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AVALIAÇÃO+DOS+ALUNOS

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AVALIAÇÃO DOS ALUNOS DO

AGRUPAMENTO VERTICAL DE ESCOLAS DO CONCELHO DE ALJUSTREL
No ano lectivo 2001/2002, por decisão do Ministério da Educação através do Departamento da Educação Básica, deu-se início à Reorganização Curricular que se estendeu aos 1º e 2º Ciclos do Ensino Básico, generalizando-se nos anos seguintes aos outros anos de escolaridade, conforme o Decreto-Lei nº 6/2001.

Através da legislação que suporta esta reorganização, a Escola passa a ver reforçada a sua autonomia ao nível de gestão dos processos de ensino-aprendizagem dos seus alunos. Assim, compete a cada agrupamento analisar, decidir e avaliar um conjunto de opções e prioridades, assegurando “uma formação geral comum a todos os alunos que lhes garanta o desenvolvimento dos seus interesses e aptidões” (Lei de Bases do Sistema Educativo).

Ao longo de cada ano lectivo, e para que exista uma certa unanimidade na classificação dos vários trabalhos/testes/fichas de avaliação realizados pelos alunos dos 2º e 3º Ciclos do AVECA, o seu Conselho Pedagógico aprovou a seguinte nomenclatura a utilizar naqueles instrumentos de avaliação:

Muito Insuficiente – de 0 a 19% Insuficiente – de 20 a 49% Suficiente – de 50 a 69% Bom – de 70 a 89% Muito Bom – de 90 a 100%

A percentagem obtida não deverá ser registada nas fichas/testes/trabalhos dos alunos. Relativamente ao 1º Ciclo, deverá o professor titular utilizar a nomenclatura:

Insuficiente – de 0 a 49% Suficiente – de 50 a 69% Bom – de 70 a 89% Muito Bom – de 90 a 100% Não haverá lugar, contudo, ao registo de qualquer percentagem, tendo em conta o carácter descritivo da avaliação naquele ciclo de escolaridade. Assim, aquela classificação deverá ser sempre acompanhada duma avaliação descritiva.

O Conselho Pedagógico ponderou as percentagens a atribuir aos critérios de avaliação tendo ficado definido o seguinte:

CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DO PRÉ - ESCOLAR INSTRUMENTOS DE AVALIAÇÃO

CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO

EXPRESSÃO DA AVALIAÇÃO

Pontualidade Assiduidade

Observação directa

Adquiriu – A Em aquisição – EA

Observação indirecta: Desenvolvimento de competências - Ficha de avaliação diagnóstica; - Grelha de registos de observação; - Dossier da criança; Área da Formação Pessoal e Social Área do Conhecimento do Mundo Registos escritos, individuais e definidas nas áreas curriculares:

Não adquiriu – NA

colectivos; - Registos periódicos das aprendizagens

Área de Expressão e Comunicação:

das crianças; - Ficha de Autoavaliação;

- Domínio da Linguagem Oral e Abordagem à Escrita - Domínio da Matemática - Domínio da Expressão Motora - Domínio da Expressão Plástica - Domínio da Expressão Musical - Domínio da Expressão Dramática

-

Plano

de

Intervenção

e

Plano

Educativo Individual (no caso de crianças acompanhadas pela Intervenção

Precoce e pela Educação Especial)

2

CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DO 1º CICLO CONHECIMENTOS / CAPACIDADES Competências ▪ Eficiência na Aquisição de Conhecimentos ▪ ▪ ▪ ▪ Desempenhos Tem intervenções oportunas Dá respostas adequadas Resolve problemas Adquire competências Revele capacidade de compreensão e de expressão oral e escrita
Ponderação

ATITUDES E VALORES Competências ▪ ▪ ▪ ▪ Comportamentos É assíduo É pontual Traz o material necessário Cumpre regras / intervém oportunamente ▪ Mantém registos cuidados
Ponderação

15 %

Responsabilidade /Organização

10%

▪ Rigor Científico ▪

Revela exactidão nos conceitos Manifesta adequada aplicabilidade prática

15 %

Disponibilidade / Empenhamento

▪ Realiza as actividades propostas na sala ▪ Coloca dúvidas ▪ É persistente

10%

Consistência nos Conhecimentos

▪ ▪ ▪ ▪

Tem intervenções pertinentes Tem sentido crítico Revela originalidade nas respostas Mobiliza conhecimentos

15 %

Autonomia

▪ Revela iniciativa/ Aprofunda conhecimentos ▪ Avalia o seu trabalho / Demonstra espírito ▪ Executa tarefas sozinho

10%

Capacidade de Investigação

▪ ▪ ▪ ▪ ▪ ▪

Questiona a realidade Inventaria temas Pesquisa informação Selecciona informação Comunica adequadamente os temas Avalia saberes e procedimentos

15 %

Civismo e Solidariedade

▪ Respeita os outros ▪ É solidário ▪ Assume a responsabilidade dos seus actos

10%

3

CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO – ACTIVIDADES DE ENRIQUECIMENTO CURRICULAR

CONHECIMENTOS / CAPACIDADES

ATITUDES E VALORES

Ponderação

Assiduidade/ Competências/ Desempenhos
Ponderação

▪ Cumprimento de horários; ▪ Assiduidade; ▪ Sentido de responsabilidade;

10%

Pontualidade

▪ Aquisição, compreensão e aplicação dos conhecimentos relativos a cada área. 40%

Comportamento/ Sociabilidade

▪ Cumprimento de regras; ▪ Respeito pelo próximo; ▪ Espírito de cooperação e inter-ajuda; 25%

▪ Capacidade compreensão essenciais de nas

de ideias diversas Interesse/ Participação ▪ Cumprimento de tarefas; ▪ Sentido de responsabilidade; ▪ Capacidade de organização; ▪ Autonomia; ▪ Espírito crítico; ▪ Espírito de iniciativa; 25%

situações de comunicação

▪ Capacidade de expressar ideias e pontos de vista.

Relativamente às Actividades de enriquecimento Curricular, deverá o professor utilizar a nomenclatura:

Não Satisfaz - 0 % a 49% Satisfaz – 50% a 75% Satisfaz Bem – 76 % a 100%

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CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO 2º CICLO (% ponderação por disciplina) 5º ANO Cognitivo e DISCIPLINAS Desenvolvimento de Competências Língua Portuguesa Inglês História e Geografia de Portugal Ciências da Natureza Matemática (1) Educação Visual e Tecnológica Educação Musical Educação Física Educação Moral e Religiosa Católica 65% 65% 65% 65% 65% 65% 70% 75% 65% 35% 35% 35% 35% 35% 35% 30% 25% 35% Atitudes e Valores 6º ANO Cognitivo e Desenvolvimento de Competências 70% 70% 70% 70% 70% 65% 70% 75% 70% 30% 30% 30% 30% 30% 35% 30% 25% 30% Atitudes e Valores

CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO (% ponderação por disciplina) 7º ANO Cognitivo e DISCIPLINAS Desenvolvimento de Competências Língua Portuguesa Inglês Francês História Geografia Ciências Naturais Matemática (1) Ciências Fisico-Quimicas TIC Educação Visual Educação Tecnológica/ 65% 75% e 75% 25% 75% 25% 75% 25% 35% 25% 65% 75% 35% 25% 65% 75% 35% 25% 75% 25% 75% 25% 75% 75% 75% 75% 75% 75% 75% 70% Atitudes e Valores 25% 25% 25% 25% 25% 25% 25% 30% 8º ANO Cognitivo e Desenvolvimento de Competências 80% 80% 80% 80% 80% 80% 80% 70% Atitudes e Valores 20% 20% 20% 20% 20% 20% 20% 30% 9º ANO Cognitivo e Desenvolvimento de Competências 85% 85% 85% 85% 85% 85% 85% 70% 85% 75% Atitudes e Valores 15% 15% 15% 15% 15% 15% 15% 30% 15% 25%

Arte Tradicional Educação Física Educação Moral

Religiosa Católica

(1) – A avaliação final do 2º Período é estabelecida segundo a ponderação seguinte: a) b) Avaliação do 1º Período – 40% Avaliação do 2º Período – 60%

A avaliação do 3º Período é estabelecida segundo a ponderação seguinte: c) d) Avaliação final do 2º Período – 60% Avaliação do 3º Período – 40%

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O Conselho Pedagógico definiu que consoante a especificidade de cada disciplina/área disciplinar serão utilizados no AVECA os seguintes Elementos/Instrumentos de Avaliação:
DOMÍNIOS PARÂMETROS OBJECTOS DE AVALIAÇÃO ▪ ▪ ▪ ▪ ▪ ▪ ▪ ▪ Fichas de avaliação Fichas formativas Fichas de trabalho Trabalhos de grupo/pares Trabalhos individuais Trabalho na sala de aula Participação Expressão oral e escrita

Compreensão, aquisição e aplicação de conhecimentos COGNITIVO Desenvolvimento competências Domínio Portuguesa da Língua de

▪ Responsabilidade Sociabilidade ATITUDES E VALORES Autonomia Organização ▪ ▪ ▪ ▪ ▪ ▪ ▪ ▪

Comportamento/cumprimento de regras Assiduidade Pontualidade Participação/empenho nas actividades Cooperação nas tarefas Caderno diário Material Trabalhos de casa Autonomia

ESPECIFICAÇÃO

COMPORTAMENTO Entrar e sair da sala de aula ordeiramente Intervir de forma organizada Respeitar a intervenção dos colegas e dos professores Saber esperar a sua vez Não perturbar a aula com atitudes ou intervenções inadequadas Acatar as recomendações do professor e do grupo de trabalho Respeitar e seguir as regras da sala de aula/Projecto Curricular de Turma /Regulamento Interno

ASSIDUIDADE Assistir sempre às aulas e apenas estar ausente quando for inevitável PONTUALIDADE Estar sempre à porta da sala quando o professor chega CADERNO DIÁRIO Deve apresentar as lições numeradas e sumariadas, todos os conteúdos (passados no quadro) escritos de forma inteligível, eventuais fichas informativas e/ou de trabalho numeradas e datadas e fichas de avaliação assinadas pelo Encarregado de Educação

TRABALHO DE CASA Realizá-los, autonomamente, e proceder à sua correcção de acordo com as indicações do professor

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MATERIAL Fazer-se sempre acompanhar do caderno diário, do manual da disciplina, das fichas eventualmente entregues pelo professor e de todo o material solicitado por este. Na disciplina de Educação Física, fazer-se acompanhar também do material necessário para a prática da disciplina e da higiene pessoal

EMPENHO Avaliar-se-á a participação activa, o empenho e o interesse demonstrados nas actividades propostas

COOPERAÇÃO NAS ACTIVIDADES Avaliar-se-á a colaboração prestada pelo aluno nas tarefas propostas em contexto de grupo/par

AUTONOMIA Avaliar-se-á o espírito de iniciativa, a capacidade de superar obstáculos e o desenvolvimento de forma independente, das tarefas propostas.

INSTRUMENTOS DE AVALIAÇÃO

Caderno Diário Dossiê do aluno (Pré-Escolar) Ficha de Avaliação de Diagnóstico Fichas Formativas (não se aplicam ao Pré – Escolar) Fichas de Avaliação (não se aplicam ao Pré – Escolar) Trabalhos individuais Trabalhos de Grupo/Pares Trabalhos de casa (não se aplicam ao Pré – Escolar) Plano de Recuperação Plano de Desenvolvimento Plano de Acompanhamento Plano de Intervenção Plano Educativo Individual Ficha de Registo de Observação do Professor Ficha de Auto – Avaliação do Aluno

Cada Departamento Curricular/Conselho de Docentes definirá e aprovará, ainda, se necessário, os instrumentos de avaliação específicos da sua disciplina/área curricular, bem como as fichas de observação a serem utilizadas pelos docentes que os integram e as auto – avaliação a serem utilizadas pelos alunos.

Relativamente à Educação Pré – Escolar, não tendo esta um carácter de obrigatoriedade, é considerada “a primeira etapa da educação básica… sendo complementar da acção educativa da família…”. É importante que as Educadoras de Infância façam a avaliação das suas crianças de acordo com as áreas de conteúdo referidas nas Orientações Curriculares para a Educação Pré-Escolar e a registem na Ficha de Observação criada pelo AVECA para esse efeito. 7

Os princípios, procedimentos e efeitos a observar na avaliação das aprendizagens e competências dos alunos do Ensino Básico estão estabelecidos no Despacho Normativo nº1/2005, de 5 de Janeiro de 2005 com as alterações introduzidas pelo Despacho Normativo nº 18/2006, de 14 de Março, que se anexam a este documento e passarão a fazer parte integrante do mesmo.

Compete ao Conselho Pedagógico, de acordo com as orientações do Currículo Nacional, definir os critérios de avaliação para cada ciclo e ano de escolaridade, sob proposta dos Conselhos de Docentes/Departamentos Curriculares/Conselho de Directores de Turma. Foram definidas pelo Ministério da Educação as competências gerais que o aluno deverá ter desenvolvido ao concluir os três ciclos do Ensino Básico. Assim, à saída da educação básica, o aluno deverá ser capaz de: Mobilizar saberes culturais, científicos e tecnológicos para compreender a realidade e para abordar situações e problemas do quotidiano; Usar adequadamente linguagens das diferentes áreas do saber cultural, científico e tecnológico para se expressar; Usar correctamente a Língua Portuguesa para comunicar de forma adequada e para estruturar pensamento próprio; Usar línguas estrangeiras para comunicar adequadamente em situações do quotidiano e para apropriação de informação; Adoptar metodologias personalizadas de trabalho e de aprendizagens adequadas a objectivos visados; Pesquisar, seleccionar e organizar informação para a transformar em conhecimento mobilizável: Adoptar estratégias adequadas à resolução de problemas e à tomada de decisões; Realizar actividades de forma autónoma, responsável e criativa; Cooperar com outros em tarefas e projectos comuns: Relacionar harmoniosamente o corpo com o espaço, numa perspectiva pessoal e interpessoal promotora da saúde e da qualidade de vida.

Foram também definidas pelo Ministério da Educação as competências essenciais de cada disciplina, assim como os critérios de transição/retenção para os anos finais de ciclo – 4º, 6º e 9º anos -, conforme os Despachos Normativos nºs 1/2005 e 18/2006 remetendo à escola a responsabilidade de definir os critérios de transição para os anos intermédios (2º, 3º, 5º, 7º e 8º anos de escolaridade).

Ouvidos os Departamentos Curriculares, Conselhos de Docentes e Conselho Pedagógico, o Agrupamento definiu os seguintes factores de ponderação a ter em conta na decisão de progressão/retenção dos alunos dos 2º, 3º, 5º, 7º e 8º anos de escolaridade e em casos específicos de alunos de anos terminais de ciclo (4º, 6º e 9º anos):

Domínio da Língua Portuguesa na sua transversalidade – compreensão expressão oral e escrita; Participação/Cooperação nas actividades/tarefas propostas; Autonomia; 8

Sociabilidade; Sentido de responsabilidade; Assiduidade – artigo 22º da Lei nº 3/2008 de 18 de Janeiro; Retenções repetidas no mesmo ano ou ciclo; Idade cronológica do aluno, muito superior à idade normal de frequência (ano/ciclo); Aquisição e aplicação de conhecimentos nas áreas curriculares disciplinares e não disciplinares; Cumprimento de normas e regras estabelecidas no respectivo Projecto Curricular de Turma e no Regulamento Interno que contribuem para a integração do aluno na sua turma e na comunidade escolar; Competências demonstradas pelo aluno que permitam o desenvolvimento das competências essenciais definidas para o final do respectivo ciclo, dando especial atenção às competências demonstradas em Língua Portuguesa e Matemática (2º, 3º, 5º, 7º e 8º anos); Competências desenvolvidas pelo aluno nas áreas disciplinares de Língua Portuguesa e Matemática (4º ano de escolaridade); Os alunos que tenham no seu Plano Educativo Individual, devidamente explicitadas e fundamentadas, condições especiais de avaliação serão avaliados nos termos definidos no referido plano (Despacho Normativo nº 1/2005 – ponto 78).

Em anos terminais de ciclo (4º, 6º e 9º anos), para que o aluno possa transitar de ano é exigível que tenha efectivamente desenvolvido as competências necessárias para prosseguir com sucesso os seus estudos, no ciclo ou nível de escolaridade subsequente, salvaguardando-se, no 9º ano de escolaridade, o estabelecido no ponto 40 do Despacho Normativo nº1/2005.

A decisão de progressão/retenção do aluno ao ano de escolaridade seguinte é uma decisão pedagógica e deverá ser tomada sempre que os responsáveis pela avaliação considerem, nos anos não terminais de ciclo, que as competências demonstradas pelo aluno permitem/não permitem o desenvolvimento das competências essenciais definidas para o final do respectivo ciclo (2º, 3º, 5º, 7º e 8º anos). Para além desta ponderação e por forma a uniformizar a avaliação dos alunos, o Conselho Pedagógico do AVECA definiu critérios de retenção para estes anos que se encontram expostos no quadro que se segue:

CRITÉRIOS DE RETENÇÃO DOS ALUNOS – ANOS NÃO TERMINAIS DE CICLO 5º ANO Mais de três níveis (quatro) inferiores a três podendo ser um deles Não Satisfaz a Área de Projecto – Não Transita 7º ANO Nível inferior a três cumulativamente a Língua Portuguesa e Matemática – Não Transita Três níveis inferiores a três podendo ser um deles Não Satisfaz a Área de Projecto – Não Transita 9º ANO Nível inferior a três cumulativamente a Língua Portuguesa e Matemática – Não Transita Três níveis inferiores a três podendo ser um deles Não Satisfaz a Área de Projecto – Não Transita

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CRITÉRIOS DE RETENÇÃO DOS ALUNOS – ANOS TERMINAIS DE CICLO 6º ANO Nível inferior a três a Língua Portuguesa e Matemática – Não Aprovado

Três níveis inferiores a três, podendo ser Não Satisfaz a Área Projecto, desde que não integrem cumulativamente Língua Portuguesa e Matemática – Não Aprovado

NOTA IMPORTANTE: No final do 2º ciclo (6º ano), a decisão de progressão de um aluno que não desenvolveu as competências essenciais a Língua Portuguesa e Matemática ou a mais de duas outras disciplinas, incluindo nestas as competências previstas no projecto curricular de turma para Área Projecto, deve ser tomada por unanimidade. Em casos específicos, a decisão de progressão só se compreende quando devidamente fundamentada e tendo por base o conjunto de factores de ponderação anteriormente definidos.

Caso a decisão referida no ponto anterior não seja tomada por unanimidade, deverá proceder-se a nova reunião do Conselho de Turma, na qual a progressão, devidamente fundamentada, deve ser tomada por dois terços dos professores que integram o Conselho de Turma ( Despacho Normativo nº 1/2005 – pontos 58 e 59).

9º ANO – CONDIÇÕES DE (NÃO) ADMISSÃO A EXAME: Nível 1 a Língua Portuguesa e Matemática – Não admitido a exame Dois níveis inferiores a 3 + nível 1 a Língua Portuguesa ou Matemática - Não admitido a exame Três níveis inferiores a 3, podendo ser Não Satisfaz a Área de Projecto, desde que nenhuma delas seja Língua Portuguesa e/ou Matemática – Não admitido a exame Um nível inferior a 3 + Não Satisfaz a Área Projecto + nível 1 a Língua Portuguesa ou Matemática – Não admitido a exame

0 níveis inferiores a 3 – Admitido a exame Nível 2 a Língua Portuguesa e Matemática – Admitido a exame Nível 2 a Língua Portuguesa e nível 1 a Matemática – Admitido a exame Nível 1 a Língua Portuguesa e nível 2 a Matemática – Admitido a exame Nível 2 a Língua Portuguesa e a Matemática + outra disciplina, podendo ser Não Satisfaz a Área Projecto– Admitido a exame

Nota: O Exame tem um peso de 30% na classificação final.

9º ANO – CONDIÇÕES DE (NÃO) ADMISSÃO A EXAME:

Nível inferior a 3 a Língua Portuguesa e Matemática – Não aprovado Três níveis inferiores a 3, podendo ser Não Satisfaz a Área Projecto – Não aprovado

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Outros procedimentos a serem tomados pelo Professor Titular de Turma e Conselho de Docentes (1º ciclo) ou pelo Conselho de Turma (2º e 3º ciclos) em caso de progressão/retenção do aluno são os constantes dos Despachos Normativos nºs 1/2005, 50/2005 e 18/2006. De acordo com o ponto 62 do mesmo Despacho Normativo, a disciplina de Educação Moral Religiosa Católica não é considerada para a progressão/retenção dos alunos. Na elaboração deste documento que, de acordo com o Despacho Normativo nº 1/2500, deverá ser divulgado aos alunos e respectivos encarregados de educação, utilizou-se a seguinte legislação: Despachos Normativos nºs 1/2005, 50/2005, 18/2006, Lei nº 3/2008, Decreto-Lei nº 209/2002, Ofício Circular nº 38/2005, da GDR/DSP, DREALE. Estes critérios foram aprovados na reunião de Conselho Pedagógico realizada no dia 15 de Outubro de 2008, sofreram alterações que foram aprovadas em Conselho Pedagógico no dia 2 de Dezembro de 2009.

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