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apostila eja - geografia

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APOSTILA – GEOGRAFIA PROF. RENATO PONCIANO 1ºs ANOS – EJA – EE DEP.

HUGO LACORTE VITALE – NOTURNO
www.mundigeo.blogspot.com – e-mail: gelassen@gmail.com
O que é Geografia? Conceito Geografia é uma ciência que estuda as características da superfície do planeta Terra, os fenômenos climáticos e a ação do ser humano no meio ambiente e vice-versa. Importância do estudo

A Geografia é uma ciência muito importante, pois permite ao homem compreender melhor o planeta em que vive. Para isso, esta ciência dispõe de diversos recursos matemáticos e tecnológicos. A estatística, por exemplo, é muito usada na área da pesquisa populacional. Os satélites são fundamentais na elaboração de mapas, além de fornecerem dados importantes para a verificação de mudança na vegetação do planeta. No Brasil, o estudo da Geografia é obrigatório para os alunos do Ensino Fundamental e Médio e deve ser oferecido pelas escolas. Principais áreas da Geografia e exemplos de temas estudados por cada área: Geografia Física: relevo, rios, vegetação. - Geografia Humana: população (crescimento demográfico, alfabetização, migração, etc). Geografia Política: relações políticas, conflitos entre nações. Cartografia: elaboração e interpretação de mapas - Geografia Turística: desenvolvimento do turismo mundial e regional. - Geografia Urbana: desenvolvimento das cidades, planejamento urbano. Geografia Social: problemas sociais (violência, desemprego, falta de habitação) Geografia Agrária: questões ligadas ao campo (meio rural) Geomorfologia: formas da superfície terrestre - Climatologia: climas, temperatura e fenômenos climáticos (seca, furacões, tempestades) - Hidrografia: estudo dos recursos hídricos (mares, rios, lagos, oceanos). Cartografia Cartografia é a arte de conceber , de levantar, de redigir e de divulgar os mapas. A manutenção da rota de um avião ou navio , a análise e definição de estratégias militares de ataque e defesa , a localização de jazidas e possíveis vias de acesso , ou a simples orientação rodoviária numa viagem de turismo , todas essas atividades exigem mapas específicos com diferentes objetivos e usuários : este é o campo da cartografia. Com a atual tecnologia que nos permite olhar o planeta através dos olhos eletrônicos priviligiadamente posicionados dos satélites, não há mais segredos para seus contornos. Mas por séculos a situação foi diferente: para que o homem pudesse desenhar mapas e localizar-se

no planeta foi imprescíndivel que ele olhasse para o céu, mais precisamente para os astros, e utilizasse a matemática... Movidos pela necessidade os homens das primeiras civilizações já rabiscavam representações gráficas dos lugares por que passavam, isso talvez mesmo antes de começarem a escrever. O mapa mais antigo que sobreviveu até hoje é uma placa de argila encotrada nas ruínas da cidade de Gasur, cerca de 300 Km ao norte da Babilônia, desenhado por volta de 2 300 a.C.. Medindo 7 cm, tão pequeno que cabe na palma da mão, ele mostra o Rio Eufrates cercado por montanhas. É bem provavel que os chineses tenhan sido os precursores , pois há indicios de que sua cartografia tenha aparecido por volta do século IV a.C. e era voltada não apenas para localização mas para fins administrativos (impostos, fronteiras) e militares. Tambem com fins administrativos os egpicios desenvolveram suas técnicas. Utilizando seus conhecimentos matemáticos aplicavam o princípio da triangulação para medir a área das terras. A Grécia contudo, desenvolveu as bases cintíficas da observação. A escola pitagórica e o sábio Aristóteles desenvolveram a idéia de esfericidade da Terra, medida por Erastótenes. Devemos ao astrônomo Hiparco ( e a Matemática ) a idealização do sistema de coordenadas geográficas . O trabalho clássico "Guia de Geografia", obra de Ptolomeu, lançou as bases da geografia matemática e da cartografia. Durante o período romano e Idade Média a cartografia sofreu um período de estagnação e até retrocesso. A influência religiosa foi marcante em todo o período medieval e os mapas mais utilizados eram os de T em O, pois eram feitos mostrando a Terra em formato circular divida em 3 partes (como a Trindade) cortada por braços de mar em T representando as regiões citadas na Bíblia: a Europa á esquerda , a África à direita e a Àsia (sede do paraíso terrestre) acima. Nesse período foram os árabes que deram impulso à cartografia, traduzindo clássicos como o de Ptlomeu e desenvolvendo suas prórprias técnicas, que só voltariam à Europa no período das cruzadas e do comércio marítimo das cidades italianas que precisavam de cartas náuticas para suas atividades comerciais. O ciclo das grandes navegações foi o responsável pela retomada definitiva do progresso na cartografia, já que os mapas precisavam de maior exatidão. Data de 1512 o mapamundi Orbis typus universalis tabula, do veneziano Jerônimo Marini, que é o primeiro em que se registra o nome do Brasil. É dessa época o apogeu da cartografia dos países baixos (como a Holanda, por exemplo que tinha colônias por várias partes do mundo) e um dos nomes mais importantes da cartografia: Gerard Mercator que criou a projeção que leva o seu nome, própria para mapas náuticos, segundo a qual os meridianos são ângulos retos aos paralelos de latitude. No século XVIII a Academia de Ciências de Paris com o fim de resolver as questões levantadas por Cassini e Newton sobre a forma da Terra mediu o arco do meridiano terrestre. A medição provou que Newton estava certo: A Terra tinha a forma de um elipsóide de revolução, cujo eixo menor coincidia com o eixo de rotação. Resolveram então adotar o elipsóide como forma matemática correspondente a um geóide médio - o geóide é um sólido geométrico irregular que corresponde quase exatamente ao esferóide terrestre. Coordenadas Geográficas

• Plano Equatorial: É um plano imaginário que divide a Terra em dois pólos: norte e sul de forma igual, mas de uma maneira metafórica é o mesmo que cortar uma laranja em duas partes iguais com uma faca. • Paralelos: São linhas imaginárias paralelas ao plano equatorial. • Meridianos: São linhas imaginárias paralelas ao meridiano de Greenwich que ligam os pólos norte e sul. • Latitude: É a distância medida em graus de um determinado ponto do planeta entre o arco do meridiano e a linha do equador. • Longitude: É a localização de um ponto da superfície medida em graus, nos paralelos e no meridiano de Greenwich. Meridiano de Greenwich

Greenwich se tornou um meridiano referencial internacionalmente em 1884, devido a um acordo internacional que aconteceu em Washington, isso para padronizar as horas em todo o mundo, Greenwich foi escolhido por “cortar” o observatório Astronômico Real, localizado em Greenwich, um distrito de Londres. Fusos horários

A necessidade dos fusos é devido ao movimento de rotação da Terra, na qual essa gira no seu próprio eixo, esse movimento dá origem aos dias e as noites, perfazendo em 24 horas. Ao realizar o movimento da Terra (rotação), um lado do planeta recebe luz solar (dia) e o outro lado fica sombreado (noite), o movimento e a luz do sol que incide criam as variações como manhã, tarde, noite, madrugada, então a qualquer momento sempre terá 24 horas distintas. A partir dessas informações verifica-se que a Terra que é esférica possui 360o, e o movimento de rotação que ela realiza gasta 24 horas para ser realizado, se dividirmos 360o por 24 horas, resultará 15o, então cada 15o, que é a distância entre dois meridianos, corresponde à 1 hora, isso é denominado fuso horário. O ponto Zero é o meridiano de Greenwich ao leste, a cada 15o aumenta 1hora, e a oeste de Greenwich a cada 15o diminui 1hora. Escalas Escala cartográfica é uma relação matemática que existe entre as dimensões reais e aquelas da representação da realidade contidas em um mapa ou globo. Exemplosde outras escalas: E1:1 ; E1:10 ; E1:500 ; E5:1 ; E50:1 Se aquilo que se deseja medir do desenho é uma superfície, é necessário notar a relação de áreas de figuras semelhantes, por exemplo, um quadrado de 1 cm de lado no desenho. Tipos de escalas São três tipos de escalas: Escala natural: Temos uma escala natural quando o tamanho físico do objeto representado no plano coincide com a realidade. Própria para representações onde se faz necessário uma alta fidelidade de representação da região a ser reproduzida. A escala natural é representada numericamente E1:1. Escala reduzida

Escala ampliada: A escala ampliada, por sua vez, é utilizada quando é necessária a representação de detalhes mínimos de uma determinada área, ou então a representação de territórios de tamanho muito reduzido. Em tal caso o valor do numerador é mais alto que o valor do denominador, sendo que, deverá dividir-se pelo numerador para conhecer o valor real da peça. Exemplos de escalas ampliadas são E2:1 ou E10:1. De acordo com a norma UNE EN ISO 5455:1996 “Desenhos técnicos – Escalas” recomenda-se utilizar as seguintes escalas normatizadas: • • • Escalas reduzidas 1:2, 1:5, 1:10, 1:20, 1:50, 1:100, 1:200, 1:500, 1:1000, 1:2000, 1:5000, 1:20000 Escala natural 1:1 Escalas ampliadas 100:1, 50:1, 20:1, 10:1, 5:1, 2:1

Escalas numérica, unidade por unidade e gráfica (o número à esquerda do símbolo “.”) e o valor da realidade (o número à direita do símbolo “.”). Um exemplo seria 1:100.000, que indica que uma unidade qualquer do plano representa 100000 dessas mesmas unidades na realidade, ou seja, dois pontos no plano que se encontram a 1 cm estarão na realidade a 100000 cm, se estão no plano a 1m, na realidade, estarão a 100000 metros, sendo assim com qualquer unidade considerada. A escala numérica representa a relação entre o valor da representação. A escala unidade por unidade é a igualdade expressa de duas longitudes: a do mapa (à esquerda do símbolo “=”) e da realidade (à direita do símbolo “=”). Um exemplo seria: 1 cm = 4 km; 2 cm = 500 m, etc. A escala gráfica é a representação desenhada da escala unidade por unidade, onde cada segmento mostra a relação entre longitude da representação e da área real. Um exemplo seria: 0____________100km Fuso Horário

Mapa dos Fusos Horários

O fuso referencial para a determinação das horas é o Greenwich, cujo centro é 0°. Esse meridiano, também denominado inicial, atravessa a Grã-Bretanha, além de cortar o extremo oeste da Europa e da África. A hora determinada pelo fuso de Greenwich recebe o nome de

GMT.

A

partir

disso,

são

estabelecidos

os

outros

limites

de

fusos

horários.

A Terra realiza seu movimento de rotação girando de oeste para leste em torno do seu próprio eixo, por esse motivo os fusos a leste de Greenwich (marco inicial) têm as horas adiantadas (+); já os fusos situados a oeste do meridiano inicial têm as horas atrasadas (-). Alguns países de grande extensão territorial no sentido leste-oeste apresentam mais de um fuso horário. A Rússia, por exemplo, possui 11 fusos horários distintos, consequência de sua grande área. O Brasil também apresenta mais de um fuso horário, pois o país apresenta extensão territorial 4.319,4 quilômetros no sentido leste-oeste, fato que proporciona a existência de quatro fusos horários distintos, no entanto, graças ao Decreto n° 11.662, publicado no Diário Oficial de 25 de abril de 2008, o país passou a adotar somente três.

Big Bang - A Teoria do Big Bang A busca pela compreensão sobre como foi desencadeado o processo que originou o universo atual, proporcionou – e ainda proporciona – vários debates, pesquisas e teorias que possam explicar tal fenômeno. É um tema que desperta grande curiosidade dos humanos desde os tempos mais remotos e gera grandes polêmicas, envolvendo conceitos religiosos, filosóficos e científicos. Até o momento, a explicação mais aceita sobre a origem do universo entre a comunidade cientifica é baseada na teoria da Grande Explosão, em inglês, Big Bang. Ela apoia-se, em parte, na teoria da relatividade do físico Albert Einstein (1879-1955) e nos estudos dos astrônomosEdwin Hubble (1889-1953) e Milton Humason (1891-1972), os quais demonstraram que o universo não é estático e se encontra em constante expansão, ou seja, as galáxias estão se afastando umas das outras. Portanto, no passado elas deveriam estar mais próximas que hoje, e, até mesmo, formando um único ponto. No entanto, o Big Bang é uma teoria, não sendo unanimidade entre os estudiosos. A teoria do Big Bang foi anunciada em 1948 pelo cientista russo naturalizado estadunidense, George Gamow (1904-1968). Segundo ele, o universo teria surgido após uma grande explosão cósmica, entre 10 e 20 bilhões de anos atrás. O termo explosão refere-se a uma grande liberação de energia, criando o espaço-tempo. Até então, havia uma mistura de partículas subatômicas (qharks, elétrons, neutrinos e suas partículas) que se moviam em todos os sentidos com velocidades próximas à da luz. As primeiras partículas pesadas, prótons e nêutrons, associaram-se para formarem os núcleos de átomos leves, como hidrogênio, hélio e lítio, que estão entre os principais elementos químicos do universo. Ao expandir-se, o universo também se resfriou, passando da cor violeta à amarela, depois laranja e vermelha. Cerca de 1 milhão de anos após o instante inicial, a matéria e a radiação luminosa se separaram e o Universo tornou-se transparente: com a união dos elétrons aos núcleos atômicos, a luz pode caminhar livremente. Cerca de 1 bilhão de anos depois do Big Bang, os elementos químicos começaram a se unir dando origem às galáxias. Essa é a explicação sistemática da origem do universo, conforme a teoria do Big Bang. Aceita pela maioria dos cientistas, entretanto, muito contestada por alguns pesquisadores. Portanto, a origem do universo é um tema que gera muitas opiniões divergentes, sendo necessária uma análise crítica de cada vertente que possa explicar esse acontecimento. ORIGEM E FORMAÇÃO DA TERRA De acordo com os cientistas, nosso planeta deveria ter sido uma enorme massa pastosa incandescente que ao longo do tempo se resfriou, desprendendo gases e vapores. Uma parte

desses vapores, que deveria ser o vapor-d'água, à medida que se afastava da massa incandescente, resfriava-se e se transformava em água líquida, caindo em forma de chuva. Assim, repetindo-se por muitas vezes, a superfície da Terra foi se esfriando lentamente e grandes quantidades de água foram nela se acumulando. Ao longo do tempo, ela sofreu muitas outras transformações. Os continentes, os oceanos e até a composição do ar mudaram para a Terra ser o que é hoje. A Biosfera A visão que se tem da Terra é mesmo fantástica! A biosfera (bio = vida), a nossa "esfera de vida", é o ambiente onde vivemos, onde a vida surge e se mantém, brotando dos solos, penetrando nas águas e flutuando no mar. Ela é formada por três grandes porções: a atmosfera, a hidrosfera e a litosfera. A atmosfera (atmo = gás, vapor) é uma grossa camada de ar que abriga as nuvens e dá calor ao céu. Fornece o ar que respiramos e atua como um "cobertor", protegendo e cobrindo a Terra. A hidrosfera (hidro = água) é formada por grandes quantidades de água na forma líquida: os rios, lençóis de água subterrâneos, lagos e oceanos. Esta porção fornece a água de que tanto precisamos. A hidrosfera apresenta também água no estado sólido (gelo) localizada nas regiões onde a temperatura é abaixo de zero graus Celsius, como nos pólos. As montanhas, os desertos, as planícies, outras áreas de terra firme e até alguns quilômetros abaixo da superfície do solo fazem parte da litosfera (lito = pedra) ou crosta terrestre. Nossas riquezas naturais (ex: ouro, ferro, alumínio, petróleo, etc.) e outras matérias-primas para diversos fins nas indústrias são retiradas desta porção. No entando, o ar, a água e o solo não são suficientes para nos manter vivos. Há outros fatores importantes para a vida, como a temperatura, a luz, a salinidade, a pressão, etc. É importante saber que, a quantidade de cada um desses fatores e o tempo de exposição aos mesmos variam em cada ambiente da Terra, proporcionando as mais variadas formas de vida. É só você imaginar os animais ou plantas que vivem em um deserto e compará-los com os que vivem nas florestas, que notará grandes diferenças de hábitos e características. A forma e estrutura da Terra Forma Durante muito tempo, o homem teve dúvidas quanto ao formato da Terra. Somente depois de observar fenômenos naturais, como os navios que sumiam lentamente no horizonte, as posições das estrelas no céu e eclipses, o homem constatou que a Terra é "arredondada". Atualmente, fotos da Terra registradas por satélites, ônibus espaciais, ou pelos próprios astronautas da Apollo 11, que chegaram pela primeira vez à Lua em 20 de julho de 1969, não deixarm dúvidas quanto à sua forma. O que há dentro da Terra? E lá bem no centro dela? Como descobrir isto se perfurações feitas pelo homem, com sondas, só chegaram a treze quilômetros de profundidade, quando a distância até o seu centro é de aproximadamente seis mil quilômetros? Estrutura Foi observando os vulcões e os terremotos, que o homem ficou sabendo o que havia no interior da Terra. Por enquanto, não se conseguiu efetivamente chegar ao seu centro. A dureza de certas rochas sob pressão e as altas temperaturas são as maiores dificuldades encontradas. Então, para se saber o que há no interior da Terra, foram analisadas as amostras retiradas de perfurações e a própria lava dos vulcões. Mas, isso não foi suficiente. Os cientistas tiveram, então, que fazer estudos mais complexos. Passaram a estudar as vibrações produzidas pelos terremotos ou provocadas por explosivos ou, ainda, simulações feitas em laboratórios.

A viagem ao centro da Terra nos revela primeiramente uma casca que a envolve, a crosta terrestre ou litosfera. Esta primeira camada tem em média quarenta quilômetros de espessura, e é formada por várias placas, de onde surgem os continentes. A segunda camada chamada manto ou pirosfera (piro = fogo), que está mais para dentro, é formada por rochas derretidas que formam o magma. Esta massa pastosa e em altíssima temperatura, quando expelida pelos vulcões, chama-se lava. O núcleo ou barisfera (bari = pressão) é a camada mais interna. É formada por ferro em três formas. A primeira de ferro derretido (núcleo externo), a segunda por ferro em forma de vários cristais pequenos (zona de transição) e, bem no centro, em forma de um enorme cristal de ferro, (o núcleo interno). Camadas da Terra

O planeta Terra em toda sua dimensão esférica possui várias camadas que variam quanto sua composição química e física, essas camadas estão divididas em: Crosta: É a parte mais superficial, a primeira camada, basicamente é formada por composição de granito nos continentes e basalto nos oceanos, essa camada é onde desenvolve a vida, a espessura é de 5 a 70 km. Manto: Segunda camada da Terra, formada por minerais, como o silício, ferro e magnésio, sua temperatura varia de 100o Celsius a 3500o Celsius, a profundidade pode variar conforme a localização: oceano ou continente (30 km a 2900 km) Núcleo: O núcleo corresponde a 1/3 da massa da Terra e contêm basicamente elementos metálicos (ferro e níquel), o núcleo é dividido em núcleo interno e externo, sendo que os dois possuem um raio 1.250 km, as temperaturas são altíssimas, 5.000oC. Ainda dentro das três divisões existem subdivisões:

Litosfera: é uma fina camada da terra composta por rochas e solos onde desenvolve a vida. Astenosfera: Profundidade entre 60 a 400 km da superfície terrestre, faz parte do manto superior e é composta por rochas fundidas dentro dessa estrutura predominantemente sólida. Mesosfera: É uma larga camada sólida, com densidade muito superior a das rochas encontradas na superfície terrestre. Formas de Relevo

Planaltos Os planaltos, também chamados de platôs, são áreas de altitudes variadas e limitadas, em um de seus lados, por superfície rebaixada. Os planaltos são originários das erosões provocadas por água ou vento. Os cumes dos planaltos são ligeiramente nivelados. Exemplo: Planalto Central no Brasil, localizado em território dos estados de Goiás, Minas Gerais, Tocantins, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. Planícies É uma área geográfica caracterizada por superfície relativamente plana (pouca ou nenhuma variação de altitude). São encontradas, na maioria das vezes, em regiões de baixas altitudes. As planícies são formadas por rochas sedimentares. Nestas áreas, ocorre o acúmulo de sedimentos. Exemplos: Planície Litorânea, Planície Amazônica e Planície do Pantanal. Depressões As depressões são regiões geográficas mais baixas do que as áreas em sua volta. Quando esta região situa-se numa altitude abaixo do nível do mar, ela é chamada de depressão absoluta. Quando são apenas mais baixas do que as áreas ao redor, são chamadas de depressões relativas. As crateras de vulcões desativados são consideradas depressões. É comum a formação de lagos nas depressões. Exemplo: Depressão Sul Amazônica Montanhas As montanhas são formações geográficas originadas do choque (encontro) entre placas tectônicas. Quando ocorre este choque na crosta terrestre, o solo das regiões que sofrem o impacto acabam se elevando na superfície, formando assim as montanhas. Estas são conhecidas como montanhas de dobramentos. Grande parte deste tipo de montanhas formaram-se na era geológica do Terciário. Existem também, embora menos comum, as montanhas formadas por vulcões. As altitudes das montanhas são superiores as das regiões vizinhas. Quando ocorre um conjunto de montanhas, chamamos de cordilheira. Exemplos: Aconcágua (Argentina), Pico da Neblina (Brasil), Logan (Canadá), Kilimanjaro (Tanzânia), Monte Everest (Nepal, China), Monte K2 (Paquistão, China), Monte Blanco (França, Itália). Tipos de Rochas A estrutura geológica é extremamente importante na formação dos recursos minerais, além de estabelecer uma grande influência na consolidação dos relevos e automaticamente do solo. Para compreender a estrutura geológica de um lugar é preciso analisar e conhecer os tipos de rochas presentes no local. Rocha é a união natural de minerais, compostos químicos definidos quanto à sua composição, podem ser encontrados no decorrer de toda superfície terrestre. Veja alguns exemplos de minerais: quartzo, grafita, calcita, mica, feldspato, talco, diamante. As rochas são classificadas em:

• ígneas ou magmáticas: são rochas formadas pelo esfriamento e solidificação de elementos endógenos, no caso, o magma pastoso. São exemplos de rochas magmáticas: granito, basalto, diorito e andesito.

• Sedimentares, esse tipo de rocha tem sua formação a partir do acúmulo de resíduos de outros tipos de rochas. São exemplos de rochas sedimentares: areia, argila, sal-gema e calcário.

• Metamórficas, esse tipo de rocha tem sua origem na transformação de outras rochas, devido à pressão e temperatura. São exemplos de rochas metamórficas: gnaisse (formado a partir do granito), ardósia (originados da argila) e mármore (formação calcária). As mais antigas rochas são as do tipo ígneas e metamórficas, que surgiram respectivamente na era Pré-Cambriana e Paleozóica, essas rochas são denominadas de cristalina proveniente de seu aspecto, pela cristalização dos minerais que as formaram. Ao contrário das outras, as rochas sedimentares são de formações mais recentes, da era Paleozóica à Cenozóica, essas são encontradas em, aproximadamente, 5% da superfície terrestre.

Dessa forma os minerais, e as rochas, compõem uma parcela primordial da litosfera, que corresponde ao conjunto de elementos sólidos que formam os continentes e as ilhas. Constituição do Solo

O solo é constituído, mineral e orgânica, além de ar.

essencialmente,

de

matéria

Constituído essencialmente por matéria mineral e orgânica (fração sólida), água (fração líquida) e ar (fração gasosa) o solo é, por este motivo, considerado um sistema trifásico. As proporções de cada constituinte variam, principalmente, de acordo com a natureza deste. A matéria orgânica do solo é constituída por restos de plantas e outros organismos, em estado mais ou menos avançado de decomposição, acumulando principalmente na superfície. A água e o ar do solo ocupam os espaços existentes entre as partículas terrosas e entre agregados de partículas. O ar ocupa os espaços não preenchidos pela água e a quantidade de água é variável devido à precipitação e irrigação, à textura, estrutura, relevo e teor em matéria orgânica, podendo estar associada a uma grande variedade de substâncias. O solo é o resultado de mudanças ocorridas nas rochas – denominadas intemperismo. Ações dos ventos, chuvas e organismos vivos (processos físicos, químicos e biológicos) são os responsáveis por este lento processo – calcula-se que cada centímetro do solo se forma em intervalo de tempo de 100 a 400 anos. As condições climáticas existentes são a principal influência das características de cada solo. A análise do perfil do solo, ou seja: as parcelas horizontais que o constituem desde sua origem até a superfície - local da ação do intemperismo, é um referencial para entendermos a constituição e intemperismos que sofreu. Ao nos referirmos ao perfil do solo, devemos considerar 5 parcelas, denominadas horizontes. Vale ressaltar que nem todo solo possui todos os horizontes bem definidos:

- Horizonte O: Camada orgânica superficial. Drenado, com cor escura. - Horizonte A: Constituído, basicamente, de rocha alterada e húmus, sendo a região onde se fixa a maior parte das raízes e vivem organismos decompositores e detritívoros. - Horizonte E (ou B): Camada mineral constituída de quantidade reduzida de matéria orgânica, acúmulo de compostos de ferro e minerais resistentes, como o quartzo. Pode ser atingido por raízes mais profundas. - Horizonte C: Camada mineral pouco ou parcialmente alterada, podendo ou não ter se formado o solo. Horizonte R: Rocha não alterada que deu origem ao solo.

Quanto à cor, essa varia de acordo com o material de origem, localização, organismos relacionados, conteúdo de matéria orgânica, dentre outros fatores. Solos ricos em matéria orgânica tendem a ser mais escuros, ao passo que solos bem drenados, por exemplo, tendem a tonalidades acinzentadas. Partículas de solo são definidas de acordo com o tamanho relativo destas, sendo consideradaargila partículas com diâmetro inferior a 0,005mm; silte as com diâmetro entre 0,005mm e 0,05mm; areia fina as com diâmetro entre 0,05mm e 0,42mm; areia média, entre 0,42mm e 2mm; areia grossa, entre 2mm e 4,8 mm e, finalmente, pedregulho, entre 4,8 e 76mm de diâmetro. Deriva continental A idéia da deriva continental foi proposta pela primeira vez por Alfred Wegener. Em 1912, ele propôs a teoria, com base nas formas dos continentes de cada lado do Oceano Atlântico, que pareciam se encaixar. Muito tempo antes de Wegener, outros cientistas notaram este fato. A idéia da deriva continental surgiu pela primeira vez no final do século XVI, com o trabalho do cartógrafo Abraham Ortelius. Na sua obra de 1596, Thesaurus Geographicus, Ortelius sugeriu que os continentes estivessem unidos no passado. A sua sugestão teve origem apenas na similaridade geométrica das costas atuais da Europa e África com as costas da América do Norte e do Sul; mesmo para os mapas relativamente imperfeitos da época, ficava evidente que havia um bom encaixe entre os continentes. A idéia evidentemente não passou de uma curiosidade que não produziu conseqüências.

Outro geógrafo, Antonio Snider-Pellegrini, utilizou o mesmo método de Ortelius para desenhar o seu mapa com os continentes encaixados em 1858. Como nenhuma prova adicional fosse apresentada, além da consideração geométrica, a idéia foi novamente esquecida. A similaridade entre os fósseis encontrados em diferentes continentes, bem como entre formações geológicas, levou alguns geólogos do hemisfério Sul a acreditar que todos os continentes já estiveram unidos, na forma de um supercontinente que recebeu o nome de Pangéia. A hipótese da deriva continental tornou-se parte de uma teoria maior, a teoria da tectônica de placas. Este artigo trata do desenvolvimento da teoria da deriva continental antes de 1950. Evidências da deriva continental Wegener apresentou esta teoria utilizando argumentos morfológicos, paleoclimáticos, paleontológicos e litológicos. Em primeiro lugar haveria coincidência das estruturas geológicas nos locais dos possíveis encaixes entre os continentes, tais como a presença de formações geológicas de clima frio nos locais onde hoje imperam climas tropicais ou semi-tropicais. Estas formações, que apresentam muitas similaridades, foram encontradas em localizações como a América do Sul, África e Índia. As evidências fósseis também são bastante fortes, tanto vegetais como animais. A flora Glossopteris aparece em quase todas as regiões do hemisfério sul, América do Sul, África, Índia, Austrália e Antartica. Um réptil terrestre extinto do Triássico, o Cinognatus, aparece na América do Sul e na África e o Lystrosaurus, existe na África, Índia e Antártica. O mesmo acontece com outros répteis de água doce que, evidentemente, não poderiam ter nadado entre os continentes. Se estes fósseis existem em vários continentes distintos que hoje estão separados por milhares de quilômetros de oceano, os continentes deveriam estar unidos, pelo menos durante o período Triássico. A hipótese alternativa para estas evidências seria uma hipotética ligação por terra entre os continentes que atualmente estaria mergulhada nas águas

dos

oceanos.

Terremoto Definição Também conhecido como sismo, o terremoto é um fenômeno geológico caracterizado por uma forte e rápida vibração da superfície terrestre. Um terremoto pode ter como causa o choque entre placas tectônicas subterrâneas, a erupção de vulcão ou deslocamento de gases no interior do planeta Terra (situação mais rara). Num terremoto ocorrem aberturas de falhas na superfície terrestre e deslizamentos de terras. Quando ocorrem no mar, podem provocar tsunamis (ondas marítimas gigantes). Um terremoto libera uma quantidade muito grande de energia, podendo provocar estragos e muita destruição quando atingem regiões habitadas.

De acordo com sua intensidade (magnitude sísmica) podem ser classificados através da Escala Richter (de 0 a 9). Quanto mais alto o grau, mais forte é o terremoto. Terremotos que atingem grau 7 ou mais, com epicentro próximo à superfície terrestre, podem provocar danos catastróficos. O Brasil não está localizado em região favorável a ocorrências de terremotos, pois não há vulcões em atividade em nosso território e não estamos sob placas tectônicas. Mesmo assim, ocorrem terremotos de baixa intensidade (de 1 a 3 graus na Escala Richter), provocados, principalmente, pela acomodação de terra no subsolo. A área do conhecimento que identifica e analisa os terremotos é chamada de sismologia. Vulcão Definição Vulcão é uma abertura na crosta terrestre, de formato montanhoso, por onde saem magma, cinzas, gases e poeira. Esta estrutura geológica é formada, geralmente, a partir do encontro entre placas tectônicas. Quando um vulcão entra em erupção (em atividade) pode provocar terremotos e lançar na atmosfera grande quantidade de materiais magmáticos, gerando uma ameaça para as populações que moram próximas. Os principais vulcões do mundo são: Etna (Sicilia), Monte Fuji (Japão), Kilauea (Havai), Krakatoa (Indonésia), Monte Pinatubo (Filipinas), Vesúvio (Itália) e El Chichon (México). Escala de Richter Na realidade, os sismos de magnitude 9 são excepcionais e os efeitos das magnitudes superiores não são aqui descritos. O sismo mais intenso já registrado atingiu o valor de 9,5, e ocorreu a 22 de maio de 1960 no Chile. A magnitude é única para cada sismo, enquanto a intensidade das ondas sísmicas diminui conforme a distância das rochas atravessadas pelas ondas e as linhas de falha. Assim, embora cada terremoto tenha uma única magnitude, seus efeitos podem variar segundo a distância, as condições dos terrenos e das edificações, entre outros fatores.[1] Descrição Micro Muito pequeno Pequeno Ligeiro Magnitud Efeitos Frequência e < 2,0 Micro tremor de terra, não se sente[2]. ~ 8000 por dia Geralmente não se sente mas é 2,0-2,9 ~1000 por dia detectado/registado. Frequentemente sentido mas raramente causa 3,0-3,9 ~49000 por ano danos. Tremor notório de objetos no interior de 4,0-4,9 habitações, ruídos de choque entre objetos. ~ 6200 por ano Danos importantes pouco comuns. Pode causar danos maiores em edifícios mal 5,0-5,9 concebidos em zonas restritas. Provoca danos 800 por ano ligeiros nos edifícios bem construídos. Pode ser destruidor em zonas num raio de até 6,0-6,9 120 por ano 180 quilômetros em áreas habitadas. Pode provocar danos graves em zonas mais 7,0-7,9 18 por ano vastas. Pode causar danos sérios em zonas num raio 8,0-8,9 1 por ano de centenas de quilômetros. Devasta zonas num raio de milhares de 9,0-9,9 1 a cada 20 anos quilômetros.

Moderado Forte Grande Importante Excepcional

Extremo Aquecimento Introdução

> 10,0

Nunca registrado.

Extremamente raro (Desconhecido) Global

Todos os dias acompanhamos na televisão, nos jornais e revistas as catástrofes climáticas e as mudanças que estão ocorrendo, rapidamente, no clima mundial. Nunca se viu mudanças tão rápidas e com efeitos devastadores como tem ocorrido nos últimos anos. A Europa tem sido castigada por ondas de calor de até 40 graus centígrados, ciclones atingem o Brasil (principalmente a costa sul e sudeste), o número de desertos aumenta a cada dia, fortes furacõescausam mortes e destruição em várias regiões do planeta e as calotas polares estão derretendo (fator que pode ocasionar o avanço dos oceanos sobre cidades litorâneas). O que pode estar provocando tudo isso? Os cientistas são unânimes em afirmar que o aquecimento global está relacionado a todos estes acontecimentos. Pesquisadores do clima mundial afirmam que este aquecimento global está ocorrendo em função do aumento da emissão de gases poluentes, principalmente, derivados da queima de combustíveis fósseis ( gasolina, diesel, etc), na atmosfera. Estes gases ( ozônio, dióxido de carbono, metano, óxido nitroso e monóxido de carbono) formam uma camada de poluentes, de difícil dispersão, causando o famoso efeito estufa. Este fenômeno ocorre, pois, estes gases absorvem grande parte da radiação infra-vermelha emitida pela Terra, dificultando a dispersão do calor. O desmatamento e a queimada de florestas e matas também colabora para este processo. Os raios do Sol atingem o solo e irradiam calor na atmosfera. Como esta camada de poluentes dificulta a dispersão do calor, o resultado é o aumento da temperatura global. Embora este fenômeno ocorra de forma mais evidente nas grandes cidades, já se verifica suas conseqüências em nível global.

Derretimento de gelo nas calotas polares: uma das consequências do aquecimento global. Conseqüências do aquecimento global

Aumento do nível dos oceanos: com o aumento da temperatura no mundo, está em curso o derretimento das calotas polares. Ao aumentar o nível da águas dos oceanos, podem ocorrer, futuramente, a submersão de muitas cidades litorâneas; Crescimento e surgimento de desertos: o aumento da temperatura provoca a morte de várias espécies animais e vegetais, desequilibrando vários ecossistemas. Somado ao desmatamento que vem ocorrendo, principalmente em florestas de países tropicais ( Brasil, países africanos), a tendência é aumentar cada vez mais as regiões desérticas do planeta Terra; Aumento de furacões, tufões e ciclones: o aumento da temperatura faz com que ocorra maior evaporação das águas dos oceanos, potencializando estes tipos de catástrofes climáticas; Ondas de calor: regiões de temperaturas amenas tem sofrido com as

ondas de calor. No verão europeu, por exemplo, tem se verificado uma intensa onda de calor, provocando até mesmo mortes de idosos e crianças. Protocolo de Kyoto

Este protocolo é um acordo internacional que visa a redução da emissão dos poluentes que aumentam o efeito estufa no planeta. Entrou em vigor em 16 fevereiro de 2005. O principal objetivo é que ocorra a diminuição da temperatura global nos próximos anos. Infelizmente os Estados Unidos, país que mais emite poluentes no mundo, não aceitou o acordo, pois afirmou que ele prejudicaria o desenvolvimento industrial do país. Conferência de Bali

Realizada entre os dias 3 e 14 de dezembro de 2007, na ilha de Bali ( Indonésia), a Conferência da ONU sobre Mudança Climática terminou com um avanço positivo. Após 11 dias de debates e negociações. os Estados Unidos concordaram com a posição defendida pelos países mais pobres. Foi estabelecido um cronograma de negociações e acordos para troca de informações sobre asmudanças climáticas, entre os 190 países participantes. As bases definidas substituirão o Protocolo de Kyoto, que vence em 2012. Conferência de Copenhague - COP-15 A 15ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima foi realizada entre os dias 7 e 18 de dezembro de 2009, na cidade de Copenhague (Dinamarca). A Conferência Climática reuniu os líderes de centenas de países do mundo, com o objetivo de tomarem medidas para evitar as mudanças climáticas e o aquecimento global. A conferência terminou com um sentimento geral de fracasso, pois poucas medidas práticas foram tomadas. Isto ocorreu, pois houve conflitos de interesses entre os países ricos, principalmente Estados Unidos e União Européia, e os que estão em processo de desenvolvimento (principalmente Brasil, Índia, China e África do Sul). De última hora, um documento, sem valor jurídico, foi elaborado visando à redução de gases do efeito estufa em até 80% até o ano de 2050. Houve também a intenção de liberação de até 100 bilhões de dólares para serem investidos em meio ambiente, até o ano de 2020. Os países também deverão fazer medições de gases do efeito estufa a cada dois anos, emitindo relatórios para a comunidade internacional.

Tipos de climas

Dentre

os

mais

variados

tipos

de

clima

existentes,

os

principais

são:

Clima Equatorial: Com temperatura média de 25ºC, é caracterizado por períodos quentes e chuvosos durante quase todo o ano. Clima Tropical: Possui variação de temperatura, sendo que o inverno é marcado por temperaturas médias acima dos 20ºC, com períodos de seca; e verão com temperatura média superior a 25ºC, com período de chuvas abundantes. Clima Subtropical: Possui variação de temperatura, sendo que o verão é marcado por temperaturas entre 15 e 20ºC e o inverno marcado por temperaturas entre 0 a 10ºC. Clima Desértico: Possui temperaturas médias entre 20ºC e 30ºC. É caracterizado por ser bastante seco.

Clima Temperado: Possui boa definição das estações do ano, porém sofre alteração em regiões próximas aos oceanos e mares, onde o inverno é menos rigoroso e o verão mais ameno. Clima Mediterrâneo: Possui temperaturas médias superiores a 25ºC com verão quente e seco e inverno chuvoso. Clima Frio: Possui temperaturas médias negativas pelo fato do inverno ser mais longo e rigoroso. O verão ocorre em um período curto de forma amena. Clima de Montanhas: Possui temperatura variável de acordo com a altitude, ou seja, quanto maior a altitude menor é a temperatura. Mesmo em regiões tropicais, o clima de montanha é predominante nesse relevo. Clima Polar: Possui temperaturas abaixo de zero constantes. O inverno é longo, o verão muito seco e curto. Clima semi-árido: Possui temperatura elevada com baixa umidade atmosférica.

Bibliografia http://www.brasilescola.com/geografia/big-bang.htm http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/origem-da-vida/origem-e-formacaoda-terra.php http://www.brasilescola.com/geografia/tipos-rochas.htm http://www.google.com.br/imgres? imgurl=http://ciencias3c.cvg.com.pt/images/deriva_continental.gif&imgrefurl=htt p://geografiabrasil.meshfriends.com/mysite/%3Fpage %3D3535&h=712&w=571&sz=33&tbnid=PxSMOq7KxtPaNM:&tbnh=140&tbnw=11 2&prev=/images%3Fq%3Dderiva%2Bcontinental&hl=ptBR&usg=__cKZ_7G54kQV9GPBI3qPR6TOl5L0=&ei=1lXsS9boC8X7lwffy5i0CA&sa=X &oi=image_result&resnum=4&ct=image&ved=0CCkQ9QEwAw http://www.suapesquisa.com/o_que_e/terremoto.htm http://www.suapesquisa.com/o_que_e/vulcao.htm Acessados em 13/05/2010 Acrescenta-se: http://www.suapesquisa.com/geografia/conceito_geografia.htm http://mathematikos.psico.ufrgs.br/disciplinas/ufrgs/mat010392k2/ens22k2/xyz/ cartografia.htm http://www.brasilescola.com/geografia/coordenadas-geograficas.htm http://www.brasilescola.com/geografia/fuso-horario.htm http://www.infoescola.com/cartografia/escala-cartografica/ http://www.suapesquisa.com/geografia/aquecimento_global.htm Acessados em 10/08/2010

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