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GUARDA NACIONAL REPUBLICANA

NORMAS DE TIRO

PARTE I
GENERALIDADES

Artº 1º
Finalidade

1. As Normas de Tiro da Guarda Nacional Republicana - NTGNR - destinam-se a regular a


execução do tiro na Guarda, através das directrizes contidas nos três regulamentos que
delas fazem parte integrante e que são:

a) Regulamento de Tiro de Instrução - RTI - Conforme regulamento especifico de cada


curso de formação, promoção ou especialização;

b) Regulamento de Tiro de Manutenção - RTM;

c) Regulamento de Tiro Desportivo - RTD.

2. Os regulamentos referidos, como as suas designações indicam, são específicos de cada


uma das três grandes áreas em que o tiro da Guarda se divide, havendo a preocupação de
transmitir, em cada um deles “de per si”, os conhecimentos necessários à correcta
utilização do armamento, de forma a obter-se o máximo de aproveitamento possível do
potencial relativo de cada um dos militares da Guarda, no que à execução do tiro diz
respeito.

3. Para melhor entendimento sobre as diferenças entre os designados, Tiro de Instrução, Tiro
de Manutenção e Tiro Desportivo, subentende-se:

a) Tiro de Instrução: Todo o tiro realizado no âmbito de cursos de formação, promoção ou


especialização;

b) Tiro de Manutenção: Todo o tiro realizado por militares prontos ao serviço, tendo por
base a manutenção e melhoria dos ensinamentos já adquiridos.

c) Tiro Desportivo: Todo o tiro realizado por militares em representação das Equipas da
GNR ou em Representação Nacional.

Artº 2º
Interacção dos vários regulamentos

1. Pretende-se que os três regulamentos interajam permanentemente durante a vida


profissional dos militares da Guarda e ao longo das respectivas carreiras, tendo por
objectivo dar-lhes a preparação básica necessária, através do estipulado no Regulamento
de Tiro de Instrução, que servirá de suporte a um mais fácil cumprimento das tabelas
previstas no Regulamento de Tiro de Manutenção.

2. A conjugação do bom ensinamento que se pretende atingir com o tiro de instrução, com os
bons resultados do tiro de manutenção é fundamental para quem usa no cumprimento do
serviço, diversos tipos de armamento. Paralelamente, como resultado da melhoria
permanente das prestações nesta área, fluirá um maior universo de militares para se
seleccionarem os elementos necessários para representarem condignamente a Guarda, nas
diversas competições previstas no RTD.

PARTE II

ÁREAS DE RESPONSABILIDADE

CAPÍTULO I

ENTIDADES QUE INTERVÊM NA INSTRUÇÃO DE TIRO

Artº 3º
Entidades com responsabilidade na Instrução do Tiro

Têm responsabilidade nas várias vertentes ligadas ao Tiro as seguintes entidades:

1. Comando Geral.
a) 4ª Repartição
b) 6ª Repartição
c) Chefia do Serviço de Material
d) Chefia do Serviço de Finanças
2. Comandantes das Unidades

3. Directores de Instrução das Unidades

4. Comandantes de Grupo ou equivalentes

5. Comandantes de Destacamento, Companhia ou Esquadrão

6. Comandantes de Sub-Destacamento, Pelotão e Posto

7. Oficiais de Tiro das Unidades


8. Sargentos de Tiro das Sub-Unidades

9. Director do Núcleo de Tiro do Centro de Actividades Desportivas da Guarda (CADG)


CAPÍTULO II

DEFINIÇÃO DE RESPONSABILIDADES

Artº 4º
Comando Geral

Compete ao Comando Geral da GNR, as seguintes atribuições:

1. À 4ª REPARTIÇÃO

Em coordenação com a 6ª Repartição:

• Elaboração do Plano Anual de aquisição de munições e alvos;

• Condução dos estudos relativos à aquisição de novos equipamentos e


armamento necessários à execução do tiro nas suas três vertentes.

2. À 6ª REPARTIÇÃO

• Estudo e supervisão do planeamento geral de todos os assuntos relativos ao tiro;

• Determinação do tiro de Instrução e de Manutenção a executar, em cada ano,


pelas Unidades;

• Elaboração do planeamento anual referente às actividades do Tiro Desportivo da


Guarda;

• Elaboração do Relatório Anual de Tiro em face dos relatórios recebidos das


Unidades;

• Reformulação dos programas de instrução de tiro, de acordo com a evolução da


situação;

• Elaboração do Plano Anual de Necessidades referentes a munições, alvos e


novos tipos de armas.

3. À CHEFIA DO SERVIÇO DE MATERIAL

Em coordenação com a 4ª Repartição e Chefia do Serviço de Finanças:

• Aquisição, distribuição e controlo de munições, alvos, armas e outros


equipamentos de tiro.

4. À CHEFIA DO SERVIÇO DE FINANÇAS

Em coordenação com a 4ª Repartição e Chefia do Serviço de Material:

• Inclusão na proposta de orçamento, das verbas necessárias para a aquisição de


munições, alvos, armas e outros equipamentos de tiro.
Artº 5º
Comandante de Unidade

Compete aos Comandantes das Unidades, as seguintes atribuições na condução do tiro


dos seus militares:

l. Providenciar no sentido de que disponham dos meios materiais necessários à


execução do Tiro de Instrução e Manutenção.

2. Fazer executar o tiro que for determinado superiormente, diligenciando no sentido do


integral cumprimento das Normas de Tiro, na parte que lhes dizem respeito.

3. Apresentar à 6ª REP/CG, até ao final do 1º semestre de cada ano, a relação das


munições necessárias à execução do tiro no ano seguinte.

4. Incluir no seu Plano de Necessidades Orçamentais as verbas necessárias para fazer


face às despesas inerentes à execução do tiro, designadamente:
• Deslocações de pessoal;
• Combustíveis e lubrificantes;
• Impressos de tiro;
• Aluguer de carreiras de tiro;
• Outras necessárias à instrução de tiro.
5. Enviar à 6ª REP/CG, no final de cada Ano, o relatório respeitante ao tiro executado
pela sua Unidade.

6. Verificar, em face das relações recebidas das suas subunidades, as classificações


dos militares e, anualmente, mandá-las publicar em Ordem de Serviço da Unidade.

7. Certificar, se os militares designados para ministrar a instrução e dirigir o tiro têm


formação adequada.

Artº 6º
Director de Instrução

O Director de Instrução tem as seguintes responsabilidades específicas, na execução


do tiro da sua Unidade:

l. Fiscalizar a execução do tiro nas suas várias vertentes.

2. Elaborar propostas visando, entre outros, os seguintes aspectos:

• Enriquecimento pedagógico dos instrutores;

• Melhoria das condições gerais na execução do tiro, nomeadamente no que diz


respeito a infra-estruturas, equipamento e armamento.

3. Manter o comando permanentemente informado acerca do andamento da execução


do tiro.
4. Assegurar a correcta escrituração dos documentos de tiro previstos nestas normas.

5. Promover a prática regular do tiro nas suas diferentes vertentes.

Artº 7º
Comandante de Grupo ou Batalhão

No que diz respeito à execução do tiro, compete ao Comandante de Grupo ou


equivalente, coadjuvados pelo Sargento de Tiro:

l. Providenciar para que a execução de tiro, aos homens sobre o seu comando, seja
conduzida de acordo com as presentes normas.

2. Com base nos Registos Colectivos de Tiro (RCT), elaborar o Relatório de Tiro
(RELTIR) e o Resumo de Registo de Tiro (RRT) da sua subunidade e no final de
cada ano, enviá-lo ao escalão superior, acompanhado dos originais dos RCT.

3. Mandar registar periodicamente as classificações obtidas no tiro de manutenção nas


Cadernetas Individuais de Tiro (CITIR).

3. Manter em arquivo as Cadernetas Individuais de Tiro (CITIR), enquanto os homens


permanecerem sob o seu comando e em caso de transferência do militar a caderneta
individual deve ser enviada à Unidade de destino.

5. Proceder à gestão e controlo da dotação das munições atribuídas para a execução do


tiro de manutenção.

Artº 8º
Comandante de Destacamento, Companhia ou Esquadrão

Compete ao Comandante de Destacamento, Companhia ou Esquadrão:

• Verificar se a instrução de tiro é ministrada aos seus militares, com a frequência


prevista no RTM, em coordenação com o Sargento de Tiro do Grupo.

Artº 9º
Comandante de Sub-Destacamento, Pelotão ou Posto

Compete ao Comandante de Sub-Destacamento, Pelotão ou Posto:

• Verificar se a instrução de tiro é ministrada aos seus militares, com a frequência


prevista no RTM, em coordenação com o Sargento de Tiro do Grupo.

Artº 10º
Oficial de Tiro

1. É obrigatória a existência de um Oficial de Tiro, com habilitação específica, em


todas as Unidades.
2. Como responsável pelos assuntos de tiro de toda a Unidade, tem as seguintes
atribuições:

a) Planear, coordenar e supervisionar a execução do tiro da Unidade;

b) Providenciar a marcação das carreiras de tiro necessárias para cumprimento do


Tiro da Unidade;

c) Informar o Comandante da Unidade e o Director de Instrução sobre o


andamento da execução do tiro e apresentar as propostas que achar convenientes
para a melhoria da instrução;

d) Elaborar todos os documentos relativos ao tiro, prestando os esclarecimentos


necessários ao Comandante da Unidade e Director de Instrução;

e) Facultar às instâncias superiores todos os elementos referentes ao tiro que lhe


sejam pedidos e proceder aos estudos e ensaios que lhe forem determinados;

f) Arquivar todos os documentos que não devam ser juntos aos processos
individuais e que digam respeito ao tiro;

g) Prestar todos os esclarecimentos que lhe sejam pedidos pelas Subunidades e


digam respeito à execução ou escrituração do tiro;

h) Elaborar o RELTIR e o RRT da sua Unidade.

3. O Oficial de Tiro da Unidade é por inerência de funções o delegado do tiro


desportivo da sua unidade para efeitos de aplicação do RTD.

4. O Oficial de Tiro selecciona e prepara as equipas de tiro da sua Unidade, tendo em


vista a disputa do Campeonato de Tiro da Guarda.

Artº 11º
Sargento de Tiro

É obrigatória a existência de um Sargento de Tiro, com habilitação específica, nos


Grupos ou escalão equivalente.

1. Como responsável pelos assuntos de tiro da Sub-Unidade, tem as seguintes


atribuições:

a) Planear, dirigir e fiscalizar o tiro de todos os militares da sua subunidade;

b) Em coordenação com o Oficial de Tiro da sua Unidade, providencia a marcação


das carreiras de tiro, para o cumprimento das respectivas tabelas da sua
subunidade;

c) Informa o Comandante de Grupo sobre o andamento da execução do tiro e


apresenta as propostas que achar convenientes para a melhoria da instrução;

d) Elabora e arquiva todos os documentos relativos ao tiro;


e) Coadjuva o Oficial de Tiro em todas as suas tarefas.

Artº 12º
Director do Núcleo de Tiro do CADG

Competem ao Director do Núcleo de Tiro do CADG, para além de outras tarefas


específicas contidas no RTD, as seguintes atribuições:

1. Fazer cumprir as determinações contidas no Regulamento de Tiro Desportivo.

2. Apresentar as propostas tidas por convenientes para a melhor gestão do tiro


desportivo na Guarda e para o seu desenvolvimento.

3. Coordenar todas as actividades respeitantes ao Tiro Desportivo na GNR.

PARTE III

ESCRITURAÇÃO E EXPEDIENTE

CAPÍTULO I

ESCRITURAÇÃO

ARTº 13º
Escrituração do Tiro

A escrituração do tiro terá lugar ao nível das Unidades e das Sub-Unidades, em


conformidade com as diferentes modalidades de tiro.

ARTº 14º
Documentos de base

Os documentos de base para a escrituração da execução do tiro são:

1. Registo Colectivo de Tiro (RCT).


2. Caderneta Individual de Tiro (CITIR).
3. Relatório de Tiro (RELTIR).
4. Resumo dos Registos de Tiro (RRT).

ARTº l5º
Registos Colectivos de Tiro

1. Os RCT são os documentos de resumo dos resultados obtidos na realização das


tabelas de tiro.
2. São preenchidos aos diversos níveis executantes, sendo destinados a acompanhar o
RELTIR anual a enviar ao escalão superior.

3. Os modelos dos RCT constam dos anexos aos Regulamentos de Tiro de


Manutenção.

ARTº 16º
Caderneta Individual de Tiro

1. A Caderneta Individual de Tiro destina-se ao registo sistemático das classificações


do tiro efectuado durante toda a carreira do militar, devendo acompanhá-lo sempre
que a sua colocação se altere ou quando se desloque para a frequência de cursos ou
estágios em que do programa conste a execução de tiro.

2. A CITIR será arquivada na Sub-Unidade onde o militar presta serviço, sendo o seu
preenchimento feito periodicamente, com base nos dados constantes dos RCT, de
forma a estar sempre actualizada.

3. É a partir da CITIR que são recolhidas as classificações para a avaliação dos


militares no item de tiro.

4. O modelo da CITIR consta do anexo A às presentes normas.

ARTº 17º
Relatório de Tiro

1. O Relatório de Tiro destina-se a informar os escalões superiores sobre os diversos


aspectos relacionados com a execução do tiro, sendo elaborados ao nível de:

• Grupos ou equivalentes;

• Unidades.

2. O RELTIR é de elaboração anual e obrigatória e devem seguir o articulado do


modelo constante do anexo B destas normas, tendo por base os RCT e os RRT.

ARTº 18º
Resumo dos Registos de Tiro

1. Os RRT destinam-se ao controle do consumo de munições e alvos.

2. Os RRT são baseados nos RCT.

3. São preenchidos pelos Oficiais de Tiro das Unidades, com base nos RRT enviados
pelos Sargentos de Tiro dos Grupos e destinam-se às Secções de Logística das
Unidades.
4. Com base nos RRT, os Oficiais de Logística das Unidades elaboram as propostas de
abate de munições e alvos.

5. O modelo do RRT consta do anexo C a estas normas.

CAPÍTULO II

EXPEDIENTE

ARTº 19º
Expediente

O expediente relativo à execução do tiro, é efectuado de acordo com o seguinte circuito:

1. O Sargento de Tiro escritura os RCT, os RRT e o RELTIR do seu Grupo, ouvidos os


Comandantes de Destacamento ou Sub-destacamento, documento que deve ser
enviado ao Oficial de Tiro da sua Unidade, até ao final de cada ano.

2. O Oficial de Tiro elabora o RELTIR com base nos documentos enviados por cada
Grupo. Paralelamente, com base nos RRT referidos na alínea anterior, elabora um
RRT da Unidade, relativamente aos consumos totais de munições e alvos por ano,
comunicando à Secção de Logística da sua Unidade.

3. A Unidades envia o seu RELTIR (anual) à 6ª REP/CG e através da sua Secção de


Logística, procede à proposta de abate de munições e alvos, enviando à 4ª. REP/CG
o Resumo dos Registos de Tiro.

PARTE IV

FORMAÇÃO

ARTº 20º

1. O Curso de Formação que habilita os Oficiais e Sargentos para o desempenho das


funções referidas nos Artºs 10º e 11º do Capitulo II destas Normas denomina-se
Curso de Instrutores de Tiro.

2. A frequência do Curso confere direito a um diploma e uso de um distintivo aprovado


superiormente, aos instruendos que tenham aproveitamento.

3. Em casos excepcionais e de necessidade, poderão ser formados praças com o referido


Curso.
(Às Normas de Tiro da GNR)

CADERNETA INDIVIDUAL DE TIRO


GUARDA NACIONAL REPUBLICANA
NORMAS DE TIRO

CADERNETA INDIVIDUAL DE TIRO

IDENTIFICAÇÃO DO MILITAR

Nome: ______________________________________________________________________________

Nº de Matricula: ____________________

Posto: ______________________________________________________________________________

Data de Nascimento: ________ / ________ / ________

Abertura da Caderneta e Autenticação

Quartel em ___________________, _______ de ______________de 2______

O Comandante _________________________

_____________________ a)

________
a) Assinatura e carimbo da UN

CURSOS DE FORMAÇÃO/PROMOÇÃO/ESPECIALIZAÇÃO

Designação do Curso Data da Tipo de tiro Classificação Identificação do


execução do tiro Avaliador
TIRO DE MANUTENÇÃO
ANO
Pistola Pistola C.G. Pistola- Espingarda Espingarda Classificação Identificação
Tipo Metralhadora
de tiro Cal. Guerra Circuito Cal. Guerra Caçadeira Anual do Avaliador
(Apenas Pistola)
Observações:

(O autor dos registos efectuados, deverá no final assinalar a data e colocar a sua identificação)
(Às Normas de Tiro)

RELATÓRIO DE TIRO
GUARDA NACIONAL REPUBLICANA
VISTO
NORMAS DE TIRO O COMANDANTE

____________
RELATÓRIO DE TIRO
____

1. IDENTIFICAÇÃO DA UNIDADE/SUBUNIDADE: ________________________________

2. PERÍODO:

O presente relatório refere-se ao tiro realizado no ano de: ______________________

3. ORGANIZAÇÃO E IDENTIFICAÇÃO DOS INTERVENIENTES:


3.1. Director de Instrução da UN: ___________________________________________

3.2. Oficial de Tiro: _______________________________________________________

3.3. Sargento de Tiro: _____________________________________________________

4. DEMONSTRAÇÃO DAS ACTIVIDADES DE TIRO


4.1. Mapa de Efectivos/Aproveitamento
PRESENTES APROVADOS % de
TABELA
Oficiais Sargentos Praças Oficiais Sargentos Praças Aproveitamento

Pistola Calibre
Guerra

Pistola-
Metralhadora

Pistola Calibre
Guerra (circuito)

Espingarda
Caçadeira

Espingarda
Calibre Guerra
4.2. Mapa de Consumo de Munições
CONSUMO DE MUNIÇÕES
TIPO DE TOTAL
MUNIÇÃO Pistola Cal. Pistola Cal. Pistola- Espingarda Espingarda
Guerra G. (circuito) Metralhadora Caçadeira Cal. Guerra

Calibre 7,65mm -----


----- -----
Calibre 9mm -----
-----
Calibre 12 -----
----- -----
Chumbo nº4 -----
Calibre 12
-----
Zag. Borracha ----- ----- -----

Calibre 5,56mm ----- ----- ----- -----

Calibre 7,62mm ----- ----- -----


-----

4.3. Indicação do Estado e Qualidade das Munições:

4.4. Mapa de Consumo de Alvos


TABELA DE TIRO
ALVOS Pistola Calibre Pistola- Pistola Calibre Espingarda
Guerra Metralhadora Guerra (circuito) Caçadeira
TOTAL

SP ----- -----

SP II ----- -----
5. INFRAESTRUTURAS/EQUIPAMENTO/ARMAMENTO

TABELA DE TIRO CARREIRAS DE TIRO UTILIZADAS (LOCAL)

Pistola Calibre
Guerra
Pistola Calibre
Guerra (circuito)
Pistola-
Metralhadora
Espingarda
Caçadeira
Espingarda Calibre
Guerra

5.1. Anomalias/Sugestões relativo as carreiras de tiro utilizadas:

5.2. Estado Geral do Armamento e Equipamentos de Tiro:

5.3. Avarias e Medidas tomadas:


6. MODO COMO DECORREU A INSTRUÇÃO:
6.1. Dificuldades encontradas na execução das tabelas:

6.2. Razão porque se deixou de executar qualquer das tabelas de tiro em vigor:

7. APRECIAÇÃO GERAL/PROPOSTAS:

Quartel em __________________ ,______ de ______________ 2______

O ________________ de Tiro

____________________________

__________
(Às Normas de Tiro)

RESUMO DOS REGISTO DE TIRO


GUARDA NACIONAL REPUBLICANA
NORMAS DE TIRO
RESUMO DOS REGISTOS DE TIRO

1. IDENTIFICAÇÃO DA UNIDADE/SUBUNIDADE: ___________________________________


2. ANO DE: ____________
3. TABELA RESUMO DE CONSUMOS
CONSUMOS MUNIÇÕES
TABELA NÚMERO TIPO ALVOS CONSUMO
TIRO ATIRADORES MUNIÇÃO DETONADAS FALHADAS TOTAL UTILIZADOS ALVOS

Cal. 7,65mm
Pistola Calibre
Guerra
Cal. 9mm
Pistola
Metralhadora Cal. 9mm

Espingarda Cal. 12 Zb
Caçadeira Cal.12 Ch nº4

Cal. 5,56mm

Espingarda
Cal. 7,62mm
Calibre Guerra

Cal. Serviço Honorifico

Armas especiais
Cal.
MOP

4.TABELA DE CONSUMOS TOTAIS


MUNIÇÕES
TOTAL TIPO DE ALVOS TOTAL
DESIGNAÇÃO CÓDIGO
Cal. 7,65mm 1305GR2212788
Cal. 9mm 1305GR2212789 AI 1
Cal. 5,56mm 1305GR2218182 AI 2
Cal. 7,62 mm 1305GR2209428 SP
Cal. 7,62 mm (Salva) 1305GR2209456 SP I
Cal. 12 Chumbo Nº 4 1305GR2202206 SP II
Cal. 12 Zag. Borracha 1305GR2209601 AP I
AP II

Quartel em _________________ ,_____ de ______________ 2 _______

O ______________ de Tiro

____________________________

_________
GUARDA NACIONAL REPUBLICANA

REGULAMENTO DE TIRO DE MANUTENÇÃO

PARTE I

OBJECTIVOS E CARACTERÍSTICAS

ARTº 1º
O tiro de manutenção tem como objectivo proporcionar a todos os militares da Guarda
Nacional Republicana a manutenção das técnicas de tiro já adquiridas, o seu permanente
aperfeiçoamento e a preparação da destreza necessária na correcta execução do tiro.

ARTº 2º
Do programa do tiro de manutenção fará parte a transmissão de conhecimentos de âmbito
teórico, focando as técnicas e procedimentos de segurança, armamento (desmontagem,
montagem, resolução de avarias e manutenção de 1º escalão) e de âmbito prático, realçando a
execução correcta da pontaria e do disparo, nas modalidades de tiro de precisão e tiro policial.

ARTº 3º
O tiro de manutenção é classificativo apenas no tiro de pistola, e é escriturado numa escala de
0 a 20 valores. O restante tiro efectuado pelos militares deve ser escriturado apenas para efeitos
informativos.

ARTº 4º
As classificações obtidas na execução do tiro são convertidas nas tabelas de equivalências
constantes no Anexo D a este Regulamento, sendo o resultado destas conversões a base da
informação individual do militar no item de “Tiro” o que é escriturado na Caderneta Individual
de Tiro (CITIR).

ARTº 5º
O tiro de manutenção é de carácter absolutamente obrigatório para todos os oficiais, sargentos
e praças, com as armas existentes no dispositivo, sendo efectuado em função da colocação e
missões atribuídas.

ARTº 6º
Preferencialmente os militares deverão executar o tiro com as armas com que habitualmente
fazem serviço.
PARTE II

EXECUÇÃO DO TIRO

CAPÍTULO I

TABELAS A REALIZAR

ARTº 7º
No tiro de manutenção são executadas as tabelas conforme anexo B a este Regulamento.

CAPÍTULO II

TIRO COM CALIBRE DE GUERRA

ARTº 8º
O tiro de manutenção com calibre de guerra é executado com pistola, pistola-metralhadora e
espingarda.

SECÇÃO I
PISTOLA (7,65mm ou 9mm)

ARTº 9º
O tiro com pistola de calibre de guerra é efectuado obrigatoriamente, por todos os militares,
semestralmente, de preferência com a arma que o militar utiliza no serviço.

ARTº 10º
O tiro é efectuado de acordo com a tabela de execução constante no Anexo B.

ARTº 11º
A classificação é estabelecida de acordo com a tabela de avaliação prevista no Anexo D.

ARTº 12º
O tiro é escriturado nos documentos constantes do Anexo C a este Regulamento.
SECÇÃO II
ESPINGARDA (5,56mm ou 7,62mm)

ARTº 13º
O tiro de espingarda é efectuado anualmente por todos os militares que desempenhem serviço
operacional com este tipo de armamento.

ARTº 14º
O tiro é efectuado de acordo com a tabela de execução do Anexo B.

ARTº 15º
O tiro de espingarda não é classificativo.

ARTº 16º
O tiro é escriturado nos documentos constantes do Anexo C a este Regulamento.

SECÇÃO III
PISTOLA-METRALHADORA

ARTº 17º
O tiro de pistola-metralhadora é efectuado anualmente por todos os militares que
desempenhem serviço operacional com este tipo de armamento.

ARTº 18º
O tiro é efectuado de acordo com a tabela de execução do Anexo B.

ARTº 19º
O tiro de pistola-metralhadora não é classificativo.

ARTº 20º
O tiro é escriturado nos documentos constantes do Anexo C a este Regulamento.

SECÇÃO IV
ESPINGARDA CAÇADEIRA

ARTº 21º
O tiro de Espingarda Caçadeira é efectuado anualmente por todos os militares que
desempenhem serviço operacional com este tipo de armamento.
ARTº 22º
O tiro é efectuado de acordo com as tabelas de execução constantes no Anexo B.

ARTº 23º
O tiro é escriturado nos documentos constantes do Anexo C a este Regulamento.

CAPÍTULO III

TIRO COM ARMAS ESPECIAIS

ARTº 24º
O tiro com armas especiais, tais como, Lança Granadas, Metralhadoras Pesadas e outras,
deverá ser efectuado apenas e por militares que possam operar com este tipo de armamento.

ARTº 25º
Devido à especificidade do armamento e custos envolvidos na execução deste tipo de tiro,
deverá ficar ao critério dos Comandos Superiores de cada Unidade, todo o tiro efectuado,
mediante proposta do Oficial de tiro.
(Ao Regulamento do Tiro de Manutenção)

EXECUÇÃO DO TIRO DE MANUTENÇÃO E PLANIFICAÇÃO ANUAL

1. Tiro com Pistola

a) O tiro de manutenção com pistola é efectuado semestralmente.

b) Este tiro tem como principal objectivo a manutenção das técnicas de tiro já
adquiridas, o seu aperfeiçoamento e a preparação da destreza necessária na
correcta execução do tiro, realçando a execução correcta da pontaria e do disparo.
Focar as técnicas e procedimentos de segurança, resolução de avarias e
manutenção de 1º escalão.

c) O tiro de pistola é efectuado obrigatoriamente por todos os militares, utilizando o


alvo SPII, para o cumprimento das tabelas do 1º semestre e o alvo SP para a
execução do circuito prático no 2º semestre.

d) No tiro de pistola deverá ser utilizada uma arma de cal. 7,65mm ou 9mm,
conforme a arma com que o militar habitualmente faz serviço.

2. Tiro com Pistola-Metralhadora

a) O tiro de pistola-metralhadora é efectuado anualmente e é obrigatório para todos


os militares que desempenhem serviço operacional com este tipo de armamento.

b) No tiro de pistola-metralhadora é utilizado o alvo SP.

3. Tiro com Espingarda

a) O tiro de espingarda é efectuado anualmente e é obrigatório para todos os militares


que desempenhem serviço operacional com este tipo de armamento.

b) No tiro de espingarda é utilizado o alvo SPII.

4. Tiro com Espingarda-Caçadeira

O tiro com espingarda-caçadeira é efectuado anualmente e é obrigatório para todos os


militares que desempenhem serviços operacionais que utilizem esta arma.

5. Tiro com Armas Especiais

O tiro com armas especiais é efectuado anualmente e é obrigatório para todos os


militares que desempenhem serviço operacional com este tipo de armamento.

6. Os resultados obtidos serão escriturados nos Registos Colectivos de Tiro, e após


publicação em Ordem de Serviço da Unidade, na caderneta individual de tiro, no item
Classificação Final Anual.

7. Os militares que por motivo justificado, não tenham efectuado algum tipo de tiro para
o qual tenham sido nomeados, deve ficar registado o motivo na CITIR.
TIRO DE MANUTENÇÃO
PLANIFICAÇÃO ANUAL

EXECUTANTES
TABELA DE PERIODICIDADE ALVO MUNIÇÃO (Cal.) Nº TIROS MODALIDADE
TIRO
OF. SARG. CAB. SOLD. (P/Militar)

7,65 mm
Pistola Cal. Guerra X X X X 1º Semestre SPII 30 Precisão/Policial
ou
9 mm
7,65 mm
Pistola Cal. Guerra X X X X 2º Semestre SP 16 Policial
ou
Circuito Prático
9 mm
Pistola- --- --- X X Anual SP 9 mm 20 Precisão/Policial
Metralhadora

Espingarda --- --- X X Anual SPII Cal. 12 4 Policial


Caçadeira
5,56 mm
Espingarda Cal. --- --- X X Anual SPII 20 Precisão
ou
Guerra
7,62 mm
(Ao Regulamento do Tiro de Manutenção)

TABELAS DE EXECUÇÃO
• PISTOLA CALIBRE DE GUERRA

• PISTOLA CALIBRE DE GUERRA - CIRCUITO PRÁTICO

• PISTOLA-METRALHADORA

• ESPINGARDA CALIBRE DE GUERRA

• ESPINGARDA-CAÇADEIRA
GUARDA NACIONAL REPUBLICANA
REGULAMENTO DE TIRO DE MANUTENÇÃO

TABELA DE EXECUÇÃO
PISTOLA CALIBRE DE GUERRA - 1º SEMESTRE
D
S I
É S TIPO TIPO POSIÇÃO NÚMERO DE TIROS
R T
I Â DE DE DE MODALIDADE CONDIÇÕES MÍNIMAS DE
E N APROVEITAMENTO
S C ALVO MUNIÇÃO TIRO NAS TOTAL
I SÉRIES
A

5
1ª DE PÉ, SEGURA A
ENSAIO 3 IMPACTOS NA
20m ARMA COM AS DUAS PRECISÃO
MÃOS SILHUETA NAS ZONAS
2ª 7,65mm 5 DE PONTUAÇÃO DO 6/5
SPII ou 30
9mm DE PÉ, SACA, E
SEGURA A ARMA COM
3ª AS DUAS MÃOS 5+5 a)
10 IMPACTOS DENTRO DA
15m POLICIAL c)
DE JOELHOS, SACA, E SILHUETA EXCEPTO AS
4ª SEGURA A ARMA COM 5+5 b) ZONAS DE PONTUAÇÃO
AS DUAS MÃOS
DO 6/5/4

Obs: a) 2 CARREGADORES COM 5 MUNIÇÕES CADA, COM REDUÇÃO DA SILHUETA PARA TROCA DE CARREGADOR.
b) 2 CARREGADORES COM 5 MUNIÇÕES CADA, COM TROCA DE CARREGADOR.
c) INICIO COM ARMA NO COLDRE, SEM MUNIÇÃO NA CAMARA E EM SEGURANÇA, AO APITO, SACA, PREPARA A ARMA PARA EFECTUAR O
TIRO E DISPARA. A CADA TIRO EFECTUADO, COLOCA A ARMA EM SEGURANÇA E COLOCA-A NO COLDRE. EFECTUA NOVO DISPARO AO
APITO.
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REGULAMENTO DE TIRO DE MANUTENÇÃO

TABELA DE EXECUÇÃO
PISTOLA CALIBRE DE GUERRA - CIRCUITO PRÁTICO - 2º SEMESTRE
D
S I TEMPO E
É S TIPO TIPO POSIÇÃO NÚMERO
R T DE CONDIÇÕES MÍNIMAS DE
I Â DE DE DE MODALIDADE TIROS APROVEITAMENTO
E N POR
S C ALVO MUNIÇÃO TIRO CIRCUITO
I
A

1ª 15m DE PÉ, SEGURA TEMPO MÁXIMO:


A ARMA COM AS 60 SEG. 1 IMPACTO DENTRO DE
DUAS MÃOS CADA SILHUETA.
7,65mm
2ª 10m ou POLICIAL NUMERO DE TIROS:
SP
9mm DE JOELHOS, MINIMO SÓ DEVERÁ EFECTUAR
3ª SEGURA A ARMA 4 O 2º DISPARO NO CASO
7/8m COM AS DUAS MAXIMO DE NÃO ACERTAR O 1º.
4ª MÃOS 8

Obs: a) O Circuito é executado duas vezes por cada militar, corrigindo os erros cometidos.
b) Deverá ser explicado aos militares a tabela de avaliação.
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REGULAMENTO DE TIRO DE MANUTENÇÃO

PISTOLA CIRCUITO PRÁTICO

T1 T2 T3 T4
T3

Bastidor para
protecção

Fim
7/ 8 m

10 m

15 m
Inicio

LOCAL: Carreiras de tiro de 25 m

MÍNIMO DE DISPAROS: 4
MAXIMO DE DISPAROS: 8

TEMPO MÁXIMO PARA EXECUÇÃO COM OP. DE SEGURANÇA: 60 Segundos (efectuar o circuito
ultrapassando o tempo limite, na classificação é “0” (zero).

DISTÂNCIAS: 15; 10 e 7/ 8 Metros.

POSIÇÃO INICIAL: Em pé com o carregador municiado e introduzido na arma, em segurança, sem munição na
câmara e arma no coldre.

EXECUÇÃO: Ao sinal do instrutor, saca, introduz munição na câmara e patilha de segurança na posição
de fogo; efectua tiro e atinge T1, desloca-se à posição seguinte e atinge T2; seguidamente desloca-se à
ultima posição e de joelhos atinge T3 e T4. Faz operações de segurança: pistola com a corrediça aberta
na mão direita e carregador mais munição da câmara na mão esquerda, (ou vice-versa). TERMINOU O
CIRCUITO

Obs. Este é um circuito em que se deve exigir rapidez de execução e precisão no tiro.

O Circuito é executado duas vezes por cada militar, corrigindo os erros cometidos.
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REGULAMENTO DE TIRO DE MANUTENÇÃO

TABELA DE EXECUÇÃO
PISTOLA METRALHADORA - ANUAL
D
S I
É S TIPO TIPO POSIÇÃO NUMERO DE TIROS
R T EXECU- MODALI-
I Â DE DE DE ÇÃO DADE CONDIÇÕES MÍNIMAS DE
E N APROVEITAMENTO
S C ALVO MUNIÇÃO TIRO NAS SÉRIES TOTAL
I
A

1ª PÉ 5 3 IMPACTO NO CENTRO
20m PRECISÃO DA SILHUETA
a)
JOELHOS
2ª 5 3 IMPACTO NA PERNA
DIREITA DA SILHUETA
SP 9mm TIRO A TIRO 20
3ª PÉ 5 3 IMPACTO NO CENTRO
15m POLICIAL DA SILHUETA
b)
JOELHOS 5 3 IMPACTO NA PERNA

ESQUERDA DA SILHUETA

Obs: a) O militar controla o tempo na execução do tiro.


b) O militar efectua o disparo ao apito, após o disparo baixa relativamente a arma (45º ) e coloca o dedo ao longo do guarda-
mato. Ao apito levanta a arma o mais rápido possível e efectua novo disparo. Repete após cada tiro efectuado.
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REGULAMENTO DE TIRO DE MANUTENÇÃO

TABELA DE EXECUÇÃO
ESPINGARDA CALIBRE GUERRA - ANUAL
D
S I
É S TIPO TIPO POSIÇÃO NUMERO DE TIROS
R T MODALI-
I Â DE DE DE DADE CONDIÇÕES MÍNIMAS DE
E N APROVEITAMENTO
S C ALVO MUNIÇÃO TIRO NAS TOTAL
I SÉRIES
A

1ª ENSAIO DEITADO 5 AGRUPAMENTO DO TIRO

DEITADO
2ª 5 4 IMPACTOS DENTRO DA
5,56mm
SILHUETA
100m SPII ou PRECISÃO 20
7,62mm DE
3ª 5 4 IMPACTOS DENTRO DA
JOELHOS
SILHUETA
3 IMPACTOS DENTRO DA
5
4ª DE PÉ SILHUETA
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REGULAMENTO DE TIRO DE MANUTENÇÃO

TABELA DE EXECUÇÃO
ESPINGARDA CAÇADEIRA CAL.12 - ANUAL
D
I S TEMPO MÁXIMO:
S TIPO TIPO POSIÇÃO É 45 SEG.
T R
 DE DE DE MODALIDADE I NUMERO CONDIÇÕES
N E DE DE
C ALVO MUNIÇÃO TIRO S TIROS EXECUÇÃO
I
A

1 O ATIRADOR METE A ARMA


25m DE PÉ
SPII À CARA, E À VOZ DO
INSTRUTOR EXECUTA UM
OU CARTUCHO CIRCUITO 1 DISPARO, PROGREDINDO E
20m CAL. 12 DE PÉ PRÁTICO 1 REPETINDO NAS ESTAÇÕES
CAIXAS DE SEGUINTES.
CARTÃO
15m JOELHOS 2

Obs. Devido ao estrago que causa este tipo de tiro aos bastidores, aconselha-se o uso de caixas de cartão.
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REGULAMENTO DE TIRO DE MANUTENÇÃO

ESPINGARDA CAÇADEIRA - CIRCUITO PRÁTICO

T1 T2 T3 T4

MATERIAL
4 BASTIDORES
4 ALVOS SPII
OU
4 CAIXAS DE
CARTÃO
15M
POSIÇÃO DE JOELHOS
1 DISPARO RÁPIDO
PARA CADA ALVO

20M
POSICÃO
DE PÉ

INICIO 25M
DE PÉ

LOCAL: Carreiras de tiro de 25m

DISTÂNCIAS: 25; 20 e 15 Metros.

TEMPO MÀXIMO DE EXECUÇÃO C/ OPERAÇÕES SEGURANÇA: 45 Segundos

POSIÇÃO INICIAL: Em pé, arma em segurança com 1 cartucho na câmara e 3 no depósito.

EXECUÇÃO: Ao sinal do instrutor, coloca a arma em fogo e efectua um disparo para T1, coloca a arma em
segurança desloca-se à posição seguinte e atinge T2, seguidamente desloca-se à ultima posição e de joelhos
atinge T3 e T4. Faz operações de segurança. TERMINOU O CIRCUITO

Obs. Este é um circuito em que se deve exigir rapidez de execução e precisão no tiro.
(Ao Regulamento do Tiro de Manutenção)

REGISTOS COLECTIVOS DE TIRO


• PISTOLA CALIBRE DE GUERRA

• PISTOLA CALIBRE DE GUERRA - CIRCUITO PRÁTICO

• PISTOLA-METRALHADORA

• ESPINGARDA CALIBRE DE GUERRA

• ESPINGARDA-CAÇADEIRA
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NORMAS DE TIRO VISTO
REGULAMENTO DE TIRO DE MANUTENÇÃO O CMDT
UNIDADE:
REGISTO COLECTIVO DE TIRO ___________________

SUBUN.: __________
PISTOLA CALIBRE GUERRA

NÚMERO DE TIROS 5 5 5+5 5+5


CLASSIFICAÇÃO
CONDIÇÕES (MIN) Ensaio 3 10
PRECISÃO POLICIAL 2ª + 3ª + 4ª
SÉRIES 3
1ª 2ª 3º 4º
POSTO Nº APELIDO NºPONTOS NºIMPACTOS

LOCAL DE REALIZAÇÃO DO TIRO: ________________________________________________________________

NUMERO DE CARTUCHOS DETONADOS: ___________________________________________________________

Quartel em _____________________, _____ de ___________________ de 2______

O ________________ DE TIRO

______________________

_______
GUARDA NACIONAL REPUBLICANA
NORMAS DE TIRO VISTO
REGULAMENTO DE TIRO DE MANUTENÇÃO O CMDT
UNIDADE:
REGISTO COLECTIVO DE TIRO ___________________

SUBUN.: __________
PISTOLA CIRCUITO PRÁTICO

NÚMERO DE TIROS MÁX. 2 2 2 2 CLASSIFICAÇÃO


• 1 disparo, 1 impacto
no alvo = 5 valores
CONDIÇÕES (MIN) 1 1 1 1 • 2 disparos, 2 impacto
POLICIAL no alvo = 3 valores
SÉRIES • 2 disparos,1 impacto
1ª + 2ª no alvo = 2,5 valores
POSTO Nº APELIDO NºIMPACTOS 1ª + 2ª
2
+ + + +
+ + + +
+ + + +
+ + + +
+ + + +
+ + + +
+ + + +
+ + + +
+ + + +
+ + + +
+ + + +
+ + + +
+ + + +
+ + + +
+ + + +
+ + + +
+ + + +
+ + + +
+ + + +
+ + + +
+ + + +
+ + + +
+ + + +
+ + + +
+ + + +
+ + + +
+ + + +
LOCAL DE REALIZAÇÃO DO TIRO: ________________________________________________________________

NUMERO DE CARTUCHOS DETONADOS: ___________________________________________________________

Quartel em _____________________, _____ de ___________________ de 2______

O _________________ DE TIRO

______________________

___________
GUARDA NACIONAL REPUBLICANA
NORMAS DE TIRO VISTO
UNIDADE: O CMDT
REGULAMENTO DE TIRO DE MANUTENÇÃO

REGISTO COLECTIVO DE TIRO ___________________


SUBUN.:
PISTOLA -METRALHADORA __________

NÚMERO DE TIROS 5 5 5 5
NÚMERO DE IMPACTOS (MIN) 3 3 3 3 Não
PRECISÃO CLASSIFICATIVO
SÉRIES 1ª 2ª 3º 4º
POSTO Nº APELIDO NºIMPACTOS

LOCAL DE REALIZAÇÃO DO TIRO: ________________________________________________________________

NUMERO DE CARTUCHOS DETONADOS: ___________________________________________________________

Quartel em _____________________, _____ de ___________________ de 2_______

O ______________ DE TIRO

______________________

___________
GUARDA NACIONAL REPUBLICANA
NORMAS DE TIRO VISTO
REGULAMENTO DE TIRO DE MANUTENÇÃO O CMDT
UNIDADE:
REGISTO COLECTIVO DE TIRO ___________________

SUBUN.: ESPINGARDA CALIBRE GUERRA __________

NÚMERO DE TIROS 5 5 5 5
CONDIÇÕES (MIN) Ensaio 4 4 3 Não
PRECISÃO CLASSIFICATIVO
SÉRIES
1ª 2ª 3º 4º
POSTO Nº APELIDO NºIMPACTOS

LOCAL DE REALIZAÇÃO DO TIRO: ________________________________________________________________

NUMERO DE CARTUCHOS DETONADOS: ___________________________________________________________

Quartel em _____________________, _____ de ___________________ de 2_______

O _________________ DE TIRO

______________________

___________
GUARDA NACIONAL REPUBLICANA
NORMAS DE TIRO VISTO
UNIDADE: O CMDT
REGULAMENTO DE TIRO DE MANUTENÇÃO

REGISTO COLECTIVO DE TIRO ___________________


SUBUN.:
ESPINGARDA CAÇADEIRA __________

NÚMERO DE TIROS 1 1 2
NÚMERO DE IMPACTOS (MIN) 1 1 1 Não
PRECISÃO CLASSIFICATIVO
SÉRIES 1
POSTO Nº APELIDO NºIMPACTOS

LOCAL DE REALIZAÇÃO DO TIRO: ________________________________________________________________

NUMERO DE CARTUCHOS DETONADOS: ___________________________________________________________

Quartel em _____________________, _____ de ___________________ de 2_______

O _________________ DE TIRO

______________________

___________
(Ao Regulamento do Tiro de Manutenção)

TABELAS DE AVALIAÇÃO
• PISTOLA CALIBRE DE GUERRA

• PISTOLA CALIBRE DE GUERRA - CIRCUITO PRÁTICO

• PISTOLA-METRALHADORA

• ESPINGARDA CALIBRE DE GUERRA

• ESPINGARDA-CAÇADEIRA
GUARDA NACIONAL REPUBLICANA
NORMAS DE TIRO
REGULAMENTO DE TIRO DE MANUTENÇÃO

TABELAS DE AVALIAÇÃO
TABELA PISTOLA CALIBRE DE GUERRA
CLASSIFICAÇÃO EM VALORES
SÉRIES IMPACTOS NA TABELA
1ª (de ensaio)
2ª (classificativa) Cada impacto 4 (valores)
2ª+(3ª+4ª)
2
3ª/4ª
(classificativa) Cada impacto 1 (valor)

TABELA PISTOLA CIRCUITO PRÁTICO


CLASSIFICAÇÃO EM VALORES
SÉRIES IMPACTOS NA TABELA

1ª/2ª • Se for efectuado apenas 1 disparo e tem 1 impacto no alvo = 5


valores
(classificativa) 1ª série + 2ª série
• Se forem efectuados 2 disparos e tem 2 impacto no alvo = 3 valores 2

• Se forem efectuados 2 disparos e tem 1 impacto no alvo = 2,5 valores

TABELA PISTOLA-METRALHADORA

SÉRIES IMPACTOS NA TABELA


4 12 Não classificativa

TABELA ESPINGARDA CAÇADEIRA

SÉRIES IMPACTOS NA TABELA


1 4 Não classificativa

TABELA ESPINGARDA CALIBRE DE GUERRA

SÉRIES IMPACTOS NA TABELA


1ª (de ensaio)
2ª/3ª 4
Não classificativa
4ª 3
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REGULAMENTO DE TIRO DESPORTIVO

PARTE I

ORGANIZAÇÃO E OBJECTIVOS

ARTº 1º
As equipas de Tiro da Guarda são constituídas por militares escolhidos pelas suas qualidades,
entre as diferentes Unidades.

ARTº 2º
Em cada modalidade - carabina e pistola - serão constituídas duas equipas - A e B - em
conformidade com o nível de instrução, pontuação e classificação obtidas quer em treinos,
quer em provas, pelos atiradores.

ARTº 3º
A instrução e manutenção do Tiro Desportivo tem por finalidade ensinar e aperfeiçoar o
militar no emprego e utilização do armamento, desenvolvendo-lhe simultaneamente a sua
autoconfiança, sangue-frio e decisão, qualidades essenciais a todos os elementos da Guarda
que por dever imperativo da missão têm que andar armados no dia-a-dia.

ARTº 4º
Pretende-se, para além do prestígio que envolve a representação da Guarda em provas e
campeonatos, a habilitação dos militares praticantes da modalidade, a poderem ministrar
instrução de Tiro nas suas ou noutras Unidades, quando habilitados com o Curso de
Treinadores de Tiro Desportivo.

ARTº 5º
A formação de Treinadores de Tiro Desportivo será feita através da frequência de Curso:
1. Que será realizado preferencialmente na Escola Prática da Guarda;
2. Que terão como instrutores os elementos das Equipas de Tiro Desportivo,
preferencialmente os que estiverem já habilitados com o Curso de Treinadores de Tiro
Desportivo;
3. Que devem englobar uma componente teórica e outra prática;
4. Que conferem direito a um diploma e uso de um distintivo aprovado superiormente, aos
instruendos com aproveitamento;
5. Que se destinarão preferencialmente a oficiais e sargentos.
ARTº 6º
A prática do Tiro Desportivo será facultada a qualquer militar da Guarda, que pelas suas
funções, gosto ou aptidão manifestada, pretenda aperfeiçoar a sua capacidade para a prática
da modalidade, como competição, dentro das limitações existentes por ocasional falta de
meios.

PARTE II

DELEGAÇÃO DO NÚCLEO DE TIRO DESPORTIVO DO CENTRO DE


ACTIVIDADES DESPORTIVAS DA GUARDA (CADG)

CAPÍTULO I

ARTº 7º
1. O Centro de Actividades Desportivas da Guarda (CADG), criado por Despacho do Exm°
General Comandante-geral de 17JAN94, integrará várias actividades desportivas, de
acordo com as modalidades que forem definidas superiormente.
2. Do CADG fará parte entre outras, a Delegação do Núcleo de Tiro Desportivo
(NUTIRO).
3. Compete á Direcção do CADG nomear o Chefe e restantes membros da Delegação do
seu Núcleo de Tiro Desportivo.
4. A Delegação do Núcleo de Tiro Desportivo está sedeada na Escola Prática da Guarda,
em Queluz.

ARTº 8°
A Delegação do NUTIRO tem como principais atribuições:
1. Servir de Órgão Consultivo à Direcção do CADG sobre os assuntos relacionados com o
Tiro Desportivo;
2. Deliberar sobre os assuntos que estritamente digam respeito ao Tiro Desportivo,
nomeadamente:
a. Coordenação da participação em provas civis dos atiradores que constituem as equipas
representativas da Guarda e aqueles que o requeiram;
b. Atribuição de armamento, munições e outro material relacionado com o Tiro
Desportivo;
c. Selecção dos elementos que integram as Equipas de Tiro da Guarda;
3. Elaborar anualmente, até 30 de Junho do ano corrente, um plano de actividades para o ano
seguinte, bem como uma previsão das despesas para lhe fazer face.
4. Apresentar as listas dos militares que poderão ser autorizados a participar nas competições
nacionais e internacionais;
5. Coordenar o transporte dos atiradores, tendo em vista a economia de meios e combustíveis
por forma a satisfazer o estabelecido no n° 1 do Art° 34°;
6. Elaborar anualmente um relatório sobre as actividades e resultados do Tiro Desportivo
referente ao ano anterior;
7. Promover a divulgação do Tiro Desportivo através de palestras e outras acções a realizar
anualmente, sobre a prática deste Desporto.
8. O plano de actividades com a previsão das despesas, referidas no nº 4, e o relatório de
actividades, referido no nº 7, serão enviados à 6ª Repartição até 30 de Junho e até 31 de
Janeiro, respectivamente.

CAPÍTULO II

SELECÇÃO E CLASSIFICAÇÃO DOS ATIRADORES

ART° 9°
Os atiradores, conforme as equipas em que se integram, constituem-se em atletas de nível A e
B, dentro das Delegações que representam, da seguinte forma:
1. A Delegação do NUTIRO será representada por duas equipas (A e B) em cada modalidade
de tiro, que são escolhidas segundo os critérios de selecção em vigor, e deverão estar aptas
a concorrer em nome da Guarda, em provas de nível nacional e internacional.
2. As Delegações das Unidades para o Tiro Desportivo serão também, sempre que possível,
representadas por duas equipas (A e B) por modalidade, nas competições militares a nível
interno e ainda, pontualmente, em provas civis, mediante proposta a apresentar à
Delegação do NUTIRO e que por esta seja aprovada.

ART° 10°
1. As pontuações alcançadas por cada atirador nos Campeonatos de Tiro Inter-Unidades da
Guarda, incluindo as dos atiradores do NUTIRO, serão escalonados por ordem
decrescente.
2. Destas listas de pontuação, serão inicialmente escolhidos os quinze (15) atiradores em
cada modalidade, que serão posteriormente sujeitos a duas provas de selecção, com vista à
escolha dos dez (10) melhores atiradores por modalidade que passarão a integrar as
equipas A e B do NUTIRO.
3. Caso não se realizem os campeonatos, a escolha das equipas é feita com base nos
resultados dos campeonatos nacionais, militar e civil, campeonatos regionais disputados
imediatamente antes do anúncio da constituição das equipas e ainda por provas de
selecção a designar pelas responsáveis das equipas.

ART° 11°
1. Os militares com aptidão verificada pelos Sargentos de Tiro dos Grupos, quando da
execução do tiro de manutenção, deverão ser indicados ao NUTIRO, caso os mesmos
sejam voluntários para a prática desportiva, não se realizando os campeonatos internos das
Unidades e os Inter-Unidades da Guarda.
2. A selecção destes militares será efectuada nos moldes indicados no nº 2 do artigo anterior.
3. Também poderão ser incluídos no disposto do nº anterior, os militares que estejam a
frequentar cursos de formação, promoção ou especialização e se verifique uma aptidão
para a prática do tiro de competição.

CAPÍTULO III

ATRIBUIÇÃO DE ARMAMENTO E MATERIAL DESPORTIVO

ART°12º
De acordo com a sua valia, aptidão e interesse pelas diferentes modalidades será distribuído
aos atiradores, mediante requisição e guia de entrega, o armamento e material de Tiro
Desportivo que é propriedade da Guarda e segundo um critério assente na hierarquia de
valores dos atletas.

ART°13º
A Delegação do NUTIRO atribui igualmente créditos de munições aos atiradores e equipas,
destinadas aos treinos e provas.

ART° 14º
O armamento e material destinado a cada atirador, não poderá ser utilizado por outros sem
autorização da Delegação do NUTIRO.

ARTº 15º
O controle, manutenção mecânica e distribuição do armamento e material de Tiro Desportivo,
fica a cargo do NUTIRO, bem como o controle e distribuição das munições a utilizar segundo
os critérios estabelecidos.

ARTº 16º
O armamento e restante material desportivo entregue ao atirador ficará sob sua única
responsabilidade, devendo tomar todas as medidas necessárias relativas à sua segurança.
PARTE III

TIPOS DE PROVAS E PARTICIPAÇÃO

CAPÍTULO I

PROVAS A NÍVEL INTERNO DA GUARDA

ARTº17º
As provas a realizar a nível interno da Guarda são:
• Campeonato de Tiro Interno dos Grupos
• Campeonato de Tiro Inter-Grupos das Unidades
• Campeonato de Tiro da GNR ou Campeonato de Tiro Inter-Unidades da Guarda

ARTº18º
Os atiradores representantes das equipas do NUTIRO poderão participar nos Campeonatos
Militares Internos (Inter-Grupos das Unidades e Inter-Unidades da Guarda) e integrarem as
equipas representativas das suas Unidades de colocação.

ART° 19º
As pontuações alcançadas por cada atirador nos Campeonatos de Tiro Inter-Unidades da
Guarda, incluindo as dos atiradores do NUTIRO, serão escalonadas por ordem decrescente.
Destas listas de pontuação, serão inicialmente escolhidos os quinze (15) melhores atiradores
em cada modalidade, que serão posteriormente sujeitos a duas provas de selecção, com vista
à escolha dos dez (10) melhores atiradores por modalidades que passarão a integrar as
equipas A e B da Delegação do NUTIRO.

ARTº 20º
Os Comandos das Unidades, por proposta do respectivo Delegado, poderão organizar outras
provas de tiro, devendo o pedido de autorização ser feito ao CADG ou à 6ªREP/CG, dando
conhecimento ao NUTIRO.

ARTº 21º
Em caso de alteração dos Regulamentos da ISSF ou do CISM, os Regulamentos das Provas
Internas deverão ser, logo que possível, ajustados em conformidade.
CAPÍTULO II

PROVAS EXTERNAS

ARTº 22º
Os militares seleccionados pelo NUTIRO da GNR, participarão em provas militares ou
públicas de nível nacional e internacional de acordo com o disposto no n° 4 do Art° 8°.

ARTº 23º
Poderão tomar parte nas provas públicas referidas no número anterior, os militares que
integram as equipas constantes do nº 1 do Art 9º deste Regulamento e ainda outros que,
estando interessados, o manifestem por escrito, em declaração dirigida à Delegação do
NUTIRO do CADG.

ARTº 24º
É condição para a participação nas provas descritas no número anterior, a disputa do
Campeonato de Tiro das Forças Armadas, como atirador representante das Equipas da
Guarda, nas disciplinas integradas nesse campeonato.

ARTº 25º
O Campeonato de Tiro das Forças Armadas é considerado como Campeonato Nacional
Militar, com estatuto de prova pública e será disputado pelas equipas resultantes do
apuramento considerado no Artº10°.

ARTº 26º
Anualmente, a Delegação do NUTIRO elaborará as listas de atiradores que poderão ser
autorizados a participar nas provas de nível nacional e internacional, quer militares quer
públicas.

ARTº 27º
As licenças e seguros desportivos exigíveis para a participação nas provas mencionadas nos
Art°s anteriores são obtidos pelo NUTIRO, junto da Federação Portuguesa de Tiro (FPT).

ARTº 28º
Por nomeação tácita, o Director do NUTIRO será o Delegado da Guarda para tratar dos
assuntos relacionados com aquela Federação.

ARTº 29º
A participação de militares da Guarda em provas públicas é sempre considerada como um
acto de serviço.
ARTº 30º
As guias de marcha passadas pelas Unidades aos atiradores mencionarão sempre as provas
em que vão participar e as condições em que o militar nelas toma parte, de acordo com o
estabelecido nas presentes Normas Regulamentares.

CAPÍTULO III

CHEFE DE DELEGAÇÃO DA GUARDA


E DELEGADOS DAS UNIDADES NAS PROVAS

ARTº 31º
Em qualquer prova pública a representação da Guarda é assegurada pelo oficial ou militar
mais graduado ou antigo daqueles que a compõem, que assume tacitamente as funções de
Chefe da Delegação da GNR sempre que não haja nomeação expressa por parte do CG/GNR.

ARTº 32º
Os militares da Guarda, concorrentes a provas públicas de Tiro, farão a sua apresentação ao
Chefe da Delegação da GNR.

ARTº 33º
Sempre que haja assuntos de natureza técnica e/ou disciplinar de relevo, no decorrer de uma
prova, eles devem ser objecto de um Relatório elaborado pelo Chefe da Delegação da
Guarda, que o envia para o NUTIRO.

ARTº 34º
O NUTIRO, à medida que vai recebendo os Relatórios, dá-lhes o tratamento adequado em
função da natureza da matéria neles tratada.

CAPITULO IV
PARTICIPAÇÃO DE MILITARES DA GUARDA
EM CAMPEONATOS DE TIRO NO ESTRANGEIRO

ARTº 35º

Poderá ser autorizada pelo Exm° Tenente-General Comandante-Geral, a participação de


militares da GNR em provas a realizar em Países Estrangeiros, quer militares quer públicas,
nas condições seguintes:
1° Em Equipas Oficiais da GNR;
2° Em Equipas do EMGFA, com ou sem encargos para a GNR;
3° Em Equipas da FPT, com ou sem encargos para a GNR;
4º Individualmente, em representação da FPT ou da GNR;

PARTE IV

ATRIBUIÇÃO E GESTÃO DAS VERBAS

ARTº 36º
Anualmente, de acordo com o Plano de Actividades aprovado, será atribuído ao Conselho
Administrativo da EPG/GNR pelo Comando (através da Chefia de Serviço Finanças), uma
verba destinada a suportar todas as despesas com a participação das equipas da Guarda nas
diversas Provas Externas, bem como as despesas referidas no Art° 27°.

ARTº 37º
As inscrições nas provas, bem como quaisquer despesas, serão feitas pelo NUTIRO,
mediante requisição a apresentar previamente ao CA/EPG, o qual emitirá a necessária
requisição externa.

ARTº 38º
A Delegação do NUTIRO prestará conta de todas as despesas havidas ao Conselho
Administrativo da EPG/GNR, as quais serão objecto de requisição prévia caso a caso.

ARTº 39º
Os militares autorizados a tomar parte nas provas públicas e os que participam no
Campeonato Nacional Militar têm direito:
1° Ao transporte para o local onde decorre a prova;
2° Ao pagamento das inscrições nas provas.
ARTº 40º
Os militares que representam a Guarda em provas militares ou publicas, assim como os
convocados para estágios preparatórios, têm direito, quando deslocados, ao abono de
alojamento e alimentação e ou ajudas de custo nos termos da legislação em vigor.

ARTº 41º
Quando um militar, no gozo da sua licença de férias, desejar participar em provas públicas,
não interromperá a licença, sendo as despesas de deslocação suportadas pelo próprio, não
tendo direito a qualquer abono de ajudas de custo.