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3º Simpósio Musical

“A Prática em Excelência para


Louvar e Adorar a Deus”

Saxofone/Flauta/Clarinete
Professor Junior Barbosa

Dia 21 de Setembro de 2019, no Templo Sede da IEADERP


Oficina de Saxofone, Flauta e
Clarinete
Professor Junior Barbosa
“Orarei com o espírito, mas orarei também com
o entendimento, cantarei (louvarei) com o
espírito, mas cantarei (louvarei) também com o
entendimento.”

I Cor 14:15
Caros Alunos,

Podemos considerar música, todo som organizado nos fundamentos rítmicos,


melódico e harmônico. Todos nós sabemos que a música é uma arte poderosa em si mesma
para a expressão da alma humana. Mas sabemos também que quando a música é
consagrada exclusivamente ao serviço do Reino de Deus, ela é mais poderosa ainda!

Pequeno Histórico do Saxofone

Aerofone de palheta simples, inventado pelo belga Adolph Sax em 1840 e patenteado
em 1846. Os saxofones, de início destinado à música militar, constituíram uma família de
sete membros: sopranino, soprano, alto, tenor, barítono, baixo e contrabaixo. Os dois
membros extremos, sopranino e contrabaixo, praticamente não são usados. O instrumento,
de metal, tem forma cônica, alargando bastante para o pavilhão (na proporção de 1 para 18)
e tomando na parte mais larga a forma de cachimbo. O sopranino e o soprano, entretanto,
são retos. Acredita-se em geral que o saxofone tenha sido revelado pelo jazz. Em realidade,
o instrumento só entrou no jazz na década de 1920, enquanto desde 1857 havia um curso
de saxofone no conservatório de Paris, sob a direção de A. Sax. Na Alemanha, o instrumento
só entrou no início do século XX. No Brasil também se admitiu, erradamente, que este
aerofone tivesse aqui chegado por influência do jazz. Afirmou-se até que Pixinguinha teria
sido o introdutor do saxofone entre nós, tendo trazido o instrumento da Europa em 1922,
quando de lá regressou com o grupo os Oito Batutas. O autor de "Carinhoso" de fato voltou
da Europa tocando saxofone, em obediência a imposições comerciais ditadas pela moda,
mas já conhecia o instrumento aqui de longa data. Se o saxofone só entrou no jazz nos anos
de 1920, como está vastamente comprovado, o fez mais de meio século depois de ter
entrado no choro. Viriato Figueira da Silva, pertencente com Antonio da Silva Callado à
primeira geração de criadores do choro, foi um dos primeiros a sobressair no Brasil como
solista de saxofone. Anacleto de Medeiros, também pertencente à mesma geração,
executava vários instrumentos, mas preferia o sax-soprano. Alexandre Gonçalves Pinto, em
seu famoso livro sobre o choro, menciona muitos saxofonistas entre os cultores do gênero.
Curiosamente, a primeira música de Pixinguinha a ser gravada, em 1915, a polca
"Dominante", foi interpretada por um grupo denominado Bloco dos Parafusos, constituído
por saxofone, clarinete e baixo, dois anos antes de ir à cera o primeiro disco de jazz, em 1917,
interpretado pela Original Dixieland Jazz Band, um conjunto em que não havia saxofone.
Pequeno Histórico da Flauta Transversal

A Flauta Transversal é um dos instrumentos de sopro mais antigos que existe. E


mesmo sendo um instrumento antigo, nunca deixou de ter admiradores por todo mundo.
Existem diversos tipos de flautas, e uma das mais conhecidas de todos é a flauta transversal.
Gostaria de entrar no mundo das flautas transversais e saber mais sobre elas? Então continue
a leitura, por que você vai encontrar tudo sobre elas aqui!

 A ORIGEM DA FLAUTA TRANSVERSAL

As flautas transversais estão presentes na história. E isso não é difícil de perceber: Nas
pinturas rupestres de muitos povos antigos, é possível encontrá-las. As flautas transversais
mais antigas de que se tem notícia, foram encontradas por volta de 35 a 40 mil anos atrás,
na região dos Alpes Suábios (Alemanha). Essas, são foram feitas de ossos de animais ou
humanos e tinham apenas um orifício. Depois dessas informações podemos concluir que
este instrumento acompanhou a evolução humana ao longo do tempo.

 A FAMÍLIA DAS FLAUTAS TRANSVERSAIS

Existem vários tipos de flautas transversais, no entanto, a grade maioria das pessoas
conhece apenas um desses tipos. Esse modelo “mais conhecido” foi desenvolvido em 1847
pelo flautista alemão Theobald Boehm. No entanto, dentro da família das flautas transversais,
encontramos diversos tipos de flautas, que vão desde instrumentos que produzem sons mais
agudos até flautas que produzem um som mais grave. Vejam os tipos:
- Flautim ou Piccolo: é o menor modelo da família das flautas transversais. Inclusive ele é
caracterizado por seu som mais agudo.
- Flauta em Dó: também conhecida como flauta de concerto. Certamente é a mais popular
da família. E provavelmente é a que você conhece. É muito encontrada em bandas militares,
orquestras sinfônicas, músicas populares e outros.
- Flauta em Sol: conhecida como flauta de harmonia. Ela é muito utilizada em conjuntos de
flautas (trios, quartetos e orquestras) para reforçar os graves. Por isso tem esse nome.
- Flauta Baixo: traz um som aveludado e mais encorpado. Seu uso é mais frequente em
orquestras e corais de flautas, e no acompanhamento de bandas e cantores. Também é
usada por solistas de música erudita e popular. Mas mesmo com um belíssimo som, não é
tão encontrada. Por isso o músico que a domina geralmente é bastante solicitado para
eventos.
- Flauta Contrabaixo: assim como a flauta baixo, possui timbre aveludado e encorpado e
geralmente para o mesmo propósito, mas também pode ser encontrada em algumas
orquestras.
- Flautas com Cabeça Torcida: são geralmente usadas para facilitar o alcance em flautas que
têm o corpo mais extenso. É bastante utilizada por crianças, mas também por músicos em
modelos como a flauta baixo.
Além destes, ainda encontramos modelos bem maiores de flautas transversais,
conhecidas por subcontrabaixos, que produzem sons mais graves e encorpados.

Pequeno Histórico do Clarinete

O clarinete ou a clarineta é um instrumento musical de sopro constituído por um tubo


cilíndrico de madeira (já foram experimentados modelos de metal), com uma boquilha
cônica de uma única palheta e chaves (“botões” metálicos, servem para tapar orifícios onde
os dedos não chegam). Possui quatro registros: grave, médio, agudo e superagudo. Quem
toca o clarinete é chamado de clarinetista.
O clarinete é um descendente da charamela, instrumento bastante popular na Europa
pelo menos desde a Idade Média. Em 1690 Johann Christoph Denner, charamelista alemão,
acrescentou à sua charamela uma chave para o polegar da mão esquerda para que assim
pudesse tocar numa abertura, o que lhe trouxe mais possibilidades sonoras. Surgiu assim o
clarinete contemporâneo. Introduzido nas orquestras em 1750, foi um dos últimos
instrumentos de sopro incorporados na formação orquestral moderna.
Os clarinetes são tradicionalmente feitos de ébano, granadilho e também ebonite, sendo
as boquilhas geralmente construídas com este último material. O som é produzido devido à
vibração da palheta (uma lâmina feita de cana), provocada pelo sopro do clarinetista. O
corpo do instrumento é, na sua maior parte, de espessura uniforme, com um alargamento
(campânula) no fim do tubo.
O sistema de chaves mais comum é o sistema Boehm, projetado por Hyacinthe Klosé.
Outro sistema, chamado Oehler é usado principalmente na Alemanha e Áustria.
Com relação ao número de chaves/registos pode ter 13 chaves (Pode ser Sistema Mueller
ou Sistema Oehler) 17 chaves (sistema Boehm) 21 chaves ou outros menos comuns de 27 e
31 chaves.
JUNIOR BARBOSA

Cristão desde o berço deu início aos estudos de clarinete com 10 anos de idade na Escola de
Música da Igreja AD Madureira, onde congrega e ministra louvores nos cultos até hoje. Após um ano e
meio, passou a estudar Saxofone e Flauta Transversal na Escola de Artes “Francisco B. Marino
(Jaboticabal)”, onde se formou no Curso livre nessa mesma Instituição.
Em 2011 ingressou no curso de Saxofone MPB/Jazz do Conservatório Dramático e Musical de Tatuí
“Dr. Carlos de Campos”, onde estudou MPB/JAZZ.
Saxofonista na Big Band Jaboticabeira, Banda Mogiana da Usp de Ribeirão Preto, Datz Jazz Band,
Banda Nhendurporã, entre outras bandas em que passou e teve a oportunidade de gravar e tocar por um
tempo. Orgulha-se por ter tocado e gravado sax tenor em uma das Bandas mais antigas do país a
Corporação Gomes e Puccini, hoje com 103 anos.
Graduado e trabalhando como professor de Saxofone, Flauta Transversal e Clarinete, teve a
oportunidade de tocar e dividir o palco com grandes nomes da música instrumental no país e no exterior.
Fundou e liderou por 5 anos à Shalom Big Band, difundindo a música instrumental Cristã por
diversos lugares.
Há 06 anos venjo trabalhando no Projeto Saxofonando com Amor, no qual toca voluntariamente
alegrando casas de repouso, orfanatos, Hospitais, sessões de Hemodiálise, maternidade e para pessoas
acamadas em Hospitais.
Atualmente fundou a Orquestra Experimental Infanto Juvenil, no objetivo de oferecer educação
musical e a prática coletiva da música, tendo em vista o desenvolvimento humano de gerações em
formação.
Atualmente desenvolvendo um trabalho de música instrumental cristã e trabalhando na produção de
um CD solo.

Contatos: (16) 981434119 / aulas online e presenciais


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