Atualizada em 21/09/2019 11h01
Por Adrielle Sousa (HMIB)
Em seus 365 dias de funcionamento, completados neste sábado (21), o Hospital Materno-Infan l de Barcarena Dra. Anna
Turan (HMIB), localizado a 114 km da capital do Pará, apresenta índices de desempenho que impressionam.
A unidade, especializada no atendimento em partos de média e alta complexidade, na Região do Baixo Tocan ns, não tem
registros de óbito materno e chegou a marca de 1.088 nascimentos em seu primeiro ano. Ao todo, o HMIB registrou 79.548
mil atendimentos, entre eles consultas, internações, cirurgia e exames.
Moderna e equipada, a maternidade de Barcarena possui uma agência transfusional e UTI adulto com tecnologia e
qualidade. O hospital ainda garante serviços de cirurgia pediátrica, assistência ginecológica, obstétrica e neonatal.
A maternidade também conta com um Banco de Leite Humano. O espaço é um centro especializado na execução de
a vidades de coleta e processamento de controle de qualidade do leite materno. A unidade também realiza ações de
captação e campanhas de doação de leite, além de manter a vidades educacionais, como rodas de conversas e palestras
para sanar dúvidas de mães e doadoras, e para mobilizar a sociedade sobre a importância da proteção e promoção do
aleitamento materno e doação de leite humano.
Desde a sua inauguração, o surgimento do HMIB é resultado da implementação de estratégias de fortalecimento na linha de
cuidado materno-infan l, com atendimento voltado ao pré-natal, parto e puerpério e assistência ao recém-nascido. A marca
de zero óbito materno também pode ser considerada uma consequência dos inves mentos em gestão e capacitação
profissional realizados na ins tuição.
Celebração - Em comemoração ao primeiro ano do Materno-Infan l, a unidade realizou 20 a vidades de integração e uma
comemoração com colaboradores, pacientes e acompanhantes na sexta-feira (20).
A mãe de Samuel, primeiro bebê nascido no HMIB, declarou a importância da maternidade na sua vida. "Samuel nasceu
prematuro, mas desde o primeiro momento em que cheguei ao hospital recebi toda a assistência. Em breve meu filho estará
completando um ano também", conta com emoção.
Autoridades regionais, gestores, profissionais da saúde e voluntários também par ciparam da celebração. Diferentes
atrações culturais fizeram parte da comemoração, enquanto a unidade realizava ações de reconhecimento profissional a
todos que vêm trabalhando com as melhores prá cas de gestão da qualidade existentes no mercado de saúde.
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A diretora Técnica da unidade, Mary Lucy Mello, ressalta a importância da gestão e desempenho, junto com a dedicação de
todos os colaboradores do materno-infan l durante o primeiro ano de trabalho. "A grande missão da unidade, desde a sua
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idealização, foi a redução da mortalidade, tanto materno como neonatal. Nesses 12 meses de funcionamento, recebemos
várias gestantes com risco de morte iminente, de diversas regiões do Baixo Tocan ns e da região metropolitana. Hoje,
podemos dizer com muita alegria, e por reconhecimento aos profissionais que compõem esse hospital, que estamos
celebrando o primeiro aniversário de um hospital que alcançou a marca de zero óbitos maternos desde a sua inauguração",
destaca.
O Hospital Materno-Infan l de Barcarena foi inaugurado em 21 de setembro de 2018. O público alvo são mulheres gestantes
e recém-nascidos com foco em pacientes de médio e alto risco. Sua abrangência inclui 11 municípios do Baixo Tocan ns:
Abaetetuba, Barcarena, Igarapé-Miri, Moju, Baião, Cametá, Limoeiro do Ajuru, Mocajuba, Acará, Ponta de Pedras e Oeiras do
Pará.
h p://www.agenciapara.com.br/no cia/15149/

Ministro da Saúde recebe projeto de ampliação do Hospital Regional em Santarém


20/09/2019 17h57 - Atualizada em 21/09/2019 14h44
Por Leonardo Nunes (HMUE)
Um projeto que propõe a ampliação da capacidade de atendimento e das instalações sicas do Hospital Regional do Baixo
Amazonas (HRBA), localizado em Santarém, município do oeste do Pará, foi entregue ao ministro da Saúde, Luiz Henrique
Mande a, em audiência realizada nesta semana, em Brasília (DF). O obje vo é conseguir R$ 54 milhões para inves r em
vários setores, como a duplicação do número de leitos, dos atuais 153 para 306. O ministro disse que uma equipe técnica
avaliará o projeto e deverá visitar a unidade.
“Nossa capacidade operacional já a ngiu o limite frente às demandas que são crescentes, por termos nos tornado
referência. Essa parceria entre o Estado, através da Sespa, e o Ministério da Saúde é importante para que consigamos
viabilizar esse projeto, e ter passar dos atuais 153 leitos para 306 leitos. Com certeza será um avanço significa vo, que
mudará por completo a assistência em saúde na nossa região e em todo o Pará, pois dividiremos com Belém a
responsabilidade de absorção de serviços de al ssima complexidade”, afirmou o diretor Hebert Moreschi.
No projeto está prevista ampliação de ambulatório, serviço de quimioterapia, centro cirúrgico, triagem, hemodiálise (com a
ampliação passará a ser a maior da região Norte) e as construções de um heliponto e um centro de estudos com auditório.
“Devido ao aumento que vemos no número de especialidades, se faz necessária uma ampliação, pois os atendimentos
também aumentaram. Somos um hospital que atende municípios de outras regiões, e está se tornando pequeno para a
demanda. Essa audiência com o ministro da Saúde nos deu a esperança de que vamos conquistar esse obje vo, em parceria
com o governo municipal, governo estadual, bancada dos deputados federais, em prol de ampliar e agilizar os atendimentos
na área da saúde”, reforçou o diretor Clínico do HRBA, Alberto Tolen no.
A audiência com o ministro foi viabilizada pelo deputado federal Júnior Ferrari, e contou com a ar culação de Alberto
Tolen no e o apoio do prefeito de Santarém, Nélio Aguiar, além da par cipação do diretor Operacional, Rogério Kuntz.
Referência - O Hospital Regional do Baixo Amazonas é especializado em casos de média e alta complexidade, reconhecido
como um dos dez melhores hospitais públicos do Brasil, sendo referência para uma população de 1,1 milhão de pessoas
residentes em 21 municípios do oeste do Pará. A ins tuição é cer ficada pela Organização Nacional de Acreditação com o
nível máximo de qualidade, a ONA 3 – Acreditado com Excelência.
Desde 2008, o HRBA realizou 7.396.109 atendimentos, entre internações, cirurgias, consultas, exames e urgência e
emergência. Em 2019, até o mês de agosto, foram registrados 558.953 atendimentos. Atualmente, oferta 35 especialidades
e 28 Serviços de Apoio Diagnós co Terapêu co.
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Sespa intensifica vacinação contra o sarampo em crianças


20/09/2019 16h40 - Atualizada em 20/09/2019 19h00
Por Roberta Vilanova (SESPA)
A Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa) e as secretarias Municipais de Saúde estão intensificando a mobilização para
ampliar a vacinação contra o vírus do sarampo em todo o Estado, desde 22 de agosto. Estão sendo imunizadas crianças de
seis meses a menores de um ano de idade, as mais susce veis a casos graves e morte pela doença.
Denominada dose zero, essa dose da vacina não é considerada válida para fins do Calendário Nacional de Vacinação. A par r
dos 12 meses, as crianças devem receber a vacina tríplice viral, e aos 15 meses a tetra viral ou tríplice viral mais varicela, com
o intervalo de 30 dias entre as doses.
Cenário nacional - O Brasil confirmou 4.476 casos de sarampo 5 até 18 de setembro de 2019, segundo o bole m
epidemiológico publicado nesta semana pelo Ministério da Saúde. Até o úl mo bole m, foram no ficadas quatro mortes
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por sarampo no Brasil, sendo três no Estado de São Paulo e uma em Pernambuco. Dessas mortes, três foram em crianças
menores de um ano. Somente uma foi em um adulto, com mais de 42 anos. Nenhum deles era vacinado contra o sarampo.
Com a proximidade de uma das maiores fes vidades religiosas do mundo, o Círio de Nossa Senhora de Nazaré, realizado no
segundo domingo de outubro, a Sespa está novamente convocando pais e responsáveis para vacinarem as crianças com a
tríplice viral, que previne contra sarampo, caxumba e rubéola. “O alerta é importante para que a população con nue
vigilante em relação ao sarampo, pois uma das maiores preocupações no momento é o movimento de pessoas mo vado
pelo Círio de Nazaré, que atrai milhares de turistas de todas as partes do Brasil e do mundo, e que podem, também,
contribuir para nova disseminação do vírus do sarampo no Pará”, alertou o tular da Sespa, Alberto Beltrame.
“Caso ocorra a contaminação pelo vírus, é importante que a pessoa perceba os sintomas e, ao chegar ao des no final,
procure imediatamente uma unidade de saúde e informe ao médico quais foram os des nos da viagem”, orientou o
secretário de Estado de Saúde. A par r do caso suspeito, a vigilância epidemiológica do município deve iniciar as ações de
inves gação, bloqueio vacinal e monitoramento dos contatos.
Cuidados ao viajar - Segundo o Ministério da Saúde, pessoas que vão viajar, tanto para des nos no Brasil quanto
internacionais, devem se cer ficar de que estão em dia com as doses da vacina tríplice viral. No Brasil, a recomendação é de
duas doses a par r de 12 meses a 29 anos de idade, e uma dose para a população de 30 a 49 anos.
A pessoa não vacinada contra o sarampo deve receber a vacina com pelo menos 15 dias de antecedência da viagem. Além de
estar com a situação vacinal atualizada, o viajante deve incluir o cartão de vacinação entre os documentos da viagem.
O Ministério da Saúde alerta que as crianças são as mais susce veis às complicações e óbitos por sarampo, e a incidência de
casos em menores de um ano de idade é nove vezes maior em relação à população em geral, havendo registro no Brasil de 52
casos confirmados nessa faixa etária para cada 100 mil habitantes. A segunda faixa etária mais a ngida pela doença é a de um
a quatro anos.
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Palestras levam informações a adolescentes custodiadas pelo Estado


20/09/2019 16h18 - Atualizada em 20/09/2019 18h42
Por Alberto Passos (FASEPA)
O Centro de Internação Feminino Provisório (Cefip), localizado em Ananindeua, na Grande Belém, realizou, ao longo dessa
semana, uma extensa programação voltada aos cuidados com a saúde e a conscien zação de algumas doenças com as
jovens custodiadas no espaço. Além disso, a unidade socioeduca va também abraçou a campanha 'Setembro Amarelo', que
traz um alerta sobre a prevenção do suicídio.
A inicia va 'Semana de Saúde do Adolescente' consiste em um conjunto de ações educa vas inclusivas que visa levar
informações que contribuam para o processo reflexivo. A idéia é que as jovens desenvolvam hábitos e comportamentos
saudáveis. Além da palestra sobre Suicídio na Adolescência, uma roda de conversa sobre HIV e Doenças Sexualmente
Transmissíveis será realizada na tarde desta sexta (20), fechando mais um ciclo de encontros com temas diversos.
Aprendizado – “É legal ter essas informações, nós aprendemos várias coisas boas. Eu achei interessante conhecer todos
esses assuntos sobre o suicídio, porque hoje em dia muitos jovens estão ' rando a própria vida'”, comentou uma das oito
adolescentes que estão no espaço. Ela revelou ainda que tais informações a fizeram compreender e refle r sobre uma
pessoa do seu ciclo de amizade que cometeu suicídio.
O Cefip é administrado pela Fundação de Atendimento Socioeduca vo do Pará (Fasepa) e conta, em seu planejamento, com
o apoio da rede pública intersetorial parceira da socioeducação, como a Secretaria Municipal de Saúde de Ananindeua,
Corpo de Bombeiros Militar do Pará, e ins tuições de desdrogadição e psicossocial, entre outros.
”Infelizmente, é cada vez maior o número de jovens que cometem suicídio e nós precisamos avaliar e discu r de forma ampla
esse assunto. 90% dos casos de suicídio estão relacionados a transtornos mentais”, revelou em tom de preocupação a
psicóloga e palestrante, Joelma Mar ns.
Entre os fatores externos que contribuem para o aumento no número dos casos de suicídio estão “as relações afe vas
desestruturadas, a ausência de vínculos sociais e familiares, a necessidade de adquirir bens, consumismo, a ausência dos
pais e a maneira equivocada que os mesmos buscam compensar a ausência por um presente”, pontou.
Joelma seguiu, dizendo em seu discurso, que da mesma forma que as pessoas fazem um check-up da saúde clínica, deveriam
dar mais atenção a questões de ordem emocional e buscarem informação na prevenção da doença.
Saúde pública – No Dia Mundial de Prevenção ao Suicídio, 10 de setembro, a Organização Pan-Americana da
Saúde/Organização Mundial da Saúde (OMS) alertou para este grave problema de saúde pública, responsável por uma
morte a cada 40 segundos no mundo. Segundo a en dade, 6poucos países incluíram a prevenção ao suicídio entre suas
prioridades de saúde e só 28 relatam possuir uma estratégia nacional para cuidar dos casos registrados.
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A a vidade envolveu os servidores da Fasepa, os professores da Secretaria de Estado de Educação (Seduc) e as adolescentes
que ajudaram a ornar o espaço com cartazes coloridos com informes alusivos aos assuntos abordados durante essa semana.
“As ações fazem parte de um projeto voltado à saúde e bem estar das adolescentes que nós realizamos a cada três meses.
Apesar de elas ficarem conosco por um período de até 45 dias, elas trazem uma demanda, principalmente relacionada à
saúde, que precisamos atender”, destacou a gestora do Cefip, Joaceli Viteli.
Ainda segundo ela, “o intuito é proporcionar um pouco de conhecimento em relação à saúde, para que elas se cuidem,
repassem esse conhecimento para os seus familiares, se valorizem e tenham cuidado com a autoimagem, haja vista que
muitas não têm um acompanhamento da própria família em relação à saúde”, revelou Viteli.
ECA – Em seu Art. 4º, o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) diz que é dever da família, da comunidade, da sociedade
em geral e do poder público assegurar, com absoluta prioridade, a efe vação dos direitos referentes à vida, à saúde, à
alimentação, à educação, ao esporte, ao lazer, à profissionalização, à cultura, à dignidade, ao respeito, à liberdade e à
convivência familiar e comunitária.
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Iasep garante atendimento a bebê com condição rara


20/09/2019 16h09 - Atualizada em 20/09/2019 18h45
Por Ádria Azevedo (IASEP)
São apenas dois meses de vida, mas garra do pequeno Nicolas é de gente grande. Segurado do Ins tuto de Assistência dos
Servidores do Pará (Iasep), ele luta diariamente para melhorar da condição com a qual nasceu, a artrogripose múl pla
congênita, e as dificuldades relacionadas a ela. Além do acompanhamento semanal com fisioterapeuta e fonoaudióloga,
Nicolas conta com o suporte mensal de uma nutricionista e, futuramente, será atendido por um terapeuta ocupacional.
Sempre em casa.
A artrogripose múl pla congênita a nge apenas um bebê a cada dez mil nascidos vivos. É caracterizada pela má-formação
das ar culações da criança, o que causa contratura dessas regiões, limitação de movimentos e menor força muscular. Pés,
joelhos, punhos e cotovelos podem ficar “virados” para dentro ou para fora, e outras partes do corpo também podem ter
desvios ou rigidez.
Os atendimentos domiciliares são ofertados pelo Programa AssistLar, do Iasep, por meio de uma empresa credenciada. São
garan das pelo plano, sessões diárias de fisioterapia, além de fonoaudiologia duas vezes por semana e outros atendimentos,
tudo isso no conforto do próprio lar, onde mora com os pais, a irmã mais velha e os avós, no bairro do PAAR, em Ananindeua.
O pai de Nicolas, Romeu Biasan, é servidor da Secretaria de Estado de Esporte e Lazer (Seel). Segurado desde que entrou no
órgão e fez questão de incluir Nicolas no plano. “Sou segurado do Iasep há seis anos e sempre fui muito bem assis do no que
precisei. Quando foi para incluir nosso filho no plano nunca ve dúvida. Minha esposa teve receio, porque ela achava que as
coisas não funcionavam, devido à fama que o Iasep vinha tendo”, relata.
Condição rara – A condição pode estar associada a vários fatores e, por isso, exige inves gação da causa e de outros
problemas que podem estar presentes. Nicolas, por exemplo, ao nascer, não apresentou os reflexos de sucção e deglu ção e
precisou fazer uma cirurgia para colocar uma sonda diretamente no estômago para receber a alimentação. Com os
atendimentos de fonoaudiologia, já começa a mamar pequenas quan dades, seja na mamadeira ou no peito da mãe. A
fisioterapia ajuda na parte motora do restante do corpo e na função respiratória.
Cobertura – Embora tenha ficado insegura em incluir seu filho no plano, hoje, a mãe de Nicolas, Edna Oliveira, mostra
sa sfação com a assistência recebida. “No início eu ve dúvidas, nem sabia que o Iasep nha atendimento domiciliar, isso foi
uma surpresa. E, graças a Deus, o Nicolas conseguiu esse serviço, que é fundamental para a condição dele. Seria um desgaste
e um risco muito grande sair diariamente para essas terapias, até por conta da condição especial dele”, pontua.
Para Romeu, a sa sfação também vem com a atual gestão do ins tuto. “Quando eu entrei, o Iasep era referência de plano,
mas infelizmente a úl ma gestão deixou a desejar. Percebo que o trabalho do novo presidente é de retomada, espero que
haja retorno ao nível de excelência que nha antes”, reforça.
Colaboração de Thâmara Magalhães
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Profissionais discutem polí ca de humanização na Santa Casa


20/09/2019 13h55 - Atualizada em 20/09/2019 15h35 7

Por Samuel Mota (SANTA CASA)


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Representantes de hospitais da Região Metropolitana de Belém (RMB) e técnicos em humanização estadual e municipal
reuniram, nesta sexta-feira (20), na Santa Casa. O obje vo foi esclarecer a diretriz “Gestão Par cipa va” ou Cogestão da
Polí ca Nacional de Humanização, considerada uma ferramenta valiosa para a construção de mudanças nos modos de gerir e
nas prá cas de saúde.
A estratégia contribui para um atendimento mais eficaz/efe vo e mo vador para as equipes de trabalho. A cogestão é um
modo de administrar, que inclui o pensar e o fazer cole vo, sendo, portanto, uma diretriz é co-polí ca que visa a
democra zação das relações no campo da saúde.
Para o coordenador estadual de humanização, Guilherme Mar ns, a polí ca de humanização é densa e se propõe a
sensibilizar os três segmentos de atores – gestores, trabalhadores e usuários, para que pensem funcionamento diário da
saúde. A polí ca aposta em um fortalecimento de movimento cole vo composto por representantes dos diversos setores.
“No plano estadual, a gente tem um diálogo direto com as regionais de saúde que acompanham as secretarias municipais, no
sen do que fazer com que essa polí ca seja capilarizada por todos os municípios. É fundamental que, nessa
descentralização, a gente consiga que a estruturação e a organização ocorram in loco, para que eles deem conta de cuidar
desses processos, mantendo uma relação com o nível central”, destaca Guilherme.
Viviane Cardoso, coordenadora da polí ca de humanização pela Sesma, em Belém, disse que a polí ca de humanização é
transversal e está em todos os fazeres e momentos da assistência e, sobretudo, na gestão. Para a gestora, vai além do
atendimento inicial ou do acolhimento que é feito: é um processo de gestão, de acesso, de valorização do trabalhador, de
discu r e receber o feedback da população.
“A gente deixa muito claro que todas as pessoas e processos importam. Às vezes, a pessoa está em um procedimento
administra vo e ela acha que não é importante. Se ela deixar de carimbar aquele documento, aquilo não vai ser tão
importante e pode deixar isso pra lá. E, na verdade, a gente sabe que não. Toda e qualquer pessoa que está na ponta, sendo
ela na assistência direta ou não, é fundamental no processo. O documento que eu não passo para a frente vai impactar na
assistência, na falta de um medicamento ou de um insumo que eu preciso para prestar o atendimento ao usuário do SUS”,
explica Viviane.
Clévia Dantas é da coordenação de humanização da Fundação Santa Casa e mostrou, na reunião da Câmara, os avanços que o
setor apresentou neste ano. Com mudança de cultura e com a par cipação direta dos diretores da ins tuição, hoje são 70
integrantes no cole vo de humanização da Santa Casa.
“Temos um plano de ação da humanização para atender a voz do trabalhador e do usuário. Nós somos resultado de um
planejamento estratégico, cujo obje vo é fortalecer a humanização, tendo como base as diretrizes da Polí ca Nacional de
Humanização (PNH), consolidando o acolhimento como diretriz clínica de cuidado no hospital. A nossa meta é fortalecer o
grupo de trabalho que atua na Santa Casa, envolvendo as pessoas de forma cole va em rodas de conversas e essa
metodologia vem dando certo”, conclui Clévia.
Humanização como ferramenta – Lourival de Albuquerque é do grupo de humanização do PSM do Guamá. Para ele, a PNH
deve ser implantada em todas as ins tuições de saúde. “Sabemos que há um problema muito sério na estrutura de saúde do
Brasil, mas, com a mobilização dos programas de humanização, tenho certeza que vamos conseguir obje vos melhores,
principalmente no que se refere à qualidade de vida e do atendimento de saúde”.
Para Maria Auxiliadora Pereira, enfermeira da Clínica Psiquiátrica do Hospital de Clinicas Gaspar Viana e professora da Uepa,
a humanização é uma ferramenta muito importante no cuidado às pessoas que usam o SUS. “Hoje faço parte do grupo de
humanização e cresci muito, porque aprendi a conhecer melhor toda a minha ins tuição e também relacionar-me com muita
gente além do que fazia na clínica psiquiátrica. Nesse momento, estamos criando um Comitê para poder promover a
humanização em todos os setores”.
Reunião – A Câmara Técnica de Humanização Hospitalar (CTH-H) se reúne uma vez por mês com o obje vo de fortalecer o
processo cole vo, a gestão compar lhada e/ou par cipa va, assim como incen var o exercício de Cogestão e
Corresponsabilização com uma maior proximidade entre o planejamento e a execução dos serviços no Sistema Único de
Saúde (SUS).
Trata-se de um fórum proposto para agregar instâncias, serviços e sujeitos, compar lhando experiências do campo polí co,
ações de humanização, compondo redes e movimentos de cogestão. A proxima reunião da CTH-H, será no dia 18 de outubro,
no Hospital Ophir Loyola.
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Hemopa capacita profissionais da saúde de Marabá e Castanhal


20/09/2019 12h53 - Atualizada em 20/09/2019 14h33 8

Por Anna Cris na Campos (HEMOPA)


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O II módulo do curso prá co de Coagulopa as Hereditárias terminou nesta sexta-feira (20), capacitando cerca de 40
profissionais de áreas da saúde e afins de Castanhal e Marabá, entre elas, médicos, biomédicos, farmacêu cos, psicólogos e
pedagogos.
Par cipante, a assistente social do Hemocentro Regional Marabá, Mônica Thompsom, contou que é a primeira vez que ela
vivencia a ro na do Hemocentro coordenador, em Belém. “Recebi orientações importantes de como facilitar a ar culação
com a rede hospitalar de Marabá. Queremos sempre melhorar o atendimento no município, sem ter a necessidade de
deslocar o paciente para a capital”, disse.
O biomédico do Hemocentro Castanhal, Jorge Luis, antecipou que, a par r deste curso, o atendimento no município deverá
ser ampliado. “A nossa equipe técnica já vai apresentar para o presidente do Hemopa um projeto para melhorar a nossa
assistência aos pacientes e doadores. Queremos ampliar o atendimento de Castanhal e facilitar o tratamento para pessoas
com coagulopa as”, destacou.
Para a coordenadora do curso de Coagulopa as, Saide Trindade, a capacitação amplia e fortalece a assistência ao paciente.
“A descentralização do conhecimento é necessária para que possamos melhorar a qualidade de vida dessas pessoas”,
destacou a médica.
Capacitação – A Fundação Centro de Hematologia e Hemoterapia do Pará (Hemopa), por meio da Coordenadoria de
Atendimento Ambulatorial (Coamb), percebeu a necessidade de capacitar profissionais da rede básica de saúde no
atendimento à pacientes com algum po de coagulopa a, ou seja, doença do sangue. Neste sen do, firmou parceria com o
Ministério da Saúde, que viabilizou recursos para a realização dos cursos teóricos e prá cos.
Em 2018, a Fundação Hemopa começou a divulgar o Curso de Coagulopa as Hereditárias nos hemocentros regionais do
Pará. A parte teórica foi desenvolvida com os municípios de Belém e Castanhal, no ano passado, e, em 2019, Santarém e
Marabá receberam o evento.
O médico Daniel Farias, que atende no Hemocentro Castanhal, par cipou da etapa teórica e agora está vivenciando o
módulo prá co, em Belém. “A medicina vive em constante estudo. Temos sempre que nos atualizar, par cipar de cursos e
trocar experiências para atender melhor o público. O clínico médico é quem está na linha de frente do atendimento, por isso
a necessidade de estar sempre atualizado com o conhecimento de diversas áreas”.
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Galileu conquista cer ficação e entra para o grupo de melhores hospitais do país
20/09/2019 09h13 - Atualizada em 20/09/2019 11h44
Por Rafaela Palmieri (HPEG)
Mais um hospital público paraense ingressou no seleto grupo de unidades que oferece para o usuário do Sistema Único de
Saúde (SUS) atendimento de al ssima qualidade. O Hospital Público Estadual Galileu conquistou a cer ficação Acreditado
com Excelência, concedida pela Organização Nacional de Acreditação (ONA).
Trata-se da mais importante e respeitada en dade avaliadora da qualidade dos serviços de saúde do país, integrante de
organizações internacionais que atuam nos Estados Unidos, França, Canadá e Reino Unido. No Pará, além do Galileu, apenas
outras duas unidades públicas de saúde possuem a cer ficação de excelência — o Hospital Regional do Baixo Amazonas, em
Santarém, e o Hospital Regional Público da Transamazônica, em Altamira.
A cer ficação Acreditado com Excelência, também conhecida como ONA 3, é o nível máximo de qualidade avaliado pela
ONA. Antes de alcançar esta posição, o Galileu já havia recebido outras duas cer ficações: a Acreditado (ONA 1) e a
Acreditado Pleno (ONA 2). Na prá ca, a cer ficação ONA 3 reconhece que o Galileu cumpre as exigências que garantem aos
pacientes padrões de qualidade e segurança assistencial, promove gestão integrada e desenvolve uma cultura
organizacional que es mula a melhoria con nua da ins tuição.
Para conquistar o tulo, o Hospital Público Estadual Galileu passou por uma rigorosa avaliação da equipe de auditores da
Fundação Carlos Alberto Vanzolini, ins tuição credenciada pela ONA. A auditoria foi realizada entre 19 e 21 de agosto
passado, com a avaliação de mais de 4 mil requisitos internos e ro nas de trabalho.
O médico infectologista Wolf Costa, um dos auditores da Vanzolini, destacou o nível de profissionalismo da equipe que
trabalha no Galileu. “A experiência aqui foi muito importante. O Hospital Galileu tem uma equipe unida e uma linha de
cuidado excelente, o que proporciona um serviço de qualidade para a população”, declarou.
A gerente do Núcleo de Qualidade e Segurança do Paciente (NQSP) do Galileu, Patrícia Hermes, disse que o obje vo sempre
foi buscar o reconhecimento da excelência no atendimento hospitalar. “Desde a sua implantação, em 2014, o Hospital
Galileu foi projetado para a promoção de uma assistência segura e de qualidade aos nossos usuários. Trabalhamos sempre
tentando iden ficar oportunidades para melhorar a ro na, 9fluxos e resultados. Várias ferramentas de qualidade foram
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estabelecidas e monitoradas”.
A diretora Hospitalar do Galileu, Stéphanie Valdívia, destacou que todas essas conquistas são acompanhadas de muito
trabalho e dedicação. “É um orgulho muito grande para nós, pelo fato de ser uma cer ficação que valida todo o esforço da
nossa equipe, que cuida do paciente com segurança e humanização. É o reconhecimento do que é feito todos os dias aqui”,
acrescentou.
Hospitais Paraenses
No Pará, o Hospital Oncológico Infan l Octávio Lobo, em Belém (PA), se tornou o primeiro entre as unidades de oncologia
pediátrica da rede pública de saúde do país a conquistar a cer ficação Acreditado Pleno (ONA 2). Em Ananindeua, o Hospital
Metropolitano de Urgência e Emergência (HMUE), foi o primeiro hospital de urgência e emergência em trauma e queimados
do Norte do país a obter cer ficação da Acreditado (ONA 1).
Já em Santarém, o Hospital Regional do Baixo Amazonas possui a cer ficação Acreditado com Excelência (ONA 3), sendo o
primeiro do Estado a alcançar obter o feito, em 2015. Em Altamira, o Hospital Regional Público da Transamazônica, referência
para aproximadamente 500 mil habitantes, também conta com a cer ficação ONA 3.
Atendimento – O hospital Público Estadual Galileu é uma unidade de retaguarda que atende baixa e média complexidades, e
presta assistência hospitalar em trauma-ortopedia, clínica médica e cardiologia. O hospital está localizado na Rodovia Mário
Covas, 2.253.
h p://www.agenciapara.com.br/no cia/15117/

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BELÉM
Abrigo Especial Calabriano vai con nuar funcionando, garante Estado
Pais de crianças haviam protesto contra ameaça de fechamento do espaço
Dilson pimentel
21.09.19 8h25
Everaldo Nascimento / O Liberal
Um grupo de pais e funcionários do abrigo fechou o trânsito na manhã da úl ma quarta-feira (18), na avenida Senador Lemos
para chamar a atenção do Governo, contra o encerramento do convênio com a ins tuição (Everaldo Nascimento / O Liberal)
O Abrigo Especial Calabriano, em Belém, vai con nuar funcionando. As promotoras de Jus ça Maria do Socorro Pamplona
(Infância) e Socorro de Maria Gomes dos Santos (Idoso e Pessoa com Deficiência) par ciparam, na tarde de quinta-feira feira
(19), de audiência no gabinete do governador do Estado, Helder Barbalho, que tratou sobre a situação do abrigo. E ficou
definido que o Estado prosseguirá com os repasses até que seja definido, na ação judicial ajuizada pelo Ministério Público do
Estado (MPPA), em maio deste ano, o responsável pelo local. Já está agendada uma audiência judicial de conciliação para o
próximo dia 26 de setembro, na 5ª Vara da Fazenda Pública. Na quarta-feira (18), pais de crianças e adolescentes atendidos
pelo Centro de Reabilitação Infan l, onde também funciona o Abrigo Especial Calabriano, na Unidade de Referência em
Reabilitação Infan l (Ure-Rei), no bairro do Telégrafo, realizaram manifestação pelas ruas contra a ameaça de fechamento do
espaço.A Secretaria de Assistência Social, Trabalho, Emprego e Renda informou que, após reunião realizada na tarde da
úl ma quinta-feira (19), o governador Helder Barbalho definiu que o Estado, mesmo tendo até este mês para o úl mo
repasse financeiro do convênio firmado com a ins tuição, con nuará financiando e se responsabilizando pelo Abrigo. O
governador Helder ainda afirmou que o Governo do Pará não quer o fechamento do Abrigo, e que fará o que for necessário,
dentro das suas atribuições, para manter o funcionamento da ins tuição. Dessa forma o governo cede a estrutura do Abrigo
e mantém, por meio da Sespa, o repasse financeiro por seis meses, até que a decisão pela gestão do Abrigo seja
decidida.Par ciparam da reunião, na quinta-feira, as promotoras do Ministério Público do Estado do Pará, Socorro de Maria
dos Santos, da Promotoria da Pessoa Idosa e com Deficiência, e Maria Lobato, da Promotoria de Jus ça da Infância e da
Juventude. Também par ciparam da reunião os secretários de Estado Inocêncio Gasparim, da Secretaria de Assistência
Social, Trabalho, Emprego e Renda (Seaster), e Alberto Beltrame, da Secretaria de Saúde Pública (Sespa).
Durante alguns meses as secretarias representadas es verem par cipando de reuniões com o Ministério Público a fim
definir soluções para manter o repasse financeiro referente aos serviços realizados pelo Ins tuto Francisco Perez. Ficou
estabelecido, por parte do MPPA o diálogo para o reordenamento e a municipalização do Abrigo Especial Calabriano. Esta
questão deve ser definida durante audiência pública agendada pelo Ministério Público, no próximo dia 26 de setembro.O
convite para a reunião par u do governo do Estado. Estavam presentes os secretários de Estado Inocêncio Gasparin, da
Secretaria de Assistência Social, Trabalho, Emprego e Renda (Seaster), e Alberto Beltrame, da Secretaria de Saúde Pública
(Sespa), além de representantes do município de Belém, por meio da Fundação Papa João XXIII (Funpapa) e Secretaria
Municipal de Saúde (Sesma) e do Abrigo Especial Calabriano. A promotora Socorro de Maria dos Santos relembrou que o
MPPA já havia entrado com uma ação civil pública para garan r a permanência do abrigo, mas que, depois da reunião,
passou a ter uma garan a, com a sinalização do governador Helder Barbalho, de manter os repasses. "Em nenhum momento
o Estado declarou que não iria dar con nuidade ao abrigo. Mas, por precaução, resolvemos entrar com a ação, e uma
audiência vai acontecer no dia 26. A reunião foi muito boa, e conseguimos sair com uma certeza: que o abrigo vai
permanecer. E, agora, vamos discu r as demais questões burocrá cas no decorrer da ação", disse a promotora.Sobre a
municipalização do abrigo, a promotora garan u que isso faz parte da decisão judicial que deve ser conhecida no dia 26.
"Muitos dos serviços prestados ali são de responsabilidade da prefeitura municipal, e ela não pode estar isenta disso. É o
poder público que tem que mostrar seu serviço lá", afirmou Socorro de Maria dos Santos. O secretário Alberto Beltrame, da
Sespa, enfa zou a total par cipação da Sespa na con nuidade dos repasses, até que seja decidido quem deve assumir o
abrigo. "O governador, ao tomar conhecimento que o abrigo poderia fechar, chamou seus secretários e a Procuradoria-Geral
do Estado para que achássemos uma solução. A decisão foi que o governo do Estado, por meio da Sespa, con nua com os
repasses financeiros para a ins tuição", explicou.Na quinta-feira, pela manhã, o Ministério Público do Estado já havia
reunido com representantes do Ins tuto Francisco Perez, abrigo Calabriano, Coordenadoria Estadual da Infância e da
Juventude do Tribunal de Jus ça do Estado do Pará e Comissão de Pessoas com Deficiência da OAB. O obje vo foi justamente
debater a situação atual do abrigo, que passa por dificuldades financeiras e corria o risco de ter suas a vidades suspensas a
par r do dia 21 de setembro, devido ao não repasse de recursos públicos. No local são atendidas atualmente 38 crianças e
adolescentes com deficiência, muitas delas com paralisia cerebral.As promotoras de Jus ça Maria do Socorro Pamplona
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(21) o World Cleanup Day ou, simplesmente, Dia Mundial da Limpeza, como o evento é chamado em
português."Teremos neste dia, em todo o mundo, mu rões para limpeza, por exemplo, do lixo local gerado na praia:
bituca de cigarro, tampa de garrafa, canudos, copos, garrafas, sacolas plás cas", diz Jonas Leite, doutor em
oceanografia e gerente no Rio de Janeiro do Projeto Meros do Brasil, uma das inicia vas responsáveis por organizar
as ações em cidades brasileiras.Leite considera que as a vidades na praia fomentam a conscien zação, mas alerta
que, em qualquer lugar do país, quando o lixo é jogado no chão ou levado para um lixão que não faz o tratamento
correto, o resíduo vai acabar indo para os rios e pode percorrer milhares de quilômetros até o oceano. "É o des no
final de pra camente todo o lixo que não é gerido da forma correta. Você pode nunca ter pisado na praia, mas o seu
lixo, se não for bem gerido, vai chegar lá", disse.
Ações
O Dia Mundial da Limpeza busca chamar a atenção e oferecer a vidades de combate ao problema global de resíduos
sólidos. O impulsionamento mundial é liderado pela Let's Do It World (LDIW), um movimento cívico global sediado na
Estônia e com alcance em 157 países. Eles criaram um mapa online que traz informações das inicia vas espalhados
pelo mundo. A proposta do evento teve como base experiências que vinham sendo realizadas desde 2008, quando
50 mil pessoas se uniram na Estônia para recolher lixo em todo o país.O movimento decidiu fixar o Dia Mundial da
Limpeza sempre no terceiro sábado de setembro. No ano passado, o Brasil registrou ações em 363 cidades. Neste
ano, a expecta va é que o evento chegue a mais municípios.Os cariocas que quiserem par cipar, por exemplo, terão
diversas opções nas praias. Em Copacabana, o Ins tuto Aqualung e grupos de escoteiros realizarão um mu rão de
voluntários. Na Barra da Tijuca, além de inicia vas na orla, haverá até intervenção musical: o Chegando de Surpresa,
grupo formado por garis da Companhia Municipal de Limpeza Urbana (Comlurb), apresentará um repertório de
conscien zação na Praça Soldado Geraldo da Cruz.Projetos socioambientais apoiados pela Petrobras planejam
ações em todo o país. Um deles, o Projeto Ilhas do Rio, vai promover uma gincana na praia da Copacabana e premiará,
com uma mochila, uma barraca de praia e um kit ecobag, as três duplas que conseguirem coletar o maior volume de
lixo. O Projeto Meros do Brasil, que também tem o apoio da estatal, planejou uma série de inicia vas nos nove
estados onde atua. Em Niterói, na região metropolitana do Rio, Jonas Leite vai liderar, na Praia de Itaipu, um mu rão
de limpeza com oficina de pintura corporal e pintura em desenho, jogo da memória e outras a vidades.De acordo
com dados da Organização das Nações Unidas (ONU) divulgados no ano passado, apenas 9% das 9 bilhões de
toneladas de plás cos já produzidos no mundo foram reciclados até hoje. Cerca de 40% dos produtos plás cos são
usados uma única vez e em seguida descartados. Anualmente, entre 8 milhões e 13 milhões de toneladas de plás co
chegam aos oceanos e ram a vida de aproximadamente 100 mil animais marinhos. As mortes ocorrem por diversos
mo vos: problemas com a ingestão, asfixia e impossibilidade de locomoção quando os animais ficam presos nos
produtos descartados.
Microplás cos
O crescimento do índice de mortalidade entre as espécies que habitam os oceanos não é o único problema
decorrente do incorreto descarte de resíduos plás cos. Uma vez no ambiente, eles vão se fragmentando ao se
ressecarem em decorrência, por exemplo, da exposição ao sol ou da ação do sal marinho. Os pedaços ficam tão
pequenos que se inserem nas cadeias alimentares dos oceanos. Es ma vas da ONU sugerem que existem cerca de
51 trilhões de par culas de microplás cos dispersos no oceano."Um canudo, por exemplo, vai se fragmentando
con nuamente e liberando par culas cada vez menores. Dependendo do tamanho dele, o microplás co adentra em
todas as etapas da cadeia alimentar dos oceanos. Começa a ser consumido pelos menores organismos e vai passando
para outros até que chega aos peixes que nos servem de alimento. Mas podemos ingerir esses fragmentos não
apenas por meio de peixes e frutos do mar, mas também por meio de um vegetal que não foi bem limpo e até de um
copo de água", explica Jonas.No mês passado, a Organização Mundial da Saúde (OMS) publicou um primeiro
relatório sobre os efeitos dos microplás cos na saúde humana. Foram avaliados os resultados de pesquisas recentes
sobre a presença desses pequenos fragmentos em água potável. De acordo com as conclusões, o corpo humano
consegue eliminar os microplás cos com mais de 150 micrômetros. Em relação a par culas menores, a en dade
considerou que os dados atuais ainda são extremamente limitados e concluiu pela necessidade de mais pesquisas.
Lixo de outros locais
Segundo o especialista em oceanografia Jonas Leite, nem todo o lixo encontrado em uma praia é gerado no local.
"Durante toda a maré cheia, o mar traz resíduos que não foram jogados ali. O mar não tem país. E o lixo,
independente de qual país o gerou, é o mesmo para todos. Ele con nua no planeta Terra. O lixo que se joga aqui pode
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aparecer um dia na Argen na dependendo das correntes marinhas".No ritmo atual, se nada for feito, as projeções da
ONU apontam que os oceanos terão mais plás co do que peixes em 2050. Em alguns pontos, tem se formado as ilhas
de plás co. Segundo Jonas, isso ocorre nos vór ces das correntes marinhas."As principais correntes fazem como se
fossem redemoinhos, promovendo o acúmulo do lixo em certos pontos. Esse lixo que está na super cie boiando atrai
a vida marinha. Então a presença de um marisco, um mexilhão, faz com que uma garrafa grude na outra. E os resíduos
vão sendo aglu nados pelos seres marinhos, até que vira um grande aglomerado. Algumas dessas ilhas crescem
tanto que já ocorreram acidentes com navios e há vários países buscando soluções para a questão",
explica.Correntes
Criada em 2002, o Projeto Meros do Brasil é uma inicia va com foco na conservação do mero, uma das maiores
espécies de peixes marinhos, podendo chegar a medir quase três metros. A espécie está ameaçada de ex nção e sua
pesca e comercialização é proibida pelo Ins tuto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis
(Ibama). O projeto busca promover a preservação de ambientes associados à espécie, como o oceano, costões
rochosos e manguezais.Ao mesmo tempo, a inicia va desenvolve pesquisas cien ficas, em interlocução com
universidades e outras ins tuições, e a vidades de educação ambiental. "No Dia Mundial da Limpeza, todo o lixo que
recolhermos vai ser catalogado, pesado, analisado. E daí vai gerar um dado técnico a ser enviado a autoridades
competentes para servir de base para futuras legislações e ações mais concretas por parte não só da comunidade,
mas também do Poder Público", diz Jonas.
Soluções
A melhor solução de médio e longo prazo, segundo o gerente do Projeto Meros do Brasil, é a conscien zação tanto de
consumidores como de gestores públicos. Segundo ele, a adoção de novos hábitos pela população será um indica vo
da capacidade das sociedades no enfrentamento da questão dos resíduos e da preservação ambiental."É preciso
respeitar as legislações, não pescar espécies ameaçadas de ex nção. Educar o consumidor para sempre procurar
saber o que está consumindo. Saber se o peixe que está sendo servido em um restaurante tem sua comercialização
proibida, tem período de defeso ou se vem da pesca predatória. E cuidar dos resíduos desde o momento em que se
compra os produtos. Se você tem dois produtos similares, opte por aquele que usa menos embalagem. O
consumidor tem um poder grande de forçar mudanças na indústria em médio e longo prazo".Segundo ele, o mundo,
inclusive o Brasil, já possui soluções para quase todas as questões relacionadas com embalagem. "A indústria só não
recorre a elas porque é mais caro, ou porque falta interesse e o mercado con nua consumindo com as embalagens
desnecessárias. Mas já tem, por exemplo, mercado embalando vegetais e legumes com folha de bananeira. Um caso
clássico é a pasta de dente. Para quê tem uma caixa de papelão protegendo o tubo da pasta de dente? Para quê
embalar frutas com várias camadas de isopor e plás co, se a casca já é uma embalagem natural que garante a
durabilidade do alimento?", ques ona.Do ponto de vista da gestão do lixo, ele afirma que o Poder Público deve ser
cobrado para ampliar o saneamento básico. Hoje, diversas cidades brasileiras ainda jogam todo o esgoto sem
tratamento nos oceanos. Ele lembra que o lixo pode gerar dinheiro, através da reciclagem, e mesmo os resíduos
orgânicos podem ser usados na produção de biogás, por exemplo. "Pode parecer que o oceano, por ser tão grande,
quase infinito, tem a capacidade de reciclar ou de sumir com as coisas. E não é bem assim", alerta Jonas.
h ps://www.oliberal.com/brasil/pesquisas-indicam-ingestao-de-microplas cos-por-humanos-1.195095

PARÁ
Cigarros eletrônicos podem causar vários riscos à saúde
Usuários do disposi vo estão mais expostos a problemas respiratórios
João Paulo Jussara
22.09.19 8h51
Akira Onuma / O Liberal
Cigarro eletrônico (Akira Onuma / O Liberal)
O uso dos disposi vos eletrônicos para fumar, de sigla DEF, popularmente conhecidos como cigarros eletrônicos ou
vaporizadores, vem se tornando uma tendência mundial, especialmente entre os jovens, que acreditam que eles
sejam mais seguros que os cigarros convencionais. No início deste mês, porém, a Sociedade Brasileira de
Pneumologia e Tisiologia (SBPT) emi u um alerta para os profissionais de saúde brasileiros, após autoridades
americanas associarem o uso do produto no país à morte de sete jovens em decorrência de insuficiência respiratória
nos úl mos meses.Morango, menta, chocolate. A variedade de sabores é vasta. Eles são discretos, cabem no bolso, e
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prometem ser uma alterna va para quem quer largar o cigarro. Proibidos pela Agência Nacional de Vigilância
Sanitária (Anvisa) no Brasil, os disposi vos eletrônicos para fumar não são di ceis de serem encontrados em sites de
vendas pela internet. De vários tamanhos, modelos e cores diferentes, os preços vão desde R$ 40 para as versões
mais simples, até mais de R$ 1 mil para aparelhos maiores e mais modernos.Funciona da seguinte maneira: o usuário
adiciona um líquido oleoso, conhecido como "juice", em um compar mento do disposi vo. Depois, basta apertar um
botão e aspirar o vapor normalmente. A bateria é recarregável e dura, em média, de duas a três horas. O líquido pode
conter ou não nico na, e por conta disso, muitos dos usuários acreditam que, por estarem aspirando uma fumaça
livre da substância, estão correndo menos riscos.É o caso de um estudante paraense de 25 anos, que prefere não ser
iden ficado. Ele começou a fumar cigarros aos 16 anos, e permaneceu no vício até os 23, quando viu um amigo
fumando um vaporizador com gosto de pêssego. Atraído pelo sabor diferente, ele resolveu comprar o disposi vo
pela internet, e até hoje, não parou mais de usá-lo. "Pelo menos eu sei que não estou aspirando nico na, além das
outras milhares de substâncias tóxicas que existem no cigarro", afirma. "Acredito que faça bem menos mal".
Para o médico pneumologista Carlos Alberio, coordenador do Ambulatório de Tuberculose Resistente do Hospital
Universitário João de Barros Barreto (HUJBB), afirmar que os cigarros eletrônicos não possuem substâncias tóxicas é
um grande equívoco. "Já existem vários estudos que mostram que há muitos produtos nocivos no cigarro eletrônico,
como por exemplo os aldeídos, que estão relacionados a vários pos de câncer, e também metais pesados, como
tânio, chumbo, níquel e cádmio", ressalta o especialista.De acordo com o médico, a ideia de se tratar um produto
isento de riscos é vendida pela indústria do tabaco, que vem tentando se reinventar nos úl mos anos, devido às leis
an fumo cada vez mais severas, em vários países do mundo. Isso atrai, principalmente, os mais jovens, que acabam
sendo levados a acreditar que não estão correndo nenhum risco de saúde. "O que nós observamos, no entanto, é a
ocorrência de vários casos graves relacionados ao uso deste produto, porque ele gera par culas microscópicas, e elas
conseguem pesar no aparelho respiratório, causando danos graves ao pulmão", explica Alberio.Além das doenças
pulmonares, como enfisema, câncer de pulmão e bronquite crônica, que são as mais recorrentes entre os fumantes,
várias outras doenças graves podem decorrer do fumo, independentemente da falta de nico na ou não. Infarto do
miocárdio, acidente vascular cerebral, compromen mento na circulação sanguínea, que pode levar à amputação de
membros inferiores, são alguns dos casos mais comuns.AlertaO especialista comentou os recentes casos de jovens
dos Estados Unidos que deram entrada em hospitais de diferentes estados apresentando sintomas como dificuldade
de respirar, febre alta, dores no peito, náusea e vômito. Nos úl mos cinco meses, foram 450 casos registrados em
mais de 30 estados americanos diferentes. Destes, sete pessoas morreram. A única ligação entre as ví mas é o fato
de todas serem jovens, com média de 19 anos, e fumantes de cigarro eletrônico."Está sendo divulgado na mídia, a
SBPT já divulgou um alerta, as revistas cien ficas estão publicando, e lá nos Estados Unidos agora está transcorrendo
uma grande inves gação a nível nacional pela agência de saúde americana, para elaborar um parecer final que
provavelmente vai levar à proibição desse po de produto", revelou Carlos Alberio. "Aqui no Brasil, a gente espera
conseguir eliminar esse po de exposição da nossa população, porque o impacto que o fumo causa na saúde pública
é muito grande".
h ps://www.oliberal.com/para/cigarros-eletronicos-podem-causar-risco-a-saude-1.195128

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RECONHECIMENTO
HC está entre os 4 melhores hospitais do país no atendimento a infartados
domingo, 22/09/2019, 19:55 - Atualizado em 22/09/2019, 19:55 - Autor: DOL
| Agência Pará
A Fundação Hospital de Clínicas Gaspar Vianna (FHCGV) recebeu, pelo segundo ano consecu vo, o Selo de Excelência
Máxima do Programa de Qualidade Boas Prá cas Clínicas em Cardiologia, uma inicia va internacional da "American Heart
Associa on", em parceria no Brasil com o Ministério da Saúde, a Sociedade Brasileira de Cardiologia e Hospital do Coração de
São Paulo. A premiação, que coloca o hospital entre os quatro melhores do Brasil em sua categoria, aconteceu durante o 74º
Congresso Brasileiro de Cardiologia 2019, realizado em Porto Alegre, durante este fim de semana.
Em 2018 a FHCGV já havia recebido o Selo Ouro pelas boas prá cas no atendimento a pacientes com infarto agudo do
miocárdio. Para a ngir esse padrão, a equipe da emergência cardiológica discu u os processos assistenciais para detectar os
problemas e limitações. A par r disso, foram criados procedimentos clínicos para que o serviço atendesse de acordo com as
diretrizes padrão. Uma delas foi a criação de um fluxograma de admissão de paciente com infarto agudo do miocárdio, do
po mais grave, o infarto com supra-desenvolvimento do seguimento ST.
O próximo passo, a par r da criação do fluxograma, foi fazer a contagem de todos os tempos gastos no atendimento do
paciente infartado - desde a admissão na emergência, realização do eletrocardiograma, preparo do paciente, acionamento
do médico responsável pelo atendimento necessário, e o tempo que esse médico levava, em média, para atender à
chamada.
Os tempos foram auditados pela equipe da emergência e pela coordenação nacional do programa, que repassava à equipe
de cardiologia do hospital qualquer alteração, para mais, nos tempos gastos no atendimento. Se isso acontecia, a equipe
revia seus procedimentos para reduzir o tempo desse atendimento. "Isso é necessário porque a rapidez é um dos pilares do
atendimento do infarto, ele tem de ser rápido", enfa za o dr. Kleber Ponzi, coordenador da Emergência Cardiológica do
hospital.
A emergência cardiológica, para a ngir o Selo Ouro, conseguiu manter em 1h30, em 85% dos casos, o atendimento ao
paciente que chega ao hospital com esse po de infarto, que necessita ter a artéria aberta, passar por cateterismo cardíaco
ou angioplas a.
SELO PLATINUM
Esse ano, a equipe da emergência cardiológica da FHCGV recebeu a máxima dis nção pelas suas prá cas, o que o coloca
entre os 4 melhores do país nesse po de serviço. O Selo Pla num foi concedido a centros que man veram uma
performance clínica durante 24 meses consecu vos com as melhores prá cas assistenciais recomendadas por diretrizes
aceitas internacionalmente em mais de 85% dos atendimentos de pacientes com infarto.
A honraria foi recebida das mãos do Diretor da "American Heart Associa on" pelo inves gador principal do projeto na
FHCGV, o cardiologista Kleber Ponzi, coordenador da Emergência Cardiológica do hospital juntamente com a equipe do BPC-
FHCGV, também presente ao Congresso.
h ps://www.diarioonline.com.br/no cias/para/535376/hc-esta-entre-os-4-melhores-hospitais-do-pais-no-atendimento-
a-infartados

HERÓIS
Policiais fazem parto e salvam bebê no interior do Pará
domingo, 22/09/2019, 13:31 - Atualizado em 22/09/2019, 13:31 - Autor: Paloma Lobato
| Reprodução
Uma ocorrência registrada na manhã deste domingo (22) surpreendeu uma equipe de policiais militares que estavam
fazendo um trabalho de fiscalização na PA-252, no Ramal dos Quilombolas, município do Acará, nordeste paraense. Os
agentes receberam um chamado para socorrer uma mulher que estava em trabalho de parto.
Ao chegarem ao local, a jovem estava dando à luz ao bebê. Os agentes realizaram os primeiros atendimentos ao recém-
nascido, que aparentemente não estava respirando. Os policiais conseguiram desobstruir as vias aéreas da criança e a
reanimaram. Em seguida, a equipe levou a mãe e o bebê para o Hospital Municipal do Acará, onde receberam cuidados
médicos.
A mãe e a criança foram encaminhadas para a Santa Casa de Misericórdia, em Belém.
h ps://www.diarioonline.com.br/no cias/para/535350/policiais-fazem-parto-e-salvam-bebe-no-interior-do-para

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ACIDENTES DE TRÂNSITO
Complicações no trânsito causa sofrimento para as ví mas e custos para o SUS
domingo, 22/09/2019, 09:14 - Atualizado em 22/09/2019, 09:14 - Autor: Alexandra Cavalcan
Nos úl mos dez anos, mais de 1,6 milhão de brasileiros ficaram feridos em acidentes de trânsito, o que representou um custo
de cerca de R$ 2,9 bilhões para o Sistema Único de Saúde (SUS). Os dados são do Conselho Federal de Medicina (CFM) com
base em números levantados pelo Ministério da Saúde. A pesquisa mostrou ainda que entre 2009 e 2018 houve um
crescimento na ordem de 33% na quan dade de internações em decorrência de acidentes.
No Pará, os números também são significa vos. Somente no Hospital Metropolitano de Urgência e Emergência (HMUE), das
cerca de 16 mil pessoas atendidas em 2018, mais de 4.100 casos (25%) foram em decorrência de complicações no trânsito,
causadas por colisões de automóveis (40%); acidentes de moto (38%); atropelamento (17%); e acidentes com bicicletas
(5%). A maior parte das ví mas é do sexo masculino e está na faixa etária entre 20 e 39 anos.
As internações ao ano chegaram a 8.474, das quais 2.778 foram rela vas a acidentes. Cada paciente custa, em média, R$
2.300 (diária na Unidade de Terapia Intensiva- UTI); R$ 2.900 (diária na UTI pediátrica) e cerca de R$ 700 (diária na
enfermaria). A média de internação costuma ficar em pouco mais de sete dias.
Em 2019, não tem sido diferente. De janeiro a agosto, foram atendidas 10.432 pessoas, das quais 2.670 se tratavam de
ví mas de acidente de trânsito (25,6%), causadas por colisões de automóveis (40,1%); acidente de moto (36,4%),
atropelamento (17,6%), envolvendo ciclistas (5,1%); e náu cos (0,9). No mesmo período, 5.642 precisaram ficar internadas,
sendo 1.718 por conta dos acidentes de trânsito. A faixa etária mais a ngida con nua de 20 a 39 anos.
De acordo com o diretor técnico do hospital, o médico Cláudio Nunes, grande parte desses gastos e, principalmente, do
sofrimento com tratamentos quase sempre longos e dolorosos, poderiam ser evitados. “É preciso inves r na prevenção
primária, no incen vo ao uso de capacete e combater a imprudência e a imperícia, muito comum no trânsito da cidade, onde
observamos facilmente o transporte de famílias inteiras numa única motocicleta e sem o uso de capacete”, diz.
Ele explica que o hospital tem inves do em tratamento e reabilitação, que combate o desperdício a par r de programas que
buscam o mizar os protocolos de atendimento. “Precisamos trabalhar dentro de um orçamento mensal e nem sempre isso
era possível, porque o tempo de internação geralmente era superior ao previsto, por isso começamos a inves r em ações
como teleconsultoria, em que prestamos consultoria a hospitais que recebem pacientes que, posteriormente, sejam
trazidos para cá, na melhor forma de conduzir o tratamento para que não corramos o risco de receber um paciente que já foi
contaminado. Com isso, conseguimos reduzir a média de internação que era de 15 dias para 7,2 dias”.
Mas, apesar das inicia vas, o diretor afirma que os custos con nuam altos, consumindo um percentual importante do
montante reservado à área da saúde que poderia estar sendo direcionado para outros tratamentos, inclusive os de
prevenção.
Mudanças
O ajudante de pedreiro José Pereira, 47 anos, sabe na prá ca o quanto pode ser custoso e demorado o tratamento para
recuperar alguém que passou por um acidente de trânsito. Em 2015, ao sair de casa, no município de Santo Antônio do Tauá,
para comprar comida de bicicleta, acabou sendo atropelado por uma motocicleta. “Tenho poucas lembranças daquele dia,
só lembro de olhar para os lados para ver se vinha algum carro e avançar com a bicicleta. Depois, sen o baque da moto,
desmaiei e não me recordo de mais nada”, conta.
Desde então a vida do ajudante de pedreiro mudou. “Antes, eu trabalhava e nha uma ro na normal. Mas agora tudo é
diferente. O médico disse que não vou poder mais voltar a trabalhar e que não há previsão para o fim do tratamento”, afirma.
Depois de ficar internado por um ano e dois meses, passar por oito cirurgias e perder sete cen metros do fêmur, José só
consegue caminhar com o auxílio de uma muleta e precisa se deslocar do município onde mora, três vezes por semana, para
fazer fisioterapia na capital. Além disso, está impossibilitado de trabalhar e há cerca de quatro anos está de bene cio. “Agora
vivo para me tratar”, resume.
Aos 60 anos, o auxiliar de serviços gerais José Renato Silva também viu sua vida mudar após ser atropelado por um ônibus
quando saía do trabalho de bicicleta, em 2018, no município de Ananindeua, na Região Metropolitana de Belém. “Foi muito
rápido. Eu estava próximo a faixa de pedestre quando o motorista avançou e saiu me arrastando”, detalha. No
atropelamento, ele quebrou o quadril e a clavícula. Já passou por três cirurgias, tem dificuldades para caminhar e precisa
fazer fisioterapia três vezes por semana. “O pior de tudo é conviver diariamente com dores pelo corpo, que só amenizam
com remédios”, conta.
É justamente para prevenir acidentes como os que acometeram José Pereira e José Renato que em todo Brasil ocorre, até o
dia 25 deste mês, a Semana Nacional de Trânsito, prevista pelo Código de Trânsito Brasileiro. Todos os órgãos que compõem
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o Sistema Nacional de Trânsito são convocados a par cipar de ações que mobilizem a sociedade. O tema definido, pelo
Conselho Nacional de Trânsito (Contran), para o ano de 2019 é “No trânsito, o sen do é a vida”.
“Ao contrário de outros anos em que a conscien zação era focada na morte, esse ano, a mensagem é vida e, para isso,
estamos focando em três vertentes principais: o incen vo ao uso do capacete, na alcoolemia e na imprudência”, esclareceu o
diretor geral do Departamento de Trânsito do Estado do Pará (Detran/PA), Marcelo Guedes.
A ideia da semana é envolver diretamente a sociedade nas ações e propor uma reflexão sobre uma nova forma de encarar a
mobilidade. Trata-se de um es mulo a todos os condutores, seja de caminhões, ônibus, vans, automóveis, motocicletas ou
bicicletas, e aos pedestres e passageiros, a optarem por um trânsito mais seguro.
h ps://www.diarioonline.com.br/no cias/para/535326/complicacoes-no-transito-causa-sofrimento-para-as-vi mas-e-
custos-para-o-sus

MANUTENÇÃO
Governo garante recursos para manter Abrigo Especial Calabriano
domingo, 22/09/2019, 07:50 - Atualizado em 22/09/2019, 09:06 - Autor: Redação
Na tarde de quinta-feira (19), o governador Helder Barbalho começou a definir como ficará o repasse de recursos para
manter o Abrigo Especial Calabriano, em reunião - solicitada pelo chefe do Execu vo -com as promotoras do Ministério
Público do Estado, Socorro de Maria dos Santos, da Promotoria da Pessoa Idosa e com Deficiência, e Maria Lobato, da
Promotoria de Jus ça da Infância e da Juventude. Também par ciparam os secretários de Estado Inocêncio Gasparin, da
Secretaria de Assistência Social, Trabalho, Emprego e Renda (Seaster), e Alberto Beltrame, da Secretaria de Saúde Pública
(Sespa).
Desde 2009, várias reuniões já foram realizadas pelo Ministério Público com o obje vo de encontrar soluções para manter o
repasse financeiro referente aos serviços realizados pelo Ins tuto Francisco Perez, que cuida do abrigo. Além da Seaster e
Sespa, par ciparam destas discussões o Município de Belém, por meio da Fundação Papa João XXIII e Secretaria Municipal
de Saúde (Sesma). Ficou estabelecido, pelo MPPA, a con nuidade do diálogo desde gestões anteriores para o
reordenamento e a municipalização do abrigo.
A ins tuição existe há 13 anos, e sempre foi man da por repasses do governo do Estado. Desde maio, a Promotoria de Jus ça
da Infância e da Juventude busca o reordenamento e a municipalização do abrigo. Segundo a Resolução nº 31, de 31 de
outubro de 2013, do Conselho Nacional de Assistência Social, os abrigos foram reordenados e municipalizados como
acolhimento ins tucional conforme o Plano Nacional de Convivência Familiar e Comunitária e das Orientações Técnicas:
Serviço de Acolhimento para Crianças e Adolescentes.
Serviços
O tular da Seaster disse que há anos o Estado vem contribuindo com o abrigo, e o obje vo é manter os serviços realizados.
“Mas essa polí ca passou a ser atribuição dos municípios, no caso, o município de Belém”, afirmou Gasparin, referindo-se ao
serviço de acolhimento ins tucional em metrópoles ou municípios de grande porte.
Helder afirmou que o Governo do Pará não quer o fechamento do abrigo, e que fará o que for necessário, dentro das suas
atribuições, para manter o funcionamento da ins tuição. Para ele, a decisão deve ser tomada para o bem do Abrigo e de
todos que precisam dos seus serviços. “O MP já tentou várias reuniões para que este serviço fosse sendo municipalizado.
Exis u um úl mo prazo, que não foi cumprido, não foi acatado pelo município, e que o Estado, mesmo tendo até este mês,
quando termina o úl mo repasse financeiro do convênio firmado com a ins tuição, con nuará financiando e se
responsabilizado pelo abrigo”.
Acolhimento
No âmbito do Suas (Sistema Único de Assistência Social), o acolhimento deve estar em consonância com o que dispõe o
Ar go 23 da Resolução/CNAS nº 31, de outubro de 2013: “Os Estados que atualmente ofertam serviços de acolhimento em
Municípios de grande porte ou metrópoles deverão planejar e executar, de forma gradual, o processo de transição da
execução destes serviços pela esfera municipal”.
Acordo mantém funcionamento da ins tuição
De acordo com o procurador-geral do Estado, Ricardo Sefer, o acordo firmado na reunião é favorável à ins tuição. “O governo
cede a estrutura do Abrigo por tempo indeterminado e mantém o repasse por seis meses, até que a decisão pela gestão do
Abrigo seja decidida”, informou o tular da PGE. O secretário Alberto Beltrame enfa zou a par cipação da Sespa na
con nuidade dos repasses, até que seja decidido quem deve assumir o Abrigo.
Sobre as atribuições da gestão do Abrigo, a diretora da ins tuição, Soraya Guimarães, disse que há 13 anos recebe recursos
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do governo do Estado. “Neste momento em que termina este TAC (Termo de Ajuste de Conduta), e não há definição de quem
é o responsável por con nuar fazendo os repasses e assumir o Abrigo, a prefeitura de Belém se re rou. O Estado sempre se
fez presente, e por isso voltamos a conversar com o Estado, solicitando essa permanência, para que a gente pudesse resolver
este impasse, de onde começa o trabalho da prefeitura de Belém e onde começa o do governo do Estado, que pela ausência
da prefeitura vem bancando, em todos esses anos, o espaço”, assegurou.
A promotora Socorro de Maria dos Santos relembrou que o MPPA já havia entrado com uma ação civil pública para garan r a
permanência do Abrigo, mas que depois da reunião passou a ter uma garan a, com a sinalização do governador de manter
os repasses. “Em nenhum momento o Estado declarou que não iria dar con nuidade ao Abrigo. Mas, por precaução,
resolvemos entrar com a ação, e uma audiência vai acontecer no dia 26. A reunião foi muito boa, e conseguimos sair com
uma certeza: que o Abrigo vai permanecer, e agora vamos discu r as demais questões burocrá cas no decorrer da ação”,
acrescentou.
Decisão
Sobre a municipalização do Abrigo, a promotora garan u que isso faz parte da decisão judicial que deve ser conhecida no dia
26. “Muitos dos serviços prestados ali são de responsabilidade da prefeitura municipal, e ela não pode estar isenta disso”,
finalizou.
h ps://www.diarioonline.com.br/no cias/para/535322/governo-garante-recursos-para-manter-abrigo-especial-
calabriano

ALERTA
Cigarros eletrônicos são ainda mais nocivos para a saúde
domingo, 22/09/2019, 07:40 - Atualizado em 22/09/2019, 09:07 - Autor: Carol Menezes
A confirmação da primeira morte ligada ao uso de cigarros eletrônicos, nos Estados Unidos (EUA), no final do mês passado,
criou uma grande interrogação em volta do assunto: quais os riscos para a saúde em subs tuir os tradicionais tubinhos de
papel e tabaco pelos vaporizadores? Enquanto alguns usuários seguem defendendo vantagens do uso, a comunidade
médica faz questão de acender o alerta vermelho e afirma que o dito subs tuto é ainda mais nocivo à saúde do que os
cigarros comuns.
“Não há vantagem de um sobre o outro, isso é um grande mito. Diria até que é uma estratégia por parte da indústria para
atrair um público mais jovem, já que o uso do cigarro eletrônico é sinal de status, está relacionado a uma parcela mais
eli zada da população”, analisa a pneumologista Fá ma Amine Houat, atual coordenadora do Centro de Referência
Especializado em Abordagem e Tratamento do Fumante, ligado à Secretaria de Estado de Saúde (Sespa).
Perigo
O perigo do uso está no fato de que o aparelho se u liza de nico na líquida e em quan dades muito maiores. O resultado é
uma dependência criada quase que de forma automá ca e um efeito nega vo que chega muito mais rápido que o esperado.
“A nico na é um vasoconstritor, e em quan dade alta, provoca uma trombose, um acidente vascular cerebral, um infarto
súbito. O cigarro comum faz mal a longo prazo, mas o eletrônico pode provocar um consumo, por exemplo, de 20mg, que é
uma dose al ssima, em pouquíssimo tempo”, diz. “O pulmão fica devastado como uma ave molhada de óleo”, compara.
“Tive até o domingo passado um paciente de 19 anos que quase não conseguiu sair de um quadro de broncoespasmo. Agora
ele não quer nem olhar um vaporizador na frente dele”, relatou a médica.
Comercialização é proibida no Brasil
É válido dizer que, no Brasil, a comercialização do cigarro eletrônico é proibida, embora o uso seja liberado, mas o tema está
em discussão na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Se não é possível achar os disposi vos em lojas sicas,
uma rápida busca em redes sociais e sites de compra e venda na internet já expõe uma enorme gama de modelos que podem
ser comprados até mesmo parcelando no cartão de crédito. “Para piorar, a dependência se dá de forma tão rápida que até
mesmo o tratamento para quem quer parar é di cil de ser administrado”, confirma a pneumologista.
Usuário
Usuário do “vape” há seis meses, o publicitário Ricardo Oliveira, 39, abandonou as carteiras de cigarro. Fumante há muitos
anos, ele parou por longos períodos várias vezes, sempre mo vado pelo incômodo que o cheiro lhe traz, mas acabava
voltando. Quando conheceu o cigarro eletrônico, a primeira coisa que lhe chamou a atenção era a fumaça sem o odor que
tanto lhe incomodava.
“Porque na verdade é vapor de água”, jus fica. “Além do cheiro, o gosto é muito agradável, também. Desde que faço uso do
vape eu não coloquei mais nenhum cigarro na boca”, diz. Ricardo começou com essências de 6mg de nico na, passou para
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3mg e, agora, alterna com os que não possuem a substância. As no cias de mortes e doenças ligadas ao uso do vaporizador o
fizeram ler mais sobre o assunto.
h ps://www.diarioonline.com.br/no cias/para/535321/cigarros-eletronicos-sao-ainda-mais-nocivos-para-a-saude

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Crianças internadas no hospital oncológico par cipam de oficina de culinária


A a vidade, promovida de forma voluntária pelo chef Roberto Neves, levou alegria para meninos e meninas.
Por G1 PA — Belém
21/09/2019 12h57 Atualizado há um dia
Crianças internadas em hospital oncológico par cipam de oficina de culinária
Dezenas de crianças em tratamento contra o câncer par ciparam de uma oficina de culinária no Hospital Oncológico Infan l
Octávio Lobo, em Belém. A a vidade, promovida de forma voluntária pelo chef Roberto Neves, levou alegria para meninos e
meninas. Veja na reportagem.
h ps://globoplay.globo.com/v/7940739/

Celebração de noivado no Hospital Oncológico Infan l une casal que se conheceu em tratamento na unidade
Matheus Felipe dos Santos e Izabelli Amorim têm 21 anos e se conheceram quando estavam internados na unidade, em
2015.
Por G1 PA — Belém
21/09/2019 10h14 Atualizado há um dia
A brinquedoteca do Hospital Oncológico Infan l Octávio Lobo virou cenário de uma cerimônia de noivado na noite de sexta-
feira (20), em Belém. Matheus Felipe dos Santos e Izabelli Amorim têm 21 anos e se conheceram quando estavam internados
na unidade, em 2015.
Matheus con nua em tratamento e ficou emocionado com a celebração, que reuniu familiares e funcionários. “Quanto mais
pessoas puderem falar sobre esse momento, vai ser melhor porque a mensagem que queremos levar é de amor”, destacou o
jovem.
O casal se conheceu no hospital, mas teve apenas dois encontros até Izabelli receber alta em 2016. O reencontro chegou
pelas redes sociais e já dura dois anos e nove meses. Diante das incertezas que acompanham o tratamento do câncer, o casal
resolveu acreditar no sen mento, sem pensar muito em tempo. “Aprendemos a ter paciência com tudo em nossas vidas e
esse momento marca tudo que vivemos até aqui, que é o mais importante para nós”, conta a noiva.
Mylene Negrão é uma das médicas do Hospital que acompanha Matheus. Para ela a realização da cerimônia de noivado e de
outras ações de humanização do atendimento podem influenciar no tratamento e na ro na da unidade.
“Quando a gente mobiliza pacientes e familiares em momentos como esse que envolvam fé, esperança e cuidados que vão
além dos aspectos clínicos, há também um esforço de todas as equipes do hospital para valorizar a cultura dos pacientes e
dar a eles a possibilidade de experimentar, realizar os próprios desejos enquanto es ver no tratamento”, aponta a médica.
h ps://g1.globo.com/pa/para/no cia/2019/09/21/celebracao-de-noivado-no-hospital-oncologico-infan l-une-casal-
que-se-conheceu-em-tratamento-na-unidade.ghtml

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MARAJÓ
Paciente denuncia sucateamento de Hospital Municipal de Breves
Segundo Hosaias Santos, até papel higiênico falta no prédio público
22 SET 2019 - 12H14ATUALIZADO 22 SET 2019 - 15H18
Paciente denuncia sucateamento de Hospital Municipal de Breves - Crédito: Reprodução/Facebook
Crédito: Reprodução/Facebook
O morador de Breves, município do Marajó, Hosaias Santos, denunciou em sua conta no Facebook uma situação caó ca no
Hospital Municipal da cidade. No dia 16 de setembro, ele levou o seu pai para ser internado e chegando lá, se deparou com
um “hospital completamente sucateado”.
Pisos quebrados, ambulância sem pneu, paredes rachadas e janelas quebradas. O prédio está mal cuidado e Hosaias afirma
que ainda tem mais: “no hospital não nha papel higiênico e produtos de limpeza dos banheiros”, informou. Por isso, para
que seu pai ficasse internado, ele precisou comprar os materiais básicos.
O secretário de saúde de Breves, Amauri Cunha, esclareceu ao Portal Roma News que a gestão tem conhecimento dos
problemas relatados. Nós não só temos ciência da situação, como já estamos em processo de reforma e reestruturação do
hospital e ambulatório.
Segundo Amauri, os problemas estruturais do hospital são históricos. Os prédios foram construídos, um em 1945, e outro em
1987. Desde então, nenhuma gestão realizou uma reforma, apenas puxadinhos e pinturas contou o gestor.
Sobre a ambulância sem um pneu, o secretário afirma que desconhece a situação mas re fica que o município conta com
três veículos para atender a população de Breves. Por fim, Amauri afirmou que até o final do ano o hospital estará reformado.
h ps://www.romanews.com.br/cidade/usuario-denuncia-sucateamento-de-hospital-municipal-de-breves/54456/

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SAÚDE
MSF acusa Organização Mundial da Saúde de racionar vacinas
BRASÍLIA - 23/09/2019 06:52:59
A ONG Médicos Sem Fronteiras (MSF) acusou nesta segunda-feira (23) a Organização Mundial Saúde (OMS) de racionar
vacinas u lizadas para tentar controlar a epidemia de ebola na República Democrá ca do Congo.
Em uma nota oficial, a MSF aponta que "um dos maiores problemas reside atualmente no fato de que, na prá ca, a vacina
(contra o ebola) é racionada pela OMS, e muitas pessoas em risco não estão protegidas".
Morre segundo paciente com ebola na República Democrá ca do Congo
A organização cri cou a "opacidade" da OMS na distribuição de vacinas e pediu a "criação de um comitê independente de
coordenação internacional, para garan r a transparência sobre a gestão dos estoques e a distribuição de dados".
O comitê poderia ser integrado por en dades como a própria OMS e a MSF, assim como a Cruz Vermelha e o Unicef, para
"es mular discussões abertas com os produtores de vacinas".
Declarada no dia 1 de agosto de 2018, a 10ª epidemia de febre hemorrágica ebola na região do Congo já provocou a morte de
mais de 2.100 pessoas.
Em julho, a OMS elevou o nível de ameaça do ebola para "urgência de saúde pública de alcance internacional".
No total, 225 mil pessoas receberam uma dose da vacina produzida pelo laboratório Merck desde 8 de agosto de 2018, "mas
o número é amplamente insuficiente", afirma a MSF em seu comunicado.
"Entre 2.000 e 2.500 pessoas poderiam ser vacinadas a cada dia, contra um ritmo atual de entre 500 e 1.000 pessoas", afirma
no texto a diretora de operações da MSF, Isabelle Defourny.
"As razões por trás das restrições ainda são obscuras", afirma a organização.
G1 Mundo
Foto: Reprodução/Reuters
h p://www.portalparanews.com.br/no cia/msf-acusa-organiza--o-mundial-da-sa-de-de-racionar-vacinas

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http://www.jesocarneiro.com.br/direto-de-brasilia/junior-ferrari-entrega-ao-ministro-da-saude-projeto-que-criar-150-novos-leitos-no-hrba.html

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Coluna do Salame
https://belemdopara.com.br/colunadosalame/

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Caros (as) secretários (as), assessores (as) de imprensa e colaboradores do


Conass,
Destacamos as seguintes matérias publicadas hoje na mídia nacional:
CORREIO BRAZILIENSE
Saúde
Pesquisas indicam relação entre cáries e diabetes
A ligação de cáries e periodontite com o diabetes é uma das mais bem-estabelecidas em pesquisas.
Projeto do Hospital Universitário de Brasília estuda o fenômeno há quase 15 anos, oferecendo
assistência à população e contribuições científicas

Estudos ligam periodon te a outros problemas, como hipertensão e câncer


Complicações da periodontite não se limitam aos dentes. A inflamação tem sido ligada a doenças em
outras partes do corpo, como hipertensão e câncer. Série do Correio mostra de que forma cientistas têm
estudado o fenômeno

Pesquisas indicam ingestão de microplás cos por humanos


Recolher plástico em praias é uma das ações do Dia Mundial da Limpeza

Estudo sugere que álcool pode ser mais danoso às mulheres


Diferença na forma como a substância é metabolizada no corpo faz com que elas tenham maior
vulnerabilidade à ocorrência de doenças no fígado, mostra experimento norte-americano. Em ratos, os
efeitos aparecem após três episódios de ingestão abusiva

FANTÁSTICO
Saúde
Estudante faz descoberta cien fica ao tentar ajudar o pai, um vendedor de caldo de cana
João, de 19 anos, encontrou a solução de como manter o caldo fresco por mais de um dia. Descoberta
pode ajudar no combate a uma grave questão de saúde no Brasil.

Atendimento médico é feito remotamente com a ajuda de inteligência ar ficial


Soluções chinesas podem ajudar a pensar no futuro das cidades

ESTADÃO
Saúde
Regulando as emoções
Diferenciar as nuances das emoções é fundamental para a autorregulação

FOLHA DE S. PAULO
Saúde
Orçamento 2020 da saúde depende de emendas para chegar ao valor mínimo

Secretaria pede demissão de servidores por caso Rappi

Estreia na Folha blog sobre saúde pública no país

A saúde do Brasil em debate

Sem dedução do IR, classe média se preocuparia mais com SUS, diz Arminio Fraga

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Lauro Jardim – Itamaraty muda regras do Ins tuto Rio Branco

ESTADÃO
Política
Emendas obrigatórias já custam R$ 2 bi a Estados
Após aprovação do orçamento impositivo pelo Congresso, deputados estaduais replicaram a exigência
em 16 unidades federativas; governadores tentam negociar pagamento
Marta Suplicy faz mea-culpa e resgata vínculo com a esquerda
Ex-prefeita de São Paulo vê erro na passagem pelo MDB e suaviza crítica ao PT

Notas & Informações


A importância do senso comum
Só é possível travar um debate racional a respeito das políticas públicas se os dados da realidade forem
aceitos por todos os participantes
Mais parques em São Paulo
Dentre os dez anunciados pela Prefeitura, três estão encaminhados
Fundeb permanente
Muitos municípios dependem do fundo da educação básica para financiar suas redes de ensino

FOLHA DE S. PAULO
Poder
O adulto no recinto é o cheque do Queiroz

Par dos derrotados em 2018 miram o centro e tentam se reposicionar para 2022

Odebrecht fez périplo por polí cos para impedir ascensão da Lava Jato

Governo confirma indígena em comi va de Bolsonaro na ONU

Painel
Sob impacto do assassinato de Ághata, deputados agem para derrubar excludente de ilicitude

Editoriais
Mais turbulência

Longe da qualidade

Colunas
VINICIUS MOTA – O medo de morrer também vota

LEANDRO COLON – Tragédia de Ágatha poderia enterrar proposta de Moro que protege policiais

RUY CASTRO – Maneiras de morrer

MARCUS ANDRÉ MELO – Bolsonaro e a ameaça da pequena corrupção

tendências/debates
ESTELA RENNER E MARCOS NISTI
Todos 'Aruanas'
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GUIA DE PESQUISA

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