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INSTITUIÇÃO EDUCACIONAL CECILIA MARIA DE MELO BARCELOS FACULDADE ASA DE BRUMADINHO CURSO DE DIREITO

DÉBORA GOMES RIBEIRO EUFRAZIO

DIREITO PROCESSUAL PENAL II RECURSOS EM ESPÉCIE

BRUMADINHO 02 de dezembro de 2009

DÉBORA GOMES RIBEIRO EUFRAZIO

DIREITO PROCESSUAL PENAL II RECURSOS EM ESPÉCIE

Trabalho apresentado ao Curso de Direito e Instituição Faculdade ASA de Brumadinho – MG, como requisito parcial para a obtenção de créditos. Disciplina: Direito Processual Penal - II. Professor: Guilherme C. de Freitas Bravo

BRUMADINHO 02 de dezembro de 2009

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3 Prazo 4.ÍNDICE INTRODUÇÃO DOS RECURSOS EM ESPÉCIE 1.1 Finalidade 2.5 Observações gerais 3.1 Finalidade 4.2 Requisitos de Admissibilidade 6.2 Requisitos de Admissibilidade 8.2 Requisitos de Admissibilidade 5.1 Finalidade 5. PROTESTO POR NOVO JÚRI 8.5 Observações Gerais 7.5 Observações Gerais 6.2 Requisitos de admissibilidade 1.1 Finalidade 8.4 Legitimidade 2.5 Prazo 3.1 Finalidade 1.2 Requisitos de admissibilidade 2.1 O agravo de decisões de membros de tribunais 3.4 Legitimidade 1.4 Legitimidade 5.3 Prazo 8. CARTA TESTEMUNHÁVEL 4.1 Finalidade 6.2 Requisitos de admissibilidade 4.4 Legitimidade 4.3 O agravo de instrumento contra a decisão denegatória de recurso extraordinário ou especial 3.3 Prazo 5. CORREIÇÃO PARCIAL 8.5 Observações gerais 2. RECURSO EM SENTIDO ESTRITO 2.3 Prazo 1.5 Observações Gerais 5 6 6 6 6 7 8 8 9 9 9 10 10 11 12 12 12 12 13 13 13 14 14 14 14 15 15 16 16 16 16 16 16 18 18 18 18 18 18 19 21 21 21 21 22 22 3 .3 Prazo 2. AGRAVOS 3.3 Prazo 6. EMBARGOS INFRINGENTES 5.4 Legitimidade 6. APELAÇÃO 1.4 Requisitos de admissibilidade 3.4 Legitimidade 8.6 Legitimidade 4.2 O agravo em execução penal 3. EMBARGOS DE DECLARAÇÃO 6.5 Observações Gerais 5.

RECURSO EXTRAORDINÁRIO E RECURSO 23 23 23 24 24 26 27 ESPECIAL 9. CARTA TESTEMUNHÁVEL.9.2 Requisitos de Admissibilidade 9.4 Legitimidade CONCLUSÃO BIBLIOGRAFIA INTRODUÇÃO Foi proposto que fizesse um trabalho sobre os Recursos no Direito Processual Penal. Os recursos que iremos tratar são: • • • • • APELAÇÃO. RECURSO EM SENTIDO ESTRITO. AGRAVO. 4 . A matéria esta regulamenta a partir do art.1 Finalidade 9.3 Prazo 9. EMBARGOS INFRINGENTES. 574 ao 667 no Código de Processo Penal (CPP).

689. PROTESTO POR NOVO JÚRI – Foi revogado pela lei 11. o prazo recursal. Dentro das condições tentarei explicar cada um dos itens listados. a finalidade. Não sou mestre no assunto. explicando o conceito. Para um enriquecimento do trabalho desenvolvido utilizei à doutrina. CORREIÇÃO PARCIAL E RECURSO ESPECIAL E RECURSO EXTRAORDINÁRIO. acrescentando mais conhecimento na vida acadêmica. de 09/06/2008. a legitimidade e ainda outras observações que se fizerem necessário como os efeitos de cada recurso. o Código de Processo Penal e também artigo da internet (ver a bibliografia). o requisito de admissibilidade. mas quero com este trabalho somar para a nossa turma.• • • • EMBARGOS DE DECLARAÇÃO. apresentando um trabalho que possa melhorar a formação de cada um. 5 .

art. VI do CPP. Atualmente está previsto nos artigos 593-606 do Código de Processo Penal (CPP). são eles: a) Decisões do juiz singular: I – das sentenças definitivas de condenação ou absolvição proferidas por juiz singular.DOS RECURSOS EM ESPÉCIE 1. No Brasil. No inciso I serão apeláveis as sentenças condenatórias e absolutórias – stricto sensu – as mesmas estão previstas nos artigos 386 e 387 do CPP e julgam da procedência ou improcedência da acusação. APELAÇÃO O recurso de Apelação já vem sendo utilizado desde o Império Romano. o Código de processo Criminal do Império de 1832 teve a previsão do recurso de apelação em seus artigos 593-603.1 Finalidade Constitui a apelação na atualidade recurso ordinário por excelência. II – das decisões definitivas. 1. 581. 6 . proferidas por juiz singular nos casos não previstos no Capítulo anterior. É importante ressaltar que o art. também foi aceito no direito canônico e no reino de Portugal. 411 do CPP que trata da absolvição sumária dos processos de júri é uma exceção a regra porque é impugnável mediante recurso em sentido estrito. É eficaz instrumento processual para a atuação do princípio do duplo grau de jurisdição. 1. previsto na quase totalidade das legislações modernas.2 Requisitos de admissibilidade Os requisitos de admissibilidade estão bem claros nos incisos do artigo 593 do CPP. caracterizando por ampla devolução cognitiva ao órgão ad quem.

por culpa do cartório”. As razões poderão ser oferecidas no prazo de oito dias. No entanto. que também será o para o caso de existência de assistente de acusação. são vinculadas as hipóteses.das decisões do Tribunal do Júri. Nos juizados especiais.for a sentença do juiz-presidente contrária à lei expressa ou à decisão dos jurados. b) Decisões do Tribunal do Júri: III. d. embora despachada tardiamente”. sendo conferida sua tempestividade pela data de interposição. No recurso de apelação no júri. ampliar nas razões o âmbito da devolução do recurso para incluir outra.houver erro ou injustiça no tocante à aplicação da pena ou da medida de segurança. conforme o art. ou seja. É importante ressaltar a súmula 320 e 428 do STF que diz: “A apelação despachada pelo juiz no prazo legal não fica prejudicada pela demora da juntada.ocorrer nulidade posterior à pronúncia. no caso de assistente não habilitado nos autos. c. nada impede que estando ainda o prazo em andamento que a parte acrescente à impugnação outra matéria. em qualquer hipótese. o prazo para arrazoar será de três dias.3 Prazo A apelação será interposta por uma petição e/ou por termo nos autos no prazo de 5 (cinco) dias. após ter restringido na petição a sua impugnação a determinada hipótese. Caso o processo seja de contravenção. quando: a. será de quinze dias contados da expiração do prazo de recurso do Mistério Público. b. quando alegar uma das alíneas não poderá o tribunal julgar com base em outra. 593 do CPP. citada as condições acima.for a decisão dos jurados manifestadamente contrária à prova dos autos. 1. O prazo para interposição da apelação. e ainda “não fica prejudicada a apelação entregue em cartório no prazo legal. quando o prazo já estiver prescrito. Ainda não poderá o recorrente.As decisões definitivas – lato sensu – são as resoluções de mérito que encerram o processo. a apelação terá o prazo de dez dias e já serão apresentadas as razões. 7 . diversas das sentenças condenatórias e absolutórias.

A apelação por termo é aquela desprovida de rigor formal. exceto quando ocorrer as duas hipóteses do art. A apelação poderá ser interposta com relação a todo o julgado ou com relação a parte do mesmo. têm ampla legitimidade para apelar). demonstrando o desejo do recurso. 393. bastando que o recorrente revele o seu inconformismo com a decisão. A apelação da sentença penal absolutória não é requisito para impedir que o réu seja posto imediatamente em liberdade. 8 . não se exigindo capacidade postulatória. • • Em regra a apelação tem o efeito suspensivo. 577 do CPP têm legitimidade para interpor recurso o Ministério Público (não tem o dever de recorrer. Somente não será admitido o recurso da parte que não tiver interesse em modificar ou reformar a sentença. o réu (o fato de ter sido considerado revel não o impede de recorrer). para a apresentação das razões. que será necessária. seu procurador ou defensor. 1. mas o direito). 1.5 Observações gerais • • Depois de haver apelado o réu condenado vier a fugir a apelação será considerada deserta. o querelante (nos crimes de ação pública ou privada.4 Legitimidade Segundo o art. A apelação não suspenderá a execução da medida de segurança aplicada provisoriamente. entretanto.

da decisão. art. De maneira Geral. II . RECURSO EM SENTIDO ESTRITO O recurso em sentido estrito está previsto no CPP nos art. 9 . 522 a 529. em regra.1 Finalidade O recurso em sentido estrito é a impugnação voluntária. 2. ao agravo do Código de Processo Civil. Corresponde em linhas gerais. Decisões com Força de Definitiva (que reconhece a decadência).2. no sentido estrito.que concluir pela incompetência do juízo. em juízo de retratação. 581 a 592 e serve. Art. As hipóteses do art. mediante julgamento pelo seu órgão com competência criminal. para tanto subindo os autos principais ou mediante translado. de decisão.2. pode-se dizer que o recurso cabe contra: • • • • Decisões Definitivas (absolvição sumária do procedimento do júri). 581 do CPP. 581 .da que recebe só cabe Habeas Corpus).Caberá recurso. despacho e sentença. 581 seguem um rol taxativo de cabimento (no entanto. além de previsto em leis especiais. despacho ou sentença: I . ou pelo tribunal ad quem. 581). nos expressos dizeres do art. Decisões em Questões Incidentais de Natureza Processual (declaração de incompetência). para o fim de vê-la modificada pelo juiz de primeiro grau. Terminativas (que não recebe a denúncia . para a impugnação de decisões interlocutórias. Requisitos de admissibilidade O recurso em sentido estrito (RSE). manifesta pela parte interessada e prejudicada por decisão judicial criminal que se amolde a uma das situações descritas no art. é cabível.que não receber a denúncia ou a queixa. quando determinado por lei. 581 do CPP. nos casos por ele relacionados. ainda há outras decisões contra as quais cabe RSE e não estão previstas no art. 2.

no todo ou em parte.que ordenar a suspensão do processo. cassar ou julgar inidônea a fiança. XIII .3 Prazo O prazo para interpor o recurso voluntário será de 5 (cinco) dias. arbitrar.que conceder. 2. 774. XXIV .que julgar quebrada a fiança ou perdido o seu valor. nos casos em que a lei admita a revogação. nos casos do art.que conceder.que denegar a apelação ou a julgar deserta. XXI .que converter a multa em detenção ou em prisão simples.que indeferir o pedido de reconhecimento da prescrição ou de outra causa extintiva da punibilidade. VI . XX . 2. no entanto.que revogar a medida de segurança. em virtude de questão prejudicial.que decretar a prescrição ou julgar. nos casos do art.que decretar medida de segurança.que impuser medida de segurança por transgressão de outra. XII .que decidir o incidente de falsidade. segundo o art.que deixar de revogar a medida de segurança. VII . XV . por outro modo. indeferir requerimento de prisão preventiva ou revogá-la.que conceder. XVI .que incluir jurado na lista geral ou desta o excluir.que julgar procedentes as exceções. extinta a punibilidade. XIV . XVIII . V .que mantiver ou substituir a medida de segurança. salvo a de suspeição. 586 do CPP. 411. X .que decidir sobre a unificação de penas. XI . depois de transitar a sentença em julgado. XVII .que absolver o réu.4 Legitimidade 10 . VIII . negar ou revogar livramento condicional. XXIII . o prazo será de 20 (vinte) dias.que anular o processo da instrução criminal. contado da data da publicação definitiva da lista de jurados. XXII . IX . negar.III . no caso do inciso XIV.que conceder ou negar a ordem de habeas corpus. conceder liberdade provisória ou relaxar a prisão em flagrante. XIX . negar ou revogar a suspensão condicional da pena.que pronunciar ou impronunciar o réu. IV .

ficando o tribunal limitado a conhecer somente a questão que lhe deu causa.Têm legitimidade para propor o recurso em sentido estrito as seguintes partes: • • • • • • O réu. O jurado que foi excluído. nos casos admitidos por lei.5 Observações Gerais • • • Os recursos serão sempre para o Tribunal de Apelação. 11 . quando qualquer deles se conformar com a decisão ou todos não tiverem sido ainda intimados da pronúncia. Qualquer pessoa (mas só pra tirar alguém da lista de jurados). O Ministério Público. o recurso da pronúncia subirá em traslado. incisos I. VIII e X e ainda quando o recurso não prejudicar o andamento do processo subirá nos próprios autos. • Havendo dois ou mais réus. exceto nos casos dos incisos V. O recurso do despacho que julgar quebrada a fiança suspenderá unicamente o efeito de perda da metade do seu valor O réu somente poderá recorrer da pronúncia estando preso. nos casos do art. Quando o recurso for interposto de ofício. XVII. e XXIV do art.só quando fundamentado nos incisos IV. exceto se prestar fiança. 2. O ofendido (em casos específicos . • Normalmente o RSE só tem efeito devolutivo. X e XIV. III. Será para o presidente do Tribunal de Apelação a hipótese do inciso XIV. 581. não podendo examinar outras questões decididas no processo. IV. VI. O recurso da pronúncia suspenderá tão somente o julgamento. VIII e XV). • • • • Terá o efeito suspensivo quando: na perda de fiança. de concessão de livramento condicional e dos incisos XV. 581. O querelante.

Em suma. 1º a 12 da lei 8.1 O agravo de decisões de membros de tribunais “A lei 8. 557. por aplicação analógica do art. AGRAVOS No sistema vigente temos três tipos de agravo: • • • Agravo de decisões que não admitem recurso especial e recurso extraordinário. parágrafo único. 3. 625. 197). 39 se aplica também às decisões do relator em processos de competência originária das Cortes dos Estados e Distrito Federal e dos Tribunais Regionais Federais. da Lei de Execução Penal (Lei 7. Nada constou na lei.038/90”. 3. CPP. por analogia. Agravo de decisões proferidas pelo juiz na execução criminal. sem efeito suspensivo”.2 O agravo em execução penal Diz o art. 557. estendeu os arts. que previa o agravo das decisões do relator nas causas de competência originária.658. Os modos e meios de impugnação do agravo serão de acordo com o regimento do tribunal. 197. de 26. Havendo evidente omissão. no prazo de cinco dias. pág. (Recursos no Processo Penal.05. e dos Tribunais Regionais Federais’. CPP.038 para as ações de competência originária dos ‘Tribunais de Justiça dos Estados e do Distrito Federal.3. com a revogação do art.3 O agravo de instrumento contra a decisão denegatória de recurso extraordinário ou especial 12 .210/84): “Das decisões proferidas pelo juiz caberá recurso de agravo. admitir que o agravo do art. Havendo outras decisões dos membros dos tribunais estaduais e federais pode-se utilizar o agravo regimental de acordo com o art. 5º Ed. devia a lei conter dispositivo que estendesse o agravo do art. 39 da lei 8. parágrafo único. Agravo de decisões de membros de tribunais para órgãos colegiados dos mesmos tribunais (agravo regimental).1993. deve-se. CPP. 39 para as decisões proferidas pelo relator nos tribunais estaduais e federais. § 3º. Revogou ainda o art.. as decisões do relator em causas de competência originária serão impugnáveis por agravo. 3. Em virtude dessa revogação.

conforme o caso”.sentenciado. caberá agravo de instrumento. Trata-se. (Recursos no Processo Penal. 3. ainda que referente a causa instaurada no âmbito dos juizados especiais ”. 297). no prazo de 5 (cinco) dias. O representante do interessado (cônjuge. aliás. RT 484/217). 3. 3. para a apreciação. de entendimento consolidado no STF com a edição da Súmula 727: ‘Não pode o magistrado deixar de encaminhar ao Supremo Tribunal Federal o agravo de instrumento interposto da decisão que não admite recurso extraordinário.038/90. 5º Ed. pág. parente ou descendente)..5 Prazo O prazo para a interposição do agravo será de 5 (cinco) dias. “O agravo de instrumento deve ser necessariamente encaminhado ao STF ou ao STJ. não cabendo ao presidente do tribunal a quo o indeferimento. mesmo no caso de manifesta intempestividade (RTJ 76/667.Lei 8.6 Legitimidade De acordo com o art. O interessado . conforme o caso. 195 da Lei de Execução Penal estão legitimados para propor o agravo: • • • O Ministério Público.4 Requisitos de admissibilidade Cabe agravo em toda decisão do juiz da execução penal e também da que resolve sobre unificação da pena. para o Supremo Tribunal Federal ou para o Superior Tribunal de Justiça. 13 . artigo 28: “Denegado o recurso extraordinário ou o recurso especial.

4. Deve ser instruída com peças extraídas do processo correspondentes à instância inferior. 639 .da decisão que denegar o recurso. 639 a 646 do CPP. da decisão que denega seguimento aos embargos infringentes. 639 nos dá as duas hipóteses em que se poderá utilizar a carta testemunhável. mas agravo regimental. Também não cabe carta testemunhável. Também caberá agravo regimental. existe uma discussão doutrinária quanto a sua natureza. ou o respectivo seguimento. admitindo embora o recurso.1 Finalidade Remédio judicial que tem por finalidade tornar efetivos os recursos denegatórios. 4. não carta testemunhável. cabe recurso em sentido estrito.2 Requisitos de admissibilidade O art. é um instrumento processual. 4.da que. são elas: Art. encontrando similar no direito inglês com o “writ de procedendo”.3 Prazo 14 .4. no entanto. para outros. não cabe carta testemunhal.Dar-se-á carta testemunhável: I . obstar à sua expedição e seguimento para o juízo ad quem. quando admitidos. para alguns autores é uma espécie de recurso. da decisão denegatória de embargos declaratórios. A previsão legal da carta testemunhável está nos art. Ocorrendo denegação de apelação. e sim agravo de instrumento. CARTA TESTEMUNHÁVEL A carta testemunhável é de origem lusitana. se for obstada a sua apresentação à superior instância. II . Em caso de rejeição liminar de recurso extraordinário.

fará entrega da carta. devidamente conferida e concertada. que se negar a dar o recibo. no caso de recurso no sentido estrito. no caso de recurso extraordinário.4 Legitimidade A legitimidade é a mesma da regra geral do CPP descrita no art. ou deixar de entregar. indicando o requerente as peças do processo que deverão ser trasladadas. nas 48 horas seguintes ao despacho que denegar o recurso. 4. 577. o instrumento. O escrivão. 4.A carta testemunhável será requerida ao escrivão ou ao secretário do Tribunal.5 Observações Gerais • A carta testemunhável não terá efeito suspensivo. conforme o caso. sob qualquer pretexto. O escrivão. ou de 60 (sessenta) dias. no prazo máximo de 5 (cinco) dias. ou secretário do tribunal. será suspenso por 30 (trinta) dias. 15 . ou o secretário dará recibo da petição à parte e.

pois a existência de um voto mais favorável constitui indício de que a solução dada à causa.5 Observações Gerais 16 . (Recursos no Processo Penal. no mínimo. EMBARGOS INFRINGENTES “Trata-se de impugnação privativa da defesa. pág. ou seja. 5º Ed.3 Prazo Os embargos infringentes e de nulidade poderão ser opostos dentro de 10 (dez) dias. amplia-se a composição da turma julgadora.5. estão legitimados a interpor o réu ou o defensor. 5. desfavorável ao réu. 5. visando a reforma da decisão proferida e os de nulidades.1 Finalidade Os embargos infringentes devem versar sobre matéria de mérito. de sorte a propiciar o reexame da matéria que foi objeto de divergência. O Ministério Público também poderá ser parte legítima desde que em favor do acusado. cuja previsão parece estar fundada no receio de que possa cristalizar-se.4 Legitimidade Os embargos infringentes são recursos privativos da defesa. 613. contra o réu. um julgamento injusto. seja melhorada a situação do acusado”. 5. na forma do art. não é pacífica. a contar da publicação de acórdão.2 Requisitos de Admissibilidade Para a proposição de um embargo infringente é necessário a decisão não unânime do juízo de segundo grau. Através dos embargos infringentes. a prevalecer o voto divergente. onde o embargante se debaterá em questões processuais que poderão invalidar o acórdão ou o processo. Se o desacordo for parcial. 5. 216). 5. os embargos serão restritos à matéria objeto de divergência.. abrindose a possibilidade de que.

Não havendo a necessidade de recolhimento do réu à prisão o efeito da sentença será suspenso. porque a oposição dos embargos infringentes devolve ao órgão competente o conhecimento da matéria. 17 .• • • Em primeiro momento o efeito do recurso será devolutivo. A turma julgadora envolvida da prolação da decisão embargada terá um juízo de retratação.

EMBARGOS DE DECLARAÇÃO Os embargos de declaração estão previstos no Código de Processo Penal nos art. e está fora do capítulo de recursos. O art. 6.3 Prazo A proposição de embargos de declaração tem o prazo de 2 (dois) dias contado da publicação do acórdão proferido pelos Tribunais de Apelação.5 Observações Gerais • Depois da proposição e recebimento dos embargos de declaração o prazo para a interposição de outros recursos não podem continuar correndo. 619 e 620. obscuridades.4 Legitimidade Os embargos de declaração podem ser interpostos por qualquer pessoa legítima a recorrer. obscura.2 Requisitos de Admissibilidade Para a proposição de um embargo infringente é necessário a decisão do tribunal seja ambígua. 577 do CPP. 619. é evitar e/ou esclarecer ambigüidades. contraditória ou omissa.1 Finalidade A finalidade dos embargos de declaração é bem clara no art. dos embargos de declaração em primeiro grau de jurisdição. câmaras ou turmas. 6. contradições ou omissões nas decisões dos Tribunais. 18 . ver art.6. 6. também conhecidos como embarguinhos. 382 trata. sem lhe dar nome. 6. 6.

chega o mesmo projeto de 19 . seu acolhimento leva. mas o que é defendido é demonstrar que se o dispositivo perdeu o seu valor. 5º Ed. atrasando ainda mais os futuros julgamentos que seriam realizados. E mais. perdeu sua razão de ser. pois isto seria outra questão a ser discutida (problemática do sistema prisional brasileiro). PROTESTO POR NOVO JÚRI “Trata-se de um recurso sui generis. é uma certa desconfiança no critério dos juízes leigos. Tais fundamentos não são fortes o suficiente para se conseguir revogar qualquer recurso no âmbito criminal. aplica pena igual ou superior a esta quantia. O protesto por novo júri estava disciplinado nos art. encerrando então sua vigência. O que prepondera. na aplicação da medida da pena: parte da premissa de que sua sentença não poderá conter pena com tempo igual ou superior a 20 (vinte) anos de reclusão. contudo. uma vez que com a supressão deste recurso reforçamos o princípio da soberania do júri e eventuais erros no julgamento podem ainda serem sanados por outros recursos já previstos no codex processual. inciso XXXVIII. 607 e 608 do CPP. “Na atual conjuntura recursal. da Lei Fundamental) é enfraquecido em razão da existência do protesto por novo júri. não há mais razão para sua manutenção. como. Há juristas que entendem que o próprio princípio da soberania dos veredictos (art. Tal princípio não é atingido porque a nova decisão também será proferida pelo tribunal popular. Não é este o motivo.689. sua revogação colocaria por terra esta discussão sobre a constitucionalidade ou não do recurso. especialmente quando a consequência é altamente desfavorável ao acusado”. em última análise. esse não é o melhor entendimento a ser vislumbrado. pág. sustentou o Deputado Federal João Alfredo em seu projeto de lei para revogar os referidos artigos. de modo que melhor é sua supressão por via de revogação.. não seria mais necessário mover todo o aparato novamente para ocorrer um novo julgamento pelo júri se este já se realizou. por outro júri. 240). como pensam alguns. cometendo até injustiças. sendo suficiente a gravidade da sanção imposta. pois a pena. mas somente manter-se ou diminuir) e estabelecendo nova data para o plenário.7. à invalidação (rectius. não se procura aqui argumentar se as pessoas devem ou não ficar mais tempo presas. assim. de modo que o magistrado (juiz-presidente) permanece entre colunas. de 09/06/2008. r Importante ressaltar que o objetivo de suprimir tal recurso não está fulcrado na suposição. todavia. através do qual a reforma da decisão recorrida é alcançada por intermédio da realização de um novo julgamento da causa. Data vênia. desconsiderando quase tudo (não pode a pena aumentar. se isso é melhor ou não para a sociedade. no entanto. de que a morosidade do Judiciário tem beneficiado demasiadamente os criminosos brasileiros. não se justifica mais na realidade do ordenamento jurídico. foi revogado pela lei 11. (Recursos no Processo Penal. data máxima vênia. mas já reforça a necessidade de revogação dos dispositivos. Ora. fazendo o juiz todas as contas exatamente para que não ultrapasse os tais 20 (vinte) anos. ou que o Código Penal e o Código de Processo Penal têm sido excessivamente benevolente com aqueles que praticam uma infração penal. mas não porque se reconheçam defeitos formais ou eventual erro de apreciação dos jurados. fica aquém daquela que para ele o réu mereceria. ou então. porém em outro julgamento. muita vez. alínea c. o protesto por novo júri é um favor libertatis que perdeu toda a sua aplicação diante da atual avalanche de processos que recai sobre o Judiciário. cassação) do primeiro julgamento. de modo que possibilite o advogado de defesa entrar com o recurso em questão. 5º. e aliviando o juiz-presidente para que este aplique a pena que lhe entender justa ao caso concreto. mesmo com esta posição desfavorável no sentido de tentar revogar o recurso de protesto.

de que há compatibilidade entre o recurso e a Constituição de 1988. criando desigualdade. por lei ordinária (Decreto-Lei n. apesar de ainda ser reconhecido pelos tribunais o recurso em análise. ora. Desta feita. justamente por que esta não teria recepcionado aquilo que. O recurso perdeu sua razão de ser e teve seu fundamento desvirtuado ao longo do tempo. 5º. pelo princípio da recepção.com. segundo ainda alguns juristas. que com pequenas alterações possamos sanar peculiaridades do âmbito do direito criminal para melhorarmos nossa Justiça”. pois outros recursos já estão à disposição para sanar arbitrariedades. cabe ressaltar que o princípio da igualdade (isonomia) é respeitado pelo protesto por novo júri.br 15 fev. porque os casos merecem peculiaridades no tratamento. erros podem ser argüidos através da via recursal já existente sem a necessária realização de novo plenário. de modo a ajustarmos melhor o engessado Código de Processo Penal. portanto. mas pela forma como são colocados os quesitos. sabe-se que eventuais irregularidades.lei a mencionar que a aplicação da pena acima de 20 (vinte) anos por crimes nos quais os processos são julgados por juiz singular não beneficiam todos. Diante de um massacre judiciário que termine em condenação. pois são os leigos que os julgam e não um técnico do direito (magistrado). 2008). a Carta Política de 1988. A revogação do recurso http://www. inciso XXXVIII. que venha a fulminar uma condenação injusta. o que iria contra isonomia consolidada na Constituição. A rigor. isto porque. Todavia. No entanto. pois estes podem estar querendo a absolvição. Mas frisa-se. mas somente aqueles que são julgados pelo tribunal do povo. tanto que o Supremo Tribunal Federal é neste sentido. dificilmente cometerá o mesmo erro que o homem do povo que muita vez é confundido pelas próprias perguntas dos quesitos (errare humanum est). já teria revogado aquilo que defendemos. Revogados. Há entendimento de que a soberania do júri fica mitigada pelo recurso. mas trata-se de argumento relevante que sanado seria se fosse revogado os dois artigos do Código de Processo Penal. quando emanado de um juiz singular. Em verdade. invalidaria a decisão soberana do júri que recebe proteção constitucional. tornandose instituto anacrônico que não satisfaz mais o seu objetivo. Protesto por Novo Júri.iuspedia. Disponível em 20 . aqueles que são julgados pelo tribunal popular têm um risco maior de serem julgados erroneamente. pois se não é com uma grande reforma. ambos do Código de Processo Penal. Aquilo que está em desacordo com a nova ordem constitucional por ela não é recepcionada. essa discussão estaria encerrada. Rodrigo Alberto. porque é direito constitucional que não pode ser violada por artigo de lei. com a revogação deste. a sentença igual ou acima do numerário da pena aplicada de 20 (vinte) anos por um crime. não ser esse o melhor posicionamento a respeito. não se justifica mais a permanência deste recurso no ordenamento pátrio pelas razões supracitadas. precisam ser os artigos 607 e 608. alínea c. inadequações. o juiz não pode se sentir acorrentado ao proferir uma sentença. tanto é assim que normalmente é procurado explicar aos jurados como devem votar.689 de 1941) vai de encontro com o que disciplinaria o art. (PITON.º 3. Trata-se diferentemente. o protesto por novo júri é um instrumento que dispõe o juiz visando dar nova oportunidade ao acusado quando aquele vislumbra flagrante desnível absoluto da atuação em plenário. pois. sob o fundamento de que a quantidade de pena atingiu determinado limite. que tem todo conhecimento técnico e científico do direito. podem se enganar entre o "sim" e o "não". o presente recurso poderia sanar a decisão injusta. ora.

2 Requisitos de Admissibilidade A correição presta-se ao ataque às decisões ou despachos dos juízes não impugnáveis por outro recurso e que tenham erros ou abusos. em dada situação. Para que ocorra a admissibilidade tem como requisito básico que haver error in procedendo. A correição parcial apresenta semelhanças com a “reclamação” prevista no ordenamento da Alemanha. demora em decidir etc. 8. A correição tem como fonte a ordenação não guardada que dimana da antiga supplicatio romana e da sopricação portuguesa. que também constitui medida disciplinar de controle dos juízes e é de natureza recursal. não o error in judicando.010/66. art. a supressão de atos necessários.3 Prazo 21 . A correição parcial é útil para suprir. CORREIÇÃO PARCIAL A falta de recurso para impugnação de certas decisões que causam desentendimentos e/ou tumultos no processo fez surgir. e em legislações esparsas de cada estado sobre a organização judiciária. 8.8. 6º e 9º. no direito brasileiro. a falta de recurso para ataque a decisões proferidas durante o desenvolvimento da causa. como a inversão de atos. decisões incompatíveis com o momento processual. de que resulte a inversão tumultuária dos atos e fórmulas da ordem legal do processo. o recurso da correição parcial.1 Finalidade A finalidade e/ou objetivo da correição parcial é corrigir erros derivados de ação ou omissão do juiz. A previsão legal do recurso esta na lei federal 5. 8. O erro a ser sanado pela correição é normalmente de caráter procedimental.

22 . 558. poderá o relator conceder o efeito suspensivo a pedido da parte recorrente.4 Legitimidade Têm legitimidade para interpor correição parcial o réu.Em geral a correição parcial é medida formulada no prazo de cinco dias.5 Observações Gerais • O efeito de recebimento da correição parcial é o devolutivo. 8. caput. 8. o advogado. CPC). o querelante. no entanto. o Ministério Público. em caso excepcionalmente. quando houver perigo de dano irreparável (art.

hoje também conhecido como recurso especial. III (recurso extraordinário) e 105. excluída a análise de matéria de fato. 102. pág. são cabíveis apenas nas hipóteses taxativamente arroladas nos arts. a matéria que pode ser objeto de rediscussão (fato e direito ou apenas direito) ou. é a garantia da inteireza positiva. RECURSO EXTRAORDINÁRIO E RECURSO ESPECIAL “A distinção entre recursos ordinários e extraordinários pode ser feita segundo critérios diversos. mediante recurso extraordinário. nos Regimentos Internos dos referidos Tribunais Superiores. e.1 Finalidade A finalidade do recurso extraordinário. a óbices consagrados nas súmulas de jurisprudência do STF e do STJ. constituem impugnações extraordinárias exatamente em função das características acima apontadas: são meios de impugnação que estão à disposição das partes.038 de 1990.2 Requisitos de Admissibilidade Art.julgar. III (recurso especial) da Constituição Federal. levando-se em conta a finalidade da impugnação (proteção do direito subjetivo da parte ou do próprio direito objetivo). d) julgar válida lei local contestada em face de lei federal. 5º Ed. as causas decididas em única ou última instância. Compete ao Supremo Tribunal Federal. cabendo-lhe: III . (Incluída pela Emenda Constitucional nº 45. mas que visam na verdade à tutela do próprio direito federal. (Recursos no Processo Penal.9. que regula o seu processamento. os requisitos de admissibilidade (gerais ou especialíssimos). ainda. e o recurso especial. além do que estão sujeitos a rígidos controles de admissibilidade fixados na Lei 8. para que a interpretação da Constituição da República seja autoridade e uniforme. 105. prestam-se somente ao reexame de questões de direito. para o Superior Tribunal de Justiça. Art. a guarda da Constituição. 9. 259 e 260). e.. b) declarar a inconstitucionalidade de tratado ou lei federal. quando a decisão recorrida: a) contrariar dispositivo desta Constituição. ainda. c) julgar válida lei ou ato de governo local contestado em face desta Constituição. 9. Compete ao Superior Tribunal de Justiça: 23 . precipuamente. o recurso extraordinário. dirigido ao Supremo Tribunal Federal. finalmente. de 2004). Entre nós. que constituem a interpretação mais autorizada a respeito das disposições atinentes à matéria”. 102.

o querelante.4 Legitimidade As pessoas legitimadas para recorrer nos recurso extraordinário e especial são as do art. 584. Quanto ao ofendido. em única ou última instância.III . de 1990. que o houver publicado. do Distrito Federal e Territórios. Os recurso extraordinário e especial. 577 do CPP: o Ministério Público. ou do repertório autorizado de jurisprudência.038. serão interpostos no prazo comum de 15 (quinze) dias. ou indicação do número e da página do jornal oficial. 9. a possibilidade de interposição está limitada às hipóteses em que pode recorrer supletivamente (arts. unificou em seu artigo 26 o prazo para a interposição do recurso especial e recurso extraordinário: Art. pelos Tribunais Regionais Federais ou pelos tribunais dos Estados. ou negar-lhes vigência. § 1º. as causas decididas.exposição do fato e do direito. Parágrafo único. 24 . habilitado ou não como assistente do Ministério Público. o recorrente fará a prova da divergência mediante certidão. III . 9. 26. o réu. em recurso especial.a demonstração do cabimento do recurso interposto.julgar. É o entendimento consagrado pela Súmula 210 do STF. Quando o recurso se fundar em dissídio entre a interpretação da lei federal adotada pelo julgado recorrido e a que lhe haja dado outro Tribunal. perante o Presidente do Tribunal recorrido. nos casos previstos na Constituição Federal. de 2004) c) der a lei federal interpretação divergente da que lhe haja atribuído outro tribunal. em petições distintas que conterão: I . b) julgar válido ato de governo local contestado em face de lei federal. o procurador ou o defensor.3 Prazo A lei 8.(Redação dada pela Emenda Constitucional nº 45. II . e 598 CPP). quando a decisão recorrida: a) contrariar tratado ou lei federal.as razões do pedido de reforma da decisão recorrida.

25 . na ação penal. nos casos dos arts. inclusive extraordinariamente.“O assistente do Ministério Público pode recorrer. 584. parágrafo 1º e 598 do Código de Processo Penal”.

Da Revisão e também Do Habeas Corpus. que. Aproveito essa oportunidade para agradecer ao professor Dr. “Os Recursos em Espécie” são um exemplo claro das peculiaridades e cuidados do nosso Direito. que não foi objeto do trabalho. 26 . Temos ainda outras duas ações de impugnação: Mandado de Segurança Contra Ato Jurisdicional Penal e também a Reclamação aos Tribunais. 5º. para a nossa carreira profissional jamais esqueceremos as brilhantes aulas ministradas. que é cheio de peculiaridades e merece ser estudado com muita dedicação. Guilherme Carlos de Freitas Bravo pela oportunidade de conhecer um pouco mais do Direito Processual Penal – Recursos. os trabalhos em grupos e cada momento que passamos juntos durante o semestre aprendendo o nosso Código de Processo Penal. é claro que uns gostam mais do que outros. como foi bom aprender mais do Direito Processual Penal Brasileiro. Apesar de esses dois institutos estarem no capítulo de recursos eles não o são. Os mesmos são ações autônomas de impugnação a decisões proferidas no âmbito da justiça criminal. inciso LXVIII da CRFB/1988. No Título III – Dos Recursos em Geral – temos ainda duas previsões. Como professor o senhor foi brilhante como pessoa superou todas as nossas expectativas e quero com este trabalho agradecer por contribuir com a minha formação. O Habeas Corpus também é tratado como um remédio constitucional previsto no art. mas certo é.CONCLUSÃO A cada trabalho que faço venço um novo desafio. Agradeço e desejo ser uma acadêmica que o senhor terá orgulho quando me vir alcançando lugares mais altos.

2008. e ampl. CÉSPEDES. FILHO. Antonio Luiz Toledo. WINDT. reclamação aos tribunais.. 2009. 27 . ações de impugnação. Márcia Cristina Vaz dos Santos. – São Paulo: Saraiva. – São Paulo: Editora Revistas dos Tribunais. FERNANDES. Livia. Vade Mecum compacto / obra coletiva de autoria da Editora Saraiva. PINTO. – 5. Ada Pellegrini. Ed. atual. Antonio Magalhães Gomes. recursos em espécie. Recursos no processo penal: teoria geral dos recursos. Antonio Scarance.BIBLIOGRAFIA GRINOVER. Ver.

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