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MEMORIAL DESCRITIVO No: -

CLIENTE: PREMO FOLHA: 1 de 17


PROJETO:
Obras Civis para implantação do PRECEND
ÁREA: -
TÍTULO:
PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS - PPRA

No ÍCONE:
RESPONSÁVEL: Thiago Siqueira MTE: 011130.9/MG RUBRICA:
o
N DO CONTRATO:

ÍNDICE DE REVISÕES

REV. DESCRIÇÃO E/OU FOLHAS AFETADAS

0 Emissão Inicial

REV. 0 REV. A REV. B REV. C REV. D REV. E REV. F REV. G REV. H


DATA 23/08/2012
PROJETO PREMO
EXECUÇÃO THIAGO
VERIFICAÇÃO THIAGO
APROVAÇÃO THIAGO
AS INFORMAÇÕES DESTE DOCUMENTO SÃO PROPRIEDADES DA REZNAC SENDO PROIBIDA A UTILIZAÇÃO FORA DA SUA FINALIDADE.
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N:
MEMORIAL DESCRITIVO REV. 0

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TÍTULO:
PROGRAMA DE PREVENCAO DE RISCOS AMBIENTAIS - PPRA

ÍNDICE
1  INTRODUÇÃO ........................................................................................................................... 3 
2  VIGÊNCIA .................................................................................................................................. 3 
3  IDENTIFICAÇÃO DA EMPRESA .............................................................................................. 3 
4  IDENTIFICAÇÃO DO CLIENTE ................................................................................................. 3 
5  OBJETIVOS ESPECÍFICOS ...................................................................................................... 3 
6  ESCOPO DOS SERVIÇOS ........................................................................................................ 3 
7  DEFINIÇÕES BÁSICAS ............................................................................................................4 
8  ELEMENTOS GERENCIAIS ...................................................................................................... 5 
8.1  Documento Base ................................................................................................................5 
8.2  Desenvolvimento ................................................................................................................ 5 
9  PLANEJAMENTO ANUAL DAS AÇÕES .................................................................................. 6 
10  ESTRATÉGIA E METODOLOGIA DE AÇÃO ........................................................................... 6 
10.1  Modo de Exposição ............................................................................................................7 
10.2  Antecipação e Reconhecimento ......................................................................................... 7 
10.2.1  Antecipação .................................................................................................................... 7 
10.2.2  Reconhecimento ............................................................................................................. 7 
10.2.3  Forca de Trabalho .......................................................................................................... 8 
10.2.4  Agente de Risco ............................................................................................................. 8 
10.2.5  Avaliação Quantitativa e qualitativa. ............................................................................... 8 
10.3  Monitoramento dos Riscos Ambientais e Implementação de Medidas de Controle ........... 9 
11  PERIODICIDADE E FORMA DE DESENVOLVIMENTO .......................................................... 9 
12  MEDIDAS DE CONTROLE ........................................................................................................ 9 
12.1  Medidas de Controle Coletivas ........................................................................................... 9 
12.1.1  Medidas Administrativas ............................................................................................... 10 
12.1.2  Equipamento de Proteção Individual - EPI ................................................................... 10 
12.1.3  Treinamento ..................................................................................................................11 
12.1.4  Eficácia das Medidas .................................................................................................... 11 
12.1.5  Nível de Ação ............................................................................................................... 11 
12.1.6  Analise Global. ..............................................................................................................11 
13  RESPONSABILIDADES E ARTICULAÇÃO DO SISTEMA .................................................... 12 
13.1  Responsabilidade. ............................................................................................................ 12 
13.1.1  Segurança Meio Ambiente e Saúde Ocupacional (SMS). ............................................ 12 
13.1.2  Supervisão Direta do Serviço ....................................................................................... 12 
13.1.3  Responsável Legal ....................................................................................................... 12 
13.1.4  Empregados ................................................................................................................. 12 
13.1.5  Articulação .................................................................................................................... 12 
14  CARACTERIZAÇÃO DA MAO DE OBRA .............................................................................. 13 
RECONHECIMENTOS DOS RISCOS AMBIENTAIS....................................................................... 13 
15  QUADRO DE EPI’S ................................................................................................................. 15 
16  PLANEJAMENTO ANUAL DAS AÇÕES DO PPRA .............................................................. 16 
17  ELABORAÇÃO E RESPONSABILIDADES. ........................................................................... 17 

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PROGRAMA DE PREVENCAO DE RISCOS AMBIENTAIS - PPRA

INTRODUÇÃO
O PPRA - Programa de Prevenção de Risco Ambientais, tem como objetivo geral a preservação
da saúde e da integridade dos trabalhadores, através da antecipação, reconhecimento, avaliação
e consequente controle dos riscos ambientais, atendendo desta forma as exigências legais
previstas na NR-9 da Portaria no 25, de 29 de dezembro de 1994 e suas alterações subsequentes.

2 VIGÊNCIA
23/08/2012 à 22/08/2013

3 IDENTIFICAÇÃO DA EMPRESA
• Razão Social: Reznac Construtora Ltda. EPP.

• CNPJ: 71.420.426/0001-42

• Endereço: Avenida Juscelino Kubitschek, nº 1.130, sala 102, Jardim Panorama – Ipatinga
– Minas Gerais.

• Inicio de Atividades: 01/09/2012

• Telefone: (31) 8797-2485

• Responsável Legal pela Empresa: Laércio Rezende de Oliveira

• Técnico em SMS: Thiago Siqueira Lage. MTE MG/011130-9

• Numero de Funcionários no Projeto: 15

4 IDENTIFICAÇÃO DO CLIENTE
• Razão Social: Premo Construções e Empreendimentos S/A.

• Endereço: Avenida Thales Chagas, nº 2.250, Célvia – Vespasiano – Minas Gerais.

• CNPJ: 17.159.658/0001-43

5 OBJETIVOS ESPECÍFICOS
• Controlar e/ou neutralizar, de forma gradativa e sistemática os riscos ambientais existentes
ou que venham a existir nos serviços envolvendo empregados a serviço da REZNAC, com
adoção de medidas de controle.
• Monitorar a exposição dos trabalhadores aos riscos ambientais existentes no local de
trabalho
• Eliminar ou minimizar a níveis compatíveis com os limites de tolerância da NR-15 da
Portaria n° 3214 do MTE ou com os limites da ACGIH;
• Preservar o meio ambiente e os recursos naturais.

6 ESCOPO DOS SERVIÇOS


O escopo dos serviços realizados pela REZNAC na PREMO é a prestação de Serviço relativa a
Obras Civis para a implantação do PRECEND – Programa de Recebimento e Controle de
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PROGRAMA DE PREVENCAO DE RISCOS AMBIENTAIS - PPRA

Efluentes Não Domésticos para atender ao contrato da PREMO com a COPASA firmado em
27/06/2012.

7 DEFINIÇÕES BÁSICAS
ACGIH – American Conference of. Governmental Industrial Hygiene, organização americana que
pesquisa Limite de Tolerância. Vale lembrar que a NR-9, através de seu item 9.3.5.1, determina
que quando da ausência de Limites de Tolerância na NR-15, deverão ser seguidos os da ACGIH.
Agentes Biológicos - São denominados agentes biológicos as bactérias, fungos, bacilos,
parasitas, protozoários, vírus, entre outros.
Agentes Físicos - São as diversas formas de energia a que possam estar expostos os
trabalhadores, tais como: ruído, vibrações, pressões anormais, temperaturas extremas, radiações
ionizantes, radiações não ionizantes, bem como o infra-som e o ultra-som.
Agentes Químicos - São denominados agentes químicos todas as substâncias, compostos ou
produtos, que possam penetrar no organismo pela via respiratória, nas formas de poeiras, fumos,
névoas, neblinas, gases ou vapores, ou que, pela natureza da atividade de exposição, possam ter
contato ou ser absorvidos pelo organismo através da pele ou por ingestão.
AIHA – American Industrial Hygiene Association, associação que se preocupa com o ensino e
divulgação da Higiene Ocupacional, responsável pela metodologia de Grupos Homogêneos de
Exposição ao risco.
Contágio – Do latim contagiu. A transmissão de uma doença de um indivíduo a outro por contato
imediato ou mediato.
Contato – Do latim contactu. 1. Ato de exercer o sentido do tato, toque. 2. Estado ou situação dos
corpos que se tocam. 3. Relação de frequência, de proximidade, de influência.
Contato Permanente – Definição dada pela Portaria no 12/79 do MTB, que diz: “Parágrafo único
Contato permanente com pacientes, animais ou material infecto-contagiante é o trabalho
resultante da prestação de serviço contínuo e obrigatório, decorrente de exigência firmada no
próprio contrato de trabalho, com exposição permanente aos agentes insalubres.”.
Doenças Infecciosas – Podem ser definidas como aquelas que são transmitidas de um ser vivo
para o outro. Deve-se considerá-las, no entanto, do ponto de vista dos fatores que as fazem
surgir. Nesse caso, pode-se dizer que são doenças causadas pela invasão em um organismo
chamado de hospedeiro, feita por um outro, geralmente microorganismo, chamado de hóspede,
capaz de multiplicar-se nos tecidos em que se aloja, causando-lhes lesões. É o resultado do
relacionamento da população humana com outra população da biosfera terrestre (do agente
etiológico da doença).
Dose – É a relação entre o tempo de exposição a um determinado nível de pressão sonora e o
tempo permitido para exposição a este nível.
Grupo Similar de Exposição (GSE) – Grupo de trabalhadores expostos de forma semelhante a
um determinado agente.
Infecto-contagioso – Há um tempo infeccioso e contagioso. Diz-se da doença infecciosa que
facilmente se transmite por contágio.
Insalubre – Do latim insalubre. 1. Não salubre. 2. Que origina doença, doentio. V.também Art. 189
da CLT para definição.
“Art. 189. Serão consideradas atividades ou operações insalubres aquelas que, por sua natureza,
condições ou métodos de trabalho, exponham os empregados a agentes nocivos à saúde, acima
dos limites de tolerância fixados em razão da natureza e da intensidade do agente e do tempo de
exposição aos seus efeitos.”
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Insalubridade – Qualidade de insalubre.


Limites de Tolerância – É a concentração ou intensidade máxima ou mínima, relacionada com a
natureza e o tempo de exposição ao agente, que não causará dano à saúde do trabalhador,
durante a sua vida laboral.
Nexo Causal – Relação causa-efeito entre, danos observados na saúde dos trabalhadores e o
ambiente ao qual eles estão expostos.
Nível de Ação – Valor acima do qual devem ser iniciadas ações preventivas de forma a minimizar
a probabilidade de que as exposições a agentes ambientais ultrapassem os limites de exposição.
As ações devem incluir o monitoramento periódico da exposição, a informação aos trabalhadores
e o controle médico. Para agentes químicos, o nível de ação é igual à metade do Limite de
Tolerância, de acordo com a alínea “c”do subitem 9.3.5.1. Para ruído, o nível de ação é um valor
de dose de 0,5 (dose superior a 50%), conforme critério estabelecido na NR-15, anexo 1, item 6.
NIOSH – National Institute for Occupational Safety and Health, organização americana que
pesquisa, entre outras coisas, Limites de Tolerância e metodologias de avaliação de agentes
químicos.
NR-15 – Norma Regulamentadora no 15, referente a atividades e operações insalubres, que
estabelece os Limites de Tolerância legais para agentes químicos, físicos e biológicos.
Permanente – Que permanece, contínuo, ininterrupto, constante.
Riscos Ambientais - Para efeito deste programa, consideram-se riscos ambientais os agentes
físicos, químicos e biológicos existentes nos ambientes de trabalho que, em função da sua
natureza, concentração ou intensidade e tempo de exposição, são capazes de causar danos a
saúde dos trabalhadores.
Risco Evidente – Apesar de ainda não ter sido realizada avaliação quantitativa, há fortes indícios
e evidências de que o dano esteja ocorrendo.
Risco Potencial – Probabilidade de ocorrência de algum evento indesejado, no caso, dano à
saúde. Não há evidências concretas de que o problema esteja ocorrendo.
SMS – Segurança, Meio Ambiente e Saúde Ocupacional

8 ELEMENTOS GERENCIAIS

O PPRA - Programa de Prevenção de Riscos Ambientais possui a seguinte estrutura.

8.1 Documento Base

Este documento é o elemento gerenciador do programa e contém os seguintes aspectos


estruturais:

• Planejamento anual, com estabelecimento de metas, prioridades e cronograma;


• Estratégia e metodologia de ação;
• Forma de registro, manutenção e divulgação dos dados;
• Periodicidade e forma de avaliação do desenvolvimento do programa;
• Responsabilidades;
• Articulação com outros programas.

8.2 Desenvolvimento
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Fase onde ocorre a implantação do programa e inclui as seguintes etapas:

• Antecipação e reconhecimento dos riscos;


• Estabelecimento de prioridades e metas de avaliação e controle;
• Avaliação dos riscos e da exposição dos trabalhadores;
• Implantação de medidas de controle e avaliação de sua eficácia;
• Monitoramento da exposição aos riscos;
• Registro e divulgação dos dados.

À medida que as etapas do desenvolvimento forem sendo executadas, serão gerados relatórios
que deverão ser anexados ao documento base. A este conjunto dinâmico, denominamos de
PPRA - Programa de Prevenção de Riscos Ambientais.

9 PLANEJAMENTO ANUAL DAS AÇÕES


O planejamento anual (Agosto de 2012 a Julho de 2013), metas, prioridades e cronograma de
ações, está definido conforme o planejamento geral de Segurança, Meio Ambiente e Saúde
Ocupacional da REZNAC.

10 ESTRATÉGIA E METODOLOGIA DE AÇÃO


Inicialmente o PPRA será desenvolvido em três etapas:
• Antecipação e Reconhecimento
• Avaliação quantitativa
• Monitoramento dos riscos ambientais e implementação de medidas de controle

Estas três etapas serão segmentadas no tempo, quando de suas implantações, mas com o
avanço do PPRA elas tenderão a se tornar causa-efeito, entrando num ciclo fechado de
desenvolvimento.
Nos locais onde não forem identificados riscos ambientais nas fases de antecipação ou
reconhecimento, o PPRA se resumirá somente ao reconhecimento, conforme estabelece a NR-9,
subitem 9.1.2.1.
Quando e onde a ÍREZNAC gera o risco, ela será responsável pela respectiva avaliação.
Cabe à PREMO, a avaliação e o fornecimento de informações dos riscos por ela gerados, onde
haja a exposição de trabalhadores da REZNAC, constando:
• Identificação dos agentes;
• Determinação e localização das possíveis fontes geradoras;
• Identificação das possíveis trajetórias e dos meios de propagação dos agentes no ambiente
de trabalho;
• Dados existentes na empresa, indicativos de possível comprometimento da saúde
decorrente da exposição aos agentes;
• Possíveis danos à saúde relacionados aos riscos identificados, disponíveis na literatura
técnica;
• Descrição das medidas de controle já existentes.
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10.1 Modo de Exposição

Eventual: < 33% do Tempo Intermitente: 33% < Tempo < 66% Habitual: > 66% do Tempo

10.2 Antecipação e Reconhecimento

10.2.1 Antecipação

A Antecipação dos riscos ambientais será efetuada através da avaliação e estudo de todas
as modificações e novos projetos que venham a ocorrer no ambiente e equipamentos de
trabalho. Esta avaliação deverá ser feita com enfoque nos riscos ocupacionais e envolver
pessoas com conhecimento técnico no assunto. A REZNAC assegura que toda modificação
e/ou novo projeto a ser implantado será avaliado preliminarmente com relação aos riscos
potencialmente presentes.

10.2.2 Reconhecimento

O Reconhecimento e identificação dos riscos ambientais requerem a aplicação de uma


ferramenta específica que auxilia a sistematizar os riscos no ambiente de trabalho e
apresentar como resultado as prioridades de controle ambiental do ponto de vista técnico.
Deverão ser contempladas entrevistas com os empregados, consulta à área médica, mapas
de riscos e mapeamentos e/ou laudos de insalubridade e periculosidade existentes.
Conforme a NR-09, deve contemplar:

• Identificação dos agentes;


• Determinação e localização das possíveis fontes geradoras;
• Identificação das possíveis trajetórias e dos meios de propagação dos agentes no
ambiente de trabalho;
• Identificação das funções e determinação do número de trabalhadores expostos;
• Caracterização das atividades e do tipo de exposição;
• Obtenção de dados existentes na empresa, indicativos de possível comprometimento
da saúde decorrente do trabalho;
• Possíveis danos à saúde relacionados aos riscos identificados, disponíveis na
literatura técnica;
• Descrição das medidas de controle já existentes.

Para a elaboração do Reconhecimento realizaremos a caracterização dos seguintes itens:

Ambiente de trabalho
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Procuraremos estudar o ambiente de trabalho, junto com a descrição do processo


operacional a fim de identificar as possíveis operações unitárias e os locais com potencial de
exposição crítica.

10.2.3 Forca de Trabalho

Tem o objetivo de estudar como os trabalhadores se relacionam com o processo industrial e


com os agentes presentes neste processo, quais são as atividades executadas por essas
pessoas, com qual freqüência e duração. Estas informações serão de vital importância para
elaboração dos Perfis Profissiográficos Previdenciários – PPP.

10.2.4 Agente de Risco

Conhecer com detalhes as características toxicológicas e as conseqüências sobre


exposição associada a cada um dos agentes presentes no ambiente de trabalho.
Após a caracterização dos três elementos primordiais do reconhecimento, “O Trabalhador”,
“O Agente” e “O Ambiente”, agruparemos os funcionários de acordo com a homogeneidade
de exposição, para depois realizarmos, caso sejam aplicáveis, avaliações e análises
quantitativas e a priorização de ações.

10.2.5 Avaliação Quantitativa e qualitativa.

As etapas anteriores de Identificação, antecipação, reconhecimento e avaliação qualitativa


de risco, definem quais agentes, situações/tarefas e/ou grupos necessitam de avaliação
quantitativa.

A avaliação quantitativa deverá ser realizada para:

• Comprovar o controle ou a inexistência de determinado risco ambiental;


• Dimensionar a exposição dos trabalhadores;
• Subsidiar o equacionamento das medidas de controle;
• Monitorar a eficácia das medidas implementadas.

As avaliações seguirão os procedimentos técnicos estabelecidos pela FUNDACENTRO ou


pelo NIOSH e retratarão as exposições para cada função específica, identificando posto de
trabalho, função analisada, síntese das principais atividades, riscos ambientais identificados,
resultados das medições, conclusões e parecer técnico.

• A Metodologia utilizada nesta avaliação, os equipamentos e os resultados e


julgamentos destes, serão registrados convenientemente.
• Cabe à PREMO, o fornecimento dos valores das avaliações quantitativas dos
ambientes onde gere o risco e que existam trabalhadores a serviço da REZNAC.
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10.3 Monitoramento dos Riscos Ambientais e Implementação de Medidas de Controle

Nesta etapa deverão ser adotadas as medidas necessárias e suficientes para a eliminação,
minimização ou controle dos riscos ambientais sempre que for verificada pelo menos uma das
situações:

• Identificação na fase de antecipação, de risco potencial à saúde;


• Constatação, na fase de reconhecimento, de risco evidente à saúde;
• Superação dos limites de tolerância estabelecidos na NR-15, ou na ausência destes, os
da ACGIH;
• Caracterização de nexo causal entre danos à saúde e a situação de trabalho, através de
exames médicos.

11 PERIODICIDADE E FORMA DE DESENVOLVIMENTO


O PPRA deverá ser avaliado anualmente com o objetivo de medir a sua eficácia, observando se
foram cumpridas todas as metas descritas no planejamento anual, se as medidas de controle
adotadas realmente eliminaram, neutralizaram ou reduziram os riscos e/ou se houve o
aparecimento de novos riscos no ambiente de trabalho.

12 MEDIDAS DE CONTROLE
Atendendo ao que estabelece a NR-9, adotaremos a seguinte ordem de prioridade para
implantação de medidas de controle nas nossas atividades:

• Medidas coletivas;
• Medidas administrativas de organização do trabalho;
• Equipamentos de proteção individual.
• As medidas de controle deverão ser adotadas sempre que forem verificadas uma ou mais
das seguintes situações:
• Identificação, na fase de antecipação, de risco potencial à saúde;
• Constatação, na fase de reconhecimento, de risco evidente a saúde;
• Quando os resultados das avaliações quantitativas da exposição dos trabalhadores
excederem os valores dos limites previstos na NR-15 ou, na ausência destes, os valores de
limites de exposição ocupacional adotados pela ACGIH - American Conference of.
Governmental Industrial Hygyenists, ou aqueles que venham a ser estabelecidos em
negociação coletiva de trabalho, desde que mais rigorosos do que os critérios técnico-legais
estabelecidos;
• Quando, através do controle médico da saúde, ficar caracterizado o nexo causal entre
danos observados na saúde dos trabalhadores e a situação de trabalho a que eles ficam
expostos.

12.1 Medidas de Controle Coletivas


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O estudo, desenvolvimento e implantação das medidas coletivas deverão obedecer a seguinte


hierarquia:
• Medidas que eliminam ou reduzam a utilização ou a formação de agentes prejudiciais à
saúde (controle na fonte);
• Medidas que previnam a liberação ou disseminação desses agentes no ambiente de
trabalho (controle na trajetória);
• Medidas que reduzam os níveis ou a concentração desses agentes no ambiente de
trabalho.

Durante o desenvolvimento do PPRA, a partir do reconhecimento e avaliações qualitativas e


quantitativas, serão sugeridas à REZNAC e aos clientes, medidas coletivas. Deverão neste caso,
serem estudadas quanto às suas viabilidades técnicas e econômicas de implantação. É
importante ressaltar que, durante a análise das medidas, outras soluções além das sugeridas
poderão ser encontradas.

12.1.1 Medidas Administrativas

As medidas administrativas a serem implantadas são as seguintes:

• Nos locais onde somente o uso de EPI não seja capaz de reduzir a intensidade do
agente abaixo do limite de tolerância, limitaremos o tempo de exposição dos
trabalhadores;
• Os locais de trabalho deverão ser permanentemente limpos. Essa limpeza deverá
ser feita a úmido ou por aspiração para evitar o levantamento de poeira;
• A ordem e limpeza dos locais de trabalho como procedimento fundamental no
controle dos riscos ambientais.

12.1.2 Equipamento de Proteção Individual - EPI

Em virtude das características de nossas atividades, em clientes diversos, a aplicação dessa


medida é imprescindível. Obedeceremos aos seguintes critérios:

• Seleção do EPI adequado tecnicamente ao risco a que o trabalhador está exposto e


à atividade exercida, considerando-se a eficiência necessária para o controle da
exposição ao risco e o conforto oferecido segundo avaliação do trabalhador usuário;
• Programa de treinamento dos trabalhadores quanto a sua correta utilização e
orientação sobre as limitações de proteção que o EPI oferece;
• Estabelecimento de normas ou procedimentos para promover o fornecimento, o uso,
a guarda, a higienização, conservação, a manutenção e a reposição do EPI, visando
garantir as condições de proteção originalmente estabelecidas;
• Caracterização das funções ou atividades dos trabalhadores, com a respectiva
identificação dos EPI utilizados para os riscos ambientais.
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• Dentro desta visão, possuímos um quadro de obrigatoriedade de uso de EPI em


função da atividade a ser executada, bem como especificação técnica para cada um
deles.

12.1.3 Treinamento

• Todos os empregados deverão ser treinados sobre os riscos ambientais a que estão
expostos e a importância de sua prevenção;
• Os trabalhadores deverão ser treinados sobre o uso correto dos EPI e as limitações
de proteção oferecidas.
• Cabe à PREMO, antes do início de atividade de qualquer empregado a serviço da
REZNAC em suas instalações, ministrar treinamento de integração de segurança,
higiene ocupacional e meio ambiente, para que se possa trabalhar de forma à
manutenção da integridade física dos seres humanos, equipamentos, materiais,
instalações e meio ambiente.

12.1.4 Eficácia das Medidas

As medidas de controle adotadas deverão ser avaliadas considerando os dados obtidos na


avaliação e no controle médico previsto na NR-07. O PPRA deverá ter ações integradas
com o PCMSO.

12.1.5 Nível de Ação

Considera-se nível de ação o valor acima do qual devem ser iniciadas ações preventivas de
forma a minimizar a probabilidade de que as exposições a agentes ambientais ultrapassem
os limites de exposição. As ações devem incluir o monitoramento periódico da exposição, a
informação aos trabalhadores e o controle médico.
Deverão ser objeto de controle sistemático as situações que apresentem exposição
ocupacional acima dos níveis de ação, conforme indicado abaixo:
• Para agentes químicos, a metade dos limites de exposição ocupacional considerado
de acordo com a alínea "c" do subitem 9.3.5.1, da NR-09;
• Para o ruído, a dose de 0,5 (dose superior a 50"%), conforme critério estabelecido na
NR-15, Anexo no 1, item 6.

12.1.6 Analise Global.


Será Realizado anualmente analise critica do desenvolvimento do programa, envolvendo em
conjunto os responsáveis pela empresa.
• Será avaliados os graus de atendimento do Plano de Ação e definidas as correções
de rumo necessárias, assim como as novas metas de Higiene Ocupacional e
cronogramas de exercícios seguintes.
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13 RESPONSABILIDADES E ARTICULAÇÃO DO SISTEMA

13.1 Responsabilidade.

13.1.1 Segurança Meio Ambiente e Saúde Ocupacional (SMS).

Elaborar o documento-base e oferecer suporte técnico para a implementação do programa.

13.1.2 Supervisão Direta do Serviço

• Solicitar à fiscalização da REZNAC, orientação quando da existência de


especificação técnica e dispositivos legais a serem adotados no sentido do controle
de riscos ambientais.
• Caso seja identificada alguma fonte de risco ambiental nos seus serviços,
providenciar medidas para eliminar e/ou atenuar os riscos, de forma que,
mantenham-se pelo menos dentro dos limites de tolerância legalmente aceitos.

13.1.3 Responsável Legal

• Implementar e cumprir o que foi planejado para o PPRA;


• Nomear pessoa responsável para a condução do programa.

13.1.4 Empregados

• Colaborar na implementação do PPRA;


• Seguir as orientações recebidas nos treinamentos;
• Informar aos superiores sobre os riscos existentes no ambiente de trabalho.

13.1.5 Articulação

Todas as informações dos riscos ambientais serão discutidas com o Coordenador do


PCMSO, para otimizar o conjunto de exames e acompanhamentos necessários para a
adequada avaliação de saúde dos trabalhadores. Paralelamente, os principais desvios
encontrados nesta avaliação, fornecerão indicações de prováveis áreas de riscos. É por este
motivo, que o responsável pelo acompanhamento do PPRA deverá ser informado,
preservados os preceitos da ética médica.
Visando aplicar as medidas previstas no PPRA, a REZNAC executará ações integradas com
a PREMO.
As informações do PPRA, serão utilizadas também com fins de preenchimento do PPP –
Perfil Profissiográfico Previdenciário, em conformidade com IN 99, do INSS.
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14 CARACTERIZAÇÃO DA MAO DE OBRA

ÁREA FUNÇÃO
Encarregado
Pedreiro
Obras Civis para a implantação Servente
do PRECEND
Bombeiro

Apontador

RECONHECIMENTOS DOS RISCOS AMBIENTAIS

• Através grupos Homogêneos de Risco.


Agente E E Exposição
Fonte Medias de Possíveis
X Trajetória controle P P danos a
Geradora propostas Funções N saúde
Exposição I C

RISCOS FÍSICOS
Uso Encarregado
Radiações Raio obrigatório Pedreiro Desidratação
não ultravioleta Via de capacete Servente , desmaio
X -
ionizantes. gerados pelo Cutânea e camisas de Apontador perdas de
(Eventual) sol. manga Bombeiro sais.
compridas

Maquinas e
Encarregado Perda
Uso de Pedreiro Auditiva
Ruído. equipamento
protetor Servente temporária
de atividades Via Aérea. X -
(Eventual) Auricular tipo Apontador ou
de outras
plug. permanente.
empresas. Bombeiro
PAIR.

RISCOS QUÍMICOS

Uso de
Encarregado Irritação das
Vapores vias
Emissão Via mascara Pedreiro
Hidrocarbone respiratórias,
tos. fugitiva de cutânea, contra X - Servente
Apontador dores de
equipamentos. Vai Aérea vapores
(Eventual) cabeça,
orgânicos. Bombeiro
alergias...

RISCOS BIOLÓGICOS

Bactérias,
Encarregado
fungos, Pedreiro
Não Servente
protozoário, NA NA - - NA
evidenciados Apontador
parasitas,
Vírus. Bombeiro
o
N:
MEMORIAL DESCRITIVO REV. 0

Obras Civis para implantação do PRECEND FOLHA: 14 de 17


TÍTULO:
PROGRAMA DE PREVENCAO DE RISCOS AMBIENTAIS - PPRA

RISCOS ERGONÔMICOS
Adotar
Suportes
adequados
quanto o
mobiliário,
Manutenção da Lombalgia,
que
postura: proporcione
Encarregado desvios na
Postura Local de Pedreiro coluna,
m uma boa
Inadequada, Trabalho execução Servente alteração na
postura, - -
assentado. dos Apontador Circulação
(intermitente) facilitando a
serviços. Sanguínea
Trabalho de leitura e na Bombeiro
varizes e
Pé. sua
outros...
movimentaçã
o conforme
orientação
segundo a
NR-17.

RISCOS DE ACIDENTES
Placas de
sinalização
alertando
Encarregado
Local de Pedreiro
Probabilidade Presença de quanto a
execução Servente
de incêndio produtos proibição de - - -
ou explosão
dos Apontador
inflamáveis uso de
serviços.
celular e Bombeiro
pratica de
fumo.
o
N:
MEMORIAL DESCRITIVO REV. 0

Obras Civis para implantação do PRECEND FOLHA: 15 de 17


TÍTULO:
PROGRAMA DE PREVENCAO DE RISCOS AMBIENTAIS - PPRA

15 QUADRO DE EPI’S
QUADRO EPI X FUNÇÕES
EPI

Óculos com filtro contra

Óculos contra impacto /


Cinto de segurança tipo

Protetor auricular tipo


Capacete com jugular

Máscara semifacial

Máscara semifacial
Luva de vaqueta

Máscara de fuga
Bota de couro s/
biqueira de aço

contra vapores

contra poeiras
Luva para alta

radiações não

Visor químico
pára-quedista

temperatura

ionizantes
orgânicos

Perneira

plug.
FUNÇÕES
Encarregado C C C1 C1 C C

Servente C C C1 C1 C C

Bombeiro C C C1 C1 C C

Apontador C C C1 C1 C C

Pedreiro C C C1 C1 C C

Legenda: C = Uso contínuo; C1 = Porte obrigatório e uso eventual; E = Uso eventual.


o
N:
MEMORIAL DESCRITIVO REV. 0

Obras Civis para implantação do PRECEND FOLHA: 16 de 17


TÍTULO:
PROGRAMA DE PREVENCAO DE RISCOS AMBIENTAIS - PPRA

16 PLANEJAMENTO ANUAL DAS AÇÕES DO PPRA


MÊS
AGO SET OUT NOV DEZ JAN FEV MAR ABR MAI JUN JUL

METAS 2012 2013


1- Elaboração do
documento base X
2- Elaboração do
PCMSO – de acordo
com as diretrizes da
NR da Portaria X
3.214/78 do MTE e
com base neste
documento (PPRA)
3- Divulgação do
PPRA junto aos X
Colaboradores.
5- Elaborar e manter
registro através de
ficha individual de
distribuição de X X X X X X X X X X X X
E.P.I.’s
Equipamentos de
Proteção Individual
6- Treinamento
sobre uso e X
conservação de EPI.
7- Obter os
reconhecimentos de X
risco da PREMO.
8- Reconhecimentos
dos riscos
específicos das X
atividades da
REZNAC
9 - Treinamento
sobre proteção X
auditiva.
10- Designar e
treinar um
colaborador como X
membro designado
da CIPA
11 – Revisão Global
do PPRA Anual
o
N:
MEMORIAL DESCRITIVO REV. 0

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TÍTULO:
PROGRAMA DE PREVENCAO DE RISCOS AMBIENTAIS - PPRA

17 ELABORAÇÃO E RESPONSABILIDADES.
Conforme determina a legislação vigente são responsabilidades:

DOS EMPREGADOS

• Colaborar e participar na implantação e execução do PPRA;


• Seguir as orientações recebidas nos treinamentos oferecidos dentro do PPRA;
• Informar ao seu superior hierárquico direto ocorrências que, a seu julgamento, possam
implicar riscos à saúde dos trabalhadores.

DO EMPREGADOR

Estabelecer, implementar e assegurar o cumprimento do PPRA, como atividade permanente da


empresa.

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Laércio Rezende de Oliveira

PELA ELABORAÇÃO.

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Thiago Siqueira Lage
Técnico em SMS
N° Reg.: 0111.30-9-MG