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Estudo post-mortem

de tijolos MgO-C
para linha de escória de panela

 Silvia Camelli, IAS.


 Jorge Madias, IAS.
 Horacio Girardi, SIDERCA.
Panelas da SIDERCA

 70 toneladas
 Ciclo: 3 hs por corrida
 Vida: 100 corrida
2600 mm

MgO-C
30% grão eletrofundido,

3400 mm
antioxidantes, liga resina, 15% C
Panela No 26 da SIDERCA

84 corridas

Perfuração Linha de Escória

Diagramas de fases EDAX

Microscopia Análises Química


óptica
Microscopia eletrônica Temperaturas críticas
Escória

Análises Temperaturas críticas


Química T. inicial def. 1359oC
T. amolecim. 1367oC
% MgO 6,3
% Al2O3 7,1 T. hemisfério 1378oC
% SiO2 22,9 T.fluidificação 1382oC
% CaO 41,5 (ASTM D 1857 - 87 )
% MnO 0,08
% FeO 1,28

IB = 1,8
Dendritas Matriz
% MgO 2,6 5,5
% Al2O3 8,2 28,6
% SiO2 38,2 28,6
% CaO 49,8 35,1
% MnO 1,2 2,2

Escória

% MgO 7,1
% Al2O3 22,2
% SiO2 32,3
% CaO 35,8
% MnO 2,6
Mapeamento Mg Mapeamento Ca
Escória - Refratário

Espinélio

Periclasa

Fibras de grafita
Escória

% MgO 4,1
% Al2O3 2,5
% SiO2 34,9
% CaO 54,6
% MnO 1,4
Mapeamento Al Mapeamento de Si
% FeO 2,1
A 2 cm do lado aço

Mapeo Mapeo
de Mg de Si
Escória
Temperatura de fusão Composicão química

s/diag. CaO-SiO2-MgO: Al2O3 SiO2 IB


1900°C
Este estudo 7% 23% 1,8
s/diag. CaO-SiO2-MgO
para 10% Al2O3:
1800°C Normal 25% 6/10% 5,5

s/ensaio: em Siderca
1382°C
Diagrama CaO-SiO2- MgO

 Escória

 Peritético (T=1600°C)
Fases da escória
Comp.f/ líq.
Temp. Proporción de c/ fase
MgO CaO SiO2
0
>1900 C Líquido=100% 9% 59% 32%
19000C Líquido=87,5% 11% 57% 31%
Sólida=12,5% de 2SC
Líquido=66,7% 15% 55% 30% 1900oC Líquido
18000C Sólida=33,3% de 2CS
1800oC
vestigios de MgO . C3MS2
C2S
Líquido=55,6% 16% 48% 36% 1700oC MgO
17000C Sólida= 44,4% 8% MgO
92% 2CS 1600oC
Líquido=52% 18% 44% 38% C2S
0
1600 C Sólida= 48% 9% MgO
91% 2CS 50%
Vest. 3CaO.MgO.2SiO2 % de Fases
7,1% MgO - - -
0
<1600 C Sólida=100% 82,4% 2CS
10,5% 3CM2S
Diagrama seudoternário
CaO-SiO2- MgO para 10% de Al2O3

10% Al2O3
 Escoria
10% Al2O3

14

1 1,8 2 3 4 5 CaO/SiO
2
Evolução dos óxidos desde a escória
até o interior do tijolo

80
80 MgO%
MgO%
70
70 Al2O3%
Al2O3%
(%)
EDAX(%)

60 SiO2%
SiO2%
60
AnálisisEDAX

50 CaO%
CaO%
50
MnO%
MnO%
40
40
FeO%
Análisis

30 FeO%
30
20
20
10
10
00
00 0,6
0,6 1,2
1,2 1,8
1,8 2,4
2,4 33 3,6
3,6
Distancia(mm)
Distancia (mm)
Mecanismo de ataque do tijolo de MgO-C
Penetração da escória
Silicatos Espinélios
Perda da coesão do MgO Retardam o ataque
e incorporação à escória
Oxidação da grafita
C + SiO2 CO(g) + SiO(g)
Ensaio de corrosão (Kyushu Refractories Co. Ltd)
 basicidade = 1
 % FeO < 5
 tiempo = 8 hs Baixa resistência ao
desgaste frente a
escórias de baixa
basicidade

Oxidação do C

Geração de vácuos
entre os graõs de
Tijolo de MgO-C MgO
com alto % de grafita
 1h de espera antes do FP
 Passagem de escória do FEA
Processo  Borbulhamento argônio
  temperatura
Desgaste
prematuro
  % SiO2  IB
Escória   % Al2O3
do
 fluidez refratário
de línea de
 % antioxidante
escória
Tijolo  SiO2 impureza
 CaO/SiO2 periclasa
  % grafita
Perfuração Panela N° 26

Escória não compatível com o


material refratário em uso
Causas possíveis da desviação
na composição da escória

 Passagem de escória de forno:


Última amostra FEA amostra FP
Reversão de Fósforo 0,008% 0,018%

 Adição de casca de arroz calcinada:


1h de espera antes de ingressar ao FP

 Prática de desoxidação invertida:


1º) Fe-Si ou Si-Mn < rendimento; geração de SiO2
2º) Alumínio

 Adição de SiCa para desoxidar a escória


Tijolos MgO-C com alto % de grafita

 Escórias ácidas
 Escórias oxidantes

Ajustar a basicidade da escória