Você está na página 1de 38

UNIVERSIDADE ESTÁCIO DE SÁ CURSO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL

APOSTILA BÁSICA DE NORMAS TÉCNICAS PARA ELABORAÇÃO DE MONOGRAFIA DO CURSO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL

Rio de Janeiro 2007

1

SUMÁRIO DA APOSTILA

1 – APRESENTAÇÃO 2 – CONCEITOS IMPORTANTES 3 – ORIENTAÇÕES GERAIS 4 – ELEMENTOS QUE COMPÕEM UM TRABALHO CIENTÍFICO
4.1 - ELEMENTOS PRÉ-TEXTUAIS 4.2 – ELEMENTOS TEXTUAIS 4.3- ELEMENTOS PÓS-TEXTUAIS (ANEXOS)

5. ORGANIZAÇÃO DO TEXTO E DOS ORIGINAIS
5.1. APRESENTAÇÃO GRÁFICA 5.2. ESTILO 5.3. ABREVIATURAS E SIGLAS 5.4. ILUSTRAÇÕES 5.5. GRÁFICOS E TABELAS 5.6. NUMERAIS 5.7. CITAÇÕES

6. BIBLIOGRAFIA 7. ANEXOS

2

1 – APRESENTAÇÃO
Esta apostila básica tem por finalidade orientar e normatizar a produção de trabalhos científicos no curso de Comunicação Social da Universidade Estácio de Sá. Sua produção destina-se à disciplina de Projetos Experimentais III, ou seja, à preparação e produção das monografias de encerramento do curso de graduação, no 8º período. Seguindo as orientações dadas pela ABNT1, compreende-se trabalho científico como aquele produzido a partir das técnicas de estudo sistemático e pesquisa metodológica, possuindo parâmetros formais normatizados. Assim, convencionou-se que tais trabalhos deverão ser divididos em três etapas: a) elementos pré-textuais (que compreenderiam todos aqueles anteriores ao texto propriamente dito); b) elementos textuais (o próprio texto, convenientemente dividido em capítulos); c) elementos pós-textuais (que sucederiam o texto propriamente dito). Seguiremos essa divisão na montagem estrutural desta apostila. Assim, o aluno encontrará alocados por partes, todos os elementos usuais em um trabalho científico. No entanto, mesmo utilizando regras distintas para os mais diversos elementos, algumas regras são comuns ao trabalho como um todo, que denominaremos aqui de orientações gerais. Em relação à monografia, cabe assinalar que, conceitualmente, é o trabalho científico que especifica e reduz este mesmo trabalho a um único enfoque (do grego: mónos – uma só – mais graphein – escrever). Como trabalho de conclusão de curso, deve ser um estudo individual a ser apresentado pelo aluno por escrito de único tema específico e delimitado, não tendo necessariamente a obrigatoriedade de ser inédito, mas deve, entretanto, expressar conhecimento acerca do tema escolhido, emanado, obrigatoriamente, das disciplinas ministradas ao longo do curso.

Deste modo, o tema a ser escolhido deverá priorizar um campo mais restrito de
1

Fundada em 1940, a ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas – é o órgão responsável pela normalização técnica no país, fornecendo a base necessária ao desenvolvimento tecnológico brasileiro. É uma entidade privada, sem fins lucrativos, reconhecida como Fórum Nacional de Normalização – ÚNICO – através da Resolução n. 07 do CONMETRO, de 24.08.1992. É membro fundador da ISSO (Internactional Organization for Standardization), da COPANT (Comissão Panamericana de Normas Técnicas) e da AMN (Associação Mercosul de Normalização). Ver em: www.abnt.org.br, consulta em 06/08/2004.

3

4 . levando-se em conta as limitações do aluno da graduação.temas relacionados às diversas formas de manifestações culturais dos grupos sociais. e que precisam ser explicados por serem notáveis e por produzirem algo importante na sociedade. embora indique condições específicas de uma pesquisa. O tema escolhido pelo aluno deve estar: 1) em consonância com a política de pesquisa da Instituição e 2) de acordo com as áreas desenvolvidas teórica e tecnicamente no decorrer do curso. com dados coletados/observados empiricamente. políticas de comunicação. organização e regulação da profissão. com o propósito de informar e descrever objetiva e sistematicamente os fatos. vale lembrar que esta apostila está sendo construída conjuntamente por professores e constantemente atualizada. acontecimento ou conjunto de práticas que ocorrem na realidade concreta (vida).pesquisa. o trabalho monográfico da graduação não se pretende à divulgação de observações profundas no campo da especialização. além disto.além de temas relacionados ao exercício do jornalismo (ou da publicidade) abarcam questões associadas à assessoria de comunicação organizacional. Finalmente. através de qualquer dispositivo midiático. seguem abaixo a conceituação de alguns termos: 1 FENÔMENO = evento. Projetos sobre cinema deverão ter estreita relação com aspectos da comunicação midiática. 2 – CONCEITOS IMPORTANTES Tendo em vista ser recorrente os alunos confundirem o significado de terminologias essenciais no universo da pesquisa. Recomenda-se ao aluno que o trabalho monográfico seja resultado de uma investigação científica. e que são assim identificadas: 1) práticas profissionais . já que. 2) manifestação cultural pela mídia . formação acadêmica. deverão ser evitados temas sobre telenovelas que se limitam a investigação comportamental. sendo facultado ao aluno o desenvolvimento de um projeto de pesquisa-ação ou de um trabalho de organização de idéias e/ou questões no campo da Comunicação Social. comunicação comunitária.

o pesquisador deve sempre elaborar perguntas a partir da observação do objeto. para ser científico. mas precisa ser específico. É uma maneira de testar a eficiência dos conhecimentos já obtidos. artigos. pessoas etc. o que é crime de acordo com as leis de direito autoral em vigor no Brasil. duvidando dos conceitos já disponíveis ou que ele criou previamente. ser observável na realidade concreta e importante socialmente. monografias. Toda pesquisa tem um lado empírico (que mostra o objeto na sociedade e as relações que acontecem a partir dele) e o conceitual (que procura explicar essas relações). É aquilo que se percebe. sem que o pesquisador se pergunte a todo o tempo qual é o significado do objeto escolhido para a pesquisa. O objeto. 8 METODOLOGIA = conjunto de procedimentos. 4 OBJETO = aquilo que merece ser estudado. Existem vários tipos de fontes: livros. sites. que precisa manter-se na busca pelo conhecimento. Pesquisa científica é uma investigação organizada a partir de critérios preestabelecidos para o alcance do conhecimento. Não há pesquisa científica sem dúvida sistemática. que se pode ver sobre o objeto.2 CONCEITO = explicação sobre os fenômenos. precisa. 6 PESQUISA CIENTÍFICA = de maneira geral é investigação. de atividades que têm como 5 . 3 FONTE = qualquer material que ajude na investigação científica e na compreensão do objeto. 5 EMPÍRICO e CONCEITUAL = adjetivos que dizem respeito à observação e experimentação científicas. Para que isso seja possível. sob o risco de incorrer em plágio. Não se pode utilizar uma fonte sem informar sua procedência ou autoria. obtida depois de observação. investigação científica e reflexão. 7 DÚVIDA SISTEMÁTICA = é uma atitude do pesquisador. qual é sua origem etc. dentre outras exigências. e o objetivo da pesquisa deve ser SEMPRE o CONHECIMENTO. publicações da imprensa. pode-se cair no erro da generalização. Se não for. ou seja. Pesquisar é procurar conceitos ou preparar-se para construi-los.

instituições etc num mesmo “espaço” que pode ser estudado mediante técnicas específicas. baseados na crença compartilhada socialmente. Escola de Frankfurt. obtidos a partir de métodos e técnicas de investigação específicos. racional. 14 CORPUS = é uma espécie de “recorte material” do tema geral. A definição do corpus ajuda a tornar o objeto mais específico e legitimado. para que os argumentos principais da pesquisa sejam comprovados. idéias. Escola de Palo Alto. compatível com o produto científico a ser feito. conceitos. 12 TEORIA = conjunto de conceitos. quantitativa e qualitativamente. como estudo de caso. portanto. Exemplos de escolas visitadas no curso de Comunicação Social: Escola Sociológica de Chicago. Os conhecimentos do senso comum são obtidos sem método. etc. voltada para o conhecimento do mundo. Metodologia é a organização do que precisa ser feito para que se alcancem os objetivos da pesquisa proposta. A teoria é fruto de reflexão obtidos com o estudo dos dados coletados e da observação. O corpus geralmente se apresenta como o material empírico coletado a ser analisado. 9 CIÊNCIA = “Atividade humana. Conjunto organizado de conhecimentos certos ou altamente prováveis. 2) Abstração que agrupa em um todo práticas. 15 MONOGRAFIA = trabalho (produto científico) geralmente realizado no final dos cursos de graduação (e pós-graduação lato senso) que tem como objetivo 6 . e. 11 CAMPO CIENTÍFICO = 1) Conjunto de conhecimentos e práticas sobre vários fenômenos e objetos. por isso não são científicos. de explicações sobre o mundo a partir de um determinado ponto de vista. 13 ESCOLA DE PENSAMENTO = conjunto de idéias produzidas a partir de pensamentos compartilhados por vários pensadores (teóricos).objetivo a compreensão dos fenômenos. num determinado período histórico.” (Cezar Honoran & Aleyros Barreto) 10 SENSO COMUM = Conjunto de conhecimentos desorganizados.

apresenta razões para que o estudo se realize etc. o tamanho deve ser corpo 12. 16 (para subtítulos). • O texto deve ser alinhado no formato justificado (à direita e esquerda ao mesmo tempo). negritados e utilizar corpo 18 (para títulos de capítulo).desenvolver a capacidade intelectual e embrionária capacidade científica do pesquisador. • As margens a serem adotadas são 3 cm na superior e inferior e 2. ficando separadas 7 . estabelecer o que será estudado. como será apresentado nos próximos itens. textuais e pós-textuais. 16 PROJETO DE PESQUISA = é o planejamento (ou roteirização) de uma pesquisa.5 para o limite de 40 páginas de partes textuais (excetuando-se as pré e pós-textuais). como.5 nas da esquerda e da direita. como a Times New Roman. como que veremos mais adiante): • A organização da apresentação gráfica e textual deve ser feita em elementos prétextuais. em quanto tempo. O entrelinhamento obrigatório é espaço 1. 14 (para seções dentro do subtítulo). tornando-o capaz de tratar de uma temática apropriada. Títulos e subtítulos podem ser alinhados à esquerda. • As notas de rodapé devem ser digitadas dentro das margens. Tem como objetivo organizar o trabalho a ser feito (geralmente uma monografia). em cor preta. • O papel para impressão final deve ser do tipo alto alvura.5 cm. formato A4 (21 cm x 29. 3 – ORIENTAÇÕES GERAIS Todo trabalho científico deve possuir as seguintes características. salvo àqueles elementos onde tais características podem ser quebradas (capas e folhas de rosto. a partir de quais conceitos. • A entrada para parágrafo (alínea) deve ser de 1.7 cm) e impresso somente de um lado. cor branca. utilizando minimamente a linguagem e métodos científicos. Nas citações se utiliza a fonte corpo 11. A fonte padrão do texto a ser adotada é do tipo cursiva.

iii. contendo em letras douradas as informações indicadas na capa (cf. ii. Mas reserve a primeira página para o SUMÁRIO. A introdução começará. no canto inferior direito da página. O mesmo procedimento se aplica ao arquivo das textuais. a numeração é feita com números arábicos. • Ficha catalográfica: quando a monografia estiver pronta e liberada pelo orientador. No arquivo das pré-textuais reserve uma página para cada item da seqüência: CAPA/ FOLHA DE ROSTO/ FOLHA DE GRAU/ DEDICATÓRIA/ AGRADECIMENTOS/ EPÍGRAFE/ RESUMO. • Dicas de diagramação: A maneira mais prática de compor esta divisão de páginas da monografia é dividir em 2 arquivos diferentes do programa de texto do computador (geralmente o WORD) as páginas pré-textuais (da capa ao resumo – 87 páginas) das textuais e pós-textuais. 8 . o aluno deverá providenciar junto à biblioteca do campus a ficha catalográfica. No item INSERIR (do WORD) há o ícone “NÚMERO DE PÁGINAS”. Esta deverá ser impressa (ou colocada) no verso da folha de rosto da monografia. deverão encadernar o material. todas as páginas devem ser numeradas. Nas páginas pré-textuais (como indicado nos anexos). A capa deve ser “dura” e na cor preta. na página 9 (nove). iv. com defesa ou não. deve-se utilizar os números romanos minúsculos. Nas páginas textuais e pós-textuais. Ele corresponde à página 8 da seqüência.do texto por um espaço em branco e por um filete de 1/3 da linha. Os padrões de formatação descritos acima são utilizados como referência nessa apostila e deverão ser seguidos obrigatoriamente por todos. a partir da margem esquerda Com exceção da capa. que a FOLHA DE ROSTO em diante já será numerada desta forma. Não marque a opção “MOSTRAR NÚMERO NA PRIMEIRA PÁGINA” e escolha no ícone FORMATAR o estilo i. anexo 1 dessa apostila). • Impressão final: Todos os alunos que concluíram a monografia. já que este não deve conter nenhuma numeração. portanto. centralizados na parte inferior da página.

CAPÍTULO III: ESTUDO DE CASO 3 CONCLUSÃO 4 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS (OU FONTES) ELEMENTOS PÓS-TEXTUAIS ANEXOS (TABELAS. lista.4 – ELEMENTOS QUE COMPÕEM UM TRABALHO CIENTÍFICO Os elementos componentes da estrutura de um trabalho científico dividem-se em: pré-textuais (capa.3.2 CAPÍTULO II: FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA 2. RECORTES DE JORNAIS E REVISTAS E OUTROS). folha de rosto.1 CAPÍTULO I: CONTEXTUALIZAÇÃO 2. conclusão e referências bibliográficas) e pós-textuais (anexos). ELEMENTOS PRÉ-TEXTUAIS 1 2 3 4 5 6 7 8 9 CAPA FOLHA DE ROSTO FOLHA DE GRAU DEDICATÓRIA AGRADECIMENTOS EPÍGRAFE RESUMO LISTA DE TABELAS. textuais (introdução. resumo. folha de grau. FIGURAS. IMAGENS. dedicatória. sumário). desenvolvimento. 9 . QUADROS (OPCIONAL-SÓ SE O CONTEÚDO EXIGIR) SUMÁRIO ELEMENTOS TEXTUAIS MONOGRAFIA 1 INTRODUÇÃO 2 DESENVOLVIMENTO/ CAPÍTULOS TEMÁTICOS 2. ROTEIROS DE ENTREVISTAS. GRÁFICOS. epígrafe. ENTREVISTAS NA ÍNTEGRA. agradecimentos.

exigida em trabalhos como projetos e monografias. em letras maiúsculas. em letras maiúsculas. projeto e outros). centralizado um pouco acima do centro da página. Ela deve apresentar os elementos necessários para a identificação do trabalho já apresentados na capa e outros adicionais.o nome do autor do trabalho. 1 CAPA (anexo 1) É a parte externa do trabalho usada como proteção física. nome da instituição a que é submetido. corpo 12. entrelinhamento simples. entrelinhamento simples.ELEMENTOS PRÉ-TEXTUAIS São os que antecedem o texto.breve explicação sobre a natureza do trabalho (acadêmico. Representa a página 2 do trabalho. compreendendo as partes iniciais da apresentação do trabalho. corpo 12. entrelinhamento simples.nome do trabalho. do Curso. em escrita normal (maiúsculas e minúsculas). centralizados no pé da página. centralizado logo abaixo do nome do trabalho. colocados no topo da página. da Disciplina. Deve reproduzir os elementos mais representativos da folha de rosto. . localizado à direita um pouco abaixo do centro da 10 . em letras maiúsculas. em negrito. objetivo (aprovação em disciplina. grau pretendido e outros). corpo 12. centralizado no centro da página.nome do autor do trabalho.o local e a data (cidade. monografia.4.o nome do trabalho. da Turma e da Habilitação (Jornalismo ou Publicidade). . . tais como: .1 . corpo 16. corpo 16. mês e ano). em letras maiúsculas.o nome da Universidade. 2 FOLHA DE ROSTO (anexo 2) É a página seguinte à capa. centralizado na parte superior da página. em escrita normal (maiúsculas e minúsculas). Deve conter: . . corpo 14. . entrelinhamento simples. centralizados.

É uma página de conteúdo pessoal.nome do trabalho. 4 DEDICATÓRIA (anexo 4) Trata-se de folha opcional. 3 FOLHA DE GRAU (anexo 3) A folha de grau (ou de aprovação) deve aparecer após a folha de rosto e só deverá ser incluída em trabalhos monográficos.a palavra “banca examinadora”. em letras maiúsculas/minúsculas. mês e ano). seguida da relação dos nomes dos componentes da banca. A dedicatória deve ser colocada à direita da folha. corpo 12.local e data (cidade. centralizada. . corpo 12. em letras maiúsculas/minúsculas. localizado logo abaixo do nome do autor do trabalho. na parte inferior da página. . bem como o nome dos professores membros da banca de avaliação. 11 . corpo 12.local e data (cidade. . Nela irá constar.a palavra “Grau”.página (a partir da margem. Deve conter: . negrito. coloque uma entrada de 6 cm). alinhado à esquerda. . a nota obtida no trabalho. em letras maiúsculas. sendo precedido da palavra “orientador”. com espaço para assinatura. em maiúscula. seguida de uma linha para o lançamento da nota. corpo 12.nome do autor. após a avaliação. . localizada abaixo do nome do trabalho. em letras maiúsculas. corpo 12. centralizados no pé da página. corpo 12. entrelinhamento simples. em escrita normal (maiúsculas e minúsculas). . localizada abaixo da palavra “grau”.nome do professor orientador. Ao fim. mês e ano). entrelinhamento simples. justificado. em letras maiúsculas. em letras minúsculas. a numeração em romanos minúsculos. em que se dedica a alguém em especial o trabalho realizado. centralizado na parte superior da página. corpo 12. corpo 12. em escrita normal (maiúsculas e minúsculas). corpo 12. entrelinhamento simples. centralizados no pé da página.

os resultados e conclusões. Localizam-se logo após o resumo. Nela o autor faz uma citação referente ao seu tema do trabalho. A formatação é do tipo padrão. ou seja. com título (AGRADECIMENTOS) centralizado. fotografias. tabelas e quadros. a seqüência lógica do texto. Deve conter de 10 a 20 linhas. O resumo deve ser apresentado com as principais idéias do trabalho. Segue a formatação geral. depois de um parágrafo de quebra. em páginas próprias. a metodologia usada. Funcionam como uma espécie de índices dos mesmos. Após um espaço de um parágrafo. no topo. em texto justificado. gráficos. e seus itens devem ser relacionados na ordem que aparecem no texto. figuras. As ilustrações incluem mapas. 8 LISTA (anexo 8) Relação de tabelas. 12 . em itálico e alinhado à direita. siglas. o objeto estudado. 5 AGRADECIMENTOS (anexo 5) Folha opcional e pessoal onde se registram agradecimentos à(s) pessoa(s) e/ou instituição(ões) que colaborou(raram) de forma relevante para elaboração do trabalho. ilustrações. com o título LISTA. desenhos. No topo da página. Aparece após a dedicatória. 7 RESUMO (anexo 7) Folha obrigatória na monografia. em seguida apresentar três palavras-chave.centralizada. em maiúsculo e negrito. Após a citação. A formatação é similar a das páginas de dedicatória e agradecimentos. coloca-se o nome do autor da citação. escreve-se RESUMO. símbolos. centralizado. e o restante do texto justificado. As diversas listas devem ser apresentadas separadamente: abreviaturas. e no texto são chamadas de figuras. apresenta-se o resumo. 6 EPÍGRAFE (anexo 6) Folha opcional. em maiúsculas. quadros e/ou anexos (quando houver) utilizadas no decorrer do trabalho.

para cada tópico. Deve esclarecer se o 13 . os elementos textuais vão variar de acordo com o tipo de trabalho. Apresenta os títulos dos capítulos ou partes e cada um dos itens que compõem os diversos capítulos. sobre a natureza e importância do problema. a indicação da página inicial correspondente. cada tipo de trabalho pode implicar em uma divisão diferenciada. tendo. se um capítulo é marcado com o número 1. É elemento obrigatório de qualquer trabalho acadêmico.9 SUMÁRIO (anexo 9) É a enumeração roteirizada das principais partes do trabalho. sempre. Assim. Os elementos textuais de um trabalho de fim de curso e de uma monografia seguem as seguintes divisões: Introdução (ou Apresentação/ ou Considerações Iniciais) Parte inicial do texto onde se apresenta o assunto da monografia como um todo. Uma linha pontilhada pode ser usada para ligar o nome da seção à folha correspondente.1. Inclui informações sobre a formulação do problema de pesquisa. isto é. as suas partes internas serão 1. ainda que obedecendo à lógica acima descrita. 4. bem como o número da página referente a cada um desses tópicos no decorrer do trabalho. No entanto. Assim. suas limitações e seu objetivo. razões que levam à realização do trabalho. funcionando como um esquema do assunto trabalhado. uma divisão lógica que abarque três momentos: introdução. como podemos ver nos exemplos a seguir. em termos de elementos. Atenção não numerar a introdução. A numeração é cumulativa. que nos interessam mais diretamente: EM MONOGRAFIA O corpo do texto da monografia deverá ter 50 páginas. sua relação com outros estudos sobre o mesmo assunto. a conclusão e as referências bibliográficas. 1. desenvolvimento e conclusão. cujas partes são acompanhadas do(s) número (s) da(s) folha(s).2 e assim respectivamente.2 – ELEMENTOS TEXTUAIS Os elementos textuais são os principais itens de um trabalho e devem compreender.

em algum momento da introdução. Divide-se em seções e subseções. mas não uma regra.pessoa do discurso. decorrente da apresentação das conclusões correspondentes aos objetivos ou hipóteses iniciais da pesquisa e da discussão provocada no desenvolvimento da monografia. pode constar de exposição das dificuldades ou facilidades em relação à realização da pesquisa. por isso. e. A introdução costuma apresentar de 3 a 6 páginas. que variam em função da abordagem do tema e do método. dos novos problemas surgidos e de propostas e sugestões decorrentes dos dados coletados e discutidos. o desenvolvimento deve ser organizado em capítulos temáticos nominais e divididos em quantos sejam necessários. contendo a exposição ordenada e pormenorizada do assunto e dos dados empíricos coletados. Não permitido o uso da 1a. sempre que possível. a fundamentação clara das hipóteses. Não se deve mencionar na introdução qualquer tipo de conclusão (ou consideração final). 2) um segundo momento em que se problematiza a temática (apresentando confronto e diálogo entre autores). Conclusão (ou Considerações finais) Parte final do texto. Tem sido recorrente. Vale destacar que o desenvolvimento deve abarcar a maior parte do trabalho.trabalho se constitui numa confirmação de observações de outros autores ou se contém elementos novos. O desenvolvimento é a fundamentação lógica do trabalho. Por isso. costuma apresentar. a fundamentação teórica do trabalho. capaz de apresentar uma amostra das questões anteriormente apontadas. elucidando os conceitos gerais ou periféricos ao tema escolhido. incluindo a exposição da metodologia. realçando. Desenvolvimento/ Capítulos Temáticos Em monografia. das lacunas não preenchidas. 35 páginas e obrigatoriamente. É imprescindível que. se exponha uma súmula seqüencial dos capítulos/ partes da monografia. por privilegiar as impressões do autor do trabalho. dividir o desenvolvimento monográfico em três partes: 1) um primeiro momento contextualizar o que pretende analisar. É sempre de cunho pessoal (o que não significa que seja recomendável o uso da primeira pessoa do discurso). dos resultados e da discussão. que constitui a parte principal do texto. o mínimo de 3 capítulos. 14 . ou seja. A conclusão costuma apresentar de 3 a 6 páginas. em média. 3) um terceiro momento em que se perfaz um estudo de caso.

textos. seguido de ponto. sites. totalmente em letras maiúsculas. título. como periódicos e sites. nome da editora e data da edição (alguns autores defendem também a inclusão do número da edição).Referências bibliográficas (ou “Fontes”) O autor deverá listar as referências bibliográficas ou fontes utilizadas para a elaboração do projeto de pesquisa. seguido de vírgula. A apresentação das referências bibliográficas deverá estar de acordo com as normas da ABNT. • Nome e outros sobrenomes do autor. Existem regras para a apresentação de todas essas fontes. organizadas neste manual. editora e ano – separados por vírgula (alguns autores defendem a 15 . Esses nomes podem ser abreviados para a primeira letra seguida de ponto. Na Referência Bibliográfica . o autor deverá listar as principais referências bibliográficas a serem utilizadas na realização da pesquisa. local de edição. artigos. seguido de ponto. enfim. sublinhado ou marcado por itálico (após escolhido o estilo. Em um item separado. Sugerimos também uma divisão entre a bibliografia de livros propriamente ditos e outras fontes.ou “Bibliografia” como preferem alguns autores . Essas informações devem ser colocadas na ordem explicitada abaixo: • Último sobrenome do autor. Tais itens devem ser colocados em ordem alfabética pelo sobrenome do autor. este deverá ser adotado como padrão naquele documento). como detalharemos a seguir. • Título e subtítulo do livro (quando houver). todos as fontes textuais consultadas para a produção do texto do trabalho científico. • Local. com as primeiras letras das palavras mais relevantes em maiúscula.são listados os livros. entre outras. com a primeira letra maiúscula. LIVROS Quando citamos um livro devemos disponibilizar as seguintes informações sobre ele: nome completo do autor. documentos.

Manual de Sobrevivência na Selva Acadêmica. (Exemplo 2) BOSI.. Rio de Janeiro. HONORATO. Francisco Alves Editora. MONNERAT. devem ser separados por ponto e vírgula (alguns autores defendem a separação através da conjunção “e”). Zygmunt. 16 . Pode-se suprimir ou abreviar a palavra editora. Exemplo: STORCH. Obs. 56. Algumas variações: Dois autores . E. devem ser separados por ponto e vírgula (alguns autores defendem a separação através da conjunção “e”). Ed. Cezar T. 1999. Marisia. cópia mimeo. J. de. Rio de Janeiro. 2000. Objeto Direto. 15. Cópia mimeo.Os nomes dos autores. p. 2000. Petrópolis: Editora Vozes. E. obedecendo às mesmas regras acima. SCHOUTHEETE. Além disso.e encerrados com ponto. 1991. Material cedido no curso “Introdução à Pragmática: questões conexas” –UFRJ. deve-se indicar com o termo “mimeo” a ausência dessas referências.. obedecendo às mesmas regras acima. Globalização.. S. Veja dois exemplos: (Exemplo 1) BAUMAN. Exemplo: BOSI. Alcyrus V. Patrick Charaudeau: Modos de Organização do Discurso. P. Leituras de Operárias.separação entre local e editora por dois pontos) . Rio de Janeiro. de. S/D. deve-se usar as expressões S/L (sem local). 10ª edição.: Quando as referências completas de um texto a ser citado não estiverem disponíveis.Os nomes dos autores. CARNEIRO. As Conseqüências Humanas. Três autores . S/E. P. M. Exemplo: BRUYNE. 1999.. o número da página que foi retirado o texto citado. Jorge Zahar Editor. p. HERMAN. Local e Editora devem ter a primeira letra em maiúscula. 2000. • E por fim. Exemplo: BARRETO. “Raios de sol na aurora de um novo pensar”. Rosane. Dinâmica da Pesquisa em Ciências Sociais. Leituras de Operárias. 1o semestre de 2001. Cultura de Massa e Cultura Popular. S/E (sem editora) e S/D (sem data) para indicar a ausência dessas referências. Cultura de Massa e Cultura Popular.

meu amigo. Teorias da Comunicação: conceitos. Angela (org. um deles desempenha o papel de editor. Petrópolis: Vozes. o que encabeça a lista dos autores).). escolas e tendências. O Rádio começou aqui.).: Muitas vezes. quando o livro é produzido por vários autores. V. Obs. FRANÇA. FRANÇA. A. Media and Social Perception. LARRETA. Eliseo. Francisco Alves. a referência deve ser feita como exemplificado abaixo. V.Deve-se usar a expressão latina et al. In: Programa Casé. é minha Baixada”: memória. Cândido (coord. Ed. 1998. história e identidade social na Baixada Fluminense. Depoimentos. Rio de Janeiro. V. 1999.HOHFELDT. Faculdade da Cidade.. “Lugar. organizador ou coordenador. Exemplo: AMORIM. logo após o nome do autor principal (em geral. com pequena diferença: Exemplo: ENNE.C. (org. HOHFELDT. A.(org. em itálico.). Tese de Doutorado em 17 .. Rio de Janeiro. “Tempos de ouro do rádio”. Teorias da Comunicação: conceitos. Rafael. Unesco/ISSC/Educam. Lições de Jornalismo 1. In: MENDES. “Semiosis of mediatization”. MARTINO L. 2002. Ed. Enrique Rodrigues (ed.). Ana Lucia S. Nesses casos. 1995. MARTINO L. Mauad.). De outro autor Exemplo: VERÓN. V.. 1991. Rio de Janeiro. escolas e tendências.C.. 2002. CAPÍTULO DE LIVROS Do mesmo autor Exemplo: CASÉ. FALCÃO. Mais de três autores . (que significa “e outros”). Petrópolis: Vozes. Paulo Henrique et al. Publicidade ao Vivo. DISSERTAÇÕES E TESES Para citar dissertações e teses utiliza-se da mesma lógica para livros. Rio de Janeiro.

Dicionário de Lingüística. T. ARTIGOS DE JORNAIS Seguem as mesmas regras para revistas. Quando não. cita-se somente o título do texto. ano 36. Diogo. ARTIGOS DE REVISTAS Revistas científicas Exemplo: RODRIGUES.. “No país do carnaval”. da Miranda Neto et al. Veja os exemplos: (Exemplo 1) MAINARDI. ed. Niterói. Abril. 1996. mas geralmente não tem autoria: Exemplo: DICIONÁRIO DE CIÊNCIAS SOCIAIS (FUNDAÇÃO GETÚLIO VARGAS). v.4. Universidade Federal Fluminense. 87. 5-22. edição 1783. (Exemplo 2) “Ficou caro demais”. 1422p. Abril. W. In: Revista Veja. (Exemplo 2) OUTHWAITE. Dicionário do pensamento social do século XX. p. p. São Paulo. Rio de Janeiro: Editora da Fundação Getúlio Vargas. segue-se o mesmo modelo acima. In: Revista Veja. Revistas de circulação Quando houver autor. ed.111. edição 1783. 18 . 12/03/2003. In: Revista Contracampo. nº 10. Mas também pode ser referenciado desta forma: (Exemplo 1) DUBOIS. 2002. Rio de Janeiro. janeiro de 2000. Coordenação geral: Antônio G. São Paulo: Cultrix. ano 36. nº 10. pp. et al. 1973. Rio de Janeiro: Jorge Zahar. 12/03/2003. Jean. BOTTOMORE. “Discurso e Sociabilidade”. Revista do Mestrado em Comunicação. São Paulo. Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social da Universidade Federal do Rio de Janeiro – PPGAS/MN/UFRJ.Antropologia Social. 1987. Adriano Duarte. DICIONÁRIOS Utiliza-se a mesma lógica do livro.

Consultado em maio de 2004. dissertação e monografias”. As interfaces da Análise de Discurso no Quadro das Ciências Humanas. Disponível em: http://www.mec. Exemplo: DIRETRIZES CURRICULARES DO MEC – COMUNICAÇÃO SOCIAL. Intercom. tratam-se geralmente de revistas científicas: BEIVIDAS.discurso. (data e hora do acesso por parte do aluno). Maristela.MEIO ELETRÔNICO Quando a fonte for o site de forma geral. Quando a fonte for um determinado link dentro do site.mgar.vet. sua localização. deve ser indicado.br/grupos/casa-home. Exemplo: (Exemplo 1) GARCIA. Disponível em: www. In: http://www.Consultado em março de 2004.org. OUTRAS FONTES 19 .br/papers/indexbp. Disponível em: http://www. Quando a fonte for um artigo ou livro consultado na Internet.fclar. n. após o endereço do site.html.html.2.shtm#diretrizes.ufrgs. 23/03/2002. 2004. cita-se o nome do site (quando houver).com. vol.br/normas – consulta em 23/03/2003. Versão on-line disponível em: http://www. Disponível em: http://www.br. Exemplo: Globo on-line. publicado em 10/05/2004.).2.br/Sesu/diretriz. Waldir. Maurício e NEVES. Interdisciplinaridade e objeto de estudo da Comunicação (8 p. a citação obedecerá aos mesmos princípios acima citados. Artigo publicado como paper digital para o XXI Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação (Recife – PE).br. o endereço eletrônico completo e a data da consulta. O lugar de uma teoria do discurso na psicanálise (ou: um recado de Lacan).unesp. Maria Cristina Leandro. (Exemplo 3) FERREIRA. Cadernos de Semiótica.gov.intercom. Há também casos de artigos impressos que têm sua versão on-line. (Exemplo 2) MARTINO. Luiz C. 1998.oglobo. “Normas para a elaboração de teses.

apenas os dois que são mais utilizados nos trabalhos científicos do curso de Comunicação Social. Descreveremos.1. anexo (s) e índice (s). não seqüencial à dos textos) para facilitar a consulta posterior. fotos. devem ser numerados (uma outra numeração.5 na direita e 20 . Quando no texto forem feitas referências a um dos anexos. CDs. ilustrações. Devem ser precedidos por uma página contendo somente o termo “Anexos” centralizado no meio da página. ELEMENTOS PÓS-TEXTUAIS Os elementos pós-textuais completam o trabalho. entre outros. como imagens. consulte um dos livros sugeridos na Bibliografia ou mesmo outros títulos de Metodologia que tragam uma parte voltada para a normatização dos trabalhos científicos. De qualquer forma. Obs. utilizaremos as seguintes normas técnicas: 5.Fitas. São elementos pós-textuais: referências. deve-se citar o número do mesmo. gráficos. entrevistas na íntegra. entrevistas na íntegra. mapas. 5. a seguir. Cdroms e outras fontes devem ser citadas da mesma forma explicada anteriormente – autor. título e dados de referência. Sempre que possível. glossário. roteiro de entrevista. cópias integrais de documentos. APRESENTAÇÃO GRÁFICA A folha deve apresentar margem de 3 cm à esquerda e na superior e 2. mas não podem ser incorporados a ele diretamente. ORGANIZAÇÃO DO TEXTO E DOS ORIGINAIS Para uniformizar a apresentação dos trabalhos científicos do curso de Comunicação Social. que não podem ser incluídas nesta apostila por já caracterizarem um trabalho mais exaustivo que ultrapassa os objetivos de um manual básico de normas técnicas.: Existem ainda variações a respeito das citações. quando houver dúvidas. ANEXOS São considerados anexos elementos que ajudem na compreensão do texto. exemplos. apêndice (s). ou seja.

recomenda-se a sua adoção. Tais normas podem ser trocadas. entre as seções e subseções. Também é usado para títulos de livros e publicações. • Negrito – idem. 5. É usado como alternativa ao sublinhado para destacar o título do livro ou da publicação. das referências bibliográficas e dos resumos (em vernáculo ou língua estrangeira) deve ser com espaço simples.3. O parágrafo deve ser iniciado com a entrada padrão do Word: 1. usa-se também para títulos e subtítulos. facilitando a compreensão. O espacejamento no texto corrido e nas transcrições deve ser em espaço 1. como palavras mais importantes. Também usado para marcar conceitos teóricos mais utilizados. desde que se crie um único padrão para o texto inteiro. ABREVIATURAS E SIGLAS 21 . O espacejamento das citações longas. No entanto. São também usadas para chamar a atenção para palavras dúbias. • Sublinhado – deve ser usado para destacar partes que merecem maior atenção do leitor. • Aspas – utilizam-se para nomes de filmes. 5. ESTILO Existem regras para a aplicação dos estilos sobre o texto. O texto deve ser justificado (alinhado pela esquerda e pela direita).5 cm na primeira linha. das notas de rodapé. embora o padrão seja o uso de aspas. Corpo: 12. obras de arte e outras referências não literárias.2. Alguns autores recomendam sua utilização nas citações para destacá-las. deve-se usar o espaço duplo (dois espaços simples). São uma alternativa ao uso do negrito para indicar títulos de capítulos de livros e artigos em periódicos.5. músicas. por já consensual e de domínio público. gírias e expressões coloquiais.na inferior. O tipo de fonte utilizada deve ser serifada do tipo Times New Roman. Também é usado para títulos de capítulos de livros e artigos em periódicos • Itálico – usa-se para palavras estrangeiras. Também são utilizadas para as citações feitas no decorrer dos textos.

Também devem ser colocadas em anexo as imagens que servem para exemplificar o que está sendo dito.. podem ser colocadas em anexo. A abreviatura FIG. Toda ilustração retirada de alguma fonte anteriormente publicada deve conter. Os meses do ano são abreviados pelas três primeiras letras. DNER etc). etc). use somente as existentes e reconhecidas consensualmente (ex.2. com exceção de maio. 5m.). prof.. Evite criar abreviaturas. mas não são objeto direto de análise ou comentário. Não se abreviam nomes geográficos.: Universidade Estácio de Sá – UNESA). Não se usa ponto nas abreviaturas de unidades de medida e nas siglas (ex. no decorrer do texto. 5. Quando. deve ser precedida do nome por extenso (ex. em uma seqüência própria. mas explicativo) e/ou uma legenda (que acompanha a ilustração e deve ser colocada logo abaixo do título). será usada sempre no singular. ou localizar-se entre parênteses no final da frase.Devem ser usadas com critérios.3 etc). você deve colocar. As figuras devem ser numeradas com algarismo arábicos (1. Podem receber um título (que deve ser breve. As ilustrações devem ser centradas na página e colocadas o mais próximo possível da parte textual que lhe faz referência. Títulos não devem conter abreviaturas.. 5. Deve-se evitar a continuação de uma legenda de uma ilustração na página seguinte.: org. as informações de crédito. mesmo quando referente a várias figuras. errado: SP para São Paulo). Não se usa plural para as formas abreviadas das palavras (ex: editores = ed. em ordem alfabética. quadros e gráficos) são designadas sempre como “figuras”. UNESCO. IMPORTANTE: quando seu trabalho contiver muitas siglas que não são muito conhecidas. ed. GRÁFICOS E TABELAS 22 .5. antes de iniciar os elementos textuais. a não ser abreviaturas universalmente aceitas (correto: USA. uma lista com a numeração das figuras deve ser colocada após o sumário.: 1cm. Sua indicação pode integrar o texto. organizadores = org. Quando as ilustrações forem de tamanho maior ou em grande número. abaixo da legenda. for apresentado um grande número de figuras.4. ao fim do trabalho. uma “Lista de abreviaturas e siglas”. Quando uma sigla for apresentada pela primeira vez. ILUSTRAÇÕES As ilustrações (com exceção de tabelas. que não se abrevia.

5. com algarismos arábicos. dezesseis. Para expressar porcentagem. ou reforço à idéia do autor. Quanto às datas. 5. como esclarecimento ao assunto em discussão. usa-se o número por extenso para o primeiro dia do mês. de uma informação colhida de outra fonte. 14h 30 minutos). Tabelas (ou quadros) são.. Para referências às páginas e volumes de uma publicação. acompanhada do número de ordem a que se refere. use a grafia: número e símbolo (ex. Seu título é precedido da palavra GRÁFICO em letras maiúsculas.: foram beneficiadas cerca de oitocentas pessoas. CITAÇÕES Citação é a menção. após o sumário. Deste modo. Deve-se evitar o uso de números no início das frases. podem ser impressas na posição horizontal da página. e os cardinais para o restante (30 de julho). para as quais sempre devem ser indicados os créditos.7. no texto. segundo a ABNT. Também serão numeradas seqüencialmente em todo o trabalho. cf a ABNT. As citações são divididas em quatro tipos: citação direta. fica estabelecida. a obrigatoriedade do uso 23 . citação indireta.6. A citação no texto será pela indicação GRAF. Também devem ser centralizadas e colocadas o mais próximo do texto referente. sempre deve ser usado o numeral cardinal (ex. Uma outra possibilidade. A forma escrita por extenso pode ser empregada para indicar quantidade aproximada e unidades de ordem elevada (ex. Porém.Gráficos são desenhos constituídos de traços e pontos.: 8h30. “apresentações do tipo tabular que não empregam dados estatísticos”. Devem ser relacionadas em lista própria. para o curso de Comunicação Social. colocado sobre as mesmas. numerados com algarismos arábicos. também aceita.: 85%). citação de citação. cem) e usar algarismos para os números de mais de uma palavra. volume 11). As tabelas devem ter um título claro e conciso. Quando extensas. são textos transcritos (de forma direta ou não) ou informações retiradas de outras publicações. NUMERAIS Deve-se escrever por extenso os números de uma só palavra (um. citação mista. Para horas. use sempre os números cardinais (página 3. é escrever os números de 0 a 9 por extenso e a partir de 10 usar os algarismos. Existem dois milhões de habitantes naquela cidade).

. acompanhando o texto. o qual deseja-se cortar. ANTUNES comenta: • • Obs. Saber atingir nosso âmago é exercício de contemplação e estudo. • As citações curtas (menos de três linhas) devem vir dentro do próprio parágrafo em que for citada. não se aquietava. No entanto.” (Colocar aqui o n. de um verso torto ou do olhar de quem amamos.) pois não há nada mais sublime do que o que nos fala diretamente à alma.5 cm.: Quando a citação for extraída de um texto muito longo. Tristes dos que vivem na superfície. • As citações longas (mais de três linhas) devem ser recuadas na formatação do texto. deve ser “ágil e 24 . dois pontos. “(. entrelinhamento simples (1 ponto) e corpo 11. ou parte deles. a turba. acompanhada de informações sobre a fonte: entre parênteses. em desalinho. da nota de rodapé). colocando-se em parágrafo seguinte.. da nota de rodapé). da nota de rodapé). com recuo de 4 a 4. de um verso torto ou do olhar de quem amamos. seja por meio de uma canção. • “(.apenas das citações diretas com notas de rodapé (explicação detalhada mais adiante).” (Colocar aqui o n. ao qual poucos estão destinados a conseguir sucesso. como meio de comunicação de massa. Tristes dos que vivem na superfície. De repente. querendo chamar a atenção da platéia. colocar-se o sobrenome do autor em maiúscula.. Exemplos: (Exemplo 1) O músico cantava sem parar. ao qual poucos estão destinados a conseguir sucesso.) pois não há nada mais sublime do que o que nos fala diretamente à alma. • Citação direta A citação direta – também chamada de textual – é a transcrição literal de textos escritos por outros autores. “pois não há nada mais sublime do que o que nos fala diretamente à alma” (colocar aqui o n. Exemplo: O rádio. e a página de onde foi retirada a citação (não se esqueça: PLÁGIO É ILEGAL). (Exemplo 2) Sobre a função da música. Deve ser reproduzida entre aspas e destacada dentro do corpo do texto. Exemplo: A música acalma o espírito.. seja por meio de uma canção. a data da publicação. Saber atingir nosso âmago é exercício de contemplação e estudo. lembrei-me de que a música acalma o espírito. isso deve ser feito utilizando parênteses e reticências entre os trechos.

da nota de rodapé). Obs: Para alternar o uso de autores vários. da nota de rodapé). imediatas no tempo e. (Colocar aqui o n. numa situação onde os comunicantes estão compartilhando o mesmo meio. numa situação onde os comunicantes estão compartilhando o mesmo meio. as televisões a cabo . o áudio dos telefones móveis. o áudio dos telefones móveis.eficiente (. da nota de rodapé) Já MEDITSCH não coloca o Jornalismo como ciência. O Jornalismo é uma forma de conhecimento “pelo que tem de particular”.. As reticências com parênteses também são usadas quando se quer citar um trecho que não inicia com letra maiúscula.. SCHARLAU VIEIRA (1998) analisa o conceito de opinião e. ou seja.. o controle remoto da TV.. a telefonia móvel.) caracterizam-se. (que deve ser usada em nota de rodapé quando a obra citada anteriormente também for referenciada desta forma) que quer dizer opus citatum. marcando o início de uma frase.cit. sobretudo..) e ainda atingir setores específicos da população” (colocar aqui o n. (Colocar aqui o n. Portanto há diferença quando nos dois casos abaixo: Na visão de CARDOSO: “As novas tecnologias de comunicação . imediatas no tempo e. por permitir conexões online e interativas. da nota de rodapé(. mas afirma que é sim um importante instrumento de construção do conhecimento. da nota de rodapé) Cada vez mais.” (Colocar aqui o n. ou “já citada”. as novas tecnologias da comunicação: “(.caracterizam-se sobretudo por permitir conexões online e interativas. os estudiosos em Comunicação concordam que o texto noticioso é opinativo e que a divisão entre opinião e informação é meramente ilustrativa. tanto as citações diretas como indiretas. o controle remoto da TV. da nota de rodapé) Na visão de CARDOSO. Essas interações se dão mediadas pelas interfaces dos próprios meios: a tela e o teclado do computador. E é a credibilidade do jornalista que liga o profissional ao público.. Vejamos o exemplo de texto corrido abaixo: É para dar credibilidade à informação que o jornalista se retira dos fatos e narra em terceira pessoa.as redes telemáticas.” (Colocar aqui o n. por exemplo. Essas interações se dão mediadas pelas interfaces dos próprios meios: a tela e o teclado do computador. através dele. (Colocar aqui o n. E é essa credibilidade que pode ser rompida e é rompida quando o público descobre o falseamento ou a omissão de informações. conclui que o Jornalismo não pode ser considerado uma forma de conhecimento. usa-se a nomenclatura em latim abreviada op. Sem ela não há razão para praticá-lo. ou seja.) 25 .

junto a. a primeira a tratar da questão dos efeitos da mídia. indicando Op. em que “cada elemento do público é pessoal e diretamente atingido pela mensagem. ou seja. Outro exemplo: Na teoria hipodérmica (anos 30). Exemplo: ANTUNES (fazer nota de rodapé constando apud. • Ou utilizar a nomenclatura em latim apud (sempre italicada). que quer dizer referenciado por. seguido por expressões como “citado por”. existem duas alternativas para fazer a remissão corretamente: • No próprio texto. criticando as posições dos apocalípticos. “conforme”. Ex. ou seja ANTUNES apud CASTRO). Exemplo: ANTUNES. Obs: Em ambos os casos se a citação for direta. SCHARLAU VIEIRA (Colocar aqui o n. que é o objeto da Deontologia profissional”. Cit. passivo. Citação da Citação Quando a citação for de um autor já citado por outro autor.Devido ao curto espaço de tempo dispensado à produção do texto noticioso. a dimensão ética da profissão. citar o sobrenome do auto do documento não consultado. porque é exatamente o bem a fazer ou o mal a evitar no exercício da profissão. Outro exemplo. criticando as posições dos apocalípticos. evidencia-se a massa como objeto atomizado. discute o conceito de indústria cultural. são mal preparados para realizar este tipo de análise. “segundo”.: ANTUNES (fazer a nota de rodapé constando o apud).” (fazer a nota de rodapé constando o apud). citado por CASTRO (colocar aqui o n. e o sobrenome do autor do texto consultado. de acordo com o seu estudo.) descreve que os jornalistas. discute o conceito de indústria cultural. em citações extensas: ÁVILA (fazer a nota de rodapé constando o apud ) explica o que vem a ser o termo: “A Deontologia é a ciência que estabelece normas diretoras da atividade profissional sob o signo da retidão moral ou da honestidade. da nota de rodapé. Citação de arquivos eletrônicos A escolha de artigos eletrônicos para servir como base de referência deve atender aos seguintes critérios: 26 . da nota de rodapé). deve-se acrescentar o número da página. O último inciso tem importância capital.

não por determinação do sistema lingüístico ou por relações sócioeconômicas.Utilizar sites confiáveis no recolhimento de dados (evitar Wikipedia. que já estejam paginados.br.) neste sentido. artigos ou papers on-line. Disponível em: www. da nota de rodapé).1) Utilizar. Louis Althusser (sociologia) e Jacques Lacan (psicanálise). . seguem as regras habituais para citação direta e indireta. Michel Foucault (fiolosofia). Disponível em: http://www. bibliográfica: FERREIRA.gov. . As interfaces da Análise de Discurso no Quadro das Ciências Humanas. que organizam textos e que criam as condições de possibilidade para diferentes atos lingüísticos”. Na nota de rodapé e na ref. no Brasil são reconhecidas pelo MEC e estão em pleno funcionamento para oferecem formação superior em Comunicação Social 559 espaços de ensino (entre universidades. com datas de publicação demarcadas. tendo como representantes máximos.br/funcional/lista_cursos. salvos em PDF ou WORD. publicado em 10/05/2004. M.. bibliográfica: GOUVEIA.asp e http://www. o significado é produzido não por vontade de um sujeito unitário.ufrgs. consultado em junho de 2005. respectivamente: http://www. de preferência. fotologs e site caseiros) e procurar os institucionais ou as empresas de mídia oficiais. Na nota de rodapé e na ref. Neste caso. o estruturalismo foi capaz de contagiar várias ciências.educacaosuperior. Em Nota de Rodapé*: Dados retirados do site do MEC e do INEP.inep.br/ superior/censosuperior. Maria Cristina Leandro. a partir dos anos 60: Lèvi-Strauss (antropologia). 27 .gov. Roland Barthes (semiologia). (Colocar aqui o n.pdf.pro.Caso não haja paginação citar somente de forma indireta: Segundo FERREIRA (Colocar aqui o n. blogs. mas por intermédio de sistemas de poder/conhecimento que são impostos pelas instituições sociais. faculdades e centros universitários públicos e particulares). Carlos A. 2005. Veja exemplo abaixo: De acordo com dados do INEP (Instituto Nacional de Pesquisa e Educação) e da SESU (Secretaria de Ensino Superior)*.leffa. 18 p. Veja exemplo abaixo: GOUVEIA complementa a este respeito: “(. da nota de rodapé).inep. Data e hora do acesso por parte do aluno.discurso. “Análise Crítica do Discurso: enquadramento histórico”..br/textos/anal_critica_discurso.

Cortez Editora. 2) Ibidem . São Paulo. Idem.na citação imediatamente seguinte. 1992. 25. em que o autor citado e o título 28 . no capítulo II. Muniz.na citação imediatamente seguinte. por questões de economia textual. p. são explanações extras do tradutor da obra lida) (3) referenciais (são indicados. a primeira nota deverá ser a de n. Petrópolis. 1984. usa-se: 1) Idem . para isso. utilizando-se. para referenciar obras citadas sequencialmente – utilizam-se aqui os termos em latim) e (4) remissivas (solicitam o leitor a se remeter a alguma outra parte do trabalho ou a outras obras constantes ou não na bibliografia e que abordem o assunto em destaque). 57.Observação Geral: Não é recomendável reproduzir o endereço de um site no interior do texto. em ordem seqüencial (ou seja se no capítulo I a última nota de rodapé foi de n. Vozes. 96. em que o autor citado seja o mesmo. por questões de economia textual e fluência. sendo indicadas por números arábicos. O Monopólio da Fala. Podem ser de quatro tipos: (1) explicativas (nas quais são apresentadas informações que completem ou esclareçam o que foi dito no texto propriamente dito). recomenda-se sempre a utilização em nota de rodapé. ela obedecerá a outras regras. O Social Irradiado. Se houver necessidade de citar algum endereço eletrônico. Pode ser abreviado para “id”. (2) de tradução (quando alguma obra for citada no interior do texto e tiver sido traduzida. Neste caso. Aparecem usualmente ao pé da página com a finalidade de esclarecer ou complementar um trecho enumerado em formato sobrescrito. O uso das notas de rodapé As notas de rodapé são complementações informativas que servem como recursos modalizadores fundamentais no trabalho monográfico. São escritas em corpo menor (11). p.26) . Pode-se utilizar as nomenclaturas em latim IDEM E IBIDEM para referenciá-las. Exemplo: SODRÉ . Quando a referência a um autor for reincidente. termos normativos de origem latina (todos devem ser grafados em itálico). entrelinhamento simples. mas o título for diferente. ou mais comumente em livros.

Jesus Martin e SOLER. M. Petrópolis. Obs: Apud e op. Cit. M. Manual de Apresentação de Trabalhos Acadêmicos na Universidade Castelo Branco. 57. Maria Fátima. Eva Maria e MARCONI. Manual para elaboração e normalização de dissertações e teses. R. São Paulo. Marina de Andrade. Ibidem. Rio de Janeiro. quando o autor escolhido foi citado por outro autor. 2000. Impetus. UCB. 2 3 4 FRANÇA. devem ser citados em nota de rodapé quando é necessária a utilização destes recursos seqüencialmente em nota. Editora UFMG. 1 COMITÊ TÉCNICO DE EDITORAÇÃO. Exemplo: SODRÉ. quando o autor já foi citado antes. Belo Horizonte. Rio de Janeiro. Vozes. Cit. 6 – BIBLIOGRAFIA ATENÇÃO. Por exemplo: PAIVA. Op. O Apud. 2001.cit. Izequias Estevam dos. Abrevia-se para “ibid”. Por exemplo: BARBERO. Rio de Janeiro. 72. 29 . LAKATOS. 2001. PÉREZ. Júnia Lessa et al.. Textos Selecionados de Métodos e Técnicas de Pesquisa Científica. p. 1984.100. Fundamentos de Metodologia Científica. O Monopólio da Fala. No caso do Op. 2001. p. Muniz. 2002.sejam os mesmos. Manual para Normalização de Publicações TécnicoCientíficas. p. Atlas. Universidade Federal do Rio de Janeiro. apud Sodré. ATENÇÃO: Ambos (idem e ibidem) são usados apenas na mesma página. 5 SANTOS. A BIBLIOGRAFIA DEVE SER APRESENTADA EM ORDEM ALFABÉTICA. Idem.

Julho/2007 30 .ANEXOS ANEXO 1 .MODELO DE CAPA UNIVERSIDADE ESTÁCIO DE SÁ CURSO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL RESPONSABILIDADE SOCIAL COMO ESTRATÉGIA DE VISIBILIDADE: UM ESTUDO DE CASO DA ASSESSORIA DE IMPRENSA DA PETROBRAS Fernanda Mello Niterói.

Niterói. com habilitação em Jornalismo.MODELO DE FOLHA DE ROSTO RESPONSABILIDADE SOCIAL COMO ESTRATÉGIA DE VISIBILIDADE: UM ESTUDO DE CASO DA ASSESSORIA DE IMPRENSA DA PETROBRAS por Fernanda Mello Monografia apresentada como requisito parcial para obtenção do título de bacharel em Comunicação Social. Julho de 2007 ii 31 .ANEXO 2 .

MODELO DE FOLHA DE GRAU Responsabilidade social como estratégia de visibilidade: um estudo de caso da Assessoria de Imprensa da Petrobras Por FERNANDA CORRÊA MELLO Grau: Prof.ANEXO 3 .Ms. Simone Orlando (orientadora) iii 32 . Ms. Andrea Araújo do Vale Profa. Guilherme Nery Atem Profa. Dr.

ANEXO 4 . iv 33 . por todo apoio recebido nestes anos de estudo.MODELO DE DEDICATÓRIA Dedico este trabalho ao meu pai e minha mãe.

Gostaria de agradecer ainda aos meus colegas e amigos de turma. gostaria de agradecer ao meu marido Oscar. Agradeço também aos meus familiares.ANEXO 5 . Finalmente.MODELO DE AGRADECIMENTOS AGRADECIMENTOS Agradeço. pelo bom-humor e companheirismo. ao meu orientador. por tudo que passamos juntos e pela perseverança ao meu lado. pelo estímulo recebido e por sua generosidade intelectual. v 34 . em primeiro lugar. pelo apoio irrestrito e o consolo nas madrugadas acordadas preparando esse trabalho.

em todos os lugares? (.ANEXO 6 .. não apenas alguns poucos felizardos?” Charles Handy vi 35 .. trabalhar de maneira mais clara para o bem de todos. a empresa.) Pode a riqueza criada ser usada de modo a que todos possam se beneficiar.MODELO DE EPÍGRAFE “Pode o capitalismo tornar-se mais decente e. seu instrumento.

MODELO DE RESUMO RESUMO Este trabalho buscou verificar as estratégias de construção de imagem positiva. via setor de Comunicação Institucional (departamento de Assessoria de Imprensa) da referida organização. vii 36 . responsabilidade social.ANEXO 7 . foram estudados 35 press releases. Petrobras. sendo 14 sobre o tema empregabilidade e 21 sobre melhoria do ambiente social do Brasil. Para a realização de pesquisa quantitativa e qualitativa. Palavras-chave: Assessoria de imprensa. através da divulgação de suas ações de Responsabilidade Social. produzidas pela empresa Petrobras para a mídia formal.

....... FIGURAS....................... 15 2 – Tabela com o número de aparelhos receptores de canais de televisão vendidos em 2000 ..........MODELO DE LISTA DE TABELAS........... ANPAd – Associação Nacional dos Programas de Pós-graduação em Administração................ANEXO 8 ..................................................... p. viii 37 ................................... p....... QUADROS E/OU ANEXOS LISTA DE TABELAS 1 – Tabela com o número de aparelhos receptores de canais de televisão vendidos em 1950 ..... 25 3 – Tabela com audiência das principais emissoras ............ p.............. ANPEd – Associação Nacional de Pós-graduação e Pesquisa em Educação......... CFC – Conselho Federal de Contabilidade.. 30 LISTA DE SIGLAS ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas...

............................................. CAPÍTULO III: A PROJEÇÃO DA AUTO-IMAGEM DA PETROBRAS.... 3...... CONSIDERAÇÕES FINAIS........... CONCEITO FUNDADOR: BREVE HISTÓRICO................................... SOBRE AS CAMUFLAGENS ENUNCIATIVAS.........2..............1........ VALOR SIMBÓLICO E REPRESENTACIONAL NO CONTEXTO BRASIL......... AS ORGANIZAÇÕES E SUAS AÇÕES DE VISIBILIDADE.................2......MODELO DE SUMÁRIO SUMÁRIO INTRODUÇÃO........................ BIBLIOGRAFIA.................................................................................1 O ETHOS CORPORATIVO E O ORGANISMO SOCIAL........ EMPREGABILIDADE E MELHORIA DO AMBIENTE SOCIAL: TÓPICOS EM QUESTÃO.............2..................1....3. PRODUÇÃO DE RELEASES E A POLÍTICA DE MANUTENÇÃO DE FACES....... ASSESSORIAS DE IMPRENSA E AS CORPORAÇÕES DE MÍDIA...................3.......................... PETROBRAS: CONSIDERAÇÕES À PARTE.......... 2............... 1.......................... CAPÍTULO II: SOBRE A RESPONSABILIDADE SOCIAL.........................................2............................. 2.....................................................................2..............2...................................................... CAPÍTULO I: 1................................................2.................................................... COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL E PROMOÇÃO DA IMAGEM CORPORATIVA 1........ AS POLÍTICAS DE MANUTENÇÃO DE FACE......................... AS ESTRATÉGIAS DE CONSTRUÇÃO DA AUTO-IMAGEM. 1..........2................ 3........................2...................2.ANEXO 9 .... MERCADO GLOBAL E O FORTALECIMENTO DAS MARCAS PELA EXPOSIÇÃO MIDIÁTICA 1.......................2.......................2......2................................1......... 1.................................................3... 1...... 1................... 38 ...... ASSESSORIAS DE COMUNICAÇÃO COMO INTERFACES.. 1...... ECONOMIA GLOBAL E FALÊNCIA DO ESTADO. ANEXOS.........................................................................1..... 3..2....1...........2................................................... 3................1.............................