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Diretrizes de Enfermagem Obstétrica

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Simone Cardoso
Direitos autorais
© © All Rights Reserved
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PÓ S- GRA D U A ÇÃ O

E N F E R M A G E M OBSTÉTRICA
PROF. ª MA. D A N I E L E
MENESES

POLITICAS DE
H UM A N I Z A Ç Ã O
Alguns dados...
A C A D A A N O A C O N T E C E M N O BRASIL CERCA DE 3 M I L H Õ E S DE
N A S C I M E N TO S , E N V O LV E N D O Q U A S E 6 M I L H Õ E S D E P E S S O A S , O U SEJA, A S
PA RT U R I E N T E S E O S S E U S F I L H O S O U FILHAS, C O M C E R C A D E 98% D E L E S
A C O N T E C E N D O E M E S TA B E L E C I M E N TO S H O S P I TA L A R E S , S E J A M P Ú B L I C O S

ENFERM AG EM OBSTÉTRICA
O U P R I VA D O S

Considerando as características do Brasil, a taxa populacional de


operação cesariana de referência ajustada pelo instrumento desenvolvido
pela OMS é
entre 25 a 30% no brasil e 10 a 15% no mundo
Princípios

toda gestante tem direito ao acesso a atendimento digno e de qualidade no


decorrer da gestação, parto e puerpério; toda gestante tem direito de saber e ter
assegurado o acesso à maternidade em que será atendida no momento do
ENFERM AG EM OBSTÉTRICA

parto; toda gestante tem direito à assistência ao parto e ao puerpério e que esta
seja realizada de forma humanizada e segura, de acordo com os princípios
gerais e condições estabelecidas na prática médica;
todo recém-nascido tem direito à assistência neonatal de forma humanizada e
segura.
Diretrizes Nacionais de Assistência ao
Parto Normal

Sintetizar e avaliar sistematicamente à


informação científica disponível em relação às
práticas mais comuns na assistência ao parto e
ao nascimento fornecendo subsídios e
orientação a todos os envolvidos no cuidado ,
no intuito de promover, proteger e incentivar o
parto normal.

E N F E R M A G E M OBSTÉTRICA
E N F E R M A G E M OBSTÉTRICA

Principais diretrizes nacionais de assistência ao


parto normal

Mulheres em trabalho de parto com parto normal planejado (espontâneo ou induzido)


entre 37 e 42 semanas de gestação com feto único, vivo e em apresentação cefálica;
Gestantes com ruptura prematura de membrana s no termo ou imediatamente antes do
parto;
Parturientes que apresentarem eliminação de mecônio
imediatamente antes ou durante o trabalho de parto;
A normalidades ou complicações mais comuns encontradas na
assistência ao trabalho de parto e parto em todas as suas
fases;
Recém nascido normal imediatamente após o parto e nas primeiras horas de vida;
Recém nascido i mediatamente após o parto na presença de líquido meconial;
Recém nascido normal em alojamento conjunto e no momento da alta;
Aleitamento materno e estímulo à amamentação;
PR I N C I PA I S S I TUA Ç Õ ES N Ã O C O BER TA S PELA S D I R ETR I Z ES
N A C I O N A I S D E A S S I S T Ê N C I A A O PA RTO N O R M A L

Mulheres em trabalho de parto prematuro (antes de 37 semanas


de gestação);
Mulheres que necessitem de cuidados adicionais por infecção pelo
HIV, herpes genital, estreptococo do grupo B ou outras infecções

ENFERM AG EM OBSTÉTRICA
Métodos e técnicas de indução do parto

Técnicas de parto vaginal operatório ou cesariana

Tratamento da hemorragia pós parto


Principais objetivos das diretrizes:

•Promover mudanças na prática clínica, uniformizar e padronizar as práticas


mais comuns utilizadas na assistência ao parto normal;

•Diminuir a variabilidade de condutas entre os profissionais no processo de


assistência ao parto;
ENFERM AG EM OBSTÉTRICA

•Reduzir intervenções desnecessárias no processo de assistência ao parto


normal e consequentemente os seus agravos;

• Difundir práticas baseadas em evidências na assistência ao parto


normal;

•Recomendar determinadas práticas sem, no entanto, substituir o julgamento


individual do profissional, da parturiente e dos pais em relação à criança, no
processo de decisão no momento de cuidados individuais.
Informações e comunicações

Mulheres em trabalho de parto devem ser tratadas com


respeito, ter acesso às informações baseadas em
evidências e serem incluídas na tomada de decisões .
Para isso, os profissionais que as atendem deverão
ENFERM AG EM OBSTÉTRICA

estabelecer uma relação de confiança com as mesmas,


perguntando lhes sobre seus desejos e expectativas.

Devem estar conscientes da importância de sua atitude,


do tom de voz e das próprias palavras usadas, bem
como a forma como os cuidados são prestados.
C U I D A D O S G E R A I S C O M A PA RT U R I E N T E
Mulheres em trabalho de parto podem ingerir líquidos,
de preferência soluções isotônicas ao invés de somente
água.
Mulheres em trabalho de parto que não estiverem sob
EFEITO S D E LE T É RIOS D O JEJUM: efeito de opióides ou não apresentarem fatores de
, H I P OGLICEMIA

ENFERM AG EM OBSTÉTRICA
E C ET O SE
DESIDRATAÇÃO
M P R O M E T IMENTO D O BE
M risco iminente para anestesia geral podem ingerir uma
MATERNA, C O
ESTAR FETA L, FR EQ UE N TE TRATAMENTO dieta leve.
G LI C O SA D A , PROBLEMAS
C O M SOLUÇ Ã O
À IN FU S Ã O EX C ESSIVA DE Os antagonistas H2 e antiácidos não devem ser
ASSOCIADOS
SORO GLICOSA D O , E SS ES E V E NTOS SÃO utilizados de rotina para mulheres de baixo risco para
U E N TE S Q U E O RISCO
BEM MA IS FR E Q
IR A Ç ÃO D O CONTE ÚDO
anestesia geral durante o trabalho de parto.
TEÓRICO D E A SP
GÁSTRIC O N A A N E S TE SIA GERAL As mulheres que receberem opióides ou apresentarem
fatores de risco que aumentem a chance de uma
anestesia geral devem receber antagonistas H2 ou
antiácidos.
C U I D A D O S G E R A I S C O M A PA RT U R I E N T E
Medidas de assepsia para o parto vaginal

A água potável pode ser usada para a limpeza vulvar


e perineal se houver necessidade, antes do exame
vaginal

Medidas de higiene, incluindo higiene padrão das mãos

OBSTÉTRICA
e uso de luvas únicas não necessariamente estéreis, são
apropriadas para reduzir a contaminação cruzada
entre as mulheres, crianças e profissionais.

E NF E R M AG E M
C U I D A D O S G E R A I S C O M A PA RT U R I E N T E
Avaliação do bem-estar fetal
25 A avaliação do bem-estar fetal em parturientes de
baixo risco deve ser realizada com ausculta
intermitente, em todos os
locais de parto:
Uti lizar estetoscópio de Pinard ou sonar Doppler:
-realizar a ausculta antes, durante e imediatamente

OBSTÉTRICA
após uma contração, por pelo menos 1 minuto e a
cada 30
minutos, registrando como uma taxa única;
- registrar acelerações e desacelerações se ouvidas;
-Palpar o pulso materno se alguma anormalidade for

E NF E R M AG E M
suspeitada para diferenciar os batimentos fetais e da
mãe.
Garantir à parturiente e a família privacidade durante o trabalho de parto e parto
(ambiente com luminosidade baixa, pouco ruídos estressores – momento mais intimo)

Permitir a presença do acompanhante (LEI FEDERAL DO ACOMPANHATE 11.108 DE LEI Nº 11.108, DE 7


7 DE ABRIL 2005 ) DE ABRIL DE 2005.

Realizar a admissão para parturiente na maternidade e realizar o preparo para o parto


orientando
ENFERM AG EM OBSTÉTRICA

Dieta leve e incentivar reposições hídricas

Durante o período de dilatação do parto, orientar a mulher a deambular e realizar


medidas não farmacológicas de alívio da dor (movimentação livre de escolha da
parturiente em posições que aliviem a dor – lembrar que a dor é dela e não minha)
PROPEDÊUTICA
Doenças prévias
OBSTÉTRICA Gesta e Para, intervalo
(diabetes,
Doença
Idade, genética,
sexo, estado
interpartal, evolução
hipertensão),
diabetes,
civil, profissão,
das festações
• IDENTIFICAÇÃO cardiopatias,
hipertensão,
anteriores.etc.
nacionalidade, etc.
nefropatias, etc.
• ANTECEDENTES FAMILIARES;

ENFERM AG EM OBSTÉTRICA
• ANTECEDENTES PESSOAIS;

• ANTECEDENTES OBSTÉTRICOS.
EXAME FÍSICO OBSTÉTRICO
• Palpação: altura
uterina,
• Inspeção: cabeça,
circunferência
pescoço, glândula
abdominal (90 a 92
mamária, abdômen,
cm em mulher não-
membros inferiores,
obesa), consistência
aparelho genital
uterina,

OBSTÉTRICA
externo.
regularidade da
superfície uterina.

E NF E R M AG E M
• O polo mais volumoso é o pélvico, esferoide de
• superfície
A região irregular,
dorsal apresenta-se
às vezes dá como uma assuperfície
pra sentir cristas
resistente
ilíacas comoeduas
contínua, (atentar para o lado), do outro
proeminências.
• Opercebe-se os membros.
polo cefálico Nesse tempo
tem a superfície vamos
regular, checar
tem duaso
sentidocaracterísticas:
regiões (dorso do bebe planoe =a fronte.
occipital sentido longitudinal;
dorso do bebê convexo = sentido transversal).

• Manobra de Leopold: visa à exploração da mobilidade


do polo que se apresenta em relação como estreito
• superior.
Verificamos se oograu
Indica polode
sepenetração
apresenta cefálico
na bacia.ouQuando
pélvico
(menor,
está alta eliso e consistente;
móvel, irregular,
esse pólo balança de umamolecido
lado parae
deixando-se deprimir, respectivamente).
outro.
• A ausculta deve ser feita a partir da
semana 10-12, mediante o sonar-
doppler.
• Os batimentos oscilam entre 120 e
160 bpm.
• Na apresentação cefálica o foca
ENFERM AG EM OBSTÉTRICA

encontra-se nos quadrantes inferiores;


• Na apresentação pélvica: quadrantes
superiores;
• Na apresentação córmica ou
transversa, na linha média, junto à
cicatriz umbilical;
• Gestação gemelar ausculta-se dois
focos, diverge em 8 a 10 bpm.
Deve ser feito o mínimo
de vezes, quando a
gestante estiver
ENFERM AG EM OBSTÉTRICA

sentindo contrações
ritmadas, usar luva
estéril.
REVISÃO ANATOMIA

ENFERM G EM OBSTÉTRICA
REVISÃO ANATOMIA

ENFERM G EM OBSTÉTRICA
REVISÃO ANATOMIA

ENFERM G EM OBSTÉTRICA
MECANISMO DO PARTO
ESTUDAR
ESTÁTICA
FETAL
É O ESTUDO DA MECÂNICO DO
PARTO, NA MAIORIA DOS CASOS,

OBSTÉTRICA
E EM ESSÊNCIA, O DOS MOVIM
ENTOSQUE A CABEÇA DESCREVE,
SOB AÇÃO DAS CONTRAÇÕES
UTERINAS, A TRANSITAR PELO
DEFILADEIRO PELVIGENITAL. SÃO TRÊS TEMPOS DO

ENFERM G EM
MECANISMO DO PARTO:
1. INSINUAÇÃO;
2. DESCIDA
3. DESPRENDIMENTO
MECANISMO DO PARTO

DECREVAM OBJETIVAMENTE:
1. ATITUDE

OBSTÉTRICA
2. SITUAÇÃO
3. APRESENTAÇÃO
4. POSIÇÃO
5. NOMENCLATURA

ENFERM G EM
A. Fletida B. Bregma C. Fronte D. Face
MECANISMO DO PARTO

DECREVAM OBJETIVAMENTE:
1. ATITUDE

OBSTÉTRICA
2. SITUAÇÃO
3. APRESENTAÇÃO
4. POSIÇÃO
5. NOMENCLATURA
Usamos o critério de DeLee para expressar a altura:
Pontos deInclinação
referência materno:
da (1) púbis;
cabeça. (2) eminência
Sinclitismo
quantos centímetros acima do plano expressamos com

ENFERM G EM
íleopectínea
(A),(variedades esquerda
assinclitismo e direita
posterior (B) anterior);
e
sinal negativo (-3, -2, -1), abaixo com sinal positivo
(3) extremidades
anterior diâmetro transverso (variedade
(C).
(+1, +2, +3, +4, +5), e coincidente ao plano, 0.
esquerda e direita transversa); (4) articulação
sacroilíaca (variedades esquerda e direita posterior);
(5) sacro.
VOLTAMOS EM 15 MIN...
MECANISMOS DO PARTO

1. INSINUAÇÃO

É A PASSAGEM DE MAIOR
CIRCUNFERÊNCIA DA APRESENTAÇÃO
ATRAVÉS DO ANEL DO ESTREITO
SUPERIOR.
MECANISMOS DO PARTO
A DESCIDA SE PROCESSA DESDE O INÍCIO DO TP E SÓ
TERMINA COM A EXPULSÃO TOTAL DO FETO.

O MOVIMENTO DA CABEÇA É TURBINAL: À MEDIDA QUE A


CABEÇA RODA, VAI PROGREDINDO NO TRAJETO
DESCENDENTE.

2. DESCIDA
ROAÇÃO INTERNA DA
INSINUAÇÃO DAS
CABEÇA
ESPÁDUAS

COMPLETADA A INSINUAÇÃO, A CABEÇA


MIGRA ATÉ AS PROXIMIDADES DO
ASSOALHO PÉLVICO, MANTENDO A
MESMA ATITUDE E CONSERVANDO O
MESMO SENTIDO, APENAS EXAGERA UM
POUCO A FLEXÃO.
MECANISMOS DO PARTO

3. DESPRENDIMENTO

A CABEÇA SOFRE NOVO E LIGEIRO MOVIMENTO DE


COM O MOVIMENTO DE DEFLEXÃO, FLEXÃO, EXECUTANDO ROTAÇÃO DE ¼ A 1/8 DE
CIRCUNFERÊNCIA.
ESTANDO O SUBOCCIPITAL COLOCADO NA
ARCADA PÚBICA, LIBERTA-SE O
DIÂMENTRO SUBOCCIPITOBREGMÁTICO,
DEPOIS O SUBOCCIPTOFRONTAL, DEPOIS O OMBRO POSTERIOR IMPELE PRA TRÁS O CÓCCIX
MATERNO E O OMBRO ANTERIOR TRANSPÕE NA ARCADA
NASAL... PÚBICA. O TRONCO SOFRE MOVIMENTO DE FLEXÃO PARA
DESPENDER O OMBRO POSTERIOR.

VOLTANDO O OCCIPITAL PARA O LADO ONDE SE


ENCONTRAVA NA BACIA, É UM MOVIMENTO SIMUTÂNEO À
ROTAÇÃO INTERNA DOS OMBROS.
HORA DO
ALMOÇO

VOLTAMOS
DAQUI 1 HORA...
PERÍODOS CLÍNICOS DO PARTO

 DIÁGNÓSTICO DO TRABALHO DE PARTO:


a) CONTRAÇÕES DOLOROSAS, RÍTMICAS (MÍNIMO DE 2 EM 10 MIN), QUE SE
ESTENDEM POR TODO O ÚTERO COM DURAÇÃO DE 50 A 60 SEGUNDOS;
b) COLO APAGADO, NAS PRIMÍPARAS, E DILATADO 2CM; NAS MULTÍPARAS
SEMI-APAGADO E COM DILATAÇÃO DE 3 CM;
c) FORMAÇÃO DE BOLSA DAS ÁGUAS;
d) PERDA DO TAMPÃO MUCOSO, DENUNCIANDO O APAGAMENTO DO
COLO.
PERÍODOS CLÍNICOS DO PARTO

1. FASE DE DILATAÇÃO
INICIA-SE COM CONTRAÇÕES UTERINAS DOLOROSAS, QUE COMEÇAM A
MODIFICAR ATIVAMENTE A CÉRVICE, E TERMINA QUANDO A DILATAÇÃO
ESTÁ COMPLETA (10 CM)
PERÍODOS CLÍNICOS DO PARTO

1. FASE DE DILATAÇÃO

70% das parturientes referem a dor da contração


uterina no hipogástrio, 20% na região sacra e
10% em ambos os lugares.
PERÍODOS CLÍNICOS DO PARTO

VA 5
1. FASE DE DILATAÇÃO
T I E
A D M
S E I R C
A T 9
F AR TÉ
P A
A M
pródromos

C
PERÍODO
EXPULSIVO
PERÍODOS CLÍNICOS DO PARTO

• CONTRAÇÕES CADA VEZ MAIS


INTENSAS E FREQUENTES (5
CONTRAÇÕES A CADA 10 MIN);
2. FASE DE EXPULSÃO • OS MÚCULOS DO ABDOMEN FORMAM
UMA ESPÉCIE DE CINTA QUE
COMEÇA QUANDO A DILATAÇÃO ESTÁ COMPRIME O ÚTERO DE CIMA PARA
COMPLETA E SE ENCERRA NA SAÍDA DO BAIXO E DE DIANTE PARA TRÁS;
• AO DOIS FATORES DEVEM
COMPRIMIR AS PAREDES
FETO.
VAGIANIS, O RETO
ESTAR E A
PRESENTES: BEXIGA,
ORIGANA-SE OS “PUXOS” (VONTADE DE
CONTRAÇÃO INVOLUTÁRIA
ESPREMER);
DO ÚTERO E CONTRAÇÃO
VOLUNTÁRIA DO ABDOMEN,
PARA MAIOR EFICIÊNCIA DO
PERÍODO EXPULSIVO.
PERÍODOS CLÍNICOS DO PARTO
O DESCOLAMENTO ACONTECE ATRAVÉS DE DOIS
DECORRE DA RETRAÇÃO UTERINA, APÓS
MECANISMOS:
-O BALDELOCQUE-SCHULTZE
PARTO FETAL, E EM CONSEQUÊNCIA DE
QUANDO A PLACENTA
SUAS CONTRAÇÕES.
3. SECUNDAMENTO ESTÁ INSERIDA NA PARTE SUPERIOR DO ÚTERO E
A SEPARAÇÃO DA PLACENTA COMEÇA
DESPRENDE PELA FACE FETAL (GUAR-CHUVA) (75%);
NAS ÚLTIMAS SEMANAS DE GESTAÇÃO,
O SECUNDAMENTO CONTA COM 3 TEMPOS:
- BAUDELOCQUE-DUNCAN (25%) A PLACENTA ESTÁ NA
ONDE ACONTECEM PROCESSOS
PAREDE LATERAL DO ÚTERO E COMEÇA A
• DESCOLAMENTO DESINSERÇÃO
DEGENERATIVOS E NECRÓTICOS.
PELA BORDA INFERIOR.
• DESCIDA
• EXPULSÃO OU DESPRENDIMENTO
PERÍODOS CLÍNICOS DO PARTO

3. SECUNDAMENTO
AS CONTRAÇÕES UTERINAS E A AÇÃO
O SECUNDAMENTO DACONTA COM
GRAVIDADE 3 TEMPOS:A
CONDICIONAM
NO CANAL VAGINAL, A PLACENTA
MIGRAÇÃO DA PLACENTA,
• DESCOLAMENTO QUE SE NOVA SENSAÇÃO DE “PUXO”
PROVOCA
CUMPRE COM A MODALIDADEDETERMINANDO
DO ESFORÇOS
• DESCIDA DESCOLAMENTO ABDOMINAIS SEMELHANTES AO
SEGUNDO PERÍODO DO PARTO.
• EXPULSÃO OU DESPRENDIMENTO
PERÍODOS CLÍNICOS DO PARTO

4. QUARTO PERÍODO
PRIMEIRA HORA APÓS A SAÍDA DA
PLACENTA.
MIOTAMPONAGEM
TROMBOTAMPONAGEM
INDIFERENÇA UTERINA
PARTOGRAMA

 DIMINUI NÚMERO DE INTERVENÇÕES DESNECESSÁRIAS E CONTRIBUI PARA MELHORES


DESFECHOS OBSTÉTRICOS.
 É UM GRÁFICO ONDE SÃO ANOTADOS OS DADOS DE PROGRESSÃO DO TRABALHO DE
PARTO E AS CONDIÇÕES DO BINÔMIO MÃE-FILHO;
 SISTEMA DE DETECÇÃO PRECOCE DE ANORMALIDADES NA EVOLUÇÃO DA DILATAÇÃO
E DA DESCIDA DA APRESENTAÇÃO FETAL NA PELVE.
PARTOGRAMA

 INDICAÇÕES:
• A metanálise de estudos controlados da
 ACOMPANHAR EVOLUÇÃO DO TP;
Cochrane mostrou que o uso
 REGISTRARpartograma
O TP; melhora desfechos
 obstétricos e reduz taxas de cesarianas
DIAGNÓSTICAR ALTERAÇÕES NO TP;
em países de baixa/média renda.
 • O uso
INDICAR do partograma
A TOMADA DE éCONDUTAS;
recomendado
 pelo Ministério da Saúde do Brasil e
EVITAR INTERVENÇÕES DESNECESSÁRIAS.
pela FEBRASGO.
PARTOGRAMA

 A construção do partograma, algumas observações são necessárias, exigindo da equipe uma padronização
completa.

1. No partograma cada divisória corresponde a uma hora na abscissa (eixo x) e a um centímetro de


dilatação cervical e de descida da apresentação na ordenada (eixo y);
2. Inicia-se o registro gráfico quando a parturiente estiver na fase ativa do trabalho de parto (duas a três
contrações eficientes em 10 minutos, dilatação cervical mínima de 3 cm). Em caso de dúvida,
aguardar 1 hora e realizar novo toque: velocidade de dilatação de 1cm/hora, verificada em dois toques
sucessivos, confirma o diagnóstico de fase ativa do trabalho de parto;
PARTOGRAMA

3. Realizam-se toques vaginais subseqüentes, a cada duas horas, respeitando em cada anotação o tempo
expresso no gráfico. Em cada toque deve-se avaliar a dilatação cervical, a altura da apresentação, a
variedade de posição e as condições da bolsa das águas e do líquido amniótico, quando a bolsa estiver
rota – por convenção, registra-se a dilatação cervical com um triângulo e a apresentação e respectiva
variedade de posição são representadas por uma circunferência.
4. O padrão das contrações uterinas e dos batimentos cardíacos fetais, a infusão de líquidos e drogas e o
uso de analgesia devem ser devidamente registrados.
5. A dilatação cervical inicial é marcada no ponto correspondente do gráfico, trocando-se na hora
imediatamente seguinte a linha de alerta e em paralelo, quatro horas após, assinala-se a linha de ação,
desde que a parturiente esteja na fase ativa do trabalho de parto (Phillpot & Castle, 1972).
Dilatação e descida

Registrar tempo, cada quadrado


equivale a 1h

Verificar BCF

Contrações 10min/hora
PARTOGRAMA

1. Qual plano De Lee a


paciente está na hora
11?
2. Qual a dilatação na
hora 6 e 16?
PARTOGRAMA

1. Qual a frequência
cardíaca fetal nas
horas 2 e 7?
PARTOGRAMA

1. Qual a hora em que


a bolsa se rompeu?
2. Quando a bolsa se
rompeu qual era a
frequência cardíaca
fetal?
3. O que significa “CL”
no partograma?
PARTOGRAMA

1. Após analisar o
partograma, qual
fase do TP a paciente
está?
2. É possível afirmar
que está acontecendo
alguma
anormalidade?
Literatura indicada
Prof.ª Ma. Daniele Meneses

danielecerqueira1@gmail.com

@doutoracuravida

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