P. 1
artigo-3

artigo-3

|Views: 43|Likes:
Publicado porpatysbraz

More info:

Published by: patysbraz on Sep 28, 2011
Direitos Autorais:Attribution Non-commercial

Availability:

Read on Scribd mobile: iPhone, iPad and Android.
download as PDF, TXT or read online from Scribd
See more
See less

01/18/2013

pdf

text

original

Artigo

Pesquisa de Micro-organismos e Alterações Celulares em Mulheres submetidas à Citopatologia Ginecológica na Cidade de Canguçu, RS, no ano de 2008
Ricardo Ribeiro Vargas1, Vanusa Manfredini2 1 - Farmacêutico-Bioquímico, aluno do curso de Especialização em Citologia Clínica pela Sociedade Brasileira de Análises Clínicas (SBAC) 2 - Farmacêutica-Bioquímica, Professora Doutora do Departamento de Ciências da Saúde da Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das Missões – URI – Campus de Erechim/RS, professora orientadora do Curso de Especialização em Citologia Clínica pela Sociedade Brasileira de Análises Clínicas (SBAC)

Resumo
Pesquisa de micro-organismos e alterações celulares em mulheres submetidas à citopatologia ginecológica na cidade de Canguçu, RS, no ano de 2008 A triagem citológica é uma importante ferramenta diagnóstica utilizada para detectar a ocorrência de infecções ginecológicas, o que nos últimos anos, os índices incidentes vêm aumentando consideravelmente. Os diferentes tipos de micro-organismos podem ocasionar sérios problemas à cérvice da mulher, inclusive risco de vida; portanto, o diagnóstico rápido e preciso é de grande importância para assegurar o bem-estar da paciente. O diagnóstico laboratorial considerado neste artigo para detectar as infecções foi o exame citopatológico, conhecido como Papanicolaou. Este, além de permitir a visualização de micro-organismos como Candida sp., Gardnerella vaginalis e Trichomonas vaginalis, também permite a identificação de alterações celulares relacionadas à infecção pelo Papilomavírus Humano (HPV). Assim, o objetivo desse trabalho foi verificar a incidência de micro-organismos encontrados na cérvice de mulheres de diferentes faixas etárias submetidas à citopatologia ginecológica, no ano de 2008. Foram analisadas lâminas com material ginecológico de 909 mulheres sexualmente ativas atendidas no Centro de Saúde na cidade de Canguçu, RS. Os resultados obtidos mostram alta frequência da Gardnerella vaginalis em todas as faixas etárias estudadas, bem como a presença da Cândida sp e HPV em mulheres com idade avançada. Esses dados nos permitem sugerir que a frequência de esfregaços com alterações celulares decorrentes da presença de micro-organismos e/ou HPV vem aumentando gradativamente em mulheres idosas.

Summary
Study of microorganisms and cell changes in women undergoing gynecologic cytopathology in the City of Canguçu, RS, in the year 2008 The cytological screening is an important diagnostic tool used to detect the incidence of gynecological infections that in the last years has been increasing considerably. The different types of microorganisms can cause serious problems to the woman cervix, including their life threatening; therefore, a fast and correct diagnosis is very important to ensure the patient welfare. The conventional laboratorial diagnosis used to detect this kind of infection is the cytopathology exam, also known as Pap. Besides the fact this exam allows the visualization of microorganisms like Cândida sp., Gardnerella vaginalis, and Trichomonas vaginalis, it also allows the identification of cells alterations related to the infection of Herpes Virus and Human Papiloma Virus (HPV). Slides containing gynecological material of 909 sexually active women served in the Health Center of Canguçu City – RS were analyzed. Therefore, this work’s objective was to verify the existence of microorganisms found in the women cervix from different age range submitted to gynecological cytopathology, in 2008. The results obtained show the high frequency of Gardnerella vaginalis in all age ranges studied, as well the presence of Cândida sp and HPV in elderly women. This data allows us to suggest that the frequency of the smears with cell alterations are because of the presence of microorganisms and/or HPV is increasing gradually in elderly women. Key-words: Microorganisms, gynecological cytopathology,

Palavras-chave: Micro-organismos, citopatologia ginecológica, infecção

infection

102

NewsLab - edição 105 - 2011

Algumas evidências sugerem a infecção do trato urinário como resultado da colonização vaginal por organismos retais. A candidíase é uma infecção causada por uma levedura blastoforada (incluindo a Cândida albicans. C. teste de Schiller com aspecto “tigroide”. deve-se tentar tratar as causas da candidíase para evitar as recidivas (18-21). Como o vírus pode sobreviver sem ser detectado durante anos. exibe lesões típicas. A Vaginose Bacteriana (VB) é uma síndrome na qual há um aumento maciço de germes anaeróbios (Gardnerella vaginalis.5. Sendo assim. principalmente após a menopausa. é necessário o rastreamento de alterações cervicovaginais ainda em adolescente e mulheres jovens. principalmente as observadas no núcleo das células. Estima-se que o herpes genital possa atingir entre 10 a 30% da população com vida sexual ativa pelo que o risco de contágio é grande. Na mulher. Mobiluncus sp e Peptostreptococcus sp) em substituição aos Lactobacillus que constituem de 80% a 95% dos microorganismos presentes na vagina. O vírus infecta as células escamosas. A membrana nuclear parece espessada. tropicalis) frequentemente encontrada ao nível da vulva. As lesões celulares iniciais são as consequências da replicação viral no núcleo. o objetivo desse trabalho foi verificar a incidência de micro-organismos e alterações celulares sugestivas do HPV encontrados na 104 NewsLab . hiperemia da mucosa. praticado nas bordas das zonas ulceradas e no líquido vesicular. Mais de 150 tipos virais foram identificados. 22). Alguns fatores que predispõe o aparecimento desta infecção são: gravidez. posteriormente. Os esfregaços exibem as duas formas assumidas pelos fungos: os esporos e os filamentos. as células são colhidas na região do orifício externo do colo e canal endocervical. Bacteroides sp.000 pares de bases responsáveis pela codificação das proteínas virais. uso de contraceptivo oral. Estas lesões levam de duas a três semanas para cicatrizar e são acompanhadas de aumento de volume dos gânglios das virilhas. rebentam formando uma ferida com uma crosta de cor amarela. ardor. O tratamento consiste de antimicóticos. espermicidas. apresenta um aspecto homogêneo e opaco de cor azul pálido. provocada pelo herpes vírus do tipo 2 (HSV 2) e cerca de 15% dos casos ocorrem pelo tipo 1 (HSV 1).Introdução Citopatologia é o estudo das células e suas alterações. estes têm efeito protetor. amarelado ou amarelo esverdeado. medicamentos imunossupresores. vulva e vagina edemaciadas (inchadas) e hiperemiadas (avermelhadas). bolhoso. Este. É um vírus cujo material genético é uma molécula de ácido desoxirribonucleico (DNA). obesidade. metaplásticas e endocervicais. limitando o crescimento de micro-organismos potencialmente nocivos ao equilíbrio do ecossistema vaginal. A erupção típica tem inicialmente a forma de vesículas que causam ardor e que. malígnas ou qualquer reação inflamatória causada ou não por algum microorganismo (1-4).2011 . O exame citológico. pela adesão. dor pélvica (ocasionalmente). pode acometer a vulva. na mulher. O Papilomavírus Humano (HPV) é responsável por pelo menos 95% de cânceres cervicais. A multinucleação é frequente e os núcleos se amoldam uns aos outros ou se acavalam. presença de um corrimento esbranquiçado. diabete melitus. já que se trata de uma DST (23-26). prurido e/ou irritação vulvar. pH >4. A transmissão não é exclusivamente sexual. causando cervicovaginite. O risco de transmissão por ato é de 60 a 80%. glabrata. caracterizada por: corrimento abundante. desprendimento de aminas aromáticas com odor semelhante a “peixe podre” ao adicionar duas gotas A de KOH 10% ao conteúdo vaginal. C. krusei e C. ardor localizado à região genital e dor ao urinar. antibióticos de largo espectro e o habito de usar duchas vaginais têm sido associados ao aumento desta infecção (13-17). porém fatores extrínsecos como a alta frequência de coitos. posteriormente colocadas em lâmina de vidro. uso de antibióticos. coradas e levadas ao exame microscópio onde é possível distinguir as células normais das que apresentam alterações prémalignas. uso de roupas íntimas sintéticas e justas. presença ao exame bacterioscópico e citopatológico de clue cells. Caracterizada por: corrimento vaginal brancoacinzentado em pequena quantidade. O primeiro episódio de herpes genital causa mal-estar. Pode permanecer assintomática no homem e. Tricomoníase é uma infecção causada pelo Trichomonas vaginalis (protozoário flagelado). Os mecanismos de transmissão da VB não estão claros. aumentado de volume. entretanto. por vezes febre e dores musculares. Prevotella sp. de fragmentos de cromatina deslocados pelos vírus. No exame de citopatologia ginecológica. com placas avermelhadas.edição 105 . cefaleia. antes de transformar as células do colo uterino em alterações de précâncer. a utilização do dispositivo intrauterino (DIU). em sua face interna. 18. polaciúria). O herpes genital é uma doença sexualmente transmissível (DST) recorrente. sintomas urinários (disúria. a vagina e a cérvice uterina. Sua principal forma de transmissão é a sexual. até porque a transmissão parece possível mesmo na ausência de atividade do vírus (1. da vagina e mais raramente do colo. com aproximadamente 8. As características clínicas inerentes ao processo fornecem alguns subsídios para o diagnóstico de VB. O achado de Trichomonas vaginalis em uma citologia oncológica de rotina impõe o tratamento da mulher e também do seu parceiro sexual. A infecção é muito frequente entre mulheres de todas as faixas etárias. Os sinais e sintomas mais comuns são: prurido. dos quais 35 tipos podem infectar a região anogenital feminina e masculina (5-12).

Resultados Durante o período de janeiro a dezembro de 2008 foram registrados 909 exames citopatológicos de mulheres em diferentes faixas etárias da UBS da cidade de Canguçu. espátula de Ayre. RS. resultados sugestivos de ASCUS (células escamosas atípicas de significado indeterminado).5% (1) 15 Trichomonas 1% (3) 0. Já para o diagnóstico de HPV e herpes genital. no período de 1 de janeiro a 31 de dezembro do ano de 2008. luvas descartáveis e álcool absoluto. Tabela 1. no ano de 2008.5% (1) _ Herpes Total positivos F. Apenas a neoplasia intraepitelial cervical grau 1 (NIC 1) ou lesão intraepitelial escamosa de baixo grau (LSIL) foram consideradas porque a presença do coilócito que é característica do LSIL também vai identificar o Papilomavírus. Os materiais utilizados para a realização da colpocitologia foram: espéculo vaginal. carcinoma invasivo e o adenocarcinoma. ou seja. Frequência (%) de micro-organismos e alterações celulares encontrados na cérvice das mulheres submetidas à citopatologia ginecológica no ano de 2008 Faixa etária (anos) 20 a 29 Normal 80% (241) 86% (221) 81% (185) 82% (84) 82% (18) 749 VB 15% (45) 11% (28) 13% (30) 15% (15) 9% (2) 120 HPV 2% (6) 1% (2) 3% (7) 2% (2) 4. AGUS (células glandulares atípicas de significado indeterminado). Foi aprovado pelo Comitê de Ética e Pesquisa da Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das Missões – Campus de Erechim. Cândida sp. Os achados citológicos foram plotados em Excel 2003 e expressos em frequência (%). que está localizado na região sul do estado do Rio Grande do Sul e que possui uma área de 3. as alterações celulares clássicas foram observadas.cérvice de mulheres de diferentes faixas etárias submetidas à citopatologia ginecológica na Cidade de Canguçu. sendo que frequência dos micro-organismos e alterações celulares encontrados na cérvice das mulheres participantes estão descritos na Tabela 1. lâminas de vidro para uso citopatológico. que é uma unidade básica de saúde (UBS). 909 exames citopatológicos descritos nas fichas das mulheres foram analisados e classificados quanto à presença de micro-organismos e/ou alterações celulares no epitélio vaginal de acordo com a faixa etária. Material e Métodos Trata-se de um estudo de corte transversal e retrospectivo. RS. neoplasia intraepitelial cervical grau 3 (NIC 3) ou carcinoma in situ ou HSIL. sendo a população total de 53. Os esfregaços cervicovaginais das mulheres que frequentaram a UBS durante o período foram enviados para um laboratório de patologia na Cidade de Pelotas. E. Total geral _ 0.5% (1) 18 Candida 2% (6) 1% (2) 2% (5) 1% (1) 4.5% (1) _ 60 301 30 a 39 34 255 40 a 49 44 229 50 a 59 18 102 > 60 Total _ 5 _ 2 04 160 22 909 NewsLab .5% (1) 0. Durante o período estudado.525 km2. Não foram utilizados os dados das pacientes que apresentaram resultado do exame citopatológico com presença de células epiteliais anormais. escova para coleta da secreção endocervical.547 habitantes. neoplasia intraepitelial cervical grau 2 (NIC 2) ou lesão intraepitelial escamosa de alto grau (HSIL).edição 105 .2011 105 . O esfregaço foi considerado normal quando não foram observadas quaisquer alterações celulares e ausência de micro-organismos patogênicos. A coleta do material para realização do exame citopatológico foi feita nas dependências do pronto-atendimento da Secretaria Municipal de Saúde do município. Os micro-organismos Gardnerella vaginalis. Este trabalho foi realizado no município de Canguçu.5% (1) 0. e Trichomonas vaginalis foram identificados nos esfregaços vaginais.

A tabela representa índices percentuais do total de 909 exames realizados em mulheres na faixa etária de 20 a 59 anos e acima de 60 anos. e para 160 pacientes ou 18% dos casos foram diagnosticados como positivos para microorganismos e/ou lesões celulares. obtivemos os percentuais distribuídos na Figura 1. foi encontrado o percentual para Trichomonas sp. encontraram para Trichomonas sp. de 5. Discorda dos valores obtidos no estado do Piauí. os resultados da pesquisa ficaram bem abaixo de valores encontrados em pesquisas feitas no RS e no Brasil. concordando com os valores do rastreamento do Parque Indígena do Xingu/Brasil.2% de alterações celulares que indicavam a presença do vírus da herpes genital. estado do Maranhão. Podemos observar que a frequência de esfregaços com alterações celulares causadas pelo HPV e a presença de micro-organismos como a Candida sp. Observamos que 749 pacientes. 2% com alterações celulares que indicavam a presença de HPV..6% de Cândida sp.6% de Candida. 0.5% de Trichomonas vaginalis e 0. estado do Maranhão. obtivemos 1. Em outro estudo. Discussão Alguns autores relatam a importância da prevenção para o tratamento e a cura das enfermidades provocadas pelos micro-organismos. em Porto Alegre. A presença de Candida foi em valores aproximados ao HPV e também esteve presente em todas as faixas etárias consideradas no estudo. A presença de HPV em mulheres de todas as faixas etárias vem reforçar a importância da prevenção.5% em mulheres com mais de 60 anos. o equivalente 106 NewsLab . Constatamos nesse estudo que a prevalência do diagnóstico de microorganismo para Gardnerella é o mais incidente em todas as faixas etárias e que diminui progressivamente com o avançar da idade. (27). A partir dos resultados obtidos verificamos que a infecção por Gardnerella vaginalis foi a mais prevalente entre as pacientes de todas as faixas etárias estudadas.4% (29). com 500 mulheres procedentes de clínicas privadas. 1.5%).74% para Candida sp. distribuídas em diagnósticos para micro-organismos e alterações celulares. Por exemplo. Das 160 mulheres que apresentaram resultados citológicos alterados. RS. O presente trabalho obteve percentuais de 13% para G. tivemos 13% de Gardnerella vaginalis. que fica bem próximo ao estudo feito em Vitória (ES) onde a prevalência da infecção genital por HPV foi de 3. Este valor condiz com o trabalho realizado no município de Presidente Dutra. 82% das lâminas analisadas obtiveram resultados citológicos negativos (normais).75% para G. Percentual (%) dos achados citológicos encontrados nas 160 mulheres que apresentaram resultados alterados do Xingu/Brasil que encontrou um percentual de 14% (28). vaginalis. tiveram uma porcentagem de 4. Em trabalho no município de Presidente Dutra.2011 . Sobre o total de resultados fora da normalidade.31% (27). Ambos obtiveram uma variação parecida nas faixas etárias e só atingiram mulheres até os 49 anos. Quanto à presença de HPV. observamos uma porcentagem de 2%. onde relataram 10. Quanto à prevalência de T. Constatamos na pesquisa uma baixa incidência de herpes vaginal (0.2%) e Trichomonas vaginalis (0. ou seja. onde a incidência foi de 1% (28). vaginalis. A Candida também teve uma porcentagem elevada em pacientes com mais de 60 anos.edição 105 . rastreando o câncer de colo uterino em índias do Parque Indígena do Xingu/Brasil. Quanto à incidência encontrada no trabalho. centros de saúde e de hospitais de Porto Alegre. Podemos observar que o HPV esteve presente em todas as faixas etárias consideradas no artigo e teve a sua porcentagem mais alta em mulheres com mais de 60 anos. encontrou-se uma prevalência igual a 29.3% (12).27% (16) e de trabalho realizado no Maranhão. o percentual foi de 20% (24). Os achados demonstraram que herpes Trichomonas não diferem significativamente quando avaliada em função da variação da faixa etária. embora não tenha apresentado valores maiores que 1% para esses micro-organismos. vaginalis (27) e também concorda com os achados do trabalho realizado no Parque Indígena Figura 1. em trabalho realizado com mulheres da Vila dos Papeleiros. pois realizando o exame citopatológico elas conseguiram diagnosticar a doença e dar andamento ao tratamento evitando a possibilidade de evolução das lesões que poderiam chegar até o câncer de colo do útero (16). A atual pesquisa indica índices maiores em mulheres mais jovens entre 20 a 49 anos. isto talvez se deva a uma menor prevenção na atividade sexual das pacientes desta faixa etária. entretanto a infecção diminui progressivamente com o avanço da idade das mulheres. ambulatórios. onde foi encontrado o percentual de 13. que relatou 7.

edição 105 . 4. Rosa MI et al. Acesso em: 10 jun. Bras. 2002. Rev. Rev. Câncer do colo do útero. 1985. Espírito Santo. Brasil. Vanusa Manfredini vanusa@uri. Subtipos de Vírus Herpes Simples em uma população urbana da Amazônia. atendidas em um ambulatório de doenças sexualmente transmissíveis. Instituto Garnet: 1º. Obstet. 2004. Epidemiologia do câncer uterino.. Acta Bioq.com.gov. Avaliação da sensibilidade dos exames citopatológico na identificação de lesões intra-epiteliais cervicais. Infectol. Kaneshima N et al. 30: 300305. Instituto Nacional do Câncer e Secretaria de Estado da Saúde. Falando sobre o HPV: Papilomavírus Humano. Aspectos clínicos. patogênese e diagnóstico de Trichomonas vaginalis. 30. 1ª Ed. Medeiros VCRRD et al. 14. como por exemplo em um estudo na região amazônica que encontrou 28% de incidência para herpes vaginal (31).aids. Bras. Correspondências para: Prof. principalmente o HPV que tem associação comprovada com o câncer do colo do útero. 38: 255- 260. 2005. J. 66: 94-105. Prevalência de Vaginites infecciosas através da Citologia Clínica: Um estudo no Laboratório Central de Saúde Pública do Piauí. Manole Ltda. Prevalência de Vaginoses Bacterianas em pacientes ambulatoriais atendidas no Hospital Divina Providência. Campos S. 18. Bethesda 2001. 2004. 2006. Trichomoniasis. 25: 953-964. Prevalência da Tricomonose em mulheres residentes na Vila dos Papeleiros em Porto Alegre. 38: 127-130. São Paulo. 2004. 40: 152-60. Ribeiro AA et al. Transm. 2007. RS. Med. Rev. ashington. 1973. SP. 2005. SP.br. Rastreamento do câncer de colo uterino em índias do Parque Indígena do Xingu. Rev. Disponível em: http://www. 25. Bras. 24. Koss GL. Rev. Perfil epidemiológico de mulheres com vaginose bacteriana. RS. 1997.2011 .com. Patol. Papilomavírus Humano e Câncer do Colo do Útero. Silva CRG et al. T Tanaka VA et al. Rev.bethesda2001. Presença de Candida nas mucosas vaginal e bucal e sua relação com IgA salivar. Clin.br. 6: 17-19. Panam. Saúde sexual e reprodutiva em penitenciária feminina. 7: 33-38. 10. 2005. Brasil Central. Stival CO et al. 39: 179-81. ed. 26. Papilomavírus humano e neoplasia cervical. Câncer de Colo de Útero: Análise Epidemiológica e Citopatológica no Estado do Rio Grande do Norte. 2000. Bras. Maciel GP et al. 19: 84-91. Ginecol. 2003. 39: 61-68. Barcelos MRB et al. Avaliação Comparativa da Citopatologia Positiva. Carvalho JJM. Porto Alegre. Ministério da Saúde. Bras. Clin. Silva LM et al. Dra. Ana. Clin. A incidência de herpes vaginal ficou bem abaixo dos valores encontrados em outras regiões do Brasil. 1999. 2004. Rev. Obstet. 2007d. Rev.drashirleydecampos. Michel RV et al. Lab. 2007. 29. 7. Saúde Pub. 2007. Manual de normas e procedimentos para o controle do câncer de colo uterino. Lat. Anal. J. Assoc. Obstet. 2006.cancer.Bras. Instituto Nacional do Câncer. 108 NewsLab . Artigo Disponível em: http://www. Giraldo PC et al. Santos RCV et al. Bras. Prevalência de cândida na flora vaginal de mulheres atendidas num serviço de planejamento familiar. 30: 349-354. Brasília. Dermatol. Infecções genitais em mulheres atendidas em Unidade Básica de Saúde: prevalência e fatores de risco. Doen. Bras. 19. Epidemiologia e diagnóstico laboratorial de Trichomonas vaginalis. Anal. 20. Rev. Coleta do Papanicolaou e ensino do autoexame da mama. Colposcopia e Histopatologia: Destacando a Citopatologia como Método de Rastreamento do Câncer do Colo do Útero. podemos afirmar que a realização do exame citopatológico é de grande importância desde o início da atividade sexual da mulher e deve continuar sendo realizado até a terceira idade. Taborda WC et al. 37: 227-231. Clin. Microbiol. 21: 441-45. Med. Rev. O frequente desafio do entendimento e do manuseio da vaginose bacteriana. Rev. Anal. 7: 92-96. Mello WA. Assoc. Anal. Bras. De Carli GA et al. São Paulo. 2. Rev. Rev. 75: 160-164. 16. 1994. Rev. Bras. 2008. INCA. DST-J. NewsLab. Bras. Ed.inca. Organização Pan-Americana de Saúde. Rev. Manual de DST – Infecção pelo papilomavírus humano. 37: 215-218. 82: 41-46. 2009.gov. 17: 18-23. Ginecol. Disponível em: http://www. Citologia ginecológica e suas bases anatomoclínicas. 5. 3. Ginecol. Acesso 10 outubro 2009. Rev. Gompel C. 2005. Tricomoníase: análise citológica da doença em um Município do Estado do Maranhão. gov. 17. Rev Panam Salud Pub. Cad. 2009. 2007. Prevalência de infecção do Papilomavirus. Saúde Pub. 12. Bras. 2006. Rama CH et al. Anal. 22. 13. W Tuon FFB et al. Brasil. 9. 8. Detecção Sorológica de Anti-HPV 16 e 18 e sua associação com os achados do Papanicolau em adolescentes e mulheres jovens. Disponível em http:/www. Clín. 4: 33-36.br. Aleixo NA et al. 6.a 13% (28). Bras. Batista LA et al. 31. 2005. Miranda AE et al. 2008. Manual de Procedimentos Técnicos e Administrativos. Acesso em: 12/08/2009. Ministério da Saúde. 7: 11-16. Clin. 48: 202-210. NewsLab. Agentes microbiológicos em exames citopatólogicos: estudo de prevalência. pois verificamos a pre- sença de alguns patógenos em todas as faixas etárias. 23. 15. 27. Doenças Sex. Importância da aplicação de critérios morfológicos não-clássicos para o diagnóstico citopatológico de Papilomavirus humano (HPV) previamente detectado por PCR. ransm. Bowden & Garnett. Oliveira EH et al. Bras. 21.br. Med. em São Paulo.br Referências Bibliográficas 1. Saúde. 28. 39: 33-35. Sex. A partir da análise dos resultados obtidos que apresentam diagnósticos para micro-organismos e alterações celulares. 2005. Acesso em: 20 novembro 2009. 11.

You're Reading a Free Preview

Descarregar
scribd
/*********** DO NOT ALTER ANYTHING BELOW THIS LINE ! ************/ var s_code=s.t();if(s_code)document.write(s_code)//-->