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CULTURA DO CORONA VÍRUS

O corona vírus, também conhecido como COVID-19, surgiu na China, em


Wuhan, num mercado livre de frutos do mar, local que havia muitos alimentos crus
expostos. Há uma lenda folclórica chinesa que diz que, algumas doenças são
melhores curadas com a ingestão de plantas e animais frescos e crus, ao invés de
tomar remédio. A priori, quando surgiu, o covid-19 foi considerado uma pneumonia,
por conta dos sintomas, mas depois foi descoberto que era uma nova mutação de um
vírus antigo. Desde sua manifestação e disseminação pelo mundo, o vírus tem
mudado drasticamente o modo como nossa sociedade vive.

Uma doença silenciosa invadiu nossa rotina. Com a propagação alta do vírus,
houve uma mudança brusca no cotidiano, criando necessidades diferentes nas
pessoas. Tudo se tornou mais intenso, desde convivência até o tempo de trabalho, já
que boa parte passou a trabalhar com home office, além disso, as escolas e
universidades implementaram as aulas EAD.

Com esse turbilhão acontecendo, o jornalismo e a publicidade tiveram que se


adaptar as novas mudanças e a forma de comunicação da empresa com o seu
público. Na publicidade, houve campanhas que apoiam o distanciamento e diversas
marcas trouxeram a importância do momento que estamos passando. Já o jornalismo,
desenvolve papeis fundamentais para a sociedade, em termos de informação e
clareza da notícia, por conta da difusão recorrente de notícias falsas, que ocorrem
pela falta de conhecimento da população e por informações escassas sobre o vírus.

A frase “Ninguém solta a mão de ninguém”, tão usada nas redes sociais nos
últimos anos, ganha uma nova conotação, o lado físico foi deixado de lado e passamos
a trazer a conotação para o lado virtual, em questão afetiva e humanitária. O brasileiro,
com seu jeito acalorado e solidário, que é sempre muito carinhoso com quem chega,
teve que mudar alguns comportamentos dentro do seu convívio na sociedade. O
contato físico, que é tão prezado pelos brasileiros, tomou o lugar de braços virtuais
através de figurinhas, o jeito hospitaleiro tomou conta de lives destinadas a cestas
básicas para instituições e doações em dinheiro para pequenos artistas.

Com o novo mundo que nos foi reservado, a sociedade passa a refletir os
acontecimentos e tendo um olhar para o futuro. Mesmo com esse medo, essa tensão,
o homem tem a capacidade de adaptação a novas circunstâncias, e, quando a
quarentena se encerrar, ele sabe que não encontrar o ambiente da mesma forma que
deixou. Os costumes foram mudados e isso vai implicar diretamente na nossa cultura
dos próximos séculos.