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Higor Pereira Silva de Sousa

FUNÇÃO SOCIAL DA EDUCAÇÃO E DA


ESCOLA & PRÁTICA EDUCATIVA E
SOCIEDADE

Resenha Crítica apresentada como requisito para a


obtenção de nota parcial da disciplina Didática, pelo
Curso de Letras Português da Universidade Estadual da
Paraíba, ministrada pela professora Taíses Araújo.

Guarabira
2020
FUNÇÃO SOCIAL DA EDUCAÇÃO E DA ESCOLA
& PRÁTICA EDUCATIVA E SOCIEDADE

FERREIRA, João; NUNES, Karine; FERNANDES, Luiz. Políticas e Gestão na Educação;


Função Social da Educação e da Escola.

LIBÂNEO, José Carlos. Didática. Campinas; São Paulo. Ed. Papirus, 1990.

A educação, nos últimos tempos, emergiu na consciência de grandes pensadores modernos,


como é o caso de José Carlos Libâneo, um influente intelectual brasileiro que escreveu Didática, obra
cujo qual apresenta um capítulo intitulado: Prática Educativa e Sociedade. Esse capítulo estabelece
uma perfeita conexão com um pequeno artigo escrito em conjunto por três eruditos da área de ensino
e aprendizagem, João Ferreira, Karine Nunes e Luiz Fernandes, chamado: Função Social da
Educação e da Escola, com ambos os textos apresentando a educação como um meio de
transformações sociais. Os pensamentos similares desses quatro autores sinalizam a importância de
se compreender a educação na dinâmica de transformações do movimento político, econômico,
cultural e social ocorridas de forma globalizada, exigindo, dessa maneira, um perfil de homem
participativo, que interage com a sociedade e transforma e é transformado no contexto de suas
relações sociais.
Os autores demonstram, no decorrer dos textos, a extrema importância do ato de ensinar na
formação humana, para que possamos viver em sociedade, abordando a prática educativa social e
determinando a relevância dos professores como parte integrante do processo educativo, sendo
importantes também para a formação das gerações e para os padrões de sociedade que buscamos. Os
autores situam, além disso, a educação como fenômeno social universal, determinando o caráter
existencial e essencial da mesma.
Libâneo, mais especificamente, aborda em seu texto sobre os tipos de educação, que são a não
intencional e a intencional. A não intencional refere-se as influências do contexto social e do meio
ambiente sobre os indivíduos, geralmente aprendida por meio das relações sociais, como na família
ou com os amigos. Já a intencional refere-se àquelas que têm objetivos e intenções definidas. A
educação pode ser também formal ou não-formal, dependendo sempre dos objetivos. A educação
não-formal é aquela realizada fora dos sistemas educacionais convencionais, como na mídia ou na
arte, e a educação formal é a que acontece nas escolas, agências de instrução e educação ou outras.
Os demais autores também relatam sobre o papel social da educação e como seus conteúdos
e propósitos são determinados pela sociedade, política e ideologia predominante. Falam desta relação
importante da educação com os processos formadores da sociedade, considerando estas influencias
como fatores fundamentais das desigualdades entre os homens, sendo um traço fundamental desta
sociedade, colocando as ideologias como valores apresentados pela minoria dominante, politizando
a prática educativa e demonstrando o seu envolvimento com o social. Eles afirmam que a escola é o
campo específico de atuação política do professor, politizando ainda mais o ambiente escolar.
Agora, analisando mais aprofundadamente os dois textos dessa resenha, podemos perceber
que um dos principais papéis da educação na sociedade é a formação de homens como sujeitos
históricos, isto é, homens que participem ativamente da construção e do “desenrolar" da história,
interferindo nos seus rumos e destinos, seja de maneira consciente ou não. Percebemos também que
a educação é uma construção história social, ou seja, é uma prática que é passada de pai para filho,
de geração para geração, que é feita pela maioria das pessoas de uma determinada sociedade e que
dificilmente deixa de ser realizada.
Anteriormente, nas comunidades primitivas, a educação era destinada aos interesses do grupo.
Era espontânea, podendo aprender a qualquer momento, sem uma hora ou local específico de
aprendizagem, e integral, fazendo os membros dominarem tudo de essencial e necessário para a
sobrevivência daquela comunidade. Entretanto, na antiguidade, ocorreram mudanças na vida em
sociedade. Os interesses comuns do grupo foram substituídos pelos interesses individuais, o coletivo
deu lugar ao privado e as relações passaram a ser regidas pelo poder, que, até hoje, subjuga os menos
afortunados, em uma desfavorecida relação de servilismo e submissão. Com o fim dos interesses
comuns e o surgimento dos interesses individuais, antagônicos um do outro, a educação, que antes
era voltada para a mesma finalidade, a sobrevivência, agora se vê além disso, encontrando-se
fragmentada por indivíduos diferentes, principalmente entre as classes dominantes e as classes
dominadas, que apresentam ideias totalmente opostas.
Como vimos, os indivíduos, desde o início da história da humanidade, trabalham
conjuntamente em uma união recíproca para garantirem a sobrevivência humana. Esses indivíduos
acabam dividindo seus trabalhos e com essa divisão geram uma desigualdade de distribuição de bens.
No mundo capitalista essa desigualdade veio através da divisão de classes, com a classe dominada
sendo, de certa maneira, uma espécie de serva “bem educada” da classe dominante, vivendo alienada
pelas ideologias da classe ao qual está subordinada, classe essa que dissemina ideias através da mídia,
manipulando todos para interesses próprios e fazendo a classe dominada se contentar com a
dominação.
Assim sendo, a classe dominada, também chamada de classe trabalhadora, ou operária, tem
que simplesmente aceitar a desigualdade educacional como algo normal. Esse pensamento, apesar de
estar em voga na atualidade, definitivamente não é recente, vindo da filosofia platônica baseada na
república ideal, onde o indivíduo era melhor servido ao ser subordinado a uma sociedade
aparentemente justa. Platão (apud BUCKINGHAM et al., 2010) defendia a ideia de que as crianças
deveriam ser cuidadas pelo estado, com grande cautela para diferenciá-las adequadamente para as
várias castas sociais, a maior delas recebendo a melhor educação, para poder governar a cidade e
cuidar dos menos aptos.
Platão (apud BUCKINGHAM et al., 2010) acreditava que o talento poderia ser encontrado
em qualquer criança, independente da classe social, portanto não era herdado geneticamente de pai
para filho. Ele insistia que aqueles considerados aptos deveriam ser treinados pelo estado para que
fossem qualificados para assumirem o papel de uma classe dominante, evidenciando, dessa forma, o
pensamento contemporâneo da desigualdade social e, consequentemente, educacional, estabelecendo,
também, em essência, um sistema de educação pública seletiva, baseada na premissa que uma minoria
educada da população é, por virtude da sua educação, suficiente para uma governança sadia da
sociedade.
Essa concepção de que a sociedade se divide em duas classes foi melhor percebida e
compreendida por Karl Marx, que vai dizer que há a classe dos capitalistas, que detêm a posse dos
meios de produção, e a classe dos proletariados, cuja única posse é sua força de trabalho a qual
vendem ao capital. Para Marx (1986), os interesses entre o capital e o trabalho são discordantes,
resultando na concepção de uma sociedade dividida em classes. Assim, os meios de produção
resultam nas relações de produção, as formas como os homens se organizam para executar a atividade
produtiva, acarretando desigualdades.
Haja vista que, com o surgimento do capitalismo e da industrialização, as relações de produção
e concepção de homem, além do trabalho e da educação, mudaram. O homem passa a ser o indivíduo
que vende a sua força de trabalho, transformando-se em fator de produção, como pensado e sugerido
por Marx. Nesta perspectivas, a educação, para a classe dominante, é utilizada para habilitar a classe
dominada técnica, social e ideologicamente, para serem úteis no mercado de trabalho e servirem aos
seus interesses, ou seja, a educação está, de certa forma, subordinada ao capitalismo. Já para os
dominados a educação é uma maneira de desenvolver potenciais e de adquirir conhecimentos e
habilidades básicas para a participação da vida em sociedade. Esse pensamento é bastante parecido
com o de Immanuel Kant (apud BUCKINGHAM et al., 2010) que acreditava que a educação era de
extrema importância para o desenvolvimento da ética, da moral e do caráter humano, pilares
fundamentais que orientam o comportamento do homem em sociedade, gerando um bom convívio
social.
Eventualmente, no decorrer da leitura dos textos, nos deparamos com a perspicaz ideia de que
os homens são cheios da “lacunas”, isto é, necessidades, sejam biológicas, materiais ou sociais, e é
tarefa da educação preenchê-las, supri-las, tendo essas urgências em mente. A escola tem que
reconhecer a realidade de seus alunos, as suas necessidades, para tentar mudá-la, pois uma coisa que
aprendemos com a história é que a realidade está em constante mudança. Entretanto, para a mudança
ocorrer, a escola deve desenvolver o homem e propagar conhecimentos e culturas produzidas pelo
próprio homem, salientando também o fato de que a educação vai além da escola, estando presente
em todas as práticas e esferas sociais; em todas as interações que os homens estabelecem entre si. O
pensamento de Michel de Montaigne, um grande filósofo francês, incorpora perfeitamente essa ideia
apresentada nos textos. Segundo ele (apud BUCKINGHAM et al., 2010) uma educação pautada não
apenas na escola, significa mostrar que tudo que está diante dos olhos do indivíduo é de possível
aprendizagem. No mundo o aluno deve ser colocado diante de interações humanas, só diante disso é
que o aluno começa a praticar, de fato, seus aprendizados, conseguindo distinguir, a respeito do que
aprendeu, o que serve para cada ocasião social.
Devido a essa concepção educacional de Montaigne a escola precisa ser um espaço de
sociabilidade, onde o conhecimento é produzido e construído pelas interações sociais. É de se notar
que todos os grupos e classes sociais almejam a educação, pois necessitam dela para viverem e
satisfazerem suas necessidades e interesses sociais. Em vista disso, a educação é uma atividade
humana definida pelas relações sociais, ou seja, todas as relações humanas, pois o homem tem sua
vida dependente da vida do outro. A cada interação com a sociedade nós estamos sendo educados,
estamos aprendendo, conforme Montaigne idealizou. Vale ressaltar que a educação se dá não somente
pela interação com outros indivíduos, mas também com o meio a sua volta, podendo a pessoa aprender
algo por meio de situações, como uma criança que ao se queimar passa a assoprar o mingau antes de
comer. Mas, de qualquer forma, para aprendermos temos que interagir, seja com o meio ou com os
seres ao nosso redor.
Retornando ao capitalismo, tema muito abordado pelos autores, verifica-se que a educação
não é mais vista como uma forma do homem desenvolver suas potencialidades e nem de se apropriar
de conhecimentos básicos para a vida em sociedade, mas para suprir necessidades, que agora
envolvem o acumulo de capital, ou seja, dinheiro. Nessa perspectivas, o indivíduo estuda visando o
mercado de trabalho e, consequentemente, o dinheiro que vai proporcionar a ele uma vida que saciará
suas necessidades, sejam biológicas ou sociais.
Um ponto que vale apena frisar dos textos dessa resenha é que a escola, devido seu campo de
conhecimento, valores e ações, influencia nos interesses e desinteresses dos alunos, podendo eles, por
meio desses interesses, ou desinteresses, mudarem a sociedade. Montaigne (apud BUCKINGHAM
et al., 2010) retorna mais uma vez, com mais de sua filosofia, desaprovando a formação dos jovens
por meio de objetos de estudos que fogem da vontade dos mesmos. A sua teoria da educação consiste
que os jovens tenham liberdade nas suas escolhas de aprendizagens, estudando aquilo que mais os
satisfazem. Para isso, o jovem precisa ter contato prévio com todas as coisas possíveis e depois
escolher quais lhe agradam mais, rompendo, deste modo, com a tradição da educação baseada pela
memorização, com o jovem sendo apenas um mero repetidor dos fatos aprendidos, não sendo útil
para a mudança social.
Montaigne (apud BUCKINGHAM et al., 2010) acredita que o aluno deve ser instruído de
diversas formas e caminhos, e depois escolher o seu próprio, aquele que mais lhe propiciar prazer
como indivíduo social. A escolha de um bom professor seria fundamental para isso, servindo para
provocar o aluno e apontar possíveis direções. Um professor que dialogue com o aluno o tempo todo
também é de extrema importância, pois, como vimos, a educação surge pela interação. O aluno
também não pode apenas aceitar o que lhe for imposto como certo, devendo duvidar sempre. É por
meio dessa dúvida que surge um dos principais papéis da educação: despertar no aluno os seus
interesses. É o aluno e suas vontades que definem o destino da sociedade.
Entretanto, como vimos anteriormente com Immanuel Kant, a escola também desempenha um
outro papel que, de certa forma, acaba se tornando paradoxal às mudanças sociais que os autores tanto
ressaltam nos textos. A escola trabalha para que os alunos sigam e reproduzam as ordens e normas
sociais, trilhando um caminho que não afete o funcionamento da sociedade, como engrenagens de um
relógio, que precisam fazer os ponteiros girarem. Nessa ótica acabamos entrando no pensamento do
sociólogo Émile Durkheim (1979), que entendia a sociedade como um organismo que funcionava
como um corpo, onde cada órgão desempenha uma função e depende dos outros para sobreviver. Ao
seu olhar, o que importa é o indivíduo se sentir parte do todo, pois caso contrário ocorrerá anomalias
sociais, deteriorando o tecido social, como se uma engrenagem deixasse de funcionar e afetasse todas
as outras, resultando na perda do relógio.
Portanto, a educação e a escola preparam os indivíduos para viverem em convívio social, pois
ela é uma atividade humana necessária para a existência e funcionamento de todas as comunidades,
tornando os indivíduos aptos para viverem em sociedade, dando os conhecimentos culturais
necessários para transformá-la de acordo com as necessidades econômicas, sociais e políticas. Para
outro sociólogo, Max Weber (1999), o indivíduo, através de suas ações, é quem constrói a sociedade.
Segundo ele, a sociedade pode ser compreendida a partir do conjunto das ações individuais. Estas são
todo tipo de ação que o indivíduo faz, orientando-se pela ação de outros. Só existe ação social quando
o indivíduo tenta estabelecer algum tipo de comunicação, a partir de suas ações com os demais, ou
seja, interação. De qualquer forma a sociedade influencia a educação que, por sua vez, influencia os
indivíduos que viveram nela. Nesse caso, o processo educativo está subordinado à sociedade, isto é,
o indivíduo vai aprender aquilo que a sociedade precisa que ele aprenda para ela funcionar.
Prosseguindo na resenha dos textos, percebemos não só a importância da educação no âmbito
social, mas também no individual. A educação nos desenvolve e nos faz evoluir como homens. É
através dela que exercemos nossa verdadeira essência humana, pensar, refletir, raciocinar. Para
Sócrates (apud BUCKINGHAM et al., 2010) a essência do homem é a alma, que por sua vez é a
consciência de si como personalidade intelectual. A aceitação da sua ignorância, segundo ele, é o que
faz o homem buscar conhecimento e elaborar suas ideias e conceitos. Já para Platão (apud
BUCKINGHAM et al., 2010) é no dialogar que o homem vai se reconhecendo e apreendendo
conhecimentos vitais à natureza humana. O diálogo se dá por meio das interações sociais, que já
discutimos anteriormente, e é a autoexpressão do homem, pois é a manifestação do próprio
pensamento, vontade e opinião humana. Agora para Aristóteles (apud BUCKINGHAM et al., 2010)
a essência que distingue e individualiza os homens é sua racionalidade. Aristóteles afirma que o
homem verdadeiramente feliz é aquele que age segundo sua própria natureza, isto é, que age
racionalmente, visto que para esse filósofo grego, a essência do homem é sua razão, pois todos tendem
ao saber. Perante essas três filosofias gregas, elaboradas por colossais filósofos da humanidade,
depreendemos que a educação, que é o conhecer, o pensar, o refletir, o raciocinar e tudo o que já foi
dito antes, é a mais importante característica do ser humano, a essência do homem.
Além disso, a educação também é útil para aumentar nossas habilidades e aptidões, que
tornam nossa existência significativa, seja para a sociedade ou para nós mesmos. Ademais, na
sociedade contemporânea, a educação nos faz sobreviver neste mundo globalizado e, principalmente,
capitalista, com a educação diretamente relacionada com o dinheiro e o poder. Nesses três casos
apresentados pelos autores, acerca da importância do processo educativo para o indivíduo, podemos
inferir que a educação, essencialmente, é vital ao homem.
Em suma, as duas obras textuais propiciam um melhor entendimento a respeito do trabalho
do professor, que é, justamente, objetivada em fazer os alunos terem um pensamento crítico acerca
da realidade e, através do conhecimento, tentarem mudá-la, pois, como já muito falado, ela não é
estática e muito menos imutável. Os alunos precisam ter um entendimento crítico dos problemas que
afligem a sociedade, somente dessa maneira eles poderão mudar de vez essa relação de poder entre
as classes e, quem sabe, transformar a sociedade.
Por fim, as duas obras fornecem subsídios às nossas pesquisas educacionais, à medida que
tratam das principais discussões a respeito da relação entre sociedade e educação. Não obstante, com
sólidos conhecimentos acerca da história da educação, os autores empenham-se em apresentar clara
e detalhadamente as circunstâncias e características da educação no campo social, levando-nos a
compreender conceitos básicos das relações humanas, primitivas ou contemporâneas, bem como a
utilização de estilos claros e objetivos, esclarecendo, para nós, alunos, a importância da educação no
campo das ciências sociais, impulsionando reflexão critica e discussão teórica sobre fundamentos
sociais e históricos, que auxiliam sobremaneira nas elaboração de nossas pesquisas educacionais. A
ótica diacrônica acerca da educação, amplamente abordada pelos autores, também nos ajuda na
compreensão da atividade histórica humana e nos possibilita analisar e confrontar posições variadas.
Finalmente, com o estudo desses dois textos, podemos amadurecer mais como alunos e
professores, a quem a leitura se direciona, aceitando, inclusive, uma crítica rigorosa sobre os
processos de aprendizagens, que em muito pode enriquecer nossos trabalhos acadêmicos,
apresentando os fundamentos necessários à compreensão da educação nas ciências sociais.
José Carlos Libâneo, autor de Didática, é professor titular da Universidade Católica de Goiás,
possuindo graduação em filosofia, mestrado em Filosofia da Educação e doutorado em Filosofia e
História da Educação pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, além de um pós-doutorado
pela Universidade de Valladolid, Espanha.
João Ferreira de Oliveira, um dos autores do texto Função Social da Educação e da Escola, é
professor titular da UFG, que possui graduação em Pedagogia e mestrado em Educação pela
Universidade Federal de Goiás – UFG. Além de também possuir doutorado e pós-doutorado em
Educação pela Universidade de São Paulo - USP.
Karine Nunes de Moraes é professora da Universidade Federal de Goiás e também participou
e contribuiu como autora no texto Função Social da Educação e da Escola. Possui graduação em
Pedagogia e mestrado em Educação Brasileira pela Universidade Federal de Goiás, como também
um doutorado em Educação pela Universidade Federal de Pernambuco.
Luiz Fernandes Dourado, também um dos autores do texto Função Social da Educação e da
Escola, é professor titular e emérito da UFG. Doutor em Educação pela Universidade Federal do Rio
de Janeiro, pós-doutorado em Paris, França, na École des Hautes Études en Siences Sociales
(EHESS), mestre em Educação pela Universidade Federal de Goiás e graduado e licenciado em
Ciências Sociais pela Universidade Federal de Goiás.
Higor Pereira Silva de Sousa é estudante do curso de Letras Português
do Centro de Humanidades, Campus III, da Universidade Estadual da Paraíba
– UEPB, Guarabira.

Guarabira
2020
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

BUCKINGHAM, W. et al. O Livro da Filosofia: As Grandes Ideias de Todos os Tempos.


Tradução de Douglas Kim. São Paulo, Globo Livros, 2010.
MARX, Karl. As Lutas de Classes na França. São Paulo, Global, 1986.
WEBER, Max. Ética protestante e o espírito do capitalismo. São Paulo, Pioneira, 1999.
DURKHEIM, Émile. Da Divisão do Trabalho Social. São Paulo, Abril Cultural, 1979.