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a Servico Social

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MATRIZ CURRICULAR CURSO SERVIÇO SOCIAL- LEOPOLDINA

1° PERÍODO Aulas semanais CARGA PRÉTeórica Prática HORÁRIA TOTAL REQUISITOS 02 33 04 66 04 04 04 02 20 66 66 66 33 330 -

DISCIPLINAS Filosofia Formação Social, Econômica e Política do Brasil Introdução ao Serviço Social Metodologia Científica Pensamento Social I Português I TOTAL

DISCIPLINAS Fundamentos do Serviço Social I Noções de Informática Pensamento Social II Português II Questão Social no Brasil Teoria Política TOTAL

2° PERÍODO Aulas semanais Teórica Prática 04 02 04 02 04 04 20 -

CARGA HORÁRIA TOTAL 66 33 66 33 66 66 330

PRÉREQUISITOS -

DISCIPLINAS Economia Política Ética Fundamentos do Serviço Social II Noções de Direito Pensamento Social III Política Social TOTAL

3° PERÍODO Aulas semanais Teórica Prática 04 02 04 02 04 04 20 4° PERÍODO Aulas semanais Teórica Prática 04 04 04 04 02 18 -

CARGA HORÁRIA PRÉTOTAL REQUISITOS 66 33 66 33 66 66 330 -

DISCIPLINAS Estatística Fundamentos do Serviço Social III Pensamento Social IV Política Setorial I (Assistência e Previdência) Psicologia TOTAL

CARGA HORÁRIA PRÉTOTAL REQUISITOS 66 66 66 66 33 297 -

DISCIPLINAS Administração e Planejamento em Serviço Social Antropologia Código de Ética do Serviço Social Optativa I Política Setorial II(Saúde) Seminário Temático (AAPC) TOTAL 5° PERÍODO Aulas semanais Teórica Prática 04 04 02 02 04 02 18 - CARGA HORÁRIA TOTAL 66 66 33 33 66 33 297 PRÉREQUISITOS - DISCIPLINAS Elaboração de Projetos Sociais Fundamentos do Estágio Supervisionado I Pesquisa I Política Setorial III (Criança. Adolescente e Idoso) Trabalho e Sociabilidade SUB-TOTAL Estágio Supervisionado de Campo TOTAL 6° PERÍODO Aulas semanais Teórica Prática 02 02 04 04 04 16 - CARGA HORÁRIA TOTAL 33 33 66 66 66 264 210 474 PRÉREQUISITOS - DISCIPLINAS Fundamentos Estágio Supervisionado II Movimentos Sociais e Classe Social Optativa II Pesquisa II Serviço Social e Processo de Trabalho I SUB-TOTAL Estágio Supervisionado de Campo TOTAL 7° PERÍODO Aulas semanais Teórica Prática 02 04 02 04 04 16 - CARGA HORÁRIA PRÉTOTAL REQUISITOS 33 66 33 66 66 264 220 484 - .

n.310 h 170 h 430 h 100 h 3. Maria A. São Paulo. Regina Célia T. de 18 de junho de 2007 .000 h ELENCO DAS DISCIPLINAS OPTATIVAS DISCIPLINA: FAMÍLIA E GÊNERO Período: a definir Carga Horária: 33 h Ementa: O significado das relações de Gênero. MIOTO. Teoria Crítica da Família.º 55. etnia e geração no enfrentamento da Questão Social na atualidade.) Infância e Violência Doméstica: fronteiras do conhecimento. São Paulo. Os principais rebatimentos no contexto familiar. 1994. de (Org. na ótica das relações de classe.010 h Período de Integralização: Mínimo: 04 anos (08) períodos Máximo: 06 anos (12) períodos Carga Horária recomendada pela Resolução CNE/CES nº 2. Os desafios para o Serviço Social. patriarcado e relações instituintes entre os sexos. Família e Serviço Social – Contribuições para o debate”.3. . Cristina.DISCIPLINAS Optativa III Orientação ao Trabalho de Conclusão de Curso Serviço Social e Processo de Trabalho II Tópicos Avançados em Serviço Social SUB-TOTAL Atividades Complementares Trabalho de Conclusão de Curso TOTAL 8° PERÍODO Aulas semanais Teórica Prática 02 02 04 04 12 - CARGA HORÁRIA TOTAL 33 33 66 66 198 170 100 468 PRÉREQUISITOS - RESUMO DA CARGA HORÁRIA Carga Horária conteúdos curriculares: Carga Horária Atividades Complementares: Estágio Supervisionado: Trabalho de Conclusão de Curso Carga Horária Total do Curso: 2. 1997. Cortez. Rio de Janeiro: IEC/ECO/UFRJ. H. e GURRA. In: AZEVEDO. Viviane N. Cortez. In: Serviço Social & Sociedade. BRUSCHINI. 1993. Bibliografia Básica SAFFIOT. Estudos Feministas. O debate contemporâneo em torno do feminismo.

REVISTA SERVIÇO SOCIAL E SOCIEDADE nº 70. KERGOAT. 2002. Um Amor Conquistado: o mito do amor materno. n. NEDER. São Paulo: Cortez. V 2. Agnes. nº3 / 1994. São Paulo: Nova Cultural . São Paulo: Cortez. C. 1994. 1987. Sergio Antônio. 50.Bibliografia Complementar SAFFIOTI. Tipos de deficiência. CIEC/ECO/UFRJ. Costa Albertina et al. Vida Urbana e Gestão da Pobreza. 3. Petrópolis: Vozes. teóricos e empíricos. . Lei n.º 55. 1997. O trabalho dos assistentes sociais nesta área.Brasiliense. 1985. HELLER. SPOSATI. João Benedito de Azevedo. 2003. D. In: Estudos feministas. . HIRATA. Principais leis de amparo à Pessoa Portadora de Deficiência: Constituição da República Federativa do Brasil. São Paulo. 2004. Brasiliense. São Paulo: Cortez. E. V. A violência e suas manifestações cotidianas. YASBEK. (org. A atuação do Serviço Social junto a Pessoa Portadora de Deficiência. Bibliografia Complementar: ODALIA.853. Cortez. Bibliografia Básica: FOUCALT. Porto Alegre: s.n. D. Rearticulando gênero e classe social.) Anos 90: política e sociedade no Brasil. A violência enquanto campo de intervenção pública. Violência e Direitos Humanos. A. Sociedade civil e construção de espaços públicos. A Concepção de Família no Estado de Bem Estar Social. Violência e Cidadania.º 7. DISCIPLINA: PORTADORES DE NECESSIDADES ESPECIAIS Carga Horária: 33 h Período: a definir Ementa: Conceito de Pessoa Portadora de Deficiência. Aspectos históricos. BADINTER. Uma Questão de Gênero: Rio de Janeiro: Rosa dos Tempos e São Paulo: Fundação Carlos Chagas. 1992. Vigiar e Punir: nascimento da prisão. O que é Violência. Editora Cortez: São Paulo. 1988.São Paulo. In: Serviço Social e Sociedade. In: OLIVEIRA. E. A Classe Operária tem Dois Sexos. Decreto n. 1986. O que é Família? Coleção Primeiros Passos. DISCIPLINA: VIOLÊNCIA Carga Horária: 33 h Período: A definir Ementa: A violência como expressão da questão social. FABRIS.ed.ed. 1985. M. MARQUES. H. Nova Fronteira. Legislação Ordinária. Democracia. M. TELLES.º 3298. Nilo. In: DAGNINO. 12. São Paulo: Brasiliense. Classes subalternas e assistência social. Heleich Sara B. Gizlene. Rio de Janeiro. 1984. PRADO.

S. Shirley. 68. Classes subalternas e assistência social. N. Bibliografia Complementar: CORRER. G. 2002. Rio de Janeiro: 7 letras. São Paulo: Cortez. Sociedade civil e construção de espaços públicos. 1988. tecnologias e pessoas com deficiência. Rinaldo. Marcos Tarcísio. 2001. Ney Luiz Teixeira de. 6.º 7853. Marli e SILVA. p. v.. Docência no ensino superior: construindo caminhos. Campinas. Campinas: Mercado das Letras/Associação de Leitura do Brasil. Campinas: Papirus. São Paulo: Cortez. Capacitação em Serviço Social e Política Social. Docência no ensino superior. O processo de construção dos conceitos básicos no campo da linguagem. da matemática e das ciências sociais e naturais (o pensar e o agir do ser humano). Centro de Educação Aberta. p19-24. São Paulo. Revista Inscrita. 2004. A. 2003. Projetos de ensino em consonância com os conteúdos específicos em cada área do serviço social e no contexto da prática profissional. Tipos de racionalidades usadas pelo professor para efetivar o processo ensino-aprendizagem.) Anos 90: política e sociedade no Brasil. In: DAGNINO. Rosana. ALMEIDA. Brasília: UNB. PIMENTA. YASBEK. MIZUKAMI. CAVALLET. E. Escola e aprendizagem da docência: processos de investigação e formação. Docência na Universidade. São Paulo: Brasiliense. Bauru: EDUSC. Deficiência e comunidade. (org. p. Módulo 3. Maria da Graça Nicoletti et al. . v. A prática pedagógica no campo do serviço social. ANASTASIOU. 2000. Brasília: CEFESS. n. 33-49.Bibliografia Básica: Brasil. São Paulo: Cortez. Bibliografia Básica: PIMENTA. “Educação”. 2003. São Carlos: EdUFSCar. 5. das G. de 1989. TELLES. Políticas Públicas: educação. GLAT. LIBÂNEO. Lei n. Bibliografia Complementar: ALMEIDA. 2000 a. 1. C. 2003. V. G. Vol. 4. A Integração Social dos Portadores de Deficiência: uma reflexão. S. L. Revista Educação e Sociedade. PIMENTA. 1995. C. Continuada a Distância. 239-277. Educação Linguagem. “O Serviço Social na educação”. (Orgs). . 2002. 2000. S. Ney Luiz Teixeira de. V. VIZIM. 24 de Out. MASETTO. Vida Urbana e Gestão da Pobreza. J. DISCIPLINA: DOCÊNCIA EM SERVIÇO SOCIAL Período: a definir Carga Horária: 33 h Ementa: Pressupostos epistemológicos da prática pedagógica. Inclusão Social: construindo uma nova SPOSATI. José Carlos. 2003. M. Formação de profissionais da educação: visão crítica e perspectiva de mudança.

A. Vida Urbana e Gestão da Pobreza. Cristina e MONTANARI.DISCIPLINA: QUESTÕES AGRÁRIAS Carga Horária: 33 h Período: A definir Ementa: Análise da estrutura fundiária no campo e seus impactos na estratificação e desigualdades sociais. São Paulo: Cortez. C. Sociedade civil e construção de espaços públicos. São Paulo: Brasiliense. Classes subalternas e assistência social. CUNHA. 1994. 2000. Maria da Glória. V. 2003. Bibliografia Complementar: SILVA. Faculdade de Educação – USP. TELLES. A Questão Agrária. YASBEK. STRAZZACAPPA. Grandezas e Misérias do Ensino no Brasil. In: DAGNINO. (org. São Paulo: Cortez. C. A Questão das Terras no Brasil: das sesmarias ao MST. SPOSATI. Bibliografia Básica: NEVES. Contribuição do Serviço Social na produção e no redimensionamento do conhecimento teórico-prático da política social de educação. Educação Especial: um esboço de política pública. YASBEK. manifestações da questão social no rural no Brasil e as especificidades regionais. DISCIPLINA: POLÍTICA DE EDUCAÇÃO Carga Horária: 33 h Período: A definir Ementa: Papel da escola básica pública para a formação da cidadania popular. 1970. São Paulo: Cortez Editora/ EDUFF/FLACSO. A. 2001. São Paulo: Cortez. Os Sem Terra. São Paulo: Cortez. PRADO JR. 2003. GOHN. Estado e Democracia no Brasil. 2005. Papel do Estado Democrático frente à cidadania popular. Pesquisa e MST. São Paulo: Moderna. Bibliografia Básica: FERNANDES. 2004. 2003. ONGs e Cidadania. Educação. Lúcia. 2000. São Paulo: Brasiliense. O que é Questão Agrária. São Paulo: Cortez. São Paulo: Brasiliense. Caio. E. . São Paulo: Editora Ática. Vida Urbana e Gestão da Pobreza. Valdir. 4º edição. São Paulo: Contexto. 2001. Questão Agrária. S. Luiz Antônio. Migrantes. M. Maria José Garcia. São Paulo: Cortez. Sônia. Educação e Política no Brasil de Hoje. Classes subalternas e assistência social. 1988. 1988. 2004. M. Bibliografia Complementar: WEREBE. SILVA. novos cenários e novos atores sociais. poder político e econômico dos diferentes segmentos sociais.) Anos 90: política e sociedade no Brasil. Bernardo Mançano. São Paulo: Cortez. globalização. Tese de Doutorado. MARTINS Dora e VANALLI. José Graziano . 2005. SPOSATI.

Bibliografia complementar: BRASIL. 1995. Conceitos e compreensão de leitura e escrita no contexto da educação especial. Dissertação de Mestrado. A Surdez: um olhar sobre as diferenças. 2005.) Surdez: Abordagem Geral. Características fonológicas. Carla Valéria e Souza. 1988. A.L & Dias. _______. Introdução à Gramática de LIBRAS . Prática de LIBRAS: desenvolvimento da expressão visual-espacial e ampliação do conhecimento da cultura do mundo dos surdos. Tese de doutorado.LIBRAS Carga horária: 33 h Período: A definir Ementa: Noções e aprendizado básico de LIBRAS. 22-23. Rio de Janeiro.1998. Universidade de São Paulo. M. Curitiba. FARIAS. Porto Alegre Editor: Mediação. p. O. (org. CÁRNIO. Carlos.S. S. T.Rio de Janeiro: 1997. 1995. Decreto 5. 1995. Leitura e Surdez: Um estudo com adultos não oralizados. Brasília: MEC. S. de. UFRJ. C. de morfologia e de sintaxe com apoio de recursos audio-visuais. K.A. UFPE. T.DISCIPLINA: LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS . In: STROBEL. Bibliografia básica: ALMEIDA.M. Noções básicas de léxico.626 de 22 de dezembro de 2005. Apta. FELIPE. E.Língua Brasileira de Sinais. Ed. Dissertação de Mestrado em Lingüística. PE. SKLIAR. PR. FENEIS. 2000. O Signo Gestual-Visual e sua Estrutura Frasal na Língua dos Sinais dos Centros Urbanos Brasileiros. FELIPE. Atos de Fala: O pedido em língua brasileira de sinais. Editora Revinter. LIBRAS . .

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