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M2 - Trigonometria nos Triângulos

1 (Vunesp-SP) Um pequeno avião deveria partir de uma 3 (UEM-PR) Um balão parado no


cidade A rumo a uma cidade B ao Norte, distante 60 quilô- céu é observado sob um ângulo de 60).
metros de A. Por um problema de orientação, o piloto se- Afastando-se 3 metros, o observador
guiu erradamente rumo ao Oeste. Ao perceber o erro, ele passa a vê-lo sob um ângulo ε tal que h
corrigiu a rota, fazendo um giro de 120) à direita em um 1
tg ε = . Então, a altura do balão
ponto C, de modo que o seu trajeto, juntamente com o traje- 2
to que deveria ter sido seguido, formaram, aproximadamen- multiplicada por 11( 6 − 3 ) é:
te, um triângulo retângulo ABC, como mostra a figura. 3m

Com base na figura, a distância em qui- B (Norte) A


lômetros que o avião voou partindo de No triângulo ABC, temos:
A até chegar a B é: h
tg 60 ) = = 3 Θh= 3x 1
x
a) 30 3 d) 80 3 h
No triângulo ABD, temos:
b) 40 3 e) 90 3 h 1
ε 60) tg ε = = Θ 2h = x 0 3
X c) 60 3 D B x03 2
120) C 2h − 3 = x 2
3 x
(Oeste) C A
Substituindo 2 em 1 , vem:
Temos a figura: h= 3 ( 2h − 3 ) Θ h = 2 3 h − 3 3
2 3h − h = 3 3
B (Norte) Assim,
60 3 60 h(2 3 − 1) = 3 3
sen 60 ) = Ι =
BC 2 BC 3 3 2 3 01 3 (6 0 3 )
h= 9 =
Ι BC = 40 3 2 3 −1 2 3 01 11
60 60 60
tg 60 ) = Ι 3 = 11( 6 − 3 ) 9 3 9 (6 0 )
Portanto, 11( 6 − 3 )h =
3
AC AC = 3( 36 − 3 ) = 99 Θ 99 m
11
Ι AC = 20 3
120)
60)
AC 0 BC = 20 3 0 40 3 = 60 3
(Oeste) C A

4 (UFMG) No triângulo ABC, o ângulo AjC é reto,


3
BC = 5 6 e cos ( BhC ) = .
2 (EEM-SP) Quantos degraus de 19 cm de altura são 15
necessários para substituir uma rampa de 9,5 m de exten- Considerando esses dados, calcule o comprimento do
são com inclinação de 30)? cateto AB.
Representando o triângulo ABC, temos:
Fazendo a figura, vem:
y 2 = x 2 0 ( 5 6 ) Θ y 2 = x 2 0 150
2
h 1 h A 1
sen 30 ) = Θ =
9,5 2 9,5 x 3 x 3y
cos (BhC ) = Θ = Θx= 2
h = 4,75 m y 15 y 15
9,5m h Logo, o número de degraus é: x y Substituindo 2 em 1 , temos:
4,75 9y 2
N= = 25 y2 = 0 150 Θ y 2 = 375 Θ y = 5 15
0,19 15
30)
N = 25 degraus
Portanto:
B 5 6 C
3 9 5 15
x= Θ x = 15
15

Matemática
132
5 (UFJF-MG) Um topógrafo foi chamado para obter a 7 (UFAC) Se a medida do ân- A
altura de um edifício. Para fazer isto, ele colocou um gulo BhC é igual a 60), AB = AC
teodolito (instrumento ótico para medir ângulos) a 200 e BC = 10, então a área do triân- 60)
metros do edifício e mediu um ângulo de 30), como indi- gulo ABC da figura vale:
cado na figura abaixo. Sabendo que a luneta do teodolito a) 10 d) 10 3
está a 1,5 metro do solo, pode-se concluir que, dentre os
valores abaixo, o que melhor aproxima a altura do edifí- b) 3 e) 5 3
cio, em metros, é: X c) 25 3 B 10 C

a) 112 Use os valores: Usando a figura, temos:


b) 115 sen 30) = 0,5 sen 30 ) =
5
Θ
1
=
5
Θ x = 10
X c) 117 cos 30) = 0,866 x 2 x
30) 30)
d) 120 tg 30) = 0,577 Assim, cos 30 ) =
h
Θ
3
=
h
Θh=5 3
x h x x 2 10
e) 124 A área do triângulo é:
30)
b9h 10 9 5 3
S= ΘS= = 25 3
5 5 2 2
Pelos dados, temos: A

x h = x 0 1,5

C 30) 200
1,5 1,5 B
200

No triângulo retângulo ABC, temos:

tg 30 ) =
x
200
Θ 0,577 =
x
200
8 (UEM-PR) No problema a seguir, considere que qual-
x = 115,4 m quer trajetória do ciclista é feita em linha reta e com velo-
Logo: cidade constante e igual a 10 m/s.
h = x 0 1,5 Θ h = 115,4 0 1,5 Duas rodovias, H e R, cruzam-se em um ponto A, segundo
h = 116,9 m
Portanto, a altura do edifício é aproximadamente 117 m.
um ângulo de 60). Um ciclista parte do ponto A pela rodo-
via H e, após um terço de hora, atinge um ponto B, de
onde é possível seguir para a rodovia R, percorrendo o
6 (UCSal-BA) A autora alegrava-se em conseguir esti- menor caminho, atingindo-a no ponto C. Para retornar
mar o comprimento de objetos inacessíveis como, por
de C ao ponto A de origem, pela rodovia R, a distância que
exemplo, a altura x da torre mostrada na figura abaixo.
o ciclista deve percorrer, em quilômetros, é:
Pelos dados do problema, temos:

Rodovia R
C
x

A 60)
ε Rodovia H
B
20 m
O ciclista tem velocidade constante de 10 m/s e demorou de A até B
1 1
A partir do conhecimento de relações trigonométricas e hora = 9 60 = 20 minutos.
3 3
sabendo que sen ε = 0,6428 e cos ε = 0,7660, ela podia Logo, ele percorreu 10 9 60 9 20 = 12 000 Θ 12 000 m = 12 km.
encontrar que x, em metros, era aproximadamente igual a: Portanto:
AC 1 AC
a) 16 X b) 17 c) 18 d) 19 e) 20 cos 60 ) = Θ = Θ AC = 6 km
AB 2 12

Observando a figura, temos:


x
tg ε = 1
20
sen ε 0,6428
Mas, tg ε = Θ tg ε =
cos ε 0,7660
tg ε Λ 0,84 2

Substituindo 2 em 1 , vem:
x
= 0, 84 Θ x = 16,8 m
20
Portanto, a altura da torre era aproximadamente 17 m.

Matemática
133
9 (UFMT) Um rebite é produzido com as dimensões 11 (UERJ) Um barco navega na
indicadas na figura. Calcule o valor, em cm, da dimensão C. direção AB, próximo a um farol P,
conforme a figura abaixo.

90) C 2 cm

12 cm
13 cm

30) 60)
A A 1 000 m B
45)
F (Adaptado de BONGIOVANNI, Vincenzo et alii. Matemática e Vida.
1 1 1 1 São Paulo: Ática, 1990.)
E
CB 1 2
1 1 D 1
12
No ponto A, o navegador verifica que a reta AP, da embar-
1
13
cação ao farol, forma um ângulo de 30) com a direção AB.
Após a embarcação percorrer 1 000 m, no ponto B, o na-
No #DEF, temos: vegador verifica que a reta BP, da embarcação ao farol,
tg 45 ) =
EF
Θ 1=
1
Θ ED = 1 Θ 1 cm
forma um ângulo de 60) com a mesma direção AB.
ED ED Seguindo sempre a direção AB, a menor distância entre a
Portanto: BD = BE 0 ED Θ BD = 1 0 1 = 2 Θ 2 cm
embarcação e o farol será equivalente, em metros, a:
No #ABD, temos:
AB AB a) 500 X b) 500 3 c) 1 000 d) 1 000 3
tg 45 ) = Θ 1= Θ AB = 2 Θ 2 cm
BD 2
Da figura, temos:
Logo: C = 2AB = 2 9 2 = 4 Θ 4 cm
P

30) 60)
10 (EEM-SP) Pelas extremidades A e B de um segmento A 1 000 m B x C
i, traçam-se perpendiculares, e sobre elas tomam-se os A menor distância é y.
segmentos AC = 2 cm e BD = 3 cm. Em i toma-se o tg 30 ) =
y
e tg 60 ) =
y
ponto E tal que os ângulos AzC e BzD sejam congruen- x 0 1 000 x

tes. Calcule os comprimentos dos segmentos 2 e &, sa- 3


=
y
1 e 3 =
y
2
3 x 0 1 000
bendo-se que AB = 10 cm. x
De 2 , vem: y = 3x
Pelos dados do problema, temos:
De 1 , vem:
3 3x
D = = 500 Θ x = 500 m
3 x 0 1 000
C Logo:
3
y= 3 9 500 = 500 3 Θ y = 500 3 m
2
ε E ε
A x 10 − x B
10
1442443

2
No triângulo CEA, temos tg ε =
x
3
No triângulo DEB, temos tg ε =
10 − x
Logo:
2 3
= Θx=4
x 10 − x
Portanto, AE = 4 cm e BE = 6 cm.

Matemática
134
12 (Unicamp-SP) Os pontos A e B estão, ambos, locali- 14 (Vunesp-SP) Ao chegar de viagem, uma pessoa to-
zados na superfície terrestre a 60) de latitude norte; o ponto mou um táxi no aeroporto para se dirigir ao hotel. O per-
A está a 15)45δ de longitude leste e o ponto B a 56)15δ de curso feito pelo táxi, representado pelos segmentos AB,
longitude oeste. BD, DE, EF e FH, está esboçado na figura, onde o ponto A
a) Dado que o raio da Terra, considerada perfeitamente es- indica o aeroporto, o ponto H indica o hotel, BCF é um
férica, mede 6 400 km, qual é o raio do paralelo de 60)? triângulo retângulo com o ângulo reto em C, o ângulo no
b) Qual é a menor distância entre os pontos A e B, medida vértice B mede 60) e DE é paralelo a BC.
ao longo do paralelo de 60)? F 3,3 km
H
 22 
Use como aproximação para π .
 7  D E
1 km
a) Do enunciado, r O r
temos: B A
P
30) 6 400
2 km 60)
60) * = 15)45δ A B 3 km C

( = 56)15δ

Assumindo o valor 3 = 1,7 e sabendo-se que AB = 2 km,
BC = 3 km, DE = 1 km e FH = 3,3 km, determine:
a) as medidas dos segmentos BD e EF em quilômetros
Os pontos O e Oδ são, respectivamente, os centros do paralelo e da Terra,
e r é a medida do raio do paralelo.
b) o preço que a pessoa pagou pela corrida (em reais), sa-
No triângulo retângulo AOOδ, temos: bendo-se que o valor da corrida do táxi é dado pela fun-
sen 30 ) =
r
Θ
1
=
r ção y = 4 0 0,8x, sendo x a distância percorrida em
6 400 2 6 400
quilômetros e y o valor da corrida em reais
r = 3 200 km
a) Do enunciado, temos a figura:
b) Temos que d = * 0 (
d = 15)45δ 0 56)15δ Θ d = 72) F
60) H
Logo, a distância pedida é igual a: 3,3
ângulo distância
D E
360) 2πr 360 ) 2 πr 1
Θ =
72) x 72 ) x
2 πr
5=
x 60)
2 πr A 2 B 3 C
x=
5
22 No triângulo retângulo BCF, temos:
29 9 3 200 3
x= 7 cos 60 ) = Ι BF = 6
5 BF
x Λ 4 022,86 km No triângulo retângulo DEF, temos:
EF
tg 60 ) = Ι EF = 3 = 1, 7 Θ 1, 7 km
1
13 (UFMT) Considere que os ponteiros menor e maior cos 60 ) =
1
Ι DF = 2
de um relógio medem, respectivamente, 50 cm e 80 cm. DF

Calcule a distância entre suas extremidades quando o re- Como BD = BF − DF, vem:
BD = 6 − 2 Ι BD = 4 Θ 4 km
lógio estiver marcando 14 h.
b) A distância percorrida x é:
Fazendo a figura, vem: x = 2 0 4 0 1 0 1,7 0 3,3 = 12
Então, y = 4 0 0,8 9 12 Ι y = 13,60 Θ R$ 13,60
1

x
2
80
60)
50

Aplicando a lei dos cossenos, temos:


x2 = (50)2 0 (80)2 − 2 9 50 9 80 9 cos 60)
1
x 2 = 2 500 0 6 400 − 2 9 50 9 80 9
2
x2 = 2 500 0 6 400 − 4 000
x2 = 4 900
x = 4 900
x = 70 cm

Matemática
135
15 (Unemat-MT) A rampa de acesso a um estaciona- 16 (UERJ) A extremidade A de uma planta aquática
mento de automóveis faz um ângulo de 30) com o solo e, encontra-se 10 cm acima da superfície da água de um lago
ao subi-la, um carro desloca-se horizontalmente 8 m de (figura 1). Quando a brisa a faz balançar, essa extremidade
distância, conforme o desenho. toca a superfície da água no ponto B, situado a 10 3 cm
do local em que sua projeção ortogonal C, sobre a água,
se encontrava inicialmente (figura 2). Considere 8, )
Dados: e p segmentos de retas e o arco d uma trajetória do
1
h sen 30 ) = movimento da planta.
2
ε = 30) 3 A 10 3 cm
cos 30 ) = A
8m 2
10 cm
Sobre os dados, julgue os itens: C B
1. A altura da rampa, representada por h, no desenho, é
8 3
de m.
3 O
2. O comprimento da rampa inclinada, por onde sobem
os carros, é o dobro da altura h. Figura 1 Figura 2
3. Na mesma rampa, se o ângulo formado com o solo fos-
se de 60), ou seja, o dobro de ε, então a altura h tam- Determine:
bém seria o dobro. a) a profundidade do lago no ponto O em que se encontra
Do enunciado, temos:
a raiz da planta
B b) o comprimento, em cm, do arco d
a) 10 3 B
(10 0 x ) 2 = (10 3 ) 0 x 2
2
x h
100 0 20x 0 x2 = 300 0 x2
x x 20x = 200
ε = 30) 0
10 x = 10 cm
C 8 A
O
1. No triângulo retângulo ABC, temos:
h sen 30 ) h b) A
tg 30 ) = Θ =
8 cos 30 ) 8
1
h Como 8 = ) (raio), o #ABO é
2 10
= isósceles (ou seja, h = j).
3 8
10 3 B No #ACB, temos:
2
C CB 10 3
1 h tg h = Θ tg h = = 3
= AC 10
3 8
h = j = 60)
8 3
h= m (verdadeira)
3
2. No triângulo retângulo ABC, temos: O
h 1 h Daí, h 0 j 0 O = 180) Θ 60) 0 60) 0 O = 180)
sen 30 ) = Θ =
x 2 x O = 60)
x = 2h (verdadeira) O #ABO é eqüilátero.
3. Bδ O arco d está contido em uma circunferência de centro O e raio R = 8
= ) = 20 cm.
1 1 20 π 20 π
No triângulo retângulo AδBδCδ, te- med ( d ) = 9 2 πR = 9 2 π 9 20 = Θ cm
6 6 3 3
mos:
hδ hδ
tg 60 ) = Θ 3 =
8 8

xδ hδ = 8 3 m

hδ 3 8 3
sen 60 ) = Θ =
xδ 2 xδ
xδ = 16 m (falsa)

60)
Cδ 8 Aδ

Matemática
136
17 (Fuvest-SP) Na figura, R 19 (UFU-MG) No instante do impacto com a torre sul
M é o ponto médio da corda c Q do World Trade Center, o avião da United Airlines foi foto-
da circunferência e PQ = 8. O grafado simultaneamente por três fotógrafos, cujos tripés
M
segmento W é perpendicular a P estão representados na figura abaixo pelos pontos A, B
4 3 e C. Os três fotógrafos tinham suas máquinas fotográficas
c e RM = . Calcule: colocadas sobre esses tripés de 1,70 m de altura cada um.
3
Sabendo-se que as inclinações das máquinas fotográficas,
a) o raio da circunferência em relação ao solo, nos tripés A e C eram de 45) e que
b) a medida do ângulo POQ, onde O é o centro da circun- 5
ferência cos ε = , determine a altura em que o avião estava
7
4 3
R
naquele momento.
3

4 M 4
P Q
θ r
4 3 O C
r− 400
3 m

a) No triângulo retângulo OMQ, tem-se:

m
4 3
1) OM = r − , MQ = 4, OQ = r e

300
3
(OQ)2 = (OM)2 0 (MQ)2 ε
2
 4 3 
Assim sendo, r 2 =  r − 0 42 Pelos dados, temos: A
3 
8 3 E
r= C
3
4 4 3 45) 400
2) sen θ = = = Υ θ = 60 )
r 8 3 2 h h B
3
b) A medida do ângulo POQ é 2 9 θ = 120)
D

300
ε
h 45)

18 (UEMA) Em um triângulo de vértices A, B e C, A


i = 6 cm, p = 10 m e o ângulo interno formado pelos O triângulo EDA é isósceles, logo ED = DA = h.
lados i e p mede 60). A medida do cosseno do ângulo O triângulo EDC é isósceles, logo ED = DC = h.
interno formado pelos lados o e p é: Aplicando Pitágoras no triângulo retângulo ABC, temos:
(AC)2 = (AB)2 0 (BC)2 Θ (AC)2 = (300)2 0 (400)2
1 7 1 (AC)2 = 90 000 0 160 000 = 250 000
a) X c) e)
19 2 19 5 19 AC = 500 m
Aplicando a lei dos cossenos no triângulo ACD, temos:
3 5 (CD)2 = (AC)2 0 (AD)2 − 2 9 (AC) 9 (AD) 9 cos ε
b) d)
19 3 19 h 2 = 250 000 0 h 2 − 2 9 500 9 h 9
5
7
Fazendo a figura, vem: 5 000 h = 1 750 000
A
h = 350 m
Como as máquinas fotográficas estavam sobre tripés de altura de 1,70 m,
6 x temos:
350 0 1,70 = 351,70 Θ 351,70 m

60) ε
B 10 C
Aplicando a lei dos cossenos, temos:
(AC)2 = (AB)2 0 (BC)2 − 2(AB) 9 (BC) 9 cos 60)
1
x 2 = 6 2 0 10 2 − 2 9 6 9 10 9 Υ x 2 = 36 0 100 − 60 Υ x 2 = 76 Υ x = 2 19
2
Aplicando novamente a lei dos cossenos, vem:
(AB)2 = (BC)2 0 (AC)2 − 2(BC) 9 (AC) 9 cos ε
6 2 = 10 2 0 ( 2 19 ) − 2 9 10 9 2 19 Υ 36 = 100 0 76 − 40 19 9 cos ε
2

140 7
40 19 cos ε = 140 Υ cos ε = Υ cos ε =
40 19 2 19

Matemática
137
Em questões como a 20, a resposta é dada pela soma dos A partir desses dados, calcule, em metros:
números que identificam as alternativas corretas. a) o comprimento dos seguimentos MS e SP
b) quanto o arame deveria medir para que tivesse o mes-
20 (UFPR) Em um triângulo ABE, a medida do lado
mo tamanho do segmento MP
2 é 3, a do ângulo E é 75), e a do ângulo A é 45). Dois
pontos, C e D, pertencem ao lado i. Sabe-se que a dis- a) • Cálculo de MS
MR 3
tância AC é 2 e que o segmento I é perpendicular a MR: cos 30 ) =
10
MR = 10 cos 30 ) = 10
2
=5 3
i. Nessas condições, é correto afirmar: NT 1
RS: cos 60 ) = NT = 20 cos 60 ) = 20 = 10
(01) A medida do ângulo B é igual a 60). 20
• NT = RS
2

(02) AD . ED • RS = 10
MS: MS = MR 0 RS = 5 3 0 10 = 10 0 5 3
(04) EB = 6
• Cálculo de SP
(08) EC = 5 PT 3
E PT: sen 60 ) = PT = 20 sen 60 ) = 20 = 10 3
20 2
NR 1
75) TS: sen 30 ) = NR = 10 sen 30 ) = 10 =5
10 2
• NR = TS
• TS = 5
3
Ι SP = PT 0 TS = 10 3 0 5 = 5 0 10 3

b) Observando que MP é a hipotenusa do triângulo retângulo MPS, pode-


se usar:
45) 60) (MP)2 = (MN)2 0 (NP)2 − 2 9 (MN) 9 (NP) 9 cos (MNP)
A 2 C D B (MP)2 = 102 0 202 − 2 9 10 9 20 9 cos 150)
 3 
01. h 0 z 0 j = 180) Θ 45) 0 75) 0 j = 180) Θ j = 60) (verdadeira) (MP ) 2 = 100 0 400 − 400 9  −
2 
MP = 500 0 200 3 = 10 5 0 2 3
1442443

ED 2 ED 3 2
02. sen 45 ) = Θ = Θ ED =
AE 2 3 2
AD = ED (falsa)
AD 2 AD 3 2
cos 45 ) = Θ = Θ AD =
AE 2 3 2
04. No triângulo retângulo ADB, temos:
3 2 22 (UEMA) Considere um triângulo ABC inscrito nu-
sen 60 ) =
ED
Θ
3
= 2 Θ EB = 6 (verdadeira)
ma circunferência de raio unitário cujos lados medem
EB 2 EB
a = 3 , b = 1 e c = 2. Determine a soma 2h 0 3j 0 k,
08. Usando a lei dos cossenos no triângulo AEC, temos:
onde h, j e k são ângulos internos desse triângulo.
(EC)2 = (AE)2 0 (AC)2 − 2 9 AE 9 AC 9 cos 45)
2 Desenhando o triângulo ABC, vem:
(EC ) 2 = 3 2 0 ( 2 ) − 2 9 3 9 2 9
2

2
A
(EC)2 = 9 0 2 − 6
(EC)2 = 5
EC = 5 (verdadeira)
b=

Portanto: 01 0 04 0 08 = 13
2
c=

r=1
O

B a= 3 C

Aplicando a lei dos senos, temos:


a b c 3 1 2
= = = 2R Θ = = = 2 91= 0
sen h sen j sen k sen h sen j sen k
21 (UFRN) Ao se tentar fixar as extremidades de um Logo:
pedaço de arame reto, de 30 m de comprimento, entre os
pontos M e P de um plano, o arame, por ser maior do que 3 3
= 2 Θ sen h = Θ h = 60 )
sen h 2
o esperado, entortou, como mostra a figura abaixo.
1 1
= 2 Θ sen j = Θ j = 30 )
P sen j 2
2
= 2 Θ sen k = 1 Θ k = 90 )
sen k
20 Portanto: 2h 0 3j 0 k = 2 9 60) 0 3 9 30) 0 90) = 300)

N 60)
10
30)
M R S

Matemática
138
23 (Vunesp-SP) Cinco C Nessas condições, podemos dizer que a tração no cabo
cidades, A, B, C, D e E, são puxado pelo homem em relação ao ponto A é de:
interligadas por rodovias, a) 20 283 N c) 680 N X e) 801 N
E
conforme mostra a figura. b) 17 320 N d) 200 N

x
y 2)
20 000 N sen 58 ) sen 2 ) 0, 848 0, 034
A D B = Θ =
TAB 20 000 TAC 20 000 TAC

A rodovia AC tem 40 km, a rodovia AB tem 50 km, os ân- 120) TAC Λ 801,8 N ou TAC = 801
58)
gulos x, entre AC e AB, e y, entre AB e BC, são tais que TAC
3 3
sen x = e sen y = . Deseja-se construir uma nova
4 7
rodovia ligando as cidades D e E que, dada a disposição
destas cidades, será paralela a BC.
a) Use a lei dos senos para determinar quantos quilôme- 25 (UFMT) Para determinar a altura de um morro, um
tros tem a rodovia BC. topógrafo adotou o seguinte procedimento:
b) Sabendo que AD tem 30 km, determine quantos quilô- ■ Escolheu dois pontos, A e B, situados no mesmo plano
metros terá a rodovia DE. vertical que passa por C.
■ Mediu a distância AB, encontrando 162 m.
C a) Sendo AC = 40 km, AB = 50 km,
3 3 ■ Com auxílio de um teodolito mediu os ângulos ε, ψ e
sen x = e sen y = , pela
4 7 ι, encontrando, respectivamente, 60), 90) e 30).
lei dos senos, temos:
E
BC AC BC 40 A figura ilustra o procedimento descrito.
= Υ =
sen x sen y 3 3
C
4 7
x
y y BC = 70 Θ 70 km
A D B

b) Sendo 3 // p, temos #ADE Κ #ABC e, portanto:


AD DE 30 DE h
= Υ = Υ DE = 42 Θ 42 km
AB BC 50 70 A
ι
ψ
ε
horizontal B D

Qual a altura do morro (h), em metros, encontrada pelo


topógrafo?
Da figura, temos:
C

60)
30)
24 (Unic-MT) Durante a descarga de um automóvel de
peso 20 kN, o guindaste que suporta o carro precisa do au- A
x h
xílio de um cabo puxado por um estivador para colocá-lo na 30)
16
posição correta. O desenho abaixo mostra a situação. 2
m
90)
60)
(Dados: sen 2) = 0,034, sen 58) = 0,848, cos 2) = 0,999, horizontal B D
cos 58) = 0,529, sen 120) = 0,866 e cos 120) = 0,500)
Usando a lei dos senos no #ABC, temos:
1 3
sen 30 ) sen 60 )
= Θ 2 = 2 Θ x = 54 3 m
x 162 x 162
No #BDC, temos:
B 2) h 3 h
sen 60 ) = Θ = Θ h = 81 Θ h = 81 m
P x 2 54 3
TAB
2)
120)
A
30) 58)
TAC

Matemática
139
26 (Furb-SC) Florianópolis, Belo Horizonte 28 (Unicamp-SP) Um homem, de 1,80 m de altura, sobe
Curitiba e Belo Horizonte, res- uma ladeira com inclinação de 30), conforme mostra a
pectivamente, capitais de Santa 12) figura. No ponto A está um poste vertical de 5 m de altura,
Catarina, Paraná e Minas Gerais, com uma lâmpada no ponto B. Pede-se para:
estão localizadas conforme a fi- a) calcular o comprimento da sombra do homem depois
Curitiba 110) d
gura ao lado. que ele subiu 4 m ladeira acima
A partir dos dados fornecidos, b) calcular a área do triângulo ABC

30
qual a distância entre Florianó-

0
polis e Belo Horizonte? B

a) 1 700 km Florianópolis
Dados: C
b) 2 395 km cos 110) = −0,34 1,80 m
X c) 1 395 km sen 110) = 0,93 sombra
5m
d) 2 700 km cos 12) = 0,97
e) 2 390 km sen 12) = 0,20
Da figura, temos: 30)

sen 110 ) sen 12 ) 0, 93 0, 20 A


= Θ = Θ d = 1 395 km
d 300 d 300
Sendo x o comprimento B
da sombra do homem,
em metros, depois que E
ele subiu 4 m ladeira aci- C
ma, e S a área, em me- 60) 1,80 m
tros quadrados, do triân- x 5m
gulo ABC, tem-se: D 4
60)
30)
A

27 (MACK-SP) Supondo 3 = 1, 7 , a área do triângu- a) Os triângulos ABC e DEC são semelhantes.


lo da figura vale: Assim:
AC
=
AB
Π
40x
=
5
Π
DC DE x 1, 80
a) 1,15 45)
40x 25 36
b) 1,25 Π = Π 16 x = 36 Π x = Π x = 2, 25
x 9 16
c) 1,30 AB 9 AC 9 sen 60 )
b) S =
X d) 1,35 2
30)
e) 1,45 2 S=
5 9 ( 4 0 2, 25 ) 9 3
=S=
125 3
4 16

45)
H

45)
30)
A 2 B

Da figura, temos:
1442443

BH 1 BH
sen 30 ) = Ι = Ι BH = 1
2 2 2
No #ABH:
AH 3 AH
cos 30 ) = Ι = Ι AH = 3
2 2 2
No #BHC: HC = BH Ι HC = 1.
A área do #ABC é:
1 1 1
9 ( AC )(BH) = 9 ( AH 0 HC ) 9 (BH) = 9 ( 3 0 1) 9 1
2 2 2
2,7
Fazendo-se 3 = 1,7, a área é , ou seja, 1,35.
2

Matemática
140