INSTITUIÇÃO EDUCACIONAL CECILIA MARIA DE MELO BARCELOS FACULDADE ASA DE BRUMADINHO CURSO DE DIREITO

DÉBORA GOMES RIBEIRO EUFRAZIO

DIREITO PROCESSUAL PENAL II RECURSOS EM ESPÉCIE

BRUMADINHO 02 de dezembro de 2009

DÉBORA GOMES RIBEIRO EUFRAZIO

DIREITO PROCESSUAL PENAL II RECURSOS EM ESPÉCIE

Trabalho apresentado ao Curso de Direito e Instituição Faculdade ASA de Brumadinho – MG, como requisito parcial para a obtenção de créditos. Disciplina: Direito Processual Penal - II. Professor: Guilherme C. de Freitas Bravo

BRUMADINHO 02 de dezembro de 2009

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3 Prazo 6. PROTESTO POR NOVO JÚRI 8.5 Observações Gerais 6.5 Observações Gerais 5.3 Prazo 8. CORREIÇÃO PARCIAL 8. CARTA TESTEMUNHÁVEL 4.4 Requisitos de admissibilidade 3.2 Requisitos de Admissibilidade 5.6 Legitimidade 4.4 Legitimidade 6.1 Finalidade 1.5 Observações gerais 3.4 Legitimidade 4.2 Requisitos de admissibilidade 1.1 Finalidade 5.4 Legitimidade 8.5 Prazo 3.2 Requisitos de Admissibilidade 6.3 Prazo 4.ÍNDICE INTRODUÇÃO DOS RECURSOS EM ESPÉCIE 1.3 Prazo 1.1 Finalidade 2.2 Requisitos de Admissibilidade 8.2 O agravo em execução penal 3.5 Observações Gerais 5 6 6 6 6 7 8 8 9 9 9 10 10 11 12 12 12 12 13 13 13 14 14 14 14 15 15 16 16 16 16 16 16 18 18 18 18 18 18 19 21 21 21 21 22 22 3 .1 Finalidade 8.4 Legitimidade 5.2 Requisitos de admissibilidade 4.1 Finalidade 4. EMBARGOS INFRINGENTES 5.1 O agravo de decisões de membros de tribunais 3. EMBARGOS DE DECLARAÇÃO 6.3 Prazo 2.1 Finalidade 6.4 Legitimidade 1.4 Legitimidade 2. RECURSO EM SENTIDO ESTRITO 2. AGRAVOS 3.5 Observações gerais 2.2 Requisitos de admissibilidade 2.5 Observações Gerais 7.3 Prazo 5.3 O agravo de instrumento contra a decisão denegatória de recurso extraordinário ou especial 3. APELAÇÃO 1.

A matéria esta regulamenta a partir do art. 4 . Os recursos que iremos tratar são: • • • • • APELAÇÃO.3 Prazo 9. RECURSO EM SENTIDO ESTRITO.1 Finalidade 9. EMBARGOS INFRINGENTES.9. AGRAVO. CARTA TESTEMUNHÁVEL. RECURSO EXTRAORDINÁRIO E RECURSO 23 23 23 24 24 26 27 ESPECIAL 9.2 Requisitos de Admissibilidade 9.4 Legitimidade CONCLUSÃO BIBLIOGRAFIA INTRODUÇÃO Foi proposto que fizesse um trabalho sobre os Recursos no Direito Processual Penal. 574 ao 667 no Código de Processo Penal (CPP).

o prazo recursal. acrescentando mais conhecimento na vida acadêmica. apresentando um trabalho que possa melhorar a formação de cada um. Para um enriquecimento do trabalho desenvolvido utilizei à doutrina. 5 . CORREIÇÃO PARCIAL E RECURSO ESPECIAL E RECURSO EXTRAORDINÁRIO.689. a legitimidade e ainda outras observações que se fizerem necessário como os efeitos de cada recurso. Dentro das condições tentarei explicar cada um dos itens listados. explicando o conceito. o requisito de admissibilidade. a finalidade. PROTESTO POR NOVO JÚRI – Foi revogado pela lei 11. mas quero com este trabalho somar para a nossa turma. o Código de Processo Penal e também artigo da internet (ver a bibliografia). Não sou mestre no assunto. de 09/06/2008.• • • • EMBARGOS DE DECLARAÇÃO.

Atualmente está previsto nos artigos 593-606 do Código de Processo Penal (CPP). APELAÇÃO O recurso de Apelação já vem sendo utilizado desde o Império Romano. II – das decisões definitivas. É importante ressaltar que o art. 1. No Brasil. É eficaz instrumento processual para a atuação do princípio do duplo grau de jurisdição. 581. 1. No inciso I serão apeláveis as sentenças condenatórias e absolutórias – stricto sensu – as mesmas estão previstas nos artigos 386 e 387 do CPP e julgam da procedência ou improcedência da acusação. o Código de processo Criminal do Império de 1832 teve a previsão do recurso de apelação em seus artigos 593-603. caracterizando por ampla devolução cognitiva ao órgão ad quem.1 Finalidade Constitui a apelação na atualidade recurso ordinário por excelência.2 Requisitos de admissibilidade Os requisitos de admissibilidade estão bem claros nos incisos do artigo 593 do CPP.DOS RECURSOS EM ESPÉCIE 1. VI do CPP. são eles: a) Decisões do juiz singular: I – das sentenças definitivas de condenação ou absolvição proferidas por juiz singular. art. também foi aceito no direito canônico e no reino de Portugal. proferidas por juiz singular nos casos não previstos no Capítulo anterior. previsto na quase totalidade das legislações modernas. 6 . 411 do CPP que trata da absolvição sumária dos processos de júri é uma exceção a regra porque é impugnável mediante recurso em sentido estrito.

diversas das sentenças condenatórias e absolutórias. d. quando o prazo já estiver prescrito. por culpa do cartório”. Ainda não poderá o recorrente.for a decisão dos jurados manifestadamente contrária à prova dos autos. ou seja. embora despachada tardiamente”. b) Decisões do Tribunal do Júri: III. ampliar nas razões o âmbito da devolução do recurso para incluir outra. b. são vinculadas as hipóteses. citada as condições acima. Nos juizados especiais. após ter restringido na petição a sua impugnação a determinada hipótese. nada impede que estando ainda o prazo em andamento que a parte acrescente à impugnação outra matéria.ocorrer nulidade posterior à pronúncia. que também será o para o caso de existência de assistente de acusação. 1. será de quinze dias contados da expiração do prazo de recurso do Mistério Público.das decisões do Tribunal do Júri. É importante ressaltar a súmula 320 e 428 do STF que diz: “A apelação despachada pelo juiz no prazo legal não fica prejudicada pela demora da juntada. As razões poderão ser oferecidas no prazo de oito dias. Caso o processo seja de contravenção. sendo conferida sua tempestividade pela data de interposição. O prazo para interposição da apelação.As decisões definitivas – lato sensu – são as resoluções de mérito que encerram o processo. quando alegar uma das alíneas não poderá o tribunal julgar com base em outra. e ainda “não fica prejudicada a apelação entregue em cartório no prazo legal. em qualquer hipótese.for a sentença do juiz-presidente contrária à lei expressa ou à decisão dos jurados. No entanto.3 Prazo A apelação será interposta por uma petição e/ou por termo nos autos no prazo de 5 (cinco) dias. conforme o art. c. 593 do CPP.houver erro ou injustiça no tocante à aplicação da pena ou da medida de segurança. no caso de assistente não habilitado nos autos. o prazo para arrazoar será de três dias. a apelação terá o prazo de dez dias e já serão apresentadas as razões. quando: a. No recurso de apelação no júri. 7 .

A apelação não suspenderá a execução da medida de segurança aplicada provisoriamente. 577 do CPP têm legitimidade para interpor recurso o Ministério Público (não tem o dever de recorrer.4 Legitimidade Segundo o art. 1. Somente não será admitido o recurso da parte que não tiver interesse em modificar ou reformar a sentença. mas o direito). A apelação poderá ser interposta com relação a todo o julgado ou com relação a parte do mesmo. que será necessária. 1. • • Em regra a apelação tem o efeito suspensivo.5 Observações gerais • • Depois de haver apelado o réu condenado vier a fugir a apelação será considerada deserta. A apelação da sentença penal absolutória não é requisito para impedir que o réu seja posto imediatamente em liberdade. para a apresentação das razões. o réu (o fato de ter sido considerado revel não o impede de recorrer). 393. não se exigindo capacidade postulatória.A apelação por termo é aquela desprovida de rigor formal. o querelante (nos crimes de ação pública ou privada. têm ampla legitimidade para apelar). entretanto. 8 . exceto quando ocorrer as duas hipóteses do art. demonstrando o desejo do recurso. seu procurador ou defensor. bastando que o recorrente revele o seu inconformismo com a decisão.

para a impugnação de decisões interlocutórias.1 Finalidade O recurso em sentido estrito é a impugnação voluntária. nos expressos dizeres do art. ainda há outras decisões contra as quais cabe RSE e não estão previstas no art. Decisões com Força de Definitiva (que reconhece a decadência). no sentido estrito. 581). despacho ou sentença: I . 581 a 592 e serve. art.Caberá recurso. De maneira Geral. mediante julgamento pelo seu órgão com competência criminal. manifesta pela parte interessada e prejudicada por decisão judicial criminal que se amolde a uma das situações descritas no art.2. quando determinado por lei. pode-se dizer que o recurso cabe contra: • • • • Decisões Definitivas (absolvição sumária do procedimento do júri). é cabível. ao agravo do Código de Processo Civil.da que recebe só cabe Habeas Corpus). ou pelo tribunal ad quem. As hipóteses do art. além de previsto em leis especiais. Terminativas (que não recebe a denúncia . 581 do CPP. de decisão. 9 . 2. 522 a 529. em juízo de retratação. nos casos por ele relacionados. da decisão. Decisões em Questões Incidentais de Natureza Processual (declaração de incompetência). para tanto subindo os autos principais ou mediante translado. 581 . Requisitos de admissibilidade O recurso em sentido estrito (RSE). RECURSO EM SENTIDO ESTRITO O recurso em sentido estrito está previsto no CPP nos art. 581 seguem um rol taxativo de cabimento (no entanto.que concluir pela incompetência do juízo.2. II . 581 do CPP. despacho e sentença. para o fim de vê-la modificada pelo juiz de primeiro grau. em regra. Corresponde em linhas gerais. 2. Art.que não receber a denúncia ou a queixa.

IV . XXI .que decretar medida de segurança.que conceder ou negar a ordem de habeas corpus.que decretar a prescrição ou julgar. negar ou revogar livramento condicional.que incluir jurado na lista geral ou desta o excluir. V .que decidir sobre a unificação de penas.que julgar procedentes as exceções. extinta a punibilidade. 774. contado da data da publicação definitiva da lista de jurados.que ordenar a suspensão do processo.que denegar a apelação ou a julgar deserta. 586 do CPP. nos casos do art. arbitrar.que converter a multa em detenção ou em prisão simples.que impuser medida de segurança por transgressão de outra. XI .que revogar a medida de segurança. XV . VII .que decidir o incidente de falsidade.que conceder. no caso do inciso XIV. 411. salvo a de suspeição.que absolver o réu. XXII . 2.que julgar quebrada a fiança ou perdido o seu valor. segundo o art.que deixar de revogar a medida de segurança. no todo ou em parte. nos casos do art. o prazo será de 20 (vinte) dias. conceder liberdade provisória ou relaxar a prisão em flagrante. depois de transitar a sentença em julgado.que anular o processo da instrução criminal. por outro modo.que conceder. XX . VI .que indeferir o pedido de reconhecimento da prescrição ou de outra causa extintiva da punibilidade. negar ou revogar a suspensão condicional da pena.que mantiver ou substituir a medida de segurança. X . XIX .que pronunciar ou impronunciar o réu.3 Prazo O prazo para interpor o recurso voluntário será de 5 (cinco) dias. VIII . negar.III . no entanto. cassar ou julgar inidônea a fiança.que conceder. XIV . XVIII . XVII . indeferir requerimento de prisão preventiva ou revogá-la. XVI . XXIII . XIII . nos casos em que a lei admita a revogação.4 Legitimidade 10 . em virtude de questão prejudicial. 2. XXIV . XII . IX .

IV. 11 . Será para o presidente do Tribunal de Apelação a hipótese do inciso XIV. e XXIV do art. VI. • • • • Terá o efeito suspensivo quando: na perda de fiança. 581. nos casos do art. o recurso da pronúncia subirá em traslado. • Havendo dois ou mais réus. ficando o tribunal limitado a conhecer somente a questão que lhe deu causa. exceto nos casos dos incisos V. O jurado que foi excluído. X e XIV. quando qualquer deles se conformar com a decisão ou todos não tiverem sido ainda intimados da pronúncia. Qualquer pessoa (mas só pra tirar alguém da lista de jurados). XVII. incisos I.Têm legitimidade para propor o recurso em sentido estrito as seguintes partes: • • • • • • O réu. O recurso do despacho que julgar quebrada a fiança suspenderá unicamente o efeito de perda da metade do seu valor O réu somente poderá recorrer da pronúncia estando preso. O querelante. O Ministério Público. nos casos admitidos por lei. O ofendido (em casos específicos . Quando o recurso for interposto de ofício. VIII e X e ainda quando o recurso não prejudicar o andamento do processo subirá nos próprios autos. VIII e XV).5 Observações Gerais • • • Os recursos serão sempre para o Tribunal de Apelação. 581. não podendo examinar outras questões decididas no processo. 2. de concessão de livramento condicional e dos incisos XV. • Normalmente o RSE só tem efeito devolutivo.só quando fundamentado nos incisos IV. exceto se prestar fiança. O recurso da pronúncia suspenderá tão somente o julgamento. III.

05. por aplicação analógica do art.1 O agravo de decisões de membros de tribunais “A lei 8. Revogou ainda o art.1993. e dos Tribunais Regionais Federais’. com a revogação do art. Havendo outras decisões dos membros dos tribunais estaduais e federais pode-se utilizar o agravo regimental de acordo com o art.3 O agravo de instrumento contra a decisão denegatória de recurso extraordinário ou especial 12 . AGRAVOS No sistema vigente temos três tipos de agravo: • • • Agravo de decisões que não admitem recurso especial e recurso extraordinário.038/90”. estendeu os arts.658. CPP. 197). 197. Em virtude dessa revogação. CPP. 557. de 26. Agravo de decisões de membros de tribunais para órgãos colegiados dos mesmos tribunais (agravo regimental).210/84): “Das decisões proferidas pelo juiz caberá recurso de agravo. que previa o agravo das decisões do relator nas causas de competência originária. 39 da lei 8. da Lei de Execução Penal (Lei 7. § 3º. Agravo de decisões proferidas pelo juiz na execução criminal. Havendo evidente omissão. Os modos e meios de impugnação do agravo serão de acordo com o regimento do tribunal. parágrafo único. devia a lei conter dispositivo que estendesse o agravo do art. 3. deve-se. 557. 5º Ed. as decisões do relator em causas de competência originária serão impugnáveis por agravo.. parágrafo único. 3. 625. 3. CPP.3. Em suma.2 O agravo em execução penal Diz o art. no prazo de cinco dias. 1º a 12 da lei 8. (Recursos no Processo Penal. por analogia. pág. admitir que o agravo do art. 39 para as decisões proferidas pelo relator nos tribunais estaduais e federais.038 para as ações de competência originária dos ‘Tribunais de Justiça dos Estados e do Distrito Federal. sem efeito suspensivo”. Nada constou na lei. 39 se aplica também às decisões do relator em processos de competência originária das Cortes dos Estados e Distrito Federal e dos Tribunais Regionais Federais.

(Recursos no Processo Penal.Lei 8.5 Prazo O prazo para a interposição do agravo será de 5 (cinco) dias. O interessado . O representante do interessado (cônjuge. ainda que referente a causa instaurada no âmbito dos juizados especiais ”. 297). de entendimento consolidado no STF com a edição da Súmula 727: ‘Não pode o magistrado deixar de encaminhar ao Supremo Tribunal Federal o agravo de instrumento interposto da decisão que não admite recurso extraordinário. RT 484/217). para o Supremo Tribunal Federal ou para o Superior Tribunal de Justiça. parente ou descendente). aliás. conforme o caso”. caberá agravo de instrumento. não cabendo ao presidente do tribunal a quo o indeferimento.sentenciado. 13 . Trata-se. pág. 3. mesmo no caso de manifesta intempestividade (RTJ 76/667.4 Requisitos de admissibilidade Cabe agravo em toda decisão do juiz da execução penal e também da que resolve sobre unificação da pena. 195 da Lei de Execução Penal estão legitimados para propor o agravo: • • • O Ministério Público.038/90. no prazo de 5 (cinco) dias. 3. “O agravo de instrumento deve ser necessariamente encaminhado ao STF ou ao STJ. conforme o caso. 3. para a apreciação. 5º Ed.. artigo 28: “Denegado o recurso extraordinário ou o recurso especial.6 Legitimidade De acordo com o art.

4. para outros. encontrando similar no direito inglês com o “writ de procedendo”. A previsão legal da carta testemunhável está nos art.Dar-se-á carta testemunhável: I . obstar à sua expedição e seguimento para o juízo ad quem.2 Requisitos de admissibilidade O art. Deve ser instruída com peças extraídas do processo correspondentes à instância inferior. 4. não cabe carta testemunhal. é um instrumento processual. Em caso de rejeição liminar de recurso extraordinário. se for obstada a sua apresentação à superior instância.da decisão que denegar o recurso. ou o respectivo seguimento. quando admitidos. CARTA TESTEMUNHÁVEL A carta testemunhável é de origem lusitana. da decisão que denega seguimento aos embargos infringentes. 639 a 646 do CPP. admitindo embora o recurso.1 Finalidade Remédio judicial que tem por finalidade tornar efetivos os recursos denegatórios. mas agravo regimental.4. da decisão denegatória de embargos declaratórios. existe uma discussão doutrinária quanto a sua natureza. Também não cabe carta testemunhável. 639 nos dá as duas hipóteses em que se poderá utilizar a carta testemunhável. não carta testemunhável.da que. 4. no entanto. II . para alguns autores é uma espécie de recurso. e sim agravo de instrumento. Ocorrendo denegação de apelação. 639 . cabe recurso em sentido estrito. Também caberá agravo regimental.3 Prazo 14 . são elas: Art.

devidamente conferida e concertada. será suspenso por 30 (trinta) dias. ou o secretário dará recibo da petição à parte e. no prazo máximo de 5 (cinco) dias. conforme o caso. no caso de recurso no sentido estrito. o instrumento. O escrivão.A carta testemunhável será requerida ao escrivão ou ao secretário do Tribunal. 577. ou deixar de entregar. ou secretário do tribunal.5 Observações Gerais • A carta testemunhável não terá efeito suspensivo. 4. sob qualquer pretexto. nas 48 horas seguintes ao despacho que denegar o recurso. 15 . 4. indicando o requerente as peças do processo que deverão ser trasladadas. fará entrega da carta. que se negar a dar o recibo. ou de 60 (sessenta) dias. no caso de recurso extraordinário.4 Legitimidade A legitimidade é a mesma da regra geral do CPP descrita no art. O escrivão.

. seja melhorada a situação do acusado”. a prevalecer o voto divergente. os embargos serão restritos à matéria objeto de divergência. 5º Ed.2 Requisitos de Admissibilidade Para a proposição de um embargo infringente é necessário a decisão não unânime do juízo de segundo grau. estão legitimados a interpor o réu ou o defensor. (Recursos no Processo Penal.4 Legitimidade Os embargos infringentes são recursos privativos da defesa. na forma do art. pág.3 Prazo Os embargos infringentes e de nulidade poderão ser opostos dentro de 10 (dez) dias. ou seja. 5. O Ministério Público também poderá ser parte legítima desde que em favor do acusado. Se o desacordo for parcial. onde o embargante se debaterá em questões processuais que poderão invalidar o acórdão ou o processo. contra o réu. um julgamento injusto. amplia-se a composição da turma julgadora. 216). não é pacífica. visando a reforma da decisão proferida e os de nulidades. 5. 5. desfavorável ao réu. EMBARGOS INFRINGENTES “Trata-se de impugnação privativa da defesa.5. Através dos embargos infringentes. de sorte a propiciar o reexame da matéria que foi objeto de divergência. pois a existência de um voto mais favorável constitui indício de que a solução dada à causa. a contar da publicação de acórdão. no mínimo. 613. abrindose a possibilidade de que.5 Observações Gerais 16 . 5. 5. cuja previsão parece estar fundada no receio de que possa cristalizar-se.1 Finalidade Os embargos infringentes devem versar sobre matéria de mérito.

• • • Em primeiro momento o efeito do recurso será devolutivo. Não havendo a necessidade de recolhimento do réu à prisão o efeito da sentença será suspenso. A turma julgadora envolvida da prolação da decisão embargada terá um juízo de retratação. porque a oposição dos embargos infringentes devolve ao órgão competente o conhecimento da matéria. 17 .

sem lhe dar nome.1 Finalidade A finalidade dos embargos de declaração é bem clara no art. 619 e 620.6. ver art. também conhecidos como embarguinhos.4 Legitimidade Os embargos de declaração podem ser interpostos por qualquer pessoa legítima a recorrer. O art. 577 do CPP. e está fora do capítulo de recursos. contraditória ou omissa. 382 trata. 6. 18 . obscuridades. 619.5 Observações Gerais • Depois da proposição e recebimento dos embargos de declaração o prazo para a interposição de outros recursos não podem continuar correndo. EMBARGOS DE DECLARAÇÃO Os embargos de declaração estão previstos no Código de Processo Penal nos art. obscura. é evitar e/ou esclarecer ambigüidades. contradições ou omissões nas decisões dos Tribunais. 6.2 Requisitos de Admissibilidade Para a proposição de um embargo infringente é necessário a decisão do tribunal seja ambígua.3 Prazo A proposição de embargos de declaração tem o prazo de 2 (dois) dias contado da publicação do acórdão proferido pelos Tribunais de Apelação. 6. 6. câmaras ou turmas. dos embargos de declaração em primeiro grau de jurisdição. 6.

PROTESTO POR NOVO JÚRI “Trata-se de um recurso sui generis. O que prepondera. 5º Ed. E mais. à invalidação (rectius. como pensam alguns. desconsiderando quase tudo (não pode a pena aumentar. 5º. sendo suficiente a gravidade da sanção imposta. pág. pois a pena. alínea c. através do qual a reforma da decisão recorrida é alcançada por intermédio da realização de um novo julgamento da causa. aplica pena igual ou superior a esta quantia. O protesto por novo júri estava disciplinado nos art. mas o que é defendido é demonstrar que se o dispositivo perdeu o seu valor. da Lei Fundamental) é enfraquecido em razão da existência do protesto por novo júri. “Na atual conjuntura recursal. data máxima vênia. encerrando então sua vigência. (Recursos no Processo Penal. chega o mesmo projeto de 19 . mas somente manter-se ou diminuir) e estabelecendo nova data para o plenário. de 09/06/2008. mas não porque se reconheçam defeitos formais ou eventual erro de apreciação dos jurados. é uma certa desconfiança no critério dos juízes leigos. não se justifica mais na realidade do ordenamento jurídico. em última análise. Ora. de modo que o magistrado (juiz-presidente) permanece entre colunas. cassação) do primeiro julgamento. contudo. e aliviando o juiz-presidente para que este aplique a pena que lhe entender justa ao caso concreto. na aplicação da medida da pena: parte da premissa de que sua sentença não poderá conter pena com tempo igual ou superior a 20 (vinte) anos de reclusão. de modo que possibilite o advogado de defesa entrar com o recurso em questão. assim. ou que o Código Penal e o Código de Processo Penal têm sido excessivamente benevolente com aqueles que praticam uma infração penal. mesmo com esta posição desfavorável no sentido de tentar revogar o recurso de protesto. Data vênia. mas já reforça a necessidade de revogação dos dispositivos. não seria mais necessário mover todo o aparato novamente para ocorrer um novo julgamento pelo júri se este já se realizou. seu acolhimento leva. se isso é melhor ou não para a sociedade. sua revogação colocaria por terra esta discussão sobre a constitucionalidade ou não do recurso. muita vez. ou então. atrasando ainda mais os futuros julgamentos que seriam realizados. uma vez que com a supressão deste recurso reforçamos o princípio da soberania do júri e eventuais erros no julgamento podem ainda serem sanados por outros recursos já previstos no codex processual. especialmente quando a consequência é altamente desfavorável ao acusado”. sustentou o Deputado Federal João Alfredo em seu projeto de lei para revogar os referidos artigos. não há mais razão para sua manutenção. fazendo o juiz todas as contas exatamente para que não ultrapasse os tais 20 (vinte) anos. fica aquém daquela que para ele o réu mereceria. por outro júri. como. cometendo até injustiças. no entanto. o protesto por novo júri é um favor libertatis que perdeu toda a sua aplicação diante da atual avalanche de processos que recai sobre o Judiciário.. esse não é o melhor entendimento a ser vislumbrado. Tais fundamentos não são fortes o suficiente para se conseguir revogar qualquer recurso no âmbito criminal. r Importante ressaltar que o objetivo de suprimir tal recurso não está fulcrado na suposição. pois isto seria outra questão a ser discutida (problemática do sistema prisional brasileiro).689. Não é este o motivo. foi revogado pela lei 11. Tal princípio não é atingido porque a nova decisão também será proferida pelo tribunal popular. não se procura aqui argumentar se as pessoas devem ou não ficar mais tempo presas. de modo que melhor é sua supressão por via de revogação. Há juristas que entendem que o próprio princípio da soberania dos veredictos (art. porém em outro julgamento. perdeu sua razão de ser.7. 240). de que a morosidade do Judiciário tem beneficiado demasiadamente os criminosos brasileiros. 607 e 608 do CPP. inciso XXXVIII. todavia.

º 3. 2008). sob o fundamento de que a quantidade de pena atingiu determinado limite. Protesto por Novo Júri. porque os casos merecem peculiaridades no tratamento. o que iria contra isonomia consolidada na Constituição. Trata-se diferentemente. ora. podem se enganar entre o "sim" e o "não". invalidaria a decisão soberana do júri que recebe proteção constitucional. o juiz não pode se sentir acorrentado ao proferir uma sentença. pelo princípio da recepção. porque é direito constitucional que não pode ser violada por artigo de lei. Diante de um massacre judiciário que termine em condenação. sabe-se que eventuais irregularidades. (PITON. o presente recurso poderia sanar a decisão injusta. já teria revogado aquilo que defendemos. mas somente aqueles que são julgados pelo tribunal do povo. que venha a fulminar uma condenação injusta. o protesto por novo júri é um instrumento que dispõe o juiz visando dar nova oportunidade ao acusado quando aquele vislumbra flagrante desnível absoluto da atuação em plenário. a Carta Política de 1988. Revogados. alínea c. pois outros recursos já estão à disposição para sanar arbitrariedades. Há entendimento de que a soberania do júri fica mitigada pelo recurso. não ser esse o melhor posicionamento a respeito. não se justifica mais a permanência deste recurso no ordenamento pátrio pelas razões supracitadas. mas pela forma como são colocados os quesitos. pois estes podem estar querendo a absolvição. pois são os leigos que os julgam e não um técnico do direito (magistrado). inadequações. erros podem ser argüidos através da via recursal já existente sem a necessária realização de novo plenário. com a revogação deste.689 de 1941) vai de encontro com o que disciplinaria o art. dificilmente cometerá o mesmo erro que o homem do povo que muita vez é confundido pelas próprias perguntas dos quesitos (errare humanum est). criando desigualdade. Aquilo que está em desacordo com a nova ordem constitucional por ela não é recepcionada. O recurso perdeu sua razão de ser e teve seu fundamento desvirtuado ao longo do tempo. apesar de ainda ser reconhecido pelos tribunais o recurso em análise. justamente por que esta não teria recepcionado aquilo que. tanto que o Supremo Tribunal Federal é neste sentido. cabe ressaltar que o princípio da igualdade (isonomia) é respeitado pelo protesto por novo júri. A rigor. A revogação do recurso http://www. pois. No entanto. Rodrigo Alberto. segundo ainda alguns juristas. por lei ordinária (Decreto-Lei n. tornandose instituto anacrônico que não satisfaz mais o seu objetivo. Desta feita. isto porque. de modo a ajustarmos melhor o engessado Código de Processo Penal. tanto é assim que normalmente é procurado explicar aos jurados como devem votar. Disponível em 20 . pois se não é com uma grande reforma.iuspedia. a sentença igual ou acima do numerário da pena aplicada de 20 (vinte) anos por um crime. ora. aqueles que são julgados pelo tribunal popular têm um risco maior de serem julgados erroneamente.com. 5º. mas trata-se de argumento relevante que sanado seria se fosse revogado os dois artigos do Código de Processo Penal. inciso XXXVIII. essa discussão estaria encerrada. quando emanado de um juiz singular. que com pequenas alterações possamos sanar peculiaridades do âmbito do direito criminal para melhorarmos nossa Justiça”. portanto.lei a mencionar que a aplicação da pena acima de 20 (vinte) anos por crimes nos quais os processos são julgados por juiz singular não beneficiam todos. Mas frisa-se.br 15 fev. que tem todo conhecimento técnico e científico do direito. ambos do Código de Processo Penal. precisam ser os artigos 607 e 608. Todavia. Em verdade. de que há compatibilidade entre o recurso e a Constituição de 1988.

8. art. a falta de recurso para ataque a decisões proferidas durante o desenvolvimento da causa. decisões incompatíveis com o momento processual. demora em decidir etc. 8. de que resulte a inversão tumultuária dos atos e fórmulas da ordem legal do processo.1 Finalidade A finalidade e/ou objetivo da correição parcial é corrigir erros derivados de ação ou omissão do juiz. a supressão de atos necessários. no direito brasileiro. A correição parcial apresenta semelhanças com a “reclamação” prevista no ordenamento da Alemanha. que também constitui medida disciplinar de controle dos juízes e é de natureza recursal. 8.010/66. A correição parcial é útil para suprir. O erro a ser sanado pela correição é normalmente de caráter procedimental.2 Requisitos de Admissibilidade A correição presta-se ao ataque às decisões ou despachos dos juízes não impugnáveis por outro recurso e que tenham erros ou abusos.8. não o error in judicando. o recurso da correição parcial. A correição tem como fonte a ordenação não guardada que dimana da antiga supplicatio romana e da sopricação portuguesa. em dada situação. A previsão legal do recurso esta na lei federal 5. 6º e 9º.3 Prazo 21 . e em legislações esparsas de cada estado sobre a organização judiciária. CORREIÇÃO PARCIAL A falta de recurso para impugnação de certas decisões que causam desentendimentos e/ou tumultos no processo fez surgir. Para que ocorra a admissibilidade tem como requisito básico que haver error in procedendo. como a inversão de atos.

4 Legitimidade Têm legitimidade para interpor correição parcial o réu. poderá o relator conceder o efeito suspensivo a pedido da parte recorrente. o advogado. 8. no entanto. caput. quando houver perigo de dano irreparável (art. CPC). 8.5 Observações Gerais • O efeito de recebimento da correição parcial é o devolutivo. o querelante. em caso excepcionalmente.Em geral a correição parcial é medida formulada no prazo de cinco dias. 558. 22 . o Ministério Público.

ainda. 259 e 260). 102. as causas decididas em única ou última instância. de 2004).2 Requisitos de Admissibilidade Art. c) julgar válida lei ou ato de governo local contestado em face desta Constituição. para que a interpretação da Constituição da República seja autoridade e uniforme. a óbices consagrados nas súmulas de jurisprudência do STF e do STJ. III (recurso especial) da Constituição Federal. prestam-se somente ao reexame de questões de direito.. são cabíveis apenas nas hipóteses taxativamente arroladas nos arts. precipuamente. nos Regimentos Internos dos referidos Tribunais Superiores. Entre nós. para o Superior Tribunal de Justiça.9.julgar. pág. Compete ao Superior Tribunal de Justiça: 23 . excluída a análise de matéria de fato. os requisitos de admissibilidade (gerais ou especialíssimos). a guarda da Constituição. mediante recurso extraordinário. que regula o seu processamento. hoje também conhecido como recurso especial. constituem impugnações extraordinárias exatamente em função das características acima apontadas: são meios de impugnação que estão à disposição das partes. finalmente. levando-se em conta a finalidade da impugnação (proteção do direito subjetivo da parte ou do próprio direito objetivo). ainda. que constituem a interpretação mais autorizada a respeito das disposições atinentes à matéria”. 9. (Incluída pela Emenda Constitucional nº 45. d) julgar válida lei local contestada em face de lei federal. o recurso extraordinário. é a garantia da inteireza positiva. Art. a matéria que pode ser objeto de rediscussão (fato e direito ou apenas direito) ou. dirigido ao Supremo Tribunal Federal. cabendo-lhe: III . 9.1 Finalidade A finalidade do recurso extraordinário. (Recursos no Processo Penal. e o recurso especial. b) declarar a inconstitucionalidade de tratado ou lei federal. quando a decisão recorrida: a) contrariar dispositivo desta Constituição. Compete ao Supremo Tribunal Federal.038 de 1990. além do que estão sujeitos a rígidos controles de admissibilidade fixados na Lei 8. 105. e. e. III (recurso extraordinário) e 105. RECURSO EXTRAORDINÁRIO E RECURSO ESPECIAL “A distinção entre recursos ordinários e extraordinários pode ser feita segundo critérios diversos. 102. mas que visam na verdade à tutela do próprio direito federal. 5º Ed.

§ 1º. do Distrito Federal e Territórios. a possibilidade de interposição está limitada às hipóteses em que pode recorrer supletivamente (arts. Quando o recurso se fundar em dissídio entre a interpretação da lei federal adotada pelo julgado recorrido e a que lhe haja dado outro Tribunal. 584. 24 . ou do repertório autorizado de jurisprudência. Quanto ao ofendido.as razões do pedido de reforma da decisão recorrida.038. 26. unificou em seu artigo 26 o prazo para a interposição do recurso especial e recurso extraordinário: Art.III . 577 do CPP: o Ministério Público.4 Legitimidade As pessoas legitimadas para recorrer nos recurso extraordinário e especial são as do art. o réu. ou negar-lhes vigência. II . b) julgar válido ato de governo local contestado em face de lei federal. em petições distintas que conterão: I .julgar. nos casos previstos na Constituição Federal.(Redação dada pela Emenda Constitucional nº 45. e 598 CPP). o recorrente fará a prova da divergência mediante certidão.3 Prazo A lei 8. em recurso especial. o procurador ou o defensor. III .a demonstração do cabimento do recurso interposto. perante o Presidente do Tribunal recorrido. 9. de 1990. de 2004) c) der a lei federal interpretação divergente da que lhe haja atribuído outro tribunal. Os recurso extraordinário e especial. ou indicação do número e da página do jornal oficial.exposição do fato e do direito. o querelante. as causas decididas. em única ou última instância. pelos Tribunais Regionais Federais ou pelos tribunais dos Estados. quando a decisão recorrida: a) contrariar tratado ou lei federal. 9. Parágrafo único. serão interpostos no prazo comum de 15 (quinze) dias. que o houver publicado. habilitado ou não como assistente do Ministério Público. É o entendimento consagrado pela Súmula 210 do STF.

na ação penal. 584. parágrafo 1º e 598 do Código de Processo Penal”.“O assistente do Ministério Público pode recorrer. 25 . nos casos dos arts. inclusive extraordinariamente.

O Habeas Corpus também é tratado como um remédio constitucional previsto no art. Guilherme Carlos de Freitas Bravo pela oportunidade de conhecer um pouco mais do Direito Processual Penal – Recursos. que é cheio de peculiaridades e merece ser estudado com muita dedicação.CONCLUSÃO A cada trabalho que faço venço um novo desafio. Da Revisão e também Do Habeas Corpus. que não foi objeto do trabalho. 26 . os trabalhos em grupos e cada momento que passamos juntos durante o semestre aprendendo o nosso Código de Processo Penal. como foi bom aprender mais do Direito Processual Penal Brasileiro. Aproveito essa oportunidade para agradecer ao professor Dr. Os mesmos são ações autônomas de impugnação a decisões proferidas no âmbito da justiça criminal. Agradeço e desejo ser uma acadêmica que o senhor terá orgulho quando me vir alcançando lugares mais altos. Temos ainda outras duas ações de impugnação: Mandado de Segurança Contra Ato Jurisdicional Penal e também a Reclamação aos Tribunais. para a nossa carreira profissional jamais esqueceremos as brilhantes aulas ministradas. é claro que uns gostam mais do que outros. mas certo é. Apesar de esses dois institutos estarem no capítulo de recursos eles não o são. Como professor o senhor foi brilhante como pessoa superou todas as nossas expectativas e quero com este trabalho agradecer por contribuir com a minha formação. 5º. inciso LXVIII da CRFB/1988. “Os Recursos em Espécie” são um exemplo claro das peculiaridades e cuidados do nosso Direito. que. No Título III – Dos Recursos em Geral – temos ainda duas previsões.

Ada Pellegrini. 2009. Ed. Antonio Scarance.BIBLIOGRAFIA GRINOVER. Antonio Luiz Toledo. WINDT. Antonio Magalhães Gomes. CÉSPEDES. e ampl. – São Paulo: Saraiva. – 5. Márcia Cristina Vaz dos Santos. 27 . Ver. FILHO. Livia. recursos em espécie. FERNANDES. PINTO. 2008.. reclamação aos tribunais. ações de impugnação. Vade Mecum compacto / obra coletiva de autoria da Editora Saraiva. atual. Recursos no processo penal: teoria geral dos recursos. – São Paulo: Editora Revistas dos Tribunais.

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