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Compromisso com o desenvolvimento da cidade.
Incentivo ao Desenvolvimento da Educação de Goiana - IDEG

FORMAÇÃO PARA OS PROFESSORES

TÓPICO I - PRÁTICA DE LEITURA

DESCRITORES

Localizar informação explícita em um texto A habilidade que pode ser avaliada por esse item relaciona-se a localização pelo aluno de uma informação solicitada, que pode estar expressa literalmente no texto ou pode vir manifestar-se por meio de uma paráfrase, isto é, dizer de outra maneira o que leu.

Inferir uma informação implícita em um texto Por meio deste descritor, pode-se avaliar a habilidade de o aluno reconhecer uma idéia implícita no texto, ou seja, por meio da identificação de sentimentos que dominam as ações externas dos personagens, em um nível mais básico, seja com base na identificação do gênero textual e na transposição do que seja real para o imaginário. É importante que o aluno apreenda o texto como um todo, para dele tirar as informações solicitadas.

Inferir o sentido de palavra ou expressão a partir do contexto

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Por meio deste descritor, pode-se avaliar a habilidade de o aluno relacionar informações, inferindo quanto ao sentido de uma palavra ou expressão no texto, ou seja, dando a determinadas palavras o sentido denotativo.

Identificar o tema central de um texto A habilidade que pode ser avaliada por meio deste descritor refere-se ao reconhecimento pelo aluno do assunto principal do texto, ou seja, identificar do que trata o texto. Para que o aluno identifique o tema, é necessário que ele relacione as diferentes informações para construir o sentido global do texto. Distinguir fato de uma opinião Por meio de itens referentes a este descritor, pode-se avaliar a habilidade de o aluno identificar, no texto, um fato relatado e diferenciá-lo do comentário que o autor, ou o personagem fazem sobre esse texto.

Interpretar textos não-verbais e textos que articulam elementos verbais e não-verbais. Por meio de itens referentes a este descritor, pode-se avaliar a habilidade de o aluno reconhecer a utilização de elementos gráficos (não-verbais) como apoio na construção de sentido e interpretar textos que utilizam linguagem verbal e não verbal (texto multissemióticos).

TÓPICO II – IMPLICAÇÕES DO SUPORTE, ENUNCIADOR NA COMPREENSÃO DO TEXTO

DO

GÊNERO

E/

OU

DO

DESCRITORES

Identificar o gênero do texto.

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Os gêneros textuais são diretamente ligados às práticas sociais. Alguns exemplos de gêneros textuais são carta, bilhete, aula, conferência, e-mail, artigos, entrevistas, discurso etc. Assim, um tipo textual pode aparecer em qualquer gênero textual, da mesma forma que um único gênero pode conter mais de um tipo textual. Uma carta, por exemplo, pode ter passagens narrativas, descritivas, injuntivas, etc.

Identificar a finalidade de diferentes gêneros textuais. As habilidades avaliadas com itens relativos a estes descritores dizem respeito ao reconhecimento, por parte do aluno, do gênero ao qual se refere o texto-base, identificando desta forma, qual o objetivo do texto: informar, convencer, advertir, instruir, explicar, comentar, divertir, solicitar, recomendar etc.

TÓPICO III – COESÃO E COERÊNCIA

DESCRITORES

Estabelecer relação de causa e conseqüência entre partes de um texto. Por meio de itens referentes a este descritor, pode-se avaliar a habilidade de o aluno reconhecer os motivos pelos quais os fatos são apresentados no texto, ou seja, as relações expressas entre os elementos que se organizam.

Estabelecer relações lógico-discursivas entre partes de um texto, marcadas por locuções adverbiais ou advérbios. A habilidade que pode ser avaliada por este descritor refere-se à identificação das relações de coerência (lógico-discursivas) estabelecidas no texto. Essa habilidade é avaliada por meio de um texto no qual é solicitada ao aluno a identificação de uma determinada relação lógico-discursiva, enfatizada, principalmente, por locuções adverbiais e, por vezes, a identificação dos elementos que explicam essa relação. 4

Reconhecer relações entre partes de um texto, identificando os recursos coesivos que contribuem para sua continuidade (substituições e repetições). Diferentes partes de um texto podem estar interligadas por uma expressão

que se repete literalmente ou que é substituída por um pronome, um hiperônimo, por exemplo. Por essas vias, nada no texto está solto. Tudo continua e se articula numa rede de relações, de forma que o texto resulta numa unidade, num todo articulado e coerente.

Reconhecer o conflito gerador do enredo e os elementos de uma narrativa. O item vinculado a esse descritor deve levar o aluno a identificar um deve ser tipo narrativo. desses

elementos constitutivos da estrutura da narrativa. Evidentemente, o texto utilizado

TÓPICO IV – RELAÇÕES ENTRE RECURSOS EXPRESSIVOS E EFEITOS DE SENTIDO

DESCRITORES Identificar efeitos de humor no texto. A forma como as palavras são usadas ou a quebra na regularidade de seus usos constitui recursos que, intencionalmente, são mobilizados para produzir no interlocutor certos efeitos de sentido. Entre tais efeitos, são comuns o efeito de ironia ou aqueles outros que provocam humor. Para que a pretensão do autor tenha sucesso, é preciso que o interlocutor reconheça tais efeitos. Por exemplo, na ironia, o ouvinte ou leitor devem entender que o que é dito corresponde, na verdade, ao contrário do que é explicitamente afirmado.

Identificar efeitos de sentido decorrente do uso de pontuação e outras notações.

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A habilidade que pode ser avaliada por meio de itens referentes a este descritor relaciona-se ao reconhecimento, pelo aluno, dos efeitos provocados pelo emprego de recursos de pontuação ou de outras formas de notação. O aluno identifica esses efeitos da pontuação (travessão, aspas, reticências, interrogação, exclamação, entre outros) e notações como tamanho de letra, parênteses, caixa alta, itálico, negrito, entre outros sentidos.

Identificar as marcas lingüísticas que evidenciam o locutor e/ou o interlocutor. Por meio de itens deste descritor, pode-se avaliar a habilidade de o aluno identificar quem fala no texto e a quem ele se destina, essencialmente, pela presença de marcas lingüísticas ( o tipo de vocabulário, assunto etc), evidenciando, também a importância do domínio das variações lingüísticas que estão presente.

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TÓPICO I – PRÁTICA DE LEITURA Localizar informação explícita em um texto A habilidade que pode ser avaliada por esse item relaciona-se a localização pelo aluno de uma informação solicitada, que pode estar expressa literalmente no texto ou pode vir manifestar-se por meio de uma paráfrase, isto é, dizer de outra maneira o que leu.

O disfarce dos bichos
Você já tentou pegar um galhinho seco e ele virou bicho, abriu as asas e voou? Se isso aconteceu é porque o graveto era um inseto conhecido como “bicho-pau”. Ele é tão parecido com um galhinho, que pode ser confundido com o graveto. Existem lagartas que se parecem com raminhos de plantas. E há grilos que imitam folhas. Muitos animais ficam com a cor e a forma dos lugares em que estão. Eles fazem isso para se defender dos inimigos ou capturar outros bichos que servem de alimento. Esses truques são chamados de mimetismo, isto é, imitação. O cientista inglês Henry Walter Bates foi quem descobriu o mimetismo. Ele passou 11 anos na selva amazônica estudando os animais.
MAVIAEL MONTEIRO, JOSÉ. Bichos que usam disfarces para defesa. Folhinha, 6 de Nov. 1993.

01-O bicho-pau se parece com: ( A ) florzinha ( B ) galhinho ( C ) folhinha ( D ) raminho

02- Os insetos que imitam folhas são: ( A ) as lagartas ( B ) os grilos Leia o texto. 7 ( C ) as borboletas ( D ) os gafanhotos

Senhores Pais ou Responsáveis Como é de conhecimento de todos, nossa escola promove habitualmente uma festa junina que, neste ano, será realizada no próximo dia 15, a partir das 10h. Haverá barracas de comes e bebe, churrasco, cachorro quente, pipoca, algodão doce, quentão, vinho quente e refrigerante. Haverá também barracas para divertimentos, especialmente das crianças, pescaria, argolas, tiro ao alvo, coelhinho, e todas aquelas brincadeiras tradicionais. Cada uma das classes apresentará uma dança apropriada para a ocasião e, no final, após a coroação da Miss Caipira, faremos uma grande quadrilha, com os professores e funcionários. Solicitamos a colaboração de pais e alunos. Quanto maior for a arrecadação com a venda de votos, oferecimento de prendas e movimentação de barracas, maior será o benefício para a escola. Pretendemos ampliar nossa área de esportes, com a construção de uma quadra polivalente, o que, sem dúvida, trará benefícios para os alunos. Contamos com a participação de todos, Antecipadamente agradece, A Direção 03-O texto faz um convite para: ( A ) o aniversário do diretor ( B ) a festa junina ( C ) um baile de máscaras ( D ) uma reunião de pais e mestres.

O Menino Maluquinho
Era uma vez um menino maluquinho Ele tinha o olho maior que a barriga Tinha vento nos pés Umas pernas enormes (que davam para abraçar o mundo)

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E macaquinhos no sótão (embora nem soubesse o que significava macaquinho no sótão) Ele era um menino impossível Ele era muito sabido Ele sabia de tudo A única coisa que ele não sabia era como ficar quieto.
Ziraldo, O MeninoMaluquinho, Círculo do Livro, 1980.

04- O Menino Maluquinho tinha: ( A ) pernas enormes e cabelos longos ( B ) muita sabedoria e braços compridos ( C ) macaquinhos e braços compridos ( D ) pernas enormes e muita sabedoria

05- O olho do menino Maluquinho era maior do que: ( A ) sua barriga. ( B ) suas pernas. ( C) seus pés. ( D ) suas mãos.

Leia o texto.
Desde que o astrônomo Galileu Galilei apontou, em 1610, sua luneta em direção a Júpiter e descobriu quatro de seus 16 satélites, este planeta tem sido a maior fonte de fascínios para os cientistas. 06- O texto afirma que: ( A ) em 1610 Galileu Galilei descobriu quatro satélites de Júpiter. ( B ) Galileu Galilei descobriu os 16 satélites de Júpiter. ( C ) Júpiter tem sido motivo de preocupação de Galileu Galilei. ( D ) os 16 satélites de Júpiter foram descobertos em 1610.
Fonte: ISTO É, nº 1403, p.43, ago.1996.

Leia o texto
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Era uma vez, no mês de janeiro, muitos índios ativos: caçavam, pescavam, guerreavam. Mas nas tabas não faziam coisa alguma: deitavam-se nas redes e dormiam roncando. E a comida? Só as mulheres cuidavam do preparo dela para terem todos o que comer. Uma vez elas notaram que faltava milho no cesto para moer. Que fizeram as valentes mulheres? O seguinte: sem medo, enfurnaram-se nas matas, sob um gostoso sol amarelo. As árvores rebrilhavam verdes e embaixo delas havia sombra e água fresca. Quando saíam de debaixo das copas encontravam o calor, bebiam no reino das águas buliçosas. Mas sempre procurando milho porque a fome era daquelas que as faziam comer folhas de árvores, mas só encontravam espigazinhas murchas e sem graça.
Clarice Lispecto

07- De acordo com o texto, quem encontrava as espigazinhas murchas e sem graça eram: ( A ) os índios ( B ) as mulheres ( C ) os animais ( D ) os garotos.

Nome, coleira e liberdade
Eu sempre me orgulhei da condição de vira- lata. Sempre fui um cachorro de focinho para cima. Fujo de pedrada, que eu não sou besta. Fujo de automóvel, que não sou criança. Trato gente na diplomacia: de longe! Não me deixo tapear. Comigo não tem “não-me-ladres”.., Se precisar, eu ladro e mordo! E coleira, aceitar eu não aceito, de jeito nenhum! Quando vejo certos colegas mostrando com orgulho aquela rodela imbecil no pescoço, como se não fosse coleira, mas colar, chego a ter vergonha de ser cão. Palavra de honra! 10

A coleira é o dono! A coleira é escravidão! Coleira é o adeus à liberdade! Dirão vocês: a coleira pode livrar o cachorro da carrocinha. Posso falar com franqueza? Cachorro que não sabe fugir da carrocinha pelas próprias patas, que não é capaz de autografar a canela de um caçador com os seus próprios dentes, não tem direito de ser cão. E é por isso que eu sempre fui contra o nome que os homens me impingem. Porque é símbolo, também, de escravidão.
LESSA, Orígenes. Podem me chamar de Bacana. Rio de janeiro: Tecnoprint, 1977, p. 25 – 28.

08- No texto, o cão é: ( A ) covarde ( B ) livre ( C ) tolo ( D ) envergonhado

Inferir uma informação implícita em um texto Por meio deste descritor, pode-se avaliar a habilidade de o aluno reconhecer uma idéia implícita no texto, ou seja, por meio da identificação de sentimentos que dominam as ações externas dos personagens, em um nível mais básico, seja com base na identificação do gênero textual e na transposição do que seja real para o imaginário. É importante que o aluno apreenda o texto como um todo, para dele tirar as informações solicitadas.
EXEMPLO DE ITEM

Porquinho-da-índia
Quando eu tinha seis anos Ganhei um porquinho-da-índia. Que dor de coração me dava Porque o bichinho só queria estar debaixo do fogão! Levava ele pra sala, para os lugares mais bonitos e mais limpinhos.

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Ele não gostava: queria era estar debaixo do fogão. Não fazia caso nenhum das minhas ternurinhas... -O meu porquinho-da-índia foi a minha primeira namorada.
BANDEIRA, Manuel. Estrela da vida inteira. Rio de Janeiro, José Olympio, 1986

09- Na frase “Não fazia caso nenhum das minhas ternurinhas”, o menino quer dizer que o porquinho: ( A ) não gostava dele. ( B ) não ligava para as suas delicadezas. ( C ) só queria ficar na sala ( D ) gostava de lugares bonitos e limpinhos.

O Retrato
Outro dia encontrei, na portaria do meu prédio, uma meninazinha de blusa branca, saia azul, laço no cabelo e sorriso nos lábios. Conversamos enquanto esperava o ônibus do colégio. Perguntei-lhe se estava com saudades das férias. Confessou que sim, mas disse que o colégio também era ótimo, que adorava o colégio. Abrindo a pasta reluzente, mostrou-me os livros novos, cuidadosamente encapados, os cadernos limpinhos, a caixa de lápis. Falou entusiasmada sobre a professora, que era um amor, e as colegas, camaradíssimas, todas suas amigas. Contou-me sua resolução de estudar muito, de fazer os deveres direitinho, de portar-se muito bem e tirar notas boas. Estava cheia de interesse, contente, de fato, de ir para o colégio, e foi dos mais alegres o adeusinho que me deu quando entrou no ônibus. Sorri com ela, e, quando voltei para casa, fui direto olhar o retrato de uma meninazinha de seus sete, oito anos de idade, vestida com uma saia azul e blusa branca de um uniforme escolar. E tive uma saudade imensa, infinita, daquela menina que tão atenta olhava o livro, tão confiante esperava a vida, aquela meninazinha que fui eu.
OURO PRETO, Maluh de. O Retrato, in:Antologia escolar de crônicas. Rio de aneiro, Ed. De Ouro s. d., 147-8

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10- A meninazinha despertou na narradora lembrança de quando: ( A ) era criança. ( B ) estava de férias ( C ) ganhou uma caixa de lápis. ( D ) tinha uma pasta reluzente.

O cão e o lobo

Um cão passeava pela floresta quando topou com um lobo magro. Aos poucos os dois fizeram amizade. - Puxa cachorro! Como você está gordo e bem tratado... - É que eu tenho um dono. Meu dono me dá três boas refeições por dia, escova meu pêlo, me dá uma casa de madeira... Em troca disso, pede que eu lhe guarde a casa dos assaltantes e lhe faça uns agrados de vez em quando. - Só isso? Mas deve ser maravilhoso ter um dono – concluiu o lobo. O cão então convenceu o lobo a acompanhá-lo, certo de que seu dono gostaria de ter mais um animal de estimação. Os dois andaram por certo tempo, até que o lobo percebeu uma coleira no cachorro. - O que é isso? Perguntou o lobo. - Ah, isto é uma coleira. Às vezes, meu dono se irrita e me prende numa corrente. Mas é por pouco tempo, logo eu estou solto de novo. O lobo parou, pensou um pouco... E voltou atrás. De longe, ainda falou para o cachorro: - Não, cachorro. Não sirvo para essa vida. Eu sei que mais vale a liberdade com fome do que o luxo na prisão.
Fábula recontada pó Márcia Kupstas, Sete face da fábula. São Paulo, Moderna, 1993. ( Texto adaptado)

11- O lobo achou que deveria ser muito bom ter um dono por que: ( A ) teria casa, alimento e cuidado.

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( B ) teria muita liberdade. ( C ) teria bastante atenção. ( D ) teria uma companhia.

12-O que aconteceu com o lobo quando soube que o cachorro usava coleira: ( A ) desistiu da liberdade. ( B ) resolveu conhecer seu dono. ( C ) desistiu de ter um dono. ( D ) resolveu tirar a coleira do cachorro.

Inferir o sentido de palavra ou expressão a partir do contexto Por meio deste descritor, pode-se avaliar a habilidade de o aluno relacionar informações, inferindo quanto ao sentido de uma palavra ou expressão no texto, ou seja, dando a determinadas palavras o sentido denotativo.

Bula de remédio
VITAMIN COMPRIMIDOS Embalagem com 50 comprimidos COMPOSIÇÃO Sulfato ferroso................... 400mg Vitamina B1....................... 280mg Vitamina A1....................... 280mg Ácido fólico........................ 0,2mg

O produto, quando conservado em locais frescos e bem ventilados, tem validade de 12 meses. É conveniente que o médico seja avisado de qualquer efeito colateral.

INDICAÇÔES No tratamento das anemias.

Cálcio F ............................ 150mg

CONTRAINDICAÇÕES Não deve gravidez. ser tomado durante a

INFORMAÇÕES AO PACIENTE

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EFEITOS COLATERAIS Pode causar vômitos e tonturas em pacientes sensíveis ao ácido fólico da fórmula. POSOLOGIA Adultos: um comprimido duas vezes ao dia Crianças: um comprimido uma vez ao dia.

LABORATÓRIO INFARMA S. A. Responsável – Dr. R. Dias Fonseca CÓCCO, Maria Fernandes; HILER, Marco Antônio. Alp novo: análise linguagem e pensamento. São Paulo: FTD, 1999. V. 2, p. 184

13- No texto a palavra COMPOSIÇÃO indica: ( A ) as situações contra-indicadas do remédio. ( B ) as vitaminas que fazem falta ao homem. ( C ) os elementos que compõem o remédio. ( D ) os produtos que causam anemias.

Leia o texto.

O sapo
Era uma vez um lindo príncipe por quem todas as moças se apaixonavam. Por ele também se apaixonou a bruxa horrenda que o pediu em casamento. O príncipe nem ligou e a bruxa ficou muito brava. “ Se não vai casar comigo não vai se casar com ninguém mais!” Olhou fundo nos olhos dele e disse: “Você vai virar um sapo!” Ao ouvir esta palavra o príncipe sentiu estremeção. Teve medo. E acreditou. E ele virou aquilo que a palavra feitiço tinha dito. Sapo. Virou sapo.
ALVES, Rubem. A alegria de ensinar. Ars Poética, 1994

14- Na frase “O príncipe nem ligou e a bruxa ficou muito brava”, a palavra brava significa: 15

( A ) apaixonada ( B ) furiosa

( C ) calma ( D ) amorosa

15- Na expressão “O príncipe nem ligou” a parte destacada significa: ( A ) não deu atenção. ( B ) não se lembrou. (C ) não olhou. ( D ) não chorou

O Saber da Vovó
Na noite chuvosa, Dona Carmelita se preocupava com Maurinho: febre alta, diarréia, boca seca, suores frios. O médico estava longe daquele sertão e remédios não havia em casa. O que fazer? Pensou Dona Carmelita. Logo ela se lembrou de como sua avó fazia quando ela era criança. Preparava um remedinho fácil: água, açúcar, sal, limão e amido de milho misturadinhos, e oferecialhe em bons goles. E assim foi feito... Amanheceu. Maurinho dormia tranqüilo e Dona Carmelita preparava, no fogão-a-lenha, um bom mingau de fubá e dizia: - “Esse é forte” e dá sustança! 16- Que sentido tem a expressão usada por Dona carmelita? “- Esse é forte e dá sustança!” ( A ) Certeza do efeito do alimento para fortalecer o filho. ( B ) Dúvida de que o mingau recuperaria o menino. ( C ) Incerteza do valor nutritivo do fubá. ( D ) Satisfação em atender a vontade de Maurinho.

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Leia o texto abaixo.

MORADA DO INVENTOR A professora pedia e a gente levava, achando loucura ou monte de lixo: Latas vazias de bebidas, caixas de fósforo Pedaços de papel de embrulho, fitas Brinquedos quebrados, xícaras sem asa, Recortes e bichos, pessoas, luas e estrelas, Revistas e jornais lidos, retalhos de tecido, Rendas, linhas, penas de aves, casca de ovo, Pedaços de madeira, de ferro ou de plástico. Um dia, a professora deu a partida, e transformamos, Colamos e colorimos. E surgiram bonecos (...), Bichos (...) e coisas malucas (...) E a escola virou morada do inventor.
Elias José. Nova escola, junho 2000, n. 133

17- No trecho “Um dia, a professora deu a partida, e transformamos, colamos e colorimos.”, a expressão em destaque significa que: ( A ) saiu do local. ( B ) quebrou um objeto. ( C ) ligou o carro. ( D ) iniciou a atividade.

18- De acordo com o texto, ”retalhos de tecido” significa: ( A ) peças de tecido. ( B ) sobras de tecido. ( C ) cortes de tecido. ( D ) estampas de tecido. 17

Identificar o tema central de um texto A habilidade que pode ser avaliada por meio deste descritor refere-se ao reconhecimento pelo aluno do assunto principal do texto, ou seja, identificar do que trata o texto. Para que o aluno identifique o tema, é necessário que ele relacione as diferentes informações para construir o sentido global do texto.

Chapeuzinho Amarelo
Era a Chapeuzinho amarela Amarelada de medo. Tinha medo de tudo, aquele Chapeuzinho. Já não ria. Em festa não aparecia. Não subia escada Nem descia. Não estava resfriada, Mas tossia. Ouvia conto de fada e estremecia. Não brincava mais de nada, Nem amarelinha. Tinha medo de trovão. Minhoca, pra ela, era cobra. E nunca apanhava sol, Porque tinha medo de sombra. Não ia pra fora pra não se sujar. Não tomava banho pra não descolar. Não falava nada pra não engasgar. Não ficava em pé com medo de cair. Então vivia parada, Deitada, mas sem dormir, Com medo do pesadelo.
HOLLANDA, Chico Buarque de In: Literatura comentada. São Paulo: Abril Cultural 1980.

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19- O texto trata de uma menina que: ( A ) brincava de amarelinha. ( B ) subia e descia escadas. ( C ) gostava de festas. ( D ) tinha medo de tudo.

Os rios precisam de um banho
A população das cidades esquece a importância dos rios e os utilizam como cestas de lixo. O resultado muita gente já deve conhecer: enchentes! Com tanto entulho, os canais de drenagem , isto é, o caminho que as águas percorrem morro abaixo, acabam ficando entupidos e causando inundações em dias de chuvas fortes. Para evitar as enchentes, que, além da destruição, trazem doenças, a solução é não jogar lixo nos rios. O lugar das coisas que não queremos mais, sejam chinelos, garrafas ou até eletrodomésticos, é a lata de lixo!
TORRES, João Paulo Machado. Os rios precisam de um banho. Ciência Hoje das Crianças, Rio de Janeiro: nº 98, p. 21, dez 1999

( fragmento)

20- O tema central do texto refere-se a: ( A ) poluição dos rios. ( B ) poluição das indústrias ( C ) reciclagem do lixo ( D ) desperdício de água

Drogas! Nunca!
A pior escolha de nossa vida Grande parte dos usuários começa desde cedo, alguns até na infância, por curiosidade ou geralmente por influência de outras pessoas. A curiosidade de conhecer 19

todos

os

tipos

de

drogas

passou,

desde

então

o

vício

aumentou.

Dizem que a droga é algo alucinante, depois de usá-las as pessoas já não respondem por seus atos. Para ter acesso muitos agem sem pensar, depois que entram neste caminho ou são condenados na prisão ou acabam morrendo. Esse sedativo pode nos causar prejuízos físicos e também psicológicos, depois de viciado, você é desprezado, se torna um inútil é esquecido por todos que lhe cercavam e por fim acaba ficando doente, depressivo, e não procurando ajuda para se tratar e acaba morrendo. Você se torna dependente, um escravo preso naquilo, se for preciso você mata, rouba, o que for preciso para consumi-la. As drogas são substâncias tóxicas que podem trazer dor, mas também pode aliviá-la quando o paciente entra em estado terminal. Drogas como a Morfina diminuem a dor. Hoje em dia a droga mais consumidas é o Crack, por ser o mais barato, mas também tem a Cocaína, a Maconha, o Haxixe, o Êxtase dentre outras. Estas causam muita dor, e muita destruição na vida de pessoas que se sujeitam a consumi-las.
CAIC Professor Mariano Costa

21- O tema central do texto é: ( A ) incentivo ao uso de drogas. ( B ) tipos de drogas. ( C ) o perigo das drogas. ( D ) o desaparecimento das drogas.

Carnaval à moda da selva
Parintins, no coração da Amazônia, explode em cores e paixões para comemorar o boi-bumbá, uma festança de rara beleza que encanta os turistas. É noite na floresta. A 420 quilômetros de Manaus, pelas águas do rio Amazonas, um caldeirão azul e

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vermelho, com o formato estilizado de um boi, acende em Parintins. Tudo ao redor está escuro. Tum-tum-tum. Os surdos começam a marcar o ritmo. Entra na arena a marujada de guerra, a bateria do boi Caprichoso. As 15 mil pessoas que estão de azul cantam, gritam, agitam-se como as águas de uma pororoca. Na metade de lá das arquibancadas, a galera de vermelho, que torce para o outro boi, o Garantido, mantém-se num silêncio amazônico. É o início da festa do boi-bumbá, realizada todos os anos, entre 28 e 30 de junho, no coração da selva. Nas três noites de espetáculo, os dois bois revezam-se no bumbódromo. E, num respeito assustador, há sempre silêncio de uma turma quando o adversário está evoluindo. Terminada a festa, o suspense: quem vencerá a disputa? O resultado foi anunciado: deu Caprichoso na cabeça. Apesar dos descontentes, a folia pede passagem e garante mais um dia de animação. É quase um milagre que, numa cidade pobre como Parintins, com renda per capita de apenas um salário mínimo, se realize o magistral espetáculo de cor, luz e som do boi-bumbá.
ÉPOCA, Rio de Janeiro: Globo, n. 7,6 Julho, 1998 (fragmento)

22- Qual é o tema central do texto: ( A ) Festa do boi-bumbá. ( B ) Lazer na Amazônia. ( C ) Noite na floresta. ( D ) Riquezas do Amazonas.

Distinguir fato de uma opinião Por meio de itens referentes a este descritor, pode-se avaliar a habilidade de o aluno identificar, no texto, um fato relatado e diferenciá-lo do comentário que o autor, ou o personagem fazem sobre esse texto.

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A raposa e as uvas
Num dia quente de verão, a raposa passeava por um pomar. Com sede e calor, sua atenção foi capturada por um cacho de uvas. “Que delícia”, pensou a raposa, “era disso que eu precisava para adoçar a minha boca”. E, de um salto alto, a raposa tentou, sem sucesso, alcançar as uvas. Exausta e frustrada, a raposa afastou-se da videira, dizendo: “Aposto que estas uvas estão verdes”. Esta fábula ensina que algumas pessoas quando não conseguem o que querem, culpam as circunstâncias.
(HTTP: // www1,UOL.br/fabulas/noflash/raposa.htm)

23- A frase que expressa uma opinião é: ( A ) “a raposa passeava por um pomar”. ( B ) “ sua atenção foi capturada por um cacho de uvas. ( C ) “ a raposa afastou-se da videira” . ( D ) “ aposto que estas uvas estão verdes”.

A função da arte
Diego não conhecia o mar. O pai, Santiago Kovadloff, levou-o para que descobrisse o mar. Viajaram para o sul. altas, esperando. Quando o menino e o pai enfim alcançaram aquelas alturas de areia, depois de muito caminhar, o mar estava na frente de seus olhos. E foi tanta a imensidão do mar, e tanto fulgor, que o menino ficou mudo de beleza. E quando finalmente conseguiu falar, tremendo, gaguejando, pediu ao pai: - Me ajuda a olhar!
ROXO, Maria do Rosário e Vitória Entre textos. V.4, Editora Moderna

Ele, o mar, do outro lado das dunas

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24- O menino ficou tremendo, gaguejando por que: ( A ) a viagem foi longa. ( B ) as dunas eram muito altas. ( C ) o mar era imenso e belo ( D ) o pai não o ajudou a ver o mar.

Viva o povo brasileiro
O país tem fama de não cuidar da ecologia. Vide as queimadas na Amazônia. Além, disso, em reciclagem de vidros o Brasil foi reprovado, num ranking do Instituto Worldwatch. Assim, parece soar estranho o país bater recorde em reciclagem de latas. De cada 100 latinhas de bebida, 65 voltam para a indústria. É que há 125.000 brasileiros suando na coleta de latas usadas. Esse exército de subempregados embolsou 80 milhões de dólares em 1998.
VEJA. São Paulo: Ed. Abril. Ano 32, Nº 17, 28 abr. 1999

25- O sucesso na reciclagem de latas tem como causa: ( A ) o problema das queimadas na Amazônia. ( B ) a reciclagem nacional de vidros. ( C ) o trabalho das pessoas subempregadas. ( D ) o investimento em moeda estrangeira.

A Árvore de Natal - Pinheirinho (Lenda)
Quando o menino Jesus nasceu, todas as pessoas ficaram alegres. Crianças, homens e mulheres vinham vê-lo trazendo presentes, pobres ou ricos. Perto do estábulo onde dormia o menino Jesus, num berço de palha, havia três árvores: uma palmeira, uma oliveira e um pinheirinho.

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Vendo aquela gente que ia e voltava, passando embaixo dos seus galhos, as três árvores quiseram também dar alguma coisa ao menino Jesus. - Eu vou dar a minha palma maior, a mais bela para que ela abane docemente o bebê, disse a palmeira. - Eu vou apertar as minhas olivas e elas servirão para amaciar seus pezinhos, disse a oliveira. - E eu? Que posso dar? Perguntou o pinheirinho. - Você. Responderam as outras; você não tem nada para dar. Suas agulhas pontudas poderiam picar o menino Jesus. O respondeu tristemente: - É mesmo, vocês tem razão: não tenho nada para oferecer. Um anjo que estava ali perto escutou a conversa e teve pena do pinheirinho, tão humilde, tão triste, que nada podia fazer porque nada possuía. Lá no céu, as estrelinhas começam a brilhar. O lindo anjinho olhou para o alto e chamou-as. No mesmo instante elas desceram, com boa vontade e foram colocar-se sobre os ramos do modesto pinheirinho que ficou todo iluminado. Lá no bercinho, dentro do estábulo, os olhos do menino Jesus brilharam ao ver aquela árvore tão linda. É por isso que as pessoas, até hoje, enfeitam com luzes e pinheiro, na véspera de Natal. 26-A atitude tomada pelo anjo para ajudar o pinheirinho foi ( A ) chamar as estrelas do céu para iluminá-lo. ( B ) cortar as suas agulhas pontudas ( C ) comprar um presente para ele ofertar. ( D ) fazê-lo desistir de presentear o menino Jesus. pobre pinheirinho sentiu-se muito infeliz e

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Niterói
Passear em Niterói pode ser muito divertido para as crianças,

principalmente nos fins de semana, quando as barcas estão vazias. O trajeto leva 20 minutos e as saídas são entre 6h e 23h. As embarcações têm capacidade para 2000 pessoas e a passagem custa R$ 3,00. Este serviço regular entre as duas cidades completou 155 anos no mês passado e, no Museu das Barcas, em Niterói, foi organizada uma amostra comemorativa que contou um pouco de sua história.
Liliane Schowb

27- De acordo com o texto, os passeios em Niterói são mais agradáveis nos finais de semana por que : ( A ) há mais saídas à tarde. ( B ) as barcas estão vazias ( C ) as embarcações tem capacidade para 2000 pessoas. ( D ) a viagem é mais longa.

Interpretar textos não-verbais e textos que articulam elementos verbais e não-verbais. Por meio de itens referentes a este descritor, pode-se avaliar a habilidade de o aluno reconhecer a utilização de elementos gráficos (nãoverbais) como apoio na construção de sentido e interpretar textos que utilizam linguagem verbal e não verbal (texto multissemióticos).

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Hábitos de cachorro
Deita sobre os tapetes.......................50% Pressente a chegada do dono............64% Sobe na cama...................................71% Espera na porta do banheiro...............74% Come na mesa...................................80% Sobe no sofá......................................82%

28- Entre os hábitos dos cachorros apontados na pesquisa, o mais comum é: ( A ) deitar sobre os tapetes. ( B ) subir na cama. ( C ) comer sobre a mesa ( D ) subir no sofá.

Observe a tirinha abaixo:

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29- Cascão dormiu na calçada por quê? ( A ) estava com calor. ( B ) estava sem a chave da porta. ( C ) seus pés estavam sujos. ( D ) estava muito cansado.

30- O som Z emitido pelo Cascão significa que ele está: ( A ) dormindo ( B ) assustado. ( C ) falando. ( D ) faminto.

Observe a tirinha abaixo:

31- O que levou Magali a escorregar e cair: ( A ) o peso da melancia. ( B ) assustou-se com alguma coisa. ( C ) a casca da banana. ( D ) o suor do seu corpo.

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Observe a tirinha abaixo:

32- O Cascão foi o único que não falou a expressão: “Diacho! Sempre na hora do banho!” Por quê? (A) por que ele não gosta de reclamar. (B) por que ele foi o único que não tomou banho ( C) por que ele estava a espera de uma ligação. ( D) por que não ouviu o telefone tocar.

Propaganda
33- O principal produto divulgado nesta propaganda é o: ( A ) leite condensado ( B ) caramelo ( C ) chocolate Nestlé ( D ) Chokito

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34- O leite condensado, o caramelo, os flocos e o chocolate são: ( A ) os ingredientes do Chokito. ( B ) os enfeites do Chokito. ( C ) outros nomes do Chokito. ( D ) os sabores do Chokito.

BRIGADEIRO
Ingredientes 1 lata de leite condensado 1 colher de sopa de margarina sem sal 7 colheres de sopa de Nescau ou 4 colheres de sopa de chocolate em pó Chocolate granulado para fazer bolinhas Modo de Preparo 1. Coloque em uma panela funda o leite condensado, a margarina e o chocolate em pó. 2. Cozinhe em fogo médio e mexa sem parar com uma colher de pau. 3. Cozinhe até que o brigadeiro comece a desgrudar da panela. 4. Deixe esfriar bem, então unte as mãos com margarina, faça as bolinhas e envolva-as em chocolate granulado. 5. Ponha em forminhas de papel.

35- O último ingrediente utilizado no preparo desta receita é o: ( A ) chocolate em pó ( B ) chocolate granulado ( C ) margarina ( D ) leite condensado

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TÓPICO II- IMPLICAÇÕES DO SUPORTE DO GÊNERO E/ OU DO ENUNCIADOR NA COMPREENSÃO DO TEXTO

Identificar o gênero do texto. Os gêneros textuais são diretamente ligados às práticas sociais. Alguns exemplos de gêneros textuais são carta, bilhete, aula, conferência, email, artigos, entrevistas, notícias, telefonemas, telegramas, etc. telemensagens, teleconferências, videoconferências, discurso

Assim, um tipo textual pode aparecer em qualquer gênero textual, da mesma forma que um único gênero pode conter mais de um tipo textual. Uma carta, por exemplo, pode ter passagens narrativas, descritivas, injuntivas, etc.

Identificar a finalidade de diferentes gêneros textuais. As habilidades avaliadas com itens relativos a estes descritores dizem respeito ao reconhecimento, por parte do aluno, do gênero ao qual se refere o texto-base, identificando desta forma, qual o objetivo do texto: informar, convencer, advertir, instruir, explicar, comentar, divertir, solicitar, recomendar, etc.

Leia o texto
“Por ter uma visão apurada o cão consegue, mesmo que a certa distância, perceber alterações nos movimentos de uma pessoa amedrontada. O animal descende do lobo e dele herdou o instinto de caça. Se alguém passa a andar furtivamente com uma postura submissa, ele identifica logo uma presa fácil”.

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36- A palavra “animal” grifada no texto refere-se: ( A ) a alguém. ( B ) ao instinto ( C ) ao cão. ( D ) ao lobo.

37- O gênero textual deste texto é: ( A ) comentário ( B ) carta ( C ) entrevista ( D ) tele mensagem

Soluções caseiras
Se você já se ligou na importância de economizar energia, tome nota de dicas muito simples do que é possível fazer em casa para evitar o desperdício da eletricidade: Durante o dia, procure abrir as cortinas e as janelas para não ter de acender a luz. E na hora de escolher uma lâmpada, as fluorescentes são bem mais econômicas que as incandescentes, aquelas redondinhas comuns em qualquer lugar.
Ciência Hoje das crianças. Rio de janeiro: SBPC Ano 11, jul., 1998.

38- Nesse texto, o autor faz recomendações sobre: ( A ) a economia de energia. ( B ) as fontes de energia ( C ) as vantagens da eletricidade. ( D ) os riscos da eletricidade.

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Asa Branca
( Luiz Gonzaga) Quando olhei a terra ardendo, Qual fogueira de São João, Eu perguntei a Deus do céu, ai, Porque tamanha judiação. Que braseiro, que fornalha, Nenhum pé de plantação. Por falta d’água perdi meu gado Morreu de sede meu alazão.

Então eu disse adeus, Rosinha, Guarda contigo meu coração.

Hoje longe muitas léguas, Numa triste solidão, Espero a chuva cair de novo Pra eu voltar pro meu sertão.

Quando o verde dos teus olhos, Se espalhar na plantação, Eu te asseguro não chore não, viu? Que eu voltarei viu, meu coração.

Até mesmo a Asa Branca Bateu asas do sertão.

39- O objetivo principal do texto é chamar a atenção para a: ( A ) saudade do nordestino. ( B ) morte do Alazão. ( C ) partida da Asa Branca. ( D ) seca do Nordeste

40- O gênero deste texto é: ( A ) carta. ( B ) entrevista. ( C ) canção. ( D ) notícia.

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Saudade
Filisbino Matoso andava que era uma tristeza só. Não queria nada com a vida nem aceitava consolo de ninguém. Quem passasse lá pelas bandas do Sítio da Purunga Sonora ia ouvir os lamentos do moço. -Ai! Como sofro! Sem minha querida Florisbelta não posso viver. De que me vale este lindo sítio com lago, se estou nadando em lágrimas? Todos que moravam no Purunga Sonora e nos arredores sabiam da história de Florisbelta. Era o grande amor de Filisbino Matoso. A choradeira havia começado com o raiar do sol, quando a tal Florisbelta, sem avisar ninguém, resolvera tomar o caminho da cidade.
SALLOUTI, Elza Césari. O bilhete que o vento levou.

41- A finalidade do texto é: ( A ) ensinar uma receita. ( B ) ensinar um jogo. ( C ) contar uma piada. ( D ) narrar um fato.

MOLHO VERDE
½ colher de sal. Uma pitada de açúcar. 6 colheres de sopa de azeite 4 colheres de sopa de vinagre. 1 colher de sopa de cheiro-verde picadinho. Misture todos os ingredientes e guarde num recipiente na geladeira, pois esse molho pode ser usado umas 3 ou 4 vezes. Sirva com saladas. 33

42- O objetivo deste texto é: ( A ) anunciar produtos. ( B ) ensinar como fazer uma comida. ( C ) informar a composição de um alimento. ( D ) vender ingredientes.

43- O gênero deste texto é: (A) (B) (C) (D) bilhete notícia receita entrevista

DE PECINHA EM PECINHA Para criar mosaicos os artistas costumam fazer um desenho em papel. Depois, passam a figura para a superfície onde vão colar as pecinhas que definirão o trabalho. Elas podem ser grudadas com cola, cimento, gesso ou outro material qualquer. Para conseguir essas peças, eles vão cortando vidro ou cerâmica com ferramentas apropriadas que lembram um alicate. É possível usar pedacinhos quadrados, retangulares, triangulares e até redondos, dependendo do efeito que o artista quer dar ao seu trabalho.
(Revista Recreio, ano 3, p.20)

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44- A finalidade deste texto é: ( A ) contar como é a vida dos artistas. ( B ) ensinar a recortar tirinhas de papel. ( C ) explicar como se constrói um mosaico. ( D ) mostrar como trabalha um bom pintor.

Lancheira Saudável
Larissa Faria

Durante a vida escolar, a criança está em intenso processo de crescimento e desenvolvimento físico e mental, o que pede uma elevada dose de energia e nutrientes. O lanche, quando composto por alimentos adequados, garante a energia e os nutrientes necessários para o crescimento e desenvolvimento, resultando em um melhor desempenho escolar além de evitar hábitos alimentares inadequados que podem trazer prejuízos à saúde por toda a vida. O sucesso da lancheira saudável é aliar o alimento certo com a preferência da criança. Para uma criança de peso adequado, o lanche deve conter de 300 a 350 calorias. Procure colocar 1 alimento fonte de carboidratos (bisnaguinha, pão de fôrma, biscoito salgado ou doce, barrinha de cereal), 1 fonte de proteínas (iogurte, requeijão, leite fermentado, patê de peito de peru) e 1 ou mais fontes de vitaminas e minerais (maçã, pêra, banana e suco de fruta. 45- A finalidade do texto é: ( A ) recomendar os alimentos saudáveis para o lanche das crianças. ( B ) informar o peso adequado de uma criança. ( C ) advertir contra a desnutrição ( D ) destacar os alimentos preferidos pelas crianças. 35

O BOTÃO DE ROSA

MAS UMA GRANDE ALEGRIA INVADIU MEU CORAÇÃO, OLHEI O VASO E NÃO VIA

PEGUEI UM BOTÃO DE ROSA E ENTREGUEI À MINHA AMADA FIQUEI TODO ALEGRE E PROSA ELA, ASSIM, DESCONFIADA. FIZ ENTÃO UMA PROPOSTA PARA DEIXÁ-LA ANIMADA, SE O BOTAO SE ABRISSE EM ROSA ELA ESTAVA APAIXONADA. NO DIA SEGUINTE, CEDO, FUI AO VASO CONFERIR; CONFESSO, ESTAVA COM MEDO DO TAL BOTÃO NAO SE ABRIR.

MAIS O BENDITO BOTAO. EM SEU LUGAR SE ENCONTRAVA UMA ENCANTADORA FLOR, E DELA SE EMANAVA O MAIS DELICADO OLOR. QUANDO MINHA AMADA VIU TÃO MARAVILHOSA FLOR, DEU-ME UM BEIJO E SORRIU REVELANDO SEU AMOR...

(Luiz Angelo Vilela)

46- A finalidade do texto é (A) apresentar dados sobre a rosa (B) declarar paixão por alguém. (C) informar sobre a vida do autor (D) instruir sobre como abrir uma rosa.

47- O gênero deste texto é: (A) (B) (C) ( D) canção poesia receita entrevista 36

TÓPICO III – COESÃO E COERÊNCIA

Estabelecer relação de causa e conseqüência entre partes de um texto. Por meio de itens referentes a este descritor, pode-se avaliar a habilidade de o aluno reconhecer os motivos pelos quais os fatos são apresentados no texto, ou seja, as relações expressas entre os elementos que se organizam.

Princesa Linda Laço-de-fita
Sempre um castelo foi linda, vestiu roupas lindas e morou num quarto lindo, de

lindíssimo, no reino de Flax. Passou a vida na janela desse quarto,

recebeu visitas de príncipes que vinham de muito longe e de bem perto também para pedi-la em casamento. Mas sendo linda como era, e muito vaidosa da própria lindeza, não aceitava nenhum pedido, pois nenhum príncipe era forte, rico ou... Lindo o suficiente para se casar com ela. Com o passar dos anos, os príncipes cansaram desse papo-furado e desistiram de pedi-la em casamento. Hoje em dia, ela está bem velhinha, ainda linda, uma linda velhinha. conversar. Sozinha, na janela, espera algum príncipe passar e parar para

SOUZA, Flávio de. Príncipes e princesas

48- A princesa do reino de Flax era muito exigente em relação aos seus pretendentes, por isso ela ficou: ( A ) sozinha. ( B ) tranqüila. ( C ) rica. ( D ) vaidosa

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A CORUJA E A ÁGUIA (Monteiro Lobato)
A Coruja e águia, depois de muita briga, resolveram fazer as pazes. - Basta de guerra - disse a coruja. O mundo é tão grande, e tolice maior que o mundo é andarmos a comer os filhotes uma da outra. - Perfeitamente - respondeu a águia. - Também eu não quero outra coisa. - Nesse caso combinemos isto: de agora em diante não comerás nunca os meus filhotes. - Muito bem. Mas como posso distinguir os teus filhotes? - Coisa fácil. Sempre que encontrares uns borrachos lindos, bem feitinhos de corpo, alegres, cheios de uma graça especial que não existe em filhote de nenhuma outra ave, já sabes, são os meus. - Está feito! - concluiu a águia. Dias depois, andando à caça, a águia encontrou um ninho com três monstrengos dentro, que piavam de bico muito aberto. - Horríveis bichos! - disse ela. Vê-se logo que não são os filhos da coruja. E comeu-os. Mas eram os filhos da coruja. Ao regressar à toca a triste mãe chorou amargamente o desastre e foi justar contas com a rainha das aves. - Quê? - disse esta, admirada. Eram teus filhos aqueles monstrengos? Pois, olha, não se pareciam nada com o retrato que deles me fizeste... Para retrato de filho ninguém acredite em pintor pai. Lá diz o ditado: quem o feio ama, bonito lhe parece. 49- A coruja e a águia, depois de muitas brigas resolveram fazer as pazes por que: ( A ) achavam tolice comer os filhotes uma da outra. ( B ) comiam todos os bichos que encontravam. ( C ) detestavam encontrar ninhos com aves pequenas. ( D ) gostavam de comer aves bastante crescidas 38

50- O gênero deste texto é: ( A ) poema. ( B ) fábula. ( C ) entrevista. ( D ) canção.

Covardia
Passeavam dois amigos numa floresta, quando apareceu um urso feroz e se lançou sobre eles. Um deles tropeçou numa árvore e escondeu-se, enquanto o outro ficava no caminho. Deixandose cair ao solo, fingiu-se morto. O urso aproximou-se e cheirou o homem, mas como este retinha a respiração, julgou-o morto e afastou-se. Quando a fera estava longe, o outro desceu da árvore e perguntou, a gracejar, ao companheiro: -Que te disse o urso ao teu ouvido? -Disse-me que aquele que abandona o seu amigo no perigo é um covarde.
TAHAN, Malba. Lendas do céu e da terra.

51- O amigo que estava na árvore desceu por que ( A ) achou melhor também fingir-se de morto. ( B ) observou do alto um lugar melhor para esconder-se. ( C ) queria ajudar o amigo a livrar-se do urso. ( D ) viu que o urso já estava distante.

ENTREVISTA 1. O que é dengue? A dengue é uma doença febril aguda. A pessoa pode adoecer quando o vírus penetra no organismo, pela picada de um mosquito infectado, o Aedes aegypti.

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2. Quanto tempo depois de ser picado aparece a doença? Se o mosquito estiver infectado, o período de incubação varia de 3 a 15 dias, sendo em média de 5 a 6 dias. 3. Quais são os sintomas da dengue? Os sintomas mais comuns são febre, dores no corpo, principalmente nas articulações, e dor de cabeça. Também podem aparecer manchas vermelhas pelo corpo e, em alguns casos, sangramento, mais comum na gengiva. 4. A pessoa que pegar dengue pode morrer? A dengue, mesmo na forma clássica, é uma doença séria. Caso a pessoa seja portadora de alguma doença crônica, como problemas cardíacos, devem ser tomados cuidados especiais. No entanto, ela é mais grave quando se apresenta na forma hemorrágica. Nesse caso, quando tratada a tempo, a pessoa não corre risco de morte. 5. Quais os cuidados para não se pegar dengue? É preciso identificar objetos que possam se transformar em criadouros do Aedes. O único modo é limpar e retirar tudo o que possa acumular água e oferecer risco. Em 90% dos casos, o foco do mosquito está nas residências. 6. Posso pegar dengue de uma pessoa doente? Em hipótese alguma. Não há transmissão por contato direto de um doente. 7. Por que essa doença ocorre no Brasil? Por que é um país tropical, onde as condições do meio ambiente, aliadas a características urbanas, favorecem o desenvolvimento e a proliferação do mosquito transmissor, o Aedes aegypti.

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52- A única maneira de uma pessoa contrair a dengue é: ( A ) contato com outras pessoas doentes. ( B ) através da picada do mosquito ( C ) através do ar. ( D ) descuidando da higiene.

Estabelecer relações lógico-discursivas entre partes de um texto, marcadas por locuções adverbiais ou advérbios. A habilidade que pode ser avaliada por este descritor refere-se à identificação das relações de coerência (lógico-discursivas) estabelecidas no texto. Essa habilidade é avaliada por meio de um texto no qual é solicitada ao aluno a identificação de uma determinada relação lógicodiscursiva, enfatizada, principalmente, por locuções adverbiais e, por vezes, a identificação dos elementos que explicam essa relação.

Meteoro
(Luan Santana)

Te dei o sol, te dei o mar Pra ganhar seu coração Você é raio de saudade Meteoro da paixão Explosão de sentimentos Que eu não pude acreditar Ah! Como é bom poder te amar

Você é exatamente o que eu sempre quis Ela se encaixa perfeitamente em mim O nosso quebra-cabeça teve fim Se for sonho não me acorde Eu preciso flutuar Pois só quem sonha Consegue alcançar

Depois que eu te conheci fui mais feliz

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53- O verso da letra da música que contém um advérbio de negação é: ( A ) Te dei o sol, te dei o mar ( B ) Se for sonho não me acorde ( C ) Você é raio de saudade ( D ) Ah! Como é bom poder te amar.

54- O verso da letra da música que contém um advérbio de intensidade é: ( A ) Pra ganhar seu coração. ( B ) Pois só quem sonha. ( C ) Depois que eu te conheci fui mais feliz. ( D ) Que eu não pude acreditar.

Anjo amigo
Um dia de sol lindo Deus criou o homem e a mulher Com certeza ele estava bastante inspirado fez neles dois moldes perfeitos para que um dia vivessem e procriassem; Mas Deus viu que apesar de tanta beleza eles teriam dor e sofrimento; Então criou ANJOS em forma de pessoas e colocou-os no mundo para que frutificassem também e fossem amparo e a luz divina 42

são chamados de amigos são fraternos e companheiros emitem luz que ascende o espírito de todos que o cercam são olhos de Deus, e a mão amiga de todos nós.

55- A locução adverbial de afirmação que se destaca no texto é: ( A ) então ( B ) com certeza ( C ) apesar ( D ) também

Reconhecer relações entre partes de um texto, identificando os recursos coesivos que contribuem para sua continuidade (substituições e repetições). Diferentes partes de um texto podem estar interligadas por uma expressão que se repete literalmente ou que é substituída por um pronome, um hiperônimo, por exemplo. Por essas vias, nada no texto está solto. Tudo continua e se articula numa rede de relações, de forma que o texto resulta numa unidade, num todo articulado e coerente

O Rato do mato e o rato da cidade
Um ratinho da cidade foi uma vez convidado para ir à casa de um rato do campo. Vendo que seu companheiro vivia pobremente de raízes e ervas, o rato da cidade convidou-o a ir morar com ele: — Tenho muita pena da pobreza em que você vive — disse. — Venha morar comigo na cidade e você verá como lá a vida é mais fácil. Lá se foram os dois para a cidade, onde se acomodaram numa casa 43

rica e bonita. Foram logo à despensa e estavam muito bem, se empanturrando de comidas fartas e gostosas, quando entrou uma pessoa com dois gatos, que pareceram enormes ao ratinho do campo. Os dois ratos correram espavoridos para se esconder. — Eu vou para o meu campo — disse o rato do campo quando o perigo passou. — Prefiro minhas raízes e ervas na calma, às suas comidas gostosas com todo esse susto. Mais vale magro no mato que gordo na boca do gato.
Alfabetização: livro do aluno 2ª ed. rev. e atual. / Ana Rosa Abreu... [et al.] Brasília: FUNDESCOLA/SEF-MEC, 2001. 4v. : p. 60 v. 3

56- A expressão seu companheiro destacada na 2ª linha do texto referese: ( A) ao gato. ( B) ao rato do campo. (C) ao rato da cidade. (D) a pessoa que entrou.

O hábito da leitura “ A criança é o pai do homem”.
A frase, do poeta inglês William Wordsworth, ensina que o adulto conserva e amplia qualidades e defeitos que adquiriu quando criança. Tudo que se torna um hábito dificilmente é deixado. Assim, a leitura poderia ser uma mania prazerosa, um passatempo. Você, coleguinha, pode descobrir várias coisas, viajar por vários lugares, conhecer várias pessoas, e adquirir muitas experiências enquanto lê um livro, jornal, gibi, revista, cartazes de rua e até bula de remédio. Dia 25 de janeiro comemora-se o dia do Carteiro. Ele leva ao mundo inteiro várias notícias, intimações, saudades, respostas, mas tudo isso só existe por causa do hábito da leitura. E aí, vamos participar de um projeto de leitura?
CORREIO BRAZILIENSE, Brasília, 31 de janeiro de 2004, p. 7.

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57- No trecho “ Ele leva ao mundo inteiro”, a palavra sublinhada refere-se ao : (A) carteiro. (B) livro. (C) jornal. (D) poeta.

58- No texto a palavra passatempo pode ser substituída por: ( A ) trabalho. ( B ) dever. ( C ) divertimento. ( D ) direito.

59- Livros, jornais, revistas, cartazes de rua e até bulas de remédio são meios de informação: ( A ) escrita ( B ) auditiva ( C ) oral ( D ) digital

PREGOBOL

Futebol de preguinhos

Materiais
- madeira retangular com 50X30 cm - feltro verde ou tinta verde. - duas ripas de madeira com 2 cm de largura e 50 cm de -comprimento para as laterais. - quatro ripas de madeira com 2 cm de largura e 13 cm de comprimento. - pregos de cabeça redonda. -lixa de papel

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- martelo - bolinha de gude ou moeda. COMO FAZER 1º passo: Antes de começar a montagem do campo, lixe todas as peças com uma lixa de papel para evitar que alguma farpa espete seu montando. dedo, enquanto estiver

2º passo: Cubra a madeira com o feltro ou pinte-a de verde.

3º passo: Desenhe o campo (conforme figura).

4º passo: Os jogadores ( pregos de cabeça redonda ) devem de cada lado. ser distribuídos conforme indicado na foto, ficando 11

5º passo: Pregue as ripas nas laterais do campo. Bata os pregos com cuidado e verifique se a

ponta não saiu do lado oposto.

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6º passo: Está pronto, agora é só brincar!

A bola é uma moedinha pequena de 1 centavo , que deve ser empurrada, através de "petelecos" dados com os dedos, contra o gol adversário. São três toques para cada jogador, sendo o último obrigatoriamente o chute a gol. Dica: Uma variante interessante, é usar uma bolinha pequena, de gude, plástico ou metal, impulsionando-a com palitos de sorvete.

60- No último parágrafo do texto, a palavra impulsionando-a pode ser substituída por: (A) (B) (C) (D) colando-a furando-a empurrando-a esfregando-a

61- A palavra “adversário” destacada no texto significa: (A) contrário (B) direito (C) esquerdo (D) avesso

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Observe a figura e leia o texto. O mico-leão atinge, no máximo, 73 cm de comprimento – a metade, às vezes até mais, pertence à cauda. Esse pequeno macaco tem hábitos curiosos: o recém-nascido, por exemplo, passa apenas cerca de quatro dias agarrado à mãe. Depois disso, é o pai que o carrega, cuida, limpa e penteia. A mãe só aparece na hora da mamada. Ela estende os braços e o pai lhe entrega o filhote, para uma mamada de cerca de 15 minutos. Mas, mesmo nessa hora, o pai não se distancia. A amamentação dura cerca de três meses. Depois, começa sua alimentação normal: insetos, pequenos invertebrados, aranhas, lesmas, pássaros, ovos, frutos.

62- A palavra usada pelo autor para se referir ao mico-leão é: ( A ) filhote. ( B ) pequeno macaco. ( C ) vertebrado. ( D ) mamífero.

A pipa Pepita
Zezito era o dono de Pepita, uma pipa verde e rosa, de carinha graciosa. Zezito preparou Pepita para concorrer no grande campeonato de pipas. Fitas coloridas saíam de suas pontas. O dia amanheceu. O Sol estava forte e o céu azul. De toda parte chegava gente grande, gente pequena, com suas pipas. Tinha pipa-estrela, pipa-bicho, pipas de todos os jeitos.

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Um apito deu o sinal e as pipas voaram no céu. Ele ficou colorido, como um dia de carnaval. Pepita foi subindo... Passou por várias nuvens e deixou as outras pipas para trás. Lá no alto, Pepita gritou: _ Até um dia, Zezito! Vou fazer um grande vôo. Se você olhar para o céu nas noites estreladas, verá Pepita, com seus cabelos de fita...
GOES, Lúcia Pimentel. A Pipa Pepita. Scipione, 1988.

63- No trecho “Ele ficou colorido, como um dia de carnaval (...)”, a palavra destacada pode ser substituída por: ( A ) o apito ( B ) o dia. ( C ) o céu. ( D ) o Sol.

Reconhecer o conflito gerador do enredo e os elementos de uma narrativa.
O item vinculado a esse descritor deve levar o aluno a identificar um desses elementos constitutivos da estrutura da narrativa. Evidentemente, o texto utilizado deve ser tipo narrativo.

Leia o texto abaixo:

O Fazendeiro, seu Filho e o Burro
" Um fazendeiro e seu filho viajavam para o mercado, levando consigo um burro. Na

estrada, encontraram umas moças salientes, que riram e zombaram deles: 49

- Já viram que bobos?
Andando a pé, quando deviam montar no burro?

O fazendeiro, então, ordenou ao filho: - Monte no burro, pois não devemos parecer ridículos. O filho assim o fez. Daí a pouco, passaram por uma aldeia. À porta de uma estalagem estavam uns velhos que comentaram: - Ali vai um exemplo da geração moderna: o rapaz, muito bem refestelado no animal, enquanto o velho pai caminha, com suas pernas fatigadas. - Talvez eles tenham razão, meu filho, disse o pai. Ficaria melhor se eu montasse e você fosse a pé. Trocaram então as posições. Alguns quilômetros adiante, encontraram camponesas passeando, as quais disseram: -A crueldade de alguns pais para com os filhos é tremenda! Aquele preguiçoso, muito bem instalado no burro, enquanto o pobre filho gasta as pernas. - Suba na garupa, meu filho. Não quero parecer cruel, pediu o pai. Assim, ambos montados no burro, entraram no mercado da cidade. - Oh!! Gritaram outros fazendeiros que se encontravam lá. Pobre burro, maltratado, carregando uma dupla carga! Não se trata um animal desta maneira. Os dois precisavam ser presos. Deviam carregar o burro às costas, em vez de este carregá-los.
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O fazendeiro e o filho saltaram do animal e carregaram-no. Quando atravessavam uma ponte, o burro, que não estava se sentindo confortável, começou a escoicear com tanta energia que os dois caíram na água." (Quem a todos quer ouvir, por ninguém é ouvido)
Fábulas de Esopo

64- O problema que dá origem à essa história é: ( A ) o fazendeiro e seu filho queriam agradar a todas as pessoas. ( B ) o fazendeiro e seu filho precisavam chegar rapidamente ao Mercado da Cidade. ( C ) o burro estava muito cansado de caminhar. ( D ) o burro estava muito maltratado.

O Leão Apaixonado
Certa vez um leão pediu a filha de um camponês em casamento. O pai, desgostoso por não poder dizer não, já que dele tinha muito medo, viu também no momento, um bom modo de livrar-se de vez por toda do problema. Ele disse que concordaria em tê-lo como genro, mas com uma condição; Este deveria deixar-lhe arrancar suas unhas e dentes, pois sua filha tinha muito medo dessas coisas. Contente da vida o leão concordou. Feito isso, ele volta a fazer seu pedido, mas o camponês, que já não mais o temia, pegou um cajado e expulsou-o de sua casa, o que o fez com que o leão voltasse para a floresta.
Autor: Esopo

Moral da História: Todos os problemas, quando examinados de perto, acabam por revelar sua solução. 51

65- O problema, na história, é resolvido quando: ( A ) o leão se apaixonou pela filha do lenhador. ( B ) o lenhador concordou com o pedido de casamento do leão. ( C ) a moça ficou com medo do futuro marido. ( D ) o leão se deixou arrancar os dentes e a cortar as suas garras.

A Costureira das Fadas
Depois do jantar, o príncipe levou Narizinho à casa da melhor costureira do reino. Era uma aranha de Paris, que sabia fazer vestidos lindos, lindos até não poder mais! Ela mesma tecia a fazenda, ela mesma inventava as modas. -Dona Aranha – disse o príncipe: quero que faça para esta ilustre dama o vestido mais bonito do mundo. Vou dar uma grande festa em sua honra e quero vê-la deslumbrar a corte. Disse e retirou-se. Dona Aranha tomou da fita métrica e, ajudada por seis aranhinhas muito espertas, principiou a tomar as medidas. Depois teceu depressa, depressa, uma fazenda cor-de-rosa com estrelinhas douradas, a coisa mais linda que se possa imaginar. Teceu também peças de fita e peças de renda e de entremeio – até carretéis de linha de seda fabricou.
MONTEIRO LOBATO, José Bento. Reinações de Narizinho.

66- O ambiente em que se passa a história é: ( A ) a residência da costureira. ( B ) a casa da vovó de Narizinho.
( C ) uma fábrica de roupas.

( D ) um castelo encantado.

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O Caseiro Atrapalhado

(Piada)

O sujeito estava no maior ronco, quando toca o telefone, em plena madrugada: - Aqui é o Aristides, o caseiro da sua fazenda! - O que houve Aristides, aconteceu alguma coisa grave? - Nada não, doutor! Eu só queria avisar que o seu papagaio morreu! - Meu papagaio? Aquele que ganhou o concurso no mês passado? - Sim, este mesmo! - Puxa, que pena! Eu havia pago uma pequena fortuna por ele... Mas ele morreu de quê? - Comeu carne estragada! - Carne estragada? Quem deu carne estragada para ele? - Ninguém... Ele comeu de um dos cavalos que estavam mortos. - Que cavalos? - Dos seus cavalos puros-sangues! Eles morreram de cansaço, puxando a carroça d'água. - Puxando a carroça d'água? Que água? - Para apagar o fogo! - Fogo? Onde? - Na sua casa... Uma vela caiu na cortina e ela pegou fogo. - Vela? Mas quem foi acender vela lá em casa, se tinha eletricidade? - Foi uma das velas do velório! - Velório?! - É... O velório da sua mãe... Ela chegou lá de madrugada sem avisar e eu atirei nela, pensando que era um ladrão!

67- O principal motivo que levou o caseiro a ligar para o patrão foi: ( A ) comunicar a morte do papagaio. ( B ) comunicar a morte da sua mãe. ( C ) comunicar a morte do cavalo. ( D ) comunicar o incêndio da sua casa.

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TÓPICO IV- RELAÇÕES ENTRE RECURSOS EXPRESSIVOS E EFEITOS DE SENTIDO

Identificar efeitos de humor no texto. A forma como as palavras são usadas ou a quebra na regularidade de seus usos constitui recursos que, intencionalmente, são mobilizados para produzir no interlocutor certos efeitos de sentido. Entre tais efeitos, são comuns o efeito de ironia ou aqueles outros que provocam humor. Para que a pretensão do autor tenha sucesso, é preciso que o interlocutor reconheça tais efeitos. Por exemplo, na ironia, o ouvinte ou leitor devem entender que o que é dito corresponde, na verdade, ao contrário do que é explicitamente afirmado.

Continho
Era uma vez um menino triste, magro e barrigudinho. Na soalheira danada de meiodia, ele estava sentado na poeira do caminho, imaginando bobagem, quando passou um vigário a cavalo. - Você, aí, menino, para onde vai essa estrada? - Ela não vai não: nós é que vamos nela. - Engraçadinho duma figa! Como você se chama? - Eu não me chamo, não, os outros é que me chamam de Zé.
MENDES CAMPOS, Paulo, para gostar de ler- crônicas.

68- Há traços de humor no trecho:
( A ) “Era uma vez um menino triste e magro” ( B ) “ele estava sentado na poeira do caminho”. ( C )”quando passou um vigário”. ( D ) “Ela não vai não: nós é que vamos nela”.

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69-No texto, uma PASSAGEM ENGRAÇADA é (A) “Amarre um feixe de ramos secos”. (B) “A versão moderna da vassoura tem suas limitações”. (C) “Bata numa superfície dura”. (D) “Enfie o cabo da vassoura no feixe”.

70) O texto é divertido PRINCIPALMENTE porque: ( A ) apresenta uma bruxa trapalhona e medrosa. ( B ) dá instruções sobre como fabricar uma vassoura. ( C ) ensina como a bruxa deve limpar sua casa. ( D ) trata de como fazer uma vassoura e usá-la no fogão.

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Observe o diálogo abaixo:

71- O médico não consegue entender o que o paciente tem por que: ( A ) ele ( o médico) está bêbado. ( B ) o paciente está bêbado. ( C ) os dois estão bêbados. ( D ) ninguém está bêbado.

PIADA DE MARIDO BÊBADO
Um bêbado andando na rua toca o interfone de uma casa e pergunta: - Seu marido taí Uma mulher responde: - Está, quem quer falar com ele? - Xá pra lá, brigado. Chega em outra casa e toca o interfone novamente: - Seu marido está aí? Outra mulher responde: - Está no banho, quem quer falar… - Brigado, pooooode deixar. 56

Na outra casa… - Bom dia, seu marido está aí? - Está… Vou chamá-lo… - Não, não é preciiiiiiso, responde o bêbado. Na outra casa: - Oi, seu marido taí? A mulher responde: - Não está, mas já deve estar chegando. O bêbado responde: - Então faz um favor…. Dá uma olhada aqui pra fora e vê se sou eu!!!

72-O efeito de humor no texto é notável na frase: ( A ) Xá prá lá, brigado. ( B ) Não, não é preciiiiso. ( C ) Brigado, poooode deixar. ( D ) Dá uma olhada aqui fora e vê se sou eu!!

Observe a figura abaixo:

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73- Através do humor e da criatividade a gravura demonstra que: ( A ) o homem perfeito está para chegar. ( B ) não existe homem perfeito. ( C ) todos os homens são perfeitos. ( D ) os homens perfeitos vão morrer.

74- Qual dos provérbios abaixo pode melhor representar a gravura anterior: ( A ) A esperança é a última que morre. ( B ) A união faz a força. ( C ) Cada um dá o que tem ( D ) Aqui se faz, aqui se paga.

Identificar efeitos de sentido decorrente do uso de pontuação e outras notações.

A habilidade que pode ser avaliada por meio de itens referentes a este descritor relaciona-se ao reconhecimento, pelo aluno, dos efeitos provocados pelo emprego de recursos de pontuação ou de outras formas de notação. O aluno identifica esses efeitos da pontuação (travessão, aspas, reticências, interrogação, exclamação, entre outros) e notações como tamanho de letra, parênteses, caixa alta, itálico, negrito, entre outros sentidos.

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A bruxa
Mariana comentou: - Aí aparece a bruxa. - Sim... - Mas uma bruxa tão bonita, tão bonita, que só você vendo. Foi aí que Rogerinho soltou: - Bonita assim só podia ser fada, né?
BLOCH, Pedra. O menino falou e disse. 1974.

75- O travessão ( - ) foi usado nesse texto para indicar: ( A ) a descrição do ambiente. ( B ) a fala das personagens. ( C ) a emoção das personagens. ( D ) a beleza da bruxa.

Observe a tirinha abaixo:

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76- No 3º quadrinho, a expressão do personagem e sua fala "AHHH!" indica que ele ficou: (A) acanhado. (B) aterrorizado. (C) decepcionado. (D) estressado

Feias, sujas e imbatíveis
(fragmentos)

As baratas estão na Terra há mais de 200 milhões de anos, sobrevivem tanto no deserto como nos polos e podem ficar até 30 dias sem comer. Vai encarar? Férias, sol e praia são alguns dos motivos para comemorar a chegada do verão e achar que essa é a melhor estação do ano. E realmente seria, se não fosse por um único detalhe: as baratas. Assim, como nós, elas também ficam bem animadinhas com o calor. Aproveitam a aceleração de seus processos bioquímicos para se reproduzirem mais rápido e, claro, para passearem livremente por todos os cômodos de nossas casas. Nessa época do ano, as chances de dar de cara com a visitante indesejada, ao acordar durante a noite para beber água ou ir ao banheiro, são três vezes maiores.
Revista Galileu. Rio de janeiro: nº 151

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77- No trecho “Vai encarar?”, o ponto de interrogação tem o efeito de: ( A ) apresentar. ( B ) avisar ( C ) desafiar. ( D ) questionar.

Observe a tirinha abaixo:

78- No terceiro quadrinho, os pontos de exclamação ( ! ) reforçam idéia de: (A) comoção. (B) contentamento. (C) desinteresse. (D) surpresa.

79- No segundo quadrinho, os pontos de reticências (...) reforçam a idéia de: ( A ) algo mais. ( B ) nada mais. ( C ) talvez mais ( D ) sempre menos.

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Sinceridade de criança
Era uma época de "vacas magras". Morava só com meu filho, pagando aluguel, ganhava pouco e fui convidada para a festa de aniversário de uma grande amiga. O problema é que não tinha dinheiro messmoooooo. Fui a uma relojoaria à procura de uma pequena joia, ou bijuteria mesmo, algo assim, e pedi à balconista: - Queria ver alguma coisa bonita e barata, para uma grande amiga! Ela me mostrou algumas peças realmente caras, que na época eu não podia pagar. Então eu pedi: - Posso ver o que você tem, assim... Alguma coisa mais baratinha? E a moça me trouxe um pingente folheado à ouro... Bonito e barato. Eu gostei e levei. Quando chegamos ao aniversário, (eu e meu filho) fomos cumprimentar minha amiga, que ao abrir o presente disse: - Nossa, muito obrigada! Que coisa linda! E meu filho na sua inocência de criança bem pequena, sem saber bem o que significava a expressão "baratinha" completou: -E era a mais baratinha que tinha!.

80- O ponto de exclamação na frase “Nossa, muito obrigada! Que coisa linda!” expressa: ( A ) admiração ( B ) raiva ( C ) nervosismo ( D ) medo

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Identificar as marcas lingüísticas que evidenciam o locutor e/ou o interlocutor.
Por meio de itens deste descritor, pode-se avaliar a habilidade de o aluno identificar quem fala no texto e a quem ele se destina, essencialmente, pela presença de marcas lingüísticas (o tipo de vocabulário, assunto etc.), evidenciando, também a importância do domínio das variações lingüísticas que estão presente.

Televisão
Televisão é uma caixa de imagens que fazem barulho. Quando os adultos não querem ser incomodados, mandam as crianças ir assistir à televisão. O que eu gosto mais na televisão são os desenhos animados de bichos. Bicho imitando gente é muito mais engraçado do que gente imitando gente, como nas telenovelas. Não gosto muito de programas infantis com gente fingindo de criança. Em vez de ficar olhando essa gente brincar de mentira, prefiro ir brincar de verdade com meus amigos e amigas. Também os doces que aparecem anunciados na televisão não têm gosto de coisa alguma porque ninguém pode comer uma imagem. Já os doces que minha mãe faz e que eu como todo dia, esses sim, são gostosos. Conclusão: a vida fora da televisão é melhor do que dentro dela.
PAES, J. P. Televisão. In: Vejam como eu sei escrever. 1. ed. São Paulo, Ática, 2001. p. 26-

81- O trecho em que se percebe que o narrador é uma criança é: (A) “Bicho imitando gente é muito mais engraçado do que gente imitando gente, como nas telenovelas.” (B) “Em vez de ficar olhando essa gente brincar de mentira, prefiro ir brincar de verdade...” 63

(C) “Quando os adultos não querem ser incomodados, mandam as crianças ir assistir à televisão.” (D) “Também os doces que aparecem anunciados na televisão não têm gosto de coisa alguma...”

O leão, a vaca, a ovelha e a cabra.
Fizeram sociedade (quem tal diria?) uma cabra, uma vaca, e uma ovelha, com o leão, rei dos animais, e de parceria se puseram a caçar. Pilharam um veado, e para logo felicitando-se e esquecendo o cansaço, dividiram-no, em quatro partes. Chegou o leão e disse: “Esta é minha, pela lei do nosso ajuste: esta outra a quero para mim, porque sou rei dos animais; a terceira me haveis de dar em obséquio à minha valentia; e quem tiver o arrojo de bulir na quarta há de haver-se comigo”. Os parceiros calaram-se: e que haviam de fazer? Antes perder o seu quinhão do veado, do que ter a mesma sorte que ele. MORALIDADE: Em tudo lidai com os vossos iguais; pois sereis os primeiros que pagareis a superioridade de vossos aliados. 82-O único locutor desse texto é: ( A ) a cabra ( B ) o leão ( C ) a ovelha ( D ) a vaca

A LÂMPADA MÁGICA Dois funcionários e o gerente de uma empresa saem para almoçar e na rua encontram uma antiga lâmpada à óleo. Eles esfregam a lâmpada e de dentro dela sai um gênio.

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O gênio diz: "Eu só posso conceder três desejos, então, concederei um a cada um de vocês". "Eu primeiro, eu primeiro!"- grita um dos funcionários. "Eu quero estar nas Bahamas dirigindo um barco, sem ter nenhuma preocupação na vida!" Puff! E ele se foi. O outro funcionário se apressa a fazer o seu pedido: " Eu quero estar no Havaí, com o amor da minha vida!" Puff! E ele se foi. "Agora você" diz o gênio para o gerente. " Eu quero aqueles dois de volta ao escritório logo depois do almoço ! " Moral da História: Deixe sempre o seu chefe falar primeiro.

83- A expressão “Agora você” foi dita : ( A ) pelo gênio ( B ) pelo gerente ( C ) pelo funcionário ( D ) pela lâmpada.

Conto de todas as cores
Eu já escrevi um conto azul, vários até. Mas este é um conto de todas as cores. Porque era uma vez um menino azul, uma menina verde, um negrinho dourado e um cachorro com todos os tons e entretons do arco-íris. Até que apareceu uma Comissão de Doutores – os quais, por mais que esfregassem os nossos quatro amigos, viram que não adiantava. E perguntaram se aquilo era de nascença ou se... - Mas nós não nascemos – interrompeu o cachorro – Nós fomos inventados!

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84- Nesse texto, o interlocutor é um: ( A ) cachorro. ( B ) doutor. ( C ) escritor. ( D ) menino.

Muito Suor
Numa cidade pequena do interior, o forró estava comendo solto! A moça, bonita, gente humilde, se preparou toda para ir ao baile. Chegando lá, um rapaz feio, desengonçado, que transpirava e suava demais se aproximou dela e a convidou para dançar. Ela, muito sem graça, por educação, acaba aceitando. Mas o rapaz suava tanto, mas tanto, que uma hora ela não agüentou e disse: - Você sua, hem? Nessa hora, o rapaz sorriu - sem dentes - apertou-a com força e respondeu: - Também vou ser seu, minha princesa!

85- No texto a frase expressa pelo interlocutor é: ( A ) -Também vou ser seu, minha princesa! ( B ) -Você sua, hem? ( C ) -Vamos dançar? ( D ) -Não me aperte!

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GABARITO
01 B 02 B 03 B 04 D 05 A 06 A 07 B 08 B 09 B 10 A 11 A 12 C 13 C 14 B 15 A 16 A 17 D 18 B 19 D 20 A 21 C 22 A 23 D 24 C 25 C 26 A 27 B 28 D 29 C 30 A 31 C 32 B 33 D 34 A 35 B 36 C 37 A 38 A 39 D 40 C 41 D 42 B 43 C 44 C 45 A 46 B 47 B 48 A 49 A 50 B 51 D 52 B 53 B 54 C 55 B 56 B 57 A 58 C 59 A 60 C
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61 A 62 B 63 C 64 A 65 D 66 A 67 B 68 D 69 B 70 A 71 B 72 D 73 B 74 A 75 B 76 B 77 C 78 C 79 A 80 A 81 B 82 B 83 A 84 A 85 A

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