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Rádio Enlace

O&M Rádio Enlace e TX


O&M Procedimento de atendimento na Operação e Manutenção
Rádio Micro-ondas de nível 1 para equipamentos de rádio enlace.
O&M Acesso Móvel Nacional
Gerente: Itamar Buratto
Coordenador: Flávio Magalhaes
P#BAGBB
Março 2018
Antena Antena

ODU ODU

IDU IDU
O&M de Rádio Enlace Temas a serem apresentados

Diagnósticos de falhas – Vários fabricantes  Tecnologia de Transporte


 Alimentação DC • PCM - Pulse-code Modulation
 Interferência PCM30 - Multiplexação / hierarquia
 Falha de IDU • PDH - Plesiochronous Digital Hierarchy
 Falha de ODU • SDH - Synchronous Digital Hierarchy - KLM
 Falha de cabo FI / guia de onda • Ethernet – Teoria
 Falha de cabo ethernet, E1 e STM1 Endereço IP - Classe de IP
 Configuração do equipamento Camada TCP/IP
 Alinhamento da antena Modo de transmissão – Simplex, half-duplex e full-duplex
 Configuração de serviço E1, STM1 e Ethernet VLAN – Acesso, trunk e túnel
Protocolos – 802.1D – 802.1Q – 802.1ad
 Sinal de Rádio Frequência Interfaces de serviço – UNI e NNI
• Frequência Hz Configuração de serviço – E-line – E-lan – E-Tree
• Potência dB e dBm • Ethernet via rádio (EoPDH)
• Polarização (V e H) • LAG – Link Aggregation
• Antena parabólica • Metro Ethernet – Conceito
• Modulação / Demodulação (frequência, amplitude e fase) • DWDM – Conceito
Capacidade da modulação em função da largura de banda
• Portadora
Equipamento de vários fabricantes
• Lóbulos do diagrama de radiação
o Configurações do enlace
• Fading (plano e seletivo)
o Configurações de serviços (E1, STM1 e ethernet).
• Refração – Reflexão - Difração
Transmissão / Comunicação Composta por:
- Ponto a ponto - Transmissor
- Multiponto - Receptor
- Meio de comunicação (Ar e Cabo)
- Mensagem

Transmissor Meio de comunicação Transmissor Central


Receptor Receptor Móvel - Fixa
Ar - RF

Mensagem Mensagem

Fibra ótica
Modem DWDM Modem
GW GW
DWDM

FSR
Composição do enlace de rádio

IDU – Indoor Unit / Unidade Interna


ODU – Outdoor Unit / Unidade Externa.
Trasnceptor - Transmite e recebe o sinal de RF (ondas eletromagnéticas).
Antena – Condutor metálico que permite emitir ou captar ondas eletromagnéticas.
Cabo de FI – RGC 213 – ( FI - frequência intermediária) – Impedância de 50 ohms.
Guia de onda flexível ou cabo coaxial – interliga ODU e antena. Sinal de RF.
Alimentação DC – +24VDC a -60VDC. Mais comum é -48VDC.
Aterramento – IDU, ODU, cabo de FI e antena.

Antena Antena Antena Antena

ODU ODU
ODU ODU

Guia de onda Guia de onda


Cabo de FI Cabo de FI

IDU IDU IDU IDU


Procedimento de teste

IDU - Alimentação DC suporte


 Tensão no conector de alimentação.
 Disjuntor.
 Fonte DC / retificador.
 Alimentação AC da fonte continua. antena

ODU – Alimentação DC
 Tensão de -53VDC (-48VDC) via Cabo de FI. ODU
 Verificar se o cabo de FI está em curto.
 Medir a tensão de saída no conector de FI, na placa modem/IDU.
 Medir a tensão no conector de FI que conecta na ODU. Pode haver perda.
 Verificar se a entrada de FI da ODU está em curto.
 Medir continuidade: Pino central (cobre) com o terra/malha.
IDU entrada/saída de FI – Cabo de FI – ODU entrada/saída de FI.
Medir impedância na IDU, cabo de FI e ODU. Varia de 10k ohms a 40k ohms.

 Água no cabo de FI ou conector.


Abrir capa protetora do cabo na curva entre as esteiras H e V, interno e externo.
 Cabo de FI danificado.
 Interferência no cabo de FI (cabos de energia AC).
Alimentação DC Pode variar de +24VDC a -60VDC

TN AMM 2p | -48 VDC ou +24 VDC, via NPU2.


TN AMM 6P e 20P | -48 VDC, via PFU1 e PFU2.

SP 210

Nec Neo e iPaso


Tensão de saída na placa modem = -53VDC Aterramento
Resistência na saída do cabo de FI:
Placa modem = 10K ohms
Cabo de FI/ODU 30K ohms

Ericsson MLK E - MMU 34+2, resistência 30K ohms


Cabo FI + rabicho com ODU = 260K ohms

Nec IDU MDP 34MB 18A – resistência de 60K ohms


Cabo de FI com ODU resistência de 17K ohms
Alimentação DC Teste de curto

Conector, cabo e rabicho de FI


Resistência modem Nec Neo
7K ohms
Saída DC placa modem / cabo de FI
-53 VDC

Resistência cabo de FI Nec Neo


Conectores de FI
16,9K ohms
Alimentação DC
Teste de curto
Nec iPaso

Resistência modem / 9,9K ohms Resistência ODU / 35,2K ohms

Multímetro na
escala de ohms.
Conexões Conectores - BNC – DIN - F - N – TNC – SMA – SMB

Adaptador Pigtail
conector N Femea
e sma Macho
RF Rádio Frequência
Transmissão Rádio Enlace

Site A Site B
IDU - Indoor Unit
ODU - Outdoor Unit

Polarização RF
V ou H

SIAE
Comunicação IDU – ODU Ft Fr
RGC213 (até 250m)
ou cabo de 1/2” (LDF4) para
- Fibra ótica distâncias maiores (500m).
- Cabo de FI (Frequência Intermediária)
FI de TX e FI de RX Sinais presentes no cabo:
Modulação – TX FI de transmissão : 330MHz
Demodulação – RX FI de Recepção : 140MHz
Alimentação da ODU -48VDC
Cabo coaxial RGC213 50 ohms Cabo de FI - coaxial 50 Ω
Sinal de telemetria Sinais de telemetria
IDU – ODU IDU para ODU : 17,5 MHz (FSK 388Kbps)
ODU - IDU ODU para IDU : 5,5 MHz (FSK 388Kbps)
Alimentação para ODU : -48Vcc

HUAWEI
Cabo de FI
FI TX = 350MHz
FI RX = 140MHz NEC

FSR
Rádio Enlace Equipamento Outdoor
MBC
VIV
MEF

VIT

FSR
Configurações Rádio Enlace
 Acesso local – Notebook

 Configuração do equipamento conforme projeto.

 Informações referente ao site (nome, sigla, enlace).


 Frequência de transmissão / recepção.
 Potência de transmissão.
 Modulação / capacidade.
 Proteção de RF (1+1 – 1+0 – 2+1 – 3:1 – 4+0).
 Diversidade (espaço, frequência).
 XPIC
 ID do enlace
 Serviço TDM / STM1
 Serviço Ethernet (Portas e VLANs)
 LAG – Link Aggregation
 DCN - IP de gerencia
 Identificação do equipamento
 Alinhamento da antena (azimute e elevação).
 Ativação das portas de serviço e teste
Rádio Enlace

PROJETO
CONFIGURAÇÃO
Projeto de rádio enlace
Projeto de rádio enlace
• Visada de enlace – Obstrução
• Relevo da linha de visada
• Frequência de TX/RX / distância
• Potência de TX / distância

• Comprimento do cabo FI ou GO
• Diâmetro da antena (ganho de sinal)
TX e RX
• Polarização do sinal (V ou H)
• Frequência liberada (interferência)
• Capacidade de transporte em Mbits/s
TDM (E1)
SDH (STM1)
Ethernet
• Estrutura da torre / suporte de antena

FSR
Obstrução CTP - VMA

Em CTP vê apenas a metade


da parábola de VMA.

28 andares

Mais 5 andares
obstrução total

19 andares
Construídos.

Total de 29
andares

Foto do dia 18/04/2008 tiradas de CTP.


Rádio Enlace OE – Ordem de Execução
Rádio Enlace Projeto - Link
Rádio Enlace Projeto - Equipamento

PRE
Rádio Enlace
Projeto - Equipamento
Rádio Enlace
Projeto - Equipamento
Rádio Enlace Projeto - Equipamento

Rádio SDH – Alcatel LSY


Rádio Enlace Projeto - Equipamento

Fade Margin = Sensibilidade – Nível RX

Margem Fading = 72 – 22,57 = 49,43 dB


Rádio Enlace

Configurações para comunicação do enlace.

Frequência
Modulação

Antena Antena

ODU ODU

IDU IDU
Configurações Frequência

JTN ARF

Diferença entre TX e RX
Altera com TX - 19.342,500
a sub banda RX - 17.782,500
1.560,00

16

57

16

287

16

149
Configurações Frequência
Nível de RX Alinhamento do enlace (RF)
AGC – Automatic Gain Control

IP20
Configurações Serviço

Ericsson CN Nec iPaso

Siae Huawei

Ethernet STM1 E1
O&M Teste lógico

Huawei

Loop Loop
Cabo IDU
Rádio Enlace

SINAL DE RÁDIO FREQUÊNCIA


Sinal de Rádio Frequência

Refração
Desvio sofrido por uma onda de rádio ao passar por meios de diferentes densidades.

Reflexão
Mudança de direção. Inversão completa ou parcial da fase da onda.
Interferências, degradação e até cancelamento do sinal.

Difração
Fenômeno que acontece quando uma onda encontra um obstáculo.
Mantem a mesma velocidade, frequência e comprimento de onda.
Quanto menor o comprimento de onda, menor a degradação do sinal
Polarização V ou H

JBP
v
v
GLY

Fresnel
Antena 20m Onda fora de fase entre TX e RX.
> freq. < comp. onda > raio Fresnel Tem várias zonas, mas a 1, 2 e 3 são as mais importantes.
< freq. > comp. onda < raio Fresnel A distorção pode cancelar a onda.

Fading - é o desvio da atenuação que um sinal de frequência modulada pode sofrer, por meios de propagação.
O fading pode variar de acordo com o tempo, posição geográfica ou frequência de rádio.

As condições atmosféricas e a natureza do terreno afetam a propagação das microondas de tal modo que
dois pontos podem estar em linha de visada e a transmissão não ser satisfatória.

Fading Plano – Devido a diminuição do sinal. Atenuação por chuva e obstáculos. FSR
Fading Seletivo – Devido a diferença de percurso entre raios de um mesmo feixe. Sinais refletidos.
Atenuação X chuva
Antena Parabólica
Consiste de um refletor em forma de parábola e um alimentador posicionado no ponto focal desta parábola.

O ganho de uma antena com refletor parabólico depende do seu tamanho e frequência.
Para o estabelecimento de enlaces nas faixas de UHF e Microondas, onde haja necessidade
de alto ganho, as antenas parabólicas são as mais indicadas.
Polarização
A onda eletromagnética irradiada por uma antena de transmissão é caracterizada por uma componente E
de Campo Elétrico e uma componente H de Campo Magnético. A polarização de uma onda Eletromagnética
descreve o plano no qual se encontra a componente Elétrica desta onda. H V
Se os componentes de uma antena são dipolos, a polarização faz referência em como os
elementos estão posicionados ou orientados em relação ao solo.

Diagrama de Radiação - padrão de radiação das antenas é chamado de Lóbulo.


Os lóbulos do diagrama de radiação são usados para definição de alguns parâmetros de antenas como :
• Ângulo de meia potência e
• Relação Frente-Costa.

Lóbulo Principal : define o Ângulo e Meia Potência.


Lóbulo Secundário : determina os nulos ou regiões do diagrama onde se tem intensidade
de campo reduzida.
FSR
Lóbulo Traseiro : define a relação frente costa da Antena.
Antena Ganha em dBi X diâmetro

18GHz 11GHz
Telecomunicações

Modulação e Demodulação de Sinal


Modulação
Técnica que altera as características da portadora para transmissão de informações.
Alterações combinadas de frequência, amplitude ou fase.
A modulação acorre através de um sinal senoidal gerado pela portadora.
A informação transmitida está no sinal modulado.
Portadora
Sinal senoidal composto por amplitude, frequência e fase, mas que não possui modulação.
A frequência da portadora geralmente é superior à do sinal modulado.
Meio físico – Cabo e RF (rádio frequência).
• Frequência – FM
Variação da frequência.
A amplitude máxima e a fase do sinal da portadora permanecem inalterados.
• Amplitude - AM
Variação da amplitude.
A frequência e a fase da portadora permanecem inalteradas.

• Fase - PM
Variação de fase.
A amplitude e a frequência máxima do sinal da portadora permanecem inalterados.
Os sinais de modulação em frequência (FM) e de modulação em amplitude (AM)
são ambos transmitidos com o auxílio de frequências específicas na portadora.
A faixa de frequência é representada pela frequência central.
FSR
Modulação Rádio Enlace
Tipos de modulação
Modulação QAM - Quadrature Amplitude Modulation – Modulação por Amplitude em Quadratura
É um sistema otimizado de modulação, que modifica simultaneamente duas características da portadora:
Amplitude e sua fase.
Conseguir maiores taxas de transmissão.
Para cada grupo de quatro bits (TETRABIT), a portadora assume um valor de amplitude e fase.

Os bits são ordenados da esquerda para a direita, de cima para baixo.


O bit mais à esquerda é o primeiro bit recebido.

4QAM 2bits/symbol 256QAM 8bits/symbol


8QAM 3bits/symbol 512QAM 9bits/symbol
16QAM 4bits/symbol 1024QAM 10bits/symbol
32QAM 5bits/symbol 2048QAM 11bits/symbol
64QAM 6bits/symbol
128QAM 7bits/symbol 64QAM 128QAM
Maior modulação >> mais bits por símbolo

16QAM
QPSK

FSR
Rádio Frequência Capacidade da modulação em função da largura de banda
Modulações
Modulação 7 MHz 14 MHz 28 MHz 56 MHz
QPSK 11 Mbps 26 Mbps 53 Mbps 110 Mbps Modulação QAM:
4 QAM
16 QAM 26 Mbps 53 Mbps 110 Mbps 220 Mbps 16 QAM
32 QAM 33 Mbps 66 Mbps 136 Mbps 273 Mbps
32 QAM
64 QAM
64 QAM 40 Mbps 80 Mbps 160 Mbps 320 Mbps 128 QAM
128 QAM 47 Mbps 94 Mbps 189 Mbps 388 Mbps
256 QAM
512 QAM
FSR 256 QAM - 110 Mbps 220 Mbps 441 Mbps 1024 QAM
2048 QAM
ZTE 4096 QAM
NEC

SIAE
Modulação Adaptativa – AMR
Provê robustez ao enlace de rádio, principalmente para transmissão de pacotes

Desvantagem
Obstrução do enlace de rádio.
Prédio
Árvore

Esquema de modulação com


largura de banda de 56MHz

Esquema de modulação em
função da largura de banda

FSR
MSE - Mean Square Error (erro quadrado médio).
Representa a diferença entre o RSL esperado e o RSL real.
RSL - received signal

Acionando ACM com MSE


Quando o rádio estiver em condições ideais, o MSE é próximo a -35dB
Quando MSE cai abaixo de -27.5dB, experimentaremos BER elevado
Para evitar High BER, alteramos o perfil quando MSE atinge -31dB
Agora que o rádio é @ perfil 6, o MSE deve melhorar até -32.5 para
recuperar a alta capacidade (perfil 7)
Configurações de Modulação diferentes – MSE = 99.99dB (Modulation Mismatch).

ACM & MSE:


Ex canal de 56MHz. É mais fácil observar o histerese de alteração do perfil ACM
em relação à MSE medida.
O rádio permanece no perfil 6 até o MSE melhorar para -32.5dB.
Sinal modulado Unidade de medida

Frequência
Grandeza física que indica o número de ocorrências de um evento (ciclos, voltas, oscilações), em um determinado intervalo de tempo.
Na Física, o número de voltas por unidade de tempo (segundo) é chamado de frequência.
Período (T) - Tempo decorrido para uma oscilação.
Frequência é o inverso do período. T = 1 / f T = período
f = frequência
Unidade de medida da frequência: 1 = tempo necessário para se completar uma oscilação
f=1/T
Hertz – Hz (Sistema Internacional de Unidades - SI).
• 1 hertz equivale a 1 ciclo por segundo.
• 100 hertz equivale a 100 ciclos por segundo. Senoide – É uma forma de onda.
Hertz – Hz = 1
Quilo hertz – KHz = 1.000 Comprimento de onda - Distância entre valores repetidos.
Mega hertz – MHz = 1.000.000 Unidade de medida - letra grega lambda (λ).
Giga hertz – GHz = 1.000.000.000
Tera hertz – THz = 1.000.000.000.000 Distância entre os valores máximos, mínimos,
ou duas vezes a distância entre nós.

período λ . = c/f
λ = comprimento de onda
c = velocidade da luz no vácuo
299.792,458 km/s ~ 300.000 km/s = 300.000.000 m/s
amplitude

f = frequência da onda 1/s = Hz.

tempo
Cinco ondas senoidais com diferentes frequências.
Azul é a de maior frequência.
O comprimento da onda é inversamente proporcional à frequência.
FSR
Radio Spectrum
Sinal modulado Espectro de Frequência

Divisão de diferentes frequências

Designação AsGa Faixa de 1,5 GHz


por letras

FSR
Rádio Enlace Espectro Vivo – Brasil
4,0 a 8,5 GHz

Nº de canais
Rádio Enlace Espectro Vivo – Brasil
11 a 38 GHz

Nº de canais
Espectro Vivo – Brasil
Resolução ANATEL - 310
Espectro Vivo – Brasil
Resolução ANATEL - 310

≠ Feq. TX e RX

≠ Feq. TX Ch8 e RX Ch1


Sinal modulado Medida de potência RF

dB Decibéis - Uma medida relativa de dois níveis de potência diferentes, é usado para declarar o ganho ou a perda
de um dispositivo em relação a outro dispositivo.
É uma unidade logarítmica utilizada para expressar a proporção entre dois valores de uma grandeza física: potência ou intensidade.

dBw Decibel watts - P (dBm) = 10 log10 · (P (W) / 1 W)

dBi dB isotrópico – Mostra o ganho de uma antena.

dBμ – dB microwatt

dBm dB mW - potência em relação ao 1 miliwatt.

P (dBm) = 10 log10 · (P (W) / 1 mW)

P (dBm) = Potência expressa em dBm


P (W) = potência absoluto medido em Watts
mW = miliWatts
log10 = log na base 10

dB – soma e subtrai com dBW, dBm e dBμ


dBW - Não se soma e nem subtrae com dBW, dBm, dBm e dBμ.

A diferença entre dois valores dBW, ou dois valores dBm, ou dois valores dBμ,
é expresso em decibel (dB).

FSR
Rádio Enlace

GERENCIA
Monitoramento e O&M
Remoto
Gerência de Equipamento DCN - Data Communication Network
Rede de Comunicação de Dados
Trata-se de uma rede específica por onde se conectam todos os elementos de rede
(NE- Network Elements) gerenciáveis de uma rede de telecom.
Out of band mangement - A gerência trafega por outro equipamento.
In band - Via RF – A gerência trafega via rádio frequência (canal de serviço).
Cada enlace ou rota de rádio tem o seu range de IP (rede principal e gateway).
Gerência de Equipamento
Rádio Enlace

TECNOLOGIA DE TRANSPORTE
PCM – 64Kbits/s – 2Mbits/s
PDH – 2Mbits/s – 140Mbits/s
SDH – 155Mbits/s (STM1 – 4 – 16 – 64 - 256)
SERVIÇO Tecnologia de transporte

PCM – Pulse-code Modulation (Modulação por pulso codificado) Amostragem de sinal


fM = 3,4kHz freqüência Máxima
Digitalização do circuito de 64kbit/s da telefonia Fixa. Freqüência de Nyquist = fa= 2fM
Utilizado por circuitos troncos da central de rede Fixa, conjuntamente com a multiplexagem TDM. fa= 2 . (3,4kHz)
fa= 6,8kHz (Mínima freqüência de amostragem)
A informação da amostra da forma de onda é transmitida através de um código binário equivalente.
Frequência de amostragem = 8000Hz (8000 amostras por segundo ou ainda uma amostra a cada 125us).
Teorema de Nyquist: a frequência de amostragem de um sinal analógico, deve ser igual ou maior a duas vezes a maior frequência
do espectro desse sinal, para que possa posteriormente ser reconstituído com o mínimo de perda de informação.
• PCM24 - Enlace T1, padrão dos EUA – 1.544 Kbit/s - 24 canais de voz digitalizados.
A transmissão do sinal de voz via canal telefônico necessita de 7 bits + 1 bit de controle / 8000 amostras/segundo = 64 000 bit/s.
7 bits em cada amostra de um canal correspondem à informação útil (dados). A capacidade de dados de cada canal é de 7 x 8000 = 56 kbit/s.
Portadora T1 tem 193 bits/quadro x 8000 quadro/s = 1.544 kbit/s. Informação útil em 192 bits + 1 de sincronismo.
Capacidade de dados de um T1 = 192 bits x 8000 quadros/s = 1.536 Kbits/s.
• PCM30 - Enlace E1, padrão da Europa e Brasil – 2.048 Kbit/s - 30 canais de voz digitalizados. Total de 32 canais de 64Kbit/s,
sendo 2 destinam a sinalização e sincronismo (canal 0 e canal 16).
Capacidade de dados de um E1 é de 30 x 64 = 1920 Kbit/s. Total de 32 x 64.000 = 2.048 Kbits/s.
Velocidade efetiva de transmissão de dados do assinante – throughput (taxa de transferência).
A transmissão dos canais exige o uso de 2 Multiplexers devidamente sincronizados, fazendo um deles a desmultiplexagem à chegada do sinal.
Terá ainda de se proceder à conversão digital-analógica a fim de recuperar o sinal de voz original. MULTIPLEXADOR – DEMULTIPLEXADOR.
Multiplexação - Técnica que consiste na combinação de dois ou mais canais de informação por apenas um meio de transmissão.
Demultiplexação - Consiste em separar dois ou mais canais de informação.
A taxa de dados é controlada por um relógio no equipamento gerador dos dados. FSR
Variação da taxa pode ser de ± 50 ppm de 2.048 Kbit/s. Ou seja 2.048.000 ± 50 ppm = 2.047.950 a 2.048.050 bits/s.
As amostras de diferentes sinais PCM podem ser agrupadas constituindo então um sinal PCM multiplexado por divisão de tempo,
TDM (Time Division Multiplexing), este tipo de multiplexação permite transmitir simultaneamente vários sinais, dentro do mesmo espaço físico.
SERVIÇO Tecnologia de transporte

PDH - Plesiochronous Digital Hierarchy (Hierarquia Digital Plesiócrona)

Surgiu da necessidade de aumentar o número de canais transmitidos nos cabos com transmissão PCM.

Os canais da hierarquia PDH são agrupados, formando os níveis hierárquicos. Assim, 32 canais de 64 kbit/s formam um canal com
2,048 Mbit/s, via intercalação sequencial de bytes, compondo assim um canal de hierarquia de primeira ordem.
Este canal é denominado de E1.

Combinações de canais de hierarquia de primeira ordem (E1) compõem canais de hierarquia de segunda ordem,
através do mecanismo denominado intercalação sequencial de bits.
Quatro canais de 2 Mbits/s formam um canal de segunda ordem de 8 Mbits/s (E2).
Quatro canais de 8 Mbits/s formam a terceira ordem em 34 Mbit/s (E3).
Quatro canais de 34 Mbits/s formam a quarta ordem em 140 Mbit/s (E4).
Quatro canais de 140 Mbits/s formam a quinta ordem em 565 Mbit/s (E5).

Devido imperfeições do canal (combatidas com a utilização de bits de justificação), as taxas de bits dos canais
associados podem ser levemente diferentes. O que gerou a demoninação "PDH".

Considera-se a PDH uma tecnologia em descompasso com a evolução dos sistemas de telecomunicação, devido à impossibilidade
de identificação de canais individuais dentro dos fluxos de bits de hierarquias superiores.

Vem sendo substituída por sistemas SDH (Sinchronous Digital Hierarchy).

No Brasil foi adotada a Hierarquia Europeia.

FSR
SERVIÇO Tecnologia de transporte

PDH
• Utiliza estrutura padrão europeu até o 4° nível. O 5° nível não é padronizado (565Mbit/s).
• As interfaces elétricas são padronizadas até o 4° nível.
• As interfaces óticas não são padronizadas.
• Utiliza poucos bits para a gerência.

Nível Velocidade Velocidade Tolerância máxima


(Kbit/s) Mbit/s) ppm Hz
PCM 64 - +/- 100 +/- 6,4
E1 2048 2 +/- 50 +/- 102,4
E2 8448 8 +/- 30 +/- 253,4
E3 34368 34 +/- 20 +/- 687,4
E4 139264 140 +/- 15 +/- 2088,9

Como ocorrem diferenças entre os diversos relógios (Clocks) dos sinais a serem multiplexados, é necessário sincronizá-los.
A multiplexagem é realizada por bit.
Bits de justificação são inseridos durante a multiplexação a fim de sincronizar os sinais de entrada.
Os bits de justificação que não possuem informação, são identificados e retirados durante o processo de demultiplexação.
Devido a inserção destes bits de justificação é impossível identificar em níveis superiores as informações relacionadas aos
canais elementares dos níveis inferiores.

Sincronismo é o processo usado para fornecer um sinal de referência de tempo (relógio) comum a diversos circuitos ou equipamentos
de uma rede.

FSR
SERVIÇO PDH – Hierarquia de Canais
30
1 canais
64 Kbps
120
Ordem 1ª 2,048 Mbps canais Demultiplexação
zero ordem 480
2 Mbps canais
32 2ª 8,448 Mbps
2 Mbps ordem 1.520
8 Mbps canais
3ª 34,368 Mbps 6080
2 Mbps
8 Mbps ordem canais
34 Mbps
8 Mbps 4ª 139.264 Mbps
Multiplexação 34 Mbps ordem
140 Mbps
34 Mbps 5ª 565,148 Mbps
140 Mbps ordem

140 Mbps
64 Kbps
Canal
voz E1 E2 E3 E4 E5
dados 2 Mbps 8 Mbps 34 Mbps 140 Mbps 565 Mbps

Canal 2,048 8,448 34,368 139,264 564,992


PCM Mbps Mbps Mbps Mbps Mbps

Alinhamento Alinhamento
de quadro Voz e dados de multiquadro Voz e dados

FSR
0 1 2 15 16 17 18 29 30 31
Telefonia Celular Comunicação ERB - CCC

ERB – Estação Rádio Base


CCC – Central de Comutação e Controle
O primeiro sistema de serviço móvel celular no Brasil e EUA chama-se AMPS, sinal analógico.
AMPS - Advanced Mobile Phone System - Sistema de Telefonia Móvel Avançado.
O primeiro link entre a ERB e a CCC foi através de link de 2MBits/s (E1) via par metálico da rede Fixa (HDSL).
Após a digitalização do sistema móvel celular, os time slots passaram a ser reservados para voz e dados (internet).
Atualmente o sistema GSM tem time slots reservados para voz e dados (máquina de cartão de crédito).

INH

Link
HDSL LIM
BAL
PCM
34MB
Link
PIQ HDSL
Link CVD
HDSL PAH

Link
HDSL E
R
TX B
PCM
140MB
Meio de TX via par metálico Comunicação
CCC Rede HDSL ERB x Modem
LCA LIB Cabo aero ou subterrâneo PCM30
Link
Cabo da ERB impedância 120 ohms
HDSL
Cabo do modem 75 ohms
FSR
SERVIÇO E1 - Link - PDH

Rádio Ericsson MLK-E Rádio Ericsson Traffic Node


Rádio Nec V4

Porta física Porta lógica

FSR
SERVIÇO Ethernet (Fast e giga) - E1 (TDM) - SDH (STM1)

Tributário de 2 Mbits/s

Porta física
Porta lógica
SERVIÇO E1 / 2Mbits/s

Portas
Lógicas - Físicas
SERVIÇO E1 / 2Mbits/s
SERVIÇO E1 / 2Mbits/s
SERVIÇO E1 / 2Mbits/s

Portas
Físicas - Lógicas
SERVIÇO E1 / 2Mbits/s

Board Name: CD1


Board Description: 2-port channelized STM-1 interface board
Board Remark:

Board Name: MP1


Board Description: 16xE1 interface board
Board Remark:

Board Name: ISV3


Board Description: Versatile IF board
Board Remark:

Board Name: ODU


Board Description: Outdoor Unit
Board Remark:

Board Name: PIU


Board Description: power board
Board Remark:
SERVIÇO E1 / 2Mbits/s | STM1 155Mbits/s
SERVIÇO Tecnologia de transporte

SDH - Synchronous Digital Hierarchy (Hierarquia Digital Síncrona) - é um esquema de multiplexação TDM de banda larga.

A técnica SDH realiza multiplexação TDM determinística (ou síncrona). Transporta informações em alta velocidade.

• Necessidade de uma padronização mundial.


• Qualidade de serviço e melhores sistemas de gerenciamento.
• Flexibilidade para inserção e derivação de tributários.
• Agilidade para atendimento às necessidades dos clientes e aos novos serviços.
• Redução de custos

Cada canal opera com um relógio sincronizado com os relógios dos outros canais, e é sincronizado com o equipamento multiplex .

O SDH transporta diferentes tipos de sinais PDH, através da trama padrão denominada STM-N (Syncronous Transport Module),
utilizada tanto para sinais elétricos como para sinais ópticos.

O SDH multiplexa frames baseadas em transmissão de pacotes, como Ethernet e PPP (Point-to-Point Protocol –
protocolo para redes de computadores).

Atualmente o padrão SDH utiliza tramas STM-N com as seguintes taxas de bits:
STM - N Capacidade Capacidade Interface

STM-1 155 Mbps 155,520 Mbps Elétrica ou ótica

STM-4 622 Mbps 622,080 Mbps Ótica

STM-16 2,5 Gbps 2.488,320 Mbps Ótica

STM-64 10 Gbps 9.953,280 Mbps Ótica


FSR
STM-256 40 Gbps 39.183,120 Mbps Ótica
Transmissão Topologia SDH

Vantagens do SDH
• Menor quantidade de passos de multiplexação.
• Menos interfaces de transmissão.
• Padronização para qualquer velocidade.
• Redução do estoque para reposição.
• Canais de operação e manutenção integrados.
• Redução de custos dos equipamentos.
• Possibilidade de transportar e misturar sinais de diferentes hierarquias PDH em um único STM-N.
• Concepção de redes flexíveis com uso de vários tipos de elementos de redes.
• Provê sinais flexíveis com capacidade de transporte - projetado para sinais existente e futuros de faixa larga.
• Permite-se uma única infra-estrutura de rede de telecomunicações interconectar com equipamentos de redes de diferentes fabricantes.
• Maior confiabilidade e disponibilidade.
• Redução de equipamentos redundantes.

Estrutura STM1
270 colunas
SOH
O frame SDH para hierarquia STM1 tem 2430 bytes. A estrutura STM1 pode ser considerada 9 colunas 261 colunas
como um bloco com 9 linhas e 270 colunas.
A ordem de transmissão é linha a linha e da esquerda para direita.
As primeiras 9 colunas, exceto a 4° linha onde está presente o AU Ponteiro, são usadas pelo SOH. 3 linhas RSOH
As 261 colunas e 9 linhas, correspondem ao PAYLOAD, carga útil.

A SOH está dividida em RSOH (3 linhas, 1ª a 3ª) e o MSOH (6 linhas, 5ª a 9ª). 1 linhas POH - Ponteiro
RSOH – Regeneradores e multiplexadores. PAYLOAD
MSOH – Multiplexadores. carga útil

A taxa Básica STM-1do SDH = 9 x 270 x 8 x 8000 =155,520 Mbit/s. 5 linhas MSOH

125 µs
FSR
SERVIÇO Topologia SDH

RSOH (Regenerator Section Overhead) RSOH

• Processado em cada equipamento da rede POH - Ponteiro


PAYLOAD
• Informações de alinhamento de frame carga útil
• Identificação de frame
• Monitoração de erro de regeneração MSOH
• Alarmes físicos externos ao equipamento
• Supervisão de sistema
• Um canal de voz, para comunicação de técnicos entre equipamentos.

MSOH (Multiplex Section Overhead)

• Processado apenas em equipamentos onde existe inserção (add) ou retirada (drop) de canais multiplexados
• Monitoração e indicação de erros de multiplexação
• Controle de chaveamento de mecanismos de proteção
• Monitoração de sincronismo e gerência de sistema.

POH (Path Overhead)

• Processado em cada equipamento,


• Possui os ponteiros que indicam onde se localiza o primeiro byte do(s) VC(s) dentro da área de informação útil (payload)
do frame, e eventuais bytes provenientes de justificação desse(s) VC(s).

FSR
Transmissão Topologia SDH
Estrutura de quadro STM 1
Bytes do quadro SDH
A1 A1 A1 A2 A2 A2 JO RSOH e MSOH
B1 E1 F1
RSOH
D1 D2 D3
H1 H1 H1 H2 H2 H2 H3 H3 H3 POH - Ponteiro
PAYLOAD
carga útil
B2 B2 B2 K1 K2
MSOH
D4 D5 D6

D7 D8 D9

D10 D11 D12


STM 1
S1 Z1 Z1 Z2 Z2 M1 E2

FSR
Transmissão Topologia SDH
Topologia SDH Bytes SDH

RSOH

POH PAYLOAD
MSOH carga útil

B2 – permitem a monitoração de erro na seção multiplexadora . MSOH

A monitoração de erro é feita sobre todos os bits do STM-N anterior exceto aqueles localizados na RSOH.

K1 e K2 - fornecem sinalização de comutação automática de proteção, e são utilizados para comunicação entre MSP local e
remota com propósitos de comutação através de um protocolo orientado a bit.
Os bits 6,7,8 do K2, indicam RDI=110 e ou MS-AIS=111.

D4 - D12 – formam um canal de 576Kb/s para comunicação de dados no percurso dentro da camada de seção
multiplexadora. Este canal é baseado em protocolos é usado para transportar informações de gerência de rede e informações de
Manutenção.

S1 - fornece uma mensagem do status de sincronização, ou seja, indica a qualidade de um fonte de sincronismo utilizado para
temporizar o sinal STM-N a ser transmitido.

Z1 e Z2 - são reservados para padronizações futuras.

M1 - byte REI da seção multiplexadora, é usado para enviar a contagem dos blocos errados detectados pelo BIP- 24 (B2) do
equipamento remoto para o equipamento de origem. Isto permite que a performance da linha de transmissão bidirecional seja
monitorada em ambos os lados.

E2 - é um canal de 64Kb/s para serviço de comunicação de voz, e é acessado no terminal da Seção Multiplexadora.
É definido somente para o primeiro STM-1 de um sinal STM-N
FSR
Topologia SDH Bytes SDH

RSOH

A1 e A2 – fornece uma palavra de alinhamento de quadro: 1111011000101000


Três bytes A1 mais três bytes A2 são fornecidos para cada canal STM-1 em um STM-N
J0 - é um byte usado para transmitir repetitivamente uma mensagem de 16 bytes, identificadora de path da seção regeneradora.
B1 - permite a monitoração de erros na seção regeneradora usando o código BIP-8 (de 8 bits paridade par).
Este check de paridade par é calculado sobre todos os bytes do quadro STM-N anterior( depois de embaralhado).
O valor calculado é colocado no byte B1 do quadro atual, antes do embaralhamento.
RSOH
É definido somente para o primeiro STM-1 de um sinal STM-N.
PAYLOAD
E1 – é um canal de 64Kb/s para serviço de comunicação de voz, entre regeneradores, hubs e terminais remoto. POH
carga útil
É definido somente para o primeiro STM-1 de um sinal STM-N
MSOH
F1 - é um canal de 64Kb/s para serviço de comunicação entre equipamentos terminais da seção regeneradora.
É definido somente para o primeiro STM-1 de um quadro STM-N

D1,D2 e D3 - provê um canal de dados de 192 Kb/s para comunicação no percurso dentro da camada de seção regeneradora.
É definido somente para o primeiro STM-1 de um STM-N
POH
H1,H2,H3 - são bytes dos ponteiros de AU. Não fazem parte do MSOH. Porém são processados pelo equipamento terminal na
seção multiplexadora. Estes bytes definem a posição inicial do VC-4 dentro do quadro STM-1.
H1, H2 - são usados para identificar o primeiro byte do VC-4.
H3 – são conhecidos como " bytes de Ação " de Ponteiro. Transportam dados do VC-4 quando ocorrer uma justificação negativa,
uma área reservada para overflow (transbordamento). A cada justificação negativa o VC-4 é movido de 3 em 3 bytes.
Para a justificação positiva, utiliza-se a posição 0 do VC-4 com movimento de 3 em 3 bytes.
FSR
Topologia SDH Quadro STM1

RSOH - Regenerator Section Overhead O POH - diretamente associado ao payload


e juntos eles formam um VC = Container Virtual.
MSOH - Multiplex Section Overhead
Cabeçalho SOH - providencia facilidades que são requeridas para
POH - Path Overhead suportar e manter o transporte do payload através da rede.

Payload - RSOH - Seção Regeneradora


MSOH - Seção Multiplexadora

RSOH

POH - Ponteiro
RSOH
STOP Baú
POH - Ponteiro
PAYLOAD Carga
carga útil
MSOH
MSOH

FSR
Topologia SDH Multiplexagem

Estrutura de multiplexagem do SDH

N 1 1 139.264 Kbps
STM-N AUG AU4 VC4 C4

Multiplexagem
1 34.268 Kbps
Alinhamento 7 TUG3 TU3 VC3 C3
Mapeamento 3x7x3

3 2.048 Kbps
TUG2 TU12 VC12 C12
K L M

TUG3 - 1 TUG2 - 1 TU12 - 1 111 - - -173 Total de 63 KLM


TUG3 - 2 TUG2 - 2 TU12 - 2
TUG3 - 3 TUG2 - 3 TU12 - 3 211 - - -273 Cada KLM corresponde a um E1 2Mbps
TUG2 - 4
TUG2 - 5 311 - - -373
TUG2 - 6
TUG2 - 7 FSR
Topologia SDH - KLM Central GSM - BSC

KLM e VC12

No mux Huawei é MLK


Alcatel – 341 STM1 – 0
Huawei - 143 VC12 - 40
Topologia SDH Central GSM - BSC

VC12 = 2MBits/s DIP VC12

ETM2 - 0

ETM2 - 8

Link de STM1 – KLM igual ponta a ponta – origem / destino


G1 - 123 ----- 123 X 352 ----- 352 X 373 ----- 373 X 111 ----- 111
OK
G2 - 273 ----- 273 X 273 ----- 273 X 352 ----- 352 X 352 ----- 352

G3 – 345 ----- 263 errado


Topologia SDH Cross conexão MUX SDH

K L M
L

TUG3 - 1 TUG2 - 1 TU12 - 1


TUG3 - 2 TUG2 - 2 TU12 - 2
TUG3 - 3 TUG2 - 3 TU12 - 3
TUG2 - 4
TUG2 - 5
TUG2 - 6 K
TUG2 - 7

FSR
M
Mux e rádio SDH

8/16/A1-D15

8/1/7/A1-D15

FSR

8/1/9/A1-D15
Transmissão Rede de transmissão

• Rádios PDH e SDH


• MUX (multiplexador) ou ADM ou Add Drop Multiplex

Site A Site B Site C


Site
Concentrador Rádio PDH 8Mbps 1E2 Rádio PDH 16Mbps 2E2 Rádio PDH 34Mbps ETH 1E3

4E1 8E1 16E1


FAST ETH

Interligação cabo BTS GSM


coaxial 75 ohms
TX e RX

Site D Node B 3G
Rádio SDH
1+1

63E1 – KLM de 111 a 373


Site E P1
ETH
Rádio SDH P2
STM-4
MUX ou ADM STM-1
1:2 P3

P4

STM-4 STM-16 GIGA BIT ETH


Site F
STM-N
Rádio SDH STM-1
conexão ótica
TX e RX
1:1 conexão elétrica
cabo coaxial
75 ohms Site F
TX e RX
MUX ou ADM

Central
RNC
STM-16 GIGA BIT ETH
WCDMA
BSC
STM-1 Redback
GSM MUX ou ADM STM-1
FSR CORE
Transmissão Topologia de rede SDH

Ponto a ponto Anel Malha

SDH SDH SDH SDH

SDH SDH SDH SDH PDH

Barramento

SDH SDH SDH SDH SDH SDH

Árvore Estrela

SDH SDH SDH

SDH SDH SDH


PDH SDH SDH SDH SDH

SDH

ADM ADM ADM


Anel
Anel secundário
secundário ADM ADM ADM ADM
PDH ADM Anel Backbone

Anel principal

ADM ADM ADM PDH PDH


ADM ADM
Anel Anel
secundário secundário

ADM ADM ADM


PDH
FSR
Transmissão Rede de Transmissão sem proteção

Cenário Inicial – rota POA – VES


TX via rádio.

SMG
(SPO-SM) IAQ
(IAQ-IT) POA (POA-
PA)

VUN GUZ
(SPO-VU) (SPO-GZ)
POA
NPO
(1)
FAV
GUZ
JLO
JSC
CBB
CIK

(2)
CIK
IJC
(1)
RSY
PKI
VIT JTG AYT

(1) JTG PIM


JIM
VIT
VCU
JCQ
X JHL
GPG
VT2
JFG
Site Móvel
CNC IPL
(4) BNF IAQ
RBU SMG
CCC VES PKI Site Fixa
(2)
(SPO-VE)

JFG
Rádio SDH _STM1

Total de 29 sites de VIT - VES FSR Rádio PDH


Transmissão Proteção em rede de Transmissão

Cenário Proposto – rota CIK, POA – VES.


Proteção em anel. Objetivo
Priorizar – Voz
POA
SMG IAQ (POA_PA)
(SPO-SM) (IAQ-IT) GSM, W e LTE
Rotas diferentes
X Rota de Rádio
VUN GUZ POA
(SPO-VU) (SPO-GZ) NPO < banda Ethernet
FAV Cap_Alloc
ITQ
(SPO-IT) JLO (2)
JSC
CBB

CIK

(2) CIK
IJC Site Móvel
(2) RSY
PKI
VIT JTG AYT
(2) Site Fixa
JHL GUZ
GPG PIM
CNC VT2
JIM VCU IPL
VIT JCQ JFG
(4)
CCC VES BNF IAQ
RBU SMG
(SPO-VE) PKI
(2) Fibra Óptica
Rádio SDH
JFG
Sentido tráfego protegido

Sentido tráfego

FSR X Interrupção tráfego


Transmissão Proteção em rede SDH

 EPS Proteções de Hardware (Equipment Protection Switch)


 Tipos de proteções - Tributários
- Relógio (Timing) e Alimentação (Power)
• EPS - Equipment Protection Switch - Matriz de Comutação (Switch)

• SNCP - Sub-Network Connection Protection

• MS-SPRING - Multiplexer Section Shared Protection Ring


2 Fibras e 4 Fibras Acesso físico 63 E1

• MSP - Multiplexer Section Protection STM-1 STM-1


W P

Matriz standby
Matriz ativa
W W P P P

STM-1 ativa
STM-1 ativa
FSR
Transmissão Proteção em rede SDH

 SNCP (Sub-Network Connection Protection)


Proteção de circuito VC12, VC3 e VC4.
O tráfego é transmitido em duas vias, uma na rota principal e outra na rota de proteção.
Ocupa banda nas 2 vias de TX (caminhos principal e reserva);
A via de TX principal e reserva podem trafegar via fibra ótica ou rádio, e utilizar equipamentos de fabricantes diferentes.
Configurada para capacidades STM-1, STM-4, STM-16.

PRINCIPAL PRINCIPAL
PROTEÇÃO PROTEÇÃO
C-A A-C A-C
C-A
A B A B

A-C A-C

C-A C-A

D C D C

FSR
Transmissão Proteção em rede SDH

 MS-SPRING 2F e 4F (Multiplexer Section Shared Protection Ring)

O tráfego é transmitido apenas na via principal.


A proteção é feita somente por fibra óptica.
Não pode utilizar equipamentos de fabricantes diferentes. AU4.1
(STM-1, STM-4, STM-16). .
C-A A-C AU4.32
AU4.33
.
A AU4.64 B

AU4.1
.
AU4.32 AU4.1
AU4.1
AU4.33 .
.
. AU4.32
AU4.32
AU4.1 AU4.64 AU4.33
AU4.33 AU4.1
. .
. .
AU4.32 AU4.64
AU4.64 AU4.1 AU4.32
AU4.33 AU4.33
. .
AU4.32 .
AU4.64 AU4.64
AU4.33
.
AU4.64
PRINCIPAL A-C
PROTEÇÃO
C-A
FSR D C
Transmissão Proteção em rede SDH

MS-SPRING

AU4.1a
.
C-A A-C AU4.32
AU4.33
.
A AU4.64 B

AU4.1
.
AU4.32 AU4.1 AU4.1a
AU4.1
AU4.33 . .
.
. AU4.32 AU4.32
AU4.32
AU4.1 AU4.64 AU4.33 AU4.1c
AU4.33 AU4.1a AU4.1c .
. .
. . .
AU4.32 AU4.64 AU4.32
AU4.64 AU4.32 AU4.1 AU4.32
AU4.1c AU4.33 AU4.1a AU4.33
. . .
AU4.32 . .
AU4.32 AU4.64 AU4.32 AU4.64
AU4.1a AU4.33
. .
AU4.32 AU4.64
PRINCIPAL A-C
PROTEÇÃO
C-A
D C
FSR
Transmissão Proteção em rede SDH

 MSP (Multiplexer Section Protection)


Ótica
A proteção ocorre somente na seção de multiplexação (E1, E2, E3 e E4).
1+1 - O sinal é transmitido na via principal e reserva. Na recepção o sinal é selecionado.
1:N - O sinal é transmitido somente na via principal.

• Arquitetura Broadcast Seletor 1+1:


1+1 O sinal é transmitido na
linha principal e reserva.
Seletor Broadcast
Na recepção o sinal é
selecionado.
• Tipo de Comutação
Unidirecional 1:N:
Bidirecional Bridge Seletor
O sinal é transmitido
somente na linha principal.
• Modo de Operação Seletor Bridge
Bridge Seletor
Reversivo
Não-Reversivo
Seletor Bridge

FSR
Transmissão Backbone Regional

JBQ
SPO_CB_01 3/5A/4~8/Sub1

Portugal Cross Connect Ótico


Telecom
Concentrador TX

Hi-Speed Proteccion
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21
22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35 36 37 38 39 40

Alimentação
3/6A/3/Disj. 1 - A
3/6A/3/Disj. 2– B
3/6A/3/Disj. 20 - S

4 x STM-1 - SPARE
63X2M - SPARE

4 x STM-1
63X2M

63X2M

63X2M

63X2M
SPO_VV_01-SPO_CB_01 1S 1 1 RF3 - 3/6A/09/B01

SPO_VV_06-SPO_CB_01 1S 1 2 RF1 - 3/6A/09/B02

SPO_VV_06-SPO_CB_01 1S 2 3 RF2 - 3/6A/09/B03

SPO_VV_06-SPO_CB_01 1S 3P 4 RF0 - 3/6A/09/BD04


Redback

RF1 - 3/6A/09/A02
RF0 - 3/6A/09/A01

RF2 - 3/6A/09/A03
RNC BSC

RF3 - 3/X
Para
VIVO SEDE

Alimentação
2’ H - 11.285 W

4’ H - 11.365 W

3/6A/3/Disj. 1 - A
6’ H - 11.445 P

8’ H - 11.525
3/6A/3/Disj. 2– B
3/6A/3/Disj. 20 - S
CORE de REDE
FSR SPO_CB_RD_01 3/5A/4~8/Sub1
Rádio Enlace

ETHERNET via PDH e SDH


Ethernet Ethernet via Rádio Enlace

Transmissão de dados ethernet via links PDH / SDH


Ethernet sobre PDH sobre SONET / SDH (EoPoS) ou EoPDH
É uma técnica que fornece conectividade ethernet através de redes não ethernet.
Conjunto de protocolos que permitem o tráfego de Ethernet através de redes de hierarquia síncrona digital.
GFP - Generic Framing Procedure. Técnica de multiplexagem. Um quadro GFP é gerado antes de ser transmitido através da rede SDH.
GFP-F mapeia o quadro cliente em um único quadro de GFP. - Protocolos baseados em pacotes/quadros (IP/PPP ou Ethernet/MAC).
GFP-T permite o mapeamento de vários fluxos para transporte dentro de um quadro de GFP.
Oferece transmissão direta de fluxos de dados que necessitam de baixa latência, tais como VoIP, video digital
EoPDH
Metodologia padronizada para o transporte de frames ethernet sobre a infraestrutura de telecomunicações existente (cabo de cobre),
aproveitando a tecnologia de transporte PDH.
Permitiu as operadoras de telecomunicações oferecerem uma banda ethernet maior.
Os dados da hierarquia síncrona digital (PDH) são encapsulados e passados através de um bloco de mapeamento que utiliza
concatenação virtual (VCAT) para encaminhar o fluxo de bits a um ou mais caminhos SDH.
Depois de atravessar caminhos SDH, o tráfego é processado na forma inversa.
A concatenação virtual SDH podem ser a nível de VC-4, VC-3, VC-12 ou VC11.
O ajuste da banda ethernet é dinâmica, podendo fazer incrementos de 1,5 Mbps.
O protocolo ITU-T G.7042 VCAT / LCAS fornece alocação dinâmica e flexibilidade para usar eficazmente toda banda SDH.
Multiplexação inversa, combina vários links em uma determinada camada (links agregados) para alcançar um aumento proporcional na
largura de banda disponível no link agregado.
VCAT - Virtual Concatenation
LCAS - Link Capacity Adjustment Scheme - regime de ajustamento capacidade do link.
FSR
Ethernet Ethernet via Rádio Enlace

IDU
ODU
2,048 Mbps
E1 Serviço
2 Mbps
2ª 8,448 Mbps Tributário TDM
2 Mbps ordem Eth
8 Mbps
2 Mbps 3ª 34,368 Mbps
8 Mbps ordem
34 Mbps
8 Mbps 4ª
34 Mbps ordem EoPDH
MODEM 34 Mbps

Adaptação
PPP x GFP

GbE
Backbone
Servidor Eth EoPDH EoPDH NodeB
SDH

FSR
Ethernet
Definição de Ethernet

Rede de área local onde a informação é transmitida em pacotes de comprimento variável e cada dispositivo de rede seleciona somente o pacote a ele enviado.

A transmissão de um endereço ethernet se dá com base nos endereços MAC de destino e origem. MAC - Media Access Control.

MAC - endereço físico de 48 bits da interface de rede. É responsável pelo controle de acesso de cada equipamento à rede Ethernet.

A transmissão de um frame ethernet em um switch é feita através da aprendizagem do endereço MAC via brodcast.
HOB – sempre faz brodcast.
SWITCH – faz brodcast apenas uma vez para reconhecer o endereço MAC.

Broadcast – é o processo pelo qual se transmite ou difunde determinada informação, tendo como principal característica que a mesma informação está sendo
enviada para muitos receptores ao mesmo tempo.
Um endereço de broadcast é um endereço IP (e o seu endereço é sempre o último possível na rede ou sub-rede)
que permite que a informação seja enviada para todas as maquinas de uma LAN, MAN, WAN e TANS.

Portas ethernet: E-Ethernet 10Mbps / FE-Fast ethernet 100Mbps / GE-Giga 1Gbps / 10Gbps – 10GBE. LAN - Local Area Network
MAN - Metropolitan Area Network
Modo Transmissão WAN - Wide Area Network
W – Equivale a rede sem fio, WLAN.
• Simplex - Durante todo tempo apenas uma estação transmite, a transmissão é feita uni-lateralmente.
• Half-duplex - Não ocorre transmissão simultânia.
• Full-duplex - Ocorre transmissão simultânia.

Camadas (layer) ethernet TCP/IP:


TCP/IP = Transmission Control Protocol - Protocolo de Controle de Transmissão / Internet Protocol - Protocolo de Interconexão)
Capacidade de conectar redes de tamanhos diferentes e sistemas de diferentes tipos.
Camada 1 – Física (Modem, Switch, Hob, Bluetooth,USB).
Camada 2 – Interface de rede, enlace ethernet (802.11 WiFi, IEEE 802.1Q).
Camada 3 – Rede IP (IPv4, IPv6) (comunicação destino / origem ARP, RARP, ICMP, IPsec).
Camada 4 – Transporte (comunicação entre processos TCP, UDP, RTP, SCTP, DCCP).
Camada 5 – Aplicação (troca de informação entre aplicaçoes HTTP, SMTP, FTP, SSH, Telnet).
Ethernet Comunicação

A troca de informação necessita de um número de tarefas que devem ser empreendidas por ordem, para que a informação seja transmitida
de um local para o outro com sucesso.

Endereçamento da Mensagem - Colocando um endereço no local certo o qual o sistema sabe aonde vai chegar.

Transmissão da Mensagem - Envio para o destinatário correto.

Tipos de transmissão - Unicast – Broadcast – Multicast

UNICAST - A informação é transmitida para apenas um destinatário da rede. Apenas um endereço MAC.
BROADCAST - A informação é transmitida para todos destinatários da rede. Todos endereços MAC.
Também utilizada quando a origem não sabe o endereço de um determinado destino.
Descobrir o endereço MAC.
MULTICAST - A informação é transmitida para um grupo de destinatários da rede. Seleção de endereços MAC.
MAC Address - Media Access Control - endereço atribuído à placa de interface de rede.

Formado por um conjunto de 6 bytes separados por dois pontos ou hífen.


Cada byte é representado por dois algarismos na forma hexadecimal 00:9a:8b:87:81:80.
Cada algarismo em hexadecimal corresponde a uma palavra binária de quatro bits, desta forma, os 12 algarismos
que formam o endereço totalizam 48 bits.

Hexadecimal 02:60:8C:07:48:05
X
Binário 00000010.01100000.10001100.00000111.01001000.00000101

FA-6B-9A-50-CD-AE

FSR 11111010.01101011.10011010.01010000.11001101.10101110
Ethernet Comunicação

NE – Network Element
Transmissão
MAC
02.60.8C.07.48.05
Informação 08.00.20.05.11.52
Broadcast 00.00.1D.00.97.1C
Servidor
0D.0A.12.1A.18.10

• IP address
• MAC address

Exemplos de transmissão de mensagens:


Unicast - Informação de gerência e tráfego das NodeB’s.
Brodcast – Informações de sincronismo.
Multicast – Informações de gerência dos rádios Huawei.

FSR
Ethernet Comunicação

NE – Network Element – Equipamentos utilizados na prestação de um serviço de telecomunicações.


HUB – Centraliza a distribuição de dados em rede e replica para todas as portas, a informação recebida do gateway.
Gateway – permite a comunicação entre duas redes distintas.
SWITCH – Centraliza a distribuição de dados e envia somente para a porta de destino. Aumenta o desempenho da rede.
ROTEADOR – Define o caminho a percorrer para interligar duas redes. Modelo OSI (Open Systems Interconnection).
REPETIDOR – Repetir e recuperar o sinal.
BRIDGE – Repetidor inteligente. Lê e analisa os dados. Modelo OSI.
Endereço IP Internet Protocol - Identificação de um dispositivo que se comunica via adaptador de rede (placa de rede).
Identifica um host (computador ou outro dispositivo, como uma impressora ou um roteador) em uma rede TCP/IP.
Cada elemento de rede na internet possui um IP, utilizado para as máquinas se comunicarem.
DNS - Domain Name System – Converte um endereço de domínio em um endereço IP.
Ex: Domínio - www.telefonica.com = IP 212.170.36.79

IP V4 – 32 bits – 4 octetos - 4.294.967.296 endereços.


11111010.01101011.10011010.01010000

IP V6 - 128 bits – 16 octetos- cerca de 3,4x10(38).


11111010.01101011.10011010.01010000.11111010.01101011.10011010.01010000. 11111010.01101011.10011010.01010000.11111010.01101011.10011010.01010000
FSR
Ethernet Endereço IP

Endereço IP – IPv4 é um número de 32 bits, formado por quatro octetos (Bytes), representados no formato decimal “192.168.1.41".

O endereço IP pode ser usado para conectar-se a uma rede ou host.


Um endereço IP não identifica um equipamento individual (host), identifica uma conexão à Internet.
Um gateway conectado a várias redes tem vários endereços IP. Um para cada conexão.

O endereçamento IP é dividido em duas partes:

Primeira - responsável por identificar a rede à qual o computador está conectado.


Segunda - utilizada para identificar os Hosts que pertencem à rede.

O endereçamento IP foi dividido em cinco classes diferentes:


A, B, C, D e E.

As classes D e E não são utilizadas. Reservadas para utilizações futuras.

Cada classe reserva um número diferente de octetos para seu endereçamento de rede e diferenciam pequenas, médias e grandes redes.

São utilizados os números de 0 a 255 para representar cada octeto. 00000000.00000000.00000000.11111111

Classe A
O primeiro octeto é atribuído para identificar a rede e os três últimos identificam os Hosts.
Redes de grandes dimensões, até 16.777.214 hosts.

Classe B
Os dois primeiros octetos identificam a rede e os dois últimos identificam os hosts.
Redes moderadas a grande porte, até 65.534 hosts.

Classe C
Os três primeiros octetos identificam a rede e o último octeto identifica os hosts.
Redes pequenas, até 254 hosts.
Ethernet Endereço IP

Resumo Classes de endereço IP - Mais de 4 bilhões de endereços disponíveis.

A: Primeiro bit é 0 (zero)


B: Primeiros dois bits são 10 (um, zero)
C: Primeiros três bits são 110 (um, um, zero)

D: (endereço multicast): Primeiros quatro bits são: 1110 (um, um, um, zero)
E: (endereço especial reservado): Primeiros quatro bits são 1111 (um, um, um, um) Octetos ou bytes
Rede Privada:

Três faixas.
Não podem comunicar diretamente com a rede pública.
Definido pela norma RFC 1918.
RFC - Request for Comments ou pedido para comentários.
São documentos técnicos desenvolvidos e mantidos pelo IETF (Internet Enginnering Task Force),
instituição que especifica os padrões que serão implementados e utilizados em toda a internet.

Decimal x Binário

FSR
Endereço IP Endereço IP de uma NodeB.
NodeB

Faixa de IP IP da Rede = 10.15.123.8


• 1º IP pertence ao endereço da rede.
Máscara /29 = 255.255.255.248
• Último ao IP broadcast.
Nº IP Host = 6
IP do Gateway = 10.15.123.9
IP Broadcast = 10.15.123.15

IP AND bit a bit | 0+1=0 | 0+0=0 | 1+1=1


NodeB
Máscara
Rede

IP da rede – 10.15.123.8 - 00001010.00001111.01111011.00001000


FSR
O IP de gerencia de WAQS1 - 10.15.123.11 /29 IP OR bit a bit | 0+0=0 | 1+1=1 | 0+1=1
NodeB
IP = 00001010.00001111.01111011.00001011
Máscara
Bits p/ a rede Bits p/ Host
Broadcast
Máscara /29 = 11111111.11111111.11111111.11111000
IP da rede – 10.15.123.15 - 00001010.00001111.01111011.000011111
Endereço IP Protocolo ARP

ARP - Address Resolution Protocol


A função principal do ARP é traduzir Endereço IP para Endereço MAC.
Redback
O ARP não é restrito a redes IP ou Ethernet.
Camada de ligação de dados (TCP/IP)
Utilizado para resolver endereços de diferentes protocolos de rede.
Também é utilizado em outras tecnologias de IP sobre LAN,
como Token Ring, FDDI ou IEEE 802.11, e para redes IP sobre ATM.
IPv6 – a função do ARP é realizada pelo NDP - Neighbor Discovery Protocol.
A alternativa para as máquinas que não suportem ARP é um pré-mapeamento (estático)
dos endereços.
Comando:
SERPGEA>sh ip arp | i 1/3
Comando p/ visualização de todos os IPs configurados na interface X porta Y (1/3).

Spanning Tree Protocol - STP

QoS Quality of Services - padrão IEEE 802.1Q.


Permite implantar caminhos redundantes.
Identifica o melhor caminho entre bridges ou switches.
Resolve problema de loop em rede comutada.
Quando um switch STP descobre loop na rede, bloqueia uma ou mais portas redundantes.
O STP manda mensagens multicast de BPDU.

BPDU - Bridge Protocol Data Units


Determina o melhor caminho – Informações multcast / MAC.

FSR
Ethernet - IP Camadas

Camada - Pilha de protocolos da Internet (ou pilha TCP/IP). Protocolos responsáveis pela comunicação na Internet.
As camadas inferiores fornecem serviços às camadas superiores.
Na pilha TCP/IP, o TCP é o principal protocolo da camada de transporte, enquanto que o IP é o responsável pela camada de redes.

Camadas
O modelo TCP/IP possui 4 camadas
O modelo OSI possui 7 camadas.

FSR
Ethernet - IP

VLAN – Virtual Local Area Network


Ethernet - IP VLAN
VLAN – Rede Virtual Local dentro de uma rede ethernet - padrão IEEE 802.1Q.

Adiciona rótulos de 32 bits (802.1Q tags) nos quadros ethernet e instrui os NE’s da camada de enlace (switches, bridges) a trocarem apenas quadros
contendo um mesmo identificador. Divide uma rede física em várias redes virtuais. Comunicação via camada de rede.

Rotula determinado serviço. Utilizada para separar ou segmentar logicamente, dois tráfegos ou serviços dentro de uma transmissão.
É uma rede logicamente independente. Pode ter várias VLAN's em um roteador (switch), de forma a dividir uma rede local (física) em mais de uma rede (virtual),
criando domínios de broadcast separados.
VLAN utilizada pela Node B:
Responsavél pela política de QoS (Quality of Services). Pertence a camada 2.
159 – gerência (1ª portadora 2.100MHz).
157 - gerência (2ª portadora 850MHz).
O n° de VLAN varia de 0 a 4094.
308 – tráfego (1ª portadora 2.100MHz).
304 – tráfego (2ª portadora 850MHz).
Três tipos de VLAN: Acesso – Trunk – Túnel.

 Acesso – Utilizada para informação sem TAG (sem VLAN). A porta recebe frame padrão e transmite frame padrão.
A VLAN é incerida na origem da rede de transporte e retirada no destino.

 Trunk – Utilizada para informação com TAG (com VLAN). A porta só reconhece a VLAN da informação, as demais são descartadas.

 Túnel - Utilizada para informação com TAG (com VLAN). A porta acrescenta outra VLAN mantendo a VLAN da informação.

Aplicação da VLAN:

• Portas – camada 1
A VLAN pode ser distribuida por porta física em um gateway ou switch, e o NE conectado de acordo
com a VLAN utilizada.

• Endereço MAC – camada 1


O NE da rede virtual é identificado pelo endereço MAC (Media Access Control) do servidor principal.
O servidor reconhece o endereço MAC pertencente a cada VLAN.
A tabela de NE tem que ser reconfigurada.

• Protocolo - camada 2
O NE é identificado pelo tipo de protocolo encontrado no cabeçalho da camada 2.

• Endereço IP – camada 3
FSR O NE é identificado pelo endereço IP.
Frame Ethernet Padrão Ethernet

A transmissão de um frame ethernet se dá com base nos endereços MAC de destino e origem.

Ethernet Switching
A transmissão de um frame ethernet em um Switch é feita através da aprendizagem do endereço MAC.

FSR
VLAN – rede virtual Ethernet

VLAN
Permite realizar a segmentação lógica do tráfego ethernet (camada 2):

Permite dividir o domínio de broadcast:

FSR
VLAN – rede virtual Ethernet

Virtual LAN
• Frame 802.1q
MTU - Maximum Transmission Unit
FCS - Frame Check Sequence
TCI - Tag Control Information
CFI - Canonical Format Indicator
Indicador de formato canônico
(de acordo com a norma)
1 – MAC não canônico
0 – MAC canônico

VLAN ID - 0 a 4094

• Frame 802.1q “Q in Q”

VLAN sobre VLAN


TAG de VLAN
VLAN túnel

FSR
VLAN – rede virtual Ethernet via Rádio Enlace
 Acesso – Utilizada para informação sem TAG (sem VLAN). A porta recebe frame padrão e transmite frame padrão.
A VLAN é incerida na origem da rede de transporte e retirada no destino (VLAN padrão = 1).
 Trunk – Utilizada para informação com TAG (com VLAN). A porta só reconhece a VLAN da informação,
as demais são descartadas.
 Túnel - Utilizada para informação com TAG (com VLAN). A porta acrescenta outra VLAN mantendo a
VLAN da informação.

FSR
VLAN – rede virtual Ethernet via Rádio Enlace
Considerando a VLAN = ao nº da porta
Access – porta 2 – VLAN 2
Trunk – porta 3 – VLAN 3
Tunel - porta 4 – VLAN 4

Site A Site B 1
2-3-4
Trunk 2
VLAN MODEM 1
L2 3
SW 4
Trunk MODEM 2
VLAN
5

1 Site C Site B 1
Trunk Trunk
2 2
MODEM 1 VLAN VLAN
MODEM 1
3 L2 L2 3
4
SW SW
MODEM 2 MODEM 2 4
Trunk Trunk
5 VLAN VLAN 5
6 6

UNI GWD NNI NNI GWC NNI Site D

RNC
VLAN – rede virtual Ethernet via Rádio Enlace

FSR
VLAN – rede virtual Ethernet via Rádio Enlace

VLAN Q in Q / Túnel

FSR
Rádio Enlace

SERVIÇO ETHERNET
Ethernet Serviço Ethernet.

MEN – Metro Ethernet network – Prove o serviço aos clientes. MPLS - Multi-Protocol Label Switching
O cliente é conectado a MEN através da interface de rede do usuário. Aplicado no encaminhamento de pacotes Ips.
UNI - User Network Interface Combina o roteamento de nível 3 com a comutação de nível 2.
Interfaces ethernet – 10Mbps, 100Mbps e 1000Mbps.
Camada TCP/IP
Comunicação ethernet em rede IP ou MPLS. Camada 1 – Interface física.
PW - Pseudowire Camada 2 – IP de rede. Protocolo IP.
EVC – Ethernet Virtual Conection Camada 3 – Transporte.
Conexão ponto a ponto ou multiponto entre duas UNI. Camada 4 – Aplicação (HTTP, FTP, SMTP, DNS).
EVCs diferentes não se comunicam.
VPLS - Virtual Private LAN Service Protocolos MPLS
IGP - Interior gateway protocol.
Tipos de serviços:
Roteamento entre gateway vizinho. RIP, OSPF, IS-IS, EIGRP.
Ethernet LINE (E-LINE). Linha eth – ponto a ponto entre duas UNI.
Uma interface UNI pode receber mais de uma E-Line. EVC direrentes. EGP - Exterior Gateway Protocol. Desuso.
Ethernet LAN (E-LAN). Multiponto entre duas ou mais UNIs. Mesmo EVC. Roteamento entre gateway externo. ISO-IDRP, BGP.
Ethernet TREE (E-TREE) – Ponto-a-multiponto.
EVC - Ethernet Virtual Conection
Rádio A Rádio B EVC1.......EVC2.....
VPLS.....
UNI UNI
Metro RNC
3G / 4G GWD Ethernet GWD/C CORE
Network
Cliente MME
CE - Customer Equipment
MPLS MPLS
Ethernet Rádio IP - Switch Ethernet

O rádio IP dispõe de um switch Ethernet interno.


A configuração do switch é feita utilizando os padrões do IEEE: 802.1D – 802.1Q – 802.1ad (protocolos de rede).
IEEE - Instituto de Engenheiros Eletricistas e Eletrônicos ou 3-E.

 802.1D O padrão IEEE 802.1Q permite a criação de redes virtuais locais, VLANs, dentro de uma rede ethernet. A
ideia principal é a de adicionar rótulos de 32 bits (802.1Q tags) nos quadros ethernet e instruir os
Uso de MAC address para encaminhamento de tráfego; elementos comutadores de camada de enlace, switches, bridges, a trocarem entre si, apenas quadros
contendo um mesmo identificador. Isto permite que uma rede física seja dividida em várias redes virtuais.
 802.1Q
Uso de C-VLAN ID para encaminhamento de tráfego; O tipo 0x8100 foi definido para identificar os quadros no formato IEEE 802.1Q.
 802.1ad Permite que os equipamentos possam interpretar quadros com ou sem a extensão de VLAN.
Uso de S-VLAN ID para encaminhamento de tráfego;
O Ethertype admitido para S-VLAN é configurável (0x8100, 0x88a8, 0x9100), dois bytes.
A norma IEEE 802.1ad define o valor 0x88a8 como padrão (QinQ), porém por razões de compatibilidade com outros
equipamentos, se admite outros valores.
A norma IEEE 802.1Q define o valor 0x8100 como padrão. Mais usual na rede da Vivo.
As portas Ethernet podem ser configuradas como NNI, UNI por porta, ou UNI por C-VLAN.

 C-VLAN – VLAN do cliente.


 S-VLAN – VLAN de serviço.
Ethernet
Interface de usuário

UNI - User Network Interface – Usuário de rede. Conectada a um host.


NNI – Network to Network Interface. Nó de rede. Conexão entre diferentes MEN (Metro Ethernet Network).
ENI – Rede aprimorada. Idem a UNI com controle de protocolo.
UNI-C – interface UNI, lado cliente
UNI-N – Interface UNI, lado rede
Tipos de serviços
I-NNI – Interface NNI interna
Ethernet LINE (E-line) – Portas separadas. Uma porta não comunica com as demais. E-NNI – Interface NNI externa
– Linhas privativas Ethernet.
– Linhas privativas virtuais. CE - Customer Edge
– Acesso Internet via Ethernet. CN – Customer Network
NNI – I-NNI (PN) – Provider Network
Ethernet LAN (E-lan) - Portas em bridge. Todas as portas se comunicam.
– Multipoint L2 VPNs I-NNI usada na rede de transporte.
I-NNI interface com o cliente (C-VLAN).
– Serviço LAN transparente
I-NNI (PN) interface com a rede de
– Fundação para IPTV e redes multicast. transporte (S-VALN).

Ethernet TREE (E-TREE) – Um porta UNI principal (raiz) comunica com várias UNI (folha).
Topologia ponto-a-multiponto
- Vídeo por demanda, acesso internet.
- Provê separação de tráfego entre UNIs “folhas”.
Tráfego de qualquer UNI folha pode ser recebido/enviado para UNI raiz,
mas nunca ser encaminhado a outras UNI folhas.
Ethernet Interface de usuário | Tipos de serviços

Vlan – Acesso
Vlan – Trunk Vlan – Trunk Túnel

UNI E-TREE UNI UNI E-LINE UNI E-LAN


A

UNI UNI UNI UNI

NNI
Gateway
Roteador UNI
UNI

UNI ENI
Gateway
Roteador

NNI
Ethernet Interface Ethernet do Rádio

Porta Física - Cliente Porta Lógica – Saída de rede / serviço


UNI - User Network Interface NNI - Network to Network Interface

Port 1 Modem

LAN 4 Swtchi Port 6 - WAN

LAN 1, 2, 3 e 4 Port A

2-EMF-1 (Port 1) / (3G) 4-IFU2-1 (RTNIF-1)


7-EG6-4 (Port 4) / (LTE) 3-ISV3-1 (RTNIF-1)

Ethernet Ports / Ethernet #1 Ethernet #8 - Rádio


RJ-45 / Optical

Ethernet Port#1 MSS/CORE – MAIN


Rádio Enlace

CONFIGURAÇÕES DO RÁDIO
Rádio Enlace Configuração

Configuração da IDU e ODU

Após instalação em conformidade com o projeto, a unidade de rádio deve ser configurada.
IDU instalada e alimentada

Acesso local com notebook via web LCT.

Cabo FI

• Nome do equipamento ou sigla do site Acesso local ZTE


Ip de fábrica – 192.168.1.1
• Serviço (tráfego) – TDM (E1 e STM1) – ethernet (VLAN) Notebook- 192.168.1.4
• Gerência de NE – IP local, remoto e gateway. máscara 255.255.0.0

• Frequência
• Potência de transmissão
• Modulação
• Configuração de hardware (1+1 – 1+0)
• XPIC reuso de frequência

FSR
Funcionalidades da IDU

FSR
Rádio Enlace O&M Loop

Loop Loop
Cabo IDU

FSR
Ericsson High Capacity
Acesso ao equipamento

RTN

RTN
Acesso ao equipamento
RTN 950
Link Agregation
Acesso ao equipamento
Acesso ao equipamento
NEO
Acesso ao equipamento

Admin
12345678
Configurações
Configurações
Configurações
IDU utilizada como um switch ethernet
Visualizar configuração de serviço
Serviço ethernet E-Line
Serviço ethernet E-Lan
MTU
Maximum Transmission Unit
Rádio Enlace

CAPACIDADE DE BANDA ETHERNET


LAG – LINK AGGREGATION

Cliente

Transporte
LAG – Link Aggregation Link Aggregation (IEEE 802.3ad)

LAG – Link Aggregation

Combina dois ou mais canais de microondas para criar um link virtual de maior capacidade.
A capacidade de múltiplos links é combinada em um único link lógico.
Permite agrupar várias interfaces físicas em uma única interface lógica, para criar um link ethernet, vinculada a um
único endereço MAC.
Ex: criar um link de 4 Gbits/s.
A interface lógica é conhecida como um grupo LAG. Constituída por N links ponto a ponto.
O tráfego enviado para as interfaces em um grupo LAG é distribuído por meio de uma função de balanceamento de carga.
O LAG pode ser utilizado como redundância para proteção de link e equipamento.
As configurações da interface são substituídas pelas configurações definidas no LAG.
Os sistemas de micro-ondas comuns usam técnicas como compressão de pacotes avançada e modulação de ordem
superior, para aumentar a capacidade do canal.
Aumentando o número de canais de rádio, é a única maneira de obter mais largura de banda do link de micro-ondas.

Na falha de um link de RF, será ajustada uma nova capacidade.


O tráfego via LAG é distribuído de acordo com a política do usuário - maior confiabilidade.
LAG – Link Aggregation

IDU - mistura de enlaces de longo e curto alcance. IDU de maior capacidade.


LAG – Link Aggregation
LAG - Link agregation
LAG - Link agregation
LAG - Link agregation
Ethernet LAG

Admin
12345678
Ethernet LAG
Ethernet LAG
Ethernet LAG
Ethernet
Ethernet
Ethernet / LAG