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Montagem e Manutencao de Computadores - SOS

Montagem e Manutencao de Computadores - SOS

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Conceitos de Hardware e Software
Com o advento da informática, tornou-se muito comum encontrar microcomputadores em pequenos escritórios e residências particulares. A redução do custo dos equipamentos, somado até mesmo a popularização da Internet, fez com que cada vez mais pessoas desejassem entrar no seleto mundo da informática. Com o aumento do número de microcomputadores, cresceu também a necessidade por profissionais que prestem serviços de manutenção e que possam montar um microcomputador q
Conceitos de Hardware e Software
Com o advento da informática, tornou-se muito comum encontrar microcomputadores em pequenos escritórios e residências particulares. A redução do custo dos equipamentos, somado até mesmo a popularização da Internet, fez com que cada vez mais pessoas desejassem entrar no seleto mundo da informática. Com o aumento do número de microcomputadores, cresceu também a necessidade por profissionais que prestem serviços de manutenção e que possam montar um microcomputador q

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Conceitos de Hardware e Software

Com o advento da informática, tornou-se muito comum encontrar microcomputadores em pequenos escritórios e residências particulares. A redução do custo dos equipamentos, somado até mesmo a popularização da Internet, fez com que cada vez mais pessoas desejassem entrar no seleto mundo da informática. Com o aumento do número de microcomputadores, cresceu também a necessidade por profissionais que prestem serviços de manutenção e que possam montar um microcomputador que se ajuste as necessidades as quais ele se destina. Essa é a proposta do nosso curso. Mostrar, usando uma linguagemclara, como se monta um microcomputador, identificar problemas e corrigi-los.. . Assim, desejamos a todos um ótimo curso e que possam aproveitar ao máximo os ensinamentos aqui transmitidos para desenvolver uma carreira profissional de sucesso neste mercado que não pára de crescer.

Hardware e Sofhvare
Hardware
Refere-se ao Hardware toda a parte física de um microcomputador,aquilo que podemos tocar com as mãos, ex.: CPU, teclado, monitor etc. Ele é divido em duas partes: hardware básico, composto por monitor de vídeo,teclado, mouse, gabinete, HD (Winchester), disco flexível (floppy), placa mãe, placa de vídeo, som, processador, memória RAM etc. Além disso, temos o hardware opcional composto por impressoras, scanners, web-cam etc.; que conectado ao microcomputador adicionam as funções do mesmo, tornando-o uma grande ferramenta de trabalho e lazer.

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Vale a pena lembrar que não é necessário possuir todos os equipamentos do mercado para ter um bom microcomputador.

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O software executa uma sequência de comandos que determina o que o

seu microcomputador irá realizar a cada instante. Ele pode determinar, por exemplo, quais informações o processador vai analisar; quando os dados serão gravados no disco rígido etc., ou seja, a parte lógica, os programas o que não podemos tocar com as mãos. Os softwares são apresentados em Aplicativos, Linguagens de programação e Sistemas operacionais.

Aplicativos e Linguagens de programação são softwares de alto nível, como os processadores de texto, planilhas, jogos etc. Eles são assim denominados porque não têm acesso direto ao hardware do microcomputador. Deste modo, eles fazem uso dos softwares de baixo nível para se comunicar com o hardware e realizar suas operações. Sistemas operacionais são exemplos de softwares de baixo nível. Eles manipulam os dados acessando diretamente o hardware do microcomputador. Funcionam como "interpretes" entre o hardware e os softwares que fazem o pedido de algum recurso do hardware.

S.0.S Computadores

O mais importante dos softwares existentes no microcomputador é o Sistema operacional. É ele que administra todas as funções elementares do microcomputador, como o gerenciamento da memória RAM, o uso dos dispositivos de entradalsaída (também conhecidos como dispositivos de IIO), a utilização do processador para várias funções ao mesmo tempo, entre outras. O Sistema operacional mais utilizado atualmente é o Microsoft Windows, cuja última versão é Windows XP. Ele é o sistema padrão adotado pela maioria dos fabricantes de microcomputadores da linha PC. Funcional e de operação muito simples, domina o mercado doméstico.

Outros sistemas operacionais possuem características que os habilitam como mais adequados para outras finalidades. Um exemplo disso é o Linux, um Sistema operacional de distribuição gratuita, que é muito utilizado como Servidor Web e Servidor de Rede, devido a sua estabilidade e pouca exigência de hardware. Podemos citar, ainda, o Windows NT, um sistema muito mais complexo e seguro que o Windows XP, mas que exige muito mais do hardware do microcomputador. Ele, ao contrário de seu "irmão menor", é um sistema muito utilizado como Servidor de rede e em Estações de trabalho. Outro sistema que, apesar de não ser mais comercializado ainda é bastante utilizado por profissionais de Montagem e Manutenção, é o MS-DOS. Este sistema, usado nas primeiras versões do PC, é bastante simples, mas de utilização um pouco complexa, pois possui um ambiente de comandos baseado em textos. Estes tinham que ser digitados corretamente para que o sistema executasse a tarefa solicitada, ou seja, se um comando fosse digitado de modo errado, o sistema o recusava, forçando o usuário a redigitar todo o comando.

Componentes do microcom~utador
Todo microcomputador é formado necessariamentepor 5 componentes básicos: processador, memória RAM, disco rígido, dispositivos de

Conceitos de Hardware e Software

entrada e saída e software. Podemos identificar esses componentes em um microcomputador no padrão PC, Macintosh ou mesmo em computadores de grande porte. O Processador é o cérebro do sistema, o responsável pela tarefa de processar todas as informações. Ele as recebe, interpreta o que se deseja delas e as passa, para que outros componentes possam utilizá-las.

A memória RAM (Random Acess Memory memória de acesso aleatório), também conhecida como memória principal, é usada pelo processador para armazenar os dados processados, funcionando como uma espécie de mesa de trabalho. A quantidade de memória RAM disponível determina o espaGo em que o processador vai trabalhar. Se a quantidade de memória disponível for insuficiente, o microcomputador não será capaz de executar os aplicativos mais complexos. O primeiro IBM PC, lançado em 1981, tinha apenas 64 kilobytes de memória RAM. Isso, para os padrões atuais, não é suficiente sequer para "dar partida" no seu microcomputador.
Os microcomputadores atuais necessitam de pelo menos 32 megabytes de memória para funcionar (recomenda-se 64 megabytes), dependendo do uso final do microcomputador. Uma das memórias mais usadas atualmente é a do tipo DIMM de 168 vias, distribuída através de "pentes", como na figura a seguir:
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Módulo de memória DZMM 168 vias

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A memória RAM é capaz de responder as solicitações do processador numa velocidade muito alta. Entretanto, apresenta um pequeno problema: por ser alimentada única e exclusivamente pela energia elétrica, os dados nela armazenados são perdidos automaticamente assim em que o microcomputador é desligado.

Mas e que adianta realizar tantas tarefas e não poder gravar as informações? Para suprir essa necessidade utilizamos os dispositvos de armazenamento de dados, por exemplo, Disco rígido, CDs, disquetes etc. O principal meio de armazenamento é o Disco Rígido, também chamado de HD ou Winchester. Todos os componentes citados até agora se comunicam porque estão conectados aos dispositivos de entrada e saída. Tais dispositivos têm a função de distribuir dados para os componentes do microcomputador. Para entender melhor, vamos mostrar os dispositivos ordenados por categoria:
i Dispositivos de entrada: tem a função de inserir informações. O principal

periférico de entrada é o teclado.
i Dispositivo de saída: tem a função exibir informações. Os principais

periféricos de saída são a impressora, o monitor etc.
i Dispositivos de entrada-saída: realizam as duas tarefas, por exemplo,

os disquetes, em que tanto se pode salvar um arquivo (entrada) como abrir um arquivo para impressão, visualização etc. (saída).
i Dispositivos de armazenamento: têm a funçáo de armazenar os dados:

disquetes, HDs, etc.

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O teclado é o principal periférico de entrada...

...e o monitor é o principal
periférico de saída.

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O disco rigido é o principal dispositivo de armazenamento de dados

Sendo assim, outro componente básico é o software (programas), que já foi mostrado no capítulo anterior. Um dos locais onde há a maior concentração de componentes é no gabinete. É dentro dele que ocorre grande parte do processamento do microcomputador.
A seguir, uma breve descriqáo dos principais componentes encontrados no interior do gabiente:
i Placa-mãe (principal placa do microcomputador) i Processador

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i Memória RAM i Placa de vídeo,
i HD i CD-ROM

som, fax-modem etc.

i Disco flexível
i Fonte de energia

Veja com mais dois dispositivos de saída: impressora e monitor.

Impressoras
Impressora é o dispositivo destinado a imprimir textos , imagens, em papel ou algumoutro tipo de superfície. Existem diversos tipos de impressoras, por exemplo, as matriciais, jato de tinta, laser, térmicas - jato cera. Cada uma possui uma forma diferente de impressão e velocidade. Vamos ver a seguir os principais tipos de impressoras utilizadas no mercado.

Impressoras Matriciais
As impressoras matriciais utilizam um conjunto de agulhas, geralmente 9, que produzem impacto sobre uma fita de impressão, deixando marcas no papel. As impressoras matriciais são bastante econômicas em comparação com as outras, pois uma fita para a Epson L X 300, por exemplo, custa pouco e pode imprimir várias centenas de folhas.

Conceitos de Hardware e Software

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Impressoras Jato de Tinta
As mais usadas atualmente e utilizam para a impressão, em vez de agulhas, espirram gotículas de tinta sobre o papel, conseguindo uma qualidade melhor de impressão.

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Impresssoras a Laser
Numa impressora a laser a forma de impressão é totalmente diferente das citadas. Primeiramente, é formada num cilindo ou molde a imagem a ser

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impressa. Em seguida, o cilindro é aquecido, passando pelo papel, onde teremos a imagem de qualidade superior com velocidade mais rápida. O que impede a popularização destas impressoras é o alto custo.

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Impressoras térmicas - Jato de cera
Utilizando papel e tintas especiais misturadas com cera, gera impressóes com qualidade superior. E como as tintas não borram, geram cores vivas para uma melhor apreciação. As mais utilizadas das impressoras térmicas ou jato de cera são as coloridas, mas como as impressoras a laser, não são muito populares devido ao seu custo alto.

Impressora timeiea-Jato de cera

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Monitores
Mas só uma boa placa de vídeo não basta. Para garantir uma imagem de qualidade em seu microcomputador é necessário, também, um bom monitor de vídeo. Curiosamente, apesar da grande evolução que ocorreu nos microcomputadores, a tecnologia empregada na fabricação dos monitores segue princípioscriados há mais de 100 anos! Outra curiosidade é que o monitor e um equipamento analógico, enquanto todo o equipamento do microcomputador é digital. Para garantir seu funcionamento, a placa de vídeo captura os sinais digitais do microcomputador e çonverte-os em sinais analógicos. Os monitores mais antigos eram bem simples (porque só exibiam textos), com baixa qualidade de vídeo e alta emissão de radiação. Isso fez surgir um grande número de pessoas com problemas de visão. Os primeiros monitores, chamados de CGA (Color Graphics Array), atingiam baixas resoluções (de máximo de 320x200 pixels) e exibiam imagens apenas uma cor, como os famosos monitores de fósforo verde ou ârnbar. Depois evoluiram, passando para EGA, VGA, chegando aos SVGA utilizactos atualmente, até aos LCD (monitores de cristal líquido). Também são apresentados em diversos tamanhos de tela, entre 14 e 21 polegadas. Veja abaixo um monitor de 17 polegadas:

Monitor SVGA 17"

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Veja abaixo as principais tecnologias utilizadas nos monitores: não aceitava cores e eram conhecidos também como monocromáticos. CGA (Color Graphics Adapter): aceitavam cores e também eram monocromáticos (alguns raros modelos exibiam até 16 cores diferentes). Trabalhavam em modo texto: 25 linhas por 80 colunas com 16 tons cores de primeiro plano e 8 tons de cores de fundo (usando fósforo verde ou âmbar). têm características melhores que os CGA, aceitando resoluçóes de 16 cores de 640 X 350 pixels. utilizados para IBM PSl2 aceitando as configurações dos EGA, além do modo de duas cores com resolução de 640 480 e de modo 256 cores com resolução 320 X 200. (Video Graphics Array): aceitam 50 linhas e 80 colunas no modo texto e no modo gráfico tem uma resolução melhor que os anteriores de 640 X 480 pixels com 16 cores e 320 X 200 com 256 cores. conhecido também AVGA (AdvancedVGA). Resolução melhor que os apresentados anteriormente no modo gráfico é de 800 X 600 e outras como de 1024 X 768 etc. Muito utilizado atualmente. possuem sistemas de gerenciamento de energia que seguem a padrões internacionais e têm uma baixíssima emissão de radiação Além disso possuem uma resolução superior que chega a 1600 X 1200 pixels. Tem uma qualidade de imagem superior aos SVGA. Outra tecnologia que vem evoluindo muito é a dos monitores de cristal líquido ou monitores LCD. Sua principal vantagem é a melhor qualidade de imagem, se comparados os CRTs (vistos acima). E como desvantagem, o alto preço. É totalmente digital e tem problemas de adaptar-se aos microcomputadores, porque a maioria das placas de vídeo não possuem saída digital.
i UVGA (Ultra Vídeo Graphics Array):
i SVGA (Super Video Graphics Array): i VGA

i MDA (Monocrome Display Adapter):

i EGA (Enhanced Graphics Adapter):

i MCGA (Multi-Color Graphics Array):

Conceitos de Hardware e Software

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Monitor de Cristal Líquido - LCD

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Sistema de cores usados nos monitores
Cor é a sensação provocada pela luz nos olhos humanos, conforme o comprimento de ondas que os objetos refletem ou absorvem, e elas são criadas artificialmente usando principalmente dois sistemas: RGB (Red=Vermelho, Green=Verde, Blue=Azul) ou CMYK (Cian=Ciano, Magenta=Magenta, Yellow=Amarelo e BlacK=Preto).

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A exibição das cores pode ser feita fotográfica ou eletronicamente, como na tela do microcomputador, da TV etc., onde o principal fator de qualidade é a resolução da imagem.
A resolução de um monitor determina o detalhamento de uma imagem apresentada na tela. Em geral, a resolução é descrita em termos do numero de pixels verticais e horizontais que o monitor é capaz de apresentar. Pixel é a abreviatura de picture element (elemento de imagem). O pixel é um ponto da tela onde é possível apresentar informações. Portanto, um monitor que apresenta imagens gráficas em uma resolução de 800 X 600 pixels tem imagem de melhor qualidade do que um monitor com resolução de 640 X 480 pixels. Mais pixels na tela significa que o monitor gastará mais tempo para exibi-los. O tempo gasto para exibição de uma imagem na tela é expresso em frequência do monitor, que é medido em Hertz. As medidas

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mais comuns estão entre 60 Hz e 75 Hz, dependendo da resolução e do modelo do monitor.

Conceitos de Hardware e Software

Teste seus conhecimentos
1. O que é hardware?

O Os programas. O O processador, a memória RAM, o disco rígido, os dispositivos de entrada e saída e os software. O A memória RAM, o monitor, o disquete, a unidade de CD-ROM e os
dispositivos de entrada e saída, o Windows Me. A parte física do microcomputador, a CPU, o teclado, o mouse, etc. Tudo que podemos tocar.
2. O que é um Sistema Operacional?

O É um programa que imprime relatórios sobre o microcomputador. O É um programa que administra somente a memória RAM do
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microcomputador. É um programa que administra todas as funções elementares do microcomputador. É um programa utilizado para digitar textos.

3. O que é Software?

O E um novo tipo de vírus de microcomputador. O É um modelo de processador. O São comandos que contêm as primeiras instruções de software do

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sistema, gravados em um chip. A parte lógica da informática, os programas. Ex.: Windows, Corel etc.

4. Quais os tipos de Monitores existentes?

O CGA

O VGA, UVGA 0 MDA, SVGA
MDA, CGA, VGA, SVGA, UVGA, LCD...
5. Qual dessas impressoras utilizam fita de baixo custo e que hoje são

utilizadas em empresas etc.

O Jato de cera \O Matricial

O Jato de tinta O Laser

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Abrindo o gabinete

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Neste capítulo, vamos descobrir que o microcomputador não é apenas uma máquina elétrica, como tantas outras, que ao levar para casa, ligar na tomada e apertar um botão tudo irá acontecer automaticamente. Ele é composto por um conjunto de componentes eletrônicos que "trabalham em equipe" para realizar todas as funções.

Cuidados com os componentes
Devemos ter muito cuidado ao manusear os componentes eletrônicos. Isso porque os equipamentos que compõem o microcomputadorsão muito sensíveis e porque podemos sofrer sérios acidentes devido a corrente elétrica que circula pelo microcomputador. Mas que cuidados são esses? Veja que medidas de segurança podem ser tomadas para não termos problemas ao manusear qualquer tipo de equipamento eletrônico: esta é a precaução de segurança número 1e nunca é demais enfatizá-Ia. Desconecte o cabo de alimentação da tomada ou da parte de trás de seu microcomputador. Não confie só na chave LigaIDesliga, porque elas podem não funcionar bem. Além do risco de um choque elétrico, você pode danificar seu microcomputador e os componentes internos se tentar remover uma placa de interface ou outro dispositivo eletrônico enquanto ele ainda está recebendo corrente. Podemos,
i Desconecte os cabos de força:

ainda, perder ou soltar uma chave de fenda ou mesmo um parafuso entre os contatos da placa-mãe, causando um curto-circuito ou algo pior.
Provoque fuga da eletricidade estática: a eletricidade estática surge devido ao atrito e é facilmente acumulada em nosso corpo, principalmente em ambientes muito secos (como salas com ar condicionado). A maioria dos componentes eletrônicos sensíveis de seu microcomputador podem ser seriamente danificados ou até mesmo destruídos por uma descarga de eletricidade estática. Então, para evitar problemas, aqui vão algumas dicas importantes.Ao manusear equipamentos sensíveis (como placa-mãe, módulo de memória e placa de expansão), faça-o segurando o equipamento pelas bordas, nunca tocando diretamente os chips e contatos metálicos. Nunca se esqueça de tocar em um objeto de metal, como um armário de aço, um fichário, uma mesa, uma cadeira etc. Antes de começar a trabalhar no microcomputador. Outra opção é usar pulseiras anti-eletrostáticas, que possuem um condutor metálico ligado ao nosso corpo e um fio que conduz a eletricidade estática para um ponto de descarga (terra). Outra boa dica é procurar consertar seu computador em salas que não tenham carpete ou tapete, que são fabricados com fibra sintética e facilitam o acúmulo de eletricidade estática no corpo humano.
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microcomputador: se a eletricidade estática é perigosa para seu microcomputador, a energia magnética é igualmente perigosa para seu dados. Isso porque os dados são gravados no disco rígido e nos disquetes por meios magnéticos, ou seja, a energia magnética gerada pelas cabeças de leitura é que grava os dados nos discos. Se você aproximar imãs ou qualquer outro campo magnético intenso do computador, os meios de armazenamento de dados podem ser danificados e corromper tudo o que estiver gravado no computador. 0 s ímãs também são perigosos para os monitores de vídeo tradicionais, ou monitores CRT (Catode Ray Tube). Eles provocam distorção na imagem e podem danificar o tubo de imagem. Em resumo, evite manter campos magnéticos de qualquer espécie próximo ao seu microcomputador.
i Mantenha ímãs distantes de seu

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Jumpers
0 s jumpers, também conhecidos como straps, são pequenas peças plásticas, metalizadas internamente para permitir a passagem de corrente elétrica. São encaixados em contatos metálicos encontrados na placa-mãe ou em vários outros tipos de placas e funcionam como uma espécie de interruptor. Alternativas na posição de encaixe dos jumpers permitem programar vários recursos do hardware, como a voltagem, o tipo e a velocidade do processador e da memória usados, além de outros recursos. Ao montar um micro, os jumpers da placa-mãe devem ser corretamente configurados, par não danificar alguns componentes. Muitas das placas mais modernas são "jumperless", OU seja, não possuem nenhum jumper, sendo a configuração das funções da placa feita através do Setup, para evitar danos as placas.

Abrindo o gabinete

O microcomputador possui em seu interior circuitos que controlam a quantidade de ciclos nos quais os cálculos são realizados. Quanto mais rápido for o ciclo (ou seja, mais curto for o intervalo de tempo entre um ciclo e outro), mais rápido é o microcomputador.

Hoje em dia, é comum um microcomputador que realizar cálculos em milhões ou até bilhões de ciclos por segundo.
A unidade de medida de cicios realizados por um microcomputador chamase hertz.

Veja, na tabela abaixo, a unidade de medida Hertz e seus submúltiplos:

GHertz (GHz) THertz (THz)
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1000 MHertz 1000 GHertz

Eletricidade
Qualquer equipamento eletrônico precisa de energia para funcionar. A energia que alimentará o PC precisa ser bem conduzida, ou seja, deve ser limpa e constante, senão trará danos ao microcomputador. Essa alternância se explica pelo fato de que nem sempre a tomada 110 V estará alimentando em 110 V pode, por exemplo, marcar 1 7 V, 119 V, ... Para saber qual a 1 voltagem de uma determinadatomada usa-se um aparelho chamado multímetro ou multi-teste.

Abrindo o gabinete

Multímetro analcígico Multímetro digital

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Multímetro sua principal função é medir o fluxo de corrente elétrica

Ciente dessas alterações de corrente elétricá devemos nos prevenir. Podemos contar com alguns aparelhos como:

Filtro de linha
Sua função é "filtrar" a corrente elétrica 1101220 V. Possui conexões para cabos de alimentação do PC, da impressora, etc. Também possui um fusível, para proteger o seu equipamento.

Estabilizador
Sua principal função é "manter" a corrente em elétrica 1 0 V ou 220 V. 1 Possui conexões para os cabos. Há vários tipos de estabilizadores, e os mais modernos também são utilizados para proteger a placa de fax-modem.

N Break - Short Break o
Tem uma função importante de manter equipamentos em pleno funcionamento caso haja qualquer problema na rede elétrica. Funciona

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como fonte de alimentação de energia por algum tempo, dependendo do nobreak, por minutos ou até mesmo por horas. Não é usado só em PCs mais em qualquer tipo de equipamento eletrônico, em hospitais, empresas, etc. Um short-break é o mesmo equipamento, só que com uma alimentação menor, um no-break com menos capacidade.

Fontes AT/ATX/Mini ATX
As fontes são componentes encontrados dentro do gabinete e cuja finalidade é transformar a eletricidade 1 01220 V em eletricidade menor 1 solicitada pelas placas e componentes. Existem alguns padrões AT, ATX, Mini ATX, todos com a mesma finalidade. Mas é preciso observar qual é a conexão de nossa placa-mãelgabinetepara comprar a fonte correta.

Fonte de alimentação no Padrão ATX, hoje geralmente mais usada

Abrindo o gabinete

Bateria
Temos também a bateria que armazena data, hora e as configurações do Setup. A Liateria fica armazenada na placa-mãe:

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Em placa-mãe AT, dois chicotes de cabos de força a serem ligados a placamãe. O modo correto de instalar é fazer com que os fios pretos dos dois jogos de cabos fiquem no meio do encaixe da placa-mãe. Se os cabos forem encaixados de maneira errada, a placa-mãe pode ser danificada. Portanto, preste bastante atenção.

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Os cabos pretos devem estar juntos

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Cabo de alimentação ATX e seu conector na placa-mãe

Não remova nem troque a posição dos cabos que ligam a fonte de alimentação ao gabinete! Esses cabos já vêm corretamente instalados no gabinete e uma inversão acidental pode provocar a queima das placas do seu microcomputador e de todo o circuito elétrico do imóvel em que ele estiver ligado! Mesmo sabendo que esses cabos já vêm montados, é importante salientar o risco que oferece. Os cabos escuros devem ser conectados com os escuros e os claros com claros. Além do cabo de alimentação principal, há ainda vários pequenos cabos que ligam os leds e botões frontais do gabinete a placa-mãe. Você deve procurar os encaixes de cada um desses cabos e conectá-10s corretamente. O local para conexão dos cabos varia de acordo com a marca da placa-mãe. Assim, procure ter sempre o manual da placa-mãe em mãos quando for montar o microcomputador.
Painel frontal do gabinete

ponto de conexão na placa-mãe

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Abrindo o gabinete

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Vamos descrever a função desses cabos, um a um: Led: esse cabo fica ligado ao led que aponta a alimentação de energia para a placa-mãe. Ele compartilha uma saída de 5 pinos com a função Keylock (nos microcomputadores em que essa função existe) e é polarizado. Logo, se ao conectar, o led não funcionar, desligue o micro e inverta o conector. Led: esse cabo era muito utilizado nos computadores mais antigos (até a série 486) que possuiam um led que demonstrava se a função "turbo" estava ligada. Essa função permite ao computador operar em sua velocidade máxima ou um pouco abaixo. Isso porque alguns programas mais antigos, geralmente anteriores a 1986, só funcionavam adequadamente em computadores lentos. Era o caso de alguns jogos dessa época que ficavam muito rápidos em qualquer processador acima de 286. De qualquer maneira, essa função podia ser desabilitada pelo BIOS e não existe nos microcomputadores atuais. Esse contato não é polarizado, então não importa o sentido do encaixe. acusa a utilização (leitura ou gravação) do disco rígido. É um led muito importante, porque nos permite identificar quando ocorre um travamento do sistema. Ele é polarizado e, geralmente, o lado impresso do encaixe deve coincidir com o texto impresso na placa-mãe. SW: esse cabo era ligado, nos computadores mais antigos, ao botão que comandava a função 'Turbo". Não é mais utilizado hoje em dia. Ele não tem polaridade. esse cabo é ligado ao botão que aciona a função Reset. Esse botão, quando pressionado, corta a alimentação de energia ao sistema, forçando um desligamento do computador. Isso é necessário quando há travamento do sistema. Ele não tem polaridade. Além desses cabos, temos ainda o cabo do auto-falante (Speaker) interno e da função Keylock. O auto-falante é o responsável por aquele "bip" que ouvimos toda vez que o
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micro é ligado. Os sons (de baixa intensidade) por ele emitidos são produzidos, em geral, pelo processador. O conector não possui polaridade.
i Keylock: é uma maneira antiga de se evitar que estranhos tenham

acesso ao computador. Por meio de uma chave, podíamos travar o teclado, impedindo seu uso. Isso era facilmente burlável, bastando abrir o gabinete e desconetar o cabo Keylock ou mesmo tentar destravar a fechadura, que era bem simples. Atualmente, já não se usa mais esse recurso, mas se você estiver consertando um microcomputador um pouco mais antigo, poderá deparar-se com esse mecanismo.

Abrindo o gabinete

Teste seus conhecimentos

1. Por que devemos descarregar a eletricidade estática do corpo antes de fazer a manutenção do microcomputador?

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Para evitar o acúmulo de eletricidade nos chips do microcomputador. Para melhorar a ventilação dentro do microcomputador.

8 Para evitar danos aos componentes eletrônicos do microcomputador.

O

Para melhorar a velocidade de acesso do modem a Internet.

2. Qual dos cabos abaixo habilita a função de desligar o microcomputador mesmo após o travamento da máquina?

O TurboSW
T> Reset SW

O Keylock O HDDLed
3. Qual a função dos jumpers?

O

Configurar Desligar placas/componentes

O

4. Por que devemos utilizar equipamentos como estabilizador ou filtro de linha?

a Para proteger os equipamento contra as variações
micro são tripolares (três pontas)

de energia

O Para ter um local para conectar os cabos , pois as tomadas do
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S.0.S Coinputadores

Portas

comunicação

Os microcomputadores não são equipamentos que trabalham "isolados" de outros componentes. Eles podem ser conectados a outros equipamentos para aumentar sua funcionalidade e seus recursos. Para estabelecer essas conexões, foram criadas Portas de comunicação. A essas portas podemos conectar impressora, mouse, scanner, câmera digital e até faxl modem. Vejamos essas portas.

Conceito
As portas se dividem em três grupos: Portas Seriais, Portas Paralelas e Portas USB (Universal Serial Bus). As Portas Paralelas são as mais lentas e, por isso, destinadas a equipamentos que não necessitam de altas taxas de transferência de dados, como impressoras, scanners etc. Sua interface de conexão (tipo de conector) utiliza uma saída padrão DB-25 (25 pinos). A grande maioria dos microcomputadores utiliza apenas uma porta paralela, que é compartilhada por impressora e scanner quando ambos estão ligados ao mesmo microcomputador. As Portas Seriais são um pouco mais rápidas, sendo, portanto, destinadas a conexão de equipamentos mais rápidos, como FaxIModens externos, ou equipamentos que exijam conexão simples, como o Mouse. Esta porta pode usar dois tipos de conectores padrão: DB-9 (9 pinos) ou DB-15 (15 pinos).

As Portas USB são o que há de mais moderno em termos de conectividade de equipamentos a microcomputadores. Essas portas são totalmente Plug and Play, permitindo que o equipamento seja instalado com o microcomputador ainda ligado, sem haver necessidade de reinicializá-10. Além dessa vantagem, as portas USB permitem que se conecte até 127 dispositivos diferentes em uma única porta, através de um equipamento chamado Hub (um pequeno equipamento que recebe outros equipamentos conectados a ele), para que possam dividir da mesma porta. 0 s microcomputadores atuais possuem, normalmente, duas portas USB, mas há fabricantes, como a Compaq, que produzem seus microcomputadores com duas portas frontais e mais duas traseiras. Microcomputadores mais modernos possuem uma ou duas portas seriais, dependendo da necessidade. Também temos as portas DIWMini-DIWPSI2 que são encontradas nas principais placas, as placas on board (placa-mãe)

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Conector serial padrão 25 pinos macho (para impressora serial ou terminal de vídeo) Conector de Video Padrão 15 pinos nzacho em 3 colunas (para monitoes VGA, SVGA, UVGA colorido ou monocromático)

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S.0.S Computadores

Aseguir, uma tabela com algumas vantagens e desvantagens do uso das portas paralelas, portas seriais e portas USB em um microcomputador:

I

portas paralela e serial.

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Veja a parte traseira de uma placa-mãe para um gabinete padrão ATX mostrando algumas portas:

I
Portas PS/2

Barramentos
i Barramentos são uma espécie de vias de tráfego de dados, através das

quais o processador pode se comunicar com os demais componentes do microcomputador. Desde a criação do primeiro PC, em 1981,já foram desenvolvidasvárias tecnologias envolvendo os barramentos. Vamos ver cada uma delas:

Portas de coinunicação

i ISA de 8 bits: o barramento ISA (de Industry Standard Architecture) foi

criado junto do XT e transmite 8 bits de dados a cada vez, ou seja, possui vias de dados com largura de 8 bits. Ele trabalha a uma frequência de 8 MHz, velocidade mais que suficiente quando os processadores trabalhavam a 4,77 MHz. surgimento dos processadores 286, que se comunicavam usando 16 bits de dados, era necessário ter um barramento que acompanhasse essa capacidade. Apesar de continuar trabalhando com os mesmos 8 MHz da versão anterior, este barramento ainda é utilizado nas placas-mãe atuais, por questões de compatibilidade e porque sua velocidade é mais que suficiente para acomodar dispositivos que não necessitam de alta velocidade, como modems e placas de som.
i MCA: o barramento MCA (de Micro Channel Architecture), patenteado

i ISA de 16 bits: com o

pela IBM, surgiu em 1987 para ser utilizado com os processadoresde 32 bits da linha 386. Ele é um barramento mais avançado e consideravelmente mais veloz que o ISA ( O MHz). Apesar de trazer recursos surpreendentes I para a época, como suporte ao Plug and Play, não se popularizou devido ao seu alto custo, incompatibilidade com o ISA e por ser uma arquitetura fechada, isto é, a fabricação de placas-mãe exigia pagamento de direitos autorais a IBM.
i EISA: o EISA (de Extended ISA) foi uma resposta ao MCA, dada pelos

demais fabricantes liderados pela Compaq. Funcionavacom velocidade de 8 MHz e também transmitia 32 bits de dados. Mas levava uma significativa vantagem sobre o MCA. Era totalmente compatível com o padrão ISA. Assim como o MCA, também tinha suporte ao Plug and Play. Entretanto, a complexidade do EISA acabou resultando em um alto custo de produção e dificultou sua popularização.Atualmente, MCA e EISA são barramentos extintos. VESA Local Bus - lançado em 1993 pela Video Eletronics Standards Association (dai o nome VESA) para ser usado em microcomputadores 486. O VLB é muito mais rápido que o EISA ou MCA, sendo, então, utilizado por placas de vídeo e controladoras de disco rígido, os maiores prejudicados pela lentidão dos barramentos ISA. O VLB era
i VLB:

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controlado pelo processador e trabalhava na mesma velocidade em que este se comunica com a placa-mãe. Isso significa que, em microcomputadores 486 DX-2 50MHz, trabalhava a 25 MHz. Em microcomputadores486 DX-4 100 MHz, operava a velocidade de 33MHz. Tudo isso trabalhando com 32 bits de dados e mantendo a compatibilidade com o padrão ISA. O único inconveniente é que o VLB não oferece suporte a Plug and Play. Não foram criadas placas VLB para usar com o processador Pentium.
i PCI: criado pela Intel, o barramento PCI (Peripheral Component

Interconnect) é tão rápido quanto o VLB, porém mais barato e muito mais versátil. Ao contrário do VLB, o PCI não é controlado pelo processador, mas por uma controladora dedicada incluída no chipset. Este barramento opera a metade da velocidade da placa-mãe, podendofuncionar a 25MHz, 30 MHz ou 33 MHz. Além disso, este barramento possui a vantagem de oferecer suporte nativo ao Plug and Play. o nome vem de Acelerated Graphics Port, o barramento ideal para as placas de vídeo modernas. Opera com o dobro da velocidade do PCI, ou seja, 66 MHz. Além de fornecer alta velocidade, este barramento permite que as placas de vídeo possam acessar diretamente a memória RAM. Quem se aproveita de todo esse poder de fogo são as placas de vídeo 3D, que acessam a memória para armazenar as texturas que serão aplicadas sobre os polígonos que compõem a imagem tridimensional. Desse modo, as placas de vídeo AGP 2D, como não geram as texturas mensionadas, não fazem uso da memória RAM do micro. Portanto, essas placas têm desempenho semelhante as suas equivalentes de barramento PCI. seu nome vem de Audio Modem Riser. É um barramento de inserção de placas de modem, áudio e rede que utilizam a tecnologia HSP (Host Signal Processing). Os dispositivos HSP não possuem processador. Eles utilizam o processamento da CPU para realizar as tarefas de processamento.
i AMR:
i AGP:

o nome vem de Advanced Communications Riser. É uma evolução do barramento AMR que mantém a compatibilidade com dispositivos HSP.

i ACR:

Portas de coinunicação

Soquete do processador

Soquete/Bancos de Memória

Encaixes do Processador
O Encaixe do Processador, também conhecido como Soquete, é o compartimento onde o processador é acomodado. As placas-mãe mais antigas tinham seus processadores encaixados em um soquete que obrigava o profissionalde manutençãoa aplicar alguma força para inseri-lo ou removê-lo, correndo o risco de entortar ou até quebrar um dos seus contatos. Outras placas simplesmente tinham o processador soldado a elas.
A partir dos micros 486, foi criado um novo tipo de encaixe para processador, chamado de ZIF. O termo ZIF é a abreviatura de Zero Insertion Force ou Força de Inserção Zero. Ele possui uma alavanca que fixa ou libera o processador com muita facilidade.

Existem variações do soquete ZIF que vão do Socket 1ao Socket 8, cada qual com uma especificação ou numero de pinos diferente. Além desses, foi criado o encaixe no padrão Slot 1 (utilizado pelos microcomputadores I I I Pentium I e Pentium III), Slot 2 (usado pelos Pentium I e Pentium I I Xeon), Slot A (também conhecido como Socket 462, utilizado nas duas

primeiras versões do AMD Athlon) e o Socket A (usados pelos processadores AMD Athlon mais recentes e por todos os AMD Duron), além do Socket 370 (usado pelos Celeron), Socket 423 (usado pelo Pentium 4, codinome Willamante) e Socket 478 (Pentium 4, codinome Northwood, e Celeron, codinome Tualatin). Os Bancos de Memória acomodam pentes de 168 vias e 184 vias, como já mostrado anteriormente.

-Soquete

(processador) -

zif

Portas de comunicação

Teste seus conhecimentos

Agora, vamos exercitar um pouco os conhecimentos até aqui adquiridos sobre as portas de comunicação:
1 Em qual porta de comunicação costumamos conectar o mouse? .

0 PSl2 O Serial

O PS/s e Seriais
2. Em qual dessas portas conectamos a impressora?

O Serial
0 PS/2
@
Paralela
3. Por que as portas USB são melhores?

O Permitem conectar vários tipos de aparelhos O Porque são mais apropriadas
São modernas e totalmente Plug and Play, permitindo melhor conectividade.

4. Quais os tipos de barramentos criados para microcomputadores padrão PC até hoje?

O ISA, K6, K6-2, PCI, MCA e Athlon.
ISA, EISA, MCA, VESA e AGP.

O ISA, EISA, IRQ, MCA, VESA, PCI e AGP.

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I
Capítulo 4

Dispositivos de armazenamento

A memória RAM (estudaremos a seguir) é capaz de responder as solicita~ões processador numa velocidade muito alta. Entretanto, ela do apresenta um pequeno problema: por ser alimentada única e exclusivamente pela energia elétrica, os dados nela armazenados são perdidos automaticamente no instante em que o microcomputador é desligado. Mas de que adianta realizar uma grande quantidade de tarefas diferentes se não podemos gravar as informações para utilizá-las mais tarde? Para suprir essa necessidade, neste capítulo estudaremos os dispositivos que tem por objetivo armazenar as informações, para serem utilizadas em uma outra ocasião. Serão estudados a seguir, diversos dispositivos de armazenamento internos, como por exemplo, HDs, etc., e externos, como Zip Drive etc.

Unidade de disco Flexível - Floppy
Conhecidos popularmente como disquetes, sua função também é armazenar dados e permitir o transporte de dados entre microcomputadores. Atualmente o mais comum é o de 31E", com 1,44 MB de capacidade, mas outros modelos já foram criados. Veja a seguir:

5 1/4 polegada

DD (Double Density)

360 KB 1,2 MB
720 KB

Primeiro modelo de disquete para PC

5 114 polegada
3 1/2 polegada

HD (High Density)
DD (Double Density)

Utilizados atualmente

3 1/2 polegada
3 1/2 polegada

HD (High Density)

1,44 MB

ED (Enhanced Density)

2,88MB

Não utilizados no Brasil

Discos rígidos
Os Discos rígidos são discos de metal com alta capacidade de armazenamento de dados, ao contrário do que acontece com a memória RAM, não perde dados quando desligamos o microcomputador. O primeiro disco rígido foi criado em 1957 pela IBM, e era composto de nada menos que 50 discos com 24 polegadas de diâmetro, com capacidade de 5 megabytes, fato incrível para a época. Os dados são armazenados em uma mídia magnética, mas não muito diferente dos disquetes. Essa mídia é composta por vários discos empilhado que ficam dentro de uma caixa lacrada para evitar que se danifiquem. Esses discos giram em alta velocidade e, qualquer particula de poeira entre eles e a cabeça de leitura, podem causar sérios danos ao equipamento. Os discos internos, chamados de "platters", têm duas camadas. A primeira é chamada de substrato e é composta por discos metálicos, geralmente feitos com liga de alumínio. Para permitir o armazenamento dos dados, esses discos recebem uma segunda camada, de material magnético.

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Para ler e gravar os dados são usadas as cabeças de leitura, chamadas "heads", presas a um braço móvel que permite o acesso a todo o disco. Um dispositivo chamado atuador coordena o movimento das cabeças de leitura. O primeiro PC a usar discos rígidos tinha uma HD de 5 MB de capacidade (que não era aquela da IBM). Hoje, encontra-sefacilmente HDs para microcomputadores pessoais com 40 Gigabytes de capacidade ou mais.

O controle dos dados
Falaremos agora sobre as placas Controladoras de discos. Essas placas são os equipamentos que conectam seus discos a placa-mãe, permitindo a comunicação dos dados. Esta placa pode estar embutida na própria placamãe (controladorason-board), como é o caso da grande maioria das placas controladoras existentes, ou na forma de placas de expansão. Existem dois padrões de controladoras de disco no mercado: as controladoras IDE e SCSI. As controladoras IDE (Integrated Drive Electronics) são mais utilizadas por serem mais baratas que sua concorrente, a SCSI (pronuncia-se "scâzi"). Além disso, a controladora IDE é ligeiramente mais rápida que a controladora SCSI.

Dispositivos de arrnazenamento

As controladoras SCSI (Small Computer System Interface) oferece vantagens claras se o seu microcomputadorfor um Servidor de uma rede. Esta controladora aceita até 15 dispositivos conectados a ela em placas SCSI de 16 bits ou 7 dispositivos em placas de 8 bits, contra 2 dispositivos suportados pela interface IDE.

- Controladoras IDE

Placa SCSI

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As controladoras SCSI levam uma série de vantagens sobre as controladoras IDE: ocupam menos o processador que o IDE, aumentando o desempenho do micro, trabalham melhor em sistemas de 32 bits autênticos, como o Windows NT/2000B(P Professional, pois a controladora pode realizar leitura e gravação de dados enquanto programas estão sendo executados. O cabo SCSI pode ter até três metros de comprimento, permitindo a conexão de equipamentos externos, contra 38 centímetros do cabo IDE. Uma característica que pode pesar contra a interface SCSI é que ela exige uma controladora própria de cabos e conexão (Flat Cables) específicos, fato esse que encarece um pouco mais o produto final.

Unidade de CD-ROM
As unidades de CD-ROM, também conhecidas como Drives de CD-ROM, são leitores de CD (como os CDs de áudio que temos em casa). Esses leitores podem ler tanto CDs comuns de áudio quanto CDs de dados, com os dados de microcomputador gravados. O termo CD-ROM vem de Compact Disc-ReadOnly Memory. Nesses drives, um feixe de laser é emitido contra a superfície do disco, que possui sulcos minúsculos, nos quais as informações ficam gravadas. Esse feixe "lê" as informações gravadas e serão interpretadas pela unidade óptica, que recebe os sinais de luz e os converte em informaçõespropriamente ditas. Os drives de CD-ROM são classificados de acordo com sua velocidade dacesso aos discos. Essa velocidade é medida em fatores referentes a velocidade do primeiro drive desse tipo que era capaz de ler a 150 KB/s. Quando foi criado um drive que lia dados a 300KB/s, ele foi chamado de 2x (ou duas velocidades). Hoje, encontramos facilmente drives de 52x, 54x e até 60x. Um fato curioso é que praticamente nenhum desses drives podem trabalhar com o máximo de sua velocidade porque existe uma barreira física, que é a velocidade com que os discos (conhecidos como mídias)

Dispositivos de armazenamerito

foram gravados. As mídias mais velozes, hoje, aceitam gravações em 24x. Assim, mesmo que se tenha um drive de 60x, ele irá subir ate sua velocidade máxima e, em seguida, descer para a velocidade de gravação da mídia (24x, no máximo).

Uma unidade de CD-ROM sendo encaixada em sua baia

DVD
E semelhante a um drive de CD-ROM , porém com uma tecnologia mais avançada. É um método de armazenamento digital de diversos tipos de dados como imagens, filmes e dados em geral. A grande vantagem está na capacidade de armazenamento. Por exemplo, permite a reprodução de filmes inteiros.

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Unidade d e D W externa, juntamente com uma placa controladora e um DVD ROM

Gravadores de CDslCD-RWIDVD
Com a aparência semelhante ao CD-ROM as gravadoras vem tomando mercado pelo fato de poder ler e gravar mídias de CD, podendo armazenar em um um CD até 650 MB de informação. Outra tecnologia emergante é a de gravadores de DVD (DVD-RW e DVD-RAM), que permitem gravar e regravar filmes inteiros de duas horas de duração ou mais.

Drive gravador de CD-ROM

Drive gravador de DVD-ROM

Dispositivos de armazenainento

Unidade DAT
Permite trabalhar com fitas DAT, que são semelhantes a uma fita de vídeo cassete. Tem grande poder e armazenamento que varia de 1 a 9 GigaBytes.

Periférico de armazenamento de dados, armazena em média 100 Megabytes de informação, mas alguns modelos podem chegar a 2 Gigabytes. Assemelha-se a um drive normal, mas fica externo ao computador, conectando-se somente através de cabos. Muito utizado para fazer backups em empresas.

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Atividades

Teste seus conhecimentos

Agora, vamos exercitar um pouco os conhecimentos até aqui adquiridos sobre os dispositivos de armazenamento.
1. Como podemos chamar o HD?

O Disco rígido O Disco rígido, Winchester ou HD O Disco que armazena muitas informações
2. Qual é o modelo de disquete usado atualmente ?

3. O Zip Drive é mais usado para.. .

O realizar backups de informações O gravar dados

O gravar imagens, pois as imagens são arquivos maiores

4. Com o DVD podemos...

O Gravar, ler uma grande quantidade de informações como filmes etc.
0 Gravar apenas 360 KB de informações O Gravar 40 GB de Informaçõessuperando alguns Hd's

S.0.S Com yutadores

Capítulo 5

Memória, CPU e Placas

Memórias - visão geral
A memória é um dos componentes fundamentais para o funcionamento do microcomputador. O processador a utiliza para armazenar programas e dados que estão em uso.
As memórias são encapsuladas em módulos (ou pentes). Veja abaixo um módulo de memória:
*

Um pente de memória

As memórias são divididas em dois tipos principais: RAM (Random Access Memory - memória de acesso aleatório e ROM (Read Only Memory memória somente para leitura).Adiferença principal entre ambas é que as memórias ROM mantêm os dados após desligar o microcomputador. Desta forma, as memórias ROM são utilizadas para armazenar dados essenciais do microcomputador, como as rotinas de ligação do microcomputador. informações dos componentes etc.

Tipos de memória RAM
A quantidade e a velocidade da memória RAM são mais importantes para o desempenho geral do micro que a própriavelocidade do processador, principalmente para quem trabalha com aplicativos e jogos.

Fisicamente, elas são placas de silício frágeis que são encapsuladas para poder ser encaixadas nos microcomputadores. Temos três tipos diferentes de módulos de memória RAM: os módulos SIMM de 30 vias, os módulos SIMM de 72 vias e os módulos DIMM de 168 vias. Os módulos SIMM (Single In line Module Memory) de 30 vias eram utilizados em micros 386 e 486 e foram produzidos com várias capacidades, como 512 KB, IMB, 4MB, 8MB e 16 MB, sendo os de 1 MB e 4 MB os mais comuns. Tinham contatos em apenas um dos lados do módulo. O que se via do outro lado era uma extensão dos mesmos contatos. Cada módulo desses era capaz de trabalhar a 8 bits apenas. Como os processadores que o utilizavam eram de 32 bits, eram necessários 4 módulos de memória para trabalhar e o processador acessava todos eles como se fossem um único banco. 0 s módulos SIMM de 72 vias, diferente dos módulos de 30 vias, operavam a 32 bits. Isso significa que um único pente de memória era necessário para que o microcomputador funcionasse. Este módulo foi utilizado nos microcomputadores486 mais modernos e tornou-se padrão nos microcomputadoresda série Pentium.
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Módulo SIMM de 30 vias

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Módulo SIMM de 72 sias

Entretanto, o Pentium acessava informações usando 64 bits e obrigava o uso de 2 módulos de memória. Uma característica interessante era que, na utilização de módulos SIMM, era obrigatório usar módulos iguais. Módulos de diferente capacidades, velocidades ou ate mesmo marca poderiam causar travamentos da máquina.
Já os módulos DIMM (Double In line Module Memory) de 168 vias são módulos que trabalham a 64 bits. Logo, um só módulo pode suprir as necessidades dos processadores mais modernos. Esses módulos possuem duas linhas de contato, uma de cada lado. Eles são utilizados nos computadores atuais, tanto da linha Intel e quanto da linha AMD.

Módulo DIMM de 168 vias
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Além das divisões com relação ao tipo, as memórias RAM são divididas também com relação a tecnologia utilizada. Existem memórias RAM FPM, EDO, SDRAM, SDRAM Il e RDRAM. módulos FPM (Fast Page Mode) são os do tipo mais antiquado de memória. Apesar de ser compatíveis com os micros modernos, são muito lentas se comparadas as EDO e SDRAM. estão ultrapassados para os padrões atuais, mas continuam sendo muito usados. As memórias EDO possuem várias melhorias em sua arquitetura que as 20% mais rápidas que as FPM.
i s módulos SDRAM (Syncronous Dynamic RAM) trabalham de maneira 0

i s 0

i s módulos EDO (Extended Data Output) já 0

sincronizada com a placa-mãe. Essas memórias são mais rápidas que as anteriores e trabalham de maneira mais precisa.

Melnória, CPU e Placas

i s módulos SDRAM I (ou memórias DDR = Double Data Rate) trabalham 0 I

com o dobro da velocidade das memórias SDRAM convencionais. As memórias DDR SDRAM conseguem transferir o dobro de dados usando a mesma velocidade das memórias SDRAM convencionais (100 MHz e 133 MHz). As memórias SDRAM e DDR SDRAM não são compatíveis entre si. Enquanto um pente de memória SDRAM possui 168 vias, um pente de memória DDR SDRAM possui 184 vias. Atualmente, as memórias DDR SDRAM são utilizadas em placas-mãe de processadores mais rápidos, tais como os da série Pèntium 4 e os da linha AMD Athlon. Atualmente são encontramos módulos DDR SDRAM de 128 MB, 256 MB e 512 MB.

M Ó ~ U ~DDR O

SDRAM

II de 184 vias

memórias RDRAM (também chamadas de RAMBUS) apresentam uma nova tecnologia de memória para microcomputadores. Ao contrário das tecnologias de memória anteriores, as memórias RAMBUS podem atingir grandes velocidades (de 200 MHz e 1,6 GHz). As memórias RAMBUS são incompatíveis com tecnologias anteriores e estão disponíveis em módulos de 128 MB, 256 MB e 512 MB. Devido ao alto custo, as memórias RAMBUS não são tão populares, mas adotadas por empresas como a Intel para as os seus processadores Pentium IV.

i As

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A medida que os micros com velocidade acima de 1 GHz se tornarem padrão do mercado, haverá uma crescente necessidade de memórias que atinjam velocidades alias. Essa necessidade talvez contribuira para a popularizaçãoda memória RAMBUS.

Módulo de memória RDRAM ou RAMBUS

CPUs (Processadores)
Como vimos, o processador é o principal componente do microcomputador. Existem, no mercado, diversos processadores, cada um com recursos e preços diferentes. Porém, quando vamos comprar um processador, a primeira coisa que perguntamos é qual a sua frequência de clock, (referida erroneamente como "velocidade" ou "potência") medida em Megahertz. Acontece que nem sempre um processador com uma velocidade de operagão mais alta e mais veloz que outro de menor frequência. Imagine um processador 486 de 100 MHz comparado a um Pentium de 100 MHz. Apesar de possuir a mesma frequência de clock, o 486 perderia feio em desempenho. O Pentium seria quase duas vezes mais rápido que o 486. Isso acontece devido, principalmente, a diferença na arquitetura dos processadores. Em alguns processadores é adotado o índice PR. No caso dos Athlon XP, a comparação de clock é com o Athlon TB, que é superior aos primeiros Pentium 4. Outro aspecto que influencia muito no desempenho do processador é o coprocessador aritmético. Todos os microcomputadores equipados com

Memória, CPU e Placas

processadores padrão x86 possuíam um processador que efetuava cálculos com números inteiros. Para efetuar cálculos complexos, como os que envolvem ponto flutuante, era necessário instalar um coprocessador, com instruçóes específicas para operar esses cálculos. A partir dos modelos 486 DX, o coprocessador passou a integrar ao processador. Antes de mostrar os processadores, vamos falar um pouco de um componente fundamental para o bom desempenho do microcomputador: a memória Cache. Trata-se de uma memória especial, muito mais rápida e cara que a memória RAM, e que se encontra, em parte embutida no processador (cache primário), em parte embutida na própria placa-mãe (cache secundário). Por ser tão cara, ela é usada sempre em pequena quantidade (um Pentium 111, por exemplo, usa 32KB de cache primário e 512 KB de cache secundário que, neste caso, fica no processador). Os dados lidos são gravados inicialmente na RAM e uma sequência dos dados (formada normalmente por dados que podem ser requeridos dentro de pouco tempo) é gravada na cache. Assim, em vez de o processador ter que buscar novamente esses dados na RAM, ele os encontra na cache.

Ajustando voltagem e clock d o processador
O ajuste da voltagem e do clock do processador é decisivo para o desempenho geral do computador. Os processadores atuais utilizam um recurso chamado de Multiplicação de Clock. Isto significa que o processador trabalha internamente a uma velocidade maior que a da placa-mãe.Apenas para exemplificar, um Pentium 166 trabalha internamente a 166MHz, mas se comunica com a placa-mãea apenas 66MHz. A velocidade interna do processador é chamada de clock interno, enquanto a velocidade da placa-mãe é chamada de clock externo. O que determina a velocidade que o processador irá funcionar internamente não é o processador, mas a placa-mãe. Ela possui um cristal de quartzo

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que vibra com precisão absoluta. E essa vibraqão é usada para sincronizar todos os periféricos (e o processador) com a placa-mãe. Para conseguir estabelecer a velocidade interna do processador, temos que ajustar o multiplicador que pegará a velocidade do clock externo (também conhecida como velocidade do barramento) e a multiplicará por um fator ajustável. No caso do Pentium 166, o fator é 2,5x, já que ele trabalha internamente a uma velocidade duas vezes e meia maior que a velocidade do barramento (66 x 2,5 = 165MHz). Note que o valor não e exatamente o valor expresso pelo nome do processador, que recebeu um acréscimo de 1MHz apenas por questões de marketing. Assim, para montar um Pentium 100, temos que ajustar a velocidade de barramento para 50MHz e o multiplicador para 2x. A única exceção a essa regra são os processadoresde 233MHz (Pentium 233MMX, K6 233MHz etc.) que usam barramento de 66MHz e multiplicadores de 1,5x, mas, internamente, o processador interpreta esse valor como 3,5x, atingindo os 233MHz (66 x 3,5= 231 MHz). Excessão a essa regra são os processadores da Cyrix, que não são vendidos de acordo a frequência de funcionamento, mas segundo um índice Pr, que compara seu desempenho com um processador Pentium. Um 6x86MX Pr233, por exemplo, opera a apenas 187MHz.

Voltagens dos processadores
Por serem produzidos com técnicas diferenciadas de fabricação, os modelos diferentes de processadoresdemandamvoltagens diferentes para funcionar bem. As placas-mãe permitem realizar a configuração de voltagem do processador a fim de manter uma compatibilidadecom o maior número de processadores possível. Caso a voltagem ajustada para o processador seja menor que a especificada pelo fabricante, ele fica instável e pode até não funcionar. Se a voltagem for maior que a especificada, o processador esquentará demais e poderá ter a vida útil abreviada e até sofrer danos a

Memória, CPU e Placas

curto prazo. No manual da placa-mãe, encontraremos todas as informações necessárias para ajustar corretamente a voltagem. O recomendável é que, se a placa-mãe não disponibilizar a voltagem correta para o processador que você deseja usar, ela seja ajustada para até 0,1 V, para mais ou para menos. Diferenqas maiores que essa podem prejudicar o funcionamento de seu microcomputador. Veremos, agora, as configurações de voltagens para alguns dos principais processadores.

Pentium "Clássico" (P54C): existem dois tipos de processadores Pentium, que apesar de terem desempenho idêntico, utilizam voltagens diferentes. Os processadoresVRE usam voltagem de 3,5V e os STD usam 3,3V. Para saber se o processador é um STD ou um VRE, basta olhar na parte inferior do processador. No exemplo abaixo, na 4alinha, tem-se a inscrição SK1081SSS. A primeira letra após a barra indica o tipo do processador. Se a letra for um "S", o processador é um STD e se for um V , é um VRE.

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o núcleo do processador do Pentium MMX utiliza voltagem de 2,8V, mas seus contatos com a placa-mãe usam 3,3V. Assim, o Pentium MMX possui voltagem dual e é necessário suporte da placamãe a processadores voltagem dual.
i Pentium MMX (P55C):

K6: os processadores da familia K6 trazem voltagem estampada na chapa de metal que cobre o processador, e que pode ser de 2,2V, 2,9V, 3,2V ou 3,3V. Os processadores da linha K6-2 e K6-3 não têm esse problema, pois todos trabalham a 2,2V.
i AMD

a Processadores Cyrix: todos os

processadores Cyrix 6x86MX e 6x86Mll utilizam 2,9V. Entretanto, os processadores 6x86 sem instruções MMX tiveram versões que utilizavam 2,9V, 3,3V ou 3,5V. Os processadores Cyrix trazem voltagem de funcionamento estampada na face superior, para evitar confusão.

contrário dos processadores que utilizam o soquete7, não precisamos configurar a voltagem ao usar um processador Pentium IIou superior, já que o processador sinaliza a placa-mãe a voltagem que utiliza. Só a título de curiosidade, o Pentium II usa voltagem de 2,8V (ate 333MHz) ou 2,OV (todos os de 350MHz em diante e alguns 300MHz e 333MHz).
DuronIAthlon: os processadores da linha DuronJAthlon também sinalizam a placa-mãe a voltagem correta, ainda que essa voltagem possa ser configurada manualmente pelo BIOS. Os processadores Duron e os Athlon mais recentes trabalham a 1,6V. Os processadores Athlon mais antigos trabalham a 1,7V ou 1,8V.
i AMD

i Pentium IVPentium III: ao

Memória, CPU e Placas

Overclock
O overclock é uma prática comumente utilizada por pessoas interessadas

em tirar mais proveito do sistema que têm montado, sem ter que fazer uma atualização do processador. O overclock muda os ajustes da placa-mãe, "forqando" o processador a trabalhar em uma frequência de clock acima daquela para qual ele projetado. sso pode provocar um superaquecimentodo processador, desgaste prematuro, instabilidade do sistema (com travamentos constantes), e em casos extremos até queimar do processador.

Cooler - dissipador
Um dos principais componentes destinados a refrigerar o processador é a cooler. Ao lado, vemos um cooler de tamanho aprimorado que vem com hélices duplas com condutores préfabricado prontos, para trabalhar em conjunto. Lembramos que para cada processador existe um coller para ser utilizado, que são encaixados ou conectados ao dissipador de calor.

Cooler sobre um dissipador de calor

Modelos de ~rocessadores
Série 286
Trazendo algumas melhorias desde o primeiro IBM PC lanqado o 286 (80286) trabalhava a 8 MHZ, rodando os programas da época.

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Série 386
Trazia novidades e também melhorias em processadores e placas-mãe. No entanto, foi lanpdo nas versões SX e DX provocando um acréscimo no preço do microcomputador.

Série 486
A Intel lançou o 486 em 1989, com versões que variavam dos 25MHz (486 SX) até os 100MHz (486 DX-4). Esse processador tinha 8KB de cache primária e trazia o coprocessador aritmético embutido a partir da versão DX-2 50 MHz. As versões SX de 25MHz ou 33MHz e a versão DLC 40MHz (criada pelo grupo IBM e Texas Instruments) não tinham coprocessador. A partir desse modelo, passou a ser obrigatório o uso de um "ventilador", chamado Cooler, usado para resfriar a CPU.

I

Para lançar as versões mais novas do 486, criou-se um recurso que é utilizado até hoje nos microcomputadores: a Multiplicação de Clock. Essa técnica consiste em fazer o processador trabalhar internamente a uma velocidade maior que a da placa-mãe. Isso se fez necessário porque não existiam, na época, placas-mãe capazes de trabalhar a mais que 40MHz. Essa frequência de comunicação da placa-mãe é chamada de Frequência de Barramento ou Bus.

Memória, CPU e Placas

Série Pentium MMX
A Intel lançou esse processador em 1993, com uma arquitetura completamente diferente da utilizada no 486. Ele possui 16KB de cache, um coprocessador totalmente novo e uma nova tecnologia, que fizeram do Pentium um processador com desempenho quase duas vezes superior ao do 486.

I
i

O que fazia do Pentium um processador tão superior é que ele utilizava uma arquitetura superescalar, cujo o processador possui internamente dois processadoresde 32 bits trabalhando independentemente. Assim, ele é capaz de processar duas instruções por ciclo de processamento. Essa série teve versões com frequência de clock de 6OMHz ao 233MHz. A partir da versão 166MHz, a Intel implementou uma nova tecnologia, chamada MMX (Multi Media extensions), que é utilizada até hoje em seus processadores mais modernos.

L

Para que seja aproveitado os recursos da tecnologia MMX, é necessário que os fabricantes de software reescrevam os seus programas para aproveitar os recursos da tecnologia.

Série Cyrix 586
Além de desenvolver projetos de processadores 486, que foram fabricados pela Texas Instruments, a Cyrix lançou um processador que mistura recursos do 486 e do Pentium, oferecendo um desempenho bastante superior a um 486 padrão, compatível com as placas 486.

Série K5
Nessa nova série lançada pela AMD, que até então fabricava processadores ditos "clones" dos processadores Intel, foi feito um trabalho completamente diferente. Foi construído um processador completamente novo e tecnicamente superior ao Pentium. Esse processador também utiliza uma arquitetura superescalar, mas, em vez de dois, tem quatro processadorestrabalhando em paralelo. Além disso, possuía 24KB de cache interno. O único porém ficava por conta do coprocessador aritmético, que apresentava um desempenho inferior ao coprocessador do Pentium. Em compensação, seu preço é bem menor que o de um Pentium, tornando-o competitivo no mercado doméstico. Sua frequência de clock variava de 75 a 133MHz.

Série Pentium Pro
Este processador, apesar de ter sido lançado antes das versões MMX do Pentium, foi uma prévia do que seria a nova série de processadores da Intel: o Pentium II. Era um prqcessador revolucionário para sua época, pois possuía o cache secundário interno ao processador, funcionando na mesma velocidade. Ele oferecia, ainda, suporte a multiprocessamento simétrico, permitindo até quatro processadores ligados a uma única placamãe. Sua nova arquitetura superescalar oferecia três processadores internos trabalhando paralelamente, em vez de dois do Pentium comum. Apesar de tudo, ainda é um processador de 32 bits. Ele foi desenvolvido para competir no mercado corporativo, trabalhando em

Memória, CPU e Placas

servidores e estações de trabalho de alto desempenho. Seu maior problema era executar programas de 16 bits, como o MS-DOS ou o Windows 3.1. Mas, com aplicações puramente 32 bits, como o Windows NT, ele mostra todo o seu poder.
Foram lançadas versões do Pentium Pro com 256,512 e 1024KB de cache e frequências de clock de 166 e 200MHz.

Série Cyrix 686
Concorrente da Cyrix para o MMX da Intel, traz 64 KB de cache L I , e é composto internamente por 4 processadores. Sua vantagem é que custo é baixo, porém usado para trabalhos de escritório (HomeOffice), pois o seu desempenho é menor que os processadores da Intel.

Série K 6
Dando continuidade a série K5, o K6 foi a evolução natural. O K6 continua com internamente 4 processadores, mas o cache passou a ser de 64 KB. Ele possui um desempenho superior ao do seu "irmão mais antigo", o K5, e superior também aos Pentium MMX, chegando a empatar com o Pentium II, lançado na mesma época, em muitos aplicativos. Mas o coprocessador continuava a ser o seu ponto fraco.0 K6 teve duas outras versões, denominadas K6-2 e K6-3, com modificaçóes que fizeram deles processadores bem aceitos no mercado doméstico. O K6 original tinha velocidades entre 166MHz e 300MHz.

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O K6-2 possuía uma série de 27 novas instruçóes chamadas "3D Now!", semelhante as encontradas nos Pentium MMX da Intel que visavam agilizar o processamento de imagens tridimensionais, trabalhando em conjunto com uma placa aceleradora. Além disso, sua frequência de barramento com a placa-mãe subiu de 66MHz para 1OOMHz, aumentando o desempenho do microcomputador. Sua frequência de clock variava entre 266MHz e 533MHz. O K6-3, lançado pouco antes do Pentium III, era bem semelhante internamente ao K6-2, apresentando uma única diferença. Ele possuia dois níveis de cache interno, o primeiro de 64KB e o segundo de 256K8, além do cache existente na placa-mãe, que passava automaticamente a ser chamado de cache nível 3. Tinha frequências de clock que variavam de

Série Celeron
A proposta era ser uma opção de processador mais barato que o Pentium II e concorrer lado a lado com os processadores da linha K6 que começavam a ganhar espaço no mercado dos micros de baixo custo. Entretanto, por suas versóes iniciais não possuírem cache secundário (conhecido como cache L2, de Level2) seu desempenho era muito fraco. Este fato fez com que ele fosse pouco aceito no mercado. Para corrigir isso a Intel passou a instalar 128KB de cache secundário, interno ao processador.
Atualmente, todos os Celeron a venda possuem memória cache secundária e está sendo produzido em versões de 300 a 1,2GHz, todas com barramento de 66MHz a 100 Mhz. Inicialmente, o Celeron era fabricado apenas no encaixe de padrão Slot 1. Hoje, é oferecido também em uma versão de encaixe, em um novo padrão chamado Socket 370. Os dois possuem exatamente o mesmo desempenho, mas o formato Slot 1 é um pouco mais caro.

Memória, CPU e Placas

Processador Celeron, no padrão Slot 1

Processador Celeron, no padrão Socket 370

Série Pentium 11
Seu projeto foi baseado no Pentium Pro, melhorando alguns pontos fracos e retirando alguns recursos (como o suporte a multiprocessamento simétrico) para adequá-lo ao mercado doméstico.
A mudança mais visível em relação a versão anterior é o novo formato do processador, parecido com um cartucho de videogame. Dentro da placa de circuitos está integrada ao processador a cache secundária de 512KB.
A Intel procurou corrigir o problema que o Pentium Pro tinha para executar aplicações 16 bits, modificando parte do núcleo do processador.

Suas versões variavam de 266MHz a 450MHz, sendo que, nas versões até 333MHz, ele operava com frequência de barramento de 66MHz. Nas versões com frequência de clock acima de 350MHz, operava com frequência de barramento de 100MHz.

O Pentium II marcou uma evolução na era dos processadores, deixando de lado o encaixe padrão Socket e adotando outro, mais moderno, chamado Slot 1

Série Athlon
O processador Athlon, da AMD, é um projeto totalmente novo, que, mesmo não se baseando nos processadores da linha K6, recebeu o apelido de K7. É considerado um processador de sétima geração, diferentemente do Pentium, que é de sexta geração, devido as inovações a ele incorporadas. Este projeto conta com um coprocessador redesenhado, criado com arquitetura superescalar, que reune nada menos que três coprocessadores trabalhando em paralelo. Sua memória cache é de 128KB na memória primária e 512KB de memória secundária, incorporada ao processador. A AMD promete lançar modelos de até 8MB de cache.

Modelo Athlon, da AMD. o primeiro processador de sétima geração laizçado no mercado, possui um barramento de 200 MHz

Além disso, conta com novo barramento, especialmente criado para ele, com 200MHz de velocidade. Atualmente, é um dos processadores mais rápidos voltados para mercado doméstico, com velocidades variando entre 600MHz e 1,2 GHz. O Athlon também aceita multiprocessamento simétrico.

Série Athlon Thunderbird
Apesar de operar em velocidades acima de 1 GHz, os modelos de Athlon anteriores operavam com cache L2 com velocidades de 112,215 ou 113 da frequência do processador.

Memória, CPU e Placas

Para resolver esse problema, a AMD lançou o Athlon Thunderbird, que apesar de possuir cache de 256 KB, opera na mesma velocidade do processador, obtendo um ganho de performance. Além disso, o Athlon Thunderbird possui um novo encaixe, denominado Soquete A, diferente dos modelos Athlon anteriores.

Série Athlon XP
Aproveitando o lançamento do Windows XP, a AMD lançou o Athlon XP, um modelo de processador que, segunda a empresa, é capaz de aproveitar os recursos do sistema operacional. A série Athlon XP traz como novidade o método TPI de medição de velocidade. Um Athlon XP 1900, por exemplo, possui performance equivalente a um modelo Pentium de mesmo clock, mas com preço bem menor. Os modelos da série Athon XP atingem altas velocidades. São encontrados no mercado modelos de 1,5 GHz a 2,6+ GHz.

Série Pentium 111
É internamente é semelhante ao Pentium II.Mesma quantidade de memória cache, compatibilidade com placas-mãe do Pentium II etc. Suas modificações mais significativas foram a adição de novas instruções, batizadas de SSE (de Streaming SIMD Extensions, sendo que SIMD significa Single Instruction, Multiple Data), utilizadas para melhorar o desempenho do coprocessador.

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Assim como ocorreu com as instruções MMX incluídas no primeiro Pentium, essas novas instruções exigiam que os softwares fossem reescritos para usar suas vantagens. Outra mudança é a frequência do barramento, que agora e de 133MHz e a frequência de clock que varia entre 450MHz e 1,2GHz.

Série Xeon
Esta série surgiu ainda na época do Pentium II para ocupar o lugar do Pentium Pro no mercado de servidores e estaqões de trabalho corporativo. A primeiraversão era chamada de Pentium II Xeon (pronuncia-seZíon). A nova versão é a Pentium III Xeon. O Pentium II Xeon incorporava as mesmas qualidades do Pentium II, mas permitia a utilização de até quatro processadores em um único microcomputador. Oferecia até 2MB de cache L2 incorporado ao processador e trabalhava na mesma velocidade da CPU. Sua frequência de clock era de 400MHz ou 450MHz. O Pentium III Xeon mantém as mesmas características básicas do Pentium IIXeon, mas aceita até oito processadores por sistema, com frequências de clock que vão de 500MHz a 1,6 GHz. Possui também instruções SSE (Streaming SIMD Extensions) do Pentium III normal.

Um processador Pentium ZZZ Xeon, modelo totalmente destinado ao mercado corporativo, com cache L2 de até 2 MB

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Série Duron
O processador Duron é uma tentativa da AMD de fazer frente ao Celeron da Intel, no mercado de micros domésticos de baixo custo. O Duron é um processador completamente diferente e é superior ao Celeron.
A
A

A

Ele tem 128KB de cache L1 e 64KB de cache L2, incorporados ao processador. Além disso, tem um barramento diferente do utilizado pelo Celeron, chamado de Socket A, que trabalha na frequência de barramento de 200MHz. Suas frequências de clock variam entre 6OOMHz e 1,3GHz.
O Duron apresenta desempenho superior ao do Celeron e muito próximo ao do Pentium III.

Série Pentium 4
Disponívelem até 2.8 Ghz, oferece alto desempenho em soluções empresariais, domésticas etc. Projetado com a mais alta tecnologia para ter alto desempenho em imagens, sons, DVD etc; atualmente é um dos processadores mais requisitados no mercado, principalmente para a utilização do Windows XP. Há várias placas-mãe para sua conexão, como as da Intel, Asus e outros. Veja ao lado um processador Pentium 4:

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Veja nas tabelas a seguir um resumo das famílias de processadores:
PROCESSADORES INTEL (Pentíum/Xeon/itanium)
Procesçador

Uock

Muffplicador

üxmm!a
50 MHz 50 MHz
50 MHz

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Cache

G.m?m

* *
*

*

1

PGA SPGA PGA

--*

66 MHz 60 MHz 66 MHz 2,5x

66 MHz
66 MHz 66 MHz

;
PGA PPGA PPGA Socket 7 Socket 7

1
/
2,8V/4,5V L1:32 KB L1:32 KB L1:32 KB

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I

66 MHz

como 1,5x) 2x 2,5x 2,5x 3x 3x 3,5x 4x 4,5x 5x 3.5~ 66 MHz 66 MHz 66 MHz 66 MHz 66 MHz 66 MHz 66 MHz 66 MHz 66 MHz 100 MHz 100 MHz 100 MHz 2,OV 2,8V 2,8V 2,8V 2,8V 2,8V 2,8V 2,8V 2,8V 2,OV 2,OV L1132 KBBN256 KB L1:32 KBA-23256 KB L1:32 KB1'L2:256 KB L1:32 KB/L2:256 KB L1:32 KB/L2:1 MB L1:32 KB/L2:512 KB L1:32 KB/L2:512 KB LI: 32KB/L2:512 KB L1:32 KB/L2:512 KB L1:32 KB/L2:512 KB

I
/

Socket 7 DCPGA DCPGA DCPGA DCPGA DCPGA SEC (Slotl) SEC (Slotl) SEC (Slotl)
..

SEC (Slotl) SEC (Slotl)

Continua na próxima pagina ...

Memória, CPU e Placas

PROCESSADORES INTEL (Pentium/Xeon/ltanium)
k d o r
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Vdts

I

Continua na próxima página ...

L1:32 KB/L2:512KB ou

1M 3 ou 2MB E
600 MHz 667 MHz
-

4,5x 5x 7x 5,5x 6x 6,5x 9x 7x 3,25x 3,5x 3,75~ 4x 4,25x 4,5x 4,75x 5x 5,5x
4x 6x

133 MHz 133 MHz 100 MHz 133 MHz 133 MHz 133 MHz 100 MHz -133 MHz 400 MHz 400 MHz 400 MHz 400 MHz 400 MHz 400 MHz 400 MHz 400 MHz 400 MHz 533 MHz 4001533 MHz

2,8Vl5V/12V 2,8V/5VM2V
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L1:32 KB/L2:256 KB L1:32 KB/L2:256 KB L1:32 KB/L2:1 MB ou 2MB L1:32 KBR2:256 KB L1:32 KBR2:256 KB L1:32 KBi12:256 KB L1:32 KBIL2:2 MB L1:32 KBlL2:256 KB L1:8KB+12KB ETC/L2:256 KB L1:8KB+12KB ETCíL2:256 KB L1:8KB+12KB ETC/L2:256 K~ L1:8KB+12KB ETCiL2:256 KB L1:8KB+12KB ETC,L2:256 KB L1:8KB+12KB ETC/E:256 KB L1:8KB+12KB ETC/L2:256 KB L1:8KB+12KB ETCR2:256 KB L1:8KB+12KB ETCR2:512 KB L1:8KB+12KB ETCR2:512 KB L1:8KB+12KB ETCR2:512 KB

SECC2 (Slot2) SECCS (Slot2)
-v.--.----

Pentium Ri Xeon

700 MHz 733 MHz 800 MHz 866 MHz 900 MHz 933 MHz 1,3 GHz 1.4 GHz 1,5 GHz 1,6 GHz 1,7 GHz 1,8 GHz
1,9 GHz

5Vl12V 2,8V/5V112V 2,8V/5V/12V 2,8V/5Vl12V 5V/12V 2,8Vl5V;12V 1,íV 1,7V 1,7VI1,75V 1,75V 1,75V 1,75V 1,75V 1,5V 1,5V 1,5V 1,5V

(SloQ) SECC2 (Slot2) SECC2 (Slot2) SECC2 (Slot2) SC330 (Slot2) -- -SC330 (Slot2) Socket-423 (PGA) Socket-423 (PGA) Socket-4231478 (PGA) Socket-4231478 (PGA) Socket-4231478 (PGA) Socket-423/478 (PGA) Socket-4231478 (PGA) Socket-4231478 (PGA) Socket-478 (PGA) Socket-478 (PGA) Socket-478 (PGA)

2 GHz

Pentium
4

2,2 GHz 2,266 GHz 2'4 GHz

Corztinun Izn próxima págiizn.. .

Memória, CPU e Placas

I

PROCESSADORES INTEL (PentiumB(eon/ltanium)
Clodc

Prmsador

Nlulüplidor

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Volts

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( * ) Dados não fornecidos pelo fabricante.

PROCESSADOR ES INTEL (Ceieron)
%ocsacb
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I
I
I

300 MHz

I
1 I

4.5~
4,5x

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1

66 MHz 66 MHz 66 MHz 66 MHz 66 MHz 66 MHz 66 MHz

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L1:32 KBL2:0 KB L1:32 KB/L2:128 KB L1:32 KBR2:128 KB L1:32 KBM:128 KB L1:32 KBR2:128 KB L1:32 KB/L2:128 KB L1:32 KBL2:128 KB

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Slotl Slotl Slotl SlotllSocket-370

300A MHz

4

333 MHz

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366 MHz
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466 MHz

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900 MHz

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Continua na próxima pkgina ...

Meinória, CPU e Placas

PROCESSADORES INTEL (Celeron)
+txessador

Uodc

Multiplicador

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Cache

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I

L1:32 KB/L2:256 KB

Socket-370 (FC-PGA) uFCBGA

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pFCBGA Socket-370 (FC-PGA) pFCBGA pFCBGA

L1:32 KB/L2:256 KB
L1:32 KBU:256 KB

PROCESSADORES AMD
Processador Clock Multipiicador Barramento Volts Cache Conector

I

Contiizua na próxima página ...

S.0.S Computadores

PROCESSADORES AMD
Processador

Clock

Muiiiplicador

Barramento

13

--

Volts

Cache

-

Conector

-

Continua na próxinza pkgiíza ...

Memória, CPU e Placas

PROCESSADORES AMD
Jrocessador Clock Multiplicador
-.

Barramento

I

-

.
Volts
Cache

' Os processadores AMD Duroii e AMD AWon 4 utilizam isn recurso chamado DDR (Double Data Rate) G d o b r a a freqiiência do barramento de 100 MHz para 200 MHz. ** Os processadores AWon MP iililiuni uni recurso chamado DDR (Dohle Data Rate) que dobra a freqiiencia do barramento de 133 MHz para 266 MHz '*' Velocidade levandose em consideraçlo o hdice PR.

S.0.S Computadores

150 M M 166 MHz

2,s 2,s 3x 3x 4x 4,5x 2x OU 2 . 5 ~ 2,5x/2x 3w2x 3R?"2,~ 2,5x 3x 3x 3,5x/3x 3,5x/3x 2,5x/3x 2,5x 3x 3x 2.5~ 2,5x 3x 3x 7,5xt5x/3,5x

60 MHz 60 MHz 60 MHz 60 MHz 60 MHz 60 MHz 60 MHd66 MHz 66 M W 5 MHz 66 MHz175 MHd83 MHz 66 MHfl5 MHz 83 MHz 66 MHz 66 MHz 66 MHzt75 MHz 75 MHú83 MHz 100 M W 8 3 MHz 100 MHz 95 MHz 100 MHz 133 MHz 133 MHz 133 MHz 133 MHz 66 MHzll 00 MHz 133 MHz

3,3 V 3,3 V 3.3 V 3,3 V 3.3 V 3,3 V 2,9V/3,3V 2.9V13.3V 2,9V13,3V 2,9V/3,3V 2,9V!'3,3V 2,9V/3,3V 2,9Vi3,3V 2,9V/3,3V 2,9V/3,3V 2,9V/3,3V 2,9V/3,3V 2,2V;3,3V 2,2V/3,3V 2,2V 2,2V 2,2V 2,2V

L1:16 KB L.1:16 KB L1:16 KB L1:16 KB L1:16 KB L1:16 KB
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Mediiox
180 M M 200 MHz 233 MHz 266 MHz PR166 15OMHz/133 MHz PR200 166 MHú150 MHz

Socket-7 Socket-7 Socket-7 Socket-7 Socket-7 Çocket-7 Socket-7 Socket-7 Socket-7 SockeW Socket-7 Socket-7 Socket-7 Socket-370 Socket-370 Socket-370 Sockel-370 Socket-370

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CyriX MX

PR233 188 MHzM66 MHz PR233 200 MHá188 MHz PR266 208 MHz MIE33 200 MHz MIt266 200 MHz MIK300 233 MHzQ25 MHz MIl333 263 MHid250 MHz

Cyrk MBfM2)
MIL333 250 MHz M1066 250 MHz M11400 285 MHz MIM33 300 MHz PR433 333 MHz PR466 366 MHz PR500 400 MHz PR533 433 MHd450 MHz 500 MHz

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L1: 128 KB

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1

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1

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Socket-370

1

Continua tzn próxima phginn ...

Memória, CPU e Placas

Placas de Vídeo
As Placas de Vídeo são os componentes que vão construir as imagens que serão exibidas no monitor. Essas placas, em conjunto com os monitores, formam o mais importante meio de comunicaçáo entre o microcomputador e o usuário.
Já foram criadas placas usando praticamente todos os tipos de barramentos existentes, dos ISA ao PCI, passando pelo MCA, EISA e VLB. Atualmente, usam-se mais as placas com barramento PCI ou AGP por serem mais modernas e, conseqüentemente, mais rápidas.

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Vídeo 2D/3D
Melhoram a qualidade da imagem e o desempenho do microcomputador, porque deixa o processador livre para as outras operações. Essas placas processam as imagens e as armazenam em uma memória na própria placa de vídeo. Desse modo, são ideais para processamento de aplicativos que fazem uso intenso de imagens tridimensionais, comoaplicativos CAD e jogos. Para aplicativos que não fazem uso de imagens 2D e 3D, esta placa não oferece diferença de desempenho, ficando ociosa.
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Placa de Vídeo 3 0

Memória, CPU e Placas

Placas de som
Até pouco tempo, o único som que o microcomputador pode reproduzir era um único "bip". Hoje, as placas de som nos permitem-ouvir músicas, o som de jogos e outros sons. Sua função é de captar os sinais digitais e convertê10s em sons e enviá-los as caixas acústicas conectadas a placa de som. Normalmente são usadas simples caixas de som como também complexos sistemas sonoros conectados a elas com subwoofer, woofer e surrond. Ou seja, possui tanto placa simples como também placas sofisticadas como descrito acima. Hoje, as placas de som nos permitem ouvir sons WAV, MIDI e MP3 (música de boa qualidade disponíveis também na Internet) como também complexos sistemas sonoros 3D, de ótima qualidade. Veja abaixo esse periférico que está acoplado em nossos microcomputadores:

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Placa de Som

Caixas de som

Muitas placas-mãe vêm embutidas em placas-mãe que seguem um padrão denominado PCY97, como os modelos Creative CT5880 e C-Media CM18738.

S.0.S Computadores

Placas de Fax-Modem
Devido a popularizaçáoda Internet e também a necessidade de tornar a comunicação cada vez mais rápida e acessível, os Modems são itens indispensável no microcomputador. Funcionando como conversor de sinais digitais emitidos pelo computador (modulador) e convertendo-os em sinais analógicos (demodulador), sendo recuperados no outro lado da linha. Isso se deve ao fato de a maioria das linhas telefônicas trabalharem com sinais analógicos e dessa forma podemos ter uma transmissão de forrma rápida e fácil. Lembramos que os Modems também são usados para enviarlreceber Fax. acesso a dados de BBS (Banco de Informações) etc. Os modems mais comuns são os que vêm nas placas on-board (como os modems que seguem o padrão HSP, mais conhecido como Winmodem). Também-ternos os Off-Board, que são considerados melhores e mais rápidos, além dos modens externos:

Modern interno

Modetlz externo

Memória, CPU e Placas

Placa de Rede
Cada vez mais utilizadas, as redes vêm se tornando muito comuns. São indicadas por qualquer profissional na área de informática não só para as empresas, mas também para os usuários domésticos. Com a rede podemos compartilhar dados, impressoras etc. com outros microcomputadores. Montar uma rede não e tão caro nem difícil como se imagina, pois bastam 3 ou mais micros, uma placa de rede e cabo coaxiall par trançado e configurar corretamente o software Windows XP, NT etc.

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Placas de rede

Quando a ligação é de 3 a 5 micros podemos usar o cabo coaxial, placa de rede e alguns metros de cabo. Se a ligação for maior (6 ou mais micros) é recomendável o cabo de par trançado e um HUB para criar a rede. Hoje em dia, usam-se mais a placa, o cabo de par trançado e o hub para a criação das redes.

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Rede I

Switch ou Hub

onexão remota

Esquema para ligação de três redes usando cabo coaxial

Rede local usando Hub

Meinória, CPU e Placas

e
Atividades

Teste seus conhecimentos
1. Qual tipo de memória é também conhecido como SDRAM II?

O RAMBUS O EDO 0 DDR O Nenhuma das anteriores
2. Que tipo de Memória utilizamos normalmente no PC?

O SIMM 30 vias, SIMM 72 vias, DIMM 168 vias O EDO O DIMM 168 vias O Nenhumadas anteriores
2. O que é Overclock?

0 Um recurso do microcomputador utilizado para tirar mais
desempenho da máquina.

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A divisão da banda de passagem de dados em duas, para otimizar o sistema.

O
O

Recurso que aumenta o clock de um processador, "forçando-o"a trabalhar com uma frequência de clock mais alta que aquela para o qual foi projetado.
A mudança dos leds que demonstram a velocidade do processador nos gabinetes mais antigos.

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4. Quais dos processadores abaixo se encaixa no Slot 1?
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5. Qual é a memória mínima de vídeo exigida, em bytes, de uma placa de vídeo para exibir uma resolução de 800X600 pixels, usando 24 bits por pixel e 16.777.216 cores?

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6. Qual o objetivo das redes?

O Compartilhar dados, impressoras etc. entre computadores. O Deixar o acesso mais rápido. 0 Nenhuma das anteriores.

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Montando o microcomputador

Vamos, agora, partir para a montagem física de um microcomputador. Mas antes de começar, vamos observar algumas coisas importantes: os cuidados a serem tomados, as ferramentas necessárias para a montagem e as ferramentas necessárias para a montagem de um laboratório de hardware em casa.

Cuidados
Antes de começar o trabalho de montagem, e importante lembrar que a segurança é um elemento que não pode ser desprezado. Se você não é um técnico em eletrônica, não tente fazer manutenção em equipamentos de segurança mesmo com eles desligados: estabilizadores. No breaks ou monitores de video são componentes que armazenam energia elétrica que pode ser descarregada a um simples contato. Da mesma forma, não abra a fonte de alimentação do micro se não for técnico especializado. Outro elemento indispensávelpara realização de um bom trabalho é a combinação organização/limpeza. Sendo assim, evite ter em sua mesa objetos e ferramentas que não vai utilizar. Mantenha o seu local de trabalho limpo e arrumado, pois além de melhorar sua segurança irá evitar a perda de objetos e ferramentas, causando mais perda de tempo. Para que seu trabalho se realize com eficiência é importante que você esteja com sua saúde física e mental em perfeito equilíbrio. Procure trabalhar em um ambiente que lhe seja confortável e que permita estar concentrado naquilo que esteja fazendo para evitar erros causados pela distra~ão. Lembre-se que também a paciência e bom senso são virtudes importantes para o que o trabalho de informática, tanto de hardware quanto de software se realize em perfeito estado.
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Agora que tomamos conhecimento dos cuidados fundamentais, vamos conhecer as ferramentas básicas para a montagem do microcomputador:
i uma chave de fenda de tamanho médio;
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uma chave Phillips de tamanho médio;

i pinças (específicas para microcomputadores, vendidas em lojas do ramo);

i uma sonda de três pontas (pega-tudo);
i pasta térmica.

Somente com isso já podemos começar a montar um microcomputador. Caso você queira montar um pequeno laboratório de hardware em casa, poderá investir em novos equipamentos. Veja uma relação daqueles que podem ser úteis na montagem desse mini laboratório:
i uma chave Allen tamanho
i uma chave Allen i um jogo

12;

tamanho 15;

de chaves de fenda de joalheiro;

i uma chave hexagonal (chave "canhão");
i um multímetro (também conhecido como "Multiteste"); i alicate de

bico;

i alicate de corte.

Você também pode adquirir em lojas especializadas os kits de montagem e manutenção, em vem em formato de maleta facilitando o transporte. Veja a seguir um exemplo de kit de montagem e manuten~ão.

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Kit de ferraínentas

Vamos começar a montar
A seguir, vamos ilustrar a montagem passo a passo de um microcomputador PC, cujas peças podem ser facilmente encontradas em lojas especializadas. Encontre uma mesa grande e limpa e que fique perto de uma tomada. Coloque sobre ela o kit de ferramentas que será usado na montagem. Não esqueça de descarregar a eletricidade estática, armazenada em nosso corpo, pode provocar a queima de chips e placas. 0 s equipamentos como placas e outros são muitos sensíveis; mantenha imãs distante do microcomputador. As peças necessárias sobre a mesa, além do kit de ferramentas, são as seguintes:
H um monitor de vídeo SVGA de i teclado;

14" ou maior;

H mouse;

Montai-ido o microco~nputador

i gabinete (referente a conexão da placa-mãe, AT/ATX); i placa-mãe e jogo

de flat cables;

i processador de sua preferênciacompatível com a placa mãe e

Cooler compatível com o processador;
i memória 128 ou superior;

a HD 20 GB ou superior;
i drive de CD-ROM de 52X

ou superior;

i drive de disco flexível de 3%;
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um par de caixas de som amplificadas;
1Kva.

i um estabilizador de tensão de

Lembre-se que para esse microcomputador ficar mais em conta, você deve usar uma placa mãe on-board, que já tem outros itens como som, vídeo e portas de comunicação na própria placa.

Equipamentos para a montagem do microcomputador

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Na foto anterior, vimos todos os equipamentos necessários para a montagem do microcomputador: gabinete, placa-mãe, módulos de memória, placa de vídeo, disco rígido, drive de 3 '/2 pol., drive de CD-ROM, processador, cooler (aquele pequeno "ventilador" que fica em cima do processador), cabos de conexão e parafusos. Começaremos com a abertura do gabinete para desprender a chapa de metal onde encaixaremos a placamãe. Solte os parafusos que prendem o gabinete a sua cobertura de metal, na parte traseira.

Em seguida, solte os parafusos que prendem a chapa da placa-mãe a estrutura metálica do gabinete. Nessa chapa, vamos prender os espaçadores plásticos e parafusos hexagonais, que vão garantir que a placa-mãe não encoste na própria chapa. Se a placa-mãe encostar na chapa, seus contatos podem entrar em curto-circuito e ela pode queimar. Prenda os parafusos hexagonais na chapa do gabinete, nos pontos correspondentes aos furos da placa-mãe. Normalmente, os parafusos são fixados nos quatro cantos da placa-mãe. Verifique os furos da placa-mãee veja em quais pontos ela combina com os furos da chapa do gabinete. Aplique os espaçadores plásticos nestes pontos e encaixe a placa-mãe (já com os espaçadores) na chapa do gabinete.

Os espaçndores devem ser aplicados à placa-mãe e no metólico

Montando o microco~nputador

Veja detalhadamente a fixação da placa-mãe a chapa de metal que será presa ao gabinete logo após este processo.

Encaixando o Processador
Depois que a placa-mãe estiver encaixada na chapa metálica, aperte os parafusos de fixação sobre os parafusos hexagonais já presos a chapa. Depois que a placa-mãe estiver firmemente presa a chapa metálica, vamos encaixar o processador. Em processadores que seguem o padrão Socket 7, basta levantar a alavanca do soquete ZIF, encaixar o processador e abaixar a alavanca para que ele fique preso. Não há risco de encaixar o processador na posi~ão errada, porque ele foi desenhado para só se encaixar em uma

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posição. Em um dos cantos do processador e do soquete existe um pino a menos, o que impossibilitaa instalação errada do equipamento.

Local do encaixe onde falta um pirzo

Soquete ZZF e Processador Socket 7: um pino a menos para facilitar o encaixe

Se o seu microcomputador utilizar-umencaixe de processador do tipo Slot 1 (microcomputadores Pentium I ,Pentium I le alguns modelos de I l Celeron), o modo de encaixar o processador é bem diferente. O primeiro passo é encaixar os suportes plásticos que servem de apoio ao processador. Esses suportes são necessários porque os processadores que usam esses slots (com exceção do Celeron) possuem um invólucro de metal. O peso desse invólucro, somado ao peso do Cooler, poderia provocar mau contato do processador com seu encaixe. Além desse suporte, usamos, ainda, um segundo, que é encaixado nos orifícios que ficam na frente do encaixe. Afunçáo desse segundo suporte é servir de apoio ao Cooler, deixando ainda mais firme o conjunto.

Montando o rnicrocoinpiitador

do pentium II/pentium 111 é preso a dois orifícios da placa-mãe com presilhas. Para encaixá-lo, temos de soltar as duas presilhas, encaixá-las na placa-mãe, encaixar o suporte e em seguida apertar os parafusos nas presilhas. Encaixe o suporte para o Cooler nos orifícios a frente do Slot 1. Pronto, já podemos instalar o processador.

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Os dois suportes já instalados

Encaixe o processador como um cartucho de videogame, deslizando-o para baixo sobre os suportes. Não se preocupe em encaixar o processador do lado errado. O Pentium I!/ Pentium III possui fendas no encaixe que não permitem a instala~ão lado errado. do

E se o seu processador for um AMD Athlon? 0 s encaixes do processador Pentium 1 / 1 e Athlon são fisicamente semelhantes. E você não encontrará 11 1 grandes problemas para instalá-lo.

Independentementedo tipo de processador utilizado, instale o cooler e ligue seus cabos a conexão correspondente na placa-mãe. Caso você não a encontre, consulte o manual da placa-mãe.

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Se o seu processador for do estilo Socket 7 , como mostrado anteriormente, veja os processos para fixação:

Encaixando o processador ao socket

Abaixando a trava ZIF do socket para prender o processador

Prendendo o cooler sobre o processador

Encaixando o módulo de memória a placa

Montando o microco~nputador

Instalando placas ISA, PCI e AGP
O encaixe das placas de vídeo, placa de som, modem, placas SCSI ou outro periférico é muito simples. Tanto faz se a placa é padrão PCI, ISA, AGP ou VLB, o procedimento é o mesmo: encaixe a placa no slot apropriado, como um cartucho de videogame e, em seguida, prenda-a ao gabinete com parafuso.

Muitas vezes, em gabinetes novos, existem pequenas chapas de metal que cobrem sua abertura traseira para as placas de expansão. Caso o gabinete usado na montagem seja assim, remova a chapa, quebrando sua conexão com o gabinete, de forma que as portas de conexão da placa que está sendo instalada fiquem a mostra.
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r"Placa de vídeo PCI sendo encaixada

Porém, se a placa-mãe for on-board, veja como devemos fazer para a fixação dos componentes:

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Instalando a unidade de 3% polegadas
Esta é uma das últimas etapas da montagem do microcomputador. Para instalar uma Unidade de Disquete de 3% pol basta remover o tampão de plástico do gabinete que cobre a abertura das baias frontais e encaixar o drive na baia desejada. Em seguida, basta prendê-lo com parafusos as laterais da baia, deixando-o bem firme.

Encaixe o driye e em seguida fixe-o com parafusos ao gabinete.

A seguir, o processo de ancaixe dos cabos:

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Após fixar o drive, vamos encaixar os cabos. O cabo Flat (um cabo paralelo, cinza, com 40 vias ou 80 vias de dados) é o único ponto que requer alguma atenção para não ser instalado do lado errado. Isso não vai provocar a queima ou qualquer outro dano ao equipamento, mas o drive não vai funcionar, ficando com seu-ledaceso o tempo todo (e sem fazer nenhuma leitura ou gravação). Uma maneira segura de instalar o cabo Flat é seguir a regra da tarja vermelha. No cabo flat, sempre há uma extremidade com uma tarja vermelha. Esse lado do cabo deve ser instalado no pino 1do conector. Em praticamente todo conector IDE uma identificação do primeiro pino (pino 1) e do último pino (pino 40 ou pino 80). Seguindo essa regra, a instalação será sempre perfeita. Conecte uma ponta do cabo Flat na parte traseira do drive e a outra ponta no conector da controladora IDE, respeitando a regra da tarja vermelha.
O cabo de força deve ser instalado também da maneira correta. A seguir, a posição correta de instalação.

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Instalando o disco rígido
Instalar o disco rígido é bastante simples. Em primeiro lugar, vamos configurá-lo para trabalhar como Master (Mestre) ou Slave (Escravo). Esta configuração é necessáriaporque cada conexão IDE é capaz de suportar até dois discos conectados e a conexão precisa diferenciar e identificar os dois discos. A grande maioria dos microcomputadores atuais possui duas conexões IDE, ou seja, podemos instalar até quatro discos nestas controladoras. As duas conexões IDE são chamadas de "Primary"e "Secondary".Assim, podemos ter as seguintes configurações: Primary Master, Primary Slave, Secondary Master e Secondary Slave. Entretanto, ao contrário do que se possa pensar, essa configuração de "Master" ou "Slave" é feita no próprio disco, por meio de jumpers de configuração. Cada disco possui características próprias de configuração que estão expressas no manual do disco. Caso não tenhamos o manual em mãos, não se preocupe. Geralmente, temos um resumo dessa configuração impresso no próprio disco, onde há apenas três opções: Master, Slave e Cable Select.

Disco Rígido, com a tabela de configuração em destaque

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A opção Cable Select é uma espécie de Plug and Play para discos rígidos, que permite que a configuração seja feita automaticamente. O disco que estiver na ponta do Flat será o Master, o que estiver no conector do meio do Flat será o Slave. O problema é que, para funcionar, é necessário um cabo Flat especial, motivo pelo qual esta opção é pouco usada. Se não configurar um dos discos instalados como Master e o outro como Slave, ocorrerá um conflito e nenhum dos dois irá funcionar.

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Uma dica: em praticamente todos os discos, ao retirar todos os jumpers, o disco passará a funcionar como slave. Assim, se tivermos dificuldade para descobrir a configuração do disco, podemos usar esse artifício.
Então, configure seu disco da maneira mais adequada ao seu sistema e, acessando a parte interna do gabinete, procure as baias para instalação de drives. Encontre um espaço disponível que comporte o disco rígido e prenda-o com parafusos nesse espaço. Encaixe o cabo Flat na conexão do disco rígido, respeitando a regra da tarja vermelha (extremidade vermelha ligada ao pino 1 do conector) e o cabo de alimentação, sendo que este só se encaixa em uma posição. Conecte a outra ponta do cabo Flat a conexão IDE existente na placa controladora (ou na placa-mãe, caso ela seja Onboard).

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Encaixando e prendendo, com parafusos, o Hd ao Gabinete.

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Fixação do Flat Cable no Hd.

Instalando a unidade de CD-ROM
Vamos, agora, ao procedimentode instalação da Unidade de CD-ROM. Note que estas instruções valem também para unidades CD-R e CD-RW. A unidade ou drive de CD-ROM exige uma configuração semelhante as encontradas em discos rígidos: é preciso configurá-lo para definir se vai operar como Master ou Slave para transmissão de dados na conexão IDE. Esta configuração é feita através de jumpers na traseira do drive, como os discos rígidos.

Parte traseira do Drive de CD-ROM, com jumpers ein destaque

Montando o inicrocomputador

Vale mencionar que um drive de CD-ROM compartilhando uma mesma conexão IDE com outro dispositivo (um disco rígido, por exemplo) faz o desempenho dos dois dispositivos cair. Assim, a melhor maneira de configurar um disco rígido e um drive de CD-ROM e instalar o disco rígido como Master da IDE Primária e o CD-ROM como Master ou Slave da IDE Secundária. O drive de CD-ROM possui, ainda, um excaixe específico para o cabo de áudio, para que você possa ouvir músicas em sem computador. Deste modo, configure o drive de CD-ROM de maneira adequada. E vamos fixá-lo ao gabinete. Antes de qualquer coisa, retire o tampão plástico que cobre a abertura da baia (procure uma baia que acomode o drive) e fixe o drive com parafusos. Em seguida, conecte uma ponta do cabo Flat ao drive e a outra a conexão da controladora de disco. Se você decidir instalar o Disco rígido e a Unidade de CD-ROM em uma mesma controladora IDE, será necessário usar um cabo Flat duplo (com duas entradas para conexão de unidades). Uma das pontas do cabo é conectada a controladora. O drive que estiver na outra ponta será o Master (pelo menos teoricamente, já que a configuração dos jumpers pode mudar isso) e o drive que estiver posicionado no meio do cabo Flat seria o Slave.
O cabo de alimentação só tem uma posição de encaixe, impossibilitando

sua instalação de modo incorreto.

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Encaixando os cabos das portas seriais e paralelas
Você encontrará, na placa-mãe, duas interfaces seriais, uma porta paralela e, na maioria dos casos, uma porta PSl2. Nas interfaces seriais, podemos instalar vários equipamentos, sendo os mais comuns os mouses e os os modens. Na porta paralela, podemos conectar impressoras e scanners. As portas PSl2 são utilizadas como alternativas para a instalação de mouses. Os cabos das portas seriais possuem conectores internos de 10 pinos e, aqui, vale a regra da tarja vermelha (extremidade vermelha ligada ao pino 1). Uma vez descoberto o lado correto de um cabo, todos os outros seguirão o mesmo padrão: todos ficam virados para o mesmo lado.

Se não encontrar os pontos para conexão dos cabos, consulte o manual da placamãe. Nas placas-mãeATX, você não terá trabalho de encaixar cabo algum, pois as saídas seriais, paralelas as eventuais portas USB e PSl2 formam uma espécie de painel na parte anterior da placa, que é diretamente encaixado em uma abertura do gabinete.

Portas na placa-mne ATX

Vamos agora ao procedimento final, que é a conexão do teclado, dos cabos de energia, do vídeo etc. As figuras a seguir ilustram esse procedimento.

Montando o microcomputador

Conectando o Teclado

Conectando o Mouse

Após conectar os outros itens, o gabinete na parte traseira ficará desta forma.

Não esqueça de ajustar a chave de voltagem 110/220V, que fica na fonte, na voltagem adequada.

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Se você seguiu corretamente esses passos, o seu microcomputadorjá está quase pronto. Para iniciar a instalação do sistema operacional, o próximo capítulo trará os seguintes itens: o encaixe dos cabos de energia na placa mãe, LEDs, configuração de voltagem do processador etc. Continue acompanhando, e em breve vamos iniciar a instalação dos softwares.

Gabinetes
A seguir, os modelos de gabinetes utilizados para a montagem do microcomputador:

Montando o microcomputador

Modelo de gabiente torre parão AT/ATX

A placa-mãe é a principal placa do seu microcomputador. Ela é responsável por acomodar o processador e realizar sua comunicação com todos os demais periféricos. Cada processador precisa de uma placa-mãe especialmente desenhada para ele, pois, devido as diferenças em sua arquitetura, cada um possuem "necessidades7' diferentes. Cada processador

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possui um número diferente de contatos, opera com uma voltagem diferente e precisa de um conjunto de circuitos de apoio desenvolvidos especialmente para ele. A placas-mãe é produzida atualmente em algumas versões diferentes. São elas: AT, Baby AT, LPX, ATX e NLX. As placas AT são um pouco mais antigas e são assim conhecidas por terem um tamanho muito semelhante ao da placa usada no microcomputador IBM AT original, com 30,5cm de largura por 35 cm de profundidade. Para os padrões de hoje, essa placa é muito grande e, por isso, a maioria dos fabricantes de placa-mãe abandonaram esse modelo em favor de versões menores.
A Baby AT, como o nome leva a deduzir, é uma versão de tamanho reduzido da placa-mãe padrão AT original. Essa redução de tamanho foi possível com a miniaturizaçãode muitos componentes internos.

As placas do padrão LPX possuem uma característica que as torna facilmente identificável: possui uma placa "em pé" que se encaixa em uma conexão específica da placa principal. Vejas os modelos de placa mãe AT e ATX:

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Off-board

Montando o microcomputador

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Nesta placa, são encaixadas as demais placas do microcomputador.
O desenho desta placa foi concebido pela Western Digital e, até hoje, é usado em PCs fabricados pela IBM, Compaq e Gateway. -

A placa ATX, projetada pela Intel em 1995, é uma mistura dos padrões Baby AT e LPX e, pouco a pouco, tornou-se padrão de mercado. O design I ..... ....2 da placa ATX permite aos fabricantes produzir configuraç6es de hardware menos confusas e apertadas, facilitando o acesso aos componentes. Essas placas exigem um gabinete maior que os utilizados pelos padrõesAT e Baby AT. Além disso, usam conectores elétricos de alimentação, conectores de mouse e de teclado diferentes dos usados pelo Baby AT. A placa-mãe NLX é muito recente e foi criada para microcomputadores que usam processadores Pentium IIIe 4. Este design agrupa os melhores recursos do ATX e do LPX. As placas-mãe também possuem alguns componentes internos que as diferenciam, como o Chipset, o BIOS, o Cache L2 e o Encaixe do Processador.
O Chipset é o componente mais importante da placa-mãe, pois é ele quem comanda todo o fluxo de dados entre o processador, as memórias e os demais componentes. Praticamente todos os componentes conectados a placa-mãesão comandados pelo Chipset. O 810s (Basic Input Output System) contém as primeiras instruções de software do sistema e está mais intimamente ligado ao hardware.

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É encarregado de reconhecer os componentes de hardware instalados, dar o boot e prover informações básicas para o funcionamento do microcomputador. Ele é gravado em um pequeno chip instalado a placamãe.
Quando iniciamos o sistema, o BIOS conta a memória disponível, identifica os dispositivos Plug and Play instalados e realiza uma checagem geral dos componentes. Este procedimento é chamado de POST (Power On Self Test). Somente após o POST é que o BIOS entrega o controle do microcomputador ao Sistema Operacional.

O cache L2 é um tipo de memória muito mais rápida que a memória RAM, que fica encapsulada na placa-mãe. Por ser mais rápida, também é bem mais cara. Por isso a quantidade de Cache L2 disponível nas placas varia entre 256KB e 2MB. Afunção do Cache é ler (e armazenar) os dados que o processador tende a necessitar durante seu processamento. Isso evita desperdício de tempo e, principalmente, recursos do sistema, ao buscar no disco ou na memória RAM tais dados.

Encaixe ZIF (Zero Insertion Force) Bancos de Memória DIMM

O encaixe do processador, também conhecido como soquete, é o compartimento onde o processador é acomodado. As placas-mãe mais antigas tinham seus processadores encaixados em um soquete que exigia alguma força para inseri-lo ou removê-lo, correndo o risco de entortar ou até

Montando o microcomputador

quebrar um dos contatos. Outras placas simplesmente tinham o processador soldado a elas.
A partir dos micros 486, foi criado um novo tipo de encaixe para processador, chamado de ZIF. O termo ZIF é a abreviatura de Zero Insertion Force ou Força de Inserção Zero. Ele possui uma alavanca que fixa ou libera o processador com muita facilidade.

Existemvariações do soquete ZIF que vão do Socket 1ao Socket 8, cada qual com uma especificação ou número de pinos diferente. Além desses, foi criado ainda o encaixe no padrão Slot 1 (utilizado pelos microcomputadores Pentium I e Pentium III), Slot 2 (usado pelos Pentium I e Pentium IIXeon), I I I Slot A (utilizado nas duas primeiras versões do AMD Athlon) e o Socket A (usados pelos processadores AMD Athlon mais recentes e por todos os AMD Duron), além do Socket 370 (usado pelos Celeron).
Os principais fabricantes de placas-mãe (ASUS, Intel, FIC, PC Chips etc.) utilizam os encaixes do processador específicos dependendo do uso que se dará ao microcomputador.

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Atividades

Teste seus conhecimentos
1. Por que devemos descarregar a eletricidade estática do corpo antes de fazer a manutenção do microcomputador?

O O O O

Para evitar o acúmulo de eletricidade nos chips do microcomputador. Para melhorar a ventilação dentro do microcomputador. Para evitar danos aos componentes eletrônicos do microcomputador. Para melhorar a velocidade de acesso do modem a Internet.

2. O que significa a sigla ZIF, nos soquetes de processadores?

O Zero Instant Failure O Zero Insertion Force O Zone of Insertion Files O Zone Insertion Force
3. O que diz a "regra da tarja vermelha"?

O diz que a tarja vermelha do cabo Flat é sempre posicionadaao lado do pino verde. O diz que a tarja vemelha do cabo de força é sempre posicionada ao lado do pino 1. O diz que a tarja vermelha do cabo Flat é sempre posicionadaao lado do cabo amarelo. O diz que a tarja vemelha do cabo Flat é sempre posicionadaao lado do
pino 1.

4. Quais são as três opções de configuração que podemos atribuir a um

disco rígido, durante sua instalação?

O O O O

Master, Blaster e Slave Slave, Master e LBA Slave, Master e Criative Master, Slave e Cable Select

5. Qual a função das portas de conexão padrão PS/2?

O O O O

São alternativas para conectar modens. São portas mais rápidas para conexão de placas de rede. São alternativas para conectar mouses. São alternativas para conectar impressoras.

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Capítulo 7

Configura~ão BIOS do

Vamos, agora, estudar um pouco da configuração do BIOS, um ponto importante para que o microcomputador tenha um funcionamento equilibrado e constante. Um simples ajuste impróprio pode tornar todo o sistema instável e até impedir o processo de inicialização do microcomputador.

Configurando o BIOS Setup
Depois de montar a parte física do computador, vamos as primeiras configurações em nível de software, antes de instalar o sistema operacional, o BIOS Setup. O BIOS é um chip de memória conhecido como EEPROM (Eletric Erasable Programmable Read Only Memory) que contém uma série de instruçóes para identificar as unidades de disco flexível instalados, a capacidade do disco rígido, definir senhas para utilização do microcomputador e gerenciamento de energia, entre outras funções. 0 s chips de EEPROM (também conhecidos como Flash BIOS) podem ser atualizados por programas especiais, oferecidos pelos fabricantes de BIOS. Os principais fabricantes são a Award Software Inc. e a American Megatrends Inc. (AMI). Para ter acesso as configurações do BIOS, basta pressionar a tecla Del ou Delete. Pode ser uma combinação de teclas, como <Ctrl>+<Alt>+<s>, dependendo da marca do BIOS. Em microcomputadores mais antigos, usava-se a combinação das teclas <Ctrl>+<Alt>+<Esc>. Uma valiosa dka é que essa tecla (ou combinação de teclas) é mostrada no momento em que o microcomputadore ligado. Veja agora as principais configurações:

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CMOS Setup ou Standart Setup A configuração básica do BIOS consite apenas em detectar os discos rígidos instalados, configurar os drives de disquete e acertar a data e hora do relógio. Configure a sua unidade de disquete como sendo de 1,44 MB e 3,5polegadas. Se não tiver nenhum drive de disquete instalado, escolha a opção none.
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A configuração do disco rígido pode ser feita automaticamente em outra opção do BIOS Setup. Mas, se você souber os valores de Cilindros (Cyls), Cabeças (Heads) e Setores (Sectors) do disco rígido, digite-os.

Aproveite para acertar a hora do sistema.

Ambiente de configuração do AMI BIOS

Ambiente de configuração do BIOS Award

No BIOSAward, o sistema de navegação pelas opções é semelhante ao AMI. Existem 5 menus na parte superior da tela que permitem ajustar todas as configurações existentes. Note que a primeira tela (que exibe as informações do menu Main) dá acesso as configura~ões discos rígidos e/ou CD-ROMs instalados. Para definir as dos características de um disco, por exemplo, desça com a seta direcional até a opção do disco a ser configurado e pressione a tecla <Enter>. A opção Auto procura automaticamente as informações de cilindros, cabeças e setores, tornando desnecessária a autodetecçáo dos discos rígidos (recurso utilizado nos BIOS da marca AMI).

Configuração do BIOS

Já na opção AGP CLWCPU CLK, define-se a frequência do clock em que o barramento AGP irá funcionar. Escolha 111 se a placa-mãe estiver operando a 66MHz e 2/3se ela estiver operando em 1OOMHz.

Em AGP Aperture Size, definimos a quantidade de memória RAM que a placa de vídeo AGP poderá usar para armazenar texturas de imagens. Configure este valor para a metade da quantidade total de RAM que houver na máquina. Para finalizar, em Assign IRQ for VGA Card ou Allocate IRQ to PCI VGA podemos reservar um endereço de IRQ (uma espécie de canal de comunicação entre o microcomputador e o periférico) para uso da placa de vídeo. A maioria das placas aceleradoras 3D só funcionam adequadamente se esta opção estiver ligada. Configure esta opção como Enabled (ligada). No BIOS Award, como existe uma opção de menu para cada disco que pode ser instalado, o reconhecimento é feito diretamente, quase sem nenhuma intervenção. Basta verificar se as configurações estão de acordo com as do disco rígido. Se estiver tudo OK, basta pressionar a tecla Esc para voltar ao menu inicial e salvar as configurações.

O BIOS Award reconhecendo os discos rígidos

Configuração do BIOS

No menu Advanced é possível, entre outras coisas, ajustar a velocidade do processador. Para isso, posicione o cursor sobre a opção CPU Interna1 Frequency e pressione <Enter>. Você poderá escolher entre a velocidade que foi detectada pelo próprio BIOS e a opção Manual, onde você pode determinar a velocidade do processador. Outra função importante do BIOS é determinar a sequência em que o microcomputador procurará os arquivos necessários para sua Inicialização. No BIOS Award ela é encontrada no menu Boot, no local onde são mostrados os números (de 1 a 4). No BIOS AMI, acesse o menu Advanced CMOS Setup, opções 1st Boot device, 2nd Boot device, 3rd Boot device, 4th Boot device. Neste caso, podemos escolher qual dos dispositivos será o primeiro a ser procurado, e se os dados de inicialiazação não estiverem disponíveis no local indicado, o BIOS buscará os dados no dispositivo seguinte.

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Na tabela a seguir, veja as principais funções da BIOS Setup:

Standard CMOS Setup

Menu mais importante. Nele podemos ajustar data, hora, tipo e modelo de drives, HDs, etc. Neste menu, podemos definir a sequência de boot, etc. Carrega as configurações padrões para o BIOS Setup Nesta opção podemos configurar portas de comunicações e outros componentes. Detecção automática do disco rígido Permite definir uma senha de acesso ao Setup Esta é acessada após terminar a configuração do Setup, para sair e salvar as aíterações.

Advanced CMOS Setup
k

Auto configuratíon BIOS defaults Features Setup IDE HDD Auto Detection Change Password

Write do CMOS and exit
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As opções encontradas no Setup podem variar de acordo com o modelo de placa-máe utilizada. É provável que você encontrará opções diferentes das mostradas na tabela acima.

Configuração do BIOS

Atividades

I

Teste seus conhecimentos

Agora, vamos exercitar um pouco os conhecimentos até aqui adquiridos sobre Placa-mãe:
1. O que é BIOS?

O É um novo tipo de vírus de microcomputador. O É um modelo de processador.
O São comandos que contêm as primeiras instruçóes de software do
sistema, gravados em um chip.

O São comandos que contêm as primeiras instruçóes de software do
sistema, gravados no disco rígido.
2. Qual função do BIOS permite configurar a sequência de boot?

O Standard CMOS Setup O Features Setup O Advanced BiOS Setup O Auto configuration BIOS defaults
3. Qual das opções de configuração do BIOS que permite reconhecer discos

rígidos grandes?

O Normal
O Large

O LBA

L

Capítulo 8
I

Preparando o disco rígido
Trataremos agora da preparação do disco rígido, uma questão delicada, (porém, bastante simples) da configuração. Começaremos com uma explicação detalhada do que é a partição e de como ela funciona. Continuaremos com os principais tipos de partição existentes e, em seguida, com a tarefa de particionar, formatar e gerar sistema no disco rígido. Veremos, também, quais são os outros tipos de partição menos conhecidos no mercado.

O que é parti~ão?
A partição é uma espécie de "mapa" do disco rígido, sobre o qual o Sistema Operacional poderá indicar um local exato para a criação e armazenamento de arquivos. A partição cria endereços lógicos dentro do disco rígido, para que o Sistema Operacional possa localizar arquivos gravados e direcionar a gravação desses arquivos. Pelo fato de a grande maioria dos microcomputadores utilizarem os principais Sistemas Operacionais da Microsoft (MS-DOS, Windows 95/98/ Me) o tipo de partição mais usada é a FAT (de File Allocation Table, Tabela de Alocação de Arquivos). Nos sistemas MS-DOS (todas as versões) e Windows 95 (até a versão Win 95a), usava-se a FAT de 16 bits, conhecida como FAT16. Já no Windows 95, a partir da versão OSR2 (Operational System Release 2) e Windows 98, Me e XP (todos) a versão de FAT disponível é a de 32 bits, ou FAT32.

Diferenqas entre FAT16 e FAT32
A FAT16 cria uma estrutura que aceita até 16 bits de endereçamento de dados. Por essa razão, o Sistema Operacional só reconhece 65536 clusters por partição. Um cluster é a menor divisão lógica capaz de

armazenar arquivos. Outro detalhe é que cada um desses clusters pode ter, no máximo, 32KB. Se tivermos um grande arquivo para ser gravado, ele será distribuido por vários clusters. Por outro lado, se o arquivo for pequeno, ele ocupará apenas uma parte do cluster, impedindo que outro arquivo ocupe o espaço não utilizado neste cluster. Isso provoca um desperdício terrível de espaço. Por exemplo, se tivermos 1.O00 arquivos de texto, cada um com apenas 300 bytes, os arquivos estarão ocupando 300.000 bytes (292,96KB), mas como cada arquivo ocupa um cluster inteiro, estaremos gastando, na realidade, 31,25MB! Veja:
32768 bytes (32KB) x 1000 = 32.768.000 bytes (31,25MB)
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Além disso, por só aceitar 65536 clusters, com tamanho máximo de 32KB cada um, temos uma outra limitação. Faça as contas:
65536 (máx.clusters) x 32768 bytes = 2.147.483.648 bytes

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O valor final atingido com o cálculo corresponde exatamente a 2GB (Gigabytes). Deste modo, o máximo que uma partição FAT16 consegue suportar de capacidade é 2GB.
Mas o que fazer se seu disco rígido tem capacidade superior a 2GB? A solução é criar várias partições, fazendo com que o Sistema Operacional passe a enxergar seu disco rígido como dois ou mais discos de 2GB cada um. Por exemplo, se tivéssemos um disco de 6 6 8 para ser particionado com FAT16, então teríamos que criar três partições de 2GB cada uma.

1

A FAT32 é uma evolução natural da FATI6. Ela utiliza 28 bits de endereçamento de dados (apesar de o nome sugerir 32 bits!), permitindo que os clusters tenham apenas 4KB, mesmo em partições maiores que 2GB. A FAT32 suporta discos de até 2TB (terabytes), embora este valor não seja alcançado devido a limitação do chipset da placa-mãe e das tecnologias atuais de discos rígidos. Por exemplo, placas-mãe para o Pentium suportam HD's de até 8 GB, as placas-mãe para os Pentium II e K6-2 suportam até 32 GB e as placas-mãe modernas suportam até 132 GB. Este tipo de partição é a mais adequada para os discos de grande capacidade que utilizamos atualmente. Quando convertemos uma unidade de disco de FAT16 para FAT32, podemos conseguir um ganho de espaço da

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ordem de 15 a 30%, devido ao tamanho reduzido do cluster. O maior problema da FAT32 é que outros Sistemas Operacionais (como o MS-DOS, Windows 95, o Linux e o IBM OSl2) não são capazes de acessar arquivos em unidades FAT32. O Windows NT4.0 não é compatível com FAT32 nativamente, mas pode tornar-se com a ajuda de programas de terceiros. Outro detalhe da FAT32é que, por usar endereços de 28 bits, a quantidade de cluster por partição é bem maior que na FAT16. Isso faz a performance do disco rígido cair entre 3 e 5%, algo praticamente imperceptível. Depois disso tudo, fica uma dúvida: qual é o melhor tipo de partição? Depende do caso. Se seu microcomputador tiver um disco rígido com mais de 2GB e você pretende usar o Windows 98/Me, utilize a FAT32. Se seu disco for menor que 2GB, ou se você pretende usar outro sistema não compatível com FAT32, pense em usar a FAT16.

Particionando o disco rígido

- ..

O próximo passo na montagem do microcomputador é fazer o particionamentodo disco rígido e deixá-lo preparado para receber os dados que serão gravados. Para realizar essa tarefa, vamos utilizar o utilitário FDISK, que vem junto com o Windows Me. Mas, para utilizá-lo, precisamos, primeiramente, inicializar o microcomputador.

Vamos precisar de um disco de boot (disquete com os arquivos fundamentais do Sistema Operacional) para "dar a partida" no computador. Utilize um disco de boot criado com Windows 98 ou Me, gerado a partir do item Adicionar ou remover programas (Painel de controle), que dará acesso a unidade de CD-ROM IDE ou SCSI, sem necessidade de configurar os arquivos de inicializa~ão. Além disso, certifique-se de que haja, no disquete, os arquivos FDISK.EXE, FORMAT.COM e SYS.COM. Esses arquivos irão permitir que realizar nosso trabalho. Insira o disquete no drive de 3% pol. e, depois, ligue seu computador. Se você receber uma mensagem dizendo "Disk Boot Failure" é sinal que seu microcomputadorestá procurando os arquivos de sistema (arquivos responsáveis pelo processo de boot) no disco rígido. Reinicializeseu

Preparando o disco rígido

microcomputador, acesse o BIOS Setup e, na seção "BIOS Features Setup", ajuste o item "Boot Sequence" para "A, C e, em seguida, reinicialize seu microcomputador.Após encerrar o processo de boot, você verá a seguinte mensagem em sua tela:

disco for gerado w se oPainel de controle,com o item "Adicionar ou remover programas", do surgirá um menu com opções de boot. Escolha uma opção e pressione cEnter>. Agora, poderemos iniciar o particionamento do disco rígido. Digite FDISK e pressione a tecla cEnter>. Surgirá a seguinte tela:

Aqui, o programa FDISK pergunta se você deseja utilizar o suporte a discos de grande capacidade (FAT32). Escolha a opção desejada e tecle novamente <ENTER>. Surgirá, então, o menu de controle do FDISK visto na próxima página. Nesta tela, teremos as opções do FDISK. São elas:
Criar uma partição ou uma unidade lógica do DOS - permite criar partições no disco rígido.
i

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Definir uma partição ativa: permite determinar a partição através da qual será dado o boot. Sem definir uma partição do disco como ativa, não é possível dar boot pelo disco rígido.
i

Excluir uma partição ou uma unidade lógica do DOS: permite apagar partições criadas anteriormente. Apagando a partição, todos os dados nela gravados serão perdidos.
i

Exibir as informações sobre as partições: gera um relatório informativo sobre todas as partições existentes no disco rígido.
i

Alterar a unidade de disco fixo atual: permite, caso você tenha mais de um disco rígido instalado, escolher qual deles será particionado.
i

Menu de controle do FDISK

Para continuar com o particionamento, escolha a opção no1, "Criar uma partição ou unidade lógico do DOS. Para fazer isso, pressione o no1, no teclado, e, em seguida, cEnter>. Surgirá, então, um novo menu, com três novas opções: Criar uma partição primária do DOS: cria a partição primária do disco. A partição primária será identificada com a letra "C:\" e será através dela que será dado o boot. O FDISK permite apenas uma partição primária.
i i

Criar uma partição estendida do DOS: cria a partição estendida do

Prepararido o disco rígido

disco rígido. A partição estendida é que receberá todas as demais partições do disco rígido. Quando dividimos um disco em três partições, por exemplo, criamos uma partição primária (C:\) e uma estendida, que será subdividida em duas partições lógicas (D:\ ; E:\). Criar unidades lógicas na partição estendida do DOS - divide a partição estendida do disco rígido em várias partições lógicas. Para o Sistema Operacional, toda essa configuração é transparente, isto é, cada partição (seja ela a primária ou uma das lógicas criadas) é um disco diferente, sendo, inclusive, identificado com uma letra de unidade distinta. Daqui para a frente, há duas opções que estudaremos separadamente.

Criando uma única particão
Para criar uma só partição que ocupe todo o disco rígido, devemos criar apenas uma partição primária. Para isso, pressione o número 1 no teclado, , e <EnterraIsso irá selecionar a opção "Criar uma partição primária do DOS". O FDISK perguntará se você deseja que a partição primáriaocupe todo o disco e se torne a partição ativa. Responda "SIM, pressionando a tecla <S> e, em seguida, <Enter>.

Tela final do FDZSK

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Novamente, o FDISK fará um breve teste em seu disco rígido e criará a partição primária ocupando todo o disco. Pressione a tecla <Esc> duas vezes. Surgirá uma tela pedindo que você reinicie seu microcomputador (imagem da pág. anterior) para que as alterações do FDISK tenham efeito e informando, também, que você precisaráformatar as unidades criadas. Pressione a tecla <Esc> novamente e reinicie o microcomputador antes de formatar o disco rígido.

Criando várias partiqões
Para dividir o disco rígido em duas ou mais partições, a partição primária deverá ocupar apenas uma parte do disco rígido. Para isso, quando o FDISK perguntar se você deseja que a partição primária ocupe todo o disco, responda u ~ Á o * , pressionando as teclas <N> e <Enter>.

A seguir, você deverá, então, apontar qual será o tamanho da partição primária, em megabytes, ou qual será a porcentagem do disco que ela ocupará. A imagem a seguir demonstra a criação de uma partição primária que ocupa metade do disco. Neste caso, foi especificada a porcentagem do disco que esta partição ocupará (50%).

Preparando o disco rígido

Aqui, estamos especiBcando que a partição primária ocupará 50% do disco rígido

Em seguida, será mostrada uma tela com informações sobre a partição criada.

Tela de i?lfornzações do FDISK. Note que ela aponta apenas 50% do disco em uso

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Após criar a partição primária, devemos criar a partição estendida, ocupando o restante do espaço do disco rígido, pois o FDISK permite a existência de apenas ; a partição primária. Retorne ao menu principal do m FDISK, escolha novamente a opção número 1, "Criar uma partição ou unidade Iógica do D O S (pressionando<I> e <Enter>) e, em seguida, a opção número 2, "Criar uma partição estendida do DOS' (pressionando <2> e <Enter>). Será perguntado qual o tamanho desejado para a partição estendida. Simplesmente, pressione a tecla <Enter>, para que ela seja criada com o restante do espaço disponível. Será exibida novamente uma tela com informações, avisando que o disco possui agora uma partição primária e uma estendida, ocupando todo o disco. Depois de criar a partição estendida, falta apenas dividir esta partição em unidades lógicas. Ao pressionar <Esc>, o FDISK exibirá a mensagem de que nenhuma unidade Iógica foi definida e pedirá que seja informado o tamanho em megabytes ou porcentagem da partição estendida a ser ocupada pela partição Iógica.

Criando unidades lógicas com o FDISK

Para que a unidade Iógica ocupe todo o espaço da partição estendida basta

Preparando o disco rígido

pressionar a tecla cEnter>. Se você desejar criar mais de duas unidades no disco, é só criar a unidade Iógica usando apenas uma parte da partição estendida. Neste caso, após criar a unidade, o FDISK informará que ainda existe espaço disponível no disco e dará a opção de criar mais uma unidade Iógica. Será permitido criar novas unidades até que a partição estendida seja totalmente ocupada. A última etapa do particionamento, neste caso, é definir a partição ativa. Ao retornar ao menu principal do FDISK, você receberá o aviso de que nenhuma partição está ativada e é preciso que a partição primária seja a ativa para que o disco seja inicializável. No menu principal, selecione a opção número 2, "Definir uma partição ativa" e, na tela onde é peguntado qual partição deverá ser ativada, informe a sua partição primária. Pressione a tecla <Esc> até sair do FDISK e reinicialize seu microcomputador, para que as alterações tenham efeito. Neste tipo de particionamento, é necessário que se formate cada uma das unidades, independentemente.

Outros tipos de particão
A partição do tipo FAT não é a única existente no mercado. Outros Sistemas Operacionais utilizam partições diferentes. Essas partições diferem entre si no modo de informar ao Sistema Operacional a capacidade do disco e na maneira de armazenar os dados. O Windows NTl2000 (sistema derivado do Windows, voltado para utilização em rede de computadores) utiliza o tipo de partição NTFS (NT File System). Este tipo de partição oferece configurações de segurança bem maiores que as oferecidas pela FAT, o que é bastante interessante para servidores de rede. Outro exemplo é o Sistema Operacional OSl2, que pertencia a IBM e foi extinto. Ele utilizava um sistema de arquivos chamado HPFS. Temos ainda o Linux, que cria uma partição própria para o Sistema Operacional (comumente chamada de Partição Linux), outra apenas para os dados e mais uma, só para gravar os arquivos de troca (SWAP). Arquivos de troca são arquivos que funcionam como se fossem parte da memória RAM, tornando o microcomputador mais rápido.

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Formatando o disco rígido
Depois de concluir o particionamento do disco rígido, vamos formatá-lo para que ele possa finalmente receber dados gravados. Formatar nada mais é que criar a estrutura anteriormente definida pelo FDISK, para que o disco possa armazenar dados. Para formatar o disco rígido utilizamos o comando FORMAT. O modo de utilizá-lo é bastante simples: após o microcomputador ter sido reinicializado (com o disco de boot), digite:
FORMAT C :

O comando fornecerá a mensagem: "TODOS OS DADOS DO DISCO FIXO SERAO PERDIDOS! CONTINUAR? (SIN)". Pressione a tecla <S>, de "SIM", e a formatação se iniciará. Este processo pode demorar um pouco. A formatação de um disco de alta capacidade pode demorar mais de uma hora.

Gerando sistema no disco rígido
Uma vez que o disco rígido esteja pronto para armazenar dados, precisamos gerar sistema nele. Isso é necessário para que o disco possa inicializar o computador sozinho, sem a presença do disco de boot. Aqui, utilizaremos o comando SYS existente em nosso disco de boot. Para executá-lo, apenas digite o comando:
SYS A: C:

Isso irá copiar os arquivos de sistema do disquete para o disco rígido, registrando sua entrada no setor de boot (região do disco rígido responsável por armazenar os arquivos de sistema, permitindo o boot do microcomputador). Sem fazer essa operaçáo, não poderemos "dar a partida" no computador apenas pelo disco rígido. Podemos, ainda, usar outro comando para gerar sistema no disco:

Preparando o disco rígido

FORMAT C : / S

Vale lembrar que o último comando listado formata, ou seja, apaga todo o disco antes de copiar o sistema. Outra dica importante é que esses dois comandos só funcionam com Sistemas Operacionais Windows 95 ou 98. Com o Windows Millennium,XP. não podemos usar os comandos SYS e FORMAT IS,pois o núcleo do sistema barra esses comandos.

O disco rígido
Os padrões para a escolha
IDE (Integrated Device Eletronics): é suficiente na maioria dos casos por estar disponível em praticamente em todos os PCs.
i

i FASTIATA: ambas superam o limite de 528 MB e oferecem desempenho

superior a IDE básica. SCSI (Small Computer System Interface): permite conexão direta de até 7 dispositivos diferentes de praticamente qualquer tipo a uma distância de 6 metros, o que não é possível no padrão IDE.

Disco de inicializa~ão
O disco de iniciliaçáo, ou disco de Boot, possui os principais arquivos necessários para inicializar o microcomputador, contendo em um disquete os seguintes arquivos: COMMAND.COM, IO.SYS, MSDOS.SYS e DRVSPACE.BIN e outros arquivos como FORMAT , FDISK etc., utilizado até o momento.

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Teste seus conhecimentos

1.0 que é partição?

O Divisão do microcomputador em unidades lógicas de processamento. O Pedaço ou porção do disco rígido onde os dados excluídos serão armazenados. O Trecho do disco rígido onde os dados são lidos mais rapidamente. 0 Uma espécie de "mapa" do disco rígido, onde o sistema operacional
indica como e onde serão gravados os arquivos.
2. Qual o tipo de partição utilizada pelo Sistema Operacional OSl2, da IBM?

0 NTFS

O

HPFS

0 FAT16
3. O que é cluster e qual o seu tamanho máximo?

O É a menor porção da memória RAM ocupada. Pode ter até 66KB O É a maior porção do disco rígido que é reservado como ocupado.
Pode ter até 44,l KB

O É a menor divisão lógica capaz de armazenar arquivos. Pode ter até 32KB. O É uma unidade de medida de dados convencionadapelo fabricante do
software.

4. Quantas partições primárias podem ser criadas em um mesmo disco rígido?

\O

Uma Duas

O

0 Três 0 Quatro
5. Qual o comando usado para formatar um disquete e gerar sistemas no disco, nos Sistema Operacional Windows 95/98?

O format c: Isys O format c: 1s
O format a: /u O format a: 1s

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Capítulo 9

1

Conhecendo o MS-DOS
Conceito
O MS-DOS (Microsoft - Disk Operating System) foi o Sistema Operacional distribuído com os primeiros PCs. Ele fez tanto sucesso que foi usado por 0 mais de 1 anos como o Sistema Operacional de qualquer computador padrão IBM PC, criado pela própria IBM ou por qualquer empresa que decidisse criar um "clone" do IBM PC original. Entretanto, gerava controvérsias por seu ambiente não muito amigável para o usuário. Muitos achavam difíceis os comandos (que tinham que ser digitados com precisão, senão não funcionavam) enquanto outros dizem que foi o melhor Sistema Operacional já escrito.

A Microsoft suspendeu a produção e a venda do MS-DOS para computadores novos, depois do lançamento do Windows 95. Mas, então, por que estudar o MS-DOS? Porque ele é o sistema no qual o Windows (seja ele 95,98, Me ou XP) é baseado e, como profissionais de manutenção, temos que conhecer bem essa ferramenta. Baseados nela funcionam a maioria dos programas utilizados pelo profissional de montagem e manutenção de microcomputadores.
Só a título de curiosidade, a última versão lançada do MS-DOS foi a 6.22 (a IBM lançou uma variante do MS-DOS chamado PC-DOS, na versão 6.3) e baseiam-se nesta versão os comandos que abordaremos em nosso curso.

MS-DOS - introdu~ão
O MS-DOS é um Sistema Operacional com ambiente baseado em prompt de comandos (comandos enviados ao microcomputador através de textos digitados). Deste modo, se errarmos um mínimo detalhe no comando digitado, todo ele será recusado pelo Sistema Operacional. Para conhecer mais, precisamos antes entender dois conceitos fundamentais usados no

MS-DOS e que se aplicam na informática até os dias de hoje: precisamos compreender e saber identificar os arquivos e diretórios.

Arquivos
Um arquivo é o modo como o MS-DOS (e praticamente todos os Sistemas Operacionais atuais) grava as informações. Podemos dizer que o arquivo é um agrupamento de informações. Ele tem uma estrutura básica que deve sempre ser respeitada durante sua criação. Se não observarmos as regras impostas por esta estrutura, o MSDOS impede a criação do arquivo com o nome indicado. Veja:

'à.

ARQUIVOS.TXT I

Extensão do Arquivo, que serve para identificar o tipo que arquivo que está sendo criando

Nome do Arquivo, que não pode ultrapassar 8 caracteres (no MS-DOS original) ou 255 caracteres (no Windows)

Note que o arquivo possui duas partes principais em seu nome: o Nome do Arquivo propriamente dito e a Extensão do Arquivo. O Nome do Arquivo normalmente é fornecido pelo usuário e serve para identificar o arquivo. Temos uma limitação que é a do tamanho do nome, que, no Sistema Operacional MS-DOS original, não pode passar de 8 caracteres e não podem ser usados alguns caracteres especiais (espaço, *, ?, \, I, 1, <, >, vírgula e ponto final). Se o ambiente DOS for baseado no Sistema Operacional Windows, então o limite de tamanho subirá para 255 caracteres e podemos utilizar os caracteres especiais espaço, vírgula e ponto final. Os demais continuam proibidos.
A Extensão do Arquivo e uma sequência de caracteres (com limite máximo de 3 caracteres) que funciona como uma espécie de "crachá" para o arquivo. Ela identifica qual o tipo de arquivo com que estamos lidando. No

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exemplo anterior, veremos que o arquivo tem a extensão "TXT". 0 termo TXT é uma contração da palavra TeXTo. Assim, todo arquivo de extensão TXT é um arquivo de texto. Para separar o nome da extensão do arquivo usamos um ponto final.

Diretórios
Os Diretórios são uma espécie de recipientes que servem para armazenar arquivos e, ao contrário destes, não guardam informações dentro deles. Permitem, principalmente, que nós organizemos os locais onde gravaremos os arquivos. Os diretórios possuem nomes simples e não utilizam extensão (ainda que você possa colocá-la durante sua criação). Existe também um limite de comprimento para o nome do diretório, que são oito caracteres. C:WONTAGEM

I

Nome do Diretório, que também não pode ultrapassar 8 caracteres no MS-DOS original ou 255 caracteres em ambientes baseados em Windows 95/98/Me.

As mesmas restrições que existem para o nome dos arquivos são encontradas no nome de diretórios, ou seja, no MS-DOS original não podemos utilizar espaço, *, ?, \, I, 1, c, >, vírgula e ponto final. Em ambientes baseados em Windows 95/98/Me, o diretório passou a chamarse pasta, mas manteve a mesma função e permite o uso de espaço, vírgula e ponto final. No exemplo acima, temos, ainda, o termo "C:Y' que representao diretório-raiz. O diretório-raiz é uma representação lógica que o microcomputador associa a uma unidade de disco. Por exemplo, quando temos uma unidade de CDROM instalada, esta unidade é identificadapelo microcomputador por uma letra (normalmente, a letra D) seguida do sinal de :(dois pontos) e pela barra 'T',também conhecida como barra invertida. Assim, para identificar a unidade de CD-ROM, o microcomputador utiliza o termo D:\. Ele é denominado diretório-raiz porque todos os demais diretórios são gerados a partir dele. Na hora de criar diretórios ou arquivos, lembre-se de que quem dará o nome

Conhecendo o MS-DOS

a eles é você. Procure dar nomes que representem o verdadeiro conteúdo do arquivo ou do diretório. Esforce-se para conseguir nomes que sejam de fácil compreensão, tanto para você quanto para outra pessoa que venha a necessitar deste arquivo ou diretório e tenha que procurá-lo em seu rnicrocomputador.

Inicializando o rnicrocomputador
Toda vez que acionamos o rnicrocomputador, ele irá executar um processo conhecido como boot (que corresponde a inicialização do sistema). Neste processo, quem entra em ação primeiro é o BIOS, que se encarrega de testar todos os dispositivos do microcomputador (esta etapa é conhecida como POST - Power On Self Test). Em seguida, o controle do rnicrocomputador é entregue ao Sistema Operacional. É neste ponto que o usuário vê a mensagem "Iniciando o MS-DOS O Sistema Operacional aciona todos os programas de controle necessários para seu correto funcionamento. Esses programas são carregados a partir de comandos existentes em dois arquivos gravados no diretório-raiz do seu rnicrocomputador. Esses arquivos são o CONFIGSYS e o AUTOEXEC.BAT.

...".

O arquivo CONFIC.SYS
O arquivo CONFIG.SYS possui uma série de comandos que controlam as definições de idioma para o teclado e vídeo, gerenciamento de memória RAM do rnicrocomputador, entre outras funções. Além disso, esses comandos permitem, também, carregar os programas que controlam os dispositivos de hardware existentes no rnicrocomputador (como o drive de CD-ROM). Esse arquivo será importante para nós no momento em que criarmos um disco de boot (disquete com os arquivos de sistema, utilizado para a inicialização do microcomputador). Esses comandos são acionados antes dos comandos do AUTOEXECBAT.

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Veja, aqui, um exemplo do conteúdo do arquivo CONFIG.SYS para um computador 486 ou superior:
device=c:\dos\setver.exe device=c:\dos\himem.sys device=c:\dos\emm386.exe ram devicehigh=c:\mo use\mouse.sys buffers=20 f iles=40 dos=high,umb

Veja, a seguir, uma pequena relação dos comandos que podem ser utilizados dentro do arquivo CONFIG.SYS:

bufíers country device

Especifica a quantidade de memória que o MS-DOS reserva para transferir informações dos e para os discos. Define as convenções de idioma para o seu sistema. Carrega um driver (um programa que controla um dispositivo de hardware, como um mouse ou uma placa de memória) de dispositivo instalável. Carrega um driver de dispositivo instalável na memória alta (área da memória normalmente utilizada para carregar pequenos controladores). Especifica se o MS-DOS usará a área da memória alta e se fornecerá acesso aos blocos de memória superior. Especifica quantos arquivos podem ser abertos ao mesmo tempo. Define o número de letras de unidade válidas. Especifica se a configuração do Numlock do teclado estará inicialmente ativada ou desativada. Indica que o texto que se segue e um comentário descritivo, não um comando. Especifica a quantidade de memória reservada para o processamento de interrup~ões hardware. de

devicehigh

dos files lastdrive numlock rem ou ; stacks

Conhecendo o MS-DOS

Obs.: esses comandos foram listados somente como fonte de consulta e compreensão do CONFIG.SYS.

O arquivo AUTOEXEC.BAT
O arquivo AUTOEXEC.BAT é um arquivo de lote (arquivo que contém comandos compreendidos pelo MS-DOS) especial que é executado toda vez que o computador é inicializado. Nele, são colocados todos os comandos do próprio MS-DOS, ou comandos de programas a parte, que se deseja acionar durante o processo de boot. Veja um exemplo do conteúdo de um arquivoAUT0EXEC.BAT:
@echo of f path c:\; c:\dos; prompt SpSg set temp=c:\temp doskey smartdrv

A seguir, uma lista de alguns dos comandos mais utilizados em um arquivo AUTOEXEC.BAT

echo

Ativa ou desativa a exibição das linhas de comando enquanto o Autoexec.bat é executado
Dá instqões para que o MS-DOS procure os arquivos de programa nos diretórios listados após o comando, caso o programa não seja encontrado no diretórío atual.

path

prompt

Permite ajustar a maneira como o prompt do MS-DOS será exibido.. Armazena em memória todos os comandos digitados para que possam ser recuperados, evitando ter que redigitá-10s. Carrega um programa que acelera a busca a dados gravados em unidades de disco. Cria variáveis de ambiente (definiqões de características espec8icas do ambiente do software).

doskey

smartdrv set

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OBS.: esses comandos foram listados apenas como fonte de consulta e compreensão do AUTOEXEC.BAT. Após encerrar o processamento do AUTOEXEC.BAT o MS-DOS exibe o seu prompt (também conhecido como Aviso do MS-DOS). Agora o microcomputador está pronto para receber a digitaçáo dos primeiros comandos.

Conhecendo os comandos do MS-DOS
Vamos agora conhecer e compreender o funcionamento de alguns comandos do MS-DOS 6.22. Vale lembrar que, como essa é a versão mais recente do MS-DOS, alguns comandos aqui abordados podem não funcionar em versões anteriores a 6.22, simplesmente porque ainda não existiam quando foram lançadas essas versões. Obs.: todos os comandos do MS-DOS abordados nesta apostila foram digitados em letras maiúsculas para melhorar a visualização. Os Sistemas Operacionais que utilizam ambiente MS-DOS aceitam tanto letras maiúsculas quanto minúsculas.

Identificando os arquivos de sistema
Os arquivos de sistema são arquivos fundamentais para o funcionamento do microcornputador. Sem eles, o microcomputador não pode realizar o processo de boot. Eles são basicamente quatro: COMMAND.COM, IO.SYS, MSDOS.SYS e DRVSPACE.BIN. Vamos apresentá-los pela ordem de execução no processo de boot.
é o primeiro arquivo a ser executado. Ele contém informações 1 sobre os principais dispositivos de I 0 (Input/Output). Toda vez que o microcomputador é ligado, ele executa o POST (Power On Self Test) e, em seguida, procura pelo arquivo IO.SYS. Ele se encarrega de realizar o princípio da inicialização do Sistema Operacional e direcionar o boot para os
iO IO.SYS:

Conhecendo o MS-DOS

próximos arquivos de sistema.
MSDOS.SYS: é o próximo a ser inicializado. Ele contém algumas informações sobre a versão do Sistema Operacional, comandos internos do MS-DOS (somente nas versões originais do MS-DOS) e suas características de funcionamento.
iO COMMAND.COM: é o principal arquivo de sistema porque trabalha iO

como um interpretador de comandos do MS-DOS. Nele, estão guardadas todas as informaçõesfundamentais do Sistema Operacional e, por isso, deve estar no diretório-raiz do disco rígido para ser inicializado. E através das informações nele contidas que todas as funções essenciais do microcomputador são executadas. Os comandos a seguir marcados com asterisco (*) fazem parte do COMMAND.COM. O DRVSPACE.BIN: traz informações sobre a compactação do disco, em unidades compactadas com o programa DRIVESPACE.
H

Toda vez que geramos um disco de boot através do comando SYS, esses quatro arquivos são copiados para seu disquete. Quando o disco de boot é construído pelo próprio Windows Me (através da opção Disco de inicialização, da caixa de diálogo Adicionar ou remover programas, do Painel de controle) mais alguns arquivos são copiados, além destes.

Listando arquivos e diretórios
Listar significa exibir uma lista com todos os arquivos e diretórios existentes. Isso é possível utilizando o comando DIR("). Esse comando exibe uma lista com todos os diretórios e subdiretórios existentes no diretório atual do seu microcomputador. Se você estiver, neste momento, no diretório-raiz (C:\), este comando mostrará somente o conteúdo do próprio diretório-raiz. O que existir gravado dentro de outros diretórios não será exibido.

S.0.S Computadores

Veja o exemplo:
C:\> dir O volume da unidade C é MONTAGEM O número de série do volume é 2953-772A

Diretório de C: \
COMMAND AUTOEXEC COM BAT 95.688 278 355 15/05/98 12/02/00 12/02/00 20:01 14 :45 15: 05

CONFIG

SYS 3 arquivos (s)

96.321 bytes 145.492.388 bytes livres

Após digitar o comando DIR(") e pressionar a tecla <Enter>, apresentou-se o volume da unidade C (um nome usado apenas para representar seu conteúdo), o número de série do volume (uma sequência alfanumérica associada ao disco) e os arquivos existentes no diretório atual (que, neste caso, é o diretório-raiz).
O comando DIR(") pode ser combinado com diversos parâmetros para fazer buscas mais eficientes no disco. Veja alguns exemplos:

quando digitamos o comando DIR sem nenhum parâmetro e a lista de arquivos é muito grande para ser exibida na tela, a listagem passa muito rápido, impossibilitando sua leitura. Utilize este comando para exibir a lista de arquivos e diretórios com uma pausa entre elas. Ou seja, os arquivos e diretórios serão exibidos só até preencher a tela do computador e aguardarão o usuário pressionar uma tecla qualquer no teclado para preencher novamente a tela, e assim até o final.
i DIR /P:

i DIR 1s:realiza a busca dentro de todos os diretórios e subdiretórios

pertencentes ao diretório atual. Isso é muito prático quando um arquivo está gravado no disco, mas não lembramos o local exato.
i DIR MI: exibe uma lista simples dos arquivos e diretórios, mostrando

apenas o nome e extensão dos arquivos em colunas. Neste caso, o nome dos diretórios aparece entre colchetes.

Conhecendo o MS-DOS

DIRIA: alguns arquivos (normalmente gerados pelo próprio Sistema Operacional) recebem algumas características especiais que aumentam a sua proteção. Essas características especiais são chamadas de atributos, fazendo com que fiquem escondidos (arquivos ocultos), tenham sua estrutura bloqueada para modificações (somente para-leitura) ou fiquem fixos em uma determinada área do disco rígido (arquivos de sistema). Usamos os comandos DIRIA para visualizar os arquivos que tenham algum tipo de atributo especial.
i

Além desses parâmetros aqui mostrados, podemos, ainda, fazer buscas por arquivos específicos no disco rígido. Veja o comando abaixo:

Neste comando, combinamos o parâmetro " i S com o nome do arquivo que estamos buscando. Assim, podemos fazer a busca por todos os diretórios e subdiretórios, a partir do diretório-raiz "C:\", porém, buscando apenas pelo arquivo COMMAND.COM.

Criando diretórios
Vamos, agora, criar um diretório. Para fazer isso, utilizamos o comando MD('). O processo para a criação de um diretório e bastante simples. Veja:

C: \ > md montagem C: \ > -

Após digitar o comando MD("), seguido do nome do diretório a ser criado, o microcomputador retorna ao prompt do MS-DOS, sem mandar mensagem alguma. Se digitarmos o comando DIR, podemos ver o diretório criado.

S . 0 . S Computadores

C :\ > md montagem

C: \>dir
O volume da unidade C é MONTAGEM O número de série do volume é 2953-772A

Diretório de C: \
COMMAND AUTOEXEC CONFIG MONTAGEM COM BAT SYS 95.688 278 355 15/05/98 20: O1 12/02/00 14:45 12/02/00 15: 05 04/11/00 19:40 96.321 bytes 145.492.388 bytes livres

<DIR>
3 arquivos (s)

O diretório MONTAGEM passou a figurar em nossa lista de arquivos e diretórios.

Acessando diretórios
Para acessar diretórios, ou seja, entrar e sair de diretórios previamente criados, usamos o comando CD(*). Para entrar em um diretório, o procedimento é fácil. Veja:
C :\ > cd montagem

Após digitar o comando CD, seguido do nome do diretório no qual queremos entrar, o prompt do MS-DOS passa a mostrar o diretório-raiz seguido do nome do diretório no qual acabamos de entrar. Para sair de um diretório, temos duas opções: o comando CD.. e o CD\. O comando CD.. sai de diretórios e subdiretórios, um a um.

Conhecendo o MS-DOS

Se tivésse dentro do diretório MONTAGEM um subdiretório MANUT (criado com o comando MD(*)) e, neste momento, estivéssemos dentro desse diretório, o procedimento para sair deles seria o seguinte:

Teríamos que digitar o comando duas vezes. Veja, agora, como seria o mesmo processo com o comando CD\:

O comando CD\ sai de todos os diretórios e subdiretócios de uma só vez, indo diretamente para o diretório-raiz.

Exibindo a árvore de diretórios
Depois de criar uma estrutura de diretórios no microcomputador, ela passa a ser conhecida como árvore de diretórios. O MS-DOS nos oferece uma maneira prática de visualizar esta árvore através do comando Tree. Veja:
C:\>

tree

DOCUME BTOS
WINDCiWS

S.0.S Computadores

O comando TREE auxilia muito na localização e identificação de diretórios que não encontraríamos com facilidade.

Apagando toda a árvore do diretório
Apagar uma árvore de diretório significa excluir um diretório e tudo o que existir dentro dele (todos os arquivos e subdiretórios). O comando utilizado para isso é o DELTREE.
C :\ > DELTREE MONTAGEM Excluir o diretório "MONTAGEM" e todos os seus subdiretórios [sn] C: \> -

Veja que o comando ainda exibe uma mensagem (que aparece em duas linhas devido a falta de espaço para o texto), pedindo que o usuário confirme se quer mesmo apagar o diretório ou não. Deve-setomar muito cuidado ao usar este comando, para que não se apaguem arquivos ou diretórios por engano.

Apagando um diretório
Apagar um diretório pode ser Útil quando ele é criado por engano e não vai mais ser necessário. Podemos utilizar o comando RDC) para apagar um diretório no MS-DOS, desde que este diretório não tenha nenhum subdiretório e nenhum arquivo em seu interior. Observe a sequência de comandos:
C :\ > RD MONTAGEM

Veja que, no caso anterior, o comando não forneceu nenhuma resposta para o usuário sobre o diretório ter sido removido ou não. Neste caso, o diretório foi eliminado.

Conhecendo o MS-DOS

Caso algum problema ocorra durante a exclusão do diretório (o diretório tenha algum arquivo ou subdiretório em seu interior ou já tenha sido apagado), o Sistema Operacional nos enviará uma mensagem típica:
rd montagem Caminho inválido, não é um diretório ou o diretório não está vazio
C :\ >

Obs.: tanto o comando RD(*) quanto o comando DELTREE permitem apagar diretórios. A única diferença é que o comando RD exige que o diretório esteja vazio. Se o diretório não estiver vazio, e se, mesmo assim, você quiser apagá-lo com o comando RD, apague primeiro todos os arquivos e subdiretórios existentes dentro dele ou use o DELTREE.

Apagando arquivos
Vamos conhecer agora o comando DEL('), destinado a excluir arquivos no ambiente MS-DOS. Se você estiver usando o ambiente operacional DOS baseado em Windows 95198lMelXP tome bastante cuidado ao apagar os arquivos. Estes Sistemas Operacionais não permitem a recuperação de um arquivo se ele for apagado por um ambiente de MS-DOS. Veja como e digitado o comando:
C :\ > de1 arquivos. txt

Se o sistema não emitir nenhuma mensagem, então o arquivo foi apagado com sucesso. Caso não seja possível apagar o arquivo, alguma mensagem será enviada pelo sistema.

S.0.S Computadores

Editando arquivos simples no MS-DOS
Aqui, vamos descobrir como criar arquivos simples no MS-DOS. Usaremos o editor de texto EDIT, que é fornecido pelo Sistema Operacional. Esse editor de texto gera arquivos no padrão ASCII (American Standard Code for Information Interchange), que segue padrões internacionais. Esse padrão é o utilizado para a geração de arquivos de lote (arquivos com extensão .BAT), por exemplo.

- . . .

. ..

Tela de edição do Edit

Neste programa, podemos editar alguns arquivos de configuração do sistema, como o CONFIGSYS e o AUTOEXECBAT, e também criar nossos próprios arquivos de lote para automatizar processos.

Copiando arquivos
Agora vamos utilizar o MS-DOS para copiar arquivos. Copiar um arquivo significa gerar uma cópia fiel do arquivo original em um lugar diferente ou com um nome diferente do atual. Por uma questão de princípios, nenhum Sistema Operacional aceita dois arquivos com mesmo nome e mesma extensão em um mesmo diretório.

Conhecendo o MS-DOS

O procedimento correto para copiar arquivos é o seguinte:
C :\ > copy arquivos.txt a :

,

Comando usido para copiar

Nome do arquivo a ser copiado

Local para onde se quer copiar o arquivo

Digite o comando, em seguida, o nome do arquivo que deseja copiar e, por fim, o local aonde o arquivo será copiado. No exemplo acima, foi copiado o arquivo "ARQUIV0S.TX-í"para a unidade de disco flexível "A:". Depois que o comando for executado, o MS-DOS exibirá uma mensagem de confirmação:
C :\ > copy arquivos.txt a : ARQUIVOS. TXT _ 1 ARQUIVO (S) COPIADO (S)

Para criar uma cópia do arquivo com outro nome, o procedimento é muito parecido. Veja só:

C:\> copy arquivos.txt detalhes.txt ARQUIVOS.TXT 1 ARQUIVO(S) COPIADO(S)

O comando mostra apenas o nome do arquivo original (de onde se fez a cópia) mas, agora, o arquivo "DETALHES.TXT"já está criado.

S.0.S Computadores

Movendo arquivos
Mover arquivos é uma operação muito parecida com copiar arquivos, na maneira de se digitar os comandos. A principal diferença (além, é claro, do comando que aqui se chama MOVE) é que, quando se move um arquivo, ele deixa de existir no lugar de origem e é transportado para o local de destino. Veja a sintaxe do comando:
C :\ > MOVE ARQUIVOS. TXT A : C:\ARQUIVOS.TXT => A:\ARQuIvOS.TXT [ok]

Note que, após a digitação do comando, o MS-DOS mostra uma mensagem dizendo que o arquivo saiu de seu lugar original (C:\) e foi para um novo local (A:\). Um artifício muito utilizado no MS-DOS é utilizar o comando MOVE para renomear diretórios. Este comando não foi projetado para tal função, mas ele consegue realizar muito bem essa tarefa. Veja:
C :\ > MOVE DOCUMENTOS DOCS C :\DOCUMENTOS => C :\DOCS [ok]

Copiando arquivos e árvore de diretórios
O comando XCOPY permite copiar não só arquivos, mas também toda uma árvore de diretórios para outro lugar. Isso é muito prático quando se deseja copiar toda uma estrutura de um lugar para outro (como, por exemplo, copiar todo o conteúdo de um CD de instalação de programas para o disco rígido). Mas, para que o comando XCOPY copie toda a árvore de diretórios, é necessário colocar o parâmetro /S após a sequência de comandos.

Conhecendo o MS-DOS

Veja o comando digitado a seguir:
C:\> xcopy c:\windows a:\windows /s Lendo o (s) arquivo (s) de origem. . . C:\WINDOWS\ARQUIVOS.TXT C:\WINDOWS\LADRILHO.BMP C:\WINDOWS\~AVE.~A~
C:\WINDOWS\SYSTEM\KRNL~~.DLL C:\WIND~W~\~Y~TEM\NETPPTP.SYS 5 ARQUIVO(S) COPIADO(S)

Se não digitarmos o parâmetro "iS" após o comando, o XCOPY irá se comportar como um COPY normal. Após a cópia, será informado o número de arquivos copiados.

Exibindo o conteúdo de arquivos
Podemos exibir o conteúdo de arquivos sem, necessariamente, mexer em seu conteúdo, se o arquivo tiver um conteúdo baseado em caracteres ASCII. O comando para visualizar o conteúdo de arquivos é o TYPE. Veja a sintaxe:
C:\> type arquivos-txt Este é um arquivo de exemplo que foi incessantemente utilizado na apostila de Montagem e Manutenção de Microcomputadores. Ele é um arquivo fictício e foi utilizado apenas para facilitar a compreensão e assimilação de conceito básicos de MS-DOS por parte dos alunos. Em seu dia-a-dia,você certamente encontrará milhares de arquivos desconhecidos no microcomputador. Fazer uso do comando TYPE pode ser de grande auxílio, evitando que se abra o arquivo em aplicativos pesados e lentos, sem necessidade.

S.0.S Computadores

Se o arquivo visualizado for um arquivo de comando ou de programa (arquivos com a extensão .EXE ou .COM), então, o que será visto é uma sequência de caracteres estranhos e, possivelmente, alguns "beeps" emitidos pela placa-mãe. Isto ocorre porque os arquivos de programas e de comando possuem em seu interior uma linguagem que é compreendida apenas pelo microcomputador, conhecida como Linguagem de Máquina. Essa linguagem de máquina é constituída por códigos internos que controlam o microcomputador. Se o conteúdo do arquivo for muito grande, então o texto com seu conteúdo passará rápido demais pela tela, impossibilitandosua leitura. Para solucionar este pequeno problema, basta digitar o comando da maneira descrita a seguir:
C :\ >

type arquivos.t x t

I

more

Digitando-se a barra vertical ''I'após o nome do arquivo e a palavra MORE, o conteúdo vai sendo exibido por partes, até preencher a tela.

Exibindo e modificando os atributos de arquivos
Antes de usar o comando, vamos entender o que são atributos e o que faz cada um dos atributos de arquivos. Atributos são uma espécie de "propriedades especiais" que podemos definir para os arquivos para que tenham algum tipo de proteção do Sistema Operacional. Os três atributos que podemos dar a um arquivo são: Oculto, Somente para Leitura e Sistema.
Os arquivos ocultos não são exibidos quando digitamos o comando DIR (ainda que exista um parâmetro do comando DIR que exiba arquivos ocultos). Eles ficarm realmente ocultos, mas qualquer um que conheça este recurso poderá remover o atributo e ver seu conteúdo. Este atributo é identificado pela letra H (de Hidden).

Os arquivos somente para leitura são exibidos normalmente pelo Sistema Operacional, e podem até ser abertos e editados por outros

Corihecendo o MS-DOS

programas. O detalhe é que qualquer alteraçáo feita num arquivo com atributo Somente para Leitura não pode ser salva (daí o nome somente para leitura). Este atributo é reconhecido pela letra R (de Read). Os arquivos de sistema são bloqueados pelo Sistema Operacional. Você náo pode movê-los ou apagá-los. Sua posição no disco rígido (ou em outro meio de armazenamento em que esteja gravado) é fixa, impedindo que qualquer programa possa movimentá-lo.
O comando que exibe e altera o atributo de qualquer arquivo é o ATTRIB.

Para exibir o atributo de um arquivo, basta digitar:
C:\> attrib arquivos-txt A ARQUIVOS.TXT C: \ > -

Veja que o comando exibe como resposta a letra "A", que indica que este é um arquivo, o nome do arquivo e a sua localização exata dentro do disco rígido. Para definirmos o atributo de oculto a um arquivo, o comando deveria ser digitado assim:
C: \ > attrib aruqivos .txt +h C:\ > -

Pronto. Agora o nosso arquivo recebeu o atributo especificado. O comando ATTRIB digitado com o sinal de + e a letra correspondente do atributo faz com que o atributo seja especifico do arquivo, neste exemplo, o atributo oculto. Se exibirmos novamente o atributo do arquivo, veremos que ele agora é um arquivo oculto.
C:\> attrib arquivos.txt A H ARQUIVOS.TXT

A letra H após a letra A indica que o arquivo agora e um arquivo oculto. Para remover este atributo, o procedimento e muito simples. Veja:

S . 0 . S Computadores

C: \ > attrib arquivos. txt -h C:\>-

O sinal de menos ( ) antes da letra que corresponde ao atributo indica que o atributo do arquivo está sendo removido.

-

Corrigindo erros no disco
O Scandisk é uma das mais importantesferramentas para o profissional de montagem e manutenção. E ele que verifica se um disco tem algum problema físico e corrige os defeitos que existirem.
Existem vários programas deste tipo no mercado e cabe ao profissional determinar qual é o melhor. Aqui, utilizaremos o Scandisk porque ele faz parte do MS-DOS. Todos os outros programas de correção de disco (como o Norton Disk Doctor, da Symantec) têm funcionamento bastante parecido. Digite o comando "Scandisk" e o programa, automaticamente, identificará que se deseja usá-lo na unidade de disco local. Uma série de testes será executada no disco examinado. Quando as verificações preliminares terminam, o Scandisk pergunta ao usuário se ele deseja realizar um Exame de Superfície no disco. O Exame de Superfície verifica todo o disco em busca de dados que possam estar gravados em regiões danificadas do disco. Caso isto ocorra, o Scandisk tenta ler os dados ali gravados, moveos para outro ponto do disco que esteja em bom estado e bloqueia o trecho defeituoso para que nada mais seja gravado ali. Ao final do Exame de Superfície, o Scandisk exibe um relatório que mostra as condições gerais do disco examinado. Procure executar o Scandisk regularmentepara manter seus discos sempre em boas condições de funcionamento.
A qualquer momento, o Scandisk pode ser interrompido, pressionando a tecla <Esc>, no teclado.

Conhecendo o MS-DOS

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Atividades

Teste seus conhecimentos

1 Para que serve o arquivo CONFIG.SYS? .

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Para habilitar a formatação de disco no microcomputador. Para permitir a outros microcomputadores interpretar, através de um ambiente de rede, os comandos executados localmente. Para exibir os arquivos e diretórios em forma de lista. Para carregar os programas que controlam os dispositivos de Hardware existentes.

2. Quais são os quatro arquivos de sistema existentes no microcomputador?

3. O que faz o comando CD?

O Acessa um diretório. O Apaga um diretório. O Sai de um diretório. O Exibe a árvore de um diretório.

4. Que comando usamos para aplicar o atributo oculto a um arquivo de nome sos.txt?

O O O O

attrib sos.txt attrib sos.txt

+S.

-S.

attrib sos.txt -r. attrib sos.txt +h.

5. O que faz o comando XCOPY, quando digitado da maneira a seguir?

XCOPY C:\MEUSDOCS A: IS

O Copia somente os arquivos do diretório MEUSDOCS para outro diretório com um nome qualquer. O Copia somente o diretório MEUSDOCSpara um disquete, sem copiar os arquivos nele contidos. O Copia os arquivos e a árvore do diretório MEUSDOCS de umlugar qualquer para o disquete. O Copia todos os arquivos de um HD para outro, mas não a árvore dos
diretórios.

S.0.S Computadores

Instalando o Windows M e
Neste capítulo, vamos tratar da instalação do Sistema Operacional Windows Millennium ou Windows Me, o mais novo sistema desenvolvido pela Microsoft. Aqui, aprenderemos as etapas da instalação do sistema após o disco rígido estar formatado e particionado.

O Windows Me
O Sistema Operacional Windows Me é o mais moderno sistema desenvolvido pela Microsoft e traz diversos avanços em relação as versões mais antigas. Ele oferece um suporte maior a dispositivos novos, um núcleo de Sistema Operacional mais estável e seguro (especialmente para navegação na Internet) e algumas novas ferramentas para multimídia. O Windows Me requer uma configuração mínima para instalação.
i Processador Pentium ou compatível de 150MHz (recomendável

300MHz)
iMemória RAM de 32MB (recomendável 64MB) i No mínimo 320MB de espaço disponível em disco (recomendável

500MB, pois, durante a instalação, o Windows copia parte dos arquivos de instalação para o disco rígido)
i Uma unidade de CD-ROM para a instalação

Iniciando a instalacão
A instalação do Windows Me, ao contrário de outros Sistemas Operacionais, é um processo bastante simples e intuitivo. Ligue o seu computador, e assim que o processo de boot estiver concluído, digite:

A letra "d:"corresponde a unidade de CD-ROM que você tem instalada. Isso vai iniciar o Programa de instalação do Windows. O Programa de instalação do Windows Me irá preparar-se para iniciar a instalação do Sistema Operacional. Aqui, o Programa de instalação instala os programas necessários para a verificação inicial do computador e todos os recursos que serão utilizados durante a instalação do Sistema Operacional. Esse processo pode demorar alguns minutos, dependendo da velocidade de seu microcomputador. Ele exibirá a seguinte mensagem:
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Programa de instalação preparando-se para continuar a instalação do sistema

Terminada esta parte, o Programa de instalação passa para a próxima etapa.

S.0.S Computadores

Finalizadoesse processo inicial, o Programa de instalação vai verificar as condições de seu disco rígido para a instalação do Windows Me. Neste ponto, são avaliadas as condiçóes gerais do disco, o espaço disponível etc.

Ver@caçiio do Disco Rigido

Concluída a verificação do disco, o Programa de instalar;ão segue em frente. A partir daqui, ele já está pronto para iniciar o processo de instalação do Windows Me em seu microcornputador.

Instalando o Windows Me

Após a verificação da figura anterior, o Programa de instalação do Windows Me aciona o Assistente de Instalação, um guia que vai indicar, passo a passo, o que o usuário deve fazer para instalar o Sistema Operacional. Nesta primeiratela do assistente de instalação, o programa dá as boasvindas ao novo usuário e apresenta algumas vantagens do novo Sistema Operacional.

Tela de boas-vindas do Programa de instalação do Windows Millennium

O Programa de instalação moStra uma série de vantagens da utilização do Windows Me em relação hs versões antigas do Windows durante a instalação e informa que esse processo pode durar de 30 a 60 minutos.

S.0.S Computadores

A seguir, o Programa de instalação pede que você leia o Contrato de Licença para a utilização de programas Microsoft.

Esse contrato traz normas de utilização do software e os direitos autorais que o fabricante do software dispõe. A utilização de software não legalizados (softwares piratas) constitui crime contra a lei de direitos autorais. Obviamente, você só poderá prosseguir com a instalação se aceitar o contrato, concordando com todas as cláusulas nele descritas.

Contrato de Licença para a utilizagão do Software

Todos os fabricantes de saftwares lutam contra a pirataria, que infringe seus direitos e abredam os lucros das empresas, obrigando-as a cobrar mais cara pelos programas.

Instalando o Windows Me

A próxima etapa da instalação é a digitação do código de inscrição do software, o "Product Key" (chave do produto). O Product Key (conhecido como CD Key nas versões anteriores do Windows) é um código alfanumérico que corresponde unicamente a um Programa de instalação do Windows Me.

Ou seja, o Product Key que vem em um CD de instalação só funcionará com o Programa de instalação existente neste mesmo CD. Isso é uma forma de os fabricantes se protegeremcontra pirataria.

Te& do Programa de ,ins~aZa@o, ~ d e fiecessário digitar o Product Key do 5ofh.ai-e o .4

A digitação do Produb Key deve ser precisa. Se apenas um caracter estiver diferente, o Prugrarnade instal+@ío recusará a instalação por não ter a chave corretapark ele. -

S.0.S Computadores

A próxima etapa é bastante simples e pede que o usuário indique apenas a pasta ou o diretório em que o Sistema Operacional será instalado.

Escolha a pasta em que o sistema devera ser instalado. E sugerida a pasta "C:\WiNDQWS'"

Embora pareça um tanto dbvio, este 4 um ponto muito importa0te;da instalação. Se o microcomputador em que se está instalando6Windows Me já tiver uma versáo anterior do Wíndows (como o Windows:@ ou 98, por -. . exemplo), ela poderdser manuda mesmo depois da instalaçãò 90 Windows Me, por um processo chamado de "Dual, Boot" (boot o ? dóis Sistemas Operacionais diferentes). O Windows M$.permitequ&'outra versáo do Windows seja utilizada. BaSta que o us-uárioinstale o novo Sistema Operacional em uma pasta diferente daquela em que está a versão anterior (para isso, selecione a opção Outra pasta e indique o nome da pasta onde será instalado).

Instalando o Wiridows M e

Depois de o sistema ser instalado, quando o microcomputador exibir a tela de inicialização, o usuário deve pressionar a tecla <F5>. Surgirá um Menu de Inicialização, e o usuário poderá escolher com qual dos sistemas deseja trabalhar.
A partir daí seu microcomputador irá verificar as condições vitais do seu disco rígido. Se houver algum erro na superfície do disco rígido (normalmente erros físicos, que podem ocorrer em discos com algum tempo de uso), a verificação automaticamente procurar corrigir esses erros para que a instalação proceda sem maiores problemas. Essa verificação poderá também demorar um pouco, em função do tamanho do seu disco.

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Fazendo uma ver$caGão mais minuciosa no disco rígido

S.0.S Computadores

Neste momento, o Programa de instalação já tem informações suficientes para começar a instalar o Sistema Operacional. Ele vai executar uma série de novos testes para averiguar as condições atuais do Sistema Operacional, como problemas no disco rígido, espaço em disco etc. Após esse processo, o Programa de instalação explica que o sistema pode guardar as configurações de arquivos do sistema atual, o microcomputador já possuir um sistema instalado, e pergunta ao usuário se deseja salvar essas configurações. Salve-as, pois elas servirão de base para uma restauração, caso a instalação do Windows Me tenha algum problema.

Confirme a gravação dos arquivos de sistema para uma possivel recuperaç60 do sistema

Instalando o Windows Me

O próximo passo é escolher o tipo de instalação você vai irá executar: típica, portátil, compacta ou personalizada. Vamos ver o que cada uma delas faz.

esta opção instala os componentes tradicionais de seu Windows Me. Serve para usuários que desejam apenas que o microcomputador funcione, sem sobrecarregá-locom coisas pouco usadas.
i Típica:

esta opção instala uma série de recursos de suma importância para computadores portáteis (notebooks), como gerenciamento de energia, controle de usuários etc.
iPortátil:

i Compacta: instala somente os componentes mínimos para a execução

do Windows Me, poupando espaço em disco.
i Personalizada:

permite que o usuário designe o que ele deseja instalar. É a mais indicada para usuários experientes.

Se escolher a opção Personalizada, você ainda passará por uma tela de ajustes dos dispositivos que serão (ou não) instalados. Concluindo esta configuração ou escolhendo qualquer uma das outras três opções, teremos a tela a seguir, que solicita a digitação os dados pessoais do usuário.

Aqui se faz a identijkaçdc) do usudrio

O campo Nome é de preenchimento obrigatório. O campo Empresa é facultativo. Procure preencher sempre os campos com os dados do proprietário do sofhware.

Instalando o Wiiidows Me

Se seu microcomputador estiver conectado a uma rede, surgirá a tela a seguir, que pede a descrição do Nome do computador na rede (um nome único que identificacada computador em um ambiente de rede), o Grupo de trabalho (grupos de usuários que, normalmente, compartilham os mesmos recursos da rede) e Descrição do computador (uma breve descriçáo sobre qual é a funçáo do microcomputador na rede).

Definição de características da rede de trabalho

S.0.S Computadores

Vamos, agora, indicar qual será o idioma padrão do Sistema Operacional. O Programa de instalação costuma identificar o idioma em uso no microcomputador, mas se o usuário deseja usar um idioma diferente, ele pode escolher uma das opções da lista. Veja, abaixo, a tela do Assistente de Instalação:

g~erfipo eskírnadu pare u zefr,;~ 0j3 '
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Escollza o idioma a ser utilizado pelo teclado do microcomputador

Essas configurações de idioma alteram normalmente configurações de formato de moeda e exibição de mensagens do sistema no monitor de vídeo. Entretanto, alguns programas mais modernos podem utilizar essa configuração para ajustar o corretor ortográfico e gramatical, corrigindo o texto no idioma selecionado.

Instalando o Windows Me

Para pequenos ajustes de variação da língua (como a que existe entre o português falado no Brasil e em Portugal), a próxima etapa da configuração de instalaçáo pede que o usuário indique o país ou a região em que o microcomputador será usado. Isso pode interferir em pequenos detalhes que diferenciam os idiomas de determinadas regiões do mundo.

Determine o pais ou n região em que o microcomputador esl%isendo usado

S.0.S Computadores

Aqui, as configurações de idioma são referentes ao layout do teclado. Os teclados usados no Brasil possuem, normalmente, 2 layouts diferentes: o Português (Brasil Padrão) e Português (Brasil ABNT 2). O Português (Brasil Padrão) é facilmente identificado por não ter a tecla "ç". Esse formato também é conhecido como Formato Internacional. O Português (Brasil ABNT 2) segue as normas regidas pela ABNT (Associação Brasileira de Normas e Técnicas). Este teclado possui uma tecla específica para o "ç" e a acentuação fica próxima, num formato muito parecido com o da nossa boa e velha máquina de escrever.

. Conflgurand~a o

layout do teclado

instalando o Windows M e

Depois de todas essas configurações, o sistema iniciará o processo de instalação, pedindo que você crie um disco de inicialização. O disco de inicialização nada mais é que um disco de boot com algumas ferramentas de checagem e diagnóstico. Isso ocorre porque o microcomputador precisa executar um boot automaticamente. Esse disco deve ser utilizado se o microcomputador interromper o Programa de instalação ou travar, por qualquer motivo, ao reinicializar. Ele retornará as configurações originais do microcomputador.

Criando o disco de iniciaíização
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E altamente recomendável criar um disco de inicializqáo neste momento.

S.0.S Computadores

Todo esse processo de coleta de dados é utilizado para que o Assistente de Instalação possa direcionar o restante da instalação do microcomputador. Neste momento, ele exibe a tela de conclusão, mas a conclusão propriamente dita da instalação está um pouco longe do fim...

Finalização da coleta de dados para a instalação

Após clicar sobre o botão "Concluir",o microcomputador será reinicializado e, a partir daí, o Programa de instalação fará a cópia de todos os arquivos necessários para a instalação dos recursos solicitados.

Instalando o Windows Me

Após reinicializar o microcomputador, o Windows Me exibe a seguinte tela:

Sente-se e relaxe enauanto o Windows Me é

Durante este processo automatizado de instalaçdo, você \terá os aperfeiçoamentos do W~ndows e alguns dos Me seus novos e incríveis recursos.

Agora em diante, o usuário pode realmente "sentar-se e relaxar" como sugere o Programa de instalação, porque o restante da instalação fica por conta do próprio programa. A seguir, ele fará a cópia dos arquivos para o disco rígido e finalizará as configurações do microcomputador. Depois de terminado o processo, o Windows Me irá provocar um boot novamente no microcomputador e, finalmente, ele estará pronto para usar. Caso esteja instalando o Windows Me sobre outro sistema operacional, é comum ocorrer problemas de compatibilidadescom aplicações (e drivers do próprio Windows) das versões anteriores.

S.0.S Computadores

Atividades

I

Teste seus conhecimentos

1. O que é o Windows Me?

O O

Um programa que estabelece conexão com a Internet. Um modelo de Sistema Operacional mais estável e seguro. Um programa que se destina a auxiliar o usuário na manutenção do microcomputador. Um tipo de mecanismo de sinalização controlado por computador.

O O

2. Qual o mínimo de memória RAM necessária para executar o Sistema Operacional Windows Me?

O

16MB

O 24MB

3. Quais são os tipos de instalação disponíveis no Windows Me?

O

Típica e Completa

O Típica, Portátil, Compacta e Personalizada O Típica, Portátil, Máxima, Personalizada e Otimizada
0Típica, Compacta e Completa

4. O que é necessário para executar o Dual Boot, usando o Windows Me e

uma versão anterior do Windows?

O Instalar o Windows Me em outro disco rígido. O Instalar o Windows Me a partir de outro drive de CD-ROM. O Instalar o Windows Me em um diretório/pastadiferente daquele em
O
que o sistema está instalado. Instalar o Windows Me no mesmo diretóriolpasta no qual o outro sistema já está instalado.
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5. O que é o Product Key?

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O Um código alfanumérico que se relaciona unicamente com um
Programa de instalação do Windows Me.

O Um código numérico que se relaciona com todos os Programas de
instalação dos Produtos da Microsoft.

O Um código numérico que se relaciona unicamente com um Programa
de instalação do Windows Me.

0 Um código hexadecimal que se relaciona unicamente com um
Programa de Instalação do Windows Me.

Capítulo 1 1

Fazendo atualizaqões no PC
Neste capítulo, trataremos da atualização do PC, desde a troca de placas e componentes que possam queimar (utilizando o recurso Plug 'n Play do Windows) até a desinstalaçãoe instalação de novas versões de softwares no microcomputador.Aqui, trabalharemos um pouco mais a fundo na manutenção dos microcomputadores, que é um dos propósitos do nosso curso.

Problemas com o PC: Como resolver?
O microcomputador é um equipamento bastante sensível e delicado. Assim sendo, é muito natural que ele pare de funcionar com uma certa facilidade. E diante de uma situação como essa, o que fazer?

O primeiro passo é fazer um diagnóstico do que há de errado com o microcomputador.

A primeira atitude (e mais importante) é procurar saber o que ocorreu quando o microcomputador parou de funcionar. Esta dica vale tanto para problemas de hardware quanto no software e deve sempre ser observada. Isso ajudará a identificar qual o tipo do problema ocorrido no microcomputador. 0 s microcomputadores podem apresentar, basicamente, dois tipos de problemas: de Hardware e de software instalado.
hardware dizem respeito exclusivamente a parte física do microcomputador (uma placa queimada ou um mau contato no cabo de força, por exemplo).
i problemas de

i problemas de software retratam algum dano que um software pode

sofrer (a perda de parte do programa, problemas com drivers de dispositivo etc.).

Lembre-se que o problema do microcomputadortambém pode estar relacionado simultaneamente com os dois casos citados (software e hardware). Neste caso, é preciso, primeiro, resolver o problema do hardware para depois resolver o do software. Uma vez identificado o tipo do problema, vamos tomar as devidas providências (que variam a cada caso) para solucioná-lo. Vamos estudar cada uma delas.

Problemas no sofhvare
Começamos pelos problemas no software porque eles são relativamente mais simples de solucionar e costumam tomar menos tempo do profissional para ser resolvido (ainda que, em geral tomam muito mais tempo no diagnóstico do problema). Os problemas mais comuns de software são perda de arquivos, conflitos em dispositivos, incompatibilidade com o sistema e vírus.
A perda de arquivos é o problema de software mais comumente encontrado. Eles ocorrem quando o usuário, inadvertidamente, move ou apaga arquivos vitais ao funcionamento do sistema. Se os arquivos apagados forem do Sistema Operacional, ele poderá parar de funcionar ou comportar-se de maneira estranha, causando instabilidade no sistema. Neste caso, a simples reinstalação do sistema danificado vai corrigir o problema, na maioria dos casos.

0 s conflitos de dispositivos são um caso a parte e costumam ser mais complicados de se resolver. Várias causas podem gerar conflitos de dispositivo, como problemas na distribuição de IRQ pelo sistema, erros no reconhecimento de dispositivos etc. A melhor maneira de solucionar problemas de conflitos é usar o Gerenciador de dispositivos do Windows. Para acessá-lo clique sobre o botão Iniciar, opção Configurações e, em seguida, Painel de controle. Dentro do Painel de controle, dê um clique duplo sobre o ícone Sistema. Clique na guia Gerenciador de dispositivos e surgirá a tela a seguir:

S.0.S Computadores

diagnósticos que exibe o status dos dispositivos instalados, os endereços de memória que eles estão utilizando, se algum deles está em conflito com outros existentes, qual deles faz uso de acesso DMA (Direct Access Memory), os endereços de EntradaISaída. Um dispositivo em conflito aparece com um ponto de exclamação em um círculo amarelo ao lado de seu ícone.
Tela do Gerenciador de Dispositivos

Alguns dispositivos podem ser interpretados como dispositivos em conflito por engano. Nesse caso, o melhor a fazer é eliminar todos os dispositivos com problemas, desligar o microcomputador e deixar o próprio Windows Me reconhecer de novo o dispositivo.

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Note que, sobre o ícone do dispositivo (mouse), há um ponto de exclamação que é exibido dentro de um círculo amarelo

Se os recursos Plug and Play do Windows reconhecerem o dispositivo, ele pára de ser interpretado como conflitante e passa a funcionar normalmente. Se isso não resolver, o dispositivo está realmente em conflito com outro. Dê um duplo clique sobre o ponto de exclamaqão para verificar qual o problema de conflito. Normalmente, isso ocorre quando dois dispositivos tentam

Fazendo atualizações no PC

utilizar o mesmo Pedido de Interrupção ou IRQ (uma espécie de canal no qual os dispositivos fazem trafegar os dados). Neste caso, é necessário descobrir quais os outros IRQs que o dispositivo pode utilizar e mudar o endereço IRQ do dispositivo em conflito. Para resolver problemas de conflito, é fundamental estar com o manual dos dispositivos em mãos, para verificar suas características ou buscar na Internet o site do fabricante do dispositivo e conseguir as informações. Os casos de incompatibilidade com o sistema ocorrem quando um usuário adquire um programa que não é capaz de funcionar no microcomputador, o que pode ocorrer por falta de recursos físicos (o hardware é insuficiente para executar o programa), porque o programa não funciona em conjunto com outro programa instalado no computador (como o Wingate, programa de compartilhamentode acesso do tipo proxy, que não funciona com o Personal Web Server, da Microsoft) ou mesmo porque o Sistema Operacional não suporta o programa (com os programas desenvolvidos para Windows Me que não funcionam em Linux). Se o problema for falta de hardware suficiente para executar o programa, uma possível solução é instalar os componentes que faltam para a execução desse software. Se o problema for incompatibilidadecom o Sistema Operacional, instale o sistema ou troque o software por outro que seja baseado em seu Sistema Operacional. Mas, se o problermafor devido incompatibilidade com outro programa, desinstale aquele que será menos necessário e use o outro. Os vírus costumam ser um dos principais motivos de necessidade de assistência técnica aos microcomputadores. Eles são programas desenvolvidos por pessoas interessadas em danificar microcomputadores. Espalham-secom muita facilidade (principalmente por disquetes infectados e pela Internet) e podem causar vários danos, desdea lentidão geral do sistema até a formatação do disco rígido! A cada dia, surgem de dez a quinze novos vírus para o Windows. Assim, o melhor remédio para se proteger de ataques de vírus é observar as seguintes dicas:

S.0.S Computadores

i

não executar programas dos quais você não saiba a procedência;

i não abrir e-mails na Internet de pessoas que você não conhece; i não utilizar disquetes de fontes desconhecidas em seu microcomputador.

Existem, no mercado, bons antivírus a venda. O profissional de manutenção deve ter sempre um bom antivírus, atualizado, a disposição para eliminar os vírus de qualquer microcomputador. Os dois mais vendidos hoje em dia são o ViruScan, da McAfee (www.macafee.com) e o Norton Antivirus, da Symantec (www.symantec.com). Procure conhecer bem a solução antivírus que você for adotar e mantenha a base de dados sempre atualizada. No final deste capítulo falaremos mais sobre este tipo de software que é muito importante ter em nosso computador. Aqui foram citados apenas alguns dos problemas que podem ocorrer com o software do seu microcomputador. Se você encontrar outros, entre em contato com o fabricante do software pela da Internet (no site dos fabricantes sempre há algum tipo de serviço de ajuda por e-mail), por carta ou mesmo telefone.

Problemas no hardware
Os problemas de hardware constituem, na maioria dos casos, uma batalha para diagnosticar corretamente o problema. Na maioria das vezes, a única maneira de identificá-lo é testar, peça por peça, todos os componentes e verificar qual delas apresenta problemas. Entretanto, há centenas de maneiras (e dicas) para identificar os problemas no hardware do microcomputador.Vamos citar algumas das mais valiosas, e também outras, menos comuns, mas que facilitam bastante a vida do profissionalde montagem e manuten~ão. Muitas vezes, ter uma descrição do problema ocorrido ajuda a traçar

Fazendo atualizações rio PC

algumas alternativas para a solução da questão. Se o problema ocorrer em sua presença e o Sistema Operacional enviar alguma mensagem de erro, lembre-se de anotar essa mensagem. Se quem notou o problema foi algum usuário, peGa a ele que anote a mesma mensagem. Isso pode ajudar muito no diagnóstico do problema, se for necessário buscar algum tipo de suporte mais especializado. Para corrigir problemas de hardware, o primeiro passo é remover a tampa metálica do gabinete e observar o aspecto do microcomputador. Procure por cabos soltos, placas mal encaixadas, componentes aparentemente queimados etc. Tente firmar a conexão dos cabos, apertar placas em seus encaixes, verificar os módulos de memória RAM, enfim, verifique se tudo está no lugar. Tente ligar o microcomputador, ainda sem a tampa do gabinete, e veja se ele funciona. Se não funcionar, experimente retirar todos os cabos do lugar e encaixá-los novamente. Tente ligar o microcornputador. Se ele continuar apresentando problemas, desligue-o e tire o cabo de força da tomada. Aqui começa o processo para se descobrir a causa dos problema. Retire os componentes do microcornputador, peça por peça, para testá-las fora do conjunto, de preferênciaem outro microcornputador, que esteja funcionando normalmente. Comece pelos módulos de memória, o processador, as placas de expansão, o disco rígido etc. Se encontrar problemas em algum desses componentes, continue e teste todos os outros. Por estarem conectados através da eletricidade, pode ser que o problema esteja ocorrendo em mais de um componente. Se todos os componentes estiverem em perfeito estado, o problema, provavelmente, está na placa-mãe. Uma maneira curiosa, mas muito útil, de avaliar é contar o número de "beeps" emitido na hora em que se liga o microcornputador. O beep é uma checagem feita pelo BIOS, que testa a maioria dos componentes e avisa ao usuário que está tudo bem (ou não). O número de beeps emitidos varia de acordo com a marca do BIOS. Veja uma tabela com os códigos dos beeps dos BIOS AMI:

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Número de Beeps Nenhum
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Erro Espera-se que você ouça pelo menos um beep. Se você não ouvir nada, o microcomputador pode estar com problemas na placa-mãe, fonte de alimentação ou no alto-falante. Bom sinal. Um beep indica que está tudo bem. Seu microcomputador apresenta problemas de memória. Primeiro, cheque o vídeo. Se ele estiver funcionando, você verá uma mensagem de erro. Se essa mensagem não aparecer, o problema está nos módulos de memória. Experimente mudá-los de posição e reiniciar o microcomputador. Ele sempre irá buscar a memória no primeiro banco.
O mesmo que 2 beeps

2

3

4
5

O mesmo que 2 beeps

Possível problemas com o processador. Tente reinicializar o microcomputador.
O chip que controla o teclado não está funcionando. Primeiro tente trocar o teclado. Se não resolver, troque o cl-iip.

6
7

Seu processador não está funcionando corretamente. Tente substitüí-10. Sua placa controladora de vídeo não está funcionando. Verifique se ela está bem conectada. Se o problema persistir, substitua a placa. Problema com o BIOS. Substitua-a. Problemas com o chip da CMOS. Substitua-o. Seu microcomputador está com problemas de memória. Cache e o sistema desabilitou. Será necessário substituir as memórias.

8 9
1O
11

....

A tabela deste material apenas como fonte de consulta e conhecimento.

A seguir, veja também a tabela de códigos do BIOS Awards:

Fazendo atualizaqões no PC

Só a título de curiosidade, o BIOS Award emite uma sequência de códigos bem mais detalhada que a do BIOS AMI. São emitidos em sequência, com pequenos intervalos de tempo. Entretanto, os diagnósticos são os mesmos que a AMI sinaliza com seu BIOS.

Beeps Seu microcomputador não pôde ler a configuração armazenada na CMOS. Substitua o módulo que abriga o BIOS. 1-1-4 1-2-1 1-2-2 1-3-1 1-3-1 Seus BDS precisa ser substituído. Problema no chip de timer. Problema na placa-mãe. Problema na placa-mãe. Problema na placa-mãe. Seu microcomputador apresenta problemas de memória. Primeiro cheque o vídeo. Se ele funcionar, você verá uma mensagem de erro. Se essa mensagem não aparecer, o problema esta nos módulos de membria. Experimente mudá-los de posição e reiniciar o microcomputador. Ele sempre irá buscar a memória no banco numero I. isso não funciponar, substitua Se a placa-máe. Problemas na placa-mãe. Problemas na placa-mãe. Problemas com a memória. Qualquer combinação de beeps após 2 beeps significa problemas de memória.
Continua na próxima página ...

1-3-3

1-3-4 1-4-1

1-4-2

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S.0.S Computadores

3-4-4-2-1 4-2-2 4-2-3

Seu controlador de vídeo não está funcionando. Um dos chips de sua placa-mãe está com problemas. Primeiro, cheque o teclado. Se não houver problemas, então o defeito está na placa-mãe. Primeiro, cheque o teclado. Se não houver problemas, então o defeito está na placa-mãe. Uma das placas está com problemas. Retire todas as placas de seu microcomputador e vá testando, uma a uma, até conseguir isolar a que está com defeito. Problemas na placa-mãe. Problemas na placa-mãe. Problemas na placa-mãe. Problemas na DataIHora ou na bateria. Problemas nas portas seriais. Seu comprocessador matemático está com mau funcionamento.

4-2-4 4-3-1 4-3-2 4-3-3 4-34 4-4-114-4-2 4-4-3

Fazendo atualizações no PC

Instalando e configurando novos componentes
Quem já teve que instalar um novo componente em um microcomputador antigo (anterior ao Pentium) sabe como essa é uma tarefa trabalhosa! Configurar uma simples impressora exigia a instalação de um pequeno software (que era fornecido pelo fabricante da impressora e nem sempre deixava claro ao usuário doméstico qual a maneira correta de instalar o tal programa), e torcer para que tudo desse certo. Hoje em dia, esse esforço é desnecessário. O Sistema Operacional Windows Me é compatível com um eficiente sistema de reconhecimento de novos componentes instalados, chamado Plug and Play (Ligue e Use, traduzido ao pé da letra). O Plug and Play é um recurso antigo (existe desde 1987, com as placas de barramento MCA), mas popularizou-se depois do lançamento de microcomputadorescom barramento PCI (que também suporta Pn'P) e do Windows 95. Para que uma placa seja reconhecida automaticamente assim que for instalada no microcomputador, não basta apenas que o barramento seja um PCI. O dispositivo instalado, o BIOS e o Sistema Operacional devem suportar o recurso Plug and Play para que os novos componentes possam ser reconhecidos automaticamente. Somente os barramentos MCA e PCI suportam originalmente Plug and Play (apesar de o Windows reconhecer componentes ISA). Todos os BIOS mais novos suportam dispositivos Plug and Play. Quanto aos Sistemas Operacionais, todos os Windows, a partir da versáo 95, suportam Plug and Play. Outros sistemas como o Linux e o Windows NT 4 suportam apenas alguns dispositivos (suporte parcial). Quando o processo de reconhecimento é iniciado, o Windows Me informa ao usuário que o novo dispositivo foi encontrado e pede para informar onde estão gravados os drivers do dispositivo encontrado. O usuário indica o local e o Windows Me faz o restante: instala os drivers, configura o dispositivo e prepara-opara entrar em funcionamento. Em alguns casos (dependendo dos requisitos do dispositivo), o Windows pedirá que você reinicialize o microcomputador para que os dados do dispositivo fiquem arquivados no Registro do Windows (uma espécie de Banco de dados de configuração
S.0.S Computadores

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do sistema). Porém, em alguns casos, o Windows não reconhece um ou mais dispositivos instalados na máquina ou mesmo não instala um driver adequado para ele. Nesses casos, é necessário indicar qual hardware está sendo instalado. Veremos dois exemplos: vídeo e impressora.

Instalando hardware de vídeo
Para instalar o vídeo, clique sobre o menu Iniciar, Configurações e Painel de Controle. Dentro do painel de controle, clique sobre o ícone Vídeo. Ao surgir a janela Propriedades de vídeo, selecione a guia Configurações.

Nestajanela, clique sobre o botão Avançadas. Será iniciado o Assistente para atualização do driver de dispositivo. Após clicar sobre o botão Avançar, será exibida a seguinte janela:

Fazendo atualizações no PC

Selecione a opçáo Exiba uma lista de todos os drivers em um determinado local para que você possa selecionar o drive desejado. Nesta opçáo, o Windows mostrará uma lista de drivers que ele tem disponível para o dispositivo.

na Se o fabricante e o driver procurado for~encontado iista, çelecione-o. Se não, clique sobre o botão Com disco para instalar o dríve através de um

...

S.0.S Computadores

disquete ou CD do fabricante do dispositivo de vídeo.
O driver será definitivamente instalado quando o microcomputador for reiniciado.

Instalando uma impressora
Só o que você precisa para instalar uma impressora é escolher um modelo (não é preciso nem ter a impressora, pois o Windows entende que você pode estar configurando uma impressora antes de adquirir uma).
Inicie clicando sobre o botão Iniciar, menu Configurações, comando Impressoras. Surgirá uma janela semelhante a exibida a seguir:

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instalar novas.impressoras. Para obter informações sobre uma impressora que já esteja instalada, dique m m o botão direito no icone da impressora. Para instalar uma nova impressora, dique em Adicionar impressora para iniciar o assistente 'Adiaonar impressora'. Selecione um item para exibir sua descrição.

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...

Na janela Impressoras, dê um duplo clique sobre o ícone Adicionar impressora. Surgirá, então, a tela do Assistente para adicionar impressora, conforme visto na figura a segyir:

Fazendo atualizações no PC

Segunda etapa do Assistente: aqui, vamos escolher a marca e o modelo da impressora que desejamos instalar.Agora, devemos informar corretamente os detalhes da impressora a ser instalada, caso contrário, ela não funcionará direito.

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Aqui escolhemos um modelo de impressora que foi muito utilizado no passado e serve perfeitamente para nosso exemplo. Foi escolhida a impressora Epson LX-810, da fabricante Epson.

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S.0.S Computadores

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Quarta etapa do Assistente: aqui, vamos escolher qual é a porta em que vamos conectar a impressora. Normalmente, as impressoras são instaladas na porta LPTI. Se o seu micro-computador não possui tantas portas disponíveis quanto as exibidas na figura ao lado, não se assuste. Isso varia bastante entre os microcomputadores. Aqui, vamos dar um nome para essa impressorajunto ao Sistema Operacional. Esse nome de é livre eicolha do usuário e nada interfere em seu funcionamento normal. ~ambém vamos informar se esta será a impressora padrão. Se tivermos apenas uma impressora instalada, selecione a opção Sim. Se existir outra impressora em uso, não será necessário definir a nova impressoracomo padrão.
ssistente para sdic3arwr imprassars

Sexta e última etapa do Assistente: neste ponto, vamos informar se a impressora vai imprimir uma página de teste após finalizar a instalação. Se a impressorafor realmente nova, selecione a opção Sim. Senão, opte por Não. Pronto! Sua nova impressora está instalada e pronta para ser utilizada.

Fazendo atualizações no PC

Esse é o processo manual de instalação mas, como dissemos anteriormente, o Windows Me pode reconhecer automaticamente o novo equipamento. Isso porque o Windows Me possui um enumerador dos dispositivos instalados que checa todas as portas de comunicação, barramentos de placas etc. Uma vez detectado o novo equipamento, o sistema emite uma janela com a mensagem "Novo Hardware Encontrado". A partir daí, ele busca identificar esse hardware e encontrar o driver (pequeno programa que funciona como um controlador de dispositivos) correto para o componente. No exemplo abaixo, foi identificada uma nova placa de vídeo:

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fa~e: wpb& B m haxharet Sa obr-r* & &a muma mí& d~ir&&& insirs ela qcxa er diwe aPit 'P&&B*

Processo Plugand Plny do Wimjows i$ent@cando uma nova placa de video

Concluindo o processo de instqlaçáq, o ~ i n d o w s . ~ e . t e r m i n aconfigurar de A$ós ser realizado o equipamento e pede que o sistema sejareiniciali~ado. o boot, o dispositivo está pronto para ser-utilizado.

S.0.S Computadores

Pre~arando microcomputador para a Internet o
Preparar um microcomputador para acessar a Internet é bastante simples. Vamos partir do princípio que o microcomputador não tem a placa de Fax/ Modem instaladae partir da instalação até a configuração do provedor de acesso. As placas de FaxJModem são equipamentos relativamente simples de configurar. O único porém fica por conta de conflitos com outras placas do sistema (normalmente, com a placa de som). A preparação do microcomputador para a Internet é uma tarefa composta de quatro etapas: instalação física do modem, criação da conexão Dialup, criação da conta de usuário e configuração do browser. Comecemos com a primeira etapa: desligue o microcomputador e retire a tampa metálica do gabinete (não se esqueça de desconectar o cabo de força da tomada elétrica). Localize um slot livre para a instalação de sua placa de FaxModem e fixe-a nesse slot. Conecte novamente o cabo de força e, sem fechar o gabinete com a tampa metálica, ligue-o novamente. O Windows Me deverá iniciar normalmente e reconhecer sua nova placa de FaxíModem. Forneça os drivers corretos de sua placa e conclua a instalação. Uma vez instalada e configurada, a placa de FaxtModem, precisamos criar uma conexão Dial-up. Uma conexão Dial-up é nada mais que uma configuração de software que fará a discagem para o provedor de acesso a Internet. Para criar a nova conexão Dial-up, clique sobre o botão Iniciar, menu Configurações, comando Painel de controle. Dentro do Painel de controle dê um duplo clique sobre o ícone Opções da Internet e surgirá a tela ao lado:

Fazendo atualizações no PC

Antes de criar a conexão Dial-up, é obrigatório ter algumas informações referentes ao provedor de acesso a Internet que se pretende usar, como número do telefone. Sem esses dados, é impossível criar a conexão Dial-up. De posse dos dados de seu provedor de acesso, clique sobre a guia Conexões e, em seguida, sobre o botão Adicionar. Surge a tela ao lado: nela, digite um nome para a conexão que está sendo criada.

Depois de digitado o nome para a conexão, selecione o Modem instalado em seu microcomputador na lista logo abaixo do nome da conexão.

S.0.S Computadores

Clicando sobre o botão Configurar você pode determinar mais alguns ajustes de seu Modem (como velocidade, porta de comunicação utilizada, o volume do alto-falanteetc).

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Essas configurações variam bastante de acordo com o tipo de Modem. Procure mais informações no manual do fabricante do Modem ou em publicações especializadas.

D e ~ o ide tudo aiustado e s configurado, cliq"e sobre o botão OK. Você voltará a tela anterior. Clique, agora, sobre o botão Avançar. Seja com o assistente que, agora, pede o número dó telefone do provedor de acesso para a discagem. Digite os dados corretamente e clique novamente sobre o botão Avançar. .

...

..

Fazendo atualizações n o PC

Depois da configuração feita, o assistente se prepara para finalizar a criação da conexão Dial-up. Nesta etapa, só nos resta clicar sobre o botão Concluir.

Finalizado o assistente, retorne a tela de Propriedades da Internet. Note que agora já está aparecendo a conexão Dialup que você acabou de criar. Com isso, está concluída a terceira parte da tarefa: criar a conexão Dial-up. Para terminar de configurar o browser com os dados do provedor de acesso, proceda de duas maneiras: ou configure manualmente, ou utilize um assistente para configuração da Internet, fornecido por algum provedor de acesso.

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Mostraremos aqui o processo de configuração manual. Após criar a conexão Dial-up, certifique-se de que as configurações de conexão estão corretas. Para isso, feche as janelas usadas na criação da conexão. Acione o ícone Meu computador e, dentro dele, dê um duplo clique sobre o ícone Acesso a rede dial-up. A seguir, clique sobre a conexão recém-criadacom o botão direito do mouse e acione o comando Propriedades. Surgirá a seguinte janela:

Nesta caixa de diálogo, são realizadas as configurações do Modem. Na guia Geral, ao lado, o numero do provedor para onde você vai deixar e o modelo do Modem instalado.

Vejamos agora a guia Tipos de servidor, usada para ajustar as configurações da conexão referentes ao servidor Web.

Fazendo atualizações no PC

Nesta guia, vamos ajustar o tipo de servidor e o padrão de serviço fornecido por ele. Isso existe para diferenciar servidores Web de diferentes plataformas, como servidores Windows NT, Unix, Netware etc.

Procure saber que o tipo de provedor de acesso você está utilizando. Mantenha também as configurações como na imagem acima. Isso será o mínimo para que o acesso ao Internet seja garantido. Na seção Protocolos de rede permitidos mantenha sempre o protocolo TCPIIP selecionado. É baseado nele que toda a Internet trabalha. Um Protocolo é uma espécie de linguagem, que deve ser comum aos vários microcomputadoresde uma rede, para que eles possam "conversar". As informações vistas aqui podem ser adquiridas junto ao seu provedor de acesso.

S.0.S Computadores

Dando um clique sobre o botão Configurações de TCPIIP, você pode verificar se as configurações do protocolo de comunicação TCPAP estão corretamente selecionadas.

Aqui, especifica-se o endereço ZP do microcomputador, caso ele use ZP fixo

-

E aqui especifica-se o endereço do servidor DNS, um servidor que conduzirá seu microcomputador na navegação pela Web

Se o seu servidor Web for um servidor de Internet acionado por linha discada (linha telefônica comum), o melhor a fazer é selecionar a opção "Endereço IP atribuído pelo servidor". Todo servidor Web que é acionado por linha discada atribui um endereqo IP (endereqo que identifica unicamente cada usuário) automaticamente a cada novo acesso de usuário. Se você é um usuário-deacesso por Banda Larga, como conexões ADSL, ISDN ou via Cabo, então, você tem um Endereço IP fixo. Você precisa pedir a seu provedor o número de IP que seu microcomputador irá usar e especificá-lo na caixa de diálogo acima. Essas são as configurações mínimas para acessar um provedor de Internet gratuito.
Fazendo atualizações no PC

Instalando e removendo s o h a r e s do Windows
Outra tarefa muito comum que o profissional de montagem e manutenção executa é instalar programas em microcomputadores. Em geral, a maior parte dos chamados de suporte técnico acontece devido a problemas de configuração de microcomputadorque demandam a reinstalação do software.

É certo que os programas são os mais modificados de acordo com a necessidade do usuário. Se o chamado que você atender for um pedido de reinstalação de software, leve algumas ferramentas que poderão ser muito úteis para o serviço. Vamos a elas:
i CD's de instalação (originais) do maior número de programas que se

puder ter;
i um drive de CD-ROM para transporte;

mais discos de boot (gerados pelo Painel de controle do Windows Me, para suportar boot com CD). Instalar um programa no Windows Me é tarefa bastante simples e muito intuitiva. Todo programa, ao ser instalado, possui um Assistente de Instalação. Esse assistente, também conhecido como Programa de Instalação, encarrega-se de tornar o trabalho de instalação mais fácil. Com o Programa de Instalação trabalha um pequeno aplicativo do Windows, chamado Adicionar ou remover programas. Este aplicativo, encontrado no Painel de controle, gerencia todos os softwares instalados em seu microcomputador, permitindo que o Windows Me reconheça os programas que estão instalados e quais os recursos disponíveis para eles. Além disso, o miniaplicativopermite desinstalar o programa, removendo os componentes que poderiam ser utilizados por outros programas (como arquivos DLL), mas que somente este aplicativo está utilizando.

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S.0.S Computadores

Isto acontece porque um programa, ao ser instalado, deposita a maioria de seus arquivos em um diretóriolpasta próprio, dentro do diretóriolpasta Arquivos de Programa, porém alguns arquivos (normalmente, arquivos de configuração do aplicativo, bibliotecas DLL e outros) são instalados no diretóriolpastaWindows. Portanto, se apagarmos completamente o diretóriolpasta do aplicativo, somente uma parte do programa será apagado. Veremos aqui o programa de instalação, importantísssimo e indispensável em nossos computadores, o Office 2000, que vem munido das principais ferramentas de trabalho do dia-a-dia: Microsoft Word(Textos), Microsoft Excel(Plani1 has-Cálculo), Microsoft PowerPoint(Apresentações),Mircosoft Acess (Banco de Dados), entre outras ferramentas.

Para iniciar a instalação do Microsoft Office 2000 basta inserir o CD (original) no drive CD e aguardar, pois o AUTO RUN executará a inicialização automática do software. Se quiser, você também pode executar a inicializaçáo da instalação do software da seguinte forma: Clique no botão Iniciar - Executar - D:\INSTALAR - OK..., aguarde...

Fazendo atualizações 110 PC

Esta é uma das primeiras telas para selecionar as opções:

Ao optar por Adicionar ou remover recursos, podemos escolher os componentes a ser instalados, veja:

Modo de manutenção

Selecionandorecursos

Microsok Word para Windows Mcrosoft Excel para Windows Microdt PowerPdnt para Windows Fãcrosoft Outlook para Windows Mcrosdt Access para Windows Microsoft FrontPage para Windows Ferramentasdo Ofhce Convwsores e Fiítros

S.0.S Computadores

Nesta etapa do assistente, escolha com o auxílio do mouse os componentes a ser instalados e clique no botão Atualizar, na seguinte tela:

A partir deste momento, devemos deixar por conta do próprio microcomputador.Após alguns instantes chegaremos a final, onde veremos a seguinte tela de confirmação:

Agora podemos clicar sobre o botão OK, pois a instação já esta pronta.

Já para remover um software instalado o procedimento é ainda mais simples: acione o ícone Adicionar ou remover programas, no Painel de controle. Surgirá a caixa de diálogo a seguir:

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Basta escolher o programa que se deseja remover e clicar no botão Adicionar ou Remover.... O Windows Me acionará o Assistente que instalou o programa, que se encarregará de removê-lo. Antes de removê-lo, o Assistente perguntará se você deseja realmente remover o programa, como mostra a imagem na próxima página.

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S . 0 . S Computadores

Se você confirmar, a remoção será executada, mostrando uma caixa de aviso quando estiver concluída.

Vírus
0 s vírus de computador são programas executaveis que danificam os dados dos discos, corrompem programas até mesmo reformatam o disco rígido (causando perda de dados). Hoje no mercado existem duas boas ferramentas antivírus: o Mcfee VirusScan (www.macafee.com) da Network Associations e o Norton Antivirus da Symantec (www.symantec.com). O Norton possui também um conjunto de ferramentas para resolução de problemas do dia-a-diacom microcomputadores, o Norton System Works.

Fazendo atualizações n o PC

Ele vem munido com anti-vírus e programas como:
i Norton utilites: possui cerca de 20 programas que ajudam a evitar e

corrigir problemas, além de otimizar o desempenho do micro.
i Norton CrashGuard: utilizado para evitar a perda de dados quando ocorre

travamento no microcomputador.
Norton CleanSweep: elimina os arquivos desnecessários dos discos.

Agora escolha um desses antivirus e utilitários e proteja-se dos invasores...

S.0.S Computadores

Teste seus conhecimentos

1. Quais os dois principais tipos de problemas que podem ocorrer com o microcomputador?

O O O O

Problemas de Hardware e de Soítware. Problemas de Linguagem e de Operação. Problemas de Boot ou de Execução. Problemas de Estouro de Capacidade e de Proteçáo Geral.

2. Quais são os dois maiores fabricantes de BIOS existentes no mercado atual?

O O O

PC Bios e AMI PC Chips e Award Megatrends
AMl e Award

3. O que é Dial-Up?

O Um software que realiza a discagem para conexão com a Internet. O Um dispositivo que cadastra todos os números de telefone discados. O Um software de transmissão e recebimento de voz e fax, via rede. O um software destinado a elaboração de rotinas de manutenção.

4. O que um técnico precisa ter para atender a um chamado de

reinstalação de software?

O O CD de instalação do programa e um microcomputador disponível para auxiliar na instalação. O O CD de instalação do programa e um disco de boot, mesmo que o cliente não tenha drive de CD-ROM. O O CD de instalação do programa, um disco de boot e um disco rígido disponível. O O CD de instalação do programa, um disco de boot e um drive de CDROM disponível.
5. Qual o protocolo utilizado para acessar informações na Internet?

o IPWSPX
0 NWLink e NetBIOS.
O NetBEUi 0TCPIIP
6. O que é um vírus de microcomputador?

O Um programa executável que mostra mensagens na tela do
computador

O Um programa executável que se instala no microcomputador e
danifica os arquivos etc.

0 Um boato da intemet

S.0.S Computadores

Glossário
Dip switch: pequenas chaves para ligar que têm a função de ajustar a configuração de hardware em algumas placas-mãe.

I

Arquitetura de Von Newmann: tipo de arquitetura de microcomputadores criada pelo cientista John von Newmann, que é utilizada pela maioria dos fabricantes de microcomputadores atuais. ATA: padrão da indústria para endereçamento de dados do disco rígido, da ordem de 28 bits. Através dessa tecnologia, podem-se criar discos rígidos de até 128 GB. DDR: tipo de memória também conhecida como SDRAM 11, trabalha com o dobro da velocidade das memórias SDRAM.
RAMBUS: um tipo de módulo de memória RAM que transfere dados para o restante do sistema em alta velocidade. Enquanto os módulos de memória mais rápidos trabalham a 133MHz, o RAMBUS chega a atingir até 800MHz. Este padrão foi adotado pela Intel, mas fracassou por questões de posicionamento de mercado.

Multímetro: também conhecido como Multiteste, o multímetro é um equipamento de medição capaz de medir corrente elétrica, tensão, resistência elétrica etc. LED: abreviatura de Light Emissor Diode (Diodo Emissor de Luz), o LED é utilizado na informática para indicar a passagem de corrente por um sistema elétrico qualquer e até emitir feixes infra-vermelho ou de laser de baixa potência. A principal vantagen dos LEDs sobre as lâmpadas comuns é ter baixo consumo de energia. MODEM: abreviatura de MOduladorDEModulador, o MODEM é um equipamento que permite um computador estabelecer conexão com um computador remoto, através de uma linha telefônica ou cabo. Placa de Vídeo 3D: são placas de vídeo com processadores (conhecidos como Chipsets) próprios, capazes de gerar imagens em três dimensões com grande realismo. São normalmente utilizadas por soítwares gráficos e jogos de ação.

Placas de Som 30: são placas que exploram ao máximo o efeito Surround, utilizando de 4 a 6 caixas acústicas. Combinadas com um bom jogo de caixas acústicas, proporcionam um som de melhor qualidade. Voltímetro: equipamento utilizado para medir ddp (diferença de potencial), expressa em volts (V) de equipamentos eletrônicos, conhecido popularmente como "voltagem". Webcam: este nome é dado as cameras capazes de capturar imagens e disponibilizá-Ias na Internet. Se o usuário possui acesso rápido a Internet (banda larga), pode até visualizar as imagens em tempo real. Esse nome também é utilizado para identificar sites na Web que disponibilizam essas imagens. Upgrade: termo utilizado quando se faz atualizações, tanto de hardware quanto de software, em microcomputadores.

S.0.S Coinputadores

GRIMES, Galen - Aprenda em 24 Horas üparade e manutencão de PCs. Editora Campus, 2000, São Paulo. MOREIRA, Luiz Mauricio P. - Montagem Confiuuracão e Montagem de Micros. Editora Ibpi, 2001, São Paulo. MORIMOTO,Carlos. Hardware PC - Guia de Aprendizaaem Rápida. Editora Book Express, 2000, São Paulo. SILVA, Nelson. Montaaem. Reparacão e Manutencão de Micros. Editora Brasport, 2001, São Paulo.

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