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10/08/25, 06:12 Bondade

Testemunhas de Jeová
Biblioteca  Livros e Brochuras  Estudo Perspicaz das Escrituras

Bondade
A qualidade ou estado de se ter interesse ativo no bem-estar de
outros; atos ou favores amigáveis e prestimosos. A palavra principal
para “benignidade” nas Escrituras Gregas Cristãs é khre·stó·tes. Na
edição revisada da Bíblia em português, a ideia de “benignidade”
geralmente é traduzida por palavras ou expressões que são mais
comuns em português, como “bondade”, “fazer o bem” e assim por
diante. Para mais informações, veja o subtópico “Um Fruto do
Espírito” no verbete “Benignidade”. Jeová Deus toma a dianteira e é
o melhor exemplo em mostrar benignidade de tantas maneiras
diferentes a outros, mesmo aos ingratos e iníquos, incentivando-os
ao arrependimento. (Lu 6:35; Ro 2:4; 11:22; Tit 3:4, 5) Os cristãos,
por sua vez, sob o jugo benévolo de Cristo (Mt 11:30), são exortados
a revestir-se de benignidade (Col 3:12; Ef 4:32) e a desenvolver os
frutos do espírito de Deus, que incluem a benignidade. (Gál 5:22)
Desta maneira, eles se recomendam como ministros de Deus. (2Co
6:4-6) “O amor é . . . benigno.” — 1Co 13:4.

“Benignidade” (ou: razoabilidade; literalmente: docilidade; gr.:


e·pi·ei·kí·a) é uma notável característica de Cristo Jesus. (2Co 10:1, n.)
Paulo foi tratado com extraordinário “humanitarismo” (literalmente:
afeição pela humanidade; gr.: fi·lan·thro·pí·a) pelos habitantes de
Malta. — At 28:2 n.

373
A Benevolência de Deus. Assim como nas Escrituras Gregas
Cristãs, também nas Escrituras Hebraicas se faz frequente menção
da benignidade ou benevolência. A palavra hebraica hhé·sedh,

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quando usada com referência à benignidade, ocorre 245 vezes. O


verbo aparentado, hha·sádh, significa “agir com lealdade (ou:
benevolência)”, e possui mais do que apenas o sentido de terno
cuidado ou benignidade derivados do amor, embora inclua tais
tendências. (Sal 18:25, n.) Hhé·sedh é benignidade que se apega
amorosamente a um objeto até que seu propósito em conexão com
esse objeto seja realizado. Segundo o Theological Dictionary of the
Old Testament (Dicionário Teológico do Velho Testamento), hhé·sedh
“é ativo, social e perseverante. . . . [Hhé·sedh] sempre designa, não
apenas uma atitude humana, mas também o ato que emerge desta
atitude. É um ato que preserva ou promove a vida. É a intervenção a
favor de alguém que sofre infortúnio ou aflição. É a demonstração
de amizade ou devotamento. Empenha-se pelo que é bom e não
pelo que é mau.” (Editado por G. J. Botterweck e H. Ringgren, 1986,
Vol. 5, p. 51) Portanto, hhé·sedh é mais abrangentemente traduzida
“benevolência”, ou, por causa da fidelidade, da solidariedade e da
lealdade provada associadas com ela, uma tradução alternativa
seria “amor leal”. No plural, pode ser vertida por “benevolências”,
“atos de amor leal”, “plena benevolência” ou “pleno amor leal”. — Sal
25:6, n.; Is 55:3, n.

A benevolência é uma preciosa qualidade de Jeová Deus na qual ele


se agrada, e é manifesta em todos os seus tratos com os seus
servos. (Sal 36:7; 62:12; Miq 7:18) Se não fosse por ela, já teriam
perecido há muito tempo. (La 3:22) Assim, Moisés pôde suplicar a
favor do rebelde Israel, tanto à base do grande nome de Jeová,
como por Ele ser um Deus de benevolência. — Núm 14:13-19.

As Escrituras mostram que a benevolência, ou o amor leal, de Jeová


é demonstrada numa variedade de modos e sob diferentes
circunstâncias — em atos de libertação e de preservação (Sal 6:4;
119:88, 159), como salvaguarda e proteção (Sal 40:11; 61:7; 143:12)
e como um fator que traz alívio das dificuldades (Ru 1:8; 2:20; Sal
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31:16, 21). Por causa dela, a pessoa pode recuperar-se do pecado


(Sal 25:7), ser sustentada e apoiada. (Sal 94:18; 117:2) Por meio dela,
os escolhidos de Deus são auxiliados. (Sal 44:26) A benevolência de
Deus foi magnificada nos casos de Ló (Gên 19:18-22), Abraão (Miq
7:20) e José (Gên 39:21). Foi também percebida na escolha de uma
esposa para Isaque. — Gên 24:12-14, 27.

Com o desenvolvimento da nação de Israel, e depois disso, a


benevolência de Jeová com relação ao seu pacto continuou a ser
magnificada. (Êx 15:13; De 7:12) Isto se deu no caso de Davi (2Sa
7:15; 1Rs 3:6; Sal 18:50), como também com Esdras e aqueles que
estavam com ele (Esd 7:28; 9:9), e, semelhantemente, com
“milhares” de outros (Êx 34:7; Je 32:18). Em apoio do pacto do reino
feito com Davi, Jeová continuou a expressar sua benevolência
mesmo depois de Jesus ter morrido, pois Ele ressuscitou a este
“leal”, em cumprimento da profecia: “Eu vos darei as benevolências
para com Davi, que são fiéis.” — Sal 16:10; At 13:34; Is 55:3.

É esta benevolência por parte de Jeová que atrai as pessoas a ele.


(Je 31:3) Confiam nela (Sal 13:5; 52:8), têm esperança nela (Sal 33:18,
22), oram por ela (Sal 51:1; 85:7; 90:14; 109:26; 119:41), e são
consolados por ela (Sal 119:76). Também dão graças a Jeová por sua
benevolência (Sal 107:8, 15, 21, 31), bendizem-no e louvam-no por
ela (Sal 66:20; 115:1; 138:2), e falam com outros sobre ela (Sal 92:2).
Como Davi, jamais devem tentar escondê-la (Sal 40:10), pois ela é
boa (Sal 69:16; 109:21) e é uma grande fonte de alegria. (Sal 31:7)
Certamente, esta benevolência divina é como uma agradável
vereda em que andar. — Sal 25:10.

Em outros textos bíblicos enfatizam-se a transbordante abundância


da benevolência de Deus (Sal 5:7; 69:13; Jon 4:2), sua grandeza
(Núm 14:19) e sua permanência. (1Rs 8:23) É tão elevada como os
céus (Sal 36:5; 57:10; 103:11; 108:4), enche a Terra (Sal 33:5; 119:64),

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e é estendida a mil gerações (De 7:9) e “por tempo indefinido” (1Cr


16:34, 41; Sal 89:2; Is 54:8, 10; Je 33:11). No Salmo 136, todos os
26 versículos repetem a frase: ‘A benevolência de Jeová é por tempo
indefinido.’

Frequentemente, esta maravilhosa característica de Jeová, sua


benevolência, é associada com outras qualidades magnificentes
— sua misericórdia, clemência, veracidade, perdão, justiça, paz e
juízo. — Êx 34:6; Ne 9:17; Sal 85:10; 89:14; Je 9:24.

A Benevolência do Homem. Do acima, torna-se evidente que


aqueles que desejam ter a aprovação de Deus têm de ‘amar a
benignidade’, e ‘praticar mutuamente benevolência e misericórdias’.
(Miq 6:8; Za 7:9) Como diz o provérbio: “A coisa desejável no homem
terreno é a sua benevolência”, e ela lhe traz ricas recompensas. (Pr
19:22; 11:17) Deus se lembrava e se agradava da benevolência
demonstrada durante a juventude de Israel. (Je 2:2) Mas, quando
ela se tornou “como as nuvens da madrugada e como o orvalho que
logo desaparece”, Jeová não se agradou disso, pois “agrado-me da
benevolência e não do sacrifício”, afirma ele. (Os 6:4, 6) Não tendo
benevolência, Israel foi repreendido, a própria repreensão sendo na
realidade uma benevolência da parte de Deus. (Os 4:1; Sal 141:5)
Israel também foi aconselhado a voltar para Deus por demonstrar
benevolência e justiça. (Os 12:6) Tais características devem ser
manifestadas em todas as ocasiões, se a pessoa há de obter favor
aos olhos de Deus e do homem. — Jó 6:14; Pr 3:3, 4.

374
Na Bíblia há muitos casos em que pessoas mostraram
benevolência para com outros. Sara, por exemplo, mostrou tal amor
leal para com o seu marido, quando estavam em território inimigo,
protegendo-o por dizer que ele era seu irmão. (Gên 20:13) Jacó
pediu a José que a exercesse para com ele por prometer não
sepultá-lo no Egito. (Gên 47:29; 50:12, 13) Raabe pediu que os

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israelitas mostrassem benevolência para com ela por preservar


vivos os da sua casa, assim como ela tratara similarmente os
espiões israelitas. (Jos 2:12, 13) Boaz elogiou Rute por exercê-la (Ru
3:10), e Jonatã pediu que Davi a demonstrasse para com ele e os da
sua casa. — 1Sa 20:14, 15; 2Sa 9:3-7.

Os motivos e as circunstâncias que levam as pessoas a mostrar


benignidade ou benevolência variam grandemente. Atos incidentais
de benignidade podem refletir a hospitalidade costumeira ou uma
inclinação para a cordialidade, todavia, talvez não indiquem
necessariamente a piedade. (Veja At 27:1, 3; 28:1, 2.) No caso de
certo homem que pertencia à cidade de Betel, a benignidade que
lhe foi demonstrada realmente visava uma retribuição de favores
por parte dele. (Jz 1:22-25) Em outras ocasiões, solicitaram-se atos
de benevolência aos beneficiados por favores anteriores prestados
a eles, talvez devido à calamitosa situação do peticionário. (Gên
40:12-15) Mas, às vezes, as pessoas falhavam em saldar tais dívidas
de benevolência. (Gên 40:23; Jz 8:35) Como mostra o provérbio, uma
multidão de homens proclamará sua benevolência, mas poucos são
fiéis em exercê-la. (Pr 20:6) Tanto Saul como Davi se lembravam da
benevolência que outros lhes demonstraram (1Sa 15:6, 7; 2Sa
2:5, 6), e parece que os reis de Israel granjearam certa fama por sua
benevolência (1Rs 20:31), talvez em comparação com os
governantes pagãos. No entanto, houve uma ocasião em que a
demonstração de benevolência por parte de Davi foi desprezada
por causa duma interpretação errônea dos motivos por trás dela.
— 2Sa 10:2-4.

Paulo diz que a Lei não foi feita para as pessoas justas, mas para as
pessoas más, as quais, entre outras coisas, carecem de
benevolência. (1Ti 1:9) A palavra grega, a·nó·si·os, aqui traduzida
“faltos de benevolência”, também tem o sentido de “desleais”. — 2Ti
3:2.
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Benignidade Imerecida. A palavra grega khá·ris ocorre mais de


150 vezes nas Escrituras Gregas, e é traduzida de vários modos,
dependendo do contexto. Em todos os casos, preserva-se a ideia
central de khá·ris — aquilo que é agradável (1Pe 2:19, 20) e
cativante. (Lu 4:22) Por extensão, em alguns casos, refere-se a uma
bondosa dádiva (1Co 16:3; 2Co 8:19) ou à maneira bondosa de dar.
(2Co 8:4, 6) Outras vezes, refere-se ao crédito, à gratidão ou ao
agradecimento exigido por um ato especialmente bondoso. — Lu
6:32-34; Ro 6:17; 1Co 10:30; 15:57; 2Co 2:14; 8:16; 9:15; 1Ti 1:12; 2Ti
1:3.

Por outro lado, na grande maioria das ocorrências, khá·ris é


traduzido por “graça” por muitos tradutores da Bíblia em português.
A palavra graça, porém, com diversos sentidos diferentes, não
transmite à maioria dos leitores as ideias contidas na palavra grega.
Para ilustrar isso: Em João 1:14, onde a versão Rei Jaime (em inglês)
diz: “O Verbo foi feito carne . . . cheio de graça e de verdade”, o que
se quer dizer com isso? Significa “graciosidade” ou “favor”, ou o
quê?

O perito R. C. Trench, em Synonyms of the New Testament (Sinônimos


do Novo Testamento), diz que khá·ris subentende “um favor
prestado de bom grado, sem exigências ou expectativa de
retribuição — a palavra sendo assim predisposta para receber sua
nova ênfase [conforme dada nos escritos cristãos] . . ., para
expressar a inteira e absoluta espontaneidade da benevolência de
Deus para com os homens. Assim, Aristóteles, definindo [khá·ris], dá
toda a ênfase a este mesmíssimo ponto, que ela é conferida de bom
grado, sem nenhuma expectativa de retribuição, e tendo como
único motivo a liberalidade e prodigalidade do dador.” (Londres,
1961, p. 158) Joseph H. Thayer, em seu léxico, diz: “A palavra [khá·ris]
inclui a ideia de benignidade que concede a alguém aquilo que ele não
mereceu . . . os escritores do N. T. usam [khá·ris] de modo
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preeminente para a benignidade por meio da qual Deus concede


favores até aos que não os merecem, e concede aos pecadores o
perdão de suas ofensas, e os convida a aceitar a eterna salvação
por meio de Cristo.” [A Greek-English Lexicon of the New Testament
(Léxico Grego-Inglês do Novo Testamento), 1889, p. 666] Khá·ris é
aparentada de perto com outra palavra grega, khá·ri·sma, a respeito
da qual diz o New Testament Wordbook (Glossário do Novo
Testamento, 1956, p. 29), de William Barclay: “A inteira ideia básica
da palavra [khá·ri·sma] é a de uma dádiva gratuita e imerecida de
algo dado a um homem, a que não se fez jus e que é imerecido.”
— Veja 2Co 1:11, Int.

Quando khá·ris é usada no sentido acima, com referência à


benignidade demonstrada para com alguém que não a merece,
como se dá com as benignidades concedidas por Jeová,
“benignidade imerecida” é em português um equivalente muito
bom para a expressão grega. — At 15:40; 18:27; 1Pe 4:10; 5:10, 12.

O trabalhador tem direito àquilo pelo qual trabalhou, seu


pagamento; ele espera seu salário como um direito, como uma
dívida para com ele, e o pagamento dele não é nenhum presente
ou especial benignidade imerecida. (Ro 4:4) Mas, serem pecadores
375
condenados à morte (e todos nós nascemos como tais) libertos
dessa condenação e declarados justos, é deveras benignidade
totalmente imerecida. (Ro 3:23, 24; 5:17) Se se argumentar que os
nascidos sob o arranjo do pacto da Lei estavam sob uma
condenação maior à morte, porque este pacto os revelava
pecadores, então, deve ser lembrado de que maior benignidade
imerecida se concedeu aos judeus no sentido de que a salvação foi
oferecida primeiro a eles. — Ro 5:20, 21; 1:16.

Esta manifestação especial da benignidade imerecida da parte de


Deus para com a humanidade em geral era o livramento da

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condenação, por meio de resgate, mediante o sangue do Filho


amado de Jeová, Cristo Jesus. (Ef 1:7; 2:4-7) Por meio desta
benignidade imerecida, Deus provê salvação para toda sorte de
homens (Tit 2:11), algo que os profetas tinham mencionado. (1Pe
1:10) O raciocínio e o argumento de Paulo, portanto, são sólidos:
“Ora, se é por benignidade imerecida, já não é mais devido a obras;
senão, a benignidade imerecida não se mostraria mais benignidade
imerecida.” — Ro 11:6.

Paulo, mais do que qualquer outro escritor, mencionou a


benignidade imerecida de Deus — mais de 90 vezes em suas
14 cartas. Ele menciona a benignidade imerecida de Deus ou de
Jesus na saudação inicial de todas as suas cartas, com a exceção de
Hebreus, e fala dela novamente nas observações finais de cada
carta, sem exceção. Outros escritores bíblicos fazem referência
similar no início e no fim de seus escritos. — 1Pe 1:2; 2Pe 1:2; 3:18;
2Jo 3; Re 1:4; 22:21.

Paulo tinha todo motivo para enfatizar a benignidade imerecida de


Jeová, pois antes ele fora “blasfemador, e perseguidor, e homem
insolente”. “Não obstante”, explica ele, “foi-me concedida
misericórdia, porque eu era ignorante e agi com falta de fé. Mas a
benignidade imerecida de nosso Senhor abundou sobremaneira
junto com a fé e o amor que há em conexão com Cristo Jesus”. (1Ti
1:13, 14; 1Co 15:10) Paulo não desprezou essa benignidade
imerecida, como alguns fizeram tolamente (Ju 4), mas de bom
grado a aceitou com agradecimentos e instou com outros que
também a aceitaram a ‘não desacertarem o propósito dela’. — At
20:24; Gál 2:21; 2Co 6:1.

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