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Apocalipse 18

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“E depois destas coisas vi descer do céu outro anjo, que tinha grande poder, e a terra foi

iluminada com a sua glória. 2 E clamou fortemente com grande voz, dizendo: Caiu, caiu a
grande Babilônia, e se tornou morada de demônios, e coito de todo espírito imundo, e
coito de toda ave imunda e odiável. 3 Porque todas as nações beberam do vinho da ira
da sua fornicação, e os reis da terra fornicaram com ela; e os mercadores da terra se
enriqueceram com a abundância de suas delícias. 4 E ouvi outra voz do céu, que dizia:
Sai dela, povo meu, para que não sejas participante dos seus pecados, e para que não
incorras nas suas pragas” (Apocalipse 18:1-4).

• Quem é a Babilônia?

Alguns afirmam ter sido uma cidade literal. Pedro referiu-se a Roma como babilônia em 1
Pedro 5:13. Outros dizem que a antiga Babilônia será reconstruída e se tornará o centro
do mundo. Mas a compreensão mais adequada é a de um sistema mundial ímpio, sob o
domínio do anticristo.

A Queda da Babilônia (18.1-24)


Os capítulos 17 e 18 de Apocalipse estão estreitamente unidos. Ambos se referem à
“grande Babilônia” (17.5; 18.2). No capítulo 17, a Babilônia é retratada como uma
prostituta, vestida de maneira luxuosa, que se prostitui com os reis da terra (17.2). Essa
mesma figura persiste nesse capítulo (18.3). Ao longo do capítulo, a Babilônia é tratada
como “ela”. Seu nome bem pode significar “Madame Perversidade”. (Comentário
Beacon, vol. 10, p. 482).

• A Babilônia dos Caldeus - “E babilônia, o ornamento dos reinos, a glória e a


soberba dos caldeus, será como Sodoma e Gomorra, quando Deus as transtornou.
20 Nunca mais será habitada, nem nela morará alguém de geração em geração;
nem o árabe armará ali a sua tenda, nem tampouco os pastores ali farão deitar os
seus rebanhos. 21 Mas as feras do deserto repousarão ali, e as suas casas se
encherão de horríveis animais; e ali habitarão os avestruzes, e os sátiros pularão
ali. 22 E os animais selvagens das ilhas uivarão em suas casas vazias, como
também os chacais nos seus palácios de prazer; pois bem perto já vem chegando
o seu tempo, e os seus dias não se prolongarão” (Isaías 13:19-22).

E eis agora vem um carro com homens, e um par de cavaleiros. Então respondeu e disse:
Caída é babilônia, caída é! E todas as imagens de escultura dos seus deuses quebraram-
se no chão. (Isaías 21:9).

No capítulo 18, o sistema comercial da Babilônia é destruído; no 19, ao final da grande


tribulação, o sistema político também será derrubado e julgado por Deus.

• Sai dela, povo meu (v.4) – O sentido espiritual é evidente – só escapará da


condenação quem sair da babilônia. Não à toa somos (povo de Deus) chamados
de igreja (eklesia = chamados (no sentido de dentro) para fora).
“Saí de babilônia, fugi de entre os caldeus. E anunciai com voz de júbilo, fazei ouvir isso,
e levai-o até ao fim da terra; dizei: O SENHOR remiu a seu servo Jacó” (Isaías 48:20).
“Fugi do meio de babilônia, e saí da terra dos caldeus, e sede como os bodes diante do
rebanho” (Jeremias 50:8).
“Fugi do meio de babilônia, e livrai cada um a sua alma, e não vos destruais na sua
maldade; porque este é o tempo da vingança do SENHOR; que lhe dará a sua
recompensa” (Jeremias 51:6).
Devemos sair para não sermos contaminados com seus pecados, não sendo assim
castigados com suas pragas.
• Assentada como rainha (v.7) – Babilônia estará nessa condição de esplendor
(rainha), sustento (não sou viúva) e alegria (não verei o pranto). Por essa condição
de estabilidade, ela se glorificou e esteve em delícias (gr. streniao = luxúria,
devassidão). O seu castigo será proporcional ao seu pecado.

“Agora, pois, ouve isto, tu que és dada a prazeres, que habitas tão segura, que dizes no
teu coração: Eu o sou, e fora de mim não há outra; não ficarei viúva, nem conhecerei a
perda de filhos. 9 Porém ambas estas coisas virão sobre ti num momento, no mesmo dia,
perda de filhos e viuvez; em toda a sua plenitude virão sobre ti, por causa da multidão das
tuas feitiçarias, e da grande abundância dos teus muitos encantamentos. 10 Porque
confiaste na tua maldade e disseste: Ninguém me pode ver; a tua sabedoria e o teu
conhecimento, isso te fez desviar, e disseste no teu coração: Eu sou, e fora de mim não
há outra. 11 Portanto sobre ti virá o mal, sem que saibas a sua origem, e tal destruição
cairá sobre ti, sem que a possas evitar; e virá sobre ti de repente desolação que não
poderás conhecer” (Isaías 47:8-11).

• O juízo de Deus (v.8) - “Portanto, num dia virão as suas pragas, a morte, e o
pranto, e a fome; e será queimada no fogo; porque é forte o Senhor Deus que a
julga” (Apocalipse 18:8).

Crise econômica – o cenário descrito em Apocalipse 18:9-19

“E os reis da terra, que fornicaram com ela, e viveram em delícias, a chorarão, e sobre
ela prantearão, quando virem a fumaça do seu incêndio;
10 Estando de longe pelo temor do seu tormento, dizendo: Ai! ai daquela grande cidade
de Babilônia, aquela forte cidade! pois em uma hora veio o seu juízo.
11 E sobre ela choram e lamentam os mercadores da terra; porque ninguém mais
compra as suas mercadorias:
12 Mercadorias de ouro, e de prata, e de pedras preciosas, e de pérolas, e de linho fino,
e de púrpura, e de seda, e de escarlata; e toda a madeira odorífera, e todo o vaso de
marfim, e todo o vaso de madeira preciosíssima, de bronze e de ferro, e de mármore;
13 E canela, e perfume, e mirra, e incenso, e vinho, e azeite, e flor de farinha, e trigo, e
gado, e ovelhas; e cavalos, e carros, e corpos e almas de homens.
14 E o fruto do desejo da tua alma foi-se de ti; e todas as coisas gostosas e excelentes
se foram de ti, e não mais as acharás.
15 Os mercadores destas coisas, que dela se enriqueceram, estarão de longe, pelo
temor do seu tormento, chorando e lamentando,
16 E dizendo: Ai, ai daquela grande cidade! que estava vestida de linho fino, de púrpura,
de escarlata; e adornada com ouro e pedras preciosas e pérolas! porque numa hora
foram assoladas tantas riquezas.
17 E todo piloto, e todo o que navega em naus, e todo marinheiro, e todos os que
negociam no mar se puseram de longe;
18 E, vendo a fumaça do seu incêndio, clamaram, dizendo: Que cidade é semelhante a
esta grande cidade?
19 E lançaram pó sobre as suas cabeças, e clamaram, chorando, e lamentando, e
dizendo: Ai, ai daquela grande cidade! na qual todos os que tinham naus no mar se
enriqueceram em razão da sua opulência; porque numa hora foi assolada”.

• Júbilo nos céus (v.20) – Todo o reino celestial (céu) e todo o povo de Deus,
inclusive os mártires (santos apóstolos e profetas). O versículo 24 fala desses
mártires, cujo sangue foi achado. Aqui mais um indício claro que Babilônia se
refere a todo o sistema mundano liderado pelo anticristo, cujo espírito já está no
mundo (1 João 4:3).

A pedra de mó (Apocalipse 18:21-23)


E um forte anjo levantou uma pedra como uma grande mó, e lançou-a no mar, dizendo:
Com igual ímpeto será lançada babilônia, aquela grande cidade, e não será jamais
achada.
22 E em ti não se ouvirá mais a voz de harpistas, e de músicos, e de flautistas, e de
trombeteiros, e nenhum artífice de arte alguma se achará mais em ti; e ruído de mó em ti
não se ouvirá mais;
23 E luz de candeia não mais luzirá em ti, e voz de esposo e de esposa não mais em ti
se ouvirá; porque os teus mercadores eram os grandes da terra; porque todas as nações
foram enganadas pelas tuas feitiçarias.

• O livro de Jeremias - “Escreveu, pois, Jeremias num livro todo o mal que havia de
vir sobre babilônia, a saber, todas estas palavras que estavam escritas contra
babilônia. 61 E disse Jeremias a Seraías: Quando chegares a babilônia, verás e
lerás todas estas palavras. 62 E dirás: Senhor, tu falaste contra este lugar, que o
havias de desarraigar, até não ficar nele morador algum, nem homem nem animal,
e que se tornaria em perpétua desolação. 63 E será que, acabando tu de ler este
livro, atar-lhe-ás uma pedra e lançá-lo-ás no meio do Eufrates. 64 E dirás: Assim
será afundada babilônia, e não se levantará, por causa do mal que eu hei de trazer
sobre ela; e eles se cansarão. Até aqui são as palavras de Jeremias” (Jeremias
51:60-64).

Fugí da Babilônia, fugí da destruição!

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