INSTITUIÇÃO EDUCACIONAL CECILIA MARIA DE MELO BARCELOS FACULDADE ASA DE BRUMADINHO CURSO DE DIREITO

DÉBORA GOMES RIBEIRO EUFRAZIO

DIREITO PROCESSUAL PENAL II RECURSOS EM ESPÉCIE

BRUMADINHO 02 de dezembro de 2009

DÉBORA GOMES RIBEIRO EUFRAZIO

DIREITO PROCESSUAL PENAL II RECURSOS EM ESPÉCIE

Trabalho apresentado ao Curso de Direito e Instituição Faculdade ASA de Brumadinho – MG, como requisito parcial para a obtenção de créditos. Disciplina: Direito Processual Penal - II. Professor: Guilherme C. de Freitas Bravo

BRUMADINHO 02 de dezembro de 2009

2

4 Legitimidade 1.ÍNDICE INTRODUÇÃO DOS RECURSOS EM ESPÉCIE 1.3 Prazo 6.2 Requisitos de admissibilidade 4.5 Observações gerais 2.2 Requisitos de admissibilidade 2.4 Legitimidade 6. CORREIÇÃO PARCIAL 8.3 O agravo de instrumento contra a decisão denegatória de recurso extraordinário ou especial 3.2 O agravo em execução penal 3. EMBARGOS INFRINGENTES 5.2 Requisitos de admissibilidade 1.3 Prazo 2.6 Legitimidade 4. PROTESTO POR NOVO JÚRI 8.5 Observações Gerais 5 6 6 6 6 7 8 8 9 9 9 10 10 11 12 12 12 12 13 13 13 14 14 14 14 15 15 16 16 16 16 16 16 18 18 18 18 18 18 19 21 21 21 21 22 22 3 . APELAÇÃO 1.4 Legitimidade 5. CARTA TESTEMUNHÁVEL 4.4 Legitimidade 2.2 Requisitos de Admissibilidade 5.2 Requisitos de Admissibilidade 8.5 Prazo 3.1 Finalidade 6.4 Legitimidade 4.4 Requisitos de admissibilidade 3.5 Observações gerais 3. RECURSO EM SENTIDO ESTRITO 2.1 Finalidade 4.1 Finalidade 2.3 Prazo 5.1 Finalidade 8. AGRAVOS 3. EMBARGOS DE DECLARAÇÃO 6.1 O agravo de decisões de membros de tribunais 3.4 Legitimidade 8.1 Finalidade 1.3 Prazo 8.5 Observações Gerais 5.3 Prazo 1.5 Observações Gerais 6.3 Prazo 4.1 Finalidade 5.2 Requisitos de Admissibilidade 6.5 Observações Gerais 7.

1 Finalidade 9. Os recursos que iremos tratar são: • • • • • APELAÇÃO. RECURSO EXTRAORDINÁRIO E RECURSO 23 23 23 24 24 26 27 ESPECIAL 9. RECURSO EM SENTIDO ESTRITO. 574 ao 667 no Código de Processo Penal (CPP).3 Prazo 9.2 Requisitos de Admissibilidade 9.9. EMBARGOS INFRINGENTES.4 Legitimidade CONCLUSÃO BIBLIOGRAFIA INTRODUÇÃO Foi proposto que fizesse um trabalho sobre os Recursos no Direito Processual Penal. A matéria esta regulamenta a partir do art. AGRAVO. CARTA TESTEMUNHÁVEL. 4 .

Dentro das condições tentarei explicar cada um dos itens listados. PROTESTO POR NOVO JÚRI – Foi revogado pela lei 11. de 09/06/2008. o Código de Processo Penal e também artigo da internet (ver a bibliografia). CORREIÇÃO PARCIAL E RECURSO ESPECIAL E RECURSO EXTRAORDINÁRIO.689. mas quero com este trabalho somar para a nossa turma. a finalidade. Não sou mestre no assunto. 5 . o requisito de admissibilidade. acrescentando mais conhecimento na vida acadêmica.• • • • EMBARGOS DE DECLARAÇÃO. o prazo recursal. a legitimidade e ainda outras observações que se fizerem necessário como os efeitos de cada recurso. apresentando um trabalho que possa melhorar a formação de cada um. Para um enriquecimento do trabalho desenvolvido utilizei à doutrina. explicando o conceito.

1. É eficaz instrumento processual para a atuação do princípio do duplo grau de jurisdição. caracterizando por ampla devolução cognitiva ao órgão ad quem. 1. APELAÇÃO O recurso de Apelação já vem sendo utilizado desde o Império Romano.1 Finalidade Constitui a apelação na atualidade recurso ordinário por excelência. 6 . previsto na quase totalidade das legislações modernas. são eles: a) Decisões do juiz singular: I – das sentenças definitivas de condenação ou absolvição proferidas por juiz singular. Atualmente está previsto nos artigos 593-606 do Código de Processo Penal (CPP). É importante ressaltar que o art. 581. No inciso I serão apeláveis as sentenças condenatórias e absolutórias – stricto sensu – as mesmas estão previstas nos artigos 386 e 387 do CPP e julgam da procedência ou improcedência da acusação. 411 do CPP que trata da absolvição sumária dos processos de júri é uma exceção a regra porque é impugnável mediante recurso em sentido estrito. art.2 Requisitos de admissibilidade Os requisitos de admissibilidade estão bem claros nos incisos do artigo 593 do CPP. II – das decisões definitivas. também foi aceito no direito canônico e no reino de Portugal.DOS RECURSOS EM ESPÉCIE 1. proferidas por juiz singular nos casos não previstos no Capítulo anterior. VI do CPP. No Brasil. o Código de processo Criminal do Império de 1832 teve a previsão do recurso de apelação em seus artigos 593-603.

ampliar nas razões o âmbito da devolução do recurso para incluir outra. d. será de quinze dias contados da expiração do prazo de recurso do Mistério Público. Ainda não poderá o recorrente. sendo conferida sua tempestividade pela data de interposição. No recurso de apelação no júri. b. nada impede que estando ainda o prazo em andamento que a parte acrescente à impugnação outra matéria. e ainda “não fica prejudicada a apelação entregue em cartório no prazo legal.ocorrer nulidade posterior à pronúncia. quando: a. 593 do CPP.for a sentença do juiz-presidente contrária à lei expressa ou à decisão dos jurados. 7 . o prazo para arrazoar será de três dias. em qualquer hipótese.As decisões definitivas – lato sensu – são as resoluções de mérito que encerram o processo. 1. no caso de assistente não habilitado nos autos.for a decisão dos jurados manifestadamente contrária à prova dos autos. ou seja.3 Prazo A apelação será interposta por uma petição e/ou por termo nos autos no prazo de 5 (cinco) dias. Nos juizados especiais. a apelação terá o prazo de dez dias e já serão apresentadas as razões. quando alegar uma das alíneas não poderá o tribunal julgar com base em outra. embora despachada tardiamente”.das decisões do Tribunal do Júri. conforme o art. são vinculadas as hipóteses. No entanto. b) Decisões do Tribunal do Júri: III. c. que também será o para o caso de existência de assistente de acusação. quando o prazo já estiver prescrito. É importante ressaltar a súmula 320 e 428 do STF que diz: “A apelação despachada pelo juiz no prazo legal não fica prejudicada pela demora da juntada. após ter restringido na petição a sua impugnação a determinada hipótese. diversas das sentenças condenatórias e absolutórias. por culpa do cartório”. As razões poderão ser oferecidas no prazo de oito dias. Caso o processo seja de contravenção.houver erro ou injustiça no tocante à aplicação da pena ou da medida de segurança. O prazo para interposição da apelação. citada as condições acima.

bastando que o recorrente revele o seu inconformismo com a decisão. • • Em regra a apelação tem o efeito suspensivo. o réu (o fato de ter sido considerado revel não o impede de recorrer). seu procurador ou defensor. o querelante (nos crimes de ação pública ou privada. não se exigindo capacidade postulatória. para a apresentação das razões. têm ampla legitimidade para apelar). que será necessária. 8 . 1. 577 do CPP têm legitimidade para interpor recurso o Ministério Público (não tem o dever de recorrer. mas o direito).4 Legitimidade Segundo o art. 1. exceto quando ocorrer as duas hipóteses do art. demonstrando o desejo do recurso. A apelação não suspenderá a execução da medida de segurança aplicada provisoriamente. A apelação da sentença penal absolutória não é requisito para impedir que o réu seja posto imediatamente em liberdade. entretanto.A apelação por termo é aquela desprovida de rigor formal.5 Observações gerais • • Depois de haver apelado o réu condenado vier a fugir a apelação será considerada deserta. A apelação poderá ser interposta com relação a todo o julgado ou com relação a parte do mesmo. Somente não será admitido o recurso da parte que não tiver interesse em modificar ou reformar a sentença. 393.

De maneira Geral.2. ou pelo tribunal ad quem. Corresponde em linhas gerais. ainda há outras decisões contra as quais cabe RSE e não estão previstas no art. 581 a 592 e serve. Requisitos de admissibilidade O recurso em sentido estrito (RSE). 581 do CPP.que concluir pela incompetência do juízo. 581).2. para tanto subindo os autos principais ou mediante translado. Decisões em Questões Incidentais de Natureza Processual (declaração de incompetência). ao agravo do Código de Processo Civil. em regra. no sentido estrito. despacho e sentença. 581 do CPP.Caberá recurso. para o fim de vê-la modificada pelo juiz de primeiro grau. Decisões com Força de Definitiva (que reconhece a decadência). As hipóteses do art. da decisão. nos casos por ele relacionados. despacho ou sentença: I .da que recebe só cabe Habeas Corpus). Art. é cabível. pode-se dizer que o recurso cabe contra: • • • • Decisões Definitivas (absolvição sumária do procedimento do júri). além de previsto em leis especiais. nos expressos dizeres do art. RECURSO EM SENTIDO ESTRITO O recurso em sentido estrito está previsto no CPP nos art. 581 . em juízo de retratação. 581 seguem um rol taxativo de cabimento (no entanto. manifesta pela parte interessada e prejudicada por decisão judicial criminal que se amolde a uma das situações descritas no art. para a impugnação de decisões interlocutórias. art. 2. II . mediante julgamento pelo seu órgão com competência criminal. 2. Terminativas (que não recebe a denúncia . quando determinado por lei. de decisão. 9 . 522 a 529.1 Finalidade O recurso em sentido estrito é a impugnação voluntária.que não receber a denúncia ou a queixa.

por outro modo.que conceder ou negar a ordem de habeas corpus. X . VII . IV .que decretar a prescrição ou julgar. 411. depois de transitar a sentença em julgado. XIV .que denegar a apelação ou a julgar deserta.que conceder. XV . nos casos do art. XX .que julgar quebrada a fiança ou perdido o seu valor.que indeferir o pedido de reconhecimento da prescrição ou de outra causa extintiva da punibilidade. XVI . VIII . XI . V . negar ou revogar a suspensão condicional da pena. XXII .que impuser medida de segurança por transgressão de outra.que incluir jurado na lista geral ou desta o excluir. nos casos em que a lei admita a revogação. XVII . IX .que revogar a medida de segurança. XIII .que conceder. salvo a de suspeição. conceder liberdade provisória ou relaxar a prisão em flagrante. extinta a punibilidade. cassar ou julgar inidônea a fiança. no todo ou em parte. segundo o art. XII .4 Legitimidade 10 .que decretar medida de segurança. XVIII .que deixar de revogar a medida de segurança.3 Prazo O prazo para interpor o recurso voluntário será de 5 (cinco) dias.que converter a multa em detenção ou em prisão simples. 774.que conceder.que pronunciar ou impronunciar o réu.que decidir sobre a unificação de penas.que mantiver ou substituir a medida de segurança.que julgar procedentes as exceções.que anular o processo da instrução criminal. XXIV . 586 do CPP. indeferir requerimento de prisão preventiva ou revogá-la. negar. 2. negar ou revogar livramento condicional. VI .que absolver o réu. o prazo será de 20 (vinte) dias. XIX .que ordenar a suspensão do processo. nos casos do art. 2. XXI .que decidir o incidente de falsidade. em virtude de questão prejudicial.III . no entanto. XXIII . contado da data da publicação definitiva da lista de jurados. no caso do inciso XIV. arbitrar.

nos casos admitidos por lei. Qualquer pessoa (mas só pra tirar alguém da lista de jurados). O ofendido (em casos específicos . de concessão de livramento condicional e dos incisos XV. 11 . III. 2. Quando o recurso for interposto de ofício. O recurso do despacho que julgar quebrada a fiança suspenderá unicamente o efeito de perda da metade do seu valor O réu somente poderá recorrer da pronúncia estando preso. nos casos do art. não podendo examinar outras questões decididas no processo. Será para o presidente do Tribunal de Apelação a hipótese do inciso XIV. VIII e XV). o recurso da pronúncia subirá em traslado. ficando o tribunal limitado a conhecer somente a questão que lhe deu causa. VIII e X e ainda quando o recurso não prejudicar o andamento do processo subirá nos próprios autos. O jurado que foi excluído. O Ministério Público. • Havendo dois ou mais réus. exceto se prestar fiança. O querelante. exceto nos casos dos incisos V. 581. quando qualquer deles se conformar com a decisão ou todos não tiverem sido ainda intimados da pronúncia. 581. IV. • • • • Terá o efeito suspensivo quando: na perda de fiança. XVII. e XXIV do art. incisos I. VI. X e XIV. • Normalmente o RSE só tem efeito devolutivo.Têm legitimidade para propor o recurso em sentido estrito as seguintes partes: • • • • • • O réu. O recurso da pronúncia suspenderá tão somente o julgamento.só quando fundamentado nos incisos IV.5 Observações Gerais • • • Os recursos serão sempre para o Tribunal de Apelação.

Revogou ainda o art. (Recursos no Processo Penal.038 para as ações de competência originária dos ‘Tribunais de Justiça dos Estados e do Distrito Federal. admitir que o agravo do art. 3. Nada constou na lei. por analogia. 3. da Lei de Execução Penal (Lei 7. estendeu os arts. 557.210/84): “Das decisões proferidas pelo juiz caberá recurso de agravo. 39 da lei 8. que previa o agravo das decisões do relator nas causas de competência originária. CPP. Os modos e meios de impugnação do agravo serão de acordo com o regimento do tribunal.038/90”. com a revogação do art. 557. Havendo evidente omissão. parágrafo único. no prazo de cinco dias. de 26. parágrafo único.3 O agravo de instrumento contra a decisão denegatória de recurso extraordinário ou especial 12 . deve-se.1993. as decisões do relator em causas de competência originária serão impugnáveis por agravo. 39 se aplica também às decisões do relator em processos de competência originária das Cortes dos Estados e Distrito Federal e dos Tribunais Regionais Federais.3. Em virtude dessa revogação. 197).. 625. devia a lei conter dispositivo que estendesse o agravo do art. Havendo outras decisões dos membros dos tribunais estaduais e federais pode-se utilizar o agravo regimental de acordo com o art. Em suma. § 3º. por aplicação analógica do art. 1º a 12 da lei 8. Agravo de decisões proferidas pelo juiz na execução criminal. 39 para as decisões proferidas pelo relator nos tribunais estaduais e federais. sem efeito suspensivo”. 197.658. CPP.05. CPP.2 O agravo em execução penal Diz o art. pág. 3.1 O agravo de decisões de membros de tribunais “A lei 8. e dos Tribunais Regionais Federais’. 5º Ed. AGRAVOS No sistema vigente temos três tipos de agravo: • • • Agravo de decisões que não admitem recurso especial e recurso extraordinário. Agravo de decisões de membros de tribunais para órgãos colegiados dos mesmos tribunais (agravo regimental).

Trata-se. conforme o caso”. O interessado . 3.Lei 8. aliás. O representante do interessado (cônjuge. ainda que referente a causa instaurada no âmbito dos juizados especiais ”. 297).4 Requisitos de admissibilidade Cabe agravo em toda decisão do juiz da execução penal e também da que resolve sobre unificação da pena. caberá agravo de instrumento.6 Legitimidade De acordo com o art. 13 . 3. RT 484/217). mesmo no caso de manifesta intempestividade (RTJ 76/667. no prazo de 5 (cinco) dias. 3. conforme o caso. 195 da Lei de Execução Penal estão legitimados para propor o agravo: • • • O Ministério Público. de entendimento consolidado no STF com a edição da Súmula 727: ‘Não pode o magistrado deixar de encaminhar ao Supremo Tribunal Federal o agravo de instrumento interposto da decisão que não admite recurso extraordinário. para a apreciação. parente ou descendente). pág.5 Prazo O prazo para a interposição do agravo será de 5 (cinco) dias. não cabendo ao presidente do tribunal a quo o indeferimento. artigo 28: “Denegado o recurso extraordinário ou o recurso especial. para o Supremo Tribunal Federal ou para o Superior Tribunal de Justiça. (Recursos no Processo Penal. “O agravo de instrumento deve ser necessariamente encaminhado ao STF ou ao STJ. 5º Ed.sentenciado..038/90.

Também caberá agravo regimental. 639 a 646 do CPP. da decisão que denega seguimento aos embargos infringentes. não cabe carta testemunhal. é um instrumento processual. 639 . não carta testemunhável.Dar-se-á carta testemunhável: I . no entanto. para alguns autores é uma espécie de recurso.3 Prazo 14 . encontrando similar no direito inglês com o “writ de procedendo”. Ocorrendo denegação de apelação. mas agravo regimental. admitindo embora o recurso. cabe recurso em sentido estrito.2 Requisitos de admissibilidade O art. se for obstada a sua apresentação à superior instância. quando admitidos. II . Em caso de rejeição liminar de recurso extraordinário. existe uma discussão doutrinária quanto a sua natureza. obstar à sua expedição e seguimento para o juízo ad quem. ou o respectivo seguimento. Também não cabe carta testemunhável. 4. A previsão legal da carta testemunhável está nos art.4. Deve ser instruída com peças extraídas do processo correspondentes à instância inferior. 4. para outros.da que. 4. e sim agravo de instrumento. são elas: Art. CARTA TESTEMUNHÁVEL A carta testemunhável é de origem lusitana.da decisão que denegar o recurso.1 Finalidade Remédio judicial que tem por finalidade tornar efetivos os recursos denegatórios. da decisão denegatória de embargos declaratórios. 639 nos dá as duas hipóteses em que se poderá utilizar a carta testemunhável.

conforme o caso. no caso de recurso no sentido estrito. 577. que se negar a dar o recibo.4 Legitimidade A legitimidade é a mesma da regra geral do CPP descrita no art.A carta testemunhável será requerida ao escrivão ou ao secretário do Tribunal. no caso de recurso extraordinário. O escrivão. O escrivão. 15 . no prazo máximo de 5 (cinco) dias. o instrumento. indicando o requerente as peças do processo que deverão ser trasladadas. ou o secretário dará recibo da petição à parte e. ou secretário do tribunal. nas 48 horas seguintes ao despacho que denegar o recurso. será suspenso por 30 (trinta) dias.5 Observações Gerais • A carta testemunhável não terá efeito suspensivo. fará entrega da carta. devidamente conferida e concertada. 4. sob qualquer pretexto. ou de 60 (sessenta) dias. 4. ou deixar de entregar.

5.5. amplia-se a composição da turma julgadora. contra o réu. na forma do art.2 Requisitos de Admissibilidade Para a proposição de um embargo infringente é necessário a decisão não unânime do juízo de segundo grau.5 Observações Gerais 16 .1 Finalidade Os embargos infringentes devem versar sobre matéria de mérito. pág. Através dos embargos infringentes. Se o desacordo for parcial. no mínimo. visando a reforma da decisão proferida e os de nulidades. 5.. pois a existência de um voto mais favorável constitui indício de que a solução dada à causa. onde o embargante se debaterá em questões processuais que poderão invalidar o acórdão ou o processo. a contar da publicação de acórdão. 5. EMBARGOS INFRINGENTES “Trata-se de impugnação privativa da defesa. cuja previsão parece estar fundada no receio de que possa cristalizar-se. 5. 216). 613. ou seja. a prevalecer o voto divergente. estão legitimados a interpor o réu ou o defensor. desfavorável ao réu. não é pacífica. um julgamento injusto. 5. 5º Ed. abrindose a possibilidade de que.3 Prazo Os embargos infringentes e de nulidade poderão ser opostos dentro de 10 (dez) dias. de sorte a propiciar o reexame da matéria que foi objeto de divergência. O Ministério Público também poderá ser parte legítima desde que em favor do acusado.4 Legitimidade Os embargos infringentes são recursos privativos da defesa. os embargos serão restritos à matéria objeto de divergência. seja melhorada a situação do acusado”. (Recursos no Processo Penal.

Não havendo a necessidade de recolhimento do réu à prisão o efeito da sentença será suspenso. A turma julgadora envolvida da prolação da decisão embargada terá um juízo de retratação.• • • Em primeiro momento o efeito do recurso será devolutivo. porque a oposição dos embargos infringentes devolve ao órgão competente o conhecimento da matéria. 17 .

6. EMBARGOS DE DECLARAÇÃO Os embargos de declaração estão previstos no Código de Processo Penal nos art. câmaras ou turmas. e está fora do capítulo de recursos.6. dos embargos de declaração em primeiro grau de jurisdição. ver art. 6. 619 e 620.1 Finalidade A finalidade dos embargos de declaração é bem clara no art. obscuridades. 6.5 Observações Gerais • Depois da proposição e recebimento dos embargos de declaração o prazo para a interposição de outros recursos não podem continuar correndo. é evitar e/ou esclarecer ambigüidades.3 Prazo A proposição de embargos de declaração tem o prazo de 2 (dois) dias contado da publicação do acórdão proferido pelos Tribunais de Apelação.4 Legitimidade Os embargos de declaração podem ser interpostos por qualquer pessoa legítima a recorrer. 382 trata. contradições ou omissões nas decisões dos Tribunais. também conhecidos como embarguinhos. 577 do CPP.2 Requisitos de Admissibilidade Para a proposição de um embargo infringente é necessário a decisão do tribunal seja ambígua. contraditória ou omissa. 18 . obscura. 619. sem lhe dar nome. 6. O art. 6.

sua revogação colocaria por terra esta discussão sobre a constitucionalidade ou não do recurso. mas o que é defendido é demonstrar que se o dispositivo perdeu o seu valor. Tais fundamentos não são fortes o suficiente para se conseguir revogar qualquer recurso no âmbito criminal. não se procura aqui argumentar se as pessoas devem ou não ficar mais tempo presas.. não se justifica mais na realidade do ordenamento jurídico. “Na atual conjuntura recursal. Tal princípio não é atingido porque a nova decisão também será proferida pelo tribunal popular. o protesto por novo júri é um favor libertatis que perdeu toda a sua aplicação diante da atual avalanche de processos que recai sobre o Judiciário. PROTESTO POR NOVO JÚRI “Trata-se de um recurso sui generis. à invalidação (rectius. todavia. ou então. de modo que o magistrado (juiz-presidente) permanece entre colunas. e aliviando o juiz-presidente para que este aplique a pena que lhe entender justa ao caso concreto. pág. porém em outro julgamento. O protesto por novo júri estava disciplinado nos art. não seria mais necessário mover todo o aparato novamente para ocorrer um novo julgamento pelo júri se este já se realizou. pois a pena. Data vênia. (Recursos no Processo Penal. atrasando ainda mais os futuros julgamentos que seriam realizados. encerrando então sua vigência. 240). E mais. por outro júri. desconsiderando quase tudo (não pode a pena aumentar. não há mais razão para sua manutenção. Não é este o motivo. mesmo com esta posição desfavorável no sentido de tentar revogar o recurso de protesto. foi revogado pela lei 11. 5º. de 09/06/2008. muita vez. de modo que possibilite o advogado de defesa entrar com o recurso em questão. perdeu sua razão de ser. esse não é o melhor entendimento a ser vislumbrado. Ora. 607 e 608 do CPP. r Importante ressaltar que o objetivo de suprimir tal recurso não está fulcrado na suposição. ou que o Código Penal e o Código de Processo Penal têm sido excessivamente benevolente com aqueles que praticam uma infração penal. em última análise. cometendo até injustiças. assim. é uma certa desconfiança no critério dos juízes leigos. cassação) do primeiro julgamento. fazendo o juiz todas as contas exatamente para que não ultrapasse os tais 20 (vinte) anos. especialmente quando a consequência é altamente desfavorável ao acusado”. no entanto. se isso é melhor ou não para a sociedade. de modo que melhor é sua supressão por via de revogação. data máxima vênia. mas já reforça a necessidade de revogação dos dispositivos. mas não porque se reconheçam defeitos formais ou eventual erro de apreciação dos jurados. aplica pena igual ou superior a esta quantia. na aplicação da medida da pena: parte da premissa de que sua sentença não poderá conter pena com tempo igual ou superior a 20 (vinte) anos de reclusão. Há juristas que entendem que o próprio princípio da soberania dos veredictos (art. através do qual a reforma da decisão recorrida é alcançada por intermédio da realização de um novo julgamento da causa. de que a morosidade do Judiciário tem beneficiado demasiadamente os criminosos brasileiros. fica aquém daquela que para ele o réu mereceria. como. mas somente manter-se ou diminuir) e estabelecendo nova data para o plenário. contudo. sustentou o Deputado Federal João Alfredo em seu projeto de lei para revogar os referidos artigos. 5º Ed. como pensam alguns. O que prepondera. alínea c. inciso XXXVIII. chega o mesmo projeto de 19 . uma vez que com a supressão deste recurso reforçamos o princípio da soberania do júri e eventuais erros no julgamento podem ainda serem sanados por outros recursos já previstos no codex processual.689. da Lei Fundamental) é enfraquecido em razão da existência do protesto por novo júri. pois isto seria outra questão a ser discutida (problemática do sistema prisional brasileiro).7. seu acolhimento leva. sendo suficiente a gravidade da sanção imposta.

de modo a ajustarmos melhor o engessado Código de Processo Penal. não se justifica mais a permanência deste recurso no ordenamento pátrio pelas razões supracitadas. Aquilo que está em desacordo com a nova ordem constitucional por ela não é recepcionada. porque os casos merecem peculiaridades no tratamento. por lei ordinária (Decreto-Lei n.º 3. sabe-se que eventuais irregularidades. alínea c. A rigor. quando emanado de um juiz singular. Em verdade. sob o fundamento de que a quantidade de pena atingiu determinado limite. que venha a fulminar uma condenação injusta. mas trata-se de argumento relevante que sanado seria se fosse revogado os dois artigos do Código de Processo Penal. 5º. porque é direito constitucional que não pode ser violada por artigo de lei. ambos do Código de Processo Penal. pois estes podem estar querendo a absolvição. portanto. mas pela forma como são colocados os quesitos. pois. tornandose instituto anacrônico que não satisfaz mais o seu objetivo. segundo ainda alguns juristas. tanto que o Supremo Tribunal Federal é neste sentido. Trata-se diferentemente. o presente recurso poderia sanar a decisão injusta. No entanto. Protesto por Novo Júri. já teria revogado aquilo que defendemos. que com pequenas alterações possamos sanar peculiaridades do âmbito do direito criminal para melhorarmos nossa Justiça”. (PITON. podem se enganar entre o "sim" e o "não". Revogados. Disponível em 20 . apesar de ainda ser reconhecido pelos tribunais o recurso em análise. Há entendimento de que a soberania do júri fica mitigada pelo recurso. erros podem ser argüidos através da via recursal já existente sem a necessária realização de novo plenário. Diante de um massacre judiciário que termine em condenação.br 15 fev. pois se não é com uma grande reforma. ora.com. o que iria contra isonomia consolidada na Constituição. cabe ressaltar que o princípio da igualdade (isonomia) é respeitado pelo protesto por novo júri. Mas frisa-se. isto porque.lei a mencionar que a aplicação da pena acima de 20 (vinte) anos por crimes nos quais os processos são julgados por juiz singular não beneficiam todos. pois são os leigos que os julgam e não um técnico do direito (magistrado). Rodrigo Alberto. pois outros recursos já estão à disposição para sanar arbitrariedades. o juiz não pode se sentir acorrentado ao proferir uma sentença. com a revogação deste. mas somente aqueles que são julgados pelo tribunal do povo. A revogação do recurso http://www. precisam ser os artigos 607 e 608. ora. inadequações. aqueles que são julgados pelo tribunal popular têm um risco maior de serem julgados erroneamente. não ser esse o melhor posicionamento a respeito. Todavia. a Carta Política de 1988. invalidaria a decisão soberana do júri que recebe proteção constitucional. dificilmente cometerá o mesmo erro que o homem do povo que muita vez é confundido pelas próprias perguntas dos quesitos (errare humanum est). O recurso perdeu sua razão de ser e teve seu fundamento desvirtuado ao longo do tempo. 2008).689 de 1941) vai de encontro com o que disciplinaria o art. que tem todo conhecimento técnico e científico do direito. criando desigualdade. inciso XXXVIII. essa discussão estaria encerrada. tanto é assim que normalmente é procurado explicar aos jurados como devem votar. a sentença igual ou acima do numerário da pena aplicada de 20 (vinte) anos por um crime. de que há compatibilidade entre o recurso e a Constituição de 1988. Desta feita. o protesto por novo júri é um instrumento que dispõe o juiz visando dar nova oportunidade ao acusado quando aquele vislumbra flagrante desnível absoluto da atuação em plenário.iuspedia. justamente por que esta não teria recepcionado aquilo que. pelo princípio da recepção.

no direito brasileiro. Para que ocorra a admissibilidade tem como requisito básico que haver error in procedendo.3 Prazo 21 . decisões incompatíveis com o momento processual. a falta de recurso para ataque a decisões proferidas durante o desenvolvimento da causa.1 Finalidade A finalidade e/ou objetivo da correição parcial é corrigir erros derivados de ação ou omissão do juiz. A correição parcial é útil para suprir. 8.2 Requisitos de Admissibilidade A correição presta-se ao ataque às decisões ou despachos dos juízes não impugnáveis por outro recurso e que tenham erros ou abusos. e em legislações esparsas de cada estado sobre a organização judiciária.010/66. art. de que resulte a inversão tumultuária dos atos e fórmulas da ordem legal do processo. o recurso da correição parcial. como a inversão de atos. CORREIÇÃO PARCIAL A falta de recurso para impugnação de certas decisões que causam desentendimentos e/ou tumultos no processo fez surgir. 8. demora em decidir etc. a supressão de atos necessários. A previsão legal do recurso esta na lei federal 5. em dada situação. 6º e 9º. A correição parcial apresenta semelhanças com a “reclamação” prevista no ordenamento da Alemanha. 8. que também constitui medida disciplinar de controle dos juízes e é de natureza recursal. O erro a ser sanado pela correição é normalmente de caráter procedimental. A correição tem como fonte a ordenação não guardada que dimana da antiga supplicatio romana e da sopricação portuguesa. não o error in judicando.8.

Em geral a correição parcial é medida formulada no prazo de cinco dias. o querelante. quando houver perigo de dano irreparável (art. o Ministério Público. caput. 8. CPC). 558. em caso excepcionalmente. 22 .4 Legitimidade Têm legitimidade para interpor correição parcial o réu. 8. o advogado. poderá o relator conceder o efeito suspensivo a pedido da parte recorrente. no entanto.5 Observações Gerais • O efeito de recebimento da correição parcial é o devolutivo.

102. que regula o seu processamento. para o Superior Tribunal de Justiça.2 Requisitos de Admissibilidade Art. nos Regimentos Internos dos referidos Tribunais Superiores.1 Finalidade A finalidade do recurso extraordinário. Entre nós. o recurso extraordinário. pág. cabendo-lhe: III . os requisitos de admissibilidade (gerais ou especialíssimos). 102. III (recurso extraordinário) e 105. a matéria que pode ser objeto de rediscussão (fato e direito ou apenas direito) ou.. c) julgar válida lei ou ato de governo local contestado em face desta Constituição. constituem impugnações extraordinárias exatamente em função das características acima apontadas: são meios de impugnação que estão à disposição das partes. d) julgar válida lei local contestada em face de lei federal. e.038 de 1990. a óbices consagrados nas súmulas de jurisprudência do STF e do STJ. prestam-se somente ao reexame de questões de direito. mas que visam na verdade à tutela do próprio direito federal. Art. que constituem a interpretação mais autorizada a respeito das disposições atinentes à matéria”. excluída a análise de matéria de fato. 9. é a garantia da inteireza positiva. e o recurso especial. as causas decididas em única ou última instância. e.julgar. 9. ainda. Compete ao Supremo Tribunal Federal. são cabíveis apenas nas hipóteses taxativamente arroladas nos arts. b) declarar a inconstitucionalidade de tratado ou lei federal. (Incluída pela Emenda Constitucional nº 45.9. hoje também conhecido como recurso especial. RECURSO EXTRAORDINÁRIO E RECURSO ESPECIAL “A distinção entre recursos ordinários e extraordinários pode ser feita segundo critérios diversos. ainda. além do que estão sujeitos a rígidos controles de admissibilidade fixados na Lei 8. para que a interpretação da Constituição da República seja autoridade e uniforme. levando-se em conta a finalidade da impugnação (proteção do direito subjetivo da parte ou do próprio direito objetivo). de 2004). a guarda da Constituição. (Recursos no Processo Penal. 259 e 260). 5º Ed. mediante recurso extraordinário. dirigido ao Supremo Tribunal Federal. finalmente. precipuamente. Compete ao Superior Tribunal de Justiça: 23 . 105. quando a decisão recorrida: a) contrariar dispositivo desta Constituição. III (recurso especial) da Constituição Federal.

9.4 Legitimidade As pessoas legitimadas para recorrer nos recurso extraordinário e especial são as do art. o recorrente fará a prova da divergência mediante certidão. quando a decisão recorrida: a) contrariar tratado ou lei federal. § 1º.3 Prazo A lei 8.III . 26. o réu.as razões do pedido de reforma da decisão recorrida. III . perante o Presidente do Tribunal recorrido. 24 . b) julgar válido ato de governo local contestado em face de lei federal. ou negar-lhes vigência.(Redação dada pela Emenda Constitucional nº 45. em petições distintas que conterão: I . nos casos previstos na Constituição Federal. de 1990. II . pelos Tribunais Regionais Federais ou pelos tribunais dos Estados. em recurso especial. o procurador ou o defensor. Os recurso extraordinário e especial. as causas decididas. que o houver publicado.exposição do fato e do direito. 9. o querelante. ou do repertório autorizado de jurisprudência. de 2004) c) der a lei federal interpretação divergente da que lhe haja atribuído outro tribunal. Quanto ao ofendido. É o entendimento consagrado pela Súmula 210 do STF. do Distrito Federal e Territórios. e 598 CPP). em única ou última instância. unificou em seu artigo 26 o prazo para a interposição do recurso especial e recurso extraordinário: Art. Parágrafo único. 577 do CPP: o Ministério Público. ou indicação do número e da página do jornal oficial.julgar. a possibilidade de interposição está limitada às hipóteses em que pode recorrer supletivamente (arts. serão interpostos no prazo comum de 15 (quinze) dias. Quando o recurso se fundar em dissídio entre a interpretação da lei federal adotada pelo julgado recorrido e a que lhe haja dado outro Tribunal. habilitado ou não como assistente do Ministério Público. 584.a demonstração do cabimento do recurso interposto.038.

parágrafo 1º e 598 do Código de Processo Penal”. nos casos dos arts. 25 . 584. na ação penal.“O assistente do Ministério Público pode recorrer. inclusive extraordinariamente.

que é cheio de peculiaridades e merece ser estudado com muita dedicação. é claro que uns gostam mais do que outros. Aproveito essa oportunidade para agradecer ao professor Dr. mas certo é. Guilherme Carlos de Freitas Bravo pela oportunidade de conhecer um pouco mais do Direito Processual Penal – Recursos. que. No Título III – Dos Recursos em Geral – temos ainda duas previsões. inciso LXVIII da CRFB/1988. como foi bom aprender mais do Direito Processual Penal Brasileiro. Os mesmos são ações autônomas de impugnação a decisões proferidas no âmbito da justiça criminal. Como professor o senhor foi brilhante como pessoa superou todas as nossas expectativas e quero com este trabalho agradecer por contribuir com a minha formação. 26 . Temos ainda outras duas ações de impugnação: Mandado de Segurança Contra Ato Jurisdicional Penal e também a Reclamação aos Tribunais. para a nossa carreira profissional jamais esqueceremos as brilhantes aulas ministradas. Apesar de esses dois institutos estarem no capítulo de recursos eles não o são. que não foi objeto do trabalho. O Habeas Corpus também é tratado como um remédio constitucional previsto no art. Agradeço e desejo ser uma acadêmica que o senhor terá orgulho quando me vir alcançando lugares mais altos. 5º.CONCLUSÃO A cada trabalho que faço venço um novo desafio. os trabalhos em grupos e cada momento que passamos juntos durante o semestre aprendendo o nosso Código de Processo Penal. “Os Recursos em Espécie” são um exemplo claro das peculiaridades e cuidados do nosso Direito. Da Revisão e também Do Habeas Corpus.

e ampl. – São Paulo: Saraiva. FERNANDES.BIBLIOGRAFIA GRINOVER. – 5. 27 . ações de impugnação. atual. – São Paulo: Editora Revistas dos Tribunais. Antonio Magalhães Gomes. Ada Pellegrini. Antonio Luiz Toledo. 2009. 2008.. reclamação aos tribunais. WINDT. Recursos no processo penal: teoria geral dos recursos. Márcia Cristina Vaz dos Santos. recursos em espécie. Ed. PINTO. Ver. CÉSPEDES. Livia. Antonio Scarance. Vade Mecum compacto / obra coletiva de autoria da Editora Saraiva. FILHO.

Sign up to vote on this title
UsefulNot useful