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Terminologia e Definições Aplicadas Às Roscas

O documento descreve diferentes tipos de roscas, incluindo suas características, elementos, sistemas métricos e Whitworth. Define termos como passo, ângulo de rosca, diâmetros e profundidades. Explica as normas DIN e ISO para roscas métricas grossas e finas. Também cobre o sistema Whitworth, com seu perfil isósceles e ângulo de 55 graus, bem como designações para roscas de tubo cônico e paralelo. Inclui tabelas com especificações de roscas comuns.
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Terminologia e Definições Aplicadas Às Roscas

O documento descreve diferentes tipos de roscas, incluindo suas características, elementos, sistemas métricos e Whitworth. Define termos como passo, ângulo de rosca, diâmetros e profundidades. Explica as normas DIN e ISO para roscas métricas grossas e finas. Também cobre o sistema Whitworth, com seu perfil isósceles e ângulo de 55 graus, bem como designações para roscas de tubo cônico e paralelo. Inclui tabelas com especificações de roscas comuns.
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Terminologia e Definições Aplicadas às Roscas

Tipos de Perfiles de Roscas


oSistema Métrico
o Sistema Whitworth
o Rosca Trapecial
o Rosca Redonda
o Rosca em Dente de Serra
Designação Abreviada das Roscas
Representação Convencional e Dimensionamento de Roscas

1. Representação de roscas.

1.1. Generalidades

Denominamos rosca al resalte acanalado executado em forma de hélice sobre um corpo cilíndrico ou
cônico. Pode ser interior ou exterior.

Uma rosca pode ter duas aplicações:

a) Como elemento de sujeição.

b) Como elemento de transformação de movimento.

Entre os primeiros figuram a maioria dos parafusos, bielas, porcas, estacas, etc.

Entre os segundos figuram os sistemas de movimento das máquinas-ferramentas assim como o


deslocamento dos instrumentos de medição.

Todos os parafusos atuais estão normalizados, o que nos permite substituí-los.

1.2. Terminologia e definições aplicadas às roscas.

Em toda rosca intervêm os seguintes elementos: Figura 74 B.

a) Passo (P): É a distância medida paralelamente ao eixo entre dois filetes consecutivos. Também
pode ser definido como o número de filetes que existe em um comprimento determinado de rosca, como por
exemplo em uma polegada.
b) Altura do triângulo fundamental (H). Altura do triângulo que formam os dentes.

c) Profundidade da rosca (H3É a distância entre a crista e o fundo medida perpendicularmente


ao eixo.

d) Profundidade superior (z). Distância entre a crista e a linha média.

e) Profundidade inferior (x). Distância entre o fundo e a linha média.

f) Truncado de cresta (H/k1). Distância entre o vértice superior do triângulo fundamental e a


cresta do parafuso.

g) Truncado de fundo (H/k2)Distância entre o vértice inferior do triângulo fundamental e o fundo.

h) Diâmetro nominal (D ou d). É o maior dos diâmetros que podem ser medidos em um elemento.
roscado exteriormente.
i) Diâmetro do núcleo ou de fundo (D1o d1. Corresponde ao volume ideal sobre o qual se assenta
a rosca.

j) Diâmetro médio D2o d. É o cilindro cujo raio é a distância do eixo ao ponto médio de
altura do triângulo fundamental H.

k) Ângulo de rosca α: É formado por dois flancos contíguos do perfil.

l) Sentido das roscas. Bem à direita ou à esquerda, dependendo do aperto entre o parafuso e a porca.
se realiza girando o parafusos no sentido inverso ou igual ao dos ponteiros do relógio.

m) Número de entradas. Uma rosca pode ser simples, ou seja, ser formada por um único filete que
se enrola em espiral sobre um cilindro, ou múltiplos formados por dois ou mais fios, que se enrolam
paralelamente iniciando em pontos equidistantes da periferia do elemento roscado. Aplica-se
quando se quer fixar um elemento com poucas voltas. Figura 74 A.

n) Raio de arredondamento das cristas ou fundos. R.

1.3. Tipos de perfis de roscas.

De acordo com o uso a que se destinam as roscas, existem perfis distintos, o mais utilizado é o triangular, usado
nas roscas Métricas Internacionais e na Anglosaxônica Withworth.

1.3.1. Sistema métrico

O triângulo fundamental é equilátero: tanto na rosca normal quanto na fina. A norma que o
A régua é a DIN 13. Suas características são definidas na "Figura 75 A".
A Norma DIN 13-1 estabelece as características das roscas métricas grossas cujos tamanhos vão
desde a M1 até M68. Na Tabela B, como exemplo, são especificados os valores de algumas delas.

Diâmetro nominal: D = d

Passo: P

D1 = d–2·H1 = d–1,082532·P

Diâmetro médio: D2 = d2 = d–0,649519 · P

Diâmetro do núcleo: d3 = d–1,226869 · P


0,866025 · P
Profundidade portante de rosca: H1 = 0,541266·P
Profundidade de rosca: h3 = 0,613435·P
Raio fundo de rosca: R = H/6 = 0,144338 · P

As roscas ISO métricas finas são regulamentadas pela norma DIN 13-2 a DIN 13-11 1999-11 e diâmetros
nominais de 1mm a 1000 mm e passos finos de 0,2 a 8 mm.

Na "Tabela A" é feito um resumo das mesmas.

Diâmetro mínimo
Norma Passo mm
em mm em mm

DIN 13-2 1,00 50,00 De 0, 2 a


0,35

DIN 13-3 3,50 90,00 0,50

DIN 13-4 5,00 110,00 0,75


DIN 13-5 7,50 200,00 De 1 a 1,25

DIN 13-6 12,00 300,00 1,50

DIN 13-7 17,00 300,00 2,00

DIN 13-8 28,00 300,00 3,00

DIN 13-9 40,00 300,00 4,00

DIN 13- 70,00 500,00 6,00


10

DIN 13- 130,00 1000,00 8,00


11

Tabela A

Como exemplo na 'tabela B' são representadas as características de alguns dos filetes descritos em
a “Tabela A”.

Rosca Métrica Fina DIN ISO


Rosca Métrica grossa DIN ISO 13-1
13-2

Profundidade
Diâmetro Pás Diâmetro
da rosca O Diâmetro Diâmetro
O
ro oP núcleo (mm) o núcleo (mm)
mm
nome nominal
l Irmão Tornil Tuer Irmão
(m Tornil Tuer Tornil Tuer ca (mm) lo d3 ca D1ca
mm m) lo d3 ca D1lo h3 ca H4(mm (mm
) )
0,72 0,13 0,75 M2x0,2 1,78 1,75
M1 0,25 0,153 1.755
9 5 5 3
0,92 0,13 0,95 M2,5×0, 2,22 2,15
M1,2 0,25 0,153 2.193
9 5 35 9
1,22 0,18 1,25 M3x0,3 2,62 2,65
M1,6 0,35 1,170 0,215 2.571
1 9 cinco 1
1,56 0,21 1,6 3,45 3,65
M2 0,4 1.509 0,245 M4x0,5 3,387
7 7 9
2,13 0,24 2,1 4,45
M2,5 0,45 1,948 0,276 M5x0,5 4,387
0 4 9
2,45 0,27 2,5 5,48 5,50
M3 0,5 2.387 0,307 M6x0,5 5,387
9 1 9
3,24 0,37 3,3 M6x0,7 5,18 5,20
M4 0,7 3,141 0,429 5.080
2 9 5 8
4,13 0,43 4,2 M7x0,7 6,080 6,18 6,20
M5 0,8 4.019 0,491
4 3 5 8
4,91 0,54 5,00 M8x0,5 7,387 7,45 7,50
M6 1,00 4,773 0,613
7 1 9
6,64 0,67 6,8 M8x0,7 7,080 7,18 7,20
M8 1,25 6,466 0,767
7 7 5 8
8,37 0,81 8,5 M8x1,0 6,773 6,91 7,00
M10 1,50 0,920
6 2 7
10,1 0,94 10,2 M9x0,7 8,080 8,18 8,20
M12 1,75 1.074
06 7 5 8
13,54 13,8 1,08 14,0 M10x0, 9.080 9,18 9,20
M16 2,00 1.227
6 35 3 75 8
16,93 17,2 1,35 17,5 M10x1, 8,773 8,91 9,00
M20 2,50 1.534
3 94 3 0 7
20,31 20,7 1,62 21,0 M10x1, 8,466 8,64 8,80
M24 3,00 1.840
9 52 4 25 7
25,70 1,89 26,5 M11x1, 9,773 9,91 10,0
M30 3,50 2.147
6 11 4 0 7 0
31,09 31,6 2,16 32,0 M12x1, 10.77 10,9 11,0
M36 4,00 2.454
3 70 5 0 3 17 0
36,14 37,1 2,43 37,5 M12x1, 10,46 10,6 10,8
M42 4,5 2.760
7 29 6 25 6 47 0
41,86 2,70 43,0 M12x1, 10,16 10,3 10,5
M48 5,00 3.076
6 87 6 5 0 76 0
19,25 50,0 2,97 50,5 M14x1, 12,46 12,6 12,8
M56 5,50 3.374
2 46 7 25 6 0
56,63 57,5 3,24 58,0 M14x1, 12,16 12,3 12,5
M64 6,00 3.681
9 05 8 5 0 76 0
M16x1, 14,77 14,9 15,0
0 3 17 0
M16x1, 14,46 14,6 14,8
25 6 47 0
M16x1, 14,16 14,3 14,5
5 0 76 0
M18x1, 16,16 16,3 16,5
5 0 76 0
M20x1, 18,77 18,9 19,0
0 3 17 0
M20x1, 18,16 18,3 18,5
5 0 76 0
M24x1, 22,16 22,3 22,5
5 0 76 0
M24x2, 21,54 21,8 22,0
0 6 35 0
M30x1, 28,16 28,3 28,5
5 0 76 0
M30x2, 27,54 27,8 28,0
0 6 35 0
M36x1, 34,16 34,3 34,5
5 0 76 0
M36x2, 33,54 33,8 34,0
0 6 35 0
M42x1, 40,16 40,3 40,8
5 0 76 0
M42x2, 39,54 39,8 40,0
0 6 35 0

Tabela B

1.3.2. Sistema Whitworth

O sistema inglês Whitworth apresenta um perfil do triângulo fundamental isósceles, sendo seu lado
menor igual ao passo. O ângulo de rosca é de 55º e o fundo dos filetes do parafuso e da porca
são arredondados. Suas características estão coletadas na norma DIN 2999. Veja a “figura 75 B”.
Os passos vão de 1/8” a 18”.

Passo: P = 25,4/z

z = Linhas por polegada

R= 0,137329P

H= 0,960491P

H1=0,640327P

Diâmetro nominal: D = d

D1 = D–2·H1 = D–1,280654·P

Diâmetro médio: D2 = d2 = d–0,6403 · P

[Link].Designação em função do tipo de selagem

Nas roscas Whitworth, devem-se distinguir dois tipos com base no tipo de vedação de seus fios:

a) Aqueles em que o selo se produz pela pressão de suas bordas. Casos contemplados nas
Normas ISO 7/1–DIN 2999 e BS 21.

b) Aqueles cuja estanqueidade deve ser realizada por outros meios. Previsto nas Normas DIN ISO
228/1.

Para a designação das roscas, deve-se ter em conta a Norma Internacional: ISO 7-1 / EN 10226-
1 e sua adaptação às normas seguintes:

a) A rosca de tubo cônico: Designação: BSPT

Norma Alemã a DIN 2999. A rosca interna fêmea será paralela e será representada por
siglasRp(idêntica a ISO 228-1 que se representa porG).

A rosca externa será cônica e a representaremos por R.


Norma Inglesa–BS 21

A rosca interna pode ser cilíndrica ou cônica e é representada por Rp ou Rc.

A rosca externa pode ser cônica e a representamos por R.

b) A rosca de tubo paralelo: Designação BSP ou BSPP

Norma Internacional ISO 228/1.

Norma Alemana: DIN ISO 228/1 (DIN ISO 228 substituiu DIN 259 (roscas Whitworth cilíndrica–
roscas internas e externas.

A rosca interna e externa serão cilíndricas paralelas e são representadas por G (antiga DIN 259R).
rosca interna é idêntica a ISO7-1)

Norma Inglesa–BS 2779

A rosca interna e externa serão cilíndricas paralelas e será representada por G.

Interno / externo cilíndrico / Tubo padrão britânico (paralelo)

Na "tabela C", são representadas informações para conhecer as roscas Whitworth BSPT, conforme a DIN.
2999, que abrangem de 1/16" a 6", para tubos e acessórios onde a rosca fêmea será paralela
e o macho cônico com uma conicidade de 1:16. Esta rosca pode ser garantida para uniões à prova
de fugas.

Diâmetro
Designation Fios por
Designação del Passo P (
de la prefeito D polegada
do Macho broca mm)
Fêmea (mm) z
D1(mm)

R 1/16” Rp 1/16'' 7.723 6.561 0,907 28

R 1/8" Rp 1/8'' 9.728 8.566 0,907 28

R 1/4" Rp 1/4″ 13.157 11.445 1.337 19

R 3/8” Rp3/8" 16.662 14.950 1.337 19

R 1/2” Rp 1/2″ 20.995 18.631 1.814 14

R3/4" Rp 3/4″ 26.441 24.117 1.814 14

R 1” Rp 1 33.249 30.291 2.309 11


R11/4” Rp 11/4” 41.910 38.952 2.309 11

R11/2" Rp 11/2" 47.803 44.845 2.309 11

R 2” Rp 2" 59.614 56.656 2.309 11

R 21/2” Rp 21/2” 75,184 72.226 2.309 11

R 3” Rp 3” 87.884 84.926 2.309 11

R 4” Rp 4” 113.030 110.072 2.309 11

R 5” Rp 5 138.430 135.472 2.309 11

R6 Rp 6” 163.830 160.972 2.309 11

Tabela C

Uma rosca fêmea da tabela anterior seria denominada como Rp3/4 ''. A leitura seria: rosca
Whitworth female de 3/4 polegada de diâmetro exterior e 14 filetes por polegada.

A "tabela D" representa a rosca Whitworth BSP, de acordo com a UNE na ISO 228-1:2003 correspondente à
DIN 228/. Roscas para tuberías com fios internos e externos paralelos. Não são adequadas para
uniões com estanqueidade.

Diâmetro
Diâmetro Fios por
Designação do del Passo P (
prefeito D pulgada
Macho/Fêmea furadeira mm)
(mm) z
D1(mm)

G 1/16" 7.723 6.561 0,907 28

G 1/8" 9.728 8.566 0,907 28

G1/4" 13.157 11.445 1.337 19

G 3/8" 16.662 14.950 1.337 19


G 1/2” 20.995 dezoito mil seiscentos
1.814 e trinta
14 e um

G3/4” 26.441 24.117 1.814 14

G 1” 33.249 30.291 2.309 11

G11/4" 41.910 38.952 2.309 11

G11/2" 47.803 44.845 2.309 11

G 2" 59.614 56.656 2.309 11

G 21/2” 75.184 72.226 2.309 11

G 3” 87.884 84,926 2.309 11

G 4” 113.030 110.072 2.309 11

G 5” 138.430 135.472 2.309 11

G6 163.830 160.972 2.309 11

Tabela D

Nas "tabelas F e G" é feito um resumo das normas anteriormente expostas.

1 Norma 4 Interna/externa - fios

2 Título da Norma 5 Abreviatura

3 Tipos de conexão

Tabela F

DIN ISO 228


1 ISO 7/1 DIN 2999 BS 21
Parte 1
Rosca para
Roscas para tubos em Rosca Whitworth Roscas para tubos em
tubos em que
onde as juntas estancas for pipes onde as juntas estanques
2 a estanqueidade
se realizam por meio da roscados e são realizados por meio da
não a realizam
pressão dos filés. acessórios pressão dos filés.
os filetes.

O selamento não o
3 Selado na rosca Selagem da rosca Selagem da rosca
realiza a rosca

Rosca interior Rosca interior Rosca


Rosca Rosca Rosca Rosca
cilíndrica
4 ext. interna ext. ext.
interna e
Cilínd. Cônica cônica cilíndrica cônica Cilínd. Cônica cônica
externa

5 Rp Rc R Rp R Rp Rc R G

Tabela G

A designação das roscas no sistema Unificado e Whitworth é indicada através da quantidade de


hilos existentes dentro de uma polegada.

Para conhecer as tolerâncias entre macho e fêmea, consulte as normas apresentadas anteriormente.

1.3.3. Rosca de perfil trapecial

Baseada na norma DIN 103 e ISO 2903. Têm grande resistência. É utilizada para fabricação de
husillos, empregados principalmente para transmissão e transformação de movimento em ambos
sentidos.

O dente é formado por um triângulo isósceles de ângulo desigual de 30º e lado desigual igual ao passo P.
Figura 75C. O diâmetro exterior e o passo são expressos em mm.

Passo (P) Jogo (ac)


D = d-2H = d-P
H1= 0,5P 1,5 0,15
2 0,25
h3= H4 = H1+ ac = 0,5P +
ac 3 0,25
4 0,25
z = 0,25P = 0,5H1
5 0,25
D4= d + 2ac
6 0,5
d3= d–2h3 7 0,5

d2= D2= d–0,5P 8 0,5


9 0,5
Jogo
10 0,5
R1= 0,5ac

R2= ac
doze 0,5
R3= ac

Na "tabela H", são especificadas as características das roscas de 10 a 50 mm de diâmetro.


nominal. Os diâmetros considerados são os máximos uma vez que não foram levados em conta as
tolerâncias do macho e da fêmea.

Parafuso Porca

Designação Pas Diâmetro Diâmetro Diâmetro Diâmetro Diâmetro Diâmetro


n oP o o médio o o o médio o
exterior d2 interior exterior D2 interior
d d3 D4 D1

Tr 10 x 2 2 10,00 8.929 7.500 10.500 8.929 8,00

Tr 12 x 3 3 12,00 10.415 8.500 12.500 10.415 9,00

Tr 14 x 3 3 14,00 12.415 10.500 14.500 12.415 11,00

Tr 16 x 4 4 16,00 13.905 11.074 16.500 13.905 12,00

Tr 18 x 4 4 18,00 15.905 13.500 18.500 15.905 14,00


Tr 20 x 4 4 20,00 17.905 15.500 20.500 17.905 16,00

Tr 22 x 5 5 22,00 19.394 16.500 22.500 19.394 17,00

Tr x 24x 5 5 24,00 21.394 18.500 24.500 21.394 19,00

Tr 26 x5 5 26,00 23.394 20.500 26.500 23.394 21,00

Tr 28 x 5 5 28,00 25.394 22.500 28.500 25.394 23,00

Tr 30 x 6 6 30,00 26,882 23,00 31.000 26.882 24,00

Tr 32 x 6 6 32,00 28.882 25,00 33.000 28.882 26,00

Tr 36 x 6 6 36,00 32.882 29,00 37.000 32.882 30,00

Tr 40 x 7 7 40,00 36.375 32,00 41.000 36.375 33,00

Tr 44 x 7 7 44,00 40.375 36,00 45.000 40.375 37,00

Tr 50 x 8 8 50,00 45.868 41,00 51.000 45.868 42,00

Tabela H

1.3.4. Rosca redonda

Normalizada segundo a DIN 405, e a DIN 20400:1190-01, ambas são designadas por Rd. Divergem um pouco em
tamanho e forma. O padrão DIN 405 é o mais antigo. O triângulo fundamental é isósceles e forma
30º no vértice superior, sendo o lado menor igual ao passo. Seus diâmetros variam de 8 a 200. O
fundo e as cristas estão arredondadas. O contato é feito entre as laterais do parafuso e a porca, a
Apesar de sua grande resistência, é pouco utilizado devido à sua construção difícil. É utilizado em peças.
sujeitas a fortes desgastes e grande sujeira. Uma variante desta rosca podemos encontrar em
a rosca Edison.

a) Rosca DIN 405. O passo é expresso em polegadas e o diâmetro nominal no sistema métrico, este
se estende de 8 a 200 mm. O passo varia de 10 a 4 fios por polegada (2,54 a 6,35 mm). O fundo
do parafuso e a crista têm o mesmo raio. A porca tem dois raios distintos. Figura 75D.

Hilos por polegada z

Passo P = 25,4/z

Jogo Ac = 0,05P

Altura do triângulo H = 1,866 P


fundamental

Profundidade da rosca H3 = H1 = 0,55 P

H4 =0,683 P

Raio da Base do Parafuso R = 0,2385 P

Raio da crista da porca R1 = 0,2559 P

Rádio do fundo da porca R2 = 0,221 P

Profundidade do Franco 0,084 P


Cargado

A modo de exemplo de representação a "tabela I", nos indicam alguns dados da rosca referida com
anterioridade.
Rádios
Diâmetro Fios
Profundidade
de la por Passo P Parafuso
de rosca. H3
rosca d 1"
R R1 R2

8 a 12 10 2.540 1.270 0,605 0,650 0,561

14 a 38 8 3.175 1.588 0,757 0,813 0,702

40 a 100 6 4.233 2.117 1.010 1.084 0,936

105a 200 4 6.350 3.175 1.515 1.628 1.404

Denominação Parafuso Diâmetro Porca


ón dio d2
Diâmetro Diâmetros Diâmetro
ca d eo d1 ca D de fundo
D1

Rd 8 x 1/10″ 8 5.460 6.730 8.254 5.714

Rd 9 x 1/10” 9 6.460 7.730 9.254 6.714

Rd 10 x 10 7.460 8.730 10.254 7.714


1/10”

Rd 11 x 11 8.460 9.730 11.254 8,714


1/10”

Rd 12 x 12 9.460 10.730 12.254 9.714


1/10”

Rd 14 x 14 10.825 12.412 14.318 11.142


1/10"
Rd 16 x 1/8” 16 12.825 14.412 16.318 13.142

Rd 18 x 1/8” 18 14.825 18.412 18.318 15.142

Tabela I
b) Rosca DIN 20400:1990-01. O diâmetro nominal e o passo são expressos no sistema métrico. Os
diâmetros nominais variam de 10 a 300 mm. O passo varia de 3 a 16 mm. O fundo do parafuso tem
um único raio e a crista de dois raios menores.

Figura 75E.

Passo P

Jogo ac = 0,05P

Altura do triângulo H = 1,866 P


fundamental

Profundidade da rosca H1 = 0,55 P

Raio da Base do parafuso R1 = 0,222104 P

Rádios da crista do R = 0,15359 P


parafuso

Rádio do fundo da porca R1 = 0,22104 P


Profundidade do franco t = 0,227234 P
carregado

Diâmetro de fundo do d1 = d–2h3


parafuso

Diâmetro de fundo da D–2H1


porca

A "tabela J" mostra a título de exemplo as características dos dez primeiros diâmetros nominais.

Parafuso Porca

Passe DiâmetroDiâmetro maiorDiâmetro menor


Designação
o P Diámetro-nomina e fundo r r
n
mm l
d ( mm) d1 ( mm) D (mm) D1 ( mm)

Rd 10 3 10 6.700 10.300 7,00


Rd 12 3 12 8.700 12.300 9,00
Rd 14 3 14 10.700 14.300 11,00
Rd 16 4 16 11.600 16.400 12,00
Rd 18 4 18 13.600 18.400 14,00
Rd 20 4 20 15.600 20.400 16,00
Rd 22 4 22 17.600 22.400 18,00
Rd 25 4 25 20.600 25.400 21,00
Rd 28 4 28 23.600 28.400 24,00
Rd 32 4 32 27.600 32.400 28,00

Tabela J

1.3.5. Rosca em dente de serra.

Também chamada assimétrica ou contraforte. O triângulo fundamental é retângulo formado pelo vértice
superior30º. É utilizado quando existem esforços axiais elevados na direção do flanco mais
vertical. É designado pela letra S seguida do diâmetro nominal em mm. e do passo. É regido pela
Norma DIN 513, 514 e 515, conforme seja normal, fina ou grossa, respectivamente. Figura 75 F.

1,72 P

ac = 0,11777 P

H3= 0, 75 P

H1= H3 + ac = 0, 86777 P

0, 1

H4= 0,525 P

H2= 0,45 P

ω = 0,26384 P

e=ω–c

R = 0,1399 P

D1= D–2H3 = D -1,5P

d1= d–2H1 =d–1,7355P

d–075P

A tabela K apresenta, a modo de exemplo, alguns dados da rosca representada na figura 75.

Denominação Passo Parafuso Porca


ón P
Diâmetro Diâmetr Diâmetro Diâmetro Diâmetro
o de de fundo
d fundo d1 eu d2 D D1

S22 x 5 5 22 13.322 18,590 22 14,5

S24 x 5 5 24 15.322 20.520 24 16,5

S26 x 5 5 26 17,322 22.590 26 18,5

S28 x 5 5 28 19.322 24.590 28 20,5

S30 x 6 6 30 19,586 25.909 30 21,0

S32 x 6 6 32 21.586 27.909 32 23,0

Tabela K

A "figura 75 G" representa a mesma rosca anterior baseada na Norma DIN 513 de abril de 1985.
Como pode ser apreciado, desaparece o arredondamento do parafuso. Para a representação, não se levou em consideração
conte as tolerâncias, que deverão ser consultadas nesta norma.

Como pode ser apreciado na figura, o triângulo fundamental é escaleno, formando seus vértices os
ângulos de 33º, 87 e 60º, correspondente a uma altura H = 1,5878 P.

D=d

D2 = d2

d1

H = 1,5878 P

0,75 P

ω = 0,26384 P

A modo de exemplo, na "tabela L" são representadas roscas de diâmetros compreendidos entre 12 e 22
mm. Não foram levadas em conta as tolerâncias entre o parafuso e a porca. De acordo com a DIN 513: 1985.

Denominação Passo P Diâmetro ou meio O de fundo


D D1 D2

S12 x 3 3 12 9,75 7,00

S14 x 3 3 14 11,75 9,50


S16 x 4 4 16 13,00 10,00

S18 x 4 4 18 15,00 12,00

S20 x 4 4 20 17,00 14,00

S22 x 5 5 22 18,22 14,50

Tabela L

1.4. Designação abreviada de roscas. Resumo

Rosca à direita de uma única entrada.

Tipo de Signo Sistema de medidas Normativa Exemplo


rosca

Métrica M Diâmetro exterior em mm DIN ISO 13-1 M 20

Métrica fina M Diâmetro externo em mm e DIN ISO 13-2 a M10 x


passo em mm 11 1,00

Whitworth R- Diâmetro exterior em polegadas DIN 2999 R ¾”


Rp

Whitworth G Diâmetro externo em polegadas ISO 228-1,DIN G 1/16"


BSP 228

Trapecial Tr Diâmetro exterior em mm e DIN 103 ISO Tr22 x 5


passo em mm. 2903

Redonda Ra Diâmetro exterior em mm e DIN 405 Rd18 x


passo em polegadas 20400 1/8”

Dente de S Diâmetro exterior em mm e DIN 513, 514 y S 20 x 4


serra passo em mm. 515

b) Roscas à esquerda ou de várias entradas


a1) Roscas à esquerda. Sua representação será igual à anterior, consignando depois de
as cifras a abreviatura "izq". Por exemplo M20 izq ou Tr 22 x 5 izq.

b1) Roscas de várias entradas. Serão representadas como as do apartado a), adicionando as
siglas equivalentes ao número de entradas e “ent”, por exemplo: Rp 11/4” (2 ent), Tr 44 x 7 izq. (3

c1) Roscas estancas. Se añadirá la abreviatura “estanca”, consignada depois do número.


exemplo M20estanca, G 4” estanca.

Todos os dados oferecidos estão baseados nas Normas DIN 13- DIN 2999- ISO 7/1–DIN ISO 228/1
-DIN 103-ISO 2903-DIN 405-DIN 20400-DIN 513. Os dados fornecidos são direcionados a
proporcionar ajuda aos universitários, tendo em mente que pode haver alguns erros nos
mesmos. Para obter uma informação detalhada e completa, devem ser consultadas as Normas
relacionadas. O autor se isenta de qualquer responsabilidade pelo uso dos dados fornecidos.

1.5.. Representação convencional e cota de roscas.

As roscas serão representadas conforme indicado na Norma UNE 1-108-83, independentemente do


tipo de rosca.

1.5.1. Roscas machos

As roscas são dimensionadas pelo seu diâmetro exterior (nominal), expresso em mm ou polegadas, a essa cota.
se antepõe a letra que indica o tipo de rosca.(Figura 76),

Para as roscas vistas, as cristas dos filetes serão desenhadas com linha cheia grossa. O fundo se
delimitará mediante uma linha fina contínua. É recomendável que a distância entre o traço fino e
o grosso deve ser igual à altura dos filés, ou neste caso não deve ser inferior a duas vezes a espessura do
traço grosso ou bem 0,7 mm. A cota será sempre colocada sobre a linha grossa, de acordo com o
especificado no ponto 1.10.4. Figura 76 e 76A.

Para roscas ocultas, as cristas dos filetes e o fundo dos mesmos serão limitados por linhas de
trazos. Figura 76A.

Nas vistas de acordo com o eixo da figura, o fundo do filete será representado por meio de uma
circunferência incompleta, aproximadamente igual a três quartos dela, com linha fina
continua. Figura 76 e 76 A.

Nas longitudes rosqueadas estão incluídos os chanfros e os bombeados de entrada da rosca. A


a saída da rosca não é considerada como tal. (Figura 76).
1.5.2. Roscas fêmeas

a) Para as roscas ocultas, a representação das roscas fêmeas, a linha indicativa do fundo do filete se
dibujará com traço contínuo fino, e a indicativa do diâmetro do furo com linha grossa.

Se compararmos a representação do parafuso e da fêmea, deduzimos que os diâmetros que pode


tocar-se com o dedo em ambos os casos são os representados com a linha grossa. (Figura 77).

b) As roscas internas também serão dimensionadas pelo seu diâmetro nominal. As flechas das linhas de
cotas referem-se sempre à linha fina, que é a mais externa e corresponde ao maior dos
diâmetros representados (Figura 77 e 78).

c) Os furos cegos rosqueados são dimensionados, o diâmetro, a profundidade do furo e o comprimento do

rosca útil.(Figura 78 e 78A).


d) Para uniões de peças roscadas representadas em seção, aplicar-se-ão as normas anteriores; sem
embargo, os roscados exteriores sempre ocultam os roscados interiores, ou seja, terá sempre

preferência pelo parafuso em relação à porca. (Figura 79).

O limite da rosca útil é indicado por uma linha grossa contínua ou interrompida média curta, conforme
vista do mar ou oculta; esta linha é traçada até o diâmetro exterior da rosca. (Figura 78).

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