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OBRA - 273

Procedimento Plataforma de
Trabalho Aéreo
CONTRATO: 1647
DATA DA EMISSÃO: 27/10/2008 DATA DA REVISÃO: 00 Nº. REVISÃO: 00 PÁGINAS: 1/4

1-OBJETIVO
O objetivo desta instrução de trabalho é apresentar os procedimentos de segurança a serem observados na operação de PTA
(Plataforma de Trabalho Aéreo, levando em conta as exigências do ministério do Trabalho, contidas na NR – 18, para evitar quedas
de nível elevado e possíveis riscos de acidente na operação da mesma. A plataforma considerada nesse procedimento é do tipo
telescópico.

2-APLICAÇÃO
Este procedimento se aplica as atividades de Trabalho em altura utilizando Plataforma de Trabalho Aéreo nas atividades da MIP
Engenharia referente ao contrato 1647 Montagem Eletromecânica dos Calcinadores e Secagem.

3-DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA
Portaria 3.214-78- NR-18. Anexo II
SGI- Sistema de Gestão Integrado
RAC – 1 Trabalho em Altura

4-DEFINIÇÕES E CONCEITOS

Elaborado por: Revisado por: Aprovado por:


Reinaldo N. Miranda e Silva
Marco Antônio Soares Levimar Matos Pereira Marcos Vieira Febronio
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OBRA - 273
Procedimento Plataforma de
Trabalho Aéreo
CONTRATO: 1647
DATA DA EMISSÃO: 27/10/2008 DATA DA REVISÃO: 00 Nº. REVISÃO: 00 PÁGINAS: 1/4

 AUTOPROPULSÃO:Capacidade locomoção por meio de fonte de energia e motor próprio;

 ÁREA DE OPERAÇÃO DE PTA: Espaço que compreende a área onde está instalada a base da PTA, incluindo os estabilizadores,
acrescidas da área sob lança e a estação de trabalho em todas as posições necessárias a operação;

 BOTÃO DE PARADA DE EMERGÊNCIA: Botão elétrico ou mecânico localizado em ponto estratégico, que permite interromper
o funcionamento de um equipamento em situação de perigo iminente;

 DIFERENÇA DE NÍVEL: Distância vertical entre a superfície de trabalho – transitória ou permanente e outra superfície de
referencia;

 DISTÂNCIA MINIMA: Distância de segurança necessária para evitar o contato de qualquer parte do equipamento com outras
estruturas;

 EPI’s: Todo dispositivo ou produto, de uso individual utilizado pelo trabalhador, destinado a proteção, destinado á proteção de
riscos susceptíveis de ameaçar a segurança e a saúde no trabalho;

 USUÁRIO DA PTA: Aquele que detém a responsabilidade sobre a utilização do equipamento;

 PLATAFORMA DE TRABALHO AÉREO: PTA é o equipamento móvel, autopropelido ou não, dotado de uma estação de trabalho
(cesto ou plataforma e sustentado por sua base por haste metálica (lança) ou tesoura, capaz de erguer-se para atingir ponto ou
local de trabalho elevado;

5-RESPONSABILIDADES: (Locatárias/Proprietárias do Equipamento)


a. Só permitir operadores qualificados trabalharem nas plataformas;
b. Qualquer modificação ou adaptação nas plataformas deverá ser desenhada por engenheiro capacitado e qualificado, e obter
aprovação por escrito por parte do fabricante do equipamento, antes do inicio do trabalho;
c.Manter manual do equipamento bem como especificações de capacidade disponível;
d. Manter a inspeção (check list) diário em cada maquina, assim como a cor do mês.

6-PROCEDIMENTO
6.1-OPERAÇÃO
Deve estar a disposição no canteiro de obras ou frente de trabalho manual de operação do equipamento em língua Pátria.
É de responsabilidade do operador de PTA (Plataforma de Trabalho aéreo) a guarda da chave de partida do equipamento.
É obrigação do operador realizar inspeção visual e teste funcional na PTA, verificando-se o perfeito ajuste e funcionamento antes
do uso diário por meio de check-list, os seguintes itens:
a. Controles de operação e emergência;
b. Dispositivos de segurança do equipamento;
c.Dispositivos de proteção individual, incluindo proteção contra quedas;
d. Sistemas de ar, hidráulico e de combustível;
e. Painéis cabos e chicotes elétricos
f. Pneus e rodas
g. Placas, sinais de aviso e controle;
h. Demais itens ver check-list MIP e aqueles especificados pelo fabricante.

6.2-MOVIMENTAÇÃO DA PTA (Plataforma de trabalho Aéreo)


a. O operador deve ter visão clara do caminho a ser percorrido;
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b. Ao trafegar nas vias de circulação de veículos as PTA deve trafegar acompanhada de batedor;
c. Manter distância segura de obstáculos, depressões, rampas e acessos improvisados e outros que ofereçam condições de
riscos de tombamento do equipamento;
d. Manter distância mínima de obstáculos aéreos;
e. O operador deve limitar a velocidade de deslocamento da PTA, observando as condições da superfície, o transito, a
visibilidade, a existência de declives a localização da equipe e outros fatores de risco;
f. A PTA não pode ser deslocada em rampas com inclinação superiores à especificada pelo fabricante.
g. Quando houver outros equipamentos móveis ou veículos no local, devem ser tomadas precauções especiais, especificadas
em projeto ou ordem de serviço.
h. A PTA não deve ser posicionada junto a qualquer outro objeto que tenha por finalidade lhe dar equilíbrio.
i. O equipamento deve ser mantido distante de redes elétricas de acordo com o manual do fabricante.
j. A área de operação da PTA deve ser delimitada e sinalizada com cones refletivos e isolada de forma a impedir a circulação de
operadores.
k. A PTA não deve ser operada quando posicionada sobre caminhões, trailers, carros, veículos flutuantes, andaimes ou outros
veículos, vias e equipamentos similares, a menos que tenha sido projetada para este fim.

6.3-TRABALHOS NO INTERIOR DO CESTO DA PTA


a. A carga e sua distribuição na estação de trabalho, ou sobre qualquer extensão da plataforma, estejam em conformidade com
a capacidade nominal determinada pelo fabricante para a configuração especifica;
b. Verificar Inclinação do piso e/ou existência de buracos;
c.Interferência com outras atividades;
d. Todas as pessoas que estiverem trabalhando no equipamento é obrigatório o uso de cinto de segurança preso no dispositivo
apropriado na plataforma, durante toda a jornada de trabalho;
e. A capacidade nominal de carga definido pelo fabricante não pode ser ultrapassada em hipótese alguma;
f. O operador deve assegurar-se de que não haja pessoas ou equipamentos nas áreas adjacentes á PTA, antes de baixar a estação
de trabalho;
g. Fica proibido o uso de escadas ou outros dispositivos sobre o cesto da (PTA) para obter alcance superior ao da PTA.
h. Nunca subir no guarda-corpo, nem na barra intermediária do guarda-corpo e nem mesmo encima do rodapé. Os pés do
operador deverão estar o tempo todo no piso da plataforma.
i. As plataformas elevatórias devem possuir indicação da capacidade de carga e alcance máximo visível a distância;
j. È vedado:

 O uso de pranchas, escadas e outros dispositivos que visem atingir maior altura ou distância sobre a PTA;
 O Uso de PTA como guindaste;
 A realização de qualquer trabalho sob condições climáticas que exponham trabalhadores a risco;
 A operação de equipamentos em que contrariem as especificações do fabricante quanto a velocidade do ar, inclinação da
plataforma em relação ao solo e proximidades de rede elétrica;
 Fica proibido a operação de equipamento Plataforma de Trabalho Aéreo (PTA) após ingestão de bebida alcoólica, drogas ou
medicamento que modifique o comportamento. Salvo uso de medicamentos com prescrição e acompanhamento médico.

7-MANUTENÇÃO
É responsabilidade da empresa manter um programa de manutenção preventiva de acordo com as recomendações do fabricante
e com o ambiente de uso do equipamento, contemplado no mínimo:
a. Verificação
 Funções e controle de velocidade;
 Rede e mecanismo de cabos;
 Dispositivos de segurança de emergência;
 Placas sinais de aviso e controle;
b. ajuste e substituição de peças gastas ou danificadas;
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c. lubrificação de partes móveis


d.Inspeção dos elementos do filtro, óleo hidráulico, óleo do motor e refrigeração;
e. Inspeção visual dos componentes estruturais e de outros componentes críticos tais como elemento de fixação e dispositivos de
travamento;
f. Quando identificadas falhas que coloquem em risco a operação, a PTA deve ser removida da frente de serviço imediatamente
até que o reparo necessário seja efetuado.

8-QUALIFICAÇÃO DO OPERADOR
Todo operador deverá ser qualificado conforme NR-18 item 18.22.1 e treinamento sendo ministrado por profissional habilitado,
em local previamente preparado pela segurança da área. Após o curso (treinamento), o operador deverá receber um certificado
e a credencial (Crachá)de operador habilitando-o para a atividade devendo ser feito exames médicos especifico para função e
registro da função (Operador de Plataforma) em carteira Profissional.
O Empregador deve impedir a operação e realizações de atividades da PTA por trabalhadores não capacitados.

9-REQUISITOS PARA TREINAMENTOS


9.1-O TREINAMENTO PODERÁ SER DENTRO DO TERRENO DA OBRA, DESDE QUE:
 Área para treinamento deverá ser totalmente isolada;
 Área isolada deverá ser separado para cada treinamento com cada tipo de plataforma elevatória, isto é, não pode ter mais de
uma plataforma em atividade de treinamento, para cada área isolada;
 Área protegida por eventuais chuvas ou quando em área exposta, treinar em dias secos;
 Área deve ser com baixo nível de ruído (máximo 60 dB);
 O Treinador deverá ter por escrito:
 Habilitação de treinador, emitida pelo Locador (ou fornecedor)
 Permissão por escrito da Contratada, para o uso da área de treinamento;
 O Treinador deverá permanecer na área em tempo integral, durante o treinamento.

10-USO DE EPI,s
A empresa é obrigada a fornecer aos empregados gratuitamente,EPI adequado ao risco, em perfeito estado de conservação e
funcionamento.
Equipamentos de proteção Individual básicos para operação da PTA:

 Botina com biqueira;


 Capacete com jugular;
 Óculos de Segurança;
 Protetor Auricular Tipo plug ou concha;
 Luva pigmentada/vaqueta;

OBS: Utilizar EPI,s específicos quando for operar a plataforma em acompanhamento a atividades de solda e oxicorte para se
proteger dos riscos inerentes as atividades.

11- ATENDIMENTO A EMERGÊNCIA


- Ver Plano de Atendimento de Emergência PAE da MIP Engenharia.

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