HIBBELER, R.C. Cinética de uma partícula: força e aceleração. In: ______. Dinâmica: mecâncica para engenharia.

São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2011. p. 83-132. CAPITULO 13 Cinética de uma partícula: força e aceleração Objetivos do capítulo Estabelecer a segunda lei do movimento de Newton e definir massa e peso. Analisar o movimento acelerado de uma partícula utilizando a equação do movimento com diferentes sistemas de coordenadas. Investigar o movimento de força central e aplicá-lo a problemas da mecânica espacial. 13.1 Introdução Cinética é o ramo da dinâmica que trata da relação entre a variação do movimento de um corpo e as forças que causam esta variação. A base para a cinética é a segunda lei de Newton, que afirma que quando uma força desequilibrada atua sobre uma partícula, a partícula acelerará na direção da força com uma intensidade que é proporcional à força. Esta lei pode ser verificada experimentalmente aplicando uma força desequilibrada F a uma partícula, e então medindo a aceleração a. Visto que a força e a aceleração são diretamente proporcionais, a constante de proporcionalidade, m, pode ser determinada a partir da relação (ver fórmula). Este escalar positivo m é chamado massa da partícula. Sendo constante durante qualquer aceleração, m fornece uma medida quantitativa da resistência da partícula a uma variação na sua velocidade, que é sua inércia. Se a massa da partícula é m, a segunda lei do movimento de Newton pode ser escrita em forma matemática como Esta equação, que é referida como a equação do movimento, é uma das formulações mais importantes da mecânica.(nota de rodapé 1 no final do texto) Como estabelecido anteriormente, sua validade é baseada unicamente em evidências experimentais. Em 1905, entretanto, Albert Página 83

Einstein desenvolveu a teoria da relatividade e estabeleceu limitações sobre o uso da segunda lei de Newton para descrever o movimento geral das partículas. Por meio de experimentos, ficou provado que o tempo não é uma quantidade absoluta como suposto por Newton; e como resultado, a equação do movimento não prevê o comportamento exato de uma partícula, especialmente quando a velocidade da partícula se aproxima da velocidade da luz (0,3 Gm/s). Desenvolvimentos da teoria da mecânica quântica por Erwin Schrödinger e outros indicam, também, que conclusões tiradas do uso desta equação também são inválidas quando as partículas são do tamanho de um átomo e se movem próximas umas das outras. Na maioria das vezes, entretanto, estas exigências com relação à velocidade e à dimensão de uma partícula não são encontradas em problemas de engenharia, de maneira que seus efeitos não serão considerados neste livro. Lei da atração gravitacional de Newton Pouco depois de formular suas três leis do movimento, Newton postulou uma lei determinando a atração mútua entre quaisquer duas partículas. Em forma matemática, esta lei pode ser expressa como: (ver fórmula) F = força de atração entre as duas partículas. G = constante universal de gravitação; de acordo com evidências experimentais (ver fórmula). m1 m2 = massa de cada uma das duas partículas. r = distância entre os centros das duas partículas. No caso de uma partícula localizada na ou próxima da superfície da Terra, a única força gravitacional tendo qualquer intensidade considerável é aquela entre a Terra e a partícula. Esta força é denominada o 'peso' e, para o nosso propósito, ela será a única força gravitacional considerada. Da Equação 13.1, podemos desenvolver uma expressão geral para encontrar o peso W de uma partícula tendo massa m, = m. Considere que (ver fórmula) seja a massa da Terra era distância entre o centro da Terra e a partícula. Então, (ver fórmula), temos (ver fórmula) Comparando-se com F = ma, denominamos g a aceleração devida à gravidade. Para a maioria dos cálculos de engenharia, g é o ponto na superfície da

Terra ao nível do mar e a uma latitude de 45°, que é considerada a 'posição-padrão'. Aqui, o valor g = 9,81 m/s2 será usado para os cálculos. No sistema internacional a massa de um corpo é especificada em quilogramas, e o peso tem de ser calculado utilizando-se a equação acima, Figura 13.1. Assim, (ver fórmulas) Como consequência disso, um corpo de massa 1 kg tem um peso de 9,81 N; um corpo de 2 kg pesa 19,62 N; e assim por diante. Página 84 13.2 A equação do movimento Quando mais do que uma força atua sobre uma partícula, a força resultante é determinada por uma soma vetorial de todas as forças, ou seja, FR = SF. Para este caso mais geral, a equação do movimento pode ser escrita como: (ver fórmula) (13.4) Para ilustrar a aplicação desta equação, considere a partícula mostrada na Figura 13.2a, que tem massa m e está sujeita à ação de duas forças, F 1 e F2. Podemos considerar graficamente a intensidade e direção de cada força atuando sobre a partícula traçando o diagrama de corpo livre da partícula, Figura 13.2b. Visto que a resultante destas forças produz o vetor ma, sua intensidade e direção podem ser representadas graficamente no diagrama cinético, mostrado na Figura 13.2c. (nota de rodapé 2 no final do texto) O sinal de igual escrito entre os diagramas simboliza a equivalência gráfica entre o diagrama de corpo livre e o diagrama cinético; ou seja, (ver fórmula).(nota de rodapé 3 no final do texto). Em particular, observe que se (ver fórmula), então a aceleração também é zero, de maneira que a partícula, ou permanecerá em repouso, ou se moverá ao longo de uma trajetória em linha reta com velocidade constante. Estas são as condições do equilíbrio estático, a primeira lei de movimento de Newton. Sistema de referência inercial Quando se aplica a equação do movimento, é importante que a aceleração da partícula seja medida em relação a um sistema de referência que seja fixo ou translade com uma velocidade constante. Desta maneira, o observador não acelerará e as medidas da aceleração da partícula serão as mesmas como as de

qualquer referência deste tipo. Um sistema de referência desta natureza é comumente denominado de sistema de referência inercial ou Newtoniano, Figura 13.3. Quando se estuda os movimentos de foguetes e satélites, é justificável considerar o sistema de referência inercial como fixo em relação às estrelas, enquanto os problemas de dinâmica relativos a movimentos na superfície terrestre ou próximos a ela podem ser resolvidos utilizando um sistema inercial, o qual se supõe ser fixo à Terra. Apesar de a Terra girar em torno do seu próprio eixo e orbitar em torno do Sol, as acelerações criadas por estas rotações são relativamente pequenas e, portanto, podem ser desprezadas na maioria das aplicações. Página 85 Todos estamos familiarizados com a sensação que se sente quando se está sentado em um carro que está sujeito a uma aceleração para a frente. Muitas vezes, as pessoas acham que isto é causado por uma 'força' que atua sobre elas e tende a empurrá-las para trás nos seus assentos; entretanto, este não é o caso. Em vez disso, esta sensação ocorre devido à inércia ou a resistência da sua massa à variação da velocidade. Considere o passageiro que está preso ao assento de um trenó motorizado. Contanto que esse trenó esteja em repouso ou se movendo com uma velocidade constante, nenhuma força é exercida sobre suas costas, como mostrado em seu diagrama de corpo livre. Quando o empuxo do motor faz o trenó acelerar, então o assento sobre o qual ele está sentado exerce uma força F sobre ele, a qual o empurra para a frente com o trenó. Na fotografia, observe que a inércia da sua cabeça resiste a esta variação no movimento (aceleração), e assim a sua cabeça se move para trás contra o assento e seu rosto, que não é rígido, tende a distorcer-se para trás. Sob a desaceleração, a força do cinto de segurança F' tende a puxar o seu corpo até a parada, mas sua cabeça deixa de fazer contato com o encosto do assento e seu rosto se distorce para a frente, novamente devido à sua inércia ou tendência de continuar a se mover para a frente. Nenhuma força o está empurrando para a frente, embora seja esta a sensação que ele tem. Página 86

13.3 Equação do movimento para um sistema de partículas A equação do movimento será agora ampliada para incluir um sistema de partículas isolado dentro de uma região fechada no espaço, como mostrado na Figura 13.4a. Em particular, não há restrição quanto à forma com que as partículas estão ligadas, de modo que a análise seguinte se aplica igualmente bem ao movimento de um sistema sólido, líquido ou gasoso. No instante considerado, a i-ésima partícula arbitrária, tendo massa mi, está sujeita a um sistema de forças internas e uma força externa resultante. A força interna, representada simbolicamente como fi é a resultante de todas as forças que as outras partículas exercem sobre a i-ésima partícula. A força externa resultante Fi representa, por exemplo, o efeito de forças gravitacionais, elétricas, magnéticas ou de contato entre a i-ésima partícula e corpos ou partículas adjacentes não incluídas dentro do sistema. Os diagramas cinético e de corpo livre para a i-ésima partícula são mostrados na Figura 13.46. Aplicando a equação do movimento, (ver fórmulas) Quando a equação do movimento é aplicada a cada uma das outras partículas do sistema, equações similares resultam. E, se todas estas equações são adicionadas juntas vetorialmente, obtemos: (ver fórmula) A somatória das forças internas, se realizada, será igual a zero, visto que as forças internas entre quaisquer duas partículas ocorrem em pares colineares iguais, mas opostos. Consequentemente, apenas a soma das forças externas permanecerá e, portanto, a equação do movimento escrita para o sistema de partículas, torna-se: (ver fórmula) Página 87 Se rG é um vetor posição que localiza o centro de massa G das partículas, Figura 13.4a, então, da definição de centro de massa, mrG = ∑miri onde m = ∑mi, é a massa total de todas as partículas. Derivando esta equação duas vezes em relação ao tempo, supondo que nenhuma massa está entrando ou saindo do sistema, resulta em: (ver fórmula) Substituindo este resultado na Equação 13.5, obtemos:

6 justifica a aplicação da equação do movimento a um corpo que é representado por uma única partícula. ■ transladam com velocidade constante. todas as partículas têm que ter uma dimensão finita para possuir massa. em vez disso. Consequentemente. assim como a sua aceleração. seus eixos. as forças atuando sobre a partícula. Aplicando a equação do movimento. as respectivas componentes de i. se a partícula está restrita a se mover apenas no plano x — y. y. Figura 13. na realidade. ou Massa é uma propriedade da matéria que fornece uma medida quantitativa da válida somente quando aplicada dentro de um sistema de referência inercial. a Equação 13. ■ Peso é uma força que é causada pela gravitação da Terra. podemos escrever as três equações escalares seguintes: (ver fórmulas) (13. j. podem ser expressas em termos das suas componentes i. a soma das forças externas atuando sobre o sistema de partículas é igual à massa total das partículas vezes a aceleração do seu centro de massa G. ele depende da altitude da massa em relação à superfície da Terra. Ele não é absoluto. ■ sua resistência a uma variação da velocidade. temos: (ver fórmulas) Para esta equação ser satisfeita. então as duas primeiras destas equações são usadas para especificar o movimento.7) Em especial. Pontos importantes ■ A equação do movimento está baseada em evidências experimentais e é A equação do movimento estabelece que a força desequilibrada sobre uma Um sistema de referência inercial não gira. Página 88 . k no lado esquerdo têm de ser iguais às correspondentes componentes do lado direito. ■ partícula a faz acelerar. z. j. Trata-se de uma quantidade absoluta e assim ela não muda de uma posição para outra. k. Visto que. em vez disso.5.6) Por conseguinte. Equações do movimento: coordenadas retangulares Quando uma partícula se move em relação a um sistema de referência inercial x. ou estão em repouso.(ver fórmula) (13.

Equações do movimento (nota de rodapé 4 no final do livro) ■ ■ Se as forças podem ser decompostas diretamente a partir do diagrama de corpo livre.Procedimento para análise As equações de movimento são usadas para solucionar problemas que exigem uma relação entre as forças atuando sobre uma partícula e o movimento acelerado que elas causam. ou seja. e N. Se o sentido é desconhecido. pode em três dimensões. Ff = µkN. ■ ser necessário usar a equação de atrito. por conveniência matemática suponha que o sentido de cada componente da aceleração atua na mesma direção que o seu eixo de coordenada inercial positivo. visto que ele fornece uma representação gráfica que leva em consideração todas as forças (Somatório F) que atuam sobre a partícula. y. Identifique as incógnitas no problema. ■ A aceleração pode ser representada como o vetor ma no diagrama cinético. coordenadas retangulares ou x. Diagrama de corpo livre ■ Escolha o sistema de coordenadas inercial. ■ Se a geometria do problema parece complicada. z. o que frequentemente ocorre Atrito. então o coeficiente de atrito estático deve ser usado. Se uma partícula em movimento contata uma superfície áspera. Desenhar este diagrama é muito importante. . F. Lembre que Ff sempre atua no diagrama de corpo livre de maneira tal a se opor ao movimento da partícula em relação à superfície que ela contata. e desse modo toma possível decompor essas forças em suas componentes x. z são escolhidas para analisar problemas para os quais a partícula tem um movimento retilíneo. ■ Uma vez que as coordenadas tenham sido estabelecidas. y. atuando na superfície de contato usando o coeficiente de atrito cinético. Na maioria das vezes. que relaciona forças de atrito e normal. ■ A direção e o sentido da aceleração da partícula a também devem ser estabe- lecidos. desenhe o diagrama de corpo livre da partícula. aplique as equações de movimento na sua forma de componente escalar. Se a partícula está na eminência do movimento relativo. a análise vetorial cartesiana pode ser usada para a solução.

■ Mola. determine a velocidade da caixa após 3 s partindo do repouso. k é a rigidez da mola medida como uma força por unidade de comprimento. use o método descrito na Seção 12.9 para relacionar suas acelerações. respectivamente. utilize (ver fórmula) para determinar a velocidade ou posição da partícula.6a repousa sobre uma superfície horizontal para a qual o coeficiente de atrito cinético é (ver fórmula). Se a aceleração é constante. Se a solução para uma componente vetorial desconhecida produz um escalar negativo. podemos relacionar a aceleração da caixa com a força que causa o movimento. quando integradas. utilize (ver fórmulas). e s é o esticamento ou compressão definido como a diferença entre o comprimento deformado l e o comprimento não deformado l0. a solução simultânea das equações resultará em erro. será neces- sário aplicar as equações cinemáticas uma vez que a aceleração da partícula é determinada por (ver fórmula). ou seja. Se a aceleração é uma função do deslocamento. Se a caixa está sujeita a uma força de tração de 400 N como mostrado. Página 89 Se a aceleração é uma função do tempo. Se a partícula está ligada a uma mola elástica tendo massa desprezível. Em todos os casos. . (ver fórmula) Cinemática ■ Se a velocidade ou posição da partícula tem de ser determinada. A velocidade da caixa pode então ser determinada utilizando-se a cinemática. verifique se as direções das coordenadas inerciais positivas usadas para escrever as equações cinemáticas são as mesmas que aquelas usadas para escrever as equações do movimento. integre a (ver fórmula) para obter a velocidade como uma função da posição. A caixa de 50 kg mostrada na Figura 13. resultam na velocidade e posição da partícula. isso indica que a componente atua na direção oposta àquela que foi suposta. caso contrário. Se o problema envolve o movimento dependente de várias partículas. Utilizando as equações do movimento. Aqui. a força da mola Fs pode ser relacionada à deformação da mola pela equação (ver fórmula). as quais.

Figura 13. Há duas incógnitas. Equações de movimento Utilizando os dados mostrados no diagrama de corpo livre.6c. A cinemática pode então ser usada para relacionar a aceleração do projétil com a sua posição. Figura 13. medida em m/s. Um projétil de 10 kg é disparado para cima verticalmente a partir do solo com uma velocidade inicial de 50 m/s. o peso do projétil é (ver fórmula). Equação do movimento (ver fórmula) .66. Vamos supor que a aceleração desconhecida a atue para cima na direção positiva z. visto que ela se opõe ao movimento da caixa. visto que a força aplicada P é constante. na direção x positiva. a saber. a velocidade da caixa em 3 s é: Página 90 NOTA: Também podemos usar o procedimento alternativo de traçar os diagramas cinético e de corpo livre da caixa. temos: Solucionando a Equação 2 para N„ substituindo o resultado na Equação 1 e resolvendo para a. Supõe-se que a aceleração a atue horizontalmente. resulta em: Cinemática Observe que a aceleração é constante. Nc e a. antes de aplicar as equações de movimento. Como a velocidade inicial é zero. Em ambos os casos. Determine a altura máxima que ele atingirá se (a) a resistência atmosférica for desprezada. Como mostrado na Figura 13.76. a força de atrito tem uma intensidade de (ver fórmula) e atua para a esquerda. a força conhecida sobre o projétil pode ser relacionada à sua aceleração utilizando a equação de movimento.Diagrama de corpo livre O peso da caixa é (ver fórmula). Parte (a): Diagrama do corpo livre Como mostrado na Figura 13. onde v é a velocidade escalar do projétil a qualquer instante. e (b) a resistência atmosférica for medida como (ver fórmula) N.7a.

e em z = h.O resultado indica que o projétil. v = 0. temos: (ver fórmula) NOTA: A resposta indica uma altura mais baixa do que aquela obtida na parte (a) devido à resistência atmosférica ou arrasto.81 m/s2. Por um curto período de tempo. como todo objeto tendo movimento de voo livre próximo da superfície da Terra. Se o trator parte do repouso. onde t é dado em segundos.7c.3 O trator de bagagem A mostrado na fotografia tem um peso de 3600 N (m = 360 kg) e reboca a carreta B de 2200 N 220 kg) e a carreta C de 1300 N (m = 130 kg). Como a = f(v). está sujeito a uma aceleração para baixo constante de 9.01 v2) N tende a retardar o movimento para cima do projétil. então: (ver fórmulas) Parte (b): Diagrama de corpo livre Visto que a força FD = (0. a aceleração não é constante visto que FD depende da velocidade. Visto que a aceleração é constante. (ver fórmulas). Além disso. a força de atrito motora desenvolvida nas rodas do trator é de (ver fórmula) N. e na altura máxima (ver fórmula). v0 — 50 m/s (positivo para cima). Figura 13. podemos relacionar a à posição utilizando: (ver fórmula) Separando as variáveis e integrando. Exemplo 13. Cinemática Inicialmente. determine sua velocidade escalar em 2 segundos. percebendo que inicialmente zB — 0. Equação do movimento (ver fórmulas) Página 91 Cinemática Aqui. qual é a . ela atua para baixo como mostrado no diagrama de corpo livre.

trator e carretas.75 m. está ligado a uma mola tendo uma rigidez k = 3 N/m e um comprimento não deformado de 0. mostrado na Figura 13. então: (ver fórmula) Exemplo 13. é a força de atrito motora que dá a ambos. Equação do movimento Apenas o movimento na direção horizontal tem de ser considerado. supõe-se que o anel esteja . Figura 13. Aqui. uma aceleração.8b. Se o anel é solto do repouso em A.4 Um anel liso C de 2 kg. Diagrama de corpo livre Como mostrado na Figura 13. Página 92 Equação de movimento Quando t = 2 s.força horizontal atuando sobre o engate entre o trator e a carreta B neste instante? Despreze a dimensão do trator e das carretas. SOLUÇÃO Diagrama de torpo livre O diagrama de corpo livre do anel quando ele está localizado na posição arbitrária y está mostrado na Figura 13. Além disso.9a. consideramos todos os três veículos como um único sistema. vamos considerar um diagrama de corpo livre do trator de maneira que possamos 'expor' a força de engate T como externa ao diagrama de corpo livre. determine sua aceleração e a força normal da barra sobre o anel no instante que y = 1 m.9b. (ver fórmula) Cinemática Visto que a aceleração é uma função do tempo. a velocidade do trator é obtida usando (ver fórmula) com a condição inicial de que vl = 0 em t = 0. Temos: (ver fórmula) Diagrama de corpo livre A fim de determinar a força entre o trator e a carreta B.8a.

5 N. a e téta. resulta (ver fórmula) Página 92 Exemplo 13.106. (ver fórmula) Substituindo y = 1 m nas equações 3 e 4. A solução para Nc e a é possível uma vez que Fs e 8 são conhecidos. T = 196. o comprimento não deformando é A B = 0.9a. Se as massas das polias e da corda são desprezadas. na direção de + sA e + sB. Embora seja este o caso. o ângulo téta é relacionado a y pela trigonometria. A intensidade da força da mola é uma função da extensão s da mola. Nc.9a. ao passo que. F„ = ks. a saber. Fs. Equações de movimento Bloco A. vamos supor que ambos os blocos aceleram para baixo. T = 490. Observe que para A permanecer parado. (ver fórmula) Cinemática . ma = 0 e podemos aplicar o somatório Fy = 0 como mostrado na Figura 13. então para a polia C. A se moverá para baixo enquanto B se move para cima. determine a velocidade escalar do bloco B de 20 kg em 2 s. portanto. Figura 13. Por conseguinte. Os diagramas de corpo livre para os blocos A e B são mostrados nas figuras 2. para B permanecer estático. Diagramas de corpo livre Visto que a massa das polias é desprezada. Equações de movimento (ver fórmulas) Da Equação 2. Aqui. Há quatro incógnitas. respectivamente.2 N.10a é solto do repouso.10c e d.5 O bloco A de 100 kg mostrado na Figura 13. (ver fórmula) Da Figura 13. aA e aB. vê-se que a aceleração depende da intensidade e direção da força da mola.75 m.acelerando de maneira que 'a' atua para baixo na direção y positiva. ou seja. As três incógnitas são T.

determine a sua velocidade em s = 0. respectivamente. Os resultados são: (ver fórmula) Por conseguinte. A caixa está inicialmente em repouso. É muito importante ser consistente com esta hipótese porque estamos buscando uma solução de um sistema de equações simultâneas. determine a velocidade da caixa de 25 kg quando t = 4 s. onde t é dado em segundos. Se o motor M exerce uma força de (ver fórmula) sobre o cabo. . a direção positiva sempre foi presumida para baixo.A terceira equação necessária é obtida relacionando aA com aB utilizando uma análise de movimento dependente. quando o bloco A acelera para baixo. Determine a tração desenvolvida no cabo. o bloco B acelera para cima como esperado.3. partindo do repouso.2.9. (ver figura) 13. a velocidade do bloco B em 2 s é portanto (ver fórmula) O sinal negativo indica que o bloco B está se movendo para cima.1. resulta: (ver fórmula) (3) Observe que quando escrevemos as equações 1 a 3. Visto que aB é constante. Página 94 Problemas fundamentais 13. O coeficiente de atrito cinético entre a caixa e o plano é (ver fórmula). Vê-se que: (ver fórmula) onde l é constante e representa o comprimento vertical total da corda. discutida na Seção 12. As coordenadas sA e sB na Figura 13.5 m. (ver figura) 13. O motor enrola o cabo com uma aceleração constante de tal maneira que a caixa de 20 kg se move em uma distância s = 6 m em 3 s. Uma mola de rigidez k = 500 N/m está montada contra o bloco de 10 kg. Se o bloco está sujeito à força F = 500 N. Derivando esta expressão duas vezes em relação ao tempo.10a medem as posições de A e B a partir de um ponto de referência fixo. Os coeficientes de atrito estático e cinético entre a caixa e o plano são (ver fórmula).

Suspensa em uma posição vertical e inicialmente em repouso. respectivamente.3 s utilizando o gancho H do guindaste.1. O trem de 160 Mg parte do repouso e começa a subir o aclive. Determine a aceleração do bloco quando s = 0. A superfície de contato entre o bloco e o plano é lisa. Determine a tração nos cabos AC e AB durante este intervalo de tempo se a aceleração for constante.Quando s = 0. 13.2. (ver figura) 13. (ver figura) 13. partindo do repouso. (ver figura) 13. A peça fundida tem massa de 3 Mg. O trem de 160 Mg move-se com uma velocidade de 80 km/h quando começa a subir o aclive. O bloco B repousa sobre uma superfície lisa. determine a velocidade do trem quando ele tiver avançado uma distância de l km aclive acima. (ver figura) Página 95 Problemas 13. Se o motor exerce uma força de tração F de 1/8 do peso do trem. A superfície de contato é lisa.6. (ver figura) 13. Despreze a resistência ao rolamento. A mola tem uma rigidez de k = 200 N/m e não está deformada quando o bloco de 25 kg está em A. Se o guincho exerce uma força de T= (100s) N sobre o cabo.3. determine a desaceleração do trem. como mostrado. onde s é o deslocamento do carro em metros. determine a velocidade escalar do carro quando s = 10 m. determine a aceleração de cada bloco se P = 30 N. recebe uma velocidade escalar para cima de 200 mm/s em 0. O carro de 2 Mg está sendo rebocado por um guincho.4. Despreze a resistência ao rolamento do carro. Se os coeficientes do atrito estático e cinético entre A e B são (ver fórmula).4 m. Se o motor exerce uma força de tração F de 1/20 do peso do trem e a resistência ao rolamento FD é igual a 1/500 do peso do trem.5. o bloco está em repouso e a mola está descomprimida. (ver figura) .

15. determine a aceleração do bloco quando 0 = 45°. Se o bloco A de 5 kg escorrega para baixo no plano inclinado com uma velocidade constante quando 6 = 30°. Determine a força horizontal constante desenvolvida no engate C. ao passo que o rebocador tem massa de 12 Mg.4. Os coeficientes de atrito cinético entre os blocos e o plano inclinado são (ver fórmula). Se o cabo entre A e B se rompe. que é de 2 kN para cada chata e 1. Se o reboque tem massa de 250 kg e se move livremente 45 m antes de parar. determine a força horizontal constante F criada pelo atrito de rolamento que fez o reboque parar.6. são colocados sobre o plano inclinado e soltos.9. Despreze a massa da barra de conexão. Determine a aceleração da caixa C de 150 kg e a tração desenvolvida no cabo. Despreze a massa de todas as polias. Se os blocos A e B de massa 10 kg e 6 kg. (ver figura) 13. A massa total da lancha e do reboque é 1 Mg.13. o rebocador deve superar a resistência do atrito da água. (ver figura) .7. respectivamente.8. A caminhonete de 2 Mg está se movendo a 15 m/s quando os freios em todas suas rodas são aplicados. (ver figura) Página 96 13. e a força de atrito desenvolvida entre os pneus da caminhonete e a estrada durante este tempo. Cada uma das três chatas têm massa de 30 Mg. determine a força desenvolvida na barra de conexão. A medida que as chatas estão sendo puxadas para a frente com uma velocidade constante de 4 m/s. (ver figura) 13.5 kN para o rebocador. (ver figura) 13. O furgão está se movendo a 20 km/h quando o engate do reboque em A quebra. Os motores A e B enrolam o cabo com as acelerações mostradas. fazendo com que ela escorregue por uma distância de 10 m antes de chegar ao repouso.(ver figura) 13. determine a aceleração do rebocador.

e o coeficiente do atrito cinético entre a superfície horizontal e o bloco C é (ver fórmula). O motor de 3. Determine a aceleração da caixa em t = 2 s se o coeficiente de atrito estático é = 0. fazendo-o escorregar. Se eles descem livremente ladeira abaixo quando os freios são aplicados em todas as rodas do vagão A. (ver figura) 13.11. como mostrado. (ver figura) Página 97 .5 Mg está suspenso por uma viga transversal de massa desprezível e é içado por um guindaste que exerce uma força de 40 kN no cabo de içamento. Determine a força nas correntes CA e CB durante o içamento. Despreze suas massas no cálculo.13.4.5 Mg está suspenso por uma viga transversal AB de massa desprezível e é içado por um guindaste que dá a ele aceleração de 4 m/s 2 quando ele tem velocidade de 2 m/s. O plano inclinado é liso. (ver figura) 13. (ver figura) 13. e a força de reboque é (ver fórmula). partindo do repouso. Determine a aceleração do sistema e a tração em cada cabo. onde t é dado em segundos.12. o coeficiente de atrito cinético é (ver fórmula). Sugestão: resolva o problema representando forças normais resultantes únicas atuando em A e B. A caixa tem massa de 80 kg e está sendo puxada por uma corrente que está sempre direcionada a 20° da horizontal.13. determine a aceleração inicial da caixa se o coeficiente do atrito estático é (ver fórmula) e o coeficiente do atrito cinético é (ver fórmula) (ver figura) 13. As rodas do vagão B estão livres para rodar. A caixa tem massa de 80 kg e está sendo puxada por uma corrente que está sempre direcionada a 20° da horizontal. Os dois vagões de carga A e B têm massa de 10 Mg e 15 Mg. respectivamente. O coeficiente de atrito cinético entre as rodas de A e os trilhos é (ver fórmula). O motor de 3.14. como mostrado. determine a força no engate C entre os dois vagões.10. Se a intensidade de P é aumentada até a caixa começar a escorregar. Determine a distância pela qual o motor é içado em 4 s. (ver figura) 13.15. respectivamente.

19. Despreze o peso das polias e da corda. (ver figura) 13. O bloco A de 5 kg desloca-se para a direita com vA = 0.21.16.20. Determine a extensão da mola se (a) as rodas de ambos os vagões estão livres para rodar e (b) os freios são aplicados a todas as quatro rodas do vagão B. (ver figura) 13. que tem massa de 3m.6 m/s quando for deslocado 0. e sua intensidade é aumentada até a caixa começar a deslizar. (ver figura) 13. Despreze o atrito. Determine a altura a que o bloco A de 15 kg sobe em 2 s partindo do repouso.13. fazendo com que a rodas escorreguem. Suponha (ver fórmula). que tem massa 3m. Despreze o peso das polias e da corda. Uma força de F = 75 N é aplicada à corda. Determine a aceleração inicial da caixa se o coeficiente de atrito inicial é (ver fórmula) e o coeficiente de atrito cinético é (ver fórmula). Determine a tração na corda C D necessária para evitar que a carreta se desloque enquanto B escorrega para baixo em A.9 m para cima partindo do repouso. O vagão em B de 800 kg está ligado ao vagão em A de 350 kg por um engate de mola. (ver figura) 13. A força é sempre direcionada para baixo a 30° da horizontal. como mostrado. (ver figura) 13. Despreze a massa das rodas.18. Determine a força constante F que deve ser aplicada à corda a fim de fazer com que o bloco A de 15 kg tenha uma velocidade de 3. Se o coeficiente de atrito cinético entre a superfície e A é (ver fórmula). Determine a tração na corda CD necessária para . O bloco B tem massa m e é solto do repouso quando está no topo da carreta A.2 m. O homem empurra a caixa de 30 kg com uma força F. O bloco B tem um peso de 100 N (m = 10 kg). O bloco B tem massa m e é solto do repouso quando está no topo da carreta A.22.6 m/s no instante mostrado. determine a velocidade de A quando ele se deslocou 1. (ver figura) 13.17.

determine a aceleração constante do elevador e a tração no cabo.75 m para cima ao longo do plano inclinado liso em t = 2 s. Despreze a massa das polias e cordas.(ver figura) 13. O coeficiente de atrito cinético entre A e B é (ver fórmula). determine a velocidade do carrinho quando t= 3 s. Nesta posição s = s'= 250 mm e o eixo está em repouso. (ver figura) 13. medida em relação ao elevador. mova o bloco B de 5 kg em uma distância de 0. em C e A. Se ele parte do repouso. Inicialmente. As extremidades das molas estão presas ao mancai em B. ao ser solto do repouso.(ver figura) 13. Os blocos A e B têm massa de mA e mB. o motor M enrola o cabo com uma velocidade de 6 m/s. determine a velocidade do eixo no instante que 5 = 50 mm. A carga e o carrinho têm massa de 200 kg e o carrinho parte do repouso. e as tampas. Um elevador de carga. sendo mA > mBSe é dada uma aceleração de a0 para a polia C. Ele é impedido de girar devido aos trilhos e rodas montados nos seus lados.24.25. determine a aceleração dos blocos. motor e cabos. e a caixa tem massa de 200 kg. Determine a massa necessária do bloco A de maneira que. determine as reações nos apoios A e B. s' = 450 mm.evitar que a carreta se desloque enquanto B escorrega para baixo em A. Se a força do motor M sobre o cabo é mostrada no gráfico. O eixo CA de 2 kg passa por um mancai radial liso em B. não estão deformadas quando nenhuma força é aplicada ao eixo.(ver figura) 13. A viga tem massa uniforme de 30 kg/m.27. Se o motor enrola o cabo com uma aceleração de 3 m/s2. Despreze a massa do motor e das polias.23. Despreze a massa da polia.28.26. as molas. incluindo a sua carga. tem massa de 500 kg. que estão enroladas livremente em torno do eixo. Se uma força horizontal de F = 5 kN é aplicada. Despreze a massa das polias.(ver figura) 13. Quando t = 2 s.(ver figura) Página 98 13.(ver figura) .

e w é a distância entre as placas. sB = 0.5 m/s. Despreze as massas das polias. O trator é usado para içar a carga B de 150 kg com o sistema de corda de 24 m de comprimento.31.(ver figura) Página 99 13. Após passarem as placas. Fé a voltagem aplicada atuando através das placas. Determine a deflexão d dos elétrons em termos das dimensões da placa de voltagem e do tubo. Quando passam entre as placas-grade em uma distância l eles são sujeitos a uma força vertical tendo uma intensidade (ver fórmula) onde e é a carga de um elétron. Um homem de 75 kg sobe a corda com uma aceleração de 0.29. Determine a tração na corda e a aceleração do bloco de 80 kg. Quando sA = 0. (ver figura) . (ver figura) 13. (ver figura) 13. O motor M enrola o cabo com uma aceleração de 1. determine a tração na corda neste instante. medida em relação ao carrinho de mineração de 100 kg. lança e polia. medida em relação à corda. elétrons tendo massa m são emitidos de um ponto-fonte S e começam a se mover horizontalmente com uma velocidade inicial v0. Despreze a gravidade que causa uma ligeira deflexão vertical quando o elétron se move de S até a tela.34.33.3m.25 m/s 2. Determine a aceleração do carrinho e a tração no cabo. Quando sA= 0. os elétrons então se movem em linha reta e atingem a tela em A. (ver figura) 13. O anel C de 1 kg ajusta-se livremente no eixo liso. (ver figura) 13. Se o trator se move para a direita com aceleração de 3 m/s2 e tem velocidade de 4 m/s no instante que sA = 5 m. Se o trator se move para a direita com velocidade constante de 4 m/s. Se a mola está livre quando s = 0 e ao anel é dada uma velocidade de 4. O trator é usado para levantar a carga B de 150 kg com o sistema de cordas de 24 m de comprimento.2 m/s2. sB= 0. determine a tração na corda quando sA = 5 m.13.32.30. determine a velocidade do anel quando s = 0. No tubo de raios catódicos. lança e polia. e a ligeira deflexão entre as placas.

Pela teoria da gravitação. Determine a maior força horizontal P que pode ser aplicada a S de maneira que A não se desloque em relação a B. Despreze qualquer atrito entre B e C.37. Em todos os casos.39. Determine a maior força horizontal P que pode ser aplicada a B de maneira que A não escorregue sobre B. qualquer veículo C de massa m colocado dentro estaria sujeito a uma força gravitacional que é sempre direcionada para o centro da Terra D. mostre que o bloco A de 20 kg vai deslizar na carreta.35. e (c) o anel A está sujeito a uma aceleração de 2 m/s2 para a esquerda. como mostrado. Determine a aceleração do anel C se (a) o eixo é impedido de se mover. então em uma posição arbitrária r a intensidade da força F é (ver formula). onde R = 6328 km. Esta força F tem uma intensidade que é diretamente proporcional à sua distância r do centro da Terra. Por conseguinte. observando que r cos 6 = x. Também determine o tempo para o bloco A se mover na carreta de 1.5 m. Dica: escreva a equação do movimento na direção x. O coeficiente de atrito estático entre A e B é us. Tanto a carreta quanto o bloco partem do repouso. Se uma força F = 200 N é aplicada à carreta de 30 kg. e a velocidade máxima que ele alcança. Se o veículo parte do repouso quando está em B. Página 100 13. Suponha que seja possível cavar um túnel liso por baixo da terra de uma cidade em A para uma cidade em B. o movimento ocorre no plano vertical. utilizando . que é fixo ao eixo AB. O anel C de 2 kg está livre para deslizar ao longo do eixo liso AB. 13. Despreze o efeito da rotação da Terra no cálculo e suponha que a Terra tenha uma densidade constante. Integre. se o veículo tem peso W = mg quando ele está localizado na superfície da Terra. Cada um dos blocos A e B tem massa m. determine o tempo necessário para ele chegar a A. o raio da Terra. Os coeficientes de atrito estático e cinético entre o bloco e a carreta são (ver formulas e valores). (b) o anel A. (ver figura) 13. se move para a esquerda com velocidade constante ao longo do guia horizontal. Todas as superfícies são lisas(ver figura) 13. x = s = 2 Mm.36. Cada um dos blocos A e B tem massa m.38.13.

41. determine as componentes da reação no apoio fixo A. Dica: mostre que aB = aA tg 15°. Se a resistência do ar imposta sobre o dragster devido ao paraquedas é Fd = (6000 + 0. tendo massa mB. Se outro bloco B.(ver figura) 13. (ver figura) . determine a distância que ambos os blocos deslizam sobre a superfície lisa antes de começarem a se separar. (ver figura) 13. qual é a distância que os blocos deslizam sobre a superfície antes de se separarem? (ver figura) Página 101 13.(ver figura) 13. é pressionado contra A de maneira que a mola deforme uma distância d. Além disso. tendo massa mB. O bloco A tem massa mA e está ligado a uma mola de rigidez k e comprimento não deformado l0.42.44. Se uma força horizontal de P = 50 N é aplicada ao bloco A. O bloco A tem massa mA e está ligado a uma mola tendo uma rigidez k e comprimento não deformado l0. determine o tempo necessário para o dragster chegar ao repouso. O carro de corrida tipo dragster de 600 kg está se movendo com velocidade de 125 m/s quando o motor é desligado e o paraquedas de freio é aberto. Se a viga uniforme AB tem peso de 1000 N. em seguida integre o resultado utilizando v = dx/dt. em seguida determine as forças na viga utilizando a estática. Quais são suas velocidades neste instante?(ver figura) 13. Despreze as dimensões e a massa da polia em B. determine a aceleração do bloco B. Despreze o atrito.40.43. mostre que para a separação ocorrer é necessário que (ver formula) onde mi k é o coeficiente de atrito cinético entre os blocos e o solo. é pressionado contra A de maneira que a mola deforme uma distância d. Se outro bloco B.9v2) N. onde v é dado em m/s.a relação cinemática v dv = a dx.8 m/s2. Dica: primeiro determine a tração no cabo. A caixa de 15 kg está sendo içada para cima com aceleração constante de 1.

11. Ela é causada por somatório de Fn que sempre atua na direção n positiva. atua na direção do movimento. O paraquedista de massa m está caindo com uma velocidade v0 no instante em que ele abre o paraquedas.8) Lembre-se de que a. Da mesma maneira.45.(ver figura) 13. Se a resistência do ar é (ver fórmula) determine a sua velocidade máxima (velocidade terminal) durante a descida. O peso de uma partícula varia com a altitude de tal maneira que (ver fórmula) onde r0é o raio da Terra e r é a distância da partícula até o centro da Terra.13. Observe que não há movimento da partícula na direção binormal. (ver fórmula) representa a taxa de variação temporal da direção da velocidade vetorial. a partícula vai desacelerar. para o centro da . se a somatórias de F. ao passo que se ela atua na direção oposta. A força de flutuação no balão de 500 kg é F = 6 kN.47. e qual é o tempo necessário para alcançar esta altitude?(ver figura) 13. ou seja. determine a sua velocidade como uma função da posição r. onde v é dado em m/s. visto que a partícula está restrita a se mover ao longo da trajetória. (= dv/dt) representa a taxa de variação temporal da intensidade da velocidade vetorial. Figura 13. e a resistência do ar é FD = (l00v) N.5 Equações de movimento: coordenadas normais e tangenciais Quando uma partícula se move ao longo de uma trajetória curva que é conhecida.46. a Página 102 velocidade escalar da partícula vai aumentar. Temos: (ver fórmulas) Esta equação é satisfeita desde que: (Ver formulas) (13. Determine a velocidade terminal ou máxima do balão se ele parte do repouso. Assim. qual é o rmáx. a equação do movimento para a partícula pode ser escrita nas direções tangencial. Se a partícula é lançada verticalmente da superfície da Terra com velocidade v0. normal e binormal. Qual é a menor velocidade v0 necessária para escapar do campo gravitacional da Terra.(ver figura) 13.

8. Especificamente. b na partícula e construa o diagrama de corpo livre da partícula.Aplique as equações de movimento. . foi descrito em linhas gerais no procedimento dado na Seção 2. . Procedimento para análise Quando um problema envolve o movimento de uma partícula ao longo de uma trajetória curva conhecida.4.Não há aceleração na direção b. . Equações 13. (ver formula) m Se a trajetória é definida como y = fix). b.12a não tenham de depender do atrito para evitar que qualquer carro escorregue para cima ou para baixo na pista. ele pode ser estabelecido da seguinte forma: Diagramas de corpo livre .6 Determine o ângulo de inclinação 0 para a pista de corrida de maneira que as rodas dos carros de corrida mostrados na Figura 13. Equações de movimento .A aceleração normal da partícula a sempre atua na direção n positiva.Identifique as incógnitas no problema.curvatura da trajetória. o raio de curvatura no ponto onde a partícula está localizada pode ser obtido de (ver fórmula) Exemplo 13. Por esta razão ela é seguidamente referida como a força centrípeta.Estabeleça o sistema de coordenadas inerciais t. suponha que ela atua na direção t positiva. . n. as coordenadas normais e tangenciais devem ser consideradas para a análise visto que as componentes da aceleração podem ser facilmente formuladas. n.Formule as componentes normais e tangenciais da aceleração. para as coordenadas t. Cinemática . O método para aplicar as equações de movimento. ou seja. que relaciona as forças com a aceleração. é desconhecida.Se a aceleração tangencial a. .

b. obtemos: (ver formulas) NOTA: O resultado é independente da massa do carro. e o disco está colocado sobre ela e é solto do repouso. Visto que a„ pode ser calculado. Página 103 Equações de movimento Utilizando os eixos n. Aqui. Uma análise adicional deste problema é discutida no Problema 21. determine o tempo que o disco leva para alcançar uma velocidade grande o suficiente para romper a corda. pense um pouco sobre por que ela deveria ser resolvida utilizando-se coordenadas t.47. e como estabelecido no problema.13a. Exemplo 13. como mostrado. uma somatória de forças na direção tangencial não tem consequências para a solução. massa m.Suponha que os carros tenham dimensão desprezível.7 O disco D de 3 kg está ligado à extremidade de uma corda na Figura 13. então at — dv/dt — 0. e se desloquem em torno da curva de raio p com uma velocidade constante v. Além disso. Se a plataforma gira rapidamente. Diagrama de corpo livre Como mostrado na Figura 13. (ver formulas) Eliminando Nc e m destas equações ao dividir a Equação 1 pela Equação 2. Se ela fosse considerada. b mostrados. nenhuma força de atrito atua sobre o carro. SOLUÇÃO Antes de olhar para a solução seguinte. n. visto que o carro se move com uma velocidade constante. as incógnitas são Nc e téta. Nc representa a resultante do solo em todas as quatro rodas. A outra extremidade da corda está ligada a uma junta universal localizada no centro de uma plataforma.126. A tração máxima .

o tempo necessário para romper a corda é (ver formulas) Página 104 Exemplo 13. Se neste caso o salto pode ser aproximado pela parábola mostrada na Figura 13. Equações de movimento (ver formulas) Fazendo T= 100 N. a. obtemos: (ver formulas) Cinemática Visto que a.1. ponto A. fazendo T aumentar até atingir 100 N. e v. E esta força que dá ao disco uma componente tangencial da aceleração fazendo com que v aumente e.8 Projetar a rampa de esqui mostrada na fotografia exige conhecer o tipo de forças que serão exercidas sobre a esquiadora e sua trajetória aproximada. Além disso. Resolvendo todas as equações. é constante. O peso do disco é (ver formulas e dados). desta maneira. as incógnitas são ND. Visto que a„ pode ser relacionada a v. onde sua velocidade é de 9 m/s. e o coeficiente de atrito cinético entre o disco e a plataforma é mi k = 0. a Equação 1 pode ser resolvida para a velocidade crítica vcr do disco necessária para romper a corda. qual é sua aceleração neste ponto? (Ver figuras) Solução .que a corda pode suportar é 100 N. Diagrama de corpo livre A força de atrito tem intensidade (ver formulas) e sentido de direção que se opõe ao movimento relativo do disco em relação à plataforma. determine a força normal sobre a esquiadora de 600 N (m ~ 60 kg) no instante que ela chega ao fim da rampa.14a.

O diagrama de corpo livre da esquiadora quando ela está em A é mostrado na Figura 13. e NA.15a desce a rampa da pista circular.Por que considerar a utilização das coordenadas n. an e at. as incógnitas são a. Equações do movimento (ver formulas) O raio de curvatura p para a trajetória tem de ser determinado no ponto A (0. Aqui. Despreze a dimensão dele para o cálculo. Como an pode ser calculada. at = 0 (ver formulas) Página 105 Exemplo 13. Desse modo. -15 m). Se ele parte do repouso quando téta = 0o. determine a intensidade da reação normal que a pista exerce sobre ele quando téta = 60°. obtemos: (ver valores) Cinemática Da Equação 2. há duas componentes da aceleração. (ver formulas) Substituindo na Equação 1 e resolvendo para NA.146. (ver figura) SOLUÇÃO Diagrama de corpo livre . t para solucionar este problema? Diagrama do corpo livre Visto que (ver formulas) a inclinação em A é horizontal. (ver formulas) de maneira que em x = 0. Visto que a trajetória é curva.9 O esqueitista de 60 kg na Figura 13.

(ver figura) 13. ds deve ser usada para determinar a velocidade escalar do esqueitista quando téta = 60°. Determine a força normal que ele exerce sobre o assento do avião quando está de cabeça para baixo em A. Equações de movimento Cinemática Visto que a. O loop tem um raio de curvatura de 120 m. Determine a velocidade máxima que o jipe pode se mover sobre o cume do monte sem perder o contato com a estrada. determine a velocidade máxima que o bloco pode alcançar antes que comece a deslizar.7.8. (ver figura) 13.O diagrama de corpo livre do esqueitista quando ele está em uma posição arbitrária téta é mostrado na Figura 13. temos: (ver fórmulas) Substituindo este resultado e téta = 60° na Equação 1.9.15b. e a condição inicial v = 0 em d = 0o. O bloco repousa a uma distância de 2 m do centro da plataforma. e an (ou v).3. Se o coeficiente de atrito estático entre os . Se o coeficiente de atrito estático entre o bloco e a plataforma é mi s = 0. resulta: (ver fórmula) Página 106 Problemas fundamentais 13. a equação v dv = a. Um piloto pesa 750 N (m ~ 75 kg) e está se movendo a uma velocidade constante de 36 m/s.10. Ns. at. é expressa em termos de téta. Em téta = 60° há três incógnitas. Figura 13. Suponha que o movimento angular do disco está aumentando lentamente. (ver figura) 13. onde ds = r d téta = (4m) dd. Um carro esporte está se movendo ao longo de uma estrada inclinada cujo raio de curvatura é de p = 150 m.15c. Utilizando a relação geométrica s = téta r.

o raio de curvatura da trajetória vertical do projétil de 50 kg é p = 200 m. Determine a componente tangencial da sua aceleração e o raio de curvatura p da sua trajetória neste instante. (ver figura) 13. Ela passa pelo ponto A movendo-se com velocidade de 15 m/s. No instante mostrado.51.50. 13. O bloco B de 2 kg e o cilindro A de 15 kg estão ligados por uma corda leve que passa por um buraco no centro da mesa lisa. a qual está aumentando a uma razão constante de 1. (ver figura) Página 107 Problemas 13. Se o bloco se move ao longo de uma trajetória circular de raio r = 1.12. A motocicleta tem massa de 0. 13. determine a velocidade máxima segura para que não ocorra escorregamento. O bloco B de 2 kg e o cilindro A de 15 kg estão ligados por uma corda leve que passa por um buraco no centro da mesa lisa. determine o raio r da trajetória circular ao longo da qual ele se move. No instante mostrado.5 m/s2.pneus e a estrada é mi s = 0.5 m. Determine a velocidade do projétil neste instante. o projétil de 50 kg desloca-se no plano vertical com velocidade de v = 40 m/s. Determine a força de atrito resultante exercida pela estrada sobre os pneus neste instante.11.5 Mg e dimensão desprezível. (ver figura) . ao longo da trajetória vertical. Se uma bola de 10 kg tem velocidade de 3 m/s quando está na posição A. Se ao bloco é dada uma velocidade de v = 10 m/s. Despreze a dimensão do carro. determine a velocidade do bloco. (ver figura) 13.2.49. (ver figura) 13.48. determine a tração na corda e o aumento na velocidade da bola nesta posição.

55. (ver figura) 13.53. Utilizando os dados no Problema 13. A pequena esfera tem massa m. sabendo que a distância da Terra ao Sol é de 149. (ver figura) Página 108 .5 m/s 2. Um carro esporte. Durante o movimento sua velocidade permanece constante. determine as reações horizontal e vertical da cadeira sobre o homem no instante 6 = 45°. move-se horizontalmente ao longo de uma pista com uma inclinação de 20°.54.6(106) km. ao longo da trajetória. Determine a tração no arame CD logo após o arame AB ser cortado. Despreze a dimensão do carro. O dispositivo mostrado é usado para produzir a experiência de gravidade zero em um passageiro quando ele atinge o ponto A. determine a velocidade constante máxima na qual o carro pode se mover sem escorregar subindo a parte inclinada. 13.53. Se o coeficiente de atrito estático entre os pneus e a estrada é de ns = 0.13. 9 = 90°. 13.2. Um homem tendo massa de 75 kg senta na cadeira que está presa por um pino à estrutura BC.56.57. Se o passageiro tem massa de 75 kg. A cadeira é presa por um pino à estrutura BC de maneira que ele está sempre sentado em uma posição vertical. determine a velocidade mínima que ele deve ter quando alcança A de maneira que ele não exerça uma reação normal sobre o assento. Neste instante ele tem uma velocidade de 6 m/s que está acelerando a 0. determine a velocidade mínima na qual o carro pode se mover em torno da pista sem escorregar para baixo na parte inclinada da pista. a qual é circular e tem um raio de curvatura de p = 100 m. (ver figura) 13. Determine a massa do Sol.1 para representar a força da gravidade atuando sobre a Terra. Dica: utilize a Equação 13. 13.52. Se o homem está sempre sentado em uma posição vertical. tendo massa de 1700 kg.

Se o veículo está se movendo a uma velocidade constante de 80 km/h ao longo de uma estrada circular curva de raio 100 m.13.5 m. Determine a tração na corda e a taxa na qual a velocidade da bola está desacelerando no instante téta = 20°. tem uma bola de 5 kg presa em uma extremidade. determine o ângulo de inclinação téta do veículo de maneira que somente . determine o ângulo téta até o qual a bola oscila e momentaneamente para. 13.63. Despreze o atrito e suponha que a distância do axial O a G é p = 4. Despreze a dimensão da bola. Uma bola tem massa de 30 kg e velocidade de v = 4 m/s no instante que ela está no ponto mais baixo.8 m/s tangente à trajetória circular horizontal. Despreze a dimensão da bola. (ver figura) 13. Um veículo é projetado para combinar a sensação de uma motocicleta com o conforto e a segurança de um automóvel. (ver figura) 13.59. determine a tração da corda neste instante. Determine o ângulo 8 da mola se a bola tem uma velocidade de 1. Um acrobata tem peso de 750 N (m ~ 75 kg) e está sentado em uma cadeira que está fixada no topo de um mastro. A órbita tem um raio r medido a partir do centro da Terra. Uma mola. Determine o tempo para o satélite completar a sua órbita em torno da Terra. determine o ângulo 8 no qual ele começa a 'voar' para fora da cadeira. respectivamente. Além disso. como mostrado. (ver figura) 13. Se uma bola tem massa de 30 kg e uma velocidade de v = 4 m/s no instante em que ela está no ponto mais baixo. tendo um comprimento não deformado de 0.58. Se por um acionamento mecânico o mastro gira para baixo com uma razão constante a partir de téta = 0o de tal maneira que o centro de massa G do acrobata mantenha uma velocidade constante va = 3 m/s. 8 = 0o.60. As massas do satélite e da Terra são ms e Me. téta = 0o.62.61. (ver figura) 13.6 m.

2 kg.69. Se o bloco tem velocidade de 0. o carro de 1500 kg está se movendo com velocidade de 25 m/s.66. Uma bola tem massa m e está ligada à corda de comprimento l A corda está amarrada no topo a uma argola móvel e é dada uma velocidade v0 à bola. Demonstre que o ângulo téta que a corda faz com a vertical na medida em que a bola se move em torno da trajetória circular tem de satisfazer a equação (ver fórmula). Determine o coeficiente mínimo de atrito estático entre os pneus e a superfície da estrada de maneira que o carro de 1.uma força normal do assento atue sobre o motorista. determine a tração na corda e a reação que o cone exerce sobre o bloco. Despreze a dimensão do motorista. 13. Despreze a dimensão do carro. Determine a intensidade da força de atrito resultante que a estrada exerce sobre os pneus do carro. qual é a reação normal . Despreze a dimensão do carro. (ver figura) 13. determine a velocidade máxima do carro de 1. Se o carro mantém esta velocidade.25. a qual está crescendo a uma taxa de 2 m/s 2. está ligado ao vértice A do cone circular reto utilizando uma corda leve.5 Mg de modo que ele não deslize quando se move na curva. 13.5 Mg não deslize quando ele se move a 80 km/h na estrada em curva.64. 13. Se o coeficiente de atrito estático entre os pneus e a superfície da estrada é ns = 0. Página 109 13.65. No instante mostrado. Despreze a dimensão do bloco.68. Determine a velocidade máxima na qual o carro com massa m pode passar sobre o ponto mais alto A da estrada em curva vertical e ainda manter o contato com a estrada. (ver figura) 13. tendo massa de 0. Um bloco liso B. Despreze a resistência do ar e a dimensão da bola.67.5 m/s em torno do cone. Despreze a dimensão do carro.

72. Determine a força de sustentação L atuando sobre o avião e o ângulo de inclinação 8. ele está se deslocando a 9 m/s e aumentando sua velocidade em 3 m/s2. devido ao roleteguia. Determine a força normal resultante e a força de atrito resultante que todas as rodas do carro exercem sobre a estrada neste instante. Despreze a dimensão do carro. determine a força normal da trajetória no bloco no instante x = 1 m. Se o motorista mantém uma velocidade constante de 9 m/s. Despreze a dimensão do avião. Quando o carro está no ponto A. Um bloco de 6 kg está confinado a se mover ao longo da trajetória parabólica lisa. Um carro de 0. Despreze a dimensão do carro.8 Mg desloca-se sobre um monte com o formato de uma parábola. 13. quando o bloco tem uma . (ver figura) Página 110 13. Despreze a dimensão do avião.73. e comprimento não deformado de 0. sempre permanece horizontal à medida que o bloco desce.5 m. Uma mola ligada a ele restringe o movimento e.que a estrada exerce sobre o carro quando ele passa pelo ponto mais baixo B na estrada? (ver figura) 13.71. Um avião de 5 Mg está voando com uma velocidade constante de 350 km/h ao longo da trajetória circular horizontal de raio r = 3000 m. determine a força normal resultante e a força de atrito resultante que todas as rodas do carro exercem sobre a estrada no instante que ele alcança o ponto A. Um carro de 0. Um avião de 5 Mg está voando com uma velocidade constante de 350 km/h ao longo de uma trajetória circular horizontal. Se o ângulo de inclinação téta = 15°. determine a força de sustentação L atuando sobre o avião e o raio r da trajetória circular. 13.8 Mg desloca-se sobre um monte com o formato de uma parábola. Se a mola tem uma rigidez de k = 10 N/m. 13.70.74.

No instante x = 10 m. Determine o ângulo téta quando a caixa deixa a pista.velocidade de 4 m/s. ou seja.(ver figura) Página 111 13. Determine qual é a força normal que a superfície exerce sobre as suas rodas quando ela chega ao ponto A.79.5 kg em A a fim de que ela permaneça em contato com a trajetória circular.(ver figura) 13. Despreze a sua dimensão. Despreze a dimensão da esquiadora. 13.(ver figura) 13. a velocidade do trenó é 5 m/s.75. Um trenó e um esquiador de massa total 90 kg deslocam-se ao longo de um declive (liso) definido pela equação y = 0. Uma caixa de 2. (ver formula e figura) 13. a velocidade que ele alcança quando chega ao ponto A é igual à velocidade que ele alcança quando cai livremente de uma altura h. Determine também a velocidade da caixa quando ela chega ao ponto B. Neste ponto. Uma moto de 800 kg se move com velocidade constante de 80 km/h morro acima. Dica: use o resultado do Problema 13.(ver figura) 13.77. 0) e desce o declive liso que pode ser aproximado por uma parábola. qual é a taxa de aumento da velocidade do bloco neste ponto? Despreze a massa do rolete e da mola. determine a taxa de aceleração e a força normal que o declive exerce sobre o trenó. Além disso.5 kg é arremessada com uma velocidade de 6 m/s em A sobre a pista lisa circular vertical. Prove que se o bloco é solto do repouso no ponto B de uma trajetória lisa de formato arbitrário. Se a esquiadora tem massa de 52 kg.80. Uma esquiadora parte do repouso em A (10 m.75. Despreze a dimensão do trenó e do esquiador para o cálculo.08x2. determine a força normal que o solo exerce sobre ela no instante que ela chega ao ponto B.(ver figura abaixo) .78.76. Determine a velocidade mínima que deve ser dada à caixa de 2.

16. determine a força normal sobre o anel e a aceleração dele neste instante. (ver figura abaixo) 13. o movimento acelerado da partícula não é completamente especificado no instante dado. ou seja.6 Equações de movimento: coordenadas cilíndricas Quando todas as forças atuando sobre uma partícula são decompostas em coordenadas cilíndricas.8 Mg desloca-se aclive acima com velocidade constante de 80 km/h. de maneira que quando ele está em A ele tem uma velocidade de 3 m/s. O anel de 2.5 Mg pode ter e ainda permanecer em contato com a estrada quando ele passa pelo ponto A. Determine a velocidade máxima que um carro de 1.82. a força P faz com que a partícula na Figura 13.83. Um carro de 1. 13.13.5 kg desliza sobre a barra lisa. Se. ao longo das direções dos vetores unitários Figura 13. Determine a reação normal da estrada sobre o carro quando ele chega ao ponto A.81. então alguma informação com relação às direções ou intensidades das forças atuando sobre a partícula tem de ser conhecida ou calculada a fim de solucionarmos as Equações 13. a equação do movimento pode ser expressa como: (ver formulas) Para satisfazer esta equação. Despreze a sua dimensão. qual é a reação normal da estrada sobre ele quando ele passa pelo ponto BI Despreze a dimensão do carro(ver figura abaixo).9 m e rigidez de k = 150 N/m. necessitamos de: (ver fórmulas) Se a partícula está restrita a se mover somente no plano r-téta. Página 112 Forças normais e tangenciais O tipo mais direto de problema envolvendo coordenadas cilíndricas exige a determinação das componentes da força resultante (ver formula) as quais fazem com que uma partícula se desloque com uma aceleração conhecida. Se a mola à qual ele está ligado tem comprimento não deformado de 0.17a .(ver figura abaixo) 13. Se o carro mantém esta velocidade. então somente as duas primeiras das Equações 13.9. Por exemplo. no entanto.9 são usadas para especificar o movimento.

mostrada na Figura 13. enquanto a força de atrito F sempre atua ao longo da tangente na direção oposta do movimento.se desloque ao longo da trajetória r = f (téta).17c. o qual é definido entre a linha radial deformada e a tangente à curva. Por exemplo. medido no sentido horário.18. . ele é medido na direção oposta de 8 positivo. O método para se fazer isto foi descrito no procedimento para análise dado na Seção 13. que a trajetória exerce sobre a partícula. ele é medido a partir da linha radial deformada até a tangente em sentido anti-horário ou na direção positiva de téta. oposto a + téta como mostrado na figura. as equações de movimento podem então ser aplicadas a fim de se relacionarem às forças atuando na partícula com as suas componentes da aceleração.4. (ver figuras) Este ângulo pode ser obtido observando-se que quando a partícula é deslocada em uma distância ds ao longo da trajetória. (ver formulas). o ângulo psi pode ser determinado a partir de (ver fórmulas) Se psi é calculado como uma quantidade positiva. Visto que estas duas componentes são mutuamente perpendiculares. a componente do deslocamento na direção radial é dr e a componente do deslocamento na direção transversal é r d téta. Figura 13. A força normal N. As direções de N e F podem ser especificadas em relação à coordenada radial utilizando o ângulo (psi). Porque (ver formula). é sempre perpendicular à tangente da trajetória. Uma vez que estas coordenadas tenham sido estabelecidas. considere a cardioide r = a (1 + cos téta). Página 113 Procedimento para análise Coordenadas cilíndricas ou polares são uma escolha adequada para a análise de um problema para o qual os dados relativos ao movimento angular da linha radial r são dados. Figura 13. então quando téta = 30°. ou em casos nos quais a trajetória pode ser convenientemente expressa em termos destas coordenadas. Se ele é negativo.17b. O texto a seguir é um resumo deste procedimento.

As quatro incógnitas são Nc. enquanto Nc atua perpendicular à tangente da trajetória circular em 6 = 45°. Observe que F atua perpendicular ao eixo do braço AB. z. a„. Cinemática Use os métodos da Seção 12.8 para determinar r e as derivadas temporais r'. Equações 13. ■ incógnitas. Equações do movimento (ver fórmulas) Cinemática . na direção do eixo 9. Exemplo O anel duplo liso de 0. isto indica que ela atua na direção negativa da coordenada. determine a força que o braço exerce sobre o anel no instante 9 = 45°. se eles são Identifique todas as incógnitas no problema. a qual é discutida no fim do Apêndice C. O movimento é no plano horizontal. Figura 13. SOLUÇÃO Diagrama de corpo livre A reação normal Nc da barra-guia circular e a força F do braço AB atuam sobre o anel no plano do movimento. Se qualquer uma das componentes da aceleração for calculada como uma Quando determinadas as derivadas temporais de r = f (téta).Diagrama de corpo livre ■ Estabeleça o sistema de coordenadas inercial r. e em seguida avalie as componentes da aceleração (ver fórmula) ■ quantidade negativa. é muito de corpo livre da partícula. isto é. téta.19&. ar.9. F. téta'. ■ ■ ■ r''. atéta. z'. téta. Se o braço gira com uma velocidade angular constante de Q = 3 rad/s.19a pode deslizar livremente no braço AB e na barra-guia circular. téta''. ■ importante usar a regra da cadeia do cálculo. z e construa o diagrama Suponha que ar.5 kg mostrado na Figura 13. az atuam nas direções positivas de r. Equações de movimento Aplique as equações de movimento.

SOLUÇÃO Por que é uma boa ideia usar coordenadas polares para solucionar este problema? Diagrama de corpo livre O diagrama de corpo livre para o cilindro é mostrado na Figura 13.Utilizando a regra da cadeia (ver Apêndice C). Como de costume. Se o braço é forçado a girar no plano vertical a uma taxa constante 9 = 0.20b.20 N F= 0 Exemplo O cilindro liso C de 2 kg mostrado na Figura 13. e a„ atuam nas direções de r e 9 positivos. a primeira e a segunda derivadas temporais de r quando (ver fórmulas). Identifique as quatro incógnitas.(cossec téta cotg téta) d téta e d (cotg téta) = (cossec2 téta) d téta.5 rad/s. suponha que a. FP.20b. então r e as derivadas temporais necessárias tornam-se: (ver fórmulas) Página 115 . Equações de movimento Utilizando os dados na Figura 13. respectivamente. atua perpendicular à fenda no braço. determine a força que o braço exerce sobre o pino no instante em que 9 = 60°. são: Página 114 (ver resolução de exemplo) Substituindo estes resultados nas equações 1 e 2 e resolvendo.20a tem um pino P através do seu centro que passa pela fenda no braço O A.20a r pode ser relacionado a téta pela equação (ver fórmula) Visto que d (cossec téta) = . chegamos a: Nc = 7. A força sobre o pino. temos: (ver formulas) Cinemática Da Figura 13.

5 kg. temos: Nc = 19.21b.21c. suponha que ar e atéta atuam nas direções positivas de r e 9. como mostrado na Figura 13. Se o braço OA gira com uma taxa constante téta = 4 rad/s no plano horizontal.206. tendo massa de 0. (ver figura) Solução Diagrama do corpo livre A força de acionamento Fc atua perpendicular ao braço OA. Figura 13. atua perpendicular à tangente à curva em téta = pi rad. atua em oposição à direção mostrada na Figura 13. (ver fórmula) . Nc. de maneira que (ver fórmula) e. determine a força que ela exerce sobre a lata no instante 9 = pi rad.1 téta) m. Figura 13. Despreze o atrito e a dimensão da lata. obtemos: (ver formulas) Substituindo estes resultados nas equações 1 e 2 com téta = 60° e resolvendo. pode ser determinado da Equação 13. portanto. Exemplo Uma lata C. desloca-se ao longo de uma ranhura entalhada na horizontal.21a. A ranhura está na forma de uma espiral que é definida pela equação r = (0. onde téta é dado em radianos. Como de costume. respectivamente.10.Avaliando estas fórmulas em téta = 60°. Visto que a trajetória já está especificada. enquanto a força normal da parede da ranhura sobre a lata.356 N O sinal negativo indica que Fp.1 téta. Temos r = 0.5 N FP = -0. o ângulo psi que a linha radial deformada r forma com a tangente.

Despreze a massa dos cabos e a dimensão dos passageiros.05 rad/s e uma aceleração angular de téta'' = 0. 13. 13.Quando (ver formula).21c.5 s. Identifique as quatro incógnitas na Figura 13. de maneira que (ver formula). Se uma câmera está localizada em A e gira com uma velocidade angular de téta' = 0. Se téta = (pí t2) rad. onde téta é dado em radianos.6 sen téta) m. O carro de 2 Mg está se deslocando ao longo da estrada curva descrita por (ver fórmula).7° e os dados mostrados na Figura 13. como mostrado na Figura 13. (ver fórmula) Substituindo estes resultados nas equações 1 e 2 e resolvendo.14.01 rad/s2 no instante (ver fórmula). Equações de movimento Utilizando fi = 17.216.2 kg é soprada em um tubo circular vertical liso cuja forma é definida por r = (0.21b.13. onde téta é dado em radianos.15. temos: (ver fórmula) Página 116 Cinemática As derivadas temporais de r e téta são: (ver fórmulas) No instante téta = pí rad. . Uma bola de 0. determine a intensidade de força F exercida pelo soprador sobre a bola quando t = 0. Determine a velocidade angular constante téta do eixo vertical do brinquedo do parque de diversões se fí = 45°. onde t é dado em segundos. determine a força de atrito resultante desenvolvida entre os pneus e a estrada neste instante. temos: (ver fórmula) O que significa o sinal negativo de Nc? Problemas fundamentais 13.

3 rad/s.89. Determine a intensidade da força resultante atuando sobre uma partícula de 5 kg no instante t = 2 s. o qual tem velocidade angular constante no sentido horário de téta = .84. onde t é dado em segundos. 13. Em um dado instante.13. Uma partícula de 2 kg desloca-se ao longo de uma trajetória definida por (ver formulas) onde t é dado em segundos.88. Determine a força normal da . onde t é dado em segundos. Determine a intensidade da força resultante atuando sobre a partícula quando t = 2 s. 9. Página 117 Problemas 13. 13. 13. O pino P de 0. Determine a força que o braço OA exerce sobre o pino P quando téta = 0°.87. O seu movimento é controlado pela rotação do braço bifurcado OA. Se o coeficiente de atrito estático entre o bloco de massa me a plataforma giratória é determine a velocidade angular constante máxima da plataforma que não faça com que o bloco escorregue.86. a barra AB está girando com uma velocidade angular de téta = 2 rad/s e tem aceleração angular de téta = 2 rad/s2. z que a trajetória exerce sobre a partícula no instante t = 1 s. 13.6 cos 2 téta) m.2 kg está restrito a se mover na fenda curva lisa que é definida pela lemniscata r = (0. Determine as componentes da força r. A trajetória do movimento de uma partícula de 5 kg no plano horizontal é descrita em termos das coordenadas polares como (ver fórmula). Determine as componentes da força radial e transversal exercidas sobre a partícula quando t = 2 s.5 kg pode deslizar livremente ao longo da barra lisa AB.85.16. se a partícula está se movendo ao longo de uma trajetória horizontal definida pelas equações (ver fórmula). Uma partícula de 2 kg desloca-se ao longo de uma trajetória lisa horizontal definida por (ver fórmula) onde t é dado em segundos. 13. O movimento está no plano vertical. O anel C de 0.

A mola tem um comprimento não deformado de 400 mm. A mola tem um comprimento não deformado de 400 mm.91. Um mecanismo está girando em torno do eixo vertical com velocidade angular constante de téta= 6 rad/s. 13. determine a posição constante r do anel C de 3 kg. determine a velocidade angular constante téta' na qual o mecanismo está girando em torno do eixo vertical.02 sen téta) m. Se a barra AB é lisa.1 m e z = (0. determine a força sobre o rolete A quando téta = 90°. onde r = 0. 13. Se o coeficiente de atrito estático entre a superfície cônica e o bloco é mí s = 0.1 m e z = (0. onde r = 0. 13.2.02 sen téta). determine a força máxima e mínima que o came exerce sobre o rolete em A.94. Despreze a massa da barra e a dimensão do anel. Despreze a massa da barra e a dimensão do anel. 13. A barra AB de 2 kg desloca-se para cima e para baixo à medida que sua extremidade desliza sobre a superfície lisa do came. determine a velocidade angular constante máxima 9 sem fazer com que o bloco escorregue para cima. Página 118 13. Despreze o atrito no apoio C e a massa do rolete 13. Se a posição do anel C de 3 kg na barra lisa AB é mantida em r = 720 mm. Despreze o atrito no apoio Cea massa do rolete. determine a velocidade angular constante mínima téta de maneira que o bloco não escorregue para baixo.93.92. Se o came está girando com velocidade angular constante de 5 rad/s.2. A barra AB de 2 kg desloca-se para cima e para baixo à medida que sua extremidade desliza sobre a superfície lisa do came.95. Despreze a massa da barra e a dimensão do anel.barra AB e a reação radial da placa na extremidade B sobre o anel neste instante.90. . Se o coeficiente de atrito estático entre a superfície cónica e o bloco de massa m é mí = 0. Se o came está girando com velocidade angular constante de 5 rad/s.

100. O cilindro está em contato com apenas uma aresta da fenda lisa.99 no instante téta = 60°. Se o braço O A gira no sentido anti-horário com velocidade angular de téta ' = 2 rad/s e aceleração angular de téta '' = 0. O garfo e a trajetória contatam a partícula em apenas um lado. Devido à restrição.8 rad/s2 no instante que 9 = 30°. 13.101.6 cos téta) m. 13. O garfo e a trajetória contatam a partícula somente em um lado Página 119 I 42 I Dinâmica . determine a força que o garfo exerce sobre a partícula no instante t = 1 s. Solucione o Problema 13.97.13. Se em todos os instantes de tempo téta = 0. 13. Se o braço tem velocidade angular téta' = 2 rad/s e aceleração angular téta'' = 0. Um garfo é usado para mover a partícula lisa de 1 kg em torno da trajetória horizontal no formato de um limaçon (caracol de Pascal). determine a força que o garfo exerce sobre a partícula no instante que téta = 90°. determine a força do braço sobre a lata. Solucione o Problema 13. Uma lata lisa de 0. Se a trajetória do brinquedo é definida por r = . 13.8 rad/s.75 kg é guiada ao longo da trajetória circular usando o braço-guia. Um brinquedo do parque de diversões gira com uma velocidade angular constante de téta ' = 0. r = 0. determine a força exercida pelo braço sobre o cilindro neste instante. O movimento ocorre no plano horizontal.102.99.3(2 + cos téta) m.96.5 rad/s.98.4 rad/s2 no instante que 9= 30°.97 se o movimento ocorre no plano vertical. 13. 13. Um garfo é usado para mover a partícula lisa de 1 kg em torno da trajetória horizontal no formato de um limaçon (caracol de Pascal).5 kg desloca-se ao longo da trajetória descrita por r = (0. (ver fórmulas) onde t é dado em segundos. e o movimento ocorre no plano horizontal. o cilindro C de 0.

demonstre que a equação do movimento na direção 8 resulta em (ver fórmula) Quando integrado.105. Se o piloto mantém uma velocidade constante v = 120 m/s ao longo da trajetória. A partícula lisa tem massa de 80 g.107. Despreze a dimensão da garota e do trenó e os efeitos do atrito entre o trenó e o gelo. Um avião executa o loop vertical definido por (ver fórmula). A mola tem rigidez de 100 N/m e .25 m.5 m/s. devido ao braço de guia ranhurado. determine a força exercida pela ranhura lisa no braço OA sobre o cilindro no instante téta = 60°. Um garoto parado firmemente de pé gira a garota sentada em um 'prato' circular ou trenó em uma trajetória circular de raio r0 = 3 m de tal maneira que sua velocidade angular é téta0 ' = 0. O piloto tem massa de 75 kg.0.1 rad/s.104. téta e z exercidos pelo assento sobre o garoto de 20 kg quando téta = 120°. 13. determine a força do braço sobre a partícula quando téta = 60°. Solucione o Problema 13. determine a tração que ele exerce sobre o trenó no instante que r = 2 m. Se o cabo de conexão OC é puxado para dentro de tal maneira que a coordenada radial r varia com uma velocidade constante de r' = . 13. 13. O trenó e a garota têm massa total de 50 kg.8 sen téta). Dica: primeiro.105 se téta '' = 2 rad/s2 quando téta ' = 5 rad/s e téta =60º Página 120 13. 13. O braço tem velocidade angular constante de téta ' = 5 rad/s.106.5 kg desloca-se ao longo da trajetória descrita por r = (0. desloca-se ao longo da trajetória circular na horizontal r = (0. determine a força normal que o assento exerce sobre ele no instante que téta = 0o. Se a corda tem rigidez de k = 30 N/m e comprimento não deformado de 0. (ver fórmula) onde a constante C é determinada a partir dos dados do problema. Ela está ligada a uma corda elástica estendendo-se de O a P e. Se o braço OA gira no sentido anti-horário com uma velocidade angular constante de téta = 3 rad/s. determine as componentes da força r.103. O cilindro C de 1.6 sen 0) m.(3 sen téta + 5) m e z = (3 cos téta) m.

O cilindro C de 1. O tubo gira no plano horizontal com uma taxa constante de téta = 4 rad/s. 13. A solução é da forma (ver fórmula). Uma bola de 0.5 kg é guiada ao longo da trajetória circular vertical r = 2rc cos téta usando o braço OA.112. 13.16r = 0. Se a bola B de 0. Se o braço OA está girando no sentido anti-horário com uma velocidade angular de téta = 3 rad/s.6 sen téta) m. Também.não está deformada quando téta = 30°.5 m/s e se movimenta para fora do tubo. 13. determine a taxa de aumento na velocidade da bola no instante téta = pí / 2. O cilindro está em contato apenas com uma borda do braço com ranhura.109. r = 0. Ele pesa 750 N (M = 75 kg). determine a força exercida pela ranhura lisa no braço OA sobre o cilindro no instante téta = 60°. Despreze a dimensão do cilindro. 13. O cilindro está em contato com apenas uma borda do braço com ranhura.5 m. Se a sua velocidade em A (téta = 0o) é uma constante vP = 24 m/s. Proceda para obter vr e vtéta.5 m. Se a força tangencial exercida sobre a bola devida à pressão do ar é de 6 N. O movimento ocorre no plano vertical. O piloto de um avião executa um loop vertical que em parte segue a trajetória de uma cardioide. a bola de 0.2 kg parte da origem. Utilizando a pressão do ar. qual é o ângulo psi da coordenada radial deformada r até a linha de ação da força de 6 N? 13.111. Dica: mostre que a equação do movimento na direção r é r . O movimento ocorre no plano horizontal. r = 180(1 + cos téta) m. O com uma velocidade radial inicial de r = 1.4 rad/s e .108. determine a força vertical que o cinto de segurança exerce sobre ele para segurá-lo ao seu assento quando o avião está de cabeça para baixo em A.5 kg é forçada a se mover por um tubo colocado no plano horizontal com o formato de uma espiral logarítmica. Avalie as constantes de integração A e B e determine o tempo t quando r = 0. Se o braço tem velocidade angular téta = 0. A mola tem rigidez de 100 N/m e não está deformada quando téta = 30°. determine as componentes radial e transversal da velocidade da bola no instante que ela deixa a extremidade do tubo em C.110.5 kg desloca-se ao longo da trajetória descrita por r = (0. Despreze a dimensão do cilindro.

115. Página 121 13. Despreze o atrito e a dimensão da bola.22b. (ver figura) 13. A fim de analisar o movimento. Despreze o atrito e a dimensão da bola. as equações do movimento.114 se o braço tem aceleração angular de téta ' = 2 rad/s2 quando téta '' = 3 rad/s a téta = 30°.22a. O braço está girando com uma velocidade angular constante de téta ' = 3 rad/s.9.aceleração angular téta = 0. tornamse: (ver fórmula) A segunda destas equações pode ser escrita na forma: (ver fórmula) . 13. determine o ângulo téta < 45° no qual a bola começa a deixar a superfície do semicilindro. Faça rc = 0. Este tipo de movimento é comumente causado por forças gravitacionais e eletrostáticas. O diagrama de corpo livre para a partícula é mostrado na Figura 13. Uma bola tem massa de 1 kg e está confinada a se mover ao longo da ranhura vertical lisa devido à rotação do braço liso OA. Uma bola de massa m é guiada ao longo da trajetória circular vertical r = 2rc cos téta usando o braço OA. 13.12 m. Utilizando coordenadas polares (r. Equações 13. o movimento é chamado de movimento de força central.113. que tem massa m e está sob a ação apenas da força central F.7 Movimento de forca central e mecânica espacial Se uma partícula está se movendo sob a influência de uma força tendo uma linha de ação que é sempre direcionada para um ponto fixo. determine a força do braço sobre a bola. Suponha que a bola tem contato com apenas um lado da ranhura em qualquer instante. Se o braço tem velocidade angular constante tétan. Resolvao Problema 13.114. vamos considerar a partícula P. Determine a força do braço sobre a bola e a força normal da ranhura sobre a bola quando téta = 30°. téta). mostrada na Figura 13.8 rad/s2 no instante que téta = 30°.

11. Em outras palavras. a força de atração gravitacional será considerada. Alguns exemplos comuns de sistemas de força central que dependem da gravitação incluem o movimento da Lua e satélites artificiais em torno da Terra. Utilizando-se a regra da cadeia do cálculo e a Equação 13.22a. Se a velocidade areolar é definida como: (ver fórmula) então é visto que a velocidade areolar para uma partícula submetida ao movimento de força central é constante. a variável independente t tem que ser eliminada Página 122 das Equações 13. e o movimento . Para obter a trajetória do movimento.11 podem ser substituídas por: (ver fórmula) Substituindo uma nova variável dependente (xi) = l / r na segunda equação. r = f(téta). é (ver fórmula).12 torna-se: Substituindo estas duas equações na primeira das Equações 13.de maneira que integrando resulta em: (ver fórmula) Aqui. produzse: (ver fórmulas) Esta equação diferencial define a trajetória sobre a qual a partícula se move quando é submetida à força central F. na medida em que r se move através de um ângulo d téta. temos: (ver fórmula) Além disso.11. as derivadas temporais das Equações 13. a partícula varrerá segmentos iguais de área por unidade de tempo enquanto se move ao longo da trajetória. observe que a área sombreada descrita pelo raio r. (nota de rodapé 8 no final do livro) Para aplicação. Da Figura 13. o quadrado da Equação 13.12. h é a constante de integração.

) De acordo com a lei da gravitação de Newton.23. esta força de atração tem intensidade de: (ver fórmula) onde Me e m representam a massa da Terra e do satélite. Página 123 Uma interpretação geométrica da Equação 13. Como um típico problema em mecânica espacial.24. .14. Por definição. respectivamente. estabelecemos xi = l / r na equação anterior e substituímos o resultado na Equação 13. Para obter a trajetória orbital. ou ponto fixo F. Figura 13. a força F vai sempre atuar entre os centros de massa da Terra e do satélite. Figura 13. Da Equação 13. é constante. e r é a distância entre os centros de massa. a única força atuando sobre ele é a força gravitacional da Terra. A solução é a soma das soluções homogênea e particular dadas por (ver fórmula) Esta equação representa a trajetória de voo livre do satélite. Obtemos: (ver fórmula) Esta equação diferencial de segunda ordem tem coeficientes constantes e é não homogênea.23. (Atrações gravitacionais envolvendo os corpos tais como a Lua ou o Sol serão desprezadas. Como mostrado na Figura 13. com sua distância perpendicular a uma linha fixa DD chamada de diretriz. (nota de rodapé 9 no final do livro) Logo após o satélite ser solto em voo livre. Ela é a equação de uma seção cónica expressa em termos de coordenadas polares. visto que para órbitas próximas da Terra seu efeito é pequeno em comparação com a gravitação da Terra. Esta razão constante será denotada e e é chamada de a excentricidade. como mostrado na figura.1. considere a trajetória de um satélite espacial ou veículo espacial lançado em órbita em voo livre com velocidade inicial v0.de planetas em torno do Sol. Géa constante gravitacional. Será suposto que esta velocidade é inicialmente paralela à tangente à superfície da Terra.16 exige conhecimento da equação para uma seção cónica. uma seção cónica é definida como o lugar geométrico de um ponto P que se move de tal maneira que a razão da sua distância até um foco.

20 para h: (ver fórmula) A equação para a trajetória de voo livre torna-se.(ver fórmula e figura) Da Figura 13.16 reduz-se a: (ver fórmula) As constantes h e C são determinadas a partir de dados obtidos para a posição e velocidade do satélite no fim da trajetória de voo com propulsão. vê-se que a distância fixa do foco até a diretriz é: (ver fórmula) E a excentricidade da seção cónica para a trajetória é: (ver fórmula) Contanto que o ângulo polar téta seja medido a partir do eixo x (um eixo de simetria já que ele é perpendicular à diretriz). da Equação 12. a Equação 13. a velocidade vetorial v0 não tem componente radial.24. portanto. então a constante h pode ser obtida da Equação 13. Figura 13. r = r0.16.25. e. portanto. Figura 13. (ver fórmulas) Comparando esta equação com a Equação 13. de maneira que: (ver fórmulas) Página 124 Para determinar C.24. portanto. e sua velocidade escalar inicial é v„ no início do seu voo livre. (ver fórmulas) .12. Quando téta = fí = 0o.25. se a altura inicial ou distância até o veículo espacial é rg. e substitua a Equação 13. o ângulo fí é zero. utilize a Equação 13.19 com téta = 0o. medida a partir do centro da Terra. (ver fórmula). Por exemplo.

23. e = 1. . e > 1. Se: e = 0. utilizando Equação 13. pode ser determinada utilizando a segunda das equações 13. a trajetória de voo livre é uma hipérbole. Equação 13. e = 1.20. é chamada de velocidade de escape.O tipo de trajetória deslocada pelo satélite é determinado a partir do valor da excentricidade da seção cónica como dada pela Equação 13.25. ve. na qual a resistência ao atrito da atmosfera é desprezada. a trajetória de voo livre é um círculo.25. necessária para que o satélite siga uma trajetória parabólica. e = 0. a trajetória de voo livre é uma elipse. as velocidades escalares no lançamento que forem menores do que vc vão fazer com que o satélite reentre na atmosfera da Terra e seja destruído pelo fogo ou pelo impacto. temos: (ver fórmula) Contanto que r0 represente uma altura mínima de lançamento. vê-se que quando o satélite segue uma trajetória parabólica.18. 13.21. Visto que e Página 125 está relacionado a h e C. É um exercício demonstrar que: (ver fórmula) Orbita circular A velocidade escalar vc exigida para lançar um satélite em uma órbita circular pode ser encontrada utilizando-se a primeira das equações 13. h não pode ser zero).18. e. e < 1. Figura 13.23. com as equações 13. A velocidade escalar.21. Trajetória parabólica Cada uma destas trajetórias é mostrada na Figura 13.18. a trajetória de voo livre é uma parábola. portanto. ele está 'no limite' de nunca retornar para seu ponto de partida inicial. v0.20 e 13. C tem que ser zero para satisfazer esta equação (da Equação 13. A partir das curvas. A velocidade vetorial de lançamento inicial.

Para a órbita de um satélite em torno da Terra.22 com d = 180°.26. O apogeu ou distância máxima ra pode ser encontrado utilizando-se a Equação 13.13. (ver fórmula) Esta distância mínima é chamada de perigeu da órbita. por integração direta. a .Orbita elíptica Todas as trajetórias realizadas pelos planetas e a maioria dos satélites são elípticas. o período é: (ver fórmula) Página 126 Além de prever a trajetória orbital de satélites terrestres. (nota de rodape 10 no final do texto) Desse modo.30. para uma aproximação surpreendentemente estreita. pode ser mostrado que o meio-comprimento do eixo menor é determinado pela equação: (ver fórmula) Além disso. em prever o movimento real dos planetas se deslocando em torno do Sol. a área de uma elipse é: (ver fórmula) A velocidade areolar foi definida pela Equação 13. a distância mínima da órbita até o centro da Terra O (o qual está localizado em um dos focos da elipse) é r e pode ser encontrado utilizando-se a Equação 13. o meio-comprimento do eixo maior da elipse é: (ver fórmula) Utilizando a geometria analítica. onde T é o período de tempo necessário para fazer uma revolução orbital. Figura 13. dA / dt = h / 2.26. Da Equação 13. Neste caso.22 com téta = 0o. Integrando. (ver fórmula) Com referência à Figura 13. Portanto. resulta em A = h T / 2. a teoria desenvolvida nesta seção é válida.

20 e 13. qualquer que seja o comprimento da linha. deve ser substituída por Me.22. são resumidas a seguir: ■ Todo planeta se move em sua órbita de tal maneira que a linha juntando ele ao centro do Sol varre áreas iguais em intervalos de tempo iguais. ■ cubo do eixo maior da sua órbita. As leis de Kepler. assim.13 e 13. ela forneceu uma prova importante quanto à validade dessas leis. (Ver Problema 13.29. determine (a) a excentricidade da trajetória orbital e (b) a velocidade do satélite no apogeu. na época. ■ A órbita de todos os planetas é uma elipse com o Sol colocado em um dos O quadrado do período de qualquer planeta é diretamente proporcional ao Uma definição matemática da primeira e segunda leis é dada pelas equações seus focos. desenvolvidas após vinte anos de observação planetária.19. Supondo que o raio da Terra é 6378 km e que sua massa é 5. As constantes h e C são determinadas inicialmente pelas equações 13. com uma velocidade inicial de 30 Mm/h atuando paralela à tangente à superfície da Terra.27.18. Sua descoberta foi feita antes que Newton tivesse desenvolvido as leis do movimento e a lei da gravitação.21.116. e. Visto que: (ver fórmulas) Página 127 Por conseguinte. SOLUÇÃO Parte (a) A excentricidade da órbita é obtida utilizando a Equação 13.976(10 24) kg.massa do Sol. Ms. 13. .31 utilizando-se equações 13. quando as fórmulas apropriadas são usadas. respectivamente.) Exemplo 13. O fato de que os planetas necessariamente seguem órbitas elípticas em torno do Sol foi descoberto pelo astrônomo alemão Johannes Kepler no início do século XVII. A terceira lei pode ser mostrada a partir da Equação 13. 13.13 Um satélite é lançado a 600 km da superfície da Terra. Figura 13.28 e 13.

.118.27. 13.19. como mostrado. O ônibus espacial é lançado com uma velocidade vetorial de 28000 km/h paralela à tangente da superfície da Terra no ponto P e então se move em torno da órbita elíptica.976(1024) kg. Determine a sua velocidade escalar quando ele está na sua distância máxima A e distância mínima B da Terra. O satélite está se movendo em uma órbita elíptica com uma excentricidade e = 0.116. 13. 13. Dica: utilize as equações 13. a massa da Terra é 5.29 e 13. a mesma órbita seria mantida contanto que: (ver fórmula) Utilizando a Equação 13.25. Página 128 13.31.119. 13. suponha que o raio da Terra é 6378 km.73 (10-12) m3/(kg • s2). Determine o aumento necessário na velocidade vetorial de maneira que ele entre na segunda órbita elíptica.1074 vezes a massa da Terra.28. Quando ele chega ao ponto A. Se o satélite fosse lançado no apogeu A mostrado na Figura 13.27. Prove a terceira lei do movimento de Kepler. 13. 13. e o período do satélite. como mostrado. A massa de Marte é 0. seus motores são ligados e sua velocidade vetorial é subitamente aumentada. A sonda Viking aproxima-se do planeta Marte em uma trajetória parabólica. O satélite está em uma órbita elíptica em torno da Terra. temos: (ver fórmulas) Problemas Nos problemas a seguir.23. observe que a orbita é uma elipse.(ver fórmula) Da Equação 13.117. Quando ele alcança o ponto A. sua velocidade é de 10 Mm/h. com velocidade vA. a massa do Sol é 1.120.99 (1030) kg e a constante gravitacional é G = 66. Determine a sua velocidade vetorial no perigeu P e apogeu A. Determine r0 e a velocidade necessária em A de maneira que ele possa manter uma órbita circular. como mostrado.

A Terra tem uma órbita com uma excentricidade e = 0. Um satélite de comunicações será colocado na órbita circular equatorial em torno da Terra de maneira que ele sempre permaneça diretamente sobre um ponto na superfície terrestre. 13. determine a velocidade vetorial do foguete quando ele está no ponto A.60 vezes a da Terra. Sabendo que a distância mínima da Terra ao Sol é 151. Também. Se a órbita tem a apoapside e a periápside mostradas. Quanto tempo o foguete leva para pousar. Se o foguete deve pousar na superfície do planeta. indo de A' para BI O planeta não te. determine a velocidade escalar na qual um foguete se move quando ele está a esta distância.123. e sua massa é 0.126.0821 em torno do Sol. calcule a velocidade escalar do ônibus espacial em A. .121. atmosfera. determine o raio da órbita e a velocidade vetorial do satélite.124. Se isto exige que o período seja de 24 horas (aproximadamente). e sua massa é 0.122. 13. 13. A velocidade escalar de um satélite lançado em uma órbita circular em torno da Terra é dada pela Equação 13. 13. Determine a equação em coordenadas polares que descreve a órbita da Terra em torno do Sol. determine a velocidade escalar de voo livre que ele deve ter em A' de maneira que o pouso ocorra em B. Determine o aumento na velocidade vetorial do ônibus espacial no ponto P de maneira que ele se desloque de uma órbita circular para uma órbita elíptica que passa pelo ponto A.13. O planeta não tem atmosfera.25.125. O foguete está em voo livre ao longo de uma trajetória elíptica A' A.3(10 6) km. Determine a velocidade escalar de um satélite lançado paralelo à superfície da Terra de maneira que ele se desloque em uma órbita circular 800 km da superfície da Terra.6 vezes da Terra 13.

Página 129 13. sua velocidade é vP = 25 Mm/h. Se o foguete tem uma apoapside e periápside. Quando ele está no perigeu P. Quanto tempo leva para o foguete pousar.128. determine a velocidade escalar do foguete quando ele está no ponto A. O satélite está em uma órbita elíptica tendo uma excentricidade de e = 0. Determine o período do satélite.13. Determine o incremento mínimo de velocidade escalar que ele deve ter a fim de escapar do campo gravitacional da Terra quando ele está neste ponto ao longo da sua órbita.70 vezes a da Terra. O foguete está em voo livre ao longo de uma trajetória elíptica A' A. O planeta não tem atmosfera. Se o foguete deve pousar na superfície do planeta. Um foguete está em uma órbita elíptica de voo livre em torno da Terra de tal maneira que a excentricidade da sua órbita é e e seu perigeu é r0. indo de A' para B ao longo de uma trajetória elíptica? O planeta não tem atmosfera. como mostrado na figura. 13. e sua massa é 0.15. e quando ele chega ao ponto A. 13.130. 13. Demonstre que a órbita é elíptica e determine a velocidade vetorial do satélite quando ele chega ao ponto A.127. Um foguete está em órbita circular em torno da Terra a uma altitude de h = 4 Mm.132. 13. O satélite é lançado paralelo à tangente à superfície da Terra com velocidade de v0 = 30 Mm/h de uma altitude de 2 Mm acima da Terra.129.133. Determine o incremento mínimo na velocidade escalar que ele deve ter a fim de escapar do campo gravitacional da Terra. e sua massa é 0. 13.70 vezes a da Terra. Se a sua velocidade no perigeu é vP= 15 Mm/h.131. O satélite está em uma órbita elíptica. determine a sua velocidade no apogeu A e o período do satélite. sua velocidade évA= 15 Mm/h e sua altitude acima da superfície da Terra é 18 Mm. como mostrado. determine a velocidade escalar de voo livre necessária que ele deve ter em A' de maneira que ele atinja o planeta em B. .

e sua hélice fornece um impulso máximo conhecido. .2. Determine a altitude necessária (ou faixa de altitudes) acima da superfície da Terra para o lançamento se a trajetória de voo livre for (a) circular. 13. Um rebocador tem massa conhecida. Página 130 Problemas conceituais 13. Também determine a variação súbita na velocidade escalar que o foguete tem que passar em B a fim de se mover em voo livre ao longo da órbita indicada pela trajetória pontilhada. 13.136.137.13. (b) parabólica. Como resultado. O foguete está em uma órbita elíptica de voo livre em torno da Terra de tal maneira que e = 0. 13. Além disso. o período do satélite tem de ser igual à rotação da Terra. Se uma caixa é solta do repouso em A.1.134. você observa o tempo que ele leva para chegar a uma velocidade escalar de valor conhecido partindo do repouso. liste as hipóteses para sua análise. Quando o rebocador está em potência máxima.76. Determine sua velocidade escalar quando ele está no ponto A. 13.1.135. use valores numéricos para demonstrar como você estimaria o tempo para ela chegar em B. que é de aproximadamente 24 horas. Demonstre como você poderia determinar a massa da chata. Determine a altitude do satélite h acima da superfície da Terra e sua velocidade escalar orbital. Determine a velocidade escalar constante do satélite S de maneira que ele circule a Terra com uma órbita de raio r = 15 Mm. Um satélite de comunicações está em uma órbita circular acima da Terra de tal maneira que ele sempre permanece diretamente sobre um ponto da superfície terrestre. (c) elíptica e (d) hiperbólica. Dica: utilize a Equação 13. como mostrado. Um satélite é lançado com uma velocidade vetorial inicial v0 = 4000 km/h paralelo à superfície da Terra.

Utilizando valores numéricos. Vários tipos de sistemas de coordenadas inerciais podem ser usados para aplicar F = ma em forma de componente.Despreze a força de arrasto da água sobre o rebocador. é importante construir o diagrama de corpo livre da partícula. o vetor ma.4. 13. Página 131 REVISÃO DO CAPITULO Cinética A cinética é o estudo da relação entre forças e a aceleração que elas causam. este diagrama é igual ao diagrama cinético. Os passageiros estão sentados na direção do centro da roda. Este sistema tem eixos que não giram.3. Determine a menor velocidade escalar de cada carrinho A e B de maneira que os passageiros não percam contato com o assento enquanto os braços giram com uma taxa constante. demonstre como determinar a força resultante que o assento exerce sobre o passageiro localizado no carrinho no topo A. Esta relação é baseada na segunda lei do movimento de Newton. Cada carrinho está preso por pinos nas suas extremidades ao aro da roda que gira com uma velocidade escalar constante. Qual é a maior força normal do assento sobre cada passageiro? Use valores numéricos para explicar a sua resposta. isto é. (ver fórmulas e figuras) . (ver fórmulas e figuras) Sistemas de coordenadas inerciais Uma vez aplicada a equação do movimento. mas são fixos ou movem-se com velocidade constante. que mostra o resultado das forças. expressa matematicamente como F = ma. liste as hipóteses para sua análise. Antes de aplicar a equação do movimento. Graficamente. é importante medir a aceleração a partir de um sistema de coordenadas inercial. 13. a fim de levar em consideração todas as forças que atuam sobre a partícula. Utilize valores numéricos para explicar a sua resposta. Além disso.

(ver fórmulas) Coordenadas cilíndricas são úteis quando o movimento angular da linha radial r é especificado ou quando a trajetória pode ser convenientemente descrita com estas coordenadas. t são frequentemente usados quando a trajetória é conhecida. y.A equação do movimento também pode ser reescrita na forma (ver fórmula). O vetor – m a é referido como vetor força inercial. (ver fórmulas) Movimento de força central Quando uma única força atua sobre uma partícula. então o movimento é referido como movimento de força central. Lembre-se de que an está sempre direcionada na direção + n. Nota 2 . onde mv é a quantidade de movimento linear da partícula. Aqui.Visto que m é constante. Também lembre-se de que at é tangente à trajetória. e como resultado. (ver fórmula) Eixos normais e tangenciais n. O diagrama cinético diz respeito ao movimento da partícula como causado pelas forças. Nota 3 . também podemos escrever (ver fórmula). z são usados para descrever o movimento retilíneo ao longo de cada um dos eixos.Lembre-se de que o diagrama de corpo livre considera que a partícula está livre dos apoios ao seu redor e mostra todas as forças atuando sobre a partícula. Ela indica a variação na intensidade da velocidade vetorial. Página 132 Inicio de notas de rodapé Nota 1 .Eixos retangulares x. como durante a trajetória de voo livre de um satélite em um campo gravitacional. a trajetória pode ser circular. parabólica. Ela indica a variação na direção da velocidade vetorial. A órbita depende da excentricidade e. então o estado de 'equilíbrio' criado é referido . elíptica ou hiperbólica. a força desequilibrada agindo sobre a partícula é proporcional à taxa de variação temporal da quantidade de movimento linear da partícula. Se ele for tratado da mesma maneira que um 'vetor força'.

O caso em que v0 atua em algum ângulo inicial 6 à tangente é melhor descrito utilizando-se a conservação da quantidade de movimento angular (ver Problema 15. Nota 4 . a terminologia 'perigeu' e 'apogeu' diz respeito apenas a órbitas em tomo da Terra. em homenagem ao matemático francês Jean le Rond d'Alembert. . A aceleração da partícula ou das suas componentes será mostrada nos exemplos como vetores cinza claro próximos do diagrama de corpo livre. visto que a força da mola varia tanto sua intensidade quanto sua direção que o anel se mova para baixo Nota 7 . Se qualquer outro corpo celeste estiver localizado no foco de uma órbita elíptica. o lado direito da Equação 13. respectivamente. Nota 5 . Este método de aplicação é seguidamente referido como o principio de d'Alembert. as distâncias mínima e máxima serão referidas como 'períápside' e 'apoapside' da órbita.100).Na derivação. mais devagar ele se move. Nota 10 . Nota 11. F é considerada positiva quando está direcionada para o ponto O.Obtenha este mesmo resultado considerando um diagrama de corpo livre das carretas B e C como um único sistema. Nota 6 . o que deve ser esperado. visto que h é constante.14 deve ser negativo.Na realidade.Quanto mais distante o satélite está da Terra.Este não é um caso de aceleração constante.como um equilíbrio dinâmico. Nota 9 .Aplique a equação do movimento na direção v e mostre que quando a esquiadora está em pleno ar sua aceleração é de 9.É uma convenção neste texto sempre usar o diagrama cinético como uma ajuda gráfica quando se desenvolvem as provas e a teoria. Se F está direcionada de forma oposta.81 m/s2. Nota 8 .