Erisipela – Diagnóstico diferencial A lista de diagnósticos diferenciais é extensa e inclui patologias infeciosas e não infeciosas.

QUADRO III – Erisipela: diagnóstico diferencial
PATOLOGIAS INFECCIOSAS Fasceíte necrosante Osteomielite Bursite Miosite Herpes Zoster (Zona) PATOLOGIAS NÃO INFECCIOSAS Trombose venosa profunda Síndrome de compartimento Intolerância próteses ortopédicas Celulite de Wells Síndrome de Sweet Febre mediterrânica familiar Carcinomas inflamatórios Dermite de contacto

Do ponto de vista prático, são 3 os que devemos considerar na abordagem inicial: − Fasceíte necrosante − Trombose Venosa Profunda − Dermatite de contato dada a incidência na população geral

Fasceíte Necrosante

Erisipela Fasceíte Necrosant e Início súbit o (febre, arrepios) Início súbito Lesões bem delimitadas Lesões mal delimitadas Dor hipoest esia Est ase linfática, linf angit e Necrose e Trombose venosa Ant ibiótico Ant ibiótico e Cirurgia Mort alidade 0,5% Mort alidade 30%
A fasceíte necrosante é uma infecção rara que pode ser mortal, o diagnóstico diferencial é essencial neste caso, pois o desbridamento cirúrgico em tempo útil na fasceíte necrosante é essencial para um melhor prognóstico. O estreptococo do grupo A é o agente mais frequentemente implicado, mas não é rara a presença de uma flora polimicrobiana ( S. aureus, anaeróbios, enterobactérias) . A dor local é, geralmente, um sintoma inicial proeminente; a presença de febre associada a alteração do estado geral e, na pele envolvida, o rápido desenvolvimento de bolhas, necrose cutânea e crepitação são sugestivos. Wong CH et al propõem a utilização de uma pontuação, baseada em indicadores laboratoriais de risco (proteína C reativa, contagem de leucócitos,hemoglobina, natremia, creatininemia e glicemia) para facilitar o diagnóstico de FN, com um valor máximo de 13. Um valor ≥ 6 seria suspeito de FN e ≥ 8 fortemente preditor. Outros autores apresentam esquemas mais simplificados, incluindo apenas a leucocitose e a hiponatremia. Porém, estes esquemas de pontuação,exclusivamente laboratoriais, não entram em linha de ponta com outros dados de natureza clínica, sempre indispensáveis na decisão diagnóstica.

Muitas vezes. a Erisipela e a Dermatite de Contato coexistem.a presença de linfangite e adenopatia associadas é também menos frequente . Dermatite de contato Surgindo geralmente como uma complicação da aplicação de medicamentos tópicos (anti-sépticos ou anti-microbianos). IMAGENS: Erisipela Bolhosa . contrasta geralmente com o aspecto pouco inflamatório da TVP (phlegmasia alba dolens .Trombose Venosa Profunda �#�X#��#�|�H�H#�##쭄�H��A'�ȉy�0�#��#��#y���#��#�p!y���t�h#�x&y��~7��#쭄 �H���#��#�D�H��#�L7��##���<��# 쭄#�(#��~7�`�<�##�L�H�(#��|7�����<�X#��#��#쭄 �#�0�<�p#쭄�H�#�H�0�#���<��##�`#쭄#쭄#�P�#���#��#�L�H��C��}K�D �43#�@#�ԝH��#�l}K���<��#�P#�P#쭄}K��m{�‫�#��#@� ؙ‬h#�l~K�@�<�0#�@#��#쭄 # K�‫�(�#�<ؙ‬P#�H#�8#��#�##�######################################################## ################################################################################ ################################################################################ Dentro das patologias não infecciosas é o diagnóstico diferencial mais frequentemente evocado. A presença de febre elevada associada a placa eritematosa de limites bem definidos. sendo necessária uma anamnese e um exame clínico cuidadosos para diagnóstico correto. no contexto do tratamento de feridas traumáticas ou úlceras crônicas. característicos da erisipela. pela presença de prurido intenso e lesões cutâneas eritemato-vesico exsudativas de limites imprecisos. caracteriza-se na fase aguda.

Fasceíte Necrosante Dermatite de Contato Trombose Venosa Profunda .

Quinta Edição − Cecil. Tratado de Medicina Interna . Serviço de Dermatovenerologia.Bibliografia − Repositório Científico do Centro Hospitalar do Porto. Hospital Geral de Santo Antônio − Azulay . Mônica Caetano. Isabel Amorim. Dermatologia. Artigo de Revisão.

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