INSTITUIÇÃO EDUCACIONAL CECILIA MARIA DE MELO BARCELOS FACULDADE ASA DE BRUMADINHO CURSO DE DIREITO

DÉBORA GOMES RIBEIRO EUFRAZIO

DIREITO PROCESSUAL PENAL II RECURSOS EM ESPÉCIE

BRUMADINHO 02 de dezembro de 2009

DÉBORA GOMES RIBEIRO EUFRAZIO

DIREITO PROCESSUAL PENAL II RECURSOS EM ESPÉCIE

Trabalho apresentado ao Curso de Direito e Instituição Faculdade ASA de Brumadinho – MG, como requisito parcial para a obtenção de créditos. Disciplina: Direito Processual Penal - II. Professor: Guilherme C. de Freitas Bravo

BRUMADINHO 02 de dezembro de 2009

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3 Prazo 5. PROTESTO POR NOVO JÚRI 8. CORREIÇÃO PARCIAL 8.3 Prazo 2.3 O agravo de instrumento contra a decisão denegatória de recurso extraordinário ou especial 3.4 Legitimidade 1.5 Observações gerais 3.4 Legitimidade 8.1 Finalidade 4.2 Requisitos de Admissibilidade 5.2 Requisitos de admissibilidade 4.4 Legitimidade 4.3 Prazo 8.2 Requisitos de admissibilidade 1.1 Finalidade 5.4 Legitimidade 6. EMBARGOS DE DECLARAÇÃO 6.5 Prazo 3.5 Observações gerais 2.3 Prazo 4.3 Prazo 6.5 Observações Gerais 6.1 Finalidade 2.5 Observações Gerais 5.4 Legitimidade 5.1 Finalidade 8. CARTA TESTEMUNHÁVEL 4.5 Observações Gerais 5 6 6 6 6 7 8 8 9 9 9 10 10 11 12 12 12 12 13 13 13 14 14 14 14 15 15 16 16 16 16 16 16 18 18 18 18 18 18 19 21 21 21 21 22 22 3 .2 Requisitos de admissibilidade 2.4 Requisitos de admissibilidade 3.2 Requisitos de Admissibilidade 8.2 Requisitos de Admissibilidade 6. RECURSO EM SENTIDO ESTRITO 2.5 Observações Gerais 7.ÍNDICE INTRODUÇÃO DOS RECURSOS EM ESPÉCIE 1.3 Prazo 1.4 Legitimidade 2.2 O agravo em execução penal 3.6 Legitimidade 4.1 O agravo de decisões de membros de tribunais 3. APELAÇÃO 1.1 Finalidade 6. AGRAVOS 3.1 Finalidade 1. EMBARGOS INFRINGENTES 5.

A matéria esta regulamenta a partir do art.4 Legitimidade CONCLUSÃO BIBLIOGRAFIA INTRODUÇÃO Foi proposto que fizesse um trabalho sobre os Recursos no Direito Processual Penal. EMBARGOS INFRINGENTES.9. Os recursos que iremos tratar são: • • • • • APELAÇÃO. 574 ao 667 no Código de Processo Penal (CPP).2 Requisitos de Admissibilidade 9. 4 . RECURSO EXTRAORDINÁRIO E RECURSO 23 23 23 24 24 26 27 ESPECIAL 9. AGRAVO. CARTA TESTEMUNHÁVEL. RECURSO EM SENTIDO ESTRITO.3 Prazo 9.1 Finalidade 9.

CORREIÇÃO PARCIAL E RECURSO ESPECIAL E RECURSO EXTRAORDINÁRIO. de 09/06/2008.• • • • EMBARGOS DE DECLARAÇÃO.689. PROTESTO POR NOVO JÚRI – Foi revogado pela lei 11. a finalidade. o requisito de admissibilidade. a legitimidade e ainda outras observações que se fizerem necessário como os efeitos de cada recurso. explicando o conceito. acrescentando mais conhecimento na vida acadêmica. Para um enriquecimento do trabalho desenvolvido utilizei à doutrina. 5 . Não sou mestre no assunto. Dentro das condições tentarei explicar cada um dos itens listados. o prazo recursal. o Código de Processo Penal e também artigo da internet (ver a bibliografia). mas quero com este trabalho somar para a nossa turma. apresentando um trabalho que possa melhorar a formação de cada um.

APELAÇÃO O recurso de Apelação já vem sendo utilizado desde o Império Romano. É eficaz instrumento processual para a atuação do princípio do duplo grau de jurisdição. são eles: a) Decisões do juiz singular: I – das sentenças definitivas de condenação ou absolvição proferidas por juiz singular. II – das decisões definitivas. É importante ressaltar que o art. 6 .1 Finalidade Constitui a apelação na atualidade recurso ordinário por excelência. caracterizando por ampla devolução cognitiva ao órgão ad quem. VI do CPP. previsto na quase totalidade das legislações modernas.2 Requisitos de admissibilidade Os requisitos de admissibilidade estão bem claros nos incisos do artigo 593 do CPP. art. também foi aceito no direito canônico e no reino de Portugal. Atualmente está previsto nos artigos 593-606 do Código de Processo Penal (CPP). 1. 1. 581. No inciso I serão apeláveis as sentenças condenatórias e absolutórias – stricto sensu – as mesmas estão previstas nos artigos 386 e 387 do CPP e julgam da procedência ou improcedência da acusação. proferidas por juiz singular nos casos não previstos no Capítulo anterior. 411 do CPP que trata da absolvição sumária dos processos de júri é uma exceção a regra porque é impugnável mediante recurso em sentido estrito. No Brasil. o Código de processo Criminal do Império de 1832 teve a previsão do recurso de apelação em seus artigos 593-603.DOS RECURSOS EM ESPÉCIE 1.

As razões poderão ser oferecidas no prazo de oito dias. b) Decisões do Tribunal do Júri: III. sendo conferida sua tempestividade pela data de interposição. e ainda “não fica prejudicada a apelação entregue em cartório no prazo legal. por culpa do cartório”.3 Prazo A apelação será interposta por uma petição e/ou por termo nos autos no prazo de 5 (cinco) dias. ou seja. a apelação terá o prazo de dez dias e já serão apresentadas as razões.houver erro ou injustiça no tocante à aplicação da pena ou da medida de segurança. são vinculadas as hipóteses. Nos juizados especiais.As decisões definitivas – lato sensu – são as resoluções de mérito que encerram o processo. citada as condições acima. será de quinze dias contados da expiração do prazo de recurso do Mistério Público. quando: a. após ter restringido na petição a sua impugnação a determinada hipótese. No entanto. No recurso de apelação no júri. O prazo para interposição da apelação. 7 . diversas das sentenças condenatórias e absolutórias. no caso de assistente não habilitado nos autos. b.for a decisão dos jurados manifestadamente contrária à prova dos autos. c.ocorrer nulidade posterior à pronúncia. embora despachada tardiamente”.das decisões do Tribunal do Júri. ampliar nas razões o âmbito da devolução do recurso para incluir outra. em qualquer hipótese. d.for a sentença do juiz-presidente contrária à lei expressa ou à decisão dos jurados. Caso o processo seja de contravenção. quando alegar uma das alíneas não poderá o tribunal julgar com base em outra. 593 do CPP. nada impede que estando ainda o prazo em andamento que a parte acrescente à impugnação outra matéria. É importante ressaltar a súmula 320 e 428 do STF que diz: “A apelação despachada pelo juiz no prazo legal não fica prejudicada pela demora da juntada. que também será o para o caso de existência de assistente de acusação. quando o prazo já estiver prescrito. o prazo para arrazoar será de três dias. Ainda não poderá o recorrente. 1. conforme o art.

A apelação por termo é aquela desprovida de rigor formal. têm ampla legitimidade para apelar). • • Em regra a apelação tem o efeito suspensivo.4 Legitimidade Segundo o art. A apelação não suspenderá a execução da medida de segurança aplicada provisoriamente. Somente não será admitido o recurso da parte que não tiver interesse em modificar ou reformar a sentença. A apelação poderá ser interposta com relação a todo o julgado ou com relação a parte do mesmo. para a apresentação das razões. 577 do CPP têm legitimidade para interpor recurso o Ministério Público (não tem o dever de recorrer. entretanto.5 Observações gerais • • Depois de haver apelado o réu condenado vier a fugir a apelação será considerada deserta. demonstrando o desejo do recurso. A apelação da sentença penal absolutória não é requisito para impedir que o réu seja posto imediatamente em liberdade. não se exigindo capacidade postulatória. 1. seu procurador ou defensor. que será necessária. 393. mas o direito). 8 . bastando que o recorrente revele o seu inconformismo com a decisão. exceto quando ocorrer as duas hipóteses do art. 1. o querelante (nos crimes de ação pública ou privada. o réu (o fato de ter sido considerado revel não o impede de recorrer).

de decisão. nos expressos dizeres do art. 581 do CPP. mediante julgamento pelo seu órgão com competência criminal. RECURSO EM SENTIDO ESTRITO O recurso em sentido estrito está previsto no CPP nos art. De maneira Geral. nos casos por ele relacionados. 522 a 529. para tanto subindo os autos principais ou mediante translado. despacho ou sentença: I . 9 . 581 . ao agravo do Código de Processo Civil. II . Art. quando determinado por lei. Decisões em Questões Incidentais de Natureza Processual (declaração de incompetência).1 Finalidade O recurso em sentido estrito é a impugnação voluntária. Decisões com Força de Definitiva (que reconhece a decadência). pode-se dizer que o recurso cabe contra: • • • • Decisões Definitivas (absolvição sumária do procedimento do júri). As hipóteses do art.que não receber a denúncia ou a queixa. da decisão. em regra. além de previsto em leis especiais. para o fim de vê-la modificada pelo juiz de primeiro grau.da que recebe só cabe Habeas Corpus). para a impugnação de decisões interlocutórias. ainda há outras decisões contra as quais cabe RSE e não estão previstas no art.2.Caberá recurso. no sentido estrito.que concluir pela incompetência do juízo.2. 2. é cabível. Requisitos de admissibilidade O recurso em sentido estrito (RSE). em juízo de retratação. 581 seguem um rol taxativo de cabimento (no entanto. despacho e sentença. ou pelo tribunal ad quem. 2. art. 581 do CPP. 581 a 592 e serve. Corresponde em linhas gerais. Terminativas (que não recebe a denúncia . 581). manifesta pela parte interessada e prejudicada por decisão judicial criminal que se amolde a uma das situações descritas no art.

XXI .que incluir jurado na lista geral ou desta o excluir. nos casos do art. IX .que decidir o incidente de falsidade. XI .4 Legitimidade 10 . salvo a de suspeição.que denegar a apelação ou a julgar deserta.que ordenar a suspensão do processo.que pronunciar ou impronunciar o réu.III . XIX .que mantiver ou substituir a medida de segurança. IV .3 Prazo O prazo para interpor o recurso voluntário será de 5 (cinco) dias. negar ou revogar livramento condicional. 411. XVII . VII . conceder liberdade provisória ou relaxar a prisão em flagrante.que decretar a prescrição ou julgar. XX . XXII .que julgar quebrada a fiança ou perdido o seu valor. no caso do inciso XIV. 774.que conceder. cassar ou julgar inidônea a fiança.que julgar procedentes as exceções. X . XVI .que conceder.que absolver o réu. XVIII . XXIV . XV .que impuser medida de segurança por transgressão de outra. XII .que decretar medida de segurança.que revogar a medida de segurança.que conceder. segundo o art.que indeferir o pedido de reconhecimento da prescrição ou de outra causa extintiva da punibilidade. negar ou revogar a suspensão condicional da pena. no entanto. extinta a punibilidade. V .que anular o processo da instrução criminal. nos casos do art.que converter a multa em detenção ou em prisão simples. VIII . no todo ou em parte. depois de transitar a sentença em julgado. por outro modo. XIV . contado da data da publicação definitiva da lista de jurados. em virtude de questão prejudicial. 2. negar.que decidir sobre a unificação de penas. 586 do CPP. indeferir requerimento de prisão preventiva ou revogá-la. o prazo será de 20 (vinte) dias.que conceder ou negar a ordem de habeas corpus.que deixar de revogar a medida de segurança. nos casos em que a lei admita a revogação. 2. VI . arbitrar. XXIII . XIII .

não podendo examinar outras questões decididas no processo. quando qualquer deles se conformar com a decisão ou todos não tiverem sido ainda intimados da pronúncia. O recurso da pronúncia suspenderá tão somente o julgamento. O Ministério Público.só quando fundamentado nos incisos IV. IV. de concessão de livramento condicional e dos incisos XV. 11 . O jurado que foi excluído. VIII e XV). VI. Quando o recurso for interposto de ofício. exceto nos casos dos incisos V. exceto se prestar fiança. XVII. nos casos do art. nos casos admitidos por lei.Têm legitimidade para propor o recurso em sentido estrito as seguintes partes: • • • • • • O réu. Será para o presidente do Tribunal de Apelação a hipótese do inciso XIV.5 Observações Gerais • • • Os recursos serão sempre para o Tribunal de Apelação. O ofendido (em casos específicos . O querelante. • Normalmente o RSE só tem efeito devolutivo. incisos I. • • • • Terá o efeito suspensivo quando: na perda de fiança. o recurso da pronúncia subirá em traslado. 581. 2. • Havendo dois ou mais réus. O recurso do despacho que julgar quebrada a fiança suspenderá unicamente o efeito de perda da metade do seu valor O réu somente poderá recorrer da pronúncia estando preso. ficando o tribunal limitado a conhecer somente a questão que lhe deu causa. Qualquer pessoa (mas só pra tirar alguém da lista de jurados). III. VIII e X e ainda quando o recurso não prejudicar o andamento do processo subirá nos próprios autos. X e XIV. e XXIV do art. 581.

parágrafo único. Revogou ainda o art. as decisões do relator em causas de competência originária serão impugnáveis por agravo. 3. Havendo outras decisões dos membros dos tribunais estaduais e federais pode-se utilizar o agravo regimental de acordo com o art. de 26. 625. 39 da lei 8.210/84): “Das decisões proferidas pelo juiz caberá recurso de agravo. Em virtude dessa revogação. devia a lei conter dispositivo que estendesse o agravo do art.038 para as ações de competência originária dos ‘Tribunais de Justiça dos Estados e do Distrito Federal..1 O agravo de decisões de membros de tribunais “A lei 8. Em suma. parágrafo único. e dos Tribunais Regionais Federais’. sem efeito suspensivo”. 3. por aplicação analógica do art. § 3º.3 O agravo de instrumento contra a decisão denegatória de recurso extraordinário ou especial 12 . 3. pág. 197). admitir que o agravo do art. 197. AGRAVOS No sistema vigente temos três tipos de agravo: • • • Agravo de decisões que não admitem recurso especial e recurso extraordinário. 5º Ed. 39 se aplica também às decisões do relator em processos de competência originária das Cortes dos Estados e Distrito Federal e dos Tribunais Regionais Federais. 557. estendeu os arts.05. no prazo de cinco dias. 557. CPP.038/90”. (Recursos no Processo Penal. deve-se. 39 para as decisões proferidas pelo relator nos tribunais estaduais e federais.3. Agravo de decisões de membros de tribunais para órgãos colegiados dos mesmos tribunais (agravo regimental).658. da Lei de Execução Penal (Lei 7. com a revogação do art. por analogia.1993. 1º a 12 da lei 8. que previa o agravo das decisões do relator nas causas de competência originária. CPP.2 O agravo em execução penal Diz o art. CPP. Os modos e meios de impugnação do agravo serão de acordo com o regimento do tribunal. Havendo evidente omissão. Agravo de decisões proferidas pelo juiz na execução criminal. Nada constou na lei.

297).4 Requisitos de admissibilidade Cabe agravo em toda decisão do juiz da execução penal e também da que resolve sobre unificação da pena.038/90. parente ou descendente). “O agravo de instrumento deve ser necessariamente encaminhado ao STF ou ao STJ. 195 da Lei de Execução Penal estão legitimados para propor o agravo: • • • O Ministério Público. aliás. conforme o caso”. RT 484/217). caberá agravo de instrumento. mesmo no caso de manifesta intempestividade (RTJ 76/667. para a apreciação. 13 . (Recursos no Processo Penal. não cabendo ao presidente do tribunal a quo o indeferimento. 3. de entendimento consolidado no STF com a edição da Súmula 727: ‘Não pode o magistrado deixar de encaminhar ao Supremo Tribunal Federal o agravo de instrumento interposto da decisão que não admite recurso extraordinário.5 Prazo O prazo para a interposição do agravo será de 5 (cinco) dias. no prazo de 5 (cinco) dias. 3. para o Supremo Tribunal Federal ou para o Superior Tribunal de Justiça. pág. 5º Ed. conforme o caso. 3. O representante do interessado (cônjuge. ainda que referente a causa instaurada no âmbito dos juizados especiais ”. O interessado .6 Legitimidade De acordo com o art.. artigo 28: “Denegado o recurso extraordinário ou o recurso especial.sentenciado.Lei 8. Trata-se.

3 Prazo 14 .Dar-se-á carta testemunhável: I . obstar à sua expedição e seguimento para o juízo ad quem. Ocorrendo denegação de apelação. não carta testemunhável. encontrando similar no direito inglês com o “writ de procedendo”. 639 nos dá as duas hipóteses em que se poderá utilizar a carta testemunhável. ou o respectivo seguimento. cabe recurso em sentido estrito. Deve ser instruída com peças extraídas do processo correspondentes à instância inferior. para outros. Em caso de rejeição liminar de recurso extraordinário. se for obstada a sua apresentação à superior instância. 4.da decisão que denegar o recurso. Também caberá agravo regimental. II . não cabe carta testemunhal. no entanto. 639 . é um instrumento processual. A previsão legal da carta testemunhável está nos art. 4. 4. da decisão denegatória de embargos declaratórios. CARTA TESTEMUNHÁVEL A carta testemunhável é de origem lusitana. mas agravo regimental. para alguns autores é uma espécie de recurso.2 Requisitos de admissibilidade O art. existe uma discussão doutrinária quanto a sua natureza.da que.4. quando admitidos.1 Finalidade Remédio judicial que tem por finalidade tornar efetivos os recursos denegatórios. e sim agravo de instrumento. são elas: Art. admitindo embora o recurso. 639 a 646 do CPP. Também não cabe carta testemunhável. da decisão que denega seguimento aos embargos infringentes.

15 . ou deixar de entregar. 4. nas 48 horas seguintes ao despacho que denegar o recurso. 4. sob qualquer pretexto.4 Legitimidade A legitimidade é a mesma da regra geral do CPP descrita no art. fará entrega da carta. será suspenso por 30 (trinta) dias. ou secretário do tribunal. no prazo máximo de 5 (cinco) dias.A carta testemunhável será requerida ao escrivão ou ao secretário do Tribunal.5 Observações Gerais • A carta testemunhável não terá efeito suspensivo. no caso de recurso no sentido estrito. o instrumento. ou o secretário dará recibo da petição à parte e. conforme o caso. ou de 60 (sessenta) dias. O escrivão. que se negar a dar o recibo. 577. no caso de recurso extraordinário. indicando o requerente as peças do processo que deverão ser trasladadas. O escrivão. devidamente conferida e concertada.

amplia-se a composição da turma julgadora. os embargos serão restritos à matéria objeto de divergência. Se o desacordo for parcial. cuja previsão parece estar fundada no receio de que possa cristalizar-se.. 5. seja melhorada a situação do acusado”. contra o réu. abrindose a possibilidade de que.2 Requisitos de Admissibilidade Para a proposição de um embargo infringente é necessário a decisão não unânime do juízo de segundo grau. 613. 216). um julgamento injusto. pois a existência de um voto mais favorável constitui indício de que a solução dada à causa. desfavorável ao réu. Através dos embargos infringentes. 5. pág.5 Observações Gerais 16 . a prevalecer o voto divergente.4 Legitimidade Os embargos infringentes são recursos privativos da defesa. onde o embargante se debaterá em questões processuais que poderão invalidar o acórdão ou o processo. EMBARGOS INFRINGENTES “Trata-se de impugnação privativa da defesa. O Ministério Público também poderá ser parte legítima desde que em favor do acusado. 5º Ed. 5. (Recursos no Processo Penal. não é pacífica.3 Prazo Os embargos infringentes e de nulidade poderão ser opostos dentro de 10 (dez) dias. visando a reforma da decisão proferida e os de nulidades. de sorte a propiciar o reexame da matéria que foi objeto de divergência. na forma do art.1 Finalidade Os embargos infringentes devem versar sobre matéria de mérito. no mínimo. a contar da publicação de acórdão. 5. estão legitimados a interpor o réu ou o defensor. ou seja. 5.5.

Não havendo a necessidade de recolhimento do réu à prisão o efeito da sentença será suspenso. A turma julgadora envolvida da prolação da decisão embargada terá um juízo de retratação. 17 .• • • Em primeiro momento o efeito do recurso será devolutivo. porque a oposição dos embargos infringentes devolve ao órgão competente o conhecimento da matéria.

EMBARGOS DE DECLARAÇÃO Os embargos de declaração estão previstos no Código de Processo Penal nos art.5 Observações Gerais • Depois da proposição e recebimento dos embargos de declaração o prazo para a interposição de outros recursos não podem continuar correndo. 6. 619 e 620. 6. câmaras ou turmas.3 Prazo A proposição de embargos de declaração tem o prazo de 2 (dois) dias contado da publicação do acórdão proferido pelos Tribunais de Apelação. é evitar e/ou esclarecer ambigüidades. 6.2 Requisitos de Admissibilidade Para a proposição de um embargo infringente é necessário a decisão do tribunal seja ambígua. O art. 18 . 6. contradições ou omissões nas decisões dos Tribunais. obscuridades. e está fora do capítulo de recursos. 382 trata.1 Finalidade A finalidade dos embargos de declaração é bem clara no art. ver art. sem lhe dar nome. 619. dos embargos de declaração em primeiro grau de jurisdição. também conhecidos como embarguinhos.4 Legitimidade Os embargos de declaração podem ser interpostos por qualquer pessoa legítima a recorrer.6. contraditória ou omissa. obscura. 6. 577 do CPP.

porém em outro julgamento. chega o mesmo projeto de 19 . pois isto seria outra questão a ser discutida (problemática do sistema prisional brasileiro). esse não é o melhor entendimento a ser vislumbrado. O que prepondera..689. aplica pena igual ou superior a esta quantia. 5º. mas não porque se reconheçam defeitos formais ou eventual erro de apreciação dos jurados. alínea c.7. como. não se procura aqui argumentar se as pessoas devem ou não ficar mais tempo presas. à invalidação (rectius. Data vênia. através do qual a reforma da decisão recorrida é alcançada por intermédio da realização de um novo julgamento da causa. 240). foi revogado pela lei 11. desconsiderando quase tudo (não pode a pena aumentar. cometendo até injustiças. 5º Ed. no entanto. não há mais razão para sua manutenção. de que a morosidade do Judiciário tem beneficiado demasiadamente os criminosos brasileiros. seu acolhimento leva. especialmente quando a consequência é altamente desfavorável ao acusado”. r Importante ressaltar que o objetivo de suprimir tal recurso não está fulcrado na suposição. sendo suficiente a gravidade da sanção imposta. sustentou o Deputado Federal João Alfredo em seu projeto de lei para revogar os referidos artigos. por outro júri. o protesto por novo júri é um favor libertatis que perdeu toda a sua aplicação diante da atual avalanche de processos que recai sobre o Judiciário. não seria mais necessário mover todo o aparato novamente para ocorrer um novo julgamento pelo júri se este já se realizou. Tal princípio não é atingido porque a nova decisão também será proferida pelo tribunal popular. sua revogação colocaria por terra esta discussão sobre a constitucionalidade ou não do recurso. encerrando então sua vigência. pág. pois a pena. na aplicação da medida da pena: parte da premissa de que sua sentença não poderá conter pena com tempo igual ou superior a 20 (vinte) anos de reclusão. data máxima vênia. Há juristas que entendem que o próprio princípio da soberania dos veredictos (art. mas já reforça a necessidade de revogação dos dispositivos. de modo que o magistrado (juiz-presidente) permanece entre colunas. da Lei Fundamental) é enfraquecido em razão da existência do protesto por novo júri. “Na atual conjuntura recursal. mas o que é defendido é demonstrar que se o dispositivo perdeu o seu valor. O protesto por novo júri estava disciplinado nos art. fica aquém daquela que para ele o réu mereceria. assim. mas somente manter-se ou diminuir) e estabelecendo nova data para o plenário. de 09/06/2008. e aliviando o juiz-presidente para que este aplique a pena que lhe entender justa ao caso concreto. PROTESTO POR NOVO JÚRI “Trata-se de um recurso sui generis. mesmo com esta posição desfavorável no sentido de tentar revogar o recurso de protesto. é uma certa desconfiança no critério dos juízes leigos. não se justifica mais na realidade do ordenamento jurídico. (Recursos no Processo Penal. de modo que melhor é sua supressão por via de revogação. ou que o Código Penal e o Código de Processo Penal têm sido excessivamente benevolente com aqueles que praticam uma infração penal. E mais. cassação) do primeiro julgamento. todavia. contudo. fazendo o juiz todas as contas exatamente para que não ultrapasse os tais 20 (vinte) anos. perdeu sua razão de ser. atrasando ainda mais os futuros julgamentos que seriam realizados. em última análise. se isso é melhor ou não para a sociedade. Não é este o motivo. de modo que possibilite o advogado de defesa entrar com o recurso em questão. muita vez. uma vez que com a supressão deste recurso reforçamos o princípio da soberania do júri e eventuais erros no julgamento podem ainda serem sanados por outros recursos já previstos no codex processual. como pensam alguns. inciso XXXVIII. 607 e 608 do CPP. Ora. Tais fundamentos não são fortes o suficiente para se conseguir revogar qualquer recurso no âmbito criminal. ou então.

689 de 1941) vai de encontro com o que disciplinaria o art. essa discussão estaria encerrada.com. alínea c. ambos do Código de Processo Penal. a Carta Política de 1988. quando emanado de um juiz singular. Aquilo que está em desacordo com a nova ordem constitucional por ela não é recepcionada. não ser esse o melhor posicionamento a respeito. pelo princípio da recepção. 5º. A rigor. Há entendimento de que a soberania do júri fica mitigada pelo recurso. segundo ainda alguns juristas. precisam ser os artigos 607 e 608. com a revogação deste. pois estes podem estar querendo a absolvição. o juiz não pode se sentir acorrentado ao proferir uma sentença. pois. que com pequenas alterações possamos sanar peculiaridades do âmbito do direito criminal para melhorarmos nossa Justiça”. ora. porque os casos merecem peculiaridades no tratamento. o presente recurso poderia sanar a decisão injusta. tanto que o Supremo Tribunal Federal é neste sentido.lei a mencionar que a aplicação da pena acima de 20 (vinte) anos por crimes nos quais os processos são julgados por juiz singular não beneficiam todos. Rodrigo Alberto. inadequações. não se justifica mais a permanência deste recurso no ordenamento pátrio pelas razões supracitadas. cabe ressaltar que o princípio da igualdade (isonomia) é respeitado pelo protesto por novo júri. Revogados. a sentença igual ou acima do numerário da pena aplicada de 20 (vinte) anos por um crime. No entanto. Desta feita. O recurso perdeu sua razão de ser e teve seu fundamento desvirtuado ao longo do tempo. Trata-se diferentemente. Todavia. ora. sabe-se que eventuais irregularidades. mas somente aqueles que são julgados pelo tribunal do povo. erros podem ser argüidos através da via recursal já existente sem a necessária realização de novo plenário. de que há compatibilidade entre o recurso e a Constituição de 1988.iuspedia. A revogação do recurso http://www. Diante de um massacre judiciário que termine em condenação. inciso XXXVIII. justamente por que esta não teria recepcionado aquilo que. já teria revogado aquilo que defendemos. Disponível em 20 . pois outros recursos já estão à disposição para sanar arbitrariedades. tornandose instituto anacrônico que não satisfaz mais o seu objetivo. por lei ordinária (Decreto-Lei n. (PITON. apesar de ainda ser reconhecido pelos tribunais o recurso em análise. sob o fundamento de que a quantidade de pena atingiu determinado limite. isto porque. aqueles que são julgados pelo tribunal popular têm um risco maior de serem julgados erroneamente. o protesto por novo júri é um instrumento que dispõe o juiz visando dar nova oportunidade ao acusado quando aquele vislumbra flagrante desnível absoluto da atuação em plenário. pois são os leigos que os julgam e não um técnico do direito (magistrado). de modo a ajustarmos melhor o engessado Código de Processo Penal. invalidaria a decisão soberana do júri que recebe proteção constitucional. dificilmente cometerá o mesmo erro que o homem do povo que muita vez é confundido pelas próprias perguntas dos quesitos (errare humanum est). que tem todo conhecimento técnico e científico do direito.º 3. criando desigualdade. 2008). Protesto por Novo Júri. porque é direito constitucional que não pode ser violada por artigo de lei. que venha a fulminar uma condenação injusta.br 15 fev. mas pela forma como são colocados os quesitos. portanto. Em verdade. podem se enganar entre o "sim" e o "não". mas trata-se de argumento relevante que sanado seria se fosse revogado os dois artigos do Código de Processo Penal. o que iria contra isonomia consolidada na Constituição. pois se não é com uma grande reforma. tanto é assim que normalmente é procurado explicar aos jurados como devem votar. Mas frisa-se.

010/66. de que resulte a inversão tumultuária dos atos e fórmulas da ordem legal do processo. 8. A correição parcial apresenta semelhanças com a “reclamação” prevista no ordenamento da Alemanha. A previsão legal do recurso esta na lei federal 5.1 Finalidade A finalidade e/ou objetivo da correição parcial é corrigir erros derivados de ação ou omissão do juiz.2 Requisitos de Admissibilidade A correição presta-se ao ataque às decisões ou despachos dos juízes não impugnáveis por outro recurso e que tenham erros ou abusos. e em legislações esparsas de cada estado sobre a organização judiciária. demora em decidir etc. A correição parcial é útil para suprir. A correição tem como fonte a ordenação não guardada que dimana da antiga supplicatio romana e da sopricação portuguesa. 6º e 9º.8. CORREIÇÃO PARCIAL A falta de recurso para impugnação de certas decisões que causam desentendimentos e/ou tumultos no processo fez surgir. a falta de recurso para ataque a decisões proferidas durante o desenvolvimento da causa. no direito brasileiro. 8. em dada situação.3 Prazo 21 . a supressão de atos necessários. Para que ocorra a admissibilidade tem como requisito básico que haver error in procedendo. 8. não o error in judicando. o recurso da correição parcial. art. O erro a ser sanado pela correição é normalmente de caráter procedimental. como a inversão de atos. decisões incompatíveis com o momento processual. que também constitui medida disciplinar de controle dos juízes e é de natureza recursal.

o Ministério Público. no entanto.Em geral a correição parcial é medida formulada no prazo de cinco dias. o advogado.4 Legitimidade Têm legitimidade para interpor correição parcial o réu. 8. CPC).5 Observações Gerais • O efeito de recebimento da correição parcial é o devolutivo. quando houver perigo de dano irreparável (art. poderá o relator conceder o efeito suspensivo a pedido da parte recorrente. 558. o querelante. caput. em caso excepcionalmente. 22 . 8.

9. RECURSO EXTRAORDINÁRIO E RECURSO ESPECIAL “A distinção entre recursos ordinários e extraordinários pode ser feita segundo critérios diversos. (Recursos no Processo Penal. que constituem a interpretação mais autorizada a respeito das disposições atinentes à matéria”. Art. que regula o seu processamento. dirigido ao Supremo Tribunal Federal. mediante recurso extraordinário. finalmente. excluída a análise de matéria de fato. Compete ao Supremo Tribunal Federal. são cabíveis apenas nas hipóteses taxativamente arroladas nos arts. ainda. constituem impugnações extraordinárias exatamente em função das características acima apontadas: são meios de impugnação que estão à disposição das partes. mas que visam na verdade à tutela do próprio direito federal.9. para o Superior Tribunal de Justiça.. 259 e 260). a matéria que pode ser objeto de rediscussão (fato e direito ou apenas direito) ou. prestam-se somente ao reexame de questões de direito. quando a decisão recorrida: a) contrariar dispositivo desta Constituição. nos Regimentos Internos dos referidos Tribunais Superiores. é a garantia da inteireza positiva. 102. os requisitos de admissibilidade (gerais ou especialíssimos). a guarda da Constituição. o recurso extraordinário. cabendo-lhe: III . pág. além do que estão sujeitos a rígidos controles de admissibilidade fixados na Lei 8. (Incluída pela Emenda Constitucional nº 45. para que a interpretação da Constituição da República seja autoridade e uniforme. d) julgar válida lei local contestada em face de lei federal. c) julgar válida lei ou ato de governo local contestado em face desta Constituição. e. e. Compete ao Superior Tribunal de Justiça: 23 .038 de 1990. 105. Entre nós. e o recurso especial. 9.1 Finalidade A finalidade do recurso extraordinário. III (recurso extraordinário) e 105.2 Requisitos de Admissibilidade Art. 5º Ed. b) declarar a inconstitucionalidade de tratado ou lei federal. ainda. a óbices consagrados nas súmulas de jurisprudência do STF e do STJ. 102. de 2004). as causas decididas em única ou última instância. hoje também conhecido como recurso especial. precipuamente. III (recurso especial) da Constituição Federal. levando-se em conta a finalidade da impugnação (proteção do direito subjetivo da parte ou do próprio direito objetivo).julgar.

Quanto ao ofendido.as razões do pedido de reforma da decisão recorrida. 9. a possibilidade de interposição está limitada às hipóteses em que pode recorrer supletivamente (arts. em única ou última instância. habilitado ou não como assistente do Ministério Público. b) julgar válido ato de governo local contestado em face de lei federal. do Distrito Federal e Territórios. ou do repertório autorizado de jurisprudência.a demonstração do cabimento do recurso interposto. 24 .III . II .4 Legitimidade As pessoas legitimadas para recorrer nos recurso extraordinário e especial são as do art. as causas decididas. Os recurso extraordinário e especial. e 598 CPP). 26. 577 do CPP: o Ministério Público. unificou em seu artigo 26 o prazo para a interposição do recurso especial e recurso extraordinário: Art. 584. serão interpostos no prazo comum de 15 (quinze) dias. de 1990.3 Prazo A lei 8. 9. o querelante.julgar. pelos Tribunais Regionais Federais ou pelos tribunais dos Estados. III . ou negar-lhes vigência. em petições distintas que conterão: I .038. de 2004) c) der a lei federal interpretação divergente da que lhe haja atribuído outro tribunal. nos casos previstos na Constituição Federal. o recorrente fará a prova da divergência mediante certidão. § 1º.exposição do fato e do direito.(Redação dada pela Emenda Constitucional nº 45. ou indicação do número e da página do jornal oficial. que o houver publicado. É o entendimento consagrado pela Súmula 210 do STF. perante o Presidente do Tribunal recorrido. o procurador ou o defensor. quando a decisão recorrida: a) contrariar tratado ou lei federal. em recurso especial. Parágrafo único. Quando o recurso se fundar em dissídio entre a interpretação da lei federal adotada pelo julgado recorrido e a que lhe haja dado outro Tribunal. o réu.

nos casos dos arts.“O assistente do Ministério Público pode recorrer. 25 . inclusive extraordinariamente. 584. na ação penal. parágrafo 1º e 598 do Código de Processo Penal”.

Os mesmos são ações autônomas de impugnação a decisões proferidas no âmbito da justiça criminal. O Habeas Corpus também é tratado como um remédio constitucional previsto no art. Da Revisão e também Do Habeas Corpus. No Título III – Dos Recursos em Geral – temos ainda duas previsões. Guilherme Carlos de Freitas Bravo pela oportunidade de conhecer um pouco mais do Direito Processual Penal – Recursos. os trabalhos em grupos e cada momento que passamos juntos durante o semestre aprendendo o nosso Código de Processo Penal. Temos ainda outras duas ações de impugnação: Mandado de Segurança Contra Ato Jurisdicional Penal e também a Reclamação aos Tribunais.CONCLUSÃO A cada trabalho que faço venço um novo desafio. Apesar de esses dois institutos estarem no capítulo de recursos eles não o são. 5º. que. que não foi objeto do trabalho. como foi bom aprender mais do Direito Processual Penal Brasileiro. para a nossa carreira profissional jamais esqueceremos as brilhantes aulas ministradas. Aproveito essa oportunidade para agradecer ao professor Dr. mas certo é. que é cheio de peculiaridades e merece ser estudado com muita dedicação. Agradeço e desejo ser uma acadêmica que o senhor terá orgulho quando me vir alcançando lugares mais altos. “Os Recursos em Espécie” são um exemplo claro das peculiaridades e cuidados do nosso Direito. 26 . inciso LXVIII da CRFB/1988. Como professor o senhor foi brilhante como pessoa superou todas as nossas expectativas e quero com este trabalho agradecer por contribuir com a minha formação. é claro que uns gostam mais do que outros.

Antonio Scarance. recursos em espécie. Ada Pellegrini. PINTO. Livia. Recursos no processo penal: teoria geral dos recursos. Ver. – 5. Vade Mecum compacto / obra coletiva de autoria da Editora Saraiva. Antonio Luiz Toledo. 27 . 2008. e ampl. – São Paulo: Saraiva.. reclamação aos tribunais. 2009. atual. Márcia Cristina Vaz dos Santos. FILHO. – São Paulo: Editora Revistas dos Tribunais. WINDT. FERNANDES. CÉSPEDES. Ed. Antonio Magalhães Gomes. ações de impugnação.BIBLIOGRAFIA GRINOVER.

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