0% acharam este documento útil (0 voto)
52 visualizações70 páginas

Plano de Curso - Edificações - Autorização

O Curso Técnico em Edificações busca formar profissionais capacitados para atuar na construção civil, integrando conhecimentos técnicos, sociais e ambientais. O currículo é estruturado para promover uma formação crítica e responsável, preparando os alunos para enfrentar os desafios do mercado de trabalho e contribuir para a melhoria da qualidade de vida na região. Com uma carga horária total de 1376 horas, o curso oferece uma formação prática e teórica, abordando desde a gestão de obras até a sustentabilidade na construção.

Enviado por

CAMILA PIMENTA
Direitos autorais
© © All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato DOCX, PDF, TXT ou leia on-line no Scribd
0% acharam este documento útil (0 voto)
52 visualizações70 páginas

Plano de Curso - Edificações - Autorização

O Curso Técnico em Edificações busca formar profissionais capacitados para atuar na construção civil, integrando conhecimentos técnicos, sociais e ambientais. O currículo é estruturado para promover uma formação crítica e responsável, preparando os alunos para enfrentar os desafios do mercado de trabalho e contribuir para a melhoria da qualidade de vida na região. Com uma carga horária total de 1376 horas, o curso oferece uma formação prática e teórica, abordando desde a gestão de obras até a sustentabilidade na construção.

Enviado por

CAMILA PIMENTA
Direitos autorais
© © All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato DOCX, PDF, TXT ou leia on-line no Scribd

JUSTIFICATIVA: A Curricular do Curso Técnico em Edificações visa o aperfeiçoamento

na concepção de uma formação técnica que articule trabalho, cultura, ciência e tecnologia
como princípios que sintetizem todo o processo formativo. O plano ora apresentado teve
como eixo orientador a perspectiva de uma formação profissional como constituinte da
integralidade do processo educativo. Assim, os componentes curriculares integram-se e
articulam-se garantindo que os saberes científicos e tecnológicos sejam a base da
formação técnica. Por outro lado, introduziram-se disciplinas que ampliam as perspectivas
do “fazer técnico” para que ele se compreenda como sujeito histórico que produz sua
existência pela interação consciente com a realidade construindo valores, conhecimentos
e cultura. A área da construção civil que incide diretamente na construção dos espaços de
vivência e convivência é de um lado reflexo e do outro forjador de cultura. Dessa forma o
técnico em edificações deve estar preparado para compreender e atuar sobre os
diferentes condicionadores neste processo de construção. Finalmente, a retomada dos
investimentos na área da construção civil em infraestrutura, diretrizes urbanas programas
habitacionais e o acelerado processo de incorporação de novas tecnologias e materiais
têm gerado a necessidade de demanda de profissionais com formação técnica, mas,
sobretudo com responsabilidade social, econômica e ambiental. As recentes alterações
no perfil populacional, a inclusão de pessoas com necessidades especiais e o avanço na
perspectiva de vida exigem novas concepções de projetos de construção e ações que
atendam ao direito de acessibilidade para todos. Uma parcela da população jovem que
concluiu o ensino médio e que não optou por dar continuar aos estudos a nível superior e
que pretende ingressar no mundo do trabalho com formação técnica, o curso
subsequente é uma oportunidade de capacitar o cidadão via escola pública. É importante
ressaltar que o Curso Técnico em Edificações visa formar profissionais capazes de
exercer atividades profissionais de forma responsável, ativa, crítica e criativa na solução
de problemas na área da construção civil, apresentando flexibilidade às diferentes

condições do mundo trabalho. Há vagas disponíveis neste nicho de mercado, por esta
razão a qualificação de profissionais nesta área, trará para Apucarana e região, melhoria
de qualidade de vida e crescimento econômico. O técnico em edificações, portanto, deve
conhecer todo o processo de uma obra de construção civil, pois sua atuação abarca todas
as fases, do projeto ao acabamento, passando pela gestão de pessoal e de materiais. Por
isso, duas atribuições básicas de todo técnico em edificação, além de um grande senso
de organização e planejamento. O profissional pode trabalhar em empresas de arquitetura
e engenharia, em construtoras, empresas de reforma, fábricas de pré-moldados,
indústrias de materiais de construção e escritórios de projetos.

OBJETIVOS:
● Organizar experiências pedagógicas que levem à formação de sujeitos críticos e
conscientes, capazes de intervir de maneira responsável na sociedade em que
vivem.
● Oferecer um processo formativo que sustentado na educação geral obtida em nível
médio, assegure a integração entre a formação geral e de caráter profissional.
● Possibilitar um conjunto de experiências teórico-práticas na área de edificações.
● Entender a importância de preservar os recursos naturais e conservar equilíbrio
ambiental.
● Formar profissionais com habilidades para prestar suporte técnico nas atividades
do setor de construção civil como: Desenhar e interpretar projetos de construções
prediais; Instalar e gerenciar canteiros de obras; Desenvolver as etapas de
execução de construções prediais; atuar em etapas de manutenção e restauração
de obras; elaborar orçamentos e cronogramas e escolher materiais de boa
qualidade.
● Elaborar estudos e projetos técnicos de edificações, arquitetura, fundação,
estruturas, instalações hidro-sanitárias e elétricas;
● Preparar o aluno para atuar na área da construção civil de acordo com
procedimentos legais.
● Possibilitar ao educando gerenciar seu próprio empreendimento com capacidade
de adaptar-se as mudanças que ocorrem no mundo do trabalho.

DADOS GERAIS DO CURSO:

Habilitação Profissional: Técnico em Edificações


Eixo Tecnológico: Infraestrutura
Forma: Subsequente
Carga Horária Total: 1376 horas mais 100 horas de Estágio Profissional Supervisionado
Regime de Funcionamento: de 2ª a 6ª feira, no período noturno.
Regime de Matrícula: Semestral
Número de Vagas: 35 por turma.
Período de Integralização do Curso: 4 (quatro) semestres letivos e máximo 10 (dez)
semestres letivos
Requisitos de Acesso: Conclusão do Ensino Médio
Modalidade de Oferta: Presencial

PERFIL PROFISSIONAL DE CONCLUSÃO DE CURSO:

- Desenvolver projetos de arquitetura, estrutura, instalações elétricas e hidrossanitárias de


até 80 m2 usando meios físicos ou digitais.
- Elaborar orçamentos de obras e serviços.
- Planejar a execução dos serviços de construção e manutenção predial.
- Executar obras e serviços de construção e manutenção predial.
- Executar ensaios de materiais de construção, solos e controle tecnológico.
- Conduzir planos de qualidade da construção.
- Coordenar a execução de serviços de manutenção de equipamentos e instalações em
edificações.
Para atuação como Técnico em Edificações, são fundamentais:
- Conhecimentos e saberes relacionados aos processos de planejamento e construção de
edificações de modo a assegurar a saúde e a segurança dos trabalhadores e dos futuros
ocupantes do imóvel.
- Conhecimentos e saberes relacionados à sustentabilidade do processo produtivo, às
técnicas e aos processos de produção na construção civil, às normas técnicas.

- Habilidades e competências relacionadas à liderança de equipes, à solução de


problemas técnicos e trabalhistas e à gestão de conflitos.
ORGANIZAÇÃO CURRICULAR:

1. ADMINISTRAÇÃO DE OBRAS: CARGA HORÁRIA: 96 HORAS

EMENTA: Compreensão e execução de métodos e técnicas para gestão de obras.


Estudo da legislação vigente aplicada à construção civil. Estudo para gestão de pessoas.

CONTEÚDO(S) ESTRUTURANTE(S) CONTEÚDOS BÁSICOS

1.1 Planejamento
1.2 Logística
1 Gestão de Obras
1.3 Custos
1.4 Orçamento
1.5 Controle e monitoramento
2.1 Convênios e Contratos
2 Legislação 2.2 Licenças
2.3 Licitações
2.4 Legislação trabalhista
3.1 Recursos Humanos
3 Gestão de Pessoas 3.2 Capacitação e treinamento
3.3 Dimensionamento operacional
BIBLIOGRAFIA

GOLDMAN, Pedrinho. Introdução ao Planejamento e Controle de custos na


Construção Civil Brasileira. 4ª Ed. São Paulo: Pini, 2004.

HALPIN, Daniel W.; WOODHEAD, Ronald. W. Administração da Construção Civil. Rio


de Janeiro: LTC, 2004.

HARTMANN, L.F.P. Planejamento estratégico: para o gerenciamento total da


inovação. 9ª. Ed. São Leopoldo,Rotermund, 2005.

JUNGLES, Antonio, E.; AVILA, Antonio. V. Gerenciamento na Construção Civil.


Chapecó: Argos. 2006.
Lei 5.294 de 24/12/1966 - Regulamentação das profissões do engenheiro, do
arquiteto e do engenheiro agrônomo. Lei 8.666 de 21/06/1993,

LIMMER, Carl Vicente. Planejamento, Orçamento e Controle de Projetos e Obras. São


Paulo: Grupo GEN-LTC, 1997.

LIMMER, Carl Vicente. Planejamento, Orçamento e Controle de Projetos e Obras. São


Paulo: Grupo GEN-LTC, 1997.

LOBO, Renato Nogueirol. Gestão da qualidade. São Paulo: Érica, 2010.


MOREIRA, Maurício; BERNANRDES, Silva. Planejamento e Controle da Produção
para Empresas de Construção Civil. São Paulo: Grupo GEN-LTC, 2003.

OLIVEIRA, Aristeu de. CONSTRUÇÃO CIVIL: procedimentos de arrecadação ao INSS.


São Paulo: Atlas, 2002.

SOUZA, Ubiraci E. L.. Como Reduzir Perdas nos Canteiros. São Paulo: Pini, 2008.

SOUZA, Ubiraci Espinelli Lemes de. Projeto e implantação do canteiro. CTE, São
Paulo, Ed. O Nome da Rosa, 2000.

VIEIRA, Hélio. F. Logística aplicada à construção civil: como melhorar o fFluxo de


produção nas obras. São Paulo: Pini, 2006,

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS NBR 12721- Avaliação dos


custos unitários e preparo de orçamento da construção para incorporação de
edifícios em condomínio: ABNT.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS NBR 12722 - Discriminação dos


serviços técnicos para construção de edifícios: ABNT.

2. CONTROLE E PROTEÇÃO AMBIENTAL: CARGA HORÁRIA: 48 HORAS

EMENTA: Conhecimento da legislação ambiental aplicada à construção civil. Estudo do


gerenciamento de resíduos. Introdução às tecnologias sustentáveis.

CONTEÚDO(S) ESTRUTURANTE(S) CONTEÚDOS BÁSICOS

1 Legislação ambiental 1.1 Leis e Resoluções


1.2 Órgãos reguladores
1.3 Política Nacional de Resíduos
2 Gerenciamento de resíduos 2.1 Construções e Demolições
2.2 Logística
3 Tecnologias sustentáveis 3.1 Impacto ambiental no meio da construção
civil: conceitos
3.2 Sustentabilidade: conceitos
3.3 Mitigação e compensação de impacto
ambiental no meio da construção civil e
vizinhança.
BIBLIOGRAFIA

ALBUQUERQUE, J. L. Gestão ambiental e responsabilidade social: conceitos,


ferramentas e aplicações. São Paulo: Atlas, 2010.
ALMEIDA, J. R. Gestão ambiental: para o desenvolvimento sustentável. Rio de Janeiro:
Thex, 2006.

ALMEIDA, Josimar Ribeiro de; MELLO, Claudia dos S.; CAVALCANTI, Yara. Gestão
ambiental: planejamento, avaliação, implantação, operação e verificação. [1. ed.] Rio
de Janeiro, RJ: Thex, 2001.

BIDONE, F. R. A. Resíduos sólidos provenientes de coletas especiais: eliminação e


valorização. Porto Alegre: ABES, 2001.

BRAGA, B. et. al. Introdução à engenharia ambiental. São Paulo: Prentice Hall, 2003.

D’ALMEIDA, M. L. O.; VILHENA, A. Lixo municipal: manual de gerenciamento integrado.


[Link]. rev. ampl. São Paulo: IPT, 2000.

D'AVIGNON, A.; LA ROVERE, E. L. Manual de auditoria ambiental. [Link]. Rio de


Janeiro: Qualitymark, 2001.

DERÍSIO, J. C. Introdução ao controle de poluição ambiental. 2. ed., São Paulo:


Signus, 2000.

DIAS, Genebaldo. Eco Percepção: um resumo didático dos desafios socioambietais. São
Paulo: Gaia, 2004.

DIAS, R. Gestão Ambiental: responsabilidade social e sustentabilidade. Ed. Atlas. 2006.

GILBERT, M. J. Sistema de gerenciamento ambiental. São Paulo: IMAM, 1995.

KARPINSKI, L. A. Gestão diferenciada de resíduos da construção civil: uma


abordagem ambiental. Porto Alegre: EDIPUCRS, 2009.

LEITE, José R. Morato; Bello Filho, Ney de Barros. Direito ambiental contemporâneo.
Barueri: Manole, 2004.

MANO, Eloisa Biasotto; PACHECO, Élen Beatriz Acordi Vasques; BONELLI, Cláudia
Maria Chagas. Meio ambiente, poluição e reciclagem. [1. ed.] São Paulo, SP: Edgard
Blücher, 2005.

MILLER JR., G. T. Ciência Ambiental. 11 ed., São Paulo: Cengage Learning, 2007.

MOREIRA, M. S. Pequeno manual de treinamento em sistema de gestão ambiental.


Nova Lima: INDG Tecnologia e Serviços LTDA, 2005.

NAIME, Roberto Harb. Gestão de resíduos sólidos: uma abordagem prática. Novo
Hamburgo, RS: Feevale, 2005.

PICHAT, P. A gestão dos resíduos. Porto Alegre: Instituto Piaget, 1998.


PINI. Alternativas tecnológicas para edificações. São Paulo: Editora PINI 2012.

ROMÉRO, M. A.; BRUNA, G. C.; PHILIPPI Jr. A. Curso de gestão ambiental. Barueri:
Manole, 2004.

SÁNCHEZ, L. E. Avaliação de impacto ambiental - conceitos e métodos. São Paulo:


Oficina dos Livros, 2006.

SANTOS, R. F. Planejamento ambiental: teoria e prática. São Paulo: Oficina de textos,


2004.

SILVA, J. X. Geoprocessamento para análise ambiental. Rio de Janeiro: O autor, 2001.

VERDUM, R.; MEDEIROS, R. M. V. RIMA - Relatório de impacto ambiental: legislação,


elaboração e resultados. [Link]. Porto Alegre: UFRGS, 2006.
3. FUNDAMENTOS DO TRABALHO: CARGA HORÁRIA: 32 HORAS

EMENTA: Estudo do trabalho humano nas perspectivas ontológica e histórica.


Compreensão do trabalho como mercadoria no industrialismo e na dinâmica capitalista.
Reflexão sobre tecnologia e globalização diante das transformações no mundo do
trabalho. Análise sobre a inclusão do trabalhador no mundo do trabalho.

Conteúdo(s) Estruturante(s) Conteúdos Básicos


1.1 Ser social, mundo do trabalho e sociedade
1.2 Trabalho nas diferentes sociedades
1 Trabalho Humano 1.3 Transformações no mundo do trabalho
1.4 Homem, trabalho e meio ambiente
1.5 Processo de alienação do trabalho em Marx
1.6 Emprego, desemprego e subemprego
2.1 Processo de globalização e seu impacto no
mundo do trabalho
2 Tecnologia e Globalização 2.2 Impacto das novas tecnologias produtivas e
organizacionais no mundo do trabalho
2.3 Qualificação do trabalho e do trabalhador
3.1 Inclusão do trabalhador na nova dinâmica
3 Mundo do Trabalho do trabalho
3.2 Inclusão dos diferentes – necessidades
especiais e diversidade

BIBLIOGRAFIA

ANTUNES, Ricardo. Os sentidos do trabalho: ensino sobre a afirmação e a negação do


trabalho. 7. reimp. São Paulo: Boitempo Editorial, 2005.

ARANHA, Maria Lucia de Arruda. História da educação. 2. ed. São Paulo: Moderna,
2002.

BOURDIEU, Pierre. A economia das trocas simbólicas: introdução, organização e


seleção. 7. ed. São Paulo: Perspectiva, 2011.

CHESNAIS, François. Mundialização do capital. Petrópolis: Vozes, 1997.


DURKHEIM. Emilé. Educação e sociologia. 12. ed. Trad. Lourenço Filho. São Paulo:
Melhoramentos, 1978.
ENGELS, Friedrich. Dialética da natureza. São Paulo: Alba, [s/d]
FERNANDES, Florestan. Fundamentos da explicação sociológica. 4. ed. Rio de
Janeiro: T. A Queiroz, 1980.

FERRETTI, Celso João. et al. (orgs). Tecnologias, trabalho e educação: um debate


multidisciplinar. 10. ed. Petrópolis: Vozes, 2008.

FRIGOTTO, Gaudêncio; CIAVATTA, Maria; RAMOS, Marise. (orgs) Ensino médio


integrado: concepção e contradições. São Paulo: Cortez, 2005.

FROMM, Erich. Conceito marxista de homem. 8. ed. Rio de Janeiro: Zahar, 1983.

GENRO, Tarso. O futuro por armar: democracia e socialismo na era globalitária:


Petrópolis: Vozes, 2000.
GENTILI, Pablo. A educação para o desemprego. A desintegração da promessa
integradora. In. Frigotto, Gaudêncio. (Org.). Educação e crise do trabalho: perspectivas
de final de século. 4. ed. Petrópolis: Vozes, 2001.
GRAMSCI, Antonio. Concepção dialética da história. trad. Carlos Nelson Coutinho. 10.
ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1995.
HARVEY, David. A condição pós-moderna. São Paulo: Loyola, 2006.
HOBSBAWM, Eric. A era dos extremos: o breve século XX - 1914-1991. Trad. Marcos
Santarrita. 2. ed. São Paulo: UNESP, 1995.
JAMESON. Fredric. A cultura do dinheiro: ensaios sobre a globalização. Petrópolis:
Vozes, 2001.
KUENZER, Acácia Zeneida. A exclusão includente e inclusão excludente: a nova forma
de dualidade estrutural que objetiva as novas relações entre educação e trabalho. In;
LOMBARDI, José Claudinei; SAVIANI, Dermeval;
SANFELICE, José Luís. (orgs). Capitalismo, trabalho e educação. 3. ed. Campinas,
São Paulo: Autores Associados, 2005.

LUKÁCS, Giörgy. As bases ontológicas do pensamento e da atividade do homem. In:


Temas de ciências humanas. São Paulo: Livraria Ciências Humanas, [s.n], 1978. vol. 4.
MARTIN, Hans Peter; SCHUMANN, Harald. A armadilha da globalização: o assalto à
democracia e ao bem-estar. 6. ed. São Paulo: Globo, 1999.
MARX, Karl. O capital. vol. I. Trad. Regis Barbosa e Flávio R. Kothe, São Paulo: Abril
Cultural, 1988.
NEVES, Lúcia Maria Wanderley. Brasil 2000: nova divisão do trabalho na educação. São
Paulo: Xamã, 2000.
NOSELLA, Paolo. Trabalho e educação. In: FRIGOTTO, G. (org.) Trabalho e
conhecimento: dilemas na educação do trabalhador. 4. ed. São Paulo: Cortez, 2012.
SANFELICE, José Luís (org.). Capitalismo, trabalho e educação. 3. ed. Campinas, São
Paulo: Autores Associados, 2005.

4. INFORMÁTICA: CARGA HORÁRIA: 32 HORAS

EMENTA: Estudo do histórico e da evolução da Informática. Compreensão da arquitetura


dos computadores. Estabelecimento de relações entre sistemas computadorizados e
operacionais. Utilização de aplicativos de escritório e da internet. Aplicação das
ferramentas de sistemas operacionais. Conhecimento dos mecanismos de segurança
para a internet.

CONTEÚDO(S)
CONTEÚDOS BÁSICOS
ESTRUTURANTE(S)

1. Informática 1.1 Breve histórico da criação e evolução dos


computadores e tecnologias de informação
2.1 Hardware
2.2 Periféricos de entrada
2. Arquitetura dos computadores 2.3 Periféricos de saída
2.4 Periféricos de entrada e saída
2.5 Gabinete
3.1 Softwares livres e proprietários
3.2 Sistemas operacionais
3 Sistemas computadorizados e 3.3 Software de proteção do computador
3.4 Ferramentas de backup e restauração de
operacionais backup
3.5 Ferramentas de limpeza de disco
3.6 Gerenciamento de arquivos e pastas
3.7 Arquivos e tipos de arquivos
3.8 Pastas: criação e organização
4. Aplicativos de escritório 4.1 Processadores de texto
4.2 Formatação (normas da ABNT)
4.3 Tabelas
4.4 Mala direta
4.5 Etiquetas
4.6 Organogramas
4.7 Documentos técnicos
4.8 Planilhas eletrônicas: formatação, fórmulas,
funções e gráficos
4.9 Aplicativos de apresentação: formatação
4.10 Inserção de mídias externas
4.11 Ferramentas de animação
4.12 Edição de imagem
4.13 Edição de áudios
4.14 Edição de vídeos
4.15 Programas específicos do curso
5.1 Serviços de internet
5.2 Utilização de e-mail
5.3 Comércio eletrônico
5.4 Pesquisas na Internet
5.5 Internet, intranet e extranet
5 Internet 5.6 Webconferência
5.7 Segurança na internet
5.8 Proteção de dados
5.9 Cybercrimes
BIBLIOGRAFIA

CAPRON, H. L., JOHNSON, J.A.; Introdução à informática. São Paulo:


Pearson/Prentice Hall, 2004.

MARILYN M.; ROBERTA B. & PFAFFENBERGER, B. Nosso futuro e o computador. 3.


ed. Porto Alegre: Bookman, 2000.

NORTON, PETER, Introdução à informática. São Paulo: Editora Makron Books, 1997.

WHITE, R., Como funciona o computador. 8. ed. São Paulo: Editora QUARK, 1998.

SCHECHTER, R. [Link] 2.0 - CALC E WRITER. Rio de Janeiro: Editora


Campus Elsevier, 2006.

TANENBAUM A. Sistemas operacionais modernos. 3 ed. São Paulo: Pearson Prentice


Hall, 2009.

Microsoft Office System 2007 - passo a passo. Porto Alegre: Editora Artmed, 2008.

FÁVERO, E. de B. Organização e arquitetura de computadores. Pato Branco:


Universidade Tecnológica Federal do Paraná, 2011.

CORNACHIONE JR, E. B. Informática aplicada às áreas de contabilidade,


administração e economia. São Paulo: Atlas, 2001.

SANTOS, A. de A. Informática na empresa. São Paulo: Atlas, 2003.

C3SL, Linux Educacional versão 5.0. Disponível em:


<[Link]

5. INSTALAÇÕES ELÉTRICAS: CARGA HORÁRIA: 64 HORAS

EMENTA: Estudo sobre a implantação e execução de instalações elétricas.


CONTEÚDO(S) ESTRUTURANTE(S) CONTEÚDOS BÁSICOS

● Eletricidade: Conceitos
● Terminologias e simbologias
1 Instalações Elétricas ● Legislação e normas técnicas
● Rede de instalações elétrica de baixa
tensão: dimensionamento
● Projeto de instalações elétricas
BIBLIOGRAFIA

ABNT, NBR 5410:2004 - Instalações elétricas de baixa tensão, versão corrigida 2008.

ABNT, NBR 5419:2005 – Proteção de estruturas contra descargas atmosféricas.

ABNT, NBR 5440:1999 – Simbologias gráficas para instalações elétricas prediais.

ABNT, NBR 6689:1981 – Requisitos gerais para condutos de instalações elétricas


prediais.

AMARAL, A. D. do. Prontuário de instalações elétricas segundo NR-10 para a


PROCEL Projetos e Construções Elétricas Ltda. Ijuí, 2006. - 134 f.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Instalações Elétricas de Baixa


Tensão. Rio de Janeiro, 1997. - BRASIL. Ministério da Educação.

CAVALIN, Geraldo; CERVELIN, Severino. Instalações elétricas prediais. 7. ed. São


Paulo: Érica, 2002.

COTRIM, A. M. B. Instalações Elétricas. Editora McGraw-Hill do Brasil;

CREDER, H. Instalações Elétricas. Livros Técnicos e Científicos. Editora S.A. (livro


texto). COTRIM, A. M. B. Instalações Elétricas. Editora McGraw-Hill do Brasil;

CREDER, H. Manual do instalador eletricista. São Paulo: LTC, 2004

FUNDESCOLA. Recomendações técnicas edificações: Instalações elétricas Brasília:


FUNDESCOLA, 2001. 27 p.

JUNIOR, Roberto de Carvalho. Instalações elétricas e o projeto de arquitetura, 1ª ed.


Ed. Edgard Blucher.

LIMA FILHO, Domingos Leite. Projetos de instalações elétricas prediais. 6. ed. São
Paulo: Érica, 2001.

MACINTYRE, Archibald Joseph. Instalações elétricas. 4. ed. Rio de Janeiro: Livros


Técnicos e Científicos, 2000.

MOREIRA, Vinicius de Araujo. Iluminação elétrica, Ed. Edgard Blucher.


NEGRISOLI, Manoel Eduardo Miranda. Instalações elétricas: projetos prediais, 3ª ed.,
Ed. Edgard Blucher.

NISKIER, J., MACINTYRE A.C. Instalações elétricas. Livros Técnicos e Científicos


Editora.

NISKIER, Julio. Manual de instalações elétricas, 1ª ed., LTC


NTC – Normas Técnicas da COPEL – Atualizada.

6. INSTALAÇÕES HIDRÁULICAS: CARGA HORÁRIA: 64 HORAS

EMENTA: Estudo sobre a implantação e execução de instalações hidráulicas.


CONTEÚDO(S) ESTRUTURANTE(S) CONTEÚDOS BÁSICOS

1.1 Hidráulica e Saneamento: Conceito


1.2 Terminologias e simbologias
1.3 Legislação e normas técnicas
1 Instalações hidráulicas 1.4 Dimensionamento das canalizações
das instalações de água fria e quente,
esgoto.
1.5 Desenho das instalações hidro
sanitária e pluviais.
BIBLIOGRAFIA

ABNT, NBR 7198:1993 – Projeto e execução de instalações prediais de água quente.

ABNT, NBR 7229:1993 – Projeto, construção e operação de tanques sépticos, versão


corrigida 1997.

ABNT, NBR 8160:1999 – Sistemas prediais de esgoto sanitário – Projeto e execução.

ADDIS, B. Edificação - 3000 Anos de projeto, engenharia e arquitetura. Porto Alegre:


Bookman, 2009.

AZEREDO, H. A. O Edifício e seu acabamento. São Paulo: Edgard Blucher, 2006.

AZEVEDO NETTO, José Martiniano de. Manual de hidráulica, V1 e V2, 6ª ed. Ed.
Edgard Blucher Ltda. São Paulo – SP. , 1973

BAZZO, W. A; PEREIRA, L. T. V. Introdução à Engenharia: Conceitos, ferramentas e


comportamentos. 2 ed., Florianópolis: UFSC, 2008.

BOTELHO, M. H. C. & RIBEIRO JR, G. A. Instalações hidráulicas feitas para durar:


usando tubos de PVC. São Paulo: Ed. Pró-editores. 1998.

CREDER, H. Instalações hidráulicas e sanitárias. Rio de Janeiro: Ed. LTC. 1991. 465p.
GARCEZ, Lucas Nogueira. Elementos de engenharia hidráulica e sanitária. São Paulo:
Edgard Blucher, 1976.

GONÇALVES, Orestes Marraccini et al. Execução e manutenção de sistemas


hidráulicos prediais. 1. ed. São Paulo, SP: Pini, 2000.

RIBEIRO, G. A. JR., BOTELHO, M. H. C. Instalações hidráulicas prediais- usando


tubos de PVC e PPR, 2ª ed., Ed. Edgard Blucher.
SALGADO, J. Instalação Hidráulica Residencial - A Prática do Dia a Dia. São Paulo:
Érica, 2010.

VIANNA, M.R. Instalações Hidráulicas Prediais. Belo Horizonte: Ed. IEA EDITORA.
1993.

7. INSTALAÇÕES PREDIAIS: CARGA HORÁRIA: 32 HORAS

EMENTA: Estudo sobre a implantação e execução de instalações especiais.

CONTEÚDO(S) ESTRUTURANTE(S) CONTEÚDOS BÁSICOS

1.1 Rede de Telecomunicação: conceito


1.2 Instalações de Gás Liquefeito de Petróleo –
GLP e Gás Natural – GN: conceitos
1.3 Prevenção e combate a incêndios: conceito
1.4 Terminologias e simbologias
1 Instalações Especiais 1.5 Legislação e normas técnicas
1.6 Dimensionamento das instalações telefônica
e telecomunicações
1.7 Desenho da rede das instalações de
telecomunicação
1.8 Desenho da rede das instalações de GLP e
combate a incêndio
BIBLIOGRAFIA

ABNT, NBR 13523:2008 – Central de gás liquefeito de petróleo – GLP.

ABNT, NBR 15526:2009 – Redes de distribuição interna para gases combustíveis em


instalações residenciais e comerciais – Projeto e Execução.

CREDER, H., Instalações hidráulicas e sanitárias. 5 ed. Rio de Janeiro: LTC –Livros
Técnicos e Científicos Editora S.A, 1991.

MACINTYRE, A. J. Manual de instalações hidráulicas e sanitárias. Rio de Janeiro: LTC


- Livros Técnicos e Científicos Editora S.A. MELO, V. O.;
NBR-24/65: Instalações Hidráulicas Prediais Contra Incêndio Sob Comando

NETTO, J. M. A. Instalações prediais hidráulico-sanitárias. 5 ed. São Paulo: Edgard


Blucher, 2004.

NPT – Código de segurança contra incêndio e pânico. Março de 2015.

P. J. E. JESZENSKY. Sistemas telefônicos. Ed. Manole, Barueri SP, 2004.

P. TOLEDO. Redes de acesso em telecomunicações. Ed. Makron Books, São Paulo,


2001.

8. INTRODUÇÃO À CONSTRUÇÃO CIVIL: CARGA HORÁRIA: 64 HORAS

EMENTA: Fundamentação na formação profissional do técnico em Edificações. Estudo


das diretrizes das políticas urbanas.

CONTEÚDO(S)
CONTEÚDOS BÁSICOS
ESTRUTURANTE(S)
Formação Profissional 1.1 Áreas de atuação
1.2 Responsabilidade profissional e ética;
1.3 Órgãos de classe
2.1 Estatuto da cidade
Olíticas urbanas 2.2 Plano Diretor
2.3 Legislação (Municipal, Estadual e Federal)
BIBLIOGRAFIA

ADDIS, B. Edificação - 3000 Anos de Projeto, Engenharia e Arquitetura. Porto Alegre:


Bookman, 2009.

ARRUDA, Maria Cecília C. de. Código de ética: um instrumento que adiciona


valor. São Paulo: Negócio Editora, 2002.

BAZZO, W. A; PEREIRA, L. T. V. Introdução à engenharia: conceitos, ferramentas e


comportamentos. 2 ed., Florianópolis: UFSC, 2008.

Caderno do CREA, CONFEA e IEP


Cadernos de legislação de Curitiba - Lei nº 11.095 de 21 de Julho de 2004, que
dispõe sobre as normas que regulam a aprovação de projetos, o licenciamento de obras e
atividades, a execução, manutenção e conservação de obras no município, e dá outras
providências,

Código de Obras de Curitiba - PR - Leis Municipais


PEREIRA, J. R. A. Introdução à história da arquitetura: das origens ao século XXI.
Porto Alegre: Bookman, 2010.

Plano Diretor de Curitiba 2014 - IPPUC.

9. MATEMÁTICA APLICADA: CARGA HORÁRIA: 64 HORAS

EMENTA: Aplicação dos conhecimentos matemáticos para a construção civil.

CONTEÚDOS BÁSICOS
CONTEÚDO(S) ESTRUTURANTE(S)
1.1 Operações numéricas
1.2 Equação 1° grau
1 Números e Álgebra
1.3 Equação 2° grau
1.4 Proporção e razão
1.5 Sistemas de equações
1.6 Matrizes e determinantes
2 Geometrias 2.1 Plana (Área)
2.2 Espacial (Volume)
3.1 Teorema de Tales
3 Grandezas e medidas 3.2 Teorema de Pitágoras
3.3 Trigonometria no triangulo retângulo
3.4 Unidade de medidas (conversões)
4 Tratamento da informação 4.1 Matemática financeira
BIBLIOGRAFIA

BOYER, C. B. História da matemática. São Paulo: Edgard Blucher, 1996.

CARAÇA, B. J. Conceitos fundamentais da matemática. [Link]. Lisboa: Gradiva, 2002.

COURANT, R. ; ROBBINS, H. O que é matemática? Uma abordagem elementar de


métodos e conceitos. Rio de Janeiro: Ciência Moderna, 2000.

DANTE, L. R. Didática da resolução de problemas. São Paulo: Ática, 1989.

D’ AMBRÓSIO, B. Como ensinar matemática hoje? Temas e debates. Rio Claro, n. 2,


ano II, p. 15 – 19, mar. 1989.

D’AMBRÓSIO, U., BARROS, J. P. D. Computadores, escola e sociedade. São Paulo:


Scipione, 1988.

D’AMBRÓSIO, U. Etmomatemática arte ou técnica de explicar e conhecer. São Paulo:


Ática, 1998.

DANTE, Luiz Roberto. Matemática: contexto & aplicações: volume único. São Paulo, SP:
Ática, 2001.
IEZZI, Gelson et al.. Matemática: volume único. São Paulo: Atual, 2002.

LOURENÇO,Márcia; SILVA, Ana Paula. Matemática elementar: lembrando e


exercitando. Novo Hamburgo, RS: Feevale, 2007.

10. MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO: CARGA HORÁRIA: 64 HORAS

EMENTA: Estudo das normas técnicas dos materiais de construção. Conhecimento e


análise dos materiais de construção.

CONTEÚDO(S)
CONTEÚDOS BÁSICOS
ESTRUTURANTE(S)
1.1 Órgãos regulamentadores
1.2 Instrumentos de medidas e padrões dos
1 Normas técnicas materiais de aplicação na construção civil:
granulometria, módulo de finura, densidade,
umidade e porosidade.
2 Materiais 2.1 Propriedades
2.2 Classificação
2.3 Caracterização
2.4 Ensaios
BIBLIOGRAFIA

ALVES, J. D. Manual de tecnologia do concreto. São Paulo: Editora Nobel.


AZEREDO, H.A. O edifício até sua cobertura. São Paulo: Edgard Blucher Ltda.

BARROS, A. Manual de conforto térmico. São Paulo: Editora Nobel.

BAUER, L. A. F. Materiais de construção. Volume 1. Rio de Janeiro: LTC.

BAUER, L. A. F. Materiais de construção. Volume 2. Rio de Janeiro: LTC.

FALCÃO BAUER, L.A. Materiais de construção. Volume 1. Rio de Janeiro: Livros


Técnicos e Científicos, 2009.

GIAMUSSO, S.E. Manual do concreto. São Paulo: Pini.

KLOSS, C. L. Materiais para construção civil. Curitiba: Centro Federal de Educação


Tecnológica do Paraná, 1996, 228p.

PETRUCCI, E. G. R. Materiais de construção. 12ª ed. São Paulo: Globo, 2007.


RIPPER, Ernesto. Manual prático de materiais de construção. São Paulo: Pini Editora,
2001.

SINDUSCON. Qualidade na aquisição de materiais e execução de obras. São Paulo:


Pini, 2004.

SOUZA, R.; TAMAKI, M. R. Gestão de materiais de construção. São Paulo: O nome da


rosa, 2005

Normas técnicas para ensaios de Materiais de Construção.

11. MECÂNICA DOS SOLOS: CARGA HORÁRIA: 64 HORAS

EMENTA: Estudo das normas técnicas referente a solos. Conhecimento e análise dos
solos.

CONTEÚDO(S)
CONTEÚDOS BÁSICOS
ESTRUTURANTE(S)

1.1 Conceito Básico sobre Mecânica dos


Solos.
1.2 Órgãos regulamentadores
1 Normas técnicas 1.3 Instrumentos de medição de plasticidade,
compressibilidade, permeabilidade.
2.1 Propriedades
2.2 Classificação
2 Solos
2.3 Caracterização
2.4 Sondagem
2.5 Ensaios
BIBLIOGRAFIA

CAPUTO, Homero Pinto. Mecânica dos solos e suas aplicações. vol 1, 6ª ed., Rio de
Janeiro: Livro Técnicos e Científicos Editora, 2000.

CAPUTO, Homero Pinto. Mecânica dos solos e suas aplicações. vol 2, 6ª ed., Rio de
Janeiro: Livro Técnicos e Científicos Editora, 2000.

CAPUTO, Homero Pinto. Mecânica dos solos e suas aplicações. vol 3, 6ª ed., Rio de
Janeiro: Livro Técnicos e Científicos Editora, 2000.

CRAIG, Robert F. Mecânica dos solos. 7ª edição 2007, LTC Editora.

PINTO, Carlos de Sousa. Curso básico de mecânica dos solos em exercícios


resolvidos. 3ª ed. Oficina de Textos Editora. 2006

12. METODOLOGIA CIENTÍFICA: CARGA HORÁRIA: 32 HORAS

EMENTA: Estudo dos métodos científicos e desenvolvimento de pesquisas científicas.

CONTEÚDO(S) ESTRUTURANTE(S) CONTEÚDOS BÁSICOS

1.1 Conceito de metodologia científica:


qualitativo e quantitativo
1.2 Observação, formulação de hipótese
1 Método Científico 1.3 Experimentação, interpretação de resultados,
conclusões
1.4 Tipos de conhecimento: empírico, científico,
filosófico e teológico
2.1 Redação de fichamentos, resumos e tipos
2 Leitura e Interpretação de resenha
2.2 Análise de conteúdo de textos científicos
3.1 Conceitos de pesquisa científica
3.2 Tipos de pesquisa
3.3 Normas da ABNT
3.4 Projeto de pesquisa: finalidade, etapas e
características
3.5 Artigo
3 Pesquisa Científica
3.6 Trabalho de conclusão de curso
3.7 Monografia
3.8 Dissertação
3.9 Tese
3.10 Trabalhos científicos: apresentação e
postura

BIBLIOGRAFIA
LAKATOS, Eva Maria; MARCONI, Marina de Andrade. Fundamentos de metodologia
científica. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2009.
MARCONI. Marina de Andrade; LAKATOS; Eva Maria; Metodologia do trabalho
científico: procedimentos básicos, pesquisa bibliográfica, projeto e trabalhos científicos. 7
ed. São Paulo: Atlas. 2010.

SEVERINO, Antônio Joaquim. Metodologia do trabalho científico. 23. ed. rev. e atualiz.
São Paulo: Cortez, 2007.

13. PROJETOS EM CONSTRUÇÃO CIVIL: CARGA HORÁRIA: 192 HORAS

EMENTA: Estudo e aplicação da representação gráfica dos projetos em construção civil.


Estudo e aplicação de geometria descritiva. Desenvolvimento de projetos.

CONTEÚDO(S)
CONTEÚDOS BÁSICOS
ESTRUTURANTE(S)
1.1 Desenho geométrico
1 Representação Gráfica 1.2 Proporcionalidade
1.3 Letras Técnicas
1.4 Normas técnicas
2 Geometria descritiva 2.1 Perspectivas
2.2 Sistemas de Projeção
3.1 Anteprojeto
3 Projetos 3.2 Arquitetônicos
3.3 Complementares
3.4 Especiais
BIBLIOGRAFIA

ABNT. Coletânea de normas de desenho técnico. São Paulo: SENAI-DTE-DMD, 1990

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. ABNT NBR 6492:2005.


Representação de projetos de arquitetura. Rio de janeiro.

AZEREDO, Helio Alves de. O Edifício e seu acabamento. São Paulo: Edgard Blucher,
1994.

AZEREDO, Helio Alves de. O Edifício ate sua cobertura. 2. ed. rev. São Paulo: Edgard
Blucher, 1997.

CARVALHO JUNIOR, R. Instalações elétricas e o projeto de arquitetura. São Paulo:


Edgard Blucher, 2009.

CARVALHO JUNIOR, R. Instalações hidráulicas e o projeto de arquitetura.. São


Paulo: Edgard Blucher, 2010.
CHING, F. Manual de Dibujo Arquitetônico – Ed. Gustavo Gili, Barcelona, 1985.

FERREIRA, Patrícia. Desenho de Arquitetura: Ao Livro Técnico, Rio de Janeiro, 2001.

CHING, F.D.K. Representação gráfica em arquitetura. Porto Alegre: Bookman, 2000.

CLAUDI, Cláudio. Manual de perspectiva. 3ªed, Gustavo Gili, Barcelona,1975.

CREDER, H. Instalações hidráulicas e sanitárias. São Paulo: LTC, 2006.

FRENCH, Tomás E. & VIERCK, Charles J. Desenho técnico e tecnologia gráfica. 5ª


ed., Ed. Globo, São Paulo, 1995.

IIDA, Itiro. Ergonomia: projeto e produção. 2. ed. rev. e ampl. São Paulo: Edgard
Blucher, 2005.
NEUFERT, E. Arte de projetar em arquitetura; Gustavo Gilli, Barcelona, 1988.

LEMOS, C. Arquitetura brasileira. São Paulo: EDUSP, 1979.

MONTENEGRO, G.A. Desenho arquitetônico. São Paulo: Edgard Blucher, 1998.

14. SEGURANÇA DO TRABALHO NA CONSTRUÇÃO CIVIL: CARGA HORÁRIA: 48 HORAS

EMENTA: Estudo da legislação aplicada à segurança do trabalho. Conhecimento dos


riscos e prevenção de acidentes

CONTEÚDO(S)
CONTEÚDOS BÁSICOS
ESTRUTURANTE(S)
1.1 Normas regulamentadoras
1 Legislação 1.2 Consolidação das Leis Trabalhistas – CLT
1.3 Órgãos sindicais
2.1 Ato inseguro e faltoso.
2.2 Condições inseguras
2 Riscos e Prevenção de 2.3 Programa de Prevenção dos Risocs ambientais.
2.4 Programas de Controle no Meio da Construção
acidentes
Civil.
2.5 Mapas de Risco
2.6 Primeiros socorros

BIBLIOGRAFIA

3º Colóquio Internacional sobre Segurança e Higiene do Trabalho. 6 e 7 de Março de


2003: Ordem dos Engenheiros - Região Norte. ISBN 972-95646-4-7 (125 pag.)

ABEL PINTO – Manual de segurança – construção, conservação e restauro de edifícios


– Edições Sílabo
ALBERTO SÉRGIO MIGUEL - Sinopse de legislação sobre segurança, higiene e
saúde no trabalho. 2003: Ordem dos Engenheiros - Região Norte, Porto. ISBN 972-
95646-3-9
ALBERTO SÉRGIO S.R. MIGUEL - Manual de Higiene e Segurança no Trabalho. 2002:
Porto Editora, Lisboa. ISBN 972-0-45100-9 (527 pag.)

CARDELLA, B. – Segurança no Trabalho e prevenção de acidentes: uma abordagem


holística: segurança integrada a missão organizacional com produtividade, qualidade,
preservação ambiental e desenvolvimento de pessoas. São Paulo: Editora Atlas, 2009.

FERNANDO A CABRAL / MANUEL M. ROXO - Construção Civil e Obras Públicas – A


Coordenação de Segurança. 1996: Idict, Lisboa. ISBN 972-8321-06-6 (76 pag.)

FERNANDO CABRAL / RUI VEIGA - Higiene, Segurança, Saúde e Prevenção de


Acidentes de Trabalho - 3 volumes (1-15).2000: Verlag Dashöfer. ISBN 972-98385-2-6

FRANCISCO JOSÉ FREIRE LUCAS - Construção Civil e Obras Públicas - Escavações


em Solos e sua Estabilidade. 1996: IPCB - Instituto Politécnico Castelo Branco & Idict,
Castelo Branco. ISBN 972-17167-0-0 (94 pag.)

IDICT - Coordenação de Segurança na Construção - Perspectivas de Desenvolvimento.


1999: Idict, Lisboa. ISBN 972-8321-26-0 (263 pag.)

J. Amorim Faria. Gestão de obras e Segurança FEUP – 2008/2009

JOSÉ [Link]; MARIA A BAPTISTA; FÁTIMA PALOS; MANUEL ROXO –


Coordenação de Segurança na Construção: Que Rumo? 2003: IGT-Inspecção Geral
Do Trabalho, Lisboa. ISBN 972-9071-14-4 (130 pág.)

L. M. ALVES DIAS, JORGE M. H. PIRES. Construção - Qualidade e Segurança no


Trabalho. 1998: Idict, Lisboa. ISBN 972-8321-20-1 (177 pag.)

L. M. ALVES DIAS; M. SANTOS FONSECA. Construção Civil - Plano de Segurança e


de Saúde na Construção. 1996: Idict & Ist Decivil, Lisboa. ISBN 972-97174-0-0

MANUEL BOUZA SERRANO / MANUEL BACELAR BEGONHA - ONS - Normalização


em Segurança. 2001: Certitecna - Engenheiros Consultores, Lda., Lisboa. ISBN 972-
97818-O-X (84 pag.)

MATT SEAVER E LIAM O'MAHANY - Gestão de Sistemas de Segurança, Higiene e


Saúde no Trabalho (ISA 2000). 2003: Monitor - Edições para Profissionais, Lisboa. ISBN
972-9413-55-X

UIS FONTES MACHADO - Construção Civil - Manual de Segurança no Estaleiro. 1996:


Idict & Aecops, Lisboa. ISBN 972-8197-09-8 (218 pag.)

15. SISTEMAS ESTRUTURAIS: CARGA HORÁRIA: 224 HORAS

EMENTA: Estudo e desenvolvimento da isostática. Conhecimento e aplicação das


estruturas. Determinação e dimensionamento de estruturas.
CONTEÚDO(S) ESTRUTURANTE(S) CONTEÚDOS BÁSICOS
1.1 Grandezas fundamentais
1.2 Condições de equilíbrio
1.3 Centro de gravidade e deformações
1 Isostática 1.4 Vínculos
1.5 Carregamento
1.6 Reações de apoio
1.7 Esforços seccionais
1.8 Diagrama de esforços
2.1 Infraestrutura
2.2 Supra estrutura
2 Estruturas 2.3 Coberturas
2.4 Elementos especiais
2.5 Projetos
2.6 Fundações especiais
3.1 Vigas
3.2 Pilares
3 Dimensionamento 3.3 Fundações
3.4 Elementos estruturais: detalhamento
3.5 Aço e madeira
BIBLIOGRAFIA

BOTELHO, M.H.C. Concreto armado - eu te amo - Vol . I e II. Editora- Edgard Blucher

GRAZIANO, F. P. Projeto e execução de estruturas de concreto armado. São Paulo:


O nome da rosa, 2005.

LEONHARDT E MONNING, Construções de concreto - vol III- Principios básicos sobre


a armação de estrutura de concreto armado.

PFEIL, W. Estrutura de madeira, Editora – LTC

PFEIL, W. Estrutura de Aço, Editora – LTC

RIPPER, T. Patologia, Recuperação e Reforço de estrutura de concreto. Editora –


PINI

SOUZA, J. C. C. T. Estruturas de Concreto Armado: Fundamentos de projeto,


dimensionamento e verificação. Brasília: UNB, 2006.

16. TÉCNICAS CONSTRUTIVAS: CARGA HORÁRIA: 160 HORAS

EMENTA: Elaboração de planejamento de serviços. Estudo e aplicação dos sistemas e


processos construtivos. Análise de controle de qualidade.
CONTEÚDO(S) ESTRUTURANTE(S) CONTEÚDOS BÁSICOS
1.1Serviços preliminares
1.2 Serviços complementares
1 Planejamento de serviços 1.3 Canteiro de obras

2.1 Movimento de terra


2.2 Infraestrutura
2.3 Superestrutura
2 Sistemas e processos 2.4 Alvenarias
construtivos 2.5 Cobertura
2.6 Aberturas e fechamentos
2.7 Acabamentos
2.8 Impermeabilização
2.9 Equipamentos e máquinas
3.1 ISO: Padrões e Normas
3.2 Inspeção
3 Controle de qualidade 3.3 Certificações
3.4 Ensaios

BIBLIOGRAFIA
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. ABNT NBR 6122:2010. Projeto e
execução de fundações. Associação Brasileira de normas técnicas. Rio de Janeiro.

AZEREDO, Helio Alves de. O Edificio até sua cobertura. 2ª edição. São Paulo: Editora
Edgard Blucher.

AZEREDO, Helio Alves de. O Edifício e seu acabamento. São Paulo: Editora Edgard
Blucher.

BORGES, Alberto de Campos. Prática das Pequenas Construções. Volume 1, 9ª


edição. São Paulo: Editora Edgard Blucher.

BORGES, Alberto de Campos. Prática das Pequenas Construções. Volume 2, 5ª


edição. São Paulo: Editora Edgard Blucher.

EDMILSON FREITAS CAMPANTE; LUCIANA LEONE MACIEL BAIA. Projeto e


execução de revestimento cerâmico, 2ª edição. Editora Nome da Rosa.

FAGUNDES, Jeronimo Cabral Pereira. Perícias de Fachadas em Edificações - Pintura,


1ª edição. Editora Leud.

LUCIANA LEONE MACIEL BAIA; FERNANDO HENRIQUE SABATINNI. Projeto e


execução de revestimento de argamassa, 4ª edição. São Paulo: Editora PINI.

MANOEL HENRIQUE CAMPOS BOTELHO; ANDRE GIANNONI; VINÍCIUS CAMPOS


REBELLO, Y.C.P. Fundações: guia prático de projeto, execução e dimensionamento.
São Paulo: Ed. Zigurate, 2008.
SALGADO, J. Técnicas e práticas construtivas para edificação. São Paulo: Érica,
2014.

YAZIGI, W. Técnica de Edificar. São Paulo: PINI, 14ª edição, 2014.

17. TOPOGRAFIA: CARGA HORÁRIA: 96 HORAS

EMENTA: Estudo e aplicação do levantamento topográfico. Conhecimento e aplicação de


locação de obras.

CONTEÚDO(S)
CONTEÚDOS BÁSICOS
ESTRUTURANTE(S)
1.1 Forma da Terra: Fundamentos
1.2 Instrumental
1.3 Normas técnicas
1 Levantamento topográfico 1.4 Planimetria
1.5 Altimetria
1.6 Planialtimetria
1.7 Georreferenciamento
1.8 Representação gráfica
2.1 Terraplanagem
2 Locação de obras 2.2 Gabarito
2.3 Estaqueamento
BIBLIOGRAFIA

BORGES, A.C.; KATHERINE, E. Topografia aplicada à engenharia civil. V. 1. 3ª


edição. São Paulo: Edgard Blücher, 2013.

BORGES, A.C.; KATHERINE, E .Topografia aplicada à engenharia civil. V. 2. 2ª


edição. São Paulo: Edgard Blücher, 2013.

McCORMAC, J.C. Topografia. Rio de Janeiro: LTC, 2007.

BORGES, A.C. Topografia Aplicada à Engenharia Civil - Volume 1 - 2ª ed. São Paulo:
Ed. Edgard Blücher, 2008.

BORGES, A.C. Topografia Aplicada à Engenharia Civil - Volume 2. São Paulo: Ed.
Edgard Blücher, 2006.
PLANO DE ESTÁGIO OBRIGATÓRIO DO CURSO TÉCNICO EM EDIFICAÇÕES

JUSTIFICATIVA: O estágio obrigatório Profissional Supervisionado é uma atividade


curricular, um ato educativo que propicia a integração dos estudantes com a realidade do
mundo do trabalho. Sendo um ato pedagógico que permite ao aluno o confronto entre os
desafios profissionais e a formação prática adquiridas por meio do currículo que
oportuniza a formação de profissionais com percepção crítica da realidade e capacidade
de análise das relações técnicas de trabalho. O estágio desenvolvido no ambiente de
trabalho, cujas atividades a serem executadas devem estar devidamente adequadas às
exigências pedagógicas relativas ao desenvolvimento pessoal, profissional e social do
educando e de com o perfil de conclusão do técnico em edificações.
As atividades de estágio é uma oportunidade do educando vivenciar na prática,
enquanto técnico em atuação no setor produtivo. A efetivação do fazer no ramo da
construção civil deve preparar o estudante para executar e desenvolver projetos,
conforme normas técnicas de segurança e de acordo com a legislação específica, de
modo a propiciar um desenvolvimento integral dos sujeitos.
O Estágio Profissional Supervisionado, de caráter obrigatório, previsto no currículo
do Curso Técnico em Edificações está em conformidade com o itinerário formativo, o perfil
de conclusão exigido para o desempenho da função do técnico e com a legislação
vigente.

OBJETIVO GERAL DO ESTÁGIO: Desenvolver e executar projetos de edificações


conforme as normas técnicas de segurança e de acordo com a legislação específica do
curso ingressando-os na realidade do mundo do trabalho, propiciando o desenvolvimento
pessoal e profissional, a partir da prática no setor produtivo, contemplando as diversas
áreas, contribuindo desse modo para a formação integral do aluno trabalhador.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS DO ESTÁGIO:

● Proporcionar ao aluno contato com as atividades relacionadas ao Técnico em


Edificações no mundo no setor produtivo.
● Oportunizar experiência profissional diversificada na área de abrangência do curso.
● Confrontar conhecimentos teóricos com a prática profissional, a partir das
experiências realizadas no campo de estágio.
● Desenvolver e executar projetos de edificações nos diversos setores no campo de
estágio;
● Planejar e executar orçamentos de obras;
● Prestar e coordenar a execução de serviços de manutenção de equipamentos e de
instalações em edificações.
● Proporcionar ao aluno, o contato com os canteiros de obras da construção civil e
atividades relacionadas ao mundo do trabalho.
● Elaborar projetos disciplinares e/ou interdisciplinares nos diversos setores durante
a execução do estágio.

LOCAIS DE REALIZAÇÃO DO ESTÁGIO: O estágio será realizado nos locais abaixo


relacionados, conforme Termos de Convênios firmados entre o Colégio Estadual Nilo
Cairo com as empresas abaixo relacionadas. No entanto, outros convênios poderão ser
acordados no decorrer da execução do estágio, caso haja necessidades de novos
campos para a inserção de estagiários.

NOME CNPJ/CGC VIGÊNCIA


ARCHIMETRUM ENGENHARIA E
09.310.544/0001-24 23/10/2023 a 23/10/2028
ARQUITETURA LTDA.
JOSI RODRIGUES - ARQUITETURA E 23/10/2023 A 23/10/2028
46.108.302/0001/89
INTERIORES LTDA
JULIANE FRANZON ARQUITETURA 20.744.526/0001/93 23/10/2023 A 23/10/2028
E INTERIORES LTDA

DISTRIBUIÇÃO DA CARGA HORÁRIA DO ESTÁGIO: A carga horária total do


estágio, conforme consta na Matriz Curricular é de 100 horas: 33 horas no 3º
semestre e 67 horas no 4º semestre.

APROVEITAMENTO DE CARGA HORÁRIA: O aluno trabalhador do 3º e 4º


semestres do Curso Técnico em Edificações – Subsequente ao Ensino Médio, que
estiver atuando no setor da construção civil, poderá aproveitar, até 50% da carga
horária de estágio, mediante comprovação e declaração da empresa onde exerce a
função, conforme aprovação no Regimento da escola.

ATIVIDADES DO ESTÁGIO: O Estágio Profissional é de caráter obrigatório, como ato


educativo, representa o momento de inserção do aluno no mundo do trabalho,
permitindo que os conhecimentos assimilados possibilitem a compreensão das
relações existentes entre a teoria e prática e o mundo do trabalho. Atividades
desenvolvidas no campo de estágio:

● Desenho Técnico;
●Legislação e Normas Técnicas;
● Materiais de Construção;
● Planejamento de Obras;
● Topografia;
● Solos;
● Controle de Qualidade em Obras;
● Normas de Segurança e Saúde no Trabalho.

O Estágio Profissional para o Curso de Técnico em edificações está assim


organizado:
Estágio de Observação: neste momento os alunos deverão cumprir a carga
horária por meio de palestras provenientes de órgãos e/ou conselhos de
fiscalização profissional, visitas técnicas em canteiros de obras e escritórios de
engenharia e arquitetura para verificação de documentações e projetos. Etapa
a ser cumprida no 3º semestre, sendo realizada em horários não compatíveis
com o horário de aula, respeitando a Matriz curricular. Perfazendo um total de
33 horas.
Estágio Supervisionado de Aplicação: Nesta etapa, os alunos deverão
cumprir a carga horária em escritórios de engenharia ou arquitetura para
efetivação de documentações e em canteiros de obras para efetivação da obra
em si. Esta fase, deverá ser cumprida no 4º semestre, sendo realizada em
contraturno, sendo 67 horas, conforme constam na matriz curricular. As
atividades de Estágio para o curso Técnico em Edificações deverão ser
desenvolvidas em empresas da construção civil, escritórios de projetos e de
construção civil e canteiros de obras.
● Verificação da Documentação da Obra: Projetos
Preenchimento de ART/RRT (CREA – CAU - CFT), Alvará de licença,
Guia ISS e INPS
● Canteiro de Obras: Locação e Gabarito e Fundação Estrutural.
● Alvenaria, acabamentos e acessórios.
● Cobertura.
No 3º Semestre o estagiário iniciará a elaboração da Documentação de
estágio, que deverá ser entregue e analisada pelo professor Coordenador de estágio,
com o cronograma cumprido pelo estagiário e anexos preenchidos e assinados pelas
partes acordadas no Plano de Estágio. O estagiário, o supervisor responsável pela
empresa concedente e o professor Coordenador de Estágio. O relatório deverá
descrever as atividades realizadas e ainda apresentar a carga horária cumprida na
instituição concedente. Para cada atividade realizada, o aluno deverá apresentar a
documentação exigida pelo coordenador de estágio. A
partir do 4º semestre, os estagiários deverão, concomitantemente, elaborar o RFE -
Relatório Final de Estágio. Trata-se de um trabalho teórico e prático, onde o mesmo
deverá desenvolver um Projeto Arquitetônico Completo, de até 80,00 metros
quadrados, e também seus Projetos Complementares, esses de forma simplificada,
além de um estudo técnico-teórico sobre o assunto escolhido pelo discente, sempre
respeitando as Normas Técnicas Brasileiras vigentes. O professor coordenador de
estágio fornecerá documentos padrões que os alunos deverão utilizar como base de
seus trabalhos: tanto o RFE – Relatório Final de Estágio, quanto a Documentação de
Estágio. Esses trabalhos base serão revisados pelo corpo docente no início de cada
semestre e entregues, em plataforma digital para cada discente, durante o período de
aula.
O RFE – Relatório Final de Estágio será apresentado para uma banca,
composta por 2 docentes e mais um profissional convidado da área. Ao aluno será
oportunizado, realizar uma recuperação tanto da apresentação quanto da parte
prática e teórica, de acordo com as datas estabelecidas pelo professor Coordenador
de estágio. Vale lembrar a importância desse trabalho, pois engloba todo
conhecimento adquirido pelo aluno durante a sua vida escolar. O RFE - Relatório
Final é essencial, considerando que é um meio de preparar o aluno para o exercício
da profissão, enquanto técnico atuante no setor produtivo.

ATRIBUIÇÕES DO ESTABELECIMENTO DE ENSINO: O Estágio Profissional


obrigatório, concebido como procedimento didático-pedagógico e como ato educativo
intencional, é atividade pedagógica de competência da instituição de ensino, sendo
planejado, executado e avaliado em conformidade com os objetivos propostos para a
formação profissional dos estudantes, previsto no Projeto Político Pedagógico, no
Plano de Curso e descrito no Plano de Estágio. A instituição de ensino é responsável
pela execução do estágio obrigatório, nas condições estabelecidas no Plano de
Estágio, considerando:
● A realização de Termo de Compromisso firmado entre o estagiário, a instituição de
ensino e a concedente de estágio.
● A elaboração do Plano de Estágio, a ser apresentado para análise e contemplado
com o Projeto Político Pedagógico;
● Indicação do professor coordenador de estágio.
● Acompanhar e avaliar as condições para efetivação do estágio previstas no Plano de
estágio e firmados nos termos de Convênios.
● Elaborar instrumentos de avaliação e acompanhar o cronograma das atividades do
estágio.
● Informar o aluno quanto à obrigatoriedade do cumprimento da carga horária de
estágio para a conclusão do curso.
● Comunicar aos alunos que a carga horária destinada ao estágio deve ser cumprida
100% no contraturno.

ARTIBUIÇÕES DO COORDENADOR DE ESTÁGIO:


● Solicitar juntamente da parte concedente relatório, que integrará o Termo de
Compromisso, sobre a avaliação dos riscos, levando em conta: local de estágio;
agentes físicos, biológicos e químicos; o equipamento de trabalho e sua utilização; os
processos de trabalho; as operações e a organização do trabalho; a formação e a
instrução para o desenvolvimento das atividades de estágio;
● Exigir do estudante a apresentação periódica, de relatório das atividades, em prazo
não superior a 5 (cinco) meses;
● Esclarecer junto a parte concedente do estágio, o Plano de Estágio e o Calendário
Escolar;
● Planejar com a parte concedente os instrumentos de avaliação e o cronograma de
atividades a serem realizadas pelo estágio;
● Proceder avaliações que indiquem se as condições para a realização do estágio estão
de acordo com as firmadas no Plano de Estágio e no Termo de Compromisso,
mediante relatório;
● Zelar pelo cumprimento do Termo de Compromisso;
● Elaborar junto ao Coordenador de Curso o Plano de Estágio;
● Conhecer o campo de atuação do estágio;
● Orientar os estagiários quanto às normas inerentes aos estágios;
● Esclarecer aos estagiários as determinações do Termo de cooperação técnica e
Termo de Compromisso;
● Orientar os estagiários quanto à importância de articulação dos conteúdos aprendidos
à prática pedagógica;
● Orientar os estagiários na elaboração do Plano Individual de Estágio, relatórios e
demais atividades pertinentes;
● Orientar os estagiários quanto às condições de realização do estágio, ao local,
procedimentos, ética, responsabilidades, comprometimento, dentre outros;
● Atender necessariamente os estagiários no dia da semana e horário determinado
pelos Coordenadores de Curso;
● Propor alternativas operacionais para realização do estágio;
● Atuar como um elemento facilitador da integração das atividades previstas no estágio;
● Promover encontros periódicos para a avaliação e controle das atividades dos
estagiários, encaminhando ao final de período ao coordenador de curso, as fichas de
acompanhamento das atividades, avaliação e frequências;
● Levar ao conhecimento da coordenação do curso quaisquer dificuldades que venham
ocorrer no desenvolvimento dos trabalhos;
● Comparecer às reuniões convocadas pela Instituição de ensino e Coordenação de
curso;
● Manter o registro de classe com frequência e avaliação em dia.
ATRIBUIÇÕES DO ESTAGIÁRIO:

● Realizar as atividades com a anuência da instituição cedente e concedente.


● Frequentar as aulas e comprometer-se em realizar as demais atividades em
detrimento do estágio.
● Ter ciência de que as atividades de estágio não caracterizam vínculo empregatício.
● Conhecer a legislação de estágio.
● Zelar pelos equipamentos e responsabilizar-se pelos danos causados no campo de
estágio.
● Estabelecer contatos com unidades concedentes para fins de estágios;
● Elaborar Plano Individual de Estágio, junto ao professor Coordenador do Estágio;
● Participar de atividades de orientação sobre o estágio;
● Observar sempre o regulamento do Plano de Estágio elaborado pelo estabelecimento
de ensino;
● Zelar pela documentação do estágio, entregue pelo professor Coordenador de
Estágio.
● Conhecer a organização da unidade concedente;
● Respeitar o Cronograma de Estágio para garantir o cumprimento da carga horária no
período estabelecido pela Coordenação de Estágio;
● Acatar as normas estabelecidas pela unidade concedente;
● Zelar pelo nome da instituição concedente e do estabelecimento de ensino;
● Manter um clima harmonioso com a equipe de trabalho;
● Cumprir o Plano individual de Estágio e o Termo de Compromisso firmado com a
Instituição de Ensino e a Unidade Concedente;
● Ter postura e ética profissional;
● Zelar pelos equipamentos, aparelhos, instrumentos e bens em geral da Unidade
Concedente e responder pelos danos pessoais e materiais causados.
● Entregar para o professor Coordenador de estágio um documento contendo todas as
etapas do estágio, propostas no Plano de Estágio.
● Cumprir a carga horária de estágio, conforme aprovado no currículo.
● Apresenta Relatório Final de estágio, segundo orientação da coordenação de estágio.
ATRIBUIÇÕES DO SUPERVISOR DE ESTÁGIO: O supervisor de estágio em
conjunto com os docentes, coordenador de curso e coordenador de estágio, deverá
elaborar normas e atividades de estágio.

● Organizar com o coordenador de estágio, o plano de estágio e o cronograma das


atividades.

● Elaborar um plano de atividades de estágio, delimitando o que pode ser


desenvolvido pelos estudantes e apresentá-lo à concedente do estágio,
supervisionando-o in loco.

● Articular com o corpo docente, o desenvolvimento do estágio, para efetivar a


relação teoria e prática.

● Orientar os estagiários quanto às normas inerentes aos estágios e as legislações


vigentes.

● Orientar os estagiários quanto às condições de realização do estágio, local,


procedimentos, ética, responsabilidade, comprometimento, entre outros.

● Analisar as atividades desenvolvidas pelos alunos de forma contínua, orientando-


os quando necessário.

● Cumprir o cronograma elaborado em conjunto com a coordenação de estágio e


comunicar a coordenação de estágio quaisquer alterações no cronograma.

● Conscientizar os estagiários quanto à prevenção de acidentes.

● Orientar e incentivar o zelo pelos materiais bem como a manutenção dos locais
utilizados para realização do estágio.

● Acompanhar e registrar a frequência (assiduidade/desempenho) dos alunos nas


atividades do estágio.

● Promover encontros periódicos para avaliação e controle das atividades dos


estagiários, encaminhando ao final de cada período avaliativo semestralmente, as
fichas de acompanhamento, avaliação e frequências à coordenação de estágio.

● Realizar a avaliação das atividades de estágio.


● Participar dos eventos de formação continuada específicos da Educação
Profissional promovidas pela mantenedora por meio do Departamento de
Educação Profissional.

FORMA DE ACOMPANHAMENTO DO ESTÁGIO: O estagiário deverá ser


acompanhado durante a realização dos estágios pelo coordenador e o supervisor de
estágio e avaliado pelo supervisor na empresa concedente.

AVALIAÇÃO DO ESTÁGIO: A avaliação do estágio obrigatório é concebida como um


processo contínuo e como parte integrante do currículo que compõe o Curso Técnico
em Edificações, considerando os instrumentos e critérios elaborados pela instituição
de ensino. Entrega de relatórios conforme cronograma estipulado pelos responsáveis,
assiduidade e responsabilidade na execução das atividades, consistência do Projeto
Arquitetônico, capacidade de síntese no ato da apresentação do Relatório Final de
estágio e ética profissional. O aluno que não cumprir a carga horária conforme
determina o currículo e não apresentar o Relatório Final das Atividades de Estágio,
será considerado reprovado.

DESCRIÇÃO DAS PRÁTICAS PROFISSIONAIS PREVISTAS: As práticas profissionais


realizada pelos alunos matriculados e frequentes no Curso Técnico em Edificações,
ocorrerão por meio de visitas técnicas, palestras, atividades práticas, elaboração de
planilhas, elaboração de Projetos à mão e com uso de programas computacionais
(Programa Autocad 2D e Programa Sketch Up, 3D), desenvolvimento de ensaios
técnicos, montagem de maquetes, uso dos diversos equipamentos disponíveis no
Laboratório específico do curso, demonstração e aplicação dos materiais de construção
disponíveis no mercado, uso da Biblioteca, cálculos matemáticos, montagens
documentais pelo estudante, habilidades técnicas, conscientização no que diz respeito ao
equilíbrio ambiental e segurança no trabalho aplicadas às diversas atividades exercidas
pelos egressos.

MATRIZ CURRICULAR PADRÃO:


Matriz Curricular
Estabelecimento: 11 - COLÉGIO ESTADUAL NILO CAIRO – EFMNP CÓDIGO: 11
Município: APUCARANA CÓDIGO: 140
Curso: TÉCNICO EM EDIFICAÇÕES CÓDIGO: 921
Implantação: gradativa a partir do segundo
Forma: SUBSEQUENTE
semestre de 2016
Carga horária: 1376 horas mais 100 horas
Turno: NOITE de Estágio Profissional Supervisionado
Organização: Semestral
N. COD. SEMESTRES HORA
DISCIPLINAS
SAE 1º 2º 3º 4º S
1 4107 ADMINISTRAÇÃO DE OBRAS 32 64 96
2 2132 CONTROLE E PROTEÇÃO AMBIENTAL 48 48
3 3514 FUNDAMENTOS DO TRABALHO 32 32
4 4404 INFORMÁTICA 32 32
5 3810 INSTALAÇÕES ELÉTRICAS 64 64
270 64
6 INSTALAÇÕES HIDRÁULICAS 64
8
7 2705 INSTALAÇÕES PREDIAIS 32 32
8 2137 INTRODUÇÃO À CONSTRUÇÃO CIVIL 64 64
9 204 MATEMÁTICA APLICADA 64 64
10 3717 MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO 64 64
11 4644 MECÂNICA DOS SOLOS 64 64
171 32
12 METODOLOGIA CIENTÍFICA 32
7
13 2138 PROJETOS EM CONSTRUÇÃO CIVIL 64 64 64 192
14 2135 SEGURANÇA DO TRABALHO NA CONSTRUÇÃO CIVIL 48 48
15 4052 SISTEMAS ESTRUTURAIS 32 64 64 64 224
16 2136 TECNICAS CONSTRUTIVAS 32 64 64 160
17 4628 TOPOGRAFIA 48 48 96
TOTAL 368 336 336 336 1376
4446 ESTÁGIO PROFISSIONAL SUPERVISIONADO 33 67 100
MATRIZ CURRICULAR OPERACIONAL

Matriz Curricular Operacional


Estabelecimento: COLÉGIO ESTADUAL NILO CAIRO – EFMNP. CÓDIGO: 11
Município: APUCARANA CÓDIGO: 140
Curso: TÉCNICO EM EDIFICAÇÕES CÓDIGO: 921
Implantação: gradativa a partir do segundo
Forma: SUBSEQUENTE semestre de 2016
Carga horária: 1376 horas mais 100 horas de
Turno: NOITE Estágio Profissional Supervisionado
ORGANIZAÇÃO: SEMESTRAL
SEMESTRE (HORAS-AULA)
2ª 3ª 4ª
COD. DISCIPLINAS

N. SAE T P T P T P T P
1 4107 ADMINISTRAÇÃO DE OBRAS 2 4
2 2132 CONTROLE E PROTEÇÃO AMBIENTAL 3
3 3514 FUNDAMENTOS DO TRABALHO 2
4 4404 INFORMÁTICA 2
5 3810 INSTALAÇÕES ELÉTRICAS 2 2
6 2708 INSTALAÇÕES HIDRÁULICAS 2 2
7 2705 INSTALAÇÕES PREDIAIS 2
8 2137 INTRODUÇÃO À CONSTRUÇÃO CIVIL 4
9 204 MATEMÁTICA APLICADA 4
1 3717 MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO 4
0
1 4644 MECÂNICA DOS SOLOS 2 2
1
1 1717 METODOLOGIA CIENTÍFICA 2
2
1 2138 PROJETOS EM CONSTRUÇÃO CIVIL 4 4 4
3
1 2135 SEGURANÇA DO TRABALHO NA 3
4 CONSTRUÇÃO CIVIL
1 4052 SISTEMAS ESTRUTURAIS 2 4 4 4
5
1 2136 TECNICAS CONSTRUTIVAS 2 2 2 4
6
1 4628 TOPOGRAFIA 1 2 1 2
7
TOTAL 23 21 21 21
ESTÁGIO PROFISSIONAL
4446 33 h 67 h
SUPERVISIONADO

ORIENTAÇÕES METODOLÓGICAS:

INTRODUÇÃO: Tomando como referência as “Diretrizes Curriculares da Educação


Profissional para a Rede Pública do Paraná”, é importante apresentar os
encaminhamentos metodológicos como parte integrante do Plano de curso Técnico em
Edificações para organização das práticas pedagógicas a serem desenvolvidas ao longo
do curso. Considerando que as ações pedagógicas dos professores de acordo com as
Diretrizes supracitadas objetivam atender as necessidades dos estudantes, tendo em
vista o perfil profissional, o compromisso com a formação profissional e da cidadania, a
apropriação dos conhecimentos, a reflexão crítica e a autonomia, faz-se necessário
assumir a concepção da Educação Profissional e seus princípios:
O TRABALHO COMO PRINCÍPIO EDUCATIVO: O trabalho enquanto categoria
ontológica explica que o homem é diferente dos outros animais, pois é por meio da ação
consciente do trabalho, que o homem é capaz de criar a sua própria existência. Portanto,
é na relação Homem-Homem e Homem-Natureza, que se situa a compreensão da escola
politécnica na Educação Profissional.
A organização curricular integrada da Educação Profissional, considerando a
categoria do TRABALHO, agrega como elementos integradores a CIÊNCIA, a CULTURA
e a TECNOLOGIA, pois a:
- CIÊNCIA é produção de conhecimentos sistematizados social e
historicamente pelo homem.
- CULTURA, o processo dinâmico de criação e representações sociais
manifestas pelo homem por meio de símbolos.
- TECNOLOGIA, a construção social que decorre das relações sociais, ou
seja, das organizações políticas e econômicas da sociedade. A tecnologia é “mediação
entre ciência (apreensão e desvelamento do real) e produção (intervenção) no real”.
(RAMOS, 2004; 2005 apud BRASIL, 2007, p. 44).
Essas dimensões articuladas devem promover o equilíbrio entre atuar praticamente
e trabalhar intelectualmente.
Assim, o tratamento metodológico deve privilegiar a relação entre teoria e a prática
e entre a parte e a totalidade, fazendo com que haja integração entre os conteúdos nas
dimensões disciplinar e interdisciplinar.

O PRINCÍPIO DA INTEGRAÇÃO: A integração é o princípio norteador da práxis


pedagógica na Educação Profissional e articula as dimensões disciplinar e interdisciplinar
Disciplinar significa os campos do conhecimento que podemos reconhecê-los como sendo
os conteúdos que estruturam o currículo – conteúdos estruturantes. As disciplinas, por
sua vez, são os pressupostos para a interdisciplinaridade, na medida em que as relações
que se estabelecem por meio dos conceitos da relação teoria e prática extrapolam os
muros da escola e, permitem ao estudante a compreensão da realidade e dos fenômenos
inerentes a ela para além das aparências:

A interdisciplinaridade, como método, é a reconstituição da totalidade pela relação


entre os conceitos originados a partir de distintos recortes da realidade; isto é, dos
diversos campos da ciência representados em disciplinas. (RAMOS, 2007)
Assim, os encaminhamentos metodológicos exigem uma organização dos
conteúdos que permita aos estudantes se apropriarem dos conceitos fundamentais das
disciplinas no contexto da interdisciplinaridade e da integração.

ENCAMINHAMENTOS METODOLÓGICOS: Os encaminhamentos metodológicos devem


considerar os princípios e concepção do ensino médio integrado, na perspectiva de
garantir uma formação politécnica aos estudantes da Educação Profissional. A politecnia
nesse contexto significa dominar os princípios da ciência e as suas diferentes técnicas, no
contexto do processo produtivo – TRABALHO, e não no seu sentido restrito do conjunto
de muitas té[Link] sentido, a intervenção do professor por meio do ato de ensinar
deve ser intencional na medida em que ele se compromete com uma educação de
qualidade e uma formação profissional para o mundo do trabalho. Assim, é importante
ressaltar também o papel da escola e, para tanto, o reafirmamos com Libâneo:

[...] a escola tem, pois o compromisso de reduzir a distância entre a ciência cada
vez mais complexa e a cultura de base produzida no cotidiano, e a provida pela
escolarização. Junto a isso tem também o compromisso de ajudar os alunos a
tornarem-se sujeitos presentes, capazes de construir elementos categoriais de
compreensão e apropriação crítica da realidade (LIBÂNEO, 1998, p. 9)

Os conteúdos aqui mencionados não são quaisquer conteúdos, trata-se dos


“conhecimentos construídos historicamente e que se constituem, para o trabalhador, em
pressupostos a partir dos quais se podem construir novos conhecimentos no processo
investigativo e compreensão do real.” (RAMOS, 2005, p.107). Portanto, como
encaminhamentos metodológicos se indicam as proposições apontadas por Marise
Ramos:

PROBLEMATIZAÇÃO DOS FENÔMENOS: Trata-se de usar a metodologia da


problematização, no sentido de desafiar os estudantes a refletirem sobre a realidade que
os cerca na perspectiva de buscar soluções criativas e originais para os problemas que se
apresentam a respeito dessa realidade:

Problematizar fenômenos – fatos e situações significativas e


relevantes para compreendermos o mundo em que vivemos, bem
como processos tecnológicos da área profissional para a qual se
pretende formar [...] como ação prática.
Isso significa:
● Elaborar questões sobre os fenômenos, fatos e situações.
● Responder às questões elaboradas à luz das teorias e conceitos já formulados sobre
o(s) objeto(s) estudados – conteúdos de ensino.

EXPLICITAÇÃO DE TEORIAS E CONCEITOS: A partir de uma situação-problema


indicada para reflexão, análise e solução, deixar claro para os estudantes quais conceitos
e quais teorias dão suporte para a apreensão da realidade a ser estudada:

Explicitar teorias e conceitos fundamentais para a compreensão


do(s) objetivo(s) estudados nas diversas perspectivas em que foi
problematizada.

Nesse sentido, é importante:


● Localizá-los nos respectivos campos da ciência (áreas do conhecimento, disciplinas
científicas e/ou profissionais).
● Identificar suas relações com outros conceitos do mesmo campo (disciplinaridade) e
de campos distintos do saber (interdisciplinaridade).

C) CLASSIFICAÇÃO DOS CONCEITOS–CONHECIMENTOS: Os “conhecimentos


desenvolvidos na perspectiva da sua utilização pelas pessoas são de formação geral e
fundamentam quaisquer conhecimentos específicos desenvolvidos com o objetivo de
formar profissionais”.

Situar os conceitos como conhecimentos de formação geral e


específica, tendo como referência a base científica dos conceitos e
sua apropriação tecnológica, social e cultural.

Nessa dimensão, estão os conhecimentos que, uma vez apropriados, permitem às


pessoas formularem, agirem, decidirem frente a situações próprias de um processo
produtivo. Esses conhecimentos correspondem a desdobramentos e aprofundamentos
conceituais restritos em suas finalidades e aplicações, bem como as técnicas
procedimentais necessárias à ação em situações próprias a essas finalidades.

ORGANIZAÇÃO DOS COMPONENTES CURRICULARES E AS PRÁTICAS


PEDAGÓGICAS: As opções pedagógicas implicam redefinir os processos de ensino,
pensando no sujeito que aprende (estudante) de modo a considerar a realidade objetiva
(totalidade histórica).

Organizar os componentes curriculares e as práticas pedagógicas,


visando a corresponder, nas escolhas, nas relações e nas
realizações, ao pressuposto da totalidade do real como síntese das
múltiplas determinações.

São ações pedagógicas no contexto dos processos de ensino:


● Proposições de desafios e problemas.
● Projetos que envolvam os estudantes, no sentido de apresentar ações
resolutivas – projetos de intervenção.
● Pesquisas e estudos de situações na perspectiva de atuação direta na
realidade. Os pressupostos que dão suporte ao currículo ancorado nos
encaminhamentos metodológicos apresentados, de fato, se diferenciam de um
currículo que tem como referência a reprodução de atividades na perspectiva do
currículo tradicional que condiz com o princípio da integração. (RAMOS, 2005, p.122)

REFERÊNCIAS

LIBÂNEO, José Carlos. Pedagogia e pedagogos, para quê? São Paulo: Cortez, 1998.

MACHADO, Lucília Regina de Souza. Diferenciais inovadores na formação de


professores para a educação especial. In: Revista brasileira de educação profissional
e tecnológica. Brasília: MEC, SETEC, 2008.

PARANÁ. Secretaria de Estado da Educação. Diretrizes da educação profissional:


fundamentos políticos e pedagógicos. Curitiba: SEED/PR, 2006.

______. Orientações curriculares para o curso de formação de docentes da


educação infantil e anos iniciais do ensino fundamental, em nível médio na
modalidade normal. Curitiba: SEED/ PR, 2014.
RAMOS, Marise Nogueira. O projeto de ensino médio sob os princípios do trabalho, da
ciência e da cultura. In: FRIGOTTO, G. e CIAVATTA, M. Ensino Médio: ciência, cultura e
trabalho. Brasília: MEC/SEMTEC, 2004.

______. (org.) Ensino médio integrado: concepção e contradições. São Paulo: Cortez,
2005.

______. (org.) Ensino médio integrado: concepção e contradições. Concepção do


Ensino Médio Integrado, São Paulo, 2007. Disponível em:
< [Link] Acesso em 20/07/2015.

desenvolvimento ominilateral. Sendo também, uma importante estratégia para que o


aluno trabalhador conheça na prática projetos e pesquisas na área de edificações.

ISISTEMA DE AVALIAÇÃO E CRITÉRIOS DE APROVEITAMENTO DE


CONHECIMENTOS, COMPETÊNCIAS E EXPERIÊNCIAS ANTERIORES

1 AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM

1.1 DA CONCEPÇÃO: Os pressupostos apontados pela legislação indicam uma


concepção de avaliação ancorada nos princípios da educação politécnica e ominilateral,
que considera o sujeito da aprendizagem um ser histórico e social, capaz de intervir na
realidade por meio dos conhecimentos apropriados no seu percurso formativo. Sendo
assim, se a Educação Profissional se pauta no princípio da integração, não se pode e não
se deve avaliar os estudantes de forma compartimentalizada. Formação integral significa
pensar o sujeito da aprendizagem “por inteiro”, portanto avaliação contextualizada na
perspectiva da unidade entre o planejamento e a realização do planejado. Nesse sentido,
a avaliação da aprendizagem é parte integrante da prática educativa social. Além do
princípio da integração, a avaliação da aprendizagem nessa concepção, ancora-se
também nos princípios do TRABALHO, numa perspectiva criadora ao possibilitar o
homem trabalhar com o novo, construir, reconstruir, reinventar, combinar, assumir riscos,
após avaliar, e, da CULTURA, pois adquire um significado cultural na mediação entre
educação e cultura, quando se refere aos valores culturais e à maneira como são aceitos
pela sociedade.

A sociedade não se faz por leis. Faz-se com homens e com ciência. A sociedade
nova cria-se por intencionalidade e não pelo somatório de improvisos individuais.
E nessa intencionalidade acentua-se a questão: A escola está em crise porque a
sociedade está em crise. Para entender a crise da escola, temos que entender a
crise da sociedade. E para se entender a crise da sociedade tem-se que entender
da sociedade não apenas de rendimento do aluno em sala de aula. Expandem-se,
assim, as fronteiras de exigência para os homens, para os professores; caso os
mesmos queiram dar objetivos sociais, transformadores à educação, ao ensino, à
escola, à avaliação. (NAGEL, 1985, p. 30)

Nessa perspectiva, a avaliação revela o seu sentido pedagógico, ou seja, revela os


resultados das ações presentes, as possibilidades das ações do futuro e as práticas que
precisam ser transformadas.
DAS DIMENSÕES: A partir da concepção de avaliação anteriormente apresentada,
decorrem as práticas pedagógicas, em uma perspectiva de transformação, onde as ações
dos professores não podem ser inconscientes e irrefletidas, mas transparentes e
intencionais. Nesse sentido, apresentam-se as três dimensões da avaliação que atendem
esses pressupostos:
DIAGNÓSTICA: Nessa concepção de avaliação, os aspectos qualitativos da
aprendizagem predominam sobre os aspectos quantitativos, ou seja, o importante é o
diagnóstico voltado para as dificuldades que os estudantes apresentam no percurso da
sua aprendizagem. Nesse sentido, é importante lembrar que o diagnóstico deve
desconsiderar os objetivos propostos, metodologias e procedimentos didáticos.

A avaliação deverá ser assumida como um instrumento de compreensão do


estágio de aprendizagem em que se encontra o aluno, tendo em vista a tomar
decisões suficientes e satisfatórias para que possa avançar no seu processo de
aprendizagem. (LUCKESI, 1995, p. 81)

Nesse sentido, considerando a principal função da escola que é ensinar e, os


estudantes aprenderem o que se ensina, a principal função da avaliação é, nesse
contexto, apontar/indicar para o professor as condições de apropriação dos conteúdos em
que os estudantes se encontram – diagnóstico.
De acordo com a Deliberação nº 07/99 – CEE/PR:

Art. 1º. - a avaliação deve ser entendida como um dos aspectos do ensino pelo
qual o professor estuda e interpreta os dados da aprendizagem e de seu próprio
trabalho, com as finalidades de acompanhar e aperfeiçoar o processo de
aprendizagem dos alunos, bem como diagnosticar seus resultados e atribuir-lhes
valor.
§ 1º. - a avaliação deve dar condições para que seja possível ao professor tomar
decisões quanto ao aperfeiçoamento das situações de aprendizagem.
§ 2º. - a avaliação deve proporcionar dados que permitam ao estabelecimento de
ensino promover a reformulação do currículo com adequação dos conteúdos e
métodos de ensino.
§ 3º. - a avaliação deve possibilitar novas alternativas para o planejamento do
estabelecimento de ensino e do sistema de ensino como um todo. (PARANÁ,
1999, p. 01)

Dessa forma, o professor, diante do diagnóstico apresentado, terá condições de


reorganizar os conteúdos e as suas ações metodológicas, caso os estudantes não
estejam aprendendo.
FORMATIVA: A dimensão formativa da avaliação se articula com as outras dimensões.
Nesse sentido, ela é formativa na medida em que, na perspectiva da concepção
integradora de educação, da formação politécnica também integra os processos de
formação omnilateral, pois aponta para um aperfeiçoamento desses processos formativos
seja para a vida, seja para o mundo do trabalho. Essa é a essência da avaliação
formativa. Os pressupostos colocados pela Resolução nº 06/2012 – CNE/CEB, já
referenciada, indica uma concepção de educação ancorada no materialismo histórico.
Isso significa que a avaliação também agrega essa concepção na medida em que objetiva
que a formação dos estudantes incorpore as dimensões éticas e de cidadania. Assim, o
professor da Educação Profissional deve ser capaz de permitir que seus alunos
compreendam, de forma reflexiva e crítica, os mundos do trabalho, dos objetos e dos
sistemas tecnológicos dentro dos quais estes evoluem”. (MACHADO, 2008, p. 18). Nesse
caso, a avaliação de caráter formativo permite aos professores a reflexão sobre as suas
ações pedagógicas e, nesse processo formativo, replanejá-las e reorganizá-las na
perspectiva da inclusão, quando acolhe os estudantes com as suas dificuldades e
limitações e aponta os caminhos de superação, em um “ato amoroso”. (LUCKESI, 1999,
p.168)
SOMATIVA: O significado e a proposta da avaliação somativa é o de fazer um balanço
do percurso da formação dos estudantes, diferentemente do modelo tradicional de caráter
classificatório. O objetivo não é o de mensurar os conhecimentos apropriados, mas avaliar
os itinerários formativos, na perspectiva de intervenções pedagógicas para a superação
de dificuldades e avanços no processo. Apesar de a terminologia somativa dar a ideia de
“soma das partes”, na concepção de avaliação aqui apresentada, significa que, no
processo avaliativo o professor deverá considerar as produções dos estudantes
realizadas diariamente por meio de instrumentos e estratégias diversificadas e, o mais
importante, manter a integração com os conteúdos trabalhados – critérios de avaliação.
É importante ressaltar que a legislação vigente – Deliberação 07/99-CEE/PR, traz
no seu artigo 6º, parágrafos 1º e 2º, o seguinte:

Art. 6º - Para que a avaliação cumpra sua finalidade educativa, deverá ser
contínua, permanente e cumulativa. § 1º – A avaliação deverá obedecer à
ordenação e à sequência do ensino aprendizagem, bem como a orientação do
currículo. § 2º – Na avaliação deverão ser considerados os resultados obtidos
durante o período letivo, num processo contínuo cujo resultado final venha
incorporá-los, expressando a totalidade do aproveitamento escolar, tomando a sua
melhor forma.

O envolvimento dos estudantes no processo de avaliação da sua aprendizagem é


fundamental. Nesse sentido, a autoavaliação é um processo muito bem aceito no
percurso da avaliação diagnóstica, formativa e somativa. Nele, os estudantes refletem
sobre suas aprendizagens e têm condições de nelas interferirem.

DOS CRITÉRIOS: Critério no sentido restrito da palavra que diz aquilo que serve de base
para a comparação, julgamento ou apreciação. No entanto, no processo de avaliação da
aprendizagem significa os princípios que servem de base para avaliar a qualidade do
ensino. Assim, os critérios estão estritamente integrados aos conteúdos. Para cada
conteúdo elencado, o professor deve ter a clareza do que efetivamente deve ser
trabalhado. Isso exige um planejamento cuja organização contemple todas as atividades,
todas as etapas do trabalho docente e dos estudantes, ou seja, em uma decisão conjunta
todos os envolvidos com o ato de educar apontem, nesse processo, o que ensinar, para
que ensinar e como ensinar. Portanto, estabelecer critérios articulados aos conteúdos
pertinentes às disciplinas é essencial para a definição dos instrumentos avaliativos a
serem utilizados no processo ensino e aprendizagem. Logo, estão critérios e instrumentos
intimamente ligados e deve expressar no Plano de Trabalho Docente a concepção de
avaliação na perspectiva formativa e transformadora.

DOS INSTRUMENTOS: Os instrumentos avaliativos são as formas que os professores


utilizam no sentido de proporcionar a manifestação dos estudantes quanto a sua
aprendizagem. Segundo LUCKESI (1995, p.177, 178,179), devem-se ter alguns cuidados
na operacionalização desses instrumentos, quais sejam:

ter ciência de que, por meio dos instrumentos de avaliação da aprendizagem,


estamos solicitando ao educando que manifeste a sua intimidade (seu modo de
aprender, sua aprendizagem, sua capacidade de raciocinar, de poetizar, de criar
estórias, seu modo de entender e de viver, etc.);
construir os instrumentos de coleta de dados para a avaliação (sejam eles quais
forem), com atenção aos seguintes pontos:
articular o instrumento com os conteúdos planejados, ensinados e aprendidos
pelos educandos, no decorrer do período escolar que se toma para avaliar;
cobrir uma amostra significativa de todos os conteúdos ensinados e aprendidos de
fato “- conteúdos essenciais;
compatibilizar as habilidades (motoras, mentais, imaginativas...) do instrumento de
avaliação com as habilidades trabalhadas e desenvolvidas na prática do ensino
aprendizagem;
compatibilizar os níveis de dificuldade do que está sendo avaliado com os níveis
de dificuldade do que foi ensinado e aprendido;
usar uma linguagem clara e compreensível, para salientar o que se deseja pedir.
Sem confundir a compreensão do educando no instrumento de avaliação;
construir instrumentos que auxiliem a aprendizagem dos educandos, seja pela
demonstração da essencialidade dos conteúdos, seja pelos exercícios inteligentes,
ou pelos aprofundamentos cognitivos propostos.
[...] estarmos atentos ao processo de correção e devolução dos instrumentos de
avaliação da aprendizagem escolar aos educandos:
quanto à correção: não fazer espalhafato com cores berrantes;
quanto à devolução dos resultados: o professor deve, pessoalmente, devolver os
instrumentos de avaliação de aprendizagem aos educandos, comentando-os,
auxiliando-os a se autocompreender em seu processo pessoal de estudo,
aprendizagem e desenvolvimento.

DO SISTEMA DE AVALIAÇÃO: Em atendimento às Diretrizes para Educação


Profissional, definidas pela Resolução nº 06/2012 – CNE/CEB, conforme o artigo 34 a
seguir:

A avaliação da aprendizagem dos estudantes visa à sua progressão para o


alcance do perfil profissional de conclusão, sendo contínua e cumulativa, com
prevalência dos aspectos qualitativos sobre os quantitativos, bem como dos
resultados ao longo do processo sobre os de eventuais provas finais. (MEC,
2012.)

O sistema de avaliação adotado para o Curso Técnico em Edificações no CE Nilo


Cairo bimestral, obrigatório a utilização de 02 (dois) instrumentos atribuído a nota 05
(cinco) para cada um no decorrer do bimestre, totalizando a soma 10,0 (dez vírgula
zero). A avaliação é expressa por notas, sendo a mínima para aprovação – 6,0 (seis
vírgula zero), frequência de 75% nas disciplinas teóricas e 100% da carga horária do
estágio, legislação vigente. Diante do exposto, a avaliação será entendida como um
dos aspectos de ensino pelo qual o professor estuda e interpreta os dados da
aprendizagem dos estudantes e das suas ações pedagógicas, com as finalidades de
acompanhar, diagnosticar e aperfeiçoar o processo de ensino e aprendizagem em
diferentes situações metodológicas. A avaliação será expressa em notas, serão
realizadas 02 (duas) avaliações por Bimestre para cada matéria aplicada. Mais 02
(duas) avaliações de Recuperação, vinculadas às citadas. Totalizando 04 (quatro)
Avaliações, lançadas ao Registro de Classe on line por bimestre. A nota estipulada
para cada avaliação será de 5,0 (cinco vírgula zero), que somadas as duas, deverão
atingir nota 10,0 (dez vírgula zero). O mesmo ocorre nas duas Avaliações de
Recuperação. Para determinar a média bimestral, deve-se considerar a soma das
melhores notas apresentadas da Avaliação ou Recuperação, sendo que cada uma
tem sua vinculação específica, esclarecida por meio do Registro de Classe on line,
conforme regulamentado no Regimento Escolar.

RECUPERAÇÃO DE ESTUDOS: De acordo com a legislação vigente, o aluno cujo


aproveitamento escolar for insuficiente, será submetido à recuperação de estudos de
forma concomitante ao período letivo, independentemente do nível de
aprendizagem.

DO APROVEITAMENTO DE ESTUDOS:

A) CRITÉRIOS: O aproveitamento de conhecimentos e experiências anteriores deverá


constar no Projeto Político-Pedagógico e no Regimento Escolar e ocorrerá nos termos do
art. 52 da Deliberação nº 05/13 – CEE/PR, que assim determina:

Art. 52. A instituição de ensino poderá aproveitar estudos, mediante avaliação de


competências, conhecimentos e experiências anteriores, desde que diretamente
relacionados com o perfil profissional de conclusão do respectivo Curso Técnico
de Nível Médio e tenham sido adquiridos: I – no Ensino Médio; II – em habilitações
profissionais e etapas ou módulos em nível técnico regularmente concluídos nos
últimos cinco anos em outros cursos de Educação Profissional Técnica de Nível
Médio; III – em cursos destinados à formação inicial e continuada ou qualificação
profissional de, no mínimo, 160 horas de duração, mediante avaliação específica;
IV – em outros cursos de Educação profissional e Tecnológica, inclusive no
trabalho, por outros meios informais ou até mesmo em cursos superiores de
graduação, mediante avaliação do estudante; V – por reconhecimento, em
processos formais de certificação profissional, realizado em instituição
devidamente credenciada pelo órgão normativo do respectivo sistema de ensino
ou no âmbito de sistemas nacionais de certificação profissional; VI – em outros
países. Parágrafo único. A Avaliação, para fins de aproveitamento de estudos será
realizada conforme critérios estabelecidos no Projeto Político-Pedagógico, no
Plano de Curso e no Regimento Escolar.

B) SOLICITAÇÃO E AVALIAÇÃO:

● O interessado deverá solicitar o aproveitamento de estudos mediante


preenchimento de requerimento na Instituição de Ensino em que estiver
matriculado, considerando o perfil profissional do respectivo curso técnico de nível
médio e a indicação dos cursos realizados, anexando fotocópia de comprovação
de todos os cursos ou conhecimentos adquiridos.
● A direção da Instituição de Ensino deverá designar uma comissão de professores,
do curso técnico, para análise da documentação apresentada pelo aluno e,
posterior, emissão de parecer.
● Havendo deferimento, a comissão indicará os conteúdos (disciplinas) que deverão
ser estudados pelo aluno a fim de realizar a avaliação, com data, hora marcada e
professores escalados para aplicação e correção.
● Para efetivação da legalidade do aproveitamento de estudos será lavrada ata
constando o resultado final da avaliação e os conteúdos aproveitados, na forma
legal e pedagógica.

REFERÊNCIAS

BRASIL. Conselho Nacional de Educação. Resolução nº 06/2012. Brasília: MEC, 2012.

LUCKESI, Cipriano Carlos. A avaliação da aprendizagem escolar: estudos e


proposições. 2. ed. São Paulo: Cortez, 1995.

NAGEL, Lizia Helena. Avaliação, sociedade e escola: fundamentos para reflexão.


Curitiba, Secretaria de Estado da Educação-SEED/PR, 1985.

PARANÁ. Conselho Estadual de Educação. Deliberação 07/1999. Curitiba: CEE-PR,


1999.

_______. Secretaria de Estado da Educação. Diretrizes da educação profissional:


fundamentos políticos e pedagógicos. Curitiba: SEED/ PR, 2006.

ARTICULAÇÃO COM O SETOR PRODUTIVO: A articulação com o setor produtivo foi


firmada entre o Colégio Estadual Nilo Cairo e as empresas: ARCHIMETRUM
ENGENHARIA E ARQUITETURA LTDA – com vigência de 23/10/2023 a 23/10/2028,
JOSI RODRIGUES - ARQUITETURA E INTERIORES LTDA com vigência de 23/10/2023
a 23/10/2028 e JULIANE FRANZON ARQUITETURA E INTERIORES LTDA com
vigência 23/10/2023 a 23/10/2028. Salientamos que, as empresas em questão,
desenvolvem atividades em conformidade com o perfil de conclusão do Curso Técnico em
Edificações.
PLANO DE AVALIAÇÃO DO CURSO:

INDICAÇÃO DO COORDENADOR DE CURSO: Para atuar na função de coordenadora


de curso, coordenadora e supervisora de estágio a equipe diretiva designa a professora
Juliane Franzon, que, de acordo com a documentação anexada a este protocolado é
habilitada para o desempenho da função

RECURSOS MATERIAIS:
BIBLIOTECA: A biblioteca encontra-se em espaço adequado e de fácil acesso com um
acervo bibliográfico específico para o Curso Técnico em Edificações, adquirido com a
verba do Brasil Profissionalizado que será remanejado do CE Padre José de Anchieta
para o CE Nilo Cairo, tendo em vista que a instituição, onde o curso vem sendo ofertado
e, por não ofertar Ensino Médio Noturno e passará a partir de 2024, em Escola Cívico-
Militar, não poderá continuar com a oferta de Curso Técnico no turno 05, conforme
determina a legislação vigente.
AUTOR TÍTULO CIDADE EDITORA ANO ESPÉCIE
01 Brigham, Eugene F. Administração finanças SP Cengage 2010 Administração
Learning financeira
02 Brigham, Eugene F. Administração finanças SP Cengage 2010 Administração
Learning financeira
03 Brigham, Eugene F. Administração finanças SP Cengage 2010 Administração
Learning financeira
04 Brigham, Eugene F. Administração finanças SP Cengage 2010 Administração
Learning financeira
05 Brigham, Eugene F. Administração finanças SP Cengage 2010 Administração
Learning financeira
06 Brigham, Eugene F. Administração finanças SP Cengage 2010 Administração
Learning financeira
07 Brigham, Eugene F. Administração finanças SP Cengage 2010 Administração
Learnig financeira
08 Brigham, Eugene F. Administração finanças SP Cengage 2010 Administração
Learning financeira
09 LEITE, José R Morato Direitos Ambiental SP Manole 2004 Direitos
Contemporâneo Ambiental
10 LEITE, José R Morato Direitos Ambiental SP Manole 2004 Direitos
Contemporâneo Ambiental
11 LEITE, José R Morato Direitos Ambiental SP Manole 2004 Direitos
Contemporâneo Ambiental
12 LEITE, José R Morato Direitos Ambiental SP Manole 2004 Direitos
Contemporâneo Ambiental
13 LEITE, José R Morato Direitos Ambiental SP Manole 2004 Direitos
Contemporâneo Ambiental
14 LEITE, José R Morato Direitos Ambiental SP Manole 2004 Direitos
Contemporâneo Ambiental
15 LEITE, José R Morato Direitos Ambiental SP Manole 2004 Direitos
Contemporâneo Ambiental
16 Us Navy, Bureau Construção Civil “Teoria Prática” Washington Hemus 2005 Construção Civil
17 Us Navy, Bureau Construção Civil “Teoria Prática” Washington Hemus 2005 Construção Civil
18 Us Navy, Bureau Construção Civil “Teoria Prática” Washington Hemus 2005 Construção Civil
19 Us Navy, Bureau Construção Civil “Teoria Prática” Washington Hemus 2005 Construção Civil
20 Us Navy, Bureau Construção Civil “Teoria Prática” Washington Hemus 2005 Construção Civil
21 Us Navy, Bureau Construção Civil “Teoria Prática” Washington Hemus 2005 Construção Civil
22 Us Navy, Bureau Construção Civil “Teoria Prática” Washington Hemus 2005 Construção Civil
23 Durieux, Philippe Enciclópedia da Construção 01 SP Hemus - Enciclópedia
24 Durieux, Philippe Enciclópedia da Construção 02 SP Hemus - Enciclópedia
25 Durieux, Philippe Enciclópedia Exemplo de SP Hemus - Enciclópedia
Arquitetura 04
26 Durieux, Philippe Enciclópedia Técnica de SP Hemus - Enciclópedia
construção 02 e03
27 Durieux, Philippe Enciclópedia Elementos SP Hemus - Enciclópedia
Arquitetônico 05
28 Vários Autores Desenho Técnico Moderno RJ LTC 2006 Desenho
Técnico
29 Vários Autores Desenho Técnico Moderno RJ LTC 2006 Desenho
Técnico
30 Vários Autores Desenho Técnico Moderno RJ LTC 2006 Desenho
Técnico
31 Vários Autores Desenho Técnico Moderno RJ LTC 2006 Desenho
Técnico
32 Vários Autores Desenho Técnico Moderno RJ LTC 2006 Desenho
Técnico
33 Vários Autores Desenho Técnico Moderno RJ LTC 2006 Desenho
Técnico
34 Engel, Heino Sistema de Estruturas SP Hemus - Sistema de
Estruturas
35 Dias, Luís A. de Mattos Edificações de Aço no Br. SP Zigurate 1993 Construção
Metálica
36 Dias, Luís A. de Mattos Edificações de Aço no Br. SP Zigurate 1993 Construção
Metálica
37 Dias, Luís A. de Mattos Edificações de Aço no Br. SP Zigurate 1993 Construção
Metálica
38 Dias, Luís A. de Mattos Edificações de Aço no Br. SP Zigurate 1993 Construção
Metálica
39 Dias, Luís A. de Mattos Edificações de Aço no Br. SP Zigurate 1993 Construção
Metálica
40 Dias, Luís A. de Mattos Edificações de Aço no Br. SP Zigurate 1993 Construção
Metálica
41 Dias, Luís A. de Mattos Edificações de Aço no Br. SP Zigurate 1993 Construção
Metálica
42 Dias, Luís A. de Mattos Edificações de Aço no Br. SP Zigurate 1993 Construção
Metálica
43 Hibberler, Russel Charles Resistência Dos Materiais SP Pearson 2010 Estruturas
Prentice
44 Hibberler, Russel Charles Resistência Dos Materiais SP Pearson 2010 Estruturas
Prentice
45 Hibberler, Russel Charles Resistência Dos Materiais SP Pearson 2010 Estruturas
Prentice
46 Hibberler, Russel Charles Resistência Dos Materiais SP Pearson 2010 Estruturas
Prentice
47 Hibberler, Russel Charles Resistência Dos Materiais SP PearsÉricaon 2010 Estruturas
Prentice
48 Hibberler, Russel Charles Resistência Dos Materiais SP Pearson 2010 Estruturas
Prentice
49 Hibberler, Russel Charles Resistência Dos Materiais SP Pearson 2010 Estruturas
Prentice
50 Fusco, Péricles Brasiliense Tecnologia do Concreto Estr. SP Peni 2008 Analise
Estrutura
51 Fusco, Péricles Brasiliense Tecnologia do Concreto Estr. SP Pini 2008 Analise
Estrutura
52 Fusco, Péricles Brasiliense Tecnologia do Concreto Estr. SP Pini 2008 Analise
Estrutura
53 Fusco, Péricles Tecnologia do Concreto Estr. SP Pini 2008 Analise
Brasiliense Estrutura
54 Fusco, Péricles Tecnologia do Concreto Estr. SP Pini 2008 Analise
Brasiliense Estrutura
55 Fusco, Péricles Tecnologia do Concreto Estr. SP Pini 2008 Analise
Brasiliense Estrutura
56 Baldan, Roquimau AutoCad 2009 SP Érica 2009 Auto Cad.
57 Baldan, Roquimau AutoCad 2009 SP Érica 2009 Auto Cad.
58 Baldan, Roquimau AutoCad 2009 SP Érica 2009 Auto Cad.
59 Baldan, Roquimau AutoCad 2009 SP Érica 2009 Auto Cad.
60 Baldan, Roquimau AutoCad 2009 SP Érica 2009 Auto Cad.
61 Baldan, Roquimau AutoCad 2009 SP Érica 2009 Auto Cad.
62 Baldan, Roquimau AutoCad 2009 SP Érica 2009 Auto Cad.
63 Baldan, Roquimau AutoCad 2009 SP Érica 2009 Auto Cad.
64 Baldan, Roquimau AutoCad 2009 SP Érica 2009 Auto Cad.
65 Baldan, Roquimau AutoCad 2009 SP Érica 2009 Auto Cad.
67 Bernardes, Mauricio Planejamento e Controle... RJ LTC 2010 Planejamento
Moreira
68 Bernardes, Mauricio Planejamento e Controle... RJ LTC 2010 Planejamento
Moreira
69 Bernardes, Mauricio Planejamento e Controle... RJ LTC 2010 Planejamento
Moreira
70 Bernardes, Mauricio Planejamento e Controle... RJ LTC 2010 Planejamento
Moreira
71 Bernardes, Mauricio Planejamento e Controle... RJ LTC 2010 Planejamento
Moreira
72 Bernardes, Mauricio Planejamento e Controle... RJ LTC 2010 Planejamento
Moreira
732 Bernardes, Mauricio Planejamento e Controle... RJ LTC 2010 Planejamento
Moreira
74 Bernardes, Mauricio Planejamento e Controle... RJ LTC 2010 Planejamento
Moreira
75 Volume 01 Alternativas Tecnológicas P/ Ed. SP Pini 2008 [Link] Projetos
76 Volume 01 Alternativas Tecnológicas P/ Ed. SP Pini 2008 [Link] Projetos
77 Volume 01 Alternativas Tecnológicas P/ Ed. SP Pini 2008 [Link] Projetos
78 Volume 01 Alternativas Tecnológicas P/ Ed. SP Pini 2008 [Link] Projetos
79 Volume 01 Alternativas Tecnológicas P/ Ed. SP Pini 2008 [Link] Projetos
80 Volume 01 Alternativas Tecnológicas P/ Ed. SP Pini 2008 [Link] Projetos

81 Manual SH Formas de Escoramentos... SP Pini 2008 Construção


82 Manual SH Formas de Escoramentos... SP Pini 2008 Construção
83 Manual SH Formas de Escoramentos... SP Pini 2008 Construção
84 Manual SH Formas de Escoramentos... SP Pini 2008 Construção
85 Manual SH Formas de Escoramentos... SP Pini 2008 Construção
86 Manual SH Formas de Escoramentos... SP Pini 2008 Construção
87 Manual SH Formas de Escoramentos... SP Pini 2008 Construção
88 Manual SH Formas de Escoramentos... SP Pini 2008 Construção

89 Manual SH Formas de Escoramentos... SP Pini 2008 Construção


90 Manual SH Formas de Escoramentos... SP Pini 2008 Construção
91 Manual SH Formas de Escoramentos... SP Pini 2008 Construção
92 Manual SH Formas de Escoramentos... SP Pini 2008 Construção
93 Manual SH Formas de Escoramentos... SP Pini 2008 Construção
94 Manual SH Formas de Escoramentos... SP Pini 2008 Construção
95 Manual SH Formas de Escoramentos... SP Pini 2008 Construção
96 Manual SH Formas de Escoramentos... SP Pini 2008 Construção
97 Manual SH Formas de Escoramentos... SP Pini 2008 Construção
98 Manual SH Formas de Escoramentos... SP Pini 2008 Construção
99 Manual SH Formas de Escoramentos... SP Pini 2008 Construção
100 Lavaur, Roger C. Tratado de Concreto Armado 01 SP Hemus 2002 Concreto
Armado
101 Lavaur, Roger C. Tratado de Concreto Armado 01 SP Hemus 2002 Concreto
Armado
102 Lavaur, Roger C. Tratado de Concreto Armado 01 SP Hemus 2002 Concreto
Armado
103 Lavaur, Roger C. Tratado de Concreto Armado 01 SP Hemus 2002 Concreto
Armado
104 Lavaur, Roger C. Tratado de Concreto Armado 01 SP Hemus 2002 Concreto
Armado
105 Lavaur, Roger C. Tratado de Concreto Armado 01 SP Hemus 2002 Concreto
Armado
106 Lavaur, Roger C. Tratado de Concreto Armado 01 SP Hemus 2002 Concreto
Armado
107 Lavaur, Roger C. Tratado de Concreto Armado 02 SP Hemus 2002 As Fundações
108 Lavaur, Roger C. Tratado de Concreto Armado 02 SP Hemus 2002 As Fundações
109 Lavaur, Roger C. Tratado de Concreto Armado 02 SP Hemus 2002 As Fundações
110 Lavaur, Roger C. Tratado de Concreto Armado 02 SP Hemus 2002 As Fundações
111 Lavaur, Roger C. Tratado de Concreto Armado 02 SP Hemus 2002 As Fundações
112 Lavaur, Roger C. Tratado de Concreto Armado 02 SP Hemus 2002 As Fundações
113 Lavour, Roger C. Tratado de Concreto Armado 02 SP Hemus 2002 As Fundações
114 Lavaur, Roger C. Tratado de Concreto Armado 02 SP Hemus 2002 As Fundações
115 Lavaur, Roger C. Tratado de concreto Armado 03 SP Hemus 2002 Estruturas
116 Lavaur, Roger C. Tratado de Concreto Armado 03 SP Hemus 2002 Costr. Diversos
117 Lavaur, Roger C. Tratado de Concreto Armado 03 SP Hemus 2002 Costr. Diversos
118 Lavaur, Roger C. Tratado de Concreto Armado 03 SP Hemus 2002 Costr. Diversos
119 Lavaur, Roger C. Tratado de Concreto Armado 03 SP Hemus 2002 Costr. Diversos
120 Lavaur, Roger C. Tratado de Concreto Armado 03 SP Hemus 2002 Costr. Diversos
121 Lavaur, Roger C. Tratado de Concreto Armado 03 SP Hemus 2002 Const, diversos
122 Lavaur, Roger C. Tratado de concreto Armado 04 SP Hemus 2002 Cobertura...
123 Lavaur, Roger C. Tratado de concreto Armado 04 SP Hemus 2002 Cobertura...
124 Lavaur, Roger C. Tratado de concreto Armado 04 SP Hemus 2002 Cobertura...
125 Lavaur, Roger C. Tratado de concreto Armado 04 SP Hemus 2002 Cobertura...
126 Lavaur, Roger C. Tratado de concreto Armado 04 SP Hemus 2002 Cobertura...
127 Lavaur, Roger C. Tratado de concreto Armado 04 SP Hemus 2002 Cobertura...
128 Lavaur, Roger C. Tratado de concreto Armado 04 SP Hemus 2002 Cobertura...
129 Lavaur, Roger C. Tratado de concreto Armado 04 SP Hemus 2002 Cobertura...
130 Lavaur, Roger C. Tratado de Concreto Armado 05 SP Hemus 2002 Reservatório
131 Lavaur, Roger C. Tratado de Concreto Armado 05 SP Hemus 2002 Reservatório
132 Lavaur, Roger C. Tratado de Concreto Armado 05 SP Hemus 2002 Reservatório
133 Lavaur, Roger C. Tratado de Concreto Armado 05 SP Hemus 2002 Reservatório
134 Lavaur, Roger C. Tratado de Concreto Armado 05 SP Hemus 2002 Reservatório
135 Lavaur, Roger C. Tratado de Concreto Armado 05 SP Hemus 2002 Reservatório
136 Lavaur, Roger C. Tratado de Concreto Armado 05 SP Hemus 2002 Reservatório
137 Lavaur, Roger C. Tratado de Concreto Armado 05 SP Hemus 2002 Reservatório
138 Lavaur, Roger C. Tratado de Concreto Armado 06 SP Hemus 2002
139 Lavaur, Roger C. Tratado de Concreto Armado 06 SP Hemus 2002
140 Lavaur, Roger C. Tratado de Concreto Armado 06 SP Hemus 2002
141 Lavaur, Roger C. Tratado de Concreto Armado 06 SP Hemus 2002
142 Lavaur, Roger C. Tratado de Concreto Armado 06 SP Hemus 2002
143 Lavaur, Roger C. Tratado de Concreto Armado 06 SP Hemus 2002
144 Lavaur, Roger C. Tratado de Concreto Armado 06 SP Hemus 2002
145 Lavaur, Roger C. Tratado de Concreto Armado 06 SP Hemus 2002
146 Lavaur, Roger C. Tratado de Concreto Armado 06 SP Hemus 2002
147 Mc Cormac, Jack C. Topografia RJ LTC 2007 Topografia
148 Mc Cormac, Jack C. Topografia RJ LTC 2007 Topografia
149 Mc Cormac, Jack C. Topografia RJ LTC 2007 Topografia
150 Mc Cormac, Jack C. Topografia RJ LTC 2007 Topografia
151 Mc Cormac, Jack C. Topografia RJ LTC 2007 Topografia
152 Mc Cormac, Jack C. Topografia RJ LTC 2007 Topografia
153 Mc Cormac, Jack C. Topografia RJ LTC 2007 Topografia
154 Pinto, Carlos de Souza Curso Básico de mecânica do SP Oficina de 2006 Mecânica do sol
solo Textos
155 Pinto, Carlos de Souza Curso Básico de mecânica do SP Oficina de 2006 Mecânica do sol
solo Textos
156 Pinto, Carlos de Souza Curso Básico de mecânica do SP Oficina de 2006 Mecânica do sol
solo Textos
157 Pinto, Carlos de Souza Curso Básico de mecânica do SP Oficina de 2006 Mecânica do sol
solo Textos
158 Pinto, Carlos de Souza Curso Básico de mecânica do SP Oficina de 2006 Mecânica do sol
solo Textos
159 Pinto, Carlos de Souza Curso Básico de mecânica do SP Oficina de 2006 Mecânica do sol
solo Textos
160 Pinto, Carlos de Souza Curso Básico de mecânica do SP Oficina de 2006 Mecânica do sol
solo Textos
161 Pinto, Carlos de Souza Curso Básico de mecânica do SP Oficina de 2006 Mecânica do sol
solo Textos
162 Pinto, Carlos de Souza Curso Básico de mecânica do SP Oficina de 2006 Mecânica do sol
solo Textos
163 Salgado, Júlio C. Pereira Técnicas e Práticas Construtivas SP Érica 2009 Construção
164 Salgado, Júlio C. Pereira Técnicas e Práticas Construtivas SP Érica 2009 Construção
165 Salgado, Júlio C. Pereira Técnicas e Práticas Construtivas SP Érica 2009 Construção
166 Yamaki, Humberto Dimensão do Mobiliário... Londrina Ed. Uel 2000 Mobiliário
167 Vieira, Flávio A. Direitos e Obrigações do SP LTR 1998 Engenharia
Engenheiro
168 Rodriguez, Anselmo 175 Modelos de Carpinteria España Ediciones 1984 Mdelos
Ceac
169 Deslandes, Philippe Eciclopédia da Construção SP Hemus 2004 Enciclopédia
Elementos Arq. construção
170 Deslandes, Philippe Eciclopédia da Construção SP Hemus 2004 Enciclopédia
Elementos Arq. construção
171 Deslandes, Philippe Eciclopédia da Construção SP Hemus 2004 Enciclopédia
Elementos Arq. construção
172 Deslandes, Philippe Eciclopédia da Construção SP Hemus 2004 Enciclopédia
Elementos Arq. construção
173 Deslandes, Philippe Eciclopédia da Construção SP Hemus 2004 Enciclopédia
Elementos Arq. construção
174 Deslandes, Philippe Eciclopédia da Construção SP Hemus 2004 Enciclopédia
Elementos Arq. construção
175 Deslandes, Philippe Eciclopédia da Construção SP Hemus 2004 Enciclopédia
Elementos Arq. construção
176 Deslandes, Philippe EciclopediaDa Construção SP Hemus 2004 Enciclopédia
Elementos Arq. construção
177 Deslandes, Philippe Eciclopédia da Construção SP Hemus 2004 Enciclopédia
Elementos Arq. construção
178 Deslandes, Philippe Eciclopédia da Construção SP Hemus 2004 Enciclopédia
Elementos Arq. construção
179 Deslandes, Philippe Eciclopédia da Construção SP Hemus 2004 Enciclopédia
Elementos Arq. construção
180 Deslandes, Philippe Eciclopédia da Construção SP Hemus 2004 Enciclopédia
Elementos Arq. construção
171 Deslandes, Philippe Eciclopédia da Construção SP Hemus 2004 Enciclopédia
Elementos Arq. construção
182 Deslandes, Philippe Eciclopédia da Construção SP Hemus 2004 Enciclopédia
Elementos Arq. construção
173 Deslandes, Philippe Eciclopédia da Construção SP Hemus 2004 Enciclopédia
Elementos Arq. construção
184 Deslandes, Philippe Eciclopédia da Construção SP Hemus 2004 Enciclopédia
Elementos Arq. construção
185 Deslandes, Philippe Eciclopédia da Construção SP Hemus 2004 Enciclopédia
Elementos Arq. construção
186 Deslandes, Philippe Eciclopédia da Construção SP Hemus 2004 Enciclopédia
Elementos Arq. construção
187 Deslandes, Philippe Eciclopédia da Construção SP Hemus 2004 Enciclopédia
Elementos Arq. construção
188 Limmer, Carl V. Planejamento, Orçamento... RJ LTC 2008 Projeto de Eng.
189 Limmer, Carl V. Planejamento, Orçamento... RJ LTC 2008 Projeto de Eng.
190 Limmer, Carl V. Planejamento, Orçamento... RJ LTC 2008 Projeto de Eng.
191 Limmer, Carl V. Planejamento, Orçamento... RJ LTC 2008 Projeto de Eng.
192 Limmer, Carl V. Planejamento, Orçamento... RJ LTC 2008 Projeto de Eng.
193 Botelho, Manoel H. Instalações Hidráulicas Prediais SP Edgard. 2006 Instalações
Campos Hidráulicas
194 Botelho, Manoel H. Instalações Hidráulicas Prediais SP Edgard. 2006 Instalações
Campos Hidráulicas
195 Botelho, Manoel H. Instalações Hidráulicas Prediais SP Edgard. 2006 Instalações
Campos Hidráulicas
196 Botelho, Manoel H. Instalações Hidráulicas Prediais SP Edgard. 2006 Instalações
Campos Hidráulicas
197 Botelho, Manoel H. Instalações Hidráulicas Prediais SP Edgard. 2006 Instalações
Campos Hidráulicas
198 Botelho, Manoel H. Instalações Hidráulicas Prediais SP Edgard. 2006 Instalações
Campos Hidráulicas
199 Botelho, Manoel H. Instalações Hidráulicas Prediais SP Edgard. 2006 Instalações
Campos Hidráulicas
200 Us Navy, Bareau Of Naval Construção Civil “Teoria e SP Hemus 2005 Adm e Org.
Prática”
201 Us Navy, Bareau Of Naval Construção Civil “Teoria e SP Hemus 2005 Adm e Org.
Prática”
202 Us Navy, Bareau Of Naval Construção Civil “Teoria e SP Hemus 2005 Adm e Org.
Prática”
203 Us Navy, Bareau Of Naval Construção Civil “Teoria e SP Hemus 2005 Adm e Org.
Prática”
204 Us Navy, Bareau Of Naval Construção Civil “Teoria e SP Hemus 2005 Adm e Org.
Prática”
205 Us Navy, Bareau Of Naval Construção Civil “Teoria e SP Hemus 2005 Adm e Org.
Prática”
206 Us Navy, Bareau Of Naval Construção Civil “Teoria e SP Hemus 2005 Adm e Org.
Prática”
207 Us Navy, Bareau Of Naval Construção Civil “Teoria e SP Hemus 2005 Adm e Org.
Prática”
208 Dagostino, Frank R. Desenho Arquitetônico SP Hemus 2005 Desenho
Contemporâneo
209 Dagostino, Frank R. Desenho Arquitetônico SP Hemus 2005 Desenho
Contemporâneo
210 Dagostino, Frank R. Desenho Arquitetônico SP Hemus 2005 Desenho
Contemporâneo
211 Dagostino, Frank R. Desenho Arquitetônico SP Hemus 2005 Desenho
Contemporâneo
212 Dagostino, Frank R. Desenho Arquitetônico SP Hemus 2005 Desenho
Contemporâneo
213 Dagostino, Frank R. Desenho Arquitetônico SP Hemus 2005 Desenho
Contemporâneo
214 Dagostino, Frank R. Desenho Arquitetônico SP Hemus 2005 Desenho
Contemporâneo
215 Dagostino, Frank R. Desenho Arquitetônico SP Hemus 2005 Desenho
Contemporâneo
216 Bauer, La Falção Materiais de Construção RJ LTC 2008 Materiais de
Construção
217 Bauer, La Falção Materiais de Construção RJ LTC 2008 Materiais de
Construção
218 Bauer, La Falção Materiais de Construção RJ LTC 2008 Materiais de
Construção
219 Bauer, La Falção Materiais de Construção RJ LTC 2008 Materiais de
Construção
220 Bauer, La Falção Materiais de Construção RJ LTC 2008 Materiais de
Construção
221 Bauer, La Falção Materiais de Construção RJ LTC 2008 Materiais de
Construção
222 Bauer, La Falção Materiais de Construção RJ LTC 2008 Materiais de
Construção
223 Bauer, La Falção Materiais de Construção RJ LTC 2008 Materiais de
Construção
224 Bauer, La Falção Materiais de Construção RJ LTC 2008 Materiais de
Construção
225 Tutikian, Bernardo F. Concreto Auto- Adensável SP Pini 2008 Concreto Auto-
Adensavel
226 Tutikian, Bernardo F. Concreto Auto- Adensável SP Pini 2008 Concreto Auto-
Adensável
227 Tutikian, Bernardo F. Concreto Auto- Adensável SP Pini 2008 Concreto Auto-
Adensável
228 Tutikian, Bernardo F. Concreto Auto- Adensável SP Pini 2008 Concreto Auto-
Adensável
229 Tutikian, Bernardo F. Concreto Auto- Adensável SP Pini 2008 Concreto Auto-
Adensável
230 Tutikian, Bernardo F. Concreto Auto- Adensável SP Pini 2008 Concreto Auto-
Adensável
231 Tutikian, Bernardo F. Concreto Auto- Adensável SP Pini 2008 Concreto Auto-
Adensável
232 Tutikian, Bernardo F. Concreto Auto- Adensável SP Pini 2008 Concreto Auto-
Adensável
233 Tutikian, Bernardo F. Concreto Auto- Adensável SP Pini 2008 Concreto Auto-
Adensável
234 Capelli, Alexandre Automação Industrial SP Érica 2008 Automação
Industrial
235 Capelli, Alexandre Automação Industrial SP Érica 2008 Automação
Industrial
236 Capelli, Alexandre Automação Industrial SP Érica 2008 Automação
Industrial
237 Capelli, Alexandre Automação Industrial SP Érica 2008 Automação
Industrial
238 Capelli, Alexandre Automação Industrial SP Érica 2008 Automação
Industrial
239 Capelli, Alexandre Automação Industrial SP Érica 2008 Automação
Industrial
240 Capelli, Alexandre Automação Industrial SP Érica 2008 Automação
Industrial
241 Capelli, Alexandre Automação Industrial SP Érica 2008 Automação
Industrial
242 Capelli, Alexandre Automação Industrial SP Érica 2008 Automação
Industrial
243 Hungon, A Cálculos e Ensaios, Estudos SP Hemus 2004 Enciclopédia da
Projetos. Construção
244 Hungon, A Cálculos e Ensaios, Estudos SP Hemus 2004 Enciclopédia da
Projetos. Construção
245 Hungon, A Cálculos e Ensaios, Estudos SP Hemus 2004 Enciclopédia da
Projetos. Construção
246 Hungon, A Cálculos e Ensaios, Estudos SP Hemus 2004 Enciclopédia da
Projetos. Construção
247 Hungon, A Cálculos e Ensaios, Estudos SP Hemus 2004 Enciclopédia da
Projetos. Construção
248 Hungon, A Cálculos e Ensaios, Estudos SP Hemus 2004 Enciclopédia da
Projetos. Construção
249 Hungon, A Cálculos e Ensaios, Estudos SP Hemus 2004 Enciclopédia da
Projetos. Construção
250 Hungon, A Cálculos e Ensaios, Estudos SP Hemus 2004 Enciclopédia da
Projetos. Construção
251 Hungon, A Cálculos e Ensaios, Estudos SP Hemus 2004 Enciclopédia da
Projetos. Construção
252 Costa, Ênio Cruz da Arquitetura Ecológica SP Hemus Ed, Aquecimento
Blucher
253 Costa, Ênio Cruz da Arquitetura Ecológica SP Hemus Ed, Aquecimento
Blucher
254 Costa, Ênio Cruz da Arquitetura Ecológica SP Hemus Ed, Aquecimento
Blucher
255 Costa, Ênio Cruz da Arquitetura Ecológica SP Hemus Ed, Aquecimento
Blucher
256 Costa, Ênio Cruz da Arquitetura Ecológica SP Hemus Ed, Aquecimento
Blucher
257 Costa, Ênio Cruz da Arquitetura Ecológica SP Hemus Ed, Aquecimento
Blucher
258 Costa, Ênio Cruz da Arquitetura Ecológica SP Hemus Ed, Aquecimento
Blucher
259 Costa, Ênio Cruz da Arquitetura Ecológica SP Hemus Ed, Aquecimento
Blucher
260 Costa, Ênio Cruz da Arquitetura Ecológica SP Hemus Ed, Aquecimento
Blucher
261 Fiorelli, José Osmir Psicológia nas relações do SP LTR 2003 Psicologia
Trabalho.
262 Fiorelli, José Osmir Psicológia nas relações do SP LTR 2003 Psicologia
Trabalho.
263 Fiorelli, José Osmir Psicológia nas relações do SP LTR 2003 Psicologia
Trabalho.
264 Fiorelli, José Osmir Psicológia nas relações do SP LTR 2003 Psicologia
Trabalho.
265 Fiorelli, José Osmir Psicológia nas relações do SP LTR 2003 Psicologia
Trabalho.
266 Fiorelli, José Osmir Psicológia nas relações do SP LTR 2003 Psicologia
Trabalho.
267 Fiorelli, José Osmir Psicológia nas relações do SP LTR 2003 Psicologia
Trabalho.
268 Fiorelli, José Osmir Psicológia nas relações do SP LTR 2003 Psicologia
Trabalho.
269 Thofhern, Ragnar Avaliação de Terreno Urbano SP Pini 2008 Avaliação
270 Thofhern, Ragnar Avaliação de Terreno Urbano SP Pini 2008 Avaliação
271 Thofhern, Ragnar Avaliação de Terreno Urbano SP Pini 2008 Avaliação
272 Thofhern, Ragnar Avaliação de Terreno Urbano SP Pini 2008 Avaliação
273 Thofhern, Ragnar Avaliação de Terreno Urbano SP Pini 2008 Avaliação
274 Thofhern, Ragnar Avaliação de Terreno Urbano SP Pini 2008 Avaliação
275 Thofhern, Ragnar Avaliação de Terreno Urbano SP Pini 2008 Avaliação
276 Thofhern, Ragnar Avaliação de Terreno Urbano SP Pini 2008 Avaliação
277 Thofhern, Ragnar Avaliação de Terreno Urbano SP Pini 2008 Avaliação
278 Niskier, Júlio Instalação Elétricas RJ LTC 2008 Instalação
Elétricas
279 Niskier, Júlio Instalação Elétricas RJ LTC 2008 Instalação
Elétricas
280 Niskier, Júlio Instalação Elétricas RJ LTC 2008 Instalação
Elétricas
281 Niskier, Júlio Instalação Elétricas RJ LTC 2008 Instalação
Elétricas
282 Niskier, Júlio Instalação Elétricas RJ LTC 2008 Instalação
Elétricas
283 Niskier, Júlio Instalação Elétricas RJ LTC 2008 Instalação
Elétricas
284 Niskier, Júlio Instalação Elétricas RJ LTC 2008 Instalação
Elétricas
285 Niskier, Júlio Instalação Elétricas RJ LTC 2008 Instalação
Elétricas
286 Niskier, Júlio Instalação Elétricas RJ LTC 2008 Instalação
Elétricas
287 Niskier, Júlio Instalação Elétricas RJ LTC 2008 Instalação
Elétricas
288 Niskier, Júlio Instalação Elétricas RJ LTC 2008 Instalação
Elétricas
289 Niskier, Júlio Instalação Elétricas RJ LTC 2008 Instalação
Elétricas
290 Niskier, Júlio Instalação Elétricas RJ LTC 2008 Instalação
Elétricas
291 Niskier, Júlio Instalação Elétricas RJ LTC 2008 Instalação
Elétricas
292 Niskier, Júlio Instalação Elétricas RJ LTC 2008 Instalação
Elétricas
293 Niskier, Júlio Instalação Elétricas RJ LTC 2008 Instalação
Elétricas
294 Niskier, Júlio Instalação Elétricas RJ LTC 2008 Instalação
Elétricas
295 Niskier, Júlio Instalação Elétricas RJ LTC 2008 Instalação
Elétricas
296 Niskier, Júlio Instalação Elétricas RJ LTC 2008 Instalação
Elétricas
297 Niskier, Júlio Instalação Elétricas RJ LTC 2008 Instalação
Elétricas
298 Niskier, Júlio Instalação Elétricas RJ LTC 2008 Instalação
Elétricas
299 Niskier, Júlio Instalação Elétricas RJ LTC 2008 Instalação
Elétricas
300 Niskier, Júlio Instalação Elétricas RJ LTC 2008 Instalação
Elétricas
301 Niskier, Júlio Instalação Elétricas RJ LTC 2008 Instalação
Elétricas
302 Niskier, Júlio Instalação Elétricas RJ LTC 2008 Instalação
Elétricas
303 Niskier, Júlio Instalação Elétricas RJ LTC 2008 Instalação
Elétricas
304 Niskier, Júlio Instalação Elétricas RJ LTC 2008 Instalação
Elétricas
305 Niskier, Júlio Instalação Elétricas RJ LTC 2008 Instalação
Elétricas
306 Bureau, Us. Navy Teoria e Prática 01 SP Hemus 2005 Construção Civil
307 Botelho, Manoel H. Instalações Hidráulicas Predial. SP Edgard 2006 Instalações
Campos Blucher Hidráulicas
308 Thofhern, Ragnar Avaliação Terrenos Urbanos SP PIni 2008 Avaliação
309 Enciclópedia da Cálculos e ensaios estudos e SP Hemus 2004 Enciclópedia da
Construção Projetos. Construção
310 Limmer, Carl V Planejamento e orçamento... RJ LTC 2008 Projetos e
Engenharia
311 Guerrin, A Cálculos do Concreto Armado0 SP Hemus 2002 Tratado C.
01 Armado
312 Guerrin, A Cálculos do Concreto Armado0 SP Hemus 2002 Tratado C.
01 Armado
313 Guerrin, A Cálculos do Concreto Armado0 SP Hemus 2002 Tratado C.
01 Armado
314 Guerrin, A Cálculos do Concreto Armado0 SP Hemus 2002 Tratado C.
01 Armado
315 Guerrin, A Cálculos do Concreto Armado0 SP Hemus 2002 Tratado C.
01 Armado
316 Guerrin, A Cálculos do Concreto Armado0 SP Hemus 2002 Tratado C.
01 Armado
317 Dagostino, Frank. R Desenho Arquitetônico Contemp. SP Hemus 2002 Desenho
318 Bauer, L.A Falção Concreto, Madeira e Cerâmica RJ LTC 2008 Materiais de
Construção
319 Bauer, L.A Falção Teoria e Prática SP Hemus 2005 Construção...
320 Fiorelli, José Osmir Psicológia nas relação de SP LTC 2004 Direito
trabalho Ambiental
321 Ribeiro, Osni Moura Contabilidade fácil SP Saravaiva 1987 Psicológia
Aplicada
322 Vários Autores Direitos Ambiental SP Manole 2004 Direitos
contemporâneo Ambientais
323 Pinto, Carlos de Souza Curso Básico de Mecânica SP Oficina de 2006 Mecânica
texto
324 Dias, Leúz And. De Mattos Edificações de aço no Brasil SP Zigurate 1993 construção
325 Dias, Leúz And. De Mattos Edificações de aço no Brasil SP Zigurate 1993 construção
326 Hibbeler, Russel Charles Resistência dos Materiais SP Pearson 2010 Estruturas
327 Cappelli, Alexandre Automoção Industrial SP Érica 2008 Automoção
328 Cardella, Benedito Segurança no Trabalho... SP Atlas 2010 Acidente de
trabalho
329 Creder, Hélio Instalações Elétricas RJ LTC 1995 Instalações
Életricas
330 Bernardes, Mauricio M. Planejamento e Controle... RJ LTC 2010 Ind. Controle
Silva
331 Manual SH SH Formas, Escoramento e SP Pini 2008 Construção
And...
332 Baldam, Roquemar de AutoCad2009 SP Érica 2009 autocad
Lima
333 Vários ,Autores Desenho técnico Moderno RJ LTC 2006 Desenho técnico
334 Fusco, Péricles Brasilense Tecnologia do Concreto RJ Pini 2008 Analise
Estrutural Estrutural
335 Nisker, Júlio Instalações Elétricas RJ LTC 2008 Instalações
Elétricas
336 1° Exemplar Alternativas tecnológicas P/ RJ Pini 2008 Adm. Proj.
Edificação
337 Deslandes, Philippe Elementos Arquitetônico SP Hemus 2004 Enciclopédia
338 Vários ,Autores Desenho técnico Moderno RJ LTC 2006 Desenho técnico
339 Fusco, Péricles Brasilense Tecnologia do Concreto RJ Pini 2008 Analise
Estrutural Estrutural
340 Nisker, Júlio Instalações Elétricas RJ LTC 2008 Instalações
Elétricas
341 1° Exemplar Alternativas tecnológicas P/ RJ Pini 2008 Adm. Proj.
Edificação
342 Deslandes, Philippe Elementos Arquitetônico SP Hemus 2004 Enciclopédia
343 Guerrin, A Tratado de Concreto Armado SP Hemus 2002 Estrutura
344
345 Bauer L.A. Falcão Materiais de Contrução RJ LTC 2008 Materiais de
Construção
346 Tutikian, Bernardo Fonseca Concreto Auto-Adensável SP Pini 2008 Concreto...
347 Fusco, Péricles Brasilense Tecnologia do Concreto SP Pini 2006 Analise
Estrutural Estrutural
348 Garcia, Gustavo F. Barbosa Segurança Medicina do Trabalho SP Ed. Método 2010 Segurança do
Trabalho
349 Bauer L. A. Falcão Matériais de Construção RJ LTC 2008 Matériais de
construção
350 Bauer L. A. Falcão Matériais de Construção RJ LTC 2008 Matériais de
construção
351 Smith, Sidra Microeletrônica SP Pearson 2007 Circuito Ed.
352 Gomes, Elgson Ribeiro O Telhado lá de casa Curitiba Elgson R 2015 Biografia
Gomes
353 Gomes, Elgson Ribeiro O Telhado lá de casa Curitiba Elgson R 2015 Biografia
Gomes
354 Gomes, Elgson Ribeiro O Telhado lá de casa Curitiba Elgson R 2015 Biografia
Gomes
355 Gomes, Elgson Ribeiro O Telhado lá de casa Curitiba Elgson R 2015 Biografia
Gomes
356 Gomes, Elgson Ribeiro O Telhado lá de casa Curitiba Elgson R 2015 Biografia
Gomes
357 Gomes, Elgson Ribeiro O Telhado lá de casa Curitiba Elgson R 2015 Biografia
Gomes
358 Verissímo, Francisco 500 anos de casa no Brasil RJ Ediouro 1999 Bibliografia
Salvador
359 Rosário, João Maurício Princípios, de Mecatrônica SP Printice Hall 2005 Eng. Ind.
360 Cardella, Benedito Segurança no trabalho... SP Atlas 2010 Acidente de
Trabalho
361 Cardella, Benedito Segurança no trabalho... SP Atlas 2010 Acidente de
Trabalho
362 Cardella, Benedito Segurança no trabalho... SP Atlas 2010 Acidente de
Trabalho
363 Cardella, Benedito Segurança no trabalho... SP Atlas 2010 Acidente de
Trabalho
364 Cardella, Benedito Segurança no trabalho... SP Atlas 2010 Acidente de
Trabalho
365 Cardella, Benedito Segurança no trabalho... SP Atlas 2010 Acidente de
Trabalho
366 Cardella, Benedito Segurança no trabalho... SP Atlas 2010 Acidente de
Trabalho
367 Gomes, Elgson Ribeiro O Telhado lá de casa Curitiba Elgson 2015 Biografia
Ribeiro
368 Gustavo F. B Garcia Segurança e Medicina do SP Método 2010 Legislação
Trabalho
369 Gustavo F. B Garcia Segurança e Medicina do SP Método 2010 Legislação
Trabalho
370 Dias, Luiz Andrade de Estruturas de aço SP Zigurate 1997 Aço Estrutura
Mattos
371 Belmiro, Arnaldo 234 Modelos de serralheria RJ Ediouro 1983 Estrutura
372 Pfeil, Walter Concreto Armado RJ Atual - Concreto
Armado
373 Boylestad,, Robert L. Despositivo Eletrônico... SP Pearson 2004 Despositivo
Eletrônico
374 Cardella, Benedito Segurança no trabalho... SP Atlas 2010 Acidente de
Trabalho
375 Cardella, Benedito Segurança no trabalho... SP Atlas 2010 Acidente de
Trabalho
376 Cardella, Benedito Segurança no trabalho... SP Atlas 2010 Acidente de
Trabalho
377 Cardella, Benedito Segurança no trabalho... SP Atlas 2010 Acidente de
Trabalho
378 Cardella, Benedito Segurança no trabalho... SP Atlas 2010 Acidente de
Trabalho
379 Cardella, Benedito Segurança no trabalho... SP Atlas 2010 Acidente de
Trabalho
380 Cardella, Benedito Segurança no trabalho... SP Atlas 2010 Acidente de
Trabalho
381 Gomes, Elgson Ribeiro O Telhado lá de casa Curitiba Elgson 2015 Biografia
Ribeiro
382 Gustavo F. B Garcia Segurança e Medicina do SP Método 2010 Legislação
Trabalho
383 Gustavo F. B Garcia Segurança e Medicina do SP Método 2010 Legislação
Trabalho
384 Dias, Luiz Andrade de Estruturas de aço SP Zigurate 1997 Aço Estrutura
Mattos
385 Belmiro, Arnaldo 234 Modelos de serralheria RJ Ediouro 1983 Estrutura
386 Pfeil, Walter Concreto Armado RJ Atual - Concreto
Armado
387 Boylestad,, Robert L. Despositivo Eletrônico... SP Pearson 2004 Despositivo
Eletrônico
388 Limmer, Carl V Planejamento e orçamento... RJ LTC 2008 Projetos e
Engenharia
389 Guerrin, A Cálculos do Concreto Armado0 SP Hemus 2002 Tratado C.
01 Armado
390 Guerrin, A Cálculos do Concreto Armado0 SP Hemus 2002 Tratado C.
01 Armado
391 Guerrin, A Cálculos do Concreto Armado0 SP Hemus 2002 Tratado C.
01 Armado
392 Guerrin, A Cálculos do Concreto Armado0 SP Hemus 2002 Tratado C.
01 Armado
393 Guerrin, A Cálculos do Concreto Armado0 SP Hemus 2002 Tratado C.
01 Armado
394 Guerrin, A Cálculos do Concreto Armado0 SP Hemus 2002 Tratado C.
01 Armado
395 Dagostino, Frank. R Desenho Arquitetônico Contemp. SP Hemus 2002 Desenho
396 Bauer, L.A Falção Concreto, Madeira e Cerâmica RJ LTC 2008 Materiais de
Construção
397 Bauer, L.A Falção Teoria e Prática SP Hemus 2005 Construção...
398 Fiorelli, José Osmir Psicológia nas relação de SP LTC 2004 Direito
trabalho Ambiental
399 Ribeiro, Osni Moura Contabilidade fácil SP Saravaiva 1987 Psicológia
Aplicada
400 Vários Autores Direitos Ambiental SP Manole 2004 Direitos
contemporâneo Ambientais
401 Pinto, Carlos de Souza Curso Básico de Mecânica SP Oficina de 2006 Mecânica
texto
402 Dias, Leúz And. De Mattos Edificações de aço no Brasil SP Zigurate 1993 construção
403 Dias, Leúz And. De Mattos Edificações de aço no Brasil SP Zigurate 1993 construção
404 Hibbeler, Russel Charles Resistência dos Materiais SP Pearson 2010 Estruturas
405 Cappelli, Alexandre Automoção Industrial SP Érica 2008 Automoção
406 Tutikian, Bernardo F. Concreto Auto- Adensável SP Pini 2008 Concreto Auto-
Adensavel
407 Tutikian, Bernardo F. Concreto Auto- Adensável SP Pini 2008 Concreto Auto-
Adensável
408 Tutikian, Bernardo F. Concreto Auto- Adensável SP Pini 2008 Concreto Auto-
Adensável
409 Tutikian, Bernardo F. Concreto Auto- Adensável SP Pini 2008 Concreto Auto-
Adensável
410 Tutikian, Bernardo F. Concreto Auto- Adensável SP Pini 2008 Concreto Auto-
Adensável
411 Tutikian, Bernardo F. Concreto Auto- Adensável SP Pini 2008 Concreto Auto-
Adensável
412 Tutikian, Bernardo F. Concreto Auto- Adensável SP Pini 2008 Concreto Auto-
Adensável
413 Tutikian, Bernardo F. Concreto Auto- Adensável SP Pini 2008 Concreto Auto-
Adensável
414 Tutikian, Bernardo F. Concreto Auto- Adensável SP Pini 2008 Concreto Auto-
Adensável
415 Capelli, Alexandre Automação Industrial SP Érica 2008 Automação
Industrial
416 Brigham, Eugene F. Administração finanças SP Cengage 2010 Administração
Learning financeira
417 Brigham, Eugene F. Administração finanças SP Cengage 2010 Administração
Learning financeira
418 Brigham, Eugene F. Administração finanças SP Cengage 2010 Administração
Learning financeira
419 Brigham, Eugene F. Administração finanças SP Cengage 2010 Administração
Learning financeira
420 Brigham, Eugene F. Administração finanças SP Cengage 2010 Administração
Learning financeira
421 Brigham, Eugene F. Administração finanças SP Cengage 2010 Administração
Learning financeira
422 Brigham, Eugene F. Administração finanças SP Cengage 2010 Administração
Learnig financeira
423 Brigham, Eugene F. Administração finanças SP Cengage 2010 Administração
Learning financeira
424 LEITE, José R Morato Direitos Ambiental SP Manole 2004 Direitos
Contemporâneo Ambiental
425 LEITE, José R Morato Direitos Ambiental SP Manole 2004 Direitos
Contemporâneo Ambiental
426 LEITE, José R Morato Direitos Ambiental SP Manole 2004 Direitos
Contemporâneo Ambiental
427 LEITE, José R Morato Direitos Ambiental SP Manole 2004 Direitos
Contemporâneo Ambiental
428 LEITE, José R Morato Direitos Ambiental SP Manole 2004 Direitos
Contemporâneo Ambiental
429 LEITE, José R Morato Direitos Ambiental SP Manole 2004 Direitos
Contemporâneo Ambiental
430 LEITE, José R Morato Direitos Ambiental SP Manole 2004 Direitos
Contemporâneo Ambiental
431 Brigham, Eugene F. Administração finanças SP Cengage 2010 Administração
Learning financeira
432 Brigham, Eugene F. Administração finanças SP Cengage 2010 Administração
Learning financeira
433 Brigham, Eugene F. Administração finanças SP Cengage 2010 Administração
Learning financeira
434 Brigham, Eugene F. Administração finanças SP Cengage 2010 Administração
Learning financeira
435 Brigham, Eugene F. Administração finanças SP Cengage 2010 Administração
Learning financeira
436 Brigham, Eugene F. Administração finanças SP Cengage 2010 Administração
Learning financeira
437 Brigham, Eugene F. Administração finanças SP Cengage 2010 Administração
Learnig financeira
438 Brigham, Eugene F. Administração finanças SP Cengage 2010 Administração
Learning financeira
439 LEITE, José R Morato Direitos Ambiental SP Manole 2004 Direitos
Contemporâneo Ambiental
440 LEITE, José R Morato Direitos Ambiental SP Manole 2004 Direitos
Contemporâneo Ambiental
441 LEITE, José R Morato Direitos Ambiental SP Manole 2004 Direitos
Contemporâneo Ambiental
442 LEITE, José R Morato Direitos Ambiental SP Manole 2004 Direitos
Contemporâneo Ambiental
443 LEITE, José R Morato Direitos Ambiental SP Manole 2004 Direitos
Contemporâneo Ambiental
444 LEITE, José R Morato Direitos Ambiental SP Manole 2004 Direitos
Contemporâneo Ambiental
445 LEITE, José R Morato Direitos Ambiental SP Manole 2004 Direitos
Contemporâneo Ambiental
446 Tutikian, Bernardo F. Concreto Auto- Adensável SP Pini 2008 Concreto Auto-
Adensável
447 Tutikian, Bernardo F. Concreto Auto- Adensável SP Pini 2008 Concreto Auto-
Adensável
448 Tutikian, Bernardo F. Concreto Auto- Adensável SP Pini 2008 Concreto Auto-
Adensável
449 Tutikian, Bernardo F. Concreto Auto- Adensável SP Pini 2008 Concreto Auto-
Adensável
450 Tutikian, Bernardo F. Concreto Auto- Adensável SP Pini 2008 Concreto Auto-
Adensável
451 Tutikian, Bernardo F. Concreto Auto- Adensável SP Pini 2008 Concreto Auto-
Adensável
452 Tutikian, Bernardo F. Concreto Auto- Adensável SP Pini 2008 Concreto Auto-
Adensável
453 Capelli, Alexandre Automação Industrial SP Érica 2008 Automação
Industrial
454 Capelli, Alexandre Automação Industrial SP Érica 2008 Automação
Industrial
455 Capelli, Alexandre Automação Industrial SP Érica 2008 Automação
Industrial
456 Capelli, Alexandre Automação Industrial SP Érica 2008 Automação
Industrial
457 Capelli, Alexandre Automação Industrial SP Érica 2008 Automação
Industrial
458 Capelli, Alexandre Automação Industrial SP Érica 2008 Automação
Industrial
459 Capelli, Alexandre Automação Industrial SP Érica 2008 Automação
Industrial
460 Capelli, Alexandre Automação Industrial SP Érica 2008 Automação
Industrial
461 Capelli, Alexandre Automação Industrial SP Érica 2008 Automação
Industrial
462 Hungon, A Cálculos e Ensaios, Estudos SP Hemus 2004 Enciclopédia da
Projetos. Construção
463 Hungon, A Cálculos e Ensaios, Estudos SP Hemus 2004 Enciclopédia da
Projetos. Construção
464 Hungon, A Cálculos e Ensaios, Estudos SP Hemus 2004 Enciclopédia da
Projetos. Construção
465 Hungon, A Cálculos e Ensaios, Estudos SP Hemus 2004 Enciclopédia da
Projetos. Construção
466 Hungon, A Cálculos e Ensaios, Estudos SP Hemus 2004 Enciclopédia da
Projetos. Construção
467 Hungon, A Cálculos e Ensaios, Estudos SP Hemus 2004 Enciclopédia da
Projetos. Construção
468 Hungon, A Cálculos e Ensaios, Estudos SP Hemus 2004 Enciclopédia da
Projetos. Construção
469 Hungon, A Cálculos e Ensaios, Estudos SP Hemus 2004 Enciclopédia da
Projetos. Construção
470 Hungon, A Cálculos e Ensaios, Estudos SP Hemus 2004 Enciclopédia da
Projetos. Construção
471 Costa, Ênio Cruz da Arquitetura Ecológica SP Hemus Ed, Aquecimento
Blucher
472 Costa, Ênio Cruz da Arquitetura Ecológica SP Hemus Ed, Aquecimento
Blucher
473 Costa, Ênio Cruz da Arquitetura Ecológica SP Hemus Ed, Aquecimento
Blucher
474 Costa, Ênio Cruz da Arquitetura Ecológica SP Hemus Ed, Aquecimento
Blucher
475 Costa, Ênio Cruz da Arquitetura Ecológica SP Hemus Ed, Aquecimento
Blucher
476 Costa, Ênio Cruz da Arquitetura Ecológica SP Hemus Ed, Aquecimento
Blucher
477 Costa, Ênio Cruz da Arquitetura Ecológica SP Hemus Ed, Aquecimento
Blucher
478 Costa, Ênio Cruz da Arquitetura Ecológica SP Hemus Ed, Aquecimento
Blucher
479 Costa, Ênio Cruz da Arquitetura Ecológica SP Hemus Ed, Aquecimento
Blucher
480 Fiorelli, José Osmir Psicológia nas relações do SP LTR 2003 Psicologia
Trabalho.
481 Fiorelli, José Osmir Psicológia nas relações do SP LTR 2003 Psicologia
Trabalho.
482 Fiorelli, José Osmir Psicológia nas relações do SP LTR 2003 Psicologia
Trabalho.
483 Fiorelli, José Osmir Psicológia nas relações do SP LTR 2003 Psicologia
Trabalho.
484 Fiorelli, José Osmir Psicológia nas relações do SP LTR 2003 Psicologia
Trabalho.
485 Fiorelli, José Osmir Psicológia nas relações do SP LTR 2003 Psicologia
Trabalho.
486 Fiorelli, José Osmir Psicológia nas relações do SP LTR 2003 Psicologia
Trabalho.
487 Fiorelli, José Osmir Psicológia nas relações do SP LTR 2003 Psicologia
Trabalho.
488 Thofhern, Ragnar Avaliação de Terreno Urbano SP Pini 2008 Avaliação
489 Thofhern, Ragnar Avaliação de Terreno Urbano SP Pini 2008 Avaliação
490 Thofhern, Ragnar Avaliação de Terreno Urbano SP Pini 2008 Avaliação
491 Thofhern, Ragnar Avaliação de Terreno Urbano SP Pini 2008 Avaliação
492 Thofhern, Ragnar Avaliação de Terreno Urbano SP Pini 2008 Avaliação
493 Thofhern, Ragnar Avaliação de Terreno Urbano SP Pini 2008 Avaliação
494 Thofhern, Ragnar Avaliação de Terreno Urbano SP Pini 2008 Avaliação
495 Thofhern, Ragnar Avaliação de Terreno Urbano SP Pini 2008 Avaliação
496 Thofhern, Ragnar Avaliação de Terreno Urbano SP Pini 2008 Avaliação
497 Niskier, Júlio Instalação Elétricas RJ LTC 2008 Instalação
Elétricas
498 Niskier, Júlio Instalação Elétricas RJ LTC 2008 Instalação
Elétricas
499 Niskier, Júlio Instalação Elétricas RJ LTC 2008 Instalação
Elétricas
500 Niskier, Júlio Instalação Elétricas RJ LTC 2008 Instalação
Elétricas
501 Niskier, Júlio Instalação Elétricas RJ LTC 2008 Instalação
Elétricas
502 Niskier, Júlio Instalação Elétricas RJ LTC 2008 Instalação
Elétricas
503 Niskier, Júlio Instalação Elétricas RJ LTC 2008 Instalação
Elétricas
504 Niskier, Júlio Instalação Elétricas RJ LTC 2008 Instalação
Elétricas
505 Niskier, Júlio Instalação Elétricas RJ LTC 2008 Instalação
Elétricas
506 Niskier, Júlio Instalação Elétricas RJ LTC 2008 Instalação
Elétricas
507 Niskier, Júlio Instalação Elétricas RJ LTC 2008 Instalação
Elétricas
508 Niskier, Júlio Instalação Elétricas RJ LTC 2008 Instalação
Elétricas
509 Niskier, Júlio Instalação Elétricas RJ LTC 2008 Instalação
Elétricas
510 Niskier, Júlio Instalação Elétricas RJ LTC 2008 Instalação
Elétricas
511 Niskier, Júlio Instalação Elétricas RJ LTC 2008 Instalação
Elétricas
512 Niskier, Júlio Instalação Elétricas RJ LTC 2008 Instalação
Elétricas
513 Niskier, Júlio Instalação Elétricas RJ LTC 2008 Instalação
Elétricas
514 Niskier, Júlio Instalação Elétricas RJ LTC 2008 Instalação
Elétricas
515 Niskier, Júlio Instalação Elétricas RJ LTC 2008 Instalação
Elétricas
516 Niskier, Júlio Instalação Elétricas RJ LTC 2008 Instalação
Elétricas
517 Niskier, Júlio Instalação Elétricas RJ LTC 2008 Instalação
Elétricas
518 Niskier, Júlio Instalação Elétricas RJ LTC 2008 Instalação
Elétricas
519 Niskier, Júlio Instalação Elétricas RJ LTC 2008 Instalação
Elétricas
520 Niskier, Júlio Instalação Elétricas RJ LTC 2008 Instalação
Elétricas
521 Niskier, Júlio Instalação Elétricas RJ LTC 2008 Instalação
Elétricas
522 Niskier, Júlio Instalação Elétricas RJ LTC 2008 Instalação
Elétricas
523 Niskier, Júlio Instalação Elétricas RJ LTC 2008 Instalação
Elétricas
524 Niskier, Júlio Instalação Elétricas RJ LTC 2008 Instalação
Elétricas
525 Bureau, Us. Navy Teoria e Prática 01 SP Hemus 2005 Construção Civil
526 Botelho, Manoel H. Instalações Hidráulicas Predial. SP Edgard 2006 Instalações
Campos Blucher Hidráulicas
527 Thofhern, Ragnar Avaliação Terrenos Urbanos SP PIni 2008 Avaliação
528 Enciclópedia da Cálculos e ensaios estudos e SP Hemus 2004 Enciclópedia da
Construção Projetos. Construção
529 Limmer, Carl V Planejamento e orçamento... RJ LTC 2008 Projetos e
Engenharia
530 Guerrin, A Cálculos do Concreto Armado0 SP Hemus 2002 Tratado C.
01 Armado
531 Guerrin, A Cálculos do Concreto Armado0 SP Hemus 2002 Tratado C.
01 Armado
532 Guerrin, A Cálculos do Concreto Armado0 SP Hemus 2002 Tratado C.
01 Armado
533 Guerrin, A Cálculos do Concreto Armado0 SP Hemus 2002 Tratado C.
01 Armado
534 Guerrin, A Cálculos do Concreto Armado0 SP Hemus 2002 Tratado C.
01 Armado
535 Guerrin, A Cálculos do Concreto Armado0 SP Hemus 2002 Tratado C.
01 Armado
536 Dagostino, Frank. R Desenho Arquitetônico Contemp. SP Hemus 2002 Desenho
536 Bauer, L.A Falção Concreto, Madeira e Cerâmica RJ LTC 2008 Materiais de
Construção
538 Bauer, L.A Falção Teoria e Prática SP Hemus 2005 Construção...
539 Fiorelli, José Osmir Psicológia nas relação de SP LTC 2004 Direito
trabalho Ambiental
540 Ribeiro, Osni Moura Contabilidade fácil SP Saravaiva 1987 Psicológia
Aplicada
541 Vários Autores Direitos Ambiental SP Manole 2004 Direitos
contemporâneo Ambientais
542 Pinto, Carlos de Souza Curso Básico de Mecânica SP Oficina de 2006 Mecânica
texto
543 Dias, Leúz And. De Mattos Edificações de aço no Brasil SP Zigurate 1993 construção
544 Dias, Leúz And. De Mattos Edificações de aço no Brasil SP Zigurate 1993 construção
545 Hibbeler, Russel Charles Resistência dos Materiais SP Pearson 2010 Estruturas
546 Cappelli, Alexandre Automoção Industrial SP Érica 2008 Automoção
547 Cardella, Benedito Segurança no Trabalho... SP Atlas 2010 Acidente de
trabalho
548 Creder, Hélio Instalações Elétricas RJ LTC 1995 Instalações
Életricas
549 Bernardes, Mauricio M. Planejamento e Controle... RJ LTC 2010 Ind. Controle
Silva
550 Manual SH SH Formas, Escoramento e SP Pini 2008 Construção
And...
551 Baldam, Roquemar de AutoCad2009 SP Érica 2009 autocad
Lima
552 Vários ,Autores Desenho técnico Moderno RJ LTC 2006 Desenho técnico
553 Fusco, Péricles Brasilense Tecnologia do Concreto RJ Pini 2008 Analise
Estrutural Estrutural
554 Nisker, Júlio Instalações Elétricas RJ LTC 2008 Instalações
Elétricas
555 1° Exemplar Alternativas tecnológicas P/ RJ Pini 2008 Adm. Proj.
Edificação
556 Deslandes, Philippe Elementos Arquitetônico SP Hemus 2004 Enciclopédia

LABORATÓRIO ESPECÍFICO: Adquirido com a verba do Brasil Profissionalizado pelo


CE Padre José de Anchieta, será transferido para o Colégio Estadual Nilo para onde será
autorizado a ofertar o Curso Técnico em Edificações Subsequente ao Ensino Médio, a
partir do ano letivo de 2024.

DESCRIÇÃO DOS EQUIPAMENTOS:


Agitador de Peneiras elétrico.
Agulha de Proctor.
Amostra de chapas de MDF: Masisa, Arauco, Guararapes (atualizados).
Amostra de pallet produzido em madeira ecológica.
Amostra de parte de uma estrutura em gesso acartonado (montada).
Amostra de Placa de Gesso comum, sizal, acartonado, molduras de gesso.
Amostra de Rodapés em MDF.
Amostra de um pedaço de um container.
Amostra de vidros diversos: coloridos, refletivos, laminados e comum.
Amostra dos tipos de granito/ mármore.
Amostras das espessuras de ferragens.
Amostras de batentes/ guarnições de portas.
Amostras de forros de PVC, em diversas tonalidades.
Amostras de rodapé em PVC.
Amostras dos diversos tipos de areia.
Amostras dos diversos tipos de cimento.
Aparelho Casa Grande.
Aparelho de Gilmore.
Argamassadeira com cuba de aço inox, com capacidade de 5 litros.
Balança Eletrônica Analítica de alta precisão.

Balizas de ferro desmontáveis com 02 metros de comprimento cada uma.


Banho Maria de boca e Sorológico
Cápsulas de porcelana.
Catálogos diversos de empresas fabricantes de papel de parede.
Chapa de Placas Aquecedoras retangulares.
Cones de Sinalização.
Conjunto para Determinação em equivalente em areia.
Conjuntos para Determinação de densidade.
Conjuntos Permeâmetro de carga constante.
Densímetros de Bulbo.
Dessecador em vidro.
Determinador rápido de Umidade Umidímetro tipo Speedy.
Dispersor de Amostras Elétrico.
Dispositivo para compactar Corpo de prova.
Dispositivo para ensaio de tração na flexão de corpos de prova.
Dispositivo para tração na flexão em Corpos de prova Prismáticos.
Diversos Catálogos atualizados de empresas produtoras de Revestimentos Cerâmicos.
Diversos equipamentos de Construção Civil: pás, espátulas lisas, espátulas dentadas,
turquesa, martelos.
Diversos pincéis e rolos para pintura.
Diversos tipos de tijolos de vedação e estruturais.
Peça de porcelanato polido.
Peça de revestimento cerâmico de massa branca.
Peça de revestimento cerâmico de massa vermelha.
Peças de concreto leve para revestir calçadas.
EPIs diversos: capacetes, luvas, botas, protetores auriculares, aventais, óculos.
Espátulas diversas para aplicação de rejuntes.
Estação Total, comunicação com GPS
Estereoscópio de Espelho de Mesa.
Estufa de Esterilização e Secagem.
Extrator Universal para amostras do tipo Proctor e CBR
Furadeira da marca Britânia.
Maquetes de estruturas de telhado.
Miras de encaixe em alumínio de 04 metros cada.
Moldes Cilíndricos para Proctor e CBR de 4 polegadas.
Moldes Cilíndricos para Proctor e CBR de 6 polegadas.
Jogos de esquadros (45 e 60 graus).
Pantone de tintas, cores.
Picnômetros em vidro temperado 1.000 ml sem termômetro.
Picnômetros em vidro temperado 100 ml sem termômetro
Picnômetros em vidro temperado 25 ml sem termômetro
Picnômetros em vidro temperado 250 ml sem termômetro
Picnômetros em vidro temperado 500 ml sem termômetro.
Pranchas pequenas de Desenho Técnico.
Prensa CBR Manual.
Prensa de Adensamento tipo BISHOP.
Prensa eletro-hidráulica com controle digital para teste de compressão.
Prensa para Ensaio de Cisalhamento Direto.
Quadro demonstrativo dos tipos de madeiras brasileiras, fixados a parede.
Quadros demonstrativos, fixados a parede da empresa Tigre:
● Linha Aquatherm
● Drenagem
● Água Fria
● Esgoto
● Eletricidade
Repartidor de amostras com aberturas de 1 polegada.
Repartidores de amostras com aberturas de 2 polegadas.
Scalímetros de 30 centímetros.
Slump Test para concreto.
Soquete Proctor/ CBR de 2,5 Kg ou 5,5 libras.
Soquetes Proctor/ CBR 4,5 Kg ou 10 libras.
Telhas diversas: telha de concreto, telha de fibrocimento, telha sanduíche, telha
cerâmica romana, telha cerâmica portuguesa.
Trena em fibra de vidro, com manivela, de 50 metros.
Trenas metálicas para curtas distâncias.

INDICAÇÃO DE PROFISSIONAL RESPONSÁVEL PELA MANUTENÇÃO E


ORGANIZAÇÃO DO LABORATÓRIO: A direção da instituição de ensino indicará o
professor e arquiteta Cristiano Regis Barbosa para atua na função de Suporte Técnico

INDICAÇÃO DO COORDENADORA E SUPERVISORA DE ESTÁGIO: A profissional


Professora Juliane Franzon – Arquiteta e Urbanista, será indicada para exercer as
funções de apoio de supervisora e coordenadora de estágio.

RELAÇÃO DE DOCENTES

NOME DISCIPLINA HABILITAÇÃO

Cristiano Regis Barbosa ADMINISTRAÇÃO DE OBRAS Arquitetura e


Urbanismo
Dennis Mychel de Castro CONTROLE E PROTEÇÃO AMBIENTAL Engenharia de
Segurança do Trabalho
Paulo José Zanetti FUNDAMENTOS DO TRABALHO Ciências Sociais
Guilherme Alves da Silva INFORMÁTICA Ciências da
Computação
Cristiano Regis Barbosa INSTALAÇÕES ELÉTRICAS Arquitetura e
Urbanismo
Carina Mendonça Muller INSTALAÇÕES HIDRÁULICAS Arquitetura e
Urbanismo
Maria Olívia Voltarelli Vilas INSTALAÇÕES PREDIAIS Engenharia Civil
Boas
Carina Mendonça Muller INTRODUÇÃO À CONSTRUÇÃO CIVIL Arquitetura e
Urbanismo
Melissa Cardoso Furtado MATEMÁTICA APLICADA Matemática
Kisner
Cristiano Regis Barbosa MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO Arquitetura e
Urbanismo
Luiza Yooko Hirai METODOLOGIA DE REDAÇÃO E Letras
PESQUISA
Maria Olívia Voltarelli Vilas PROJETOS EM CONSTRUÇÃO CIVIL Engenharia Civil
Boas
Dennis Mychel de Castro SEGURANÇA DO TRABALHO NA Engenharia de
CONSTRUÇÃO CIVIL Segurança do Trabalho
Maria Olívia Voltarelli Vilas SISTEMAS ESTRUTURAIS Engenharia Civil
Boas
Carina Mendonça Muller TÉCNICAS CONSTRUTIVAS Arquitetura e
Urbanismo
Edilaine Pires de Andrade TOPOGRAFIA Engenharia Agônomo

CERTIFICADOS E DIPLOMAS:
CERTIFICAÇÃO: Não haverá certificado no Curso Técnico em Edificações, considerando
que não há certificação intermediária para qualificação.
DIPLOMA: Ao concluir o Curso Técnico em Edificações, conforme organização curricular
aprovada, frequência igual ou superior a 75% e cumprimento de 100% da carga horária
de estágio, o aluno receberá o diploma de Técnico em Edificações.

PLANO DE AVALIAÇÃO DO CURSO: O Curso será avaliado pelos alunos do 4º


semestre, Equipe Gestora e Instâncias colegiadas, visando diagnosticar a relevância da
oferta na instituição de ensino. Os resultados serão divulgados e discutidos entre os
envolvidos no processo educacional, durante as Reuniões Pedagógicas e Conselho de
Classe, no intuito de buscar alternativa para solucionar os problemas detectados por meio
de um plano de ação elaborado envolvendo a participação de todos. Serão analisados os
índices de evasão, frequência diária, melhoria da estrutura física e pedagógica e
empregabilidade dos egressos no setor produtivo.

PLANO DE FORMAÇÃO CONTINUADA: A Formação Continuadas destinadas aos


profissionais da educação são aspectos essenciais para a valorização do docente. Este é
um tema que provoca debates sobre as políticas e práticas em educação. A expressão
Formação Continuada, muito utilizada no cenário educacional, vem sendo atrelada à
qualidade da educação e, do mesmo modo, à qualidade de ensino. Essa associação
acena para a complexidade desse processo, que requer atenção, planejamento e
perseverança. É o exercício da prática pedagógica de qualidade, diretamente relacionado
à formação de profissionais alicerçados na fundamentação teórica, associada à contínua
articulação entre a teoria e a prática. Por meio da Formação Continuada, os professores,
e os gestores da instituição, tornam-se capazes e, para além disso, propor estratégias
com a finalidade de dirimir as dificuldades e preconizar mudanças significativas no
ambiente escolar. Em relação às práticas pedagógicas, ganham espaço as propostas
que visam Projetos Interdisciplinares, desafiando a fragmentação e a linearidade do
currículo escolar. Desse modo, é possível esclarecer aos professores os desafios e as
oportunidades de uma prática pedagógica integrada entre os diferentes componentes
curriculares. Outras iniciativas da Formação Continuada ocorrem, também, de maneira
mais específica, nas diferentes áreas do conhecimento, e são organizadas a partir das
demandas de cada área específica. Por exemplo, o Curso Técnico em Edificações
colabora para que nossos alunos tenham formação global desenvolvendo uma atitude de
protagonismo em rede, em um mundo no qual, possam aprimorar olhares aguçados para
suas próprias questões profissionais futuras, também incluindo uma visão de mundo e de
proteção e equilíbrio ambiental. Desse modo, a Formação Continuada torna-se uma
ferramenta fundamental, capaz de contribuir para o aprimoramento do trabalho docente,
fortalecendo vínculos entre os professores e os saberes científico-pedagógicos.
Favorecendo também, a criação de novos ambientes de aprendizagem, que conduzem o
fazer docente e discente, em direção às práticas pedagógicas capazes de ressignificar a
aprendizagem e habilitar os estudantes a elaborar e desenvolver projetos que
redimensionarão as habilidades do técnico e o papel destes na sociedade.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFIA:

BRASIL. Conselho Nacional de Educação. Resolução nº 06/2012. Brasília: MEC, 2012.

LUCKESI, Cipriano Carlos. A avaliação da aprendizagem escolar: estudos e


proposições. 2. ed. São Paulo: Cortez, 1995.

NAGEL, Lizia Helena. Avaliação, sociedade e escola: fundamentos para reflexão.


Curitiba, Secretaria de Estado da Educação-SEED/PR, 1985.

_______. Secretaria de Estado da Educação. Diretrizes da educação profissional:


fundamentos políticos e pedagógicos. Curitiba: SEED/ PR, 2006.

[Link]
rceb006-12-pdf&category_slug=setembro-2012-pdf&Itemid=30192 – Acesso em
22/10/2023.

[Link]
instrucao152017_sued_seed.pdf. Acesso em 26/06/2020

Secretaria de Estado da Educação. Superintendência de Educação. Instrução nº


15/2017/SEED/SUED.

SEED/DEDUC/DLE. Instrução nº 01/2021.

Conselho Estadual de Educação do Paraná. Deliberação nº 03/2013 – CEE/PR.

[Link]
rceb006-12-pdf&category_slug=setembro-2012-pdf&Itemid=30192 – Acesso em
15/10/2023.
______. Conselho Estadual de Educação do Paraná. Deliberação nº 04/2021 – CEE/PR.
Curitiba: CEE/ PR, 2009.

BRASIL, Ministério da Educação. Catálogo Nacional dos Cursos Técnicos. Brasília, 2021.
Acesso em: 20 de outubro de 2023.

Você também pode gostar