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Plano de Seção IPT - EAS

O documento apresenta o plano de sessão para o curso de Estágio de Adaptação ao Serviço, focando na instrução sobre armamento e tiro com pistola. Os objetivos incluem a execução de técnicas de tiro e a identificação de princípios básicos de pontaria. A sessão inclui palestras, oficinas práticas e medidas de segurança, com a participação de instrutores e uso de diversos meios auxiliares.
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Plano de Seção IPT - EAS

O documento apresenta o plano de sessão para o curso de Estágio de Adaptação ao Serviço, focando na instrução sobre armamento e tiro com pistola. Os objetivos incluem a execução de técnicas de tiro e a identificação de princípios básicos de pontaria. A sessão inclui palestras, oficinas práticas e medidas de segurança, com a participação de instrutores e uso de diversos meios auxiliares.
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OM: 16º BI Mtz DATA: 19 FEV 25

PLANO DE SESSÃO
HORA: Conforme QTS
CURSO: Estágio de Adaptação ao Serviço SUBUNIDADE: 1ª CIA FUZ

PERÍODO: Instrução Individual

FASE: Básica
MATÉRIA:
-Armamento, Munição e Tiro.
ASSUNTOS:
-Instrução Preparatória para o Tiro (IPT).

OBJETIVO DA SESSÃO
- Executar as técnicas e procedimentos para a execução do tiro com a Pistola;
OBJETIVO INTERMEDIÁRIO:
- Identificar os princípios básicos da pontaria e do tiro coma Pistola.
- Executar as oficinas da IPT.

LOCAL DA INSTRUÇÃO: Conforme QTS

TÉCNICAS DE INSTRUÇÃO: Palestra, demonstração, exposição, retificação do conhecimento.

MEIOS AUXILIARES: Quadro mural e banner, Barra de Pontaria, estojos de 9 mm, Alvos A6,
pranchetas,silhueta móvel, material de manutenção do Armt, caixotes, cadeiras, mesas, redes de
camuflagem, capixamas, manta leve, fuzis e suportes para armamento, lisolene, meios audiovisuais

INSTRUTORES: 2º Ten Barbosa MONITOR: AUXILIAR: Cabos e Soldados


- 3º Sgt F Dantas; da 1ª CIA
- 3º Sgt Josemar;
- 3º Sgt Ramon.
MEDIDAS ADMINISTRATIVAS:
- Limpeza e preparação do local da instrução.
- Preparação intelectual da equipe de instrução.

MEDIDAS DE SEGURANÇA:
- Os instruendos deverão conduzir um cantil pleno e receberão ordem de beber ao início e término da
instrução,

FONTES DE CONSULTA:
-Instruções Diversas, Manual do Instrutor – T21 – 250, Manual de Tiro das Armas Portáteis C 23-1-2,
IGTAEx, IRTAEx 2017 (ANEXO A)

INSTRUTOR: CMT CIA: S3:


MAI
TEMPO DISTRIBUIÇÃO DO ASSUNTO E
OBS
1. INTRODUÇÃO

a. Em prosseguimento as instruções do Estágio de Adaptação ao Serviço, será


apresentado aos aspirantes o conhecimento para operar a Pistola 9mm M975
Beretta, na execução do tiro, englobando os fundamentos de tiro. Tal objetivo será
atingido a partir dos seguintes objetivos intermediários:

- Identificar os princípios básicos da pontaria e do tiro com a Pistola.


- Executar as oficinas da IPT.

b. A equipe de instrução se apresentará bem como será exposto o assunto a ser


ministrado e as oficinas subsequente. Junto a exposição os instruendos serão
motivados para a importância da instrução para o tirobem executado.

c. Por fim, o sumário será exposto, que seguirá da seguinte forma:

[Link]ÇÃO.
- Introdução aos fundamentos de tiro

2. DESENVOLVIMENTO:
a) Pontaria; meios
Conforme b) Posição de Tiro; previstos
QTS c) Conduta com Armamento; para cada
d) Acionamento do Gatilho; oficina

[Link]ÃO:
- Retificação da aprendizagem.

2. DESENVOLVIMENTO

Após a introdução feita e os fundamentos de tiro batidos, os instruendos irão se


deslocar para as oficinas.

OFICINA NRº 01 - PONTARIA:

1. INTRODUÇÃO
- Objetivos:
Passar o conhecimento para que os militares executem corretamente a pontaria
doarmamento para que seu tiro seja o mais eficaz possível.

2. DESENVOLVIMENTO

- Esta oficina será executada em duas fases:


1ª Fase: Tomada da Linha de Mira (LM) e da Linha de Visada (LV). Nesta fase os
militares executam, em sistema de rodízio, dois trabalhos: um com a barra de pontaria
e o outro com o armamento.
2ª Fase: Constância da Pontaria. Nesta fase os militares executam, em sistema de
rodízio, primeiramente o trabalho e, depois, atuam auxiliando na execução do
trabalho.

1ª fase:
a. Objetivos:
1. Ensinar ao instruendo o correto alinhamento entre a alça e a maça de mira, bem
como a sua importância durante um tiro real
2. Realizar o correto alinhamento das miras em direção ao centro do alvo, focando a
maça de mira (“fotografia” correta). Ver figura (fundamento de pontaria)

b. Procedimentos:
1. Relembrar os conceitos de LM e LV, salientando a maior importância da LM e
a consequente necessidade de focar a maça de mira.
2. Explicar os trabalhos a serem desenvolvidos na oficina.
3. Dividir a escola em dois grupamentos para o rodízio dos trabalhos. Metade
executará o trabalho com a arma, enquanto a outra metade realizará o trabalho com
a barra de pontaria.
c. Execução:
1. Trabalho com barra
- Realização da visada na direção de um alvo reduzido:
a) O instruendo posiciona o rosto na parte posterior da barra de pontaria, a
distância de 1 braço da alça de mira e com uma das mãos firmando a barra,
desloca com a outra o cursor, buscando o alinhamento correto das miras no
centro do alvo até obter uma “FOTOGRAFIA CORRETA”.
b) O instrutor verifica o trabalho e desfaz a “fotografia” (executa duas vezes ou
mais);
c) O alvo possui uma obréia branca no centro para permitir uma melhor
vizualização destes por parte do instruendo;
2. Trabalho com a arma.
a) O atirador movimenta a arma até a obtenção da “fotografia” correta.
b) O instrutor verifica o trabalho e desfaz a fotografia. Executa o movimento
duas ou mais vezes.
d. Aprovação:
- O Instruendo deverá fazer a fotografia correta no mínimo duas vezes.
e. Observações:
1. Ao realizar a visada e a verificação é necessário ter o cuidado de colocar o olho
namesma posição em relação à alça, a fim de que possa obter a mesma
“fotografia”.
2. Os instruendos deverão executar os dois trabalhos em sistema de rodízio.
f. Conclusão:
- Análise do desempenho e da importância do exercício.
2ª fase:

a. Objetivo
1. Aplicação dos princípios ensinados sobre linha de mira e linha de visada.
2. Realização de visadas sucessivas com a mesma pontaria.
b. Procedimentos
1. Relembrar os conceitos de LM e LV, salientando a maior importância da LM e
a conseqüente necessidade de focar a maça de mira.
2. Explicar os trabalhos a serem desenvolvidos na oficina.
3. Dividir a escola em dois grupamentos, uma executará o exercício, enquanto o
outro auxiliará na consecução do trabalho com a prancheta e o alvo móvel.
c. Execução
1. É realizado o trabalho em duplas, com o atirador na posição deitada e o seu
auxiliar sentado sobre o cunhete.
2. Na posição deitada, junto ao suporte, cotovelos no solo, o atirador apoia o rosto
em uma das mãos e não mexe mais a cabeça (IMPORTANTE).
3. O auxiliar fixa o verso da ficha da IPT na prancheta com elástico.
4. O auxiliar, tendo por base uma das extremidades da folha, movimenta o alvo
de acordo com os sinais do atirador. O atirador e o seu auxiliar comunicam-se
somente por gestos.
5. O atirador sinaliza com a mão livre, a palma da mão indica a direção procurando
obter uma linha de visada correta.
6. Após obter uma visada correta sobre o centro do alvo, o atirador fará um sinal
de positivo.
7. Neste momento, o auxiliar marca a folha com um lápis, fazendo um ponto
através do orifício, no centro do alvo móvel, este procedimento é repetido três vezes.
d. Aprovação
1. O atirador será considerado aprovado quando o triângulo obtido for
inscritível em um círculo de 1 (um) cm de diâmetro.
e. Observações
1. A cabeça, a arma e o suporte devem permanecer imóveis.
2. A sinalização deve ser feita somente por gestos.
3. Na montagem da oficina, o alvo deve ser colocado a 10 metros de distância da
posição do atirador.
f. Conclusão
- Etapa a qual se refere uma crítica do desempenho e da importância do exercício
efetivado.

3. CONCLUSÃO
- Retificação da aprendizagem.
OFICINA NRº 02 – POSIÇÃO DE TIRO:

1. INTRODUÇÃO
a. Objetivo
- Demonstração e prática da empunhadura e das posições de tiro deitado, ajoelhado,
de pé e de pé modificado;
- Executar corretamente a empunhadura e as posições de tiro com fuzil.

2. DESENVOLVIMENTO
a. Condições de execução
1. O monitor demonstra as posições;
2. O instrutor faz as observações necessárias utilizando o monitor e/ou o desenho
dafigura;
3. Após cada demonstração os instruendos executam;
4. A empunhadura e a posição inicial são explicadas, no entanto, são
executadas everificadas simultaneamente com as posições de tiro;
5. Os instruendos partirão da posição inicial para executar cada exercício;
6. O instrutor e monitor corrigem os instruendos;
Obs: Lembrar que a posição mais cômoda nem sempre é a mais estável!
Serão passados os conceitos:
→Posição Estável: é o sistema formado pela empunhadura e a posição de tiro,
objetivando a menor oscilação do conjunto arma-atirador.
→Arco de movimento: é o nome que se dá à oscilação da linha de mira em relação
ao alvo. Sabemos que o conjunto arma-atirador é instável e não há como impedir o
movimento do fuzil; no entanto, uma posição de tiro estável e equilibrada poderá
diminuir e uniformizar esta variação.
- Sempre que possível, o atirador deverá procurar utilizar qualquer tipo de apoio
(sacos de areia, árvores, troncos, pneus, colunas, etc.) para a realização do tiro, pois,
além de permitir uma posição mais estável, poderá servir também de abrigo.
- Em algumas situações, o atirador não contará com apoios. Para manter uma boa
estabilidade, qualquer que seja a posição de tiro, é necessário eliminar ou diminuir
ao máximo a força muscular exercida para sustentar o peso da arma, utilizando sua
estrutura óssea como apoio.
Empunhadura: é o ajuste das mãos, do cavado do ombro e da cabeça do atirador à
arma, proporcionando firmeza ao conjunto, facilitando a realização da pontaria e o
correto acionamento do gatilho.
Posições de Tiro: a melhor posição de tiro é aquela em que o atirador sente-se estável
e confortável, permitindo uma correta empunhadura e uma boa pontaria,
contribuindo assim para um bom acionamento.
As posições de tiro aqui apresentadas são básicas e partem sempre da Posição Inicial.
Muitas vezes deverão ser adaptadas de acordo com a situação do terreno, do inimigo
ou dos meios disponíveis para apoio e abrigo. Da mesma forma, pequenos ajustes
podem ser feitos, de acordo com as características individuais de cada atirador. No
entanto, em qualquer caso, os princípios básicos não devem ser negligenciados.
a) Posição Inicial
b) Deitado
c) Ajoelhado
d) Deitado
e) Pé

3. CONCLUSÃO
- Retificação da aprendizagem.
OFICINA NRº 03 – CONDUTA COM O ARMAMENTO:

[Link]ÇÃO.
a. Objetivo:
- Passar o conhecimento necessário para que o recruta manejecorretamente
armamento e realize sua manutenção.
b. Divisão do grupamento em dois subgrupos.

[Link]
a. Condições de Execução
1. O instrutor demonstrara as operações, fazendo os comentários necessários;
2. Os instruendos executam;
3. Cada operação deverá ser repetida diversas vezes, visando desenvolver a
habilidade dos instruendos;
4. Todas as operações de manejo são executadas pela mão que atira, com a
armaempunhada pela mão que não atira;
5. Como medida de segurança, o instrutor deverá alertar para:
a) Não apontar a arma para os lados;
b) Não colocar o dedo indicador no interior do guarda-mato durante as
operações.
6. Na execução das operações essenciais de manejo da arma será permitido,
exclusivamente, o uso de munição de manejo.
b. Execução
1. O grupamento será divido em dois subgrupos, que realizaram um rodízio
entre assuboficinas de Manejo do Armamento e Manutenção.

suboficina de manejo do armamento


1) Posição inicial de manejo:
a) Atirador sentado com as pernas cruzadas;
b) Arma empunhada pela mão que atira aberta e sem carregador. O atirador
mantém o antebraço acima da horizontal 45 graus e o cotovelo apoiado na
perna do lado da mão que atira;
c) Carregador com o transportador voltado para frente, mantido na palma da
mão auxiliar e apoiado sobre a perna do mesmo lado;
d) carregador ao solo com o transportador voltado para frente.

2) Manejo da Pistola:
Para o início do exercício as armas estarão travadas, abertas e sem o carregador,
condição inicial para o ingresso no estande de tiro.
Seguir as seguintes operações:
- Colocar o carregador;
- Retirar o carregador;
- Municiar o carregador com 5 cartuchos;
- Apresentar a munição de manejo;
- Alimentar;
- Carregar, agindo no retém do ferrolho, e depois agindo no ferrolho;
- Travar;
- Destravar; preparar para o tiro contínuo;
- Disparar (ação simples);
- Disparar (ação dupla);
- Simular incidentes de tiro;
- Abrir a arma com o ferrolha à retaguarda;
- Retirar o carregador;
- Executar dois golpes de segurança;
- Inspecionar a câmara;
- Alimentar;
- Carregar;
- Travar;
- Destravar;
- Disparar;
- Abrir a arma, simulando o último disparo; retirar o carregador;
- Inspecionar a câmara; e
- Retornar às condições iniciais da arma dentro do estande.

suboficina de manutenção do armamento


1) Objetivos:
a) Orientar e normalizar a manutenção a ser executada em decorrência do tiro.
b) Contribuir para a formação da mentalidade de manutenção preventiva, sem a
qual não pode haver armamento eficiente.
2) Condição de execução:
a) Nesta oficina, os instruendos são orientados a realizar manutenção no
armamento, com os devidos cuidados a serem tomados antes e depois do tiro.
b) Deve-se explicar e citar exemplos sobre a necessidade de ser incutido no
atirador a mentalidade de manutenção preventiva.
c) O material necessário para a manutenção deve ser colocado à disposição dos
instruendos.
d) Deve-se mostrar aos instruendos a necessidade de todos possuírem o “kit” de
manutenção individual.
3) Execução:
a) Apresentação do material necessário para manutenção da pistola de um
grupamento de atiradores.
b) Explicação dos procedimentos a serem executados na manutenção.
4) Aprovação:
- O instruendo será aprovado mediante a execução correta das operações.
5) Observações:
- O instrutor deverá verificar se todos os instruendos estão com o seu kit de
manutenção do armamento.
6) Conclusão:
- A necessidade da manutenção do armamento, em decorrência do tiro.

3. CONCLUSÃO
- Retificação da aprendizagem.
OFICINA NRº 04 – ACIONAMENTO DO GATILHO

1. INTRODUÇÃO.
a. Objetivo
- Realizar corretamente o acionamento do gatilho.
b. Procedimentos
1. Relembrar o conceito do fundamento acionamento do gatilho.
2. Dividir o grupamento em duas partes, para o rodízio dos trabalhos. Metade
executará o acionamento do gatilho e a outra metade auxiliará colocando o estojo de
9 mm equilibradosobre a vareta de madeira de seção quadrada no interior do cano
da pistola.
3. Linha de alvos proporcional a distância utilizada no estande, para a obtenção da
visada correta, preferencialmente, uma distância semelhante ao do TIP ou a 6m.
4. Pode-se ensinar o acionamento do gatilho, pressionando a tecla do gatilho com o
dedo indicador do instrutor sobre o dedo do instruendo. Repete-se este procedimento
por algumas vezes e em seguida o instruendo pressiona o gatilho sobre o dedo do
instrutor.

2. DESENVOLVIMENTO
a. Execução
1. Fixar uma vareta de madeira de seção quadrada no interior do cano da pistola;
2. O atirador deverá fazer a pontaria no centro do alvo;
3. O atirdor deverá empunhar a arma engatilhada com as duas mãos;
4. O auxiliar coloca um estojo vazio de munição 9 mm a face plana da extremidade
da vareta de madeira;
5. O atirador, mantendo as miras alinhadas, deverá pressionar a tecla do gatilho com
força suave e progressiva e, também, paralela ao cano da arma, até que ocorra o
acionamento, sem deixar o estojo cair;
6. Deve-se repetir o exercício nas posições deitada, ajoelhada e de pé, nesta ordem,
visando, com isso, a progressividade da aprendizagem.
b. Aprovação
1. Cada instruendo terá três chances para desengatilhar o armamento na posição
deitada, ajoelhada e de pé, com o estojo sobre o cano. Para ser considerado APTO,
deverá manter, pelo menos uma vez, o estojo equilibrado após o disparo em cada
posição.
c. Observações
- Aspectos a serem observados e corrigidos:
1. posições de tiro;
2. posicionamento da falange distal do dedo indicador sobre a tecla do gatilho;
3. força progressiva e paralela ao cano da arma vencendo o descanso;
4. movimento do dedo indicador deve ser independente dos outros dedos;
5. permanecer comprimindo o gatilho após o disparo por + 2 segundos;
6. verificar se o atirador fecha o olho no momento do disparo.

3. CONCLUSÃO
- Retificação da aprendizagem.
3. CONCLUSÃO

a) Por fim, será realizada uma retificação da aprendizagem onde será verificada
os conhecimentos adquiridos durante as oficinas. Para isso, com o armamento, o
recruta selecionado, responderá / executará os procedimentos aprendidos nas
instruções. Após a verificação verbal, será corrigida qualquer interpretação
equivocada ou dúvida que permaneceu durante a instrução.

b) Em seguida serão batidos os tópicos de maior relevância da instrução, bem


como a realização de um breve encerramento, em que será exposto os andamentos
das instruções do assunto, armamento, munição e tiro.

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