Programa de Gestão de Riscos Ocupacionais
Programa de Gestão de Riscos Ocupacionais
1
RAZÃO
Nome da Empresa aqui
SOCIAL:
CNPJ: 00.000.000/0001-00
RAMO DE
CNAE:
ATIVIDADE:
TOTAL DE
EMPREGADOS
1. Identificação do PGR
NOME:
CNPJ:
RESPONSÁVEL
TÉCNICO PELA
TELEFONE:
ELABORAÇÃO
E-MAIL:
2
1.1 Tabela de Controle de Revisões
2. Introdução
Este documento apresenta o Registro Abrangente de Riscos associados às atividades realizadas dentro da
organização, englobando todas as categorias de riscos relacionados à segurança e saúde dos trabalhadores.
Ele representa um dos documentos essenciais do Programa de Gestão de Riscos, focalizando o
reconhecimento e avaliação de riscos ligados a agentes físicos, químicos, biológicos, ergonômicos, acidentais
ou mecânicos.
Este documento está em conformidade com os requisitos da Norma Regulamentadora 09, especificamente no
que se refere ao reconhecimento e avaliação de riscos associados a agentes químicos, físicos e biológicos.
Além disso, atende às diretrizes da Norma Regulamentadora 17, que aborda a ergonomia, ao apontar situações
que exigem análises ergonômicas suplementares.
Os dados contidos neste documento servem como base para a elaboração do Plano de Ação Anual de
Segurança e Saúde do Trabalho. Este plano engloba medidas de controle a serem mantidas, inovadoras ou
melhoradas, bem como atividades de monitoramento das exposições. Os riscos identificados para cada grupo
de trabalhadores expostos contribuirão para a criação ou revisão do Programa de Controle Médico de Saúde
Ocupacional (PCMSO) em conformidade com a Norma Regulamentadora 7.
3
O Gerenciamento de Riscos Ocupacionais (GRO) representa o ponto de conexão central para todos os
documentos relacionados à segurança e saúde no trabalho da organização.
O objetivo principal do GRO é estabelecer um processo contínuo que compreenda a identificação, avaliação,
tratamento e monitoramento dos riscos presentes nos ambientes de trabalho, o que é realizado por meio do
Programa de Gestão de Riscos (PGR). Esse processo pode ser gerenciado de forma eficaz por meio do ciclo
PDCA, uma ferramenta amplamente empregada para controlar processos, concentrando-se na resolução de
problemas, sendo igualmente aplicável aos processos do Sistema de Gestão de Segurança e Saúde no
Trabalho (SGSST).
Resumidamente, o Ciclo PDCA foi integrado ao Inventário de Riscos juntamente com o Plano de Ação.
4. Objetivos
4
Identifique expõe todas as condições perigosas e agentes agressivos, abrangendo elementos químicos, físicos,
biológicos e outros fatores estressantes que representam cargas de trabalho significativas, tanto fisicamente
quanto mentalmente.
Descubra a intensidade e a variação temporal das exposições para todos os trabalhadores, incluindo
funcionários próprios e contratados envolvidos em atividades dentro dos limites da organização.
Avaliar os riscos potenciais à segurança e saúde de todos os trabalhadores.
Priorizar e recomendar ações para controlar as exposições que apresentam riscos considerados inaceitáveis e
intoleráveis.
Registrar as avaliações ambientais realizadas na empresa.
Comunicar os resultados do processo de identificação de perigos e avaliação de riscos a todos os
trabalhadores envolvidos.
Manter um registro histórico das exposições para todos os trabalhadores, permitindo a análise e gestão de
possíveis problemas de saúde no futuro, com base em informações reais de exposição.
Este Programa de Gerenciamento de Riscos, por meio de seu Inventário de Riscos Ocupacionais, tem os
seguintes objetivos:
Identificar e descrever os riscos ocupacionais existentes na organização, abrangendo seus diversos setores,
com o propósito de aprimorar a segurança e a saúde dos trabalhadores.
O processo começa com a caracterização fundamental de cada unidade, incluindo processos de trabalho,
ambientes, força de trabalho e agentes ambientais e estressantes. Estes agentes englobam:
Fatores Físicos, como ruídos, vibrações, temperaturas extremas, orientações anormais, radiações ionizantes,
radiações não ionizantes e umidade, entre outros.
Agentes Químicos, como névoas, névoas, poeiras, fumos, gases e vapores, entre outros.
Agentes Biológicos, como bactérias, fungos, protozoários e vírus, entre outros.
Agentes Acidentes, que podem gerar acidentes, como arranjos físicos deficientes, máquinas e equipamentos
desprotegidos, ferramentas prejudiciais ou defeituosas, eletricidade, incêndio ou explosão, presença de animais
peçonhentos, armazenamento inadequado, entre outros.
Fatores Ergonômicos, que afetam o bem-estar dos indivíduos, incluindo aspectos físicos, mentais e
organizacionais, como levantamento de peso, ritmo de trabalho excessivo, monotonia, repetição de tarefas e
posturas envolventes.
5.1 Definições:
Dano: Consequência de um perigo em termos de lesões, doenças ou uma combinação de ambos.
Perigo: Fonte, situação ou ação com potencial para causar danos humanos, envolvendo lesões ou doenças, ou
uma combinação de ambos.
5
Identificação de Perigos: O processo de reconhecimento de que um perigo existe e a definição de suas
características.
Risco: A combinação da probabilidade de ocorrência de um evento perigoso ou exposição com a gravidade da
lesão ou doença que pode ser causada por esse evento ou exposição.
Avaliação de Riscos: O processo de avaliar o risco resultante de um perigo, considerando a eficácia de
quaisquer controles existentes e decidindo se o risco é ou não aceitável.
Risco Aceitável: Um risco que foi reduzido a um nível que uma empresa pode tolerar, levando em
consideração suas obrigações legais e política de Segurança e Saúde no Trabalho (SST).
Estimativa de Risco: O processo de determinar a probabilidade e as consequências de um perigo.
Nível de Ação: Um valor a partir de quais medidas preventivas devem ser tomadas para minimizar a
probabilidade de que as exposições aos agentes ambientais ultrapassem os limites de tolerância. Por exemplo,
para Agentes Químicos, 50% do Limite de Tolerância (LT), no caso do Ruído, uma dose de 0,5.
Limite de Tolerância (LT): Uma concentração ou intensidade máxima ou mínima relacionada à natureza e à
duração da exposição ao agente, que não causará danos à saúde do trabalhador durante sua vida laboral.
Valor Teto: Uma concentração que não pode ser excedida a qualquer momento durante a exposição do
trabalhador.
Incidente: Um evento ocorrido durante ou como resultado do trabalho que pode resultar em lesões ou
problemas de saúde.
Acidente: Um incidente que resulta em lesões ou problemas de saúde.
Fatores/Influência Humana: Refere-se a questões ambientais, organizacionais e de trabalho, bem como às
características humanas individuais que influenciam o comportamento no trabalho, afetando a saúde e a
segurança do trabalhador.
Severidade/Consequências: Expressa o potencial de danos à saúde e segurança, não se limitando apenas
aos danos diretos e visíveis, mas também levando em consideração fatores não diretamente mensuráveis.
Frequência/Probabilidade: Probabilidade de ocorrência de um evento com dano, com base em registros
históricos de acidentes/doenças ocupacionais e na eficácia dos controles existentes.
Controle: Instalações, equipamentos, instrumentos ou procedimentos destinados a controlar perigos, incluindo
Equipamentos de Proteção Individual (EPIs), Equipamentos de Proteção Coletiva (EPCs), instrumentos,
sistemas de segurança, procedimentos, entre outros.
Emergência: Situações não planejadas que possam resultar em danos reais à integridade das pessoas, meio
ambiente e patrimônio.
Profissional Habilitado: Um profissional atualizado previamente e registrado no conselho de classe
competente.
Legislação Aplicável: Requisitos ou normas legais relacionadas à Segurança e Saúde no Trabalho, que se
aplicam aos perigos e riscos ocupacionais da empresa.
SST: Sigla para Segurança e Saúde no Trabalho.
PAR: Sigla para Perda Auditiva Induzida pelo Ruído.
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Outros Requisitos: Obrigações da organização decorrentes de acordos com órgãos públicos e outras partes
interessadas, formalmente condicionantes, ou da menção de normas técnicas na legislação.
Com base nas normas ISO 14001, OHSAS 18001, BS 8800 e AS/NZS 4360, o modelo proposto desenvolvido
resume o processo de identificação, análise, avaliação e controle de riscos. Esse processo é ilustrado na figura
a seguir, a fim de fornecer orientação ao gestor da organização na criação e implementação do PROGRAMA
DE GERENCIAMENTO DE RISCOS.
A metodologia para a elaboração deste documento foi concebida pela equipe de Segurança do Trabalho,
colaborando com o Responsável pelas diversas áreas e pela organização como um todo. Além disso, a
participação de um representante dos trabalhadores é essencial durante a elaboração do “Inventário de Riscos
e Perigos”. Qualquer revisão subsequente ao Inventário de Riscos deverá ser conduzida com o apoio da equipe
de Segurança do Trabalho.
7
6.2 Aplicação
O processo deverá ser implementado a partir de “situações”, aplicando-se uma metodologia definida para
identificação dos perigos e gerenciamento dos riscos ocupacionais, sempre levando em consideração as
oportunidades em relação ao seu escopo, natureza e cronograma, para garantir que eles sejam proativos ao
invés de reativos e sejam utilizados de forma sistemática, dentro de cada setor/área, avaliando-se
sistematicamente a necessidade de revisão do inventário de riscos e perigos, quando:
a) Antes do início do funcionamento do estabelecimento;
b) Nas atividades existentes;
c) Quando houver qualquer alteração nos processos, atividades, avaliação da tolerabilidade e/ou exigência do
sistema;
d) Se houver ocorrência de acidente(s) ou doença(s), e para (em) detectado(s) novo(s) perigo(s), risco(s),
deficiência ou ausência de controles associados ao evento;
e) Nas mudanças nas instalações, na implementação de novos projetos, nas áreas, máquinas e ou
equipamentos.
f) Nas ampliações de área e/ou de equipamentos na empresa, desde a fase de projeto/planejamento até a
operação do objeto de ampliação;
g) Alterações sérias de processos/atividades, garantindo a atualização das informações do levantamento inicial;
h) Nas novas instalações ou processos de produção.
A identificação, avaliação e gerenciamento de perigos e riscos são prolongados em fases e as
responsabilidades estão definidas no quadro abaixo:
Fase 01 (área de SST, com participação representativa dos trabalhadores) - Identificação dos Perigos, Riscos e
Danos relacionados com cada processo/atividade de trabalho, classificação da magnitude do risco e
identificação das medidas de controle dos riscos.
Fase 02 (área de SST) - Análise e determinação do grau de risco em função da combinação da influência
humana, da probabilidade/ frequência de ocorrência e da consequência/ gravidade de um determinado evento
perigoso.
Fase 03 (área de SST) - Especificação do método de medição e monitoramento das medidas de controle dos
riscos e determinação das medidas para controle dos riscos com grau de risco moderado e ou significativo.
Fase 04 (profissional habilitado em SST) - Coordenação das atividades de identificação dos perigos/riscos,
análise e determinação do grau de risco e a previsão do método de medição e monitoramento.
Fase 05 (área de SST/gestor dos processos) - Aprovação da Planilha de identificação e perigos/riscos dos
processos/atividade das áreas.
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Rotineiras (R): Consulte as atividades realizadas diariamente em setores e áreas, tanto de natureza
operacional quanto administrativa.
Não rotineiras (NR): Envolve atividades realizadas fora da rotina, como paradas, partidas, manutenções
programadas em unidades ou áreas com intervenções diferentes das realizadas rotineiramente, testes, entre
outras.
Emergenciais (E): Engloba situações não planejadas com o potencial de causar danos associados a eventos
de risco.
Observação: Os possíveis perigos geralmente surgem de situações emergenciais e acidentes de trabalho.
Além dos riscos à segurança, eles também têm o potencial de afetar a saúde dos colaboradores e contratados.
A identificação de perigos deve ser realizada de forma individualizada para cada atividade. O processo de
identificação de perigos deve ser proativo e contínuo, considerando, mas não se limitando a:
a) Como o trabalho é organizado, incluindo fatores sociais, como carga de trabalho, horários, vitimização,
assédio e cultura organizacional;
c) Incidentes anteriores relevantes, tanto internos como externos à organização, incluindo emergências e suas
causas;
e) Pessoas, abrangendo aquelas com acesso ao local de trabalho, como trabalhadores contratados e visitantes,
bem como as pessoas nas proximidades do local de trabalho que possam ser afetadas pelas atividades da
organização;
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Observação: Um mesmo perigo pode resultar em vários riscos, que podem ser classificados em diferentes
níveis e podem exigir abordagens distintas. A natureza do risco pode ser categorizada em uma das seguintes
categorias: Físico, Químico, Biológico, Mecânico/Acidente, Ergonômico, Psicossocial, Perigosos e Outros
fatores de risco.
Para cada potencial perigo, é fundamental realizar uma identificação dos riscos, bem como estratificá-los para
uma compreensão mais aprofundada, visando sensibilizar os usuários.
A avaliação das exposições ocupacionais aos agentes físicos, químicos e biológicos, quando necessário, deve
ser conduzida de acordo com os requisitos da NR 09. Isso inclui a análise das medidas de prevenção e controle
dos riscos. Em caso de necessidade, outras medidas de prevenção diretas podem ser consideradas
posteriormente.
Ao avaliar a exposição dos colaboradores, é importante levar em consideração o Nível de Exposição (NE) e o
Limite de Tolerância (LT) conforme estabelecido pelas normas regulamentadoras e seus anexos. Na ausência
de limites de tolerância nas normas nacionais, os valores estabelecidos pela American Conference of
Governmental Industrial Hygienists (ACGIH) devem ser usados como referência para a adoção de medidas de
prevenção.
A identificação da origem do risco deve levar em consideração a sua fonte e as circunstâncias que podem ser
classificadas das seguintes maneiras:
Riscos Internos: São aqueles inerentes aos projetos das áreas de trabalho, processos, instalações,
maquinário/equipamentos, procedimentos, operações e organização do trabalho. Isso inclui a adaptação
desses elementos às necessidades e capacidades dos trabalhadores envolvidos, bem como situações que
possam ocorrer nas proximidades do local de trabalho, devido a atividades relacionadas ao trabalho que
estejam sob o controle da organização.
Riscos Externos: São situações que estão além do controle da organização e ocorrem nas imediações do
local de trabalho. Essas situações têm o potencial de causar lesões e problemas de saúde às pessoas que se
encontram no local de trabalho.
Com o objetivo de proporcionar uma caracterização mais precisa do risco em análise e determinar sua
abrangência, todos os riscos identificados devem ser categorizados em uma das seguintes classes:
Funcional (F): Refere-se aos riscos específicos de uma determinada função, nos quais somente a pessoa que
está executando a atividade está exposta ao perigo. Esta categoria deve abranger tanto os trabalhadores em
locais que estejam sob o controle direto da organização quanto em locais que não estejam sob esse controle.
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Posicional (P): Inclui riscos nos quais todas as pessoas que trabalham no processo ou no posto de trabalho
onde a atividade está sendo realizada estão expostas ao perigo.
Geral (G): Engloba riscos que afetam todas as pessoas dentro do setor ou da organização, independentemente
da função ou local de trabalho. Exemplos desse tipo de risco incluem situações como incêndios, explosões,
entre outros. Isso abrange:
a) Pessoas com acesso ao local de trabalho e/ou às atividades, incluindo trabalhadores, contratados, visitantes,
e outras pessoas.
b) Aqueles que estão nas proximidades do local de trabalho e que podem ser afetados pelas atividades da
organização.
Com o intuito de aprimorar a caracterização dos riscos em análise e definir a sua abrangência, a organização
deve adotar medidas de prevenção para eliminar, reduzir ou controlar os riscos em conformidade com as
seguintes circunstâncias:
Quando as exigências estabelecidas nas Normas Regulamentadoras ou dispositivos legais assim
determinarem.
Ao considerar a priorização dos riscos ocupacionais.
Quando existirem evidências de associação, por meio do controle médico da saúde, entre lesões e agravos à
saúde dos trabalhadores e os riscos e condições de trabalho identificados.
Para uma identificação mais eficaz dos meios de prevenção, gerenciamento e controle dos riscos em
Segurança e Saúde Ocupacional (SSO), a organização deve estabelecer, implementar e manter um processo
que siga a seguinte hierarquia de controles:
Eliminação dos perigos: Esta ação envolve a eliminação do processo ou da causa da condição perigosa. Por
exemplo, automatização de processos de trabalho manual ou instalação de sistemas que desativam máquinas
e equipamentos em caso de acesso indevido de pessoas.
Substituição: Substituir a fonte geradora por processos, operações, materiais ou equipamentos menos
perigosos.
Utilização de controles de engenharia e reorganização do trabalho: Estas medidas são incorporadas nos
projetos de máquinas e equipamentos e contribuem para a eliminação ou minimização do risco. Exemplos
incluem sistemas de exaustão em estufas e cabines de pintura, além de linhas de vida instaladas nos telhados,
entre outros. Também inclui dispositivos de segurança que atuam de forma preventiva ou sinalizam
rapidamente para a ação de uma pessoa ou equipe.
Equipamentos de Proteção Coletiva (EPC): Esses equipamentos são dimensionados para prevenir a
ocorrência de eventos que possam afetar a saúde e a segurança dos funcionários. Devem ser capazes de agir
de acordo com as normas técnicas e legislação específica, mantendo-se em condições adequadas de
funcionamento. Exemplos de EPC incluem proteção mecânica, ventilação local, exaustão, biombos, isolamento
acústico, confinamento, mecanismos de operação remota, entre outros.
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Quando a organização comprovar a inviabilidade técnica de adotar medidas de proteção coletiva, ou quando
essas medidas não forem suficientes, estiverem em fase de estudo, planejamento, implantação, ou forem
consideradas complementares ou emergenciais, devem ser implementadas outras medidas, seguindo a
hierarquia a seguir:
Utilização de controles administrativos ou de organização do trabalho, incluindo treinamento: Esses
controles envolvem procedimentos de segurança, instruções e procedimentos integrados. Os treinamentos
aplicados devem ser devidamente comprovados e abordar como o risco é controlado.
Utilização de Equipamentos de Proteção Individual (EPI): Deve ser fornecido o EPI apropriado ao risco,
aprovado pelos órgãos competentes, mantido em boas condições de uso e com treinamento apropriado para os
colaboradores.
Nota: Na ausência ou impossibilidade de implementação de controles, indicar com a frase "Não aplicado".
Fatores/Influência Humana: A análise dos fatores humanos deve levar em consideração o comportamento
das pessoas, como competência, disciplina, temperamento, iniciativa, postura e hábitos. Além disso, o contexto
do trabalhador, como o ambiente de trabalho, o estresse, as tensões e as limitações físicas ou psicológicas,
devem ser avaliados. Também é importante considerar outros fatores que possam influenciar a relação das
pessoas com os riscos de Segurança e Saúde no Trabalho, envolvendo condições subjetivas.
7. Metodologia
O Inventário de Perigos e Riscos é uma ferramenta utilizada para evidenciar a identificação de perigos,
avaliação e gerenciamento dos riscos, por meio das seguintes etapas:
O Inventário de Riscos foi elaborado com base em metodologias de gestão de riscos, incluindo as técnicas de
avaliação de riscos da ISO/IEC 31.010, o Guia para Sistemas de Gestão da Segurança e Saúde no Trabalho da
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BS 8.800 e a estratégia para avaliação da exposição ocupacional conforme a AIHA (American Industrial
Hygiene Association). Essas abordagens e diretrizes fornecem um quadro estruturado para a identificação,
avaliação e gerenciamento de riscos ocupacionais e perigos à saúde no trabalho.
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PROBABILIDADE
I H PERIODICIDA
PERFIL DE EXPOSIÇÃO FATOR DE PROTEÇÃO
N I DE
D P
I Ó TEMPO DE
PROCESSO
C T EXPOSIÇÃO QUANTITATIV MEDIDAS DE
QUALITATIVO PRODUTIV
E E /JORNADA DE O PREVENÇÃO
O
S TRABALHO
E
A
L
1 T
Contato esporádico
A
com o agente em
M
concentrações ou Sistema
E
intensidades enclausurad
N
extremamente o;
T Exposição
baixas.
E média
Presença de Sem Ótimo nível de
I Eventual estimada
quantidades possibilidade controle
M
insignificantes do de contato
P < 1 hora < 10% do LEO
agente durante a com a pele,
R
atividade. ou por
O
Exposição ao perigo inalação
V
ocorre por períodos
Á
breves.
V
E
L
I Sistema
M Contato ocasional enclausurad
P com o agente em o, com
R concentrações pequena
O moderadas ou possibilidade
V contato frequente de
Medidas de
2 Á com concentrações exposição
controle
V ou intensidades Exposição durante
adequadas e
E baixas; média alguma
Mensal suficientes,
L Envolvimento de estimada etapa do
atuais, podem ser
quantidades processo ex:
< = 4 horas mantidas a longo
extremamente >10% e <50% coleta de
prazo.
reduzidas do agente LEO amostra;
< 10% jornada
na atividade - em
miligramas (sólidos) Baixa
ou litros (líquidos); possibilidade
Exposição ao perigo de contato
ocorre por curtos direto com a
períodos. pele e
inalação
14
P Nível de controle
O Contato frequente Sistema apresenta
S com o agente em enclausurad alguma
S concentrações o ou aberto deficiência;
3 Í elevadas ou contato com
V regular com ventilação As medidas de
E concentrações ou automática e controle
L Semanal intensidades barreiras de existentes são
moderadas; controle; adequadas,
< 4 entre < 6 Presença de eficientes e
..
quantidades Possibilidad suficientes, mas
< 50% jornada reduzidas do agente e de contato não há
na atividade - em direto com a evidências de
gramas (sólidos) ou pele e que podem ser
mililitros (líquidos); inalação mantidas a longo
prazo.
P Contato periódico Nível de controle
R com o agente a deficiente;
Sistema
O altíssimas
aberto,
V concentrações ou As medidas de
ventilação
4 Á contato regular a controle
passiva e
V Mais de uma altas concentrações existentes são
Exposição barreiras de
E vez por ou intensidades; adequadas, mas
média proteção;
L semana apresentam
estimada
Significativas problemas
Alta
< 6 entre < 8 quantidades do significativos que
> LEO possibilidade
agente envolvidas implicam em
de contato
>75% jornada na atividade eficiência
direto com a
quilogramas duvidosa e não
pele e
(sólidos) litros há garantias de
inalação
(líquidos); manutenção
adequada.
15
A Contato regular com Exposição Sistema As medidas de
L o agente a média aberto, sem controle são
T Diária altíssimas estimada ventilação inexistentes ou
A concentrações ou contato reconhecidament
5 M 100% da intensidades; >5x direto com a e inadequadas ou
E jornada de LEO pele e insuficientes a
N trabalho Grandes inalação de neutralização do
T quantidades do vapores efeito nocivo do
E agente envolvidas Perigo/agente.
P na atividade;
R
O Toneladas (sólidos)
V metros cúbicos
Á (líquidos);
V
E Probabilidade
L elevada de
ocorrência de
Acidentes/Doenças
ocupacionais;
SEVERIDADE
I H AG AGE MÁQ RIS
N I ENT NTE UINA CO
D P EFEITOS E BIOL SE ER RISCO QUÍMICO
I Ó FÍSI ÓGIC EQUI GO
C T ACIDENTES CO O PAM NÔ
E E (NR ENT MIC
S 32) OS O
E ABN
T
NBR
14.15
3:201
30
16
I EFEITOS .. .. Categ Quand Não irritante à pele, olhos e
N SENSIBILIZA oria o o membranas mucosas.
S NTES agente Pode haver irritação olhos com
I , não poeira.
1 G Demandam repres ACGIH A5 - Sem evidência de
N apenas entar carcinogenicidade, teratogenicidade
I primeiros risco ou mutagenicidade.
F socorros potenci IARC Grupo 4 - Agente
I (pequenos al de provavelmente não carcinogênico.
C corte, dano à Letalidade:
A queimaduras saúde, LD50 entre 2000 e < 5000 mg/kg
N leves, lesões repres (oral)
T superficiais) entand Para gases, vapores, poeiras e
E o névoas, LC50 no intervalo
apena equivalente dos níveis oral e dérmico
s do LD50 (i.e., entre 2000 e < 5000
situaçã mg/kg peso corporal).
o de
descon
forto.
P EFEITOS Umida Pequen Categ Irritante leve para os olhos.
E REVERSÍVEI de a oria 1 Irritante para pele.
Q S À SAÚDE possibili ACGIH A4 – Não classificado como
U Requer dade de carcinogênico humano.
E tratamento causar .. IARC Grupo 3 - Não classificado
N médico, sem doenças como carcinogênico humano.
2 O afastamento ao ser Letalidade:
do trabalho. humano LD50 entre 300 e menor que 2000
(queimaduras mg/kg peso corporal (oral);
médias, LD50 entre 1000 e < 2000 mg/kg
torções, peso corporal (dermal);
deslocament LC50 entre 2500 e < 5000 ppm (gás);
os, pequenas LC50 entre 10 e < 20 mg/l (vapor);
fraturas, LC50 entre 1. e < 5 mg/l
dermatites) (poeira/névoa)
17
M EFEITOS Vibraç Passível Categ Pode Irritante para os olhos e
É REVERSÍVEI ão de oria 2 repres sensibilização da pele.
D S À SAÚDE Radiaç causas entar Efeito cáustico e corrosivo severo.
I Com ão não doença risco Pneumoconiose não fibrogênica.
O afastamento Ionizan no ser potenci Agente apresenta TLV-Stel
< 15 dias, te humano, al de ACGIH A3 – Não classificado como
3 com Frio porém dano carcinogênico humano, apenas para
tratamento e Calor existem reversí animais.
acompanham Ruído tratamen vel à IARC Grupo 2B – Possivelmente
ento médico. tos saúde, carcinogênico à humanos.
médicos poden Letalidade:
(queimaduras eficazes. do LD50 > 50 e < 300 mg/kg peso
maiores, gerar corporal (oral)
fraturas incapa LD50 > 200 e < 1000 mg/kg peso
maiores, cidade corporal (dermal)
envenename tempor LC50 > 500 e < 2500 ppm (gás)
nto) ária. LC50 > 2 e < 10 mg/l (vapor)
LC50 > 0.5 e < 1 mg/l (poeira/névoa)
G EFEITOS Com Categ Pode Lesão ocular grave.
R IRREVERSÍV Condiç potencia oria 3 repres Sensibilização respiratória (asma,
A EIS ão l de entar rinite).
N Hiperb causar risco Agente apresenta TLV-CEIL
D Com árica doenças potenci ACGIH A2 – Suspeito de
E afastamento e al de carcinogênico para humanos.
4 > 15 dias, Radiaç infecçõe dano IARC Grupo 2A – Provavelmente
incapacitante, ão s graves irrever carcinogênico à humanos.
permanente, Ionizan ao ser sível à Letalidade:
com te humano, saúde LD50 < 50 mg/kg peso corporal (oral)
possibilidade porém ou LD50 < 200 mg/kg peso corporal
de retorno ao nem incapa (dermal)
trabalho. sempre cidade LC50 < 500 ppm (gás)
existem perma LC50 < 2 mg/l (vapor)
meios nente. LC50 < 0.5 mg/l (poeira/névoa)
de
tratamen
to
médico.
18
C EFEITO DE .. Possibili Categ .. Carcinogênico
A AMEAÇA A dade de oria 4 ACGIH A1 – Carcinogênico para
T VISA/LESÃO alta humanos.
A OU DOENÇA transmis IARC Grupo 1 – Carcinogênico para
5 S INCAPACITA sibilidad humanos.
T NTE e de um
R ser
Ó Doenças humano
F Ocupacionais ao outro.
I irreversíveis Alto
C e potencia
O incapacitante l de
s causar
Câncer doenças
Ocupacional, graves
Encurtament ao ser
o severo do humano,
tempo de para as
vida; quais
Doenças não
fatais existem
Agudas tratamen
tos
médicos
eficazes.
GRADUAÇÃO DO RISCO
5 MODERADO MODERADO ALTO MUITO ALTO MUITO ALTO
PROBABILIDADE 4 BAIXO MODERADO MODERADO ALTO MUITO ALTO
3 BAIXO BAIXO MODERADO MODERADO ALTO
2 TRIVIAL BAIXO BAIXO MODERADO MODERADO
1 TRIVIAL TRIVIAL BAIXO BAIXO MODERADO
1 2 3 4 5
SEVERIDADE
ANÁLISE DO RISCO
EXPOSIÇÃO ANÁLISE AÇÕES OBSERVAÇÃO
RESULTANTE RISCO
Monitoramento Nenhuma ação adicional imediata é necessária;
TRIVIAL do risco
19
Registrar e informar aos trabalhadores.
Nenhuma ação adicional imediata é necessária;
BAIXO ACEITÁVEL
Considerações podem ser feitas para verificar a
viabilidade de redução do risco associado ou
ainda melhorias;
20
8. Periodicidade e forma de avaliação do desenvolvimento do PGR
A avaliação de riscos deve ser um processo contínuo e revisada a cada dois anos ou quando ocorrerem as
seguintes situações:
a) Após a implementação das medidas de prevenção, a fim de avaliar os riscos residuais.
b) Após inovações e modificações nas tecnologias, ambientes, processos, condições, procedimentos e na
organização do trabalho que introduzam novos riscos ou modifiquem os riscos já existentes.
c) Quando forem identificadas inadequações, insuficiências ou ineficácias das medidas de prevenção.
d) Em caso de ocorrência de acidentes ou doenças relacionadas ao trabalho.
e) Quando houver uma alteração nos requisitos legais aplicáveis.
Observação: Para organizações que possuem certificações em sistemas de gestão de Saúde e Segurança no
Trabalho (SST), o prazo de revisão pode ser estendido para até 3 (três) anos.
O registro dos riscos ocupacionais deve ser regularmente atualizado. Todos os documentos relacionados ao
PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS, incluindo suas revisões e modificações, devem ser
mantidos em arquivo de acordo com critérios específicos por um período mínimo de 20 anos.
Observação: Quando for necessário, por questões técnicas ou legais, para conduzir, acompanhar ou avaliar
atividades que excedam a capacidade dos recursos humanos disponíveis na organização, o Responsável pelo
PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS tem a prerrogativa de contratar especialistas para contribuir
com a gestão dos riscos ocupacionais.
Nome Responsável:
Formação:
1. Cumprir e fazer cumprir as disposições legais e regulamentares sobre segurança e saúde no trabalho;
2. Informar aos trabalhadores, quanto aos riscos existentes no local de trabalho e medidas de prevenção
adotadas para eliminação de riscos;
21
3. Elaborar ordens de serviço sobre segurança e saúde no trabalho, dando ciência aos trabalhadores;
4. Permitir que representantes dos trabalhadores acompanhem a fiscalização dos preceitos legais e
regulamentares sobre segurança e saúde no trabalho;
5. Determinar procedimentos que devem ser adotados em caso de acidente ou doença relacionada ao
trabalho, incluindo a análise de suas causas;
6. Disponibilizar à Inspeção do Trabalho todas as informações relativas à segurança e saúde no trabalho;
7. Implementar medidas de prevenção, ouvidos os trabalhadores, de acordo com a seguinte ordem:
7.1 Eliminação dos fatores de risco;
7.2 Minimização e controle dos fatores de risco, com a adoção de medidas administrativas ou de
organização do trabalho;
7.3 Adoção de medidas de proteção individual.
Nome Sobrenome
Cargo / Função
Cumprir as disposições legais e regulamentares sobre segurança e saúde no trabalho, inclusive as ordens de
serviço expedidas pelo empregador;
Submeter-se aos exames médicos previstos nas Normas Regulamentadoras;
Colaborar com a organização na aplicação das Normas Regulamentadoras;
Usar o equipamento de proteção individual fornecido pelo empregador.
O GRO – Gerenciamento de Riscos Ocupacionais deve constituir este PGR – Programa de Gerenciamento de
Riscos, que deve contemplar ou estar integrado com planos, programas e outros documentos previstos na
legislação de segurança e saúde no trabalho e faz parte de um conjunto de medidas mais amplas contidas nas
demais normas regulamentadoras, o qual se articula, principalmente, com o PCMSO – Programa de Controle
Médico de Saúde Ocupacional, NR 7.
22
O PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS é conduzido por um processo sistemático e continuado de
prevenção da segurança e saúde ocupacional de seus trabalhadores, estando diretamente integrado com
outras normas regulamentadora, composto pelos seguintes processos/documentados:
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11. Caracterização do processo produtivo e ambiente de trabalho
A industrialização de produtos “X” é realizada com todas as etapas de produção, de acordo com rigoroso
controle de qualidade. Os produtos possuem garantia de segurança, o que demonstra um cuidado com os
processos de limpeza e na desinfecção de superfícies e locais.
Com a busca de aperfeiçoamento contínuo dos processos, produtos e serviços, a industrialização de produtos
“X” é realizada sob rigorosas normas de fabricação. As unidades de apoio são denominadas:
PROCESSO A / PROCESSO B / PROCESSO C / PROCESSO D
PROCESSO A – Formado por células de produção que geram produto “X”, cada célula possui um sistema de
operação, que utilizam os equipamentos “X, Y, Z” (...).
PROCESSO B – Formado por células/linhas de produção que geram produto “X”, cada célula possui um
sistema de operação, que utilizam os equipamentos “X, Y, Z” (...).
PROCESSO C – Formado por células/linhas de produção que geram produto “X”, cada célula possui um
sistema de operação, que utilizam os equipamentos “X, Y, Z” (...).
PROCESSO D – Formado por células/linhas de produção que geram produto “X”, cada célula possui um
sistema de operação, que utilizam os equipamentos “X, Y, Z” (...).
PROCESSO A
Linhas 1, 2, 3, 4, 5 e 6
PROCESSO B
Células 1, 2, 3, 4, 5 e 6
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PROCESSO C
Linhas 1, 2, 3, 4, 5 e 6
PROCESSO C
Linhas 1, 2, 3, 4, 5 e 6
DISTRIBUIÇÃO DE FUNÇÕES
GRU
PO
QU
DE
AN
EXPO
SETOR FUNÇÃO TID ATRIBUIÇÕES DA FUNÇÃO
SIÇÃ
AD
O
E
SIMIL
AR
Prestar atendimento aos clientes de maneira
personalizada, buscando identificar suas
necessidades e antever-se à eventuais problemas;
Auxiliar Prospectar e desenvolver novos clientes, bem
ADMINISTRAÇÃO 1 3
Administrativo como buscar formas de aumentar a participação da
empresa nos clientes atuais; Participar da
elaboração do planejamento estratégico da área de
vendas.
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Preparam o local de trabalho, ordenando fluxos do
processo de produção, e planejamo trabalho, interpretando
projetos desenhos e especificações e esboçando o produ
to conforme solicitação. confeccionam e restauram
produtos de madeira e derivados(produção em série ou
PRODUÇÃO Marceneiro 3 3 sob medida). entregam produtos confeccionados sob
medida ourestaurados, embalando, transportando e
montando o produto no local da instalaçãoem
conformidade com as normas e procedimentos técnicos e
de segurança, qualidade,higiene e preservação ambiental.
Prestar suporte técnico à área de vendas
reposição, esclarecendo dúvidas quanto a
especificações técnicas de produtos; Preparar
boletins técnicos dos produtos, encaminhando aos
ESTOCAGEM E Auxiliar de
2 3 distribuidores, por meio de e-mail, bem como
ARMAZENAGEM Marcenaria
efetuando a circulação interna dos mesmos;
Acompanhar o desenvolvimento de melhorias a
serem implementadas nos produtos; Realizar testes
de campo de nossos produtos;
26
11.7 Relação de Equipamentos de Proteção Individual
EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL EXISTENTE
Tipo de EPI Características C.A Validade Periodicidade
de Troca
Avental de segurança confeccionado
Avental de
em PVC dupla face com tramas em 36670
segurança
náilon.
Capuz de segurança tipo boné;
Capuz de confeccionado em tecido de algodão e
segurança, tipo poliéster, com casquete interno, aba 38352
boné. tipo jóquei e pala para proteção do
pescoço com fechamento em velcro.
Calçado de segurança de uso
profissional tipo botina, fechamento em
elástico, confeccionado em microfibra
hidrofugada, palmilha de montagem em
Calçado de material sintético montada pelo sistema
segurança, tipo strobel, biqueira de composite, solado 32569
botina. de poliuretano bidensidade
antiderrapante injetado diretamente no
cabedal, sistema de absorção de
energia na região do salto, resistente ao
óleo combustível.
Luva de Luva de segurança confeccionada em
De acordo com o
segurança nitrila, totalmente texturizada, sem 17968
vencimento ou
nitrílica pulverização de amido.
desgaste.
Óculos de segurança constituídos de
arco de plástico preto com canaleta e
Óculos de ampla dois encaixes laterais para o encaixe de
18832
visão um visor de policarbonato incolor, apoio
nasal e meia proteção lateral injetados
do mesmo material.
Protetor auditivo, confeccionado em
silicone grau farmacêutico, tipo
Protetor auditivo inserção, composto de um eixo com
11512
(tipo inserção) três flanges, onde a primeira, a segunda
e a terceira, são flanges maciças e
cônicas.
11.8 Inventário de Produtos Químicos
Nome do Rótulo- Inserir o nome do produto químico constante no rótulo;
Nome da Substância Ativa- Inserir o nome da substância ativa. Nome químico do produto, se puro, ou dos
componentes perigosos que estejam em concentração superior a 1%, ou 0,1 % no caso de produtos
cancerígenos ou altamente tóxicos.
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Etapa do Processo – Em qual etapa do processo o produto químico é utilizado. Ex: banho de engomagem,
tingimento, destilação atmosférica, laboratório etc.
Forma física do(s) contaminante(s): se o uso do produto implicar na geração de contaminantes atmosféricos
durante seu uso no processo produtivo, indicar a forma física (gás, vapor, fumo, poeira, névoa). Ex: gás, névoa,
fumo, poeira, vapor, líquido, sólido.
Observação: As informações sobre os Produtos químicos poderão ser obtidas consultando as Fichas de
Dados de Segurança. Criar uma pasta para manter na empresa arquivo com as fichas de todos os produtos e
agentes utilizados. Deve-se ter o cuidado de verificar a qualidade das informações do fabricante, as quais nem
sempre são confiáveis, comparando-as com informações de base de dados de organizações confiáveis (ex.
NIOSH). Como não existe uma norma brasileira para classificação de produtos químicos quanto ao potencial de
causar danos, os fabricantes usam critérios diferentes ou mesmo combinados entre si, sem manter uma
coerência na prestação de informações. Os problemas mais frequentes são a omissão de informações, em
particular sobre a composição, ou exageros na recomendação de medidas preventivas.
Quando não for possível obter FDS diretamente do fabricante, as informações podem ser obtidas consultando
literatura técnica ou pela Internet.
12. ENCERRAMENTO
O INVENTÁRIO DE RISCOS foi elaborado a partir da análise preliminar dos riscos, compiladas em matriz de
risco “eletrônica”, para facilitar as revisões e atualizações dos riscos levantados.
O PLANO DE AÇÃO, encontra-se junto ao INVENTÁRIO DE RISCOS, ao final de cada risco.
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Cidade, 00 de mês de 0000.
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