Significados de algumas tatuagens pela "BANDIDAGEM

"

O significado de uma tatuagem de palhaço varia de acordo como ele se apresenta no desenho. Normalmente a tattoo de palhaço é associada a malandragem e são representados como figuras macabras ou armadas. Nos presídios as tatuagens de palhaço identifica os assaltantes de bancos.

"A tatuagem, uma antiga forma de expressão corporal, é também utilizada por facções criminosas como forma de comunicação, cuja mensagem estampada na pele, pode revelar a personalidade ou atitudes de um marginal. O conhecimento do significado de cada tatuagem nesse meio é de grande importância para a investigação policial, auxiliando o profissional da área de segurança pública no combate ao crime." Tatuagens e Significados

Âncora – simboliza esperança, proteção e segurança. Indica a relação do usuário com o mar, sendo feita nos braços.

Borboleta – denota o anseio pela liberdade. É feita por fugitivos, podendo também indicar homossexualidade. Cadeado e molho de chaves – exprimem que o apenado sofre martírios no mundo do cárcere. Caravela – significa liberdade. É feita, geralmente, na altura do coração. • Caveira com punhal cravado – indica assassino de policiais. • Coração cortado por flecha – indica um homossexual passivo. • Coração cortado por flecha, com a inscrição ―amor de mãe‖ – indica que seus usuários são homossexuais e cometeram crimes contra os costumes. Atualmente, não tem mais esse significado. É feita nos braços e no peito. • Cruz de carvalho – denota tratar-se de um indivíduo de alta periculosidade. É feita nos ombros e nos braços. • Espada – quando tem mais de 15 cm indica a valentia do apenado. • Espada de São Jorge – é feita para exprimir que seu usuário é protegido por Ogum. É desenhada invariavelmente na perna esquerda. • Espadas cruzadas – também simboliza a proteção de Ogum e é impressa na perna esquerda. • Estrela (Rosa-dos-Ventos) – significa a liberdade e um amuleto para evitar novas detenções prisões. • Estrela de Salomão – indica que o usuário está livre de sortilégios. • Letras – significa recordação do nome de alguma pessoa (mulher, família, amigo). É aplicada nos braços. • Mulher – representa mulheres ligadas ao detento (esposas, amantes, mães, filhas, etc.). • Nomes, versos ou dizeres – simbolizam grande e sincera amizade. • Nossa Senhora Aparecida – Quando aplicada nas costa ou no peito, em tamanho pequeno, significa proteção e esperança. Em tamanho grande, acima da metade e no centro das costas indica o detento que foi estuprado no cárcere. Pode simbolizar também o estuprador, o homicida e o ladrão. • Pintas na lateral do rosto – indicam a homossexualidade passiva do apenado. • Pistola – indica o indivíduo praticante de assalto seguido de morte. É aplicada na perna.

Pontos na mão entre o polegar e o indicador

• Um ponto – punguista (batedor de carteira). • Dois pontos – estupro. • Três pontos em forma de triângulo – viciado ou traficante de drogas. • Quatro pontos em forma de quadrado – furto. • Cinco pontos em forma de cruz – roubo; um ponto em cada ponta de uma estrela (cinco pontas); homicídio. • Cinco pontos dentro de um círculo e quatro pontos fora – chefe de quadrilha. • Nove pontos em forma de cruz – homicida ou chefe de quadrilha.

Conheça o que cada tatuagem significa:

Ancora

Simboliza: Esperança, proteção, identifica o homem que pertence à arte do mar.

Pomba

Simboliza: sorte, bons ganhos, evita ser visto ou pressentido. Borboleta

Simboliza: Desejo de liberdade, homossexualidade. Usuários: Fugitivos e homossexuais.

Pinta

Simboliza: Homossexualidade. Usuarios: Homossexuais passivos. Local: Lateral do rosto Caravela

Simboliza: Liberdade. Local: Coração. Caveira com punhal

Simboliza: Latrocinio e/ou advertência, matador de policiais. Usuários: Assaltantes e homicidas. Cobra e espada

Simboliza: Traição, dedo duro ou alcaguete e informante de policiais. Usuários: Detentos que não possuem a confiança do grupo. São feitas a força, contra a vontade do detento. Cobra

Simboliza: Acredita-se, serve para livrar de prisões e traições; traz vitórias. Coração

Simboliza: A revelação da homossexualidade. Usuários: Apenas por detentos homossexuais.

Nota: Coração com os dizeres "Amor de Mãe", indicava homossexualidade, hoje é usado normalmente porém sem o mesmo significado, enquanto o coração sem os dizeres, mantém o significado de homossexualismo. Cruz com cranio Simboliza: ponta firme. Usuarios: Detentos que tem a confiança do grupo. Local: Meio das costas.

Cruz com as duas velas acesas Simboliza: Alta periculosidade. Local: tamanho grande no meio das costas. Cruz de carvalho

Simboliza: Advertência, periculosidade do usuário e associação ao latrocinio. Usuários: Detentos com penas pesadas, homicidas e ladrões. Cruz em par

Simboliza: Tatuadas sempre em tamanho pequeno (10 cm), dizem servir para "livrar do diabo e do mau olhado", forma de estar Protegido, pedido constante de proteção (corpo fechado). Diabo

Simboliza: Usada por quem traz o doce prazer e sorriso da morte nos lábios. Uma variação é o diabo trazendo uma caveira nas mãos. Usuários: Detentos de alta periculosidade. Espada

Simboliza: Tatuagem de aproximadamente 15cm indica que o detento é destemido, valente. Estrela de Salomão

Simboliza: Acredita-se que quem a tem tatuada está livre da bruxaria. Estrela rosa dos ventos

Simboliza: Liberdade, amuleto para evitar prisões. Jesus Cristo

Simboliza: Latrocínio e assalto a mão armada. Usuários: Homicidas e assaltantes Letras

Simboliza: Qualquer que seja, grande, tatuadas nos braços, significa recordação do nome de alguma pessoa (mulheres, família); Nomes por extenso, versos ou dizeres significam grande amizade. Nossa Senhora

Simboliza: Em tamanho pequeno, significa desejo de esperança, proteção e segurança, além de demonstrar que o usuário é de alta periculosidade. Em tamanho grande, acima da metade e bem ao centro das costas, significa que o detente é estuprador ou foi violado durante o cárcere. Usuários: Detentos com penas pesadas, homicidas, ladrões, estupradores, detentos estuprados e matadores de aluguel. Local: Peito ou costas Pistola

Simboliza: Latrocínio. Usuários: Presos por assalto com morte. Local: Geralmente na perna. Saci

Simboliza: Tráfico de drogas. Usuários: Traficantes de drogas. Local: Geralmente na perna direita. Sereia

Simboliza: Estupro ou atentado violento ao pudor, homossexualidade. Usuários: Detentos homossexuais, estupradores ou maníacos sexuais. São feitas a força, contra a vontade do detento. Local: Perna direita.

Amuletos

Simboliza: Símbolos como Sol, Lua, Suástica ou o uso de colar de contas, medalhinhas de santos, guias espíritas e fitinhas representam tentativa de se livrar de delitos/acusações mais graves (das que já constam nos processos). Terror

Simboliza: Pessoa que esparrama terror. Usuários: Assaltantes de bancos.

Recursos utilizados para tatuar nos presídios: A maioria das tatuagens feitas em presídios são obtidas por técnicas improvisadas. O instrumento utilizado como agulha pode ser obtido com clipes, corda de violão, grampo, prego, dentre outros. A agulha é anexada a um pequeno motor, simulando o aparato profissional para tatuagem. Para dar cor aos traços, tinta de caneta, nanquim, plástico derretido, cinzas de cigarro misturadas a saliva. A cor da tatuagem, assim feita, usualmente é monocromática, azul ou preta, salvo casos de contrabando de tintas específicas para tatuagem.O resultado da falta de antissepsia das técnicas resulta comumente em infecções graves, tanto bacterianas, quanto a disseminação de hepatite e aids entre os detentos, enquanto que a toxicidade das tintas inadequadas para implante hipodérmico também provoca quadros de intoxicação nos presos, especialmente naqueles que possuem o corpo extensamente tatuado.A precariedade do equipamento usado na prisão nem sempre permite a precisão de uma tatuagem profissional e o trabalho pode ser feito por alguém sem muita experiência. A tinta pode ser depositada em região profunda da pele, o que pode provocar cicatrizes. As linhas costumam ser tortuosas e o design, cru. Entretanto, na década de 70, tatuadores detentos criaram um novo estilo para tatuar, denominado "fineline", permitindo um resultado quase realista, o que foi adotado de forma mais ampla, inclusive em lojas de tatuagem, com subsequente popularização do estilo até os dias atuais.

Simbologia das tatuagens de detentos:

Representam grupos ideológicos, gangues, os quais estão inseridos, tornando a tatuagem um meio de forçá-los a não abandonar esses grupos e serem reconhecidos por outros, tanto por integrantes dos grupos, quanto por policiais.

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Expressão de brutalidade, racismo e negação à autoridade.zodificação para comunicar com outros criminosos. Submissão às leis impostas pelos prisioneiros.  Presentes por façanhas criminosas praticadas.

As imagens delatam traços da personalidade do criminoso.

Souvenir resultante do encarceramento, demonstrando tempo passado na prisão, crimes praticados.

Três sepulturas significam que o proprietário desta marca tem o corpo fechado e guarda segredos como um túmulo.

Punição sofrida na prisão. Os crimes de estupro são punidos com tatuagens feitas à força. Pintas no rosto, tatuadas num processo forçado e doloroso. Desta forma, por onde estiver, o tatuado é reconhecido, passando a ser tratado pelos outros como homossexual passivo. Um pênis desenhado nas costas é outra punição aos estupradores. Isso facilita sua identificação por todos no presídio. Ter uma tatuagem dessas significa longos e terríveis anos de servidão sexual na cadeia. Tatuagens de prisoneiros russos possuem simbologia complexa, que representariam especialmente sinais de orgulho. A Rússia possui a maior população encarcerada do mundo.

Codificação:
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Raios duplos, ou número 88: Ideologia nazista."H" é a oitava letra do alfabeto. 88 codifica "Heil Hitler." Estrela de cinco pontas: Homicida.

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Cruz com velas e tridente ao meio: Integrante do CNC, Comando Nazista da Criminalidade, facção contrária ao PCC. Serpente: Traidores e delatores. Santa: Latrocínio ou, ainda, arrependimento pelo crime praticado.

Pistola na perna, Jesus Cristo no peito: Latrocínio.

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Cruz nas costas: Vingança. Caveira trespassada por um punhal: Assassinos de policiais, normalmente disfarçada entre outros signos. Borboleta: Busca pela liberdade, planos de fuga, ou homossexualidade. Cadeado, molho de chaves: Perseguido constantemente no interior da penitenciária, uma forma usada para pedir apoio. Cruz com duas velas acesas na base, nas costas, em tamanho grande: Alta periculosidade. Diabo: Matador, prazer de conviver com a morte. Carpa: Chefes do crime. Escorpião: Integrante do PCC. Morte: Morte de policiais, latrocínio, homicídio. Mago: Especialistas em sequestro e em resgate de presos. Gnomos e duendes: Dependentes químicos.

Nossa Senhora Aparecida no peito ou nas costas em tamanho maior: Estuprador.  Bolas de bilhar: Há casos em que contêm números que possam identificá-los dentro das facções (conhecido como matrícula).  Palhaços: Quando aparecem com um dos olhos na mão, olheiro ou gerente da boca; podem aparecer lágrimas de sangue em preto ou vermelho, lágrimas em preto significam parceiros mortos pela polícia e lágrimas em vermelho, parceiro morto por facção rival.  Barco ou caravela, ao lado do coração: Anseio por liberdade.  Grades: Privação da liberdade, por vários anos.  Cruz com o crânio humano, no meio das costas: Lealdade aos colegas de cela.

13: "M" é a 13ª letra do alfabeto, maconha, ou nos EUA também referencia a uma gangue de rua denominada MS13.

Codificação nas mãos: Observa-se que nas próprias mãos são usados símbolos que se comunicam indicando não só o tipo de crime, mas também datas que não desejam esquecer como, por exemplo, a data em que morreram os companheiros de cela. Uma teia de aranha informa que seus cúmplices foram mortos; uma cruz com duas velas acesas, é um aviso aos colegas do cárcere, que o dono desta marca é um indivíduo de alta periculosidade; já um minúsculo número 12 na mão esquerda, ou ainda, uma folha de maconha estilizada, no dorso da mesma mão, refere-se estar ligado ao tráfico de drogas; uma sereia na perna direita, é o estigma dos condenados por crimes contra os costumes. Como se fossem insígnias de militares, quanto maior o número de pontos, mais alta a ―patente‖ do criminoso, sendo assim: um ponto, normalmente, na mão direita, indica ser o indivíduo um batedor de carteira; dois pontos na mão indicam ser um estuprador; três pontos, em forma de triângulo, significam estar envolvido com o crime de tóxicos; quatro pontos formando um quadrado, informam que o indivíduo pratica o crime de furto; já cinco pontos identificam um praticante do crime de roubo com violência; um

ponto em cada extremidade de uma estrela significa que o possuidor desta tatuagem pratica crimes de homicídio, e ainda, vários pontos formando um ―x‖, indicam que o possuidor é chefe de quadrilha ou líder de determinada facção criminosa. Gang Tattoo Removal Program: Os Estados Unidos possuem um programa, desde 1991, intitulado Gang Tattoo Removal Program que auxilia os presidiários a removerem suas tatuagens de gangues, em troca de bom comportamento e redenção. Além disso, representa uma chance de removerem seu passado das suas peles, um renascimento. Uma tatuagem removida pode auxiliar em uma busca por emprego, por outro lado, se alguém tiver a tatuagem de uma gangue removida, pode ser tratado como traidor do grupo e ser punido, caso retorne à prisão.

Mapa de tatuagens de prisoneiro, documentado pela penitenciária de Idaho, EUA, década de 60.

A caravela no coração faz referência à liberdade. O Satanás sobre o umbigo refere-se a detentos de alta periculosidade.

Preso brasileiro da década de 20, com cinco pontos tatuados entre o polegar e o indicador, o que demonstra que ele era de uma quadrilha de assalto.

Preso brasileiro por homicídio. A cruz é uma forma de apresentar um bandido de alta periculosidade.

Lágrima tatuada aos 15 anos de idade que significa ―a mãe de alguém perdeu o filho‖. O dragão e o demônio tatuados de cada lado do peito geralmente representam alta periculosidade.

Raios duplos de um lado do pescoço desse preso, associados à mensagem do outro lado ―Thank God I’m White‖ claramente anunciam sua ideologia racista. Outras tatuagens incluem nomes dos filhos, papoulas, os anos de suas três condenações, grades de celas e sua tatuagem favorita — ―In Memory of Mac and Annie,‖ seus avós. Nas prisões californianas, este preso costumava trocar maconha por tatuagem e subornava guardas para adquirir tintas para tatuagem.

Raios duplos, simbolizando ―white power‖. A cruz na mão e a grade no pulso foram adquiridas quando preso em 1973, e a mesma imagem foi utilizada por todos os membros da cela.

Viking é outro símbolo racista.

Fotografado ao cumprir prisão perpétua, o número ―13‖ refere-se a "M", 13ª letra do alfabeto, usuário de maconha. Presos da California também usam o ―13‖ para indicar sua filiação ao sul da California, enquanto que os residentes do norte utilizam o ―14‖.

Mó visu Muitos presos se tatuam por razões estéticas mesmo, evitando as ligadas ao crime. Mas malandro escolado não entra em modinha. ―A descrição que a polícia tem de quem é fichado inclui tatuagens. Fica fácil ser reconhecido se usar as marcas típicas da cadeia‖, diz um detento de 24 anos que não tem tatuagem. Cruz com velas no chão Elemento de alta periculosidade, do tipo que manda seus desafetos pro cemitério. Cobra Esta o cara é obrigado a fazer, para que todos saibam que o dono é dedo-duro e traíra. São Sebastião Gays e ―mulheres de cadeia‖ (travestis) exibem sua opção sexual com a imagem do santo, borboletas coloridas ou um coração trespassado por uma flecha (que indica homossexual passivo). Datas Muitos presos costumam tatuar na pele datas consideradas importantes para eles, como as de fugas, rebeliões e mortes de companheiros e inimigos. Tatuadora Improvisada com tubo de esferográfica, agulha de costura e motor de gravador, a máquina de tatuar da prisão é movida a pilha ou gato da fiação elétrica. A tinta muitas vezes é profissional, conseguida a muito custo, assim como as revistas de tatuagem, que valem até R$ 300 atrás das grades. X Pontilhado Tatuado nas costas ou no peito, indica que seu dono é chefe de quadrilha. Como a polícia hoje identifica os ―fichados‖ também por suas tatuagens, esta tatuagem caiu em desuso: dá muita bandeira. Saci com cachimbo Foi um símbolo criado para identificar traficantes de drogas, muito poderosos do lado de fora e muito requisitados do lado de dentro. Nossa Senhora Aparecida Tem dois significados: pequena, é um símbolo de proteção e esperança. Grande, no alto das costas, quer dizer que o preso foi condenado por estupro e violentado na cadeia – um castigo marcado para sempre.

Sepultura Significa que o tatuado guarda segredo, tem a boca ―fechada como um túmulo‖, qualidade valorizada na prisão e em liberdade. Outro significado é ter o corpo fechado. Admiradas por alguns , condenadas por outros, as tatuagens existem desde o século 14 antes de Cristo onde eram usadas pelos egípcios, hoje se tornou uma cultura mundial e é usada de varias maneiras, que podem ser com intuito de seduçao, rebeldia ou até mesmo uma forma de identificaçao. Assim como significados possitivos e misticos, elas tambem podem ser usadas para diferenciar criminosos.A seguir algumas tatuagens e seus significados no crime. Nossa Senhora Aparecida

Tatuada em tamanho pequeno no peito, significa desejo de esperança, proteção e segurança, além de demonstrar que o usuário é de alta periculosidade. Tatuada nas mãos, braços ou coxas identifica elemento praticante de homicídio. Em tamanho grande, acima da metade e bem ao centro das costas, significa que o detente é estuprador ou foi violado durante o cárcere. Usuários: Detentos com penas pesadas, homicidas, ladrões, estupradores, detentos estuprados e matadores de aluguel. Teia de Aranha

Tatuada nas mãos, antebraços, cotovelos e pernas significa lembrança do comparsa ou morte de cumplice.

Caveira Apunhalada

Símbolo das tropas de operações especiais de algumas Policias Militares do Brasil. Na linguagem criminal significa latrocínio e/ou advertencia, matador de policiais. Usuarios: Assaltantes e Homicidas Caveira

Significa morte, é usada por presos que a cometeram homicidio. Cruz

Cruz de Carvalho, indica um indivíduo de alta periculosidade. É feita nos ombros e nos braços. Ou no meio das costas.

Cruz com 2 velas acessas

Tambem identifica um individuo de alta periculosidade. Cruz em Par

Tatuadas sempre em tamanho pequeno (10 cm), dizem servir para "livrar do diabo e do mau olhado", forma de estar Protegido, pedido constante de proteção (corpo fechado). Águia

Simboliza liberdade. Geralmente é desenhada quando esta terminando de cumprir a pena, gerlamente tatuada no peito.

Pomba

Significa sorte e bons ganhos e evita ser visto ou pressentido. Geralmente usadas por ladrões de residencia (caxungueiros). Folha de Maconha

Utilizadas por pessoas ligadas ao tráfico de drogas. Usada por viciados em drogas. Saci Perêrê

Usada por pessoas ligadas ao tráfico. Foi muito usada nos anos 80 por traficantes. Local : geralmente na perna direita. Mulher Nua

Com a genitália a mostra, significa que o detendo é viciado em drogas injetáveis. Índia

Bastante comum em traficantes das decadas de 80e 90 entre os traficantes cariocas.

Morte com foice

Representa os presos ligados aos grupos de extermínio chamdos tambem de "justiceiros" Tatuagens usadas por homossexuais

Beija-flôr / Flôr / Coraçao transpassado por flexa / Pintas na lateral do rosto / Borboleta / Imagem de São Sebastião - Homossexual passivo

Coraçao flexado com escrita: "Amor de Mãe" - indica que seus usuários são homossexuais e cometeram crimes contra os costumes. Atualmente, não tem mais esse significado. É feita nos braços e no peito. Serpente

Utilizada por assaltantes (pessoa traiçoeira, covarde e perigosa). Sereia

Simboliza: Estupro ou atentado violento ao pudor, homossexualidade. Usuários: Detentos homossexuais, estupradores ou maníacos sexuais. São feitas a força,

contra a vontade do detento. Local: Perna direita.

Serpente e punhal/espada

Simboliza: Traição, dedo duro ou alcaguete e informante de policiais. Usuários: Detentos que não possuem a confiança do grupo. São feitas a força, contra a vontade do detento. Espada/Punhal

Indica um elemento perigoso e destemido e/ou que ja cometeu homicídio usando arma branca.

Demônio

Aquele que mata por gosto. Cautela ao tratar com este tipo de pessoa, pois, são homicidas e assassinos. Uma variação é o diabo trazendo uma caveira nas mãos. Utilizado por elementos psicopatas. Não sentem remorso ou arrependimentos de seus atos. O boneco Chucky é marca do assassino violento. Pistola e Revolver

Simboliza: Latrocínio. Usuários: Presos por assalto com morte. Local: Geralmente na perna Palhaço ou Coringa

Tatuada geralmente nas costas, mas podendo ser em qualquer lugar do corpo. Utilizada por pessoa que pratica furto e pequenos roubos. Na cadeia é visto como ―comédia‖ e ―sangue bom‖, quando assume crime que outros cometeram. Pontos nas mãos

UM : punguista – batedor de carteira em ônibus e locais movimentados. DOIS : estuprador. TRÊS : em forma de triângulo – traficante. QUATRO: roubo. CINCO : furto. DEZ : formando uma cruz, homicidas e chefes de quadrilhas. ―X‖ COM BOLAS NAS EXTREMIDADES: símbolo de assaltante de bancos e carrosfortes (encontrada em presídios paulista). ESTRELA DE CINCO PONTAS: diz que seu portador é chefe de quadrilha. NOMES e DATAS: muitos presidiários costumam tatuar nos dedos ou em qualquer parte do corpo. A Imagem de São José Mandalas/São Jorge

Tatuadas por presos simpatizantes ou praticantes de religiões afro-brasileiras. Significa pedido de proteção aos orixás. Os presos portadores deste tipo de tatuagem acreditam que tem o corpo fechado.

Caravela

Significa liberdade.Gerlamente feita na altura do coraçao. Letras

Simboliza: Qualquer que seja, grande, tatuadas nos braços, significa recordação do nome de alguma pessoa (mulheres, família); Nomes por extenso, versos ou dizeres significam grande amizade. As fotografias foram tiradas e divulgadas pela Polícia Civil de São Paulo na sexta-feira, quando Guilherme foi preso suspeito de matar Johni Raoni Falcão Galanciak, de 25 anos. O crime foi cometido no dia 3 de setembro após uma briga entre grupos skinheads e punks em frente a um bar na rua Cardeal Arcoverde, em Pinheiros, zona oeste de São Paulo. Outro jovem ficou ferido e continua em estado grave. Entenda o significados das tatuagens: 1. Nos braços

Foto: AE/Divulgação Ampliar David Vega: "As runas nórdicas SS (das tropas de proteção nazistas) utilizadas pelas gangues neonazistas, a bola 8 de bilhar, juntas, 88 representa a 8ª letra do alfabeto, HH (Heil Hitler)". 2. Nas mãos

Foto: AE/Divulgação David Vega: "Teias de aranha utilizada em diversas gangues (unidos todos na mesma teia), soco inglês é bem cultuado também, uma vez que todos usam mais as armas brancas. Caveiras com moicanos e a palavra ―punk‖ – Típico dos anarcopunks". 3. No antebraço direito

Foto: AE/Divulgação David Vega: "Tatuagens de Skinheads e Punks nervosos e cachorros raivosos. Típico dos Carecas do Subúrbio." (Carecas do Subúrbio são um grupo de skinheads) 4. Na cabeça

Foto: AE/Divulgação David Vega: "Tatuagens na cabeça, comuns entre puks e skinheads, os grupos de extrema direita ostentam desenhos de armas, o fuzil AK 47." 5. Na perna

Foto: AE David Vegas: "Rostos sombreados de soldados e bandeiras também são comuns entre skinheads e punks" 6.

Foto: AE/Divulgação No antebraço esquerdo

David Vegas: "Oi! Saudação do dialeto cockney escocês que simboliza a união de skinheads e punks (nacionalistas e apolíticos). No Brasil utilizado pelos Carecas do Subúrbio".

Skinhead (em inglês: Cabeça raspada) é uma subcultura originária dos jovens da classe operária no Reino Unido no final dos anos 60, e mais tarde espalhada para o resto do mundo. Chamados desta forma devido ao corte de cabelo, os primeiros skinheads se originaram dos mods britânicos, e foram fortemente influenciados pelos rude boys jamaicanos que imigraram para a Inglaterra nessa época, em termos de moda, música e estilo de vida.[1] A subcultura skinhead era originalmente baseada nestes elementos, e não na política nem em questões raciais. No final dos anos 70, entretanto, a raça e a política viraram fatores determinantes, gerando divergências e divisões entre os skinheads. O espectro político dentro da cena skinhead abrange da extrema-direita a extrema-esquerda, apesar de que muitos skinheads sejam apolíticos. A moda skinhead apresenta um estilo particular de se vestir (que costuma incluir botas e/ou suspensórios), o culto à virilidade, ao futebol e ao hábito de beber cerveja. A

cultura skinhead é também ligada à música, especialmente ska, skinhead reggae e streetpunk/oi!, mas também punk rock e hardcore punk.

Histórico
Início
Derivada da cultura mod, as primeiras manifestações desta cultura ocorreram por volta de 1967, alcançando o seu primeiro auge em 1969. Este período é chamado nostalgicamente pelos próprios skinheads como "espírito de 69" (ou "spirit of 69", termo cunhado na década de 1980 pela gangue Spy Kids). Eram majoritariamente formados por brancos e negros (estes últimos em sua maioria imigrantes jamaicanos) que frequentavam juntos clubes de soul e reggae, andavam em gangues e se vestiam de uma forma muito particular, em especial pelo corte de cabelo muito curto (daí o nome skinhead, que traduz-se grosseiramente como "cabeça pelada"). Os skinheads ganharam notoriedade nos jornais e na cultura popular da época por muitos deles promoverem confrontos nos estádios de futebol (o chamado hooliganismo) e alguns deles participarem de agressões contra imigrantes paquistaneses e asiáticos, influenciados por manchetes xenófobas de jornais sensacionalistas ingleses. No entanto, muitas das gangues xenófobas anti-asiáticos detestavam os grupos neonazistas e repudiavam o racismo contra negros, como foi o caso da gangue da década de 1970, Tilbury Skins, fundadora da Liga Anti-Paquistaneses e no entanto um grupo anti-nazista. Numa entrevista do livro Skinhead Nation, Mick, membro de uma das gangues skinheads Trojan, diz: Não há como sermos nazistas. Meu pai enfrentou nazistas na guerra. Todos nossos pais ajudaram. APL (Anti-Paki League, ou, Liga AntiPaquistaneses) é específica. Só porque eu odeio paquistaneses, isso não me torna um nazista!


Mick

Skinheads num concerto em Brighton, Inglaterra, em 2006.

[editar] Segunda geração
No final da década de 1970 houve uma "segunda geração" skinhead, chamados de bootboys, skinhead oi!, punk oi! ou simplesmente skinhead (chamados pela imprensa

inglesa da época de grupos de anfetamina ou skinheads), decorrente da agitação provocada pela cultura punk e que acabou desencadeando um grande interesse por outros movimentos juvenis do passado, como os mods, teddy boys e skinheads. A geração anterior ("espírito de 69") tinha como uma de suas características a ligação com a música jamaicana, principalmente o reggae, o rocksteady e o ska. Com o surgimento da "revolução musical" do punk rock e sua ética de faça-vocêmesmo, muitos skinheads se agregaram ao emergente streetpunk/oi!, que abrange tanto os aspectos musicais quanto culturais. Isso no entanto não significou o abandono do reggae e do ska. Nessa mesma época, muitos skinheads tornam-se grandes adeptos do revival do ska chamado Two Tone ("dois tons", em referência às cores preta e branca — simbolizando a união de raças).

[editar] Fragmentação
A partir da década de 1980, a constante pressão da mídia sensacionalista inglesa acerca da infiltração do preconceito racial dentro da cultura skinhead (infiltração promovida por uma política deliberada do partido de extrema-direita National Front), somada ao surgimento de um engajamento político dentro desta cultura (tanto à esquerda quanto à direita, além do anarquismo) resultou na fragmentação em vários submovimentos rivais. Desde então, constantemente estes grupos não reconhecem uns aos outros como verdadeiros representantes da cultura skinhead, e é comum que cheguem a se enfrentar fisicamente. Entre os principais atritos estão as divergências explícitas como entre esquerdistas e direitistas, racistas e não-racistas, politizados e apolíticos. Mas também há grande hostilidade entre um grupo de divergência sutil como os nazistas, conservadores xenófobos e defensores de uma supremacia racial branca, anti-semitas e neonazistas.

[editar] Características
A cultura skinhead da década de 1960 era formada maioritariamente por jovens da classe operária britânica. O vestuário skinhead, com botas e suspensórios, reflete em certa medida a indumentária operária da Inglaterra desta época. Existem diversas particularidades culturais e ideológicas que definem diferentes tipos de skinheads, é impossível distingui-los pela avaliação visual um skinhead de direita, tradicional, SHARP ou RASH.

Grupos de skinheads políticos e apolíticos
Skinhead trojan
Skinhead trojan (também conhecido como skinhead tradicional ou apenas trad skin) é um indivíduo que se identifica com a subcultura skinhead original britânica do final dos anos 60, quando o ska, rocksteady, reggae e soul eram populares, e houvia uma forte ênfase na influência do estilo de vestuário mod. Nomeado após a gravadora Trojan Records, os skinheads se identificam com a subcultura rude boy jamaicana e com a classe trabalhadora britânica dos mod roots.[2][3]

Trad skins e rude boys em Londres, 1981. Devido à sua apreciação da música tocada por negros, eles tendem a não serem racistas ou mesmo anti-racista, estando associada a grupos como o SHARP (Skinheads Against Racial Prejudice) contrário dos skinheads white powers (uma facção que se desenvolveu no final dos anos 70, com a ajuda do British National Front (Frente Nacional Britânica, NF).[4][5] Os skinheads trojan geralmente se vestem num estilo skinhead típico dos anos 60, que inclui itens como: camisas button-down Ben Sherman, camisas polo Fred Perry, cintas, ternos equipados, pulôveres, blusas sem mangas, jaquetas Harrington e casacos Crombie.[6] O cabelo é geralmente raspado entre 2 e 4 centímetros (curto, mas não careca), em contraste com os cabelos curtos dos punks influenciados pelos Oi! skins dos anos 80. The Spirit of '69 é a frase usada por skinheads tradicionais, para comemorar o que eles identificam como auge da subcultura skinhead de 1969. A frase foi popularizada por um grupo de skinheads escocêses Glasgow Spy Kids.[4] Após ser usado no título do livro que conta a história dos skinhead, Spirit of 69: A Skinhead Bible, levou os skinheads a adotá-la em todo o mundo. O livro foi publicado no início de 1990 pelo autor George Marshall, um skinhead de Glasgow.[5] No documentário Spirit of '69: A Skinhead Bible de Marshall mostra as origens e o desenvolvimento da subcultura skinhead, descrevendo os elementos, tais como música, vestuário e política na tentativa de refutar muitas percepções populares sobre skinheads, como a mais comum que diz que todos eles são racistas.

Típicas mulheres skinheads.

Durante a primeira metade da década de 1970, o movimento skinhead estava em declínio. É com o nascimento do punk 77 e o declínio da música jamaicana que o skinhead volta à vida, trazendo de volta em voga, no entanto um culto diferente do original, agora com a nova música classificada como Oi! uma espécie de punk rock ruaceiro da classe proletária. Enquanto o vestuário foram os traços do skinhead "trabalhador": botas, suspensórios, camisas xadrez, jaqueta, cabeça raspada e calças jeans. Na década de 1980, alguns skinheads tentaram retornar às antigas raízes do movimento, influenciado pela cultura mod e os rude boys jamaicanos e a maioria sem influências da política, em oposição à nova geração de skinheads que tinham abandonado as raízes dos anos 60 e apoiado a música punk que ia surgindo, muitas vezes proclamando ativistas políticos. Daí o termo skinheads trojan é atribuído também para aqueles indivíduos que posteriormente preservam a cultura original e não apenas ao movimento original sessentista. Foi precisamente por causa destes ocorridos, que nasceu em Nova York, em torno de meados dos anos oitenta, a organização SHARP (Skinheads Against Racial Prejudice), com a intenção de restaurar as antigas raízes, identificando-se como apolíticos e reagrupamento skinheads com diferentes pontos de vista políticos, mas só anti-racistas, em oposição ao racismo e aos skins neo-nazistas. A organização foi mais tarde também exportada para a Europa, graças a Roddy Moreno, líder do Oppressed. Esta organização optou por se identificar com o logotipo de capacete troiano, que pertencia à mesma gravadora Trojan Records (selo inglês de música negra que se caracterizou no primeiro movimento skinhead politizado), desejando assim simbolizar a ligação entre a organização e não de idade, as origens político e anti-racista dos anos sessenta e parte dos anos setenta. Também por esta razão, eles decidiram mudar o nome "skinhead tradicional" para "skinhead trojan".

[editar] SuedeheadSuedehead ou sued foi uma tendência skinhead surgida entre

1970 e 1973.[7] Assim como os suedeheads havia outros grupos que também tiveram uma curta existência como os smoothies, os crombie boys entre outros. Os suedeheads é outra dessas tendências, formada por skinheads freqüentadores das festas de ska, reggae, rocksteady e northern soul que lotavam as entradas dos clubes e bailes, e como 1969 ainda era recente, havia uma enorme influência do universo mod, tanto no seu lado musical, visual e no seu estilo de vida.[7] O estilo de vida dos suedeheads tinha um certo sentido revival, mais de maneira bem mais moderna que ajudou a fundar costumes no meio skinhead. Assim como os mods, eles cultuavam scooters Lambretta e Vespa, gostavam de cultuar a imagem, estavam sempre arrumados, alinhados, botas e sapatos bem polidos. Também estavam sempre em festas, envolvidos na vida noturna.[7] Os suedeheads foram responsaveis por popularizar muitas das marcas de roupas conhecidas hoje em dia como marcas tradicionais da cultura skinhead. Enquanto os bootboys saquavam lojas e usavam roupas como Lonsdale, Warriors e Adidas, os suedeheads usavam camisas polos Fred Perry, Ben Sherman, roupas e acessorios da Merc, sueters sem manga, sobre-tudo alinhado. Com a popularização do reggae na Inglaterra em 1970, os suedeheads viram um sinal de que sua cultura podia continuar moderna e viva nas festas de ska/reggae.[7]

A gravadora Trojan Records que foi uma das responsaveis pela difusão e propaganda do reggae na Inglaterra, chegou a lançar em 1971 um box com 50 músicas em homenagem aos suedeheads londrinos. A box mostra faces do ska/reggae mais moderno, como Lee Perry ("Jungle Lion" e "Black Ipa") e Toots & the Maytals ("Louie Louie").[7]

[editar] Redski
Comunismo

História do Comunismo Escolas[Expandir]

Marxismo Leninismo Stalinismo Trotskismo Maoísmo Titoísmo Castrismo Guevarismo Brejnevismo Sandinismo Eurocomunismo Luxemburguismo Anarcocomunismo Comunismo de conselhos Juche
Partidos[Expandir]

Primeira Internacional Internacional Socialista Internacional Comunista Quarta Internacional
Conceitos[Expandir]

Mais-valia Classe social Proletariado Estado Operário Meios de produção Luta de classes Dialética Materialismo científico Materialismo dialético

Redskin no contexto da subcultura skinhead, é um skinhead esquerdista comunista ou socialista. Este movimento surgiu em oposição ao movimento bonehead que estava se desenvolvendo no mesmo período.

Materialismo histórico Democracia operária Socialismo Sociedade sem classes
Países Socialistas[Expandir]

União Soviética China Cuba Vietnã Laos Coreia do Norte Leste Europeu
Relacionados[Expandir]

Skinheads em Cuba, 1994. O termo é uma combinação da palavra red (uma gíria usada para socialista ou comunista) com a da palavra skin que é um termo curto usado para skinhead. Os redskins tomam uma posição anti-fascista e militante (por vezes revolucionários) da classe prótrabalhadorada. A mais bem conhecida organização associada aos redskins é a Red and Anarchist Skinheads (R.A.S.H.). Outros grupos que tem membros redskins incluem a Anti-Fascist Action (AFA), Red Action e a Red Skinheads Against Racial Prejudice (S.H.A.R.P.) (embora não tenham uma ideologia oficial de esquerda). Bandas redskins associadas incluem: The Redskins, Angelic Upstarts, Blaggers I.T.A., Skin Deep, Kortatu, Skalariak, Banda Bassotti, The Burial, Negu Gorriak, Núcleo Terco, Brigada Flores Magon, Inadaptats, Opció k-95, Los Fastidios e The Press . Uma gravadora associada com a subcultura é a Insurgence Records.

Bolchevique Foice e martelo Ba'ath Neotrotskismo Burocratização Economia planificada Capitalismo de Estado Realismo socialista Cortina de Ferro Muro de Berlim Nomenklatura Simbologia comunista Terminologia soviética Restauração do capitalismo
Comunistas[Expandir]

Cintas vermelhas e laços às vezes são usados pelos redskins para indicar suas tendências de esquerda, embora em algumas áreas geográficas este itens são usados para indicar as convicções da extrema direita. Alguns redskins têm cabelos curtos raspados mais atrás e dos lados, deixando-os mais evidendes no centro da cabeça, por oposição ao tradicional de toda cultura, enquanto os nazi skins costumam raspa-lo totalmente. Este estilo era usado por vários membros redskins, embora fosse mais popular entre os redskins franceses no final dos anos oitenta. O que

Gracchus Babeuf Karl Marx Friedrich Engels Karl Kautsky Piotr Kropotkin Leon Trotsky Rosa Luxemburgo Karl Kautsky Fidel Castro Che Guevara Ho Chi Minh Antonio Gramsci Georg Lukács Álvaro Cunhal Luís Carlos Prestes Amílcar Cabral Olga Benário Leonid Brejnev Josef Stálin

também era popular entre os redskins franceses foi o hábito de virar as jaquetas do averso, para que o forro laranja de suas jaquetas fossem mostrados e os diferenciassem especialmente durante os confrontos freqüentes com os boneheads. Símbolos e slogans esquerdistas são geralmente usado em adesivos, buttons e camisetas.

[editar] S.H.A.R.P

Símbolo da Skinheads Against Racial Prejudice (SHARP). S.H.A.R.P (abreviatura de Skinheads Against Racial Prejudice, em português: skinheads contra o preconceito racial) é uma organização anti-racista que não está envolvida com partidos e organizações políticas, formada por skinheads. Em 1986, um grupo de Minneapolis chamado Skinheads Against Racism (skinheads contra o racismo) deu origem ao projeto Anti-Racist Action (ação anti-racista) para congregar skinheads na luta contra o racismo e a xenofobia.[8] Inspirados na idéia, um grupo de skinheads de Nova Iorque fundou a organização SHARP, organizada em sedes regionais.[8] Embalados pelo hardcore punk americano, tinham mais um sentido de unidade do que de revival da cultura skinhead, bandas como Iron Cross e Agnostic Front foram influência e conseqüência de sua formação, inclusive esteticamente. Notou-se também a influência do hardcore punk e a presença de Straight Edges na SHARP, assim dando origem ao skin edge.

Protesto de pessoas e skinheads anti-fascistas na estação de metrô de Marlborough na cidade de Calgary em Alberta no Canadá. Os SHARPs são patriotas, pregam a distância da cultura skinhead dos partidos e organizações políticas, sejam elas de direita ou de esquerda e pregam uma atitude positivamente anti-racista, num argumento de lógica, já que sem o ska e os rude boys jamaicanos, o skinhead nem existiria.[8] Estão mais voltados para o lado de seu convívio

social no dia-a-dia, que inclui não somente estereótipos como punk ou skinhead, mas também uma unidade social e urbana. Essas posições têm o objectivo de diferenciar skinheads não-racistas que sempre foram a maioria, de skinheads racistas (conhecidos como boneheads), evitando assim a generalização da cultura skinhead como racista. Outros objectivos são "informar a opinião pública sobre a verdadeira cultura skinhead, desmascarar os impostores boneheads e expulsá-los dos bairros por todos os meios necessários". Roddy Moreno, vocalista da banda galesa The Oppressed, conheceu a idéia ao visitar Nova Iorque em 1988 divulgando-a e incentivando a criação de secções na Europa. Devido a posição da SHARP de se distanciar de políticas de esquerda, em 1993 ocorreu uma divisão que deu origem aos RASH (Red and Anarchist Skinheads). Atualmente a SHARP é mais uma designação pessoal de uma atitude anti-racista, existem pessoas que se afirmam SHARPs sem serem filiados a uma secção. No Brasil, apesar de não existirem secções reconhecidas muitos indivíduos se dizem SHARPs.[8] Em Portugal, a SHARP tem uma secção desde 1995.

[editar] R.A.S.H.
Parte da série sobre

Anarquismo

Vertentes[Expandir]
Budista • Cristão • Comunista • Cripto • Feminista • Filosófico • Especifista • Ilegalista • Info • Individualista • Insurrecionário • Magonista • Pacifista • Plataformista • Pós-anarquismo • Pós-esquerdista • Primitivista • Punk • Queer • Sem adjetivos • Sindicalista • Social • Verde • Yamaguishista

História[Expandir]
Ato de Exclusão Anarquista • Batalha de Gênova • Batalha de Seattle • Biênio Vermelho • Caso de Sacco e Vanzetti • Catalunha Anarquista • Comuna de Paris • Congresso de Amasterdã de 1907 • Conspiração dos Iguais • Escola Moderna • Greve Geral de 1917 • Incidente Amakasu • Incidente

Kōtoku • Insurreição anarquista de 1918 • Internacional Negra • Jornadas de Maio de 1837 • Levante Zapatista • Maio de 1968 • Patagônia rebelde • Primeira Internacional • Provos • Rebelião em Oaxaca • Rebelião da Baixa Califórnia • Revoada dos galinhas-verdes • Revolta de Haymarket • Revolta de Kronstadt • Revolução Espanhola • Revolução Mexicana • Revolução Ucraniana • Semana Trágica de 1909 • Semana Trágica de 1919

Conceitos[Expandir]
Ação direta • Amor livre • Anarquismo filosófico • Anarquismo epistemológico • Antiautoritarismo • Antinacionalismo • Apoio mútuo • Autogestão • Consenso • Democracia direta • Desobediência civil • Ecologia social • Humanismo • Grupo de afinidade • Lei policêntrica • Liberdade • Livre associação • Luta de classes • Revolução social • Simbolismo • Substrução • Voluntarismo

Estratégias[Expandir]
Black bloc • Centro de Mídia Independente • Comunalismo intencional • Faça você mesmo • Federalismo libertário • Freeganismo • Infoshop • Luddismo • Municipalismo • Okupas • Propaganda pelo Ato • Pedagogia libertária • Sabotagem cultural • Sociedade desescolarizada • Somaterapia • Yomango

Economia[Expandir]
Agorista • Coletivista • Contraeconomia • Economia Solidária • Cooperativista • Economia do dom • Escravidão do salário • Mutualista • Voluntarista

Por região[Expandir]
África • Argentina • Áustria • Brasil • Canadá • China • Coreia • Cuba • Espanha • Estados Unidos • França • Grécia • Índia • Inglaterra • Irlanda • Israel • Itália • Japão • México • Polônia • Portugal • Rússia • Somália • Suécia • Turquia • Ucrânia • Vietnam

Tópicos[Expandir]
Africanismo • Anarconacionalismo • Antropologia • Anarcocapitalismo • Artes • Capitalismo • Libertação animal • Fascismo • Geografia • Islamismo • Judaísmo • Marxismo • Nacionalismo • Niilismo • Racismo • Religião • Violência

Listas[Expandir]

R.A.S.H (abreviação de Red and Anarchist Skinheads, em português: skinheads comunistas e anarquistas) são skinheads ligados ao anarquismo ou ao comunismo. Se posicionam abertamente contra o fascismo, o neonazismo e todo tipo de preconceito como o racismo e a homofobia.[9] Alguns membros da RASH fundaram torcidas organizadas como as Ultras Contra o Racismo em Portugal, como uma forma de se posicionar contra o racismo e o neonazismo presente nas torcidas organizadas de futebol. Os RASHs fazem campanhas e organização de concertos. Eles também atacam skinheads de extrema-direita (os boneheads) tentando expulsá-los das ruas. Sua luta atinge as principais causas da justiça e da luta global contra o capitalismo.

Biografias • Anarquistas brasileiros • Anarquistas portugueses • Anarquistas em prisões • Livros • Conceitos • Comunidades • Editoras • Filmes documentários • Filmes de ficção • Meios de comunicação • Músicos • Organizações • Páginas • Periódicos

Relacionados[Expandir]
Antianarquismo • Anticapitalismo • Anticomunismo • Anticonsumismo • Anticorporativismo • Antiglobalização • Antimilitarismo • Antiestadismo • Autonomismo • Movimento operário • Libertarianismo • Socialismo libertário • Internacional Situacionista

Portal da Anarquia
(editar)

Símbolo do Red and Anarchist Skinheads (RASH). Foi fundada em Nova York nos Estados Unidos em 1993,[9] e em Montreal e Quebeque em 1994. Apareceu pela primeira vez na França em Le Havre antes de se espalhar para as cidades de Marselha e Bordeaux e no resto do país. A R.A.S.H. é de um grupo relativamente recente do final dos anos 90 de redskins comunistas e skinhead da nova geração influenciados pelo anarquismo. Os skinheads estão comprometidos com a extrema-esquerda, ou mesmo o que os cientistas políticos chamam de ultra-esquerda (discurso revolucionário) ou grupos de autonômos, isto é, não vinculados a grandes partidos políticos. O termo "red", que remete para o comunismo, que literalmente significa "vermelho" e "redskins" pode parecer em desacordo com o "anarquista". O anarquismo é, estritamente falando, uma doutrina libertária socialista (baseado no ideal de liberdade), que tende a criar uma sociedade sem um estado ou propriedade privada (veja os escritos de Proudhon, Bakunin, Kropotkin…). O comunismo é outra doutrina socialista, construído principalmente por Karl Marx, que observou uma luta de classes que existe entre a burguesia, por um lado e do proletariado, por outro. Ele defende a tomada do poder pelo Partido Comunista em nome do proletariado, para estabelecer a aquisição por parte do proletariado, o único esquema considerados aptos a realizar as reformas que levariam a uma sociedade ideal, sem um estado ou propriedade privada. Em resumo, podemos dizer que os comunistas e anarquistas tendem para o mesmo ideal, mas estão divididos sobre como chegar lá. Os RASHs são animados pela convicção de que os skinheads são um movimento juvenil verdadeiramente proletário e internacional. Composição do movimento skinhead é um complemento lógico à política ou sindical. Os RASHs franceses são próximos das

seguintes organizações: a CNT (Confederação Nacional do Trabalho, sindicalista revolucionária), FA (Federação Anarquista), l'UA (União anarquista), l'OCL (Organização Comunista Libertária) e LCR (Liga Comunista Revolucionária, um partido trotskista), SCALP. Outro exemplo é a internacional Anarchist Black Cross (organização anarquista revolucionária) ou Internacional Socialismo (movimento trotskistas anglo-saxónica).

[editar] F.A.S.H.
Ver artigo principal: Federación Anarco Skinhead F.A.S.H (abreviação de Federación Anarco Skinhead, em português: Federação Anarquista de Skinhead) é uma federação criada entre o fim de 2002 e início de 2003 em Madrid na Espanha formada em sua maioria por skinheads[10][11] e também por pessoas ligadas ao movimento, diferenciando-se da R.A.S.H. e S.H.A.R.P. por possuir membros exclusivamente anarquistas.[11] Teve início através de debates entre skinheads antifascistas e anarco-punks, o intuito era expandi-lá para o resto do país e também para outras partes do mundo, seus objetivos são coletivos e permitem que novos indivíduos forneçam novas ideias. Acreditam que com luta combateram a manipulação do movimento skinhead feita pela mídia burguesa.[10] A F.A.S.H. Zona Norte, surgiu para organizar e estabelecer vínculos com indivíduos e grupos, eles tem uma visão comum da vida que é a luta para que skinheads e anarquistas cresçam o mais rapidamente possível, mudar o mundo em que eles vivem e transformar suas próprias vidas.[12] Surgido no início dos anos 80, como uma dissidência do movimento punk na zona leste de São Paulo e no ABC paulista. Inicialmente sem nenhuma informação e ligação com a cultura skinhead do final dos anos 60 e início dos anos 70, foram influenciados pelo punk oi! que existia na Inglaterra dos anos 80. A proposta original era um retorno às origens do movimento punk paulista, aliada à uma ideologia baseada na violência e no vandalismo, no patriotismo, no anti-racismo, no anti-militarismo, contra os políticos e seus partidos, contra a polícia, contra a igreja. Com o passar do tempo, foram se desvinculando dessa proposta original e adquiriram um caráter conservador, que levou a se posicionar e promover ações contra esquerdistas, diferentes tribos urbanas (em especial àquelas ligadas ao pensamento de esquerda), drogados e homossexuais. Facções ligadas a neonazistas também agridem, em alguns casos, judeus, prostitutas, e outras minorias. As principais gangues e a maioria dos indivíduos são anti-racistas uma vez que defendem a tese de que a identidade e raça original da população brasileira é a miscigenação de todas as raças, mas existem carecas indiferentes ou simpatizantes de ideais nazi-fascistas e racistas, em especial na região Sul e Sudeste do país, onde há um movimento de independência de caráter muitas vezes branco-separatista. Atualmente, sua postura ideológica é fundamentada, numa mistura de nacionalismo, homofobia, anti-racismo, anti-comunismo, anti-anarquismo e anti-drogados. Sua postura ideológica é confusa e cheia de contradições. Embora assumam uma postura anti-racista, além de bandas do estilo musical punk oi! (não envolvidas com ideologias racistas), ouvem bandas internacionais ligadas a ideologia white power, cujo estilo musical é denominado de RAC (envolvidas em países europeus e norte-americanos com

ideologias racistas) e as bandas de carecas brasileiros se auto-rotulam dentro desse estilo. Sua postura anti-drogados entra em contradição com o problema do alcoolismo dentro do movimento careca. As gangues paulistas Carecas do Subúrbio e sua dissidência, Carecas do ABC, se tornaram famosas na cultura popular devido a episódios de violência amplamente divulgados pela mídia. Alguns integrantes dos Carecas do Subúrbio nas comemorações de 1 de maio de 1988, unidos a membros da extinta Ação Integralista Brasileira e do Movimento Participativo Nacionalista Social, além de mais três entidades políticas de extrema-direita, entraram em confronto com manifestantes da organização sindicalista de esquerda CUT. Isso gerou divergências dentro do movimento careca na época, pois alguns não queriam a entrada de ideologias associadas à movimentos políticos dentro do movimento careca e nem serem usados como massa de manobra por esses movimentos. Ainda no final dos anos 80, esse e outros episódios provocaram a fragmentação do movimento careca em várias facções devido à divergências ideológicas.

[editar] Agressões no Brasil
No Brasil já ocorreram confrontos documentados entre grupos de punks, skinheads e neonazistas.[13] Em São Paulo Em 6 de Fevereiro de 2000, o adestrador de cães e homossexual Edson Néris da Silva foi espancado até a morte por membros da gangue Carecas do ABC, a policia apurou o envolvimento de 18 indivíduos, por estar andando de mãos dadas com seu companheiro, Dário Pereira Netto, que conseguiu fugir. Em 7 de Dezembro de 2003 os Carecas do ABC se tornam novamente notícia quando três de seus membros, no caminho de volta de uma reunião da gangue, ameaçaram com armas brancas dois adolescentes (Cleiton da Silva Leite, 20 anos, e Flávio Augusto Nascimento Cordeiro, 16 anos, motivados pelas camisetas com estampa de bandas de punk rock), e os forçaram a pularem pela janela do trem em movimento em que estavam, resultando na morte de Cleiton e no amputamento do braço direito de Flávio.[14] No dia 15 de abril de 2007 na rua augusta um grupo de punks mataram um skinhead com golpes de barra de ferro na nuca e facadas nas costas.[15] No dia 4 de setembro de 2011, durante um show de um banda britânica, um skinhead também morreu em conflito com outros skinheads.[16][17] No mesmo dia foram registrados confrontos entre punks e skinheads envolvendo aproximadamente 200 pessoas.[18][19] Em Minas Gerais No dia 3 de setembro de 2011, em Belo Horizonte uma briga entre punks e skinheads deixou duas pessoas feridas por facadas na Praça da Liberdade.[20][21]

No Rio Grande do Sul No dia 6 de agosto de 2011, em Porto Alegre, uma briga envolvendo punks, skinheads e neonazistas resultou em 8 feridos.[22][23]

Grupos de skinheads neo-nazistas
Nazismo

Origens[Expandir]

Pangermanismo Nacionalismo Anti-semitismo Racialismo Eugenia Higiene racial Homofobia Integralismo
Ideologia[Expandir]

Raça ariana Totalitarismo Mein Kampf Nova Ordem Saudação de Hitler
Religião e ocultismo[Expandir]

Religião Misticismo nazi Suástica Sol negro
Organizações[Expandir]

Partido Nazista Sturmabteilung - SA Schutzstaffel - SS Werwolf Igreja Nacional do Reich Juventude Hitlerista
História[Expandir]

Terceiro Reich Leis de Nuremberg Noite das Facas Longas Noite dos cristais Segunda Guerra

[editar] White powers/Boneheads
Ver artigo principal: Skinhead white power Skinhead white power (também conhecido como naziskin, skin 88, skinhead nazista ou ainda, bonehead que é uma denominação pejorativa utilizada pela maioria dos skinheads não-racistas, que significa algo como "cabeça dura" ou "parvo" na gíria inglesa) é uma ramificação da cultura skinhead que possui individuos anti-semitas da supremacia branca.[24][25] Muitos deles são filiados com organizações do nacionalismo branco. Eles são conhecidos por seus ataques, especialmente contra imigrantes paquistaneses (paki bashing o "linchamento de paquistaneses"), contra hippies e contra militantes ativistas de extrema-esquerda (comunistas em particular). A radicalização de alguns skinheads de extrema-direita foi iniciada pelo desvio da banda inglesa Skrewdriver, que inicialmente era uma banda de streetpunk apolítica. A British National Front foi responsável na transformação de parte do movimento skinhead neonazista nos anos 70 e 80.

Mundial Experimentos humanos Campo de Concentração Holocausto Julgamentos de Nuremberg
Relacionados[Expandir]

Supremacia branca Lei de Godwin Neonazismo
Principais nazistas[Expandir]

Adolf Hitler Heinrich Himmler Joseph Goebbels Albert Speer Hermann Göring Rudolf Hess Josef Mengele Martin Bormann
Filmes prónazismo[Expandir]

[editar] Hammerskins
Ver artigo principal: Hammerskins

Jüd Suss Triunfo da Vontade
Documentários[Expandir]

A Arquitetura da Destruição

Protesto de um grupo de white powers em Alberta no Canadá. Hammerskins (também conhecido como Hammerskin Nation) é um grupo da supremacia branca formado em 1988 em Dallas, Texas.[26] Os hammerskins assim como os boneheads fazem parte dos "skins-neonazista" e tem uma ideologia totalmente contrária aos dos demais grupos da subcultura skinhead como os trad skins, os

R.A.S.H.s, os S.H.A.R.P.s, os redskins entre outros subgrupos anti-fascistas que não toleram racismo, homofobia, xenofobia entre outros tipos de preconceitos. O foco principal dos hammerskins é a produção e divulgação da música supremacista branca que é mais conhecida como Rock Against Communism e muitas bandas white powers são afiliadas a eles. Os Hammerskins são afiliados com a gravadora 9% Productions. Eles idealizam aqueles que consideram guerreiros históricos para a raça ariana, como os vikings e nazistas. Muitos de seus membros foram condenados por assédio, assaltos e assassinatos de pessoas não-brancas.[26] Os Hammerskins são considerados nos Estados Unidos como o grupo mais conhecido e organizado de skinheads racistas. A luta pelo poder acabam dividindo o grupo em várias facções, alguns dos quais estão agora defuntos,[27] mas os membros reorganizam e fortalecem a organização. Os Hammerskins também têm torcidas organizadas e a maioria dessas nações são conhecidas como Crew 38. O Hammerskins host several e vários outros concertos anuais, incluindo Hammerfest, um evento anual, tanto nos Estados Unidos como na Europa caíram em homenagem a Hammerskin Joe Rowan, vocalista da banda Nordic Thunder. O logotipo dos Hammerskins é representados por dois martelos atravessados um no outro, assemelhando-se ao passo de soldados, é baseado em uma organização neo-nazi fictícia retratada no filme "Pink Floyd The Wall" de 1982. No entanto, o retrato do grupo fictício do filme foi a intenção de mostrar o nazismo negativamente. O logotipo dos Hammerskins e seu lema "Hammerskins Forever, Forever Hammerskins" (HFFH) frequentemente aparecem em seus apetrechos e tatuagens.

[editar] Carecas de Portugal
Em Portugal o termo Carecas também é empregado por skinheads patriotas, nacionalistas e conservadores de extrema direita, no entanto o nacionalismo defendido pelos carecas portugueses, está profundamente ligado à ideologia da supremacia branca e ao neonazismo, uma vez que estes indivíduos afirmam ser a raça branca a origem e verdadeira identidade portuguesa. Um caso de violência ligado aos carecas portugueses, é o assassinato de Alcíndo Monteiro, em Agosto de 1995, no Bairro Alto, em Lisboa, apenas por ser negro. [editar] Simbologia dos skinheads neonazistas Principais símbolos Descrição

1. Cruz celta: Embora a cruz celta não seja um símbolo explicitamente racista, ela é muitas vezes usada por pessoas do movimento white power, especialmente os boneheads, e também frequentemente utilizada por outros grupos racistas.[28]  2. Odin's Rune: É o símbolo de uma religião pagã chamada Odinismo. Nem a religião nem o símbolo é racista, mas ambos foram cooptados por certos sectores da extrema direita.[28]  3. Símbolo da White Power: Este símbolo pode ser frequentemente reconhecido como um patch usado em coletes ou jaquetas de skinheads racistas.[28]  4. Cruz de Ferro (Iron Cross): Assim como a cruz celta, esse é um símbolo que não é inerentemente racista, mas é frequentemente utilizado por membros do movimento racista. A cruz representa a força. Para identificá-lo como um símbolo racista, ela normalmente tem uma suástica no centro da cruz.[28]  5. Símbolo da Schutzstaffel (Sieg Rune; ϟ ϟ): Este símbolo é visto frequentemente tatuado nos skinheads racistas. É o símbolo que era usado originalmente pela SS de Hitler.[28]  6. Deaths Head: Este símbolo foi originalmente usado por soldados nazistas SS durante a Segunda Guerra Mundial, mas agora pode ser visto frequentemente usado pelos skinheads racistas. É também um favorito entre aqueles na cena da música white power.[28]

Skinheads faziam tatuagens que hoje são chamadas de "old school", eram as tatuagens feitas no século passado, no seu início, por marinheiros britânicos, que também as espalharam pelos continentes. Essas são caracterizadas por linhas externas grossas, sombreamento preto pesado, cores primarias limitadas e desenhos "padrão" como a pantera negra, coração, adagas, pin-up girls e rosas.

ANDORINHA Tradicionalmente a andorinha é uma tatuagem que um marinheiro fez após viajaar 5.000 milhas náuticas no mar e representa "voltar para casa com segurança". Muitas vezes uma andorinha é o "primeiro sinal de terra". Elas são reconhecidas à distância, percorrem a praia durante a migração e descansam sobre barcos perto da costa marítima. Andorinhas também voltam para casa todos os anos, não importa onde elas estão, representam uma fonte de conforto para os velejadores longe de casa. São também associadas com lealdade e fidelidade - andorinhas escolhem um companheiro para a vida, e só este tem acesso ao ninho.

SKINHEAD CRUCIFICADO Este símbole é um dos mais antigos e tradicionais símbolos skinhead. Ele é usado para simbolizar o sofrimento da classe trabalhadora. As vezes é usado como uma mensagem ameaçadora. Mas sua principal utilização desde suas primeiras aparições (especula-se que tenha sido criado, inicialmente, para a banda The last Resort), seria a de representar a "crucificação" que os skinheads sofrem da mídia e da população em geral, pelos erros e crimes

que outros cometem.

TEIA DE ARANHA É geralmente tatuada nos cotovelos, mas as vezes também nos ombros e joelhos. É uma tatuagem que foi associada no início à violência, pois era uma tatuagem prisional que indicava homicídio. Em alguns lugares, é associada à dependência química, pode simbolizar estar preso ao sistema, ser apanhado pelas teias do destino, em situações que você não pode controlar. Mas também associada à racistas, pode significar que você ja matou alguem de uma minoria étnica.

BOTAS As botas são tatuadas para simbolizar o skinhead como proletário, para enfatizar o orgulho de sua posição, além de ser um dos elementos principais do visual skinhead.

A.C.A.B. É uma sigla que significa "todos os policiais são bastardos". Este lema é usado por torcidas de futebol na Europa (normalmente de esquerda), e também por tribos urbanas, em sua maioria, de esquerda ou anarquista, grande parte composta por skinheads ou punks. Usam este termo para denunciar violência ou uso da força excessiva por parte das autoridades policiais.

Skinhead Os skinhead tatuavam a palavra "skinhead" em partes variadas do corpo, desde a cabeça, pescoço, até as mãos.Ou tatuavam figuras de Skinheads, principalmente nos braços e pernas.

Cruz na maioria das vezes, tatuada na parte frontal da cabeça, entre os olhos (muitas vezes acompanhada da palavras "skins"), às vezes nos dedos, ou no topo da mão, entre o polegar e o indicador, é uma tatuagem comum, muito presente na segunda geração de skinheads. Essa tatuagem tem dois significados principais, que são mais aceitos: Pode ter a mesma conotação do skinhead crucificado ou ser a Cruz de São Jorge, a cruz vermelha, no centro das bandeiras da Inglaterra e Reino Unido.

Bulldog O Buldogue é a personificação animal do Reino Unido, os seus habitantes têm a fama de ter um "espírito de buldogue", referenciando as dificuldades que suportaram durante a Segunda Guerra Mundial. Winston Churchill tinha uma cara similar a um buldogue, de modo que também é associado a ele. (Opinião do autor deste blog: Pra mim tudo isso é baboseira, antigamente o bulldog era o animal mais violento e usado em rinhas, antes da existencia da raça pittbull, alem de ser um cão tradicional inglês, o bulldog moderno é uma mistura de linhagens que geraram este adoravel companheiro docil.) Música Muitas tatuagens comuns aos skinheads são também as de nomes de bandas, selos de gravadoras ou estilos musicais que ouvem, que por si só, já expressam seu significado.

Devido ao seu significado tatuagens são uma expressão da individualidade e devem ser escolhidas com cuidado. Quando feita a tatuagem só mantém a sua essência, pois passa a ter um significado particular para o tatuado. Além disso, skinheads tatuam qualquer coisa que tenha um significado próprio, como qualquer outra pessoa.

A origem do skinhead. O movimento skinhead apareceu no final dos anos 60, na inglaterra. Eles surgiram como uma evolução de outro movimento, os mods. Os mods, abreviação de "modernists", eram uma galera que deu muito o que falar no início dos anos 60, que curtia lambretas, música negra norte americana (soul, r&b) e jamaicana (ska), roupas alinhadas (o visual deles era muito peculiar para a época, e, apesar de imitado, quase nunca é reproduzido com fidelidade hoje), etc... Os mods brigavam com os Rockers, que curtiam jaquetas de couro, motocicletas, rock anos 50 e topetes. Essas brigas sempre davam muito o que falar na imprensa. Com o tempo, o Mod se dividiu e ntre o pessoal mais intelectual, refinado, "cool"; e o pessoal mais das ruas, mais proletário, briguento. Os mais "artistas", apelidados de "Mods de escola de arte", acabaram dando origem ao psicodelismo (membros de bandas como The Who e Pink Floyd eram mods antes de virarem "psicodélicos"). Os mais "rueiros" (chamados "hard mods"), exageraram o visual simples do mod original, deixando o cabelo cada vez mais curto e adotando as botas e suspensórios como uniforme, enfatizando sua condição de classe trabalhadora. Além disso, o ska, que ia aos poucos se transformando no reggae, passava a ser a trilha sonora desses "hard mods", frequentadores de bailes onde rolava música da jamaica. Em 1968, eles já eram muitos, e estavam causando muita confusão, brigando em estádios de futebol e nas ruas. A imprensa apelidou-os de "skinheads" (cabeças raspadas) e eles assumiram o nome. O skinhead original não tinha nada a ver com política. O negócio deles era curtir som (reggae/ska), visual, tretas (no estádio de futebol ou contra hippies e gangues de motoqueiros), futebol, etc... Não havia racismo também, pois muitos skins eram negros, e mesmo os brancos ouviam apenas música negra e frequentavam os mesmos bailes dos jamaicanos. Isso durou até o começo dos anos 70, quando o movimento quase acabou. O pessoal ou largou por ter ficado mais velho, ou mudaram de movimento (novos estilos surgiram a partir do skinhead - como o Suedehead, mais preocupado com a aparência e os bootboys, hooligans de futebol). Até que em 1977, aproximadamente, impulsionado pela explosão dos movimentos (punk, new wave, volta do mod e do rockabilly, etc), começaram a aparecer novos skins, e alguns antigos voltaram à cena. Alguns ainda eram fiéis ao "espírito de 69", enquanto outros eram influenciados pelo punk, misurando elementos punks ao visual skinhead tradicional. No final de 77, começo de 78, acontece um racha no punk, semelhante ao que houve no mod nos anos 60: parte do movimento segue um direcionamento mais "artístico" (originando o pós punk, new wave, gótico, etc), e outros pegam mais o lado agressivo, rueiro e suburbano (o "Street Punk", mais tarde apelidado de "Oi!"). Essa leva de punks mais "crus", têm como guia o Sham 69. Jimmy Pursey, vocal do Sham, era skin no começo dos anos 70, e a banda tinha um grande público skinhead. Desta forma, começa a se multiplicar uma nova geração de skins, influenciados pelo punk e ouvinte de punk rock, com um visual menos bem arrumado do que os skins originais. Os skins "tradicionais" diziam que estes eram apenas "punks carecas", pois não tinham noção alguma sobre as tradições do skinhead. Eis que os skins voltam a ser uma visão comum nas ruas de Londres, e em shows punks. No final dos anos 70, surge o movimento 2 Tone. O 2 Tone ("2 tons", ou seja, branco e preto, antiracismo) era o nome dado à nova geração de bandas de ska (The Madness, The Specials (foto), The Selecter, etc) e seus seguidores. As bandas 2 Tone eram influenciadas pelo som skinhead original (Ska e reggae antigo), inclusive tocando covers das favoritas dos bailes de 69. De

qualquer maneira, o 2 Tone levou muitos skins de volta às origens musicais, visuais e multiraciais do movimento. Mas nem tudo eram flores, e enquanto a 2 Tone estava fazendo um ótimo trabalho combatendo o racismo e o fascismo através do ska, a extrema direita (em especial o "National Front") começava a se aproximar dos skinheads mais ignorantes. Enquanto o Sham 69 e outras bandas street punk com fãs skins (foto) tocavam em festivais chamados "Rock Against Racism" (rock contra o racismo), organizados por partidos de esquerda, o National Front cria sua própria organização, o "Rock Against Communism", para apoiar bandas de extrema direita. Desta maneira, nasce o "Skinhead Nazista", tão conhecido pelo mundo todo. No entanto, a maioria dos skins continuava sem um direcionamento político definido, longe dos fascistas. Sabe-se que nesta mesma época (1979), havia uma banca de skins em Londres chamada "S.A.N."- "Skinheads Against Nazis", que queria eliminar a influencia dos neo-nazistas. Bandas de punk rock com membros skins, como os Angelic Upstarts (foto), eram assumidamente esquerdistas e se opunham ao National Front com veemência. Mas como é de costume, a mídia sensacionalista começa a chamar todo skinhead de nazista, e o que é pior, todo jovem nazi de "skinhead". Com isso, a extrema direita só conseguiu novos adeptos e os skins "White Power" aumentam em tamanho e importância. Mas mesmo assim estavam longe de ser maioria. Em 1980, o punk estava em baixa, tendo sido transformado em new wave e vendido em butiques. Mas nos subterrâneos, muitas bandas de "punk real" estavam na luta.A maioria delas era influenciada pelo Sham 69 e outras bandas street, e faltava um nome para uní-las. Eis que o jornalista Garry Bushell, chama este novo movimento de "Oi!", por causa da música dos Cockney Rejects "Oi! Oi! Oi!". O Oi! tinha como ideal ser uma revitalização do punk agressivo, realista, das ruas, sem a comercialização e a suavização da new wave. Era a música que segundo Bushell, unia "punks, skins e toda a juventude sem futuro". Logo organizaram a primeira coletânea Oi!, com os Cockney Rejects, 4 Skins, Angelic Upstarts, Peter & the test Tube Babies, Exploited e outras bandas, formadas por punks, skins e "normais". Foram feitas várias outras coletâneas Oi! a partir daí, e muitas bandas apareceram. Então, apesar de no Brasil as pessoas pensarem que Oi é "som de careca", ou que bandas Oi devem ser de direita, isto não passa de preconceito. O Oi! nada mais é do que um estilo de punk rock de volta às raízes, mais ligado à rua, ao realismo social. Nada a ver com a extrema direita. A maior prova disso é a adesão original de bandas como os U.K. Subs ao Oi!, e o fato do Business (uma das maiores bandas Oi), tocar um cover do Crass. Enfim, a grande maioria das bandas ou era de esquerda ou era apolítica. Entre as bandas Oi originais, não havia nenhuma que fosse nazi. Os nazis, como já disse, estavam envolvidos com o R.A.C., e se o som deles era semelhante ao Oi, as idéias certamente não eram. Com o tempo, a mídia passou a explorar cada vez mais o skinhead, e o Oi!, que já era a música oficial da maioria dos skins acabou sendo associado ao fascismo. Com isso, muitas bandas punks (com medo de terem o filme queimado) se distanciaram, deixando o termo Oi! principalmente na mão dos skinheads. Mas de qualquer maneira é absurdo, como costumam fazer por aqui, usar a palavra Oi! querendo dizer skin, ou careca (tipo "fulano de tal é oi!"), e boicotar determinadas bandas apenas por serem Oi. Oi! é um estilo de música baseado na união e na temática direta e agressiva, não uma ideologia política. Apesar de haver muitas bandas Oi! nacionalistas e formadas apenas por skinheads, uma banda pode ser Oi! sendo 100% punk sem ter nada a ver

com nacionalismo, extrema direita ou nada disso, basta acreditar nos ideias originais da coisa. Resumindo, Oi! é apenas mais um nome para o punk, ou melhor, para o "street punk", não devendo ser confundido com uma ou outra postura política. Nos Estados Unidos, muitas bandas de hardcore foram influenciadas pelo Oi! e tinham membros skinheads (não nazis), como era o caso do Agnostic Front, Cro-Mags, Iron Cross, Warzone, etc...Daí o motivo de muita gente (especialmente até alguns anos atrás) chamar essas bandas de nazistas, injustamente. Algumas delas eram patriotas, mas não eram racistas, nazistas ou nada do tipo. Hoje em dia, há pelo menos 3 tipos de skinhead pelo mundo afora (no Brasil a cena é um pouco diferente). A maioria deles são os chamados "tradicionais", que acreditam nos valores originais do skinhead. Muitos são o que se chama de "Espírito de 69", ou seja, procuram reproduzir exatamente os skins dos anos 60 e ouvem apenas reggae e ska. Outros são mais ligados ao Oi, e a maioria gosta tanto de Oi!, quanto de punk 77, reggae, ska, soul, etc... A política fica em segundo plano, e todos são contrários ao racismo. Há também os skins engajados mais à esquerda, que podem ser "Sharp" (muitos se dizem apolíticos ou patriótas e não se juntam com nacionalistas, e confrontam os nazis face a face) ou "Rash" (skins anarquistas ou comunistas). Estes, convivem mais ou menos bem com os tradicionais, e ouvem as mesmas coisas, mas há um certo conflito, pois os "trads" chamam eles de fanáticos e eles chamam os "trads" de alienados... O Sharp foi muito grande até a metade dos anos 90, e teve uma queda em número de participantes. Mas depois de alguns anos começaram a voltar ex-skinheads ou novos skins e está crescendo cada vez mais. Os mais politizados aderiram ao Rash, e os que achavam que o Sharp deveria ser apolítico, passaram a se denominar tradicionais, ou apenas skinheads. O Rash e os Redskins (skins comunistas) são fenômenos grandes em alguns países como França (onde existem em grandes números e bem organizados desde o início dos anos 80), Itália, Espanha, Colômbia, Brasil, Chile, Argentina, Alemanha, Estados Unidos, Canadá e no resto da Europa. Os skins nazis, que em geral usam visual diferente, curtem som diferente (puxado para o hard rock) e frequentam baladas diferentes. São igualmente detestados pelos tradicionais, sharps e rash. Em comum somente tem o nome já que não tem nada da essência skinhead como ouvir reggae e ska, por exemplo.

1. Cruz celta: Embora a cruz celta não seja um símbolo explicitamente racista, ela é muitas vezes usada por pessoas do movimento white power, especialmente os boneheads, e também frequentemente utilizada por outros grupos racistas. 2. Runa Odal: É o símbolo de uma religião pagã chamada Odinismo. Nem a religião nem o símbolo é racista, mas ambos foram cooptados por certos sectores da extrema direita. É uma letra do alfabeto rúnico, usado pelos antigos povos germânicos e representa o som "O". Originalmente como dito, nada tem a ver com o nazismo, mas como foi usada como símbolo de uma divisão SS, passou a ser usada pelos neonazis.

3. Símbolo da White Power: Este símbolo pode ser frequentemente reconhecido como um patch usado em coletes ou jaquetas de skinheads racistas. 4. Cruz de Ferro: Assim como a cruz celta, esse é um símbolo que não é inerentemente racista, mas é frequentemente utilizado por membros do movimento racista. A cruz representa a força. Para identificá-lo como um símbolo racista, ela normalmente tem uma suástica no centro da cruz. 5. Símbolo da Schutzstaffel (Sieg Rune): Este símbolo é visto frequentemente tatuado nos skinheads racistas. É o símbolo que era usado originalmente pela SS de Hitler. 6. Totenkopf: Este símbolo foi originalmente usado por soldados nazistas SS durante a Segunda Guerra Mundial, mas agora pode ser visto frequentemente usado pelos "skinheads" racistas. É também um favorito entre aqueles na cena da música white power. Postado por RASH SP às 23:25

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