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O Estado Novo (1933-1974)
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O Estado Novo (1933-1974)

Meta 20 A ascensão de Salazar e a construção do Estado Novo


Meta 21 Os ideais do Estado Novo e a repressão da Oposição
Meta 22 Os principais movimentos de resistência ao Estado Novo
Meta 23 O colonialismo português e a Guerra Colonial
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Meta 20 A ascensão de Salazar e a construção do Estado Novo


A ascensão de Salazar
28 de maio de 1926: Golpe militar liderado
por Gomes da Costa e Mendes Cabeçadas.
 É imposta uma ditadura militar.
 Óscar Carmona torna-se o Presidente
da República Portuguesa.

1928: Para resolver os problemas financeiros


do país, o Presidente da República chama Tropas revoltosas do 28 de Maio de 1926.
para ministro das Finanças, António de
Oliveira Salazar.

1929: O aumento dos impostos e a redução 1932: Com o apoio dos militares
dos gastos dos ministérios leva a que as e da burguesia, Salazar torna-se
despesas se tornem inferiores às receitas. chefe de Governo.
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Meta 20 A ascensão de Salazar e a construção do Estado Novo


O Estado autoritário

 Nova Constituição (1933). Salazar controlava o poder executivo e fazia leis.

 Proibição de sindicatos e partidos políticos.


 Partido único: União Nacional.
Governo ditatorial
 Câmaras Municipais e Juntas de Freguesia
nomeadas pelo Governo.

Criação de instituições de divulgação  Ausência de liberdade de expressão.


de valores do Estado Novo:  Represálias para quem se
 Mocidade Portuguesa. + pronunciasse contra o Governo —
 Legião Portuguesa. PIDE.
 Censura prévia de livros, jornais e
espetáculos.
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Meta 20 A ascensão de Salazar e a construção do Estado Novo


Distribuição de poderes
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Meta 21 Os ideais do Estado Novo e a repressão da oposição

Clica na imagem para saberes mais sobre


o regime instituído por Salazar.
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Meta 21 Os ideais do Estado Novo e a repressão da oposição

A PIDE
A PIDE tinha um vasto grupo de
informadores e podia agir sem
qualquer controlo dos tribunais.

Eram utilizadas várias técnicas


de tortura para que os presos
confessassem de que forma
conspiravam contra o Governo.

Forte de Peniche — prisão do tempo do Estado Novo.


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Meta 22 Os principais movimentos de resistência ao Estado Novo

A oposição
Apesar da repressão, existiram movimentos de resistência à ditadura por parte de:
 políticos (como Álvaro Cunhal);
 artistas plásticos (como João Abel Manta);
 escritores (como Miguel Torga);
 historiadores (como Jaime Cortesão);
 cantores (como Zeca Afonso).
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Meta 22 Os principais movimentos de resistência ao Estado Novo

Humberto Delgado
Durante e após a 2.ª Guerra Mundial (conflito em que Portugal não entrou), a situação
económica do país veio causar ainda um maior descontentamento.
A oposição voltou a ganhar força:

 1949: Candidatura do general Norton de Desiste das eleições devido às


Matos. fraudes organizadas pelo Governo.

 Eleições de 1958: Candidatura do general Mais uma vez, existe fraude e o


Humberto Delgado. general é assassinado pela PIDE.
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Meta 23 O colonialismo português e a guerra colonial

O marcelismo

Em 1968, Salazar adoeceu e saiu do poder.

Marcelo Caetano ocupou o lugar de Salazar


prometendo um governo menos repressivo,
mas, apesar do regresso de alguns exilados
e da promessa de eleições mais livres, as
liberdades continuavam muito limitadas.

Marcelo Caetano, chefe do Governo entre


1968 e 1974.
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Meta 23 O colonialismo português e a guerra colonial

A guerra colonial
Em 1961, iniciou-se um movimento de
independência por parte das colónias
portuguesas. Este movimento levou a uma
guerra que só terminou em 1974, com o fim
do Estado Novo.

A guerra aumentou o descontentamento


face ao Estado Novo.

Os focos de guerra colonial em África.


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Meta 23 O colonialismo português e a guerra colonial


A guerra colonial
Consequências da guerra colonial para
Portugal:
 Aumento da emigração.
 Número elevado de mortos e
incapacitados.
 Aumento da crise económica.

Consequências da guerra colonial


para os novos países independentes:
 Ajuste de contas contra os Os soldados portugueses cumpriam três anos de
africanos que lutaram do lado serviço militar em África. Passaram pela guerra em
África cerca de 800 000 soldados portugueses
português.
e morreram 8831.
 Guerras civis por divergência
política.