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UTFPR – Termodinâmica 2 A Segunda Lei da Termodinâmica Princípios de Termodinâmica para Engenharia Capítulo 5

UTFPR Termodinâmica 2

UTFPR – Termodinâmica 2 A Segunda Lei da Termodinâmica Princípios de Termodinâmica para Engenharia Capítulo 5
UTFPR – Termodinâmica 2 A Segunda Lei da Termodinâmica Princípios de Termodinâmica para Engenharia Capítulo 5

A Segunda Lei da Termodinâmica

Princípios de Termodinâmica para Engenharia Capítulo 5

Objetivos • Como os princípios de conservação de massa e energia nem sempre são suficientes para

Objetivos

Objetivos • Como os princípios de conservação de massa e energia nem sempre são suficientes para

Como os princípios de conservação de massa e energia nem sempre são suficientes para a análise sistemas vamos apresentar a Segunda Lei da Termodinâmica;

Objetivos • Como os princípios de conservação de massa e energia nem sempre são suficientes para

Também vamos apresentar alguns corolários e deduções da Segunda Lei.

Troca de calor espontânea • Um objeto a uma temperatura elevada T é colocado em contato

Troca de calor espontânea

Troca de calor espontânea • Um objeto a uma temperatura elevada T é colocado em contato

Um objeto a uma temperatura elevada T i é colocado em contato com o ar atmosférico à T o ;

Com o tempo ele troca E no final atingiria a calor com a atmosfera temperatura das
Com o tempo ele troca
E no final atingiria a
calor com a atmosfera
temperatura das vizinhanças
Apesar de a energia total do sistema se conservar,
o processo inverso não ocorreria espontaneamente
Processos espontâneos Expansão espontânea Massa em queda
Processos espontâneos Expansão espontânea Massa em queda

Processos espontâneos

Processos espontâneos Expansão espontânea Massa em queda

Expansão espontânea

Massa em queda
Massa em queda
Processos espontâneos Expansão espontânea Massa em queda
Processos espontâneos Expansão espontânea Massa em queda
Processos espontâneos Expansão espontânea Massa em queda
Direção dos Processos • Nos exemplos anteriores percebe-se que lei da conservação é respeitada , porém

Direção dos Processos

Direção dos Processos • Nos exemplos anteriores percebe-se que lei da conservação é respeitada , porém

Nos exemplos anteriores percebe-se que lei da conservação é respeitada, porém não é possível realizar espontaneamente os processos inversos, para isso seria necessário um dispositivo auxiliar;

Direção dos Processos • Nos exemplos anteriores percebe-se que lei da conservação é respeitada , porém

Ao utilizar da Segunda Lei da Termodinâmica é possível saber as direções preferenciais de um processo, assim como o estado final do equilíbrio de uma interação térmica.

Oportunidade para desenvolver trabalho • Quando existe um desequilíbrio entre dois sistemas, existe uma oportunidade de

Oportunidade para desenvolver trabalho

Oportunidade para desenvolver trabalho • Quando existe um desequilíbrio entre dois sistemas, existe uma oportunidade de

Quando existe um desequilíbrio entre dois sistemas, existe uma oportunidade de realizar trabalho quando eles caminham para o equilíbrio;

Oportunidade para desenvolver trabalho • Quando existe um desequilíbrio entre dois sistemas, existe uma oportunidade de

Este trabalho seria perdido caso fosse permitido se chegar ao equilíbrio de forma descontrolada;

Trabalho Máximo da Oportunidade • A segunda lei é capaz de avaliar qual é o máximo

Trabalho Máximo da Oportunidade

Trabalho Máximo da Oportunidade • A segunda lei é capaz de avaliar qual é o máximo
Trabalho Máximo da Oportunidade • A segunda lei é capaz de avaliar qual é o máximo

A segunda lei é capaz de avaliar qual é o máximo trabalho teórico que seria possível obter de sistemas em desequilíbrio;

E como não existe um aproveitamento perfeito, ela também torna possível a avaliação dos fatores de perda de oportunidade.

Aspectos da Segunda Lei • Além de prever a direção dos processo, estabelecer o equilíbrio ,

Aspectos da Segunda Lei

Aspectos da Segunda Lei • Além de prever a direção dos processo, estabelecer o equilíbrio ,

Além de prever a direção dos processo, estabelecer o equilíbrio, determinar o melhor desempenho teórico e avaliar fatores de perda;

Aspectos da Segunda Lei • Além de prever a direção dos processo, estabelecer o equilíbrio ,

A Segunda Lei também é capaz de definir uma escala de temperatura universal, avaliar propriedades em fáceis ensaios experimentais, desenvolver conceitos de economia e filosofia e ser usada em muitas outras aplicações.

Enunciado de Clausius da Segunda Lei • É impossível para qualquer sistema operar de maneira que

Enunciado de Clausius da Segunda Lei

Enunciado de Clausius da Segunda Lei • É impossível para qualquer sistema operar de maneira que

É impossível para qualquer sistema operar de maneira que o único resultado seria uma transferência de energia sob a forma de calor de um corpo mais frio para um corpo mais quente.

SIM ! Q Frio Quente NÃO !
SIM !
Q
Frio
Quente
NÃO !
Explicando o enunciado de Clausius • O enunciado de Clausius não excluí a possibilidade de troca

Explicando o enunciado de Clausius

Explicando o enunciado de Clausius • O enunciado de Clausius não excluí a possibilidade de troca
• O enunciado de Clausius não excluí a possibilidade de troca de calor de um corpo
• O enunciado de Clausius não excluí a
possibilidade de troca de calor de um corpo mais
frio para um corpo mais quente
(refrigeradores). Pois as palavras “único
efeito” sugerem que isso pode ocorrer, desde
que seja fornecido trabalho ao sistema.
Q
Frio
W
Quente
Reservatório Térmico • É um sistema idealizado , onde a temperatura permanece constante mesmo que seja

Reservatório Térmico

Reservatório Térmico • É um sistema idealizado , onde a temperatura permanece constante mesmo que seja
Reservatório Térmico • É um sistema idealizado , onde a temperatura permanece constante mesmo que seja

É um sistema idealizado, onde a temperatura permanece constante mesmo que seja adicionado ou removido energia na forma de calor;

Exemplos: atmosfera terrestre, oceano, uma substância em mudança de fase, ...

Enunciado De Kelvin-Plank da Segunda Lei • É impossível para qualquer sistema operar em um ciclo

Enunciado De Kelvin-Plank da Segunda Lei

Enunciado De Kelvin-Plank da Segunda Lei • É impossível para qualquer sistema operar em um ciclo

É impossível para qualquer sistema operar em um ciclo termodinâmico e fornecer uma quantidade líquida de trabalho para as suas vizinhanças enquanto recebe energia por transferência de calor de um único reservatório térmico.

Reservatório térmico Q ciclo NÃO ! W ciclo Sistema percorrendo um ciclo termodinâmico
Reservatório térmico
Q ciclo
NÃO !
W ciclo
Sistema percorrendo um
ciclo termodinâmico
Explicando o enunciado de Kelvin-Plank • Pela Primeira Lei: • Pelo enunciado de Kelvin-Plank: • Finalmente:

Explicando o enunciado de Kelvin-Plank

Explicando o enunciado de Kelvin-Plank • Pela Primeira Lei: • Pelo enunciado de Kelvin-Plank: • Finalmente:

Pela Primeira Lei:

Explicando o enunciado de Kelvin-Plank • Pela Primeira Lei: • Pelo enunciado de Kelvin-Plank: • Finalmente:
Explicando o enunciado de Kelvin-Plank • Pela Primeira Lei: • Pelo enunciado de Kelvin-Plank: • Finalmente:

Pelo enunciado de Kelvin-Plank:

Finalmente:

Equivalência dos Enunciados Imagine um reservatório quente, Sistema percorrendo um ciclo termodinâmico Linha pontilhada define o

Equivalência dos Enunciados

Equivalência dos Enunciados Imagine um reservatório quente, Sistema percorrendo um ciclo termodinâmico Linha pontilhada define o

Imagine um reservatório quente,

Sistema percorrendo um ciclo termodinâmico Linha pontilhada define o sistema
Sistema percorrendo um
ciclo termodinâmico
Linha pontilhada define o sistema

um frio e dois sistemas.

A equivalência

é demonstrada pelo fato de que

Violação de Clausius

quando se viola um enunciado,

conseqüentemente se viola o outro enunciado.

Equivalência dos Enunciados Imagine um reservatório quente, Sistema percorrendo um ciclo termodinâmico Linha pontilhada define o

Violação de Kelvin-Plank

combinado

Identificado Irreversibilidades • Um processo é chamado irreversível se o sistema e todas as partes que

Identificado Irreversibilidades

Identificado Irreversibilidades • Um processo é chamado irreversível se o sistema e todas as partes que

Um processo é chamado irreversível se o sistema e todas as partes que compõem suas vizinhanças não puderem ser restabelecidos exatamente aos seus respectivos estados iniciais após o processo ter ocorrido;

Identificado Irreversibilidades • Um processo é chamado irreversível se o sistema e todas as partes que

Um processo é reversível se tanto o sistema quanto as vizinhanças puderem retornar as seus estados iniciais.

Tipos e exemplos de Irreversibilidades • Irreversibilidades internas são aquelas que ocorrem dentro do sistema; •

Tipos e exemplos de Irreversibilidades

Tipos e exemplos de Irreversibilidades • Irreversibilidades internas são aquelas que ocorrem dentro do sistema; •

Irreversibilidades internas são aquelas que ocorrem dentro do sistema;

Tipos e exemplos de Irreversibilidades • Irreversibilidades internas são aquelas que ocorrem dentro do sistema; •

Irreversibilidades externas são aquelas que ocorrem nas vizinhanças;

São exemplos de irreversibilidades:

Transferência de calor através de uma diferença de temperatura; Expansão não resistidas; Reação química espontânea; Mistura espontânea; Atrito; Fluxo de corrente elétrica; Magnetização ou polarização por histerese; Deformação inelástica.

Demonstrando Irreversibilidades • Utilizando a seguinte metodologia : – Supor que há uma maneira de retornar

Demonstrando Irreversibilidades

Demonstrando Irreversibilidades • Utilizando a seguinte metodologia : – Supor que há uma maneira de retornar

Utilizando a seguinte metodologia:

Demonstrando Irreversibilidades • Utilizando a seguinte metodologia : – Supor que há uma maneira de retornar

Supor que há uma maneira de retornar o sistema e as vizinhanças aos seu respectivos estados iniciais;

Mostrar que, como conseqüência desta hipótese, seria possível imaginar um sistema que produziria trabalho enquanto nenhum outro efeito ocorreria, além de uma transferência de calor de um único

reservatório térmico.

Demonstrando Irreversibilidade Processo original, bloco escorregando com atrito Processo 1, bloco retornar espontaneamente Processo 3, usando

Demonstrando Irreversibilidade

Demonstrando Irreversibilidade Processo original, bloco escorregando com atrito Processo 1, bloco retornar espontaneamente Processo 3, usando
Demonstrando Irreversibilidade Processo original, bloco escorregando com atrito Processo 1, bloco retornar espontaneamente Processo 3, usando

Processo original, bloco escorregando

com atrito

Processo 1, bloco

retornar espontaneamente

Processo 3, usando reservatório térmico

Processo 2, usando

cabo-polia

Como 2 e 3 são possíveis, logo 1 é impossível; como 1 é inverso do original, logo o original é irreversível !!!

Processos Reversíveis • São processos onde se retorna às propriedades iniciais . Porém é um conceito

Processos Reversíveis

Processos Reversíveis • São processos onde se retorna às propriedades iniciais . Porém é um conceito

São processos onde se retorna às propriedades iniciais. Porém é um conceito hipotético e utópico;

Troca de calor em corpos com diferença infinitesimal de temperatura Pêndulo no vácuo com atrito pequeno
Troca de calor em corpos com
diferença infinitesimal de temperatura
Pêndulo no vácuo com
atrito pequeno no pivô

Exemplos de processos que podem ser aproximados à reversíveis:

Processos Reversíveis • São processos onde se retorna às propriedades iniciais . Porém é um conceito
Processos Reversíveis • São processos onde se retorna às propriedades iniciais . Porém é um conceito

Gás expandido e comprimido adiabaticamente num cilindro-pistão

Processo Internamente Reversível • É aquele no qual não há irreversibilidades internas; • Porém há irreversibilidades

Processo Internamente Reversível

Processo Internamente Reversível • É aquele no qual não há irreversibilidades internas; • Porém há irreversibilidades

É aquele no qual não irreversibilidades internas;

Processo Internamente Reversível • É aquele no qual não há irreversibilidades internas; • Porém há irreversibilidades

Porém irreversibilidades nas suas vizinhanças;

Todas as propriedades intensivas são uniformes ao longo de cada fase presente;

Consiste em uma série de estados de equilíbrio:

é um estado de quase-equilíbrio;

São bem úteis na determinação do melhor desempenho de um sistema;

Todo processo em um reservatório térmico é um processo internamente reversível.

Interpretando o enunciado de Kelvin-Plank • Considere que no sistema da figura não há irreversibilidades ,

Interpretando o enunciado de Kelvin-Plank

Interpretando o enunciado de Kelvin-Plank • Considere que no sistema da figura não há irreversibilidades ,

Considere que no sistema da figura não há irreversibilidades, logo o sistema retorna ao se estado inicial;

Interpretando o enunciado de Kelvin-Plank • Considere que no sistema da figura não há irreversibilidades ,

ciclo =Q ciclo , e Q ciclo

Já que W

=0, logo não haveria variação

líquida na condição do reservatório.

Já que W ciclo =0, não haveria variação líquida na altura da massa;

Conclusão do Enunciado de Kelvin-Plank • Para sistema sem irreversibilidades: W  0 ciclo W 

Conclusão do Enunciado de Kelvin-Plank

Conclusão do Enunciado de Kelvin-Plank • Para sistema sem irreversibilidades: W  0 ciclo W 

Para sistema sem irreversibilidades:

W  0 ciclo W  0 ciclo
W
 0
ciclo
W
 0
ciclo

Para sistema com irreversibilidades:

Eficiência de Ciclo de Potência Sistema percorrendo um ciclo de potência Eficiência térmica do ciclo W

Eficiência de Ciclo de Potência

Eficiência de Ciclo de Potência Sistema percorrendo um ciclo de potência Eficiência térmica do ciclo W
Sistema percorrendo um ciclo de potência Eficiência térmica do ciclo W Q   ciclo 
Sistema percorrendo
um ciclo de potência
Eficiência térmica do ciclo
W
Q
 
ciclo
 
1
C
Q
Q
H
H
• Se não houvesse a troca de calor para o reservatório
frio, a eficiência seria 100%;
• Porém sem o reservatório frio viola-se o enunciado de
Kelvin-Plank;
• Segue daí um corolário de Carnot, que diz: todos os
ciclos de potência tem eficiência menor que 100%.
Corolários de Carnot para Ciclos de Potência • A eficiência térmica de um ciclo de potência

Corolários de Carnot para Ciclos de Potência

Corolários de Carnot para Ciclos de Potência • A eficiência térmica de um ciclo de potência

A eficiência térmica de um ciclo de potência irreversível é sempre menor do que a eficiência térmica de um ciclo de potência reversível quando cada um opera entre os mesmos dois reservatórios térmicos;

Corolários de Carnot para Ciclos de Potência • A eficiência térmica de um ciclo de potência

Todos os ciclos de potência reversíveis operando entre os mesmos dois reservatórios térmicos possuem a mesma eficiência térmica;

Demonstrando o 1º corolário No sistema combinado:

Demonstrando o 1º corolário

Demonstrando o 1º corolário No sistema combinado:

No sistema

Demonstrando o 1º corolário No sistema combinado:

combinado:

Demonstrando o 1º corolário No sistema combinado:
Demonstrando o 2º corolário No sistema R 1 R 2 W R 2 W R 1

Demonstrando o 2º corolário

Demonstrando o 2º corolário No sistema R 1 R 2 W R 2 W R 1

No sistema

R 1 R 2 W R 2 W R 1 W R 2
R 1
R 2
W R 2
W R 1
W R 2

combinado:

Demonstrando o 2º corolário No sistema R 1 R 2 W R 2 W R 1
Eficiência de Refrigeração/ Bomba de Calor Sistema percorrendo um ciclo de refrigeração/ bomba de calor Eficiência

Eficiência de Refrigeração/ Bomba de Calor

Eficiência de Refrigeração/ Bomba de Calor Sistema percorrendo um ciclo de refrigeração/ bomba de calor Eficiência
Sistema percorrendo um ciclo de refrigeração/ bomba de calor Eficiência térmica Q Q C C 
Sistema percorrendo um ciclo de
refrigeração/ bomba de calor
Eficiência térmica
Q
Q
C
C
Refrigeração
W
Q
Q
ciclo
H
C
Q
Q
H
H
Bomba de Calor
W
Q
Q
ciclo
H
C
• Se não houvesse o fornecimento de trabalho ao ciclo, a
coeficiente de desempenho seria infinito;
• Porém sem o fornecimento de trabalho viola-se o
enunciado de Clausius;
• Segue daí um corolário, que diz: todos os ciclos de
refrigeração/ bomba de calor tem desempenho finito.
Eficiência de Refrigeração/ Bomba de Calor Sistema percorrendo um ciclo de refrigeração/ bomba de calor Eficiência
Corolários para refrigeração/ bomba de calor • O coeficiente de desempenho de um ciclo de refrigeração

Corolários para refrigeração/ bomba de calor

Corolários para refrigeração/ bomba de calor • O coeficiente de desempenho de um ciclo de refrigeração

O coeficiente de desempenho de um ciclo de

Corolários para refrigeração/ bomba de calor • O coeficiente de desempenho de um ciclo de refrigeração

refrigeração irreversível é sempre menor do

que o coeficiente de desempenho de um ciclo de

refrigeração reversível quando cada um opera

entre os mesmos reservatórios térmicos;

Todos os ciclos de refrigeração reversíveis

operando entre os mesmos dois reservatórios

térmicos possuem o mesmo coeficiente de

desempenho;

O mesmo vale substituindo o termo refrigeração

por bomba de calor.

Definindo uma escala de temperatura • A partir do 2º corolário de Carnot , sabemos que

Definindo uma escala de temperatura

Definindo uma escala de temperatura • A partir do 2º corolário de Carnot , sabemos que

A partir do 2º corolário de Carnot, sabemos que a eficiência de um ciclo de potência está relacionada a natureza dos reservatórios;

 

Definindo uma escala de temperatura • A partir do 2º corolário de Carnot , sabemos que
, C L Temperaturas em uma escala a ser definida      (
,
C
L
Temperaturas em uma
escala a ser definida
   
(
,
)
C
L
Q
C
  
(
,
)
 
1
C
L
Q
H
Q
C
 
1
  
(
,
)
C
L
Q
H
Q
C
  
(
,
)
C
L
Q
ciclo
H
rev

E observado que é a diferença de temperatura entre os reservatórios que fornece o ímpeto para a transferência de calor;

Logo a eficiência do ciclo depende somente da temperatura dos reservatórios.

Definindo o escala Kelvin Para a escala Kelvin , tem-se: T  Q  T 

Definindo o escala Kelvin

Definindo o escala Kelvin Para a escala Kelvin , tem-se: T  Q  T 

Para a escala Kelvin, tem-se:

T  Q  T   C C  C   T Q T
T
Q
T
 
C
C
C
T
Q
T
H
ciclo
H
H
rev
A mesma equação vale para refrigeração e bomba de calor, basta que
seja um ciclo reversível;
Para continuar é necessário utilizar um ponto de referência, que neste
caso será 273,16 K (ponto triplo da água);
Propriedade termométrica
da transferência de calor em T
Q
T  273,16
Q
  
pt ciclo
  
rev
Transferência de calor no
Ponto de referência
Como a energia rejeitada do ciclo por transferência de calor Q não pode
ser negativa, logo T não pode ser negativo, assim 0K é a menor
temperatura que pode ser atingida, chamado zero absoluto.
Escala Internacional de Temperatura • Uma vez que não é possível reproduzir um ciclo reversível, a

Escala Internacional de Temperatura

Escala Internacional de Temperatura • Uma vez que não é possível reproduzir um ciclo reversível, a

Uma vez que não é possível reproduzir um ciclo reversível, a Escala Internacional de Temperaturas utiliza pontos fixos reproduzíveis:

Escala Internacional de Temperatura • Uma vez que não é possível reproduzir um ciclo reversível, a

Isótopos particulares do Hélio

Termômetro de gás Hélio

Termômetro de resistência de Platina

Radiação de corpo negro

Eficiência Máxima • Para ciclos de potência: T C Eficiência de Carnot    1

Eficiência Máxima

• Para ciclos de potência: T C Eficiência de Carnot    1 máx T
• Para ciclos de potência:
T
C
Eficiência de Carnot
 
1
máx
T
H
De a para b: pequeno aumento em
T H , grande aumento na eficiência
para T C =298K
Maior que b: torna-se muito
oneroso aumentar a eficiência
Coeficiente de máximo desempenho • Para ciclos de refrigeração: T C   máx T 

Coeficiente de máximo desempenho

Coeficiente de máximo desempenho • Para ciclos de refrigeração: T C   máx T 

Para ciclos de refrigeração:

T C   máx T  T H C T H   máx T
T
C
máx
T
T
H
C
T
H
máx
T
T
H
C
Coeficiente de máximo desempenho • Para ciclos de refrigeração: T C   máx T 

Para bombas de calor:

Ciclo de Carnot • Sistema que executa um ciclo em uma série de quatro processos internamente

Ciclo de Carnot

Ciclo de Carnot • Sistema que executa um ciclo em uma série de quatro processos internamente

Sistema que executa um ciclo em uma série de

Ciclo de Carnot • Sistema que executa um ciclo em uma série de quatro processos internamente

quatro processos internamente reversíveis:

dois processos adiabáticos alternados com dois

processos isotérmicos.

Ciclo de potência Carnot

Ciclo de Carnot • Sistema que executa um ciclo em uma série de quatro processos internamente

Ciclo de refrigeração/bomba de calor Carnot

Ciclo de potência 1-2: Compressão adiabática até 2, onde temperatura é T ; 2-3: Expansão isotérmica,

Ciclo de potência

Ciclo de potência 1-2: Compressão adiabática até 2, onde temperatura é T ; 2-3: Expansão isotérmica,
Ciclo de potência 1-2: Compressão adiabática até 2, onde temperatura é T ; 2-3: Expansão isotérmica,

1-2: Compressão adiabática até 2, onde temperatura é T h ; 2-3: Expansão isotérmica,

recebendo energia do reservatório quente à T h ; 3-4: Expansão adiabática até a temperatura cair para T c ; 4-1: Compressão isotérmica, cedendo energia ao reservatório frio à T c .

Diagrama p-v Trabalho líquido realizado pelo ciclo Trabalho realizado para Trabalho realizado pelo gás para se

Diagrama p-v

Diagrama p-v Trabalho líquido realizado pelo ciclo Trabalho realizado para Trabalho realizado pelo gás para se
Trabalho líquido realizado pelo ciclo Trabalho realizado para Trabalho realizado pelo gás para se expandir comprimir
Trabalho líquido
realizado pelo ciclo
Trabalho realizado para
Trabalho realizado pelo
gás para se expandir
comprimir o gás
Ciclo de Potência em Cilindro-Pistão

Ciclo de Potência em Cilindro-Pistão

Ciclo de Potência em Cilindro-Pistão
Ciclo de Potência em Cilindro-Pistão
Ciclo de Potência de Carnot à Vapor

Ciclo de Potência de Carnot à Vapor

Ciclo de Potência de Carnot à Vapor
Ciclo de Potência de Carnot à Vapor
Ciclo de Refrigeração/ Bomba de Calor 1-2: Expansão isotérmica, recebendo energia do reservatório frio à T

Ciclo de Refrigeração/ Bomba de Calor

Ciclo de Refrigeração/ Bomba de Calor 1-2: Expansão isotérmica, recebendo energia do reservatório frio à T
Ciclo de Refrigeração/ Bomba de Calor 1-2: Expansão isotérmica, recebendo energia do reservatório frio à T

1-2: Expansão isotérmica, recebendo energia do reservatório frio à T c ; 2-3: Compressão adiabática até atingir temperatura T h ; 3-4: Compressão isotérmica, cedendo energia ao reservatório quente à T H ; 4-1: Expansão adiabática até a temperatura cair para T c .

Trabalho líquido fornecido ao ciclo
Trabalho líquido fornecido ao ciclo
Trabalho líquido fornecido ao ciclo
Trabalho líquido
fornecido ao ciclo
Referências • MORAN , Michel J. & SHAPIRO , Howard N. Princípios de termodinâmica para engenharia.

Referências

Referências • MORAN , Michel J. & SHAPIRO , Howard N. Princípios de termodinâmica para engenharia.
Referências • MORAN , Michel J. & SHAPIRO , Howard N. Princípios de termodinâmica para engenharia.

MORAN, Michel J. & SHAPIRO, Howard N. Princípios de termodinâmica para

engenharia. 4ª edição. LTC. 2002.