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TEORIA GERAL DO PROCESSO.

Aula 2 – A ESTRUTURA DO PODER JUDICIÁRIO BRASILEIRO.

federais e fazendários.  Órgãos jurisdicionais de primeira instância: juízos. juizados especiais cíveis. Estrutura. A ESTRUTURA DO PODER JUDICIÁRIO BRASILEIRO – AULA1 .  Justiça comum e especializada.  Tribunais superiores e inferiores.TEORIA GERAL DO PROCESSO Conteúdo Programático desta aula  O Poder Judiciário Brasileiro.

O Poder Judiciário Brasileiro.mantido pela União. Supremo Tribunal Federal . A ESTRUTURA DO PODER JUDICIÁRIO BRASILEIRO – AULA1 . Superior Tribunal de Justiça – mantido pela União. Estrutura. Conselho Nacional de Justiça – mantido pela União.TEORIA GERAL DO PROCESSO A estrutura do Poder Judiciário Brasileiro.

Os Tribunais e Juízes do Trabalho . do Distrito Federal e Territórios.mantidos pela União.TEORIA GERAL DO PROCESSO Os Tribunais Regionais Federais e Juízes Federais -mantidos pela União. Os Tribunais e Juízes Eleitorais .mantidos pela União. Os Tribunais e Juízes dos Estados. A ESTRUTURA DO PODER JUDICIÁRIO BRASILEIRO – AULA1 . Os Tribunais e Juízes Militares – parte mantido pela União.

Justiça Federal Justiças Estaduais T. S.Estaduais Turmas Recursais Turmas Recursais Juizados Especiais Juizados Especiais A ESTRUTURA DO PODER JUDICIÁRIO BRASILEIRO – AULA1 . T.T.’s T. T.F.Federal J.J.S.Trab Justiça Eleitoral Justiça Militar J.F.R.S.R.E. S. T.T.E.R.TEORIA GERAL DO PROCESSO Organização Judiciária ORGANOGRAMA DO PODER JUDICIÁRIO S.T.T.M.T. Justiças Especiais CNJ Justiça Comum T. Justiça Just.

Embora não se trate de uma classificação inteiramente pacífica. tais Justiças comumente são consideradas como “especiais”. Justiça Militar e pela Justiça Eleitoral. o TST. STM e TSE para a análise da lei respectiva). Quanto ao critério “especialização da Justiça”. tanto que as mesmas até possuem Tribunal Superior específico (que seria. a jurisdição pode ser classificada em “comum” ou “especial”. observava-se um maior grau de especialização nos trabalhos desenvolvidos pela Justiça do Trabalho.TEORIA GERAL DO PROCESSO Justiça comum e especializada. malgrados estas decisões possam ser questionadas quanto ao aspecto constitucional perante o STF. Por este motivo. respectivamente. A ESTRUTURA DO PODER JUDICIÁRIO BRASILEIRO – AULA1 .

A ESTRUTURA DO PODER JUDICIÁRIO BRASILEIRO – AULA1 . o que justificaria a afirmativa de que as mesmas prestam jurisdição “comum”. a interpretação dos atos infraconstitucionais é realizada pelo mesmo Tribunal Superior (STJ).TEORIA GERAL DO PROCESSO Quanto a Justiça Federal e Estadual.

a jurisdição pode ser classificada em “superior” ou “inferior”. Trabalhista. A distinção é singela. posto que a jurisdição “inferior” é aquela prestada por órgãos integrantes do Poder Judiciário em primeira instância. ao passo em que a jurisdição “superior” é prestada pelos Tribunais. federais e fazendários. Militar. juizados especiais cíveis. estejam ele no exercício de competência originária ou mesmo recursal. Eleitoral e Estadual) possuem órgãos de instância superior e inferior. Todas as Justiças (Federal.TEORIA GERAL DO PROCESSO Tribunais superiores e inferiores. A ESTRUTURA DO PODER JUDICIÁRIO BRASILEIRO – AULA1 . Quanto ao critério “órgão que aplica a jurisdição”. Órgãos jurisdicionais de primeira instância: juízos.

ocasião em que o recorrente objetou que é amplamente admitida. Indaga-se: a) Assiste razão a Gustavo? b) B) Eventual conflito de competência entre Vara Cível Federal e Juizado Especial Federal. de ofício. Gustavo ajuíza demanda em face da União cujo pedido tem conteúdo econômico equivalente a 40 (quarenta) salários mínimos. proferiu decisão interlocutória declinando da sua competência em prol de um dos Juizados Especiais Federais localizados na mesma cidade. tanto na doutrina quanto na jurisprudência.TEORIA GERAL DO PROCESSO Questão nº 1. deve ser decidido por qual Tribunal? A ESTRUTURA DO PODER JUDICIÁRIO BRASILEIRO – AULA1 . Vale dizer que esta decisão foi impugnada por recurso. a possibilidade conferida ao demandante de optar entre o juízo comum ou o juizado especial. localizados na mesma cidade. O processo foi distribuído perante a 1ª Vara Federal do Rio de Janeiro cujo magistrado.

Lei n.º 9. entretanto. a parte vencida. Acerca da Lei dos Juizados Especiais Cíveis (JEC). qualquer que seja o valor da causa. assinale a opção correta.099/1995. ainda que não possua capacidade postulatória. pois nessas demandas não se exige a obediência ao princípio da identidade física do juiz; A ESTRUTURA DO PODER JUDICIÁRIO BRASILEIRO – AULA1 . devem ser necessariamente reduzidas a termo escrito.TEORIA GERAL DO PROCESSO Questão nº 2.: a) Segundo os princípios da simplicidade e da informalidade que regem o julgamento nos juizados especiais. pode recorrer da decisão monocrática e requerer a sua revisão pela turma recursal; b) O pedido do autor e a resposta do réu podem ser feitos por escrito ou oralmente; as provas orais produzidas em audiência.

deve ser decretada a revelia do réu que não compareça à audiência de instrução e julgamento. pois a presunção de veracidade dos fatos alegados no pedido inicial decorre da ausência do demandado à sessão de conciliação ou à audiência de instrução; d) No sistema recursal dos juizados especiais.TEORIA GERAL DO PROCESSO c) Como regra. atendendo aos princípios da celeridade e concentração dos atos processuais. que impede a interrupção da marcha do processo. A ESTRUTURA DO PODER JUDICIÁRIO BRASILEIRO – AULA1 . com a finalidade de assegurar a rápida solução do litígio. contra as decisões interlocutórias é cabível o agravo na forma retida. ainda que compareça o seu advogado ou que seja apresentada defesa escrita.

Rodolfo Kronemberg.. Niterói: Impetus.TEORIA GERAL DO PROCESSO E chegamos ao fim da aula. Teoria Geral do Processo.A.C: www. 1ª Ed. Síntese do texto extraído de: HARTMANN.br A ESTRUTURA DO PODER JUDICIÁRIO BRASILEIRO – AULA1 ..com. 2012. S.rodolfohartmann.