DATA: 19mar14
OM: C I Pqdt GPB PLANO DE SESSÃO Nº 01-105
HORA: 1300/2100
CURSO: Formação de Soldado
TURMA: Sd EV
PERÍODO: Instrução Individual GRUPAMENTO: ----
FASE: Básica
MATÉRIA: 1 - Armamento, Munição e Tiro.
UNIDADE DIDÁTICA: ----
ASSUNTO: Tiro de instrução básico.
OBJETIVOS:
a. Da sessão: Executar os tiros previsto na IGTAEx.
b. Intermediários:
1- Realizar as sessões TIB
2- Aplicar as normas de segurança no estande
3- Realizar a manutenção do fuzil
LOCAL DA INSTRUÇÃO: Campo de instrução do Gericinó
TÉCNICA(S) DE INSTRUÇÃO: Palestra e Exercício individual.
MEIOS AUXILIARES: Para-FAL
INSTRUTOR(ES): 1º Ten MONITOR(ES): 1º Ten AUXILIAR(ES):
Jefferson Faustino, 1º Ten Raphale
Pires, 3º Sgt Raphael
Augusto e 3º Sgt Levi
MEDIDAS ADMINISTRATIVAS: Preparar o local da instrução,
MEDIDAS DE SEGURANÇA: Viatura e um sargento em condições de fazer o atendimento pré
hospitalar estarão acompanhando o tiro
FONTES DE CONSULTA:
ASSINATURA: VISTO Cmt Cia C Sv: VISTO Div Op:
MAI
TEMPO DISTRIBUIÇÃO DO ASSUNTO E
OBS
1. INTRODUÇÃO
a. Ligação com a sessão anterior
“Continuando a nossa instrução relativa ao Fz, realizaremos hoje o TIB.
Aplicando os conhecimentos já adquirido.
b. Apresentação dos objetivos da sessão
.Executar os tiros previsto na IGTAEx, Tiro de instrução Básico.
c. Motivação dos instruendos
Esta instrução é muito importante para o combatente , pois um bom
tiro com o fuzil fará com que o combatente esteja apto para tirar um bom Sv, e
que esteja bem mais preparado para qualquer eventualidade (situação real)
que venha a se apresentar.
2. DESENVOLVIMENTO
POSIÇÃO ESTÁVEL
É o sistema formado pela empunhadura e a posição de tiro, objetivando a
menor oscilação do conjunto arma-atirador. Sempre que possível, o atirador
deverá procurar utilizar qualquer tipo de apoio (sacos de areia, árvores,
troncos,
pneus, colunas etc.) para a realização do tiro, pois, além de permitir uma
posição
mais estável, poderá servir também de abrigo. Vale ressaltar que, em
algumas
situações, o atirador não contará com apoios. Para manter uma boa
estabilidade,
qualquer que seja a posição de tiro, é necessário uma força muscular que
sustente
o peso da arma e tenha como resultante a firmeza da arma e da posição de
tiro.
EMPUNHADURA
É o ajuste das partes do corpo à arma, proporcionando firmeza ao conjunto,
facilitando a realização da pontaria e o correto acionamento do gatilho.
PONTARIA
a. A pontaria é o fundamento de tiro que faz com que o atirador direcione
sua arma para o alvo.
b. Apontar para o alvo significa alinhar os aparelhos de pontaria do fuzil
corretamente com o alvo.
c. O ser humano possui um de seus olhos com melhor capacidade de
apontar que o outro, denominado olho diretor. Este, sempre que possível,
deve ser
utilizado para realizar a pontaria, desde que seja do mesmo lado que o
atirador
prefira atirar em função da sua habilidade motora. Caso este lado não seja
correspondente ao olho diretor, o atirador deve escolher sua posição de tiro
de
acordo com o lado que possui mais coordenação para disparar, não utilizando
o
olho diretor para a pontaria.
d. A pontaria sempre será realizada no centro do alvo, por ser o local onde
há maior probabilidade de acerto devido à massa exposta e por ser região
vital do corpo humano.
CONTROLE DA RESPIRAÇÃO
a. Durante o ciclo respiratório, entre uma expiração e a próxima inspiração,
existe uma pausa respiratória natural, momento em que o diafragma está
totalmente relaxado.
b. Nos tiros de precisão, o atirador deverá prender a respiração nesta pausa
respiratória natural (que se inicia ao final da expiração), prolongando-a
enquanto
realiza o acionamento. É importante, para a realização de um bom disparo,
que
o prolongamento da pausa respiratória não ultrapasse, em média, 10
segundos.
Caso contrário, prejudicará a oxigenação do organismo, provocando tremores
musculares e vista embaçada. Além de prejudicar o aspecto físico, aumenta a
ansiedade e a tensão no atirador que, por fim, acabará executando um mau
acionamento do gatilho. Neste caso, quando o tempo for suficiente, o atirador
deverá ser orientado para que, não conseguindo realizar o disparo neste
intervalo,
desfaça a pontaria, volte a respirar e reinicie todo o processo. Com o
treinamento,
deverá aprender a realizar o disparo antes de começar a sentir-se
incomodado
com a pausa respiratória. Caso o atirador tenha que realizar tiros
subseqüentes,
ele deve prolongar a pausa entre eles ou, necessitando de ar, respirar
rapidamente
e continuar os disparos.
a. TIP do fuzil.
Ao chegarem ao estande de tiro da Unidade, os instruendos serão
divididos em grupos de dois, tantos forem os grupos quanto forem os boxes
disponíveis no estande.
O instrutor deverá realizar a inspeção do Armt.
Os instruendos que não forem realizar o tiro no momento deverão ser
colocados em um local designado pelo Of de tiro.
b. Realização das sessões:
Tiro Diurno:
1) 1a sessão:
- Tempo estimado: conforme o número de instruendos.
- Exercícios de tiro: 1.
- Posições de tiro: Deitado.
- Tiros por homem: 03
- Sem limite de tempo.
2) 2a e 3a sessões de tiro:
- Tempo estimado: conforme o número de instruendos.
- Exercícios de tiro: 2.
- Posições de tiro: .Deitado.
- Tiros por homem: 5
- Sem limite de tempo
3) 4a sessão:
- Tempo estimado: conforme o número de instruendos.
- Exercícios de tiro: 3
- Posições de tiro: Deitado.
- Tiros por homem: 3
- Sem limite de tempo.
4) 5a sessão:
- Tempo estimado: conforme o número de instruendos.
- Exercícios de tiro: 4.
- Posições de tiro: Joelho.
- Tiros por homem: 4
. - Sem limite de tempo
5) 6a sessão:
- Tempo estimado: conforme o número de instruendos.
- Exercícios de tiro: 5.
- Posições de tiro: De pé.
- Tiros por homem: 3
. - Sem limite de tempo
MAI
TEMPO DISTRIBUIÇÃO DO ASSUNTO E
OBS
Tiro Noturno:
1) 1a sessão:
- Tempo estimado: conforme o número de instruendos.
- Exercícios de tiro: 1.
- Posições de tiro: Em pé.
- Tiros por homem: 04
- Sem limite de tempo.
3. CONCLUSÃO:
Será feita uma análise pós ação pelo instrutor com base no desempenho do
tiro dos instruendos