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JULIANA PALERMO EVANGELISTA DOS SANTOS

MARCELA LUZ COUTINHO

SARAH CHRISTINA RIBEIRO ANTUNES

YURI AUGUSTO PINTO TOLEDO

SEGUNDA PRÁTICA LABORATORIAL DE MICROBIOLOGIA SANITARIA E


AMBIENTAL

JUIZ DE FORA

2016
INTRODUÇÃO:

Na segunda prática, o objetivo foi observar a presença de microorganismos em


uma das quatro esferas propostas: ar, água, solo e determinado material. O
presente grupo utilizou-se do ar como base para o experimento.

PROCEDIMENTO:

Para a realização da prática foram necessárias quatro Placas de Petri


enriquecidas com o meio de cultura Ágar simples. As placas foram enumeradas
de 1 a 4 com caneta permanente, e abertas em exposição ao ar: duas no
intervalo de 5min (Placas 1 e 3), e as outras duas em 15min (Placas 2 e 4).

Após o tempo exposto, as placas foram divididas em relação à temperatura que


ficariam para a continuação do experimento: ar ambiente ou à 37°C. Desta
maneira, foram denominadas da seguinte forma:

1. Placa Ar- 5 min. – 37ºC


2. Placa Ar- 15 min. – 37ºC
3. Placa Ar- 5 min. – Amb.
4. Placa Ar- 15 min. – Amb.

Ao final da prática, estas foram fechadas e levadas ao Laboratório de


Microbiologia, em que as placas 1 e 2 foram destinadas à uma Estufa de 37ºC,
e as placas 3 e 4 foram armazenadas em local a temperatura ambiente.

Após 2 dias, as placas foram analisadas com o objetivo de observar os


crescimentos microbianos. Colônias são agregadas celulares de uma mesma
espécie que podem se originar de um indivíduo único. Nesse contexto, muitas
colônias foram observadas: na Placa 1, ocorreu o crescimento de 2 colônias de
fungos filamentosos e 3 colônias de bactérias; na Placa 2, 1 colônia bacteriana
maior em destaque, rodeada por colônias menores distintas e 4 colônias
bacterianas iguais; na Placa 3, observou-se 2 colônias de fungos filamentosos;
e por fim na Placa 4, ocorreu a presença de 4 colônias de bactérias e 16
colônias de fungos filamentosos.

Figura 1 - Placas 1 e 2 após dois dias de observação


Figura 2 - Placas 3 e 4 após dois dias de observação

Após o período de uma semana, puderam-se observar grandes variações nas


respectivas colônias em cada placa: a Placa 1 obteve um maior crescimento de
suas 2 colônias de fungos filamentosos em relação ao crescimento de suas 3
colônias de bactérias; na Placa 2, todas as sua colônias bacterianas já
existentes se desenvolveram, e ocorreu o surgimento de 7 grandes colônias de
fungos filamentosos; a Placa 3 obteve um desenvolvimento de suas colônias
de fungos filamentosos inicialmente já observadas, e um surgimento de
colônias de bactérias muito predominantes, que ocuparam praticamente toda a
placa em questão, impossível de quantificar; na Placa 4, observou-se o maior
crescimento em relação as demais, com o pleno desenvolvimentos de suas
colônias de fungos filamentosos e bacterianas já vistas.

Figura 3 - Placas 1 e 2 após uma semana de observação

Figura 4 - Placas 3 e 4 após uma semana de observação


RESULTADOS:

As seguintes observações foram feitas a partir do experimento:

 O tempo de exposição influencia no crescimento, nas duas temperaturas


(Ambiente e 37ºC). Desse modo, as placas expostas por 15 minutos
apresentaram maior número de colônias de fungos e bactérias;
 Esporos fúngicos presentes no ar caíram, durante a prática, no meio de
cultura Ágar contido nas Placas;
 À temperatura ambiente, foi observada bastante diversidade microbiana,
como fungos filamentosos e outros tipos, além de bactérias gelatinosas,
não observadas à temperatura de 37ºC.
 À temperatura de 37ºC, o crescimento foi mais limitado, apresentando
número inferior de colônias em relação às placas 3 e 4.
 O crescimento dos microrganismos patogênicos foram observados nas
placas 1 e 2, devido a faixa de temperatura estar mais próxima da
temperatura corpórea humana correspondente à 37ºC.