Eu trabalho com animais e pego cada dog que da medo, cheio de carrapato e para mim o Charme Dog tem

sido ótimo, não da reação nos animais e nem em miim. Passei a usar o Triatox e foi a mesma coisa. Uma tampinha ou até menos vc coloca em uma garrafa de 2 litros e depois que terminar o banho passa no corpo todo do animal, do pescoço para baixo depois vc seca para ele não lamber ou sai para dar uma volta no sol. No outro dia vc pode olhar está limpinho. E sempre é bom fazer esse banho e continue colocando um óleo Topnyl no pescoço do animal ou a coleira. É assim que meus clientes fazem e tem sido ótimo Dog Pequeno uma meia tampina do proprio remédio coloque menos que a metade da garrafa. Médio metade Grande uma tampinha cheia e coloca mais que a metade Primeiro veja se ele está ótimo para usar esse veneno, não pode estar doente e principalmente com a doença do carrapato. Mas se preferir pode começar a por pouco para testar, mas tenho certeza que vai gostar. E no quintal vc pode passar também. Remédio Caseiro contra Carrapato 2 colheres de sopa de vinagre branco (o + barato) 1 colher de sopa de álcool 1 litro de água Dar banho normalmente no cão e enxaguá-lo. Passar esta mistura no corpo todo do animal, mergulhar as patas na mistura. Limpar a casa normalmente e depois passar um pano com esta mistura, especialmente nos cantos e no quintal (no quintal a mistura pode ser jogada e deixar secar). Este remédio NÃO DISPENSA o tratamento veterinário no animal
Amipur Cães é principalmente indicado no tratamento da demodiciose canina (sarna demodécica) causada pelo Demodex canis, tanto nas formas localizada e generalizada, e da escabiose canina (sarna sarcóptica) causada pelo Sarcoptes scabiei. Também é indicado no controle das parasitoses externas causadas por carrapatos (Rhipicephalus sanguineus) e pulgas (Ctenocephalides felis), devido a sua capacidade de provocar o desprendimento dos carrapatos e pela sua ação repelente contra estes e as pulgas. Detalhes do Produto: Amipur Cães é principalmente indicado no tratamento da demodiciose canina (sarna demodécica) causada pelo Demodex canis, tanto nas formas localizada e generalizada, e da escabiose canina (sarna sarcóptica) causada pelo Sarcoptes scabiei.

por R$ 7,90

Medicamento para cães. Descrição Fórmula: Permetrina 50gr R$7.75 Excipientes q.s.p 100 ml Indicações:

boné. PULVEX POUR-ON PARA CÃES apresentou em ensaios clínicos. calças compridas e botas. além do uso de repelentes. e o medicamento pour on Max 3. entre a nuca e o começo do dorso. a partir do anoitecer (crepúsculo) sem o uso de roupas adequadas. Como tratamento para a miase: Colocar na ferida uma quantidade suficiente de produto de modo que entre em contato com as larvas. Repetir o tratamento segundo o critério do Médico Veterinário. repelente de carrapatos e de mosca doméstica: Aplicar a totalidade do conteúdo ao longo do colo. ->Inseticidas residual: Deltametrina SC ou CE 2. quando utilizado durante 3 meses consecutivas em intervalos de 30 dias. calazar PREVENÇÃO E CONTROLE: ->Proteção individual: uso de mosquiteiros simples. Repelente das moscas que causam moléstias aos caninos como a mosca da ponta da orelha ou mosca brava. camisas de manga comprida. O resto do conteúdo se aplica segundo o indicado para carrapatos. telas finas em portas e janelas. Repetir o tratamento segundo critério do Médico Veterinário. O resto do conteúdo se aplica segundo o indicado para carrapatos. (acidentes ou cirurgias). Como repelente de mosca da ponta da orelha: Colocar duas gotas nas pontas de cada orelha. em todas as unidades domiciliares e repita a cada 6 meses. a coleira Excalibur. . mosca doméstica. Mais de 15 quilogramas: 1 pipeta com 4ml Como carrapaticida. O resto do conteúdo se aplica segundo o indicado para carrapatos. Como preventivo de miase: Colocar em redor das feridas. Modo de Uso: Até 15 quilogramas: 1 pipeta com 1. Descrição do produto Indicações PULVEX POUR-ON PARA CÃES é eficaz e fácil de usar. Repetir cada 30 dias ou segundo critério do Médico Veterinário. evitar a freqüência na mata.Carrapaticida e repelente de carrapatos. principalmente no horário noturno.5% (200 ml produto para 8 litros de solvente) ou Deltametrina SC 5. eficácia como repelente do flebotomíneo do gênero Lutzomia.2 ml.etc. separando o pêlo e aplicando a pipeta sobre a pele. Tratamento e prevenção das miases. matando e repelindo pulgas e carrapatos a partir de 3 dias após a aplicação. um dos vetores de Leishmania chagasi.0% (100 ml produto para 8 litros de solvente) 1 ciclo de borrifação. Aplicar uma gota cada dos centímetros.

Deve-se consultar o Médico Veterinário sobre medidas destinadas a reduzir a população de ectoparasitos também no ambiente onde vive o cão. lagos. • Apresentação única. Usar luvas protetoras para aplicação. O nível de eficácia obtido depende das espécies de carrapatos e dos níveis de infestação e reinfestação nos cães. podendo ser utilizado em filhotes a partir de 1 mês. •Perigoso se ingerido ou absorvido pela pele. •O produto é tóxico para peixes. recomenda-se utilizar em fêmeas lactantes a partir do 14º dia após o parto. •Não utilizar a embalagem vazia. formando um “escudo protetor”. entre as omoplatas.PULVEX POUR-ON PARA CÃES pode ser usado em cães acima de 4 semanas de idade e de qualquer raça. mais cômoda e econômica. • Efeito “Hot Foot”. Pode ser utilizado em fêmeas lactantes. •Separar gatos de cães recém tratados. pois o mesmo é irritante. PULVEX POUR-ON PARA CÃES apresentou segurança em ensaios clínicos. mas. . abelhas e pássaros. •Não tratar animais doentes ou idosos. açudes. vermes e controla a alergia à picada de pulgas. mananciais etc. sendo uma entre as omoplatas e outra próximo à raiz da cauda. Dosagem Para filhotes e cães com menos de 15 kg: aplicar 1 mL (1 bisnaga) sobre o dorso do cão. quando utilizado em fêmeas gestantes até 4 dias antes do parto. O uso em animais nessas situações fica a critério e responsabilidade do Médico Veterinário. lavar os olhos imediatamente com água em abundância. impede que o animal seja picado e evita a transmissão de doenças. Não jogar restos do produto ou a embalagem vazia em riachos. Caso ocorra acidentalmente. por segurança dos filhotes. • Efeito residual prolongado permanecendo no extrato córneo por 1 mês. responsável pela ação repelente. • Segurança e eficácia comprovada. Precauções Precauções de uso: •Não repetir o tratamento com menos de 7 dias. •Evitar o contato do produto com a pele e roupas. •NÃO UTILIZAR EM GATOS. Características e Benefícios • Alta concentração do ativo (65%) confere alta eficácia ao produto. Para cães com mais de 15 kg: aplicar 2 mL (2 bisnagas) no dorso do cão. Não contaminar a água para lavagem das embalagens usadas ou equipamento utilizado. repelindo e matando pulgas e carrapatos. •Não deixar o produto atingir os olhos. • Solvente especial permite que o princípio ativo penetre na camada córnea da pele.

pois tais drogas agem matando o parasita. medicamentos. mas dificilmente apresenta cura parasitológica (o parasita não desaparece completamente do organismo do animal/ser humano).•Por se tratar de produto tóxico e ainda que o modo de uso recomendado torne improvável a sobredosificação. As drogas mais eficazes são também as mais tóxicas. . O tratamento da LVC exige acompanhamento por médico veterinário. Nós particularmente utilizamos drogas menos eficazes. a Doença de Chagas e a Toxoplasmose (todas doenças que atingem tanto os homens como os cães) NÃO EXISTE A ELIMINAÇÃO COMPLETA DO PARASITA. O homem e o cão podem viver normalmente. apresentando cura clínica (desaparecimento de sinais clínicos). pois os remédios usados podem causar problemas sérios e até matar o animal (iatrogenia = doença causada pelo uso de medicamento). em caso de ingestão acidental podem ocorrer sintomas nervosos que podem progredir para paralisia e fibrilação podendo acarretar em óbito por insuficiência respiratória. mas que também trazem efeitos colaterais menos prejudiciais. 2. 4. como são as Leishmanioses. mas devem fazer acompanhamento periódico para que a doença não volte a se manifestar. NÃO EXISTE E NUNCA IRÁ EXISTIR DROGAS QUE TRATAM SOMENTE A DOENÇA NO CÃO OU SOMENTE NO HOMEM. que só poderia ser proibido mediante LEI. A LVC é doença tratável. é importante que o proprietário/veterinário tenha consciência dos seguintes aspectos: 1. rações. •Não guardar ou aplicar junto de alimentos. pois Portaria não é ato capaz de proibir o tratamento. Recentemente uma Portaria dos ministérios da Saúde (MS) e Agricultura (MAPA) vem tentando proibir o tratamento. •Para evitar reinfestação e controlar efetivamente as pulgas e carrapatos é importante também tratar o ambiente onde vivem os cães. haja vista que em doenças causadas por protozoários. Este fato não é preocupante nem incomum. tratar com anticonvulsivantes. Entendemos que o tratamento não está proibido. seja no cão. •Pode-se administrar catárticos salinos ou suspensão de carbono ativo. As drogas utilizadas para animais são as mesmas utilizadas em humanos. Não administrar óleos ou gorduras que favoreçam a absorção intestinal. antimoniais (Glucantime etc)). Em atenção às constantes perguntas formuladas em relação à LVC. bebidas. mas a proibição se restringe a drogas de uso e fabricação para seres humanos. Existem diversas drogas para tratamento da LVC. podendo até matar o animal/ser humano (anfotericina B. seja no ser humano. Em caso de sintomatologia nervosa. 3. produtos de higiene e domésticos.

Os demais animais geralmente ficam portadores do parasita. 10. Hemograma e Proteinograma (Eletroforese de Proteínas). mas o quadro geralmente regride após este período. Os trabalhos científicos claramente demonstram que não há correlação entre ter animais portadores em casa e os moradores terem doença. entendemos que deva ser PERIÓDICA E OBRIGATÓRIA a exigência dos seguintes exames de sangue: Creatinina. seja humana. Portanto. a medicação contínua poderá ser suspensa. As lesões renais e hepáticas. Raramente ocorrem curas naturais e o tratamento que utilizamos leva à sorologia negativa em apenas 20% dos casos. quando instaladas. A causa da morte na leishmaniose. Como esta leishmaniose é VISCERAL. cientificamente não há risco de se ter um cão portador em casa e deste animal transmitir a doença para um morador. mas pode morrer por causa dos medicamentos. por isso. perda de peso. senão o animal deixa de morrer por causa da leishmania. prostração. cuidado com os “mosquitos”. 9. se você tiver um cão portador em casa. . é a lesão renal e/ou do fígado que podem se tornar irreversíveis. Nestes casos. vômitos. 6. Ou seja. Caso venha a se tornar sorologicamente negativo. não é preciso que o cão apresente lesões externas. mas a capacidade de transmissão cai quanto menos sintomas forem apresentados. Uréia. Assim. O fato de você ter um cão doente em sua casa demonstra claramente que o “mosquito” transmissor está na sua região e da mesma forma que transmitiu a doença para o seu cão. porém em um intervalo de tempo maior (a cada 6 meses a 1 ano). Os medicamentos que utilizamos podem trazer efeitos colaterais: falta de apetite. 7. a medicação deve ser suspensa e o médico veterinário responsável deve ser imediatamente informado. seja por causa de indicação inadequada. use repelentes nele e em sua casa. mas o animal deverá continuar a realizar os exames. 12. 11.5. ALT (ou Fosfatase Alcalina). são praticamente irreversíveis e o animal tende a morrer com visível evolução na perda de peso. principalmente pela falta dos exames e pelo uso errado dos medicamentos. A medicação realizada pelo proprietário pode trazer efeitos benéficos nos primeiros 6 meses. 8. O animal portador de LVC deve ser monitorado e tomar medicamentos praticamente pelo resto da vida. OBRIGATORIAMENTE. diarréia. seja por causa da dose. Estes exames devem ser realizados a cada 3 ou 4 meses. seja canina. pode transmitir a doença para você e para sua família.

varandas. ao contrário do mosquito da Dengue. A pulverização pode ser feita com produtos que se diluem e água como. no arco das portas e janelas. Estes produtos são baratos (cerca de 8 a 15 reais. Recomendamos fortemente o uso constante de repelentes que tem por base de Cipermetrina na formulação “Pour On”. MAS NÃO NOS SERES HUMANOS. debaixo de mesas etc. Nesta formulação (oleosa). DOENTES OU NÃO. Este procedimento deve ser repetido mensalmente. vasos. móveis etc). juntamente com o uso de repelentes nos cães. os filhotes de cães que substituem os animais eutanasiados têm apresentado uma maior propensão a desenvolver doença.agroline. o litro) e podem ser utilizados diretamente nos cães. adquira estes produtos através da internet no site www. mesmo dentro de casa: debaixo das camas. todos adquiridos em casas de produtos veterinários (e não em pet shops). 15. Os trabalhos científicos também informam que a eutanásia de cães não resolve o problema da leishmaniose. e em peças de madeira (armários. Flytick. Em locais em que a eutanásia foi ou está sendo aplicada. pois quando se mata .com. 16. reduzir em muito o risco de transmissão ou nova contaminação da doença pelo cão e pelas pessoas que vivem ao redor do animal. não vive e nem se reproduz em água. SECREÇÕES) 14. no arco das portas e das janelas. A fêmea põe seus ovos em terrenos férteis e relativamente úmidos (jardins. AS LEISHMANIOSES SÃO DOENÇAS TRANSMITIDAS POR VETORES (“MOSQUITOS”) E NÃO SÃO DOENÇAS CONTAGIOSAS (TRANSMITIDA POR CONTATO NATURAL: BEIJO. Aplicados em alvenarias e madeiras.13. 19. (Caso você tenha dificuldades em encontrar. atrás dos armários. São produtos de baixa toxicidade nas doses recomendadas. praças etc) daí a importância de manter estes locais limpos. Somente são encontrados em casas de produtos veterinários (não se encontram em pet shops). O “mosquito” da leishmania. TOQUE. Nos animais tratados ocorre uma redução (mas não eliminação completa. atrás dos armários. debaixo das camas. 17. devem-se pincelar os locais infestados ou preferidos pelos mosquitos.br). mas recomendamos que as aplicações sejam realizadas num intervalo menor do que 1 mês. Recomendamos aplicar inseticidas nos locais habituais para o cão: casinhas. Devem ser pulverizados locais escuros freqüentados por mosquitos: casinha do cão. COMBATEM-SE AS LEISHMANIOSES COM O USO CONSTANTE DE REPELENTES. que é menos comum) dos parasitas e daí o tratamento. estes produtos têm efeito residual por até 4 meses. 18. dentre outros. K-Otrine. NO AMBIENTE DOMESTICO E NOS CÃES.

Uréia. . para agravar a situação. Proteinograma e Hemograma. para o diagnóstico da LVC são a Punção de Medula Óssea e/ou Linfonodos (chamada de “PAAF”) e o PCR de Medula Óssea. É FUNDAMENTAL só tratar o animal depois de terem sido feitos os exames sorológicos tradicionais: E. 22. 21. E lembre-se: não há respaldo científico para recomendar a eutanásia como método de controle da leishmaniose. repelentes. deve ser primeiramente tratado e depois deve tomar as vacinas para as outras doenças.S. Mas como ele é muito pequeno. várias doenças apresentam sinais clínicos semelhantes: Erlichiose. ALT.A. quando um cão é eliminado. (Reação de Imunofluorescência Indireta). O “mosquito” da leishmania tem pequena capacidade de vôo e dificilmente voa acima de 1 metro de altura. seja na forma de inseticidas oleosos para pele. são igualmente fundamentais: Creatinina. O animal tratado e que venha a apresentar sorologia negativa (curado ?) pode apresentar recrudescência da doença ou ser reinfectado novamente. assim. para o resto da vida. Caso o animal apresente sintomas da doença.I. o proprietário coloca em seu lugar um filhote. Este “mosquito” voa até a uma distância de 200 metros de onde nasceu. 24. este irá picar outro cão ou outro ser humano. 20. propagando. além do qPCR (todos mais caros). Lupus Eritematoso. pode ser levado por correntes de vento a alturas muito maiores. Portanto. A recomendação é que as pessoas que morem em locais de risco utilizem permanentemente telas mosquiteiras bem finas. Por isso. Animais que apresentam sorologia positiva para Leishmaniose mas não apresentam sintomas podem ser vacinados normalmente contra outras doenças. seja na forma de coleiras inseticidas.F.I. 23. Babesiose etc. 25. após confirmada a Leishmaniose.L. principalmente nos quartos das crianças e das pessoas idosas. que é muito mais sensível do que um animal adulto e que invariavelmente vem a apresentar a doença muito mais cedo. desde que se apresentem sadios e sem sintomas. Os melhores exames. Pênfigo. E.um cão e não se retira o “mosquito” transmissor. Reforçamos que os demais exames complementares. e R. no momento. cuide também dos vizinhos e instrua-os a usar inseticidas em suas residências e coleiras e outros repelentes em seus cães. mantendo sempre a porta da casa e/ou dos quartos fechadas. a doença (o que tem sido verificado atualmente).I. é fundamental continuar com o acompanhamento através de exames e usar.

.(Comissão de Direitos Humanos e/ou Comissão de Meio Ambiente) e formule sua reclamação. Se alguém te constranger a entregar o seu animal. não deixe de anotar o nome da pessoa para formular uma ocorrência policial por abuso de autoridade e/ou constrangimento ilegal.) alegando abuso de autoridade e/ou constrangimento ilegal e procure a Ordem dos Advogados do Brasil – OAB . Para sua informação. SEU CÃO É SUA PROPRIEDADE. E MAIS: Você não é obrigado de forma alguma a entregar o seu animal aos fiscais da saúde pública. Nem mesmo um Delegado de Polícia pode ir na sua casa e exigir que voce entregue seu animal. um Delegado de Polícia ou um policial só podem entrar na sua casa com um mandado judicial ou com sua autorização. exija seus direitos !!!! 27.26. Seja cidadão. procure uma Delegacia de Polícia e registre um boletim de ocorrência (B. Se alguém (Delegado ou Fiscal da Saúde) te constranger.O.

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