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Educação Sexual nas Escolas: Projeto 2022

O projeto de intervenção da Universidade Anhembi Morumbi visa promover a educação sexual entre alunos do curso de pedagogia, abordando a importância do tema nas escolas e como os pais podem participar. A metodologia inclui oficinas dinâmicas e palestras, com foco em esclarecer conceitos sobre sexualidade, direitos LGBTQIA+, e prevenção de abusos. O projeto busca desmistificar tabus e preconceitos, promovendo uma discussão saudável e informativa sobre sexualidade e saúde reprodutiva.

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Educação Sexual nas Escolas: Projeto 2022

O projeto de intervenção da Universidade Anhembi Morumbi visa promover a educação sexual entre alunos do curso de pedagogia, abordando a importância do tema nas escolas e como os pais podem participar. A metodologia inclui oficinas dinâmicas e palestras, com foco em esclarecer conceitos sobre sexualidade, direitos LGBTQIA+, e prevenção de abusos. O projeto busca desmistificar tabus e preconceitos, promovendo uma discussão saudável e informativa sobre sexualidade e saúde reprodutiva.

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PROJETO DE INTERVENÇÃO

2022

EDUCAÇÃO SEXUAL
UNIVERSIDADE ANHEMBI MORUMBI

MAYSA GOMES BARBOSA RA: 125111373974


MICHELLE NICOLLIER MORAES RA: 125111374919
SOFIA SOARES LOPES RA 125111350953

São Paulo, 2022.


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SUMÁRIO

1. INTRODUÇÃO / PRÉ-ANÁLISE
1.2. PROBLEMA
1.3. JUSTIFICATIVA
4. OBJETIVOS
5. EMBASAMENTO TEÓRICO
6. METODOLOGIA
7. PROCEDIMENTOS
8. CRONOGRAMA
9. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
10. APÊNDICE
3

1. INTRODUÇÃO / PRÉ-ANÁLISE
Observando o presente cenário na Universidade Anhembi Morumbi, a intervenção
do projeto é voltada para os alunos do curso de pedagogia, com foco na educação
sexual que é tema de debates diários.
A educação sexual é o nome dado ao processo de educar, ou seja, esclarecer
pessoas a respeito da responsabilidade de cada indivíduo quando estes decidem
realizar algum ato com o próprio corpo.
Mesmo que vivendo em um século tão evoluído, o tema ainda envolve mitos, tabus,
comportamentos discriminatórios e constrangimentos para pais e professores.
Com o objetivo de conscientização, o grupo realizará apresentações para os alunos
de pedagogia para enfatizar a importância da educação sexual nas escolas,
trazendo como abordar esse tema na instituição e como os pais também podem
participar ativamente do assunto.
1.2. PROBLEMA

Como trabalhar o tema e a importância da educação sexual nas escolas em


meio aos pré-conceitos estruturais da sociedade atual.

1.3. JUSTIFICATIVA
Essa intervenção justifica-se pela necessidade da educação sexual ser um
tema tratado com naturalidade dentro do currículo escolar.

4. OBJETIVOS
Fornecer suporte teórico do ponto de vista da psicologia, sobre sexualidade e
comportamento humano aos alunos do curso de pedagogia.

5. EMBASAMENTO TEÓRICO

A educação é uma questão debatida mundialmente e apesar de se diferenciar


conforme a cultura, há um consenso global sobre o papel relevante que ela ocupa no
4

desenvolvimento das sociedades.

A escola deve assumir-se como um espaço de vivência e de discussão dos


referenciais éticos, não uma instância normativa e normatizadora, mas um local
social privilegiado de construção dos significados éticos necessários e constitutivos
de toda e qualquer ação de cidadania, promovendo discussões sobre a dignidade do
ser humano, igualdade de direitos, recusa categórica de formas de discriminação,
importância da solidariedade e observância das leis. (BRASIL, 1998).

Na década de 80, o assunto de educação sexual começou a se tornar alvo


das preocupações dos educadores devido aos numerosos casos de gravidezes
indesejadas e em relação ao vírus HIV (AIDS).

Segundo Furnaletto et. al (2018), em 1996, a Lei de Diretrizes e Bases da


Educação Nacional (LDB) foi aprovada e deu origem em 1998 aos Parâmetros
Curriculares Nacionais (PCN), que visavam orientar as escolas a reformularem a
proposta pedagógica, de acordo com o sistema educacional brasileiro. Contudo,
duas décadas após a criação desse documento, a população começou a questionar
a sua eficiência, uma vez que pesquisas sobre comportamentos sexuais de
adolescentes revelaram que esse público tem colocado sua saúde em risco
(ESPADA; MORALES; ORGILÉS, 2014; GONZÁLEZ et al., 2010; OLIVEIRA; BÉRIA;
SCHERMANN, 2014). Por exemplo, estima-se que a iniciação sexual precoce, com
idade próxima aos 15 anos, está associada ao menor uso de preservativo, aumento
da frequência de relações sexuais, número de parceiros e, consequentemente, à
maior vulnerabilidade às doenças sexualmente transmissíveis e gestações não
planejadas (ESPADA; MORALES; ORGILÉS, 2014; GONZÁLEZ et al., 2010;
TEIXEIRA et al., 2006).

Além dos dados apresentados, também deve-se considerar os


comportamentos discriminatórios de discentes e profissionais da educação diante de
manifestações naturais da puberdade em relação a gênero e sexualidade de alunos
dentro da instituição de ensino.
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6. METODOLOGIA

A educação sexual nas escolas deve fornecer informações não apenas sobre
métodos contraceptivos e planejamento familiar, mas também sobre infecções
sexualmente transmissíveis, direitos LGBTQIA+, deve também fornecer informações
sobre violências e gravidez não planejada, a fim de prevenir esses casos.
Segundo Diaz (2020), práticas pedagógicas relacionadas ao tema devem
fazer parte de um projeto permanente e interdisciplinar, com educadores
capacitados, tendo por base evidências científicas, e incluindo as questões de
diversidade, direitos sexuais reprodutivos e igualdade de gênero. Esses são os
fatores que diferenciam a educação sexual que ocorre na escola da que ocorre em
casa.
Diaz (2020) ainda afirma que o ideal é preferir metodologias ativas para a
realização desses projetos na escola, assim como escuta ativa.
Diante do exposto, o presente estudo por se tratar de um projeto de
intervenção em um ambiente social e de educação, aderiu a metodologia de
Oficinas em Dinâmica de Grupo, da autora Maria Lúcia Afonso, que trata-se de um
método de intervenção psicossocial. Afonso (2006, p.9) afirma que:
“A oficina coloca-se como: trabalho estruturado com grupos,
independentemente do números de encontros, sendo focalizado em uma
questão central que o grupo se propõe a elaborar em um contexto
social.”

Com isso, o objetivo desse projeto é realizar oficinas para tratar do tema de
educação sexual na prática, realizando algumas atividades que possam ser
inseridas na sala de aula sobre o assunto, sugerindo dinâmicas e reflexões sobre as
questões pertinentes na sociedade atual. Foi escolhida a metodologia de oficinas por
ser uma prática que permite maior interação entre os participantes e a construção
coletiva do conhecimento, contando com um ou mais facilitadores como propulsores
das discussões e debates que, nesse contexto, é uma característica relevante.
Outro ponto importante de foco no projeto é promover um debate de como a
escola deverá também trabalhar, de forma ética, com a intersetorialidade, de forma a
ter uma comunicação estreita e assertiva com os pais acerca do projeto realizado na
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escola e informando sobre a importância do mesmo. É preciso que se construa uma


relação de confiança com as famílias, para que facilite a comunicação e explicação
da importância de se trabalhar esse tema na escola, ressaltando a prevenção de
gravidez na adolescência, adoção de hábitos saudáveis, uso adequado de métodos
contraceptivos, cuidados com corpo e higiene pessoal.

7. PROCEDIMENTOS
Será realizada uma palestra sobre educação sexual para alunos do curso de
Pedagogia da Universidade Anhembi Morumbi, contendo atividades para serem
usadas em contexto escolar para trabalhar o tema de educação sexual com crianças
e adolescentes. Os temas abordados serão:
O QUE É EDUCAÇÃO SEXUAL?
A educação sexual propõe um espaço para esclarecimentos de dúvidas,
debates e explicação sobre conceitos, a fim de promover consciência sobre o corpo
e sobre questões de gênero e sexualidade, possibilitar reflexões e debates que
assegurem a construção da autonomia dos sujeitos, a capacidade de discernimento
e escolha quanto ao exercício de sua própria sexualidade, assuntos que são
bastante presentes nesse período da vida.
QUAL A IMPORTÂNCIA DA EDUCAÇÃO SEXUAL NAS ESCOLAS?
É importante que a escola garanta conhecimento científico de forma
interdisciplinar aos alunos para que possam lidar com a sua sexualidade de maneira
segura, saudável, sem preconceito e tabu.
Além de promover debates que favoreçam a formação de opiniões e análises
críticas nos alunos sobre o tema, a educação sexual se faz relevante também no
âmbito de prevenção contra abusos e pedofilia, garantindo que a criança tenha a
informação e saiba sobre os conceitos de privacidade. Muitos dos casos de abusos
contra crianças e adolescentes acontecem no contexto doméstico, o que reforça
ainda mais a importância da educação sexual nas escolas, que deverá orientar os
alunos para que saibam se proteger e saibam os lugares seguros de denúncias.
Esse tema não precisa ser tratado em uma disciplina específica, podendo ser
abordado em diversas matérias. Vale lembrar que a linguagem usada tem de ser
adequada para cada público, com atividades e discursos que respeitem a faixa etária
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de cada grupo de alunos.


COMO PLANEJAR UM PROJETO?
Como citado anteriormente, é importante a escola adequar sua linguagem de acordo
com a faixa etária de seu público. Sendo assim, é interessante pensar em conteúdos
teóricos, atividades lúdicas, contação de histórias, rodas de conversa, jogos
educativos, oficinas, palestras e mais.
De acordo com o projeto de intervenção de Maia et al (2012), é pertinente separar
esse projeto em temas:
Tema 1: Identidade grupal e levantamento de expectativas - apresentação do tema,
estabelecimento de vínculo entre os participantes e levantamento de dúvidas
Tema 2: Regras de convívio grupal - Construção coletiva de regras para o trabalho
em grupo (Serrão & Baleeiro, 1999) visando o respeito na expressão de
sentimentos, opiniões e dúvidas que o tema da sexualidade pode desencadear.
Tema 3: Conceito de sexualidade ampla - Esclarecimento sobre a diferença entre
sexo e sexualidade para que o jovem não reduza o termo sexualidade à ato sexual,
tendo a compreensão abrangente e social do tema central da intervenção
(sexualidade).
Tema 4: Conceito de adolescência - Discussão da adolescência como um fenômeno
histórico cultural, na compreensão de que ela foi criada pelo próprio homem dentro
de um determinado contexto cultural de acordo com as necessidades que foram
surgindo ao longo da história (Mascagna, 2009), em contraposição à ideia de
puberdade, entendida como um fenômeno biológico e universal.
Tema 5: Fisiologia e Saúde - Esclarecimento sobre o funcionamento fisiológico do
corpo humano feminino e masculino; realização de uma atividade de sinônimos de
palavras (pênis, vulva, masturbação, orgasmo e relação sexual), para conhecer o
vocabulário dos alunos e oferecer os nomes corretos (Figueiró, 2006).
Tema 6: Saúde sexual e reprodutiva - Esclarecimento sobre menstruação, métodos
contraceptivos, gestação e gravidez. Além disso, esclareceu-se sobre as doenças
sexualmente transmissíveis e a prevenção ao contágio de HIV/Aids problematizando
as situações de risco com o uso de histórias projetivas.
Tema 7: Iniciação sexual - Reflexão sobre a responsabilidade do início da vida
sexual que deve ocorrer de modo autônomo e consciente.
Tema 8: Gravidez na adolescência - Discussão da gravidez na adolescência visando
8

preparar os jovens para a vida sexual responsável e preventiva e a autonomia de


escolhas e consequências.
Tema 9: Violência Sexual: o abuso sexual - Esclarecimento sobre o conceito de
abuso sexual e situações de violência.
Tema 10: Padrões de beleza e atitudes de discriminação - Discussão sobre padrões
beleza em diferentes culturas, refletindo sobre padrões de corpo e estética em
diferentes períodos da história (Gregersen, 1983). Reflexão sobre a exigência atual
de um padrão de beleza cultuado socialmente que pode causar discriminação social.
Tema 11: Gênero e Diversidade Sexual - Reflexão sobre os valores culturais pré
estabelecidos de meninos e meninas na sociedade. Discussão do gênero como uma
categoria construída socialmente; apontamentos sobre a educação sexista desde a
terna infância (Souza, 2006). Sensibilização sobre a homossexualidade, procurando
ressaltar os padrões vigentes de heteronormatividade (Louro, 1998).

ATIVIDADE
1- MITO OU VERDADE
Refletir sobre mitos e verdades relacionados à sexualidade.
Explicar aos alunos que o jogo ajudará a esclarecer os mitos e verdades
relacionados à anatomia, fisiologia, contraceptivos e infecções sexualmente
transmissíveis (IST). Esclareça que, embora a sexualidade esteja em constante
presença na sociedade (rádio, televisão, revistas, filmes, músicas), nem sempre a
informação é transmitida da forma correta, transformando um mito em uma
realidade.
Separe os alunos em dois grupos e peça para que os grupos escrevam frases que já
escutaram em algum momento da vida sobre o tema, independentemente de ser
verdade ou mito. Coloque todos os papéis com as frases no centro da sala viradas
para baixo e embaralhadas. Cada participante pegará uma tira aleatoriamente e lerá
para a turma toda.
O grupo deverá discutir e decidir entre eles se a frase lida em voz alta é mito ou
verdade e explicará para a turma. O grupo adversário pode contestar caso ache a
explicação pouco ou nada convincente.
Depois dos grupos defenderem sua posição, faça a mediação da dinâmica e
esclareça o que é realmente verdade e o que é mito. Discuta como os mitos se
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tornam realidade e como isso pode interferir na vida das pessoas e na sociedade.

BISCOITO DA SEXUALIDADE
Esclarecer conceitos relacionados à identidade de gênero, sexo biológico e
orientação sexual. Desenhe com canetas coloridas o modelo conhecido como
genderbread.

Em seguida peça para que os alunos discutam entre si o que representa cada
desenho visualizado no boneco. Após isso, esclarecer conceitos relacionados à
identidade de gênero, sexo biológico e orientação sexual e dar exemplos na
sociedade.

TIPOS DE OPRESSÃO
O objetivo é reconhecer os tipos de opressão existentes no cotidiano e promover
que esse tipo de conduta não ocorra.
Faça tiras com o papel sulfite e anote vários trechos de músicas contendo falas
polêmicas presentes no cotidiano e na cultura brasileira. Coloque todos esses
trechos num
recipiente e embaralhe. Em seguida, faça uma roda com os alunos e distribua
aleatoriamente os trechos sorteados até não sobrar nenhum dentro do recipiente.
Peça para que os alunos leiam os trechos sortidos que tiraram e inicie uma
discussão.
Peça para que o mesmo aluno que leu a trecho da música, explique o tipo de
opressão e peça para ele sugerir medidas para evitar a questão.
Exemplo: “Me fala a verdade, quantos anos você tem? Eu acho que com a sua
idade já dá pra brincar de fazer neném” ·Canção do grupo Raimundos que retrata
um caso de pedofilia.
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8. CRONOGRAMA

DINÂMICA CURSO DATA

Palestra Educação Psicologia e Pedagogia 21/10/2022


Sexual 08/11/2022

Fato ou Fake Psicologia e Pedagogia 21/10/2022


08/11/2022

Biscoito da Sexualidade Psicologia e Pedagogia 21/10/2022


08/11/2022

9. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

BRASIL. Anuário Brasileiro de Segurança Pública: Os dados estão aqui, para quem
quiser ver. Disponível em:
<[Link]
[Link]> Acesso em 11 de
outubro de 2022.

BRASIL. Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos: Crianças e


adolescentes são 79% das vítimas em denúncias de estupro registradas no Disque
100. 2022. Disponível em:
<[Link]
-sao-79-das-vitimas-em-denuncias-de-estupro-registradas-no-disque-100#:~:text=A
%20Ouvidoria%20Nacional%20de%20Direitos,%E2%80%94%20quase%2079%25%
20das%20den%C3%BAncias> Acesso em 11 de outubro de 2022.

BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros curriculares nacionais:


Orientação Sexual. – Brasília: MEC/SEF, 1998. Disponível em:
[Link] Acesso em 14 de
11

outubro de 2022.

BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros curriculares nacionais:


terceiro e quarto ciclos do ensino fundamental: introdução aos parâmetros
curriculares nacionais / Secretaria de Educação Fundamental. – Brasília: MEC/SEF,
1998. Disponível em: <[Link]
Acesso em 11 de outubro de 2022.

CENTRO DE REFERÊNCIA EM EDUCAÇÃO INTEGRAL: Como planejar um projeto


de educação sexual na escola. Disponível em:
<[Link]
o-sexual-na-escola/> Acesso em 11 de outubro de 2022.

CHILDHOOD: Educação sexual para a prevenção do abuso sexual de crianças e


adolescentes: Como falar sobre sexualidade e prevenção do abuso sexual com
crianças e adolescentes de acordo com cada faixa etária. Disponível em:
<[Link]
de-criancas-e-adolescentes?gclid=CjwKCAjwkaSaBhA4EiwALBgQaJ1rxOkfLsez-gb
g8aEm1dbXvKtyamUEdaxHSzYIEfHYjesUBPPeyxoCGuQQAvD_BwE> Acesso em
11 de outubro de 2022.

DIAS, N. Carolina; FONTANA, T. Rosane: Educação Sexual. Santo Ângelo - Brasil


EdiURI 2020. Disponível em: <[Link]
Acesso em 14 de outubro de 2022.

DINIS, Nilson. LUZ, A. Araci: Educação sexual na perspectiva histórico-cultural.


Educar; Curitiba; , n. 30, p. 77-87, 2007. Editora UFPR. Disponível em:
<[Link]
Acesso em: 11 de outubro de 2022.

FURNALETTO, F. Milene: Educação sexual em escolas brasileiras: revisão


sistemática da literatura. Disponível em:
<[Link]
Acesso em 11 de outubro de 2022.

REPROLATINA, Educação integral em sexualidade: um guia para sua realização.


Disponível em:
<[Link]
so em 11 de outubro de 2022.

ROSEMBERG, Fúlvia: Educação Sexual na escola, 1985. Disponível em:


<[Link] Acesso em 11 de outubro
de 2022.

10. APÊNDICE
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